segunda-feira, 4 de julho de 2022

COMO RESGATEI MINHA VIDA E DA FAMÍLIA

Olá eu sou a V, hoje tenho 57 anos cuido muito bem do corpo, pele branca cabelos pretos , seios médios e um bundão kk, cintura normal , mas depois que meu quadril ficou maior a cintura parece mais fina, tudo começou quando eu tinha 38 anos, estando casada com 3 filhos, 2 filhas uma de 14 e outra de 12 que na verdade era minha enteada que perdeu os pais muito nova e desde então vive comigo, e um filho na época também de 12 para 13 anos, frequentadora da igreja tanto católica como evangélica, meu marido 5 anos mais velho e típico pai de família.

Apesar de tudo sempre gostei de sexo, mas com cabeça tradicional, por isso quando minhas filhas naquela época dos ‘emos’ começaram a sair e a trazer as amigas para casa eu era a super mãe, gostava bastante, porque meu círculo era de pessoas fechadas em bolhas de trabalho , igreja, e com elas eu podia aproveitar e ter assuntos do dia a dia, perguntava de vez em quando sobre meninos, mas sempre dentro do padrão.

Bom agora que vocês já entenderam a situação na época , irei ir pulando algumas partes.

Chegamos no ponto onde um dos garotos do círculo era um rapaz mais velho, divertido, educado, simpático, o que gostaríamos que fosse genro kkk pois era muito atencioso com as meninas, mas minha filha mais velha não se interessava, mas as amigas e a mais nova, essas sim, viviam comentando sobre ele, levava elas para os passeios típicos, aqueles locais de encontro dos jovens e assim , buscando, trazendo, esperando fiquei muito amiga dele, imaginem alguém que te leva na conversa e histórias fácil ? Que faz você falar de assuntos que teria vergonha mas o jeito da pessoa te coloca nesses assuntos e você já se vê como se fosse amiga de anos. Um pouco mais de tempo e comecei a perguntar sobre as meninas e claramente sempre tentava empurrar ele para minha filha, até que um dia brinquei.

– Olha pelo jeito vamos ter que esperar a Lis mesmo crescer para você virar meu genro kkk.

– Poxa, vou continuar comendo na sua casa de vez em quando ? Que q vantagem de ser genro é essa.

Na hora, minha cabeça ainda com assuntos sobre sexualidade e a frase “comendo na sua casa” se misturaram kkk, deu um tesão lá embaixo tipo uma cutucada rápida,

– Mas isso você pode fazer qualquer hora. Então eu quis colocar a palavra comer no meio e disse
– Ir lá em Casa comer. Kkk sem malícia, só queria dizer, só eu saberia dentro da cabeça

Meu marido não gostava dos meninos indo em casa, então eu completei

– Mas você sabe que o Jão ( todos nomes claro fictícios )não gosta teria que ir a tarde …( Também é um horário que meus filhos estavam nas aulas complementares )

Não pensava em fazer nada com ele, apenas queria conversar, falar sobre assuntos picantes, ou apenas falar com alguém. Dois dias depois eu acho, passo na casa dele pegar o cd , conhecia a mãe dele porque minha filhas passavam na casa dele, mas ele estava sozinho, certo momento brinquei com ter vídeos picantes no computador que não queria ver essas coisas de meninos.

Ele disse que tinha sim, mas era para gravar pro pessoal

– Você não anda gravando pras minhas filhas, olha lá hein kk
– Não, pra elas eu não dou eu vendo que é mais lucro.
Era brincadeira rimos mas eu usei isso para entrar em mais assuntos, perguntei sobre o pessoal, ele claro não quebrou a confiança deles , eu disse então que só não queria eles com drogas, e que ele já era mais entendido para dar conselhos sobre a parte sexual

– kkk elas é que tem que me dar , eu sou o inocente pelo jeito

– Como assim ‘elas ?’ disse todos, e você pensou já nas meninas ? Vai me contar o que você sabe.

– Não sei nada não kkk,
– Estou brincando eu sei que você não vai contar, mas gostaria de saber algumas coisas sobre elas com as amigas, sei que essa tendência agora incentiva menina com menina e menino e menino, eu quero apoiar não quero ser quadrada.

– Nossa legal, pode deixar a Isa gosta de um menino

– E a Lis ? Soube que ela já beijou a Amanda ( uma amiga da minha filha mais velha que era bem saidinha mas muito do bem)

– A nas brincadeiras tem isso, mas só beijo, menina é assim

Não vou lembrar toda a conversa mas chegamos em um ponto onde já perguntei como ele gostava dos pelos, ele entendeu que fosse nele, e levantou a blusa, estava aparadinhos e eu então perguntei ‘ olha, até embaixo também kk?’
Então ele abaixou um pouco a calça me mostrou dizendo sim

Pronto, me molhei toda , ativou uma puta em mim que não sabia que tinha, já não queria só conversar, perguntei a posição que ele gostava e ele disse ‘ a que você gostar ‘

Já com o avanço da intimidade no auge eu fiquei de quatro no tapete

– Gosto assim.

– Mas também com esse bundão.

Chegaram pessoas na casa, interrompemos , virei a visita esperando o cd, meio frustrada mas na certeza de outras conversas, mas aí ficamos sozinhos de novo, antes de eu imaginar uma entrada de assunto ele veio sentou do meu lado no sofá e começou a chupar meu pescoço segurando minha nuca, não aguentei, não era a intenção ter algo além da conversa, mas já tirei o pau dele para fora e comecei a bater uma , ele parou de beijar e voltou a chupar meu pescoço.

Eu queria impressionar, era um garoto, pensei “ele come essas meninas e eu aqui mais velha, preciso fazer algo ”
Eu não era fã do sexo oral até aquele momento, meu marido é bem higiênico não tenho problemas, mas por questões de igreja essas coisas acabou que oral não era comum, mas desci, nossa , aquele pau duro, bem duro, cheiroso, quando eu chupava ele fazia movimentos junto,

– Quando for gozar me avisa, vou ter que ir me limpar e tenho medo de alguém chegar

– Gozar agora kk ? Levanta, agora ninguém volta antes das 7 e eu que tenho que ir abrir, fica em pé do lado da cama, você é muito envergonhada e insegura, quero que você tira a roupa pra mim, me olhando.

Entendi como um desafio, peguei a mão dele e coloquei por dentro da calça e calcinha e falei

– olha como você me deixou

Depois comecei a tirar a roupa para ele, mas próxima a ele, quando eu já estava pelada ele disse

– agora fica de quatro na cama, com a bunda pra mim
– da pra ver meu pau daí ?
– sim
– então se apoia com a cabeça e com as mão abre essa bundona, deixa eu ver essa buceta e esse cu

Meu deus, nunca imaginei escutar isso, estava pelada no quarto de outra pessoa de quatro, com ele falando buceta e cu, estava espantada mas o tesão explodindo, com as duas mão me arreganhei para ele, ele demorou uns 10 segundos para levantar e vir, mas foi uma eternidade, e eu me sentia uma puta, quando ele chegou , acho que a intenção era começar pela minha buceta mas como minha bunda é saltada foi quase, então ele foi subindo a língua, como se tivesse lambendo sorvete, passou pelo meu cu, apertou a cara no meio, depois começou a chupar meu cu , me fodendo com a língua, eu sentia o rosto todo dele e aquela sensação da língua entrando molhada, kkk queria que a língua simplesmente entrasse de vez até o talo kkk

Ele ficou de pé, passou a cabeça do pau e achei que fosse tentar me comer , não sabia o que fazer, havia muito tempo que não fazia anal, mas as língua das tinham lubrificado então iria tentar, mas ele deitou do meu lado e me puxou pra sentar na cara dele, e eu fui, aí ele disse

– A buceta, coloca sua buceta na minha cara,

Se eu sentasse eu acabava com ele tadinho, então apoiei os joelhos segurei na cabeceira e comecei a esfregar, eu já estava uma puta profissional, queria dar, só pensei isso queria ser comida, fiquei imaginando se o começo foi assim o que viria, e veio

Eu de quatro ele com uma perna pra fora se inclinou de um jeito pra abrir minha bunda e socou na minha buceta, não deu outra, gozei, amoleci, queria dar um trato mas ele me pegou de surpresa, não esperava aquilo, aquela preliminar toda, então ele começou a dedilhar minha buceta é carnuda, ele colocava os dedos por cima e massageava, quem é mulher entende, e é por isso que gostamos do chuveirinho, quando gozamos ficamos com o grelo sensível, se souber mexer delicado o orgasmo estender, eu gemia, e então ele disse

– agora sim eu vou gozar

Eu olhando aquele cabelo molhado do meu suco , depois dele ter me chupado e lembrando do boquete q fiz, falei

– Me dá , vem eu quero tomar

Mesmo quando meu marido pedia eu não engolia, apenas segurava depois cuspia, mas eu estava com um tesão da porra, chupei aquela pica, queria gozo, e quando ele gozou eu engoli e se gozasse mais eu engolia mais.

Fui descadeirada pra casa, sem o CD kkk fui devagar pra não bater o carro porque fiquei pensando no que fiz, mal sabia que isso ia mudar minha vida , da minha família e das minhas amigas. Espero que tenham gostado, vou tentar continuar hoje a noite, espero que quem teve algo assim, sabe que isso ajuda na pandemia, abraço a todos .

domingo, 3 de julho de 2022

"MOLHEI" NO VESTIDO DENTRO DO ÔNIBUS LOTADO

 Sou o Zé, isso aconteceu quando eu tinha 25 anos. Eu frequentava uma igreja evangélica, a igreja era pequena, o Pastor Plínio, era um homem muito devoto e muito bom, pagava o aluguel do prédio do seu próprio bolso.

A dona Júlia era muito frequentadora, e passado alguns dias, ela se mudou para um bairro distante, e parou de frequentar os cultos, foi quando a dona Marta, a mulher do pastor, que também era pastora, decidiu visitá-la. Como ela não conhecia o lugar, eu me prontifiquei a levá-la até lá. Tinha que ser a noite, bem no horário de pico dos ônibus.

Eu, como sempre fui um pouco safado, pra não perder a deixa, coloquei uma calça de moletom, bem fina e um pouco larga, e uma cueca samba-canção, um pouco grande, pra ficar bem a vontade, pois era a oportunidade de encoxar alguma mulher no ônibus.

Fui encontrar a pastora, ela veio com um vestido bem fininho, meio justo em cima, deixando bem saliente seus seios fartos, e um pouco largo da cintura para baixo, e parecia que ela não estava usando calcinha, pois o vestido entrava em seu rego, mostrando toda a dimensão da sua bunda, que aliás era uma bunda bem saliente, de deixar qualquer homem de pinto duro, só de ver.

Fomos para o ponto de ônibus, e justamente nesse dia, havia uma manifestação pro lado da cidade, que estava atrasando os ônibus, então eu disse a ela.

– O ônibus está demorando, vai vir muito cheio.

– É, acho que sim.

Demorou uns 20 minutos, chegou o ônibus, e como previa, estava muito cheio, quase não dava para entrar.

– Olha está muito cheio, se a senhora quiser, a gente vai outro dia.

Ela olhando pro ônibus cheio, virou pra mim e disse:

– Não tem outro dia, vai ter que ser assim mesmo.

Nessa hora ela olhou pra sua bunda e disse:

– Fazer o quê, hoje você vai ter que aturar.

Só de escutar isso, meu pinto já começou a ficar duro.

Corremos para a porta do ônibus, era um ônibus de piso baixo, e conseguimos entrar muito apertados, quando começamos a entrar, eu já dei uma esfregada na bunda dela, que ela sentiu meu pinto já endurecendo, e quando o motorista fechou a porta, aí que eu encoxei de vez.

Quando ela sentiu meu pinto endurecendo de vez na sua bunda, ela deu uma empinadinha e esfregou seu cu bem no meu pinto, que já ficou latejando.

Cada vez que o ônibus balançava, ela esfregava o cu no meu pinto. Eu, no aperto do ônibus, abaixei as minhas mãos, e com a esquerda, eu puxei a banda da bunda dela, e afastando um pouquinho meu pinto, com a mão direito, ajeitei meu pinto bem na entrada do cu dela, e empurrei como se fosse enfiar, que só não entrou por causa das roupas, e cada vez que eu fazia isso, mais ela empinava a bunda.

Nesse vai e vem, eu ficava conversando com ela, e ela me olhava com uma cara de safada, aí eu aproveitei e passei o dedo no cu dela, e percebi que ela estava sem calcinha, pois a ponta do meu dedo começou a entrar junto com o vestido no seu cu.

Eu não aguentei, e tirei meu pinto pra fora, e naquele aperto ela nem percebeu, e fiquei esfregando no cu dela, enquanto ela esfregava a bunda no meu pinto, até que eu não aguentei e acabei gozando na bunda dela.

No calor do ônibus, ela nem percebeu, e quando chegamos na casa da dona Júlia, a dona Júlia ao perceber falou.

– Pastora, o ônibus estava lotado, hein!

– É, estava muito cheio.

– Dá pra perceber, deram uma gozada gostosa na sua bunda.

Foi quando ela percebeu aquela mancha que já esta seca. Então a dona Júlia emprestou uma blusa pra ela esconder a mancha.

Ela não me deu, mas de vez em quando eu encoxava ela atrás da igreja.

sábado, 2 de julho de 2022

DRY HUMPING, GRINDING, MASTURBAÇÃO E COISAS ASSIM

 Quando era criança por volta dos 10 anos eu encontrei um livro com uma história erótica, sem imagens, mas eu devorei escondido em um lugar secreto na pequena casa em que morava. Com meu pau de criança duro, coração batendo rápido e eu não entendia o porquê daquilo, só sabia que era bom!

Com tempo aprendi o que era punheta na rua com os outros moleques. íamos até uma casa em construção e ali rolava os famosos troca-troca com um encoxando o outro e estas coisas. Eu mesmo cheguei a comer um dos moleques e também deixei ele enfiar em mim.

Eu sempre fui membro de igreja evangélica e o tabu sobre sexo era (é ainda hoje) enorme. Isso foi um peso para mim, perdi a virgindade já adulto e todo este tesão era resolvido com esfregação e muita imaginação. Meus lençóis estavam sempre sujos de porra, muitas vezes ficavam aquelas manchas de porra seca com aquele cheiro de sexo que adoro! Minha mãe nunca questionou isso…ela sabia o que era com certeza e deixava pra lá.

Quero entrar um pouco nos detalhes sobre estas coisas. Mas preciso saber se vai ter gente para ler. Minha ideia e escrever vários textos, não tão longos e isso aqui vai ser minha terapia, sobre coisas que nunca contei para ninguém. Vai ter gente para ler aqui?

instagramdobruno69@outlook.com

SEDUZI MINHA SOBRINHA

 Historia real aconteceu em 2015 quando Larissa minha sobrinha veio trabalhar comigo. 

Ela tem 15 anos eu 52 anos; bom ela estuda de manhã e, vem trabalhar a tarde. 

Ela é linda, moreninha clara, alta, magrinha. Como ela não sai de casa, está com petinho durinho e virgem, ela tinha um namorado, mai=s ela namorava em casa. pois é evangélica.

 Tudo começo quando eu comecei lavar a loja, como a loja não tinha muito movimento, então nós ficávamos a vontade. Eu comecei jogando água nela e, ela gostou; ela jogou em mim. Era muito gostoso e, nisso ficamos muito íntimos. Eu comecei molhando a bucetinha dela, ela vinha de calça leque, quando eu jogava água na bucetinha dela fica a foto da bucetinha dela bem pequena. 

O meu pau começou fica duro, depôs comecei a agarrar ela e derrubar ela no chão, ela gostando. O meu pau ficava muito duro. 

Um dia falei para ela pegar água no bebedor. Nesse corredor tinha um sofá, derrubei ela em cima do sofá, eu tentei beijar a boquinha dela, ela tirou a boca ai comecei beijar o petinho dela e voltei para boquinha dela, ela aceitou e me beijou. Nossa fiquei louco, mas chegou gente. nós paramos. 

No outro dia ela veio, mas ficou séria, não tocou no assunto. Bom fiquei na minha, ela ficou uns 5 dias sem brincar comigo. Depois estávamos lavando a loja. ela me jogou agua encima do meu pau, ele fico duro na hora, não perdi tempo encochei ela com pau duro na bundinha dela, ai começou esquentar eu peguei a mão dela e levei no meu pau, e eu coloquei a minha mão na bucetinha dela todo dia, eu gozava nas perna na barrinha dela relava o pau na xana, só não enfiava porque ela era virgem. 

Quando ela fez 16 anos, ela casou eu fui o padrinho de casamento dela. Como ela tinha casado eu dei quatro dia de folga para ela, quando ela chegou nos fundos para o quartinho. eu estava louco para meter a pica na bucetinha dela. O meu pau tem 18 cm, é bem grosso comecei enfiar, ela começou fazer careta de dor o pau do marido dela era pequeno e fino, como o meu é grosso, estava doendo, enfiou tudo e dei uma paradinha para ela acostumar.

 Comecei falar que ela era minha putinha, falando que eu era o macho dela, ela respondia que era a minha putinha no ai comecei o vai e vem ela começo gritar, eu metia com força na bucetinha apertada dela. Quando vi que ela estava gozando, eu gozei também ai ficamos deitado abraçadinho com ela ficamos uns 30 minuto abraçado com ela depois começamos nos beijar. Eu beijava lambia os petinhos dela, e desci na bucetinha, comecei chupar a bucetinha dela. Quando eu mordi o grelinho dela, ela começou levantando e gritando, ai pus ela de quatro, meti a pica nela e chama ela de minha putinha, cadela do tio e ela respondia que era mesmo minha putinha. Ela ficava louca quando eu começava xingar de putinha, cadela do tio. ela me chama de safado ai ,e que metia com força na bucetinha dela. 

Hoje ela jpa tem um casal de filhos, ela sempre vem, dá a bucetinha dela para eu ,ela fala que eu sou o macho dela

FUI ESTUPRADA PELO PASTOR DE IGREJA AOS 12

 Eu me chamo Milena e tenho 15 anos, eu sou a caçula dentre 5 irmãos, eu tenho 2 irmãs e 2 irmão mais velhos: Anna Beatriz e Anna Carolina de 16 anos (elas são gêmeas), Matheus de 17 e Caio de 19. A minha família é evangélica, nós fomos educados da forma que tudo era proibido tipo: namorar, ouvir músicas de funk e rock, ter amigos católicos, espiritas, budistas etc, eram gente do diabo, o sexo era tabu, e nenhum dos meus irmãos e irmãs, tinham experiências sexuais.

Isso mudou quando os meus 2 irmãos engravidarem as suas namoradas, um tinha de 16 e o outro 14 anos, as minhas irmãs engravidaram na pré-adolescência e dos nossos primos, a meu pai saía com as irmãs da igreja e minha mãe levou cantada e foi comida por um chefe da igreja (acho que uma de minhas irmãs é filha do pastor). A minha primeira menstruação chegou cedo, com 9 anos, eu me assustei muito, e foi a minha irmã mais velha me explicou sobre aquilo, ela era a única que falava dessas coisas comigo, ela me dizia que o meu corpo iria mudar, que os meus peitos e minha bunda iriam ficar maior e tals.

Aí minha vida começou a mudar, dentro e fora de casa, o assédio sexual e as cantadas que recebia no colégio foram aumentando, até que um dia, um colega me falou que eu era a menina mais bonita da escola, aí me pediu em namoro, mas como minha família rejeitaria tive que dizer não.

Um dia, durante o culto da igreja, um pastor veio até mim falando que queria falar de assuntos religiosos, sobre a igreja e nossos costumes, e blá blá blá, ele me levou pra uma salinha na igreja e ficou falando sobre mim. Até que ele foi por trás de mim e tentou me pegar a força, quando olhei, eu vi que seu pau já estava pra fora, eu me assustei e empurrei ele, mas aí ele me segurou de novo, depois ele me pegou e me colocou sentada em uma mesa que tinha lá, em seguida ele levantou o vestido que eu estava usando, tirou minha calcinha e começou a esfregar seu pau em minha bucetinha.

Ao mesmo tempo em que ele esfregava seu pau na minha bucetinha, ele deslocou as alças do meu vestido pro lado e o desceu um pouco deixando os meus seios de fora, nisso ele sorri e fala 

– Nossa! Mais que coisa linda… Teus peitos são perfeitos menina. 

Aí ele começou a mamar neles, confesso que gostei MUITO daquilo, só que eu sabia que era errado, então eu mordi o pescoço dele com força e empurrei ele, só que ele era bem mais forte que eu e segurou nos meus ombros, aí ele me xingou e falou 

– Fica quietinha sua vadiazinha. Aí ele deu um tapa em meu rosto e enfiou seu pau na minha bucetinha de uma só vez, nisso senti uma dor MUITO grande e gritei MUITO alto, aí ele me deu outro tapa (agora deu forte), e em seguida falou 

– Eu falei você pra ficar quietinha não foi?. Eu – Desculpa (eu falei chorando já).

Aí ele começou a me comer, no início foi bem devagarinho, nisso a dor que sentia foi embora, e eu comecei a gostar do vai-e-vem dele, mas ele logo começou a meter muito rápido fazendo a dor voltar, segundos depois eu senti o meu corpo ficar mole, só mesmo tempo uma coisa escorria de dentro da minha bucetinha (aquele foi o meu primeiro orgasmo). Logo depois que gozei o pastor começou a gemer e a dizer que estava gozando “eu tô gozando meu amor”, ele disse isso umas 5/6 vezes, logo senti um líquido quentinho invadindo a minha bucetinha, foi uma sensação muito gostosa sentir aquele negócio, eu gostei muito, mas ao mesmo tempo não gostei, foi uma sensação bem estranha.

Aí o pastor pegou o seu celular e tirou umas fotos minhas, depois ele me vestiu e me levantou, nisso eu empurrei ele e fugi, mas ele me segurou de novo, e aí me deu uma pílula, um copo d’água e falou pra eu tomar, disse que era pra dor passar. Aí eu tomei, e quando estava indo embora, ele me segurou mais uma vez, ele secou minhas lágrimas, aí ele ameaçou contar que eu estava com o demônio no corpo e caso eu contasse o que ele fez pra alguém eu seria amaldiçoada, e minha família também. Mesmo assim falei pra minha mãe, que pediu pra não contar ao meu pai, a minha mãe achou melhor nós irmos em outra igreja, mesmo com o pastor não aparecendo por lá, pois descobriram que ele respondia por 3 estupros e ele fugiu.

Depois daquele dia eu comecei a querer experimentar as sensações boas que eu senti naquele dia de novo, pois por mais traumático que tenha sido, foi MUITO bom, foi doloroso quando ele meteu o pau na minha bucetinha, mas depois que eu gozei ficou gostoso, rsrs. Eu ficava provocando os meninos mais velhos na rua quando nós íamos brincava de pique-esconde, pique-pega e tal, e quando me escondia com o Thyago (o meu primo de 15 anos), ficava pegando no pau dele, que não fazia nada no começo, rsrs.

Até que um dia, quando a gente se escondeu, eu fui tirando o pau dele pra fora, e no que eu bem sem jeito comecei a punhetar ele, ele começou a alisar os meus peitos e minha bucetinha, toda vez que me escondia com ele isso acontecia, no começo era só isso. Até que numa dessas vezes, ele me ensinou a bater punheta nele, que ficava alisando minha bucetinha e meus peitos, depois descia o meu shortinho e a minha calcinha (isso quando não estava só de saia, sem calcinha, rsrs). Mas quando ele ia enfiar seu pau na minha bucetinha, alguém aparecia, e de longe, sem ver muito bem a gente dizia ter nos achado, e mesmo sabendo que a gente não estávamos sendo vistos o meu primo me vestia, guardava seu pau, aí acabava nossa “brincadeira”.

Até que um dia, eu já tinha 13 anos, estava sozinha em casa, aí chamei o Thyago, quando ele entrou no meu quarto, me viu deitada na minha cama, toda peladinha e me masturbando, tirou a roupa, quando vi eu que o pau dele estava duro já, eu me abri todinha e chamei ele, eu falei

 – Vem priminho… Mete teu pau gostoso na minha bucetinha. Ele bem rapidinho deitou sobre mim, e aí meteu seu pau na minha bucetinha de uma só vez, nisso dei um gritinho um pouco alto, que fez ele parar e falar 

– Tu é virgem ainda prima?. 

Eu – Não!… Agora me come logo… Ah, e mete bem rápido… É mais gostoso assim, eu acho, rsrs. 

Ele – Tu é muito safadinha prima, rsrs. 

Eu – Sou sim, rsrs. 

Ele então começou a me comer, foi do jeito que pedi, bem rápido, fazendo eu gemer muito e muito alto, eu logo senti que estava gozando e falei 

– Vai mais rápido primo… Eu tô gozando!. Ele 

– Eu também tô prima!. Eu 

– Então goza dentro de mim… Enche a minha bucetinha com o teu gozo quentinho.

Um tempo depois ele gozou, e gozou bastante, ele deixou a minha bucetinha cheinha com o seu gozo quentinho, ele ficou deitado sobre mim, suado e bem ofegante por um tempinho, foi um pouco ruim, pois ele era mais pesado que eu. Depois ele deitou do meu lado e ficou olhando pra mim, em seguida me beijou e falou 

– Você é muito gostosa prima!. 

Eu – Você também é muito gostoso primo, rsrs!… Quer ser meu namorado, rsrs?. 

Ele – Nós somos primos. 

Eu – E daí?. Ele 

– Tá!… Mas ninguém pode saber.

Depois daquele dia eu e o meu primo começamos a namorar escondidos, todos os dias ele vinha aqui em casa quando eu estava sozinha, entrava no meu quarto pelado já, e com seu pau bem duro, aí ele deitava sobre mim e ficava me comendo por MUITO tempo. Às vezes chegávamos a transar 3 vezes seguidas, dependendo do dia e do tesão que nós estávamos sentindo, como nosso fogo era enorme isso acontecia muito, tanto que teve uma vez que a gente ficou transando por mais de 1 hora sem parar, rsrs.

quinta-feira, 30 de junho de 2022

DENTRO DO BRT SENTIDO BARRA DA TIJUCA

 Hoje vim relatar o que ocorreu em uma dessas viagens que faço pra chegar até o trabalho e, quem pega o BRT na estação MATO ALTO sabe bem do que estou falando, é muito lotado. 

Nesse dia uma jovem senhora morena entrou na minha frente nesse ônibus lotado, eu logo fui me posicionando bem atrás dela, então antes mesmo do ônibus sair eu já estava de pau duro até pq ela não parava de se mexer, poia ela estava procurando uma melhor posição pra ler sua bíblia, sendo que com esses movimentos, a bunda dela rebolava no meu pau, ela com uma saia longa de tecido fino logo o meu pau ficou bem no meio e foi enterrando entre a bunda dela que tratou de engolir meu pau todo.

 Então o ônibus partiu, eu tentei me afastar um pouco pra ver se era isso mesmo que ela queria, pra minha surpresa ela fez questão de jogar seu rabão mais pra traz empinando um pouco pra mim, então quando vi aquela cena não aguentei e enterrei novamente meu pau naquele rabão gostoso; assim que ela percebeu meu pau bem duro e pulsando na sua bunda ela começou a rebolar lentamente no meu pau, ela fazia total questão da pica estar sempre bem enterrada dentro da sua bunda até o momento que senti ela contraindo a bunda e naquele momento percebi que ela estava gozando pois olhei disfarçadamente para o seu rosto, ela estava com os olhos fechados e mordendo os lábios; aproveitei o momento e comecei a passar a mão na bunda enquanto meu pau ainda continuava enterrado bem dentro, ela estremecia ao meu toque e empurrava sua bunda com mais força pra traz parecia que ela queria que eu a fodesse ali mesmo no meio de todos. Logo a nossa viagem estava chegando a fim no destino final Alvorada. antes de desembarcar ela deu um jeito de colocar a mão pra traz e ficou acariciando meu pau duro por cima da calça com isso não me contive e gozei com as caricias daquela senhora evangélica. Saímos do ônibus em direções opostas como se nada tivesse ocorrido.

Mulheres que gostam desse tipo de situação pode entrar em contato no meu skype: evildick.1@outlook.com

MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA LÉSBICA

 Meu nome é Amanda

Vou contar algo que aconteceu comigo quando tinha 16 anos. 

Hoje estou com 25 anos, moro em uma Cidade do interior de Pernambuco, e minha irmã engravidou, não tínhamos condições de comprar o enxoval da Criança, pois o Marido dela a deixou Grávida e foi trabalhar e morar em Minas Gerais. 

Por conta desse fato, eu falei com meus pais que também são evangélicos, que tinham que trabalhar pra ajudar, meu Pai e trabalhador Rural, falei com minha prima que trabalhava de cozinheira em um prédio, se não conhecia alguém que estava precisando de babá. 

Ela foi e conseguiu um trabalho pra mim. Fui trabalhar como babá, quando cheguei no apartamento para trabalhar já tinha uma cozinheira lá; Selma era o nome dela. Fiz amizade com ela e dormia no mesmo quarto que ela. 

Nós começamos a fazer amizade, sair com ela só que ela não era evangélica, ela começou a apresentar o pessoal que ela saia, ela era casada e traia o Marido, ficava com o porteiro do Prédio, com o vigilante, e começou a perguntar se eu não queria ficar com alguém, eu falei que não, que tinha namorado, aí ela começou a me perguntar se eu não tinha interesse em ficar com mulher, eu falei que não, mais ela começou a me forçar quando eu ia tomar banho ela entrava no Box, e ficava me elogiando, isso durante vários dias, teve uma vez que vim brigada com o namorado , aí falei pra ela ela se aproveitou dessa oportunidade, quando eu saí do banho ela me agarrou e começou a beija meu pescoço, pegar nos meus peitos, alisou minha bucetinha virgem, não resisti e deixe ela me chupar, como gozei naquele dia, foi uma coisa muito gostosa, algo que meu namorado nunca tinha feito comigo, o máximo que ele fazia era pegar nos meus peitos e passar a mão de leve na minha buceta. Mais ela fez algo que me deixou de perna bomba, depois dessa vez aí começamos a nos relacionar, mais eu ainda era muito tímida, ela me pedia pra eu chupar ela , mais eu não queria, mais aos poucos eu fui criando coragem e chupei ela, eu fiquei com nojo a primeira vez , não soube fazer direito, mais aos poucos eu fui pegando o jeito. Nos próximos contos vou contar como ela tirou minha virgindade, já que ela é Bi, e depois que perdi a vergonha, como nos chutava, e como ela fez eu trair meu namorado com os ficantes dela.

quarta-feira, 29 de junho de 2022

A FILHA DA SOBRINHA - PARTE FINAL

 Lúcia pediu licença e foi tomar um banho rápido e trocar de roupas e voltou pra cozinha.

Depois de ouvir que o almoço estava pronto, abri um vinho e fomos à mesa. Elas a principio, não queriam beber, mas acabei convencendo-as e concordaram, após provar e achar gostoso o vinho suave que escolhi.

Então, mais relaxados, fomos falando mais sobre intimidades e dificuldades na vida conjugal!

Lilian era a mais animada, e já estávamos na segunda garrafa, quando ela que desde a separação não tinha tido nenhum parceiro ou transado, que a última vez tinha sido com o ex, e uns 40 dias antes de ele sair de casa!

Lúcia também revelou que estava há uns 10 dias na seca, seu marido andava ausente na cama, e as últimas transas tinham sido bem meia boca, rápidas e mal feitas! O tesão do início do casamento tinha esfriado com a rotina, e seu marido era muito rápido desde sempre, mas antes se esforçava pra fazê-la gozar, agora nem se preocupava com o prazer dela!

Eu, pra não ficar em cima do muro, relatei que depois de 38 anos de casados, tínhamos que usar a imaginação pra conseguir estimular nossas transas, que já eram uma a cada semana, às vezes a cada 10 dias, e que muitas vezes eram bem protocolares, só pra cumprir tabela mesmo.

Mas como eu tinha o hábito de tirar uma sesta depois de almoçar, falei que ia subir pra dormir um pouquinho!

Elas disseram que com aquela chuva que tinha vindo com uma ventania forte, raios e trovões, também iam fazer o mesmo.

Meu quarto ficava porta com porta no fim do corredor, com o quarto onde elas estavam.
Fui deitar e logo em seguida deu uma forte trovoada, deve ter sido um raio muito próximo de casa, ouvi gritos de susto delas, e logo Lúcia bateu e abriu a minha porta e falou com os olhos arregalados: “Tio, o que foi isso? Nós estamos com medo!”

Levantei, e fui com ela até o quarto delas, onde a Lilian estava na cama de casal, encolhida e coberta até a cabeça, tremendo de medo.

Falei: ”Fiquem tranquilas, vou ficar aqui com vocês!”

Nessa hora já comecei a pensar putaria, elas juntinhas comigo numa cama!

Deitei no meio delas e nos cobrimos com um lençol, pois apesar da chuva, estava bem calor ainda!

Lilian virou pro canto, eu fiquei de barriga pra cima e Lúcia virou de frente pra mim, e pôs o braço no meu peito. Olhei pra ela, estava de olhos fechados e com um esboço de sorriso nos lábios.

Achei que fosse a Lilian que seria mais favorável, mas a surpresa foi agradável também!
Com a cabeça cheia de boas intenções, levei minha mão até meu pau, que já estava meia bomba, e dei uma alisada nele pra ajudar endurecer, e senti a respiração da Lúcia mudar de ritmo. Peguei a mãozinha dela, não reagiu. Alisei sua mão, manteve a posição.

Puxei ela até meu pau, foi docilmente e senti que fez pressão quando pegou no meio dele. Puxei até o talo e empurrei devagar por toda a extensão, ela respirou fundo e mordeu levemente o lábio inferior, daí fui enfiando minha mão entre as pernas dela, que já as abriu, e puxei seu shorts junto com a calcinha pra baixo. Os dedos escorregaram fácil na baba da bucetinha dela e em poucos segundos ela estremeceu como se estivesse com convulsão e gemeu baixinho, tendo um gozo que me surpreendeu pela rapidez e facilidade.

Deixei ela respirar até se recuperar, mas não deixei tirar a mão do meu pau, punhetando ele em ponto de bala!

Me olhou, sorriu e sem falar nada desceu com a boca, do peito passando pela barriga, até chegar lá. Brincou com a mão, admirando a brincadeira, até que beijo na cabeça, desceu beijando até o saco, voltou e enfiou a cabeça na boca. Fez um boquete de profissional, enfiava o que podia, até chegar na goela, fazia ânsia de vômito, ficava com olhos lacrimejando, e se babava toda, mas não parava! Eu estava quase gozando e puxei sua cabeça pelos cabelos loiros, beijei sua boca e falei no ouvido dela: “Vem, bem devagar pra não acordar a Lilian!”

Ela subiu em mim com as pernas abertas e direcionou meu pau na portinha da bucetinha molhadinha dela, foi escorregando apertado, mas apesar de gemer, ela não parava de forçar a introdução! Quando ela deu uma paradinha, comecei o movimento de vai e vêm, sempre empurrando devagar, mais um pouquinho pra dentro. Até que numa estocada mais forte, senti foi tudo, e ela gemeu mais alto. Olhei rápido pra Lilian, mas ela nem se mexeu.
Com as mãos na bunda dela, fiz força pra ela rebolar e ela entendeu imediatamente, mexendo com muita experiência! Procurei seu cuzinho com o dedo médio e ela acelerou o movimento, e rapidamente teve mais um gozo espetacular, com tremores, gemidos e grunhidos de todo o tipo!

Viramos devagar, sem tirar de dentro e fui agora por cima. Beijei sua boca e comecei o movimento de entra e sai de novo, agora bem mais fácil pela lubrificação natural dela! Em poucos minutos, acelerei e ela começou a ter mais um orgasmo, daí não resistí mais, botei velocidade e tirei na hora de gozar, punhetando e gozando na barriga dela. Ela passava as mãos na porra e espalhava pelo corpo, e puxou meu pau pra boca dela, chupando e lambendo ele. Até que deitei ao lado dela, cansado mas satisfeito, pois era minha segunda trepada num mesmo dia, coisa que há muito não fazia!

Acabamos dormindo também, ouvindo a chuva lá fora!

Acordei uns 40 minutos depois, com meu celular tocando lá no meu quarto, levantei e acabei acordando as duas. Fui atender e tinha desligado, era minha esposa. Liguei pra ela, só queria saber se estava tudo bem, e como tinha sido a chuva! Que lá tinha feito alguns estragos, etc…

Falei que estava tudo ótimo, só as meninas que estavam bravas por não poder ficar na praia!
Ela riu e falou: ”Só assim pra ficarem em casa!”

Falou que continuasse forte a chuva, iam dormir lá e fizesse janta porque não sabia se ia voltar a tempo de fazer!

Tranquilizei ela, e disse que as meninas tinham feito almoço e que tinha sobrado, era só dar uma aumentada!

Desligou, e eu desci pra conversar mais um pouco com elas!

Se gostaram, se manifestem nos comentários, que continuo contando a sequência, que essa história foi longa e divertida! Pelo menos pra mim! rsrsrs

terça-feira, 28 de junho de 2022

A FILHA DA SOBRINHA - INÍCIO

 Como eu moro no litoral, bem próximo, 60 metros do mar, é natural receber várias visitas, principalmente no verão, época de férias e tal!

Minha casa é grande e sempre dá-se um jeito de acomodar os parentes “veranistas”.

No final da temporada passada, início de abril, recebemos uma sobrinha da minha esposa, com a filha dela de 26 anos e uma amiga dela de 22, que moram a uns 600 km daqui.
A sobrinha Mara, tem 48 anos e é separada há uns 5 anos, apesar de ter um namorico. Ele precisou ficar cuidando do pai idoso, que estava doente! A filha dela, Lúcia, é casada há quase 3 anos e o marido não conseguiu férias junto com ela, que é bancária e muito beata, envolvida com a igreja do bairro, catequista, etc…

A amiga, Lilian, é separada há uns seis meses e não tem, e diz que não quer ter ninguém por enquanto! Também é do grupo da igreja e trabalha no comércio local, em uma loja de parentes dela!

Eu sou aposentado e minha esposa também, temos aposentadorias razoáveis, além de uma renda adicional de aluguéis, conseguidos com planejamento e esforço, exatamente pra essa finalidade!

Minha esposa cismou de ir na casa do meu filho, que mora a uns 20 km daqui, e como eu não quis ir, a Mara se ofereceu pra ir como motorista, já que minha esposa tem dificuldade pra dirigir na estrada. Se acertaram e logo depois do café da manhã, foram pra voltar à tardezinha, pro jantar.

Lúcia e Lilian, botaram biquínis, pegaram umas tralhas e foram pra praia. Eu fiquei em casa, cuidando dos cachorros e fazendo algumas operações pela Internet, era dia de vários pagamentos e de fazer algumas transferências e cobranças dos inquilinos. Dos 3, um era bem problemático, nunca deixou de pagar mas tinha que cobrar, os outros eram muito tranquilos e pontuais!

Umas duas horas depois, quando estava acabando essas transações, reparei que o sol tinha sido encoberto e o vento avisava que logo vinha chuva!

Escutei as duas voltando da praia, molhadas e bravas por causa do tempo. Tomaram uma ducha lá fora e ficaram esperando escorrer um pouco da água em frente à porta onde eu estava. Fiquei zoando elas, que iam ter que me aturar, em vez de paquerar os garotos na praia! Peguei umas toalhas e dei pra elas, porque estavam reclamando do friozinho.

A Lilian veio pra entrar e brinquei com ela: “O farol alto é do frio, ou outra coisa?”
Ela sorriu sem graça e quem se excitou fui eu!

A Lúcia era mais descolada e falou: ”Ô tio! Fica olhando essas coisas não, o sr. não pode mais com isso.” E deu uma risada safada!

Falou que ia ficar com o biquíni, enrolada na toalha, e ia fazer algo pro almoço, pediu pra eu avisar a Lilian e foi pra cozinha!

A Lilia tinha subido pro quarto, pra mudar de roupa. Eu subi e fui avisá-la, mas chegando na porta entreaberta do quarto, ouvi barulho do chuveiro e invadi pra falar com ela. A porta do banheiro também estava entreaberta, enfiei a cabeça e espiei: ela branquinha, os cabelos castanhos claros cacheados agora quase lisos pela água, magrinha, com peitinhos pequenos e uma bundinha pequena mas arrebitada, buceta peladinha, e se masturbava lentamente, de olhos fechados. Percebi que estava na seca e minha excitação aumentou. Dei um passo atrás e bati na porta, e educadamente chamei seu nome. Ela desligou o chuveiro, se enrolou na toalha e perguntou o que era! Perguntei se podia falar com ela, e respondeu que sim. Enfiei a cara na porta e avisei que a Lúcia foi fazer almoço. Ela falou que estava esperando ela pra tomar banho juntas. Aproveitei a deixa, e perguntei se podia ser eu com ela, já todo dentro do banheiro, com o pau duro aparecendo o volume no calção de futebol que vestia!

Ela viu o volume e ficou vermelha, lambeu os lábios, engoliu seco e disse que sim, mas que fosse bem rápido!

Não esperei mais nada, tirei o calção e a cueca, que era só o que vestia, e entrei no Box, com o pau dando pulos de tesão! Abracei aquele corpinho frágil e delicado, procurei sua boca com a minha e num beijo gostoso, levei a mão na bucetinha dela. Ela fez o mesmo no meu pau, punhetando ele, se afastou um pouquinho e olhou pra ele, elogiou o tamanho dizendo que nunca tinha visto desse tamanho e grossura. Falei que agora era dela, podia fazer o que quisesse com ele, ela me olhou e riu, falando: “Tudo mesmo, tio?”

Fiz que sim, ela cuspiu nas mãos, punhetou mais um pouco com as duas, e ajoelhou-se beijando e lambendo ele, e logo estava mamando igual bezerro! Esperei um pouquinho e ergui ela em pé, e beijando com dois dedos fui masturbando, a encostei na parede, ao lado da privada, ergui uma perna com uma das mãos e com a outra direcionei o pau pra porta do prazer! Lubrifiquei com saliva e introduzi a ponta da cabeça, empurrando devagar e firme até a metade, mais ou menos. Ela gemeu baixinho, pois estava apertadinha e deve ter machucado um pouquinho!’ Fizemos um entra e sai lento e forcei mais um pouquinho, ela gemeu longo e começou a remexer com força, eu me segurei, esperei ela estremecer toda e enfiei tudo o resto de uma vez, e acelerei os movimentos até gozar também! Recuperei o fôlego e ela falou: ”Vamos sair daqui logo, antes que Lúcia nos pegue no flagra!”

Daí voltei pra Terra, e me enxuguei parcialmente com a toalha da Lilian, vesti o calção sem a cueca e levei ela na mão! Saí do quarto e tive a impressão de um movimento na escada, as fui no meu quarto vestir outra cueca depois de lavar bem e enxugar “as partes”!
Daí desci e a Lilian já estava na cozinha conversando com a Lúcia, as duas com umas carinhas de safadas!

O assunto era o casamento, Lilian contando que separou porque o ex não gostava muito do sexo caseiro, era só o papai e mamãe pra cumprir tabela e bem rapidinho. Ele vivia na rua, bebendo, jogando videogame com os amigos ou andando de moto, até profissionalmente estava em risco, era PM e estava ameaçado de ser expulso, como acabou acontecendo depois!

Lúcia comentou que “é tudo igual, só muda o endereço!” Eu só ria da conversa, pois só conheci o marido de Laura pela Internet e o da outra, nem assim!
Como já ficou longo, outra hora conto o resto, tem muita coisa ainda!

segunda-feira, 27 de junho de 2022

QUERENDO MUITO ESSE FIOFÓ CRENTE - PARTE 4

 Marcela só queria que eu não me preocupasse e trepasse tranquilo com ela, e achou que se falasse da gravidez, eu perderia o tesão por ela! Que besteira, pois logo a barriga denunciaria.

Mara ainda estava em Brasília e aproveitamos a quinta-feira à tarde, que dona Teresa ajudava na loja de uma irmã da igreja, e Marcela ficaria sozinha de novo e me mandou msg pra eu ir lá.

Era umas 13:30 quando cheguei na área, com uma sacola de mercado com pão e umas guloseimas pra ela, caso alguma vizinha curiosa visse e ficasse curiosa.

Ela tinha acabado de tomar banho e estava uma delicinha de cheirosa, muito sensual mesmo com a barriga avantajada. Quando estávamos querendo iniciar os trabalhos, ouvimos uma voz de mulher, já dentro do quintal, chamando seu nome.

Ela se recompôs rapidinho e foi na porta que estava metade aberta ainda, era uma vizinha, irmã da igreja, que veio visitá-la e trazer um pote de doce caseiro que tinha feito. Marcela não era muito boa de disfarçar se estava incomodada com algo, mas mesmo de cara feia, ofereceu café e foram pra cozinha, passar o tal café.

Não ouvi a conversa meio cochichada delas, mas pelas risadinhas da vizinha, imagino a bronca que levou! Mas logo tomamos o café com pão fresco e o doce do presente, e ela logo se despediu e saiu com um sorrisinho maroto, como se soubesse tudo que ia acontecer dali a pouco.

Então Marcela veio sentar no meu colo e me beijar com aquele fogo de sempre, O beijo com gosto de café pareceu excitante, e logo estávamos rolando pelados, na cama.

Ela sempre queria chupar antes da transa em si, e era mestre nessa arte, segurava as bolas com uma mãozinha delicada e com a outra punhetava a parte do pau que ficava fora da boca. Então resolveu que dessa vez ia pôr tudo só na bucetinha, que andava inchadinha e mais apertada que o normal. Dei uma chupada naqueles lábios que estavam enormes, e no grelinho duro até ela rebolar e estremecer num gozo inicial, dei um tempinho e levei meu pau até sua boca de novo, pra ela dar uma babada e lubrificar o bicho. Ergui suas pernas nos meus ombros, ela de costas na cama, e encaixei a cabeça na portinha, dei umas pinceladas ante de iniciar a introdução. Ela quis reclamar de desconforto, mas quando dei a primeira estocada mais funda, ela rebolou e se acomodou na pica gemendo e falando: “Aí, que delícia!! Que dorzinha gostosa, vai! Fode mais vai, empurra tudo!”

Daí o bicho pegou mesmo, deixei o controle pra lá e atolei sem dó! Soquei fundo e cada vez mais rápido, tirava quase tudo e já empurrava de novo, ela estava encharcada e o vai e vem ficava fácil, extremamente fácil!

Ela começou gemer alto e a estremecer como se tivesse uma convulsão e teve mais um longo gozo. Aproveitei e bombeei loucamente até gozar também! Foi maravilhoso como sempre, molhados de suor, deitamos de costas, lado a lado, exaustos! Olhei no celular, já passa das 16:00 horas, logo dona Teresa chegaria, e viria vê-la. Então fui tomar um banho e pedi uma toalha pra ela. Tive o cuidado de usar o secador dela pra secar o cabelo, caso chegasse alguém, que não me visse com os cabelos molhados!

Ela também tomou outro banho, porque o marido hoje não tinha plantão à noite e logo chegaria também!

Tomamos mais um gole de café, pois a mesa estava posta ainda, e fui saindo, antes que ela quisesse mais pica, eu não teria mais pique por hoje, e ela era insaciável.

domingo, 26 de junho de 2022

QUERENDO MUITO ESSE FIOFÓ CRENTE - PARTE 3

 Tivemos mais uns dois encontros nesse mesmo ritmo, só na bundinha e muito gozo pra ambos. A única diferença é que agora consegui a introdução total, com algum sacrifício, choro e entrega da parte dela, e muito autocontrole e insistência da minha!

Ela, agora já laceada no cuzinho, aceitava com pouco esforço até o talo.
Sabendo disso, eu ficava mais excitado e louco pra se encontrar com ela de novo.
Como eu sabia conduzir as preliminares, com carinho e paciência, ela tinha confiança total em mim e se entregava docilmente e fazia todas minhas vontades, exceto deixar eu pôr na bucetinha linda dela, só dedos e língua! Mas eu já acho que tá na hora de quebrar esse tabu!
Comentei sobre a Marcela, seu casamento, gravidez, etc.. Ela me interrompeu e falou que sabia que ela transava com seus namorados, mas que ela não ligava e não foi por isso que terminou com seu ex-noivo. E me perguntou na lata se eu já tinha comido ela.

Respondi meio contrariado que sim, mas que não era nada sério, só sexo mesmo.
Ela riu e disse com a Marcela era assim mesmo, ela precisava de sexo e o marido não correspondia, era bissexual e mantinha o casamento mais por aparência e por causa do Márcio, seu irmão também bissexual.

Entendi que estava liberado pra comer a irmãzinha grávida e tarada!

Como ela teria um curso em Brasília na próxima semana, e só voltaria na sexta à noite, senti que comeria a cunhadinha mais uma vez, e agora de consciência tranquila.

Já na segunda-feira, mandei msg no whats pra ela, pra saber como estava, como era o hotel, etc. Ela falou que tudo tranquilo, e até uma igreja perto do hotel, onde o pastor já tinha vindo na igreja dela e era conhecido da família. Pediu que eu visse com a mãe dela, se Marcela precisava alguma ajuda, já que a barriga estava grandinha, e o marido não era muito responsável além de estar em constantes plantões, deixando-a sozinha muito tempo, e o pai andava meio doente, tomando remédios que o deixavam sonolento e desanimado.

Falei que preferia tratar direto com a Marcela pra se caso precisasse, fosse mais ágil a comunicação. Ela concordou e disse que era verdade, que fizesse assim então.
Imediatamente, liguei pra Marcela e contei pra ela, ela disse que já tinha falado com a Mara, e pedido pra ela me ligar. Falou que no dia seguinte, o marido estaria de plantão de novo, e se eu não queria ir lá, “distrair” ela. Já percebi qual seria a “distração” que ela queria!

Na noite seguinte, fui na casa da mãe dela, dar um oi e ver como estava o véio, tomei um cafezinho com eles e falei que ia ver a Marcela e o Márcio nos fundos e ia pra casa dormir. Senti um olhar malicioso da sogra, mas me fiz de bobo.

Cheguei na casa dos fundos, Marcela abriu a porta e já me falou que o Márcio estava trancado no quarto jogando on line num campeonato ou coisa parecida, e não queria ser incomodado. Era tudo que eu queria ouvir. Ela, como sempre, não fez cerimônias e veio me abraçar e beijar cheia de fogo. Já me puxou pro seu quarto e fechou a porta. Fomos agarrados pra cama e beijamos muito antes de tirar a roupa. Ela gostava e sabia chupar um pau como poucas, enquanto ela fazia uma garganta profunda, eu ora acariciava, ora puxava seus cabelos encaracolados e pretos. Sua barriga já de 6 meses, não atrapalhava em nada seus movimentos sensuais. Fizemos de ladinho um pouco, até que ela gozou, mas reclamou que estava um pouco desconfortável na bucetinha inchada, e pediu pra eu pôr atrás. Então fiz um preparo com os dedos enquanto beijava seu pescocinho cheiroso, ombros, orelhas e nuca. Sentindo que estava relaxada e lubrificada, pronta pro abate, cuspí na cabeça do pau duro, e fui empurrando devagar, mas constante, até sentir ela gemer quando encostei as virilhas naquelas nádegas fartas e bem feitas. Fiz o vai e vem lento, e fui acelerando até que ela estremeceu e gemeu alto, anunciando mais um gozo, então perdi o controle e acelerei bombeando até esguichar porra naquele rabo gostoso.

Descansamos um pouco, e tive que insistir muito pra ir embora, porque a tarada queria que eu dormisse lá. Não sou tão louco assim, já chega de arriscar o couro à toa!

sábado, 25 de junho de 2022

QUERENDO MUITO ESSE FIOFÓ CRENTE - PARTE 2

 Estou tranquilo agora, pois num intervalo de uma semana, já tinha comido Marcela duas vezes e sabia que se quisesse, era só acertar a data de novo.

A Mara seguia fazendo jogo duro nas poucas oportunidades que tínhamos de dar umazinha! O máximo que tinha cedido, era umas punhetinhas e um boquete rápido no estacionamento da igreja!

Então pensei que estava com medo do pai, ou algo assim, e perguntei se era isso pra ela. Ela disse que não, que era coisa dela mesmo, que já tinha pecado uma vez e não queria errar de novo, e que ainda não confiava totalmente em mim. Achei que sua irmã tinha falado demais e ela estava me castigando. Combinamos de sair no sábado, ir no cinema do shopping ver um filme cristão que estava estreando e comer algo por ali mesmo.

Foi tudo dentro do combinado, depois do lanche, a convidei pra passar na minha casa, já que ficava no caminho pra casa dela. Para minha surpresa, ela aceitou na boa. Chegando lá, era um apto pequeno de um só quarto, sala e cozinha conjugados, um banheiro e lavanderia anexo.

Ela viu um prato, uns talheres, copos na pia e já foi lavar.

Falei: "Deixa isso, que depois eu lavo!' Mas insistiu e foi lavando. Cheguei por trás e abracei ela com uma mão em cada peito e o pau já meia bomba, encaixando no vão daquele rabo maravilhoso, beijando a orelhinha dela e sentindo seu cheiro perfumado de fêmea gostosa. Ela ficou quietinha, de olhos fechados por uns dois minutos, só curtindo o carinho. Depois virou-se e pegou no meu pau com as duas mãos, sentindo seu tamanho e dureza, agora já no auge, e beijando minha boca, gemendo baixinho.

Enfiei a mão por baixo do seu vestido e pelo lado da calcinha, chegando os dedos nos seus lábios molhados, acariciando em volta do clitóris, levemente só pra vê-la respirar pesado e fundo, enquanto chupava de leve seu pescocinho branco.

Arrastei ela pro quarto e sentamos na cama! Já fui tirando os sapatos dela e beijei seus pezinhos lindos, ergui seu vestido e fui beijando suas pernas e a parte interna das coxas macias, aspirei o perfume da calcinha, que percebi ligeiramente úmida e a puxei pra baixo, tirando-a e jogando de lado. Ela sentada, ergueu o vestido e tirou pela cabeça, ficando só de sutiã, mas resolvi esse problema rapidinho tirando ele.

Deitei ela e fiz uma série de lambidas e chupadas que a deixou em brasa. Tirei minha roupa e deitei invertido, fazendo um longo 69, onde ela gozou na minha boca e eu, heroicamente segurei, tirando o pau cada vez que sentia o gozo chegar.

Desvirei o corpo e investi sobre ela pra finalizar o ato, mas ela me surpreendeu mais uma vez, me empurrou, virou de bruços e falou: Só aqui atrás por enquanto, e com carinho pra não doer, tá? (Sempre esse papo de dor!) Concordei e dei uma cuspida melada naquele cuzinho fechadinho piscando pra mim. Fui enfiando um dedo na bucetinha e outro no rabinho, enquanto a beijava na nuca, pescoço, orelha e na boca quando ela se virava pra mim. Depois de dois dedos fazer vai e vem no buraquinho de trás, cuspi de novo e apontei a cabeça na portinha. Apertei a cabeça com os dedos e empurrei firme e devagar, até sentir ela entrar apertada, fui empurrando aos pouquinhos enquanto ela se masturbava e empinava aquela bunda perfeita, à minha feição. Quando passou da metade, a grossura já era grande pra ela e acusou o efeito. Tá doendo, vamos gozar juntos? Me fode, amor!! Fiquei maluco e bombeei lentamente e fui acelerando aos poucos, cuidando pra não passar do limite e causar um acidente. Foram uns longos três minutos até não conseguir segurar mais e pulsar forte, emitindo jatos de esperma no reto da minha princesa linda. Um sonho realizado antes de que eu tivesse imaginado! Ela chegou a urrar de prazer, me fazendo um homem realizado na plenitude do sexo!

Ficamos deitados lado a lado, de costas na cama até a respiração voltar ao normal, então ela perguntou sorrindo: Gostou?

Respondi: Não só gostei, como adorei e já viciei! Ela riu gostoso e me beijou 
 carinhosamente falando: Não é pra acostumar, nem sempre vai ser assim.

Eu curioso pela bela surpresa, perguntei: É, e porque hoje foi assim?

– Hoje foi especial, foi um presente por ser a primeira vez. A periquita fica pra depois do casamento, tá? E riu me olhando com ar de galhofa! Eu ri também, mas de ouvir daquela boquinha a palavra “periquita”!rsrs

Ela foi ao banheiro e ouvi alguns barulhos que indicavam que ela tinha se livrado da porra do reto, pois observei que tinha escorrido perna abaixo quando se dirigiu ao banheiro.

Ela saiu e eu entrei e me dei uma lavada, e ela me pediu: Me leva pra casa?

Eu: -Pensei que fosse dormir aqui comigo hoje.

Ela: Até queria, mas é cedo ainda e não quero arrumar outra confusão em casa.

-Ok! Como vc quiser, madame!

No caminho me contou sobre o ex, o rolo e a decepção com o irmão, a má vontade do pai com ela e o apoio da mãe e da irmã!

Falou que eu era um cara legal, e estava ajudando muito ela a superar essa fase de insegurança pessoal dela!

Falei que ela era do bem, uma pessoa boa, forte e ia sair rindo de tudo isso, que podia contar comigo sempre, e todas essas coisas que a gente fala quando está encantado com alguém!
Chegando na casa, o velho estava meio de cara feia, não que fosse bonito um dia, mas de rabo azedo mesmo. A mãe veio me beijar e abraçar, dizendo que estava preocupada pela nossa demora e por não termos ligado avisando que íamos atrasar!

Conversamos um pouquinho e logo me despedi e fui pra casa. No caminho pensando: Tô fodido, achei que não queria mais mulher depois de um casamento de mais de trinta anos ter acabado sem graça nenhuma, mas acho que estava errado!

Depois conto a sequência dessa história!

QUERENDO MUITO ESSE FIOFÓ CRENTE - PARTE 1

 Marcela me deixou com peso na consciência e preocupado com poder tê-la engravidado naquela transa sem nenhuma prevenção da minha parte! Daí resolvi marcar uma conversa com ela. Combinamos por telefone, de eu ir na casa dela na quarta feira, pois ela estaria sozinha em casa, a mãe estaria na igreja a tarde inteira, e os demais estariam trabalhando, pois até o Márcio tinha conseguido um trabalho temporário.

Chegando lá, ela me serviu café e me tranquilizou, dizendo que tomava anticoncepcional desde que era noiva, e que nem ela nem seu marido queriam filho por enquanto. E falando nele, começou a reclamar que quando estava em casa, ele gostava mais de jogar videogame com o cunhado e amigos, do que ficar com ela e transar, e isso a deixava carente e fogosa!
Só de falar já ficou excitada e viu que eu também já estava de pau duro. Veio pegando nele e me beijando, sedenta. Ainda tentei desconversar falando da Mara, que isso não era correto com ela, e tal, mas ela disse: – Não se preocupe, ela é de boas com isso. Deixa comigo que eu resolvo com ela!

Fiquei curioso, mas não ia ficar nessa, e deixei rolar.

Ligo ela abriu meu zíper e já caiu de boca, era uma expert nesse quesito. Lambia da cabeça até os bagos, depois enfiava todo até o talo, com a cabeça na goela, podia sentir passando a mão na garganta dela!

Falei: – Hoje quero essa bundinha gostosa!

Ela tirou o pau da boca e falou: Mas me faz gozar primeiro na buceta, tá?

Fiz sinal positivo com a cabeça e puxei pelo braço até o sofá da sala, ainda estávamos na cozinha.

Ela foi, já tirando a roupa se acomodou de costas no braço largo do sofá, abrindo as pernas e expondo sua bucetinha de pelinhos curtos e cheinha, apreciei, passei a mão levemente e caí de boca, chupei o grelinho, os lábios e enfiei a língua até que estremeceu e pediu: Mete agora!

Então encabecei e fui metendo devagar mas firme, até perto da metade, como estava lubrificada, não foi muito difícil, então resolvi enfiar tudo de vez!

Numa estocada firme, senti ela dar um pequeno pulo e um gritinho abafado. Então fui bombeando até que rapidinho ela virou os olhinhos e gemeu comprido, num gozo que quase me fez gozar também!

Na mesma posição, puxei ela um pouquinho mais pra mim, e tirei o pau melado e apontei pro cuzinho que ainda piscava esperando sua dose de porra! Ela me fala, ainda respirando forte: – Devagar, pra não doer, tá?

Perguntei: Porquê? Vc nunca deu o cu?

Ela: Já, mas o Gilmar não gosta muito e tem um pinto menor e mais fino que o teu.
Isso me deu mais tesão e concordei, então fui na tática dos dedos, primeiro um, depois dois e depois três pra dar uma laceada no buraquinho. Ela gemia e rebolava sem nenhum pudor, então coloquei a cabeça na portinha e fiquei um pouquinho ali só curtindo as preguinhas na ponta do pau! Ela já pedia pra pôr logo, eu falei: Sou um cara educado, nunca entro sem bater na porta.

Ela riu e me chamou de palhaço. Falei que era só pra descontrair.

Dei uma forçada e a cabeça foi engolida muito apertada, fui cuspindo e empurrando, sentindo o aperto do canal dela. Meu pau não é nenhum monstro de grande, deve ter uns 16 ou 17 cm, é mais grosso no talo, onde a mão na fecha em volta, sobra um dedo e meio mais ou menos, mas na cabeça é mais fino, pois consigo encostar os dedos em volta, com um pouquinho de força! Depois da metade, ela gemia alto e pedia chorosa: Me fode toda, tá doendo mas eu gosto assim, nunca tinha sentido isso, que gostoso! Eu puxava um pouquinho e empurrava mais um tanto, até que comecei a bombear mais rápido e não consegui segurar, o pau latejou dentro dela, ela estremeceu de novo, gritou que até me assustei com medo de algum vizinho ter ouvido. Caímos abraçados no assento do sofá, suados e arfando, depois de um gozo inigualável!

Fui ao banheiro, me lavei na pia, ela tomou uma ducha, se vestiu e veio conversar comigo de novo.

Daí descobri que seu irmão também já tinha comido ela antes dela casar, é que ele era bissexual, pois transava com homens também. E que esse era o motivo da Mara ser meio arredia com os homens.

Imaginei que ele tinha comido a Mara também, mas ela riu e disse que não, a Mara não tinha caído no papo dele, mas o ex noivo dela sim. Ela havia flagrado os dois transando loucamente, ela desistiu do noivo e se afastou do irmão por um bom tempo. Então Marcela me revelou que ela era diferente, e não reagiu igual à irmã! Como assim? Perguntei surpreso. Ela me contou que seu marido também foi assediado por Márcio e às vezes eles transavam, coisa que ela já tinha visto e fingido que não viu nada!

Mas na próxima parte, tem mais dessa família interessante!

Até mais