segunda-feira, 21 de novembro de 2022

JOVENS EVANGÉLICAS ´- PARTE 1

 Olá, pessoal, tudo bom com vcs?!

Pra quem não me conhece, meu nome é Roberto, tenho 36 anos. Eu já relatei em outros contos várias passagens sobre mim, é claro que sempre procurei relatar os episódios mais excitantes e já tem um tempo que entrei numa espiral de novas experiências e vou tentar contar aqui as partes boas dessa nova fase da minha vida… Bom, vamos lá…

Gostaria de começar dizendo que eu nunca fui de frequentar igreja, desde que me casei, há pouco mais de 2 anos, minha esposa meio que me arrastou pra esse estilo de vida, confesso que de início achava tudo muito chato, quem frequenta ou já frequentou igreja sabe que as coisas são muito restritas e como todo mundo eu senti essas restrições. No entanto, as coisas não são exatamente o que parecem, conheci um lado underground desse estilo de vida, é claro que não estou dizendo que em todo lugar é assim, mas tenho vivido coisas interessantes. Há um tempo venho me envolvendo com algumas irmãs, tudo começou com um aconselhamento que levou a um affair e daí a coisa não parou mais… Contei anteriormente meu caso com Débora e Emily e como as duas me reacenderam essa atração por meninas novas… Bom, paralelamente a tudo isso, minha esposa e eu nos tornamos líderes de alguns grupos da igreja, eu acabei ficando à frente do grupo de jovens, do qual as meninas fazem parte, o fato é que isso me apresentou a muitas pessoas, entre meninos e meninas com idades que variam de 12 a 20 anos. Na prática eu organizo e executo com os jovens uma série de atividades que vão desde participação em cultos até encontros pra o que eles chamam de encontros de comunhão e é nesse encontros que acabo me inteirando pelos aspectos da vida pessoal dos meninos e meninas… Gente, não me entendam mal, os encontros são realmente muito bons, a ideia principal é manter essa galerinha longe de problemas e orientar no que se refere a vida de uma forma geral, e pra surpresa de absolutamente ninguém, essa gurizada tem muita cagada na vida, tirando os problemas típicos da idade, a maioria tem problemas familiares, seja por comportamento ou famílias desajustadas, bom, longe de mim julgar, o fato é que não surpreende esses meninos fazerem tanta bobagem, mas enfim… Não é minha atribuição dar pitaco na vida deles, mas procuro dar orientações úteis e uma em especial é a que me trouxe a escrever esse conto… Sim, o assunto é sexo, a maioria dos jovens da igreja vice uma neurose, pois são constantemente a evitar sexo e qualquer coisa que leve a isso e eu tenho uma visão mais prática disso…

Em nossos encontros, evito dizer que eles não devem fazer, mas sim fazer com cuidado e responsabilidade, principalmente praqueles que já namoram. Inevitavelmente, esse posicionamento me fez ganhar a confiança deles e dos pais. Tanto que os pais da Débora me relataram que o comportamento dela melhorou bastante, mal eles sabem o porquê.

Há um tempo atrás chegaram na igreja duas garotas, Pamela e Raíssa, ambas de 14 e 15 anos. Como a maioria, elas foram a igreja obrigadas pela família, as duas estavam naquela fase de se vestir de preto, com aquelas roupas de animes, as famílias enxergavam nisso um desvio e claro que chegaram comigo e pediram que conversasse com elas. Logo de início elas foram recebidas pela Brena e pela Luren, duas meninas veteranas na igreja, após os primeiros contatos, elas foram rápidas em questionar o lance dos namoros visto que tanto Brena como Lauren tem namorados na igreja, em um dos nossos encontros elas levantaram esse questionamento…

– irmão Beto, tem coisas que não fazem sentido pra nós, se é proibido namorar como as veteranas namoram? Indagou a Pamela.

Brena tratou de responder dizendo se tratar de um namoro cristão e é obvio que aquilo não convenceu, chamei elas pra conversar fora da igreja e elas aceitaram.

Numa tarde vieram à minha casa Pamela, Raíssa e Brena…

– Então, irmão, como funciona isso? Perguntou a Pamela.

– vc vai direto ao ponto ne!? Falei rindo.

– é que isso é uma coisa complicada!

– Olha, meninas, não há muita complicação, o que é dito pra vcs evitarem é o sexo, mas o namoro em si é possível!

– Desde que com a aprovação do pastor! Completou Brena.

– Então quer dizer que tudo que vc faz com seu namorado tem que ter permissão do pastor?! Disse Pamela.

Nessa hora, Brena engoliu seco, mas respondeu que sim. Raíssa comentou que achava isso muito ruim, pois tirava toda a liberdade, no que Brena já aborrecida diz que “tem que ser assim!”

Elas se olharam com aquela cara de “onde a gente tá se metendo!?”, então resolvi intervir…

– Gente, se acalmem! Posso ser honesto com vcs?

– Por favor! Disse Raíssa.

– Bom, a primeira coisa que vcs tem que ter em mente é que tudo precisa de discrição, vcs não devem se expor, a segunda é que ninguém vai obrigar vcs a nada. Contudo pra igreja é conveniente que vcs prezem pela aparência!

Brena me olhou com uma cara de discordância…

– Brena, sejamos francos, eu sei que vc e seu namorado transam, não há problema nisso, mas eu sei que vc se esforça pra manter tudo no sigilo!

– é, mas a gente namora há um tempo já!

– Independente disso, o importante é a compostura!

Nessa hora, Pamela e Raíssa fizeram cara de alívio…

– Meninas, vcs podem fazer o que quiserem, só tenham cuidado!

Aquilo foi uma injeção de paz na mente delas, tanto que foram embora sorridentes… pra minha surpresa Brena pede pra falar comigo em particular…

– Irmão, o Sr. é bem mente aberta, por isso as meninas gostam do sr. Queria lhe contar algo!

– Diga!

– Meu namorado e eu já transamos mesmo, mas tem uma coisa! Disse ela envergonhada.

– O que?

– Ele parece que não tem atração por mim, sempre sou eu que to o a iniciativa e ele meio que faz, mas se arrepende, fica falando que é errado, que vão dizer que eu sou puta, etc.

– Seu namorado foi criado na igreja, é normal que ele pense assim!

– sim, mas eu fico triste pq eu queria que ele me quisesse!

– Brena, minha linda, ele quer, mas sabe como é o estilo de vida dele!

Notei o semblante dela esmaecer…

– O sr me acha bonita?

Gente… Esse foi o momento que o diabinho cantou no meu ombro… Brena não é das mais atraentes, pelo menos à primeira vista, ela é um pouco gordinha, porém é daquelas gordelícias, ela é fofinha, mas tem pernas e bunda torneadas que ficam bem salientes quando ela coloca vestido ou saias coladas, o rosto dela é bonito e ela tá sempre bem-vestida…

– Claro que sim, vc é muito bonita!

– Às vezes eu acho que meu namorado prefere as meninas que nem a Pamela que é estilo gostosa!

Realmente, Pamela tem pernas grossas e cintura fina, mas isso não tira o mérito da Brena…

– Olha, não sei como é a intimidade de vcs mas tenta usar umas roupas mais curtas quando tiver com ele, vc tem lindas pernas!

– Tenho um pouco de vergonha e nem sei o que usar!

– Bom, se servir de exemplo, minha mulher adora shortinho mostrando a polpa da bunda, quando estamos em casa ela sempre usa!

– Vou tentar usar!

– Usa e me diz, caso ele não note pode vir me mostrar! Falei rindo. Ela fez uma cara de cínica e encerramos a conversa.

Os dias se passaram, e eu sempre mantendo contato com elas por mensagem, os assuntos eram na maioria bobagens, até que Brena me surpreende…

– Irmão, eu fiz como o sr. disse, vesti um baby doll pra receber ele e nada! Escreveu ela mandando uma carinha triste.

– Brena, relaxa, ele vai notar!

– Quero saber disso mais não, se outro me notar eu vou é trocar de namorado, rsrs!

– vc precisa relaxar, sai e vai dar uma volta, esquece isso por enquanto!

– Eu queria era pegar uma piscina e tomar um sol, tô pálida!

– é uma boa ideia! Falei.

– Mas não tenho lugar pra ir, as meninas até deram essa ideia, mas não temos lugar pra ir!

– Já pensaram em um club?

– Já, mas seria bom que fosse a casa de alguém pra gente ficar à vontade!

E foi nessa hora que me veio a ideia… Minha família tem uma chácara que tem piscina, seria uma oportunidade de ouro pra ver essas meninas de bikini, só precisaria inventar uma escapada no meio da semana, já que nos fins de semana minha esposa tá em casa, e sugerir isso pra elas sem dar bandeira de que teria que ser segredo poderia ser perigoso…

– Brena, talvez eu possa te ajudar!

– Como?

– Minha família tem uma chácara com piscina, se vc quiser podemos ir, só tem um, porém!

– O que?

– vcs não podem falar pra ninguém!

Ela ficou sem responder por vários minutos, achei até que ela fosse retrucar, tempo depois ela chama…

– ei, tá aí?

– sim!

– Mas iria só nós dois?

– Não, nós e quem vc quiser chamar, digo pra não dizer pra ninguém da igreja!

– Mas as meninas que eu ia achar são da igreja!

– vc entendeu, nem minha mulher pode saber!

– Eita!

– Bom, o convite tá feito, pensa a respeito!

Gente, confesso que eu não estava muito esperançoso, afinal ela não parecia ter nenhum interesse em fazer nada errado, mas eu sei o que passa na mente da pessoa quando tem uma oportunidade de fazer algo escondido. Minutos depois a Pamela me chama no zap perguntando da tal piscina…

– Irmão, a gente pode ir com vcs? Perguntou Pamela.

– Ir pra onde?! Me fiz de desentendido.

– Pra piscina!

– Ah sim, vcs querem ir?

– Ah, claro né!

– Ok, mas tem que ser em dia de semana!

– Tá, mas a gente vai e volta no mesmo dia né!

– sim, se quiserem podemos voltar!

Nisso a Brena passa mensagem dizendo que elas iriam, pra minha surpresa iriam ela, Pamela, Raíssa e Lauren. Numa só cartada eu teria a oportunidade de ver quatro novinhas desfilando de bikini e lógico que eu ía tratar de ajustar as coisas, combinamos de ir no dia seguinte, cedo elas já estavam passando msg, fui de carro buscar elas, a chácara fica ha uma hora da cidade, já no carro comecei a articular o plano…

– Gente, o seguinte, o caseiro me informou que o filtro da piscina está em manutenção, então só bikini na piscina!

Lauren e Brena na hora falaram que não estavam levando short pra tomar banho, falei que poderíamos passar em uma loja e comprar bikinis pra elas, nisso a Pamela que era a mais atirada diz que se eu pagar ela quer um bikini novo, apenas respondi que tudo bem, contanto que elas se divertissem…encostei numa lojinha e fomos comprar os tais bikinis, aproveitei pra comprar algo pra comermos, quando fui encontrar com elas, elas estavam numa farra só, uma zoando a outra por conta dos bikinis comportados…

– Gente, o que que tem o bikini ser grande? Falou a Brena.

– Nada, só que teu namorado vai ficar com vc com a marca parecendo de uma velha! Respondeu Pâmela.

Brena me olhou com uma cara triste…

– é verdade, vai ficar uma marca bem estranha! Falei rindo.

– Tá bom, vou trocar! Disse ela indo trocar a peça.

Não demorou e ela me chama…

– irmão Beto, vem aqui!

– Oi, o que foi? Perguntei do lado de fora do provador.

– Tá muito depravado!

– Deixa eu ver?

– Não, é muito pequeno!

– Se não vai me mostrar, pq me chamou?

– Tá bom, olha! Disse ela abrindo o provador.

Gente… quase tive um troço, o bikini era micro, mal cobria a boceta dela e como ela é fortinha o corpo dela ficava bem ressaltado, mandei ela dar uma voltinha, no que as meninas viram…

– Agora, Brena, tá a maior gata!

Nisso Lauren esconde o bikini que ela tinha pegado…

– O que vc tá escondendo, Lauren? Perguntei.

– Nada, vou trocar o meu tbm! Disse ela.

Lauren trocou o bikini, mas não experimentou pra gente olhar. Entramos no carro e fomos pra chácara.

No caminho foi a falação sem fim, logo chegamos e fomos pra piscina…eu fiquei só de sunga e Pamela foi logo fazendo comentários impróprios…

– O irmão é gato, olha só gente!

Elas me olharam dos pés a cabeça, nunca tinham me visto assim e modéstia a parte eu não sou de se jogar fora… Pro meu deleite, Pamela e Raíssa se livraram das roupas revelando os corpinhos joviais… Pamela é branca, tem um corpo bem definido, uma barriga chapada e um par de seios maravilhosos, nem grande nem pequenos, Raíssa é morena e no auge dos seus 15 anos mais parecia uma dançarina de funk com uma bunda grande e durinha, logo vieram as veteranas e aí foi minha surpresa, já tínhamos visto a Brena, mas quando Lauren aparece com seu minúsculo bikini amarelo de cortininha, tive que me conter pra não ter uma ereção, ela é magra quase uma modelo, suas pernas são longas e o bikini cobria só o sexo dela, ela se aproximou timidamente sob os olhares das outras…

– Aí gente para, vcs que fizeram comprar isso! Disse ela tímida.

– Meninas, prestem atenção, só estamos nós aqui, podemos ficar à vontade, aqui ninguém julga ninguém! Falei tranquilizando a Lauren.

– é gente, vamos parar com isso, não estamos na igreja! Completou a Raíssa.

Pessoal, é incrível como essas meninas se transformam quando estão livres, começamos a brincar, jogando vôlei na água e depois de um tempo estávamos na beira da piscina conversando e não demorou pro assunto evoluir, Pamela, é claro, conduziu ao assunto…

– Então gente, me conta, vcs que são crentes há mais tempo, como é transar sem poder transar?

Brena e Lauren estavam tímidas de início, mas não demorou a se soltarem…

– Olha, comigo tá sendo uma droga! Disse Brena.

Ela contou que o namorado não a procura e as meninas falaram que ela era gata, rolou até uma encarnação de que o namorado dela fosse gay, Brena fazia uma cara de triste…

– Ah para gente! Dizia ela.

E pra tirar a atenção de cima dela ela jogou a batata quente pra Lauren…

– vcs falam do meu namorado, mas o da Lauren tbm não faz nada!

Todos conhecemos o namorado dela, é um rapaz da igreja tbm, gente boa, mas é daqueles que tentam se manter santos. Lauren comentou que não fazia muito com o namorado, a surpresa foi ela revelar que se masturbava…

– o que? Então vc se toca é? Perguntou a Pamela.

– sim, de vez em quando!

Todas ficaram nessa zoação até que chegou minha vez…

– e vc irmão, nós já sabemos que vc não é como os outros? Disse Pamela.

– Como assim, não sou como os outros? Perguntei.

– Ah, o sr. fala de sexo abertamente, nem parece que é crente, e o Sr. tá aqui com quatro meninas só de bikini!

– Gente, eu sou uma pessoa normal, gosto de sexo é claro, como todo mundo!

– Mas o sr. faz muito com sua mulher? Indagou a Raíssa.

A cada pergunta que me faziam, Lauren e Brena faziam cara de surpresa…

– Minha mulher e eu temos uma boa vida sexual, fazemos bastante se é o que querem saber!

– E ela gosta de fazer com o sr.? Perguntou Raissa.

– sim, bastante!

E eis que Pamela pergunta…

– vc já traiu ela?

– Olha, não sei se vcs vão gostar da resposta! Falei.

Nessa hora Brena e Lauren ficam em choque…

– vc já traiu sua mulher!!! Diz Lauren levando a mão na boca.

– Digamos que ela e eu temos um relacionamento aberto!

– Eu sabia, sabia que vc era diferente! Diz Pamela.

– Nós gostamos de sexo, e contanto que sejamos honestos tá tudo bem!

Gente, eu passei uns minutos explicando pra elas, o ar de surpresa foi inevitável e eu sabia que aquilo podia ser um caminho sem volta…

– Meninas, antes que vcs pensem maldade, eu não convidei vcs aqui tentar algo com vcs!
Elas se olharam…

– Eu só acho que essa vida de evangélico é meio maçante, conheço vários ali da igreja que pulam a cerca e não vou ser hipócrita e criticar, todos tem suas razões!

Nisso Pamela já começa e me olhar diferente…

– Eu quero que vcs tenham uma tarde agradável s se preocupar se vão falar isso ou aquilo de vcs!

– é, mas fez questão de comprar bikinis pra gente! Disse Raíssa.

– Se vc quiser pode me devolver quando formos embora! Falei rindo.

– Nada, irmão, ela adorou o dela, tá toda periguete e tá adorando! Falou Pamela.

Nisso a conversa rapidamente voltou pra mim…

– Mas conta, irmão, vc já ficou com alguma novinha? Perguntou Pamela.

– Muitas! Respondi.

– vc gosta de pegar as novinhas!? Completou ela.

– Ah, as novinhas assim como vcs tem seu valor, geralmente são as que mais se divertem por conta da pouca experiência!

– Como assim? Perguntou Lauren.

– Bom, eu sei que mesmo vcs já tendo transado é provável que nem tenham gostado, sei que provavelmente ainda não chegaram a ter um orgasmo com os parceiros de vcs!

Nessa hora notei nela um certo descontentamento, as outras foram logo falando que realmente não tinham gozado, tudo ficou meio estranho nessa hora, até que Pamela solta…

– Realmente, os meninos que fiquei não me fizeram gozar, foi até bom, mas eu não cheguei lá!

– Eu imagino! Falei.

Nisso a conversa deu uma pausa e fomos almoçar, depois de comer Raíssa e Laurem foram descansar, eu voltei pra água e logo vieram Pamela e Brena…

– Aí irmão Beto, só o sr. pra fazer a gente falar essas abobrinhas! Disse Pamela.

– é bom pra descontrair! Falei.

– O bom é que o Sr. não é que nem aqueles caras babões que fica secando a gente!

– Eu quero que vcs fiquem à vontade! Falei com tom safado.

– Eu morro de vergonha de ficar de bikini, mas aqui é tranquilo! Disse Brena!

– vc pode ficar até sem se quiser! Falei dando uma piscada!

– Hum engraçadinho! Exclamou ela.

Nisso Pamela fala…

– Posso fazer topless? Promete que não vai me agarrar?

– Bom, aí já é outra história! Disse eu.

– O irmão tá doido pra ver as novinhas peladas né!?

– Nem precisa, ver vcs de bikini já é uma delícia!

Elas riram e pra minha surpresa Pamela convida a Brena pra tirar a parte de cima…

– Não Pam, vc tá é louca! Disse ela com um tom relutante.

– Eu tiro se vc tirar! Disse ela.

Esse foi o momento que a coisa saiu do controle…

– Eu tiro, mas só se o irmão virar de costas!

– Vira irmão, que a gente vai tirar!

– Tão falando sério? Indaguei!

– Vira logo! Disse a Brena.

Virei de costas pra elas…

– Meu deus, não acredito que vou fazer isso! Disse a Brena.

Na hora eu fiz que ia olhar e elas quase juntas disseram “não olha” …

– Aí não dá né, gente, vou ficar de costas pra vcs o resto do dia?! Falei.

– Espera aí! Disse a Pamela.

Nessa hora, sinto ela me abraçar pelas costas, meu pau deu um salto quando senti os seios dela nas minhas costas…

– sim, amiga e eu? Perguntou Brena.

– Vem, abraça a gente!

Nisso Brena se aproximou e senti as mãos dela passar na minha cintura, estava uma de cada lado das minhas costas, eu nem podia acreditar que aquilo estava acontecendo, fui andando de costas até chegar na borda e encostar na parede, ficamos os três agarrados, passei a mão nas pernas das duas e a sensação foi maravilhosa… Pamela tinha a pele macia e as coxas durinhas, Brena é mais corpulenta e os seios maiores se espremiam nas minhas costas…

– Meu deus, ninguém pode saber disso! Disse Brena.

– Relaxa amiga, o irmão não vai contar pro seu namorado, né irmão?

– Ninguém ía acreditar que to levando peitada de vcs duas! Falei sacana.

Levei minhas mãos nas bundas delas e dei uma apalpada…

– Olha essa mão boba! Disse Brena.

– é minha recompensa por deixar vcs abusarem de mim!

Nisso a Pamela começou a alisar meu peito, peguei a mão dela e coloquei em cima do meu pau…

– Nossa, isso tudo é seu, irmão Beto?!

– Pode ser seu! Falei apalpando a bunda dela.

Comecei a puxar elas pela bunda fazendo as bocetas esfregarem no meu corpo, senti as duas ficarem molinhas e a Brena ainda se ajeitou encaixando a boceta em mim, elas ficaram em silêncio com aquela sarração, logo o tesão começou a falar mais alto e a Brena beijou meu ombro, no ritmo das esfregadas, Pamela começou a beijar minha orelha e eu soube que não ia mais ter volta…virei o rosto pra ela e taquei um beijo, Brena se atracou em mim se esfregando, o seio direito dela saltou pra frente do meu braço, vi pela primeira vez aquele biquinho eriçado. Nesse momento virei de frente para as duas e iniciamos uma gostosa pegação, agarrei nos seios da Pam e comecei a beijar a Brena, que boquinha macia, o beijo dela era lascivo e ela murmurava baixinho enquanto se esfregava em mim, meu tesão estava a mil e eu estava louco meter naquelas bocetinhas, arrisquei meter a mão na boceta da Pamela mas ela segurou minha mão, depois de algumas tentativas e alguns beijos ela deixou, minha mão abriu caminho pelo lado do bikini e pude sentir os lábios e os pelinhos dela, continuamos nos beijando e ela já massageava meu pau, agarrei os peitos da Brena e iniciei uma mamada, na hora ela amoleceu, parecia ter entrado em transe, nisso consegui me livrar do bikini da Pam que agora totalmente nua se esfregava em mim, as duas pareciam que iam gozar a qualquer momento quando Brena lembrou das meninas que dormiam dentro de casa…

– Vão pegar a gente, meu Deus!

– Aí amiga, isso tá tão bom! Disse Pamela.

– E se elas aparecerem!? Indagou a Brena.

– A gente faz rapidinho! Disse a Pam ofegante.

Eu não queria fazer nada às pressas, não é todo dia que se tem duas novinhas prontas pra liberar a boceta assim.                                                                                                                                                                                                                                                                     Continuei dando uns amassos hora em uma hora em outra, Pamela era mais assanhada, mas a Brena claramente estava com mais tesão, então resolvi dar uma investida mais dura ela…

– Vem cá, vou te mostrar uma coisa! Puxei ela pelas pernas e me encaixei no meio delas, ela trançou as pernas em volta de mim, soltei as amarras do bikini e encaixei meu pau em cima da boceta dela, vi os olhinhos revirarem quando a cabeça encaixou na portinha, suspendi o corpo dela e fiz força pra baixo, aquela boceta foi descendo abocanhando meu pau, ela franzia o rosto e num solavanco mais forte enterrei o pau nela, ela tapou a boca pra abafar o gemido, comecei a beijar o pescoço e a orelha dela enfiando o pau naquela boceta quente, segurei ela pela bunda e mandei ver, era incrível como aquela gordinha conseguia se abrir, eu havia encostado ela na parede segurando as pernas dela nos meus ombros, foram uns cinco minutos bombando com ela se contendo pra não gemer, quando de repente ouvimos um barulho vindo de dentro da casa, nos soltamos rápido entrando na agua até o pescoço, felizmente foi só o vento que derrubou as coisas da mesa, e ficamos um tempo olhando pra ver se não vinha ninguém até o susto passar… Quando dei por mim elas já tinham colocado os bikinis de volta, ficamos ali abraçados dando uns amassos e logo a Lauren vara de dentro da casa com uma cara amassada…

– vcs ainda estão na água?

– Estamos, amiga! Disse Brena.

Ela caminhou até a borda e se sentou com os pés na água, nos três disfarçamos e infelizmente não deu pra continuar. Minutos depois sai a Raíssa e se junta a nós…

Eu estava em êxtase ainda, mal acreditava no que tinha rolado, mas confesso que fiquei decepcionado por não ter terminado a brincadeira, ficamos de cochicho, nem Lauren nem Raíssa perceberam nada.

Depois de mais um tempo estava dando a hora de ir embora, saí da piscina pra organizar as coisas e tomar um banho, tal foi minha surpresa ao retornar pra área, todas dentro d'água…

– Meninas, nós temos que ir embora, vão ajeitar as coisas de vcs! Falei.

– Irmão, vem cá, a gente quer te pedir uma coisa! Falou Brena.

– Diga, minha linda, o que eu posso fazer por vossas senhorias?

– A gente quer ficar até amanhã, tem como? 

– Mas vcs não tem que voltar para casa de vcs? Indaguei.

– Temos, mas podemos dar um jeitinho! Completou ela.

– Olha, eu não tenho problema em ficar, minha preocupação é só vcs!

– A gente liga pros nossos pais e fala que vamos pra casa uma da outra!

Olhei desconfiado e perguntei se elas tinham certeza…

– sim, irmão, dá nada não, a gente sempre fica na casa uma da outra! Disse Lauren.

– Boa gente, é com vcs, se quiserem ficar a gente fica, só tenho que comprar mais comida!
E foi assim, gente, que elas decidiram que iriamos ficar até o dia seguinte, e o que rolou naquela noite eu vou contar no próximo conto.

Bom vou terminar esse por aqui mas vou soltar o resto da história logo, espero que tenham se divertido, e até o próximo.

sábado, 19 de novembro de 2022

NOVINHAS EVANGÉLICAS - PARTE 4

 Olá, pessoal, tudo bom com vcs?!

Votando a nossa série de contos, peço novamente perdão pelos contos longos, espero que se divirtam…

Bom, continuando…

Anteriormente relatei a aventura com Débora e Emily, conversando com Débora, ela contou que a Emily não parou de falar no assunto, tinha ficado feliz apesar de sempre comentar que era uma doideira o que fizemos, na conversa até me desculpei com a Débora por não ter dado tanta atenção pra ela, brincou dizendo que eu estava em dívida com ela. Brincando, perguntei quanto ela queria pra me desculpar e ela, safadinha, respondeu que queria 5 orgasmos, falei pra ela que ela ía era me matar, rimos da situação e marcamos um encontro. Eu confesso que estava super empolgado com ela, tanto que transava com minha esposa lembrando da Débora, aquela novinha tinha me acendido um tesão que há tempos não sentia e de bônus ainda tinha me proporcionado a transa com a Emily.

Bom, o que vou contar hoje foi algo que me fez repensar o lance de me envolver com essas meninas, principalmente com a Emily, já fazia um tempo desde a nossa transa no chuveiro e certo dia Débora me contou algo triste e excitante… Ela me contou que a Emily havia falado com a mãe e tinha ido ficar um tempo com a tia, até aí tudo normal, o triste é que o padrasto não parou de cercar ela, Débora relatou que antes dela ir pra casa da tia o padrasto da tinha novamente agarrado ela. Segundo a Emily, o cara a agarrou quando ela saía do banho e dessa vez ele foi até o fim…

– A Emy disse que ele a pegou no banheiro, ela tentou fugir, mas ele bateu nela e fez! Contou Débora.

– Meu deus, e como ela tá?

– Ela foi pra casa da tia, no bairro vizinho, disse que não volta mais pra casa da mãe!
– que triste, ela tem que denunciar!

– Eu falei pra ela, mas ela morre de medo dele, pelo menos ela tá longe, espero que ele deixe ela em paz!

Gente, é triste ver que uma menina tão nova não tem muito apoio, é mais triste pensar que pela condição da família dela ela não possa fazer muita coisa, e eu sei como é esse pessoal evangélico, faz de tudo pra evitar o que eles chamam de escandalizar… Enfim…Emily deu uma sumida até da igreja e Débora falou que elas conversavam mas a Emily tava com síndrome do pânico, ela até perguntou se ela queria vir aqui em casa, mas a Emily respondeu que não queria transar, Débora respondeu que não precisava transar, era só pra tentar pensar em outra coisa, afinal elas eram amigas. Eu disse a ela que era importante o apoio que ela tava dando, mas que ela precisaria de espaço, ela concordou mas percebi a tristeza pela situação…

– Olha, caso vcs queiram vir e espairecer, fiquem à vontade!

Realmente eu me compadeci por ela, é claro que eu gostava da transa, mas era um momento inoportuno, eu não queria que elas se sentissem usadas ainda mais nessas situações…
Passados uns dois dias, Débora manda mensagem e diz que elas vão vir, pelo tom ela parecia tranquila e naquela tarde elas vieram… preparei um lanche, ajeitei a casa pra receber elas e aguardei, logo após o almoço elas chegam, de uniforme e mochila…

– Vcs tão matando aula né!?

– É, mas é por uma boa causa! Disse Débora rindo.

Elas entraram, perguntei como estavam e surpreendentemente Emily parecia bem, estava falante, rindo, zoando com a Débora… fiquei aliviado que pelo menos o clima estava agradável, lanchamos e fomos ver um filme, a coisa estava tão estranhamente normal que nem tocamos no assunto do que rolou com a Emy.

No meio do filme me levantei pra atender uma ligação de trabalho e quando voltei minutos depois, as duas estavam só de calcinha e com a blusa da escola…

– Ah, tão à vontade já?! Falei zoando.

Me deitei do lado delas e fiquei mexendo no celular, de repente a Emily passa por cima de mim e da Débora e deita no meu colo, as duas se ajeitaram passando a perna por cima de mim, fiquei com as duas deitadas uma de cada lado, comecei a alisar as costas delas e não demorou pra Débora me puxar e me beijar, beijei ela enquanto acariciava ambas nas costas, desci a mão até a bundinha da Débora e apertei contra minha coxa, Emily alisava meu peito e começou a beijar meu pescoço, comecei a alternar nas duas e já apalpava as duas bundinhas, ficamos nesse namoro por um tempo até que sinto uma mão no meu pau, era Emily, olhei pra ela e perguntei…

– Vc tem certeza?

Ela acenou que sim e continuou me beijando, ela pegou meu pau de dentro do short e começou a punhetar, Débora olhou rindo…

– Vc quer fazer, amiga, tem certeza?

– Por que vcs ficam me perguntando se eu quero? Perguntou ela dando de ombros.

– É que vc passou por aquilo e achei que não tivesse com cabeça pra isso! Disse a Débora.
Nisso eu olhei pra elas e falei…

– Meninas, deixa eu deixar uma coisa clara, vcs não tem que fazer nada que não queiram, Emy, se vc não tiver à vontade não faça nada!

– Mas que coisa, meu padrasto me abusou, mas eu tô bem, dá pra parar de falar nisso!

Ela falou até com certa indignação, mas continuou, logo de cara eu me senti mal, mas… A carne é fraca… Débora respondeu “tá bom” e Emy completou…

– Com ele foi ruim, mas com vcs é bom! Disse ela se sentando na cama. Fui até ela e beijei, puxei ela pra cima de mim e comecei a dar uns amassos…entramos de vez no modo foda-se… Débora imediatamente vira e fala…

– Dessa vez eu vou primeiro!

– Vai amiga!

Nisso as duas começaram a tirar o resto da roupa, Emily estava mais solta, nem parecia aquela menina tímida da primeira vez…resolvi entrar … mandei as duas se deitarem e cair de boca nas bocetinhas, chupava uma e dedava outra, eu já sabia como a Débora gostava, metia um dedo na boceta e outro na portinha do cuzinho, enquanto chupava a Emily e apertava um dos seios. Logo me deitei e mandei a Débora vir por cima, nós ainda não tínhamos feito nessa posição, ela encaixou o pau na boceta e foi descendo, ela não estava muito melada e a bocetinha dela é pequena, ela desceu até onde deu e fez carinha de dor, peguei ela pela bundinha e comecei a levantar e baixar, quando o pau passava da metade ela parava e franzia o rosto em sinal de dor…

– Tá doendo, amiga? Vai devagar! Disse Emy.

Débora continuava subindo e descendo, eu sentia meu pau pulsar dentro dela, a bocetinha dela começou a babar mais depois de um tempo ela já descia até o talo…

– Emy, minha gatinha, vem, senta-se na minha boca! Mandei.

Ela passou a perna por cima de mim encaixando a boceta bem na minha boca, comecei a beijar e chupar ela, Débora já estava rebolando pra cima e pra baixo num ritmo até rápido enquanto a Emily segurava meu cabelo e puxava minha cabeça pra cima de contra a bocetinha, ela apertava a boceta na ninha cara até me fazendo sufocar, eu estava adorando a sessão de bocetada daquelas duas, eu tentava passar as mãos nelas, logo a Débora já estava cavalgando no meu colo.

Agarrei na cintura dela e puxei ela pra baixo enterrando o pau dentro dela, ela soltou um suspiro forte, eu sabia que ela adorava o pau todo enterrado nela, comecei a movimentar ela pra frente e pra trás, foi quando ela começou a gemer mais forte. Emily saiu de cima de mim e colocou o seio na minha boca, olhei para Débora e quase gozei, ela estava de olhos fechados mordendo o lábio de baixo, com uma mão ela se equilibrava em mim e com a outra apertava o próprio seio… Era uma cena linda… apertei ela pela cintura e acelerei a esfregação com o pau atolado nela, ela começou a ofegar e gemer, eu sabia que ela estava perto de gozar e eu estava doido pra ela esguichar em cima de mim, agarrei pela bundinha dela e aumentei o ritmo…

– Ai, ai, ssshh, ai, vou gozar!

– Vai minha putinha, goza no pau, goza!

Quando disse isso ela gozou se tremendo e gemendo, o esguicho dela até espirrou na minha barriga, segurei ela até o orgasmo terminar e ela caiu em cima de mim…

– Caraca, que doido! Disse Emily.

Débora debruçada em cima de mim falou ofegante…

– Eu te falei, te falei que ele faz eu me mijar!

Emily rindo pergunta…

– Isso é mijo?

– Não Emy, ela tá te zoando, tem mulher que goza assim! Falei pra ela.

– É sempre assim, Débora?

– Não, só com ele!

Emily passou a mão no líquido que estava na minha barriga e cheirou…

– É cheiro de boceta! Falei.

Ela riu de novo…

– Agora sim, vcs podem fazer, eu vou me ressuscitar aqui! Disse Débora virando pro lado e deitando de bruços. Nisso eu catei a Emily e dei outro amasso nela, coloquei ela de quatro e mandei ela empinar a bunda…

– Nossa que raba vc tem!

Caí de boca na boceta dela e tratei de besuntar bastante até o cuzinho, dessa vez pude ver o cuzinho dela, era lindo, um anel redondinho com as preguinhas fazendo um biquinho. Enfiei a pintinha do dedo que entrou fácil…

– Já deu a bundinha, Emy?

– Já, os meninos adoram minha bunda, mas nunca entrou um pau como o seu!

– Ah vc vai adorar!

Nisso Débora vira e fala pra amiga se preparar…

– Não assusta ela, vc adora! Falei.

Nisso me posicionei encaixando na boceta dela e fui forçando, ela soltou um gemido de dor, mas eu contunuei…

– Aiii!!!

– Quer que eu pare? Perguntei.

– Não, mete na minha bocetinha, mete!

Aquilo me surpreendeu, contunuei enfiando até encostar na bunda dela…

– aaahhh, safado, tá me rasgando!

Comecei o vai e vem, ela não lubrificava como a Débora o que deixava a penetração mais dolorosa, besuntei meu pai com saliva e cravei com força, nessa hora ela deu um gemido forte e se empinou tensa…

– É assim que tu gosta né? Maltratando minha bocetinha!

– quer que eu tire, safada?

– não, mete forte, eu sei que tu quer me arregaçar seu safado filho da puta!

Aquilo endureceu meu pau e eu iniciei as estocadas com força, ela começou a gemer e me xingar…

– vai sei tarado, estupra minha boceta!

Gente, eu não sabia o que passava na cabeça dela, parecia que o lance do abuso tinha mexido com ela, pois não parou de me xingar se referindo a isso… E eu entrei na onda…

– toma sua putinha, aguenta a pica, sei que vc gosta!

Bombei forte, dando tapas na bunda dela, ela gemia e mandava eu meter… Acelerei, enfiando firme até o talo…

– vai devagar, ela tá lagrimando! Disse Débora.

– não, continua! Disse ela entre urros e gemidos.

Continuei firme…

– vc gosta, safada? Gosta de ser abusada?

– ahh eu gosto, come sua puta novinha!

Débora fazia cara de surpresa e eu estava metendo na Emily de quatro tão rápido que tive que parar pra respirar…

– bora safado, me come, não é isso que vc quer!

Tornei a enfiar o pau nela e a espancar a bunda dela, depois de mais uns minutos ela começa a gozar…

– tô gozando, caralhoooo!

Continuei metendo, forte até que ela pediu pra parar…

– ai, me deixa respirar!

Porém, eu já estava aceso com os xingamentos dela, eu queria maltratar aquela safadinha…

– o que, respirar? Vc vai levar nesse cuzinho agora!

Ela não tentou sair, apontei a cabeça do pau na portinha e dei um solavanco…

– aaahhhiiihhh, filho da puta, meu cu não!

– Aguenta safada, vc não queria ser estuprada, vou arregaçar esse cuzinho!

Gente, o tesão tomou conta de mim, quando o pau estava na metade puxei a Débora pra segurar a bunda da Emily…

– Segura a raba dela, não a deixa fugir! Débora apertou as nádegas da Emily enquanto me olhava espantada…

– segura a bunda dela que já já é sua vez!

Ela me olhou com cara de preocupação e eu tornei a empurrar, Emily gemia chorosa com as mãos na boca, ela estava com o peito no colchão, vi o rosto dela avermelhado suando e os olhos cheios d'água, de repente sinto o corpo dela amolecer, tentei segurar junto com a Débora, mas ela deu uma apagada e caiu na cama, Débora preocupada foi no rosto dela…

– Emy, amiga, vc tá bem?

– Ela tá bem, tá exausta! Respondi.

– vc matou ela! Disse ela espantada.

– Ela vai ficar bem, vem é sua vez!

– Não, vc vai me estuprar tbm! Disse ela rindo.

– Vou não, vem andar, vira essa bundinha pra mim!

Lentamente ela foi se virando ficando de quatro, ajeitei ela em cima da Emily…

– Vem, fica aqui!

Ela fechou as pernas da Emily e ficou de quatro com o peito colado nas costas da Emily, lambi o reguinho dela a tela a boceta, ela ainda estava meladinha do gozo anterior…

– Não me maltrata, por favor!

– Não amor, com vc é com carinho!

Pincelei a boceta dela, passei uma quantidade generosa de saliva no pau e apontei no cuzinho dela…

– vai minha gatinha, força o cuzinho, força!

Ela deu uma piscadinha no ânus e eu passei a cabeça, o anel se fechou apertando a cabeça do meu pau, segurei na cintura dela e fui fazendo pressão, aos poucos o pau foi entrando, sentia o cuzinho dela agasalhando meu pau centímetro a centímetro, quando estava quase todo dentro ela já estava rebolando devagarinho… Eu amava sentir ela por dentro, o reto dela agasalha meu pau inteiro, apesar dela não ser tão encorpada como a Emy, aquele cu é meu favorito… Logo eu já deslisava macio pra dentro dela, puxei ela pelo cabelo, agarrando pela cintura, ela ficou empinada parecendo um berimbau, iniciei o vai vem compassado, entrando e saindo do cuzinho dela, o anel se abria e se fechava com meu pau deslizando pra dentro e pra fora, logo o ritmo já estava delicioso, meu pau sendo massageado daquele jeito não ia durar muito sem gozar, felizmente ela ainda conseguiu gozar antes de mim…

 Gemendo com uma vozinha fina elas começaram a se tremer e veio o esguicho, não parei de bombar até soltar todo o gozo dentro dela…

Caímos os dois na cama, ela meio que por cima da Emily que já estava de olhos abertos…

– Vcs são mesmo dois doidos! Disse a Emily baixinho.

– vc tá bem, amiga!? Perguntou Débora.

– tô ótima, minha bunda dói mas tô bem!

Depois de nos recompor fomos tomar um banho, foi então que vi as marcas das palmadas na bunda da Emily, Débora apontou espantada pra a bunda dela, dizendo…

– caraca, Emy, sua bunda tá um caco!

– Ninguém vai ver!

Pedi desculpas a ela e pra minha surpresa ela me abraça e me beija…

– Eu adorei, quero sempre que vc faça forte comigo!

– Ai ai, vc vai precisar de outra bunda! Exclamou a Débora.

Elas riram e eu meio que me senti culpado, porém eu entendia a situação… Emily era do tipo que gostava de sexo bruto… Tempo depois quando transamos só eu e ela, ela me confidenciou que de uma forma estranha ela tinha gostado do que o padrasto fez com ela, ela comentou que se sentiu violada, mas depois, quando estava na casa da tia, começou a sentir tesão quando lembrava e por isso tinha pedido pra mim a maltratar…

Depois dessa transa, Débora me indagou se eu curtia o sexo selvagem daquele jeito, respondi que sim mas dependia da situação. Eu tive outras transas com a Emily mas não repetimos mais o sexo a três, sentia que ela gostava de exclusividade, tanto que começo a combinar de me ver só ela, sem a Débora, elas conversam, mas ela sempre colocava uma dificuldade pra vir as duas juntas e é claro que eu não ligava pra isso, até hoje mantemos nossas transas separadas, e pedlo que tenho percebido a Emily tem se transformado numa puta na cama, o que é muito bom.

O triste é que até agora não consegui realizar a fantasia de ficar com as duas com aquelas roupinhas sexys, mas quem sabe no futuro. Por enquanto tô ensinando a Débora a curtir una brinquedinhos, comorei pra ela uns acessórios, mas vou contar no próximo relato!

Boa gente, espero que tenham se divertido!

Abraços e até o próximo.

sexta-feira, 18 de novembro de 2022

NOVINHAS EVANGÉLICAS - PARTE 3

 Olá, pessoal, tudo bom com vcs?!

Eu sou Beto, tenho 36 anos e vamos continuar nossa sequência dos relatos sobre as novinhas da igreja.

Boa gente, de antemão gostaria de me desculpar pelos contos longos, infelizmente os detalhes acabam sendo relevantes e não teria como contar as coisas sem passar por eles… sem demora, vamos lá!

Depois das primeiras transas com Débora, a coisa até que evoluiu bem rápido, não demorou pra que ela começasse a se soltar, alguns dias depois da gente ter feito sexo anal continuamos mantendo contato, principalmente pelo zap, conversávamos todos os dias, e o interessante foi que mesmo ela tendo descoberto o sexo de forma mais prazerosa, ela continuou mantendo a mesma serenidade, confesso que eu tinha receio dela se empolgar e a coisa sair do controle, os dias se passaram e em meio as conversas sempre rolava o papo de sexo, ela me relatava como estava sendo chato o sexo com o namoradinho e lógico que eu me aproveitava disso, sempre que a conversa chegava nesse ponto eu incitava e acabávamos nos encontrando, e o legal foi que ela acostumou com a forma que fazíamos, ela gostava de ser dominada, gostava que eu conduzisse, ainda que o sexo fosse bem carinhoso, de vez em quando eu dava uma maltratada nela, metia forte, dava tapas na bundinha dela e falava muita putaria, isso excitava ela, foi aí que percebi o problema dela com o namorado… Ele era do tipo que só ia no papai-mamãe e ela havia gostado de ser coordenada… Certo dia falei pra ela que ela precisaria tomar as rédeas caso quisesse que o sexo com ele melhorasse, ela só respondia “pois é” sem muito entusiasmo.

E foi numa dessas conversas que o lance com a Emily começou… Ela comentou que a Emíly ficava boquiaberta quando ela falava as coisas que fazíamos, então indaguei…

– Você não acha perigoso ficar falando pra ela essas coisas?

– Sim, mas confio nela, somos amigas há tempos!

– Mesmo assim, toma cuidado, vc sabe que pode complicar nós dois!

– Relaxa irmão Beto, a Emy é bem safadinha também, ela mesma me pergunta e eu sei que ela sente vontade!

– Vontade de que, transar?

– Sim e não, digo sobre ter uma boa transa, ela já faz, mas é que nem eu era, ela não gosta, e as outras amigas dela ficam metendo pilha nela pra ela fazer com os caras!

– Outros caras, quantos são, rsrs?

– Os meninos da escola, eles de vez em quando fazem umas festinhas só pra transar com as meninas!

– Entendo!

– Só que eles são quase todos assim, a Emy contou que só gostou de um cara, um menino do 3º ano, dizendo ela que foi o único que ela teve prazer!

Aquela conversa estava me excitando, Emily é uma moreninha de 15 anos, com corpo bem-feito, quadril largo, seios redondinhos e carinha de ninfeta, apesar de ser mais gostosinha que a Débora, ela aparentava ser mais tímida, ela falava pouco e geralmente depois das atividades da igreja ela ia embora, não ficava batendo papo como os outros meninos e meninas. Eu notava os olhares dos caras mais velhos pra ela, mas nunca imaginei que ela estivesse transando… enfim…

Certa tarde, eu tinha marcado de ficar com a Débora, quase perto do horário de nos encontrar ela me passa mensagem dizendo que não ia dar, perguntei o que tinha acontecido…

– Nada demais, irmão, é que a Emy tá com uns problemas e pediu pra vir aqui pra casa, tá rolando umas cagadas na casa dela!

– Bom, se eu puder ajudar em algo!

– Tá de boa, estou esperando-a chegar pra gente conversar!

Fiquei meio decepcionado, mas concordei, não queria forçar nada e tratei de voltar pro trabalho… Horas depois ela passa mensagem perguntando se elas poderiam me visitar…

– Você e a Emily?

– Sim, a gente tem até a hora da saída da escola, matamos aula e não dá pra ficar em casa e a gente não quer ficar na rua!

– Ah sim, podem vir!

Quando elas chegaram eu fiz um lanche e fomos conversar, logo de cara Débora falou mil abobrinhas enquanto Emily só ria, nesse momento notei que ela estava cabisbaixa e não tirava o olho do lanche…

– Emily, sei que vc tá com fome, fica à vontade! Falei levantando-se, enquanto fui a sala desligar o PC, ouvi os cochichos das duas…

– Vocês querem me dizer algo? Falei olhando sério para as duas.

– É, a gente queria conversar sobre uma coisa! Disse Débora.

Fiquei um pouco apreensivo, mas pedi que elas dissessem…

– Assim, irmão, em casa tá rolando umas coisas ruins! Disse Emily.

– Não posso ajudar se não me disser! Respondi, ela parecia desconfortável então Débora continuou…

– É que o padrasto dela não se dá bem com ela e ontem ele a agarrou e apalpou, não foi amiga?!

Emiliy acenou que sim enquanto bebia água. Fiquei surpreso com aquilo era algo complicado e eu não sabia bem o que dizer…

– Ele é nojento, sempre fica me olhando, ontem ele me brigou e acabou fazendo isso!

– O que ele fez? Perguntei.

– Ele me agarrou por trás quando eu estava lavando louça e pegou nos meus seios, eu tentei sair, mas ele é mais forte, aí brigou comigo me xingando de safada e um monte de coisa!

– Emily, e sua mãe, você conversa com ela, ela sabe que vocês não se dão bem?

– Sabe irmão, a mãe dela nem para em casa e quando tá ela se tranca no quarto com ele!

É pessoal, eu entendi naquela hora a situação dela, todos nós ouvimos falar de famílias assim, a menina estava sem o amparo da mãe e o padrasto estava aproveitando, certamente se ele fizesse algo a mãe dela não iria acreditar, ouvi ela falar sobre a situação dela e mesmo não podendo fazer muita coisa resolvi aconselhar…

– Olha, Emily, isso é complicado, você é nova e sem amparo é difícil, você não tem outro parente que você possa ficar, tipo passar uma temporada longe?

– Minha tia me disse que eu poderia morar com ela, mas não sei!

– Talvez devesse pensar, mas faz as coisas com calma, e se possível, evita seu padrasto!

– Vou tentar ficar fora de casa quando minha mãe não estiver!

Nisso Débora comenta…

– Você pode ir pra minha casa, minha família te adora!

Continuamos conversando e aos poucos ela ficou mais tranquila, logo já estavam falando abobrinha e rindo, nisso eu falei que ia tomar um banho, pois estava trabalhando desde cedo, Débora brincou perguntando se não queria que me desse banho, Emíly fez uma cara de espanto e eu respondi…

– Não, vc vai é me assediar!

Elas riram, nisso eu fui pro banheiro e encostei a porta, logo ouço elas rindo atrás da porta,

 Débora abre a porta e me chama…

– Irmão, a Emily quer te ver!

Emily se esconde e as duas começam na zoeira…

– Vem amiga, olha!

Nisso Emily olha, eu estava me ensaboando, notei ela me olhar de cima a baixo com a mão na boca…

– Vou cobrar pelo show, viu! Falei sorrindo. Meu pau já estava se levantando, virei na direção delas e comecei a ensaboar meu pau e meu saco, Débora olhava fixamente com carinha de safada, ouvi Emily dizer “vcs são doidos”, Débora então diz…

– Quer companhia?

– Só se vierem vcs duas! Respondi.

– Bora amiga, tomar um banho!

– Não, vc tá doida?

– Tá quente, bora, o irmão não vai te agarrar! Diz ela rindo.

Emily olha pra ela com cara de raiva e dá um tapa no ombro dela, as duas ficaram nessa brincadeira e eu continuei me ensaboando, escutei Emily falar baixinho…

– Ele é gato!

– Hum rum, e é gostoso tbm!

– Você é uma doida, safada, amiga!

Nisso Débora começa a tirar a roupa, Emily olhava tudo meio incrédula, quando Débora entrou no chuveiro eu dei espaço pra ela e começamos a conversar, olhamos pra Emilly que aos poucos estava soltando o cabelo e tirando o sapato…

– Emily, se serve de consolo já vi seu corpo nas fotos de lingerie! Falei em tom sacana.

– Meu deus, é mesmo! Ela sacudia a cabeça como quem pensava “o que tô fazendo?”

Quando ela finalmente ficou nua, pude reparar como ela era gostosinha, ela é mais morena que a Débora e o corpo dela não tinha marca de sol, era um moreno todo uniforme, a bunda redonda era empinada emendando os quadris com as coxas, os seios pareciam duas peras, durinhos e com os bicos salientes, um tesão… ela se aproximou tapando os seios e a boceta, no que Débora a puxa pra água…

– Vem menina!

Emily se molhou e eu de longe admirando aqueles corpos novinhos, fazia muito tempo que eu não tinha duas ninfetinhas peladas na minha frente, e amigos acreditem, se nunca ficaram com duas novinhas não vão se arrepender…

As duas ficaram de zoeira e eu com meu pau latejando de tão duro, quando a Emily virou de frente pra mim reparei que ela não se depilava há algum tempo, Débora tratou logo de zoar…

– Amiga, precisa dar uma aparada! Nessa hora eu ri, Emily ficou sem graça…

– Pois é, preciso!

– Emily, tem lâmina aqui vc quer usar? Perguntei já pegando a lâmina pra ela…

– Tenho vergonha de fazer na frente de vcs!

– Deixa disso, amiga, vc já tá nua, vem eu te ajudo!

As duas começaram a passar creme de barbear e fizeram uma zona, começaram a tacar creme uma na outra, eu só olhando aquela prezepada…

– Vem amiga, tira tudo! Disse Débora.

– Não, vai ficar irritado!

– Não amiga, fica bonito!

– Fala isso porque vc não tem tanto pelo!

– Se coçar vc aproveita pra curtir! Disse Débora rindo.

– Ah então vc gosta da coceirinha né!? Falei.

– Eu não tenho muito, mas se eu tirar tudo dá uma coceirinha gostosa! Respondeu Débora!

– Ah safadinha! Respondi.

Nisso Emily lavou a boceta, quando olhei estava meio feio…

– Emily, tá feio, gata, posso te ajudar? Perguntei.

Ela me olhou desconfiada…

– Pode! Respondeu ela reticente.

– Vem, senta-se aqui! Meu banheiro tem uma bancada na lateral, minha esposa e eu mandamos fazer pra usar pra colocar shampoo e outras coisas, mas sempre transávamos ali, era largo e dava pra sentar-se.

Emily sentou e eu a mandei abrir as pernas…

– Abre um pouco as pernas!

– Ai, tenho vergonha!

– Vamos amiga, deixa de onda, abre pra gente passar a gilete!

Ela abriu as pernas e virou o rosto… falei pra ela relaxar, que não ia tocar mais que o necessário… pra falar a verdade eu estava morrendo de tesão e vontade de abocanhar aquela boceta, mas não podia espantar ela…

Peguei o creme de barbear e passei na testa da boceta dela, era bem carnudinha, como ela estava de perna aberta, desci minha mão com o creme pelos lábios até a polpa da bunda dela, notei ela se ajeitar na bancada e respirar fundo… Espalhei o creme com os dedos e comecei a passar o barbeador, ela tinha pelinhos até em cima dos grandes lábios, como ela estava de cabeça virada, aproveitei pra afastar os lábios e deixar bem lisinho, afastei os lábios com os dedos fazendo uma leve pressão no clitóris dela, nesse momento ela fechou os olhos e mordeu os lábios, deixei a virilha e os lábios da boceta dela bem limpinhos, ficou só a pista de pouso na testa da boceta, Débora percebendo que ela estava excitada vem e fala…

– Ah amiga, agora que seu padrasto vai querer te comer!

Eu continuei passando os dedos no pinguelo dela, a essa altura já estava bem inchadinho, ela colocou os pés na bancada ficando totalmente arreganhada… Gente, que cena linda, os lábios dela eram fechadinhos e o pinguelo ficava com a pontinha pra fora dando língua, parecia uma virgem…

– Pronto, se lava pra tirar o creme! Falei.

Ela levantou tímida e foi se lavar, nisso meu pau encostou na Débora

– Olha amiga, como vc deixou o irmão!

Debora pegou no meu pau e começou a alisar, punhetando de leve.

– Vc aguenta ele todo? Perguntou Emily.

– Aguenta chorando, mas aguenta! Falei.

Débora me deu um tapa no ombro

– É ótimo amiga, vc tem que experimentar!

Pronto, essa foi a deixa, eu já estava em ponto de bala com aquelas duas, e a Débora já vinha plantando a semente de transarmos a três…

– Irmão Beto, mostra pra ela!

– Vc quer, Emily?

Tadinha, nessa hora ela ficou encurralada, não sabia o que responder, mas eu tinha visto que ela se excitou quando estava depilando-a…

– Gente, não, vcs tão doidos, eu nem acredito que to aqui nua tomando banho na frente de vcs!

– Ah, eu sei que tu já transaste na frente da Pâmela! Pâmela era uma das novatas que estavam na igreja, outra safadinha, mas depois eu conto sobre ela…

– É, mas ela não ficou me olhando!

Nessa hora resolvi tomar as rédeas da coisa…

– Já sei, Débora, senta-se junto com ela aqui, assim vcs não ficam de frente uma pra outra!

Coloquei as duas sentadas lados a lado na bancada e assim fizeram, Emily ainda estava relutante, mas eu não ia deixar a oportunidade passar…

Comecei dando um beijo nela, de cara ela estava tímida, mas logo cedeu, começamos a nos beijar e eu tratei de passar a mão naquele corpinho, aquela moreninha era um tesão, logo já estava num amasso forte, ela segurava minha cabeça, eu me abaixei e tentei colar o corpo nela, esfregando o pau na bocetinha dela, passeia alternar os beijos entre ela e Débora, levei a mão na boceta da Débora que já estava melada. Débora começou a gemer baixinho com meu dedo na boceta, aquilo deu uma injeção de ânimo na Emily que apertou minha bunda e puxou contra ela, nós estávamos molhados, mas pude sentir a boceta dela melar, era gostoso sentir a boceta dela quentinha na minha pélvis, de repente meu pau encaixou na entradinha da boceta dela, ela olhou pra baixo e disse…

– É grande, vai com calma!

– Relaxa, ainda não é essa parte!

Me abaixei entre as pernas dela e comecei a lamber a virilha dela, ia de baixo pra cima chegando cada vez mais perto dos lábios, passei minha língua de baixo pra cima na racha dela e quando passou no pinguelo ela soltou um “ssssrrr”…

– é gostoso, amiga, vc vai amar! Disse Débora.

Abocanhei os lábios da boceta dela massageando o pinguelo dela com a língua, ela começou a gemer baixinho e meu tesão foi a mil quando ela colocou os pés na bancada e puxou minha cabeça, a boceta dela colou na minha cara, levei a ponta do dedo na entradinha dela e comecei a fazer pressão na entradinha, sem enfiar, pegava o liquido que escorria dela e besuntava até o cuzinho, o ânus dela parecia um botãozinho escondido entre as polpas da bunda, soltei a boceta da Débora e levei a mão no seio da Emily, o bico estava durinho, quando ela estava entregue, enfiei o dedo inteiro na boceta dela e fui de boca no seio, senti ela se ajeitar na bancada, se segurando em mim, iniciei o vai e vem com o dedo na grutinha dela no mesmo compasso da chupada no peito, ela começou a beijar minha cabeça e gemer baixinho… Beijei ela na boca e fui descendo pelo pescoço…

– Tá gostoso, minha gatinha? Falei no ouvido dela.

Ela acenou que sim com a cabeça…

– Vc é uma delícia, gatinha, merece ter todo prazer do mundo!

Ela me olhou com uma carinha quase de choro e eu tornei a beijar ela, Débora passava a mão no meu cabelo…

– Eu falei, Emy, que vc ía gostar!

Fui até a Débora e dei um beijo, ficamos nessas de alternar os beijos, as duas estavam coladas uma na outra que eu podia abraçar as duas e foi o que eu fiz, pegava nos seios das duas e alternava os beijos de uma pra outra, eu estava literalmente no paraíso… Duas novinhas se deliciando com os beijos e dedadas, gemendo manhosamente enquanto eu bolinava as bocetinhas… Logo a Emily já me puxava pra ela, parecia querer levar pica logo, eu queria fazer ela gozar então me concentrei nela…

Coloquei o pau apontado na boceta dela, beijava e acariciava o corpo dela, a cada suspiro eu forçava o pau pra dentro, quando olhei a cabeça já tinha passado, mas o resto do pau estava todo pra fora, ela me olhava com carinha de choro…

– Quer continuar, gatinha?

– Hum rum!

Comecei a penetrar devagar, senti a boceta dela agasalhar meu pau, a primeira parte do pau deslisou macio, mas quando chegou na metade ela me parou…

– Tá doendo!

– Calma, vc vai acostumar-se! Voltei a beijar ela e forçar o pau pra dentro, apesar do meu pau não ser gigante era grande comparado aos dos meninos que ela tinha ficado. Logo ela começou a gemer mais forte com as estocadas e meu pau já entrava quase todo, quando ela amoleceu enfiei sem dó, ela deu um salto pra trás, mas segurei pela cintura e cravei…

– ahhhhiiiihhh!

– Isso amiga, já foi todo! Disse Débora.

Ela me agarrou pelas costas e eu segurei pelas pernas arreganhado ela contra a parede, ergui meu corpo deixando-a quase pendurada pela boceta, com o pau todo dentro dela comecei a movimentar ela deixando o peso dela fazer pressão pra baixo, meu pau estava duraço e ela gemia, quando o corpo dela descia e pressionava nossas pélvis ela soltava um gemido mais forte. Eu estava me segurando pra não gozar, depois de vários minutos metendo nela na pressão ela coloca o rosto no meu pescoço e começa a gemer mais alto…

– Isso minha princesa, pode gemer gostoso!

Ela atracou em mim como um carrapato e começou a gozar…

– ahhhh! Para por favor, deixa eu respirar!

Fui soltando-a devagar ajeitando pra não cair da bancada, ela estava exausta e minha pernas estavam bambas pela posição, quando saquei o pau fora tinha um filete de sangue…

– Cara, vc tirou a virgindade dela de novo! Disse Débora rindo.

Emily só tinha forças pra acenar. Eu levantei pra me esticar e fui me molhar, Débora puxou a amiga pra tomar banho…

– E aí amiga, é bom né!

– Eu tô morta e dolorida!

– Agora vc sabe como é!

– É maravilhoso!

Tomamos banho e aproveitei pra sarrar as duas de novo, eu não tinha gozado e meu pau ainda estava babando de tesão, puxei a Débora pelas ancas e encostei ela na parede, ela empinou a bundinha e comecei a meter nela, Emíly veio pro meu lado e me beijou, como a Débora é mais magrinha meu pau ia fundo nela mesmo de costas, ela gemia e mandava eu meter…

– Não vou aguentar segurar, amor! Falei no ouvido dela.

– Goza pra mim!

Acelerei as metidas e não me segurando tirei o pau punhetando e gozei na bundinha dela, puxei a Emily pela cintura e ainda dei umas esguichadas na barriga dela.

Gente, eu não sei descrever a sensação que tive, sim eu já tinha ficado com duas mulheres, mas a forma como isso estava acontecendo era muito prazerosa… Terminamos o banho e só então me dei conta que tinha passado quase duas horas da gente naquela brincadeira, depois disso ainda fomos assistir filme, elas ficaram de bobeira em casa até dar a hora de irem, eu não consegui mais trabalhar, toda hora uma vinha e me agarrava, as duas ficaram à tarde só de calcinha, num dado momento brinquei com elas dizendo que na próxima era pra elas trazerem as roupinhas…

– rum, da última vez que eu trouxe vc me comeu por trás!

Nisso Emily faz uma cara de susto…

– Vcs fizeram por trás e vc aguentou, amiga, eu quase morro pela frente!

– vc tá por fora, Débora implorou pra não dar a bundinha, mas depois só faltou se acabar de gozar! Falei zoando a Débora.

– Não sei se tenho coragem! Disse Emily.

– vc vai ficar viciada! Disse a Débora.

Passei o resto da tarde falando abobrinhas e sarrando uma e outra, quando deu a hora eu fui levar elas até próximo das casas delas. E é claro que a coisa se repetiu, mas isso vou contar no próximo conto, esse já tá super longo.

Boa gente, mais uma vez espero que tenham se divertido, no próximo eu conto o que rolou.
Abraços.

quarta-feira, 16 de novembro de 2022

NOVINHAS EVANGÉLICAS - PARTE 2

 Olá, pessoal, tudo bom com vcs?!

Meu nome é Beto e vamos a continuação dessa sessão de relatos, se possível leiam a parte 1 desse conto.

Bom… Os dias seguiram com certa normalidade, quase nada fora do comum rolou, exceto pelas conversas do zap, minha esposa retornou de viagem e acabou calhando de a empresa dela solicitar que ela supervisionasse um projeto qualquer em outra filial, isso a tiraria de casa por alguns dias da semana, confesso que não curti muito, mas trabalho é trabalho, e confesso que estava ansioso pra ver o desenrolar da história com as meninas, durante a semana que dividia entre trabalho, as idas a igreja e cuidar da casa, Carol sempre passava msg, até mandava una nudes, eu achava que ela ia aproveitar pra sair com alguém mas não rolou, o fato é que eu estava com tempo sozinho e queria, na verdade eu precisava, dar umas escapadas, as coisas entre Carol e eu andavam meio mornas, enfim…

Débora me contou que falou pra Emilly o que tínhamos feito, até notei o olhar dela diferente pra mim, mas não passou disso. Eu perguntei o que ela tinha dito e, ela disse que falou dos detalhes e como tinha gozado pela primeira vez, aquela conversa me excitava bastante, confesso que bati muita punheta lembrando dela e principalmente com as fotos dela de lingerie… numa conversa, falei pra ela que queria ela vestida sensual, ela parecia empolgada, mas nada acontecia. Eu resolvi deixar de mão naquele momento, eis que a safadinha me chama no zap dizendo que tinha ficado com o namoradinho…fiquei meio decepcionado, mas fazer o que…deixei ela a vontade pra contar…

– Irmão Beto, foi estranho, eu queria sentir o gozo de novo, mas não deu!

– Mas o que rolou? Perguntei.

– A gente estava na casa dele e fomos fazer, eu queria que ele me chupasse, mas não queria pedir, aí a gente fez como sempre, ele fez comigo e depois que a acabou, acabou!

– Mal que eu te pergunte, que posição vcs fazem?

– Eu me deito, ele vem por cima de mim e só!

Na hora entendi o problema dela… é o problema de muitos caras, botam pra dentro e mandam ver…. Comentei com ela que ela deveria tentar ficar por cima pra tentar controlar…

– Aí eu tenho um pouco de vergonha!

– Deixa disso, vocês já tão fazendo, só fica ligada por ele não gozar dentro de você!

– A gente usa camisinha!

– Bom, então cuidado pra não fazer ele gozar rápido, rsrs!

– Eu tenho vergonha dele perguntar onde eu aprendo essas coisas!

– Quanto a isso não posso te ajudar, e de qualquer forma homem gosta dessa safadeza, aposto que ele vai gostar!

A conversa ficou nisso, meu namorado isso, meu namorado aquilo, eu já estava puto então só concordava, até que surgiu o assunto das lingeries…

– Ei, será se ele vai gostar das lingeries?

– Com certeza, caso ele não goste você vem usar pra mim que eu gosto, rsrs!

– Ai, irmão, posso confessar uma coisa?

– Sim, claro!

– Tenho medo de gostar muito de vc, vc é casado e tal!

– Olha, Débora, vou confessar uma coisa, minha mulher e eu temos uma relação aberta, nós temos liberdade de ficar com outras pessoas contanto que haja consentimento!

Ela mandou uma carinha espantada…

– Meu deus, ela sabe da gente?

– Ainda não, mas eu pretendo contar na hora certa, sempre falamos um pro outro!

– E pq não falou ainda?

– Pq a gente tem brigado por outros motivos e o trato é a gente combinar de ficar com outras pessoas, estou esperando surgir algo pra ela e então falar de vc!

– Meu deus, vcs são loucos!

– Não é diferente de vc ficar comigo e seu namorado, vc não gosta dele?

– Gosto!

– Então, comigo é só sexo, é prazer, com ele vc tem um relacionamento!

Ela ficou surpresa com a conversa, mas meio que entendeu…ela ficou um tempo sem tocar no assunto, e voltou ao lance do sexo…

– Sabe, eu gostei muito de fazer com vc, queria de novo, mas tenho medo!

Nesses anos de vida aprendi que é bom deixar a mulher fazer as coisas no tempo dela, e foi o que aconteceu…

Passados mais alguns dias ela me chama na saída da igreja e diz que quer repetir… Dessa vez não a deixei pensar muito, numa tarde passei msg pra ela chamando-a pra minha casa, disse pra ela matar aula e vir…

– Não dá, e se meu pai me buscar na escola?

– Vc diz que saiu mais cedo e o ônibus demorou no engarrafamento, sei lá inventa algo!
Ela negou de novo, mas minutos depois estava na porta de casa, de uniforme e mochila…

– Vem entra!

– Cara, vou me complicar!

– Vc costuma ir a algum lugar depois da escola?

– Pra casa da Emy, mas tenho que avisar antes!

– Liga pra sua família e avisa que vai pra casa da Emy, e liga pra Emilly confirmar caso perguntem!

– Diz que vc tá comigo, ela não já sabe?

– Caraca! que doidera!

Ela ligou pros envolvidos e combinou a história, disse que a Emily a chamou de doida, mas concordou.

Bom, com tudo combinado fomos ao que interessa… Dessa vez fomos pra cama, ficamos de amasso e eu comecei a tirar a roupa dela, quando ela estava só de calcinha ela para e diz…

– Ei, eu trouxe!

– O que?

Ela foi até a mochila e pegou o conjunto colegial, foi no banheiro e vestiu… Gente, que visão, uma ninfetinha de roupinha colegial, ela prendeu o cabelo de lado, ficou um tesão, apesar dela ser magrinha e pequena, meu pau foi a mil…

– Hoje sua lição vai ser de como gozar na pica!

Puxei ela pra mim, demos um bom amasso até que ela pediu…

– Faz comigo logo, vc tá me matando!

Puxei ela pra beira da cama, abrindo as pernas dela, afastei a minúscula calcinha e cai de boca, ela passou uma perna em cima do meu ombro e começou a esfregar a bocetinha na minha boca, era incrível como ela melava, tratei de chupar e enfiar a língua naquela grutinha, quando a língua a entrava dava um gemidinho. Coloquei ela de frango assado e passei a língua do cuzinho até a testa da boceta, nessa hora ela teve um espasmo, nunca tinha levado uma linguada no cuzinho, repeti as lambidas besuntando bem o cuzinho e a boceta, cada lambida era um gemido, não demorou e ela contraiu as pernas e gozou, dessa vez sem esguichar mas escorreu muito mel na minha boca, antes dela terminar de gozar eu cravei o pau naquela bocetinha, enterrei o pau e ela soltou um urro, fiquei parado e ela começou a tentar rebolar, segurei pela bundinha dela como da primeira vez e comecei a meter compassadamente, nessa posição ela estava arreganhada com os joelhos quase nos ombros, cada metida fazia ela se contorcer e gemer, meu pau chegava a doer com a pressão da bocetinha apertada dela…

– Ai, ai, vou gozar de novo, não para, não para! Dizia ela ofegante.

Eu meti o pau todo de novo e bombei fazendo pressão, sentia ela contrair a boceta e depois de alguns minutos de esfregação veio o esguicho quente… Dessa vez saí dela e caí de boca naquela meladeira, quase gozei olhando-a se tremer e se tremer, ela pegou no meu cabelo afastando minha cabeça….

– Aí, péra, deixa eu terminar!

Gente, só quem já transou com uma ninfetinha sabe o tesão que dá ver ela gozando… Ela se deitou de lado ofegante, deitei-me com ela e continuei beijando e alisando o corpo dela, ela estava um verdadeiro tesão naquela roupa… Eu estava numa agonia só, ainda não tinha gozado e claro que eu queria mais, tínhamos a tarde toda e não ia deixar de usufruir daquela ninfeta…

Depois que ela se recuperou, fomos pra cozinha, ela bebeu água e começou a conversar…

– Cara, isso é muito doido!

– Que bom que tá gostando, ainda tem mais coisa ora te mostrar!

– Tem é!? O que mais vc vai fazer comigo? Perguntou ela com carinha de safada.

Puxei ela pra mim a falei no ouvido dela…

– Eu vi que você ficou toda acesa quando passei a língua no seu cuzinho, vou brincar com ele!

– Você quer me comer por trás é?! Mas não vai não!

– Vamos ver!

– Doeu quando você colocou na frente, imagina atrás!

– Vem cá, deixa eu te mostrar uma coisa!

Coloquei ela sentada na cadeira e me abaixei pra chupar ela, ela estava sensível e foi fácil excitar ela de novo, comecei chupando a boceta dela, o cuzinho já estava meladinho do gozo anterior, tratei de passar a língua e ela gemia baixinho respirando forte…

– Está vendo como é bom?

– É gostoso, mas seu pau é grande pra colocar aí!

Voltei a chupar a boceta dela e dessa vez comecei a alisar o cuzinho dela, esse sim era virgem, enfiei só a pontinha do dedo e massageava o anelzinho, ela gemia e segurava minha cabeça, aos poucos fui besuntando o cuzinho dela com saliva, logo a pontinha do dedo entrava fácil, fui tentando meter cada vez mais, sempre chupando a boceta dela no mesmo ritmo, de vez em quando passava a língua no reguinho dela, mas a posição não ajudava carreguei ela pra cama de novo e coloquei ela de quatro…

– Empina a bundinha pra mim!

Ela se empinou como pôde, comecei a beijar as nádegas dela, mordiscando as bochechas da bunda, coloquei os dedos na boceta dela massageando por dentro e com o polegar pressionava o cuzinho, ela colou o rosto no colchão se empinando ainda mais, apontei o pau na boceta e meti devagar, finalmente pude ver como os lábios se alargavam abocanhando meu pau, aumentei o ritmo e coloquei a pontinha do dedo no cuzinho dela, com o ritmo das estocadas ela nem percebeu que meu dedo estava todo no cuzinho, passei um tempo alargando aquele anel, sabia que meu pau ia sofrer pra entrar, ela estava bem melada, gemia que nem uma gata no cio…

Posicionei a cabeça na portinha do cuzinho dela, na hora ela protestou…

– Por favor, não! Vai me machucar!

– Calma, eu já machuquei você?

– Não, mas vai doer!

– Você vai sentir um ardor, sente meu dedo entrar?

– Hum rum!

– Vai ser assim, só que mais apertado!

Tornei a empurrar a cabeça, como estava bem melado, o anelzinho dela se abriu com a cabeça, ela fez menção de dor, mas segurei na anca dela e comecei um vai e vem só com a cabeça do pau, de vez em quando escapava, mas eu tornava a colocar, era lindo ver aquele anel se abrir, só que quando chegava no esfíncter ela travava…

– Você tá prontinha pra levar no cuzinho!

Coloquei a cabeça na entrada de novo e quando enacaixou segurei ela mais forte…

– Faz força como se fosse fazer cocô!

Nessa hora senti ela piscar o cuzinho e num solavanco empurrei a cabeça passando pelo esfíncter dela….

– ahhhhiiiihhh…. Tá doendo!

– shhhhiii… Já vai passar, amorzinho!

– Ai, dói muito!

Deixei o pau dentro dela e comecei a alisar a bocetinha, comecei a ir pra frente e pra trás bem devagar, fazendo ela sentir só a pressão, aos poucos ela foi relaxando, o ânus acomodou meu pau e já dava pra deslisar, eu segurava pela cintura e puxava bem devagar pra ela vir de corpo inteiro contra meu pau, quando entrou até a metade, iniciei o vai e vem mais profundo, ela reclamou de dor, mas ela mesma já estava empurrando a bunda contra mim…

– Já foi todo, minha princesa, tá sentindo meu pau dentro de você!?

– Ai… Tá doendo, mas tá gostoso, só vai devagar!

– Claro, amor, já, já vc vai gozar pelo cuzinho!

O vai e vem foi aumentando e ela gemendo, meio que de dor e prazer, logo ela se agarra no lençol e empina aquela raba… ver aquela menina novinha empalada pelo meu pau e deu um Baita tesão, comecei a acelerar e sentia o reto dela agasalhando meu pau, ela grunia com uma vozinha que me dava um tesão da porra, comecei a falar putaria…

– Vai minha putinha, geme no pau do seu macho!

Aquilo excitava ela, pois gemia mais forte, levei minha mão a boceta dela e bati uma siririca no ritmo das estocadas, ela gemia e gemia até que anunciou o gozo…

– Eu vou gozar, safado, vou gozar!

Acelerei as estocadas e ela gozou, senti o esguicho na perna, ela se tremia e contorcia, mas era minha vez de gozar….

– Aguenta putinha, não foge não, vou te dar leitinho no cuzinho!

Acelerei as metidas e num golpe forte gozei dentro dela, foram várias golfadas que senti a porra inundar o cuzinho dela…

Caí sobre ela com o pau dentro dela, deixei amolecer e sair sozinho, mais uma vez foi uma muladeira, há tempos eu não gozava tanto… Ela chegou a cochilar, levantei e quando olhei o cuzinho dela estava vermelho e inchado, a porra escorria até o colchão, trouxe um copo d’água pra ela que levantou meio zonza…

– Cara, tô morta!

Dei um beijo nela, enquanto se recuperava ela se levantou, abracei ela e levei pro banheiro…

– Estou com as pernas bambas! Disse ela, rindo.

Tomamos banho e ficamos de amasso no chuveiro, não resisti ao tesão, coloquei ela de costas com as mãos na parede, e coloquei na boceta dela…. sem forças, ela só gemia, comi aquela guria no chuveiro até gozar de novo, tirei o pau dela e gozei na bundinha dela.
Depois dessa transa, confesso que fiquei meio gamado no sexo com a Débora, tanto que ela acabou terminando com o namorado, embora não tenhamos nenhum relacionamento, acabamos ficando bem próximos. Quando finalmente minha esposa arrumou outro caso e contei a ela e dentro dos padrões do nosso relacionamento está tudo bem, mas confesso que o lance com a Débora tem uma dinâmica interessante.

Recentemente a curiosidade dela foi até a ideia de fazer sexo a três… é, a menina tá se descobrindo e pelo visto a coisa é fértil, tanto que ela mesma sugeriu colocar a Emily, eu claro concordei, mas isso fica pra outro conto!

Bom pessoal, espero que gostem, depois eu volto pra relatar as outras aventuras que tivemos!
Abraços!

terça-feira, 15 de novembro de 2022

NOVINHAS EVANGÉLICAS - PARTE 1

 Olá, pessoal, tudo bom com vocês?

Meu nome é Beto, já tem um tempinho que não compartilho nada… Bom, pra quem não me conhece eu já relatei algumas passagens da minha vida aqui, minha esposa e eu temos um relacionamento liberal e apesar de gostarmos do nosso estilo de vida, as coisas andaram meio complicadas, coisa que vou contar em outro conto, por hora gostaria de contar pra vocês sobre minha última aventura que tem sido excitante e prazerosa…

Sem demora, vamos lá….

Pra começar, não sou hipócrita e dizer que não gosto de uma novinha, claro que é mais simples lidar com pessoas maduras, mas uma bocetinha novinha tem seus méritos, sei que muitos julgam homens que se envolvem com meninas mais novas, mas eu procuro não mexer no que está quieto, só que tem umas que não tem como resistir e é assim que começa nossa história…

Na igreja que frequento tem muitas dessas, garotas novas, que apesar de levarem uma vida mais comedida, têm desejos como qualquer pessoa, minha esposa e eu já tivemos algumas aventuras com esse pessoal, só que devido o afastamento que tivemos nos últimos tempos a coisa parou. Recentemente voltamos a frequentar e o cenário não seria diferente, minha esposa sempre se produz, ela chama atenção com seu corpo delineado e pernas grossas, fomos bem recebidos pelos obreiros que logo nos apresentaram aos novos membros e entre eles várias garotas que pela idade estão no grupo de jovens, e por alguma razão que ironicamente só deus sabe, nos colocaram como conselheiros do grupo de jovens, nada muito espiritual, nós promovemos algumas atividades como palestras e aconselhamento, um monte de ladainha, nesse contexto conheci a garotada e pude ver que havia muita garota, algumas recentes, entre elas Emily e Débora, ambas na faixa dos 15 e 16 anos, após uma palestra sobre juventude e sexualidade as duas vieram conversar comigo sobre o assunto, elas me indagaram sobre o teor da palestra, vocês sabem que evangélicos têm muitos tabus sobre isso e elas como adolescentes ficaram frustradas, Débora foi a primeira que trouxe os questionamentos…

– Irmão Beto, é complicado pra nós, sabia?!

– Sim, eu imagino!

– É que na escola a gente aprende que todo esse lance é natural e que masturbação é natural, aí aqui a gente ouve tudo ao contrário!

Nessa hora o diabinho no meu ombro esquerdo tomou a palavra…

– Olha gente, como membro da igreja eu sou obrigado a dizer que vocês devem se abster, mas como pessoa eu tenho que ser realista e aceitar que não é assim que as coisas funcionam!

Nessa hora tanto Débora quanto Emily se olharam surpresas…

– Vocês são jovens e bonitas, é óbvio que a sexualidade de vocês está a flor da pele, eu só acredito que o que quer que vocês façam, precisa ser feito com cuidado e responsabilidade!
Nisso outras duas meninas novatas se aproximaram, eram amigas da Emily, nisso uma delas me pergunta…

– Então pro sr. tudo bem se a gente não for mais virgem?

– Claro, o caráter de vocês não é medido pela virgindade de vocês, o que não é bom é vocês transarem com quem vocês não têm qualquer confiança, até porque homem é complicado, alguns deles vão comer vocês e sair falando!

– Então a gente pode transar só com conhecidos de confiança, tendi!

Todos rimos e eu completei…

– Vocês podem transar com quem quiserem, só tomem cuidado pra não engravidar ou pegar alga doença!

Bom… A conversa se estendeu, e o mais legal foi que as quatro meninas ficaram mais próximas de mim… E não tinha como ser diferente, com o passar dos dias as conversas sempre acabava em sexo, a curiosidade delas era interessante, mesmo eu sabendo que as safadinhas estavam dando pros caras e vindo indagar sobre a coisa… A coisa ganhou forma, quando a Débora, a menos atraente delas me chama no PV e me pergunta sobre lingerie, me mandou um monte de fotos catalogo de lingerie e me perguntando o que homem acha, respondi que eu gosto, e foi então que a safadinha me envia uma foto dela vestindo um conjunto de calcinha e sutiã, nada muito sexy, afinal ela é magrinha, tem seios pequeninos, não tem grandes atributos como as outras que já tem um corpo mais formado, na verdade ela é a menos gostosa do grupo…respondi pra ela que o conjunto era bonito, não muito sexy, mas bonito…

– Eu queria uma coisa mais sexy, mas tenho vergonha de comprar!

– Que tipo de lingerie você queria?

– Ah sei lá, alga como as fotos, mas eu sou minúscula, não sei se tem pro meu tamanho!

Aquilo me deu um estalo, falei pra ela que compraria algumas pra ela, mas que devia ser segredo, ela prontamente concordou.

Naquele mesmo dia eu comprei algumas roupinhas sexys, baseado no meu gosto é claro… um conjuntinho colegial com meia 7/8, um conjunto de coelhinha e um conjunto de fiozinho tão pequeno que daria pra usar como cadarço de sapato, embrulhei e deixei na portaria do prédio dela.

Logo ela passa mensagem agradecendo, disse que estava envergonhada, mas que tinha gostado…

– Obrigado irmão, adorei, não sei quando vou usaras amei, rsrs!

– Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades! Respondi com “rsrs”

Passaram alguns dias sem ela tocar no assunto, porém na igreja notei ela de conversinha com a Emily, elas olhavam pra mim e riam, fiz uma cara de sacana e elas fizeram sinal de que queriam falar comigo… Sim gente, foi a deixa pro diabo atentar…naquela noite Debora manda mensagem perguntando se eu estava sozinho, minha mulher estava em uma conferência e ficaria fora da cidade por vários dias…

– Vou te mandar umas fotos, diz o que você acha!

Nisso chega uma dúzia de fotos, quando abro vejo ela, Débora vestindo os conjuntos, eram várias fotos, ela manda em seguida uma carinha envergonhada…

– Ficou tudo ótimo em você!

– Você acha?

– Sim, claro!

– É que a Emily tá me zoando!

Na hora pensei “safadinhas, as duas tão experimentando”

E logo vem outra leva de fotos… Dessa vez era Emily, como ela tem mais corpo os conjuntos ficam melhor nela. Nisso a conversa foi pro lado sacana…

– Não são muito confortáveis, mas são lindos!

– Bom, eles não são pra você usar no dia a dia, são pra você deixar os caras loucos!

Ela mandou outra carinha envergonhada. Falei pra ela não tirar fotos mostrando o rosto que era perigoso, nisso ela diz…

– Ah eu confio em você, sei que não vai mostrar pra ninguém!

– Não falo de mim, vai que alguém pega teu celular!

Nisso ela manda mais fotos, dessa vez sem mostrar o rosto e fazendo poses, e o que chamou atenção foram as bundinhas… Que bundinhas lindas, as duas tem a pele lisinha e com as calcinhas enfiadas no rego ficam melhor ainda…

– E Aí, gostou? Perguntou ela.

– Adorei!

– Qualquer dia a gente te mostra pessoalmente, rsrs!

– Melhor não, vai que vocês se empolgam!

– O que acontece se a gente se empolgar? Perguntou ela em tom até malicioso.

– Vocês correm o risco de querem transar comigo e se provarem uma vez vão querer sempre!

Ela mandou uma carinha de diabinha e eu aproveitei pra dar um tiro…

– Vê lá o que vocês vão fazer com essas lingeries, se os irmãos da igreja virem vão tudo largar as esposas!

– Você é doido!

– São vocês que tão me tentando!

– Você já ficou com uma menina novinha? Indagou ela.

– Muitas, mas já faz algum tempo!

– E aí me conta!

– Não, não falo de sexo, prefiro mostrar!

Nisso ela para de passar msg por algum tempo, uma hora depois ela me chama novamente…

– Voltei! Sim, não vai me contar das novinhas que você pegou?

– Pra que você quer saber?

– Só pra saber mesmo!

– Não falo das mulheres com quem fiquei, se quiser saber mesmo eu te mostro!! Comecei a incitar pra ver até onde ela iria…

– Você já ficou com um cara mais velho?

– Não, só meu namorado da escola, mas não gosto muito!

– Por quê?

– Eu não sinto nada, só fico dolorida!

– É normal, essa gurizada não sabe muito como excitar mulher!

– Você sabe?

– Bom, nunca reclamaram e geralmente querem bis!

– Sério que você não vai contar nada?

Resolvi dar o último tiro…

– Não, se você quiser aprender alguma coisa, vem aqui e eu te mostro, inclusive como fazer seu namorado gozar rápido pra acabar logo!

– Você tá louco?! Já é tarde, a Emíly foi embora ainda pouco e se eu sair meus pais vão ver!

– Tudo bem então, vou me divertir com umas fotos novas que ganhei e depois dormir!

Ela manda uma carinha assustada e pergunta…

– Vai usar as minhas ou as da Emily?

– As suas, adoro uma magrela! Respondi.

– Ai, ai! Você é doido mesmo!

Apenas mandei uma carinha de diabinho.

– Você tá sozinho? Cadê sua mulher?

– Tá viajando!

– Hm!

Subitamente ela parou de responder, quase meia hora depois ela manda msg…

– Abre a porta!

Sim gente, ela veio à minha casa, apesar de ela não morar longe, achei corajosa a atitude dela…ao abrir, ela entra assustada…

– Não posso demorar!

Entramos e logo ao passar pela porta da sala eu a virei e tasquei um beijo, ela me abraçou carinhosamente, eu estava de samba canção e meu pau já estava durão…

– Cadê a lingerie? Perguntei

– Vai ficar pra outro dia, fiquei com medo de trazer e me pegarem!

– Entendo! Falei voltando a agarrar ela…

Como ela é baixinha, meu pau arrastava na barriga dela, ela pegou por cima do short e falou…

– Não vou aguentar esse tamanho, o do meu namorado me machuca!

– Relaxa, não vou te machucar!

Continuei beijando, quando cheguei no pescoço ela ficou molinha… coloquei ela sentada na mesa e me encaixei entre as pernas dela…

– Nossa, você é muito quentinha!

Nisso ela arreganha as pernas e me puxa, meu pau encaixou em cima da bocetinha dela, continuei os amassos e fui descendo beijando o corpo dela, a saia dela já estava na cintura, peguei na bocetinha dela e estava úmida, afastei a calcinha e comecei a chupar, a bocetinha dela era magrinha com uma penugem na testa, quando minha língua passou na rachinha ela suspirou e soltou um gemidinho…

– Arch…isso é bom!

Continuei chupando e a bucetinha dela começou a soltar o melzinho na minha boca… tirei a blusa dela e comecei a mamar nos peitinhos dela, eram pequenos, mas quando mordiscava ela gemia, comecei a alisar a bocetinha enquanto chupava o seio esquerdo, nisso ela começa a rebolar na minha mão, apertando minha cabeça contra o seio…

– Você é doido, o que tá fazendo comigo?!

Levantei-me pra beijar ela e falei…

– Ainda dá tempo de desistir, ela acenou que não e me beijou, abaixei o short e deixei meu pau encostar nela…

– Aí, você vai me rasgar!

– Calma, você vai gostar!

Apontei a cabeça na entradinha, sem penetrar, e voltei a beijar o pescoço dela, sentia a bocetinha dela contrair, quando voltei a mamar ela começou a me puxar tentando enterrar o pau na bocetinha…

– Você quer que eu entre em você?
Ela acenou que sim… comecei a forçar, a cabeça escapou duas vezes, na terceira entrou e ela deu um pulo…

– Ahhh…

– Calma, já vai passar!

Ela olhou pra baixo, os lábios da boceta estavam como um bico, meu pau estava só a metade, comecei um vai e vem devagar, enfiando até a metade, era incrível como ela era apertada e ainda contraia a boceta mordendo meu pau, por vários minutos me contive pra não enfiar de uma vez, ela gemia baixinho e logo começou a e puxar…

– Quer ele todinho, quer?

– An ran, quero!

Agarrei na bundinha dela, segurando por baixo das pernas dela e comecei a forçar pra entrar todo, a cada metida ela gemia mais alto, eu abafava o gemido com beijo e metia cada vez mais fundo, a bocetinha babava no meu pau e deslisava suave e apertado, me segurei pra não gozar, queria fazê-la gozar, quando comecei a meter mais firme o pau enterrou todo nela, deixei ele todo enterrado nela e com as mãos movimentava ela fazendo a boceta esfregar na minha pélvis.

Nisso ela começa a gemer forte e se tremer, o orgasmo estava vindo, na hora ainda tentei me desvencilhar pra ela gozar na minha boca, mas ela grudou em mim enterrando o pau até o talo, soltou um gemido mais forte e em meio a tremedeira senti um líquido quente molhar minha pélvis e escorrer pelo meu saco… A safadinha ejaculou, fazia muito tempo que não ficava com uma mulher que fazia squirt e aquela novinha quem mal transava estava me dando essa satisfação…

Ela desfaleceu na mesa, sai dela e olhei a lambança que fizemos, eu estava melado até o tornozelo e ela estava encharcada de suor e gozo, achei a cena linda, fui até ela e dei um beijo mais carinhoso….

– Nossa, como isso é bom! Exclamou ela.

– Que bom que gostou!

– Cara, queria que meu namorado sempre fosse assim!
Eu ri e comentei…

– Ele vai melhorar!

– Eu estou acabada, parece que fui atropelada!

– Logo você se recupera!

– Meu deus, a hora, tenho que ir pra casa!

– Vem se lavar!

Fomos pro banheiro, entrei com ela no chuveiro e ainda dei umas sarradas…

– irmão Beto, você é safado hein!

– Vai dizer que não tá gostando?

– O que o povo ia pensar se descobrisse?

– Olha, esse pessoal vive muito de aparência, mas aposto que muitos caras queriam uma novinha como você e suas amigas e muita mulher queria gozar como você gozou!

– Como vou olhar pro meu namorado agora?

– Olha, se você ficar pensando muito nisso vai surtar, entenda isso como uma autodescoberta, simples, aproveita que você não é casada nem nada dessas coisas de adulto, depois tudo fica mais complicado!

– Vem, vamos, vou te levar até perto da sua casa!

Nisso já ia dar 1h da manhã, fui levar ela em casa e ainda demos um amasso no carro…
No dia seguinte conversamos por msgs de novo, Débora me contou que tava empolgada com o que rolou mas tava com medo de descobrirem, tranquilizei ela dizendo que tava tudo bem, o importante era ela manter a compostura, pra minha surpresa ela contou pra Emilly e a repercussão disso foi bem excitante, mas vou contar na parte 2.

Bom, gente, espero que tenham se divertido, nos proximos contos eu conto como foram as outras transas!
Abraços!