quarta-feira, 12 de outubro de 2022

REBECCA, UMA EVANGÉLICA BEM SAFADA - MINHA HISTÓRIA 3

 Gente, ontem eu inventei de compartilhar com vocês o que aconteceu quando eu estava noiva e não paro mais de pensar nisso. Me deu até saudade!! Por isso, resolvi contar mais coisas, porque quando conto me molho inteira de tesão. Essa noite eu praticamente estuprei o corninho do meu marido e ele perguntou o que eu tinha, por que tanto fogo. kkkkkkkkkkkkkkk Difícil explicar, né? Então vou cotninuar.

Como falei pra vocês, ele me pegou no flagra com a rola grossa do nosso padrinho cravado fundo no meu cu e despejando leite lá no fundo. Demorou pra me perdoar. Ele não chegou a cancelar o noivado, mas não falava comigo, não atendia o telefone. Tive que implorar muito, me ajoelhar… Ele é daqueles que quer saber o porquê das coisas, então eu dizia que estava possuída, que era o diabo querendo nos separar. Chorei arrependida.

Mas nas conversas, quando ele chorava e dizia coisas como: “Não sai da minha cabeça, seu ânus estava enorme, eu não esqueço a visão da sua vagina quase em carne viva…” ficava difícil de segurar o tesão. Eu fechava os olhos e dizia: “aí, não fala, não fala! Que vergonha!” mas era mesmo era tesão. Porque se tem uma mulher que podem chamar de crente do cu quente, essa sou eu.

Enfim, ele aceitou me perdoar porque eu estava arrependida, foi conversar com nosso padrinho que também disse estar muito arrependido e falou que ia sair da igreja e contar pra mulher, mesmo sabendo que ela pediria o divórcio. Pra não acabar com as duas famílias, meu noivo preferiu perdoar.

Assim, a corninha não ficou sabendo que o marido dela se lambuzou na minha buceta e no meu cu e que eu recebi porra dele em tudo que era lugar.

Casamo-nos felizes!

Eu não me satisfaço tanto com meu marido quanto gostaria, porque ele não é bruto o suficiente pra me dar tesão. Eu que fodo ele, na verdade, porque eu acelero, eu chupo, eu sento em cima, esfrego minha buceta na cara dele. Raramente é ele quem “força”.
Mas vamos seguindo.

O que ele não soube é que eu ainda dei gostoso por MUITO tempo para nosso padrinho depois que nos casamos. Inclusive durante nossa lua de mel. A gente teve um período curtíssimo de lua de mel, apenas um fim de semana, porque ele não podia se ausentar do trabalho por muito tempo, mesmo tendo direito. Então viajamos no sábado depois do casamento (que foi na sexta à noite) e voltamos na segunda de manhã. De tarde, ele já foi trabalhar.

Estava eu na nossa casa nova e recebo a ligação do nosso padrinho avisando que estava chegando para entregar presentes que tinham ficado no carro deles. Ele achava que meu noivo estava em casa, senão não teria ido (nessa época, ele AINDA estava firme na fé que não transaríamos de novo). Eu, claro, aproveitei a oportunidade.

Tirei tudo e peguei meu babydoll de noiva, transparente e vesti (tinha dormido com ele e cheirava a sexo). Também peguei umas bolinhas de pompoar e meti na buceta. Era uma cordinha com três bolinhas metálicas. Meti duas e deixei uma pendurada.
Quando ele tocou a campainha eu abri a porta esbaforida, me cobrindo.

– Irmão, bom dia! A paz do Senhor!

Ele se engasgou.
– Bom dia, irmã. A paz. Cadê o irmão Henrique?

– Ele está trabalhando, pode entrar.

Falei já me virando e deixando ele na porta. Meu babydoll era transparente, deixando ver meu corpo inteiro.

– Irmã… (ele ficou parado na porta). Melhor não. É só pra deixar esses presentes.

Eu virei de volta, olhei pra ele…

– E você não vai entrar? Vai querer que EU carregue pra dentro?

– É… é que… tudo bem, eu vou colocar aqui dentro e já saio.

Ele foi até o carro e pegou umas duas caixas com coisas de cozinha. Depois voltou e trouxe uma caixa de madeira pesada com um jogo de porcelana inteiro dentro. Tadinho, rsrsrs…

– Nossa, irmão. Vou pegar uma água pra você, sente aí.

Ele sentou meio se jogando no sofá, recompondo a respiração.

– Esse negócio é pesado demais! – Falou

Trouxe a água e me sentei ao lado dele. Ele se afastou um pouco.

– Nossa irmão, tô me sentindo uma leprosa com você se afastando assim (desculpem o preconceito, gente, hoje eu sou menos ignorante sobre o assunto).

Ele ficou constrangido de afastar e eu fiz uma carinha triste.

– Mas irmã, é que a gente caiu em pecado e nos arrependemos. Eu prometi ao irmão que nunca mais aconteceria nada parecido.

– É, eu também, embora ainda seja tentador lembrar. Mas não estou fazendo nada, estou?

– Não, mas… olha sua roupa… você está praticamente nua.

Eu meio que abri minhas pernas e me curvei, como avaliando minha própria nudez.

– Ah, é. É meu babydolll da lua de mel. A gente ainda estava aproveitando essa noite. Ele teve que sair e me deixou assim! rsrsrs…

Quando me abri, a bolinha ficou evidente.

– E… desculpe, e o que é isso?

– Isso o que?

– Pendurado aí no meio das suas pernas. Parece que tá saindo da sua…

– Ah, sim. São bolinhas de pompoar. A gente estava usando rsrs… aí o Henrique saiu e quis que eu deixasse dentro da minha buceta… aqui…

Ele travou a água, engasgou-se…

– Nunca vi isso! Pra que serve?

– É tipo um brinquedo sexual, dá prazer enfiar e expulsar e fortalece os músculos da minha bucetinha, dá mais prazer ao meu maridinho quando ela sugar o pau dele.
Eu simplesmente me encostei no sofá e abri as pernas na frente dele.

– Irmã!!!

– Calma, irmão, não tem nada aqui que você não tenha visto. Vou só te mostrar como é.

Comecei a puxar fazendo carinha de prazer. Exagerei na carinha. Quando a bolinha ia sair, eu chupava de volta com a buceta. Travei o músculo e tirei e fez um barulhinho de vácuo. Plá!

Mostrei pra ele o triozinho todo melado, ensopado.

Ele ficou boquiaberto, não sabia se olhava minha bucetinha (eu ainda estava arreganhada no sofá), se olhava para as bolinhas pingando de mel…

E eu vi o pau dele crescer dentro da calça, enquanto ele se encolhia.

– Esses brinquedinhos esquentam muito a relação, irmão. Pra mim que sou muito fogosa e gulosa, não dá pra viver sem. Senão caio em pecado de novo rsrsrss…. Você usa essas coisas com a irmã Susana?

– Eu…não….

Ele respirou fundo, parece que voltou à realidade. Se ajeitou…

– Não, não usamos. Na verdade, a gente mal transa. Ela reclama que eu sou muito… “bruto”.

– Nossa, a gente se casou trocado então. Ela dá certinho com o Henrique. Ele é… “tranquilo” e romântico demais no sexo. Se eu não subir em cima dele, não gozo.

Ele estava envergonhado, mas sei que estava gostando, porque não fez menção de sair de lá.

– É. E ela não gosta de chupar nem quer que eu a chupe.

– Nossa, é o que? Só papai e mamãe?

– Sim.

– Nem o cuzinho?

Ele riu.

– Cu? Irmã, a única vez que comi um cu nos últimos anos foi… – Ele se calou.

– O meu. rsrs…

– É. – Ele sorriu mais relaxado – Isso. O seu. O dela eu nunca…

– É, dava certo mesmo com o Henrique. Já pedi, implorei e fiz coisas bem extravagantes pra ele me enrabar um pouquinho e nunca consegui. Ele não gosta.

– Ele não curte anal?

– Não. Eu que uso meus brinquedos no cuzinho enquanto transo com ele.

– Essas bolinhas?

– Também. Tenho um plug e uns consolos de borracha, mas que estão bem escondidos, senão ele quer que queime. O plug e as bolinhas ele ainda deixa.

– Nunca vi isso.

– Vou te mostrar.

Falei e me levantei, sem dar tempo ele dizer nada.

Fui ao quarto, fiz uma higiene rápida no meu cuzinho, passei óleo e soquei o plug maior que tinha.
Voltei.

– Pronto.

– Cadê?

Eu virei de costas pra ele e pus a mão nos joelhos. Estava com o plug socado e uma joiazinha roxa do lado de fora, cobrindo o cuzinho.

– Ehr… como é isso?

Eu me sentei no sofá de costas pra ele, de ladinho, empinei a bunda e disse:

– Tira!

– Eu?

– Sim, puxa…

Quando ele puxou eu segurei com o cuzinho.

– Hummm, é bom demais. Aí você empurra….

Ele ficou parado.

– Empurra, irmão!

Ele empurrou de novo.

– Isso, agora puxa.

Ele puxou, eu travei, ele empurrou e nisso ficou entrando e saindo do meu cu. Comecei a gemer.

– Nossa, que delícia. Tomar no cu é bom demaaaaisss, aaai, tô ficando toda melada.
Na cara de pau, levantei a perna de cima e passei os dedos na buceta, comecei a me masturbar.

– Irmã, está na hora de mim…

– Ah, desculpa, irmão. Falei gemendo… é que eu… … me dá uns choques pelo corpo.

Me empinei mais e ele, que não tinha soltado o plug ainda, empurrou de novo.

– AAAAAAaaaai, assim eu não paro.- Falei mordendo os lábios.

– Irmã, você é uma delícia. Meu Senhor, é uma tentação pra qualquer um. Mas eu não… não posso mais…

Ele deu uma passada de mão pela minha boca, eu chupei o dedo dele rápido, antes que ele tirasse. Ele foi com o dedo melado na minha buceta, eu me abri oferecida.

– Eu sei, irmão. Eu sei. Eu vejo os homens me olhando. Na igreja, na rua, na piscina…

– É? Essa sua boca carnuda só faz a gente pensar numa chupada.

– Eu chupo gostoso, irmão?

– Demais!

Ele falava isso e me alisava a buceta.

– E esses peitos, que delícia. Você fica andando por aí com os biquinhos duros.

– Aii, é gostoso. Eu sou muito pecadora, eu sei. Mas não consigo parar, irmão. Tenho prazer nos olhares dos homens. Até o pastor olha minha bunda.

– É? Até o pastor?

– Sim…

– Imagina se ele provasse esse cuzão. Ia se esbaldar.

– Ai, irmão!… Mas eu não esqueço sua pirocona. É grande demais, grossa demais. Uma tora. Morro de tesão de imaginar que o Henrique vai me foder depois de você e me sentir toda rasgada….

Ele respirava fundo, aproximando o corpo do meu. Passava a mão pelo meu cu com o plug enfiado, puxava e empurrava, passava os dedos na minha buceta encharcada, vinha com a mão melada na minha cara e nos meus peitos. Eu chupava os dedos com gosto da minha buceta.

– Irmã, não podemos.

– Eu sei, mas só de imaginar seu cacete duro entrando na buceta da Susana. Ai, fico pensando quando o Henrique tá me comendo que podia ser sua rolona enorme. Que você vai estar metendo na irmã Susana e pensando no meu priquito liso, melado, carnudo, quente…

– Penso demais…. Às vezes penso enquanto meto nela.

– E eu penso na sua piroca enorme dura quando o Henrique tá socando no meu priquito, mas não me enche, não crava fundo.

Pus a mão pra trás e a rola dele estava uma rocha dentro da calça.

– Aii, assim, desse jeito que ela tá. Põe pra fora, irmão, põe pra fora.

– Irmã, eu não posso. Tô me segurando pra não cair em pecado com esse seu priquitão de novo. A vontade é de atolar minha rola nele e te rasgar toda.

– Deixa eu só ver, irmão, pra eu sonhar, deixa.

Me virei de frente pra ele e fui abrindo o zíper da calça. Ele suspendeu o corpo pra facilitar, eu abri o botão, o zíper, agarrei aquela piroca dentro das calças e pus pra fora. Não resisti quando vi aquela cabeçona roxa toda melada. Já caí de boca.

– Irmã, não!

– Ai! deixa eu sentir de novo tua rola na minha garganta, irmão!

Falei e meti inteira na boca, mamando gulosa com fome de piroca.

Chupei, chupei e lambi, deixei toda babada e ele parado no sofá só repetindo:

– Irmã, não… irmãaa… aaaai…

Eu fechava os olhos e me deliciava batendo com a pica na minha boca que é carnuda e vermelhinha. Chupava e soltava fazendo vácuo, lambia e engolia, subindo e descendo até engasgar-se.

– Irmão, mete em mim, mete. Por favor, come minha buceta e meu cu só dessa vez.

– Não, não posso…. Eu já vou…

Ele estava tremendo e não se mexia. Fazia menção de levantar-se e travava. Parecia um bicho se segurando.

– Então espera! Só uma coisa. Por favor…

– O que? Eu já vou.

– Espera!

Fui correndo no quarto, peguei um consolo que estava escondido e era bem real, igual uma piroca com bolas.

– Toma! Pelo menos mete em mim enquanto eu te chupo.

Pus na mão dele e direcionei pra minha buceta. Quando ele encostou na entrada eu caí de boca de novo, caprichando numa chupeta esfomeada. Aquela que é o sonho de todo macho rsrsr.

Ele foi empurrando devagar.

– Mete, irmão, mete! Com força, vai. De uma vez. Empurra minha cabeça no teu pau, vai!
Ele não resistiu. Enfiou de uma única vez e eu me torci e gemi bem alto.

– HMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM…. Com o pau dele na minha garganta.
Ele pôs a mão na minha cabeça e começou a me empurrar na piroca dele enquanto socava aquilo na minha buceta.

– Toma, sua vadia, toma. Sua puta. Eu tô tentando, mas você quer rola? Toma, sua vagabunda. O Henirque se casou com a maior puta da igreja. Toma. Finge que é o pastor te comendo enquanto você me chupa, sua vaca. Mama no meu caralho, sua crente chupeteira.

Eu engolia com gosto, engasgava, enchia o olho de água, mas gemia e chupava.

– Eu vou gozar, eu vou gozar… eu …

Ele não resistiu. Empurrou minha cabeça pra baixo e eu quase sufoquei.

– Mama! Bebe!

Ele empurrava o pau pra cima e minha cabeça pra baixo. Entrou um jato forte de porra direto na minha garganta me fazendo tossir. Senti a porra ir pro nariz, me esforcei pra tomar tudo, mas era gala demais. Mamei sem largar. Derramou e eu fui soltando quando ele foi relaxando. tirei a boca, continuei mamando devagar e lambendo…

– Irmã… meu Deus, me Deus. Que gozada… Que boca…

Eu me afastei, me abrindo pra ele e metendo o caralho na minha buceta.

– Eu ainda não gozei, me ajuda…

– Mas irmã, eu tenho que ir.

Me abri mais… enfiei fundo e puxei.

– E você vai me deixar assim????

Ele ainda estava largado no sofá, a pica grossa meia bomba toda babada pra fora da calça.

– Empurra, vai… Empurra aqui… me machuca no fundo do útero.

Virei de costas pra ele de quatro empurrando o consolo na minha buceta. O plug ainda estava enfiado no meu cu.

– Irmã, vou só te fazer gozar, tá?

– Então pera… vem cá.

– Onde?

– Aqui.

Saí do sofá e fui andando de quatro no chão chamando-o. A piroca estava cravada na minha buceta e o plug no meu cu.

– Vemmmmmm, vem…. Sou sua cadelinha, vem me arrombar.

Ele levantou andando e rindo meio sem jeito. Não fechou a calça, a rola pendurada ficou balançando, meio dura. E isso me enchia de tesão e esperança de levar rolada.

Quando cheguei no quarto subi na cama de quatro e olhei pra trás. A rola estava dura pra cima de novo.

– Mete em mim, irmão, mete.

Ele começou a meter o consolo, segurou e foi empurrando.

– Isso, mete fundo, com força, me arromba, me fode com essa sua piroca carnuda e quente, vai. Vivo sonhando com ela e me masturbando pensando no teu cacetão.

Eu me arreganhava e esfregava meu grelo.

Ele socava a pica de borracha e empurrava o plug no meu cu.

– Ai, ai que delícia….

Num dado momento ele tirou o plug de uma vez.

– Aiii! Que foi isso, irmão, por que tirou?

– Pra ver esse teu cuzão aberto de novo, sua vadia…

– Aiiii…. Então me faz feliz, mete um dedo. Dá uma dedada no meu cu, por favor.
Então ele socou um dedo fundo. Ele empurrava e eu sentia a piroca dura dele resvalar nas minhas coxas e me mexia pra resvalar mais. Me arreganhava inteira.

– Aii, assim, isso. Soca a rola e dá um dedada fundo no meu cu. Conforme ele metia o dedo eu me arreganhava mais.

– Mete outro. Dois dedos, vai. Me arregaça, vai.

Ele socou dois dedos, nem precisei falar e empurrou o terceiro esticando meu cuzinho.

Isso, isso, isso. Aiii, come meu cu, comeeee, comeeeeeee….

Nem precisei falar duas vezes. Ele subiu na cama, me segurou pelo quadril e socou tudo de uma vez, enterrando o caralho no meu rabão de crente puta.

– Toma, sua porra. Era isso que você queria? Toma rola no seu CU! Sua vagabunda!!!

E socava com violência, arrombando meu rabo. Eu tentava segurar a piroca de borracha, mas nem conseguia, de tanta violência que ele socava.

Ele meteu mais uma sequência de vezes e eu fui baixando na cama e ele por cima porque estávamos cansando, já. Mas eu queria mais pica.

Ele caiu na cama comigo engatada e fiquei de lado, levantando a perna e abrindo o cu com as mãos, pra sentir de novo aquela rola lá no fundo da minha barriga.

– Aahhh, isso é bom demaaaaaaissss! Meu cuzinho tá todo arrombado.

Ele lambia meu pescoço, chupava minhas orelhas, beliscava meus peitos.

– Ahh, sempre que quiser dar o cu me chama que eu faço o serviço pro corno do Henrique.
 Eu te rasgo pra ele ficar mais à vontade.

Eu enfiava o consolo com uma mão, com a outra me abria e gemia, rebolando naquela tora de rola.

– Eu quero gozar com seu pau no meu cu, irmão.

Ele me segurou de novo, me pôs por cima dele, de costas pra ele.

– Então senta até gozar, sua puta arrombada.

Assim era bom! A vara de borracha ficava enfiada na minha buceta e o pouco que saía voltava a entrar quando eu me sentava com o cu no pau dele. Aproveitei pra esfolar meu grelo.

Sentei-me de cu feito uma puta profissional naquela piroca quente.

– Aai, eu vou gozar, arromba meu cu, seu roludo, arromba.

– Toma, sua crente vagabundaaaaa…. Imagina que o Henrique tá assistindo de novo.
Me subiu um fogo.

– Isso, Henrique gosta de me ver tomar no cu, me fode e mostra pra Susana como se come um cu, vai.

O homem me agarrou me empurrava na rola dele com toda força e raiva.

– Vou gozar, me rasga, vou gozarrrrr!

Gozei me tremendo inteira naquela vara e ele não parava de me rasgar. Gemi, tremi, me amoleci e ele permaneceu metendo.

– Calmaaa, calma.

Saí e me joguei na cama.

– Eu tô acabada, arrombada, peraaaaa…

Ele veio pra cima de mim e enfiou de novo no meu cu. Deu mais umas socadas fortes, abrindo minha bunda com as mãos e tirou.

– Falta rasgar tua buceta ainda.

– Você vai me foder na frente também?

– Sim, vou te deixar rasgada pro corno do Henrique te comer bem frouxa.

Ele foi ao banheiro, lavou o pau e voltou. Sem nenhuma gentileza, me virou de frente, abriu minhas pernas na cama por cima de mim e começou a socar com força.

Eu já nem tinha forças pra falar mais nada, só gemia e sentia a dor daquelas pirocadas.

Ele tirou e meteu uns dedos na minha buceta. Não sei se dois ou três, mas foi metendo e socando e quando olhei pra baixo, vi os quatro dedos me arregaçando.

– Calma, você vai me rasgar assim… falei gemendo.

– Vou mesmo, fica olhando.

Ver a piroca dele feito uma rocha a ponto de explodir no ar me dava tesão, e eu olhava ele metendo os dedos na minha buceta. Quando ele pôs o polegar, eu tremi. Ele tentou meter a mão inteira em mim.

– Aaai, não, não. Tá doendo! Vai me rasgar!

Eu acho que me desesperei, porque ele tirou o polegar e ficou socando os quatro e virando a mão dentro.

– Já rasguei, tua buceta virou de uma puta profissional, tá toda arrombada, sua vadia.

Ele tirou os dedos, pegou meu consolo e meteu. Sentir só aquilo agora parecia fino demais pra mim, eu até relaxei, mas ele empinou o consolo pra cima e começou a forçar a piroca por baixo, junto.

– Irmão, você tá me machucando.

– E vou machucar mais, sua puta arregaçada.

Nisso senti ele forçar a piroca dentro com o consolo junto. Ele segurou o consolo enfiado até metade e ficava socando a pirocona grossa. Eu sentia uma dor enorme, aquilo me rasgando, mas a rola quente e grossa dele entrando no meu útero voltava ao prazer. Era dor e prazer. Tava rasgada, arrombada, mas prestes a gozar de novo.

Ele meteu ainda uns minutos assim, com força e bem agressivo e eu comecei a massagear meu grelo de novo.

– Tá vendo como é puta? Tá gostando, vagabunda. O Henrique que vai gostar de te fuoer assim, arregaçada.

Me abri o máximo que pude sentindo-o me rasgar fundo e sentindo o gozo vir. Comecei a travar a buceta e ele percebeu que eu ia gozar, acelerou e sem tirar a rola de brinquedo enfiava a pirocona fundo. Senti a pica dele engrossar…

– Segura a porra, vou encher tua buceta pro Henrique.

Sem falar nada, me torci e gozei gotoso quando senti ele latejar um mar de porra dentro de mim. Ele se jogou em cima de mim e eu fiquei ali, sentindo aquelas duas pirocas, me sentindo toda rasgada e suando em rios, toda gozada.

Quando ele tirou, ainda respingou porra na minha barriguinha e na buceta. Eu passei os dedos, lambi e nos recompusemos.

Ficamos deitados ali.

– isso não devia ter acontecido.

– Eu vou ser sincera, irmão. Por mim, você me fode quando quiser, quando tiver vontade.
 Eu fico à sua disposição. Se quiser uma puta, venha. Se não quiser, não venha quando eu estiver só, senão eu vou esfregar minha buceta em você.

Ele riu… me beijou fundo, lambeu meus lábios, chupou, desceu nos meus peitos e mamou um pouco.

Depois se arrumou e saiu. Eu fiquei ali largada na cama. Minutos depois o Henrique ligou pra saber como eu estava. Eu falei toda dengosa que estava com saudade e que ainda estava pensando na nossa noite, vestidinha com meu baydoll e brincando.

Ele riu meio sem jeito e me chamou de sem-vergonha.

Eu passei o dia de babydoll, com a buceta bem ardida e o cu esfolado. Lavei o plug e as bolinhas e meti em mim. Lavei o consolo e guardei bem escondido de novo. Eu tinha planos!

Quando ele chegou de noite do trabalho eu o beijei, abracei e disse que queria mais lua de mel. Ele pediu pra ir tomar banho e eu me deitei na cama, de lado, expondo meu cuzinho e minha buceta vermelhos, mas “protegidos” pelo plug e pelas bolinhas.

Ele saiu do banho.

– Nossa, amor, você tá excitada, né?

– Muito! Tô te esperando! Vem cá.

Ele se aproximou, eu puxei a bermuda dele, expus o pau (que estava mole, aff) e comecei a masturbá-lo. Pus na boca, comecei uma chupeta com carinha de putinha e ele começou a dar sinal de vida. Quando mamei até ficar duro, eu disse:

– Vem aqui, me faz mulher.

Ele foi por trás de mim.

– Nossa, amor, você tá toda vermelha.

– É que eu brinquei sozinha esperando você. Tira isso de mim.

Ele tirou, senti a porra dentro de mim escorrer. Era a porra do nosso padrinho ali guardadinho.

– Nossa, amor. Você tá melada demais. Tá escorrendo.

– Ai, amor, me chupa um pouquinho, vai… Eu sei que você não gosta, mas me faz feliz.
Ele começou a lamber minha buceta, sem jeito, mas se esforçou, grudou na minha bucetinha esfolada e mamou a porra do padrinho. Só de pensar nisso eu tremia de tesão. Me arreganhei inteira, sabendo que escorria a gala na boquinha dele. Ele chupou com gosto esse dia rsrsrs…

Aí veio pra cima de mim e encaixou na minha bucetinha ardida.

– Nossa, ela tá muito gostosa hoje.

– Aaaiii, é porque eu brinquei, vem entrar fundo, vai…

– Tá macia, não sei… Molinha, meio aberta.

– Isso, eu tô toda abertinha pra você, meu maridinho.

Nossa, transei gostoso com ele essa noite. O que me fez ter prazer nem foi o pau, mas o ardor quando entrava na minha buceta que estava toda rasgada mesmo.

Depois disso, sempre fodia com nosso padrinho. rsrsrs… E com muito mais homens. Sou devassa demais, mas amo ser assim!

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