sábado, 1 de outubro de 2022

COLEGA "EVANGÉLICA" DE TRABALHO

 A alguns anos me tornei evangélico, mas confesso que pelos motivos errados. Tudo se deu por que tinha uma colega de trabalho, novinha, negra e gostosa – porém evangélica, pois se escondia atrás do evangelho para manter os homens afastados. Mas eu não desisto fácil, já que trocamos olhares, e ela sorri pra mim. Comecei a notar que por baixo da farda, ela vinha de calcinha pequena, algumas vezes enfiadinha, então percebi uma contradição entre o falar e suas atitudes.

Eu possuía um cargo de liderança na empresa e com isso não podia me dar ao luxo de ter um namoro explicito, mas conversar não tira pedaço. Comecei a observar seu horário de almoço, que era diferente da grande maioria devido a sua função, assim comecei a me adaptar a esse horário.
Começamos a sentar junto no refeitório, mas como sempre tinham outras pessoas, o assunto sempre girava em torno de sua religião. Me mostrei interessado, querendo entender, e assim fomos nos aproximando. Acontece que durante essas conversas ela solta que iria ao dentista na sexta em Fortaleza, pensei em oferecer carona, mas fiquei quieto, tinha que montar algo mais sem querer…
Assim, na sexta, que saímos do trabalho mais cedo, para compensar horário, fiquei esperando-a passar para bater o ponto e eu a acompanhar… estranhamente ela demorou muito, fiquei pensando que já havia ido embora e eu nem tinha visto. Passado algum tempo a vejo, estava muito bonita, tinha tirado a farda e colocado um vestido estampado. Passou pela minha sala e eu a acompanhei, admirando aquele corpinho de falsa magra, com uma bundinha empinada, e pelo vestido que ajustava da cintura para baixo, acompanhando suas curvas, percebi uma calcinha minúscula.
Acelerei o passo, falei com ela.
– Vai para onde tão bonita, pra igreja?
– Não, vou ao dentista, comentei.
– Verdade, em Fortaleza né?
– Isso!
– Vai como?
– Vou pegar um ônibus ali na frente.
– Se quiser te dou uma carona, pelo menos até um terminal, assim tu pega só um. Quer? (Falei sem mostrar nenhum interesse, já me encaminhando para o estacionamento)
Ela olhou em volta, e disse:
– Vou sim.
Entramos no carro, quando ela se senta, sua saia se abre, era do tipo envelope, abrindo até a altura das coxas, quase mostrando a calcinha, e lógico não ia deixar passar batido.
– Por que tu olhaste em volta?
– Nossa você percebeu?
– Claro!
– Pra ver se alguém tinha nos vistos saindo juntos, não gosto de boatos, e fofocas.
– Tivesse me dito isso, teria te pego, em outro local. Também gosto de ser discreto.
Ela riu, e continuou ajeitando o vestido…enquanto eu dirigindo e olhando, falo:
– Se dentista tem muita sorte
– Por quê?
– Você vai para uma consulta vestida assim, fosse comigo ia correr risco.
– Ela deu uma risada e perguntou, por que eu ia correr risco.
– Oh risada boa! Porque eu ia mexer no dente errado, só olhando para sua saia.
– kkkkkkkkk, olhando o que? tem nada para ver!
– Não tem agora, que você ajeitou, mas antes, deu para ver tudo.
– kkkkkkkkkkkkkkkkk, ixe, nem exagere, deu pra ver nada.
Como a estrada era longa, a conversa foi fluindo…Então pedi licença, e fui puxando sua saia na lateral, abrindo o “envelope”, com ela olhando para baixo e acompanhando o abrir da saia, até que…segurou e falou.
– Ei, mas também não abre isso tudo não, pode parar!
– Claro que sim e mais, porque você foi se sentar no carro, e abre as pernas para entrar, primeiro uma depois outra, fazendo a saia abrir toda! Eu era falando sobre o assunto, ela rindo e meu pau acordando. Quando percebo, que a safada estava olhando para o volume na minha calça.
Não acreditei, ela olhava de canto de olho, comecei a provocar, ajeitando e arrumando o pacote. Cada vez que eu fazia isso, ela olhava de relance, não conseguia se controlar. E eu bocudo falei:
– Gosta de olhar?
– O que, a paisagem? É bonita sim…E não se controlou e demos uma risada…rimos muito
– Do que você está rindo, a paisagem não é linda?
Puxando sua saia, disse:
– Agora está!
Outra chuva de sorrisos.
– Para com isso, você é casado e sou evangélica.
– Primeiro que sou separado e segundo, qual o problema de você ser evangélica? Já que é livre. Ou não gosta?
– Gosto de que?
– Disso (apertei o volume na calça)
Outra gargalhada…a essa altura eu já alisava sua perna, que se arrepiava ao toque…
– Menino, para com isso, é errado!
– Errado, não quer dizer que não quer.
Conversa vai e vem já alisando com mais força sua perna, colocando os dedos entre as coxas, fazendo-a abrir, mas quando ia levar até a xoxota dela, ela segurava minha mão.
Chegamos no dentista, estacionei e perguntei:
– Posso te esperar?
Ela olhou nos meus olhos, e disse:
– Tem certeza de que quer isso? Se tiver…pode, mas não vai acontecer nada.

segunda-feira, 12 de setembro de 2022

DUDINHA, DE SANTINHA NÃO TEM NADA

 Como eu imaginei meu instinto não ia me enganar, se vocês leram os outros relatos devem ter percebido que eu estava com receio de que meu desejo por essa novinha fosse coisa da minha cabeça…, mas pra minha grata surpresa não era. Dudinha é branquinha, tem 13 anos, seios bem avantajados pra sua idade, mas não desproporcionais ao seu corpo, tem uma cintura bem malhadinha, lábios pequenos, cabelos cacheados até próximo da bundinha, que é bem arrebitadinha, já as coxas são bem torneadas, como a maioria das meninas mais evoluídas pra essa idade. Se vocês olharem pra ela, dariam fácil uns 16 ou 17 anos.

Pois bem, depois da breve apresentação dela, vou contar os acontecimentos mais recentes: por esses dias nos vimos em um dos corredores da igreja em que frequentamos. Logo de cara ela me deu um sorriso bem malicioso.  Então resolvi chegar mais perto dela, até que levei para um canto onde raramente apareceria alguém, a puxei e dei um abraço e um beijo no pescoço como sempre faço quando tenho oportunidade, e é claro aproveito para sarrar meu corpo no dela. Nesse dia ela estava com uma camisa que deixava um decote muito lindo, e dava pra ver o sutiã branco com rendas nas bordas. Passou esse momento do abraço e ela arranhando minha costa. Decidi ir para o tudo ou nada… (antes nos despedimos e cada um foi pra sua casa)

Quando chego à minha casa, a primeira coisa que faço é pegar meu celular e quando olho já tinha mensagem dela. Aproveitei e parti pra sacanagem pra ver até onde ela ia.

– Nossa Duda que abraço gostoso, você estava com o coração batendo forte, percebi que deu até uma suspirada funda… foi porque eu apertei você no meu corpo?

– Rsss. Sim, gosto do seu abraço! Você me deixa segura, mesmo sendo perigoso, você é casado né?

– Mas um abraço não mata ninguém, não é mesmo?

– É né…

– Esse “né” quer dizer o que? Termine?

– Rsss, nada não!

Papos mais tranquilos, até que eu resolvo ver se ela é safadinha mesmo: chamei pra vim para minha casa. Ela disse que não sabia se podia porque a mãe dela pegava muito no pé dela e coisas desse tipo. Eu insisti que queria ficar com ela abraçando e tal… Ela disse que era impossível ficar só no abraço uma tarde inteira. Então eu disse que estava a fim de ficar com ela:

– Você está me deixando “doidinho” menina, até sonhei com você! Espero que você não se assuste, mas no sonho você vinha pra cá e assim que eu fechava à porta a gente se pegava! Beijava seu pescoço começa a tirar sua camisa… seu sutiã!

Ela me interrompeu com um:

– Eitaaaa

– O que foi? Quer que eu pare?

– Não continua vai

Então eu soltei que queria ser o primeiro. Ela disse:

– Primeiro a que? Porque eu não sou mais virgem!

Eu já tinha isso em mente. Não foi um espanto, deixei a pergunta dela de lado e parti pra saber quem tinha tirado o cabacinho dela. Resumindo foi um namoradinho dela, eles se chupavam, e ele meteu na xaninha dela por duas vezes só no carnaval… (pra não deixar o conto muito grande)

Então eu peguei o gancho da pergunta de novo e disse que queria ser o primeiro a comer o cuzinho dela.

– Eita, sério!

– Eu, por que não? Você não tem vontade, curiosidade?

– É tenho, mas tenho medo (aquela velha desculpa)

Então comecei a contar a ela do sonho, pedi pra ela ficar se tocando. A curiosidade dela era demais. Então eu perguntei se ela realmente queria, ela disse que sim, só não sabe como ela ia fazer pra sair de casa, já que a mãe é 24 horas dentro da casa delas com a irmã pequena. Decidimos então dar uns pegas dentro de uma das salas da igreja que não vai ninguém na hora dos cultos. Assim que eu pegar a Dudinha lá na sala eu trago notícias.

AS PERGUNTAS DE DUDA, UMA NOVINHA EVANGÉLICA QUE ME DÁ T.

Comecei a me interessar pela Duda, ela bem que desconfia, já deu algumas cortadas em mim do tipo, sua mulher vai ficar chateada você falando comigo, ou então; não gosto muito de gente no meu pé. Mas no fundo ela gosta sim, tanto é que demostrou interesse em receber meu abraço no último domingo17/02 na igreja, quando dei uma boa encoxada nela, e pude sentir minhas mãos em sua cintura, costas, e nunca, além de deixar os seios dela bem pressionados no meu corpo.

Duda tem 13 aninhos, moreninha clara, cabelos cacheados próximo à cintura, magrinha, seios bem arredondados e lindos, pois já vi fotos dela nas redes sociais de camisa de alcinha e que mostram bem o contorno.

Nossa última troca de mensagens pelo whats, perguntei se ela iria participar de um acampamento que vai acontecer na igreja. Não é dos acampamentos de dormir, mas terá encontros em dois horários, manhã e noite. Ela confirmou que iria. Então já estou ansioso para esses dias, de 28/02 a 05/03. Mas agora quero relatar outra conversa que tivemos.

Perguntei a Duda se ela tinha créditos no celular, ela respondeu que não. Antecipei-me e disse que colocaria se ela não se importasse. Mais uma vez ela respondeu que não, desde que eu não pedisse nada em troca. Fiquei sem intender o “nada em troca”. Perguntei algumas vezes insistindo, mas se êxito na resposta. Tenho quase certeza que ela ia achar que iria pedir fotos, ou coisa do tipo. Eu estou deixando rolar, vê no que vai dar essa história. Mas já tive altos pensamentos e já bati muitas punhetas pensando nela.

Minha intenção mais na frente é chamá-la pra sair, tomar um sorvete. Quero ver se ela vai topar. Quem já passou por alguma experiência parecida, deixa o e-mail. Vamos trocar informações. Realmente não quero vacilar. Pois hoje sou casado, e como disse anteriormente, sou bem aceito na denominação e um escândalo seria muito foda pra todo mundo.

DUDINHA, A EVANGÉLICA NOVINHA QUE ME DEIXA MALUCO

 Olá, pessoal! Sou odaroc, prefiro me identificar assim. Tenho 31 anos, sou casado, mas muito tarado por ninfetas. Eu sou evangélico e congrego em uma igreja, como várias, 

Lá na que eu faço parte tem um grupo de adolescentes. Nisso eu comecei observar uma moreninha clara, cabelos cacheados próximo à cintura, magrinha, seios bem arredondados e lindos, pois já vi fotos dela nas redes sociais de camisa de alcinha e que mostram bem o contorno, não tem aquela bunda gostosa, bem grandinha, talvez até tenha, mas pelas calças e saias que ela às vezes vai, não da pra observar bem.

Então este relato está sendo desenvolvido, pois estou tendo minhas primeiras impressões com a Duda. Ela tem 13 aninhos, mas já a percebi bem sapequinha e como disse com olhares pra mim meio maliciosos. Acredite todo homem sabe quando uma garota olha assim pra ele.

Então nosso primeiro contato foi pelas redes sociais há umas três semanas. Comecei no direct falando bobagens, elogiando a menina, que ela tinha um sorriso lindo, FATO. Disse que achava ela superbacana e perguntei se ela achava problema nós termos contato. Ela prontamente disse que não.

Os dias foram passando até que ela me surpreendeu com uma pergunta:

— Você não fica com sua esposa não?

Como assim eu não fico com minha esposa?

Tipo, você fala comigo direto!

Você se incomoda por ter vontade de falar com você Dudinha?

Não, não. Por mim tudo bem!

Fiquei meio preocupado. Essas pequenas perguntas e afirmações foram no dia 15 de fevereiro. Desde esse dia eu sempre dou boa noite minha pequena e ela retribui com um boa noite meu grandão. Ou então: boa noite minha princesa e ela boa noite, meu príncipe.
Estou com muito tesão por essa novinha, e o que me deixa mais excitado é pela adrenalina. Sou bem influente na congregação e também tem o lance de saber se realmente ela tá falando a verdade ou está de blefe comigo.

Mas no último domingo, dia 17 eu a vi no fim do culto, já que os adolescentes ficam separados dos demais, e eu passei por ela mais tinha algumas pessoas por perto, na volta ela continuava no mesmo lugar e eu me aproximei:

Boa noite, minha pequena!

Achei que você ia passar de novo sem falar comigo, estava esperando o abraço que você me prometeu! (disse ela)

Nossa, nessa hora eu ceguei pra tudo dei um abraço bem apertado que senti os seios dela fiarem comprimidos no meu corpo. Que cabelo cheiroso, que pele macia. E eu com as mãos nas costas dela, próximas à cintura. (lá nessa congregação os homens quando tem algum contato com as moças, abraçam de lado).

Repeti o abraço duas vezes, sendo que no último abraço, afastei o cabelo dela que estava em um dos ombros, dei um xero no pescoço dela e um beijinho. Senti um arrepio por parte dela, os pelinhos dos braços ficaram arrepiados, mas também não comentei nada. E falei, no ouvido dela:

Você está proibida de não me abraçar quando me vê!

Ela sorriu pra mim, os olhos brilhando e nos despedimos, pois ela ia embora com os avós. Então, para esse relato não ficar cansativo, no próximo vou contar mais detalhes sobre a Dudinha, e mais na frente de alguns eventos que vão ter na igreja que vão facilitar eu vê-la com mais frequência.

sábado, 10 de setembro de 2022

MILENA, PRIMA CASADA EVANGÉLICA

 Milena era da Ilhéus na Bahia, eu morava com meus pais em São Paulo. na época éramos crianças, ele veio com os pais pra São Paulo e ficaram em minha casa. 

O pai dela irmão do meu pai, eram pedreiros, a mãe dela, começou a trabalhar de costureira com minha mãe, e nós ficávamos com minha avó, mãe de nosso pai. 

Ela começou a mandar eu chupar sua bucetinha, eu nem sabia o porquê, mas chupava, ficava até com o pescoço doendo, ela também me chupava, era muito bom, tudo na inocência, nem mesmo sei de onde tiramos a ideia, mas fazíamos direto, nem na escola estávamos, mas sempre ela me chamava, 

A primeira vez que fomos pegos por minha avó, eu apanhei feio, de mangueira, mas ela não, minha avó já era velhinha, e logo acho que esquecia pois parava de nos vigiar, mas sempre a gente inventava uma brincadeira, e no meio da brincadeira fazíamos a osadia, mas era só sermos pegos, eu apanhava e ela ficava de boa. 

Minha avó nos levava pra igreja, e lá as vezes íamos pro banheiro juntos, e lá fazíamos a osadia, íamos nos matos, debaixo da cama, até nas bonecas dela, ela mandava eu fazer, o tempo passou e eles voltaram pra Bahia, e ficamos até nossos 15 anos sem nos ver, quando nos encontramos, ela evangélica fervoroso, eu rockeiro, mas foi só uma semana que eles ficaram na casa de meus pais em São Paulo, e logo voltaram pra Bahia, ai passou um tempo, 10 anos, sem nos ver, estávamos com 25 anos, isso no ano 2000, ai ela mandou o convite do casamento dela, eu fui lá e fiquei uma semana na casa dos pais dela. 

Ela casou-se com um pastor, eles eram evangélicos bem fervorosos, mas nem tivemos tempo de conversar, ficamos só nos correspondendo por cartas, depois pelo celular. 

Em 2005 eu fui lá e os vi, mas também fiquei pouco tempo, em 2012 também, fiquei 15 dias, mas a trabalho, não deu pra nos falarmos, mas em 2015 ela e o marido se mudaram pra São Paulo, eu também já casado, ela com 3 filhos e eu com 2. Naquele anos nossa avó morreu, com 103 anos, ficamos triste, eu moro no mesmo bairro mas em minha casa própria, já Milena e o marido, construíram no terreno do meu pai, e passaram a morar lá, mas eu trabalhava demais, não tinha tempo nem pra ir na casa de meus pais, quase nem via eles, mas ai eu consegui emprego pra Milena na mesma empresa que eu, e justo naquele ano, eu comecei a trabalhar no Rh da empresa, não podíamos dizer que éramos parentes, pois lá não pegava, mas ela era Auxiliar de produção, e saia de casa no mesmo horário que eu, então íamos juntos, no meu carro, foi ai que começamos a lembrar de nossa infância, de nossa avó, mas não falávamos nas osadias, ficávamos bloqueados, era engraçado, parece que era uma coisa que  brecava de tocar no assuntos, falamos até das surras que levei, e na volta, voltávamos juntos também, eu sempre a deixava em minha casa, e ela ia o resto a pé era perto. 

Minha mulher não sabia da história, e não tinha ciúme, mas um dia de manhã, um trânsito, devido à chuva, as ruas alagadas, nós presos dentro do carro, eu já tinha ligado pra empresa que íamos atrasar, tudo estava bem, mas o trânsito não andava e nem tinha previsão, a chuva não parava, aí papo vai papo vem ela fala. É Raul, criança é fogo né, mas meus filhos sempre foram bem-comportados, desde crianças, e os seus também são? Eu falei, São sim, hoje se tem mais informação, nós pais somos mais cuidadosos, já os pais de antes, não tinham nem conhecimentos nem tempo de vigiar os filhos. 

Ela falou: "É verdade, e só agora, com 40 anos a gente volta a falar disso, mas agora já é diferente, estamos casados, já se passaram mais de 30 anos. 

Eu falei: "Mas acho que éramos mais felizes, pois hoje a molecada, vive na depressão, no nosso tempo não tinha isso, nossas brincadeiras eram inocentes, hoje as crianças parecem que já nascem com maldade. 

Ela falou: "É mesmo, sabe eu só vou com você porque somos como irmãos, porque as tentações são muitas", mas o trânsito não andava, aí ela falou: 

"Lembra do pé de morango que tinha na casa de tio Salvador? (no caso meu pai) 

Eu falei: "lembro, mas já foi a muito tempo". Aí lembrou das vezes que eu ficava escondido no telhado pra minha avó não me bater e ela levava comida pra mim, eu falei, e eu era o que apanhava, você nunca apanhou. 

Ela: "Verdade. sempre você pagava, lembramos do dia em que furamos o pneu do carro do meu pai, com uma faca". 

Aí ela falou: "mas você apanhava, eu te chamava você ia, mesmo depois de tomar uma surra". Aí lembramos da rua de mangueira, mas ela falou: "É, mas nem mesmo os castigos nos impedia de fazer nossa brincadeira. 

Aí eu lembrei, "É você era que me chamava pra fazer. Ai ela falou junto comigo, Osadia, rimos muito nessa hora, Ai ela falou lembra da vez que nos beijamos eu fiquei com a língua toda boba dentro da sua boca, nem sabíamos beijar, kkkk, Ai eu lembrei também da vez que ela engasgou com meu pintinho dentro da boca dela, ela riu muito, mas eu perguntei se ela sentia alguma coisa quando fazíamos osadia, ela falou que dava uma cocega boa, eu disse que quando ela me chupava, também era gostoso, eu já de pau duro, ela se abanando, o transito começa a andar, continuamos a conversa, mas ai chegamos no trabalho. 

Na volta voltamos conversando de nossas estripulias, aí ela lembra. 

Raul lembra daquele dia dentro da igreja, nossa avó nos flagrou você com a cara dentro da minha saia, kkkk. 

Eu, Ah e o dia que você mijou na minha cara quando eu te chupava. 

Aí ela falou. Ah acho que essa vez foi a que eu dormi, e me mijei, mas você estava lá, kkkkk. aí chegamos ela fala. 

Como é bom lembrar da infância, tem tanta coisa que acho que não lembro, mas o que for lembrando te falo, 

"Até amanhã". 

No dia seguinte, ela lembrou de outra estripulia, rimos muitos, mas eu notava ela se abanando, ai eu disse. 

"Ah mais essas lembranças são tão boas que mexem comigo, 

Ela falou: "Ah comigo também, me dá calor. Eu falei que que da vontade até de voltar a ser criança pra fazer osadia de novo.

 Ela riu, e disse: "KKKK da vontade mesmo, gente, como pode, era tudo tão bom. naquele tempo fazíamos todos os dias, hoje já casada, é só uma vez ou outra, meu marido já tá muito cansado, também com 55 anos, se tivesse a tua idade, quem sabe, faríamos mais".

Eu falei, "Ah mas nem na minha idade fica legal todo dia, pois se eu quero nem sempre a mulher quer, é complicado mesmo. 

Ela disse: "é com camisinha é pior, ela disse que não queria mais filhos, aí usavam camisinha, pois o marido é pastor, e na igreja deles proibi fazer laqueadura, ou tomar anticoncepcional, mas a camisinha pode, ai ela disse que usa desde que filhos nasceu, a 13 anos", no caso o último dela. 

Eu falei que fiz vasectomia, ela falou que já pensou, mas o marido não quer devido a igreja" ai a conversa aumentou quando chegamos na empresa e não nos deixavam entrar devido a uma greve. 

Ai voltamos, e conversando resolvemos dar umas voltas a mais pra conversarmos, ela disse que estava muito boa nossa conversa, ai eu a levei numa praça perto da empresa, e fica longe de casa, ai ficamos ali sentados conversando, ela me perguntou se eu ainda fazia aquelas coisas, ai disse que colocar a boca lá, ai eu disse, que no início eu colocava sempre a boca nela, era todos os dias fazíamos osadia, ela riu, pois passamos a nos referi a sexo oral como osadia, mas ela perguntou e ela te chupava também? Eu falei que sim, e ainda fazemos, mas não com tanta frequência como era no início, ai ela se abanando, disse que ela e o marido nunca fizeram essas coisas, disse que tinha vontade, mas nunca mencionou, com o marido, pois são evangélicos, ai ela perguntou se é bom quando fazemos.

 Eu disse que era muito maravilhoso, perguntou se eu tinha nojo da buceta dela, é claro que ela não usou essas palavras, mas eu disse que não, e ela não tinha nojo do meu pau, ela falou que o marido dela tem nojo, disse que no início ele até lavava a mãe depois que pegava nela, ai eu disse, mas ele ter nojo, é o que mais é bom na mulher. 

Ah eu não tenho nojo, chupo mesmo. 

Aí nos lembramos dos beijos inocentes, ela disse que era bom, aí eu falei, é agora já não ossria mais inocente, aí ela diz, mas será que seria bom? Eu falei. Bom pra mim seria sim pois uma mulher bonita assim, é tudo de bom. Ela me perguntou se eu a achava bonita mesmo, eu falei. Sim você é linda, lembro de você como se fosse aquela menina, que me chamava pra fazer osadia. 

Aí ela riu, e falou. Ah vamos fazer osadia, kkkkk. Rimos muito, nos abraçamos, eu a beijei no rosto. 

Aí ela me olhou sério e disse. "Raul você quer mesmo fazer osadia?" 

Eu falei. Quero muito, esperei todo esse tempo, vamos ninguém tem que saber, afinal nunca contei pra ninguém," 

Ela disse que também nunca contou. Aí falou: "mas onde vamos, ai que loucura" 

Ai eu a levei num hotelzinho que eu ficava hospedado quando não dava pra voltar pra casa devido alagamentos, que eram frequentes, chegando lá eu já conhecia a recepcionista, subimos pro quarto, já entramos nos beijando, brincando com a língua perdida na boca um do outro, rimos muito, aí ela falou, 

"Vamos fazer osadia", e caímos na risada. 

Mas ai já fui tirando a roupa dela, a deixei peladinha ,ela toda cabeluda, eu tirei minha roupa, ai ela sentou como fazia antes com as pernas abertas e eu já fui de boca em sua buceta, que estava com um cheiro forte de bacalhau, mas a excitação era tanta que nem liguei, a chupei e ela gozou em minha boca, ai eu fui lavar o rosto, voltei, e ela me chupou gostoso, passava a língua gostosa no meu pau, eu gozei ejaculando muito porra, e ela engoliu, ai ficamos deitados, rindo lembrando das coisas, ai eu falei, agora vamos brincar de papai e mamãe, 

Ela disse. É disso não brincávamos, Mas eu falei, Agora chegou a hora de começar, ai fui em cima dela e meti gostoso, bombeei, e gozamos muito, já que não iriamos trabalhar ficamos ali o dia todo, almoçamos ali, transamos muito, sempre lembrando, foi tudo muito bom. 

No dia seguinte saímos mais cedo, pra poder irmos ao hotelzinho e fazer osadia, passou a ser nossas rotinas, até no almoço, íamos lá, onde ela me chupava, ou eu a chupava, sempre damos um jeito de transar, até hoje nossas transas são intensas, nossas famílias nem desconfiam, e ainda hoje quando vamos ao hotelzinho que é o local mais seguro, lembramos das Osadia, ela é pastora, obreira, mas nossas transas continuam, espero que gostem.

quarta-feira, 7 de setembro de 2022

EVANGÉLICA, CASADA, MÃE, MAS MAL AMADA

 Amigos vou contar como me envolvi com uma mulher casada, eu morava com meus pais e meus irmãos na cidade de SP, em 2015 eu estava com 22 anos, meus irmão Lucas estava com 24 anos, e Leandro estava com 19,eles trabalhavam com meu pai de pedreiro, desde adolescentes, mas eu nunca quis trabalhar assim, por isso comecei a trabalhar em lanchonetes, bares, e desde que fiquei maior eu passei a trabalhar mais a noite, era DJ também numa danceteria, mas em 2010 eu consegui emprego numa empresa de grande porte e, comecei a trabalhar la também a noite. Devido isso meu pai me colocou o apelido Dama da Noite. 

Ao lado de nossa casa morava uma família: Priscila, 35 anos, o marido Evandro 40 anos e os filhos, todos eram amigos de meus irmãos e todos eram evangélicos, menos eu. Eles frequentavam a mesma igreja, e todos eram super fanáticos, mas os chefes da empresa trocaram meu turno para período da manhã. Eu odiava trabalhar durante o dia, fiquei muito chateado, mas precisava do emprego, então mesmo contrariado eu fazia meu trabalho da melhor forma possível, e era muito elogiado, recebia muitos prêmios. 

Priscila precisava trabalhar, pois o marido ficou doente, não podia mais sustentar a família. 

Todos me encheram o saco e eu consegui encaixá-la na empresa. Na empresa eu era muito popular, conversaste, todos gostavam de mim, embora eu não gostasse de trabalhar cedo, mas estava tentando me acostumar, 

Priscila que antes nem me cumprimentava devido ao fato de não seguir o caminho de meus pais e irmãos, mas na empresa começou a falar comigo, ela me perguntava por que eu não ia a igreja, sendo que quando criança eu frequentava, mas deixei de ir. Eu explicava, mas ela não se convencia, ficava me convidando, passamos a conversar bastante visto que nos colocaram pra trabalhar juntos, e o setor era bem amplo, e nós dois ficávamos a maior parte do tempo sozinhos, ai conversávamos de tudo, até que ela começou a falar das frustrações do casamento dela, dos defeito do marido, coisa que antes não falava, dizia que ele só ligava mais pra igreja do que pra eles, mas eu falava que era coisa de crente, ela concordava, mas dizia que tudo bem, mas a família deveria vir em primeiro lugar. 

Tinha vezes que ela me perguntava se eu estava namorando, ou enroscado com alguma mulher, eu comecei a contar pra ela que havia pegado tal mulher, que havia levado fulana pro motel, as conversas forma ficando cada dia mais picantes, ela já me dava tapinhas nas costas. 

Fora da empresa ou pra outras pessoas era a crente fervorosa, mas comigo era uma mulher bem descolada, ela começou a dizer coisas como a relação sexual de evangélicos é só vaginal, falou que não depilava a vagina, não ia a praia, coisas que a igreja proibia. 

Eu já dizia que havia comido tal moça, ela me repreendia dizendo pra eu não falar naqueles termos pra ela, mas as vezes ela chegava e me perguntava, "Vai comer!" ou digo "saiu com alguma mulher?" Eu ficava zoando-a, e ela ria, as conversas foram ficando cada vez mais liberal. 

Em certo dia cheguei e perguntei a ela: 

- Como vai a precheca? 

Ela riu dizendo, 

- Isso é coisa que se pergunte? Ela está bem, cuida desse negócio aí que mal fica dentro da calça. 

Nós dávamos muitas risadas, mas fora dali ela nem falava comigo, as vezes quando ela ia ao banheiro eu falava. Seca bem essa buçanha, se não vai feder. Ela falava, 

- Ah isso já fede mesmo lavando direto. Aí eu dizia. 

- Mas tem que depilar pra feder menos. Ela dizia. 

Mesmo assim isso fede. não tem jeito. 

Outras vezes ela dizia que ia ao banheiro, eu já falava, quer ajuda. Ela dizia. Sim quero, aí eu ia entrando no banheiro, mas antes de entrar eu voltava, e começávamos a dar muitas risadas. Outras vezes eu dizia que ia mijar e ela falava, limpa esse negócio aí. eu falava. 

Sim isso aq8i fica sempre limpo, quem quiser provar só vai sentir o aroma do prazer. 

Ela: "Duvido, isso deve feder mais do que minha vagina, as coisas foram ficando tão fortes que as vezes ela se sentava, e quando levantava a saia enfiada na bunda, eu dizia pra ela tirar, ela puxava na minha frente, outras vezes ela já dizia. Minha calcinha entrou. E tirava na minha frente, legal era quando ela estava com a mão suja de cola, pois usávamos muita cola pra colar embalagens, ela dizia. 

Ai! estou com a mão suja e a calcinha entrou. Eu falava. Eu tiro. Ela falava. Não você também está com a mão suja. Mas eu dizia que eu lavava, aí ficávamos rindo, começamos a fazer a brincadeira de perguntar se está com as mãos limpas, ela me perguntava, eu também perguntava a ela, era o máximo, mas mesmo com tanta liberdade não saia daquilo. 

Eles faziam cultos em minha casa, ela pregava, orava. mas na empresa se transformava. 

Já faziam cerca de 1 ano que estávamos trabalhando juntos, e todos os dias nos falando, com toda a liberdade. mas surgiu a oportunidade de comprar um apartamento, eu estava com uma boa economia e havia um colega de trabalho que precisava vender o apartamento, para pagar uma cirurgia da mulher, e ele me fez bem mais barato, ai visto que meus irmãos iam se casar eu me mudei pra meu apartamento, que ficava bem perto da empresa, eu ia a pé pra casa, já Priscila ficava quase uma hora e meia no ônibus da empresa pra ir e pra voltar, mas na empresa eu chegava ai depois indagava: "Você está cheirosa". 

Ela falava. "Ah você também." 

Ela com aqueles cabelos supercompridos, sempre de vestido longo, algumas vezes eu falava, que ela tinha que deixar a buceta respirar. 

Ela não falava nos mesmos termos, mas me dizia que havia ar o suficiente pra ela, eu falava. "Acho que não". ela precisa de uma respiração boca a boca, ou boca a xana. Ela ria, e dizia, que se eu fizesse iria ficar com a cara toda aranhada dos pelos, eu dizia, mas eu depilo você, já trabalhei muito com isso, e riamos muito, Aí eu a convidei pra conhecer meu apartamento, visto que tinha pintado e mobilhado, ela falou, 

Sim vou lá, mas você deixa eu fazer um culto no seu apartamento, aí teus pais e teus irmãos vão também. 

Eu falei. Sim pode sim, é só vocês marcarem eu deixo a chave e saio de casa. 

Aí ela falou. Sai nada. você vai ficar, senão eu não vou lá, 

Aí eu disse. Está bom eu fico, mas o que ganho em troca? 

Ela falou. A minha amizade não é o suficiente? 

Eu disse. Não tem que ter mais, quero salvar sua xana de morrer sufocada. 

Ela riu e disse. Não ela não vai morrer sufocada. 

Eu falei que só acreditaria vendo, 

Ela já havia me dito que devido o problema nas costas do marido, eles já estavam sem dormir juntos a algum tempo, pois ele tinha que usar uma espécie de travesseiro de corpo, e de fato o cara até os cultos fazia sentado, estava mal mesmo, mas numa sexta-feira, o trabalho acabou mais cedo e fomos dispensados as 13 horas. 

Eu falei com ela que a levaria em casa, pois eu já estava com carro, e a convidei a ir ao meu apartamento, mas ela falou que não podia pegar carona sozinha comigo devido a igreja não permitir. 

Aí eu falei, que ninguém precisava ficar sabendo que ela pegou carona comigo. 

Aí ela disse pro motorista do ônibus da empresa que ia pegar carona com uma colega, mas na realidade pegou comigo. 

Eu a levei no meu apartamento, que era bem perto, ali chegamos eu falei, "agora posso salvar sua xana." 

Ela riu e disse. Que salvar que nada. ela já está salva. cuida do seu negócio ai, mantenha ele dentro das calças, e rimos muitos. 

Ai tomamos um refresco, eu mostrei o apartamento, ela gostou muito, deitou na minha cama, me perguntou quando eu já tinha levado ali, eu disse que nenhuma a não ser ela, mas ela não acreditou, cheirou o colchão e falou que estava com cheiro de mulher, eu disse que era o cheiro dela, mas ela começou a fazer as contas tipo calculando quantas já teriam passado por lá, desde o dia em que me mudei, que já faziam quase 2 meses, o legal foi que ela deitada na cama, eu deitei também e fiquei tentando impedir ela de fazer as contas, tapando a boca dela, tentando interromper, ai ela tapou minha boca, e eu falei, para a tua mão está cheirando a coisa. 

Ela falou: não tá cheirando a bacalhau não, 

Aí eu disse. Ah preciso comparar os cheiros, deixa eu cheirar a buceta e depois a mão. 

Ela falou. Ah se cheirar vai desmaiar com o fedor, mas deitados ali eu tomei coragem e passei a mão na buceta dela por cima da roupa. ela riu, 

Ai eu já fui subindo o vestido dela, ela falou. "Olha estou te avisando, você vai se arrepender. Mas eu fui tirando ela deixando, aí deixei ela só de calcinha e sutiã, e já fui com a cara na buceta dela por cima da calcinha, cheirei e falei que tá cheirosa, aí já subi a beijei, 

Ela falou: Que estava fedendo a vagina suja, 

Eu falei. "Ué vc não lava não?" 

Rimos muitos, mas eu já tirei o pau pra fora tirei a calcinha dela, e vi aquela buceta cabeluda, inchada, já fui com a mão, ai já rindo eu já fui metendo a rola, ela ria e gemia, eu comecei a bombear, e a beijar ela, e gozamos juntos, ela falou que demoramos a nos entregar, e de fato demoramos mesmo, mas daquele dia em diante, transávamos todos os dias, exceto nos fins de semana, eu passei a busca-la e a leva-la, pra casa, é claro ficava um pouco longe pra ninguém nos ver, fazíamos todos os dias, saímos pra almoçar no meu apartamento, e lá transávamos até dar a hora de voltar, eu ia mais cedo buscá-la e antes íamos ao meu apartamento, e fazíamos uma rapidinha antes de começarmos ,e fim do expediente também passamos lá e transávamos de novo ,ela continuou pregando na igreja, quando eu ia na casa de meus pais eu a encontrava mas não nos falávamos, ficamos assim até janeiro de 2019, quando fomos flagrados dentro do meu carro ela me chupando, os dilhos dela e os meus irmãos no pegaram, foi um confusão, ela foi expulsa de casa, e eu tive que leva-la pro meu apartamento, mas ela já está vendo a separação dela, a metade da casa que ela tem direito, e continuamos transando já que agora estamos morando juntos, meus pais e irmão pararam de falar comigo, os filhos dela nem querem mais saber dela, mas ela era quem sustentava a casa, agora os filhos terão que se virar com os remédios que o pai deles precisa, com as contas, enfim é isso, meu conto espero que gostem.

quarta-feira, 31 de agosto de 2022

ESPOSA EVANGÉLICA

 Depois de alguns anos de casamento é normal dar uma esfriada na relação e com isso surgem brigas, desentendimentos, traições e separação, minha esposa é muito certinha nunca demonstrou nem um tipo de safadeza na cama, sempre quis evitar algumas posições, porque se queixava de desconforto dizendo que aquelas posições não eram legais e blá blá blá. Ela aceitava só de papai e mamãe e de ladinho e, eu sempre fui tarado, gostava de várias outras, mesmo sendo fiel a ela, sonhava em pegá-la de todos os modos e com o clima já frio, fui logo pensando mais e mais como faria ela transar como uma mulher normal, e desejar outras posições. Foi aí que comecei a ler contos eróticos e me veio um tesão irresistível de como seria ver ela, na cama gemendo na vara de 2 ou mais homens, mas como faria para conseguir isso, pensei afinal ela nem pensava em safadeza, imagine em sexo com mais alguém ou com mulher no meio.

Isso me atormentou por semanas e em uma das brigas desabafei; dizendo você não gostar de nada, que isso estava prejudicando nós dois, que eu já não estava sentindo atração como antes, que precisávamos aquecer a relação. Nessa noite não rolou nada e no dia seguinte mal trocamos palavras, foi aí que ela viu o perigo. 

No 2° dia após a briga, ela chega em casa com o filme do momento. “50 tons de cinza” para assistimos juntos, mas ela sem sabe que naquele dia, eu estava de escala no trabalho e não poderia ficar com ela.

Demonstrou chateação e eu mais que de pressa sabendo o teor do filme, disse assiste com calma e me conta os detalhes depois, dito e feito, terminado minha escala fui pra casa e ela toda sorridente me contou os detalhes dizendo que gostou do filme, que estava querendo testar uma nova posição, nessa hora minha imaginação foi a mil, qual seria a posição que ela se referia.

Tomei uma ducha e entrei às pressas ao quarto, ela estava toda nua e sorridente fazendo carinha de mocinha que pensa em fazer arte. Veio ao meu encontro me deu um beijo lento e molhado me abraçando com ar de saudades, eu com todo carinho fui deitando-a na cama e beijando seu corpo, até chegar em sua grutinha, que nessa hora estava toda molhada. Eu fui bem de leve afinal apesar de sermos casados, ela nunca me deixou chupar muito sua linda e pequena bocetinha, chupei bem devagar apreciando cada instante, ela se contorcia em cima da cama e nisso ela fala. Chega.

Na hora fico decepcionado afinal estava ficando muito bom, agora minha vez ela diz: ouvi isso. me causa uma alegria sem fim, comecei imaginar o que ela ia fazer, enquanto prendia o longo e belo cabelo, que ia até na altura da cintura, pediu para se deitar na cama e veio meio sem jeito beijando meu peito e foi descendo até meu pênis, nossa na hora não acreditei, eu já tinha recebido outros boquetes nos tempos de farra, mas a sensação de receber um boquete dela estava fantástico. Mesmo ela pondo parte da cabeça dentro da boca e usando os dentes, que me causava certo desconforto, depois de algumas tentativas de pôr toda a cabeça do pênis na boca ela para me olha nos olhos e diz assim. “Vamos para a surpresa".

 Nessa hora meu coração capotou, pensei comigo achei que seria só isso… Ela vem esfregar seu corpo cheiroso em mim e pedi pra ficar em pé, enquanto ela fica de quatro e pedi vem, mais com calma, sabe que eu não conheço essa posição.

Suei frio e fui pincelando sua bundinha, com meu pau e ela tentando empinar aquela delícia de bunda, até que encostei na xaninha dela, levou um susto, mas foi se acalmando enquanto eu fui bem devagar, introduzindo meus 16cm, em centímetro por centímetro, em sua linda grutinha, foi todo e eu me sentindo o cara mais feliz do mundo.

Fiquei imóvel por um instante para ver sua reação e bem devagar retirei metade e fiz novamente uma penetração total e nisso ela começa a discretas gemidas e meu tesão vai á mil, vou aumentando o ritmo e dei uma leve palmada na sua bunda, na hora desistiu dizendo, que não queria mais, que estava estranho e mais, um monte de desculpinhas.

Fiquei puto e pra não perder tudo ela diz: "Vem por cima"! Já que o que estava bom acabou vamos pro comum mesmo pensei, dei umas boas estocadas pensando no que havia acontecido antes e gozei meio com ar de descontente, ficamos ali deitados juntos por um tempo e eu não parava de pensar em transar de volta, e como toda mulher gosta de conversar na cama, foi logo contando, do seu dia, das amigas, como foi o culto da igreja, e eu ali só escutando.

Pensando na foda perdida, e nisso lembro do filme e pergunto, mais me conte o que mais você gostou do filme, ou o que você pensou em fazer, ela começa a dizer coisas sem importância, tipo fulana disse isso, fulano respondeu isso, e eu escutando tudo aquilo sem importância, esperando chegar a parte quente, que demorou uma eternidade, foi aí que ela falou, amor… lá apareceu uma cena que me chamou atenção mis não tenho coragem e sei que você não vai gostar, essas palavras me abriram os olhos e me fez sentir novamente o tesão que estava durante a foda.

Perguntei me fala o que é; ela disse á moça lá foi com o rapaz em um restaurante usando um vestido curto e ele pediu para ela tirar a calcinha em público por baixo da mesa, cara minha mente pirou, fiquei louco pela cena passando pela minha cabeça. E me lembrei de um conto que li que contava algo semelhante que a Esposa se exibindo em público, foi aí que comecei a tramar uma louca estratégia de fazê-la transar de verdade e poderia até mesmo chamar mais alguém.

E como já tinha matutado como seria ver ela na vara de outro homem, pensei no meu amigo Jorge do tempo que saíamos nas farras e sei bem que ele acha minha esposa muito Linda, então dei um sorriso amarelo para minha esposa e disse podemos conversar sobre isso outro dia. Continua…

Quero dizer que é muito importante para nós autores, de contos eróticos suas mensagens de apoio e crítica que se gostarem votem, faz toda a diferença para continuarmos.
Obrigado!!

terça-feira, 30 de agosto de 2022

MINHA HSITÓRIA - MENINA EVANGÉLICA (UMA VIDA ESCONDIDA 6)

 Já perdi a conta da ordem da história. Mas o importante é contar pra vocês. Só assim eu me consolo um pouco da falta de piroca.

Tomei na boceta e no cu no banco da igreja e fui me lavar no banheiro. Estava ajudando o pastor a guardar o material que levaria pro retiro (e levando umas dedadas e passadas de mão de vez em quando), quando o ônibus alugado chegou.

Logo depois, a igreja estava cheia de jovens. Cabiam todos, então eu não tinha muita desculpa para ir com o pastor. Por outro lado, ele ia precisar passar em mais de um lugar para carregar mantimentos e roupas de dormir, então um dos rapazes foi com ele.

Fiquei enciumada, mas aproveitei pra dormir no ônibus, porque estava cansada.
Acordei quando a gente já chegava na casa de praia. Olhei ao redor: aquele ambiente claro, com uma piscina enorme, me lembrou o sítio onde o pastor me comia.
Tinha playground, tinha um toboágua e era um ambiente bem bonito. A casa era grande, tinha uns seis quartos. Quando entramos, os obreiros iam guiando a gente. Ficaríamos num quarto grande no fim do corredor, e os meninos no porão. O pastor dormiria na sala, que era na parte de baixo. Tinha um ambiente próprio para dormir lá também.

Nos organizamos, comemos, brincamos, rimos, oramos, tivemos um ‘miniculto’ na sala. Foi bem legal. Eu curti como toda menina quase-criança curtiria isso.
Na hora da piscina, vi todas irem de biquíni, mas eu só tinha um maiô grande. Senti vergonha. O pastor me chamou de lado e me entregou um pacote.

– Presente porque eu sabia que você não ficaria à vontade. Vai no quarto se trocar e passa um dedinho na boceta por mim.

Ele sussurrou no meu ouvido. Eu fui, era um biquíni lindo. Um tomara que caia que era azul em cima e vermelho embaixo. Me senti uma deusa, fui a cara da felicidade pra piscina.
A gente se divertiu lá até quase escurecer. Depois, fomos comer cachorros quentes, todos de biquíni. Eu olhava discretamente as malas dos meninos (eu era eu sempre!). A maioria só causava tristeza, porque pra mim a referência era o pastor.

Tinham dois casais lá: um missionário namorava uma obreira, e outro namorava uma menina que era menor de idade. Eles passaram o dia de namorico, sussurrando e se beijando. Cheguei a ver um deles de pau duro, de sunga, tentando esconder.

Depois de comer, hora de conversa com o pastor e de oração. Então cada um foi pro seu quarto. Eu já sabia que não ia rolar nada, o pastor tinha me avisado. Mas estava afogueada. Era a primeira vez que dormia assim, livre de pai e mãe…de família. Vesti meu camisão e não vesti calcinha… Vai que dava certo? E como ia dormir coberta, ninguém ia ver.
Dormi e acordei várias vezes. No meio da noite, vi que uma das obreiras não estava na cama dela. Começou a me bater algo na cabeça: ela estaria com o pastor? Fiquei nervosa com a ideia, fiquei meio… enciumada, sei lá…

Resolvi ir ver. Saí do quarto escondido, pé ante pé… Ouvi um barulho em um dos quartos… Um barulho que eu conhecia: gemido e sexo. Cheguei perto da porta, ouvi… Tinha gente transando lá mesmo. Era o pastor? Fui em direção às escadas. Quando cheguei no começo delas, eu vi o pastor dormindo no sofá-cama enorme que tinha lá embaixo. Ele roncava. Me deu um alívio. Quase pensei em ir lá… Mas senti um puxão no meu braço. Morri do coração e ressucitei.

– O que você tá fazendo aí?

Era uma das obreiras.

– Eu, eu… eu…

– Vem aqui.

Ela me puxou pra outro dos quartos vazios, acendeu a luz e trancou a porta.

– O que foi?

– Eu ouvi barulhos… no quarto, eu…

– Eu vi. Você ia fazer o que? Avisar ao pastor?

– Não, eu fui ver se ele estava bem só.

– Hum… Você sabe quem tá no quarto?

– Não.

– É a … e o namorado dela. Não ia falar pro pastor, né?

– Claro que não. Não faço fofoca de ninguém.

Ela me falou quem era. De fato, foi quem eu senti falta no quarto. Sentamos na cama, lado a lado e começamos a conversar.

– Você se escandaliza com isso?

– Com que?

– O casal fazendo sexo.

– Eu não… não tenho nada a ver com a vida deles.

– Hum…

Eu notei que ela estava curiosa, sei lá. E eu não falava sobre isso com ninguém.

– Você já fez?

Soltei na lata. Ela ficou sem jeito. Era mais velha, tinha uns 19 ou 20 anos, não sei.

– Não, mais ou menos…

– Como assim, mais ou menos?

– Você entende dessas coisas?

– Um pouco, eu já li… (menti).

– Então, você sabe que tem tipos diferentes de sexo, né?

– Sei… tipo… sexo anal?

– Sim.. quer dizer… não. Quer dizer.. é um tipo, mas não foi esse que eu fiz.

– E qual foi?

– Segredo nosso?

– Sim.

– Sério, não conta pra ninguém.

Ela sussurrou:

– Já fiz sexo oral. Fiz e recebi.

Comecei a me excitar.

– Com seu namorado?

Ela ficou sem jeito.

– Não… é que… é que eu… não gosto de meninos.

Arregalei os olhos. COMO ASSIM? Ela pareceu se arrepender, com a minha reação.

– Ah, você vai contar pra todo mundo.

– Não vou. Só fiquei surpresa.

– Pois é… eu não gosto de meninos. Então, já rolou com uma menina.

– Você gosta de meninas?

– Sim.

– E tem uma namorada?

– Não… eu já fiquei mas nunca namorei ninguém. Vim pra igreja pra ficar longe de casa, porque minha mãe fica me infernizando por causa disso. Aqui me sinto bem… Ela jura que eu mudei.

– Sei como é.. Pais são difíceis.

– Você já ficou com alguém?

– Eu? Eu… já… Um pouco…

– Como assim?

– Ah, de beijos, só…

– Hum.. Então você não sabe como é? Sexo, excitação?

– Não.. quer dizer, sei como é ficar excitada.

– Sabe? Você já se tocou? Já mexeu no seu… sininho?

– Aqui? Apontei pra boceta.

– Isso! Ela sorriu.

– Já. É bem gostoso.

– Eu também adoro. Quando outra menina toca é bom demais. Quer dizer… Quando a gente gosta, né? Alguém já te tocou aí?

– Só eu….

– É muito bom.

Ficamos paradas e caladas. Mas eu não queria que a conversa acabasse.

– Quando eu me toco também é bom… Quem te tocou?

– Uma mulher que eu ficava.

– Mulher? Tipo, adulta?

– Sim… Eu tinha dez anos quando ela fez isso a primeira vez.

Dez? Senti que ela tinha algo em comum comigo.

– E você gostou? Quando tinha dez anos?

– Adorei. Gostei demais. Ela me fez… me fez chupar ela, também.

– Chupar ela? Sério? Você não teve nojo?

– Na época, sim, mas ela fez em mim também, e depois de um tempo, eu já adorava fazer e receber.

– Foram muitas vezes?

– Algumas. Mas depois eu fiz isso com minha prima. Eu já tinha 16 e ela estava com 11. Era super curiosa. kkkk 
Falou rindo.

– Ela gostou?

– Sim. Ela adorou. Mas ela mora longe, a gente se vê muito raramente. Faz anos que não vejo ela.

Ficamos caladas de novo.

– Você nunca teve intimidade com ninguém?

Eu balancei a cabeça que não. Não queria mentir, mas não queria voltar atrás.

– Sério? Mas tem vontade?

– Tenho. Às vezes eu me toco pensando nisso.

– E como você faz?

– Como assim?

– Como se toca?

Ela estava querendo saber mais explicitamente. Eu sabia que ela estava excitada e eu também estava ficando…

– Eu deito na cama, toco meu grelinho, fico apertando ele, me abro, às vezes coloco o dedo dentro…

– Coloca o dedo? E você não é virgem?

– Eu… eu tenho hímen complacente, a médica disse. Você sabe o que é?

– Sim, sim, sei… Então não machuca, né?

– É…

– E você tem vontade disso sempre? De se tocar?

– Sim, todo dia.

– Nossa, eu também.

Ri, ela riu também… Ficamos caladas.

– Você tá com vontade agora? (Ela perguntou)

– Eu tô… eu… eu tô sem calcinha. Aí a gente tá conversando e eu tô sentindo umas coisas.

Ela parou, olhou pras minhas pernas, como se quisesse ver…

– Sem calcinha? Por quê?

– Eu durmo sem calcinha às vezes.

– Não ficou com medo de ninguém ver?

– Não. É só meninas lá no quarto.

– Ué, mas eu sou menina e ia gostar de ver.

Ela riu, eu fiquei calada.

– Quer dizer… não quis dizer…Desculpa…Acho, acho que você vai pro quarto, né?

– Não… Você quer ver agora?

Ela parou, me olhou nos olhos. Ela era morena, tinha seios grandes, uma bunda grande, o corpo muito bonito. O cabelo ondulado na cintura. Era linda mesmo, ninguém diria que era lésbica.

Ela estava com um babydoll desses de camiseta e shorts.

– Se eu disser que quero, o que você vai fazer?

– Não sei… te mostrar.

– Você me mostra como faz? Com o grelinho e com o dedo lá?

Fiz que sim com a cabeça.

Ela arrumou a cama pra mim. Colocou um travesseiro, nas minhas costas, pra eu recostar na parede. Eu fiz isso e ela sentou na outra ponta da cama, de frente pra mim. Eu vi os biquinhos dela duros na camiseta.

Fui abrindo as pernas e subindo o camisão. Quando minha bucetinha apareceu, loirinha, aparadinha e rosada, ela suspirou…

– Nossa, que linda.

– O que?

– Tua…

– Minha boceta?

– Isso, tua boceta. É linda.

Abri as pernas, deixando, ela toda aberta, que nem uma flor.

– Você tá melada mesmo.

– É, eu melo fácil.

Ela mordeu o lábio, eu me ajeitei e comecei a me masturbar. Dedilhei meu grelo, abri os lábios com as mãos, me arreganhando pra ela. Adorava a cara de fome que ela fazia.
Fechei os olhos, fui me deliciando, segurando o gemido, desci o dedo… fui enfiando devagar e abri os olhos pra ver a reação dela. Ela não tirava o olho, esfregava a boceta por cima do short do babydolll.

Enfiei fundo, e ela se aproximou pra ver…. Me abri mais e fiquei enfiando e tirando o dedo melado.

– Você mete dois?

– Meto…

– Mete pra eu ver…

Enfiei o dedo médio, depois tirei, enfiei ele e o anelar. Tirei e coloquei…. Ela se tocava, muito excitada.

– Você quer se tocar também?

– Você quer ver?

– Quero.

Ela tirou rápido o short e a calcinha juntos. Vi a boceta dela, era bem maior que a minha, tinha um piercing no grelo. Estava 100% raspada. Era marrom clarinha, não rosada. Mas vermelhinha por dentro também.

O grelo dela estava enorme. Ela se abriu, se arreganhou toda e puxava ele pelo piercing.

– Não dói?

– Não. É muito gostoso.

Ficamos uma de frente pra outra, nos masturbando…. Eu estava muito excitada. Tinha perdido a vergonha. Subi as pernas, deixando os joelhos do lado do rosto. Queria que ela visse meu cu.

– Nossa, que cuzinho lindo. Você é toda linda. Toda rosadinha.

Enfiei os dedos mais fundo, e com a outra mão mexia no meu grelinho.

– Deixa eu provar?

– O que? Falei meio no susto.

– Er… seus dedos.

Estiquei a mão toda babada e ela na mesma hora engoliu meus dedos, chupando gostoso. Ela estava com três dedos enfiados na boceta, entrando fundo e com a outra mão puxava o piercing, mas puxava muuuuito. Esticava o grelo.

– Não dói? Perguntei.

– Não. Se doesse eu não estava assim, olha.

Ela tirou os dedos, estavam ensopados, a mão toda melada.

– Quer provar também?

Abri a boca, e ela colocou o dedo médio, esfregando na minha boca entreaberta e na minha língua. Chupei. Era a primeira vez que sentia gosto de mulher.

– É bom?

– Hum rum.

Ela enfiou outro dedo, fiquei chupando os dois.

– Posso te chupar?

Eu parei… pensei…. Fiz que sim com a cabeça.
Ela veio imediatamente para o meio das minhas pernas, me abrindo ainda mais com as mãos e mergulhando com a língua na minha boceta.
Era muito macia, muito mais macia do que a do professor, do pastor ou do meu pai. Era rápida e ela sabia exatamente como mexer pra me fazer gozar.
Ela chupou fundo, sugou como se quisesse me puxar pra dentro dela. Lambeu de uma ponta a outra, por fora e por dentro, mordeu com força meu grelo, meus lábios e o montinho, masturbando meu grelo com força.
Eu gozei gostoso, muito gostoso, sem nem avisar. Melei o rosto dela inteiro de baba, segurei o gemido. Ela me limpou toda e, se deitou no meu lado.
Eu respirei fundo…

– Gostou?

– Aham?

Ela subiu minha blusa, olhando meus peitinhos…

– São lindos.

Nem perguntou, começou a chupar…. Alternou, fazendo meus biquinhos ficarem duros, e desceu a mão de novo na minha boceta…

– Posso te dedar?

Fiz que sim com a cabeça.
Estava gostoso, mas ela ainda não tinha gozado.

– Quer que eu te chupe?

Ela parou, me olhou…

– Quero, você faria?

– Sim… Você também tem que gozar.

Ela riu. Fui por cima dela, mas quando ia pra o outro lado da cama ela não deixou. Me fez ficar sobre ela.

– Quero te chupar mais, tua boceta é bem docinha. Deliciosa.

Abri as pernas sobre a cara dela, e ela foi enfiando os dedos em mim e começando de novo a brincar e morder minha boceta.

Fui direto no piercing. Estava muito curiosa. Quando coloquei ele na boca ela gemeu. Comecei a chupar o piercing dela, depois desci com a língua. Queria saber como era enfiar no buraco. Estava toda melada, mas eu não senti nojo. Era um melzinho cheiroso, morno, não tinha gosto de nada, só cheiro de boceta.

Enfiei a língua o máximo que pude, e melei tudo, babei um monte, depois enfiei dois dedos nela…

– Coloca três.

– Dói?

– Não, coloca, vai…. Me rasga…

Enfiei o terceiro… Ela gemia e rebolava. Eu chupava o piercing dela e socava os dedos bem fundo. Ela mamava meu grelo e mordia.

– Coloca outro dedo.

– Vai machucar.

– Sua mão é pequenininha, mete, vai.

Meti quatro dedos.

Ela se arreganhou muito. Vi o cuzinho dela todo brilhoso. Fui com a outra mão, fiquei alisando, fui enfiando um dedo, depois dois, depois três.

Soquei na frente e atrás com força, com toda força que sabia que dava tesão. Minha mão entrava quase inteira na boceta dela. Isso me enchia de tesão, que rasgada que ela era!

– Vou gozar, vou gozar… Ela avisou nervosa, mordendo o travesseiro, pra não fazer barulho.

Gozou e soltou um monte de baba, que eu tentei sugar toda. Mas melou até a cama.
Fiz uma mulher gozar com 7 dedos dentro dela. Arrombei ela.
Ela parou, riu…. Deitada na cama. Toda suada.

– Nossa, nunca tinha gozado assim. Você é boa.

Depois de um tempinho, eu estava acesa. Queria gozar de novo, peguei a mão dela, levei na minha boceta.

– Quer mais?

– Aham….

Vou te fazer experimentar uma coisa.

Ela falou. Abaixou. Me sugou fundo com a língua, enfiou dedos na minha boceta e no meu cu. Quando eu estava prestes a gozar, ela subiu encima de mim, passando as pernas dela entre as minhas e deixando a gente boceta com boceta.

– Sente isso.

O piercing dela esfregava bem no meu grelinho, e quanto mais ela apertava, mais gostoso era.

Mexi loucamente, rebolei forte ali, na boceta dela…

– Vou… eu vou…

– Goza junto comigo, vem, anda….

Me derramei num gozo enorme de novo.

Ela olhou no relógio. Eram três da madrugada.

– É melhor a gente voltar agora, deve estar todo mundo ferrado de sono.
Eu fui antes, passei direto pro banheiro. Fiz xixi, me lavei e fui pra minha cama. Uns minutinhos depois, estava dormindo. Nem vi quando ela voltou, mas de manhã, quando acordei, ela estava na cama dela.

Fomos todos tomar café juntos, como se nada tivesse acontecido.

E eu estava decidindo se contaria pro pastor ou não….

segunda-feira, 29 de agosto de 2022

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA (UMA VIDA ESCONDIDA 5)

 Agora sim, eu iria descobrir o motivo da reação enigmática do meu pai diante da informação do hímen complacente. Eu era tarada, e isso era genético. Meu pai é um sem-vergonha, mulherengo e galinheiro.

Dormi de calcinha e camisão, com a mala na cama e no meio das roupas que separava pra ir pro retiro.
Acordei com ele me chamando. Mas eu estava com o rosto virado pra parede, a perna dobrada pro lado, muito sonolenta, porque tinha dormido muito mal com medo do que me aconteceria se descobrissem que eu não era mais virgem.
Acho que só me mexi um pouco.
– Bequinha?
Fui despertando devagar… Comecei a sentir a mão dele passar pela minha perna.
– Beca? Você vai se arrumar pro retiro? Hein, filhinha?
Não respondi. Ele me balançou mais forte.
Sem resposta minha, a mão foi subindo até minha bunda, subindo minha blusa. Ele mexia comigo e me chamava.
Senti a mão na minha boceta, por cima da calcinha. O dedo alisando…
Depois, senti quando foi puxando minha calcinha pro lado, expondo minha boceta, que já tava começando a melar.
Ouvia os suspiros e sentia o dedo na minha racha aberta. Estava bem aberta pela posição da minha perna. Ele começou a subir e descer o dedo mais rápido, indo do grelinho até o buraco, me fazendo melar mais. Senti quando minha bucetinha cuspiu mais melzinho, e nessa hora, senti o dedo dele entrando, bem mais despudorado que da outra vez.
Ouvi o zíper abrir. Estava colocando o pau pra fora… Será que ia me foder?

Ele começou a dar dedadas na minha boceta (vocês já sabem que adoro, né?) e eu melei mais e mais. Ouvia o dedo dele: soc soc soc, e meu melado fazendo plof plof plof… Me dava tesão demais. Já estava pra gozar… Senti ele me puxar, me deixando meio de lado na cama, a bunda virada pra fora da cama, a perna de cima dobrada, a outra pra baixo, quase esticada.

De repente, senti aquela coisa mole e quente se mexendo. Ele estava linguando minha boceta melada. Me deu vontade de me abrir. Esqueci que era o fdp do meu pai. Mas quando pensava: “meu pai tá quase me comendo” o tesão aumentava. Enquanto ele dava linguadas e chupava minha boceta, eu ouvia o barulho da punheta.

Subi mais a perna, como se tivesse me ajeitando, mas pra me abrir mais. Estava quase sem aguentar.

Senti agora ele se debruçar sobre mim na cama, o corpo pesar no meu colchão. Um braço na minha frente. Comecei a sentir ele pincelar o pau na minha bocetinha pra frente e pra trás. Esfregou, esfregou, esfregou, encostou a cabeça da piroca na minha entradinha, começou a fazer pressão. Senti começar a abrir caminho.

Meu pai estava me comendo. Ou querendo me comer. Era algo surreal. 24 horas antes eu jamais ia imaginar isso. Mas agora, eu só queria sentir a piroca entrar. E sentia, cada centímetro, ela abrir caminho. Não vou mentir! Um pau é um pau. E eu adoro.

Senti quando a cabeça encaixou, senti ele empurrar e senti entrar mais. Enfiou um pouco, tirou, enfiou mais, tirou… sempre deixando a cabeça engatada. Cada vez enfiava mais… até que senti encostar na minha boceta. Ele parou, ficou mexendo o corpo com a piroca dentro de mim. Meu pai…com minha mãe dormindo no quarto do lado.

Depois foi entrando e saindo devagar, afastou o corpo, acho que estava olhando a piroca invadir minha boceta vermelhinha e melada. Acelerou mais umas estocadas e tirou, gozando em cima da minha boceta.

Gemeu, deixou pingar tudo. Foi ao banheiro e voltou, me limpando com papel higiênico.
Foi a primeira (de muitas) rolada que levei do meu pai. Ele, dono de comércio, começou a mudar os horários e ir em casa à tarde, só pra mexer comigo na minha sesta depois do almoço. Mas não é disso que vou falar agora.

Vamos voltar ao retiro, certo?

Sexta, de tarde, depois dele me foder e sair do quarto, eu adormeci. Acordei um tempo depois e fui terminar de arrumar a maleta. À noitinha, esperando o pastor me buscar, eu relembrei do meu pai me fodendo. Era tão surreal, não parecia verdade. A minha mãe me alisava e aconselhava, com remorso por ter duvidado da minha pureza. Meu pai, sonso, via TV sem nenhum pecado pairando sobre a cabeça dele.

Na hora que o pastor chegou, meu pai foi muito descaradamente carinhoso e cuidadoso, pedindo pra ele tomar conta de mim, que eu era o tesouro da família.
O pastor, claro, prometeu que não me deixaria só um segundo, e fomos embora.
No carro, eu fiquei quieta. Queria contar o que aconteceu, mas não sabia por onde começar. Mas ele sabia.

– Agora me conte, como foi com seu pai.

– O que?

– Algo aconteceu, ele estava muito carinhoso. E um homem conhece outro. Algo ele te fez.

– Sim, ele me comeu.

– O que?!

Ele levou um susto. Freou o carro de uma vez.

– Como assim?

– Comeu, meteu o pau na minha boceta enquanto eu estava dormindo. Ou melhor, fingindo dormir.

– Então ele sabe que você não é mais virgem?

E eu aproveitei a viagem e contei a história toda. Não deu tempo contar os detalhes da trepada, porque chegamos, mas ele estava muito curioso.

– Vem cá, você vai me contar isso, ainda não tem ninguém aí.

Eu estava, como de costume, de saia sem calcinha. Quando entramos na igreja, ele me puxou pra um dos bancos.

– Senta aqui no meu colo, me conta como foi.

Fui detalhando a história, vendo ele se excitar. Ou melhor, sentindo a rolona pulsar debaixo de mim. Enquanto eu evoluía, ele abriu minhas pernas e ficou alisando minha boceta e chupando meus peitos. Contei das dedadas, das linguadas, quando fui contar da rola entrando, ele me sentou com as costas no peito dele, a rola deliciosa dele encaixada no meio das minhas pernas.

Ele me mandou contar com as pernas fechadas e guiava a cobra por trás. Sentia ele esfregar na minha boceta. Ele ia imitando o que meu pai fez comigo ‘dormindo’.

– E ele meteu?

– Sim, enfiou toda.

– Sentiu o calor e a baba desse periquito guloso?

– Sim. Sentiu.

– Viu o periquito engolir a pomba dele inteira?

– Viu, ele afastou pra olhar.

– Hummmmmmmmmm… Eu queria estar lá pra assistir.

– Queria ver meu pai me comendo?

– Simmmmmm, queria ver o cacete dele abrindo teu periquito.

Ele falava isso e empurrava o próprio caralho dentro da minha boceta, forçando a abertura porque minhas pernas estavam juntinhas.

– Puta gostosa, boceta gulosa, boceta de vadia… Ainda vou te ver dar pra muita pomba, sabia?

Ele ficou me subindo e me descendo da piroca dele. Fazia isso com força, batia minha bunda no colo dele. Eu sentia a rola enorme dele entrar fundo no meu útero.
Então ele me segurou pelas pernas, levantou meu corpo até a pirocona sair de dentro de mim, ajeitou ela na entrada do cuzinho.

– E no cu, a rola entrou?

– Não.

– Ainda não, né?

– É, ainda não.

– Quer sentir o papai comer o cuzão, quer?

– Quero.

– Então diz: mete no meu cuzinho, papai tarado, mete…

Eu repeti. E ele agiu como se fosse meu pai, e enfiou aquela cabeçona gorda no meu cu, que já estava acostumado a receber piroca. Aproveitei pra me masturbar, enquanto ele subia e descia meu corpinho pequeno naquele rolão que rasgava meu anelzinho.

– Toma no cu, toma no cu, toma piroca nesse cuzão rasgado.

Ele tinha virado bicho de novo.

– Papai vai encher o cu e a boceta de porra, vai encher esse cuzão de porra quenteeeeeee…
Ele disse isso e gozou, me apertando no pau dele. Foi sentir aquele calor ardido que eu gozei, apertando meu grelo e gemendo alto, aberta no colo dele, com a pomba atolada no rabo.

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA (UMA VIDA ESCOMDIDA 4)

 Eu não sabia desse retiro. Fiquei surpresa, confesso, mas interessada.

Na reunião, ele explicou que ia ser um retiro de jovens. A gente ia ficar sob os cuidados das obreiras e dos missionários. As garotas cuidariam das meninas e os missionários dos meninos. O número de jovens da igreja estava aumentando por causa da aliança entre as denominações. Estava atraindo novos membros, gente recém-convertida e gente que tinha saído de outras igrejas.

Acho que no total tinha uns 20 jovens e cerca de seis obreiras e missionários, mas a pessoa mais velha não tinha 30 anos.

Ia ser numa casa de praia grande, em uma cidade vizinha, e a gente teria que pedir autorização pros pais por escrito. Era pra passar o fim de semana, ir na sexta à tarde e voltar no domingo à noite.

A gente não ia poder sair sem acompanhamento porque tinha muita área vazia na vizinhança, já que as casas eram longe uma das outras e tinham dunas e descampados.
Só sairíamos do lugar com o pastor ou com os responsáveis pelo grupo.

Ele explicou que era pra tirar um tempo de oração, se afastar das preocupações do mundo e se divertir de forma saudável. Eu só imaginava se teria oportunidade de fazer putaria… Era só o que me passava pela cabeça.

Na volta, ele foi me deixar em casa. Eu estava dolorida porque a trepada tinha sido bem violenta. E também estava excitada e curiosa com o retiro. Estava fazendo perguntas. Ele logo me explicou não sabia se teria muito tempo pra gente, mas que dava pra escapar só pra uns amassos. Fiquei chateada kkkk.

Mas a parte que mais me amedrontava era pedir aos meus pais. Expliquei pra ele. Ele disse que falaria, mas em troca queria que eu fizesse algo.

– O que? Falei, pensando que ele ia pedir pra ver minha boceta ou pra eu dar uma chupada na piroca dele.

– Mostra a bucetinha pro seu pai?

– O que? O senhor enlouqueceu? Ele me mata, me dá uma surra com cinto…

– Não vai.

– Vai, você não conhece ele.

– Olha, até conheço, viu? Já vi ele olhando pras meninas lá da igreja.

– Mas comigo é diferente.

– Mas não precisa parecer de propósito.

– E como vou fazer isso?

– Deita na cama de toalha e finge dormir, quando estiver só com ele em casa.

– Ele não vai no meu quarto…

– Aposto que vai se souber que você tá dormindo de toalha…

Fiquei pensando. Possível era, mas isso não me excitava. Meu pai? Deus me livre. Mas se ele ia pedir aos meus pais, eu pelo menos prometeria.

– Se eu prometer que faço, você pede?

– Peço agora mesmo.

A gente já estava chegando em casa. Descemos, e ele foi falar com meus pais. Primeiro, meu pai tinha vergonha de negar as coisas pra ele. Queria parecer um bom pai. Segundo, ele tinha o rabo preso comigo… Então, mesmo minha mãe torcendo a cara, ele disse que deixaria, se eu ficasse sob os cuidados diretos do pastor.

– Pode deixar, carrego ela comigo aonde eu for.

– Então assim a gente fica tranquilo.

Dito isso, ele segurou as mãos dos meus pais, pediu pra fazer uma oração. Oramos de mãos dadas na porta de casa, e eu já estava pensando se e como faria aquilo…

No dia seguinte, eu fiquei remoendo. Tinha hora que estava decidida a não fazer, tinha hora que não tinha certeza. Mas já era quinta-feira e eu tinha medo de não fazer e o pastor não querer me levar…

Fui pra aula de manhã, de tarde estava em casa com minha mãe e meu pai, porque ele estava de férias do trabalho e meu irmão estava no colégio.

Depois do almoço, ela foi tirar o sono dela da tarde, depois de passar a manhã trabalhando. E meu pai ficou na sala vendo TV. Eu estava indecisa, tensa, um pouco excitada em fazer a vontade do pastor. Mas não sabia como fazer aquilo…

Bom, eu achava que nada faria meu pai ir até meu quarto me olhar dormindo… Então pensei: vou fazer a minha parte e vou pro quarto. Se ele for, bem, se não for, pelo menos eu posso dizer que tentei e ele não se interessou. Perfeito! Ele não iria se interessar mesmo.
Tomei banho, me enrolei na toalha. Subi bastante a toalha, mas sem exagero… Peguei a escova e fui pra sala. Ele estava deitado em um sofá, vendo reprise de futebol.
Sentei no sofá do lado e fiquei penteando o cabelo… Ele me olhou desconfiado. Eu não tinha o hábito de ficar de toalha dentro de casa.

– Tá tudo bem?

– Tá, eu queria perguntar se você vai me deixar mesmo ir para o retiro.

– Sim, né? Se eu não deixar você vai me fazer chantagem…

Fiquei calada.
Encostei no sofá fingindo sono, fui soltando o corpo. Pensei em abrir um pouco as pernas, pra chamar atenção, mas travei de medo. Estava com o coração saltando dentro do peito… Fingia cochilar e ficava pensando: faço isso? não faço?
Decidi abrir as pernas só um pouco, não o suficiente pra aparecer minha boceta. Só pra ver a reação dele. Fiz isso… Um tempo depois ouvi:

– Beca?

Fingi que acordei…

– Hum? Oi?

– Você vai dormir aí?

– Ah, desculpa, pai. Estou com muito sono mesmo. A reunião de ontem terminou tarde, eu acordei muito cedo pra escola. Tô caindo de sono. Vou deitar um pouco na cama…
Saí, tremendo. Tinha certeza que ele não ia… Mas fui e deitei na minha cama, com as pernas entreabertas. Pela posição da cama, se alguém entrasse veria minha boceta, e não ia dar tempo esconder.

Pensei: “ninguém vem. Mamãe tá dormindo e só acorda perto da hora da malhação”. Nessa época ainda passava, não sei se hoje passa. Ela levantava pra preparar a janta assistindo a novela das seis. Então acordava bem na hora da malhação ou pouco antes.

Fiquei vigiando o relógio.

Fechei os olhos, imaginei meu pai chegando e dando de cara com minha boceta. Virei de costas. Pensei: “se ele vier, é melhor que não veja minha cara. Mas acho que não vem”.
Abri mais as pernas. Coloquei uma pro lado e deixei a toalha cobrindo. A dobra da toalha estava pra trás… Ou seja: se ele entrasse e não quisesse nada, eu não apanhava. Mas se quisesse e levantasse a toalha, veria minha boceta entreaberta, o meiozinho aparecendo.
Estava nessa lenga-lenga quando achei que ouvi alguém mexendo na porta. O coração saltou. Não me mexi… Ouvi chamar baixinho:

– Beca?

Era a voz do meu pai. Eu não acreditei. Não respondi, esperei ele chamar mais alto. Tinha certeza que ia me fazer acordar e dizer pra vestir uma roupa.

Ele chamou ainda mais baixo:

– Beca, tá acordada?

Chegou perto, passou a mão pela minha perna, chamou baixinho. Passou pelas minhas costas, chamou de novo.

Quando senti a toalha subindo na minha bunda, não acreditei. Meu pai estava me olhando! Que filho da puta!

Gelei… Eu tinha meio que raiva dele desde que percebi que era sem-vergonha na igreja. Fiquei com nojo. Mas naquela hora, eu não sabia o que pensar. Eu era a filha dele!
Xinguei ele mentalmente. Ele estava olhando minha boceta aberta. E mais: comecei a sentir um carinho leve nela. Ele estava passando o dedo. Senti descer e subir, devagar, bem na rachinha. Depois senti dois. Era de leve, pra eu não acordar. Mas acho que ele acabou se deixando levar, e pressionou mais um pouco.

No fim das contas, eu estava ficando com tesão. Eu sou a mesma putinha, desculpe. Senti vontade de abrir, mas não me mexi.

Senti o dedo descer e subir, apertar meu grelinho. Fazer movimentos circulares em cima dele.

Ouvia meu pai respirando forte. Eu sabia que estava começando a ficar melada. Não queria, mas estava.

Senti o dedo ir até meu buraquinho. Era um dedo. E era a minha boceta gulosa. Claro que eu quis sentir ele entrar. Mas me segurei, sem me mexer… Senti a ponta cutucar meu buraquinho. Esqueci que era meu pai.

O dedo foi entrando, foi entrando, quando percebi, estava enfiado em mim. E eu estava esperando que começasse a socar. Começou, devagar. Entrou e saiu mais umas duas vezes. Cada vez, se enfiava mais e eu sentia ele mexer dentro de mim. Cutucava meu útero ali, sei lá. Era fundo e era gostoso.

Senti passar a mão de novo pela boceta e sair do quarto. Ouvi bater a porta.
Eu esperava tudo: que ele me fodesse, que socasse, que me chupasse, menos que saísse. Fiquei confusa.

Passei a mão na boceta e confirmei que estava melada… O que houve?

Até que me toquei: ele sabia que eu não era mais virgem!

PQP! Me fodi de verde e amarelo. Ia ser escorraçada, apanhar, ele ia me matar.
Comecei a me tremer desesperadamente. Chorei, deitada. Levantei um tempo depois, fui ao banheiro, vesti uma roupa e voltei pra cama. Fiquei lá até não sei que horas. Queria falar pro pastor, talvez ele tivesse uma solução, mas… quem teria? E eu não tinha como contatar ele, meus pais não me deixavam ter celular.

Troquei de roupa, voltei pra cama, fui ler a bíblia. Fiquei quieta, gelada, trêmula.
Quando desci minha mãe já estava acordada. Estava passando a novela das seis e ela não estava fazendo a janta. Meu pai falava ao telefone. Marcando algo.
Minha mãe não olhava na minha cara. Meu pai idem. Eles me ignoravam.
Eu tomei coragem depois de muito tempo, em um momento a sós com minha mãe, e perguntei o que houve.

Ela não me disse. Só me virou a cara.

Vocês têm ideia do que passava pela minha cabeça?

Fui deitar, mas em vez de dormir revirei a noite inteira. Tive pesadelos de que era perseguida, que era surrada na igreja. Que meus pais me expulsavam de casa. Tudo de ruim…

De manhã, quando levantei pra ir ao colégio, tomei banho e vesti o uniforme, como de costume. Depois fui tomar café na mesa. O clima de enterro era o mesmo. 
Ninguém me disse absolutamente nada. Meu irmão ainda dormia.

Fomos pro colégio, mas meu pai e minha mãe estavam no carro. Pensei: eles vão me levar pra igreja.

Mas eu imaginava como ele ia dizer que descobriu. “Meti o dedo na boceta dela dormindo”? Ia dizer isso?

Não notei que o caminho era diferente da escola, de tão nervosa. Quando dei por conta, estávamos de frente a uma clínica médica. Era um consultório ginecológico.

Esperamos calados na recepção. Quando a médica chamou meu nome, eu ainda não sabia o que era direito que ia acontecer.

Meus pais entraram e eu fiquei na recepção. Depois foi que me chamaram.
Entrei e olhei pra cara dos meus pais. Fechadíssima. A médica estava calada, eu não a conhecia.

Quando entrei no consultório, eles saíram. Ela foi bem mais cordial nesse momento.

– Você sabe por que está aqui?

– Não sei.

– Seus pais querem saber se você é virgem.

Nem respondi. Estava paralisada. Comecei a chorar. Eles iam me matar. Ela começou a me acalmar.

Disse que já tinha atendido várias meninas na mesma situação. Que eles não tinham direito de me perguntar isso.

– Você não tá entendendo…Falei soluçando. A gente é evangélico… eles vão me surrar… Eles vão me matar.

Eu soltei meu pânico lá. Tremia, chorava, soluçava. A coitada estava tentando me acalmar de toda forma. Pediu pra eu escutar ela.

– Vamos conversar, ok?

– Ok.

– Se você está com tanto medo assim, não é mais virgem, certo?

Só afirmei com a cabeça.

– Você tem relações com frequência?

Não respondi.

– Pode falar, não vou contar pra eles. Está tudo só entre nós.

Fiz que sim de novo com a cabeça.

– Então, vamos fazer exames, pra ver sua saúde, vou recomendar um retorno, passar um remédio…

– A senhora vai contar pra eles?

– Não, não poderia. Vou dizer que você tem hímen complacente.

– O que é isso?

– Quer dizer que você possivelmente não vai sangrar em uma relação e que seu hímen é mais elástico. Você já menstruou?

– Ainda não.

– Deve estar perto pela sua idade.

Conversamos mais, ela me examinou, coletou material para o exame preventivo e me fez mais perguntas. Tive medo que me perguntasse sobre quem transava comigo ou qualquer coisa que me deixasse sem poder responder, mas ela não fez isso.

Fui parando de chorar. Quando meus pais entraram na sala, eu já estava calma.

Ela conversou com todos juntos. Disse que não havia problemas comigo, que eu estava na adolescência e precisava de acompanhamento, tinha sintomas de ovário policísticos e que ela ia marcar um ultrassom abdominal.

A minha mãe foi direta:

– E sobre a virgindade?

Ela fechou a cara.

– Eu não deveria dizer a respeito disso, porque é relação médico-paciente. Mas entendo sua posição de pais… Posso atestar a virgindade dela. Examinei-a e constatei que ela tem hímen complacente. Possivelmente, na noite de núpcias não vai ter sangramento. O hímen dela não vai se romper porque é mais elástico.

Ela pegou um folheto com um artigo e entregou pra eles, que ficaram lendo enquanto ela falava.

– Mas se é assim, como a senhora sabe que ela é virgem?

Meu pai perguntou, meio bruto. E ela foi paciente. Hoje, sei que ela não queria que me levassem a outro médico. Aliás, ainda hoje é minha médica <3.

– Porque o hímen está íntegro, é anelar, visível no exame, mas a estrutura dele é diferente, ele é mais espesso que a membrana comum.

Saímos de lá. Minha mãe veio atrás comigo, me abraçou. Acho que queria pedir desculpas por desconfiar de mim. Já meu pai não expressou reação, mas não tinha cara de bravo. Quando chegamos em casa (não fui pro colégio mesmo depois da aula), as coisas tinham melhorado.

Olhei as folhas do exame que ela passou. Atestava em um deles: Hímen íntegro.

Nos outros, algumas coisas que eu não entendia e o tal ultrassom.

Chegamos antes do almoço, ainda a tempo de estar com meu irmão; Almoçamos juntos, meu pai foi deixar ele no colégio, minha mãe veio falar comigo. Disse que fiz bem em mudar de igreja, que as pessoas estavam levantando falso sobre mim na antiga. Que meu pai ia me defender… Enfim… Fiquei com pena dela.

Comi, troquei de roupa, fui pro meu quarto. Tinham sido muitas emoções. Mas eu queria era o retiro. Comecei a arrumar a malinha pro fim de semana fora.

Acabei adormecendo na cama, de blusa comprida, calcinha e com a mala meio-arrumada.