sábado, 22 de outubro de 2022

ERIKA, A MULHER DO PASTOR

 Me chamo Israel sou um cara normal, 40 anos 1,79m prático esportes, meu casamento estava beirando o fim e para tentar salvar o casamento minha esposa decidiu frequentar uma igreja evangélica, sempre tive hábitos do mundo e nunca pensei em me afastar ou mudar a minha vida para seguir religião, mas acabei indo e de cara me encantei pela mulher do pastor, uma linda morena com seus 50 anos, boca carnuda, seios médios e bunda grande que nem mesmo as roupas escondiam aquele delicioso corpo.

Com o tempo passamos a frequentar os encontros da igreja e até mesmo a casa do pastor e da adorada esposa Erika, mais fui notando que a mesma me olhava diferente e sempre que estávamos a sós me perguntava da minha vida, o que já tinha aprontado e ainda falava que eu tinha cara de homem safado.

Em um desses encontros fomos a uma fazenda de um amigo que por sinal era bastante endinheirado, no fim da tarde Erika resolveu passear de cavalo e ninguém a quis acompanhar, então me voluntariei, partimos e seguimos bem distante da casa e acabamos encontrando uma cachoeira ao qual decidi tomar banho, Erika não quis pois não estava com trajes próprios, nem eu não fui de cueca mesmo.

De tanto a convidar, ela decidiu entrar de calcinha e sutien, e só assim pude ver o tanto que era ela gostosa, ficamos nadando e sempre me aproxima dela, até que não resistindo mais a abracei enfocando aquele pelo rabo, de início ela tentou sair mais acabou cedendo e passou a rebolar na minha poça que já estava explodindo.

Então a levei para uma pedra e tirei toda a sua roupa e chupei aqueles deliciosos seios e fui descendo até a sua buceta onde suguei até fazê-la gozar.

A virei deixando a sua bunda bem empinada e fui pincelando meu pau na sua buceta que estava molhada, encostei no seu ouvido e disse que só a penetraria se era implorasse, então ela virou o seu rosto e disse em meios a gemidos, me come por favor! Então a penetrei de início devagar e fui aumentando o ritmo sentindo a mesma tremer, então já não me aguentado mais, a fiz ajoelhar e enchi a sua boca de porra a fazendo engolir tudo.

Demos mais um mergulho e meu pau já estava duro novamente então fui para uma parte rasa me deitei e a coloquei para cavalgar, explodimos em mais um delicioso gozo. Nos arrumamos e partimos para o rancho.

O que não notamos e que o dono do rancho viu a foda e nos chantageou, querendo fazer um ménage, que irei contar mais à frente.

quinta-feira, 20 de outubro de 2022

KELLY, A VIZINHA EVANGÉLICA

 Sempre senti uma tara por mulheres evangélicas, na minha imaginação são pessoas que muitas vezes se reprimem por vontade própria ou por influência de suas e família ou cônjuges, mais que guardam uma deliciosa vontade de foder de uma forma que não é rotineira nas suas vidas.

Esse fato aconteceu no ano de 2018, me mudei para uma unidade habitacional devido a ter sido contemplado, e ao me habituar conheci a Kelly uma bela morena clara de cabelos longos uma bela bunda e pernas bem torneadas devido a atividade física que a mesma praticava, com um casamento estável e fiel devota da igreja evangélica, inclusive cantava nos cultos. Minha vizinha era muito gostosa e despertava-me muito desejo, mais que eu tinha a certeza de que jamais aconteceria nada entre nós devido a sua posição de crente.

Com o passar dos meses os cumprimentos de bom dia para contigo e seu esposo passaram a se tornar conversas, quando nos encontrávamos no rol do prédio, e em uma dessas conversas o marido já sabendo onde eu trabalhava me solicitou se poderia começar a dar carona para sua esposa, pois seu serviço era próximo do meu, não me fiz de rogado e as caronas passaram a ser diárias. conversávamos sobre tudo inclusive sexo e a religião e a mesma me contava que ela com o marido era somente ele por cima e que o mesmo não se preocupava muito com ela no sexo. Então comecei a falar da forma que eu fazia com as mulheres que me relacionava e isso foi despertando algo em Kelly que inclusive passou a ser vestir menos recatada para as caronas.

Então em um belo final de semana seu marido havia viajado para uma conversão da igreja e ela tinha ficado, como Kelly tinha o meu telefone no sábado ela me ligou perguntado se queria almoçar com ela, de pronto aceitei e fui a sua casa, após o almoço ela foi lavar a louça e me prontifiquei a ajudar, como a cozinha era muito pequena ,vez ou outra passava atrás dela a enconchando, e numa dessas sentir que ela rebolou e isso foi o estopim para que eu parasse atrás dela e a entrelaçasse a sua cintura e ficasse roçando na sua bunda, ela me pediu para parar quer não era certo fazer aquilo, mais ao invés de parar fui beijando a sua nuca e lambendo a sua orelha e subindo com a minha mão em direção a sua buceta que já estava molhada.

Fiquei bolinando o seu grelinho e a sua excitação só aumentava chegando a molhar a minha mão, sua bunda não parava de forçar contra o meu pau, me mantive nessas caricias até que ela gemeu e gozou bem gostoso chegando a ficar vermelha. A puxei pela mão e em frente ao seu sofá a despir e a coloquei de quatro, fui chupar a sua buceta suculenta e seu cuzinho, fazendo a rebolar na minha cara e explodir em um novo gozo, a levantei, a beijei fazendo-a sentir o gosto do seu mel, então não resistindo, mas a coloquei de quatro e a penetrei devagar sentindo cada espaço daquela buceta deliciosa, fui aumentando o ritmo e nossos corpos suavam e se fundiam em um prazer total, não me aguentando, mas a virei para mim a beijei, pedi que se ajoelhasse para que eu depositasse minha gala em sua boca, a mesma estava tão excitada que cumpriu o que eu pedi me chupando e deixando que eu enchesse a sua boca de porra.

Depois desse dia nos tornamos amantes, frequentando sempre um motel em busca em prazer.

Acessem: https://casais.000webhostapp.com vídeos sensuais para atiçar os desejos mais secretos.

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

AMIGA EVANGÉLICA

 Após a minha primeira transa com Aline que os nossos encontros passaram a se tornar rotineiros e sempre que podíamos nos deliciávamos em transar cada vez mais ousadas, já estávamos em uma fase que não conseguíamos esconder o desejo que sentíamos um pelo outro, sempre que estávamos juntos a cada saída de seu marido era um motivo para nos pegarmos.

Até que em uma das nossas transar ela me confidenciou que tinha contado para uma de suas amigas da igreja sobre o nosso caso, na hora fiquei assustado, mas ele fez questão de me acalmar dizendo que não tinha perigo e que sua amiga estava carente e queria transar comigo.

Samara era uma paraense de 1,60m, cabelos lisos na altura da cintura, seios que apontam para cima e uma bundinha redondinha e muito gostosa.

Assim que Aline me contou notei que a sua amiga passou a frequentar mais a sua casa e sempre que ela me via ficava me olhando nos olhos e mordia os lábios. Então em um final de semana o marido de Aline tinha viajado e com a sua amiga em casa ela me interfonou para que fosse lá, tomei num banho me perfumei e fui pensando que estava l aso a Aline e para minha surpresa quando entrei me deparei com Samara junto, entrei e me sentir devorado pela aquela morena que não tirava os olhos do meu pau, que ao imaginar transando com ela começou a endurecer e a marca o short que eu usava.

Então Aline me chamou para sentar no meio das duas e já foi passando a mão no meu pau, tirando da bermuda, oferecendo para Samara que começou a me punhetar, não resistindo a puxei para um beijo delicioso e após fui a forçando para me chupar ao qual ela não se fez de rogada e começou um delicioso boquete em contrapartida enfiei minha mão na sua bucetinha que estava pingando de tão molhada, pressentindo que ia gozar me levantei e a puxei para mais um beijo e fui tirando a sua roupa a deixando nua e me abaixei e chupei a sua deliciosa buceta até que ela gemeu alto e gozou deixando seu corpo cair no sofá.

O tesão era tanto que nem lembramos que Aline só nos observava então fiz questão de colocar Samara de quatro bem ao seu lado no sofá e fui pincelando a sua bucetinha até que Samara não se aguentando me implorou para que eu enfiasse meu pau ,então dei uma estocada no qual foi impossível ela não gemer, fiquei metendo é ela não resistindo gozou novamente, continue metendo até estava prestes a gozar, então falei para Samara que queria gozar na sua boca ,ela se ajoelhou e me chupou até que enchi a sua boquinha de leite que ela fez questão de engolir tudo ,após terminamos Samara foi tomar um banho pq tinha compromisso e eu fiquei na sala transando com Aline, mais na hora que Samara estava indo embora marcou de transamos no outro dia.

Depois irei contar como transei com as duas ao mesmo tempo.
Acesse: https://casais.000webhostapp.com/ videos eróticos voltados ao romantismo…

terça-feira, 18 de outubro de 2022

COROA EVANGÉLICA CARENTE

Sempre senti tesão por mulheres mais velhas e as evangélicas isso atiçava ainda mais a minha imaginação, e pude constatar que essas padrão de mulher são as mais fogosas.

Quando tinha 21 anos fui morar em cidade de Minas Gerais e aluguei um apartamento em que a minha vizinha a época de nome Aline que a descreverei agora, uma morena de 42 anos, seios pequenos e firmes, uma cintura fina, uma bunda deliciosa, casada. evangélica e que não possuía filhos. 

Com o passar do tempo fui conhecendo o casal e descobrir que eles não tinham filhos por Aline ser estéril, e o marido acabou me confidenciado que não transava a muito com a esposa, para ele o sexo não era importante.

Aline por ser uma mulher muito dedicada ofereceu os seus serviços para passar e lavar as minhas roupas; com esse dinheiro que ganharia ajudaria o marido nas despesas de imediato aceitei, A mesma cobrou um preço pequeno pelos serviços. O tempo foi passando e nos tornamos íntimos, a minha tara por ela só crescia um dia pela manhã, ela chegou e viu as louças sujas, resolveu lavar, como a cozinha era pequena fui passar atrás dela, acabei roçando naquela bunda maravilhosa, ela apenas me olhou e sorriu, passei novamente e dessa vez bem devagar, Aline fez questão de empinar a sua deliciosa bunda e dar uma reboladinha. Aí foi inevitável, a abracei por trás, comecei a beijar a sua nuca e a lamber a sua orelha, o que fazia com que ela rebolasse cada vez mais, fui roçando meu pau na sua bunda e massageando seus seios, tirei a sua blusa e a sua saia e comecei a abolinar a sua bucetinha que já havia molhado toda a sua calcinha.


A levei ao meu quarto, a deitei, comecei a beijá-la novamente pelo pescoço, fui descendo até que alcancei os seus deliciosos seios, chupei os bastante continue descendo beijando, lambendo todo o seu corpo em busca da gruta do prazer, chupei sua bucetinha e seu grelinho até que ela não resistindo, mas teve um delicioso orgasmo. A coloquei de quatro, continuei chupando a sua buceta e seu cuzinho delicioso; o que a fazia ter deliciosos espasmos, então fui enfiando meu pau bem devagar em sua buceta, a safadinha começou a rebolar, eu fui aumentado à velocidade das metidas, nós dois transbordávamos desejo e suor, não demorou muito, a sentir gozando novamente, sentindo que meu gozo estava próximo a mandei chupar meu pau meu desejo era encher a sua boquinha de leite, ela começou meio que desajeitada, mas vou pegando jeito até que preenchi a sua boca com meu leite e a fiz engoli tudo.

Estávamos cansados, caímos ofegantes na cama, mas eu ainda queria proporcionar prazer aquela deliciosa mulher, fiquei bolinando o seu grelinho, beijando o seu pescoço, a fazendo delirar pois ainda estava muito sensível, com seu grelo inchado, a masturbei e a cada toque sentiu uma onda de eletricidade percorrendo o seu corpo até explodir em mais uma deliciosa gozada que molhou os meus dedos com o seu delicioso néctar, a virei de ladinho e peguei um KY no criado lambuzei bem meu dedo e fui enfiando bem devagar no seu cu retirei e fui colocando o meu pau ,quando a cabeça passou parei e deixei ela se acostumar, depois fui entrando cada vez mais como era muito apertadinho não demorou muito para eu gozar bem gostoso, logo após nos recuperamos tomarmos um banho e nos despedimos com a promessa de transarmos mais vezes.
Acesse: https://casais.000webhostapp.com/ videos picantes para apimentar a relação.

A EVANGÉLICA QUE NÃO RESITIU A TENTAÇÃO

 Sou evangélica da CCB desde que entendo por gente, casei a 5 anos com Felipe, mas nunca passamos do papai Mamãe, estava eu fazendo compras da semana quando reencontrei um paquera da época de colégio, mas sempre tive muita vergonha e nunca tinha rolado nada, ele me abraçou e no mesmo instante molhei a calcinha ao sentir seu toque, cheiro de homem conversamos durante 15 minutos com ele sempre me olhando descaradamente e sempre tocando em mim me puxando, e como uma mulher casada eu devia reagir de forma contrária, mas fui cedendo.

Ele perguntou se eu queria uma carona, eu tinha muita coisa ainda pra comprar, ele me abraçou pela cintura me apertou forte e disse vamos sair daqui tô quase fazendo uma besteira.

Eu derreti nos braços dele, não sei onde estava com a cabeça, não consegui dizer nada só sinalizei que sim com a cabeça… minha consciência dizia não faz isso, vai estragar sua vida, e já estava dentro do carro dele, notei ele nervoso respirando ofegante, segurou minha nuca e me beijou como nunca tinha sido beijada, era muito tesão, beijo molhado me senti a mesma adolescente, achei fofo ele tentou colocar a chave no carro, mas não acertou de primeira.

Em menos de 5 minutos chegamos à casa dele, quando ia entrar … travei… sou casada, sou casada eu repetia.

Eu sei e não ligo, disse ele. A mão nas minhas costas, me empurrou levemente me incentivando, eu tentei falar, ele tá trabalhando agora, meu marido… minha blusa tinha voado pela sala, ele já estava me despindo… mordendo lambendo… ele me empurrou no sofá me fazendo ajoelhar, ele disse aqui mesmo: "não aguento mais". Ele levantou minha saia, colocou minha calcinha de lado e me penetrou por trás, senti o pênis dele abrindo minha vagina com facilidade porque eu estava muito excitada, nunca tinha sido pega assim por trás, e ele me comia com força, socava forte me puxando pelo cabelo, nos últimos resquícios de sanidade eu implorei pra ele não gozar dentro, ele socou tudo, me senti preenchida, e ele disse no meu ouvido, tá maluca? Nem que me paguem eu deixaria você sair daqui de bocetinha vazia! Vou gozar dentro sim.

E poucas bombadas depois ele cumpriu, enchendo meu útero, mas não tirou o pau de dentro de mim, me mandou empinar bem pra não escorrer. Queria que o esperma dele ficasse dentro de mim… tem mais coisas pra contar, mas acho que ficou muito grande….

segunda-feira, 17 de outubro de 2022

AMANDA: EVANGÉLICA QUE AMA DAR O C....... 2

 Fiquei casada apenas 3 anos, o meu ex marido voltou ao mundo das drogas se envolveu com gente que era do mal, eu não concordava com nada daquilo, nos separamos e a família o mandou para outro estado onde tinham parentes. Nunca mais o vi. Superei muito rapidamente a separação. Voltei a morar com a minha mãe e o meu padrasto que era mais que um pai pra mim. E continuei ouvindo a fodeção deles todas as noites. Parece que não falei, mas o Júlio era um bom vivant, rico, soube aplicar muito bem a herança dos pais, era filho único, tinha participação em vários negócios e vivia a vida que todos nós pedimos a Deus. A minha mãe não precisava trabalhar, mas era doida pela loja e dizia que a mulher tem que sair de casa e ter uma atividade. Eu falei que ia estudar e procurar um trabalho, mas não queria na loja da minha mãe, queria ser independente. O meu padrasto falou, descanse uma semana que eu vou fazer uns contatos e tenho certeza de que consigo um trabalho legal pra você.

Minha mãe saia pra loja e ficava em casa, meu padrasto eu e a empregada. Que tinha tantos afazeres que nem a víamos. E nós curtíamos a piscina. O assunto era sempre o mesmo. Sexo, agora eu totalmente a vontade já falava tudo abertamente, parecia que estava conversando com uma amiga. 

Nesse dia o meu padrasto colocou uma sunga branca que marcava muito bem o baita caralhão dele. Eu começava a entender o porquê da gritaria da minha mãe naquela vara. Eu também já não era nenhuma santa. Coloquei um biquini super pequeno e iniciamos a nossa curtição tomar sol, um suco, o meu padrasto de vez em quando tomava uma cerveja e eu acabei gostando também, porém a minha mãe não tomava conhecimento disso. 

Eu iniciei a conversa perguntando, Júlio vocês não cansam de trepar todos os dias?

E ele disse se eu não comer a tua mãe, eu não consigo dormir, mas a tua mãe também é uma tarada, se eu estou mais quieto ela pula em mim e concluiu dizendo quando vejo ela já está com o meu pau na boca. 

Eu ria muito do jeito despojado como ela falava. E ele me perguntou, me conte como foi durante esse tempo de casada. 

Era muita atividade ou pouca, e eu ia lhe contando. Nossa nós fodíamos muito, era de manhã, de tarde de noite. Ele era louco pra chupar e cheirar a minha buceta. Eu chegava da rua, ele já vinha me cheirando, eu dizia pare, estou suada, fiz xixi e ele dizia que aí que a minha bucetinha ficava mais gostosa. Júlio falava que todo homem adora o cheiro da buceta. Principalmente depois de algumas horas do banho. Que ele fazia muito isso de chupar a buceta da minha mãe logo depois de um dia de trabalho. Eu disse eu amo chupar, mas o pau tem que estar bem cheiroso. Aí eu chupo até secar a fonte. E o cuzinho ele comia muito. e eu, se ele não comesse meu cu eu falava que daria pra outro. Bem que você falou um dia que a melhor gozada de uma mulher é ela tomando no cu e acariciando o grelinho. Às vezes eu gozava muito rápido e acabava dando o cu mais uma ou duas vezes. Meu cuzinho só não é arrombadinho porque o pau dele não era muito grande. Aliás tinha 16 cm e era fino. entrava gostoso. Nunca doeu. 

Meu padrasto levantou da cadeira de descanso e disse puta que pariu Amanda, vou dar um mergulho, olhe como você me deixou com essas histórias. 

Olhei e o pau dele estava saindo da sunga. Era animal, enorme, e eu disse você que é tarado. Fica de pau duro à toa. 

Porra nenhuma, você com esse biquininho aí que dá pra ver toda a forma da tua buceta falando desse jeito quer o que? 

Eu disse, não se sinta culpado, a minha buceta também está pegando fogo. Você fodeu essa noite passada, e eu já tem um mês sem pau. 

Enfiei descaradamente a mão dentro da calcinha do biquini enfiei um dedinho na minha buceta e mostrei pra ele, olhe como estou, 

Ele se abaixou ao meu lado e disse: coloca na minha boca, por favor deixe eu sentir esse gosto! Porque o cheiro eu já sei que é maravilhoso. Cheirei muito as tuas calcinhas, ontem ainda cheirei uma vermelha que você deixou toda meladinha no banheiro. 

Não me fiz de rogada, estiquei o braço pra ele. Ele abriu a boca e saboreou, fechou os olhos e disse: 

- Venha! Vamos ali no espaço gourmet. Vamos ali. Nesse espaço tem uma sala com tv, para quando os amigos vinham assistir um jogo e fazer um churrasco, o espaço era apropriado e não faziam sujeira dentro de casa. Levantei-me e fomos para o espaço chegando lá ele disse: 

- Sente no sofá. 

Eu me sentei, ele se ajoelhou no chão no meio das minhas pernas e disse: 

- Não vou deixar a minha filhota na vontade. Lembrei da primeira vez que fui chupada dentro de um carro. Ele tirou a calcinha do meu biquini, valou pra eu tirar o soutien, que queria ficar olhando meus peitos, e caiu de boca na minha buceta, ele dizia que ela estava brilhando de tesão. Lambeu, cheirou, cheirou a minha virilha cheirou a minha bunda, e enfiava a língua, se deliciando, quando ele parou no meu grelinho eu queria gritar. Como chupava deliciosamente, escorreguei para o lado e fiquei deitada no sofá e ele colocou meus joelhos na altura dos meus peitos e lambeu meu cu, eu queria exatamente isso, carinhos no meu cuzinho. Ele lambia, mandava eu piscar o cu na língua dele, dizia que o meu cuzinho era lindo que parece que nunca foi comido porque tinha todas as preguinhas e voltou para a buceta, para o grelo, eu olhava todos os seus movimentos. Estava sendo chupada e seria comida pelo marido da minha mãe, pelo homem que eu amava como pai, mas que não éramos parentes. Ele enfiou dois dedos na minha buceta, levou a boca e disse que gosto maravilhoso que você tem, lambuzou bem os dedos com saliva e disse: 

- Olhe me mostrou dois dedos e foi colocando no meu cuzinho, os dedos eram grossos, dois dedos era mais volume do que o pau do meu ex maridinho. Eu contraí e ele disse, relaxe, vou preparar o teu cuzinho pra ele ter o maior prazer que já teve até hoje quando eu enfiar meu pau. e me chupou e dizia. 

- Empurre essa bunda putinha, que tesão! Eu sonhava com um homem que me chamasse de puta, de cadela, de vagabunda, porque eu o escutava falando tudo isso quando comia a minha mãe. 

Eu me soltei e disse: "vai paizinho, chupa essa buceta, fode esse cuzinho com esses dedos seu tarado. Seu puto fodedor."

Ele empurrou os dedos até não sobrar nada de fora, acelerou os movimentos da língua no meu grelo e eu gritei. segurei a cabeça dele com as duas mãos quase o sufocando, e gozei, mas como gozei que tesão. Eu queria desmaiar, fui soltando-o, e ele foi tirando os dedos que estavam socados no meu cuzinho. deu alguns beijinhos na minha buceta e disse: 

- Deliciosa, descanse, mas descanse mamando meu pau. Socorro, quando ele tirou a sunga eu queria correr, falei pra ele. 

- Se você pensa que esse pau aí vai entrar aqui em algum lugar está enganado, eu quero, mas não cabe. É gigante. Por isso a minha mãe fica louca contigo, e goza e grita feito uma putona. 

Ele disse fique sentada, eu sentei e ele disse segura esse pau. Segurei, a minha mão naturalmente que não conseguiu fechar com aquele monstro cabeçudo, grosso, tinha 20 cm, era grosso, pra mim muito grosso, parecia um tubo de desodorante. 

Quando eu cheirei o pau dele, senti cheiro de buceta, e falei, hummmmmmmmmm…. estou cheirando bucetinha da minha mãe, ao invés de me dar um nojinho, aquilo me deu tesão. 

Ele perguntou quer que eu lave, seu disse de jeito nenhum. Vou chupar esse pauzão assim seu fodedor que não se cansa. Teu pau está muito duro paizinho. e comecei lambendo o cabeção, tinha que abrir muito a boca que chegava a cansar. acariciava o saco dele, lambia a gotinha que saía da cabeça, ele esticou o braço, ficou dedando a minha buceta e dizia que estava ensopadinha. 

Ele se deitou no tapete e mandou eu me sentar na cara dele, mas virada para os pés, sentei-me. esfreguei minha buceta e meu cu na cara dele e ele disse me chupa junto. eu chupava o que podia segurava pelo saco, deslizava meus dedos pela bunda dele, o saco e o cuzinho dele eram dedilhadinhos, tudo bem lisinho, eu babava no pau dele e a baba escorria para o rabo dele, aí eu arrisquei fazer uma coisa que até então nunca havia feito, abri bem a boca e coloquei a cabeça do pau toda e deslizei a minha mão para a bunda dele, ele abriu bem as pernas e eu toquei no cuzinho dele, que piscava quando eu tocava, brinquei com a ponta do meu dedo indicador na entradinha e o pauzao dele parecia que latejava. aí ele disse vira amor, e se senta no meu pau, vá sentando-se devagar, vá controlando pra você ver como a tua bucetinha é gulosa. e eu obedecia igual uma putinha. Segurei o caralhão e fui me sentando, quando entrava a cabeçona ele dizia: 

- Vem! Se senta na minha cara. 

Eu ia ele me chupava deixava bem babada e dizia:

- "Senta-se no meu pau!" Isso foi se repetindo até que o pauzão entrou todo, eu sentia bater aqui dentro de mim, parece que ia me atravessar eu esfregava o grelo nele e ele bem carinhoso foi acariciando meu cuzinho e colocou um dedo…. tirou colocou na boca e enfiou dois. agora sim…eu subia e descia no pau dele, e ele socava dois dedos no meu cu. E falava: 

- "Imagine que é outro pau te fodendo junto. um na buceta e um no teu cu minha puta imagine." 

Eu imaginava e rebolava e não aguentei, gozei de forma absurda, como nunca havia gozado com um pau na buceta. e o pau dele dava coices dentro da minha buceta ele disse: 

- "deite-se aqui. e dobre os joelhos, fique na posição frango assado. 

Ele se levantou, enfiou literalmente a língua no meu cu. cuspiu na cabeça do pau e veio e disse. 

- "Teu cuzinho já está laceado pelos meus dedos, mas vamos comer esse cu com muito carinho, porque eu quero que você peça pau todo dia, até achar outro namorado que te cuide vadiazinha. Abre bem a bunda com as duas mãos mostra esse cu pro teu pai minha putinha, gostosa, linda, deliciosa buceta e cu cheiroso." 

Ele encostou aquela chapeleta eu travei, e assim fomos brincando pra eu relaxar, uma tocada de pau, uma linguada, a língua dele entrava no meu cu. 

Aí ele novamente enfiou os dedos na boca e foi colocando no meu cu, e disse: 

- "Empurre essa bunda amor. e eu empurrava quando ele tirou os dedos encostou o pau e disse agora empurre, agora não vai ter volta, esse pau só vai parar no fundinho do teu cu. 

Sentei-me, e eu queria falar, mas estava ainda um pouco tensa. Quando consegui eu
disse:

- "Você vai rasgar meu cu!" 

- "Fala mais amor…isso fala!" 

- "Seu cavalo não tem pena da tua filhinha seu puto" 

- "Abre mais. filho da puta!" 

Na posição em que ele estava ele cuspia no meu cu o cuspe caia certinho em cima do pau dele. e foi entrando. Depois que passou pelo anel, ele empurrou eu perdi a voz não se sabia era tesão dor ou prazer. ele disse coloca dois dedos na buceta e coloquei ele disse 

- "Coloque agora na minha boca". 

Eu enfiava na buceta e na boca dele até que ele falou agora se masturbe tomando no cu. e eu comecei, mas já comecei acelerada, o pau socava meu cu e meus dedinhos acariciavam meu grelo. ficamos assim uns 20 minutos. O meu cu parece que estava pegando fogo e o pau dele socando forte. Aí eu falei vou gozar…. ele disse vou também…. e gozamos juntos.

domingo, 16 de outubro de 2022

AMANDA: EVANGÉLICA QUE AMA DAR O C....... 1

 Sou loira, descendente de alemães, moro em Santa Catarina, tenho 1.70, seios naturais medios, cabelos longos, olhos azuis, me acho uma mulher bonita, e sou muito cortejada e cobiçada. Tenho 22 anos e apesar de jovem ainda, já vivi muitas experiências. 

Minha mãe, casou-se com 15 anos e ficou viúva quando eu tinha 5. Meu pai era bem mais velho que ela, oficial da aeronáutica e deixou uma polpuda pensão para ela, e alguns imóveis residenciais e comerciais que ela alugava. E para não ficar parada montou uma loja de presentes que ela sabia administrar muito bem. 

Quando eu tinha 12 anos minha mãe que é evangélica desde que nasceu, e que depois que meu pai morreu ela só vivia para mim, para o trabalho e para a bendita igreja. 

Minha mãe conheceu um homem que está com ela até hoje. Rico, bonito e que se apaixonou por ela e por exigência dela ele se converteu também. Esse homem fez voltar o brilho nos olhos da minha mãe, e em menos de um ano numa cerimônia simples eles se casaram. O casamento não foi muito bem-visto aos olhos dos membros mais velhos da igreja, visto que o Júlio já era divorciado, mas acabaram concordando. 

A fama dele era de comedor, e eu imagino porque sempre que saíamos e mesmo na própria igreja as mulheres jogavam a buceta na cara dele, mas ele fiel a minha mãe. 

Bem, eu com doze anos e super espoleta, já conversava algumas sacanagens com as amiguinhas mais salientes na escola, e comecei a perceber a pegação que rolava entre meu padrasto e minha mãe. Minha mãe vivia sorrindo, em casa começou a usar umas roupas mais curtas, vestidos e saias mais ousados, mais decotados, e era comum eu vendo o Júlio dando umas passadas de mão nela. 

O Júlio com três meses de casados decidiu que iriamos morar na casa dele, e eu adorei, porque era uma bela casa, com piscina um belo jardim e eu teria uma suíte só pra mim, já que a casa tinha três. Logo que mudamos numa noite eu passando pelo quarto deles ouço gemidos, vozes, risadinhas, e como eu era curiosa cheguei perto da porta e ouvia a minha mãe dizendo, Ju você está me transformando numa mulher devassa, se na igreja as pessoas imaginarem um terço do que eu faço contigo eles me expulsam, mas eu amo te dar prazer meu homem. E ele dizia quero você aqui nessa casa sendo a minha putinha, se entregando e me satisfazendo plenamente e eu também me entrego a você e prometo sempre ser somente teu. Ela dizia gostoso, e ele falava, amo quando você fala fazendo amor comigo. Amo quando você se solta e se transforma nessa gostosa vadia. e silencio e de repente ele falando isso amor, chupa esse pau, lambe meu saco gostosa, vira coloca essa buceta na minha cara, amo o teu cheiro, amo esse cheiro de tesão que você tem, eu não acreditava em tudo aquilo que ouvia, só sabia que ouvindo aquilo a minha bucetinha ia ficando meladinha e automaticamente eu enfiei a mão por dentro da minha calcinha e encontrei o meu grelinho saliente e minha buceta melada. E lá dentro a meteção começou. Ela dizia, mete esse pau na minha buceta amor. por favor. e ele dizia o que mais você quer, e ela dizia mete esse caralho todo na minha buceta e o teu dedo no meu cu safado. Nossa eu queria gritar, eu queria entrar naquele quarto pra ter certeza de que realmente era a minha mãe que estava falando tudo aquilo. Mas assim foi era assim todos os dias, estávamos na sala ela se sentava no colo dele, imediatamente ele ficava de pau duro e eu comecei a perceber que ele não ligava se eu estava perto, se eu via ou não. Ela dizia vamos com calma, a Amanda está por perto. e riam. 

Quando estava mais frio e decidíamos assistir um filme juntos. A minha mãe trazia um edredon leve e ficávamos os três embaixo. Ela no meio com a bunda virada pra mim e com a cabeça meio no colo dele. lá pelas tantas eu fazia de conta que adormecia, mas ficava de um jeito que podia ver a movimentação. Percebia a cabeça dela subindo e descendo devagar e a mão dele na bunda dela, visto que a bunda estava bem pertinho de mim. Eu sabia que ele estava com a mão dentro da calcinha dela, só na o sabia se estava dedando o cuzinho ou a buceta. Até que eles falavam vamos pra cama. e lá ficava eu com a buceta escorrendo. 

Quando eu completei quinze anos, ganhei uma bela festa, eu já chamava o Júlio de pai, porque realmente ele era maravilhoso para mim e muito mais para a minha mãe. Nessa época comecei a namorar um rapaz muito bonito que tinha 20 anos de idade, e que a família conseguiu trazê-lo para a igreja, e assim afastá-lo do mundo das drogas. Com dois meses que ele estava na igreja, já namorávamos bem mais assanhados. Ele tinha carro e nos finais de semana me buscava e minha mãe e o Júlio permitiam que eu fosse passear com o meu namorado. Eu super curiosa e super fogosa era louca pra conhecer de perto e pegar um pau e foi rapidinho pra estarmos já com a calcinha baixada pra ele me tocar e ele com o pau pra fora pra eu bater uma punhetinha pra ele, coisas que ele foi me ensinando muito rapidamente. 

Um dia fomos para um parque onde tinham muitas árvores ele havia pedido pra que eu fosse de vestido, chegando lá ele estacionou de uma maneira que poderíamos ver se alguém se aproximasse. Começou me beijando levantando o meu vestido, eu com uma calcinha branca, a menor que eu tinha, ele reclinou o banco colocando todo pra traz e foi para o chão do carro no carona e ficou no meio das minhas pernas. Eu adorava me exibir, e estava achando aquilo ótimo, perguntei o que está fazendo e ele disse, sempre que te deixo em casa eu vou pra casa cheirando a minha mão que fica com o cheiro da tua buceta, hoje e a partir de hoje vou cheirar direto nela, quero sentir o cheiro, e quero sentir o gosto. minha tesuda.

 Nossa eu não estava acreditando, e ele tirou a minha calcinha levantou um pouco as minhas pernas, eu nunca havia me depilado, estava meio peludinha, mas os pelinhos macios, pareciam uma pluma. Ele lambia as minhas coxas, calmamente e ia me cheirando, cheirou a minha virilha, lambeu e chegou na minha buceta, nossa eu queria empurrar a cabeça dele pra dentro devido ao tamanho do meu tesão. ele lambia lentamente suavemente, primeiro o grelinho, depois enfiou a língua literalmente pra dentro, e começou uma chupada maravilhosa. Quando ele quiz colocar o dedo eu não deixei, falei amor eu sou virgem, fica assim, está maravilhoso. Pra minha surpresa e susto ele levantou mais um pouco as minhas pernas empurrando as minhas coxas pra cima. e lambeu meu cu. Senhor do céu que coisa mais louca, mais deliciosa. Eu quando ouvia o Júlio mandando a minha mãe abrir a bunda que ele queria foder ocuzinho dela com a língua eu nunca imaginava que alguém algum dia iria lamber o meu cu, e isso estava acontecendo. ele lambia o meu cuzinho e dava um jeito de massagear meu grelo junto. até que ele voltou para a minha buceta, mas o dedinho deslizou para o meu cuzinho. Ele safado e apesar de somente 20 anos era muito experiente.

 Ele falou amor, hoje você vai gozar na minha boca. Pode demorar, fique tranquila, só quero que você se entregue inteiramente, não pense nada, apenas sinta. E eu fechei os olhos e viajei naquela língua, uma viagem de prazer inexplicável, eu não queria que ele parasse, e fui sentindo aquela linguinha brincando com meu grelinho, e eu sem querer, querendo, ia empurrando a bunda no dedo dele, de repente eu era chupada e meu cu estava sendo comido pelo dedo dele, é claro que não aguentei muito. eu sentia as contrações na minha buceta, sentia que apertava o dedo dele com meu cu, e explodi num gozo maravilhoso, o meu primeiro gozo. nossssaaaa…foi assim com língua e dedo.

Quando cheguei em casa meu padrasto me olhou e parece que ele sabia o que tinha acontecido, minha bochecha estava vermelha, meus cabelos na nuca estavam molhados de suor, e lógico que ele superesperto percebeu. Isso foi no sábado. 

No domingo o meu namorado veio novamente me buscar. e lá fui eu, saltitante. Voltamos ao mesmo lugar, e já chegamos nos agarrando. Eu queria mais. mas ele disse, hoje amor é contigo. Eu falei o que? ele baixou a calça e cueca até os joelhos me beijou e puxou a minha cabeça e disse quero que você mame esse pau, ele é teu, quero a tua boca babando nele, me fazendo gozar igual eu fiz você gozar ontem, baixei a cabeça segurei aquele pau, que não era tão grande, mas bem duro, meio comprido, mas fino. e ele foi me dizendo como deveria chupar, aprendi em menos de dois minutos, visto os gemidos dele, ele com a mão direita me fez ficar deitada meio de lado se levantou moeu vestido enfiou a mão por dentro da minha calcinha e começou a me bolinar, mas dava uma atenção especial para o meu cuzinho, de repente ele tirou a mão ouvi o barulho dele babando cuspindo na mão e levou para o meu cuzinho. nossa que delícia, mamando um pau e com um dedo atolado no rabo era tudo de bom. Ele me ensinou a ir chupando e punhetando. Não demorou muito ele com a mão esquerda segurou a minha cabeça e encheu a minha boca de porra. Putz. que gozada eu engoli a metade a outra metade escorreu da minha boca pelo pau e saco dele. Demos muita risada. e ele desavergonhadamente me puxou e me beijou muito ainda com um resto de porra dele na boca…. novamente ao chegar em casa fui recepcionada dessa vez pelo Júlio e pela minha mãe. parece que estavam me esperando. A noite ouvi os dois conversando. A tua filha chegou ontem e hoje acesa, acho que eles estão fodendo. E a minha mãe dizia nossa não sei o que fazer. E o Júlio disse. quer que eu fale com ela…minha mãe disse quero amor. Por favor faz issso…….

…Na segunda feira, minha mãe saiu para a loja e fiquei com o Júlio e a empregada. Como o dia estava super bonito, e estávamos em recesso escolar decidi pegar um sol. Convidei o Júlio e ele disse ótimo. Quero mesmo conversar contigo. Eu falei nossa parece ser sério. Ele deu uma risada, e disse é sério, mas é um assunto super agradável. E perguntou, como está o namoro? E eu falei o namoro está ótimo, ele é bacana, divertido, educado e me parece que a igreja está fazendo bem pra ele. E também parece que está gostando de mim. 

O Julião foi direto, já estão transando, eu disse não, não estamos transando, só estamos nos beijinhos. E ele, mas já estão trocando carinhos mais ardentes, e eu falei mais ou menos. E o Júlio então disse. 

Amanda vamos combinar uma coisa. Eu te amo e me considero teu pai mesmo. Portanto para que essa conversa venha pra ajudar eu preciso que você confie em mim e se abra, me contando tudo. Eu sei que você vive espiando-me e a tua mãe, sei que você já nos viu transando aqui na piscina, sei que você fica escutando as nossas metidas na porta, porque as vezes deixamos apenas a luz do abajur acesa e a luz do corredor fica totalmente acesa, e lá de dentro do quarto eu já vi várias vezes a tua sombra por debaixo da porta escutando-me comendo a tua mãe. Portanto eu quero que você converse comigo da mesma maneira como eu estou falando contigo, papo aberto e tudo bem no popular. Combinado? 

Eu falei combinado. 

E ele disse então me conte. o que está rolando 

E eu contei, tudo. Da chupada na minha buceta, do dedo no meu cu, da mamada no pau dele e da gozada na minha boca. mas que eu era virgem que nao deixei ele nem por o dedo na minha buceta.

O Júlio estava de sunga e não pude deixar de perceber ele de pau duro, realmente eu já tinha espiado eles fodendo na piscina, sempre que saiam para algum evento, na volta eles achando que eu estava dormindo fodiam na piscina ou nas cadeiras na beira da piscina. Mas assim de pertinho eu nunca tinha visto, parecia gigante. Aí ele me disse. A tua mãe se casou com o teu pai muito novinha, mas eu hoje participando da igreja e vendo as meninas casando-se cedo entendo o porquê. Vocês têm o tesão á flor da pele, e pra não correrem o risco de uma gravidez o que seria uma coisa vergonhosa perante a igreja as moças se casam cedo, e os homens também. Portanto vou te falar uma coisa. A mulher que quer ter um homem só pra ela, tem que fazer o que ele gosta, tem que satisfazer todos os seus desejos. Na igreja existe uma seria de restrições, não pode nem falar em sexo oral, sexo anal, mas ninguém sabe o que rola na casa de cada um. Então minha querida faça tudo, pode chupar o pau, lamba o saco, tem homens que gostam até de um dedinho no cu, se ele gosta de te chupar aproveite, não são todos que gostam de chupar buceta, deixe ele lamber o teu cuzinho. se masturbe pra ele. Não existe gozo maior pra mulher do que um pau no cu e ela se masturbando. Então perca o pudor. De tudo mesmo, goze mesmo deixe ele de pernas bambas, mas tem que se casar antes. Meu Deus, gelei. Mas se passaram mais 4 meses, eu segurando a onda para não dar minha virgindade decidimos marcar a data do casamento. Agora quero que vocês imaginem uma mulher que aprendeu e ama dar o cuzinho. Gosto mais do pau no meu cu do que na minha buceta. amo. Posso ficar horas tomando no cu que adoro, gozo muito, gozo várias vezes. e quando estou dando a buceta peço pra ele enfiar um ou dois dedos no meu cu. amoooooooooo.

sábado, 15 de outubro de 2022

MULHER DE RESPEITO EVANGÉLICA - CONTINUAÇÃO 2

 Quando fui para casa, muitas coisas estavam na minha cabeça. Eu sabia que adultério era pecado, mas na minha cabeça tinha ficado a frase do ancião, dizendo que deus tem formas misteriosas de agir.

Além disso, meu corpo estava sedento por carinho.
Quando cheguei, meu marido estava jogando videogame. Ele nem perguntou onde eu estava. Não nos falamos.
Arrumei a casa, limpei o banheiro e tomei banho, tocando meus seios e minha vagina, imaginando os toques e pressões do irmão Aroldo. Ele tinha mãos enormes e grossas, diferente das mãos finas e pequenas do meu marido. Ao lembrar ele apalpando meu seio, eu me umedecia inteira nas pernas, levava a mão à vagina e sentia arrepios.
No banho, introduzi o cabo da escova depois de muitos anos, imaginando o irmão Aroldo me penetrando. Sair e entrar me dava prazer, mas eu queria mais.

À noite, na hora de dormir, meu marido quis ter relações comigo. Eu aleguei que estava cansada da faxina e levei um forte tapa no rosto e um puxão de cabelo. Ele me xingou, abriu minhas pernas, puxou minha calcinha para o lado e penetrou.

Nesse dia, eu estava úmida. Ele mesmo sentiu mais prazer com a umidade e disse:
– Nossa, você tá toda melada!

Eu não sabia o que dizer.

– Deve ser porque estou no período fértil.
– Então vê se engravida.

E recomeçou a me possuir. Mas eu sentia prazer no membro dele deslizar. Eu mesma me abri mais e logo ele ejaculou, me deixando com vontade.

Deitei-me de lado chateada, mas depois de uns 15 minutos ele veio novamente, me dizendo para virar de costas. Eu sabia que ele ia introduzir no meu ânus.

– Porque você não faz na frente.
– Gosto de fazer atrás.
– Mas atrás não engravida.

Ele parou, pensou e decidiu vir na frente novamente.
Eu fui tentando aproveitar já que demoraria mais, me abri, ele puxou minha cintura para cima e eu fiquei mais aberta sobre a cama, com as nádegas bem empinadas.

Fechei os olhos e imaginei o irmão Aroldo sobre mim, com as mãos grossas nos bicos dos meus seios. Isso me fazia sentir muito prazer e ficar mais molhada. Cheguei a ouvir o barulho do pênis dele se afogando nos meus líquidos. Ele estava muito aceso pela minha condição e introduzia com bastante força. E logo ejaculou novamente dentro de mim, caindo em meu corpo.

Eu ainda queria mais, mas sabia que não ia ter. Tudo bem.

No dia seguinte, olhei a agenda da igreja no site dos membros. Não tinha nenhum evento marcado: nem reunião, nem culto. Falei que ia aproveitar para limpar bem a igreja. Ele não se importou. Disse apenas para deixar o almoço pronto antes de sair. Eu ia à tarde.

Vesti uma blusa mais fina ainda, de usar por baixo de outras. Olhei no espelho e vi que os bicos dos meus seios transpareciam. Pus um casaco um pouco pesado, para cobrir bem minha imoralidade. A saia também era de uma seda fina. Ela deveria ser usada com outra por baixo, porque era totalmente transparente de renda, solta e rodada. Coloquei duas. Ela e abaixo uma de outro tecido fino. Ambas ainda deixavam transparecer a marca da minha calcinha, que eu puxei totalmente para dentro das nádegas.

O casaco cobria as duas partes. Ele ia até o começo das minhas coxas, cobrindo minhas nádegas. Então, até chegar à igreja, eu estava dignamente vestida.

Quando entrei, vi o carro do irmão Aroldo estacionado e me dirigi ansiosa até o escritório. Antes, tirei o casaco e coloquei sobre o braço, deixando exposta a minha roupa imoral. Bati na porta e o ouvi dizer:

– Entre, por favor.
– Com licença, irmão Aroldo.

Ele me olhou de cima abaixo, sorrindo. Estava de camisa de algodão, em vez das tradicionais camisas de botão e uma calça de tactel.

– Desculpe a roupa, irmã. Como hoje não é dia de reunião, eu resolvi vir com roupa de casa mesmo.
– Eu também, irmão. Vesti algo mais fino, pois está calor. É de usar em casa.
– A senhora está um deslumbre de linda.

Nisso, ele veio até mim, me abraçou e já me apertou contra o corpo dele, me fazendo perceber que o “tubo de desodorante” já estava se pronunciando.

– Então, veio para os conselhos?
– Sim, irmão. Gostaria de falar com o senhor sobre como ser feliz no meu casamento. Mas antes vou fazer um cafezinho e limpar um pouco o escritório, pois eu disse ao meu esposo que viria fazer uma limpeza. Não quero que ele saiba dos conselhos por enquanto.

– Sim, minha filhinha. Pode ficar totalmente à vontade, viu? É melhor ele não saber, pois pode ficar chateado. E eu agradeço o café. Ainda tenho algumas coisas para terminar por aqui também.

Eu sabia que ele estava lá quase todo dia, pois arrecadação, investimentos, pagamento de contas, tudo era com ele. E se tem algo que a igreja movimenta, é dinheiro.

Então fui fazer o café, embora tivesse ansiosa pelos conselhos dele. Servi um pouco e fiquei fazendo a limpeza do banheiro, o que acabou molhando um pouco (sem querer) minha roupa, inclusive minha blusinha transparente.

Depois, fui varrer o chão do escritório, aspirar e passar pano.

– Nossa, irmã, sua roupa está molhadinha.
– É, eu molhei limpando o banheiro. Se o senhor não se importar, irmão, eu não trouxe outra.
– Não, não, fique à vontade. Você é como uma filhinha pra mim.
– Certo, então vou tirar a saia de renda porque está atrapalhando um pouco, já que molhou e está pingando.
– Sim, fique à vontade. Se quiser tirar tudo, nem vou olhar, hehehe.

Ele falou em tom de brincadeira e eu também ri. Fui ao banheiro e pendurei a saia de renda, ficando somente com a outra, coladinha no corpo, de um tecido bem fino, parecendo uma anágua justa e a calcinha que eu insisti em puxar mais pra dentro das minhas nádegas.

Nisso eu me virava pra ele propositadamente. Desfilava de frente, balançando os peitos na blusinha molhada quando estava de frente pra ele, e virava de costas quando precisava me abaixar ou me ajoelhar no chão, dando a ele uma visão perfeita das minhas nádegas marcadas pela calcinha imoral.

Quando terminei, avisei.
– Também terminei minhas planilhas e pagamentos aqui, irmã. Vamos conversar.
– Irmão, posso tomar um banho antes? Estou suada da limpeza.
– Eu não me incomodo, irmã, suor é natural do nosso corpo. Mas se você quiser…
– Rapidinho, só pra tirar a sujeira…

Eu ansiava por muita coisa, então queria estar pronta. Tomei um banho rapidíssimo, sequei novamente o banheiro, vesti a blusinha e pus os cabelos molhados por cima, para deixar bem transparente nos seios quando tirasse minhas madeixas de cima.
Fiquei na dúvida, mas decidi ousar e vesti a saia debaixo, só que sem calcinha.

– Pronto, irmão. Podemos começar.
Nisso, ele se sentou no sofá. O sofá era de madeira, com algumas almofadas tipo futton por cima. Ele não era confortável, mas não afundava o corpo.
– Venha aqui, irmã, sente aqui no meu colo como uma filhinha, vamos orar antes de começar.

Eu me acomodei sobre a perna dele, e ele me puxou pela cintura me colocando sobre o pênis dele, que estava perceptivelmente duro. A calça de tactel tornava muito mais fácil sentir aquele membro enorme. Ele me encaixou novamente com a vagina sobre o membro, que eu sentia se mexer sozinho, como se fosse possuído, entre os lábios da minha vagina.

– Senhor, peço que nos guie nesse momento para trazer de volta a felicidade e à satisfação a essa irmã. Ela é como uma filhinha e eu sou como um paizinho, meu deus. Vou aconselhar minha filhinha e ensinar a ela como ser feliz e plena no casamento, ajudando-a a ter prazer nessa relação e dar ao marido o filho que eles tanto desejam.

Ele falava isso com a mão levantada pra cima e com a outra na minha cintura, me puxando para o corpo dele. Eu sentia o membro ir endurecendo cada vez mais com a cabeça encaixada nos lábios da minha vagina, que estava totalmente molhada.

– Me ajuda, senhor, a alcançar o mais profundo dessa irmã, indo pelos caminhos que o senhor designar, para que eu chegue até o coração dela e a ajude a ser plenamente feliz.

Nisso ele pôs a mão em cima do meu peito esquerdo de novo, entre meus cabelos, e, sem soltar, continuou:

– Que ela possa ter tanto prazer na vida a ponto de gritar, de te louvar gritando e me deixando adentrar no mais profundo do ser dela, fazendo o coração dela pulsar de felicidade.

Nisso, ele segurou o biquinho do meu seio, apertando e rodando.

– Que o senhor converta a dor que ela sentir em prazer, em satisfação. Para sua glória, amém.
Eu apenas repeti: amém.

Ele não tirou a mão do meu peito, com os dedos circundando meu biquinho. Foi soltando e deslizou para o outro.

– Está se sentindo bem, minha filhinha?
– Estou, irmão.

Ele alisava meus peitos e falava comigo. Fiz menção de sentar-se ao lado dele, mas ele segurou minha cintura me fazendo permanecer no colo dele.

– Então, me conte o que acontece no seu casamento.
– Então, irmão. É que meu marido é violento. Eu imaginava que ele me faria feliz, mas ele me bate, me dá tapas no rosto, puxa meu cabelo e me xinga.
– Hum… E me diga, nas relações de vocês, você se sente satisfeita?
– Nunca, irmão. Nunca me sinto. Nem gosto de ter relações com ele.
– Como não, irmã? O sexo é maravilhoso, é uma dádiva do senhor. Você deveria adorar.
– Mas eu não consigo, irmão, não sei por quê.
– Olha, tudo isso que você falou é normal em um casamento.
– O que? Ele me bater e me xingar?
– Sim.
Fiquei chateada, eu esperava qualquer coisa, menos isso.
– Apenas depende do que acontece entre quatro paredes. Se ele não lhe dá prazer, os xingamentos são ruins, mas se der, são bons.
– Não entendi, irmão. Como assim?
– Veja só.

Ele falava e se mexia embaixo de mim. Eu sentia o pênis dele se esfregar em mim.

– O problema está que ele não lhe satisfaz direito. Em outras palavras, não estranhe, ele não fode você gostoso.
– Irmãoooo!!!
Falei escandalizada. Eu conhecia essas palavras, mas jamais falaria isso.
– Sim, irmã, veja só você. Um marido pode dar tapas na esposa, puxar o cabelo dela e chamá-la de puta, de cachorra, durante o sexo. Ele pode chamá-la de vadia, dizer que ela gosta de ser fodida e rasgada.
Fiquei calada. Estava meio em choque.
– Como ele chama suas partes íntimas?
– C-C-Como assim?
– Ele chama: sua buceta? Diz: vou meter na sua buceta?
– Nãooo!!!
– Ele diz: vou chupar tuas tetas, sua cadela?
Nisso, ele falou afastando meus cabelos e passando as mãos nos meus seios.
– N-n-não, irmão…
– Então? Casais fazem issso! Se ele não te come gostoso, você não vai gostar de ser xingada. Mas se ele meter gostoso e fundo na tua buceta, você vai delirar de prazer e felicidade.
– Ele nunca fez isso.
Nisso ele se afundou mais no sofá, me movendo em cima dele e fazendo com que eu ficasse sentada em cima do pênis duro dele, que parecia que ia me comer com roupa e tudo.
– Vou te falar uma coisa, irmã, presta atenção. Prenda os cabelos.
Eu prendi, deixando meus seios completamente à mostra na blusa molhada.
– Olha essas tetas lindas e duras que você tem. Esses bicos devem ser uma delícia de chupar, de mamar puxando e estalando…
Ele falou passando a mão por cima e apertando meus bicos.
– Com sua licença, irmã.
Nisso, ele levanta a minha blusa, expondo meus peitinhos duros e começa a passar a língua.
Soltei um gemido.
– Viu? Você já sente prazer, sua galinha.
Novamente, passou a língua no peito esquerdo, mais perto dele, e o dedo foi pra cima e pra baixo no bico direito. Ele chupou, mamou e sugou, soltando e fazendo meu peio saltitar num barulho de vácuo.
– Aaaaiiii…
– Doeu, minha filhinha?
– N-n-não.
– E se eu fizer assim, dói?
Ele apertou o bico direito com força e mordeu o esquerdo.
– Ai, ai, ai! Dói!
– Dor pode ser bom. Você sentiu algo lá embaixo?
– Sim, senti uma fisgada.
– Isso, você sentiu uma fisgada na buceta. E eu também senti que isso aconteceu, porque você está sentada em cima da minha piroca.
– Irmão…
– É isso mesmo. Em cima da minha rola, do meu pau duro. Ele tá duro. Eu queria que você sentisse, pois assim é como um macho sente e satisfaz a puta que tem em casa. Antes em casa que na rua. Prefiro que minha mulher goze e gema enquanto eu rasgo a buceta dela do que outros. Se eu meter em você, é porque seu marido deixou faltar em casa, entende? Ele falava isso apertando meus peitos com as mãos, puxando os bicos e me fazendo desmanchar em fluidos no colo dele.
– M-mas irmão... Você vai meter em mim?
– Se você quiser e for lhe ajudar a ser feliz, eu encho sua buceta de piroca, irmã! Você está sentindo prazer agora?
– Eu… eu… sim, eu não…
– Eu estou sentindo a cabeça da minha rola melada da sua buceta, irmã.
– Mas eu ainda não estou bem certa se isso é o certo, irmão.
– Aí, minha filhinha, vamos fazer o seguinte. Tira essa saia. Fica só de calcinha aqui.
– Irmão, eu... eu. estou sem calcinha.
– Sem calcinha?
– Sim, molhou durante a faxina. Tirei.
– Hmmmm…
Ele falou forçando meu corpo contra a rola, pau, piroca dele. Aquilo que me fazia enlouquecer ali.
– Então levanta a saia, vai. Deixa-a na altura do seu quadril.
Eu levantei um pouquinho só do colo dele e comecei a puxar a saia pra cima.
– Faz de olho fechado.
Fechei os olhos, ergui mais o corpo e subi a saia até o meio da minha bunda.
– Agora pode se sentar.
Sentei-me e quando senti, senti que ele tinha descido a calça, estava sentada diretamente na piroca grossa dele.
– Está sentindo?
– Sim…
– Minha rola está com a cabeça esfregando na sua buceta. Mexe um pouco.
Mexi devagar, fazendo aquela cabeça abrir meus lábios.
– Está gostoso?
– Sim, irmão, muito!
– Se eu pressionar, você vai sentir minha pica o querendo abrir, olha…
Ele segurou minha cintura e me fez esfregar na pica dele. Estou muito excitada contando isso agora de novo! Senti a cabeça abrir meu buraquinho…
– Viu? Vamos ficar assim, vamos falando. Sinta enquanto a gente conversa.
– Certo.
– Então, você sente esse prazer na rola do seu marido?
– Não!
Falei rindo.
– E ela é grande e grossa?
– Eu… eu não sei… nunca vi outra.
– Olhe pra baixo, então.
Eu afastei o corpo e desengatei a buceta da entrada dele. Quando vi, me espantei. Era ENORME. Era grossa, um tronco veiudo, com uma cabeça grande, ainda mais larga que o tronco, achei gigantesca.
– Meu SENHOR! Isso é grande demais.
– A do seu marido, não é assim?
– Nãoooo!! É muito menor e não tem esse cogumelo na ponta.
Ele riu.
– Esse cogumelo abre caminho e faz a felicidade da mulher quando é empurrado fundo dentro dela.
– Meu pai!
– O do seu marido é que tamanho?
– Fiz com as mãos o tamanho e ele esticou a mão por cima. Dava menos de meio palmo dele.
– E a grossura? A rola dele é grossa?
– Acho que da grossura de uma moeda de um real.
Ele gargalhou.
– Por isso você anda tão chateada, irmã. Com uma piroquinha dessa, seu marido não alcança o fundo do seu útero para entupir você de porra e fazer um filho.
Eu ri, foi engraçado ele falando.
Ele me encaixou de novo no colo.
– Senta-se aqui no cogumelo, vai. Abre as pernas. Melhor, senta-se de frente pra mim.
Me senti envergonhada, mas me sentei, tentando esconder minha buceta.
– Você viu meu caralho, deixa eu ver essa buceta, minha filha.
Ele mesmo tirou minhas mãos e expôs minha intimidade.
– Nossaaaaaa, que coisinha linda! É rosadinha, toda abertinha e pequena. Você se depila, irmã?
– Eu… eu corto os pelos com tesourinha ou tiro com a pinça.
– Hummmmm, parece bem lisinha.
Sem eu esperar, ele passou o dedo pelo meio, no lugar mais delicado, me fazendo gemer.
– Ahhh, aqui é o segredo. Esse grelo duro e inchado aqui precisa sentir o prazer de gozar. Acho que você nunca gozou, minha filhinha?
– Não, acho que não.
Ele falava massageando e abrindo minha buceta com as mãos.
– Vou te ensinar umas coisinhas. Mas antes, encaixa aqui na minha rola, vai.
Ele segurou o pau me fazendo sentar no cogumelo, que se aninhou no buraquinho pequeno da minha xaninha.
Então ficou segurando minha cintura e me fazendo ir pra frente e pra trás. às vezes eu sentia aquilo puxar minhas carnes e tentar entrar, eu quase queria que entrasse já.
– E me diz, ele mete o dedo em você?
– Como?
– Se ele dá dedada na tua buceta.
– Não!
– Nunca meteu o dedo fundo e socou, pra te fazer se abrir todinha e querer uma piroca lá no fundo?
– Não, irmão.
– E nem te chupou, eu acho.
– Não! Jamais!
– Jamais por quê?
– É nojento!
– Irmã, nosso corpo foi criado por deus. Se ele fez sua buceta melada foi pro seu marido chupar gostoso e meter a língua. Ele não gosta que você mame na rola dele?
– Ele o que? Não! Ele não…
– Você não o chupa????
– Não, irmão!!
– Esse homem é um fraco. E o cu, ele já comeu?
Baixei os olhos.
– Sim, mas dói demais.
– Hummmmmm, então você já tomou no cuzinho, minha filhinha?
– Sim, mas detesto. É muito ruim.
– Ruim nada! Se ele te foder gostoso na buceta, se deixar seu bucetão arrombado, você vai amar dar o cu gostoso, de quatro, sentir a tora atolada e o saco batendo no teu grelo. No priquito.
Ele falava isso e forçava a cintura pra cima, me apertando forte contra ele e me movimentando pra frente e pra trás. Ele falava resfolegando, com uma certa raiva, fungando.
– Ai, irmão, o cogumelo tá forçando.
– Simmmm, você quer agasalhar ele no priquito?
– Eu… é.. tá doendo.
– Simmmmm… quer que eu te rasgue pra você o sentir no teu útero?
Nisso ele me puxava e eu tentava conter aquela invasão deliciosa, mas estava muito melada e mesmo com a dor, a bicha começava a me invadir e era bom!!!!
– N..n…não posso, irmão.
– Mas quer.
– Não posso!
– Mas quer minha piroca atolada no teu priquito, fala!
– Nãoooooo!
Falei isso, mas a cabeça estava metade dentro, e eu segurava, não deixava entrar, mas também não tirava. A dor da minha bucetinha era boa demais!
Ele parou de se mexer. Fiz uma cara de frustração.
– Então vamos fazer o seguinte, vamos orar para saber o que você deve fazer.
Nisso, ele me tirou do colo dele. Eu fiquei com uma cara de frustrada, porque eu queria mesmo aquilo.
– Ajoelha aqui. No sofá.
Eu tentei arrumar minha roupa, mas ele não deixou.
– Ajoelha agora, de costas pra mim. Encosta a cabeça no assento, fica assim.
Ele abriu minhas pernas, me deixou de quatro no sofá, colocou a mão na região lombar fazendo meu corpo descer. Fiquei me sentindo toda arreganhada.
– Vai, agora pede a deus uma orientação.
– Eu… senhor… senhor por favor me orienta. O que eu devo fazer? Meu senhor, me ajuda a restaurar meu casamento e me sentir feliz…
Nisso eu o senti abrindo minhas nádegas e puxando os lábios da minha buceta.
– Pede pra deus deixar você sentir fundo a felicidade.
– Quero sentir a felicidade fundo, meu pai.
– Pede pra ele deixar seus caminhos se abrirem para o prazer.
– Abre meus caminhos para o prazer, senhor.
Sentia o dedo dele alisar minha bucetinha pra cima e pra baixo, meu grelinho estava duro, tudo sensível. Ele alisava minha bucetinha e massageava meu cuzinho.
– Pede pra língua do teu irmão Aroldo te guiar…
– Meu senhor, que a língua do meu papai Aroldo possa profetizar meu prazer…
Nisso, senti uma lingada forte, que foi do meu grelinho até meu cu.
– Aaaaaaaaainnnnnnnnnnnnnn…
Não aguentei.
– Ora, ora!
– Ai, meu Deus, me deixa sentir a língua do irmão Aroldo de novo, na minha buceta e no meu cu, pois é bom demaissss…
Me arreganhei mais, ele me pegou pela cintura e enfiou a cara na minha buceta, mexendo pros lados, como esfregando o rosto inteiro.
– Ora!
– Meu senhor, que o irmão me chu… chupe fundo….
– Como o corno do seu marido não faz.
– Como o corno do meu marido nunca fez.
– Pede pra eu chupar teu cuzão, pede.
– Chupa meu cuzão, irmão, em nome do senhor.
Senti a língua dele entrar pelas minhas pregas. Depois ele chupou, abriu minhas nádegas e chupou como quem quer puxar meu cu.
– Chupa a buceta, irmão, chupa.
– Ele desceu e a língua dura dele me invadiu. Ele mamava fazendo “chop chop” e estalando a boca e mordia os lábios e o grelo, me fazendo tremer inteira num prazer que nunca senti.
Logo, senti os dedos dele entrarem em mim. Um no cuzinho e outro na buceta, ao mesmo tempo.
– Sente o que é levar dedada. Pede pra eu socar os dedos em ti, pede.
– Soca os dedos, irmão…
– Onde?
– No cuuuuu e na bucetaaaa, soca, soca! Isso é gostoso demais, soca!!!!
– Pede a rola, pede. Pede o cogumelo no cuzão, pede.
– Não, não. Soca os dedosssss…
Senti ele me abrir mais. Era gostoso e os dedos entravam e saiam com muita força. Eu não imaginava meu cuzinho tão aberto e minha buceta tão arregaçada.
– Tô metendo dois na frente e dois atrás, sua puta rasgada.
– Mete, mete!!! Meteeeeeeeeeee.
– Pede alto, vai.
– METE OS DEDOS NO MEU CUUUUUUUUUUUUUUU.
– Isso, grita!
– RASGA MINHA BUCETAAAAAAAAA.
– Seu bucetão!
– RASGA MEU BUCETÃO DE DEDADAAAAA.
Nisso, eu gritava.
– Enfiei três dedos no teu rabo, sua arrombada! Agora aguenta na buceta!
Senti ele empurrar outro dedo. Doía, mas era prazeroso demais. Eu sentia minha buceta escorrer.
Queria me sentir rasgada. Ouvia o barulho forte dos dedos dele em mim.
– Aguenta quatro na buceta, aguenta.
Nossa, senti que parecia a mão dele inteira na minha buceta.
– AIIIIIIIIIIIIII, TÁ ME RASGANDO, TÁ ME ARROMBANDO!!!!!!
– Vou te rasgar é de piroca!
Soc, soc, soc!!! Senti um arrepio subindo pela coluna. Parecia que estava tendo convulsões, as pernas tremeram e uma onda imensa me varreu dali.
– Goza, puta rasgada, goza!
Me larguei no sofá, ali de quatro. Suada, melada, num prazer que eu nem sabia que existia.
Ele se levantou rápido e veio pra minha frente.
Minha cabeça estava abaixada. Ele me puxou pelo cabelo com força e colocou um pé sobre o braço do sofá, ficando ali com a piroca bem perto da minha cara.
– Abre a boca, sua puta.
– Ahnn? Que?
Eu estava tonta…
Senti um tapão estalado na minha cara de acordar. Levei um susto.
– Abre essa bora pra engolir meu caralho!
– Ahnnn?
Na hora que eu disse isso ele enfiou aquele cogumelo gigante na minha boca.
– Mama!
Eu não sabia, nunca tinha feito isso, deixei a bichona parada na minha boca. Outro tapa estalado! Plaft!
– MANDEI CHUPAR, SUA VACA DO BUCETÃO RASGADO!
Nisso ele pegou meu cabelo e começou a socar na minha boca.
– Vou foder essa boca de puta. Aquele corno vai sentir o gosto do meu caralho!
E começou a enfiar, me fazendo engasgar. Eu tentava segurar e ele não deixava. Quando tirava a piroca da minha boca, era outro tapa.
– CHUPAAAAA, MAMAAAAAAAAAA O ROLÂO!
Comecei a tentar mamar…
– Ainnnn… Isso, sua vaca… põe a língua pra fora.
Ele tirou o pau da minha boca, eu obedeci. Ele esfregou a cabeça na minha língua, no meu nariz, nos meus olhos, nas bochechas, no pescoço.
– Deixa a língua pra fora, sua puta.
Ele segurou aquela tora pra cima e esfregou o corpo e o saco no meu rosto.
– Chupa meu saco, chupa.
Comecei a lamber…
– Abre o bocão, vadia.
Abri..
– Arreganha essa boca igual a buceta!
Paft! Outro tapa. Abri o mais que pude e ele empurrou o saco pra dentro.
– Chupaaaa meus ovosssssss!
E punhetava o pau na minha cara.
Depois ele tirou, meteu na minha boca, segurou minha cabeça com as duas mãos e socou, fazendo entrar no fundo da minha garganta. E então tirou e foi pra trás de mim.
– Agora você vai receber o que veio buscar.
Eu estava sem forças pra reagir. Só falei:
– N..não…
– Não quer minha rola???
– Quero, mas….
– Então ora! Pede a deus rola no priquito.
– Mas, irmão…
Um tapão na minha bunda e um puxão nos cabelos.
– PEDEEEE, sua rapariga adúltera!!!!
– Aiii… aí… senhor…
– Pede rola no fundo do priquito.
– Eu quero rola no fundo do meu priquito…
– Quero ser arrombada, fala!
– Quero ser arrombada…
– Pelo caralho grosso do irmão Aroldo!
– Pelo caralho enorme e grosso do irmão Aroldo….
– Isssoooo, sua PUTONA. Agora sente!
Senti o cogumelo se agasalhar na entrada da minha buceta ardida.
– Vou meter, socar, pede.
– Soca, irmão.
– Soca o que?
– Esse caralho grosso.
– Essa tora?
– Simmmm… Essa tora grossaaaa….
Eu estava querendo, já, me abria, me arreganhava e esperava.
– O pau do teu marido é pequeno e fino?
– Simm… não abre minha buceta.
– Não rasga esse priquitão?
– Não…
– Não faz um filho?
– Não…
– Então pede pra eu entupir teu útero de gala e te dar um filho.
– Entope meu útero de gala, irmão, me faz um filho.
– Toma, sua vadiaa!
Finalmente eu senti. Uma piroca grossa, enorme, aquele cogumelo gigante muito maior que os dedos que me rasgaram. Abriu caminho e quando eu menos esperei, estava grudado no fundo do meu útero.
E saiu. E entrou. Eu ouvia o barulho do corpo do irmão batendo na minha bunda, minha lombar doía, ele abria minha buceta a ponto de rasgar a cada metida. Sentia o cogumelo ser enfiado e tirado inteiro pra fora e socado de novo.
– Toma, sua puta, tomaaaa!
Soc! Soc! Soc!
Ele segurava o gozo muito mais tempo que meu marido pois já tinha acho que mais de uma hora que havíamos começado os “conselhos” e nada de gozo.
– Goza com meu caralho te rasgando, goza.
Ele se abaixou e começou a dedar meu grelinho, me fazendo gemer… Era bom demais!
– Faz você agora, que vou socar fundo, vai….
Comecei sozinha, não sabia, não tinha jeito, mas logo encontrei o ritmo e a força. E a piroca saia e entrava inteira. Ele segurou meus quadris e meteu com mais força ainda, com o corpo pesando em cima do meu e doendo minha lombar.
Às vezes metia o tapa na minha bunda, às vezes puxava meu cabelo e metia o tapa na lateral do meu rosto.
E eu delirava com os dedos no grelo, aquilo era incomparável!
– Vou gozar, se abre, se arreganha, vou encher essa buceta de porra…
Ele acelerou com uma força, uma violência, que eu sentia que aquela tora ia me partir em duas. Me abri ao máximo e aproveitei, até sentir os jatos de porra do irmão Aroldo banharem meu útero.
Aquilo latejava forte em mim, ele não saía de dentro e eu não soltava meu grelinho.
Acelerei, estava sentindo algo forte enquanto o pirocão dele preenchia meu útero e me banhava de porra.
– Ainmm, não tira, não tira…
– Não tiro, goza. Goza, sua puta, goza…. Goza, rapariga rasgada…
Ele ainda metia e tirava devagar e fundo e tremi novamente, me largando no sofá e gemendo alto.
– AIMMMMMM, AIMMMM, HUNFF…
Estávamos suados. Quando acalmei do gozo ele tirou o pau enorme de mim e se jogou no lado do sofá. Eu estava de quatro, exausta e senti as mãos dele fazerem carinho na minha buceta arrombada e no meu cuzinho…
– Da próxima eu atolo nesse cu.
– Dói, irmão. Não…
– Você vai gozar com dor e tudo, com o cuzão todo rasgado da minha rola.
Fui tomando coragem e me sentando no sofá.
Ele me puxou, me encostando no peito cabeludo dele e alisando meus peitos.
– Você é deliciosa. Aquele corno não sabe o valor da puta que tem em casa.
E então me beijou. Eu não esperava. Foi um beijo molhado, com a língua enorme dele invadindo minha boca e chupando meus lábios, enquanto ele passava a mão pelos meus peitos e pela minha buceta ardida.
– Vou tomar um banho, irmã. Descanse, depois você vai.
Deitei-me no sofá de barriga pra cima, exausta, fiquei me alisando e sentindo ainda o fim do meu prazer do dia. Estava passando a mão entre as pernas, quando olhei e vi que tinha uma câmara no cômodo.
Congelei!
Fiquei ali feito estátua olhando.
Quando o irmão Aroldo saiu do banheiro, de toalha na cintura, eu falei:
– Ir…irnão… Você sabe que tem uma câmera aqui?
Apontei…
Ele olhou e riu.
– Sim, sei. Por quê?
– Irmão, quem vê isso?
– A empresa de segurança e os anciões.
Os anciões eram ele e mais dois irmãos, um de 62 anos e outro de uns 55…
– Os anciões???? Meu Deus!!!! Eu vou ser escorraçada da igreja!
Me desesperei…
Ele se sentou no sofá e me puxou pro colo dele.
– Para irmão, pelo amor de Deus!
Levei um tapa na cara. Parei, no susto.
– Fica quieta, sua puta! Você acha que é a primeira vadia a vir aqui pedir piroca pra apaziguar o fogo da buceta por que o marido não te fode?
– O que? Isso… isso acontece?
– Claro! Se não fosse a minha rola no cu das crentes daqui muitos casamentos já tinham acabado.
Nisso ele abre a toalha, põe a rola pra fora, estava meia-bomba, como amolecida, mas ainda era uma cobra gorda e cabeçuda.
– Observa só.
E abriu as pernas, colocando uma delas em cima do sofá. Pegou minha mão levou até a piroca dele.
– Bate aqui uma punheta.
Eu estava perplexa.
– Anda, segura, punheta minha piroca.
Segurei a rola mole dele e fui manipulando, fazendo ela começar a endurecer de novo.
– Desce e dá uma chupeta, pra ela ficar dura de vez.
Desci, forçada pela mão dele no meu pescoço e abocanhei aquela rola.
– Isso, mama na minha rola pensando na piroquinha fina do teu marido. Abocanha meu cacete, puta da buceta gostosa.
Em pouco tempo de chupadas e “gargantadas” a piroca dele estava dura. Ele puxou meu cabelo.
– Agora vem cá.
Na posição que ele estava, estava arreganhado de frente para a câmera (que com certeza tinha me filmado de quatro), ele me puxou para o colo dele, encostando minhas costas no peito dele e abrindo minhas pernas.
– Irmão, por favor…
– Abre essa buceta, vai.
Ele, sendo grande pra mim (ele tem quase 1,90 e eu 1,60), me pegava como uma boneca. Então ele segurou minhas coxas por trás dos joelhos, me arreganhou inteira e me colocou sobre o pau dele.
– Esfrega minha piroca nessa buceta, vai.
Ele me suspendia, eu parecia um sapo arreganhado.
Peguei o pauzão dele e fiquei esfregando. Foi melando novamente, era prazeroso passar aquela chapeleta enorme no meu grelo.
– Esfrega com força, bate com minha rola nesse bucetão de puta.
Nisso, ele beijava meu pescoço, chupava o lóbulo da minha orelha.
Foi esquentando e eu batia aquele pau em mim, gemendo e fazendo barulho de pá-pá.
– Mete, agora, vai.
Direcionei pro buraco. Ser “assistida” estava me dando um tesão incrível.
Encaixei e ele foi me empurrando, pra entrar.
Ele me subia e descia pelas coxas.
– Bate uma siririca nessa buceta.
– Que?
– Amassa esse grelo pra gozar.
Comecei a me masturbar. Estava arreganhada, sentia de novo a tora da piroca dele na minha buceta. Relaxei encostada no peito dele, toda mole sentindo o prazer daquele cacetão maravilhoso.
– Chama pelo irmão Ronaldo (o de 55).
– Aí, irmão Ronaldo, vem me comer…
– Isso, sua puta. Pede pra ele te arrombar.
– Vem me arrombar, irmão Ronaldo, quero sua rola no meu priquito.
– Pede pra ele te engravidar.
– Me engravida, dá um filho pro meu marido corno criar….
– Agora chama o irmão Otávio.
– Aimmmm, irmão Otávio, mete em mim, vai, come minha bucetaaaa…
– Irmão Otávio adora um cuzinho. A rola dele é maior que a minha. Pede rola no cu.
– Irmão Ronaldooooo, em nome do senhor, vem socar seu pauzão no meu cuuuuu…
Eu estava pra gozar de novo, puxava meu grelinho com toda força e rebolava como uma cobra naquela pica do prazer divino.
O irmão me quicava na piroca dele, com força.
– Pede, sua vadia, a gente vai meter em você inteira, sua puta que adora rola.
– Vemmmm, irmão Otávio, mete essa pica na minha bucetinhaaaaa, me arromba todaaaa, eu a deixo melada e você enfia no meu cuzãooooo…. Isso, irmão, rasga meu cu, vai, arregaça MEU CUUUUU.
– Isso, grita, sua puta, grita.
– AIII MINHA BUCETAAA, QUERO DAR O CUUUU, QUERO ROLA NO CUUUUU!!!! VOU GOZAR, VOU GOZAR, VOU GOZARRRRR….
Comecei a tremer de novo, rebolando no pau do irmão Aroldo. Ele me suspendeu mais, tirando a piroca de dentro e encaixou a cabeça no meu cu, que estava totalmente aberto pela posição.
Senti ele forçar, me exibindo sendo enrabada para aquela câmera.
– QUE CU APERTADOOOOOO.
Ele falava alto e empurrava gemendo.
Começou a doer, mas como foi bem na hora do gozo, ele meteu sem grande dificuldade. A cabeçona passou e ele me puxava pra cima e pra baixo, fazendo a pirocona cada vez mais invadir meu cuzinho. Parecia me partir, mas eu estava gozando deliciosamente.
– AIIII, AIII MEU CUUUU, TO GOZANDOOOOOO PELO CUUUU…
Ele bateu com muita força meu corpo contra o pau dele, atolando no fundo do meu cu.
– Não vou segurar dessa vez, vou facilitar pro teu cuzão.
Ele me puxou com força, afundando o pau no meu cu três vezes e deu uma nova gozada lá dentro.
Me larguei arreganhada, com o pau dele enfiado e latejando no meu cu, ainda mexendo no meu grelinho e aproveitando o último restinho de prazer.
– Pronto, agora você já sabe que os irmãos vão assistir você tomando no cu e na buceta. Só basta a gente se organizar pra meter gostoso e fazer você ser muito feliz no seu casamento. Ah, e dar um filho pra aquele corno.
Eu ri relaxada. Estava passando da hora de voltar para casa. Tomei meu banho, sentindo meu cuzinho e minha bucetinha arderem e fui pra casa. Estava tão tranquila e feliz que fiz a janta, limpei a casa e organizei minha salinha de costura cantando. O marido nem ousou desconfiar.
À noite, ele quis me comer. Foi dolorido pois estava tudo esfolado, mas eu aguentei gemendo e dizendo: “isso, meu amor, assim…”
Nossa, ele se empolgou, certo de que estava arrasando.

E tem sido assim! Estou com 23 aninhos, já tenho uma linda filhinha de um aninho e estou grávida de seis meses da segunda. Mesmo com a barriguinha pronunciada, continuo indo tomar conselhos dos anciões da igreja. Conselhos profundos, que alcançam o meu cuzinho e minha buceta.

Eu limpo os escritórios peladinha, de quatro e às vezes chega algum com dedos, piroca ou até uns objetos me dando prazer e felicidade.

Outro dia eu fui limpar o escritório enquanto um dos anciões (o irmão Otávio, que tem a rola mais deliciosamente grossa) estava deitado cochilando no sofá. Eu precisei subir no braço do sofá para espanar o teto, mas não resisti e fiquei de cócoras na cara dele, que alisava minha barriguinha enquanto eu esfregava a buceta no rosto dele inteiro, gemendo feito uma putinha.
Mas isso eu conto depois, porque merece a história completa.

Qualquer pessoa diria que estou possuída pela luxúria, mas meu marido está feliz, não me bate mais e já quer que eu engravide do terceiro filho para ver se vem um menininho rsrsrsrsrs…. Eu já prometi que assim que essa sair, eu me esforço pra outro bebezinho entrar.

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

MULHER EVANGÉLICA DE RESPEITO - CONTINUAÇÃO

 Assim, sem fazer 19 anos eu já era abusada todas as noites pelo meu jovem esposo, tanto na vagina quanto no ânus. Ele não fazia nada mais que isso. Todas as coias nojentas que minha mãe havia citado ele não fazia. Não tocava meus seios com a boca, nem introduzia seu pênis na minha boca ou nada diferente.

Eu era infeliz pois não sentia nada na relação sexual e ainda era sodomizada: um imenso pecado da parte dele. Mas a dor parou de acontecer. Como tudo, nosso corpo se habitua e eu não sentia dor nem prazer nas relações.

Nossos pais queriam um neto mas ainda não havia surgido a tal gravidez. Eu me sentia horrível quando me cobravam, porque me sentia uma moça seca, sem filhos e infeliz.

Perdi a vaidade e parei de me arrumar como antes, pois eu vivia para cozinhar, passar, lavar e limpar a casa e não tinha prazer nem carinho no meu casamento. Meu esposo não era terno e afetuoso, mas era indiferente. Gostava de lavar o carro importado que foi presente de casamento do pai, jogar videogame nas horas vagas e trabalhar na loja de material de construção que era ao lado da nossa casa.

Eu andava descabelada, não tinha cabelos sedosos e brilhantes. Tinha olheiras e as unhas não tinham nem base nem um esmalte de cor discreta. Os lábios sem o batom cor de lábio. Na igreja podíamos usar maquiagens e nos cuidarmos, desde que de forma muitíssimo discreta.

Eu ainda me sentia triste e só pois nem minha mãe aceitava que eu compartilhasse os meus problemas com ela. Comecei a demonstrar tristeza e impaciência em casa. Detestava estar em casa com meu marido. Quando ele era rude comigo eu não ficava mais chorosa e triste, chegava a respondê-lo com um certo grau de rebeldia, reprovado pela igreja. Ele reagia com violência. Me batia, dava tapas e puxava meu cabelo. Uma raiva foi crescendo em mim, que abriu a porta aos outros pecados.

Logo, isso foi falado na igreja. Fui chamada pela minha mãe para conversar e receber conselhos de submissão e também pelos anciões da igreja. Eram os conselheiros. Estes chamaram a mim e a meu marido, que dizia que eu era mimada e rebelde e merecia ser corrigida. Pediram a ele que tivesse paciência e fosse afetuoso e a mim, pediram para ser obediente que o senhor restauraria nosso lar.

Mas ele não mudou comigo. Era seco, bruto e abusador. Eu detestava o sexo por causa dele.
Então me dediquei à igreja em todo o tempo livre. Procurava esquecer meus problemas no Senhor e pedir um filho para fazer meus pais, sogros e marido felizes. Mas o filho não vinha mesmo depois de um ano de casamento.

Eu limpava a igreja, cozinhava para os membros, fazia campanhas de arrecadação para ações de caridade. Estava envolvida em tudo e era até feliz longe do meu marido. Mas pedia ao senhor para tirar aquilo do meu coração e me dar um filho.

Nisso, me aproximei muito dos membros da igreja. Os anciões e suas esposas. Frequentava a casa deles e preparava comida para eles quando estavam na igreja. Muitas vezes, apenas um ou poucos estavam lá, cuidando de algo específico. E tinha um deles que era responsável pela parte financeira da igreja. Ele era contador e administrava as finanças da igreja.

Esse ancião que vou chamar de Aroldo era um homem um pouco gordo, muito alto, cheio de cabelos grisalhos pelos braços. Aviso que não sentia nada por ele nem por qualquer outro homem, pois eu tinha nojo de sexo.

Um certo dia eu tinha discutido com meu esposo em casa e apanhado dele, então tinha ido para a igreja para me dedicar a outras atividades e ir para longe daquela presença desagradável. Discutimos porque eu estava cansada das tarefas do lar e ele me chamou de preguiçosa, disse que nem um filho eu conseguia dar a ele e me bateu. Eu estava em casa, sem sutiã, de blusa de tecido normal, fino mas não transparente e saia abaixo do joelho. Pus um cardigã por cima, peguei a bolsa e saí para a igreja o mais rápido possível.

Estava descabelada, triste, chorosa, de cara fechada e desarrumada. Quando cheguei na igreja, não sabia que o irmão Aroldo estava lá. Eu tinha chaves então abri e fui limpar a cozinha. Depois fui para o escritório e me deparei com ele sozinho, à vontade.

Ele estava com os botões da camisa abertos e acho que o zíper da calça também, de frente para o notebook. Então se assustou e afobou. No susto, eu saí novamente, dando a ele tempo de se arrumar.

Em pouco tempo, o ouvi dizer que eu podia entrar. Ele tinha a testa suada e passava um lenço. Então tivemos a seguinte conversa:

– Irmão Aroldo, me perdoe, eu não sabia que o senhor estava aqui.
– Irmã, eu que lhe peço perdão. Não esperava ninguém e estava… estava… fechando a contabilidade aqui de algumas coisas e… fiquei mais à vontade. Está muito quente, sabe?
– Sim, irmão, o senhor não me deve explicação. Eu que errei, me perdoe.

Eu estava sensível e por uma bobagem dessas comecei a chorar. Não me atentei para o fato que não estava tão calor para justificar o irmão sem camisa na sala. Mas ele era gordinho, cabeludo no peito (vi esse dia) e podia, de fato, estar com um pouco mais de calor.

– Calma, irmã, pelo amor de deus, não precisa chorar. Calma. Foi só um desencontro. Nem vou comentar com ninguém.

Eu sentei num sofá que havia na sala. Ele veio até mim, sentou ao meu lado e passou os braços ao redor do meu ombro, me dando um apoio paternal. Eu chorava ainda e soluçava. Não notava mas fazia meus seios balançarem na blusa de tão nervosa. Me dei conta quando vi o irmão Aroldo olhando fixamente para a região. Olhei para baixo e vi que o nervoso do choro fez os bicos dos meus seios endurecerem, marcando a blusa. Cobri rapidamente com o cardigã (não tinha botões, apenas passava um lado sobre o outro) ficando envergonhadíssima.

Ele gaguejou, desviou o olhar e disse:

– Eu, eu… eu vou voltar aos meus afazeres, irmã. Pode fazer seus trabalhos e esquecer da minha presença, pois eu tenho muito que me concentrar.

Engoli o choro, o susto e fui até a porta buscar o material de limpeza para limpar o escritório, pois havia deixado encostado na parede externa. Mas o olhar do irmão sobre os meus seios me despertou sentimentos que eu não sabia existir. Entre as minhas pernas, sentia umas fisgadas que eu já nem lembrava como eram. Comecei a limpar, nós dois estávamos mudos sem trocar palavra.

Eu notava que ele me acompanhava com a cabeça baixa às vezes, discretamente. Uma visão rara eram minhas pernas torneadas, pois eu vivia de saia até os pés. Estava usando uma que vestia em casa, abaixo dos joelhos. Embora outras mulheres da igreja usassem até mais curtas, eu fui criada com saias longas, então não era habituada. Não me desagradei, mas não facilitei.

Mas como o diabo espera a oportunidade, meu marido inventou de me ligar. Ele brigou porque eu fui para a igreja sem limpar a casa, que o banheiro estava sujo e eu era suja, porca e que não teria filhos senão eles morreriam. Um ódio imenso me subiu e discutimos novamente ao telefone, pelo que recomecei a chorar.

Eu estava fora do escritório nessa hora. Me recompus, enxuguei as lágrimas e voltei para limpar os móveis que eu terminava de lustrar. O irmão me acompanhou com o olhar.

– Irmã, você está bem?

Sentei-me novamente no sofá, caindo em prantos. Ele se levantou novamente da cadeira, veio até meu lado e começou a perguntar o que estava havendo. Eu não queria falar mal do meu casamento, apenas me limitei a dizer que estava com problemas em casa, pedindo ao senhor para restaurar minha casa e me dar um filho para eu me dedicar.

– Irmã, deus faz tudo no tempo certo. Se isso não aconteceu é porque a hora não chegou.

Recomecei a chorar e ele novamente passou os braços ao redor dos meus ombros me acalmando e falando palavras de conselho e conforto. E novamente, percebi que ele tentava conter os olhares sobre os meus seios entumecidos. Mas dessa vez, eu apenas observei e não fechei o cardigã.

Ele não conseguia conter, vez por outra ia e voltava os olhos em cima de mim. Isso parecia me invadir a pele, eu me sentia desnuda na frente dele. Novamente, o meio das minhas pernas fisgou. Fiquei ali alguns minutos enquanto era consolada e quando terminou a conversa, estava mais calma e até rindo.

– Irmão, obrigada pelos conselhos e pelas palavras. Vou fazer um chá para o senhor em agradecimento.

Levantei-me e, embora não visse, tinha certeza de que ele olhava minhas nádegas marcando a saia de tecido mole. Eu sentia o olhar dele. Me virei na porta e flagrei ele de olhar fixo nas minhas nádegas. Apenas sorri e ele, envergonhado, baixou o olhar e sorriu.

Ali, eu confesso que abri a porta para a luxúria. Fui para a cozinha preparar o chá e levantei minha saia pouco acima dos joelhos. Eu estava quente entre as pernas e me arrepiando de excitação. Toquei minhas nádegas e levemente puxei as laterais da calcinha para dentro delas, como via várias irmãs usarem (e antes eu recriminava). Afastei as laterais do cardigã e a blusa que tinha uma gola em U, puxei mais para a frente, deixando mais frouxa.

Quando o chá ficou pronto, pus na bandeja e fui servir, meu conselheiro. De propósito, andei indo à frente da mesa. Ele percebeu as alterações na minha roupa e observou meus seios, minhas coxas. Eu tremi, mas segurei firme a bandeja e me abaixei diante dele para servi-lo, até excessivamente, pois queria dar a ele uma visão de agradecimento. Nisso, fiz algo que antes era impensável: expus meus seios pela gola U da blusa.

Olhei para ele enquanto servia e o vi de boca aberta olhar meus seios desnudos, meus biquinhos cor de pele durinhos pendurados.

Quando ele levou o chá à boca, eu perguntei:
– Gostou, irmão?
Ele me olhou, olhou meus seios e disse:
– Muito! Obrigado por essa maravilha.

Servi a mim mesma novamente me abaixando e dando a ele nova visão. Virei de costas e fui andando com um certo ar de sensualidade (aquele que usava na minha adolescência) e me sentei no sofá, cruzando as pernas para tomar meu chá.

Ele tomou o chá, estávamos calados.

– Está mais calma, irmã?
– Sim, irmão, obrigada pelos conselhos. O senhor me ajudou muito.

Nisso ele se levantou.

– Que é isso, irmã. Conte comigo sempre que precisar. Estarei aqui para lhe aconselhar, pois é pra isso que estamos aqui, não é mesmo?

Então ele se sentou do meu lado e ficou dando conselhos aleatórios e falando palavras de conforto, rindo e brincando, dizendo que casamento era assim mesmo, mas que uma hora nós acharíamos o caminho da felicidade conjugal.

Agradeci e disse que tinha terminado meu serviço, então voltaria para casa. Até porque a hora da reunião dos anciões se aproximava. Eles se reuniam alguns dias nas semanas para organizar a parte burocrática da igreja.

Fiz menção de cumprimentá-lo com um beijo lateral no rosto, respeitoso como sempre. Mas ele passou os braços ao redor do meu corpo num abraço, meio me apertando e como estávamos de lado, quando ele foi se afastando, passou uma das mãos por cima dos meus seios. Resvalando, mas tocando ao mesmo tempo. Respirei fundo num susto! Nem meu marido tocava meus seios.

– Sempre que quiser, irmã, pode vir pedir conselhos. Estarei aqui. Qualquer coisa, me ligue e me avisei que venho para conversarmos.

Agradeci e fui me levantando, ao que ele me segurou pela cintura e foi carinhosamente me fazendo descer no colo dele, para se sentar. Eu estava confusa, excitada e desajeitada, sentei-me, mas sem saber o que fazer.

Quando me sentei no colo, senti o membro duro dele se acomodar entre as minhas nádegas. Nossa! Aquilo esquentou algo nas minhas pernas. Sem perceber, me ajeitei para sentir melhor. Ele falava, me segurando pela cintura e forçando meu corpo para baixo:

– Você é quase uma filha pra mim. Tem a idade da minha mais nova. Sou como seu paizinho, então pode se aconselhar e me pedir colinho.

Nossa, nem sei descrever como aquilo era surreal e bom. Sentia um volume que não parecia um membro, parecia um tubo de desodorante, que se agasalhava bem abaixo da minha vagina, me dando vontade de pesar ainda mais sobre aquilo.

Relaxei as pernas para encaixar melhor e ele novamente passou a mão sobre meus seios, agora um pouco mais demorado quando os dedos encostaram sobre os bicos.

– Quer voltar amanhã para conversarmos mais?
– Sim, irmão Aroldo. Posso?

Eu o sentia se pressionar na minha vagina a cada resposta dele.

– Sim, deve! Minha filha, deixa lhe falar.

Nisso, ele veio com a mão sobre meio seio esquerdo.

– Deus tem formas misteriosas de ajustar a nossa vida, viu? Eu posso acalmar seu coração e ajudar você a ser feliz no seu casamento.

Ele falava isso com a mão se movendo sobre meu seio, fazendo o bico endurecer mais e o dedo dele passava indo e voltando e apertando o bico de leve.

– Posso trazer felicidade aqui para seu coração e você será uma esposa satisfeita e feliz.

Quando falou “seu coração”, ele apalpou todo meu peito e segurou o bico entre o indicador e o polegar, me fazendo gemer.

– Certo, irmão, então volto amanhã para conversarmos mais.
– Lhe espero, minha filhinha.

Nisso ele me apertou a cintura, forçando muito indiscretamente seu membro sobre a minha vagina e me aproximou, dando um beijo quase chupado na minha bochecha.

Quando me levantei, ainda senti ele passar a mão sobre minha nádega, não de uma forma superficial, mas com os dedos quase se introduzindo no caminho do meu ânus.

Fui trêmula para casa.