sexta-feira, 17 de junho de 2022

JULIANA, A FILHA DA EMPREGADA

 Eu sou filho único, fui criado até os 11 anos com meus primos, os quais mais velhos que eu.

 Eu via eles sempre se masturbando, vendo filme pornô, alguns deles roubava calcinhas das mulheres nos varais. 

No bairro havia uma putinha que todos comiam, isso me ensinou e bater punheta desde pequeno, mas depois que meu pai abandonou eu e minha mãe, ela teve que trabalhar em uma empresa, nos mudamos pra outro bairro bem longe dos parentes. 

Minha mãe contratou Elza, pra trabalhar em casa, Elza tinha uma filha, Juliana, que estava com 8 anos, ela estudava de manhã, e eu a tarde, visto que na sala não havia TV, Elza perguntou se a menina podia ver TV em meu quarto, tanto eu como minha mãe deixamos. Quando eu chegava da escola Juliana saia, ela era lindinha, mas eu nunca pensei em nada com ela. 

Se passou 1 ano, ela passou a estudar a tarde também, eu nos períodos da manhã saia muito pra andar de bicicleta com os amigos, e ela podia ficar a vontade em meu quarto; ai ela tomava banho mais cedo que eu, se arrumava no quarto de minha mãe e Elza levava pra escola, eu ia na frente com os amigos. 

Teve um dia que minha mãe teve que trabalhar a noite e durante o dia ela dormiu, ai Juliana tomou banho mais cedo e se arrumou em meu quarto, eu com 12 anos batia punheta pensando em meninas, mulheres bem mais velhas, até em Elza, mas nunca com Juliana, mas naquele dia em que minha mãe trabalhou a noite, ela se arrumou em meu quarto e deixou lá uma sacolinha, com sua roupa e a calcinha que usou, eu cheguei pra tomar banho e me arrumar, tomei banho, e quando fui me vestir vi a sacolinha lá não sabia o que era, fui verificar, e era as roupas de Juliana, mas de cara estava a calcinha dela, peguei cheirei, e o cheirinho estava gostoso, bem molhadinha, mijadinha, escondi a calcinha me arrumei e fui pra escola, deixei a sacolinha com o resto das roupas, menos a calcinha. 

Inventei que estava com dor de cabeça e a professora me mandou pra casa. Em casa, fui ao meu quarto e peguei a calcinha, bati aquela punheta, lambi, que delicia! Ai passei a querer Juliana, falei com amigos, mas ninguém me falava nada, que me ajudasse a conseguir algo com ela, pois era eu chegar em casa, ela saia rapidamente do quarto, eu falava pode ficar, mas ela não ficava, saia e ficava junto a sua mãe. 

No dia seguinte eu voltei pra casa, ela estava tomando banho, subi num tambor e consegui ver ela pelada tomando banho, notei que ela ficava esfregando bem a bucetinha, lisinha, que delicia! Ai ela pega a calcinha e coloca numa sacolinha, também, mas roupas e sai, eu vou a frente e vou tomar banho, mas ela havia se trocado no quarto de minha mãe, esperei Elza sair do quarto e ela também e fui lá, a sacolinha estava lá, peguei a calcinha deixei a outra e sai, levei comigo pra escola. Lá no banheiro cheirei bati um bela punheta, ainda bem que eram iguais as calcinhas, no dia seguinte a mesma coisa aquilo virou um hábito. 

Em uma amanhã eu eu sai e voltei pelos fundos, escondido, a janela do meu quarto aberta, eu olhei e Juliana estava lá, deitada na minha casa esfregando a buceta, por cima da roupa, olhei e ela estava respirando fundo, que safadinha, ai resolvi perguntar pra uma professora, que explicou tudo, eu fiquei doido de vontade, ai resolvi deixar um chocolate em cima da mesa da TV e um bilhete Juliana é pra você, esperei alguma reação, mas parece que nada resultou, só sei que ela comeu o chocolate, mas ai na escola os recreios eram em horários diferente, mas nos encontramos, ela me agradeceu, eu falei, sabe fico mais fora de casa pra você ficar a vontade, ela disse que a mãe e ela eram evangélicas, por isso quando eu chegava ela saia rapidamente. 

Quando certa vez eu cheguei e falei que ela podia ficar lá, ela saiu rápido pois a mãe dela era super cuidadosa com ela, eu falei que se pudesse iria ensinar ela e mexer no computador, visto que ela era bem pobre e não tinha, ela ficou muito interessada, foi ai que falei, posso entrar escondido pela janela e te ensinar, ela concordou, e disse que teríamos que ter cuidado, pois se a mãe dela pegasse nem deixaria mais ela ficar sozinha. 

No dia seguinte eu acordei, fingi sair mas voltei, bolei me esconder atrás do guarda roupa onde havia um espaço onde ficavam algumas cortinas da minha mãe, pois ela ficava com a porta encostada, ai comecei a ensinar, falando bem baixinho, colocamos um apetrecho na porta pra fazer barulhos caso Elza entrasse. 

No primeiro dia eu ensinei ela a ligar o computador, ela gostou muito, ela de saia, eu as vezes tentava ver a calcinha e e conseguia, fomos ficando bem amigos, e eu cada vez mais desejando ela, 

Os amigos me chamavam, as vezes pois eu parei de ir andar de bicicleta, mas eu inventava que estava na casa de um amigo, enfim tudo estava dando certo ,e estava bem divertido, foi ai que eu perguntei pra Juliana o porque ela ficava se esfregando debaixo do cobertor, as vezes eu  via ela fazendo isso debaixo do cobertor. Ela disse que não sabia explicar, mas era bom, 

Eu já assistia filmes pornôs, vídeos na internet, minha mãe nem ligava, foi ai que eu falei de um vídeo, ela quis ver, era uma mulher se masturbando, ela ficou alucinada, mostrei um vídeo de um cara chupando a buceta de uma mulher. ela também gostou, foi ai que eu falei em chupar sua bucetinha, ela ficou meio com medo, eu fui insistindo, ela disse que ia pensar, eu dava presentes a ela, ai falei que ficava curioso pra ver ela nua, ela bem receosa, foi cedendo, resolvemos nos beijar, e foi bom demais, eu já passando a mão nas pernas dela, ai ela resolveu me dar a calcinha pra eu cheirar, ela tirou me deu e eu cheirei, depois ela se esfregou, e parece que gozou, a calcinha ficou bem molhada, que delicia, tinha um pouco tempo, mas aos poucos eu fui conseguindo, falei que queria chupar a buceta dela, ela ficou muito amedrontada, mas cedeu. ela sentou na cama, eu ajoelhei, ela já sem calcinha, eu a chupei, que delicia! saia uma babinha gostosa, eu lambia feito doido, e ela dizia que era bem melhor do que se esfregar. 

Todos os dias eu passei a chupar sua buceta, ai fui falando com ela, logo consegui fazer com que ela me chupasse, embora eu tinha que pular a janela, e ir até o banheiro da casinha dos fundos pra lavar o pinto, mas ela me chupava eu eu gozava muito em sua boca. 

Foi ai que numa manhã fria, ela me chupando depois que eu a chupei, eu gozei, e senti que saiu algo, ela engoliu tudo, foi muito bom eu ficava alucinado com ela, aquele ano foi muito bom, com 13 anos ela com 10, ela era bem gostosa, meio fortinha, nos beijávamos muito, escondidos, eu a chupava e depois ela me chupava, era muito bom, as vezes a gente tentava penetrar, mas não dava, eu havia ficado viciado em ser chupado e chupar Juliana, ela dizia que me amava, fazíamos juras de amor, eu passei a chupar os seios dela, as coxas, ela engolia meu pau, que delicia, eu gozava e ela o deixava limpinho, uma delicia, eu com 14 anos ela 11 mas fazíamos todos os dias, exceto aos domingos, pois a mãe dela não trabalhava, 

Elza além de trabalhar pra minha mãe ficou também muito amiga dela, ai minha mãe mandou reformar a casinha dos fundos e elas se mudaram pra lá, ai foi ficando cada vez mais fácil, eu acordava a noite, e ia pro quaro de Juliana, que ficava no andar de cima, num sótão, que havia na edícula, ela dizia que a mãe dela dificilmente entrava em seu quarto, ai eu pegava uma escada de alumínio que ficava atrás da casa, e quase todas as noites eu dormia com ela, era muito bom, logo 15 anos ela com 12 e a gente já fazia de tudo, eu penetrava ela, e era muito bom, quando tirei a virgindade dela, sangrou muito ela ficou com muito medo, mas pesquisamos na internet e descobrimos que era normal, logo sarou, mas ela fazia questão de todos os dias, as vezes chovia eu tinha que ir mesmo assim, entrava pela janela que ficava na parte de traz da casa, no sótão, ainda bem que a mãe dela tomava remédios pra dormir e dormia feito pedra, pois ela gemia muito, logo até o cuzinho eu comecei a comer, era muito bom, mas ai ela começou a ficar enjoada, a passar mal direto, começou a faltar na escola, ai a mãe dela junto com minha mãe a levou ao médico, quando voltaram a noticia, ela gravida, putz, foi foda, ela já havia contado tudo pra minha mãe e pra mãe dela, que já chegou em casa me batendo, Elza ficou desesperada, ai Juliana falou, já que sabem deixa a gente ficar juntos, Elza não queria ,mas minha mãe sim, até nos ajudou, 

Bom hoje passado vários anos, estamos casados, temos 7 filhos e já somos avós, resolvemos contar aqui nossa historia mas no fim ficou tudo bem é isso.

DANDO PARA OS PASTORES - PARTE 2

 – Eles ainda estão de calças? Quero ver essas bundas, se são boas mesmo. -Falou pastor Jonas.

– Vamos lá, de pé. -Falou pastor Paulo.

Ficamos de pé, um do lado do outro, pastor fez com que ficássemos de costas para os quatro e ele do nosso lado falou.

– Vou abaixar as calças deles, apreciem a paisagem.

Abrimos o zíper e o cinto, deixamos as calças largas sociais caírem no piso.

Minha bunda e a do Fabiano ficou a mostra. Meu tesão aumentava cada vez mais, me deixando com pinto duro, Fabiano de pinto mole, me deixava preocupado, pensava que ele estava sendo forçado para estar ali.

Logo a sala se encheu de palavras de admiração e elogios. “Nossa, que delícia, uau que gostosas, quero meter muito nelas, assim vou casar com um deles, que delícias.”

– Dá uma rodadinha. -Falou pastor Evandro.

Colocamos as mãos na cintura e rodamos totalmente nu na frente deles.

– Nossa, eles estão sem pentelhos, o que deixam eles parecerem bem mais novos, que delícia. -Falou pastor Jaci.

Foram se aproximando, passando a mão na gente, pegando na bunda, metendo o dedo, nos acariciando, nos encoxando, realmente estavam gostando de nós.

Confesso que fiquei rezando para que o pastor Jonas escolhesse o Fabiano primeiro.
Enquanto eles se divertiam nos bolinando, pastor Paulo pegou na geladeira, refrigerantes e copos. Tomamos enquanto sentávamos nos colos deles, fui notando que pastor José já estava com sua rola bem dura, tratei de ficar mais perto dele, pastor Jonas fazia Fabiano sentar em seu colo sobre seu volumoso pauzão, notava no rosto de Fabiano, uma certa preocupação, pegou com a mão, depois olhou como se conferindo que era realmente bem grande.

Fiquei feliz por não ser o primeiro a levar aquela rola tão grande na bunda.

Deitamos de bruços sobre a escrivania, eles com um pote de vaselina passava em nossas bundas e enfiavam o dedo em nós para abrir caminho para suas rolas.

Fabiano e eu com rosto na mesa, olhávamos um nos olhos do outro. Ele estava suado, mordia os lábios, estava nervoso esperando pastor Jonas começar a meter.

– Calma, você vai conseguir. -Falei.

Ficamos debruçados sobre a mesa para deixar nossas bundas em uma altura confortável para eles nos foder.

– Vou meter! -Falou pastor José em voz bem alta.

Senti seu pinto quente entrar e se acomodar dentro de mim, soltei um gemido e me mexi de tesão, isso agradou ele, pois ficou curtindo, parado, com sua rola bem fundo ao ponto que seu corpo achatava minha bunda.

– Oooohh… delícia… está sentindo? Entrou tudo… Que bundinha gostosa.

Olhei para o lado, pastor Jonas abria as nádegas de Fabiano apontando aquela lança no meio de sua bundinha. Ele olhava para mim com expressão de medo, pois sabia que era uma tarefa difícil satisfazer o dono daquela rolona.

– Aaaaaiiiiii… Tira, tira, tira… é muito grande… não vai entrar… vai de vagar… Ooohhh… -Balbuciava Fabiano.

Pastor Jonas não se importava muito com suas palavras e ia avançando lento sem parar levando sua cobra gigante para dentro daquela linda bundinha. Fabiano se esperneava, tentava levar as mãos para trás e empurrar seu abdome, mas nada disso estava adiantando.

Eu com o rosto na mesa sendo balançado para frente e para trás pelo meu comedor, observava cada reação de Fabiano e sabia que eu ia passar pelo mesmo sufoco, era só uma questão de tempo.

Depois de várias tentativas de sair, de ir para frente ou levantar e correr dali, Fabiano desistiu, amoleceu seu corpo sobre a mesa e pastor Jonas encostou seus fartos pentelhos em sua bundinha.

– Abençoado sejam essas criaturas com bundas tão gostosas. -Falou pastor Jonas em tom de brincadeira.

Mole sobre a mesa, transpirando, Fabiano me olhava com sua testa suada, soltando um leve sorriso, enquanto pastor Jonas entrava e tirava seu pauzão por várias vezes, ora lento, ora rápido.

– Aaaaahhh… UUuuggg… OOOhh… -Gemia Fabiano babando e suando sobre a mesa.

Pouco depois, começou um vai e vem enquanto passava as mãos por todo corpo e dava tapas de carinho em sua bundinha.

Eu por outro lado estava adorando ver tudo aquilo que ele passava e sentia cada vez mais possuído pelo pastor José que metia em mim como se fosse a sua última foda na Terra.
Ele gozou sobre minha bunda, na parte de cima, me deixando um pouco descontente pois esperava ele fazer aquilo dentro de mim, sentir seu pau pulsando, latejando lá no fundo. Mas a escolha foi dele, acho que era assim que ele queria.

Mal saiu de perto de mim, pastor Evandro chega, passa um pano sobre minha bunda e me vira na posição de frango assado e vai enfiando. Seguro com minhas mãos acima do seu cotovelo, pois suas palmas estavam na mesa e minhas pernas arreganhadas para os lados, via sua barriga apertar meu saco junto com meu pinto duro, senti sua rola sumir para dentro de mim.

– Oooohhh… que rola gostosa pastor… OOOohh… AAAahhh… -Gemi.

Fiz um pouco de careta, abri a boca soltando gemidos e me contorcendo até receber toda aquela rola por inteira.

– Nossa que gostosa essa bundinha, desse jeito aqui, está mais gostoso do que aquela vez com as irmãzinhas. -Comentou pastor Evandro.

– Nem se compara, são muito mais gostosos que elas. -Confirmou pastor Jaci.
Pastor Jaci embora mostrasse mais idade, era muito veril e já estava querendo foder o Fabiano.
– Vamos pastor Jonas, ainda tem outros que quer meter. -Reclamava.

Fabiano gemia alto e rebolava naquela rolona, não sei se era de prazer ou se ainda estava na esperança de sair logo dali.

Pastor Jonas se mostrava implacável em sua foda com Fabiano, segurava firme em sua cintura sobre a mesa, depois pegava em seus ombros e batia sua virilha contra aquela bundinha carnuda fazendo sons de “paf, paf, paf, paf”.

Virou fabiano um pouco de lado, de forma que suas pernas ficaram encima da mesa, deixando aquela bunda de lado curvada para ele continuar metendo. Nesse momento vi que o pinto do Fabiano estava super duro, então o danado estava adorando ser fodido, pensei e fiquei mais tranquilo.

– Vou gozar nessa criatura maravilhosa… -Falou pastor Jonas.

Acelerou seus movimentos e metia sem parar, fazendo Fabiano se contorcer sobre a mesa com jeito meio sonâmbulo e soltar palavras sem nexos.

– É… vai… isso aí… sou seu, sou seu… oooohhhhh… ahhhh… hummmm vai, vai, sou seu… vai…

Pastor Jonas urrou como um urso feroz e gozou puxando Fabiano contra seu corpo.

– OOOOooohhhhh meu Deus, oooohhhh meu Deus… Oooohhhhh…

Todos ali via aquele espetáculo, era como se o gigante Golias tivesse fodendo Davi.

Fabiano também gozou com tudo aquilo sem mesmo bater punheta, seu gozo melou a mesa em meio seus gemidos bem altos.

– AAAAAAAhhhhhhhh… OOOOOoooohhh… HHUUUMmmmmmmm…

Pastor Evandro, que me fodia como queria, já tinha mudado de posições algumas vezes, agora metia comigo de bruços novamente, se entusiasmou com a cena, ouvi ele gemer e gozar dentro de mim.

– Ah moleque gostoso, ahhhhh, que gostoso… ahhhhhh, to gozando, to gozando… aaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhh…

Gostei de sentir seu pau fundo pulsando bem no meu íntimo.

Ficou um pouco grudado em mim depois afastou.

Saiu junto com pastor Jonas e foram ao banheiro.

Pastor Paulo mandou eu e Fabiano ir nos lavar, mas era para usar o outro banheiro, para isso caminhamos meio tontos, saímos da sala, passamos na frente do púlpito, fomos no banheiro no outro lado da igreja. Achava legal a ideia de andar pelados naquela parte da igreja.

Não nos falamos muito, nos higienizamos e voltamos pois ainda muitas rolas iam entrar na gente naquela noite.

quinta-feira, 16 de junho de 2022

DANDO PARA PASTORES NA IGREJA - PARTE 1

 Era uma igreja evangélica, não existiam tantas naquele tempo, ela era muito bem posicionada socialmente com várias outras igrejas pela região. Na época eu nem prestava atenção nisso.

O prédio estava com algumas construções a mais, mas na frente e na entrada do lado, pouca coisa mudou ao longo de todos esses anos, a cor da igreja, agora estava com visual mais alegre, na época era azul e branco.

Aquela porta lateral trazia memórias, muitas memórias, algumas delas quando eu, Fabiano e o Deco íamos lá para saciar as vontades daqueles homens de terno, pois era assim que eu os chamava em tom de brincadeira na época.

Deco, que saudade… também tinha o Fabiano que todos chamavam de Pastorzinho por ele se vestir como um. Quantas lembranças, mas uma dela foi muito intensa que me levou ao ponto de entender como o mundo é, ou acaba sendo organizado em camadas, vidas que não convergem com outras vividas pelas mesmas pessoas.

Aquela portinha ao lado me fez lembrar quando entrei ali com pastor Paulo, eu e Fabiano quando lá dentro, outros pastores da região, nos esperavam para nos usar ao seu bel prazer. Nem sabíamos que ali tinha uma rola tão grande que até aquele momento a gente não tinha experimentado.

Essa lembrança é de um tempo mais avançado, que eu já conhecia outros amiguinhos que, como eu, adorava satisfazer em sigilo, os homens que nos eram apresentados pelo pastor Paulo.

Então lembrei…

CONTINUANDO…

Um dia voltando da aula, pastor Paulo me alcançou com seu carro, me ofereceu carona e mesmo estando bem pertinho de casa, eu aceitei.

– Oi como vai?
– Vou bem.

– Tenho uma novidade pra você. Essa semana está acontecendo um treinamento para pastores lá na igreja e tem três pastores aqui da região mais um instrutor, falei de você, eles acharam legal. Vamos hoje lá? É na igreja mesmo, eles estão hospedados lá.

– Nossa, hoje já?
– Sim.
– Não sei se vai dar. E o Deco?
– Infelizmente Deco está viajando, volta só no sábado e amanhã eles já vão embora.
– E o Fabiano? -Perguntei
– Ele vai hoje também, serão vocês dois, mas se você não for, será só ele.

Juro que me deu um pouco de ciúme em pensar que só o Fabiano, o Pastorzinho, ia ter todos aqueles homens só para ele.

– Eu vou então.
– Te pego as 7 da noite aqui na sua casa, combinado?
– Sim.

Fiquei super ansioso, me alimentei bem, tomei meu banho caprichado, tirei todos os pentelhos, me vesti, calça social cinza escura, camisa de botões bege. Era minha única roupa social.
Perto das 7 horas o carro do pastor parou em frente a minha casa, eu entro no carro e saio com ele.

– O que falou para sua mãe?
– Que eu ia na igreja, tinha um culto especial e você tinha me chamado. Mas você sabe que eu tenho idade para transar com quem eu quero, não sabe?
– Ah sim. Mas é melhor manter em segredo, se alguém descobrir seria um grande problema.
– O Fabiano já está lá?
– Não, vou passar agora para pegar ele, se eu tivesse deixado ele sozinho com os pastores, quando a gente chegasse, já estariam fodendo ele de todo jeito. Mas fique sabendo que Fabiano não queria ir, disse que estava com vergonha por ser com pastores.
– Como você convenceu ele?
– Não convenci, falei que era para ele ir e ponto final.
Paramos em frente a casa de Fabiano, ele sai com a mãe dele até o portão, despede dela e entra no carro.

Pastorzinho estava todo arrumado, de terno preto e gravata. Quando ele chegou, o pastor falou para eu ir para o banco de trás e assim fiz.

A mãe dele toda orgulhosa do filho, cumprimentou o pastor e agradeceu pela oportunidade dada ao filho para o curso na igreja, nem imaginava ela que seu filho ia levar muito “curso” na bunda até não aguentar mais, antes de voltar para casa naquele dia. Eu imaginava isso e sorria.
Ele mal me cumprimentou, estava de cabeça baixa.

Pastor dirigiu por uma rua escura, tinha muitas naquele tempo.

– Vocês dois, tire suas cuecas e vistam as calças novamente.

Tirei minha calça depois a cueca, Pastorzinho também o fez, entregamos para o pastor que guardou no porta-luvas.

Eu sentado no meio do banco de trás, vi Pastorzinho vestir a calça e notei que ele tinha tirado todos os pentelhos também. A gente sabia que os caras mais velhos adoravam quando a gente fazia isso.

Pastorzinho era moreno claro um pouco mais escuro que eu, tinha cabelos crespos, cortados na maquininha bem baixinho, rosto liso, peito liso, bunda e pernas lisas também, gemia alto quando era penetrado por uma rola, eu já tinha visto ele ser muito fodido em outras ocasiões.

Eu sabia que aquela timidez ia sumir logo que a primeira rola entrasse até o fundo de seu cuzinho.
Chegamos e entramos na igreja pela porta lateral. Estava um silêncio só. Passamos pelos bancos, o som dos nossos sapatos ecoavam pelo salão pouco iluminado. Eu olhava a bundinha do Pastorzinho a minha frente estufando aquela calça social. Fomos para a sala do pastor, não era muito grande, mas tinha ar-condicionado, coisa rara naquele tempo.

Entramos e lá estavam eles, três pastores mais o instrutor que era um tipo de pastor também. Estavam em pé, todos de terno e cabelos molhados bem penteados.

– Esse é Júnior e Fabiano, nossos irmãos, fiquem tranquilos, pois eles já sabem para que vocês vieram.

Aqueles homens nos olhavam como se tivessem famintos, se mostrando sorridentes, mostrando ser muito educados. Eu estava de cabeça erguida sorrindo para eles já Pastorzinho de cabeça baixa, e percebi mesmo que ele estava muito envergonhado.

– Sou pastor Evandro, muito prazer.

Pastor Evandro era gordo, usava óculos, tinha a aparência de alguém com uns 38 anos.

– Sou pastor Jaci, é bom conhecer vocês.

Pastor Jaci parecia o mais velho, devia estar perto dos cinquenta anos.

– Sou o pastor Jonas, a gente estava muito ansioso esperando vocês.

Pastor Jonas era quase negro, seu corpo era grande e também era quem tinha o peso mais equilibrado com sua altura ali na sala. Tinha jeito de ter uns 34 anos.

– Sou o pastor José, sou o instrutor do curso. É um prazer.

Pastor José parecia o mais novo deles e devia ter no máximo uns 25 anos. Era meio gordinho, tinha o cabelo bonito, liso e bem penteado. Notei a mala dele já estufando a calça.

– Ajoelha para seus pastores! -Falou o pastor Paulo.
Ajoelhamos.

Pastor Jonas se aproximou de mim e Jaci ficou de frente para o Fabiano.

Eu olhava para a fivela reluzente de sua cinta em sua barguilha. Ele pegou minha cabeça com as mãos e esfregou meu rosto, apertou contra sua rola dentro das roupas.

– Humm… nossa, isso vai ser muito bom… -Falou pastor Jonas.

Pelo som que eu ouvia, Jaci se livrava das calças deixando cair no chão, olhei para o lado já estava com a rola meio bomba passando na cara do Fabiano, que meio tímido deixava numa boa.

– Nossa, que rostinho lindo, que delícia. -Falava pastor Jaci sentindo sua rola tocar o rosto de Fabiano.

Eu tirei o cinto do pastor Jonas, abri seu zíper, vi sua cueca verde, deixei ele nu da cintura para baixo e vi seu pau. Nossa, era bem grande, devia ter uns vinte centímetros, eu ainda não tinha visto um tão grande e nem sido fodido por uma tora daquela.

Seus pentelhos não estavam aparados, formava um tipo de bolinhas de pelos pela sua barriga, confesso a princípio que não gostei. Fui enfiando tudo que podia na boca, pois ela ainda não estava totalmente dura.

– Ai meu Deus!!! Ahhh que delícia… -Gemia pastor Jonas.

Aquele cacete meia bomba se tornou um enorme e bem duro cacetão. Isso me deixou um tanto preocupado para a segunda parte, que era receber tudo aquilo, dentro da minha bundinha e, realmente, nunca tinha visto alguém com um brinquedo tão grande.

Chupei gostoso, lambuzei ele todo com minha boca, a cabeça, o saco peludo, pastor Jonas gemia e agradecia por tudo aquilo.

Pastor Jaci escorava a bunda na escrivania, enquanto Fabiano mamava suas bolas, enfiava tudo na boca, arrancando daquele jovem senhor, gemidos e grunhidos de prazer.

Eu caprichando no boquete e observando da forma que conseguia o que Fabiano fazia. Não demorou muito pastor Jaci anunciou que ia gozar.

– Tira da boca, senão vou gozar dentro dela. -Falou.
– Não precisa se preocupar com isso, ele adora que goza dentro da boca. -Advertiu pastor Paulo.
– É mesmo? Então lá vai… ohhhh, ahhhhh, hummm delícia de boquinha… ahhhhhh… ahhhhhhhhhhhhhhhh…

Gozou segurando a nuca de Fabiano com as mãos, sufocando e fazendo ele engolir todo seu gozo, sem deixar sair nada para fora da boca.

Meu pastor pauzudo, socava na minha boca com vontade, forçando chegar ao gozo, seu pau deixava sair um pouco do seu pré-gozo, que dava um sabor único, não foi muito tempo também gozou e senti suas estocadas no céu da minha boca.

– Ahhhhhhh… Delícia… ahhh gostosoo… isso… OOOhhhh… AAAAhhhhh… AAAAAAAAAhhhhhh…
Engolia com vontade, pois ele jorrou muito dentro da minha boca, ainda escorreu no queixo um pouco. Deixou aquele monstro grosso e grande socado fundo até ele amolecer um pouco e depois tirou.

Os outros nem deram tempo direito da gente respirar, já foram chegando e baixando as calças.
Para mim veio o mais novo, pastor José que estava com seu pau na mão, foi procurando um jeito de enfiar na minha boca meio com pressa, não entendi o porque daquilo, mas não liguei, deixei ele entrar com aquele pau branco, cabeçudo e grosso, claro, nem se comparava ao pau do pastor Jonas.

Totalmente nu, estava pastor Evandro com seu pau dentro da boca do Fabiano, suas bolas grandes era notável, seu pau não era muito grande, mas bem duro.

Jonas e Jaci saíram para ir ao banheiro e a gente ficou lá mamando aqueles homens.
Eles estavam bem apressados, a meu ver, sem motivos.

Pastor Paulo nos via e somente de cuecas massageando sua rola e “apreciando a paisagem”.
– Deixa eles tirarem a camisa. -Falou pastor Paulo.

Assim, tiramos a camisa, no caso do Fabiano o terno, logo em seguida voltamos a ficar ajoelhados chupando a rola, a cabeça, as bolas e fazendo eles gemerem.

Eu dava meu melhor aquela jovem rola, Fabiano também.

Jonas e Jaci voltaram só de cuecas, trazendo algumas colchonetes do alojamento.
Evandro e José levaram quase uns dez minutos até vir a gozo e jorrou em nossas bocas.
Levantei meio tonto e com a garganta coçando.

Eu e Fabiano sentamos na cadeira para descansar um pouco, pastor Paulo foi para nossa frente, me colocando para chupar bem gostoso, depois ia para o lado do Fabiano, ficou revezando e acabou gozando na boca dele.

Depois de uma breve pausa, Fabiano ainda cabisbaixo, com sua boca brilhosa do uso recente, respirava se recompondo, piscando com seus olhos brilhantes.

– Eles ainda estão de calças? Quero ver essas bundas, se são boas mesmo. -Falou pastor Jonas.

CONTINUA…

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LAURA, A MÃE DO MEU MELHOR AMIGO - PARTE 2

 Viúva desde que Rodrigo nasceu, morena da pele clara, cabelos lisos bem cumpridos, só usava vestidos compridos, só ouvia musicas gospel. 

Daquele dia em diante, ela tentava evitar, mas acabava cedendo, e passamos a transar todos os dias, em dormia muito lá, inventei pra minha mãe que conheci um grupo de irmãos de outra cidade, e dizia que ia dormir na casa deles, ai ficava tudo bem, eu comecei a colocar meu pau na boca dela, que resistia em chupar, eu tentava todos as vezes ela fazia cara de nojo, as vezes dava ânsia, mas aos poucos ela foi chupando; logo estava engolindo meu pau, mesmo assim gozava muito, mas as vezes ficava chorando a noite toda, me mandava ir pra casa, eu a colocava de 4 ela apertava a boceta, pra tentar evitar eu meter, mas eu forçava e ela cedia, ai eu mandava rola pra dentro, e tudo foi muito bom. 

As férias terminaram, eu voltei a trabalhar, mas dormia lá quase todos os dias, cheguei até a comer o cuzinho dela, era muito bom, em 2007, eu com 17 anos, ela já chorava bem menos, embora tenha virado pastora na igreja, mas quando eu preferia ficar em casa, ela me ligava, não pedia pra eu ir, mas ficava puxando assunto, ai eu ia lá, e metia nela, a chupava, tudo era muito bom, ela se mudou pra uma casa mais longe da casa de meus pais, e visto que Rodrigo embora não soubesse nem conhecesse nada da Bíblia, se tornou pastor . e ficou atuando no Nordeste, e eu passei a dormir todos os dias na casa de Laura, inventei pra minha mãe que meu trabalho mudou pra mais longe, e tudo ficou tranquilo. 

Em 2012, eu já formado exercendo um cargo melhor na empresa, com meu carro, meu ap, já morando sozinho, levava Laura em meu ap todos os dias, as vezes eu ia em sua casa, mas ela tinha acesso livre a meu ap, muitas vezes em chegava em casa e ela estava lá em minha cama, algumas vezes chorando, meus pais e Rodrigo nem imaginavam que eu comia Laura já a alguns anos. 

Ai aconteceu que Rodrigo que estava sem ver Laura todo aquele tempo, resolveu voltar de surpresa, chegou numa noite em que eu e Laura em sua casa dormíamos tranquilamente, depois de termos transado muito, minha mãe tinha a chave e ajudou Rodrigo fazer a surpresa, é que surpresa, minha mãe e meu pai também estavam junto, eu e Laura totalmente pelados, foi quando só ouvi um barulho, e todos falaram juntos, Irmã, surpresa. Quando acenderam a luz, eu tentei me esconder, mas nem deu, notaram que alguém estava ali debaixo dos cobertores, e as roupas longe. ela falou, esperem preciso me vestir, ai todos saíram, eu tentei me vestir, e sair pela janela, mas haviam mais irmãos do lado de fora da casa, e não deu pra mim me esconder. 

Minha mãe entrou falando que viu os meus documentos ali, na sala, e de fato, os documentos do carro, minha habilitação, o pessoal do lado de fora me barrou, e todos ficaram sabendo, muitos falavam que era demônio, eu pra tentar me livrar também inventei, mas meus pais não se convenceram, nem Rodrigo, Laura falou. Olha sou dona do meu nariz, vão embora, estamos juntos sim já a anos, e somos felizes, eu fiquei, Rodrigo e meus pais forma embora, e o resto do pessoal, terminamos a noite de amor, eu fui pra meu ap, Rodrigo nem quis mais voltar na casa da própria mãe, e voltou pro Nordeste, eu e Laura que foi repreendida na igreja, todos ficaram sabendo, deixou de ser evangélica, e hoje embora ela já bem mais velha que eu, ainda bonita, estamos juntos, morando na mesma casa, eu a como direto tenho caso com outras também ela é liberal nesse sentido, mas Rodrigo nunca mais falou comigo, nem meus pais, meus irmãos passaram a me chamar de o renegado, o desordeiro, mas enfim estamos bem, é isso, espero que gostem.

quarta-feira, 15 de junho de 2022

LAURA A MÃE DO MEU AMIGO - PARTE 1

 Desde pequeno eu era grande pra minha idade, o único negro da família, caçula de 3 irmãos todos homens, o apelido veio depois que meus pais se tornaram evangélicos, fanáticos, e me obrigavam a ir a igreja, usar roupa social, a ser o filho certinho, crente, me obrigavam a ouvir somente musicas evangélicas. 

Eu obedecia, mas não gostava, também porque meus irmãos mais velhos zombavam de mim, na escola eu era bem popular, devido ser bom de bola, e nos esportes, estatura alta, forte, eu também liderava nas brigas, mas meus pais após terem se tornado crentes, me tiraram da capoeira, do caratê, eu só podia fazer cursos na igreja, fala sério, a escola dominical eu odiava, mas tinha que ir, mas era mais grave, pois Rodrigo, filho da Laura, era o meu melhor amigo, embora crente no ultimo, me dedurava pra meus pais, o cara era todo certinho, vivia cantando músicas evangélicas, só falava em Jesus o tempo todo, mas era bem burrinho nos estudos, eu nem me preparava e tirava notas boas, ele estudava, lia muito e só tirava notas ruins, com dez anos tínhamos a mesma idade, eu passei pra quinta série e ele foi reprovado. 

Logo eu no primeiro ano do ensino médio e ele ainda na sexta série, eu estudava a tarde e ele no período da manhã, mas éramos amigos bem achegados, nas aulas de musica na igreja embora eu não gostasse, mas eu aprendia e ele não saia do lugar. 

A mãe dele, Laura, já era viúva a muitos anos, nunca mais se casou, eu já batia minhas punhetas, mas nunca havia pensado em nada com Laura, mas numa sexta feira, minha mãe mandou eu levar um vestido que ela havia feito pra Laura, eu fui lá levar; ao chegar bati palma, ela falou de dentro da casa, entra, tua mãe já me avisou. Eu abri o portão e fui entrando, ela falou de dentro do banheiro, ouvi o barulho do chuveiro, ela disse, deixa no sofá, ai por favor tranque o cadeado do portão pra mim. Eu falei. Tá bom irmã, tchau, mas entrei na sala, deixei o vestido em cima do sofá, a porta do quarto dela estava aberta, e eu vi encima da cama uma calcinha. Eu fui até lá na ponta dos pés, peguei a calcinha enorme, cheirei e senti um cheiro forte de buceta, estava recém usada, fiquei excitado, coloquei no bolso. ai si na ponta dos pés, tentei ver pelo buraco da fechadura e a vi pelada, não havia fechadura, só o buraco dela, eu filme com meu celular, que delicia de buceta cabeluda! Ali mesmo comecei a me masturbar, e gozei rápido. Ela desliga o chuveiro e eu saio rápido, tranco o portão e vou pra casa, ver a filmagem e cheirar a calcinha dela. 

Com 14 anos eu já bem desenvolvido, fui pra escola e lá só pensava em Laura, na igreja eu ficava olhando pra ela, as vezes eu tentava colocar o celular com a câmera ligada pra tentar filmar embaixo da saia dela, certa vez prendi o celular com a câmera ligada no pe, pra filmar a calcinha dela, filmei a de outras mulher e meninas, mas dela não consegui, os dias forma passando e nada eu conseguia, 

 A minha mãe ficava com algumas meninas, havia uma amiga em que eu ia na casa, a beijava, passava a mão, mas só ficava nisso, ela não deixava eu ir mais além, mas Laura era um sonho de consumo. 

O ano terminou eu já com 15 anos, Rodrigo mais uma vez reprovado, eu estudando a noite, pois comecei a trabalhar como menor aprendiz, mas ele nem conseguiu passar no teste da empresa, mas mesmo assim éramos os melhores amigos, até na igreja eu já tocava violão, teclado, guitarra, mas por fora eu tocava outras musicas, Rodrigo errava até no coral, o cara era mesmo sem jeito de tudo, não sabia fazer nada, a mãe dele vivia levando ele pros pastores orar por ele, pagava volos mas nada ajudava o cara. 

Eu muitas vezes cheguei a fazer prova pra ele, tudo pra evitar ele de tirar notas ruins, mas nem sempre dava, Laura passou a ir lá em casa com mais frequência, pois passou a costurar em parceria com minha mãe, eu só ficava em casa nos fins de semana, e fui parando aos poucos de ir a igreja. 

Com 16 anos eu já no ultimo ano, fazendo vários cursos nem ia mais a igreja, já estava até me esquecendo de Laura, que era mais velha que minha mãe, eu já havia transado, namorava com uma gata linda, meus pais nem podiam saber, já me enchiam o saco por eu não ir a igreja, mas ai aconteceu que Rodrigo me viu com minha namorada, falou pra mãe dele, que veio falar pra eu parar de namorar senão contaria pra minha mãe, 

Eu já era como que dono do meu nariz, falei pra ela. "Olha irmã, sei que a sua intenção é boa, porém eu gosto da Camila, no caso minha namorada, e vou continuar com ela, a não ser que a senhora tenha algo melhor pra mim.". 

Ela falou. "Tenho sim, Jesus te ama, a dois anos você foi em minha casa, a culpa foi minha, você me viu no banho, pegou minha calcinha, você estava com espirito ruim. volta pra igreja, você é bom." 

Eu nem falei nada, terminei com minha namorada, e falei com Laura, pedi a ela pra me perdoar pois não resisti a tentação. ela falou, mas meu filho, eu sou mais velha que sua mãe. como pode pensar em algo comigo. 

Eu disse que sempre a achei linda e maravilhosa, falei que ela me encantava muito. comecei a frequentar a igreja, mas ai passei a conversar muito com ela, as vezes eu falava com ela que precisava conversar, ela dizia que não podíamos ficar sozinhos senão o inimigo atentava, mas eu insistia e ela ia até a igreja, pois ela tinha a chave e lá a gente passou a conversar ali na igreja, sozinhos, conversamos muito, eu falei que queria me tornar crente mesmo, e pedi a ajuda dela, ela disse que iria me ajudar, ai passamos a ir lá várias vezes conversar ela, se tornou uma conselheira particular, 

Logo os irmão lá levaram Rodrigo pra participar numa construção de igreja em outro estado, e Laura ficou sozinha, visto que não dava pra irmos na igreja mais, ai ela falou: "é perigoso, mas vamos em minha casa, ai quando eu tinha tempo combinamos e eu ia lá, discretamente, lá ficávamos conversando ela me aconselhava, e eu comecei a insistir mais que ela era linda, que eu a amava, eu sentia ela respirar fundo. 

As férias chegaram e Rodrigo iria continuar por algum tempo fora, eu também peguei férias na empresa, e ia lá todos os dias, antes dos cultos, as vezes após os cultos, só falhávamos de tudo, mas ai eu insistindo em beijá-la ela, foi cedendo e rolou um beijo, que delicia. Ela chorou depois disse que estava em pecado, mas eu insisti em beijar, ela foi cedendo e nos abraçamos, ela respirava fundo, as coisas foram esquentando e o beijo foi se intensificando, logo eu já estava pegando em sua bunda ela feito louca após um culto, a levei pro quarto, fui levantando o vestido dela, estávamos nos esfregando muito, ai eu fui desabotoando o sutiã dela, logo os seios de fora, tentei tirar a calcinha mas ela não deixava, ai eu chupei os seios e ao mesmo tempo tentando tirar a calcinha, foi ai que ela rasgou e ficou completamente pelada, eu só passei a mão na buceta cabeluda, e fui metendo aos poucos, ela respirava fundo, me aranhava, ainda bem que era crentinha, as unhas curtas, eu fui empurrando, logo minha rola toda dentro dela, eu metia gostoso, ela gemia alto, logo gozamos muito, que delicia, ela toda molhada de suor, eu também ela começa a chorar dizendo que foi dominada pelo inimigo, ai eu a levei ao chuveiro lhe dei um banho. Ela não parava de chorar, eu liguei pra minha mãe, disse que ia dormir na casa de um irmão, e ali fiquei, a comi várias vezes a noite, as vezes ela chorava ao gozar, ao mesmo tempo gemendo de prazer. 

Acordamos no dia seguinte as 11 horas, ela começa a orar na cama mesmo, ainda deitada, eu acordo ela chorando eu começo a chupar sua buceta, ela chora mais goza muito na minha língua, ai depois limpo a boca e vou em cima, e mais uma vez eu a como, foi muito bom e aconteceu muitas coisas, mas conto no próximo, desculpem pelos erros, espero que gostem.

SILVINHO, O FILHO DO PASTOR (CONTO GAY)

Estava com 14 anos e morávamos há muito tempo ao lado de uma igreja evangélica. Meu pai era grande amigo do pastor que tinha um casal de filhos. Silvinho com quase treze anos a Ana com 4 anos. O pastor sempre pedia para que eu fosse junto com seu filho para escola que era a única da pequena cidade. Silvinho e eu nos tornamos éramos inseparáveis. Depois da aula fazíamos tiro ao alvo com estilingue e espingarda de pressão, futebol.

Quando a igreja começou a ser reformada, o pastor pediu para seus fiéis para tirar areia de um rio que passava por perto e no local, formou um poço com 1 metro de profundidade, onde nadávamos. 

Em um dessas tardes, Silvinho foi nadar com uma sunga amarela e bem apertadinha e eu que nunca tinha reparado, agora, não conseguia tirar os olhos daquela bundinha. Naquela tarde todos os amigos foram embora mais cedo e somente nós ficamos nadando e eu fazia de tudo para passar a mão na bunda do Silvinho, mas sempre disfarçava para ele não perceber.

— Silvinho, vamos sair e torcer nossas roupas?

— É cedo ainda.

— É sim. Vamos andar por aí.

Silvinho tirou a sunga e virou sua bundinha para mim. Meu pinto endureceu na hora e quando ele arcou um pouco o corpo para vestir novamente, deu para ver o seu cuzinho rosadinho na sua bundinha branca.

— Nossa… Silvinho que bundinha gostosa você tem.

— Você gosta de bunda de homem, João?

— Nunca tinha pensado, mas quando vi a sua; achei um tesão.

— Você já comeu algum garoto, João? Eu já encoxei o Marcelinho atrás da igreja e foi muito bom. Ele até rebolou. E disse que era muito gostoso e que sem roupa era melhor ainda.

— Então Silvinho me deixa-te encoxar? Será um segredo só nosso. Nunca contaremos a ninguém. Melhores amigos.

— Tudo bem.

Pedi para Silvinho ficar de quatro e fui baixando sua sunga até os joelhos e encostei a minha vara no seu cuzinho fiz pressão e comecei passar as mãos em todo seu corpo. Silvinho começou a gemer.

— Que gostoso João. Bem que o Marcelinho falou que era muito bom.

— Me deixa meter um pouquinho? Serei carinhoso. Prometo que vai gostar.

— Se você nunca contar para ninguém, eu deixo, mas também quero meter.

— Tudo bem. Combinado.

Passei bastante cuspe em minha vara e pedi para Silvinho abrir bem o cuzinho e quando ele abriu, não resisti e meti a língua no seu buraquinho. Silvinho gemia e falava que estava muito gostoso e de repente com a voz cheia de tesão pediu para eu meter. Fui metendo aos poucos e segurando seu duríssimo pinto. Demorei um tempão para colocar tudo. Não queria machucar o garoto e sim dar muito prazer, pois queria fodê-lo muitas vezes.

— Tá gostoso Silvinho? Fala alguma coisa?

— Tá tão gostoso seu pinto no meu cu. Mete, mete tudo. Eu não sabia que era tão gostoso dar o cu. Bate punheta para mim. Fode meu cuzinho. Coloca tudo.

Fiquei uns cinco minutos naquele vai e vem gostoso e Silvinho não parava de rebolar.

— Mete. Mete João. Estou gozando com sua vara no meu cu. É a primeira vez que dou o cu. É muito gostoso.

Silvinho arriou e deitou e eu continuei por cima dele e gozei dentro de seu cuzinho. Ficamos parados por um bom tempo até recuperarmos o folego.

— Agora é minha vez de te comer João. Você já deu o cu?

— Não Silvinho. Nunca dei.

— Fica de quatro que eu quero te dar o prazer que eu senti.

Fiquei de quatro e abri meu cuzinho. Silvinho meteu a língua sem cerimonia e me lambeu muito. Fiquei com o maior tesão e não sei bem o porquê virei-me e abocanhei seu duríssimo pinto e o chupei muito. Lambia desde a cabeça até o saco. Depois virei novamente e fiquei ansioso esperando o descabaçamento de meu cu. A vara de Silvinho foi entrando até a metade e ele me agarrou e meteu o resto.

— Vai João. Rebola na minha vara do jeito que rebolei na sua. Que cu gostoso. Tá gostoso João. Quer uma punheta? Promete que vamos foder sempre? Que cu gostoso, vou gozar.

Silvinho encheu meu cuzinho de porra e falava o quanto tudo foi gostoso. Fomos para o rio para nos lavar e fomos para casa com a promessa que foderíamos sempre.

segunda-feira, 13 de junho de 2022

PERDI MINHA VIRGINDADE AOS 13 ANOS COM O PAI DA AMIGA DA IGREJA

 Esta é uma história real, a minha. Me chamem como quiserem, acredito que estou dando um grande passo ao relatar essa história então nomes são o de menos. Como disse vivo lendo contos, contos que envolvem crianças, busco os mais loucos, leio até os comentários, todos, meu interesse nessa área é enorme, enfim. Desde que conheci esse site, a muito tempo atrás, eu sinto vontade de me libertar relatando o que aconteceu comigo, me sinto mais leve em expressar minha pessoa e história a vocês.

Um belo fim de semana fui a casa de meus padrinhos, um lugar que amava ficar, me sentia em casa, gostava de lá, deles e sua família. Nesta época eu estava com meus desejos transparentes, 13 anos e aquela fase em que é difícil se controlar e toda oportunidade é aproveitada. 

Todo pensamento é impuro, ou quase todos, pelo menos para mim. Sim, desde de menor sou uma menina atrevida, ou desmiolada, inconsequente. 

Fazia algum tempo desde que eu tive meu primeiro contato com uma igreja evangélica, nela conheci muitas pessoas, comecei a fazer parte de uma célula. 

Nesta célula conheci uma amiga que conversava comigo pelo celular dos seus pais, sua mãe e seu padrasto. Tive meu primeiro contato com o padrasto dela na igreja, nas despedidas das reuniões e durante os cultos, aconteciam troca de olhares pois eu reparava ele a me observar quando podia. 

Neste dia em que estava nos meus padrinhos começamos a conversar por whatsapp, ele e sua família produziam bolo caseiro, isso era legal ao meu ver, então começamos a falar sobre bolo, como era bom e tudo mais, até que ele perguntou se eu queria bolo; obviamente respondi que sim. Então ele perguntou o que  eu faria para ganhar um bolo e nesse momento eu flagrei a maldade. 

Por mais que eu quisesse me descobri e, descobrir o mundo, eu ainda era muito inocente e bobinha para malicia na prática. Então a partir daí eu já imaginava a resenha, mas não entendia o contexto. 

Com o tempo conversas descontraídas viraram obvias pretensões maliciosas, me soltava nas mensagens,  cheguei a dizer que não era virgem quando ele me perguntou por que eu achava vergonhoso ser virgem. 

Um que ele me chamou para uma viagem e disse que falaria para sua enteada me chamar para a viagem para a mãe, até que a mãe aceitou. Eu pedi para o meu pai para viajar e ele relutante , já desconfiado deixou. 

Neste ponto eu já entendia que ele queria fazer sexo comigo, eu como abelha vai para o mel cai em suas conversas, elogios e mais tarde toques. Ele nunca foi um príncipe, pelo contrário, sempre foi grosso e me diminuía, quando não me machucava, mas eu apesar de tudo continuava lá, como a menina só e carente que era. 

No dia da viajem ele falou para me buscar perto da minha casa e não na minha rua, que ele ia me buscar sozinho e teria um tempo para nós dois, que ele ia me levar para conhecer um bom lugar. Assim que entrei no carro dele, ele me cumprimentou, assim que pusemos minha bolsa no carro, eu me sentei no banco da frente, ele já começou com papos maliciosos, gestos a apalpar minhas coxas e peitos. 

Eu estava muito nervosa, confusa e frenética, eu me sentia diferente, sentia todas as emoções. No caminho ele conversou comigo já com suas intensões transparecendo ao máximo, ele continuou pegando no meu corpo sempre que podia, ele dirigia mas quando aparecia oportunidade ele vinha. Ele chupou meu peitos, queria pegar na minha ppk mas minha calça jeans preta colada não facilitava. Até que ele pediu para mim encostar nele, disse que estava duro por minha causa e queria que eu visse, mesmo eu já tendo reparado, insistindo tirou o pinto pra fora e pediu para mim pegar. 

Nós já estávamos longe de casa, eu não sabia onde estava, não fazia a mínima ideia quando olhei pra fora. No percurso nesse meio tempo vi que algumas pessoas as quais passavam perto nas ruas, como no sinaleiro começaram a ver e reparar o que ele estava fazendo, me tocando e fazendo eu o tocá-lo, até que depois de um tempo ele me pediu para chupa-lo, e eu relutante fui com a mão dele na minha nuca me forçando a chupar até onde conseguia caber. Eu tossi muito, me engasguei, o cheiro e gosto eram ruins, ele movimentava minha cabeça aos poucos. Até que quando me dei conta estávamos perto do local que ele me levou, soube quando ele avisou e guardou o pinto nas calças. Entramos tipo num estacionamento, ele estacionou o carro em uma vaga, eu reparei que tinham casais entrando nas vagas e fechando cortinas e ele despois que estacionou e desceu fez o mesmo. Meu coração disparou, eu entendi, ele ia me comer. Eu fiquei com tanto medo, tão nervosa, mas eu ainda assim continuava lá, até buscava agrada-lo, eu mesma já não sabia o que queria ele apenas me conduzia. Depois que ele fechou bem, falou para mim descer do carro, eu não sabia o que fazer, nunca tinha feito isso e assistir pornô, não ajudou em nada, fugir ou gritar não era uma opção. 

Eu sai do carro, e ele falou para mim me aproximar, eu fui, ele disse para mim tirar a roupa e eu com ajuda dele tirei. Ele me encostou no carro de frente em pé, se ajoelhou e meteu a língua na minha buceta, chupou, levantou tirou suas roupas e lambeu meus pequenos seios, quase nada. Ele me virou e disse para mim ficar parada, eu inocentemente fiquei, quando ele me pegou pela cintura e bruscamente de primeira tentou enfiar seu pinto em mim. Eu assustada olhava para trás e via ele fazendo cada vez mais força em mim enquanto ele me olhava chorar, eu empurrava ele como podia, empurrava sua cintura para longe, mas eu cada vez mais tinha menos força. Ele me subiu, prensou no carro em cima de tanta força que fazia e do tanto que eu tentava fugir dele com as forças que tinha. Entrou, eu fui penetrada com toda a força até o fundo, doeu muito mais do que eu imaginava, mas não soltei gemidos altos, eu sabia que não podia gritar. Ele continuou fodendo minha ppk com muita força, sempre sem dizer nada, nem uma palavra fora as ordens. 

Assim que ele tirou o pau de dentro de mim. me soltou, eu cai de joelhos no chão sem forças e chorando, ele falou para mim ficar de quatro, mas eu não sabia como, eu levantei me mexi e me ajoelhei perdida, mas ao fazer isso ele logo me conduziu em como fazer a posição correta, ele me pois de pé, me fez empinar a bunda e agachar a cabeça segurando na porta do carro. 

Logo em seguida ainda muito cansada e com as pernas fracas, tremulando para permanecer ele segurou forte na minha cintura e de uma vez sem nenhum cuidado comeu meu cu de primeira, nossa, eu cai de primeira também, sem força alguma. Ele me ajeitou caída e continuou a comer minha bunda grande loucamente, até que em um momento ele tirou e e viu sangue. 

Nisso ele perguntou se eu era virgem e eu respondi que era. Ele em seguida falou para eu levantar e ir pra frente do carro, eu fui e ele veio atrás. Ele tentou me comer, e enfiou um pouco na minha ppk em cima do capo de 4. Em seguida ele entrou no carro me levando e fez eu sentar nele no banco de trás. Eu sentei, ele com força não parava de se movimentar, até que ele gozou em mim, no banco, nele, foi muita porra, suor e gemidos baixinhos meus. Eu muito cansada disse que sujou o banco do carro e a famílias dele podia ver, ele respondeu que isso não era nada e limpou por cima, se limpou e eu fiz o mesmo, fomos embora e na saída o cobrador ao qual ele pagou, ficou olhando para meu rosto suado e cabelo e roupas bagunçados, sem falar na minha expressão acabei de perder o cabaço. Fomos embora, sem conversar, mas mal sabia eu no que essa viajem ia se tornar… Essa história tem muitos detalhes, mas por mais que eu ame detalhes já me estendi demais. Espero que tenham me entendido, busco me expressar bem. Obrigada por me ouvirem! 

O PRIMEIRO ORGASMO ( CONTO GAY)

 Todos meus contos são autorais e aconteceram realmente comigo.

Como sempre é difícil lembrar o dia ou mesmo o ano, mas provavelmente eu devia ter entre 10 a 12 anos de idade na época, vivia em uma cidade do interior de Minas Gerais, cidade com menos de 3000 habitantes, uma cidade pacata, onde uma novidade durava meses.

Morava próximo a algumas quadras com muitos lotes vagos e construções não terminadas ou mesmo abandonadas. Na rua do lado, morava um vizinho, Bill.

Um homem que (a única vez que tive curiosidade de perguntar, não me lembro em que fase foi) tinha 32 anos de idade, não trabalhava e todos o tinham como “doido”, sua família era evangélica e ele estava sempre de calça jeans, os homens desta religião não podiam usar shorts ou bermudas.

Bill se sentava muito na esquina da minha casa (morava há duas casas da esquina), e as vezes quando eu estava sentado do lado de fora da minha casa brincando ou esperando meus amigos, ele abria a calça e exibia seu membro ereto pra mim, confesso que com o passar do tempo, sempre que Bill se sentava na esquina, debaixo daquela pequena arvore, eu corria e me sentava do lado de fora para que ele me mostrasse seu pau.

Uma tarde, brincava com meu amigo Heverton em um desses lotes vagos, que coincidentemente ficava atrás da casa do Bill, brincamos um tempão em cima de uma mangueira com um tronco grosso e largo que cabiam várias pessoas, era quase como se a árvore proporcionasse uma sala de estar para os que nela subissem.

Brincávamos distraídos quando Bill aparece embaixo da mangueira do nada, a família do meu amigo H tinha um certo “preconceito” com a família de Bill, apesar de serem da mesma religião, mais tarde, com pensamento crítico, cheguei a conclusão que não tinha nada de preconceito, eles realmente sabiam, todos sabiam quem era o Bill e o que ele fazia, conosco inclusive.

Ele começou a conversar conosco e fizemos menção de ir embora, de descer, mas antes de descermos ele foi mais rápido e subiu. Ficamos um bom tempo falando sobre N coisas, até que ele entra nos assuntos sexuais, ele nos pergunta se já tínhamos visto os paus dos nossos pais, ficamos ofendidos, pois no interior jamais teriam o desapego de ter filhos e pais se vendo nus, a nudez era, e ainda é, algo a ser castigada.

Dissemos que não, e ele pergunta se queríamos ver o pau dele. Não recordo de nossa reação, provavelmente ficamos mudos apenas olhando.

Recordo de termos uma bola conosco, e ele pegou a bola e desceu da árvore, do lado dela tinham arbustos cobertos por cipós de forma que formavam praticamente uma cabaninha, o chão li no local não tinha plantas ou ervas daninhas, e tinham alguns tijolos empilhados formando um banco, aparentemente estávamos no “ambiente” do Bill.

Ele desceu e foi em direção a estes arbustos, descemos e fomos atrás, ele então se sentou e abriu as pernas, colocou a bola no meio das pernas, ficamos apenas olhando e ele disse que aquela bola era o saco dele, que se quiséssemos pega-la de volta, teríamos que cortar.

Perguntei “como assim cortar” e ele fez o movimento passando a mão rente a sua pelve e a bola. Disse que seria apenas uma brincadeira, que ali estávamos brincando de médico.

Me recordo que neste momento já estava febril, quente sem saber do que se tratava, hoje sei, era tesão. Então me agachei perto e ele pegou meu braço e passou minha mão bem rente à bola e consegui sentir algo duro ali pela calça.

Tudo isso acontecendo com os olhares do meu amigo H, até que chegou a hora dele fazer, ele prontamente fez o mesmo movimento e Bill segura o braço dele e esfrega no pau duro por debaixo da calça, ele que era bem branquinho ficou muito vermelho e fez menção de chorar, Bill então falou pra ele não se preocupar, que eu não contaria nada pra ninguém, que ali éramos todos amigos e amigos guardam segredos, que ele podia pegar do jeito que já tinha pegado, neste momento entendi que H já havia “se divertido” com Bill outras vezes.

Diante do “drama” de H, Bill me pediu para continuarmos brincando, em uma dessas “cortadas de saco” ele fez o mesmo comigo, segurou meu braço e com a outra mão apertou forte no meu pau duro.

Fiquei ali, entre as pernas dele, sem conseguir sair, com a mão no pau duro dele, então com uma mão segurava meu braço e com a outra muito desajeitado abriu o botão da calça, o zíper e botou aquela rola enorme, grossa e de uma cor linda (moreno jambo) pra fora, fiquei encantado, ele percebeu, pegou minha mão e colocou nela, fiquei ali com a mão parada e ele começou a fazer o movimento de masturbação.

Seu pau era grosso, meio achatado e grosso, com a cabeça um pouco menor que o restante do membro, mas o meio realmente grosso. Ficamos ali um tempo e então ele falou pra fazermos outra brincadeira.

A essa altura já não dava pra fugir, estava com o corpo queimando em febre e desejo, queria muito continuar segurando a rola daquele homem, então pedi pra ver o saco, era fascinado por saco naquela época, mais que pelo pau, vai entender.

Bill colocou o saco pra fora e não precisou me comandar, eu de pronto peguei e comecei a massagear as bolas, como eram macias, que gostoso a sensação de segurar o saco de um homem.

A nova brincadeira consistia em eu ficar sentado com a perna dobrada para cima, Bill me colocou sentado nos tijolos e pediu que eu dobrasse bem a perna, então ele se ajoelhou e se posicionou do meu lado, deu uma boa cuspida na mão e passou no seu pau, então colocou o pau entre minhas pernas, na parte de trás do joelho, abri a perna e ele disse que não, que era pra eu fechar com força.

Então ele começou o movimento de vai e vem. Eu sentia sua respiração ofegante e seu cheiro forte de suor, e então Bill fez algo que me deixou sem reação, começou a passar a mão pelo meu corpo e a lamber minha nuca, sentia sua língua áspera e sua barba por fazer me pinicando, então ele vira minha cabeça e começa a me beijar, tentando forçar a língua na minha boca, lembro de ter sentindo muito nojo daquilo, tentei me desvencilhar daquela situação, mas ele me pegou e insistiu “na brincadeira”.

Ficou ali me beijando e acariciando, em determinado momento, começou a ficar mais ofegante, segurou minha perna com força e apertou o joelho, e começou a me beijar com mais agressividade, e então saiu um liquido brando de seu pau, esse liquido sujou minha perna e meu pé, saiu muita coisa, eu ainda não sabia o que era aquilo, fiquei enojado com aquela coisa que saiu de seu pau, ele se afastou ofegante, guardando a rola na calça.

Nessa hora saí correndo com meu amigo, paramos mais a frente e limpamos minha perna com algumas folhas, fomos pra sua casa (meu amigo ficava a maior parte do dia sozinho), lavei minha perna no tanque e seu irmão, mais novo dois anos, chegou e perguntou o que era. Dissemos que estávamos brincando e pisei em um bicho morto e o bicho espirrou aquela coisa na minha perna, apelidamos de Carniça Branca.

domingo, 12 de junho de 2022

MANINHO DORMIA COMIGO

 Muitas coisas do conto são fantasias minhas que estou quase realizando, outras são deliciosas experiências que tive ao despertar a fêmea no cio. Quem não gosta de sexo proibido e tabus incestuosos não leia mais. Quem quiser saber o que é verdade ou não visite telegram ORION359. 

Sou a Aninha e chupo desde que acho que tinha por volta de . ou . anos e via meu maninho de 8 anos voltar da escola com minha tia de 12 e, nós três em casa sozinhos por duas horas ,e os dois mandavam eu ir pro quarto e ficavam na sala. 

Um dia espiei curiosa por ouvir gemidos e vi ela de quatro encima da cabeça dele, sem calcinha; ele lambia e enfiava os dedos; ela gemia, piscava o cu, com ele deitado por baixo, tinha o calção nos joelhos, seu pênis que eu conhecia por dormirmos na mesma cama.  

Um dia ele achando que eu dormia. esfregava na minha boca até eu abrir, quando ele fazia eu abrir as pernas e sem calcinha chupava a xeca até eu ficar sentindo espasmos e fazia xixi em jatos, ele engolia e a glande enorme pra sua idade saia com gosma branca que eu viciei em engolir e eu enfiava, tirava.

 Desde a primeira vez que ele gozou engoli. Seu pau era grande e grosso e o saco suado eu lambia . Passamos a fazer sem as cobertas, ou eu, ou ele acordava e fazia. 

Papai viu eu chupando meu irmão, me chamou, me pediu pra fazer com ele também. Ele pediu para dormirmos juntos, nos disse que faríamos em segredo e disse-nos que sua mana de 12 anos também fazia desde, e queria que meu mano a comesse, porém eu pedi que um deles tirasse meu cabaço da buceta pois o cu já me comiam, eu escolheria, papai com 25 cm e mesma grossura do mano que tinha 18. 

Então pedi pro papai enterrar no meu cu, meu maninho socou inteiro e os dois me comiam e tive orgasmos múltiplos, eles encheram meu útero e reto 5 vezes enquanto eu ordenhava eles com útero e cu em espasmos. 

Fodemos até a noite quando minha tia chegaria com seu pai que a comia, sua esposa fodia com seu pai, alunos que ela fodia após conversar, seduzir pais, fazer sua filha chupar pais e filhos e ser a escrava deles, chupar sua mãe com eles a fodendo e suas esposas evangélicas assistiam ao vivo junto com o pastor na igreja após o culto. O pastor era casado com uma jovem de 15 anos criada desde . anos ao ficar viúvo, iniciar ela, as meninas para que todas fossem sabias ao fazer os desejos pecaminosos de seus pais, suas mães amassem seus maridos e só fizessem sexo para procriar, suas filhas tomassem o esperma sagrado até que fizessem 10 anos e casassem e quem não largasse dos prazeres e orgias poderiam ganhar dinheiro para a igreja e tomassem porra com a condição de estes homens fossem a igreja uma vez na semana após o culto onde o pastor rezasse um culto e abençoasse todo esperma que era coletado em um cálice que era guardado e todas esposas e viúvas sorviam esperma que suas filhas coletaram durante o culto. Muitos eram convertidos, suas filhas faziam eles serem saciados em casa por elas.

sábado, 11 de junho de 2022

GOSTOSO (CONTO GAY)

 Esse é meu primeiro conto aqui. A história que vou relatar é totalmente real e aconteceu em 2013, só vou alterar os nomes e tentar ocultar algumas informações que poderiam me identificar.

Vou começar me descrevendo: sou branco, gordinho, baixinho, libriano, bissexual e cristão protestante, preencho o combo completo de dúvidas (não que o bissexual esteja com dúvidas, mas ser bih faz surgir as dúvidas na fase das descobertas) e isso é importante pra esse relato. Desde de criança fico com meninos e meninas, e também desde criança sou membro de igrejas evangélicas. Mas vamos à história de hoje.

Eu tinha acabado de passar em letras vernáculas e cursaria na minha cidade, estava imensamente feliz por ser minha primeira opção de curso e uma carreira que eu sempre quis seguir. Me lembro como se fosse hoje, no dia 17 de março de 2013 recebo uma mensagem dele no meu Facebook me parabenizando por ter passado no curso. Tomei um susto, pois não tinha divulgado e nem falava mais com ele direito. Na verdade nem tínhamos essa intimidade, ele tinha sido professor do meu irmão em uma época que eu fiquei responsável por levar meu irmão às aulas e também tinha pego algumas caronas com ele algumas vezes.

Já nessas caronas a conversa com ele era sempre estranha, ele era muito fofo, muito cavalheiro e falava sobre a vida dele, sempre priorizando que ele não queria estar na igreja, que gostava de viver livre e amar livremente, gostava de beber e fazer uma coisas proibidas, ou seja: muita indireta direta que eu ignorava por medo de não estar entendendo direito.

Vou descrever ele: Chamarei ele de Léo, ele é preto (o tipo que chamamos de moreno jambo), magro com algunss músculos, alto e também cristão protestante na época, só que de outra igreja. Mas vamos ao que me lembro conversa daquele dia:

– Oi Dan, meus parabéns pelo curso, sempre soube que vc era capaz, vc é muito inteligente, admiro muito vc, vai ser um excelente professor. (Meu susto foi tão grande que nem agradeci)

– Quem te contou?

– Foi tua mãe. Eu sempre pergunto por vc, tu mal responde as mensagens do Facebook. (O que era bem verdade, eu não costumava responder muito minhas mensagens e minha mãe era fã dele)

– Ah Léo, desculpa, sou meio desligado mesmo. Obrigado. Tu ainda trabalha como professor?

– Não, não me rendia muito e eu preciso sustentar meu filhote.

– Verdade, uma pena. (Pra mim a conversa acabava ali, mas ele continuou)

– Me passa teu número pra gente conversar e se conhecer melhor.

Não vou me estender muito nessa parte. Eu passei meu número, na época eu ainda não tinha whatsapp, então ficamos conversando por mensagens de celular mesmo. Ele me chamava de cupincha e eu me derretia, mesmo sabendo que o significado era sobre amizade. Mas as conversas foram ficando mais quentes, só que ainda no campo da interpretação. Ele me elogiava muito, falava que eu era bonito, que tinha um corpo legal, eu também dizia essas coisas pra ele. Até a conversa mais quente e direta que tivemos:

– Você já amou? (Fiquei em pânico com essa pergunta dele, fazia algumas semanas que a conversa estava esquentando, mas não imaginava essa pergunta, me fiz de desentendido.)

– Eu amo muitas pessoas.

– Vc me ama? (Acho que ele já estava cansado de conversar por códigos)

– Claro, eu sou seu cupincha.

– Mas vc quer me amar? (Pânico, pânico, pânico)

– Qual forma de amor?

– Todas. Vc já amou?

– Não. Me ensina? (Na verdade eu já tinha feito muita coisa como ativo e mais com mulheres, mas nunca tinha chegado ao fim sendo passivo e era o que eu queria com ele)

– Vc vai virar o professor do amor.

Depois dessa conversa voltamos a conversar banalidades. Até que um dia eu estava conversando com ele por mensagem enquanto estava em uma aula e a conversa foi esquentando, até ele me chamar pra casa dele. Assim que cheguei ele já foi me beijando. NOSSA!!!!!!! Que beijo! Que pegada gostosa. Ele me beijava e passava a mão pelo meu corpo de uma forma tão gostosa, apertava minha bunda, de forma tão intensa que eu me derretia nos braços dele e apertava cada músculo daquele braço. Eu já era menor que ele e ainda me derretendo ficava ainda pior.

Quando nos afastamos, muito a contra gosto meu, ele me levou ao quarto do filho dele, colocou um pornô gay no computador. Estava tudo lindo, até ele fazer duas coisas, a primeira foi adiantar o vídeo, pulando a preliminar, eu amo as preliminares. E a segunda foi falar:

– Minha esposa pegou esse turno da tarde.

Nessa hora eu quis morrer. Já não bastava eu ter dúvidas sobre mim e sobre ficar com homens, ainda estava pegando homem casado?!! Era muita coisa pra mim. Mas o tesão falou mais alto e quando voltamos a nos beijar então eu não enxerguei mais nada na minha frente, era tão gostoso ficar com ele, beijar a boca dele, sentir o corpo dele no meu. As coisas foram esquentando muito, até que ele ficou pelado, e eu não consegui ficar, pois tinha muita coisa na minha cabeça. Mas eu não deixei ele na mão, desci e chupei a rola dele como nunca. Era uma rola enorme e muito babona, não cabia na minha boca, mas eu me esforcei, lambi a cabeçona, beijei, lambi o corpo do pau, me deliciei chupando as bolas, batia com a rola no meu rosto e voltava a chupar. Nem sei quanto tempo eu fiquei chupando aquele pênis maravilhoso, mas chupei até ele falar que iria gozar, quando ele ia tirar o pau da minha boca eu peguei de volta e engoli todo aquele esperma. Percebi que ele ficou com nojo de me beijar quando fui embora, mas ignorei. Foi maravilhoso, mesmo que não tendo dado naquele dia.

Os dias que se seguiram foram de conversas, nas quais ele sempre falava que meu corpo era lindo, que eu beijava bem, que a minha chupada era incrível. Também passávamos horas falando putaria por mensagem. Nesse meio tempo eu resolvi me afastar da igreja, sem me assumir (detesto essa palavra, não fiz nada de errado pra me assumir). Contei pra ele esse fato e ele se mostrou preocupado, uma vez que eu nasci na igreja evangélica, mas seguimos conversando. Até conseguirmos marcar novamente. Dessa vez eu já fui sem tantas travas e bloqueios, decidido a dar muito. Assim que cheguei na casa dele percebi algumas mudanças: o colchão estava na sala, tinha música romântica tocando, o clima estava perfeito. Ele deve ter percebido meu desconforto da última vez.

Começamos a nos beijar muito, beijos intensos, porém mais românticos. Ele sentou no sofá da sala e me puxou para o colo dele e ficou me beijando e beijando meu corpo, era delicioso. Com muitos beijos pelo meu corpo ele foi tirando minha roupa e tirando a roupa dele. Quando percebi eu já estava completamente nu, deitado naquele colchão, recebendo vários beijos pelo meu corpo que me faziam delirar de tesão. Ele chupou meu pau também. Mas fui a loucura mesmo quando ele fez um cunete em mim. Nossa! Ele me lambia e chupava de um jeito que eu só conseguia gemer, não conseguia formar uma palavra. Ele então começou a me penetrar, bem aos poucos, devagar, mas sem parar um segundo. Ele começou a meter enquanto eu estava deitado e foi me puxando pra cima, até que fiquei de quatro no colchão e ele aumentou a velocidade das metidas. Estava tudo tão gostoso, ele metia tão bem e em um ritmo tão maravilhoso que eu poderia ficar levando pau pro resto da vida naquela sala. Mas ele gozou e urrou tanto gozando que se não fosse a música que tocava seriamos descoberto pelos vizinhos com certeza.

Depois disso eu fui tomar banho e só então me vieram algumas coisas à cabeça: ele usou caminha? Como eu aguentei aquela coisa monstruosa sem sentir um pingo de dor? Será que ele não sentiu nojo de chupar meu pau ou meu cu? Da última vez ele nem quis me beijar com o gosto do pau dele. Enfim, só descobri que ele usou camisinha quando vi ele chegar no banheiro tirando a camisinha do pau. Até hoje não sei se ele usou alguma coisa pra me penetrar sem causar dor ou não, pois sempre senti dor ao ser penetrado e com ele não sentia.

Ficamos mais algumas vezes, mas acabamos nos afastando por uma burrice minha e falta de comunicação entre a gente. Ele quis fazer o que achou melhor pra mim e não consegui dizer que o melhor pra mim era continuar com ele. O fato foi: voltei pra igreja, por ser um lugar que me sinto bem. E ele se afastou de mim pra eu não me afastar da igreja novamente. Minha burrice foi não dizer pra ele que ele me fazia bem também e que eu não precisava escolher entre uma coisa e outra. Imaturidade, cabeça cheia de dúvidas. Na época eu não tinha a mesma consciência que tenho hoje.

quinta-feira, 9 de junho de 2022

O ZELADOR DA IGREJA, AMIGO DO MEU PAI ABUSA DE MIM DESDE NOVINHA - PARTE 3

 Hj eu sou bem resolvida e como falei decido quem vai me comer, não sou exigente, aprendi que sexo faz parte do meu corpo e mesmo novinha se eu sentir vontade dou pra o primeiro que me me agradar.

Na minha imaginação fico pensando em todos os leitores lendo e querendo me comer….fico molhadinha.

Samuel a partir daquela primeira transa nossa me tratou melhor ainda, quando meu pai ia viajar era uma alegria, eu me sentia a fêmea dele, claro que ainda era uma criança por assim disser mas eu tinha um sentimento tão gostoso dentro de mim que faria qualquer coisa pra essa sensação não terminar nunca.
Então tomávamos mais cuidado, e logo depois fiquei menstruada, minha mãe pouco me instruiu sobre isso, eu ficava meio perdida, buscava informações com amigas e na internet, mas Samuel quando soube me trouxe alguns comprimidos que só depois descobri que eram anticoncepcionais.

Ele me deu uma pequena aula de ed sexual, eu era ignorante nesse assunto e apesar de gostar muito de ficar com ele sempre me batia um sentimento de medo e de culpa.

Mas quando estava sozinho com ele só queria ter prazer.

Não sei se com todas meninas é assim, mas eu adorava ver ele pelado e sentir ele me tocando, lambia o pau dele com gosto.

Eu estava mais tarada rss.

As vezes inventava algo e ia na casa dele mesmo com meus pais em casa, e chupava ele rapidinho sem eles perceberem, eu adorava engolir a porra quente e grossa dele.

Ele me mandava ir pra casa e beijar a mamãe e o papai e embora meus pais não gostassem de receber carinhos eu ia lá e inventava algo e beijava eles, não sei se eles sentiam o cheiro de porra de Samuel, mas ficava louca imaginando se eles soubessem que a filhinha virgem deles não era mais virgem.

Uma vez quando fui lá sem avisar, levei um susto, aquela menina que falei de 9 anos estava lá com os pais dela, ouvi os pais conversando com ele, e percebi que ela ia ficar lá para Samuel dar aulas de Bíblia e de canto para ela. Os pais queriam que ela se tornasse uma cantora ou pastora mirim.

Os pais foram embora e eu entrei com cara amuada, não gostei de ver ela lá, ela se chamava Léia, e era toda sapeca pra idade, muito mais conversadora do que eu, ela não era tímida.

Samuel me apresentou e falou que eu tb tinha aulas com ele.

Ele pra me provocar chamou ela e falou vem senta no colo do Pastor que vou te ensinar algumas passagens, ela era muito bonita, tinha cabelos lisos até a cintura, era moreninha e toda empinadinha e apesar de não ter seios ainda dava pra perceber que ela seria uma mulher bem bonita.

Ele ficou alisando o cabelos dela e passando alguns textos eu fiquei de lado morrendo de raiva.

Depois tive que ir pra casa e chorei sozinha.

Depois de 2 dias Samuel foi em casa e falou pro meu pai que estava dando aulas de bíblia para a pequena Léa a pedido dos pais dela e se tinha algum problema.

Papai louvou a iniciativa dele e perguntou se não poderia me mandar tb eu ouvi aquilo e gelei, não queria ver ele com ela, mas não pode falar nada pq Samuel falou eu seria ótimo eu ir.

No dia seguinte fui para casa dele e Léa já estava lá.

Toda bonitinha e oferecida pensei.

Eu aproveitei que já era maior e me insinuei descaradamente pra ele, me encostando nele como mulher mesmo e ele as vezes me abraçava e apertava meu corpo contra o dele.

Léa via e dava pra ver que ficava com vontade.

Ai ele inventou de falar sobre o corpo da mulher e sobre a tentação que papai sempre falava que as mulheres são para os homens e para a virtude.

Me colocou do lado de Léia, eu mais alta e já com seios, contrastava com a figura dela, apesar de linda ela não tinha corpo pensei.

Samuel começou a falar pra ela, veja Léa nossa irmã Sara, já tá desenvolvendo as armas da perdição e perguntou se ela sabia o que eram essas armas.

Ela fez que não.

Ai Samuel começou a me tocar, e levantou meu vestido e falou veja, essa é a maior armadilha do homem mas tb tem os seios, e pediu para eu abrir os botões do vestido, deixei meus pequenos seios livre e ele apalpou eles, e falou: Irmã Lea o que acho que da vontade de fazer quando vemos uns seios lindos assim?

Ela não respondeu e ele abaixou e chupou cada um dos meus peitinhos.

Vi que Léa olhava e sorria interessada.

Ele falou já vc irmã Lea acha que tem alguma arma para dificultar a salvação dos homens.

Ela então falou com a vozinha de menininha dela, que achava que não, não tinha seios nem nada.

Mas Samuel se aproximou dela e sorriu pra ela que sorriu pra ele.

Ele perguntou o que ela faria se os homens se desviassem por causa dela, ela então falou que jamais deixaria algum irmão se perder por ela.

Mas Samuel, falou, Irmãzinha vc não pode nunca reprimir a vontade dos homens de te tocarem, vc é a perdição mas tb a salvação, pq a mulher não venho só pra perdição mas tb para o prazer do homem e eles ao satisfazerem seus desejos se tornam pecadores, pq são os pecadores que serão salvos.

Eu não entendi nada do que ele disse, mas estava gostando, estava molhadinha.

Ele então falou, parece que nossa irmã não tem armadilhas pq é bem novinha, mas por ser tão novinha que o perigo é maior…e alisando os cabelos dela até a bunda falou: veja que delicia de cabelos, qualquer homem desejaria toca-los.

E deixando ela de frente, começou a tocar no corpo dela que tremia todo, ele apertou o corpinho dela contra o dele, ela sorria e deixava.

Ele então falou: vamos ver o que vc tem de armadilhas e levantando vestido dela deixou ela só de calcinha, ela se deixava tocar e dava pra ver que gostava.

Essas meninas são as maiores tentações pra nós pastores e homens…e beijando o corpinho dela, lambeu os peitinhos marronzinhos, querendo desabrochar, beijou o rostinho e ela instintivamente ofereceu a boca pra ele, ele beijou e lambuzou todo o rosto dela…ele falava isso minha irmã ofereça sua pureza ao pecador..

Ele tirou a camisa e deitou no chão ela então deitou sobre o corpo dele…ele pediu e eu fui e tirar a calcinha dela…ai sem ele pedir comecei a fazer carinhos nela tb. Beijava a bundinha dela E e ela parecia estar num parque de diversão, sorria e brincava com ele.

Ele aproveitava totalmente dela, deitou ela e começou a chupar a bucetinha lisinha lisinha dela, ela sentia cócegas dava risadinhas…ele lambia com a língua grossa,

Ele me chamou e tirou todo meu vestido e calcinha eu deitei do lado dela e ele começou a me chupar tb.
Ele não se aguentava e nos chamava de putinhas, eu do lado dela comecei a beijar o rostinho dela e logo a gente estava se beijando na boca e ele nos chupando e tocando com os dedos na nossas bucetinhas
Agora Léa já estava gemendo de prazer.

Então ele falou para mim: Irmã Sara, agora fala pra Irmãzinha como vc sabe que o homem já se perdeu totalmente no pecado, qual a forma que ele fica.

Então eu me aproximei dele e tirando a calça e a cueca dele deixei o pauzão dele totalmente ereto pra fora, e falei pra Léa : Irmã quando o pinto do homem tiver assim grande e duro nós fomos a perdição dele e ri, a menininha sorriu pra mim com carinha de taradinha e eu chamei ela pra perto do pinto dele.
Fiz ela pegar no pau dele, a mãozinhas de criança no cacete dele era lindo de se ver, ela apertava ele e o pau dele pulsava, ele gemia dizendo : que delícia irmãs….quero pecar, me façam pecar mais.

Ai eu encostei o rostinho dela perto do pau dele e ele esfregou na carinha de anjo dela.

Ela pra surpresa dele e minha não retirou e com a boca começou a beijar o pau dele.

Ele falava isso irmã isso mesmo, me faça pecar.

Ai eu me juntei a ela e começamos a chupar o cacete dele juntas.

Ele já estava pronto pra gozar, quando pediu pra ela ficar na posição de cachorrinho e com a língua pra fora ai gozou direto na língua dela…jorrou porra pra todo lado, e o rostinho lindo dela ficou lambuzado.
Eu gozei só de ver e depois lambi ela todinha.

Ele deitou no chão exausto e nós sentamos uma em cada uma das pernas dele e começamos a esfregar nossa bucetinhas nelas….eu gozei mais ainda e ela tb deve ter gozado…pq depois eu lambi a xaninha dela e estava molhadinha.

Ficamos assim por uns minutos quando ele vendo a hora, nos vez nos arrumar, claro que ele não precisou falar que tudo aquilo era secreto e não podia sair dali.

Eu e ela sabíamos que nossos pecados eram só nossos.

Eu gostei muito dela e depois conversei bastante com ela e como no final de semana iria ficar só por causa das palestras perguntei se ela não queria vir ficar em casa ai o Samuel deixava a gente nadar no tanque de batistmo.

Ela olhou como se nada no tanque de batismo fosse mais pecado do que transar com o pastor, rss.
Mas Samuel falou que sim que ela podia vir que ia ser divertido.

Os pais dela chegaram e agradeceram a dedicação do Pastor Samuel e ao sair ouvi eles perguntarem sobre o que ela tinha aprendido, ela na vozinha linda de bebê falou:

Pastou Samuel nos ensinou como podemos ser a tentação para um crente fiel e a nos prevenir disso, os pais dela deram louvores a Samuel por ele ser tão bom.

Eu sorri por dentro e tb agradeci ao meus pastor por ele ser tão gostoso e safado.


quarta-feira, 8 de junho de 2022

O ZELADOR DA IGREJA, AMIGO DO MEU PAI ME ABUSA DESDE NOVINHA - PARTE 2

 Como contei era uma menina pura e inocente, apesar de ter gostado muito do começou acontecer eu na minha pureza pensava que era tudo uma brincadeira gostosa.

E eu fui me deixando levar, claro que com o tempo fui percebendo que tudo era meio que proibido e apesar do medo que eu tinha eu adorava.

Até hj a sensação mais gostosa que senti na minha vida, foi no dia que fiquei peladinha no tanque de batismo e Samuel me fez sentar no seu colo, senti o pinto dele no meio da minhas perninhas, as mãos me acariciando foi algo que só quem é menina e faz isso pela primeira vez sabe.

Eu tremia, eu sabia que o pau dele estava louco pra entrar na minha bucetinha ou no meu cuzinho e sério na hora era o que eu queria mesmo não sabendo direito, parecia me abrir pra ele, sentia as mãos enormes dele no meio da minha bucetinha, e sem querer ou inconscientemente tocava no pinto enorme e duro dele, e juro que quase desmaiei de tanto tesão apesar de não saber que era tesão o que sentia.
Aquele dia, acho que ele gozou mas eu não sabia nem o que era isso, pq ele ficou meio mole e rapidamente se levantou e pediu pra eu sair tb e me trocar.

Ele de repente ficou mais sério, acho que meio que arrependido.

Essa noite ficou meio estranho, queria que eu ficasse na minha casa sozinha…que ele vigiaria de longe.
Eu fiquei confusa e triste, achava que ele iria falar com papai, me sentia culpada, papai sempre me falava que as mulheres são a perdição do homem e eu nem dormi direito, sonhei com coisas estranhas pra mim na época, com homens pelados e eu no meio deles, e eles se jogava num buraco e papai me apontava o dedo e eu peladinha e papai dizia pra Samuel: Vc não tem culpa irmão, a culpa é dessa Eva que nós faz sempre comer a maçã e apontava pra minha bucetinha, eu tentava correr e papai mandava os homens pelados me agarrarem e eu era carregada, ai eu passava pertinho dele e sorria feliz pra ele. Até hj tenho esse sonho na memória.

Bem no dia seguinte, papai voltou e demorou uns 15 dias para ele viajar novamente.

Era um saco com ele em casa, tudo era religião e não podia nem sorrir muito que ele ralhava comigo, não podíamos demonstrar felicidade, me vestia toda fechada e nos cultos apesar de ficar separada dos homens eu lançava olhares para eles imaginando eles no meu sonho.

Samuel me tratava bem mas nem de longe parecia aquele homem que me fez ficar peladinha pra ele.
Mas finalmente chegou o final de semana que papai iria para sua palestras, ele se achava muito bom nisso e gostava de ir em outras igrejas pregar seu jeito de ver a bíblia.

Como ele saiu na sexta pediu pro Samuel me buscar na escola, eu fiquei toda feliz quando vi ele, sabia que papai já tinha ido embora, conversava com uma amiga que perguntou quem era, falei que era meu tio, ela não falou mas vi que ficou com inveja, pq Samuel era um homem bem másculo e como a escola era evangélica todas as meninas eram muito reprimidas.

Fui toda contente e entrei no carro, era final de tarde e estava muito quente, perguntei do papai ele falou que tinha ido e ficaria até segunda feira fora.

Eu perguntei se ele ia me deixar usar o tanque pra me refrescar no sábado, ele me olhou e senti ele me devorando, sorriu e falou se vc quiser, mas seu pai nunca pode saber.

Ele perguntou se eu estava com fome, eu disse que sim, ai ele me surpreendeu, paramos num macdonalds eu nunca tinha entrado num, ele foi no drive tru e perguntou o que eu queria.

Eu falei mas tio a gente não pode comer essas coisas, é contra nossa religião.

Papai tinha sido adventista e como eles não comem carne ele levou isso para sua igreja, não comia carne e só peixe com escamas, nada de frutos do mar.

Samuel falou: uma vez na vida não vai matar ninguém, vc vai gostar, vou pedir um pra vc…

Pegamos e fomos para casa, o cheiro estava maravilhoso…rss

Me lambuzei toda comendo os lanches e tomando refrigerante, depois desse dias sempre que ficava sozinha com Samuel ele me levava pra comer coisas proibidas.

Depois do lanche fui descobrindo o lado de homem do mundo de Samuel. Ele pegou uma tv e ligou na sala, colocou nuns filmes muito doidos eu adorei, era uma outra vida aquela, ele pegou até cerveja e bebeu me dando um pouquinho, ele tinha tudo escondido na casa dele.

Eu olhava pra aquele homem cheia de desejo reprimido mas não tinha coragem de me atirar muito.

Então papai ligou pra ver se estava tudo bem, Samuel conversou com ele e ele pediu pra não deixar eu dormir sem me higienizar, era outra mania de papai.

Ele confiava demais em Samuel, se descobrisse o que ele fazia escondido acho que morria de desgosto.
Samuel me fez tomar banho e eu no banho fiquei me tocando imaginando ele ,meu pai e os homens do sonhos.

Depois já na cama quase dormindo, vi que Samuel abriu a porta e entrou eu fingi que dormia, ele foi até mim e me descobriu, eu estava de bruço e só de calcinha, percebi que ele me filmava.

Eu gelei de tesão.

Ele então me virou e falou, Sarinha abre os olhos sei que esta acordada…eu abri e sorri pra ele, ele então com o celular me filmou todinha, senti o cheiro de álcool nele e adorei, era tão excitante eu no fundo sabia que era uma tentação pra ele.

Ele então me tocou de leve, nos peitinhos e disse vc é muito linda.

Eu agradeci e perguntei pq ele me filmava, ele falou que era pra ter de lembrança, pq se o papai descobrisse que ele bebi e comia carne seria demitido.

Eu falei pra ele quase chorando que papai não ia descobrir, que eu nunca contaria.

Ele me sorriu e se aproximou de mim, me fez carinho no rosto e me beijou, queria que tivesse sido na boca mas foi no rosto, me virou e falou fica quietinha..eu fiquei e ele abaixou minha calcinha, ele filmou ela e falou é a bundinha mais linda do mundo, eu sorria e ele falou posso beijar ela…eu fiz que sim, toda alegre. Senti os beijos molhados nele e ele gemia e falava ai meu deus que tentação e senti que pra não fazer o que queria ele rapidamente ele me disse boa noite e foi embora mas antes falou que ia me dar um presente no sábado.

Eu fui dormir, agora mais tranquila e super excitada, sonhei mas foram sonhos muitos bons se me entendem, rsss.

Eu adorava o sábado, era um dia sagrado, Samuel ficava a manhã toda preparando a igreja para o culto da noite, ainda mais quando estava sozinho e era o pastor principal, ele nessas horas nem parecia o homem que eu conhecia. As vezes parecia até meu pai, mas eu sabia que era só ali.

Eu ajudava ele e tb apesar dos maus pensamentos que me invadiam a todo momento, tentava me concentrar.

Vinham sempre irmãs e irmãos ajudar, algumas vezes traziam crianças, e quando tinha meninas da minha idade me batia um medo e ciúmes quando via as mães mandarem Samuel colocar as mãos nela para abençoar as meninas.

Na minha cabeça imaginava elas peladinhas e Samuel abusando delas como fazia comigo.

Tinha uma que me irritava, tinha uns 9 anos, moreninha, e era toda saliente pro lado dele e ele dava atenção demais a ela, com o tempo ela acabou virando minha amiga, mas eu no começo queria matar ela.

Acabávamos de arrumar a igreja e todos iam embora eu tinha que ficar na minha casa mas não ficava, ia pra casa dele e almoçava lá e como estava calor esse dia ele tinha me prometido me deixar ir no tanque me refrescar.

Logo após o almoço já queria ir, hj na realidade eu sei que meu instinto de mulher queria mesmo é atiçar ele, se exibir, usava o fato de me refrescar apenas pra disfarçar.

Ele tb já estava louco pra fazer putarias eu sentia e queria.

Tinha uns 11 aninhos na época, corpinho despertando, toda lindinha, magrinha, alta pra idade, pernas cumpridas, peitinhos tipo duas perinhas, biquinhos rosadinhos, tremia o corpo todo de tanta vontade que sentia em me exibir e sentir os homens me olhando.

Ele me fez esperar uma meia hora, depois já perto do tanque, ia tirar minha roupa toda louca pra ficar pelada, ai ele me chamou e me deu o presente. Um maio, eu não sabia direito o que era, e fiquei decepcionadas, gostava de ficar nua e ele me deu algo pra me cobrir.

Fui até o banheiro e coloquei o maio, ai entendi, nossa fiquei com mais tesão vestindo ele.

Era um maiô rosa, bem cavado na frente e atrás, me senti mais mulher nele, poderosa.

Ele então ficou louco ao me ver, me fez desfilar diversas vezes, me olhava com tesão como nunca tinha sentido.

Eu abria as pernas bem perto dele e o maio quase que entrava todo na xana, os pelinhos ficaram presos e tb pareciam ter crescidos nele.

Eu entrei na água e fiquei me refrescando, ele sentado na beirada, tirou a camiseta e me olhava sedento, ai sai e lembrei que precisava do protetor.

Ele então pegou e começou a passar em mim…eu abaixei o maio de lado e meus peitinhos apareceram pra ele…senti que ele tremia.

Ai ele falou: não to aguentando…e abaixou e engoliu meus peitinhos…eu adorei, senti a boca quente dele em mim

Eu gemia e dizia: ai tio que gostoso…é tão bom, ai ele me beijou na boca, eu senti o gosto de cerveja e amei tb, era tudo tão bom e diferente.

A língua dele invadia minha boquinha e sugava minha língua e depois abaixava e chupava meus peitinhos, eu com o maio arriado ai, ele tirou e me deitou no chão e abrindo minhas pernas, alisou meu corpo todo, minha xaninha molhadinha e abertinha, eu esperava algo que sabia que ia acontecer e aconteceu: ele caiu de boca nela, eu cruzei minhas perninhas no pescoço dele e sentia suas mãos na minhas coxas e sua boca na buceta…tremia toda.

Ai eu pedi: tio deixa eu sentar como aquele dia….ele então no começo pensou que queria entrar na água, mas eu falei aqui mesmo tio…ai ele sentou no chão, mas ainda de shorts, eu pedi para ele tirar….ai ele ficou peladão e eu olhei o pauzão ereto dele e pensei nossa um homem pelado só pra mim.
Sentei no colo dele como tinha feito na tanque a primeira vez…só que agora senti o pau dele enorme e duro, ele me agarrou e alisava meus peitnhos, enfiava as mãos na bucetinha, beijava meu pescoço.
Eu rebolava e inclinava meu corpo…ai senti uma loucura sair e ele ficou sentado e eu comecei a lamber corpo dele, todinho, sentia os pelinhos dele na minha boca…ai lambi o saco e as bolas….

Não sei mas lembrei na menina de nove aninhos e imaginei se ele gostaria de ter ela tb chupando ele.
O pau dele de verdade mal cabia na minha boca, mas eu me esforcei…era delicioso…eu sentia ele crescer ainda mais e engrossar na minha boca…essa hora ele já me chamava de putinha, ouvia e ficava louca, não sei se é normal, mas amava ouvir ele me xingar.

Eu sabia o que viria se continuasse chupando então não parei até sentir algo grosso e quente na minha garganta, jorrou muito ele deu um grito e me pediu, engole tudo putinha. Eu fiz, era diferente de tudo que tinha sentido, um gosto estranho mas bom, acho que a sensação de ser fodida na boca é o maior prazer que se tem..

Ele pegou o pau e gozou o resto no meu rosto, lambuzou meu olhos e minha carinha e peitinhos… .correu e pegou o celular e tirou uma foto do meu rosto todo sujo.

Eu sentei novamente no colo dele, e espalhei a porra pelo meu corpo.

Ele falou queria que seu papai visse vc assim Sarinha ele e sua mamãe e depois lambuzei vc toda….eu ria e achava graça mas fiquei imaginando e foi me dando tesão….

Ai encostei nele e pedi, irmão Samuel come a filhinha do seu pastor, eu nem sei de onde me venho essa frase, mas adorei falar e ele ficou excitado na hora…

Começou a me tocar novamente com mais furor, enfiando os dedos dentro de mim, lambendo meu rosto sujo e enfiando os dedos na minha boca.

Falou vc Sarinha já nasceu pra ser putinha mesmo, pelo jeito vai ser uma vadiazinha, uma messalina…eu sorria concordando e gostando.

Eu pedia me come irmão Samuel….ele me inclinou, me colocou de 4, eu como uma cadela, fiquei aguardando e ele se aproximou, senti o pau dele na entradinha da minha buceta…eu tremia de medo e tesão.

Então ele foi enfiando eu senti que era enorme o pau dele pra minha bucetinha, mas ele tinha experiência, não era a primeira cabacinho que ele pegava fiquei sabendo depois.

Eu pedia como me come titio….me come…papai quer que o irmão Samuel come sua filhinha…percebi que ele gostava se falava de papai.

Ele então me pegou com força, e me puxou, senti o pau dele entrando, no começo eu resisti, mas depois senti algo como que cedendo dentro de mim e ele estocou o pau dele com força…eu gritei de dor e prazer e ele socou mais ainda me puxando com força.

Eu amei perder a virgindade pra ele.

Senti o pau gozar e misturar com minha pureza.

Depois ele caiu em cima de mim e eu acabada de dor e prazer fiquei ali com ele descansando…

Passou um tempo, eu levantei e fui correndo ao banheiro me lavar…me venho medo e insegurança, não devia ter feito aquilo pensei, e se papai descobrir me matava e matava ele tb.

Mas logo foi passando esse medo, eu hj sei que nasci para ser uma fêmea em todos os sentidos e decido quem me come ou não, e na época apesar da idade se não tinha noção, intimamente sabia que eu decidia o que seria bom pra mim.

Voltei pra ele que tb tinha tomado banho, ficamos o resto da tarde como que se namorando, eram beijos e abraços, ele me tratou tão bem depois e eu fiquei apaixonada por ele de verdade.

A noite fomos pra igreja e ele fez um sermão bonito, saindo um pouco da linha da igreja, falou sobre as mulheres e que elas tinha direito de serem felizes ao modo dela e não cabia aos homens julgar por mais que parece algo pecaminoso o que elas faziam.

Quanto voltamos ele me levou numa churrascaria e eu comi como louca, passei até mal depois, mas ele cuidou de mim a noite toda.

Foram dias maravilhosos, depois de uns 15 dias papais foi viajar novamente ai ele começou a me fazer ser uma putinha de verdade.

Depois tem a terceira parte, comentem se gostaram.