domingo, 26 de junho de 2022

QUERENDO MUITO ESSE FIOFÓ CRENTE - PARTE 3

 Tivemos mais uns dois encontros nesse mesmo ritmo, só na bundinha e muito gozo pra ambos. A única diferença é que agora consegui a introdução total, com algum sacrifício, choro e entrega da parte dela, e muito autocontrole e insistência da minha!

Ela, agora já laceada no cuzinho, aceitava com pouco esforço até o talo.
Sabendo disso, eu ficava mais excitado e louco pra se encontrar com ela de novo.
Como eu sabia conduzir as preliminares, com carinho e paciência, ela tinha confiança total em mim e se entregava docilmente e fazia todas minhas vontades, exceto deixar eu pôr na bucetinha linda dela, só dedos e língua! Mas eu já acho que tá na hora de quebrar esse tabu!
Comentei sobre a Marcela, seu casamento, gravidez, etc.. Ela me interrompeu e falou que sabia que ela transava com seus namorados, mas que ela não ligava e não foi por isso que terminou com seu ex-noivo. E me perguntou na lata se eu já tinha comido ela.

Respondi meio contrariado que sim, mas que não era nada sério, só sexo mesmo.
Ela riu e disse com a Marcela era assim mesmo, ela precisava de sexo e o marido não correspondia, era bissexual e mantinha o casamento mais por aparência e por causa do Márcio, seu irmão também bissexual.

Entendi que estava liberado pra comer a irmãzinha grávida e tarada!

Como ela teria um curso em Brasília na próxima semana, e só voltaria na sexta à noite, senti que comeria a cunhadinha mais uma vez, e agora de consciência tranquila.

Já na segunda-feira, mandei msg no whats pra ela, pra saber como estava, como era o hotel, etc. Ela falou que tudo tranquilo, e até uma igreja perto do hotel, onde o pastor já tinha vindo na igreja dela e era conhecido da família. Pediu que eu visse com a mãe dela, se Marcela precisava alguma ajuda, já que a barriga estava grandinha, e o marido não era muito responsável além de estar em constantes plantões, deixando-a sozinha muito tempo, e o pai andava meio doente, tomando remédios que o deixavam sonolento e desanimado.

Falei que preferia tratar direto com a Marcela pra se caso precisasse, fosse mais ágil a comunicação. Ela concordou e disse que era verdade, que fizesse assim então.
Imediatamente, liguei pra Marcela e contei pra ela, ela disse que já tinha falado com a Mara, e pedido pra ela me ligar. Falou que no dia seguinte, o marido estaria de plantão de novo, e se eu não queria ir lá, “distrair” ela. Já percebi qual seria a “distração” que ela queria!

Na noite seguinte, fui na casa da mãe dela, dar um oi e ver como estava o véio, tomei um cafezinho com eles e falei que ia ver a Marcela e o Márcio nos fundos e ia pra casa dormir. Senti um olhar malicioso da sogra, mas me fiz de bobo.

Cheguei na casa dos fundos, Marcela abriu a porta e já me falou que o Márcio estava trancado no quarto jogando on line num campeonato ou coisa parecida, e não queria ser incomodado. Era tudo que eu queria ouvir. Ela, como sempre, não fez cerimônias e veio me abraçar e beijar cheia de fogo. Já me puxou pro seu quarto e fechou a porta. Fomos agarrados pra cama e beijamos muito antes de tirar a roupa. Ela gostava e sabia chupar um pau como poucas, enquanto ela fazia uma garganta profunda, eu ora acariciava, ora puxava seus cabelos encaracolados e pretos. Sua barriga já de 6 meses, não atrapalhava em nada seus movimentos sensuais. Fizemos de ladinho um pouco, até que ela gozou, mas reclamou que estava um pouco desconfortável na bucetinha inchada, e pediu pra eu pôr atrás. Então fiz um preparo com os dedos enquanto beijava seu pescocinho cheiroso, ombros, orelhas e nuca. Sentindo que estava relaxada e lubrificada, pronta pro abate, cuspí na cabeça do pau duro, e fui empurrando devagar, mas constante, até sentir ela gemer quando encostei as virilhas naquelas nádegas fartas e bem feitas. Fiz o vai e vem lento, e fui acelerando até que ela estremeceu e gemeu alto, anunciando mais um gozo, então perdi o controle e acelerei bombeando até esguichar porra naquele rabo gostoso.

Descansamos um pouco, e tive que insistir muito pra ir embora, porque a tarada queria que eu dormisse lá. Não sou tão louco assim, já chega de arriscar o couro à toa!

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