quinta-feira, 13 de outubro de 2022

MULHER DE RESPEITO EVANGÉLICA

 Vocês não tem a menor ideia do que acontece nos cultos evangélicos, minha gente! Eu faço parte de uma igreja muito tradicional e mesmo assim, me meti numa situação abominável. Eu queria minha salvação, mas hoje eu vejo como impossível, porque acho que fui enfeitiçada ou endemoniada pelos anciões da igreja. E não consigo sair disso porque a luxúria fala mais alto.

Eu vou dividir essa história, fazendo apenas a introdução neste “conto”, pois é uma longa conversa. Eu tive coragem para contar porque um dos anciões da igreja que frequenta este site me disse para fazer isso.

O ocorrido é o seguinte, eu tenho 22 anos. Eu fui nascida e criada na igreja, meus pais e avós eram evangélicos da mesma denominação e eu nunca conheci o mundo nem nada do mundo. Usamos roupas longas, cobrindo tudo, do pescoço até os pés. Não cortamos nossos cabelos, apenas aparamos as pontinhas.

Cresci participando de tudo por tudo dentro da igreja, não saía com as crianças do colégio, não ouvia música do mundo, nada.

Com 15 anos eu queria ter um namorado, mas não era permitido na igreja. A gente se interessava pela pessoa, mantinha ali aquela promessa de relacionamento, depois noivava e se casava. Eu queria me casar com um determinado rapaz de 19 anos que todas queriam, mas ele já tinha um compromisso com outra moça de 18.

Modéstia a parte eu era e sou muito formosa, eu tenho cintura fina, nádegas grandes, os seios redondos e firmes, nem preciso de sutiã, só utilizo por respeito aos irmãos. Aliás, ele é o primeiro culpado de tudo, mas vou falar depois.
Meus cabelos são ondulados e grandes, cor de mel (não podemos pintar) e eu tenho os olhos castanhos claros.
Assim que fui me pondo mocinha, os rapazes da igreja começaram a reparar em mim. Muitos se ofereciam para me acompanhar com meus pais até em casa, mas meus pais não davam mole a nenhum. Eu me tornei a moça solteira mais cobiçada para casar-se da igreja quando fiz 16 anos.

Nessa época, já ciente que em breve eu teria algum pretendente, minha mãe começou a me falar sobre o papel da mulher no casamento. Ela dizia que tinha que servir o homem, ser submissa e atender aos desejos dele quando ele quisesse, mesmo que eu achasse pecaminosos.

Ela me ensinou a depilar minhas axilas e minha vagina. Mas a vagina era com tesoura e não gilete. Eu puxava os poucos cabelinhos e cortava rente à pele. Também disse para aparar cuidadosamente os pelos das pernas, que depilar podia soar pecaminoso, mas pra não ficar com as pernas cabeludas, podia aparar um a um. Graças ao Senhor eu tinha ralos e finos pelos e isso não era uma tarefa difícil.

Então ela me disse que na noite de núpcias o marido me possuiria com o membro dele e doeria muito, mas que que aguentasse calada pois depois não doeria, mas não falou de nenhum prazer para a mulher: apenas para o homem.

Ela falou do sexo como algo completamente impuro, mas permitido por Deus para termos filhos. E que outras coisas como o marido introduzir os dedos na vagina e no ânus da mulher eram pecados, introduzir o pênis na boca, mamar nos seios como uma criança, pedir que a mulher mamasse no pênis dele ou se ele pedisse pra ficar de quatro, se expor, tudo isso era muito pecaminoso e nojento, mas que pedisse perdão a Deus, pois o marido era o pecador e a mulher era submissa a ele. Se recusasse, eram dois pecados. Assim eu aprendi, sentindo muito nojo daquilo e pedindo a Deus por um marido que apenas tivesse relações normais e amorosas comigo, como nos sonhos de princesa.

Voltando a mim, eu não nego que o pecado da vaidade me alcançou e eu gostava muito de ser cortejada pelos irmãos. Muitos deles puxavam assunto nos cultos e eventos. Garotos de 14, 15 anos até homens de mais de 30 anos solteiros. Estes últimos, eles lançavam alguns olhares bem cobiçosos que às vezes me enojavam mas às vezes eu sentia um formigamento no meio das pernas.

Lembro-me que um deles estava me olhando e puxando assunto, ele era de outra igreja e nós estávamos em um grande evento que juntava as igrejas de várias cidades e o vi se aproximar dos meus pais e puxar conversa.

Minha mãe fechou a expressão e se afastou e eu não entendia o motivo, mas quando me reuni com as irmãs para preparar o serviço de almoço, ouvi ela comentar assim:

– Ele não tem vergonha, com 42 anos falar em se relacionar com uma criança de 16 anos como ela?

O senhor me guarde de ver minha filha nas mãos de um homem desse.
As outras pareciam ter uma certa admiração por ele, algumas mais velhas (de 20 anos ou mais) demonstravam uns olhares interessados. Eu não entendia por quê. Achava ele muito bruto, com braços cabeludos, mãos grandes e grossas. Ele se vestia bem mas tinha uma marca azul de barba e para mim parecia ter mais de 50 anos, porque eu (muito menina) via muita velhice nos homens maduros.

Mas a forma como eu flagrei aquele homem me olhando não saía da minha cabeça. Ele fixava os olhares nos meus seios e nas minhas nádegas. Eu me virava de repente e dava de cara com ele olhando fixamente minhas nádegas. Aquilo me arrepiava e enojava.

De noite, neste dia, quando fui dormir, eu estava de camisola e calcinha. Os olhares vinham à minha lembrança e eu lembro que me imaginei casada com ele.

Imaginei ele sobre mim introduzindo o pênis dele em mim e aquilo me causou sensações estranhas. Eu toquei levemente minha vagina e vi que estava úmida. Fui ao banheiro limpar e ao tocar para limpar sentia um imenso prazer.

Quando deitei, apoiei um dos meus travesseiros entre as pernas fingindo para mim mesma não ter intenções pecaminosas e deixei a pontinha rente a um ponto que me dava mais prazer. Eu imaginava estar na noite de núpcias com meu marido e levava a pontinha do travesseiro até a entrada da minha vagina, forçando e imaginando ele me possuindo.

Não sabia porque aquilo se despertou em mim por causa de um homem tão mais velho.
Isso se tornou rotina. Eu repetia aquilo por um longo tempo todas as noites antes de dormir.
Um dia, no banho, cheguei a projetar o cabo da escova na vagina me encostando na parede, imaginando meu futuro esposo introduzir-se em mim durante o banho apaixonadamente. Não enfiei fundo, pois não queria perder minha virgindade sagrada, mas o suficiente para sentir alguns centímetros de profundidade.

Estava ansiosa para casar e sentir aquilo de verdade.

Quando fiz 18 anos um pretendente à altura surgiu. Era um rapaz loiro, lindo, filho de uma família tradicional da nossa igreja que tinha ido morar em outro estado e estava de volta. Parecia um príncipe e logo eu e todas as moças caímos de amores por ele. Ele tinha 22 anos e trabalhava com pai dele em uma loja de material de construção da família. Eles viviam bem.

A escolhida por ele fui eu e ficamos noivos casando alguns meses depois, tempo suficiente para preparar um lindo casamento.

Na noite de núpcias eu estava ansiosa por sentir o que tanto sonhava. Vesti minha linda camisola de noiva e me deitei perfumada, esperando por ele. Os hormônios das jovens são demoníacos e eu não nego que estava toda umedecida esperando o momento, mas muito nervosa também.

Mas nada aconteceu como eu esperava. Ele veio e se deitou sobre mim, puxando minha calcinha para baixo e abrindo minhas pernas um pouco, o suficiente para introduzir o pênis dele. Com o toque daquela carne na minha vagina enquanto ele procurava o lugar, eu comecei a sentir um imenso prazer e achei que seria maravilhoso, mas assim que ele achou o espaço, se enfiou de uma vez, me fazendo sentir uma dor lancinante. Não tive tempo de respirar ou passar a dor. Em choque, senti aquele membro me rasgar e se mover por poucos minutos dentro de mim, até despejar um líquido quente e fazer movimentos dentro de mim.

Meu marido saiu de cima de mim, se jogou do meu lado e logo depois dormiu. E eu fiquei ali totalmente em choque. Depois tive coragem e forças para me levantar, acendi meu abajur e vi uma mancha de sangue sobre a cama. Era minha virgindade. Como ele dormia, nem pude tirar aquele lençol sujo. Apenas limpei com água e um pano úmido tanto quanto pude e me deitei para dormir, me sentindo totalmente confusa e triste.

Acordei na mesma noite com ele sobre mim se introduzindo novamente na minha vagina dolorida. Dessa vez ele demorou mais que alguns minutos e foi sofrido, pois eu sentia dor e ardência, não tinha umidade e estava servindo ao prazer dele.

Alguns minutos mais ele me virou de costas e eu parecia uma boneca de pano sem reação. Ele abriu minhas nádegas com as mãos e introduziu o pênis no meu ânus. Eu entrei em pânico, não sabia que se fazia isso e a dor era ainda pior que na frente. Ele me sodomizou ali e eu chorava calada sentindo a pior dor que já havia sentido.

No dia seguinte, tentei falar com minha mãe e lhe perguntei se era normal o homem usar outros caminhos que não eram aquele da frente. Ela me interrompeu dizendo que o que acontece entre o casal não se fala e que eu aguentasse calada qualquer desejo impuro do meu jovem marido, pois ela já vivia com meu pai há 35 anos e se ela conseguia sofrer aquilo, eu também conseguiria.

quarta-feira, 12 de outubro de 2022

REBECCA, UMA EVANGÉLICA BEM SAFADA - MINHA HISTÓRIA 3

 Gente, ontem eu inventei de compartilhar com vocês o que aconteceu quando eu estava noiva e não paro mais de pensar nisso. Me deu até saudade!! Por isso, resolvi contar mais coisas, porque quando conto me molho inteira de tesão. Essa noite eu praticamente estuprei o corninho do meu marido e ele perguntou o que eu tinha, por que tanto fogo. kkkkkkkkkkkkkkk Difícil explicar, né? Então vou cotninuar.

Como falei pra vocês, ele me pegou no flagra com a rola grossa do nosso padrinho cravado fundo no meu cu e despejando leite lá no fundo. Demorou pra me perdoar. Ele não chegou a cancelar o noivado, mas não falava comigo, não atendia o telefone. Tive que implorar muito, me ajoelhar… Ele é daqueles que quer saber o porquê das coisas, então eu dizia que estava possuída, que era o diabo querendo nos separar. Chorei arrependida.

Mas nas conversas, quando ele chorava e dizia coisas como: “Não sai da minha cabeça, seu ânus estava enorme, eu não esqueço a visão da sua vagina quase em carne viva…” ficava difícil de segurar o tesão. Eu fechava os olhos e dizia: “aí, não fala, não fala! Que vergonha!” mas era mesmo era tesão. Porque se tem uma mulher que podem chamar de crente do cu quente, essa sou eu.

Enfim, ele aceitou me perdoar porque eu estava arrependida, foi conversar com nosso padrinho que também disse estar muito arrependido e falou que ia sair da igreja e contar pra mulher, mesmo sabendo que ela pediria o divórcio. Pra não acabar com as duas famílias, meu noivo preferiu perdoar.

Assim, a corninha não ficou sabendo que o marido dela se lambuzou na minha buceta e no meu cu e que eu recebi porra dele em tudo que era lugar.

Casamo-nos felizes!

Eu não me satisfaço tanto com meu marido quanto gostaria, porque ele não é bruto o suficiente pra me dar tesão. Eu que fodo ele, na verdade, porque eu acelero, eu chupo, eu sento em cima, esfrego minha buceta na cara dele. Raramente é ele quem “força”.
Mas vamos seguindo.

O que ele não soube é que eu ainda dei gostoso por MUITO tempo para nosso padrinho depois que nos casamos. Inclusive durante nossa lua de mel. A gente teve um período curtíssimo de lua de mel, apenas um fim de semana, porque ele não podia se ausentar do trabalho por muito tempo, mesmo tendo direito. Então viajamos no sábado depois do casamento (que foi na sexta à noite) e voltamos na segunda de manhã. De tarde, ele já foi trabalhar.

Estava eu na nossa casa nova e recebo a ligação do nosso padrinho avisando que estava chegando para entregar presentes que tinham ficado no carro deles. Ele achava que meu noivo estava em casa, senão não teria ido (nessa época, ele AINDA estava firme na fé que não transaríamos de novo). Eu, claro, aproveitei a oportunidade.

Tirei tudo e peguei meu babydoll de noiva, transparente e vesti (tinha dormido com ele e cheirava a sexo). Também peguei umas bolinhas de pompoar e meti na buceta. Era uma cordinha com três bolinhas metálicas. Meti duas e deixei uma pendurada.
Quando ele tocou a campainha eu abri a porta esbaforida, me cobrindo.

– Irmão, bom dia! A paz do Senhor!

Ele se engasgou.
– Bom dia, irmã. A paz. Cadê o irmão Henrique?

– Ele está trabalhando, pode entrar.

Falei já me virando e deixando ele na porta. Meu babydoll era transparente, deixando ver meu corpo inteiro.

– Irmã… (ele ficou parado na porta). Melhor não. É só pra deixar esses presentes.

Eu virei de volta, olhei pra ele…

– E você não vai entrar? Vai querer que EU carregue pra dentro?

– É… é que… tudo bem, eu vou colocar aqui dentro e já saio.

Ele foi até o carro e pegou umas duas caixas com coisas de cozinha. Depois voltou e trouxe uma caixa de madeira pesada com um jogo de porcelana inteiro dentro. Tadinho, rsrsrs…

– Nossa, irmão. Vou pegar uma água pra você, sente aí.

Ele sentou meio se jogando no sofá, recompondo a respiração.

– Esse negócio é pesado demais! – Falou

Trouxe a água e me sentei ao lado dele. Ele se afastou um pouco.

– Nossa irmão, tô me sentindo uma leprosa com você se afastando assim (desculpem o preconceito, gente, hoje eu sou menos ignorante sobre o assunto).

Ele ficou constrangido de afastar e eu fiz uma carinha triste.

– Mas irmã, é que a gente caiu em pecado e nos arrependemos. Eu prometi ao irmão que nunca mais aconteceria nada parecido.

– É, eu também, embora ainda seja tentador lembrar. Mas não estou fazendo nada, estou?

– Não, mas… olha sua roupa… você está praticamente nua.

Eu meio que abri minhas pernas e me curvei, como avaliando minha própria nudez.

– Ah, é. É meu babydolll da lua de mel. A gente ainda estava aproveitando essa noite. Ele teve que sair e me deixou assim! rsrsrs…

Quando me abri, a bolinha ficou evidente.

– E… desculpe, e o que é isso?

– Isso o que?

– Pendurado aí no meio das suas pernas. Parece que tá saindo da sua…

– Ah, sim. São bolinhas de pompoar. A gente estava usando rsrs… aí o Henrique saiu e quis que eu deixasse dentro da minha buceta… aqui…

Ele travou a água, engasgou-se…

– Nunca vi isso! Pra que serve?

– É tipo um brinquedo sexual, dá prazer enfiar e expulsar e fortalece os músculos da minha bucetinha, dá mais prazer ao meu maridinho quando ela sugar o pau dele.
Eu simplesmente me encostei no sofá e abri as pernas na frente dele.

– Irmã!!!

– Calma, irmão, não tem nada aqui que você não tenha visto. Vou só te mostrar como é.

Comecei a puxar fazendo carinha de prazer. Exagerei na carinha. Quando a bolinha ia sair, eu chupava de volta com a buceta. Travei o músculo e tirei e fez um barulhinho de vácuo. Plá!

Mostrei pra ele o triozinho todo melado, ensopado.

Ele ficou boquiaberto, não sabia se olhava minha bucetinha (eu ainda estava arreganhada no sofá), se olhava para as bolinhas pingando de mel…

E eu vi o pau dele crescer dentro da calça, enquanto ele se encolhia.

– Esses brinquedinhos esquentam muito a relação, irmão. Pra mim que sou muito fogosa e gulosa, não dá pra viver sem. Senão caio em pecado de novo rsrsrss…. Você usa essas coisas com a irmã Susana?

– Eu…não….

Ele respirou fundo, parece que voltou à realidade. Se ajeitou…

– Não, não usamos. Na verdade, a gente mal transa. Ela reclama que eu sou muito… “bruto”.

– Nossa, a gente se casou trocado então. Ela dá certinho com o Henrique. Ele é… “tranquilo” e romântico demais no sexo. Se eu não subir em cima dele, não gozo.

Ele estava envergonhado, mas sei que estava gostando, porque não fez menção de sair de lá.

– É. E ela não gosta de chupar nem quer que eu a chupe.

– Nossa, é o que? Só papai e mamãe?

– Sim.

– Nem o cuzinho?

Ele riu.

– Cu? Irmã, a única vez que comi um cu nos últimos anos foi… – Ele se calou.

– O meu. rsrs…

– É. – Ele sorriu mais relaxado – Isso. O seu. O dela eu nunca…

– É, dava certo mesmo com o Henrique. Já pedi, implorei e fiz coisas bem extravagantes pra ele me enrabar um pouquinho e nunca consegui. Ele não gosta.

– Ele não curte anal?

– Não. Eu que uso meus brinquedos no cuzinho enquanto transo com ele.

– Essas bolinhas?

– Também. Tenho um plug e uns consolos de borracha, mas que estão bem escondidos, senão ele quer que queime. O plug e as bolinhas ele ainda deixa.

– Nunca vi isso.

– Vou te mostrar.

Falei e me levantei, sem dar tempo ele dizer nada.

Fui ao quarto, fiz uma higiene rápida no meu cuzinho, passei óleo e soquei o plug maior que tinha.
Voltei.

– Pronto.

– Cadê?

Eu virei de costas pra ele e pus a mão nos joelhos. Estava com o plug socado e uma joiazinha roxa do lado de fora, cobrindo o cuzinho.

– Ehr… como é isso?

Eu me sentei no sofá de costas pra ele, de ladinho, empinei a bunda e disse:

– Tira!

– Eu?

– Sim, puxa…

Quando ele puxou eu segurei com o cuzinho.

– Hummm, é bom demais. Aí você empurra….

Ele ficou parado.

– Empurra, irmão!

Ele empurrou de novo.

– Isso, agora puxa.

Ele puxou, eu travei, ele empurrou e nisso ficou entrando e saindo do meu cu. Comecei a gemer.

– Nossa, que delícia. Tomar no cu é bom demaaaaisss, aaai, tô ficando toda melada.
Na cara de pau, levantei a perna de cima e passei os dedos na buceta, comecei a me masturbar.

– Irmã, está na hora de mim…

– Ah, desculpa, irmão. Falei gemendo… é que eu… … me dá uns choques pelo corpo.

Me empinei mais e ele, que não tinha soltado o plug ainda, empurrou de novo.

– AAAAAAaaaai, assim eu não paro.- Falei mordendo os lábios.

– Irmã, você é uma delícia. Meu Senhor, é uma tentação pra qualquer um. Mas eu não… não posso mais…

Ele deu uma passada de mão pela minha boca, eu chupei o dedo dele rápido, antes que ele tirasse. Ele foi com o dedo melado na minha buceta, eu me abri oferecida.

– Eu sei, irmão. Eu sei. Eu vejo os homens me olhando. Na igreja, na rua, na piscina…

– É? Essa sua boca carnuda só faz a gente pensar numa chupada.

– Eu chupo gostoso, irmão?

– Demais!

Ele falava isso e me alisava a buceta.

– E esses peitos, que delícia. Você fica andando por aí com os biquinhos duros.

– Aii, é gostoso. Eu sou muito pecadora, eu sei. Mas não consigo parar, irmão. Tenho prazer nos olhares dos homens. Até o pastor olha minha bunda.

– É? Até o pastor?

– Sim…

– Imagina se ele provasse esse cuzão. Ia se esbaldar.

– Ai, irmão!… Mas eu não esqueço sua pirocona. É grande demais, grossa demais. Uma tora. Morro de tesão de imaginar que o Henrique vai me foder depois de você e me sentir toda rasgada….

Ele respirava fundo, aproximando o corpo do meu. Passava a mão pelo meu cu com o plug enfiado, puxava e empurrava, passava os dedos na minha buceta encharcada, vinha com a mão melada na minha cara e nos meus peitos. Eu chupava os dedos com gosto da minha buceta.

– Irmã, não podemos.

– Eu sei, mas só de imaginar seu cacete duro entrando na buceta da Susana. Ai, fico pensando quando o Henrique tá me comendo que podia ser sua rolona enorme. Que você vai estar metendo na irmã Susana e pensando no meu priquito liso, melado, carnudo, quente…

– Penso demais…. Às vezes penso enquanto meto nela.

– E eu penso na sua piroca enorme dura quando o Henrique tá socando no meu priquito, mas não me enche, não crava fundo.

Pus a mão pra trás e a rola dele estava uma rocha dentro da calça.

– Aii, assim, desse jeito que ela tá. Põe pra fora, irmão, põe pra fora.

– Irmã, eu não posso. Tô me segurando pra não cair em pecado com esse seu priquitão de novo. A vontade é de atolar minha rola nele e te rasgar toda.

– Deixa eu só ver, irmão, pra eu sonhar, deixa.

Me virei de frente pra ele e fui abrindo o zíper da calça. Ele suspendeu o corpo pra facilitar, eu abri o botão, o zíper, agarrei aquela piroca dentro das calças e pus pra fora. Não resisti quando vi aquela cabeçona roxa toda melada. Já caí de boca.

– Irmã, não!

– Ai! deixa eu sentir de novo tua rola na minha garganta, irmão!

Falei e meti inteira na boca, mamando gulosa com fome de piroca.

Chupei, chupei e lambi, deixei toda babada e ele parado no sofá só repetindo:

– Irmã, não… irmãaa… aaaai…

Eu fechava os olhos e me deliciava batendo com a pica na minha boca que é carnuda e vermelhinha. Chupava e soltava fazendo vácuo, lambia e engolia, subindo e descendo até engasgar-se.

– Irmão, mete em mim, mete. Por favor, come minha buceta e meu cu só dessa vez.

– Não, não posso…. Eu já vou…

Ele estava tremendo e não se mexia. Fazia menção de levantar-se e travava. Parecia um bicho se segurando.

– Então espera! Só uma coisa. Por favor…

– O que? Eu já vou.

– Espera!

Fui correndo no quarto, peguei um consolo que estava escondido e era bem real, igual uma piroca com bolas.

– Toma! Pelo menos mete em mim enquanto eu te chupo.

Pus na mão dele e direcionei pra minha buceta. Quando ele encostou na entrada eu caí de boca de novo, caprichando numa chupeta esfomeada. Aquela que é o sonho de todo macho rsrsr.

Ele foi empurrando devagar.

– Mete, irmão, mete! Com força, vai. De uma vez. Empurra minha cabeça no teu pau, vai!
Ele não resistiu. Enfiou de uma única vez e eu me torci e gemi bem alto.

– HMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM…. Com o pau dele na minha garganta.
Ele pôs a mão na minha cabeça e começou a me empurrar na piroca dele enquanto socava aquilo na minha buceta.

– Toma, sua vadia, toma. Sua puta. Eu tô tentando, mas você quer rola? Toma, sua vagabunda. O Henirque se casou com a maior puta da igreja. Toma. Finge que é o pastor te comendo enquanto você me chupa, sua vaca. Mama no meu caralho, sua crente chupeteira.

Eu engolia com gosto, engasgava, enchia o olho de água, mas gemia e chupava.

– Eu vou gozar, eu vou gozar… eu …

Ele não resistiu. Empurrou minha cabeça pra baixo e eu quase sufoquei.

– Mama! Bebe!

Ele empurrava o pau pra cima e minha cabeça pra baixo. Entrou um jato forte de porra direto na minha garganta me fazendo tossir. Senti a porra ir pro nariz, me esforcei pra tomar tudo, mas era gala demais. Mamei sem largar. Derramou e eu fui soltando quando ele foi relaxando. tirei a boca, continuei mamando devagar e lambendo…

– Irmã… meu Deus, me Deus. Que gozada… Que boca…

Eu me afastei, me abrindo pra ele e metendo o caralho na minha buceta.

– Eu ainda não gozei, me ajuda…

– Mas irmã, eu tenho que ir.

Me abri mais… enfiei fundo e puxei.

– E você vai me deixar assim????

Ele ainda estava largado no sofá, a pica grossa meia bomba toda babada pra fora da calça.

– Empurra, vai… Empurra aqui… me machuca no fundo do útero.

Virei de costas pra ele de quatro empurrando o consolo na minha buceta. O plug ainda estava enfiado no meu cu.

– Irmã, vou só te fazer gozar, tá?

– Então pera… vem cá.

– Onde?

– Aqui.

Saí do sofá e fui andando de quatro no chão chamando-o. A piroca estava cravada na minha buceta e o plug no meu cu.

– Vemmmmmm, vem…. Sou sua cadelinha, vem me arrombar.

Ele levantou andando e rindo meio sem jeito. Não fechou a calça, a rola pendurada ficou balançando, meio dura. E isso me enchia de tesão e esperança de levar rolada.

Quando cheguei no quarto subi na cama de quatro e olhei pra trás. A rola estava dura pra cima de novo.

– Mete em mim, irmão, mete.

Ele começou a meter o consolo, segurou e foi empurrando.

– Isso, mete fundo, com força, me arromba, me fode com essa sua piroca carnuda e quente, vai. Vivo sonhando com ela e me masturbando pensando no teu cacetão.

Eu me arreganhava e esfregava meu grelo.

Ele socava a pica de borracha e empurrava o plug no meu cu.

– Ai, ai que delícia….

Num dado momento ele tirou o plug de uma vez.

– Aiii! Que foi isso, irmão, por que tirou?

– Pra ver esse teu cuzão aberto de novo, sua vadia…

– Aiiii…. Então me faz feliz, mete um dedo. Dá uma dedada no meu cu, por favor.
Então ele socou um dedo fundo. Ele empurrava e eu sentia a piroca dura dele resvalar nas minhas coxas e me mexia pra resvalar mais. Me arreganhava inteira.

– Aii, assim, isso. Soca a rola e dá um dedada fundo no meu cu. Conforme ele metia o dedo eu me arreganhava mais.

– Mete outro. Dois dedos, vai. Me arregaça, vai.

Ele socou dois dedos, nem precisei falar e empurrou o terceiro esticando meu cuzinho.

Isso, isso, isso. Aiii, come meu cu, comeeee, comeeeeeee….

Nem precisei falar duas vezes. Ele subiu na cama, me segurou pelo quadril e socou tudo de uma vez, enterrando o caralho no meu rabão de crente puta.

– Toma, sua porra. Era isso que você queria? Toma rola no seu CU! Sua vagabunda!!!

E socava com violência, arrombando meu rabo. Eu tentava segurar a piroca de borracha, mas nem conseguia, de tanta violência que ele socava.

Ele meteu mais uma sequência de vezes e eu fui baixando na cama e ele por cima porque estávamos cansando, já. Mas eu queria mais pica.

Ele caiu na cama comigo engatada e fiquei de lado, levantando a perna e abrindo o cu com as mãos, pra sentir de novo aquela rola lá no fundo da minha barriga.

– Aahhh, isso é bom demaaaaaaissss! Meu cuzinho tá todo arrombado.

Ele lambia meu pescoço, chupava minhas orelhas, beliscava meus peitos.

– Ahh, sempre que quiser dar o cu me chama que eu faço o serviço pro corno do Henrique.
 Eu te rasgo pra ele ficar mais à vontade.

Eu enfiava o consolo com uma mão, com a outra me abria e gemia, rebolando naquela tora de rola.

– Eu quero gozar com seu pau no meu cu, irmão.

Ele me segurou de novo, me pôs por cima dele, de costas pra ele.

– Então senta até gozar, sua puta arrombada.

Assim era bom! A vara de borracha ficava enfiada na minha buceta e o pouco que saía voltava a entrar quando eu me sentava com o cu no pau dele. Aproveitei pra esfolar meu grelo.

Sentei-me de cu feito uma puta profissional naquela piroca quente.

– Aai, eu vou gozar, arromba meu cu, seu roludo, arromba.

– Toma, sua crente vagabundaaaaa…. Imagina que o Henrique tá assistindo de novo.
Me subiu um fogo.

– Isso, Henrique gosta de me ver tomar no cu, me fode e mostra pra Susana como se come um cu, vai.

O homem me agarrou me empurrava na rola dele com toda força e raiva.

– Vou gozar, me rasga, vou gozarrrrr!

Gozei me tremendo inteira naquela vara e ele não parava de me rasgar. Gemi, tremi, me amoleci e ele permaneceu metendo.

– Calmaaa, calma.

Saí e me joguei na cama.

– Eu tô acabada, arrombada, peraaaaa…

Ele veio pra cima de mim e enfiou de novo no meu cu. Deu mais umas socadas fortes, abrindo minha bunda com as mãos e tirou.

– Falta rasgar tua buceta ainda.

– Você vai me foder na frente também?

– Sim, vou te deixar rasgada pro corno do Henrique te comer bem frouxa.

Ele foi ao banheiro, lavou o pau e voltou. Sem nenhuma gentileza, me virou de frente, abriu minhas pernas na cama por cima de mim e começou a socar com força.

Eu já nem tinha forças pra falar mais nada, só gemia e sentia a dor daquelas pirocadas.

Ele tirou e meteu uns dedos na minha buceta. Não sei se dois ou três, mas foi metendo e socando e quando olhei pra baixo, vi os quatro dedos me arregaçando.

– Calma, você vai me rasgar assim… falei gemendo.

– Vou mesmo, fica olhando.

Ver a piroca dele feito uma rocha a ponto de explodir no ar me dava tesão, e eu olhava ele metendo os dedos na minha buceta. Quando ele pôs o polegar, eu tremi. Ele tentou meter a mão inteira em mim.

– Aaai, não, não. Tá doendo! Vai me rasgar!

Eu acho que me desesperei, porque ele tirou o polegar e ficou socando os quatro e virando a mão dentro.

– Já rasguei, tua buceta virou de uma puta profissional, tá toda arrombada, sua vadia.

Ele tirou os dedos, pegou meu consolo e meteu. Sentir só aquilo agora parecia fino demais pra mim, eu até relaxei, mas ele empinou o consolo pra cima e começou a forçar a piroca por baixo, junto.

– Irmão, você tá me machucando.

– E vou machucar mais, sua puta arregaçada.

Nisso senti ele forçar a piroca dentro com o consolo junto. Ele segurou o consolo enfiado até metade e ficava socando a pirocona grossa. Eu sentia uma dor enorme, aquilo me rasgando, mas a rola quente e grossa dele entrando no meu útero voltava ao prazer. Era dor e prazer. Tava rasgada, arrombada, mas prestes a gozar de novo.

Ele meteu ainda uns minutos assim, com força e bem agressivo e eu comecei a massagear meu grelo de novo.

– Tá vendo como é puta? Tá gostando, vagabunda. O Henrique que vai gostar de te fuoer assim, arregaçada.

Me abri o máximo que pude sentindo-o me rasgar fundo e sentindo o gozo vir. Comecei a travar a buceta e ele percebeu que eu ia gozar, acelerou e sem tirar a rola de brinquedo enfiava a pirocona fundo. Senti a pica dele engrossar…

– Segura a porra, vou encher tua buceta pro Henrique.

Sem falar nada, me torci e gozei gotoso quando senti ele latejar um mar de porra dentro de mim. Ele se jogou em cima de mim e eu fiquei ali, sentindo aquelas duas pirocas, me sentindo toda rasgada e suando em rios, toda gozada.

Quando ele tirou, ainda respingou porra na minha barriguinha e na buceta. Eu passei os dedos, lambi e nos recompusemos.

Ficamos deitados ali.

– isso não devia ter acontecido.

– Eu vou ser sincera, irmão. Por mim, você me fode quando quiser, quando tiver vontade.
 Eu fico à sua disposição. Se quiser uma puta, venha. Se não quiser, não venha quando eu estiver só, senão eu vou esfregar minha buceta em você.

Ele riu… me beijou fundo, lambeu meus lábios, chupou, desceu nos meus peitos e mamou um pouco.

Depois se arrumou e saiu. Eu fiquei ali largada na cama. Minutos depois o Henrique ligou pra saber como eu estava. Eu falei toda dengosa que estava com saudade e que ainda estava pensando na nossa noite, vestidinha com meu baydoll e brincando.

Ele riu meio sem jeito e me chamou de sem-vergonha.

Eu passei o dia de babydoll, com a buceta bem ardida e o cu esfolado. Lavei o plug e as bolinhas e meti em mim. Lavei o consolo e guardei bem escondido de novo. Eu tinha planos!

Quando ele chegou de noite do trabalho eu o beijei, abracei e disse que queria mais lua de mel. Ele pediu pra ir tomar banho e eu me deitei na cama, de lado, expondo meu cuzinho e minha buceta vermelhos, mas “protegidos” pelo plug e pelas bolinhas.

Ele saiu do banho.

– Nossa, amor, você tá excitada, né?

– Muito! Tô te esperando! Vem cá.

Ele se aproximou, eu puxei a bermuda dele, expus o pau (que estava mole, aff) e comecei a masturbá-lo. Pus na boca, comecei uma chupeta com carinha de putinha e ele começou a dar sinal de vida. Quando mamei até ficar duro, eu disse:

– Vem aqui, me faz mulher.

Ele foi por trás de mim.

– Nossa, amor, você tá toda vermelha.

– É que eu brinquei sozinha esperando você. Tira isso de mim.

Ele tirou, senti a porra dentro de mim escorrer. Era a porra do nosso padrinho ali guardadinho.

– Nossa, amor. Você tá melada demais. Tá escorrendo.

– Ai, amor, me chupa um pouquinho, vai… Eu sei que você não gosta, mas me faz feliz.
Ele começou a lamber minha buceta, sem jeito, mas se esforçou, grudou na minha bucetinha esfolada e mamou a porra do padrinho. Só de pensar nisso eu tremia de tesão. Me arreganhei inteira, sabendo que escorria a gala na boquinha dele. Ele chupou com gosto esse dia rsrsrs…

Aí veio pra cima de mim e encaixou na minha bucetinha ardida.

– Nossa, ela tá muito gostosa hoje.

– Aaaiii, é porque eu brinquei, vem entrar fundo, vai…

– Tá macia, não sei… Molinha, meio aberta.

– Isso, eu tô toda abertinha pra você, meu maridinho.

Nossa, transei gostoso com ele essa noite. O que me fez ter prazer nem foi o pau, mas o ardor quando entrava na minha buceta que estava toda rasgada mesmo.

Depois disso, sempre fodia com nosso padrinho. rsrsrs… E com muito mais homens. Sou devassa demais, mas amo ser assim!

terça-feira, 11 de outubro de 2022

REBECCA, UMA EVANGÉLICA BEM SAFADA - MINHA HISTÓRIA 2

 Fui pra casa delirando de prazer. Avisei pros meus pais que meu noivo tinha bebido demais e meu pai ajudou a colocar ele na cama do quarto de hóspedes. Eu fui dormir no meu quarto plenamente comida. Mas isso só despertou a puta adormecida.

Modéstia à parte eu sou muito bonita e gostosa. Minha bunda é empinada e carnuda, não é dura como essas de silicone mas é macia e firme. Meus peitos são empinadinhos e bicudos, eu mesma aliso muito eles, pois acho lindos!

Tenho as pernas grossas e bem torneadas e uma cinturinha fina de malhar. Chamo atenção por onde passo e sei disso, e isso me deixa mais putinha ainda. Sou muito devassa, como já disse, adoro sexo!

Dois dias depois de ter dado pro nosso líder de célula e padrinho de casamento, a gente teria reunião de célula e eu estava enlouquecida de tesão.

Foi difícil disfarçar o clima na frente de todos, mas era importante. A esposa dele, minha madrinha e nem meu marido desconfiavam. Mas era preciso cuidado. Não ficamos sós em quase nenhum momento, exceto quando estávamos só nós quatro (demos carona pra eles na ida e na volta). Chegando no apartamento deles, meu esposo pediu pra ir ao banheiro. Não entramos na garagem e pra eu não ficar sozinha dentro do carro, o nosso padrinho ficou me fazendo companhia.

Ele não entrou no carro, ficou falando da janela.

– E como você está, depois daquele dia? – Ele perguntou.

– Estou muito bem.

– Não ficou arrependida?

– Olha, irmão, eu até queria, mas não consigo me arrepender.

– Mas foi um grande pecado, não acha?

– Sim, mas um pecado delicioso. Se eu pudesse repetia todo dia.

Falei e sorri, mordendo o lábio.

– Irmã, irmã… Não podemos.

– Não DEVEMOS, irmão. Mas eu confesso (falei isso com a voz bem dengosa e sensual) que não paro de pensar naquela rola maravilhosa, enorme, muito maior que a do Henrique e mais grossa. Nossa, tem um sabor delicioso e enche minha boceta fundo!

Ele me olhava respirando fundo, enquanto eu falava e mordia os lábios.

– Irmã….

– Fala, o que você achou de meter na minha buceta?

– Irmã… estava muito melada, é apertadinha, macia, toda lisinha.

– Engole o pau gostoso, né?

– Muito. E a tua boca, meu pai do céu, que pecado.

Ele falou isso e alisou meu lábio. Eu aproveitei e passei a língua no dedão dele, que ele ofereceu e eu chupei. Ele enfiou o dedo fundo na minha boca e eu suguei como se fosse uma rola.

Quando ele tirou eu disse:

– Não vejo a hora de mamar no teu pauzão enorme e sentir ele no fundo do meu útero de novo.

– Não vejo a hora de ver aquele teu cuzinho rosa piscando e tua buceta toda arreganhada engolindo minha piroca.

– Gostou de ver meu cuzinho?

– Gostei. Você já o deu?

– Pro Henrique não.

– Ah, mas já tomou no cu então?

– Hum rum… E gosto.

– Gosta de dar o CU?

– Gozo gostoso com um pau enorme como o seu abrindo meu cu, de sentir que estou com um cuzão todo esfolado de piroca.

– Meu Senhor. Você é uma tentação mesmo.

– Você vai meter no meu cu?

Antes que ele respondesse meu noivo chegou com a irmã. Nos despedimos e fomos pra casa. Eu tava tão tarada que tentei muito, mas muito, dar pro meu noivo. Mas ele insistiu que não, não, não podíamos mais pecar. Que estava perto o casamento. Levei o carro pra uma rua deserta e sentei no colo dele, me esfreguei, mostrei a buceta, fiz ele chupar meus peitos, mas ele resistiu. Não me deixou nem chupar o pau dele (era um pau mediano, de uns 14cm, enquanto o do irmão-padrinho era uma tora de uns 18cm ou mais).

O máximo que consegui foi dar uma punhetada e receber umas chupadas nos peitos. Fiquei frustradíssima.

No sábado, eu não tinha prova de vestido. Até tentei marcar, mas não tinha nada pra provar. Só tinha a desculpa de ir lá de forma marcada, porque o porteiro podia avisar à irmã que eu tinha ido lá.

Meu noivo estava no trabalho e na hora do almoço me ligou avisando que o líder da nossa célula ia passar lá na casa dele pra deixar um material, pois no dia seguinte era meu noivo que ia ministrar a escola dominical. Pediu pra eu ir receber. Eram banners e material impresso grande para as atividades com os jovens.

Fiquei louca. Ele morava com os avós, mas não teria nenhum em casa na hora. Eu me dispus na hora a ir. Tomei um banho (rápido, mas caprichado), vesti um vestidinho de algodão fino e uma calcinha extremamente pervertida: vermelha com um fio apenas embaixo, que entrava no meio da buceta. Fui dirigindo ansiosa, entrei e fiquei esperando. Ele demorou um pouco e eu estava encharcada de tesão.

Quando ele chegou já era mais de 13h e eu não perdi tempo, pois meu noivo chegaria em casa lá pelas 15h, já que o expediente dele acabava 14:30h por aí.

– Estava louca te esperando!

Recebi ele assim. Me joguei no colo dele e me atraquei com o corpo dele, com as pernas envoltas no corpo dele. Enfiei a língua na boca dele com um beijo melado e desesperado. Ele riu:

– Calma!

– Calma nada. Três horas ele chega, eu quero gozar muito na tua pirocona!

Ele se encostou na parede comigo no colo dele (sou pequena pra ele, tenho 1,60 e ele tem quase 1,90 acho) e fiquei me esfregando naquela vara enquanto beijava ele e sentia ele passar a minha mão na minha bunda.

– Que calcinha é essa?

– Só pra você!

– Deixa eu ver.

Eu saí do colo dele, levantei o vestido e fiz um giro com o corpo.

– Nossa, mas você tá uma puta de verdade.

– Sim. Você me faz sentir uma puta doida pra levar caralho na buceta.

– Na buceta e no cu?

– Sim!!! Em tudo!

Eu estava parecendo uma ninfomaníaca e ele me apertava. Tirou meu vestido, começou a chupar meus peitos com força, apertando os bicos e mordendo e me fazendo gemer alto.

– Aaaai, tá machucando.

– Aguenta. Quero te machucar inteira.

Ele mamava nos meus peitos e soltava, fazendo estalar um barulho. Nisso ele me pegou no colo, me deitou na mesa pequena que tem na sala e me arreganhou.

– Mas que putona deliciosa, só com uma cordinha na buceta.

Ele puxou a cordinha pro lado e caiu de boca na minha buceta, me fazendo gemer alto. Enfiava a língua, os dedos, mordia minha virilha, meus grandes lábios, meu grelo melado. Me dava tapas na buceta que estava escorrendo de melzinho. Senti melar o vidro do tampo da mesa de tanto que escorreu.

– Tá pronta pra levar vara.

– Calma, deixa eu mamar no teu pau antes.

Eu adoro chupar e fiz isso muito pouco na nossa primeira vez.
Empurrei ele até o sofá, me ajoelhei na frente dele e mamei gulosa naquela pirocona roxa. Engolia inteira e depois tirava e mamava na cabecinha. Lambia e colocava o saco dele na boca. Batia na minha cara com aquela rola gigante e depois mamava fazendo sucção.

– Eu vou gozar assim.

– Você aguenta duas seguidas???? (não queria ficar sem pica)

– Com você? Até mais!

Engoli de novo, punhetei e chupei com força, caprichando na mamada. Senti a pirocona deliciosa engrossar.

– Vou gozar, engole, engole minha porra, sua puta, cachorra!!!!! Mama minha gala, já que aquele corno não te arromba!

Ele jorrou porra na minha boca, que eu mamei toda. Escorria pelos cantos da boca que encheu, mas eu limpei com os dedos e mamei. Estava secando os ovos dele de tanto chupar, mas não queria que descesse.

Ele gemeu suado segurando minha cabeça e empurrando contra aquela vara enorme.

Quando eu soltei, sentei direto em cima, deixando entrar de uma vez e gemendo alto.

– Porra, não vai me deixar amolecer nem um minuto?

– Não! Pra continuar dura.

Comecei a quicar no colo dele. Ele beliscava meus peitos, já mais calmo, eu me abaixava e ele chupava, mamava e mordia. Quando ele mordia eu trancava a buceta e o cu.

– Assim você chupa meu pau com esse bucetão.

– Aaai, é que dói gostosoooo!

Pus as pernas no sofá ao redor dele e fiquei em posição de sapinho, dando um show de visão pra ele que assistia minha buceta vermelha arregaçada engolir a piroca dele inteira e soltar até chegar na cabeça. Eu me sentava gostoso e gemia, às vezes massageava o grelo, às vezes dava uma sentada forte.

– Puta demais. O Henrique pode deixar que se ele não quiser rasgar essa buceta eu rasgo todo dia!

– Ai, ai, sua piroca é muito maior e mais grossa.

– É? Você gosta da minha rola?

– Demais! Quando o Henrique for me comer nem vou sentir. Vou estar toda arrombada pro corninho.

– Isso, vou te arregaçar pra aquele corno meter na tua buceta e encontrar ela lotada de porra.

O negócio recomeçou a esquentar e eu já nem prestava atenção no tempo. Sentava com força naquele pirocão delicioso, grosso e me masturbava gemendo, me sentindo uma puta completa.

– Aaai, minha buceta é melhor que a da Susana?

– Muito mais! Mais quente, mais melada, lisa. Mais apertada. Um bucetão carnudo que chupa gostoso minha rola.

– Aaai, é apertada? (Eu adoro quando dizem isso, depois de tanto dar minha buceta ainda é apertadinha).

– Demais. A da Susana eu já arregacei, já é arrombada.

Nisso ele já segurava minha cintura e me socava contra o corpo dele. Então ele me segurou e me deitou no sofá, com a piroca enfiada sem tirar. Arreganhou minhas pernas e deixou meu joelho do lado do meu rosto enquanto me arrombava com o caralhão dele.

– Toma, sua puta, toma! Geme na minha vara, vai.

Eu gemia e gemia alto. Ele começou a me dar tapas na cara. Estapeava gostoso e eu gemia e me abria ainda mais.

– Puta arregaçada! Gosta de rola, é? Gosta de piroca?

E pá! Metia o tapão na cara.

– Aiii, ai, eu vou gozaarr…

Quando anunciei que ia gozar, ele parou.

– Espera que falta ainda.

– O que?

– O cuzão que você me prometeu.

Então ele me virou de quatro no sofá.

– Esfrega a cara no sofá, vai. Arreganha esse cu.

Eu abri minhas nádegas, esfreguei o rosto no assento do sofá e me arreganhei muito.

– Isso, vou atolar esse cu!

Ele meteu um dedo e começou a socar. Socava com força, quando senti meter dois. Socou fazendo barulho.

-Tá todo melado de buceta. Faz barulho até no cu.

– Eu ouvia o barulho de melado, porque eu babo demais quando tô com tesão e realmente escorre pro cu.

– Vou te enrabar agora, noivinha do Henrique, aguenta.

Ele mirou a cabeça no meu cu e começou a meter. A piroca era grossa, mesmo melado deu uma ardida e eu tranquei os dentes.

Aguenta, sua puta. Quer tomar no cu?

– Quero! Me enraba, come meu cu, arregaça meu cuzão!

Ele fez a tora entrar. Senti cm a cm a cobra invadir meu cu, até sentir os pelos dele encostarem na minha bunda.

– Issooo, tá sentindo?

– Simmm, mete, mete. Fode meu cu.

– Toma!

E começou a socar igual uma britadeira. Nossa, ardeu! Senti aquilo arregaçar meu cu, mas eu também adorava tomar no cu. E fazia tempoooo. Me abri inteira, colei no meu grelo amassando e rebolando forte enquanto ele socava o pau no meu cu com muita força. Eu que já tava pra gozar senti o gozo vir.

– Vou gozar, vou gozar!

– Goza no meu pau, vai sua puta, sua vaca arrombada. Abre esse cuzão, goza enquanto eu arregaço teu cuzão.

– Vou gozaaaaaaaarrrr.

– Goza, vagabunda! Vou encher esse cu de porra!

Acelerei no grelo, estava quase arrancando, tesuda demais, sentindo o pau dele me rasgando em duas, senti o gozo vir e ele acelerar. A piroca engrossava e por saber que ia levar jatos de porra eu sentia mais tesão.

– Vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaar…

Ele nem falou mais, gemeu feito um bicho e começou a despejar porra no meu cu arregaçado.

Me tremi toda, rebolei e senti o gozo forte, no fundo da minha buceta e do meu cu.
Nisso, o bendito do Henrique abre a porta.

– Amor o que é isso??????

Não deu nem pra parar!

A gozada já estava no meio. No susto, o irmão tirou a piroca de dentro de mim e a porra jateou nas minhas costas, molhando até o cabelo. Sentir aquelas tiras de gozo nas minhas costas piorou o tesão, e eu gemi mais alto, gozando e me amolecendo no sofá.

Nem conseguia sair da posição.

– Amor, o que você fez?

– Am-moor… calma… não é… não é o que você tá pensando.

Falei isso tentando me levantar, mole, travada de tanto que dei. Mas ainda de quatro, cu e buceta arreganhados….

Não vi onde estava o irmão. Vi quando passou por mim segurando as roupas feito um raio.
Nossa, nem preciso contar o restante. Foi a trepada mais épica da minha vida. Mas eu tive que chorar, chorar, me arrepender… MUITO pra ser perdoada. Mas fui.

O Henrique me perdoou, casou comigo, manteve o irmão como nosso padrinho. Ele não deixava mais eu ficar só com ele nem ir lá desacompanhada, mas isso não me impediu de tomar no cu e na buceta gostoso outras vezes.

Estamos casados já há uns anos. A única vez que ele me flagrou foi esse mesmo. Mas jura que nunca mais aconteceu. Mas eu dou demais pro segurança da empresa onde trabalho. Ele é enorme e roludo. Eu não resisto a uma piroca, quanto maior, mais tesuda eu fico.

segunda-feira, 10 de outubro de 2022

REBECCA, UMA EVANGÉLICA BEM SAFADA: MINHA HISTÓRIA

 Eu confesso que sou viciada em sexo. Sou crente, sim, frequento a igreja, mas não consigo resistir ao pecado da luxúria. Penso em sexo o tempo quase todo. Fiz tratamentos, terapia, sessão de descarrego e nada funcionou. Pra piorar, sou casada! Isso mesmo.

Coitado do meu marido! É um corno e sabe disso, mas não sabe que ainda é. Ele pensa que FOI.

Estávamos noivos e já tínhamos escolhido os padrinhos: um missionário da igreja muito amigo dele (porém mais velho. Eu e ele tínhamos 22 anos e o missionário e a mulher tinham na faixa de 35). Era o conselheiro dele, pois era líder da nossa célula.

A irmã que era esposa dele era costureira, e acabamos escolhendo-a para fazer meu vestido de casamento. Escolhi o modelo e ia tirar provas na casa dela.

Eu já tinha traído meu noivo várias vezes. Mas estava firme na fé que esse tempo tinha passado. Ele é um bom homem, trabalha muito, não acredita no divórcio e é loucamente apaixonado por mim.

Nessa época nos aproximamos muito desse casal, por causa dos preparativos, conselhos e do vestido. Estávamos há poucos meses do casamento quando eu fui tirar uma prova do vestido na casa dela, mas ela não estava tinha ido comprar material. O marido dela me disse para entrar e esperar no ateliê de costura que ela chegaria em breve.

O apartamento não era grande, eu fui para o ateliê que era separado dos outros cômodos por uma cortina, não tinha porta. Vi meu vestido sobre uma mesa e resolvi experimentar antes que ela chegasse, pois estava muito ansiosa. Tirei a roupa, fiquei de calcinha e sutiã. Era um sutiã tomara que caia e uma calcinha rendada fio dental muito pequena (adoro!) e que atrás era quase apenas um fiozinho.

Estava eu tentando colocar o vestido (não era fácil porque não estava todo costurado, tinha várias partes presas com alfinete e alinhavados) de costas pra porta, de bunda pra cima, tentando passá-lo pelas minhas pernas, quando a cortina se abre. Demorei um pouco a perceber e quando olhei para trás, levei um susto imenso. O nosso líder de célula estava parado com uma bandeja com suco e biscoitos na minha frente. Virei de uma vez e tentei me cobrir com o vestido, mas pisei na saia, e isso fez com que não conseguisse puxar ele pra cima. Fiquei com o sutiã à mostra, cobrindo apenas a parte de baixo.

– Me desculpe, irmã, não quis lhe constranger. Trouxe um lanchinho enquanto você espera.

Ele agiu naturalmente, mas estava meio constrangido e eu com vergonha mesmo. Não cheguei a responder, estava paralisada.

Quando ele saiu eu respirei e tentei ajeitar o vestido, tirando o pé de cima da saia. Olhei e vi que no sufoco, meu tomara que caia desceu, deixando à mostra o bico do meu peito direito. Sou branca, cabelo pintado de loiro, biquinho rosado (na época, bem inchadinho).

Quando relaxei o susto deu lugar à safadeza que estava escondida em mim e eu fiquei muito excitada. Minha calcinha ficou toda babada e precisei ir ao banheiro me secar várias vezes. Depois a irmã voltou e demos continuidade à prova.

Marquei de voltar em duas semanas para um novo ajuste. Estava na cabeça de pedir alterações para ter mais provas, porque eu não esquecia que o irmão tinha me visto quase de quatro, com a bundinha arrebitada coberta por um fiozinho. Quem sabe, até o contorno do meu cuzinho ele viu!

Fiquei tentando entender a rotina dela, para ir lá exatamente quando ela não estivesse. Marquei retorno num sábado, no horário que ela tinha livre para ir comprar material de costura. Marcamos às 15 h mas 13:30h eu já estava lá.

O irmão me atendeu. Eu estava com uma blusinha de cetim sem sutiã e uma saia de algodão que quando eu andava deixava a calcinha entrar na polpa da minha bunda. E era um pouco transparente, deixando ver a marca direitinho do fio dental encravado. Tinha uma fenda lateral até o meio da coxa e o tamanho da saia ia até pouco abaixo do joelho.
Quando bati na porta, ele me atendeu.

– Oi, irmã. Minha esposa não chegou ainda. Achei que você viria mais tarde.

– Ah, é que eu estava passando e achei melhor vir logo pra cá, irmão. Assim não me atrasaria.

– Tudo bem, pode entrar e esperar.

Entrei bem rebolando, na expectativa que ele estivesse olhando minha bunda. Virei de uma vez para pedir um copo de água e dei de cara com o olhar dele onde eu queria que estivesse. Sorri e falei:

– Você pode me dar uma aguinha? Estou com muita sede.

– Claro, irmã, pode sentar-se.

Sentei-me no sofá, me acomodei e cruzei as pernas, deixando minha coxa aparecer pela fenda.

Ele veio, ofereceu a água e se sentou na minha frente.

Ficamos conversando bobagem enquanto eu me exibia. Me mexia de um jeito provocativo e via o olhar dele. Ele tentava disfarçar, mas não resistia a olhar meus peitos marcados e minhas coxas. Ainda mais quando meus biquinhos endureciam na blusa.

Às 14:20h por aí ele me pediu licença pois tinha que ir tomar banho para ir a um compromisso da igreja. O apartamento só tinha um banheiro social, sem suíte, e eu sabia que iria vè-lo entrar e sair do banho. O sofá onde me sentei era de costas para o banheiro, então mudei de cadeira pra uma que ficava de lado com a porta, assim veria ele sair.
Depois de uns 10 minutos, ele sai do banheiro com a toalha amarrada na cintura e não pude deixar de ver o tamanho da rola marcada na toalha. Estava meia bomba, pra baixo e fazia um volume indiscreto.

Eu tentei não disfarçar muito, fiz cara de vergonha apenas pra não deixar claro minha vontade de chupar aquele pau inteiro até as bolas. Mas tentei adiar o momento que ele ia trocar de roupa e pedi um pouco mais de água.

Ele foi até a cozinha e voltou trazendo o copo e teve que me esperar beber para ir se trocar. O clima ali estava ‘tenso’, e o pau dele parecia que estava aumentando de volume. Eu disfarçava olhando pra os lados e fazendo carinha de vergonha, mas dava umas miradas indiscretas.

Quando entreguei o copo, eu mesma disse:

– Acho melhor esperar no ateliê.

– Tudo bem, fique à vontade, irmã, vou me arrumar pra sair.

Eu fui pro ateliê e tirei a roupa, com a desculpa de provar o vestido. Mas esperava que ele fosse lá. Fiquei só de calcinha, mexendo de todo jeito no vestido para adiar o momento de vestir.

Depois de uns dez minutos ele veio, eu estava de costas pra cortina novamente, exibindo minha bundinha com o fio dental indecentemente enfiado no meu cu, quando ouvi:

– Irmã?

Virei de frente, como esquecendo que estava sem roupas. Ele deu uma mirada deliciosa nos meus peitinhos de pera que eu estava beliscando pra deixar durinhos e vermelhos antes de ele entrar.

– Oi, irmão. Opa, desculpe. Esqueci que estava nuazinha.

Falei, colocando o vestido na frente do meu corpo, mas deixando de propósito um peito aparecer.

– Errr, eu… vim perguntar se você quer um lanche ou outra coisa.

Muita coisa me veio na cabeça e eu sorri. Disse que queria algo gostoso pra comer.

Ele sorriu e saiu.

Eu tinha que me vestir. Não sabia se a irmã ia chegar 15h em ponto e já estava perto da hora. Então pus minha blusa de novo e a saia, mas fiquei encostada na mesa, como se tivesse distraída, passando uma mão sobre os meus peitinhos por dentro.

Quando ele entrou ficou olhando enquanto colocava a bandeja com um sanduíche e suco sobre a mesa. E eu ‘distraída, passando a mão por dentro da blusa, beliscando um biquinho.

– Obrigada irmão.

Falei, tirando a mão pra pegar um suco e deixando o biquinho marcar a blusa.

Ele se despediu, disse que estava saindo e eu fiquei ali, louca pra dar pra ele.

Passaram uns dois dias e marcamos um jantar a quatro, na casa deles. Éramos muito amigos, entendam.

Eu fui lindamente produzida, com um vestido vermelho tubinho pouco acima da metade das coxas e sem sutiã ou calcinha, pra delírio do meu noivo. A gente tinha se comprometido a não ter mais sexo até casar-nos, desde que decidimos noivar.

Eu adorava tomar vinho, champanhe e meu noivo não bebia nada. Nesse jantar, eles serviram vinho, era um espumante doce e forte e todos tomamos, até meu noivo. Os donos da casa ficaram altinhos e eu também, mas meu noivo estava quase dormindo sobre a mesa.
Conversamos, rimos e depois fomos pra sala, ficar à vontade nos sofás falando coisas de casamento, da igreja e da vida.

Meu noivo se encostou no meu ombro e estava quase dormindo, então pouco participava da conversa. E eu sentada comportadamente ao lado dele, as coxas cruzadas, deixando o vestido subir e descendo com a mão bem de mentirinha. O irmão olhava discretamente quando a esposa não estava. Numa dessas horas em que ela foi na cozinha pegar mais vinho, eu resolvi abusar.

– Nossa, amor, você bebeu demais, está com o peso todo sobre mim, se ajeita.

Descruzei as pernas e deixei entreabertas enquanto recompunha ele. O irmão estava sentado bem na minha frente. Olhei pra ele e me deparei com a mirada na minha bucetinha que estava aparecendo só um pouquinho.

O meu noivo pesou de novo sobre mim e num gesto mais brusco eu abri mais as pernas, deixando aparecer minha buceta vermelhinha e babada aberta, enquanto dizia:

– Meu Senhor, misericórdia, que vergonha você está me fazendo passar.

Quando olhei para o irmão, vi que o meu shozinho deixou ele de olhar fixo. A irmã veio chegando com o vinho, ele se recompôs e eu também. Mas bastava ela virar as costas que eu dava um jeitinho de exibir meu showzinho, que era assistido com prazer.

Ficamos ali mais um tempo depois de parar de beber, com a desculpa que eu precisava deixar descer o nível de álcool para dirigir já que a gente tinha ido de carro. Nisso, a irmã estava bem sonolenta já, e eu aproveitava os descuidos dela pra me mostrar.

Nisso, o irmão puxa assunto. Falamos da casa que compramos eu e meu noivo, ele elogia e ele fala que o apê é pequeno, mas que a vista da sacada é linda, dá pra ver toda a cidade.

– Uau, posso ver?

– Sim, vem cá.

Levanto-me, ajeitando meu noivo no sofá.

A sacada dá para a sala, onde a irmã assisti a TV com cara de sono e também dormindo e acordando. E onde meu noivo está capotado no sofá. Mas era mais comprida que a porta, por isso tinha uma parte que dava pra ficar e não verem da sala, e foi ali que eu me encostei.
Comecei a admirar a vista e quando ele não estava me olhando eu discretamente subia o vestido, que tinha a borda inferior apertadinha, por isso segurava nas coxas. Sei que nessa brincadeira, ele já estava bem no limite da polpa da minha bunda e eu me curvei pra frente, dizendo:

– Nossa, mas como é alto aqui!

O irmão de lado, me olhando daquele jeito se aproxima e diz:

– É, é bem alto por isso tem que ter cuidado pra não cair se curvando assim.

– É mesmo, me segura pra eu não cair, até porque estou bem altinha ainda.

– Está? Achei que já estivesse sóbria, irmã.

Ele falou isso passando as mãos pela minha cintura.

– Ah, ainda sinto tontear, rsrsrs.

Me curvei de novo e ele apertou meu quadril segurando e fazendo meu vestido subir mais, deixando o começo da minha bunda de fora.

Eu não arrumei e ele ficou de lado, com a mão na minha cintura. Me virei de frente pra ele.

– Meu vestido quase tá virando uma blusa, rsrs.

– É verdade e quando cruza as pernas sobe mais ainda.

– É, tenho que cuidar para não deixar ver demais, já que não gosto muito de usar calcinha.

– Pois é, eu notei.

Ele falou e eu fingi vergonha.

– Eu deixei ver, é?

– Ô! Detalhadamente.

– Nossa, irmão, me desculpa.

– Tudo bem, é nosso segredo. Mas me diz uma coisa… é uma coisa íntima, ok?

– Ok, irmão.

– Você se depila como? Com cera, vi que estava bem lisinha lá embaixo. Queria que minha mulher fizesse assim, mas ela não se depila, apenas apara.

– É… não gosto de pelos, prefiro ficar toda lisinha.

– Eu também prefiro lisinhas.

Ele falou isso me olhando dos pés às cabeça.

Virei e fiquei de frente pra sacada, sem ajeitar o vestido, com a polpa da bunda aparecendo. Me inclinei de novo e ele se aproximou mais que deveria, encostando o corpo no meu e segurando minha cintura com força, meio que puxando a roupa pra cima. Agora até a parte da frente estava de fora.

– ôooo, cuidado, não quero que você caia.

– Então me segura, porque aqui é lindo, tenho vontade de voar!

Falei e me aproximei do corpo dele. Senti a mão deslizar sobre a minha bunda.

– Irmã, você está me fazendo ter pensamentos pecaminosos.

Ele falou isso pressionando o pau na lateral da minha coxa e eu senti duro. Eu não me afastei e até me apertei mais, fazendo a mão dele descer pela minha bunda até chegar na minha bucetinha que estava ensopada.

– Nossa, você tá toda babada.

Eu mordi o lábio e olhei pra ele, me empinando mais, abrindo a bucetinha dando passe livre pra ele passar a mão. Senti abrir os lábios, alisar meu grelo ensopado e ir até meu buraquinho, começando a me invadir. O dedo grosso dele abria caminho na minha buceta e eu gemia baixinho.

Ele se aproximou do meu rosto.

– Deixa eu sentir essa boca carnuda.

Levantei o queixo e recebi um beijo bem sensual, ele sugava meu lábio e passava a língua na minha boca.

– Irmã, você não é mais virgem.

– Hum hum, falei gemendo.

Ele afundou do dedo em mim e mexeu lá no fundo da minha buceta.

– E você e o irmão Henrique têm tido relações sexuais?

– Faz tempo que ele não me come.

– Nossa, como ele resiste a chupar essa buceta carnuda? E ser mamado por essa boca quente e macia?

Eu levantei uma das pernas, me abrindo mais e levei a mão até o pau dele que estava duro e latejava dentro da calça.

– Não sei, mas eu queria muito sentir essa rola enorme dentro da minha buceta e da minha boca.

Ele avançou em mim, apertando minha buceta e chupando minha língua.

Ouvimos um barulho e nos recompusemos bem rápido. Eu abaixei o vestido e a esposa dele estava se levantando.

– Amor?

– Oi, meu bem. Estava aconselhando a irmã aqui. O irmão Henrique não pode beber, olha como isso faz mal.

Enquanto ele falava ela vinha e ele tirou a camisa de dentro da calça para cobrir o pau duro evidente.

Eu me antecipei na frente dele e disse:

– Eu fico preocupada quando ele fica assim. Mas já conversei e pedi pra ele não beber nada.

 Irmã, pode trazer um copo de água para eu tentar dar pra ele?

Ela não chegou a ver o marido dela que estava por trás de mim na sacada e voltou até a cozinha falando que era pra ter cuidado mesmo etc.

Eu me aproximei o meu noivo me inclinando pra levantar ele do sofá e o irmão aproveitou pra passar a mão na minha buceta de novo, com força, enchendo a mão desde a púbis e alisando até meu cuzinho.

Olhei pra ele com ar reprovativo, mas sorrindo e disse sussurrando:

– Paraaaa!

A irmã veio, tentei fazer ele beber um pouco de água, mas estava complicado.

– É, irmãos, melhor eu ir logo com ele.

– É mesmo, irmã (ela falou). Amor, ajuda ela a carregar ele até a garagem.

– Sim, claro.

Ele apoiou o braço do meu noivo no pescoço dele e foi carregando até o elevador. Me despedi da irmã, nossa conselheira e madrinha e fui com eles no elevador. Meu noivo estava tentando ficar acordado e eu me exibindo para o nosso padrinho, mordendo os lábios e passando a mão no pau dele, que não podia soltar meu noivo pra que ele não caísse.
Quando fomos pro carro, abri a porta e ele deixou meu noivo sentado no banco traseiro, com as pernas pra fora do carro.

A garagem estava vazia. Eu tomei a frente, me inclinei e comecei a ajeitar ele pra deitar-se no banco e pôr as pernas pra dentro. Enquanto fazia isso, nosso padrinho levantou meu vestido e ficou alisando minha buceta e meu cu. Eu me empinava e recebia as dedadas gostosas. Estava com a metade do corpo pra dentro do quarto quando senti ele vir de boca na minha buceta. Ahhhh que delícia aquela língua quente!

Recebi uma chupada profunda, senti a língua me invadir. Me abri mais e rebolei gostoso, gemendo. Ele alisava meu cuzinho melado, tirava a língua, metia o dedo na minha buceta e voltava a chupar e morder minhas nádegas.

Ouvi um sussurro:

– Quero te foder.

Me abri mais, oferecida, dando sinal verde. Quando ele se afastou eu olhei pra trás e o vi tirando o pau da calça. Que delícia! Uma rola grossa, roxa (ele era um tipo moreno quase negro), cabeçuda.

– Espera!

Saí de dentro do carro (estava com metade do corpo sobre meu marido) e não resisti à vontade de abocanhar aquela piroca divina. Enfiei inteira na boca fazendo ele gemer e mamei deliciosamente.

Depois virei de novo me oferecendo. Senti a cabeça encaixar na entrada da minha buceta e encostei os cotovelos no banco, ao redor do corpo do meu noivinho. Ele colocou as mãos na minha anca, na curva da perna com o quadril, segurou e meteu tudo de uma vez, me fazendo sentir uma dor fina lá no fundo do útero.

– AAaaaiiiii… gemi alto me abrindo.

Meu marido se mexeu.

– Amor? falou com a voz bem enrolada.

– Calma, amor, já vamos pra casa, estou te ajeitando e vou dirigindo.

Ele não mantinha os olhos abertos. Eu empurrava minha bunda pra trás e sentia quela piroca grossa deliciosa e enorme deliciosa me arrombando a buceta. Me abria inteira e ouvia o pá-pá-pá, sentindo o saco dele bater no meu grelinho. Levei a mão na buceta e fiquei me siriricando enquanto era fodida com força.

– Vou gozaaarr. Ele avisou.

– Goza dentro, dentro.

Falei sussurrando desesperada por sentir os jatos de porra dele encherem meu útero.

Acelerei a siririca e apertei meu grelo com força esfolando quando senti a pomba dele endurecer e despejar gala dentro de mim. A melhor sensação da vida é isso!!! Gozei muito, rebolando e gemendo, de pernas bambas, naquela piroca deliciosa.

Quando ele tirou eu me virei rápido, coloquei de novo inteira na boca e suguei, mamando os últimos jatinhos fracos de gala e passando a língua e o lábio naquela cabeçona.
Ele se afastou, se ajeitou e eu fechei a porta e fui mole pro banco do motorista.
Ele veio até o meu lado, me deu um último beijo, deu boa noite e eu saí, satisfeitíssima.

domingo, 9 de outubro de 2022

SARAH, A MENINA EVANGÉLICA SAFADA E ANGELICAL 3 - DESCOBERTAS

 Eu estava metendo na bucetinha de menina da Sarinha tão forte que fazia muito barulho em cada estocada. Era muito excitante aquilo. A porta do quarto estava escancarada, mas eu nem me importava. Era normal a minha sogra ficar nos olhando quando estávamos transando ali no quarto de Sarah. Aquela menina era tão safadinha. Gemia sem vergonha.

— Aaaaaaai! Me fode… Isso, mete forte… Aaaaai! — Ela ia falando essas safadezas com sua voz quase infantil, enquanto eu não parava de “maltratar” aquela bucetinha apertadinha de menina.

— Safada! Minha safadinha! — eu dizia, sem parar de meter naquele anjo.

Eu estava totalmente alucinado fodendo a menina que me esqueci de tudo que existia fora daquele quarto. Numa fração de segundos eu olhei a porta aberta, na esperança de ver minha sogra nos olhando, pois eu achava muito excitante quando ela aparecia para ver nossa foda. Porém eu tive a impressão de ver um vulto de uma figura masculina fora do quarto. Tive um susto, mas não parei. Sarah sempre dava umas olhadinhas para a porta. Nesse momento ela virou para a porta com cara de safada como se visse alguém também, e eu metia sem parar. Ela estava tremendo, em pleno orgasmo, e eu já estava gozando também na buceta daquela menina safadinha.

A casa de Sarah tinha corredor entre os quartos. Nesse dia a luz do corredor estava apagada. Estava escuro fora do quarto. Bem que eu reparei que ultimamente a luz do corredor sempre se apagava quando eu estava fodendo a Sarinha no quarto. E a minha sogra nunca mais tinha aparecido no quarto enquanto a gente metia gostoso. Até senti falta disso. Além disso eu sempre fazia questão de comer aquela menina com todas as luzes do quarto acesas. Eu amava olhar aquela menina nua, suas formas, a carinha de criança dela quando eu estava metendo naquela buceta pequena. E com o corredor escuro não dava para ver muito lá fora. Mas eu não me preocupava pois eu só fodia a menina quando o pai dela não estava em casa.

Depois desse dia eu continuei a comer a Sarinha no quarto e confirmei realmente que sempre o corredor ficava escuro quando eu começava a meter na buceta dela. E eu sempre olhava para a porta, mas continuava fodendo a menina, que sempre ficava olhando para a porta também. Um dia a Sarinha estava em cima de mim, cavalgando na minha pica, e eu pude olhar melhor o corredor. Vi nitidamente um vulto de um homem lá no escuro, mas não ousei interromper a cavalgada linda que a Sarinha executava em cima da minha piroca dura. Deixei a menina rebolar bastante na minha pica até gozarmos. Geralmente ficávamos um tempo na cama ainda deitados, mas nesse dia tive o ímpeto de sair logo com a menina. Quando saí no corredor, vi no chão, perto da porta, um líquido grosso, esbranquiçado…

Fiquei meio assustado. Era porra fresca que estava ali. Alguém nos observou e estava gostando. Até gozou ali mesmo no chão, nos olhando. Era o pai de Sarah. Tive certeza. Ele, certamente, nos observava há um bom tempo. Ele gostava de ver a filhinha dele ser fodida. Ele sentia tesão de ver um pau duro entrando na bucetinha pequena da sua menina. Tudo se encaixava. Ele esperava a gente entrar no quarto. Apagava as luzes do corredor e ficava espiando, escondido, perto da porta. Estava explicado o motivo da minha sogra não ter mais ido no quarto nos olhares transando. Ela sabia que o marido estava na porta nos olhando.

Fui embora para casa pensando naquela descoberta inesperada. E agora? O que fazer, sabendo que meu sogro já sabia o que eu fazia com a Sarah? Desde quando ele espiava a gente? Será que ele tinha ciúme de ver a filhinha fodendo com um homem como eu? Eu estava muito pensativo. Me dei conta de que talvez tudo ficasse até melhor, já que o pai da minha namorada já sabia que eu a fodia com frequência, e tudo me levava a crer que ele não se importava, já que sentia tesão em ver a menina fodendo. Mesmo assim, agora eu estava até sem jeito de ir à casa da minha namorada, mas confesso que dava um estranho tesão em saber que o meu sogro me espiava enquanto eu metia na sua filha.

Decidi fingir que nada tinha acontecido. Tomei a decisão de ir à casa de Sarah quando eu sabia que seu pai estava lá, já que ele sabia de tudo. Decidi chegar lá de surpresa. Assim eu fiz. Quando eu ia chegando para bater na porta ouvi a voz de Sarah. Sua voz era inconfundível. Ela estava sorrindo. Parei um pouco e fiquei ouvindo. O som parecia vir da sala. Fiquei curioso. Quando decidi novamente bater na porta para entrar e matar minha curiosidade sobre o que estava acontecendo ali pra deixar minha namorada tão feliz, ouvi uma frase dela que me paralisou:

— Que piroca gostosa, paizinho — Ela falou agora como se não conseguisse falar direito, como se tivesse alguma coisa na boca.

— Tua boca que é uma delícia, filhinha — Respondeu o seu pai meio que gemendo.

Meu Deus! Fiquei chocado! Minha Sarinha estava chupando a pica do pai dela bem ali, na sala da casa dela. E parecia que ela estava gostando muito. Subiu uma raiva, um ciúme, mas inexplicavelmente me veio também um repentino tesão em estar ali ouvindo aquilo. Deu uma vontade de olhar mais de perto. Eu não queria atrapalhar o momento de pai e filha, mas eu precisava ver aquilo. Fui até a porta e tentei abrir. Não sei por que estava aberta. Fui abrindo bem devagar. Eles estavam tão distraídos que nem perceberam. Diácono Francinaldo estava de pé, meio de costas para a porta, enquanto Sarah estava sentada no sofá. Eu sabia que ela estava chupando, mas não via o rosto de Sarah que estava atrás do corpo do seu pai. Ela passou um bom tempo naquela suave chupação suave. Dava outra ver que ela fazia um movimento de cima a baixo, explorando todo o pau do pai, com carinho e voracidade. Daquele ângulo eu não podia ver a boquinha dela chupando, mas eu já via a mãozinha de Sarah puxando a bunda de seu pai como se quisesse meter mais ainda na boca a pica do pai dela. E meu sogro agora praticamente fodia a boca da menina como se fosse uma buceta. Ele estava fodendo pra valer a boca da filha, segurando a cabeça da menina pelos cabelos. Ele socava forte e ela só recebia as metidas na sua boquinha pequena. Eu via somente o movimento de vai e vem do quadril do Diácono Francinaldo. Achei aquilo meio violento, ao mesmo tempo excitante. Ela parecia gostar.

De repente ela tirou o pau da boca e se levantou. A menina já estava nua. Enquanto ela virava de costas pra ele, se apoiando no braço do sofá, ele já ia se livrando da calça social que ainda estava presa nos pés junto com a sua cueca. Ela empinou a bundinha para o seu pai e ele sem demora foi por trás e encaixou o pau na bucetinha da filhinha. Na primeira metida ela já começou a gemer muito e falar coisas muito safadas.

— Aaaai, pai! Aaaaai! Vai paizinho, mete! Vai! Mete forte na tua filhinha — ela não parava de gemer e falar safadezas para o seu pai que só metia e gemia.

— Aaaaaai, filha! Aaaaaai…

A luz da sala estava apagada e apenas a tevê iluminava os dois. Era uma bela cena. Pai e filha fodendo ali na sala. Eu estava escondido perto da porta e vivia um belo momento de voyeur, olhando minha namorada de quinze anos dando a boceta para o próprio pai, ali na sua sala. Eu estava muito excitado vendo aquela cena. Incrivelmente eu não sentia mais ciúmes da minha namorada. Só sentia tesão.

Quando olhei direito vi a cabeça da Irmã Carmen. Ela estava sentada na outra poltrona que ficava de frente pra tevê e oposta a porta onde eu estava. Por isso eu não a tinha visto ainda… Ela estava vendo tudo de pertinho. Que mulher mais surpreendente aquela. Ela aceitava todas as safadezas ali pertinho dela, mesmo não fazendo nenhuma safadeza.

Percebi que Sarinha estava gostando muito de ser comida pelo seu pai. Certamente não era a primeira vez, mas aquilo com certeza era um sonho realizado para ambos. Ela sempre quis dar para o pai. O pai sempre desejou foder a buceta da filhinha desde que ela tinha só dez anos. A mãe antes não queria que o pai desvirginasse a filha, mas parecia aceitar agora que a filha já estava acostumada a levar pirocada de mim todos os dias.

Diácono Francinaldo estava a ponto de gozar. Ele já gemia alto. Gemia e metia sem parar enquanto Sarinha rebolava na pica do pai. Eu estava bem na porta, já preparado para sair sem ninguém perceber, enquanto eu ouvia a menina gemer daquele jeito que eu já conhecia muito bem. Ela estava gozando na pica do seu paizinho. Que lindo! O pai deu um gemido arrastado, gozando na buceta pequena da sua filhinha evangélica.

Não fiquei para ver a sequência dos fatos. Fui para minha casa pensando na loucura surreal que eu acabara de ver. Meu pau ainda estava duro como pedra dentro da minha cueca. Que menina safada era essa minha namorada que dava para o pai daquele jeito? Que mãe safada era essa que deixa a filha transar com o pai na frente dela? Que pai safado era esse que fodia a filha assim na própria sala?

Mal cheguei em casa, peguei o celular e liguei para a Sarah:

— Oi, meu amor… — Falei ainda imaginando a voz de Sarah gozando na pica do pai…

— Oi, meu amorzinho, tudo bem? — Respondeu a menina, do outro lado, com uma voz fraca.

— Tudo, sim. Eu queria ir visitar você, hoje. Você está em casa? — Falei fingindo não saber de nada do que tinha acabado de acontecer.

— Estou sim, meu bem. Pode vir. Mas meu pai tá em casa, amor… — Ela falou isso achando que eu ia me desanimar, como de costume.

— Não tem problema, meu anjo. Estou chegando daqui a pouco aí. Tchau, princesa!

— Oba! Te amo! Te espero aqui… Beijos!

Desliguei e me dirigi novamente para a casa de Sarah. Eu queria ver o “estrago” que o pai da minha namorada tinha causado na bucetinha pequena e apertada da menina. Eu estava com muito tesão. Enquanto eu ia, lembrava da cena de minutos atrás: pai e filha, com todo amor e carinho, com todo tesão, fodendo da forma mais linda e safada que alguém poderia imaginar.