sábado, 15 de outubro de 2022

MULHER DE RESPEITO EVANGÉLICA - CONTINUAÇÃO 2

 Quando fui para casa, muitas coisas estavam na minha cabeça. Eu sabia que adultério era pecado, mas na minha cabeça tinha ficado a frase do ancião, dizendo que deus tem formas misteriosas de agir.

Além disso, meu corpo estava sedento por carinho.
Quando cheguei, meu marido estava jogando videogame. Ele nem perguntou onde eu estava. Não nos falamos.
Arrumei a casa, limpei o banheiro e tomei banho, tocando meus seios e minha vagina, imaginando os toques e pressões do irmão Aroldo. Ele tinha mãos enormes e grossas, diferente das mãos finas e pequenas do meu marido. Ao lembrar ele apalpando meu seio, eu me umedecia inteira nas pernas, levava a mão à vagina e sentia arrepios.
No banho, introduzi o cabo da escova depois de muitos anos, imaginando o irmão Aroldo me penetrando. Sair e entrar me dava prazer, mas eu queria mais.

À noite, na hora de dormir, meu marido quis ter relações comigo. Eu aleguei que estava cansada da faxina e levei um forte tapa no rosto e um puxão de cabelo. Ele me xingou, abriu minhas pernas, puxou minha calcinha para o lado e penetrou.

Nesse dia, eu estava úmida. Ele mesmo sentiu mais prazer com a umidade e disse:
– Nossa, você tá toda melada!

Eu não sabia o que dizer.

– Deve ser porque estou no período fértil.
– Então vê se engravida.

E recomeçou a me possuir. Mas eu sentia prazer no membro dele deslizar. Eu mesma me abri mais e logo ele ejaculou, me deixando com vontade.

Deitei-me de lado chateada, mas depois de uns 15 minutos ele veio novamente, me dizendo para virar de costas. Eu sabia que ele ia introduzir no meu ânus.

– Porque você não faz na frente.
– Gosto de fazer atrás.
– Mas atrás não engravida.

Ele parou, pensou e decidiu vir na frente novamente.
Eu fui tentando aproveitar já que demoraria mais, me abri, ele puxou minha cintura para cima e eu fiquei mais aberta sobre a cama, com as nádegas bem empinadas.

Fechei os olhos e imaginei o irmão Aroldo sobre mim, com as mãos grossas nos bicos dos meus seios. Isso me fazia sentir muito prazer e ficar mais molhada. Cheguei a ouvir o barulho do pênis dele se afogando nos meus líquidos. Ele estava muito aceso pela minha condição e introduzia com bastante força. E logo ejaculou novamente dentro de mim, caindo em meu corpo.

Eu ainda queria mais, mas sabia que não ia ter. Tudo bem.

No dia seguinte, olhei a agenda da igreja no site dos membros. Não tinha nenhum evento marcado: nem reunião, nem culto. Falei que ia aproveitar para limpar bem a igreja. Ele não se importou. Disse apenas para deixar o almoço pronto antes de sair. Eu ia à tarde.

Vesti uma blusa mais fina ainda, de usar por baixo de outras. Olhei no espelho e vi que os bicos dos meus seios transpareciam. Pus um casaco um pouco pesado, para cobrir bem minha imoralidade. A saia também era de uma seda fina. Ela deveria ser usada com outra por baixo, porque era totalmente transparente de renda, solta e rodada. Coloquei duas. Ela e abaixo uma de outro tecido fino. Ambas ainda deixavam transparecer a marca da minha calcinha, que eu puxei totalmente para dentro das nádegas.

O casaco cobria as duas partes. Ele ia até o começo das minhas coxas, cobrindo minhas nádegas. Então, até chegar à igreja, eu estava dignamente vestida.

Quando entrei, vi o carro do irmão Aroldo estacionado e me dirigi ansiosa até o escritório. Antes, tirei o casaco e coloquei sobre o braço, deixando exposta a minha roupa imoral. Bati na porta e o ouvi dizer:

– Entre, por favor.
– Com licença, irmão Aroldo.

Ele me olhou de cima abaixo, sorrindo. Estava de camisa de algodão, em vez das tradicionais camisas de botão e uma calça de tactel.

– Desculpe a roupa, irmã. Como hoje não é dia de reunião, eu resolvi vir com roupa de casa mesmo.
– Eu também, irmão. Vesti algo mais fino, pois está calor. É de usar em casa.
– A senhora está um deslumbre de linda.

Nisso, ele veio até mim, me abraçou e já me apertou contra o corpo dele, me fazendo perceber que o “tubo de desodorante” já estava se pronunciando.

– Então, veio para os conselhos?
– Sim, irmão. Gostaria de falar com o senhor sobre como ser feliz no meu casamento. Mas antes vou fazer um cafezinho e limpar um pouco o escritório, pois eu disse ao meu esposo que viria fazer uma limpeza. Não quero que ele saiba dos conselhos por enquanto.

– Sim, minha filhinha. Pode ficar totalmente à vontade, viu? É melhor ele não saber, pois pode ficar chateado. E eu agradeço o café. Ainda tenho algumas coisas para terminar por aqui também.

Eu sabia que ele estava lá quase todo dia, pois arrecadação, investimentos, pagamento de contas, tudo era com ele. E se tem algo que a igreja movimenta, é dinheiro.

Então fui fazer o café, embora tivesse ansiosa pelos conselhos dele. Servi um pouco e fiquei fazendo a limpeza do banheiro, o que acabou molhando um pouco (sem querer) minha roupa, inclusive minha blusinha transparente.

Depois, fui varrer o chão do escritório, aspirar e passar pano.

– Nossa, irmã, sua roupa está molhadinha.
– É, eu molhei limpando o banheiro. Se o senhor não se importar, irmão, eu não trouxe outra.
– Não, não, fique à vontade. Você é como uma filhinha pra mim.
– Certo, então vou tirar a saia de renda porque está atrapalhando um pouco, já que molhou e está pingando.
– Sim, fique à vontade. Se quiser tirar tudo, nem vou olhar, hehehe.

Ele falou em tom de brincadeira e eu também ri. Fui ao banheiro e pendurei a saia de renda, ficando somente com a outra, coladinha no corpo, de um tecido bem fino, parecendo uma anágua justa e a calcinha que eu insisti em puxar mais pra dentro das minhas nádegas.

Nisso eu me virava pra ele propositadamente. Desfilava de frente, balançando os peitos na blusinha molhada quando estava de frente pra ele, e virava de costas quando precisava me abaixar ou me ajoelhar no chão, dando a ele uma visão perfeita das minhas nádegas marcadas pela calcinha imoral.

Quando terminei, avisei.
– Também terminei minhas planilhas e pagamentos aqui, irmã. Vamos conversar.
– Irmão, posso tomar um banho antes? Estou suada da limpeza.
– Eu não me incomodo, irmã, suor é natural do nosso corpo. Mas se você quiser…
– Rapidinho, só pra tirar a sujeira…

Eu ansiava por muita coisa, então queria estar pronta. Tomei um banho rapidíssimo, sequei novamente o banheiro, vesti a blusinha e pus os cabelos molhados por cima, para deixar bem transparente nos seios quando tirasse minhas madeixas de cima.
Fiquei na dúvida, mas decidi ousar e vesti a saia debaixo, só que sem calcinha.

– Pronto, irmão. Podemos começar.
Nisso, ele se sentou no sofá. O sofá era de madeira, com algumas almofadas tipo futton por cima. Ele não era confortável, mas não afundava o corpo.
– Venha aqui, irmã, sente aqui no meu colo como uma filhinha, vamos orar antes de começar.

Eu me acomodei sobre a perna dele, e ele me puxou pela cintura me colocando sobre o pênis dele, que estava perceptivelmente duro. A calça de tactel tornava muito mais fácil sentir aquele membro enorme. Ele me encaixou novamente com a vagina sobre o membro, que eu sentia se mexer sozinho, como se fosse possuído, entre os lábios da minha vagina.

– Senhor, peço que nos guie nesse momento para trazer de volta a felicidade e à satisfação a essa irmã. Ela é como uma filhinha e eu sou como um paizinho, meu deus. Vou aconselhar minha filhinha e ensinar a ela como ser feliz e plena no casamento, ajudando-a a ter prazer nessa relação e dar ao marido o filho que eles tanto desejam.

Ele falava isso com a mão levantada pra cima e com a outra na minha cintura, me puxando para o corpo dele. Eu sentia o membro ir endurecendo cada vez mais com a cabeça encaixada nos lábios da minha vagina, que estava totalmente molhada.

– Me ajuda, senhor, a alcançar o mais profundo dessa irmã, indo pelos caminhos que o senhor designar, para que eu chegue até o coração dela e a ajude a ser plenamente feliz.

Nisso ele pôs a mão em cima do meu peito esquerdo de novo, entre meus cabelos, e, sem soltar, continuou:

– Que ela possa ter tanto prazer na vida a ponto de gritar, de te louvar gritando e me deixando adentrar no mais profundo do ser dela, fazendo o coração dela pulsar de felicidade.

Nisso, ele segurou o biquinho do meu seio, apertando e rodando.

– Que o senhor converta a dor que ela sentir em prazer, em satisfação. Para sua glória, amém.
Eu apenas repeti: amém.

Ele não tirou a mão do meu peito, com os dedos circundando meu biquinho. Foi soltando e deslizou para o outro.

– Está se sentindo bem, minha filhinha?
– Estou, irmão.

Ele alisava meus peitos e falava comigo. Fiz menção de sentar-se ao lado dele, mas ele segurou minha cintura me fazendo permanecer no colo dele.

– Então, me conte o que acontece no seu casamento.
– Então, irmão. É que meu marido é violento. Eu imaginava que ele me faria feliz, mas ele me bate, me dá tapas no rosto, puxa meu cabelo e me xinga.
– Hum… E me diga, nas relações de vocês, você se sente satisfeita?
– Nunca, irmão. Nunca me sinto. Nem gosto de ter relações com ele.
– Como não, irmã? O sexo é maravilhoso, é uma dádiva do senhor. Você deveria adorar.
– Mas eu não consigo, irmão, não sei por quê.
– Olha, tudo isso que você falou é normal em um casamento.
– O que? Ele me bater e me xingar?
– Sim.
Fiquei chateada, eu esperava qualquer coisa, menos isso.
– Apenas depende do que acontece entre quatro paredes. Se ele não lhe dá prazer, os xingamentos são ruins, mas se der, são bons.
– Não entendi, irmão. Como assim?
– Veja só.

Ele falava e se mexia embaixo de mim. Eu sentia o pênis dele se esfregar em mim.

– O problema está que ele não lhe satisfaz direito. Em outras palavras, não estranhe, ele não fode você gostoso.
– Irmãoooo!!!
Falei escandalizada. Eu conhecia essas palavras, mas jamais falaria isso.
– Sim, irmã, veja só você. Um marido pode dar tapas na esposa, puxar o cabelo dela e chamá-la de puta, de cachorra, durante o sexo. Ele pode chamá-la de vadia, dizer que ela gosta de ser fodida e rasgada.
Fiquei calada. Estava meio em choque.
– Como ele chama suas partes íntimas?
– C-C-Como assim?
– Ele chama: sua buceta? Diz: vou meter na sua buceta?
– Nãooo!!!
– Ele diz: vou chupar tuas tetas, sua cadela?
Nisso, ele falou afastando meus cabelos e passando as mãos nos meus seios.
– N-n-não, irmão…
– Então? Casais fazem issso! Se ele não te come gostoso, você não vai gostar de ser xingada. Mas se ele meter gostoso e fundo na tua buceta, você vai delirar de prazer e felicidade.
– Ele nunca fez isso.
Nisso ele se afundou mais no sofá, me movendo em cima dele e fazendo com que eu ficasse sentada em cima do pênis duro dele, que parecia que ia me comer com roupa e tudo.
– Vou te falar uma coisa, irmã, presta atenção. Prenda os cabelos.
Eu prendi, deixando meus seios completamente à mostra na blusa molhada.
– Olha essas tetas lindas e duras que você tem. Esses bicos devem ser uma delícia de chupar, de mamar puxando e estalando…
Ele falou passando a mão por cima e apertando meus bicos.
– Com sua licença, irmã.
Nisso, ele levanta a minha blusa, expondo meus peitinhos duros e começa a passar a língua.
Soltei um gemido.
– Viu? Você já sente prazer, sua galinha.
Novamente, passou a língua no peito esquerdo, mais perto dele, e o dedo foi pra cima e pra baixo no bico direito. Ele chupou, mamou e sugou, soltando e fazendo meu peio saltitar num barulho de vácuo.
– Aaaaiiii…
– Doeu, minha filhinha?
– N-n-não.
– E se eu fizer assim, dói?
Ele apertou o bico direito com força e mordeu o esquerdo.
– Ai, ai, ai! Dói!
– Dor pode ser bom. Você sentiu algo lá embaixo?
– Sim, senti uma fisgada.
– Isso, você sentiu uma fisgada na buceta. E eu também senti que isso aconteceu, porque você está sentada em cima da minha piroca.
– Irmão…
– É isso mesmo. Em cima da minha rola, do meu pau duro. Ele tá duro. Eu queria que você sentisse, pois assim é como um macho sente e satisfaz a puta que tem em casa. Antes em casa que na rua. Prefiro que minha mulher goze e gema enquanto eu rasgo a buceta dela do que outros. Se eu meter em você, é porque seu marido deixou faltar em casa, entende? Ele falava isso apertando meus peitos com as mãos, puxando os bicos e me fazendo desmanchar em fluidos no colo dele.
– M-mas irmão... Você vai meter em mim?
– Se você quiser e for lhe ajudar a ser feliz, eu encho sua buceta de piroca, irmã! Você está sentindo prazer agora?
– Eu… eu… sim, eu não…
– Eu estou sentindo a cabeça da minha rola melada da sua buceta, irmã.
– Mas eu ainda não estou bem certa se isso é o certo, irmão.
– Aí, minha filhinha, vamos fazer o seguinte. Tira essa saia. Fica só de calcinha aqui.
– Irmão, eu... eu. estou sem calcinha.
– Sem calcinha?
– Sim, molhou durante a faxina. Tirei.
– Hmmmm…
Ele falou forçando meu corpo contra a rola, pau, piroca dele. Aquilo que me fazia enlouquecer ali.
– Então levanta a saia, vai. Deixa-a na altura do seu quadril.
Eu levantei um pouquinho só do colo dele e comecei a puxar a saia pra cima.
– Faz de olho fechado.
Fechei os olhos, ergui mais o corpo e subi a saia até o meio da minha bunda.
– Agora pode se sentar.
Sentei-me e quando senti, senti que ele tinha descido a calça, estava sentada diretamente na piroca grossa dele.
– Está sentindo?
– Sim…
– Minha rola está com a cabeça esfregando na sua buceta. Mexe um pouco.
Mexi devagar, fazendo aquela cabeça abrir meus lábios.
– Está gostoso?
– Sim, irmão, muito!
– Se eu pressionar, você vai sentir minha pica o querendo abrir, olha…
Ele segurou minha cintura e me fez esfregar na pica dele. Estou muito excitada contando isso agora de novo! Senti a cabeça abrir meu buraquinho…
– Viu? Vamos ficar assim, vamos falando. Sinta enquanto a gente conversa.
– Certo.
– Então, você sente esse prazer na rola do seu marido?
– Não!
Falei rindo.
– E ela é grande e grossa?
– Eu… eu não sei… nunca vi outra.
– Olhe pra baixo, então.
Eu afastei o corpo e desengatei a buceta da entrada dele. Quando vi, me espantei. Era ENORME. Era grossa, um tronco veiudo, com uma cabeça grande, ainda mais larga que o tronco, achei gigantesca.
– Meu SENHOR! Isso é grande demais.
– A do seu marido, não é assim?
– Nãoooo!! É muito menor e não tem esse cogumelo na ponta.
Ele riu.
– Esse cogumelo abre caminho e faz a felicidade da mulher quando é empurrado fundo dentro dela.
– Meu pai!
– O do seu marido é que tamanho?
– Fiz com as mãos o tamanho e ele esticou a mão por cima. Dava menos de meio palmo dele.
– E a grossura? A rola dele é grossa?
– Acho que da grossura de uma moeda de um real.
Ele gargalhou.
– Por isso você anda tão chateada, irmã. Com uma piroquinha dessa, seu marido não alcança o fundo do seu útero para entupir você de porra e fazer um filho.
Eu ri, foi engraçado ele falando.
Ele me encaixou de novo no colo.
– Senta-se aqui no cogumelo, vai. Abre as pernas. Melhor, senta-se de frente pra mim.
Me senti envergonhada, mas me sentei, tentando esconder minha buceta.
– Você viu meu caralho, deixa eu ver essa buceta, minha filha.
Ele mesmo tirou minhas mãos e expôs minha intimidade.
– Nossaaaaaa, que coisinha linda! É rosadinha, toda abertinha e pequena. Você se depila, irmã?
– Eu… eu corto os pelos com tesourinha ou tiro com a pinça.
– Hummmmm, parece bem lisinha.
Sem eu esperar, ele passou o dedo pelo meio, no lugar mais delicado, me fazendo gemer.
– Ahhh, aqui é o segredo. Esse grelo duro e inchado aqui precisa sentir o prazer de gozar. Acho que você nunca gozou, minha filhinha?
– Não, acho que não.
Ele falava massageando e abrindo minha buceta com as mãos.
– Vou te ensinar umas coisinhas. Mas antes, encaixa aqui na minha rola, vai.
Ele segurou o pau me fazendo sentar no cogumelo, que se aninhou no buraquinho pequeno da minha xaninha.
Então ficou segurando minha cintura e me fazendo ir pra frente e pra trás. às vezes eu sentia aquilo puxar minhas carnes e tentar entrar, eu quase queria que entrasse já.
– E me diz, ele mete o dedo em você?
– Como?
– Se ele dá dedada na tua buceta.
– Não!
– Nunca meteu o dedo fundo e socou, pra te fazer se abrir todinha e querer uma piroca lá no fundo?
– Não, irmão.
– E nem te chupou, eu acho.
– Não! Jamais!
– Jamais por quê?
– É nojento!
– Irmã, nosso corpo foi criado por deus. Se ele fez sua buceta melada foi pro seu marido chupar gostoso e meter a língua. Ele não gosta que você mame na rola dele?
– Ele o que? Não! Ele não…
– Você não o chupa????
– Não, irmão!!
– Esse homem é um fraco. E o cu, ele já comeu?
Baixei os olhos.
– Sim, mas dói demais.
– Hummmmmm, então você já tomou no cuzinho, minha filhinha?
– Sim, mas detesto. É muito ruim.
– Ruim nada! Se ele te foder gostoso na buceta, se deixar seu bucetão arrombado, você vai amar dar o cu gostoso, de quatro, sentir a tora atolada e o saco batendo no teu grelo. No priquito.
Ele falava isso e forçava a cintura pra cima, me apertando forte contra ele e me movimentando pra frente e pra trás. Ele falava resfolegando, com uma certa raiva, fungando.
– Ai, irmão, o cogumelo tá forçando.
– Simmmm, você quer agasalhar ele no priquito?
– Eu… é.. tá doendo.
– Simmmmm… quer que eu te rasgue pra você o sentir no teu útero?
Nisso ele me puxava e eu tentava conter aquela invasão deliciosa, mas estava muito melada e mesmo com a dor, a bicha começava a me invadir e era bom!!!!
– N..n…não posso, irmão.
– Mas quer.
– Não posso!
– Mas quer minha piroca atolada no teu priquito, fala!
– Nãoooooo!
Falei isso, mas a cabeça estava metade dentro, e eu segurava, não deixava entrar, mas também não tirava. A dor da minha bucetinha era boa demais!
Ele parou de se mexer. Fiz uma cara de frustração.
– Então vamos fazer o seguinte, vamos orar para saber o que você deve fazer.
Nisso, ele me tirou do colo dele. Eu fiquei com uma cara de frustrada, porque eu queria mesmo aquilo.
– Ajoelha aqui. No sofá.
Eu tentei arrumar minha roupa, mas ele não deixou.
– Ajoelha agora, de costas pra mim. Encosta a cabeça no assento, fica assim.
Ele abriu minhas pernas, me deixou de quatro no sofá, colocou a mão na região lombar fazendo meu corpo descer. Fiquei me sentindo toda arreganhada.
– Vai, agora pede a deus uma orientação.
– Eu… senhor… senhor por favor me orienta. O que eu devo fazer? Meu senhor, me ajuda a restaurar meu casamento e me sentir feliz…
Nisso eu o senti abrindo minhas nádegas e puxando os lábios da minha buceta.
– Pede pra deus deixar você sentir fundo a felicidade.
– Quero sentir a felicidade fundo, meu pai.
– Pede pra ele deixar seus caminhos se abrirem para o prazer.
– Abre meus caminhos para o prazer, senhor.
Sentia o dedo dele alisar minha bucetinha pra cima e pra baixo, meu grelinho estava duro, tudo sensível. Ele alisava minha bucetinha e massageava meu cuzinho.
– Pede pra língua do teu irmão Aroldo te guiar…
– Meu senhor, que a língua do meu papai Aroldo possa profetizar meu prazer…
Nisso, senti uma lingada forte, que foi do meu grelinho até meu cu.
– Aaaaaaaaainnnnnnnnnnnnnn…
Não aguentei.
– Ora, ora!
– Ai, meu Deus, me deixa sentir a língua do irmão Aroldo de novo, na minha buceta e no meu cu, pois é bom demaissss…
Me arreganhei mais, ele me pegou pela cintura e enfiou a cara na minha buceta, mexendo pros lados, como esfregando o rosto inteiro.
– Ora!
– Meu senhor, que o irmão me chu… chupe fundo….
– Como o corno do seu marido não faz.
– Como o corno do meu marido nunca fez.
– Pede pra eu chupar teu cuzão, pede.
– Chupa meu cuzão, irmão, em nome do senhor.
Senti a língua dele entrar pelas minhas pregas. Depois ele chupou, abriu minhas nádegas e chupou como quem quer puxar meu cu.
– Chupa a buceta, irmão, chupa.
– Ele desceu e a língua dura dele me invadiu. Ele mamava fazendo “chop chop” e estalando a boca e mordia os lábios e o grelo, me fazendo tremer inteira num prazer que nunca senti.
Logo, senti os dedos dele entrarem em mim. Um no cuzinho e outro na buceta, ao mesmo tempo.
– Sente o que é levar dedada. Pede pra eu socar os dedos em ti, pede.
– Soca os dedos, irmão…
– Onde?
– No cuuuuu e na bucetaaaa, soca, soca! Isso é gostoso demais, soca!!!!
– Pede a rola, pede. Pede o cogumelo no cuzão, pede.
– Não, não. Soca os dedosssss…
Senti ele me abrir mais. Era gostoso e os dedos entravam e saiam com muita força. Eu não imaginava meu cuzinho tão aberto e minha buceta tão arregaçada.
– Tô metendo dois na frente e dois atrás, sua puta rasgada.
– Mete, mete!!! Meteeeeeeeeeee.
– Pede alto, vai.
– METE OS DEDOS NO MEU CUUUUUUUUUUUUUUU.
– Isso, grita!
– RASGA MINHA BUCETAAAAAAAAA.
– Seu bucetão!
– RASGA MEU BUCETÃO DE DEDADAAAAA.
Nisso, eu gritava.
– Enfiei três dedos no teu rabo, sua arrombada! Agora aguenta na buceta!
Senti ele empurrar outro dedo. Doía, mas era prazeroso demais. Eu sentia minha buceta escorrer.
Queria me sentir rasgada. Ouvia o barulho forte dos dedos dele em mim.
– Aguenta quatro na buceta, aguenta.
Nossa, senti que parecia a mão dele inteira na minha buceta.
– AIIIIIIIIIIIIII, TÁ ME RASGANDO, TÁ ME ARROMBANDO!!!!!!
– Vou te rasgar é de piroca!
Soc, soc, soc!!! Senti um arrepio subindo pela coluna. Parecia que estava tendo convulsões, as pernas tremeram e uma onda imensa me varreu dali.
– Goza, puta rasgada, goza!
Me larguei no sofá, ali de quatro. Suada, melada, num prazer que eu nem sabia que existia.
Ele se levantou rápido e veio pra minha frente.
Minha cabeça estava abaixada. Ele me puxou pelo cabelo com força e colocou um pé sobre o braço do sofá, ficando ali com a piroca bem perto da minha cara.
– Abre a boca, sua puta.
– Ahnn? Que?
Eu estava tonta…
Senti um tapão estalado na minha cara de acordar. Levei um susto.
– Abre essa bora pra engolir meu caralho!
– Ahnnn?
Na hora que eu disse isso ele enfiou aquele cogumelo gigante na minha boca.
– Mama!
Eu não sabia, nunca tinha feito isso, deixei a bichona parada na minha boca. Outro tapa estalado! Plaft!
– MANDEI CHUPAR, SUA VACA DO BUCETÃO RASGADO!
Nisso ele pegou meu cabelo e começou a socar na minha boca.
– Vou foder essa boca de puta. Aquele corno vai sentir o gosto do meu caralho!
E começou a enfiar, me fazendo engasgar. Eu tentava segurar e ele não deixava. Quando tirava a piroca da minha boca, era outro tapa.
– CHUPAAAAA, MAMAAAAAAAAAA O ROLÂO!
Comecei a tentar mamar…
– Ainnnn… Isso, sua vaca… põe a língua pra fora.
Ele tirou o pau da minha boca, eu obedeci. Ele esfregou a cabeça na minha língua, no meu nariz, nos meus olhos, nas bochechas, no pescoço.
– Deixa a língua pra fora, sua puta.
Ele segurou aquela tora pra cima e esfregou o corpo e o saco no meu rosto.
– Chupa meu saco, chupa.
Comecei a lamber…
– Abre o bocão, vadia.
Abri..
– Arreganha essa boca igual a buceta!
Paft! Outro tapa. Abri o mais que pude e ele empurrou o saco pra dentro.
– Chupaaaa meus ovosssssss!
E punhetava o pau na minha cara.
Depois ele tirou, meteu na minha boca, segurou minha cabeça com as duas mãos e socou, fazendo entrar no fundo da minha garganta. E então tirou e foi pra trás de mim.
– Agora você vai receber o que veio buscar.
Eu estava sem forças pra reagir. Só falei:
– N..não…
– Não quer minha rola???
– Quero, mas….
– Então ora! Pede a deus rola no priquito.
– Mas, irmão…
Um tapão na minha bunda e um puxão nos cabelos.
– PEDEEEE, sua rapariga adúltera!!!!
– Aiii… aí… senhor…
– Pede rola no fundo do priquito.
– Eu quero rola no fundo do meu priquito…
– Quero ser arrombada, fala!
– Quero ser arrombada…
– Pelo caralho grosso do irmão Aroldo!
– Pelo caralho enorme e grosso do irmão Aroldo….
– Isssoooo, sua PUTONA. Agora sente!
Senti o cogumelo se agasalhar na entrada da minha buceta ardida.
– Vou meter, socar, pede.
– Soca, irmão.
– Soca o que?
– Esse caralho grosso.
– Essa tora?
– Simmmm… Essa tora grossaaaa….
Eu estava querendo, já, me abria, me arreganhava e esperava.
– O pau do teu marido é pequeno e fino?
– Simm… não abre minha buceta.
– Não rasga esse priquitão?
– Não…
– Não faz um filho?
– Não…
– Então pede pra eu entupir teu útero de gala e te dar um filho.
– Entope meu útero de gala, irmão, me faz um filho.
– Toma, sua vadiaa!
Finalmente eu senti. Uma piroca grossa, enorme, aquele cogumelo gigante muito maior que os dedos que me rasgaram. Abriu caminho e quando eu menos esperei, estava grudado no fundo do meu útero.
E saiu. E entrou. Eu ouvia o barulho do corpo do irmão batendo na minha bunda, minha lombar doía, ele abria minha buceta a ponto de rasgar a cada metida. Sentia o cogumelo ser enfiado e tirado inteiro pra fora e socado de novo.
– Toma, sua puta, tomaaaa!
Soc! Soc! Soc!
Ele segurava o gozo muito mais tempo que meu marido pois já tinha acho que mais de uma hora que havíamos começado os “conselhos” e nada de gozo.
– Goza com meu caralho te rasgando, goza.
Ele se abaixou e começou a dedar meu grelinho, me fazendo gemer… Era bom demais!
– Faz você agora, que vou socar fundo, vai….
Comecei sozinha, não sabia, não tinha jeito, mas logo encontrei o ritmo e a força. E a piroca saia e entrava inteira. Ele segurou meus quadris e meteu com mais força ainda, com o corpo pesando em cima do meu e doendo minha lombar.
Às vezes metia o tapa na minha bunda, às vezes puxava meu cabelo e metia o tapa na lateral do meu rosto.
E eu delirava com os dedos no grelo, aquilo era incomparável!
– Vou gozar, se abre, se arreganha, vou encher essa buceta de porra…
Ele acelerou com uma força, uma violência, que eu sentia que aquela tora ia me partir em duas. Me abri ao máximo e aproveitei, até sentir os jatos de porra do irmão Aroldo banharem meu útero.
Aquilo latejava forte em mim, ele não saía de dentro e eu não soltava meu grelinho.
Acelerei, estava sentindo algo forte enquanto o pirocão dele preenchia meu útero e me banhava de porra.
– Ainmm, não tira, não tira…
– Não tiro, goza. Goza, sua puta, goza…. Goza, rapariga rasgada…
Ele ainda metia e tirava devagar e fundo e tremi novamente, me largando no sofá e gemendo alto.
– AIMMMMMM, AIMMMM, HUNFF…
Estávamos suados. Quando acalmei do gozo ele tirou o pau enorme de mim e se jogou no lado do sofá. Eu estava de quatro, exausta e senti as mãos dele fazerem carinho na minha buceta arrombada e no meu cuzinho…
– Da próxima eu atolo nesse cu.
– Dói, irmão. Não…
– Você vai gozar com dor e tudo, com o cuzão todo rasgado da minha rola.
Fui tomando coragem e me sentando no sofá.
Ele me puxou, me encostando no peito cabeludo dele e alisando meus peitos.
– Você é deliciosa. Aquele corno não sabe o valor da puta que tem em casa.
E então me beijou. Eu não esperava. Foi um beijo molhado, com a língua enorme dele invadindo minha boca e chupando meus lábios, enquanto ele passava a mão pelos meus peitos e pela minha buceta ardida.
– Vou tomar um banho, irmã. Descanse, depois você vai.
Deitei-me no sofá de barriga pra cima, exausta, fiquei me alisando e sentindo ainda o fim do meu prazer do dia. Estava passando a mão entre as pernas, quando olhei e vi que tinha uma câmara no cômodo.
Congelei!
Fiquei ali feito estátua olhando.
Quando o irmão Aroldo saiu do banheiro, de toalha na cintura, eu falei:
– Ir…irnão… Você sabe que tem uma câmera aqui?
Apontei…
Ele olhou e riu.
– Sim, sei. Por quê?
– Irmão, quem vê isso?
– A empresa de segurança e os anciões.
Os anciões eram ele e mais dois irmãos, um de 62 anos e outro de uns 55…
– Os anciões???? Meu Deus!!!! Eu vou ser escorraçada da igreja!
Me desesperei…
Ele se sentou no sofá e me puxou pro colo dele.
– Para irmão, pelo amor de Deus!
Levei um tapa na cara. Parei, no susto.
– Fica quieta, sua puta! Você acha que é a primeira vadia a vir aqui pedir piroca pra apaziguar o fogo da buceta por que o marido não te fode?
– O que? Isso… isso acontece?
– Claro! Se não fosse a minha rola no cu das crentes daqui muitos casamentos já tinham acabado.
Nisso ele abre a toalha, põe a rola pra fora, estava meia-bomba, como amolecida, mas ainda era uma cobra gorda e cabeçuda.
– Observa só.
E abriu as pernas, colocando uma delas em cima do sofá. Pegou minha mão levou até a piroca dele.
– Bate aqui uma punheta.
Eu estava perplexa.
– Anda, segura, punheta minha piroca.
Segurei a rola mole dele e fui manipulando, fazendo ela começar a endurecer de novo.
– Desce e dá uma chupeta, pra ela ficar dura de vez.
Desci, forçada pela mão dele no meu pescoço e abocanhei aquela rola.
– Isso, mama na minha rola pensando na piroquinha fina do teu marido. Abocanha meu cacete, puta da buceta gostosa.
Em pouco tempo de chupadas e “gargantadas” a piroca dele estava dura. Ele puxou meu cabelo.
– Agora vem cá.
Na posição que ele estava, estava arreganhado de frente para a câmera (que com certeza tinha me filmado de quatro), ele me puxou para o colo dele, encostando minhas costas no peito dele e abrindo minhas pernas.
– Irmão, por favor…
– Abre essa buceta, vai.
Ele, sendo grande pra mim (ele tem quase 1,90 e eu 1,60), me pegava como uma boneca. Então ele segurou minhas coxas por trás dos joelhos, me arreganhou inteira e me colocou sobre o pau dele.
– Esfrega minha piroca nessa buceta, vai.
Ele me suspendia, eu parecia um sapo arreganhado.
Peguei o pauzão dele e fiquei esfregando. Foi melando novamente, era prazeroso passar aquela chapeleta enorme no meu grelo.
– Esfrega com força, bate com minha rola nesse bucetão de puta.
Nisso, ele beijava meu pescoço, chupava o lóbulo da minha orelha.
Foi esquentando e eu batia aquele pau em mim, gemendo e fazendo barulho de pá-pá.
– Mete, agora, vai.
Direcionei pro buraco. Ser “assistida” estava me dando um tesão incrível.
Encaixei e ele foi me empurrando, pra entrar.
Ele me subia e descia pelas coxas.
– Bate uma siririca nessa buceta.
– Que?
– Amassa esse grelo pra gozar.
Comecei a me masturbar. Estava arreganhada, sentia de novo a tora da piroca dele na minha buceta. Relaxei encostada no peito dele, toda mole sentindo o prazer daquele cacetão maravilhoso.
– Chama pelo irmão Ronaldo (o de 55).
– Aí, irmão Ronaldo, vem me comer…
– Isso, sua puta. Pede pra ele te arrombar.
– Vem me arrombar, irmão Ronaldo, quero sua rola no meu priquito.
– Pede pra ele te engravidar.
– Me engravida, dá um filho pro meu marido corno criar….
– Agora chama o irmão Otávio.
– Aimmmm, irmão Otávio, mete em mim, vai, come minha bucetaaaa…
– Irmão Otávio adora um cuzinho. A rola dele é maior que a minha. Pede rola no cu.
– Irmão Ronaldooooo, em nome do senhor, vem socar seu pauzão no meu cuuuuu…
Eu estava pra gozar de novo, puxava meu grelinho com toda força e rebolava como uma cobra naquela pica do prazer divino.
O irmão me quicava na piroca dele, com força.
– Pede, sua vadia, a gente vai meter em você inteira, sua puta que adora rola.
– Vemmmm, irmão Otávio, mete essa pica na minha bucetinhaaaaa, me arromba todaaaa, eu a deixo melada e você enfia no meu cuzãooooo…. Isso, irmão, rasga meu cu, vai, arregaça MEU CUUUUU.
– Isso, grita, sua puta, grita.
– AIII MINHA BUCETAAA, QUERO DAR O CUUUU, QUERO ROLA NO CUUUUU!!!! VOU GOZAR, VOU GOZAR, VOU GOZARRRRR….
Comecei a tremer de novo, rebolando no pau do irmão Aroldo. Ele me suspendeu mais, tirando a piroca de dentro e encaixou a cabeça no meu cu, que estava totalmente aberto pela posição.
Senti ele forçar, me exibindo sendo enrabada para aquela câmera.
– QUE CU APERTADOOOOOO.
Ele falava alto e empurrava gemendo.
Começou a doer, mas como foi bem na hora do gozo, ele meteu sem grande dificuldade. A cabeçona passou e ele me puxava pra cima e pra baixo, fazendo a pirocona cada vez mais invadir meu cuzinho. Parecia me partir, mas eu estava gozando deliciosamente.
– AIIII, AIII MEU CUUUU, TO GOZANDOOOOOO PELO CUUUU…
Ele bateu com muita força meu corpo contra o pau dele, atolando no fundo do meu cu.
– Não vou segurar dessa vez, vou facilitar pro teu cuzão.
Ele me puxou com força, afundando o pau no meu cu três vezes e deu uma nova gozada lá dentro.
Me larguei arreganhada, com o pau dele enfiado e latejando no meu cu, ainda mexendo no meu grelinho e aproveitando o último restinho de prazer.
– Pronto, agora você já sabe que os irmãos vão assistir você tomando no cu e na buceta. Só basta a gente se organizar pra meter gostoso e fazer você ser muito feliz no seu casamento. Ah, e dar um filho pra aquele corno.
Eu ri relaxada. Estava passando da hora de voltar para casa. Tomei meu banho, sentindo meu cuzinho e minha bucetinha arderem e fui pra casa. Estava tão tranquila e feliz que fiz a janta, limpei a casa e organizei minha salinha de costura cantando. O marido nem ousou desconfiar.
À noite, ele quis me comer. Foi dolorido pois estava tudo esfolado, mas eu aguentei gemendo e dizendo: “isso, meu amor, assim…”
Nossa, ele se empolgou, certo de que estava arrasando.

E tem sido assim! Estou com 23 aninhos, já tenho uma linda filhinha de um aninho e estou grávida de seis meses da segunda. Mesmo com a barriguinha pronunciada, continuo indo tomar conselhos dos anciões da igreja. Conselhos profundos, que alcançam o meu cuzinho e minha buceta.

Eu limpo os escritórios peladinha, de quatro e às vezes chega algum com dedos, piroca ou até uns objetos me dando prazer e felicidade.

Outro dia eu fui limpar o escritório enquanto um dos anciões (o irmão Otávio, que tem a rola mais deliciosamente grossa) estava deitado cochilando no sofá. Eu precisei subir no braço do sofá para espanar o teto, mas não resisti e fiquei de cócoras na cara dele, que alisava minha barriguinha enquanto eu esfregava a buceta no rosto dele inteiro, gemendo feito uma putinha.
Mas isso eu conto depois, porque merece a história completa.

Qualquer pessoa diria que estou possuída pela luxúria, mas meu marido está feliz, não me bate mais e já quer que eu engravide do terceiro filho para ver se vem um menininho rsrsrsrsrs…. Eu já prometi que assim que essa sair, eu me esforço pra outro bebezinho entrar.

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

MULHER EVANGÉLICA DE RESPEITO - CONTINUAÇÃO

 Assim, sem fazer 19 anos eu já era abusada todas as noites pelo meu jovem esposo, tanto na vagina quanto no ânus. Ele não fazia nada mais que isso. Todas as coias nojentas que minha mãe havia citado ele não fazia. Não tocava meus seios com a boca, nem introduzia seu pênis na minha boca ou nada diferente.

Eu era infeliz pois não sentia nada na relação sexual e ainda era sodomizada: um imenso pecado da parte dele. Mas a dor parou de acontecer. Como tudo, nosso corpo se habitua e eu não sentia dor nem prazer nas relações.

Nossos pais queriam um neto mas ainda não havia surgido a tal gravidez. Eu me sentia horrível quando me cobravam, porque me sentia uma moça seca, sem filhos e infeliz.

Perdi a vaidade e parei de me arrumar como antes, pois eu vivia para cozinhar, passar, lavar e limpar a casa e não tinha prazer nem carinho no meu casamento. Meu esposo não era terno e afetuoso, mas era indiferente. Gostava de lavar o carro importado que foi presente de casamento do pai, jogar videogame nas horas vagas e trabalhar na loja de material de construção que era ao lado da nossa casa.

Eu andava descabelada, não tinha cabelos sedosos e brilhantes. Tinha olheiras e as unhas não tinham nem base nem um esmalte de cor discreta. Os lábios sem o batom cor de lábio. Na igreja podíamos usar maquiagens e nos cuidarmos, desde que de forma muitíssimo discreta.

Eu ainda me sentia triste e só pois nem minha mãe aceitava que eu compartilhasse os meus problemas com ela. Comecei a demonstrar tristeza e impaciência em casa. Detestava estar em casa com meu marido. Quando ele era rude comigo eu não ficava mais chorosa e triste, chegava a respondê-lo com um certo grau de rebeldia, reprovado pela igreja. Ele reagia com violência. Me batia, dava tapas e puxava meu cabelo. Uma raiva foi crescendo em mim, que abriu a porta aos outros pecados.

Logo, isso foi falado na igreja. Fui chamada pela minha mãe para conversar e receber conselhos de submissão e também pelos anciões da igreja. Eram os conselheiros. Estes chamaram a mim e a meu marido, que dizia que eu era mimada e rebelde e merecia ser corrigida. Pediram a ele que tivesse paciência e fosse afetuoso e a mim, pediram para ser obediente que o senhor restauraria nosso lar.

Mas ele não mudou comigo. Era seco, bruto e abusador. Eu detestava o sexo por causa dele.
Então me dediquei à igreja em todo o tempo livre. Procurava esquecer meus problemas no Senhor e pedir um filho para fazer meus pais, sogros e marido felizes. Mas o filho não vinha mesmo depois de um ano de casamento.

Eu limpava a igreja, cozinhava para os membros, fazia campanhas de arrecadação para ações de caridade. Estava envolvida em tudo e era até feliz longe do meu marido. Mas pedia ao senhor para tirar aquilo do meu coração e me dar um filho.

Nisso, me aproximei muito dos membros da igreja. Os anciões e suas esposas. Frequentava a casa deles e preparava comida para eles quando estavam na igreja. Muitas vezes, apenas um ou poucos estavam lá, cuidando de algo específico. E tinha um deles que era responsável pela parte financeira da igreja. Ele era contador e administrava as finanças da igreja.

Esse ancião que vou chamar de Aroldo era um homem um pouco gordo, muito alto, cheio de cabelos grisalhos pelos braços. Aviso que não sentia nada por ele nem por qualquer outro homem, pois eu tinha nojo de sexo.

Um certo dia eu tinha discutido com meu esposo em casa e apanhado dele, então tinha ido para a igreja para me dedicar a outras atividades e ir para longe daquela presença desagradável. Discutimos porque eu estava cansada das tarefas do lar e ele me chamou de preguiçosa, disse que nem um filho eu conseguia dar a ele e me bateu. Eu estava em casa, sem sutiã, de blusa de tecido normal, fino mas não transparente e saia abaixo do joelho. Pus um cardigã por cima, peguei a bolsa e saí para a igreja o mais rápido possível.

Estava descabelada, triste, chorosa, de cara fechada e desarrumada. Quando cheguei na igreja, não sabia que o irmão Aroldo estava lá. Eu tinha chaves então abri e fui limpar a cozinha. Depois fui para o escritório e me deparei com ele sozinho, à vontade.

Ele estava com os botões da camisa abertos e acho que o zíper da calça também, de frente para o notebook. Então se assustou e afobou. No susto, eu saí novamente, dando a ele tempo de se arrumar.

Em pouco tempo, o ouvi dizer que eu podia entrar. Ele tinha a testa suada e passava um lenço. Então tivemos a seguinte conversa:

– Irmão Aroldo, me perdoe, eu não sabia que o senhor estava aqui.
– Irmã, eu que lhe peço perdão. Não esperava ninguém e estava… estava… fechando a contabilidade aqui de algumas coisas e… fiquei mais à vontade. Está muito quente, sabe?
– Sim, irmão, o senhor não me deve explicação. Eu que errei, me perdoe.

Eu estava sensível e por uma bobagem dessas comecei a chorar. Não me atentei para o fato que não estava tão calor para justificar o irmão sem camisa na sala. Mas ele era gordinho, cabeludo no peito (vi esse dia) e podia, de fato, estar com um pouco mais de calor.

– Calma, irmã, pelo amor de deus, não precisa chorar. Calma. Foi só um desencontro. Nem vou comentar com ninguém.

Eu sentei num sofá que havia na sala. Ele veio até mim, sentou ao meu lado e passou os braços ao redor do meu ombro, me dando um apoio paternal. Eu chorava ainda e soluçava. Não notava mas fazia meus seios balançarem na blusa de tão nervosa. Me dei conta quando vi o irmão Aroldo olhando fixamente para a região. Olhei para baixo e vi que o nervoso do choro fez os bicos dos meus seios endurecerem, marcando a blusa. Cobri rapidamente com o cardigã (não tinha botões, apenas passava um lado sobre o outro) ficando envergonhadíssima.

Ele gaguejou, desviou o olhar e disse:

– Eu, eu… eu vou voltar aos meus afazeres, irmã. Pode fazer seus trabalhos e esquecer da minha presença, pois eu tenho muito que me concentrar.

Engoli o choro, o susto e fui até a porta buscar o material de limpeza para limpar o escritório, pois havia deixado encostado na parede externa. Mas o olhar do irmão sobre os meus seios me despertou sentimentos que eu não sabia existir. Entre as minhas pernas, sentia umas fisgadas que eu já nem lembrava como eram. Comecei a limpar, nós dois estávamos mudos sem trocar palavra.

Eu notava que ele me acompanhava com a cabeça baixa às vezes, discretamente. Uma visão rara eram minhas pernas torneadas, pois eu vivia de saia até os pés. Estava usando uma que vestia em casa, abaixo dos joelhos. Embora outras mulheres da igreja usassem até mais curtas, eu fui criada com saias longas, então não era habituada. Não me desagradei, mas não facilitei.

Mas como o diabo espera a oportunidade, meu marido inventou de me ligar. Ele brigou porque eu fui para a igreja sem limpar a casa, que o banheiro estava sujo e eu era suja, porca e que não teria filhos senão eles morreriam. Um ódio imenso me subiu e discutimos novamente ao telefone, pelo que recomecei a chorar.

Eu estava fora do escritório nessa hora. Me recompus, enxuguei as lágrimas e voltei para limpar os móveis que eu terminava de lustrar. O irmão me acompanhou com o olhar.

– Irmã, você está bem?

Sentei-me novamente no sofá, caindo em prantos. Ele se levantou novamente da cadeira, veio até meu lado e começou a perguntar o que estava havendo. Eu não queria falar mal do meu casamento, apenas me limitei a dizer que estava com problemas em casa, pedindo ao senhor para restaurar minha casa e me dar um filho para eu me dedicar.

– Irmã, deus faz tudo no tempo certo. Se isso não aconteceu é porque a hora não chegou.

Recomecei a chorar e ele novamente passou os braços ao redor dos meus ombros me acalmando e falando palavras de conselho e conforto. E novamente, percebi que ele tentava conter os olhares sobre os meus seios entumecidos. Mas dessa vez, eu apenas observei e não fechei o cardigã.

Ele não conseguia conter, vez por outra ia e voltava os olhos em cima de mim. Isso parecia me invadir a pele, eu me sentia desnuda na frente dele. Novamente, o meio das minhas pernas fisgou. Fiquei ali alguns minutos enquanto era consolada e quando terminou a conversa, estava mais calma e até rindo.

– Irmão, obrigada pelos conselhos e pelas palavras. Vou fazer um chá para o senhor em agradecimento.

Levantei-me e, embora não visse, tinha certeza de que ele olhava minhas nádegas marcando a saia de tecido mole. Eu sentia o olhar dele. Me virei na porta e flagrei ele de olhar fixo nas minhas nádegas. Apenas sorri e ele, envergonhado, baixou o olhar e sorriu.

Ali, eu confesso que abri a porta para a luxúria. Fui para a cozinha preparar o chá e levantei minha saia pouco acima dos joelhos. Eu estava quente entre as pernas e me arrepiando de excitação. Toquei minhas nádegas e levemente puxei as laterais da calcinha para dentro delas, como via várias irmãs usarem (e antes eu recriminava). Afastei as laterais do cardigã e a blusa que tinha uma gola em U, puxei mais para a frente, deixando mais frouxa.

Quando o chá ficou pronto, pus na bandeja e fui servir, meu conselheiro. De propósito, andei indo à frente da mesa. Ele percebeu as alterações na minha roupa e observou meus seios, minhas coxas. Eu tremi, mas segurei firme a bandeja e me abaixei diante dele para servi-lo, até excessivamente, pois queria dar a ele uma visão de agradecimento. Nisso, fiz algo que antes era impensável: expus meus seios pela gola U da blusa.

Olhei para ele enquanto servia e o vi de boca aberta olhar meus seios desnudos, meus biquinhos cor de pele durinhos pendurados.

Quando ele levou o chá à boca, eu perguntei:
– Gostou, irmão?
Ele me olhou, olhou meus seios e disse:
– Muito! Obrigado por essa maravilha.

Servi a mim mesma novamente me abaixando e dando a ele nova visão. Virei de costas e fui andando com um certo ar de sensualidade (aquele que usava na minha adolescência) e me sentei no sofá, cruzando as pernas para tomar meu chá.

Ele tomou o chá, estávamos calados.

– Está mais calma, irmã?
– Sim, irmão, obrigada pelos conselhos. O senhor me ajudou muito.

Nisso ele se levantou.

– Que é isso, irmã. Conte comigo sempre que precisar. Estarei aqui para lhe aconselhar, pois é pra isso que estamos aqui, não é mesmo?

Então ele se sentou do meu lado e ficou dando conselhos aleatórios e falando palavras de conforto, rindo e brincando, dizendo que casamento era assim mesmo, mas que uma hora nós acharíamos o caminho da felicidade conjugal.

Agradeci e disse que tinha terminado meu serviço, então voltaria para casa. Até porque a hora da reunião dos anciões se aproximava. Eles se reuniam alguns dias nas semanas para organizar a parte burocrática da igreja.

Fiz menção de cumprimentá-lo com um beijo lateral no rosto, respeitoso como sempre. Mas ele passou os braços ao redor do meu corpo num abraço, meio me apertando e como estávamos de lado, quando ele foi se afastando, passou uma das mãos por cima dos meus seios. Resvalando, mas tocando ao mesmo tempo. Respirei fundo num susto! Nem meu marido tocava meus seios.

– Sempre que quiser, irmã, pode vir pedir conselhos. Estarei aqui. Qualquer coisa, me ligue e me avisei que venho para conversarmos.

Agradeci e fui me levantando, ao que ele me segurou pela cintura e foi carinhosamente me fazendo descer no colo dele, para se sentar. Eu estava confusa, excitada e desajeitada, sentei-me, mas sem saber o que fazer.

Quando me sentei no colo, senti o membro duro dele se acomodar entre as minhas nádegas. Nossa! Aquilo esquentou algo nas minhas pernas. Sem perceber, me ajeitei para sentir melhor. Ele falava, me segurando pela cintura e forçando meu corpo para baixo:

– Você é quase uma filha pra mim. Tem a idade da minha mais nova. Sou como seu paizinho, então pode se aconselhar e me pedir colinho.

Nossa, nem sei descrever como aquilo era surreal e bom. Sentia um volume que não parecia um membro, parecia um tubo de desodorante, que se agasalhava bem abaixo da minha vagina, me dando vontade de pesar ainda mais sobre aquilo.

Relaxei as pernas para encaixar melhor e ele novamente passou a mão sobre meus seios, agora um pouco mais demorado quando os dedos encostaram sobre os bicos.

– Quer voltar amanhã para conversarmos mais?
– Sim, irmão Aroldo. Posso?

Eu o sentia se pressionar na minha vagina a cada resposta dele.

– Sim, deve! Minha filha, deixa lhe falar.

Nisso, ele veio com a mão sobre meio seio esquerdo.

– Deus tem formas misteriosas de ajustar a nossa vida, viu? Eu posso acalmar seu coração e ajudar você a ser feliz no seu casamento.

Ele falava isso com a mão se movendo sobre meu seio, fazendo o bico endurecer mais e o dedo dele passava indo e voltando e apertando o bico de leve.

– Posso trazer felicidade aqui para seu coração e você será uma esposa satisfeita e feliz.

Quando falou “seu coração”, ele apalpou todo meu peito e segurou o bico entre o indicador e o polegar, me fazendo gemer.

– Certo, irmão, então volto amanhã para conversarmos mais.
– Lhe espero, minha filhinha.

Nisso ele me apertou a cintura, forçando muito indiscretamente seu membro sobre a minha vagina e me aproximou, dando um beijo quase chupado na minha bochecha.

Quando me levantei, ainda senti ele passar a mão sobre minha nádega, não de uma forma superficial, mas com os dedos quase se introduzindo no caminho do meu ânus.

Fui trêmula para casa.

MULHER DE RESPEITO EVANGÉLICA

 Vocês não tem a menor ideia do que acontece nos cultos evangélicos, minha gente! Eu faço parte de uma igreja muito tradicional e mesmo assim, me meti numa situação abominável. Eu queria minha salvação, mas hoje eu vejo como impossível, porque acho que fui enfeitiçada ou endemoniada pelos anciões da igreja. E não consigo sair disso porque a luxúria fala mais alto.

Eu vou dividir essa história, fazendo apenas a introdução neste “conto”, pois é uma longa conversa. Eu tive coragem para contar porque um dos anciões da igreja que frequenta este site me disse para fazer isso.

O ocorrido é o seguinte, eu tenho 22 anos. Eu fui nascida e criada na igreja, meus pais e avós eram evangélicos da mesma denominação e eu nunca conheci o mundo nem nada do mundo. Usamos roupas longas, cobrindo tudo, do pescoço até os pés. Não cortamos nossos cabelos, apenas aparamos as pontinhas.

Cresci participando de tudo por tudo dentro da igreja, não saía com as crianças do colégio, não ouvia música do mundo, nada.

Com 15 anos eu queria ter um namorado, mas não era permitido na igreja. A gente se interessava pela pessoa, mantinha ali aquela promessa de relacionamento, depois noivava e se casava. Eu queria me casar com um determinado rapaz de 19 anos que todas queriam, mas ele já tinha um compromisso com outra moça de 18.

Modéstia a parte eu era e sou muito formosa, eu tenho cintura fina, nádegas grandes, os seios redondos e firmes, nem preciso de sutiã, só utilizo por respeito aos irmãos. Aliás, ele é o primeiro culpado de tudo, mas vou falar depois.
Meus cabelos são ondulados e grandes, cor de mel (não podemos pintar) e eu tenho os olhos castanhos claros.
Assim que fui me pondo mocinha, os rapazes da igreja começaram a reparar em mim. Muitos se ofereciam para me acompanhar com meus pais até em casa, mas meus pais não davam mole a nenhum. Eu me tornei a moça solteira mais cobiçada para casar-se da igreja quando fiz 16 anos.

Nessa época, já ciente que em breve eu teria algum pretendente, minha mãe começou a me falar sobre o papel da mulher no casamento. Ela dizia que tinha que servir o homem, ser submissa e atender aos desejos dele quando ele quisesse, mesmo que eu achasse pecaminosos.

Ela me ensinou a depilar minhas axilas e minha vagina. Mas a vagina era com tesoura e não gilete. Eu puxava os poucos cabelinhos e cortava rente à pele. Também disse para aparar cuidadosamente os pelos das pernas, que depilar podia soar pecaminoso, mas pra não ficar com as pernas cabeludas, podia aparar um a um. Graças ao Senhor eu tinha ralos e finos pelos e isso não era uma tarefa difícil.

Então ela me disse que na noite de núpcias o marido me possuiria com o membro dele e doeria muito, mas que que aguentasse calada pois depois não doeria, mas não falou de nenhum prazer para a mulher: apenas para o homem.

Ela falou do sexo como algo completamente impuro, mas permitido por Deus para termos filhos. E que outras coisas como o marido introduzir os dedos na vagina e no ânus da mulher eram pecados, introduzir o pênis na boca, mamar nos seios como uma criança, pedir que a mulher mamasse no pênis dele ou se ele pedisse pra ficar de quatro, se expor, tudo isso era muito pecaminoso e nojento, mas que pedisse perdão a Deus, pois o marido era o pecador e a mulher era submissa a ele. Se recusasse, eram dois pecados. Assim eu aprendi, sentindo muito nojo daquilo e pedindo a Deus por um marido que apenas tivesse relações normais e amorosas comigo, como nos sonhos de princesa.

Voltando a mim, eu não nego que o pecado da vaidade me alcançou e eu gostava muito de ser cortejada pelos irmãos. Muitos deles puxavam assunto nos cultos e eventos. Garotos de 14, 15 anos até homens de mais de 30 anos solteiros. Estes últimos, eles lançavam alguns olhares bem cobiçosos que às vezes me enojavam mas às vezes eu sentia um formigamento no meio das pernas.

Lembro-me que um deles estava me olhando e puxando assunto, ele era de outra igreja e nós estávamos em um grande evento que juntava as igrejas de várias cidades e o vi se aproximar dos meus pais e puxar conversa.

Minha mãe fechou a expressão e se afastou e eu não entendia o motivo, mas quando me reuni com as irmãs para preparar o serviço de almoço, ouvi ela comentar assim:

– Ele não tem vergonha, com 42 anos falar em se relacionar com uma criança de 16 anos como ela?

O senhor me guarde de ver minha filha nas mãos de um homem desse.
As outras pareciam ter uma certa admiração por ele, algumas mais velhas (de 20 anos ou mais) demonstravam uns olhares interessados. Eu não entendia por quê. Achava ele muito bruto, com braços cabeludos, mãos grandes e grossas. Ele se vestia bem mas tinha uma marca azul de barba e para mim parecia ter mais de 50 anos, porque eu (muito menina) via muita velhice nos homens maduros.

Mas a forma como eu flagrei aquele homem me olhando não saía da minha cabeça. Ele fixava os olhares nos meus seios e nas minhas nádegas. Eu me virava de repente e dava de cara com ele olhando fixamente minhas nádegas. Aquilo me arrepiava e enojava.

De noite, neste dia, quando fui dormir, eu estava de camisola e calcinha. Os olhares vinham à minha lembrança e eu lembro que me imaginei casada com ele.

Imaginei ele sobre mim introduzindo o pênis dele em mim e aquilo me causou sensações estranhas. Eu toquei levemente minha vagina e vi que estava úmida. Fui ao banheiro limpar e ao tocar para limpar sentia um imenso prazer.

Quando deitei, apoiei um dos meus travesseiros entre as pernas fingindo para mim mesma não ter intenções pecaminosas e deixei a pontinha rente a um ponto que me dava mais prazer. Eu imaginava estar na noite de núpcias com meu marido e levava a pontinha do travesseiro até a entrada da minha vagina, forçando e imaginando ele me possuindo.

Não sabia porque aquilo se despertou em mim por causa de um homem tão mais velho.
Isso se tornou rotina. Eu repetia aquilo por um longo tempo todas as noites antes de dormir.
Um dia, no banho, cheguei a projetar o cabo da escova na vagina me encostando na parede, imaginando meu futuro esposo introduzir-se em mim durante o banho apaixonadamente. Não enfiei fundo, pois não queria perder minha virgindade sagrada, mas o suficiente para sentir alguns centímetros de profundidade.

Estava ansiosa para casar e sentir aquilo de verdade.

Quando fiz 18 anos um pretendente à altura surgiu. Era um rapaz loiro, lindo, filho de uma família tradicional da nossa igreja que tinha ido morar em outro estado e estava de volta. Parecia um príncipe e logo eu e todas as moças caímos de amores por ele. Ele tinha 22 anos e trabalhava com pai dele em uma loja de material de construção da família. Eles viviam bem.

A escolhida por ele fui eu e ficamos noivos casando alguns meses depois, tempo suficiente para preparar um lindo casamento.

Na noite de núpcias eu estava ansiosa por sentir o que tanto sonhava. Vesti minha linda camisola de noiva e me deitei perfumada, esperando por ele. Os hormônios das jovens são demoníacos e eu não nego que estava toda umedecida esperando o momento, mas muito nervosa também.

Mas nada aconteceu como eu esperava. Ele veio e se deitou sobre mim, puxando minha calcinha para baixo e abrindo minhas pernas um pouco, o suficiente para introduzir o pênis dele. Com o toque daquela carne na minha vagina enquanto ele procurava o lugar, eu comecei a sentir um imenso prazer e achei que seria maravilhoso, mas assim que ele achou o espaço, se enfiou de uma vez, me fazendo sentir uma dor lancinante. Não tive tempo de respirar ou passar a dor. Em choque, senti aquele membro me rasgar e se mover por poucos minutos dentro de mim, até despejar um líquido quente e fazer movimentos dentro de mim.

Meu marido saiu de cima de mim, se jogou do meu lado e logo depois dormiu. E eu fiquei ali totalmente em choque. Depois tive coragem e forças para me levantar, acendi meu abajur e vi uma mancha de sangue sobre a cama. Era minha virgindade. Como ele dormia, nem pude tirar aquele lençol sujo. Apenas limpei com água e um pano úmido tanto quanto pude e me deitei para dormir, me sentindo totalmente confusa e triste.

Acordei na mesma noite com ele sobre mim se introduzindo novamente na minha vagina dolorida. Dessa vez ele demorou mais que alguns minutos e foi sofrido, pois eu sentia dor e ardência, não tinha umidade e estava servindo ao prazer dele.

Alguns minutos mais ele me virou de costas e eu parecia uma boneca de pano sem reação. Ele abriu minhas nádegas com as mãos e introduziu o pênis no meu ânus. Eu entrei em pânico, não sabia que se fazia isso e a dor era ainda pior que na frente. Ele me sodomizou ali e eu chorava calada sentindo a pior dor que já havia sentido.

No dia seguinte, tentei falar com minha mãe e lhe perguntei se era normal o homem usar outros caminhos que não eram aquele da frente. Ela me interrompeu dizendo que o que acontece entre o casal não se fala e que eu aguentasse calada qualquer desejo impuro do meu jovem marido, pois ela já vivia com meu pai há 35 anos e se ela conseguia sofrer aquilo, eu também conseguiria.

quarta-feira, 12 de outubro de 2022

REBECCA, UMA EVANGÉLICA BEM SAFADA - MINHA HISTÓRIA 3

 Gente, ontem eu inventei de compartilhar com vocês o que aconteceu quando eu estava noiva e não paro mais de pensar nisso. Me deu até saudade!! Por isso, resolvi contar mais coisas, porque quando conto me molho inteira de tesão. Essa noite eu praticamente estuprei o corninho do meu marido e ele perguntou o que eu tinha, por que tanto fogo. kkkkkkkkkkkkkkk Difícil explicar, né? Então vou cotninuar.

Como falei pra vocês, ele me pegou no flagra com a rola grossa do nosso padrinho cravado fundo no meu cu e despejando leite lá no fundo. Demorou pra me perdoar. Ele não chegou a cancelar o noivado, mas não falava comigo, não atendia o telefone. Tive que implorar muito, me ajoelhar… Ele é daqueles que quer saber o porquê das coisas, então eu dizia que estava possuída, que era o diabo querendo nos separar. Chorei arrependida.

Mas nas conversas, quando ele chorava e dizia coisas como: “Não sai da minha cabeça, seu ânus estava enorme, eu não esqueço a visão da sua vagina quase em carne viva…” ficava difícil de segurar o tesão. Eu fechava os olhos e dizia: “aí, não fala, não fala! Que vergonha!” mas era mesmo era tesão. Porque se tem uma mulher que podem chamar de crente do cu quente, essa sou eu.

Enfim, ele aceitou me perdoar porque eu estava arrependida, foi conversar com nosso padrinho que também disse estar muito arrependido e falou que ia sair da igreja e contar pra mulher, mesmo sabendo que ela pediria o divórcio. Pra não acabar com as duas famílias, meu noivo preferiu perdoar.

Assim, a corninha não ficou sabendo que o marido dela se lambuzou na minha buceta e no meu cu e que eu recebi porra dele em tudo que era lugar.

Casamo-nos felizes!

Eu não me satisfaço tanto com meu marido quanto gostaria, porque ele não é bruto o suficiente pra me dar tesão. Eu que fodo ele, na verdade, porque eu acelero, eu chupo, eu sento em cima, esfrego minha buceta na cara dele. Raramente é ele quem “força”.
Mas vamos seguindo.

O que ele não soube é que eu ainda dei gostoso por MUITO tempo para nosso padrinho depois que nos casamos. Inclusive durante nossa lua de mel. A gente teve um período curtíssimo de lua de mel, apenas um fim de semana, porque ele não podia se ausentar do trabalho por muito tempo, mesmo tendo direito. Então viajamos no sábado depois do casamento (que foi na sexta à noite) e voltamos na segunda de manhã. De tarde, ele já foi trabalhar.

Estava eu na nossa casa nova e recebo a ligação do nosso padrinho avisando que estava chegando para entregar presentes que tinham ficado no carro deles. Ele achava que meu noivo estava em casa, senão não teria ido (nessa época, ele AINDA estava firme na fé que não transaríamos de novo). Eu, claro, aproveitei a oportunidade.

Tirei tudo e peguei meu babydoll de noiva, transparente e vesti (tinha dormido com ele e cheirava a sexo). Também peguei umas bolinhas de pompoar e meti na buceta. Era uma cordinha com três bolinhas metálicas. Meti duas e deixei uma pendurada.
Quando ele tocou a campainha eu abri a porta esbaforida, me cobrindo.

– Irmão, bom dia! A paz do Senhor!

Ele se engasgou.
– Bom dia, irmã. A paz. Cadê o irmão Henrique?

– Ele está trabalhando, pode entrar.

Falei já me virando e deixando ele na porta. Meu babydoll era transparente, deixando ver meu corpo inteiro.

– Irmã… (ele ficou parado na porta). Melhor não. É só pra deixar esses presentes.

Eu virei de volta, olhei pra ele…

– E você não vai entrar? Vai querer que EU carregue pra dentro?

– É… é que… tudo bem, eu vou colocar aqui dentro e já saio.

Ele foi até o carro e pegou umas duas caixas com coisas de cozinha. Depois voltou e trouxe uma caixa de madeira pesada com um jogo de porcelana inteiro dentro. Tadinho, rsrsrs…

– Nossa, irmão. Vou pegar uma água pra você, sente aí.

Ele sentou meio se jogando no sofá, recompondo a respiração.

– Esse negócio é pesado demais! – Falou

Trouxe a água e me sentei ao lado dele. Ele se afastou um pouco.

– Nossa irmão, tô me sentindo uma leprosa com você se afastando assim (desculpem o preconceito, gente, hoje eu sou menos ignorante sobre o assunto).

Ele ficou constrangido de afastar e eu fiz uma carinha triste.

– Mas irmã, é que a gente caiu em pecado e nos arrependemos. Eu prometi ao irmão que nunca mais aconteceria nada parecido.

– É, eu também, embora ainda seja tentador lembrar. Mas não estou fazendo nada, estou?

– Não, mas… olha sua roupa… você está praticamente nua.

Eu meio que abri minhas pernas e me curvei, como avaliando minha própria nudez.

– Ah, é. É meu babydolll da lua de mel. A gente ainda estava aproveitando essa noite. Ele teve que sair e me deixou assim! rsrsrs…

Quando me abri, a bolinha ficou evidente.

– E… desculpe, e o que é isso?

– Isso o que?

– Pendurado aí no meio das suas pernas. Parece que tá saindo da sua…

– Ah, sim. São bolinhas de pompoar. A gente estava usando rsrs… aí o Henrique saiu e quis que eu deixasse dentro da minha buceta… aqui…

Ele travou a água, engasgou-se…

– Nunca vi isso! Pra que serve?

– É tipo um brinquedo sexual, dá prazer enfiar e expulsar e fortalece os músculos da minha bucetinha, dá mais prazer ao meu maridinho quando ela sugar o pau dele.
Eu simplesmente me encostei no sofá e abri as pernas na frente dele.

– Irmã!!!

– Calma, irmão, não tem nada aqui que você não tenha visto. Vou só te mostrar como é.

Comecei a puxar fazendo carinha de prazer. Exagerei na carinha. Quando a bolinha ia sair, eu chupava de volta com a buceta. Travei o músculo e tirei e fez um barulhinho de vácuo. Plá!

Mostrei pra ele o triozinho todo melado, ensopado.

Ele ficou boquiaberto, não sabia se olhava minha bucetinha (eu ainda estava arreganhada no sofá), se olhava para as bolinhas pingando de mel…

E eu vi o pau dele crescer dentro da calça, enquanto ele se encolhia.

– Esses brinquedinhos esquentam muito a relação, irmão. Pra mim que sou muito fogosa e gulosa, não dá pra viver sem. Senão caio em pecado de novo rsrsrss…. Você usa essas coisas com a irmã Susana?

– Eu…não….

Ele respirou fundo, parece que voltou à realidade. Se ajeitou…

– Não, não usamos. Na verdade, a gente mal transa. Ela reclama que eu sou muito… “bruto”.

– Nossa, a gente se casou trocado então. Ela dá certinho com o Henrique. Ele é… “tranquilo” e romântico demais no sexo. Se eu não subir em cima dele, não gozo.

Ele estava envergonhado, mas sei que estava gostando, porque não fez menção de sair de lá.

– É. E ela não gosta de chupar nem quer que eu a chupe.

– Nossa, é o que? Só papai e mamãe?

– Sim.

– Nem o cuzinho?

Ele riu.

– Cu? Irmã, a única vez que comi um cu nos últimos anos foi… – Ele se calou.

– O meu. rsrs…

– É. – Ele sorriu mais relaxado – Isso. O seu. O dela eu nunca…

– É, dava certo mesmo com o Henrique. Já pedi, implorei e fiz coisas bem extravagantes pra ele me enrabar um pouquinho e nunca consegui. Ele não gosta.

– Ele não curte anal?

– Não. Eu que uso meus brinquedos no cuzinho enquanto transo com ele.

– Essas bolinhas?

– Também. Tenho um plug e uns consolos de borracha, mas que estão bem escondidos, senão ele quer que queime. O plug e as bolinhas ele ainda deixa.

– Nunca vi isso.

– Vou te mostrar.

Falei e me levantei, sem dar tempo ele dizer nada.

Fui ao quarto, fiz uma higiene rápida no meu cuzinho, passei óleo e soquei o plug maior que tinha.
Voltei.

– Pronto.

– Cadê?

Eu virei de costas pra ele e pus a mão nos joelhos. Estava com o plug socado e uma joiazinha roxa do lado de fora, cobrindo o cuzinho.

– Ehr… como é isso?

Eu me sentei no sofá de costas pra ele, de ladinho, empinei a bunda e disse:

– Tira!

– Eu?

– Sim, puxa…

Quando ele puxou eu segurei com o cuzinho.

– Hummm, é bom demais. Aí você empurra….

Ele ficou parado.

– Empurra, irmão!

Ele empurrou de novo.

– Isso, agora puxa.

Ele puxou, eu travei, ele empurrou e nisso ficou entrando e saindo do meu cu. Comecei a gemer.

– Nossa, que delícia. Tomar no cu é bom demaaaaisss, aaai, tô ficando toda melada.
Na cara de pau, levantei a perna de cima e passei os dedos na buceta, comecei a me masturbar.

– Irmã, está na hora de mim…

– Ah, desculpa, irmão. Falei gemendo… é que eu… … me dá uns choques pelo corpo.

Me empinei mais e ele, que não tinha soltado o plug ainda, empurrou de novo.

– AAAAAAaaaai, assim eu não paro.- Falei mordendo os lábios.

– Irmã, você é uma delícia. Meu Senhor, é uma tentação pra qualquer um. Mas eu não… não posso mais…

Ele deu uma passada de mão pela minha boca, eu chupei o dedo dele rápido, antes que ele tirasse. Ele foi com o dedo melado na minha buceta, eu me abri oferecida.

– Eu sei, irmão. Eu sei. Eu vejo os homens me olhando. Na igreja, na rua, na piscina…

– É? Essa sua boca carnuda só faz a gente pensar numa chupada.

– Eu chupo gostoso, irmão?

– Demais!

Ele falava isso e me alisava a buceta.

– E esses peitos, que delícia. Você fica andando por aí com os biquinhos duros.

– Aii, é gostoso. Eu sou muito pecadora, eu sei. Mas não consigo parar, irmão. Tenho prazer nos olhares dos homens. Até o pastor olha minha bunda.

– É? Até o pastor?

– Sim…

– Imagina se ele provasse esse cuzão. Ia se esbaldar.

– Ai, irmão!… Mas eu não esqueço sua pirocona. É grande demais, grossa demais. Uma tora. Morro de tesão de imaginar que o Henrique vai me foder depois de você e me sentir toda rasgada….

Ele respirava fundo, aproximando o corpo do meu. Passava a mão pelo meu cu com o plug enfiado, puxava e empurrava, passava os dedos na minha buceta encharcada, vinha com a mão melada na minha cara e nos meus peitos. Eu chupava os dedos com gosto da minha buceta.

– Irmã, não podemos.

– Eu sei, mas só de imaginar seu cacete duro entrando na buceta da Susana. Ai, fico pensando quando o Henrique tá me comendo que podia ser sua rolona enorme. Que você vai estar metendo na irmã Susana e pensando no meu priquito liso, melado, carnudo, quente…

– Penso demais…. Às vezes penso enquanto meto nela.

– E eu penso na sua piroca enorme dura quando o Henrique tá socando no meu priquito, mas não me enche, não crava fundo.

Pus a mão pra trás e a rola dele estava uma rocha dentro da calça.

– Aii, assim, desse jeito que ela tá. Põe pra fora, irmão, põe pra fora.

– Irmã, eu não posso. Tô me segurando pra não cair em pecado com esse seu priquitão de novo. A vontade é de atolar minha rola nele e te rasgar toda.

– Deixa eu só ver, irmão, pra eu sonhar, deixa.

Me virei de frente pra ele e fui abrindo o zíper da calça. Ele suspendeu o corpo pra facilitar, eu abri o botão, o zíper, agarrei aquela piroca dentro das calças e pus pra fora. Não resisti quando vi aquela cabeçona roxa toda melada. Já caí de boca.

– Irmã, não!

– Ai! deixa eu sentir de novo tua rola na minha garganta, irmão!

Falei e meti inteira na boca, mamando gulosa com fome de piroca.

Chupei, chupei e lambi, deixei toda babada e ele parado no sofá só repetindo:

– Irmã, não… irmãaa… aaaai…

Eu fechava os olhos e me deliciava batendo com a pica na minha boca que é carnuda e vermelhinha. Chupava e soltava fazendo vácuo, lambia e engolia, subindo e descendo até engasgar-se.

– Irmão, mete em mim, mete. Por favor, come minha buceta e meu cu só dessa vez.

– Não, não posso…. Eu já vou…

Ele estava tremendo e não se mexia. Fazia menção de levantar-se e travava. Parecia um bicho se segurando.

– Então espera! Só uma coisa. Por favor…

– O que? Eu já vou.

– Espera!

Fui correndo no quarto, peguei um consolo que estava escondido e era bem real, igual uma piroca com bolas.

– Toma! Pelo menos mete em mim enquanto eu te chupo.

Pus na mão dele e direcionei pra minha buceta. Quando ele encostou na entrada eu caí de boca de novo, caprichando numa chupeta esfomeada. Aquela que é o sonho de todo macho rsrsr.

Ele foi empurrando devagar.

– Mete, irmão, mete! Com força, vai. De uma vez. Empurra minha cabeça no teu pau, vai!
Ele não resistiu. Enfiou de uma única vez e eu me torci e gemi bem alto.

– HMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM…. Com o pau dele na minha garganta.
Ele pôs a mão na minha cabeça e começou a me empurrar na piroca dele enquanto socava aquilo na minha buceta.

– Toma, sua vadia, toma. Sua puta. Eu tô tentando, mas você quer rola? Toma, sua vagabunda. O Henirque se casou com a maior puta da igreja. Toma. Finge que é o pastor te comendo enquanto você me chupa, sua vaca. Mama no meu caralho, sua crente chupeteira.

Eu engolia com gosto, engasgava, enchia o olho de água, mas gemia e chupava.

– Eu vou gozar, eu vou gozar… eu …

Ele não resistiu. Empurrou minha cabeça pra baixo e eu quase sufoquei.

– Mama! Bebe!

Ele empurrava o pau pra cima e minha cabeça pra baixo. Entrou um jato forte de porra direto na minha garganta me fazendo tossir. Senti a porra ir pro nariz, me esforcei pra tomar tudo, mas era gala demais. Mamei sem largar. Derramou e eu fui soltando quando ele foi relaxando. tirei a boca, continuei mamando devagar e lambendo…

– Irmã… meu Deus, me Deus. Que gozada… Que boca…

Eu me afastei, me abrindo pra ele e metendo o caralho na minha buceta.

– Eu ainda não gozei, me ajuda…

– Mas irmã, eu tenho que ir.

Me abri mais… enfiei fundo e puxei.

– E você vai me deixar assim????

Ele ainda estava largado no sofá, a pica grossa meia bomba toda babada pra fora da calça.

– Empurra, vai… Empurra aqui… me machuca no fundo do útero.

Virei de costas pra ele de quatro empurrando o consolo na minha buceta. O plug ainda estava enfiado no meu cu.

– Irmã, vou só te fazer gozar, tá?

– Então pera… vem cá.

– Onde?

– Aqui.

Saí do sofá e fui andando de quatro no chão chamando-o. A piroca estava cravada na minha buceta e o plug no meu cu.

– Vemmmmmm, vem…. Sou sua cadelinha, vem me arrombar.

Ele levantou andando e rindo meio sem jeito. Não fechou a calça, a rola pendurada ficou balançando, meio dura. E isso me enchia de tesão e esperança de levar rolada.

Quando cheguei no quarto subi na cama de quatro e olhei pra trás. A rola estava dura pra cima de novo.

– Mete em mim, irmão, mete.

Ele começou a meter o consolo, segurou e foi empurrando.

– Isso, mete fundo, com força, me arromba, me fode com essa sua piroca carnuda e quente, vai. Vivo sonhando com ela e me masturbando pensando no teu cacetão.

Eu me arreganhava e esfregava meu grelo.

Ele socava a pica de borracha e empurrava o plug no meu cu.

– Ai, ai que delícia….

Num dado momento ele tirou o plug de uma vez.

– Aiii! Que foi isso, irmão, por que tirou?

– Pra ver esse teu cuzão aberto de novo, sua vadia…

– Aiiii…. Então me faz feliz, mete um dedo. Dá uma dedada no meu cu, por favor.
Então ele socou um dedo fundo. Ele empurrava e eu sentia a piroca dura dele resvalar nas minhas coxas e me mexia pra resvalar mais. Me arreganhava inteira.

– Aii, assim, isso. Soca a rola e dá um dedada fundo no meu cu. Conforme ele metia o dedo eu me arreganhava mais.

– Mete outro. Dois dedos, vai. Me arregaça, vai.

Ele socou dois dedos, nem precisei falar e empurrou o terceiro esticando meu cuzinho.

Isso, isso, isso. Aiii, come meu cu, comeeee, comeeeeeee….

Nem precisei falar duas vezes. Ele subiu na cama, me segurou pelo quadril e socou tudo de uma vez, enterrando o caralho no meu rabão de crente puta.

– Toma, sua porra. Era isso que você queria? Toma rola no seu CU! Sua vagabunda!!!

E socava com violência, arrombando meu rabo. Eu tentava segurar a piroca de borracha, mas nem conseguia, de tanta violência que ele socava.

Ele meteu mais uma sequência de vezes e eu fui baixando na cama e ele por cima porque estávamos cansando, já. Mas eu queria mais pica.

Ele caiu na cama comigo engatada e fiquei de lado, levantando a perna e abrindo o cu com as mãos, pra sentir de novo aquela rola lá no fundo da minha barriga.

– Aahhh, isso é bom demaaaaaaissss! Meu cuzinho tá todo arrombado.

Ele lambia meu pescoço, chupava minhas orelhas, beliscava meus peitos.

– Ahh, sempre que quiser dar o cu me chama que eu faço o serviço pro corno do Henrique.
 Eu te rasgo pra ele ficar mais à vontade.

Eu enfiava o consolo com uma mão, com a outra me abria e gemia, rebolando naquela tora de rola.

– Eu quero gozar com seu pau no meu cu, irmão.

Ele me segurou de novo, me pôs por cima dele, de costas pra ele.

– Então senta até gozar, sua puta arrombada.

Assim era bom! A vara de borracha ficava enfiada na minha buceta e o pouco que saía voltava a entrar quando eu me sentava com o cu no pau dele. Aproveitei pra esfolar meu grelo.

Sentei-me de cu feito uma puta profissional naquela piroca quente.

– Aai, eu vou gozar, arromba meu cu, seu roludo, arromba.

– Toma, sua crente vagabundaaaaa…. Imagina que o Henrique tá assistindo de novo.
Me subiu um fogo.

– Isso, Henrique gosta de me ver tomar no cu, me fode e mostra pra Susana como se come um cu, vai.

O homem me agarrou me empurrava na rola dele com toda força e raiva.

– Vou gozar, me rasga, vou gozarrrrr!

Gozei me tremendo inteira naquela vara e ele não parava de me rasgar. Gemi, tremi, me amoleci e ele permaneceu metendo.

– Calmaaa, calma.

Saí e me joguei na cama.

– Eu tô acabada, arrombada, peraaaaa…

Ele veio pra cima de mim e enfiou de novo no meu cu. Deu mais umas socadas fortes, abrindo minha bunda com as mãos e tirou.

– Falta rasgar tua buceta ainda.

– Você vai me foder na frente também?

– Sim, vou te deixar rasgada pro corno do Henrique te comer bem frouxa.

Ele foi ao banheiro, lavou o pau e voltou. Sem nenhuma gentileza, me virou de frente, abriu minhas pernas na cama por cima de mim e começou a socar com força.

Eu já nem tinha forças pra falar mais nada, só gemia e sentia a dor daquelas pirocadas.

Ele tirou e meteu uns dedos na minha buceta. Não sei se dois ou três, mas foi metendo e socando e quando olhei pra baixo, vi os quatro dedos me arregaçando.

– Calma, você vai me rasgar assim… falei gemendo.

– Vou mesmo, fica olhando.

Ver a piroca dele feito uma rocha a ponto de explodir no ar me dava tesão, e eu olhava ele metendo os dedos na minha buceta. Quando ele pôs o polegar, eu tremi. Ele tentou meter a mão inteira em mim.

– Aaai, não, não. Tá doendo! Vai me rasgar!

Eu acho que me desesperei, porque ele tirou o polegar e ficou socando os quatro e virando a mão dentro.

– Já rasguei, tua buceta virou de uma puta profissional, tá toda arrombada, sua vadia.

Ele tirou os dedos, pegou meu consolo e meteu. Sentir só aquilo agora parecia fino demais pra mim, eu até relaxei, mas ele empinou o consolo pra cima e começou a forçar a piroca por baixo, junto.

– Irmão, você tá me machucando.

– E vou machucar mais, sua puta arregaçada.

Nisso senti ele forçar a piroca dentro com o consolo junto. Ele segurou o consolo enfiado até metade e ficava socando a pirocona grossa. Eu sentia uma dor enorme, aquilo me rasgando, mas a rola quente e grossa dele entrando no meu útero voltava ao prazer. Era dor e prazer. Tava rasgada, arrombada, mas prestes a gozar de novo.

Ele meteu ainda uns minutos assim, com força e bem agressivo e eu comecei a massagear meu grelo de novo.

– Tá vendo como é puta? Tá gostando, vagabunda. O Henrique que vai gostar de te fuoer assim, arregaçada.

Me abri o máximo que pude sentindo-o me rasgar fundo e sentindo o gozo vir. Comecei a travar a buceta e ele percebeu que eu ia gozar, acelerou e sem tirar a rola de brinquedo enfiava a pirocona fundo. Senti a pica dele engrossar…

– Segura a porra, vou encher tua buceta pro Henrique.

Sem falar nada, me torci e gozei gotoso quando senti ele latejar um mar de porra dentro de mim. Ele se jogou em cima de mim e eu fiquei ali, sentindo aquelas duas pirocas, me sentindo toda rasgada e suando em rios, toda gozada.

Quando ele tirou, ainda respingou porra na minha barriguinha e na buceta. Eu passei os dedos, lambi e nos recompusemos.

Ficamos deitados ali.

– isso não devia ter acontecido.

– Eu vou ser sincera, irmão. Por mim, você me fode quando quiser, quando tiver vontade.
 Eu fico à sua disposição. Se quiser uma puta, venha. Se não quiser, não venha quando eu estiver só, senão eu vou esfregar minha buceta em você.

Ele riu… me beijou fundo, lambeu meus lábios, chupou, desceu nos meus peitos e mamou um pouco.

Depois se arrumou e saiu. Eu fiquei ali largada na cama. Minutos depois o Henrique ligou pra saber como eu estava. Eu falei toda dengosa que estava com saudade e que ainda estava pensando na nossa noite, vestidinha com meu baydoll e brincando.

Ele riu meio sem jeito e me chamou de sem-vergonha.

Eu passei o dia de babydoll, com a buceta bem ardida e o cu esfolado. Lavei o plug e as bolinhas e meti em mim. Lavei o consolo e guardei bem escondido de novo. Eu tinha planos!

Quando ele chegou de noite do trabalho eu o beijei, abracei e disse que queria mais lua de mel. Ele pediu pra ir tomar banho e eu me deitei na cama, de lado, expondo meu cuzinho e minha buceta vermelhos, mas “protegidos” pelo plug e pelas bolinhas.

Ele saiu do banho.

– Nossa, amor, você tá excitada, né?

– Muito! Tô te esperando! Vem cá.

Ele se aproximou, eu puxei a bermuda dele, expus o pau (que estava mole, aff) e comecei a masturbá-lo. Pus na boca, comecei uma chupeta com carinha de putinha e ele começou a dar sinal de vida. Quando mamei até ficar duro, eu disse:

– Vem aqui, me faz mulher.

Ele foi por trás de mim.

– Nossa, amor, você tá toda vermelha.

– É que eu brinquei sozinha esperando você. Tira isso de mim.

Ele tirou, senti a porra dentro de mim escorrer. Era a porra do nosso padrinho ali guardadinho.

– Nossa, amor. Você tá melada demais. Tá escorrendo.

– Ai, amor, me chupa um pouquinho, vai… Eu sei que você não gosta, mas me faz feliz.
Ele começou a lamber minha buceta, sem jeito, mas se esforçou, grudou na minha bucetinha esfolada e mamou a porra do padrinho. Só de pensar nisso eu tremia de tesão. Me arreganhei inteira, sabendo que escorria a gala na boquinha dele. Ele chupou com gosto esse dia rsrsrs…

Aí veio pra cima de mim e encaixou na minha bucetinha ardida.

– Nossa, ela tá muito gostosa hoje.

– Aaaiii, é porque eu brinquei, vem entrar fundo, vai…

– Tá macia, não sei… Molinha, meio aberta.

– Isso, eu tô toda abertinha pra você, meu maridinho.

Nossa, transei gostoso com ele essa noite. O que me fez ter prazer nem foi o pau, mas o ardor quando entrava na minha buceta que estava toda rasgada mesmo.

Depois disso, sempre fodia com nosso padrinho. rsrsrs… E com muito mais homens. Sou devassa demais, mas amo ser assim!

terça-feira, 11 de outubro de 2022

REBECCA, UMA EVANGÉLICA BEM SAFADA - MINHA HISTÓRIA 2

 Fui pra casa delirando de prazer. Avisei pros meus pais que meu noivo tinha bebido demais e meu pai ajudou a colocar ele na cama do quarto de hóspedes. Eu fui dormir no meu quarto plenamente comida. Mas isso só despertou a puta adormecida.

Modéstia à parte eu sou muito bonita e gostosa. Minha bunda é empinada e carnuda, não é dura como essas de silicone mas é macia e firme. Meus peitos são empinadinhos e bicudos, eu mesma aliso muito eles, pois acho lindos!

Tenho as pernas grossas e bem torneadas e uma cinturinha fina de malhar. Chamo atenção por onde passo e sei disso, e isso me deixa mais putinha ainda. Sou muito devassa, como já disse, adoro sexo!

Dois dias depois de ter dado pro nosso líder de célula e padrinho de casamento, a gente teria reunião de célula e eu estava enlouquecida de tesão.

Foi difícil disfarçar o clima na frente de todos, mas era importante. A esposa dele, minha madrinha e nem meu marido desconfiavam. Mas era preciso cuidado. Não ficamos sós em quase nenhum momento, exceto quando estávamos só nós quatro (demos carona pra eles na ida e na volta). Chegando no apartamento deles, meu esposo pediu pra ir ao banheiro. Não entramos na garagem e pra eu não ficar sozinha dentro do carro, o nosso padrinho ficou me fazendo companhia.

Ele não entrou no carro, ficou falando da janela.

– E como você está, depois daquele dia? – Ele perguntou.

– Estou muito bem.

– Não ficou arrependida?

– Olha, irmão, eu até queria, mas não consigo me arrepender.

– Mas foi um grande pecado, não acha?

– Sim, mas um pecado delicioso. Se eu pudesse repetia todo dia.

Falei e sorri, mordendo o lábio.

– Irmã, irmã… Não podemos.

– Não DEVEMOS, irmão. Mas eu confesso (falei isso com a voz bem dengosa e sensual) que não paro de pensar naquela rola maravilhosa, enorme, muito maior que a do Henrique e mais grossa. Nossa, tem um sabor delicioso e enche minha boceta fundo!

Ele me olhava respirando fundo, enquanto eu falava e mordia os lábios.

– Irmã….

– Fala, o que você achou de meter na minha buceta?

– Irmã… estava muito melada, é apertadinha, macia, toda lisinha.

– Engole o pau gostoso, né?

– Muito. E a tua boca, meu pai do céu, que pecado.

Ele falou isso e alisou meu lábio. Eu aproveitei e passei a língua no dedão dele, que ele ofereceu e eu chupei. Ele enfiou o dedo fundo na minha boca e eu suguei como se fosse uma rola.

Quando ele tirou eu disse:

– Não vejo a hora de mamar no teu pauzão enorme e sentir ele no fundo do meu útero de novo.

– Não vejo a hora de ver aquele teu cuzinho rosa piscando e tua buceta toda arreganhada engolindo minha piroca.

– Gostou de ver meu cuzinho?

– Gostei. Você já o deu?

– Pro Henrique não.

– Ah, mas já tomou no cu então?

– Hum rum… E gosto.

– Gosta de dar o CU?

– Gozo gostoso com um pau enorme como o seu abrindo meu cu, de sentir que estou com um cuzão todo esfolado de piroca.

– Meu Senhor. Você é uma tentação mesmo.

– Você vai meter no meu cu?

Antes que ele respondesse meu noivo chegou com a irmã. Nos despedimos e fomos pra casa. Eu tava tão tarada que tentei muito, mas muito, dar pro meu noivo. Mas ele insistiu que não, não, não podíamos mais pecar. Que estava perto o casamento. Levei o carro pra uma rua deserta e sentei no colo dele, me esfreguei, mostrei a buceta, fiz ele chupar meus peitos, mas ele resistiu. Não me deixou nem chupar o pau dele (era um pau mediano, de uns 14cm, enquanto o do irmão-padrinho era uma tora de uns 18cm ou mais).

O máximo que consegui foi dar uma punhetada e receber umas chupadas nos peitos. Fiquei frustradíssima.

No sábado, eu não tinha prova de vestido. Até tentei marcar, mas não tinha nada pra provar. Só tinha a desculpa de ir lá de forma marcada, porque o porteiro podia avisar à irmã que eu tinha ido lá.

Meu noivo estava no trabalho e na hora do almoço me ligou avisando que o líder da nossa célula ia passar lá na casa dele pra deixar um material, pois no dia seguinte era meu noivo que ia ministrar a escola dominical. Pediu pra eu ir receber. Eram banners e material impresso grande para as atividades com os jovens.

Fiquei louca. Ele morava com os avós, mas não teria nenhum em casa na hora. Eu me dispus na hora a ir. Tomei um banho (rápido, mas caprichado), vesti um vestidinho de algodão fino e uma calcinha extremamente pervertida: vermelha com um fio apenas embaixo, que entrava no meio da buceta. Fui dirigindo ansiosa, entrei e fiquei esperando. Ele demorou um pouco e eu estava encharcada de tesão.

Quando ele chegou já era mais de 13h e eu não perdi tempo, pois meu noivo chegaria em casa lá pelas 15h, já que o expediente dele acabava 14:30h por aí.

– Estava louca te esperando!

Recebi ele assim. Me joguei no colo dele e me atraquei com o corpo dele, com as pernas envoltas no corpo dele. Enfiei a língua na boca dele com um beijo melado e desesperado. Ele riu:

– Calma!

– Calma nada. Três horas ele chega, eu quero gozar muito na tua pirocona!

Ele se encostou na parede comigo no colo dele (sou pequena pra ele, tenho 1,60 e ele tem quase 1,90 acho) e fiquei me esfregando naquela vara enquanto beijava ele e sentia ele passar a minha mão na minha bunda.

– Que calcinha é essa?

– Só pra você!

– Deixa eu ver.

Eu saí do colo dele, levantei o vestido e fiz um giro com o corpo.

– Nossa, mas você tá uma puta de verdade.

– Sim. Você me faz sentir uma puta doida pra levar caralho na buceta.

– Na buceta e no cu?

– Sim!!! Em tudo!

Eu estava parecendo uma ninfomaníaca e ele me apertava. Tirou meu vestido, começou a chupar meus peitos com força, apertando os bicos e mordendo e me fazendo gemer alto.

– Aaaai, tá machucando.

– Aguenta. Quero te machucar inteira.

Ele mamava nos meus peitos e soltava, fazendo estalar um barulho. Nisso ele me pegou no colo, me deitou na mesa pequena que tem na sala e me arreganhou.

– Mas que putona deliciosa, só com uma cordinha na buceta.

Ele puxou a cordinha pro lado e caiu de boca na minha buceta, me fazendo gemer alto. Enfiava a língua, os dedos, mordia minha virilha, meus grandes lábios, meu grelo melado. Me dava tapas na buceta que estava escorrendo de melzinho. Senti melar o vidro do tampo da mesa de tanto que escorreu.

– Tá pronta pra levar vara.

– Calma, deixa eu mamar no teu pau antes.

Eu adoro chupar e fiz isso muito pouco na nossa primeira vez.
Empurrei ele até o sofá, me ajoelhei na frente dele e mamei gulosa naquela pirocona roxa. Engolia inteira e depois tirava e mamava na cabecinha. Lambia e colocava o saco dele na boca. Batia na minha cara com aquela rola gigante e depois mamava fazendo sucção.

– Eu vou gozar assim.

– Você aguenta duas seguidas???? (não queria ficar sem pica)

– Com você? Até mais!

Engoli de novo, punhetei e chupei com força, caprichando na mamada. Senti a pirocona deliciosa engrossar.

– Vou gozar, engole, engole minha porra, sua puta, cachorra!!!!! Mama minha gala, já que aquele corno não te arromba!

Ele jorrou porra na minha boca, que eu mamei toda. Escorria pelos cantos da boca que encheu, mas eu limpei com os dedos e mamei. Estava secando os ovos dele de tanto chupar, mas não queria que descesse.

Ele gemeu suado segurando minha cabeça e empurrando contra aquela vara enorme.

Quando eu soltei, sentei direto em cima, deixando entrar de uma vez e gemendo alto.

– Porra, não vai me deixar amolecer nem um minuto?

– Não! Pra continuar dura.

Comecei a quicar no colo dele. Ele beliscava meus peitos, já mais calmo, eu me abaixava e ele chupava, mamava e mordia. Quando ele mordia eu trancava a buceta e o cu.

– Assim você chupa meu pau com esse bucetão.

– Aaai, é que dói gostosoooo!

Pus as pernas no sofá ao redor dele e fiquei em posição de sapinho, dando um show de visão pra ele que assistia minha buceta vermelha arregaçada engolir a piroca dele inteira e soltar até chegar na cabeça. Eu me sentava gostoso e gemia, às vezes massageava o grelo, às vezes dava uma sentada forte.

– Puta demais. O Henrique pode deixar que se ele não quiser rasgar essa buceta eu rasgo todo dia!

– Ai, ai, sua piroca é muito maior e mais grossa.

– É? Você gosta da minha rola?

– Demais! Quando o Henrique for me comer nem vou sentir. Vou estar toda arrombada pro corninho.

– Isso, vou te arregaçar pra aquele corno meter na tua buceta e encontrar ela lotada de porra.

O negócio recomeçou a esquentar e eu já nem prestava atenção no tempo. Sentava com força naquele pirocão delicioso, grosso e me masturbava gemendo, me sentindo uma puta completa.

– Aaai, minha buceta é melhor que a da Susana?

– Muito mais! Mais quente, mais melada, lisa. Mais apertada. Um bucetão carnudo que chupa gostoso minha rola.

– Aaai, é apertada? (Eu adoro quando dizem isso, depois de tanto dar minha buceta ainda é apertadinha).

– Demais. A da Susana eu já arregacei, já é arrombada.

Nisso ele já segurava minha cintura e me socava contra o corpo dele. Então ele me segurou e me deitou no sofá, com a piroca enfiada sem tirar. Arreganhou minhas pernas e deixou meu joelho do lado do meu rosto enquanto me arrombava com o caralhão dele.

– Toma, sua puta, toma! Geme na minha vara, vai.

Eu gemia e gemia alto. Ele começou a me dar tapas na cara. Estapeava gostoso e eu gemia e me abria ainda mais.

– Puta arregaçada! Gosta de rola, é? Gosta de piroca?

E pá! Metia o tapão na cara.

– Aiii, ai, eu vou gozaarr…

Quando anunciei que ia gozar, ele parou.

– Espera que falta ainda.

– O que?

– O cuzão que você me prometeu.

Então ele me virou de quatro no sofá.

– Esfrega a cara no sofá, vai. Arreganha esse cu.

Eu abri minhas nádegas, esfreguei o rosto no assento do sofá e me arreganhei muito.

– Isso, vou atolar esse cu!

Ele meteu um dedo e começou a socar. Socava com força, quando senti meter dois. Socou fazendo barulho.

-Tá todo melado de buceta. Faz barulho até no cu.

– Eu ouvia o barulho de melado, porque eu babo demais quando tô com tesão e realmente escorre pro cu.

– Vou te enrabar agora, noivinha do Henrique, aguenta.

Ele mirou a cabeça no meu cu e começou a meter. A piroca era grossa, mesmo melado deu uma ardida e eu tranquei os dentes.

Aguenta, sua puta. Quer tomar no cu?

– Quero! Me enraba, come meu cu, arregaça meu cuzão!

Ele fez a tora entrar. Senti cm a cm a cobra invadir meu cu, até sentir os pelos dele encostarem na minha bunda.

– Issooo, tá sentindo?

– Simmm, mete, mete. Fode meu cu.

– Toma!

E começou a socar igual uma britadeira. Nossa, ardeu! Senti aquilo arregaçar meu cu, mas eu também adorava tomar no cu. E fazia tempoooo. Me abri inteira, colei no meu grelo amassando e rebolando forte enquanto ele socava o pau no meu cu com muita força. Eu que já tava pra gozar senti o gozo vir.

– Vou gozar, vou gozar!

– Goza no meu pau, vai sua puta, sua vaca arrombada. Abre esse cuzão, goza enquanto eu arregaço teu cuzão.

– Vou gozaaaaaaaarrrr.

– Goza, vagabunda! Vou encher esse cu de porra!

Acelerei no grelo, estava quase arrancando, tesuda demais, sentindo o pau dele me rasgando em duas, senti o gozo vir e ele acelerar. A piroca engrossava e por saber que ia levar jatos de porra eu sentia mais tesão.

– Vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaar…

Ele nem falou mais, gemeu feito um bicho e começou a despejar porra no meu cu arregaçado.

Me tremi toda, rebolei e senti o gozo forte, no fundo da minha buceta e do meu cu.
Nisso, o bendito do Henrique abre a porta.

– Amor o que é isso??????

Não deu nem pra parar!

A gozada já estava no meio. No susto, o irmão tirou a piroca de dentro de mim e a porra jateou nas minhas costas, molhando até o cabelo. Sentir aquelas tiras de gozo nas minhas costas piorou o tesão, e eu gemi mais alto, gozando e me amolecendo no sofá.

Nem conseguia sair da posição.

– Amor, o que você fez?

– Am-moor… calma… não é… não é o que você tá pensando.

Falei isso tentando me levantar, mole, travada de tanto que dei. Mas ainda de quatro, cu e buceta arreganhados….

Não vi onde estava o irmão. Vi quando passou por mim segurando as roupas feito um raio.
Nossa, nem preciso contar o restante. Foi a trepada mais épica da minha vida. Mas eu tive que chorar, chorar, me arrepender… MUITO pra ser perdoada. Mas fui.

O Henrique me perdoou, casou comigo, manteve o irmão como nosso padrinho. Ele não deixava mais eu ficar só com ele nem ir lá desacompanhada, mas isso não me impediu de tomar no cu e na buceta gostoso outras vezes.

Estamos casados já há uns anos. A única vez que ele me flagrou foi esse mesmo. Mas jura que nunca mais aconteceu. Mas eu dou demais pro segurança da empresa onde trabalho. Ele é enorme e roludo. Eu não resisto a uma piroca, quanto maior, mais tesuda eu fico.