domingo, 8 de maio de 2022

TIRANDO O ATRASO COM A SENHORA DA FAXINA - PARTE 3

Opa, Galerinha! Desculpa a demora em retornar, mas estava com muitas coisas da faculdade para resolver, além de mais aventuras para curtir. Torcendo para que esta pandemia acabe logo, forte abraço!!

Então, retornando aos meus relatos. Ainda em 2017, chegou o fim do ano, dia 30 de dezembro. Não tinha certeza se Dona Matilde iria vir realizar limpeza, e como não teria jogo, dormi até tarde. Acordei com a campainha tocando loucamente. Para minha surpresa, era Dona Matilde. Assustado, pergunto o que ela estava fazendo lá. Sem entender bem, ela entra sorrindo e me responde que estava lá para fazer faxina. Que os pais do Guilherme haviam pago o mês completo, daí ela estava fazendo jus ao dinheiro. Ainda sem saber bem como me comunicar com ela, tento quebrar o gelo dizendo que ela terá pouco trabalho dessa vez, pois a casa passou os últimos dias bem organizada. Ela retruca com um ar astuto que estava achando o contrário, que encontraria uma gigante bagunça, pois eu estaria provavelmente trelando todos esses dias. Percebi que ela estava mais íntima, embora com sua timidez. Eu não estava processando bem as informações, daí resolvi voltar para o quarto e me tranquei. Por sua vez, Dona Matilde seguiu a organizar a casa.

No meu quarto, comecei a me excitar com a ideia daquela puta estar na sala, ajeitando o sofá e lembrando do esporrada que eu dei na cara dela da última vez. Também estava afim de fazer de novo, mas tinha muita dúvida se deveria. Passaram-se 30 minutos, 1 hora, mas antes da segunda hora, eu já estava com tesão a mil. Resolvi bater uma no quarto para relaxar. Bati uma frenética e gozei com muito tesão, mas na hora que me melei todo com minha porra, só pensava na boquinha de Dona Matilde sem chapa. Mal gozei e meu pau já estava duro de novo. Dei uns tapas no dito cujo e resolvi fazer o inevitável. Olhando para o meu pau, “conversei" com ele: “É, Tulinho, você vai ter o que tanto quer”.

Fui para a sala já pelado, balançando o pau em uma das mãos e chamando por Dona Matilde. Não a encontrei na sala, segui a caminho da cozinha e a peguei bebendo água. Já abordei ela perguntando se não queria beber algo melhor. Ela estava assustada, talvez não esperasse minha atitude, mas estava com muita vontade de engasgar com meu pauzão novamente. Sentei na mesa de pernas abertas, e ela já foi se escorando na cadeira, abrindo mais minhas pernas… meio confusa, sem saber se chupava minhas bolas ou abocanhava meu pau. Eu já não tinha pressa, só observava aquela puta velha olhando para minha genitália como um bezerro olha para as tetas da mãe.

Dona Matilde apertava minhas bolas, e engasgava com meu pau, com tamanha intimidade, parecia que ela me chupava há décadas, eu apenas gemia e revirava meus olhos, por vezes empurrava sua cabeça mais fundo, mas a deixava a vontade de fazer como quisesse. Já tomado por toda a situação, pedi para ela retirar a prótese e me chupar sem os dentes. Ela estava muito melhor no boquete do que antes, mas a sensação da chupada dela só com a gengiva era muito boa. Ela o fez, e agora me chupava com mais vigor, com mais força, estava babando como um cão com raiva. Já não aguentando mais a posição, deitei em cima da mesa e gemi e me contorci até encher sua boca com porra. Só percebi quando voltei a mim e me sentei, a puta estava meio indecisa se engolia ou se jogava na pia. Eu fiquei rindo enquanto ela se organizava, toda descabelada, banguela e com a cara branca de tanto leitinho.

Depois que o corpo esfriou e o pau baixou, estava mais relaxado do que as últimas vezes, mas não sabia bem como agir. Corri rápido no quarto, passei um papel no pau, coloquei uma sunga, uma bermuda, com a camisa ainda no ombro, avisei a Dona Matilde e bati o pé para a praia. Resolvi sair para dar uma volta, espraiar, processar tudo aquilo um pouco. Eu já havia lido muitos contos online sobre jovens que fodiam suas babás, empregadas, faxineiras… inclusive, algumas garotas também relatavam esses eventos, mas é estranho quando nós somos personagens dessa situação. Não é um “conto erótico”, é uma situação real, cotidiana… duas pessoas se entregando a desejos carnais, devido a hormônios, carência, e situações excitantes. Quanto mais eu caminhava, mais eu me acostumava com a ideia de que iria fazer novamente, e iria ser ainda melhor que da última vez. Tentava a cada passo na beira-mar arrumar uma justificativa para parar, ou para acreditar que nada tivesse ocorrido, ao mesmo tempo que já estava ficando excitado novamente, e eu sabia quem era a razão.

Estava tão atordoado que nem reparava nas barracas e cadeiras da praia, na tentativa de achar uma gostosa novinha, apenas andava de um lado para o outro, queimando um pouco o juízo com o sol a pino que fazia e imaginando como eu foderia aquela boquinha murcha novamente. Comi um sanduíche na praia, com uma boa água de coco, dei uns mergulhos para relaxar a mente, até porque aquela seria a última vez que eu iria à praia em 2017 e voltei para casa certo de repetir o ato da manhã. Na volta, quanto mais perto de casa o ônibus se encontrava, mais meu pau pulsava e doía dentro da sunga. Meu tesão era tanto, que duas bichinhas sentadas no outro lado do fundão devoravam meu volume com os olhos. Eu nem estava ligando, sempre curtia que babassem no meu volume, e estava cada vez mais animado com o que estava para fazer, que nem tinha tempo de me preocupar com aquilo.

Chegando em casa, entrei por trás, para não sujar o trabalho dela, sempre muito respeitoso, mas já chamando ela na área de serviço “Dona Matilde, vem cá na área!! Trouxe uma coisa para a senhora!”. Não acho que ela imaginasse que seria um balaio de pica, pois sua cara ao me ver tomando banho no chuveirão de bermuda, sem camisa e com o volume quase rasgando sunga e short era de espanto. Achei até que ela fosse desmaiar. hehehehe. Tirei minha bermuda e chamei ela para mais perto. Ela ainda meio atordoada, veio quase que cambaleando. Peguei sua mão e trouxe mais para perto, e colocando em cima da sunga, onde o pau quase fura a mão dela. Eu estava com muito tesão, meu pau doía muito, já era grosso, mas estava desproporcional naquela tarde. Ela até tremia um pouco, enquanto apertava. Olhei para ela e perguntei se não iria tirar minha sunga, para pegar ele melhor.

Ela me olhava de cima a baixo, como se não acreditasse no que ocorria, e invés de baixar minha sunga e cair de boca no meu pau, ela desceu a cabeça em direção ao meu peito e lambeu meu mamilo. PUTA QUE PARIU, vi estrelas na hora. Ela seguiu revezando entre um mamilo e outro, e eu simplesmente gemendo, fico alisando meu pau por cima da sunga com uma mão, e busco as mamas dela com a outra. Dona Matilde tinha mamas enormes, caídas, de quem amamentou muitos e por muito tempo, mesmo assim, a sensação era boa, era uma pele macia, e estava quente. Nesse processo, ela nem se importou de estar se molhando todinha também, pois eu não havia desligado o chuveiro. E foi tirando a camisa, quando eu comecei a procurar a mama por baixo dela (a mesma de vereador de sempre). Ajudei-a a retirar o sutiã e vi dois balaios caindo sobre seu estômago, auréolas enormes e bicos avantajados. Belos seios, que nem me deixavam parar para pensar que estavam abaixo de onde já estiveram um dia. Soltei meu pau e agarrei suas duas tetas, apertava com força uma, enquanto ajeitava a outra para abocanhar. Vi Dona Matilde se tremer e gemer quando coloquei seu mamilo da boca e mordi o bico. Seu gemido foi só gasolina para que chupar e morder com mais intensidade. Ela ficou petrificada, sem ação, apenas sentia tudo o que eu fazia com suas mamas. Pedi que ajoelhasse, e já fui retirando minha sunga. Repousei meu pau sobre seus seios. Esfregada e batia meu cacetão naquelas tetas. Apontei meu pau em frente aos seus lábios e pedi que ela cuspisse. Ela obedeceu, deixando meu pau bem melado. Desci novamente, e comecei a esfregar meu pau entre suas tetas. Meu pau deslizada com facilidade naquela pele macia. Eu apertada uma teta contra outra, fazendo um reguinho apertado, melado e quente, e enfiava com mais e mais força.

Aquele sarro foi muito intenso, não me recordo quanto tempo ficamos daquele jeito, mas acredito que quase uma hora. Ela então, pegou meu pau e abocanhou. Chupava com muita intimidade. Nem precisei pedir, já foi retirando a dentadura e abocanhando mais e mais. À essa altura, meu pau estava inchado, vermelho e dolorido, mas não baixava de jeito nenhum. Dei dois tapas em sua cara, tirei o pau de sua boca e comecei a me punhetar. Quando senti que viria, mirei em seus peitos e esporrei várias vezes. Nem parecia meu terceiro gozo do dia, pelo volume de porra que produzi. dessa vez, ela já passou a mão nas mamas e lambeu os dedos, sentindo o gostinho de porra do seu macho.

Ajudei ela a se levantar, e quando percebemos, estava de noite. Eu estava calmo, porém ela estava preocupada, pois precisava pegar conduções para voltar para casa rápido, naquela noite teria um evento na igreja que ela está frequentando.

Nem se preocupem, pois ainda continua…

baupicante@gmail.com


sábado, 7 de maio de 2022

TIRANDO O ATRASO COM A SENHORA DA FAXINA - PARTE 2

 Olá, pessoal! Aqui segue a continuação do meu relato sobre como tirei meu atraso com Dona Matilde.

No inicio da semana, eu ainda estava embasbacado com o que havia feito. Eu nunca imaginara pedir para uma senhora me punhetar, nem imaginaria sentir prazer com aquilo. Para piorar a situação, aquela senhora não era uma desconhecida que eu nunca mais veria. Na verdade, a veria novamente em menos de 10 dias.

Tentei distrair minha mente procurando informações na faculdade sobre grupos de extensão e pesquisa para ajudar no meu currículo e também baixei o Tinder para ver se desenrolava alguma novinha para mim. Eu sou um cara bonito, inclusive, muito gostoso. Não estava entendendo a demora para achar uma gostosinha que eu pudesse fazer de puta. Além disso, achava um tiro de misericórdia ficar com Dona Matilde, a via como uma tia minha.

No primeiro sábado após o ocorrido, ao retornar para casa do vôlei, a sensação foi estranha: eu queria sentir uma presença na casa, mas ao mesmo tempo torcia para não encontrar ninguém. Apesar de não ter tido faxina, entrei pelos fundos e repeti o ritual de banho que tinha feito na semana passada. Deste vez, porém, me masturbei sozinho e me ouvi gemer o nome de Dona Matilde enquanto gozava no chão. Bem que eu poderia estar gozando na mão daquela safada velha, pensei… Mas meus pensamentos se foram e eu logo me sentia culpado enquanto enxugava a área.

Passei a semana em tensão. Apesar da seca, não sabia o que estava se passando comigo. Eu queria Dona Matilde sem querer. Gostaria de apagar aquilo da história e vê-la apenas como a tia da faxina. E que ela me visse como um jovem educado e na minha. Não sabia o que se passava em sua mente. Por vezes, pensava se ela estava pensando em mim e em minha pica. Lembro de ficar excitado algumas vezes pensando na ideia dela estar tomando banho e se tocando enquanto pensava em mim. Nesta tensão, chegou a sexta e eu tinha decidido a fingir que nada havia ocorrido e tentar levar a situação da maneira mais civilizada possível.

O dia 16 de dezembro chegou. Menos de 10 dias para o natal. Aguardei Dona Matilde para entregar as chaves, mas não sabia como o fazer, então, deixei a porta do apartamento aberta e as chaves com um bilhete que dizia “As chaves estão aqui, fui à praia. Acho que a senhora terá menos trabalho hoje, pois os meninos não bagunçaram os quartos dele.” em cima da mesa. Ao ouvir que ela tinha ido se trocar, sai do quarto apressado e bati a porta. Não tinha coragem de olhar nos olhos dela. Pelo menos, não naquele dia.

Fui ao vôlei, que durou bastante tempo. Algumas pessoas informaram que iriam viajar para o Rio de Janeiro e outros para a Bahia e só voltavam depois do ano novo, então aproveitamos para comer um peixe assado na praia com um bom baião de dois. Sorte a minha, as irmãs de uns amigos estavam por lá e pude conversar com Aline. Uma morena clara, da minha altura, corpo de sereia, com uma fala doce e bem safada. Era mais velha que eu uns 5 anos e sabia bem o que queria. Mas, naquele dia, só quis me atiçar mesmo. Trocamos números de telefone e ainda me lembro de receber uma mensagem dela quando já estava no ônibus de volta para casa “Prazer em conhecê-lo. Você é bem animado. Aliás, estava bem animadinho hoje. Gostaria de ver essa animação toda quando voltar da Bahia.”. Ahhhh, aquela cachorra safada. Sabia que tinha me deixado excitado com seus papinhos de segunda intenção e estava me fazendo ir para casa chupando dedo.

Chegando em casa, entrei pela porta dos fundos e fui em direção ao meu quarto, quando escuto uma voz vinda da cozinha “Não vai se lavar antes de entrar?”. Dona Matilde não havia ido embora mais cedo. Tenho certeza que era para ela ter largado umas 3 horas mais cedo pelas minhas contas. Com um frio na espinha e um pouco de vergonha (eu ainda não sabia como reagir), virei-me à sua direção e respondi a primeira coisa que me veio aos lábios “eu vou pegar uma toalha”. Estava atônito. Aquela senhora me exigia tomar um banho e seduzi-la como da última vez. Será que ela queria novamente me punhetar? Ao sair do quarto com a toalha, fui próximo da cozinha, ainda sem olhar em seu rosto, e disse que iria tomar banho, mas que iria deixar para lavar minha sunga depois, na tentativa de morgar a situação. Imediatamente, ela se aproxima de mim e diz que eu não preciso me preocupar, que ela me ajuda. Inclusive, tinha deixado uma macarronada que fez com o que tinha de feira para eu aproveitar naquela noite e no almoço do domingo. Aquela senhora estava se mostrando submissa a mim, mas eu não sabia qual a moeda de troco. Na verdade, eu não queria acreditar que ela deixara de faxinar por dinheiro, para trabalhar por pica.

Desconversei, dizendo que não precisava, mas ela foi firme em suas palavras “Tulinho, você está só, eu estou aqui para organizar a casa e ajudar você”. Nessa hora, meu pau deu a primeira pulsada e eu me senti perdendo o controle. Mas tentei relutar “Dona Matilde, acho que a senhora acha que vai acontecer aquela mesma coisa que aconteceu da outra vez, mas eu acho que deveríamos deixar aquilo no passado”. Ela balançou a cabeça em confirmação, mas com um olhar que nem aqueles cães vira-latas olhando galetos de padaria girando na brasa. Para ser mais diplomático, pedi para que ela se sentasse e conversássemos rapidamente, para amenizar a situação e continuar a amizade e respeito. Como o chão da cozinha está encerado, fomos à sala. Ela sentou de um lado, com seu short de malha e sua blusa de vereador e eu do outro, com minha bermuda de jogador, ainda com camiseta e com um pouco de areia em meus pés.
“Dona Matilde, naquele dia eu estava bem nervoso e tenso, pois eu tinha terminado com minha namorada, minha família está passando por problemas e estou sozinho neste apartamento. Acho que meu estresse saiu na forma daquela ereção e ocorreu o que ocorreu. Peço mil desculpas por tudo. Nunca quis ofendê-la, sei de sua religião, sua idade e tenho muito respeito pela senhora.” Dei essa enrolada, para que não achasse que eu só estava na seca, disse isso da forma mais rápida e objetiva que pude e ela apenas me olhava. Acho que tentava se convencer que tinha realmente sido uma loucura nossa. “Me desculpe também, Tulinho, faz mais de 20 anos que não sei o que é um pênis. E, das lembranças que tenho, não lembro de algo muito bom. Tive muitas sensações diferentes desde o que ocorreu, mas entende que você não iria sentir desejo por uma senhora velha e derrubada como eu.” Vi os olhos dela quase encher de lágrimas e tentei consolá-la “A senhora não é feia, nem derrubada, muito menos velha… A senhora é muito experiente, madura e tem seus bons atributos. É que acho estanho tudo isso e acredito que não haveria ocorrido se eu não estivesse com a cabeça do jeito que estava.” Ela apenas continuo de cabeça baixa. Então, eu me aproximei mais e comecei a afagá-la. Não queria magoá-la. Era muito estranho me imaginar tendo tesão por alguém da idade de minha avó.
Enquanto eu alisava seus cabelos com uma mão e segurava seu ombro com outra, Dona Matilde se debruçou sobre mim em um abraço e ficou acariciando minhas costas. Putz, meu ponto fraco. Tentei me manter tranquilo e a tranquilizando, mas fui fazendo carinhos cada vez com mais pressão, a medida que ela também descia e subia com suas mãos pelas minhas costas. Meu pau já pulsava. A soltei rapidamente e nos olhamos por alguns segundos. Eu vi nos olhos daquela senhora o fogo do desejo. Eu também estava com tesão. E ela era uma mulher madura e dona de si. Voltamos a nos abraçar e nos acariciar. Passei a mão em seu rosto e desci rapidamente pelo seio direito até encontrar a sua barriga. Dei um aperto e dizendo a mim mesmo “deixa essa puta ter o que ela quer”, fui para trás, me deitando no sofá e abaixei minha bermuda e sunga com um puxão. Não falei nada, apenas observava o que ela iria fazer com minha vara grossa e pulsante, de pé, em sua frente.

Ela estava tremula, como da primeira vez, mas sentia que já pegava meu pau como um comprimento a um velho conhecido. Com uma mão alisava meu tanquinho e com a outra me punhetava, nervosa. Meu caralho grosso pulsava muito e escapava de sua mão. Ela, prontamente, começou a me punhetar com as duas mãos, nervosa, com medo de perder aquela pica das mãos. Eu apenas olhava como ela o admirava enquanto suas mãos subiam e desciam. Pedi para que cuspisse, pois suas mãos estavam secas e começavam a machucar, mesmo com meu pau babando um pouco. Ao cuspir sua boca quase chega no meu pau. Gemi enquanto sua saliva caía sobre a cabeça da minha pica. Suas mãos estavam mais rápidas agora que deslizavam com facilidade. Às vezes fechava os olhos e depois a encarava. Já fazia uns 10 minutos que ela subia e descia, mas dessa vez, eu não estava gozando rápido. Ela já estava agoniada, ansiosa por leitinho.

Quando a vi se abaixar para cuspir novamente na cabeça de meu pau, inclinei minha pelve fazendo sua boca tocá-lo. Ela congelou com o “selinho” dado. Não sabia se descia ou se continuava na punheta. Acho que nunca tinha feito um boquete, mas deve ter gostado da textura e do sabor que acabara de sentir. Então, ela me olha nos olhos e com um gesto de quem diz “eu sei o que você quer”, ela desceu com toda a boca no meu pau. Ela era inexperiente com certeza. Parecia a primeira vez que usava um enxaguante bucal. Não tinha sincronia para colocar e tirar de sua boca, agitada e meio louca, ela tentava subir e descer no meu pau. Sua língua era sedosa, um pouco áspera, mas muito macia. Infelizmente, não estava conseguindo aproveitar, pois seu nervosismo a fazia me mordiscar de vez em quando. Algumas vezes, eu dava um pulo para trás, de tanta dor. Ela notando minha situação inconfortável, mas sem querer parar de mamar minha vara docinha, me pergunta se eu prefiro que ela tire a chapa. Na hora não entendi bem, mas acenei com a cabeça confirmando que sim se aquilo iria diminuir a dor, eu estava topando.

Foi quando a vi retirar suas próteses dentárias. Dona Matilde era banguela, na hora, engoli seco, pois era um tanto broxante, inclusive, meu pau murchou um pouco, mas a gulosa só demorou o tempo de colocar os dentes no bolso e já engoliu meu pau com tudo. Puta que pariu!!! Agora estava perfeito. Entrava e saía com exatidão. Acho que aquela prótese era nova ou mal feita, pois até a coordenação do boquete se alinhou. E a pressão? Nossa, velho. A gengiva de Dona Matilde era dura, mas macia ao mesmo tempo e fazia meu pau deslizar. Uma pressão muito boa, parecia uma bucetinha virgem. Naquele vai e vem, eu já gemia, não mais de dor, mas de prazer. Estava tão tomado que segurei seus cabelos, fazendo força e enterrando cada cm dos meus 18 em sua garganta. Sua boca estava bem arreganhada devido a grossura e acho que agora ela tinha medo de me machucar. A puta não tinha reflexo de vômito, demorava muito para reclamar. Acho que é coisa da velhice essa perda de reflexos. Aquilo estava muito bom. E eu já estava me sentindo um animal.

Levantei-me do sofá, a deixei sentada e subi no sofá. Coloquei uma perna na parte de cima e a outra ao seu lado. Balancei meu pau na sua cara e bati sem pena em suas bochechas, esfreguei nos olhos, mimetizei foder suas orelhas. “É isso o que a senhora quer? Quer rola quer? Toma, safada!!” Segurei sua cabeça e soquei fundo naquela garganta. Fechei os olhos e viajei por uns 2 minutos. Parei quando achei que ela estava quase morrendo, pois a vi um pouco roxa e com os olhos bem abertos. Senti que já tinha judiado demais daquela senhora. Ainda em pé na sua frente, me punhetei e , urrando, gozei em sua cara. Quase que a deixo cega de tanta porra nos olhos, em cima do nariz. Gozei muito, uma porra grossa, parecia vinda de um alien. Descendo da sofá, olhei para seu estado, ela quase lambeu os lábios, mas colocou para fora quando sentiu o gosto. Voltando a mim, novamente, senti culpa pelo que estava acontecendo. Subi minha sunga e bermuda e disse que ia tomar banho. Fiquei no banheiro com a água na minha cabeça. Me sentia numa ressaca moral. Depois de uns 40 minutos, ela bate na porta e diz que está ido embora e que tudo está organizado. Eu não respondo e fico ali sentado, por mais 1 hora, com o chuveiro desligado dessa vez.

Sai do banheiro, me troquei e fui jantar. A lasanha realmente estava boa. Ela queria me agradar. E me agradou muito naquele dia. Pediu para fazer, e eu fiz o que ela quis também. Acho que a agradei, mas não sei se fiz o certo. Ainda tentava a ver com respeito e carinho, como o que tenho pela minha avó. Mas sua lembrança estava me dando mais excitações agora.

Continua.

Espero que estejam gostando!

sexta-feira, 6 de maio de 2022

TIRANDO O ATRASO COM A SENHORA DA FAXINA - PARTE 1

 Olá, pessoal! Me chamo Tulio, tenho 19 anos, sou branco, cabelo preto, olhos castanhos escuros, 1,78cm, porte atlético por joga vôlei na praia todo final de semana. Durante a semana, estudo direito. Sou do interior de MG, mas vim para Fortaleza graças ao SiSU fazer faculdade. Moro numa república com mais três amigos e raramente visito meus pais, pois eles não tem condições de me manter aqui e me dar muitos luxos, como o de viajar para vê-los o tempo todo. Estou no terceiro período e, ao contrário do ano passado, não verei meus pais no final do ano.

Dezembro estava sendo um mês péssimo para mim, a namorada que tive durante um ano terminou comigo há menos de 2 meses e eu já estava subindo pelas paredes. Nós fodíamos todos os dias. Quando ela não vinha para minha casa ou eu a visitava, arrumava um jeito de comê-la pela facul, foi um ano de muito leite bem derramado, mas, infelizmente, acabou.

Já estava com sinais de tendinite devido à semana de provas e às constantes punhetas para me aliviar e eis que surge a musa desta série de contos, Dona Matilde.

Dona Matilde era nossa faxineira. Na verdade, faxineira do Guilherme, um dos meus amigos de república. Como os pais dele tinham condições, pagavam por faxinas quinzenais no apê. Na verdade, nem sei porque o Guilherme optou por dividir um apartamento com outros caras, mas isto não vem ao caso. Voltando a quem interessa, a senhora faxineira vinha a cada 15 dias e, generosamente, faxinava toda a casa, incluindo o meu quarto e os outros meninos. Aquela senhora evangélica, morena, de peitos grandes e caídos, dona de uma bunda grande e mole, um tanto obesa, tinha pouco menos que 1,60cm, cabelos grisalhos e olhos escuros. Sempre vinha de vestido e trocava por uma bermuda de malha e uma camisa de vereador para fazer faxina. Como não a encontrava muito em casa, pois sempre faxinava aos sábados, enquanto eu estava jogando vôlei, não me toquei que a senhora já passava dos 60, exatamente 62, apesar de muito resistente e trabalhadora.

A encontrava pouco, mas estava para vê-la mais agora que os meninos estavam para curtir as férias com seus familiares e alguém precisava abrir a porta para ela realizar as faxinas, que já estavam pagas pelos pais do Gui. Sábado, 02 de Dezembro de 2017, era por volta das 6 da manhã, já tinha tocado uma frenética antes de levantar da cama e estava finalizando meu pão com queijo quando ouço a campainha, Dona Matilde chegou para fazer a faxina. Apenas de bermuda, sem cueca, abro a porta, dou bom dia e vou ao meu quarto me organizar para ir à praia. Informo Dona Matilde da viagem dos meninos e de meu retorno no final do dia após o vôlei. A mesma confirma tudo com a cabeça, e inicia a faxina pela cozinha.

Durante o dia, o sol estava perfeito e muitas gatinhas foram à praia, lembro-me de algumas me secando enquanto jogava, mas nenhuma ficou para que eu puxasse um papo e tirasse o meu atraso. No caminho para casa, ainda teve uma no ônibus que me fulminava com o olhar, eu estava de bermuda preta de futebol, dava para ver um pedaço de minha sunga branca e minha camisa branca pendurada no ombro; a safada até mordia os lábios quando viu eu iniciando uma ereção, mas nada o fez, acho que a senhora no banco da frente era sua mãe ou tia. Desci puto e com muito tesão, ainda estava excitado.

Quando cheguei no apartamento, percebi que ainda tinha muita areia nas pernas e não quis destruir o trabalho de Dona Matilde, a quem possuía muito respeito. Entrei pela porta dos fundos e aproveitei para tomar uma ducha e abaixar a tensão. Tirei meu calção e aproveitei aquela água gelada só de sunga. Abri os olhos e me deparei com Dona Matilde me olhando um pouco nervosa. Eu era mais alto que ela, um corpo jovial e másculo, apenas de sunga, com uma bela ereção que valorizava meus 18 cm de pica grossa, todo molhado. Ao vê-la neste estado, nem me lembrei de minha ereção, a mesma prosseguiu, trêmula, me informando que estava finalizando a faxina e que aquela era a última área que faltava, apenas depois que a vi apertando com força o cabo do rodo que lembrei do cabo na minha sunga. Imediatamente, eu pedi desculpas por estar atrapalhando o serviço dela e informei que sairia já dali. Ela foi educada e gentil como sempre, apesar de ainda nervosa e disse que eu poderia continuar e que ela aproveitaria a água caindo para limpar embaixo do tanque e os azulejos da parede. Já estava por ali mesmo, então aceite


Percebi que Dona Matilde sempre me fitava e comecei a gostar da sensação. Pulsava meu pau de propósito e passava a mão por toda extensão de meu corpo para atiçar aquela senhora, que apertava o rodo com força e me comia com os olhos. Não sabia ao certo até onde aquilo iria, mas eu precisava acabar com meu tesão. Então, sem pensar muito, me vi abrindo a boca e dizendo aquela senhora que iria aproveitar para já deixar minha sunga escorrendo e desembrulhei meu mastro da sunga, libertando a tora aos olhares de fome da senhora. Neste momento, Dona Matilde de morena ficou pálida e percebi todos os seus pelos corporais se arrepiarem, a senhora não parava de me olhar. Ao terminar de estender a sunga, perguntei se havia algum problema e a mesma apenas balançou a cabeça em negação, me punhetei um pouco, bem devagar, enquanto a encarava e a mesma perguntou onde eu queria chegar. Sem pensar muito, pedi apenas que ela me ajudasse a sair daquela situação. Sem saber muito o que fazer, ela se aproximou e pegou no meu pau com tanta força quanto pegava o rodo e continuo os movimentos que eu iniciara. Quanto mais a sentia trêmula, mais meu pau pulsava e eu comecei a gemer de prazer. Não demorou muito e eu senti o gozo vir, apesar de aumentar os gemidos e começar a urrar, acho que aquela senhora pouco experiente não sabia que eu estava gozando, e o fiz com muita força e excitação. Meus jatos eram tão firmes e intensos que melaram a mão e parte da manga da camisa de vereador que Dona Matilde usava para fazer faxina. A senhora estava tão empolgada que não parou de me punhetar até meu pau começar a reduzir de tamanho e ficar mole em sua mão. Então, retornando a mim e percebendo o que tinha feito, sem nem olhar para Dona Matilde, eu peguei minha toalha no balcão e fui para o quarto. Em transe, fiquei lá me sentindo doido e culpado pela situação. Só lembro de ter ouvido pouco depois a voz de Dona Matilde avisando que acabara a faxina e se despedindo.

Que merda que eu fiz?! Ou pior/melhor, Que merdas que eu fiz??

Espero que gostem. Em breve, tem mais.

domingo, 2 de agosto de 2020

MISSIONÁRIA SAFADA 2

AUTOR: LOIRO GOSTOSO

Bom continuando a história, da missionária Lucileia, foi uma senhora foda que cheguei em casa feliz.
Voltando no outro dia do trabalho, fiquei na minha, ela por sua vez chegou sorrindo, todos estranharam, eu porém fiquei quietinho na minha. Se passou dois dias após o acontecimento, como eu fiquei na minha, pois na roça todos são espertos e tinha fogo. Fiquei na minha e em um determinado lugar, eu estava sozinho, ela veio nervosa e me falou: vc só me instigou agora eu QUERO, mas não só aquela vez, quero mais. Falei calma Lu, vc sabe que sou casado, vc tem que ver que foi assim aconteceu, e nós sabemos minha condição, e ela deixei de saber quero de novo, se vira.
Ai estava o dilema como sair fora, já que ela deu a louca para meu lado, porém eu também queria O MULHER GOSTOSA ESSA missionária..
A sorte veio na mesma semana, precisei levar uma tia em uma outra cidade, e eu fui levar no meu carro inventei a minha mulher uma desculpa que ia demorar talvez só no outro dia. Liguei para ela Lu, vc quer me ver ela se vez de puritana, mais no final veio ao meu encontro, NÃO falava nada, eu parei o carro e puxei conversa e nada, como não tinha clima, liguei o carro, ela falou entre os dentes já vamos desliguei e cai para dentro beijei como estava muito desconfortável fomos para o motel, chegando lá, ela estava de vestido leve solto, um tesão só, puxei para mim fui beijando, tirando seu vestido, que surpresa uma calcinha minúscula linda, tirei ela se olhando no espelho eu chupei como se ela fosse Toda de Mel, ela gritava meu nome eu só vi que ela perdeu o sentido por ter gozado forte.
Deixei ela voltar o ar, e comecei beijar ela de novo guando vi, lá estava ela me chupando, falando cada coisa tipo; hoje vou me esbaldar nessa pika Grossa e gostosa vou ser fazer o que Vc quiser meu gostoso e meti a minha pika na boca.
Com isso eu peguei ela tipo, papai mamãe, depois ela sentou na minha pika a mulher pirava, me fode gostoso enfia tudo na minha bucetinha, sou segurando ela pela cintura e ela se esbaldava na pika, como eu ainda não tinha gozado, ela cobrou goza vai me enche de porra vai eu QUERO vc gozado. Falei fica de quatro que Vc vai ver eu me acabar de tanto gozar.
Ela saiu de cima e ficou de quatro aquela buceta linda e um cu mais lindo ainda, meti na buceta e enfiei um dedo no cuzinho a mulher pirou, goza safado em sua puta vai enfia o dedo no meu cu e fode minha buceta e goza, não aguentei gozei como um cavalo, encho a buceta dela de porra, chamando de puta safa cachorra, nossa como foi bom.
Depois fomos tomar banho os dois ela se esfregando, eu me sequei, guando estava secando a cabeça senti de novo a boca da GOSTOSA na pika ai já era a pika subiu de novo cai para dentro como era gostosa essa missionária, foi ai que veio o melhor ela gostou e já se pôs de quatro, olhou para trás e falou; vem gozar em sua puta vem, fui com tudo enfiei de novo o dedo no cuzinho ela pirou de novo, sou sua puta FAZ o que vc quer mais vai devagar, eu nunca dei o cuzinho põe devagar, no cuzinho de sua puta vai.
Como todo conhecedor que um cuzinho tem que SABER como foder, tirei a pika beijei enfiei um dedo depois dois até ela relaxar fui na cabeceira da cama tinha um lubrificante, passei bastante e lubrifiquei a pika e fui, coloquei na portinha do cu ela trancou, fui por baixo brinquei com a buceta ela relaxou eu enpurrei a cabeça ela de um urro nossa, que Pica Grossa vai devagar brinquei de novo com a buceta dela ela deu um bundada para trás, que foi a metade daí ela mesma mexia a bunda na pika, guando vi ja ia a pika toda ela se soltava e falava cada coisa, fode safado, enfia a pika toda vou sair daqui esfolado mais vc vai gozar muito no cuzinho de sua puta de sua vadia coça minha buceta safadoooo to gozandooooo eu não aguentei enchi aquele cuzinho de porra quente, ela caiu para frente eu fui junto até a pika amolecer, nossa que foda, ela apaixonou e eu até hoje sinto falta o MISSIONARIA GOSTOSA...

MISSIONÁRIA SAFADA

AUTOR: LOIRO GOSTOSO
Devido o  desemprego tive que fazer alguns bicos e, como aonde moro e cidade pequena tive que ir trabalhar na roça na colheita de café.
Com o passar dos dias conheci muitas mulheres que eram até bonitas apesar da vida dura delas se cuidavam. Eu sempre de olho, porém casado em uma fase não muito boa, era melhor ficar na brincadeiras como os dias se passaram conheci a maioria delas, a que me chamou a atenção foi Lucileia, MISSIONÁRIA LUCILEIA seria bonita com um corpo de dar inveja a muitas meninas pois tinha uma filha que era uma tentação de gostosa, mas vamos a mãe que era outra delícia. E o tempo foi passando ela ficava nervosa com as brincadeiras que as mulheres faziam comigo, de tal maneira que chegava a dar bandeira. Essa mulheres TÊM que se dar o respeito isso sim ela sempre dizia. Eu ficava na minha.
Certa vez o ônibus quebrou tivemos que ir em outro lotado, escurecendo ouvi ela nervosa com um cara que estava aproveitando da situação, veio até mim e com aquele aperto todo se encostou em mim. Ai como aguentar Fiquei de pika dura em meio aquela bunda durinha quente e, pior da missionária vou apanhar, pensei. Com  passar do tempo ela se mexendo devagar pensei ela tá gostando, não deu outra, ela disfarçadamente passou a mão para trás e começou a apertar minha pika, que delícia endoidei com aquela delícia.
O ônibus parou no ponto saímos eu ia atrás porém uns irmãos a encontraram tive que sair de perto, porém fiquei de olho nela ATÉ descobri que ela morava perto de casa.
Os dias se passaram eu já estava desistindo de me aproximar daquela mulher, ai vem o melhor, eu falava com os colegas que ia a uma lan rouse para enviar uns Curriculum e depois ia aproveitar pois a minha esposa marcava em cima. Dito e feito fui na lan guando sai quem estava em frente com uma saia azul rodada não muito comprida uma blusa estampada sem sutiã delicia? A missionária linda. Fui ao ataque, conversamos sobre ela, que estava separada e que o cara queria voltar, porém ela não queria pois ele queria só bebida e drogas,e nada de igreja e por ai vai como estava de noite, fomos chegando a um lugar escuro e um muro, não aguentei puxei e beijei ela, nossa ela endoidou fui para trás do muro e cai dando beijo na boca passava a mão na boceta, estava carequinha e molhada mais muito encostei ela no muro e continuei o sarro E ela endoidou, virei ela de costas com as mãos no muro me baixei e chupei boceta, cu a mulher estava doida eu preocupado com as pessoas que passavam na rua parei olhei para ela falei: "calma li vem me dá a mão coloquei a mão dela na minha pika que já estava para fora ela pegou e eu a baixei ela é coloquei no rosto dela para ver. Não precisei falar nada QUE boca GOSTOSA como chupada, que delicia de boquete, ela sempre para olhava com cara de safada, dizia; pika gostosa quer gozar na minha boca, pode gozar. Nossa como estava alto o muro, eu aproveitei peguei ela de costas de novo. e ela pôs as mãos no muro eu meti a pika ela urrou, eu tive que tampar a boca dela enquanto meti, ela mexia gostoso, de repente estremeceu tive que segurar a mulher basicamente desmaiou eu tirei a pika e ela meio tonta ficou curvada meti a pika na boca dela, fui aquela boquinha até gozar mais gozar muito mesmo chegou escapar pelos cantos da boca dela.já toda safada dizia delícia vou deixar vc limpinho e realmente me deixou linpinho, O MISSIONÁRIA GOSTOSA.
Depois disso ela se ajeitou, nos esperamos e rua acalmar para ela sair depois eu, guando ia sair ela me olhou e falou na até a próxima ai Já é outra história. cara quer cu gostoso....

sábado, 15 de fevereiro de 2020

O COROA DESVIRGINANDO A CRENTE NOVINHA

Me chamo Anderson tenho 40 anos e escrevi algumas de minha aventuras por aqui, sempre deixo meus emails para contato, uma certa semana recebi uns 30 emails e a maioria era so curiosas e a maioria nem falou mais comigo, mas uma moça me chamou muito atenção ela me chamou no zap, morena magra e alta, cabelos longos e evangélica, ela me disse que era noiva e que tinha lido todos os meus contos e morria de tesão, que as vezes se tocava muito e gozava muito pensando em mim, e como eu era experiente com virgem ela queria que eu desvirginasse ela, pq ela disse para o noivo que não era mas como ele era obreiro não queria fazer sexo com ela agora, mas ela estava ficando louca pra dar e ele enrolando muito este casamento, começamos conversar e ela me disse que se fosse bom ela queria escrever um conto sobre nós, mas do ponto de vista dela então fui ao seu encontro e tudo que aconteceu a a partir de agora foi relatado por ela no email que me mandou esta semana, no final do conto volto a descrever algo a respeito.

OI gente nunca escrevi estas coisas mas se tiver algum erro me perdoem, sou morena alta, 1,74 de altura, 67 kg bem distribuídos, cabelos longos e sou evangélica desde pequena, conheci o Caio na igreja e foi primeiro namorado, e depois de um ano e meio noivamos, mas nunca tivemos relação sexual, meu noivo muito sério, eu ate mentir dizendo que não era virgem pra ver se ele me comia mas ele disse que só após o casamento, tenho 21 anos e não estava mais agüentando de vontade, através de uma vizinha conheci o site de contos eróticos e li muitas historias mas os contos do Anderson tinha muita emoção e sentimentos, depois fui no nome do autor e descobri outros contos dele ai fiquei louca de vontade de conhecer ele, mandei email e ele me respondeu na hora eu pensei nossa o que eu falo, trocamos zap e como moro em Ceilândia uma cidade de Brasilia, eu contei sobre minha história e hora que podia falar no zap, ele ele sempre muito discreto marquei logo de conhecer ele mas sem sexo só pra conversar e ver se sentia atração física, marquei atrás da rodoviária de Taguatinga aqui perto e quando ele chegou não acreditei o quarentão mais novo que vi, estilo garotão, bem simpático e sorridente, conversamos um pouco e eu um pouco receosa pedi pra sair dali, fomos em uma rua tranqüila com pouco movimentos e conversamos por uma hora mais ou menos ele me fez rir muito, adorei sua conversa mas sua voz me enlouquecia, ele olhou em meus olhos e me beijou na boca, quase fui no céu, ele sabe como pegar uma mulher, nossa minha calcinha estava toda molhada e ele começou a meter a mão em minha coxas e foi ate a calcinha e foi alisando minha xaninha por cima da calcinha, nossa eu nem sei explicar o fogo que me surgiu eu pedi pra ir pra casa e fui morrendo de vontade e ele não forçou a barra me beijou e disse que gostaria muito de me ver denovo, nem dormir naquela noite, ai de madrugada mandei mensagem e ele não respondeu ai tive que ligar e disse tudo o que estava sentindo, ele disse vamos amanhã vou te fazer toda realizada e não vai doer muito minha princesa, eu então disse eu vou, marcamos no centro de Brasília e ele me propôs de irmos para uma pousada em uma cidade de Goiás, liguei pra minha mãe e pedi se podia dormir fora na casa de uma amiga de faculdade porque teriam muito trabalho da faculdade e ela fazia dupla comigo e disse quer falar com ela no telefone? Eu arrisquei porque se ela pedisse pra falar tava ferrada, ela disse tranqüila filha eu acredito em você, és uma boa menina, eu olhei pra ele e disse vamos amor pra nossa lua de mel, viajamos uns 240km, e chegamos, era uma pousada linda e aconchegante, ele me apresentou como sua noiva e fomos para o quarto, chegando La tomamos banho e coloquei uma roupa leve, uma saia de pano fino e uma calcinha de renda branca, ele usava um short tipo jogador de futebol e percebi que o safado estava sem cueca, gente nem sei descrever a sensação, ele foi me beijando e senti como fosse sua namorada, me dava carinhos e carícias enquanto me beijava, me abraçou forte e falou um pequeno poema em meu ouvido, nossa ele sabe como deixar uma mulher louca por ele, ele foi me beijando meu pescoço nossa minha xaninha estava ensopada que estava vazando para fora da calcinha, ele foi beijando meu pescoço e retirando minha blusinha, e foi me beijando nas costas e barriga e passando a ponta da língua em meu umbigo e barriga depois voltou a mim beijar e chupou minha língua deliciosamente sentir nas nuvens, foi então que ele me deitou no sofá e tirou minha saia e arrancou minha calcinha com sua boca, e voi lambendo minhas coxas e umbigo pescoço e retirou meu sutien e foi mamando um peito e apertando o outro, dava leves mordidinhas, nossa eu não queria que acabasse nunca aquilo, ele foi descendo meu corpo lambendo e beijando, começou lamber minhas coxas e chegou em minha bucetinha e chupou como se estivesse me dando um beijo de língua, como nunca fiz isso não sei dizer se ele é bom mesmo nisso, so sei que sentia sua língua passeando dentro de minha xaninha, chupava meu grelinho como ele chupava minha língua pelo beijo, nossa e quando ele enfiou ate onde deu a língua dentro de minha buceta, nossa se eu não fosse virgem acho que entrava mais, ele enfiava e tirava, depois ele fazia movimentos circulares e depois subia e descia com a ponta da língua, e depois sugava com os lábios, mordia de leve com os lábios tipo pressionando os lábios de minha buceta, eu senti uma coisa gostosa parecendo uma cócega La no fundo, e senti minhas pernas tremerem e após isso senti um alívio acho que gozei em sua língua, e ele sugava meu melzinho, parecia que estava com fome de buceta, ele me pegava com tanta vontade que acho que qualquer mulher gostaria de ser pega assim, sinceramente eu imaginei pelos contos que era bom mas ele não descreve nem a metade das maravilhas que passei, depois de um tempo ele me bota de 4 e fica se esfregando em mim, e depois morde minhas costas e nuca fico toda arrepiada, e mete a língua em meu cuzinho e depois desce para a buceta e depois morde as polpas de minha bunda, ele entra debaixo de mim e mama meus peitos alternando e uma mama e outra e me beijava muito, nossa eu estava louca pra sentir ele dentro de mim, foi quando pensei nossa estou como uma geladeira nem to tocando nele, so ele que faz tudo, meti a mão dentro de seu calção e peguei uma pika dura inxada e maravilhosa, eu disse deixa eu mamar ele, ele me disse safada vem mamar em minha pika, hoje vc será minha putinha, nossa eu amei ser chingada assim, eu nunca chupei e acho que fiz muito mal, mas ele batia seu pau em meu rosto e dando tapinhas em minha cara e dizia mama sua crente putinha, não é isso que você queria? Eu já nem me reconhecia mais, ele disse vou te dar leitinho, eu parei e disse na boca não, ele disse sei que vai gostar de sentir o gosto de seu macho, ai ele foi esfregando a pika na minha língua ate que jorrou muita porra, nossa até que não foi ruim, só sei que estava louca era pra dar a buceta pra ele, então ele me chupou denovo, passou um gel geladinho em minha buceta e no pau dele, colocou na entradinha dando uma pressão, ele foi me beijando deixando seu pau parado na entrada, e devagar foi escorregando, tava doendo um pouco mas ai ele me deu um beijo e gemia enquanto beijava eu fiquei sem sentido quando de repente ele afunda tudo de uma vez dei um grito, mas ele abafou com seus beijos, e ele ficou quietinho pra eu não sentir dor, ele realmente é muito gentil e preocupava comigo o tempo todo, eu fui mandando ele ir mechendo ele devagar ate que estava muito gostoso, nem sei explicar, de repente ele começa socar forte estava dolorido mas acho que minha buceta estava com fome de pika, eu fiquei louca e comecei a chamar ele de cachorro a dar tapa na cara dele e mandava ele me comer direito, ele ficou louco de tesão e meteu forte que via estrelas, me colocou de lado e metia pika sem dó depois levantou minhas pernas e colocou nos seus ombros e meteu sem dó, eu pedia pra ele parar um pouco mas ele disse você não queria virar uma putinha vai ter que agüentar, do jeito que ele me falou fiquei com mais tesão ainda e pensei deixa ele arregaçar esta buceta, e resisti e fiquei de 4 ele puchava meus cabelo e metia sem parar, nossa ele parece que não cansa, eu gozei nem sei quantas vezes, só sei que estava maravilhoso, acho que toda mulher precisa de uma surra de pika daquele jeito, enquanto escrevo fico com a buceta toda molhada aqui, ele lubrificou meu cuzinho e meteu gostoso, nossa você Anderson me fez a mulher mais realizada naquele dia, o lugar que me levou estava tudo muito maravilhoso, pena que na outra semana meu noivo me pediu em casamento em 45 dias casamos, eu fiquei com o Anderson mais 4 vezes, uma dentro do carro, outra no mato, e duas em motel na área central de Brasília, depois que casei senti vontade de escrever pra você pedindo por favor que publique, e se uma mulher for sair com você detona ela bem gostoso, beijo na sua pika gostosa.
Então este foi o relato de uma segunda leitora e até eu fiquei com tesão ao lembrar deste dia, só acho que não sou tudo isso que ela descreveu, mas neste dia só sei que trepamos a tarde e a noite toda, beijamos muito, queria muito ela pra mim, pena que pra relacionamento sério ninguém me quer, se você quer ser bem tratada na cama me chama no email, mas manda de inicio seu zap com o DDD, eu respondo a todas, por favor só moça que realmente deseja ter momentos incríveis, aceito conhecer uma mulher pra relacionamento sério, você que deseja ser amada de verdade e valorizada e realizada na cama me envia um email com seu zap e DDD que te chamo institutobs.org@gmail.com

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

EVANGÉLICA SAFADINHA

Bom eu tenho 18 aninhos 1,70 de altura sou magra cabelos cacheados médios pele clara, seios bem pequenos uma boca carnuda que chama atenção e bumbum bem empinado.
Eu Sou evangélica apesar de não parecer pq sou bem safadinha rs, então um dia desses fui bem de manhãzinha umas 6:45 pegar leite na casa dos vizinhos, e lá mora em uma casa o irmão e sobrinho da vizinha e na outra ela e seu marido.
Eu fui com um shortinho azul curto sem calcinha que sempre durmo assim e uma blusinha que marca bem os peitos e com o litro na mão, eu bem sonolenta vi o irmão de Minha vizinha na porta e o chamei e obvio que quando ele abriu o portão olhou para minha bocetinha rs eu fiquei incomodada apesar dele ser solteiro olhos claros 47 anos e alto mas muito discreto (até dimais) eu com toda vergonha do mundo entrei e disse que queria leite, pra provocar derrubei o litro e fui pegar.
Ele com certeza viu a poupa da minha bunda e eu vi que ele tava bem excitado rsrs ai disse pra mim esperar pq não tinha tirado leite ainda eu disse que esperaria foi ai que ele sentou do meu lado em uma graminha que tem nesses quintais e tal e colocou a mão na minha perna e disse “Você é muito gotosinha sabia” eu tímida não disse nada.
Ele então colocou a mão na minha bocetinha e adorei, ela já tava pulsando pra caramba e depois passou as mãos pelo meu cabelo e disse em meu ouvido
“Tô maluco por você, que novinha safadinha” foi ai que fui pra dentro da casa com ele….
Eu fiz um oral nele bem gostoso e eu ouvia seus gemidos de homem e senti seu pau pulsando depois o esperma bem quente saindo, gosto muito ruim eu ia cuspir mas terminei por engolir tudo.
Depois, ele me virou e ia tirar minha calcinha se quase que eu iria perder minha virgindade ainda. Mas paramos por ali mesmo…. pq eu estava naqueles dias e não quis… mas se eu não estivesse menstruada talvez hoje estaria sem meu cabacinho pois eu estava doida de tesão e queria muito dar a xaninha…
Espero que tenham gostado …

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

A CRENTE SAFADA (CÁTIA)

Do lado da minha casa existe uma igreja de crentes, várias vezes acordei c/os gritos que soam do som daquele lugar, uns dias atrás comecei notar uma voz diferente na igreja, o alto falante desta vez se ouvia a voz de uma mulher c/voz grossa e estridente, já estava de saco cheio quando resolvi reclamar junto ao pastor da mesma. Eu o conhecia chamava Hélio,um dia indaguei junto ao Pastor Hélio:

-Poxa pastor o senhor sabe que nunca liguei,p/as gritarias da sua igreja mas desta vez ,está demais,esta mulher tá estourando meus ouvidos … Ele então respondeu:

-Desculpe ,Marcos mas minha mulher está fazendo minha vez, já que estou ruim da garganta..

Na hora me dei conta da gafe,a gritona era mulher do pastor. Tentei me retratar:

-Desculpe Pastor.. Ele me compreendeu e disse:

-Tudo bem rapaz,não tem problema sei que a voz dela é estridente e forte,veja ela está aqui .. Então o Pastor chamou sua mulher:-Cátia ,venha aqui um minuto. E lá que me aparece Cátia ,uma mulher dos seus 34 ou 35 anos ,uma mulher madura,olhos castanhos bem grandes,cabelos pretos até a cintura ,uns 65 kg, alta c/ quase 1,80 de altura,uma cintura fina e um quadril muito largo,fiquei pasmo c/aquela mulher, Pastor Hélio me apresentou.

-Veja Marcos esta mulher que está tirando seu sono. Brincou… Pensei comigo mesmo :

-Nossa que gostosa ,agora sim é que vai tirar meu sono.. O Pastor Hélio era um cara super legal comigo ,pensei comigo mesmo que não deveria fazer uma sacanagem destas c/ele..

 Passaram-se os dias ,até que vou lavar meu carro de manhã,e a mangueira estoura ,imaginem Água p/todo lado inclusive numa mulher que passava na rua ,e olha só quem se molha, A Gritona.. Na hora fui socorrer :

-Desculpe Cátia ,tentei ajudar mas seu olhar foi de reprovação,como quem quisesse me matar. Ela apenas disse:

-Tome cuidado c/as pessoas puras,seu…..Não completou a frase. Eu fiquei PÊ da vida,mas ignorei também..

Em outra ocasião como se parecesse azar, fui tirar o carro e quase a atropelei. Desta vez ela veio a mim c/toda a raiva do mundo e disse:

-Seu impuro, descomungado, por que não olha por onde anda, está tentando o quê hein?

Procurei mais uma vez argumentar,mas c/ela isso não existia. Se aproximou de mim ,c/toda autoridade que achava que tinha e falou bem alto:

 -Olha mais uma gracinha,e vc vai ver do que sou capaz. Nisso colocou o dedo no meu nariz..

Eu de tanta raiva ,dei uma mordida no dedo dela. Cátia,ficou pasma,tentou me dar um tapa na cara,segurei sua mão e dei uma lambida,parecia que nunca tinha visto isso,ficou vermelha e foi embora..

Passei um bom tempo preocupado pensando o que o pastor acharia disso.. Um belo dia ,minha vizinha amiga de criança,diz que quer falar comigo urgente a respeito de Cátia,fiquei muito preocupado,pensei:-Agora o Pastor me mata.. Então que minha vizinha que frequentava a Igreja me diz:

-Nossa Marcos ,o que você fez c/a Cátia? Repondo:

-Foi um erro estou arrependido, o pastor vai me matar não é? Ela me diz:

-Não, Marcos ele não sabe,mas você não sabe o que vi o que presenciei no banheiro, a Cátia gritando seu nome ,te xingando das mais inimagináveis palavras,Puto,vagabundo, caralhudo, safado.

Eu me assustei pensei que estivesse sendo violentada,quando me deparo c/uma cena maluca. Fico pasmo pergunto:

-O que me diz ,o quê? O que ela me fala é pior ainda. -

A Cátia enfiando o cabo de uma escova na boceta,sem roupa nenhuma, toda arregaçada e lambuzada, dizendo p/acabar c/ela ,estava fora de si..

-O quê mais ,me diga..supliquei. Ela então continuou:

-Cátia parecia que tinha gozado,se levantou, e parecia que tinha se controlado, quando então fiquei surpresa,aparece ao lado dela adivinha quem? -Quem ,pergunto louco de curiosidade e meu pau quase estourando a cueca. Ela então dá uma risadinha e responde:

-Pastor Hélio,de pau duro ,cheio de hematomas, parecia que tivesse apanhado de vários homens.. Quase desmaio,l evei umas boas horas p/acreditar naquilo que minha vizinha me relatou. Saindo na rua quase de noite observo,Cátia e o Pastor Hélio se dirigindo ao carro,realmente o Pastor estava c/uma cara de espancado…

MEU PADRINHO ME DEU UM PRESENTÃO (CONTO GAY)

Meu nome e Noslige, 37 anos, 1,83 m de altura, peso 115 kg, tenho uma ótima aparência, a minha presença impõe respeito, sou de família Evangélica e também frequento a igreja. Esta é a minha história:

Em 1982 conheci uma moça e em 1986 me casei com ela, foi uma grande festa, convidamos muitas pessoas e convidamos também, é claro os padrinhos, tenho um grande amigo da família, o Zildo, que é muito querido por todos, e, ele foi o meu padrinho de casamento. Mesmo casado, continuei tendo um grande desejo por pênis, na infância foram várias as brincadeiras de troca-troca e eu gostava muito de chupar um peruzinho, Não me interesso propriamente por homem, gosto muito de minha mulher, hoje temos dezessete anos de casados e três filhos, gosto muito de transar com minha esposa, somos muito liberais na cama, fazemos um delicioso 69, variamos o máximo possível, adoro quando ela enfia os dedinhos no meu cuzinho enquanto chupa o meu pau. Assim tem sido minha vida de casado até o ano 2.000 quando resolvi ousar um pouco mais, pois até então eu vivia somente de fantasias, via muitos filmes pornô gay, comprava revistas, gostava e gosto muito de contos.

Em uma de minhas viagens a BH resolvi visitar uma sauna gay, por curiosidade e muito tesão. Mas, com muito medo, apenas assisti filmes, frequentei a sauna, e olhei bastante os pintos disponíveis, mas não tive coragem de tomar nenhuma iniciativa. E, quando eu menos esperava, na ducha da sauna, quem estava lá, o Zildo, meu padrinho de casamento, que eu tinha uma leve desconfiança de que ele era um simpatizante, mas não tinha certeza. Fiquei todo sem graça, não sabia o que fazer, nos cumprimentamos, tentei ser o mais natural possível, ele um coroa enxuto (50 anos) com um pau maravilhoso, e a partir daí, não saiu mais de minha cabeça, pensava nele o tempo todo: preciso realizar meu desejo de chupar e de ter um pau no meu cu, e parar de ficar enfiando coisas no meu rabo (cabo de rodo, desodorante, etc. ). Assim, comecei a tramar um plano. Liguei para o escritório do Zildo e perguntei se podia falar com ele pessoalmente (Ele é um executivo muito ocupado), ele me atendeu e disse que me esperaria. Fui. Chegando lá começamos a conversar, e pouco a pouco, eu fui abrindo o jogo com ele (uma espécie de confissão, pedindo aconselhamento, mas querendo outra coisa). Disse que amo minha esposa, que jamais gostaria de magoa-la, mas que sentia um enorme desejo de me relacionar com um homem e que tinha medo de ser descoberto. Ele então começou a me falar de suas experiências, disse que era um adepto do sexo entre homens, mas que era ativo, conversando, chegou o horário do almoço e fomos almoçar juntos, enquanto almoçávamos ele com muito jeito me disse que se caso eu quisesse experimentar com ele, ele estava disposto a me proporcionar esta experiência com toda discrição, eu, meio sem graça, cheio de tesão e sem saber o que fazer, respondi que pensaria e ligaria para ele para dizer qual era a minha decisão.

Naquela tarde eu não conseguia nem trabalhar de tanta expectativa. Lá pela 5 horas, liguei para ele e ele com muita alegria me atendeu, eu disse que estava disposto a fazer-lhe uma visita naquela noite (Ele é divorciado e mora sozinho), ele então me disse que as 18:30 me pegaria no centro e iríamos para seu apartamento. No horário, eu muito tenso, o esperei e fomos para o seu apartamento. La chegando, ele me disse para ficar a vontade, me mostrou o seu quarto, com cama de casal, pôs uma fita para passar e me disse para ir assistindo que isto ajudaria muito, e foi tomar um banho, eu comecei a assistir a fita, onde tinha vários homens transando, chupando, dando e isto me deixou doidinho, então também fui tomar um banho e fazer uma higiene no cuzinho que estava preste a ser deflorado por um verdadeiro membro (por estar sem graça, fui para outro banheiro) quando voltei para o quarto o Zildo estava nu, com aquele maravilhoso instrumento de prazer totalmente duro, deitado assistindo a fita, ele se levantou enquanto eu me assentava na cama. Ele com muita calma chegou perto de mim com aquele pau que eu tanto desejava, senti aquele odor gostoso de macho, dei uma lambidinha na ponta, segurei com a mão (que sensação maravilhosa pegar em um pinto duro!!) coloquei a cabeça (arroxeada) na boca e senti aquele delicioso gosto de homem, enquanto ele começou a me massagear os mamilos, então chupava gostoso, não consegui engoli-lo todo pois mede (18×4), continuei me deliciando. Ele então se deitou e eu de joelhos na cama comecei a chupá-lo todo, chupei as pernas peludas, chupei o saco, novamente chupei aquele mastro com gosto enquanto Zildo me acariciava os cabelos e passava mão na minha bunda, que coisa gostosa!!!! Depois fui subindo lambendo aquela barriginha bem feitinha, e enquanto eu masturbava aquele pau, fui chupando e mordiscando os seu peitinhos enquanto Zildo gemia de prazer, fui subindo, lambendo o pescoço, a orelha, dando umas mordidinhas de leve, cheguei aos seu lábios e dei-lhe um beijo (nunca tinha beijado um homem, que delícia!!!) depois me deitei sobre ele, sentindo aquele pau na minha barriga e voltei e fiquei mais uns dez minutos mamando naquele pau, depois ele me deitou, e enquanto batia uma punheta no meu pau, lambia os meus peitinhos e me mordiscava e beijava enquanto me falava: Heim!! Meu afilhado você quer dar para mim??? Eu respondia: Sim padrinho, me come todinho, tô louco para sentir este pau todinho dentro deste meu cuzinho virgem que tanto te almeja…. Eh????? Gordinho gostoso, o teu padrinho vai te comer gostoso, você vai receber o meu presente já já’!!! Vem gostoso, já não aguento mais, mete gostoso, que este cuzinho é todo teu… ele então pegou o ky passou no pinto, me deu um pouquinho no dedo e eu lubrifiquei bem a minha rodelinha virgem de pau, então ele me disse: Fique tranqüilo que eu vou te fazer feliz!!!! Fiquei de quatro, ele me disse com carinho, levante bem esta bundinha, eu obedeci, enquanto olhava no espelho aquele maravilhoso homem de pau duro atras de mim, pronto para me penetrar com aquele pau gostoso, ele então encostou o pau no meu buraquinho virgem e começou a pressionar com muito cuidado, senti uma dor dilacerante, mas não queria desistir, apenas pedi para parar um pouco e depois ele continuou. Mas que dor!!! Que tesão!!!! De repente senti como que minha bunda tivesse sido rasgada ao meio e a cabeça entrou, pedi para parar um pouco, estava suado, ele com toda a compreensão, parou. Eu respirei fundo e disse: vai gostoso pode meter que eu tô adorando, ele então foi enfiando devagar, quando senti os seu pelos roçando a minha bunda e o seu saco bater na porta do meu cuzinho. Era incrível!!!, aqueles 18 cm todinho dento de mim, e agora a dor já estava passando, enquanto ele ficou parado me alisando a costas, passando a mão na minha cabeça, em seguida eu disse, tira tudo gostoso e põe de novo, ele assim o fez, foi tirando bem devagar e quando tirou tudo eu senti aquele vazio dentro de mim e pedi: Vai, gostoso!!! Mete… vai.. enfia tudo que eu quero te sentir todinho dentro de mim. Então ele começou aquele vai e vem gostoso e eu me deliciava, o meu pinto até babava de prazer, olhava no espelho e via aquele homem maravilhoso entrando e saindo e via aquele rosto de prazer se deliciando enquanto arrombava o seu afilhado gordinho que pela primeira vez realizava o seu grande desejo. Depois me colocou na posição de frango assado e meteu bem gostoso enquanto olhava para mim e perguntava: Tá gostando, tá? Tá gostoso, tá? Eu dizia: é maravilhoso, mete vai, não tô sentindo mais dor nenhuma, só tesão, ele me deu um beijo enquanto socava aquele pinto todinho no meu alegre cuzinho, depois me virou de lado e me enrabou de banda, enquanto pegava no meu pinto e eu me deliciava, não queria que aquilo acabasse nunca, depois me pediu para ficar de pé, colocar as mão encima da cama e ficar de bunda arrebitada, ele veio por traz e colocou toda a sua força dentro de mim, enquanto gritava e me dizia sempre: Que bom comer você, quero te comer sempre!!!!!!, Enquanto me bombava eu já estava quase gozando, coloquei a mão no meu pinto e somente massageava, enquanto ele me segurava pela cintura e metia gostoso, quando senti todo o meu corpo invadido pelo prazer, gozei como nunca tinha gozado, ele então me deitou de barriga par baixo, abriu as minhas pernas e meteu mais uma vez aquele pau na minha bunda e eu parecia que não parava mais de gozar, ele então se enrijeceu todo, gritou bem alto: Gostoso!!!!! E tirando o pau do meu cu, gozou nas minhas costas, eu então senti aquele leite quente nas costas, ele então se apoiou em cima de mim, pude sentir o seu batimento cardíaco o quanto estava acelerado, e ele todo prazeroso continuou em cima de min por muito tempo. Eu realizado pois estava sentido em cima de mim o homem que realizou o meu grane desejo, depois ele se deitou ao meu lado, me deu um beijo e eu fiquei acariciando aquele pau adormecido que tanto me dera prazer,. Depois ele foi até a cozinha, trouxe um copo de vinho e nos deliciamos, enfim fui tomar o meu banho (Sem molhar a cabeça, pois não podia chegar em casa com a cabeça molhada) me despedi dele e fui para casa, ali chegando, todo contente como quem tinha ganhado uma promoção no serviço, abracei minha esposa dei-lhe um longo beijo, a levei para cama e a comi gostoso, ainda sentido o meu cuzinho todo dilatado da foda anterior. Depois disso, tornou-se rotineira as minhas visitas ao meu padrinho e rolou coisas deliciosas que se possível contarei mais tarde. Bom, este é um conto verídico, aconteceu comigo enquanto morava em Minas Gerais, hoje, moro em uma cidade do interior de São Paulo (Vale do Paraíba). 

sábado, 17 de agosto de 2019

CADELINHA GORDINHA

Trabalho em uma empresa que funciona 24 horas, mesmo aos fins-de-semana e feriados. Nestes dias, porém, a empresa funciona em esquema de plantão. Desta forma, apenas dois funcionários trabalham, um no atendimento e outro na produção.
Há alguns meses, uma nova funcionária foi contratada para o atendimento. Ela não é de forma alguma a personificação da beleza, embora não seja feia também. Ela tem cerca de 1,50 m, é gordinha (um pouco mais do que cheinha, mas sem ser enorme), tem cabelos pretos e olhos idem. Seu nome é Bianca.
Bianca sempre foi simpática, embora reservada. Tinha um jeito muito recatado e certinho, com roupas sempre sérias. Mas sempre que trabalhávamos juntos percebia que ela ficava a tarde toda no IRC, batendo papo (nossa empresa possui um link direto com a Internet). Nunca esquentei a cabeça, até porquê ela é evangélica e imaginava que estaria em algum canal de religião.
Um belo dia, porém, ela saiu para almoçar e eu precisei ver algo no micro dela (estava refazendo algumas configurações na rede). Quando liguei o monitor, que ela havia desligado, vi que o programa de IRC estava aberto, e que ela estava num canal de sexo! Isso me intrigou e excitou bastante! Dei uma olhada nas mensagens, mas apenas o canal estava aberto. Não havia nenhuma janela de mensagens particulares com outro usuário.
Disposto a me divertir um pouco, anotei o servidor, canal e nick que ela estava usando. Terminei de fazer o que tinha de fazer no micro e deixei-o como estava. Logo que voltou do almoço, ela foi para o micro e recomeçou a digitar. Esperei um pouco e logo depois entrei também no canal em que ela estava, com um nick qualquer.
Ela provavelmente estava falando com muita gente, pois demorou um bom tempo para me responder pela primeira vez. Mas, como fui insistente, acabei recebendo um oi. Comecei com aquele papo cerca-lourenço de sempre, perguntando como ela era, etc e tal, e ela foi dando corda, se descrevendo sem mentir e perguntando como eu era.
Levei a brincadeira por uns 10 minutos, até que ela pediu minha foto. Disse que era cedo ainda para trocarmos fotos, mas que eu estava gostando bastante de conversar com ela. Neste ponto da conversa, o que era só uma brincadeira da minha parte começou a virar uma boa possibilidade de acabar comendo a menina. Afinal, ela não deveria estar em um canal de sexo só para falar de amenidades…
Parti para o ataque, e comecei a falar coisas mais quentes. Percebi que ela passou a dar mais atenção ao papo comigo, respondendo mais rápido e falando mais. Logo, logo, estávamos praticamente transando pelo IRC. Olhando para a mesa onde ela estava, imaginava o que ela ia fazer quando descobrisse que era eu quem estava falando com ela… Pude perceber facilmente também que ela estava excitada, pois se remexia na cadeira e vira e mexe colocava uma das mãos por baixo da mesa…
Decidi que era hora da cartada final. Perguntei pelo IRC: “Você gosta de sexo oral?”. Ela respondeu que sim, adorava, principalmente um 69… Eu, de sorrisinho no canto da boca, respondi: “Eu adoro minhas fêmeas com a cara e a boca cheia de porra. Você gosta de leitinho?”. Vi ela se remexer na cadeira, sorrir e passar a língua nos lábios, como uma puta tarada. Ela respondeu: “Sim, adoro mamar no pau dos meus machos!”
Pensei: “É agora ou nunca!” Levantei, então, e olhando nos olhos dela, disse: “E que tal um leitinho agora?” A menina olhou para mim com cara de quem não entendeu nada. Olhava para a tela do micro, depois para mim, e de novo para o micro, e foi ficando vermelha e vermelha, percebendo que na verdade falara todo aquele tempo comigo e agora estando sem saber o que fazer. Me aproximei devagar, como coração aos pulos, e comecei a alisar seu cabelo, falando: “Ora, Bianca, ninguém vai saber… Eu sei que você está cheia de tesão, e eu também estou. Afinal, estamos os dois aqui sozinhos, sem ninguém por perto…” Enquanto falava, ia deixando minha mão percorrer o rosto dela, seus cabelos, sua orelha… Me encostei na cadeira, deixando meu pau já quase arrebentando a calça encostar em seu ombro. Bianca estava visivelmente excitada, mas ainda não havia decidido o que fazer. Foi aí que resolvi arriscar de vez… Abri o zíper da calça e coloquei meu pau para fora. Mudando de posição, fiquei ao lado da cadeira dela, e deixei o pau bem na altura daquela boquinha de puta. Bianca, que até aquele momento ainda olhava para a frente, finalmente começou a se virar. Olhou para mim, e devagar, sem tirar os olhos dos meus, colocou a língua para fora e engoliu meu pau todo de uma vez!
Aquela língua macia, aqueles olhos que não deixavam os meus, toda aquela situação me havia deixado em ponto de bala. Segurei os cabelos da gordinha e comecei a foder sua boca, enquanto ela tentava ao máximo respirar sem ter que soltar meu pau. Comecei a chamá-la de vaca, vagabunda, puta, todos os nomes que pude lembrar, enquanto metia naquela boca de piranha com vontade.
Alguns minutos se passaram e eu senti que não podia mais aguentar. Disse então: “Se prepara, piranhinha, que seu leitinho vem aí!”. Comecei então a esporrar em sua boca, e ela a segurar minha porra de forma ávida em sua boca gulosa. Espasmo após espasmo, fui enchendo aquelas bochechas cheinhas com meu suco, até que finalmente terminei e me segurei na mesa para não cair. Ela, então, começou a deixar a porra escorrer pelos lábios, e com a mão melou todo o seu rosto, me provocando com o olhar.
Aquela visão foi demais prá mim, e logo logo estava de novo com o pau duro. Já que ela parecia estar gostando, resolvi que ia continuar a tratá-la como uma vagabunda. Sem falar nada, tirei meu cinto e o prendi em volta do pescoço dela, que me olhava curiosa. Depois, tirei também o cinto dela e o prendi ao meu, fazendo uma espécie de coleira. Falei então: “Fique de quatro, cadela!”. Bianca obedeceu, e ficou de quatro, mas antes tirou toda a roupa. Seus seios eram enormes, e embora não fossem de todo firmes não eram caídos como imaginei pela sua gordura. Sua bunda era muito grande também, mas sua boceta era totalmente raspada e muito convidativa. Mandei que ela latisse, e ela obedeceu, me deixando ainda mais louco. A menina realmente era tarada, e sabia como ninguém ser uma puta completa.
Me ajoelhei por trás dela e apontei meu pau na bocetinha inchada. Ela olhou para trás e fez cara de quem estava doida, muito além de Marrakesh. Com toda aquela lubrificação que jorrava da racha da gordinha, meti a vara de uma vez só sem qualquer dificuldade. A menina deu um grito de prazer ao sentir minha pica alargando sua boceta, e começou a rebolar como uma louca. Eu, com a “coleira” na mão, puxava a cabeça dela em minha direção e comecei a bater na bunda branca e gorda, deixando ela toda vermelha. Bianca gritava e pedia mais, dizendo coisas como “bate na sua cadela, mete a vara na minha rachinha, me rasga, me machuca!”. Eu fui ficando cada vez mais excitado, e quando Bianca deu um grito louco e gozou abundantemente meu pau explodiu dentro dela, melando o útero da cadela gordinha com minha porra.
Depois deste round, me deitei no carpete da sala para descansar. Bianca, porém, parecia incansável. Veio de quatro até mim e continuou a representar seu papel de cadelinha. Lambeu meus pés, depois minhas pernas e por fim começou a lamber de novo meu cacete, que estava cheio de porra e do suco de sua vagina. Ela lambia e gemia, e começou a se masturbar com uma das mãos. Com este estímulo, mesmo depois de duas gozadas quase seguidas meu pau começou a responder. Só que desta vez eu tinha uma ideia certa do que queria fazer…
Deixei que a putinha me chupasse por alguns minutos, e comecei a masturbá-la com a primeira coisa que encontrei: O miolo de um rolo de papel de fax. Ela já gritava com meu estímulo, e logo gozou de novo, quase arrancando meu pau com a excitação. Finalmente ela se deitou um pouco, de bruços, para descansar.
Me levantei e fui até a sala onde se conserta os computadores da empresa. Voltei de lá de pau ainda duro, com uma lata de vaselina na mão. Com Bianca ainda de bruços, encharquei minha pica com a vaselina e me ajoelhei entre suas pernas. Afastei suas ancas e coloquei meu pau na portinha do cú da cadela. Só então ela percebeu o que eu queria, e começou a tentar se levantar, falando que não queria, que ela nunca tinha feito aquilo, que ia doer, etc. Eu forcei seus ombros para baixo, a obrigando a permanecer deitada. Coloquei meu dedo cheio de vaselina no cuzinho virgem, depois um segundo e um terceiro. Bianca começou a pedir baixinho para que eu parasse, e por fim começou a chorar. Eu ignorei as lágrimas (que na verdade só me excitavam mais) e tirei meus dedos, empurrando o pau com força. Bianca deu um grito de dor lancinante, e suas lágrimas ficaram mais abundantes. Comecei a fuder aquele cu dizendo a ela que cadelinhas tinham que tomar no cu, que era por ali que os cães transavam, e coisas assim. Também peguei novamente o rolo de fax e comecei a enfiar em sua boceta, masturbando-a. Com o tempo, a dor foi indo embora e logo Bianca começava a rebolar e pedir mais. Eu comecei novamente a xingá-la de todos os nomes que me lembrava e a meter com força, até que ela começou a gozar e apertou seus músculos do ânus em meu pau. Aquela pressão foi o que faltava para que eu gozasse loucamente, melando o terceiro orifício daquela puta gordinha…
Depois disso, me deitei e mandei que ela limpasse meu pau, o que ela obedeceu prontamente. Disse a ela para ir se lavar, e me vesti. Ao sair do banheiro, ela parecia novamente aquela menina recatada de mais cedo. Só eu conhecia seu segredo…
A partir daquele dia, sempre que podia fazia Bianca me pagar um boquete ou pelo menos uma punheta. Muitas vezes ela me chupou no banheiro e engoliu minha porra toda, para não dar bandeira. E nos finais-de-semana, sempre tinha minha cadelinha para me divertir nos plantões…

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

CRENTE, A DONA DO CÃO

A DONA DEBORA A empregada de nossa casa era dona de um cachorro boxer, o Piteco, e pediu para eu examiná-lo pois ele não conseguia cruzar com uma cadela.

Foi no princípio deste novembro de 2000. D. Débora é uma solteirona destas convictas, já tem uns 48 anos. É uma mulher alta, corpo cheio, seios grandes, cabelos louro pintados, enfim, uma coroa enxuta, mas invicta. Crente, muito religiosa, achava que tudo era pecado, principalmente em relação a sexo. Suas conversas eram sempre sobre pecado, religião, caridade, etc.

Eu fui até a casa dela e comecei a examinar o cão. Boxer é uma raça mansa e bastante sem vergonha e logo ele estava subindo na minha perna e tentando trepar como quase todo cachorro mais novo faz. Fiquei observando o constrangimento da mulher e falei com ela que o que ele precisava aprender a fazer sexo direito, ficava muito afoito, precisava descarregar a ansiedade. Ela ficou sem graça, muito vermelha e disse que isto seria difícil, mas que tinha ouvido falar que se tocasse o pênis com a mão e o deixasse fazer assim uma masturbação ele se acalmaria.

Como eu era veterinária, ela queria saber se isto resolveria, se existia algum aparelho tipo vibrador para fazer, etc. Deu vontade de dar umas risadas dela, mas levei o papo para um lado mais técnico e falei que com a mão dava para fazer até ali, na hora. Ela enrubesceu de novo, gaguejou um pouco, muito sem graça. Eu então levei a mão na base do pinto do Piteco e ele, prendendo meu braço com as patas, começo a foder na minha mão. O cacete dele saiu todo da pele, molhado e vermelho e engrossou muito. Parei logo e ele ficou com aquela enorme coisa pendurada pulsando e molhando todo o tapete dela. Olhei para D. Débora, ela estava ofegante, vermelha e olhando fascinada para a pica do cachorro. Então, com muito jeito, eu falei que seria melhor de outro jeito, se ela quisesse… Ela somente assentiu com a cabeça, eu tirei minha calça e me pus de quatro na frente dele. Ele subiu rápido e enfiou o cacete em mim mais rápido ainda. Segurei o nó de fora e ele foi me fodendo. Olhei a mulher, ela estava histérica e, levantando a saia, tirou a calcinha, se pôs de quatro e disse:

“Deixa ele vir em mim, deixa que eu não estou aguentando mais.” Assim que ela ficou na posição, mesmo antes de eu fazer qualquer coisa, Piteco saiu de cima de mim, pulou sobre ela e numa estocada certeira enterrou tudo, indo o cacete e o nó para dentro daquela  boceta muito peluda. Eu estava muito excitada, peguei uma escova de cabelo em cima de uma mesinha e me masturbei com o cabo dela enquanto o cachorro fodia a dona. Ela gemia, gritava, pedia mais e, logo que ele parou, tentou se levantar, mas estava grudada nele. D. Débora se desesperou, tentou levantar de novo, o cão ficou meio pendurado, ela gritou e ajoelhou no chão de novo, gemendo e chorando. Eu falei para ela ter paciência e esperar que sairia sozinho. Ele ficou de costas para ela e, como tinha o rabo cortado, dava para eu ver só um pedaço do pau dele de fora. A boceta dela estava estufada e escorria um pouco de um líquido de dentro.

Aí começamos a conversar enquanto esperávamos, ela disse que era virgem, o cão vivia trepando na perna ela e ela já estava louca para dar para ele, mas tinha medo. Que ela tinha me visto esfregando o cacete de um cachorro em casa e então resolveu me chamar para pedir para eu ensinar para ela, mas não sabia como entrar no assunto. Já que eu tinha começado, ela queria saber mais, se não dava doença, se não a machucaria, se fazia mal para o cachorro comer uma mulher. Eu lhe falei então que o Piteco deveria ser sempre vacinado, mantido com boa saúde, que a foderia sempre que ela quisesse. Que ela não deveria abusar senão ele ficaria fraco. Ela perguntou se três vezes na semana ele dava conta e eu falei que, bem alimentado, até todos os dias.

Nesta hora, ela já relaxada e ele tendo já esporrado tudo, estava saindo de dentro da boceta dela um caldo claro, escorrendo pela perna e molhando o tapete todo. Fiquei olhando bem de perto (adoro ver esta hora), a boceta dela foi inchando, abrindo devagar, ela gemeu um pouco e o nó saiu de uma vez, saindo logo todo o pau dele. Ela deu um grito e desabou no tapete de bruços. De dentro de sua chana espirrou uma quantidade enorme de porra misturada com sangue. Piteco que começou a lamber ali tudo. Ela disse que tinha tido uns três orgasmos na foda e teve um novo agora com as lambidas dele. O cacete dele ainda estava todo de fora, pendurado e pulsando, saindo esguichos de porra da ponta. Ela olhou aquilo e falou: “Nossa, na minha primeira metida eu aguentei tudo isto? Doeu mas foi divino. Mas estou toda arrombada, arrebentada.”

Foi assim que assisti um cão tirar a virgindade de uma solteirona, sua dona. Nesta segunda feira, 20 de novembro de 2000, quando chegou no serviço, ela me falou que no domingo ele havia comido seu cu também virgem e que doera para burro. Tinha ficado engatado quase uma hora no cu dela. Realmente ela estava andando meio torta, com as pernas abertas. D. Débora falou ainda que nunca mais ia ficar imaginando o pau dos homens da cidade. O pau do Piteco bastava para ela, com a vantagem que ele não contaria para ninguém. 

sexta-feira, 21 de junho de 2019

EU ENTRE ESPOSAS EVANGÉLICAS... PARTE 2 (CAROL)

Bom, todos que leram meus contos, sabem das minhas preferências…este é continuação do conto Eu entre esposas evangélicas… O inicio .
Como sempre estou em Curitiba e é lá que encontro minhas amiguinhas…
A Mara já tinha vindo eu a acompanhei, como vocês leram no conto anterior, então a Carol, como eu já esperava, também veio. O marido dela me ligou dizendo que ela tinha um compromisso, pela manhã e não conseguiria vir de ônibus a não ser que viesse um dia antes, mas ele estava preocupado, pois ela nunca pousou sozinha, então era para mim acompanhá-la até um hotel. Tranquilizei o corninho, e preparei o terreno. Na verdade a Mara tinha preparado ela como eu queria…
Eram umas 16:30 h, como combinado ela, quando o ônibus chegou. Ela estava linda, uma mulher de 35 anos, bem cuidada, com uma roupa discreta e como só tínhamos tido um contato telefônico e no mais foi a Mara que contou de mim, eu tinha que dar minhas especiais boas vindas.
Dei um abraço bem gostoso, e falando bem no seu ouvido, falei que ela estava deliciosa e que estava feliz pôr Ter vindo. Ela se arrepiou toda e sorriu. Perguntei se estava pôr minha conta , ela meio tímida, disse:
Sou toda sua..! Peguei uma mala pequena que tinha e fomos ao carro. Quando ela foi entrar, abri a porta e pedi que esperasse um pouco, e sem dizer nada fui atrás dela, coloquei suas mãos no carro e após conferir se era seguro, levantei seu vestido e baixei a calcinha; ela passiva, levantou um pé depois o outro me ajudando a tirar. Mandei ela entrar mas que levantasse a saia antes de sentar. Dei a volta e entrei e saimos. Ela estava corada, e parecia estar tremendo. Num sinaleiro, parado, dei meu primeiro beijo nela. Foi um beijo apaixonado, parecia que fazia tempo que não ganhava um assim. Fomos num shoping, n saída da cidade para comer alguma coisa e eu aproveitar para exibí-la. Enquanto esperávamos ser atendido, eu sentei na praça de alimentação e deixei ela em pé ao meu lado. Estava lotado, pelo horário, pois era final de tarde, então comecei a tocá-la pôr baixo da saia. Como ela estava em pé ao meu lado, consegui fazer isso sem ser notado. Ela de inicio estava em pânico, mas quando viu que eu iria tocá-la de qualquer jeito, sem que eu pedisse abriu as pernas e facilitou. Eu colocava meus dedos entre seus lábios, tirava e descia tocando suas pernas até o tornozelo e voltava a tocar naquela buceta peluda…e comecei a enfiar meus dedos dentro dela. Sua buceta estava molhadíssima e isso facilitava tudo. Ela já nem se preocupava mais onde estava, parecia que a qualquer momento iria gemer como uma putinha…. Enfim chegou nosso pedido, comemos e saímos. Toquei direto a um motel, e ela ficou maravilhada com os espelhos, nunca tinha ido a um. Antes de nos despir, comecei a tocá-la, beijá-la, ela estava embriagada pôr tudo o que estava acontecendo… Sentei na cama e mandei ela se despir. Ela meio com vergonha começou a me obedecer. Seu corpo não era de nenhuma menininha, mas era uma pela branquinha, sedosa, uma buceta peluda, elogiei seu corpo e meu pau duro como estava, liberei-o e pedi pra tomar uma ducha e ela veio junto. Ala ficou encantada com meu pau, pois a cabeça fica sempre exposta, ela massageava meu pau como que segurando um prêmio. Deixei ela curtir sem interromper el se ajoelhou e embaixo da água começou a chupar…era indescritível a cena, aquela mulher bonita, toda recatada que quando a conheci mal me cumprimentou agora, joelhada com meu pau na boca…que tesão…
Fomos para a cama e aí eu fui dar um banho de lingua, chupei e beijei cada pedacinho do seu corpo e na sua bucetinha me demorei ate não aguentar mais…ela tremia, puxava meus cabelos, estava apaixonada.
Coloquei ela de franguinho assado e comecei a enfiar…ela meio assustada pedia pra colocar, parei e mandei ela pedir. Ela pedia mas em tom baixo, mandei ela pedir como uma putinha, ela foi se soltando e pediu como eu queria aí enfiei de vez…tirava tudo e colocava novamente…pedi que ela abrisse com suas mãos a buceta pra que seus pêlos não atrapalhassem, não entrassem junto e ela fez…como eu comi…foi um momento tranquilo, com calma, a gente curtia um ao outro, dava pra sentir com a cabeça do pau cada avanço dentro dela. Isso durou uns 40 min.. e então pedi pra que ficasse de 4. Aquela mulher que nunca tinha sido sequer tocada na bundinha, agora iria receber um pau lá dentro. Ela estava com medo, mas me obedeceu me olhando como quem pede calma…fiz uma massagem nela e coloquei meu pau novamente na buceta dela, agora pôr traz e comecei com um pouco de KY Gel, brincar no seu rabinho virgem, cada avanço do meu dedo eu via seu rabinho piscar, que tesão. Quando ela estava relaxada e eu já enfiava dois dedos com facilidade, tirei o pau da buceta dela e comecei a forçar. Ela ficou quietinha e cada vez que ela relaxava meu pau avançava até que a cabeça passou; esperei um pouco e comecei forçar, fazendo uma massagem nas costas e nos ombros, o que fez com que ela se soltasse e empinasse a bundinha e eu aproveitando isso segurei seus cabelos e comecei a foder com força, eu tirava quase tudo e enfiava até o fundo, estava trado com aquela mulher ali arrebitada e gemendo a cada enfiada que dava, eu suava em cima dela, chegava a pingar nas costas meu suor e ela começou a pedir pra judiar dela, pra fazer dela minha puta, que ela queria dar muito, que seu marido era um corninho e nunca forçou o rabo dela, dizia que queria sempre eu comendo seu rabo, ela estava louca. Aproveitando este momento , perguntei se ela queria mais alguem comendo ela, ela disse: pode me dar a quem vc quiser, sou uma putinha agora. Aquilo me deixou louco e gozei…enchi aquele rabinho de porra e quando tirei o pau, ficou aquele buraco dilatado e escorrendo meu gozo…Ambos caímos exaustos… Ela deitou sua cabeça no meu peito e acabamos dormindo os dois. Algum tempo depois acordamos, tomamos banho e saímos. Ela vestiu agora, um vestido preto, solto e fino, e uma lingeri preta, cinta-liga, meia 7/8 e um salto alto. Ficou da minha altura e olha que tenho 1:81m,estava linda, e eu a tratei como uma princesa. Abri a porta pra ela entrar no carro e saimos. Fui a uma churrascaria bem movimentada e comecei a exibí-la. Quando sentamos, vi que o garçom estava vindo e beijei ela bem gostosa fazendo com que ele esperasse para nos atender. Ela ficou vermelhinha de vergonha, fizemos o pedido e enquanto ela pedia o que beber, eu tocava suas pernas e levantei um pouco a saia pra sentir sua perna. Ela deixou, mesmo sabendo que o garçon olhava.. ela estava com o tesão na flor da pele. Como a minutos atras eu tinha ouvido ela me dizer que eu podia dar ela a quem eu quisesse, falei a ela que iria ao banheiro e saí. Sem ela ver, liguei a um amigo que mora sozinho num ap. e falei que estava com a esposa de um amigo e que queria que ele e outro amigo meu, me fizessem um favor: seduzir ela sem eu estar junto. Marcamos de ele vir até a churrascaria e como conhecidência, me encontrar e me convidar para ir ao ap dele. Uns 20 minutos depois ele (Beto) chega junto com o Paulo. Apresentei eles à Carol e eles disseram estarem de saída e nos convidaram pra ir ao ap o Beto. Eu tinha que deixar ela sozinha então fiz um sinal ao Paulo que ligasse no meu celular. Ela saiu de perto de nós e enquanto eu pagava a conta meu celular tocou. Falei como se fosse verdade e pedi um momento e falei para a Carol, se ela não se importava em ir indo com eles e eu apenas iria resolver uma situação e logo chegava, ela ficou em pânico. Pôr não conhecê-los, e eu sem deixar ela negar dei um beijo e falei que já chegava, uns 20 minutinhos. Eles foram. Liguei ao Paulo e dei as coordenadas. Eles chegaram no ap. e eu já atras, porem entrei pela porta da cozinha, para não ser visto…eles colocaram ela sentada num sofá grande que fazia com que ela ficasse de costas pra cozinha, então eu podia ver tranquilamente. Começaram a conversar, eles elogiando seu corpo, falando que seu marido era corajoso em deixa-la comigo, que eu era comedor e que iria acabar comendo ela. Ela tentava se esquivar desta conversa e se mostrava impaciente pois olhava pro relógio o tempo todo. O Beto disse ir tomar banho e deixou ela com o Paulo. Ele sentou ao lado dela e perguntou se ela já tinha sido tocada pôr outro homem. Ela sem saber se mentia ou não, ficou calada pôr um instante, então o Paulo perguntou se eu já tinha colocado um chifre no marido dela. Novamente ela em silencio, então ele pegou nas suas mãos e levantou ela do sofá. Mandou ela levantar o vestido e mostrar o corpo, ela negou e tentou sair. Ele foi firme e falou: Putinha, levanta este vestido e me mostra o que pedi, vai. Ela assustada, sem saber o que fazer, levantou. Ela mandou ela vira e mostrar a bundinha, ela o fez. Que cena maravilhosa, ver aquela esposa linda, sendo passiva a um estranho, sabendo que tinha outro no banheiro e que a qualquer hora sairia. Foi o que aconteceu. Ela saiu e na porta olhando perguntou o que era aquilo. O Paulo falou que tinha descoberto uma nova putinha. O Beto veio e tocou na bundinha dela e ela segurando o vestido ainda sentiu sua calcinha sento retirada. O Beto veio e levantou seu vestido e tirou, deixando ela só com a liga, meia e o salto alto. Que tesão. Mandaram ela tirar a roupa deles, ela ainda sem reação, começou a tirar. Dava pra notar que estava com medo, mas estava tremendo de tesão. Eu deixei rolar mais, pois se eu tivesse visto que ela não queira teria entrado e acabado com tudo aquilo. Era o nosso trato. Mas como ela estava passiva, deixei. Ele sentaram no mesmo sofá e ela começou a chupá-lo. Ora num , ora noutro…quando o Paulo foi atras e se posicionou para enfiar na buça dela. Ela tentou argumentar, mas levou um tapa na bunda e o Beto segurando seus cabelos, disse a ela pra relaxar e aproveitar, enquanto eu não chegava, e o Paulo socou o pau. Era lindo ver ela gemer com um pau na boca…quando o Paulo estava pra gozar, levantou e trocou de lugar com o Beto e fez ela chupar…o Beto foi pra tras e enquanto o Paulo recebia uma chupeta, o beto perguntou se podia gozar no rabinho dela. Ela não respondeu. Ele deu um tapa e perguntou novamente, se podia enfiar no seu rabo. Ela tremendo, tirou o pau da boca e disse que podia. Eu pensei comigo: que putinha… e voltou a chupar. O beto então salivou o pau e o rabinho dela e foi enfiando…e começou a forçar até o fim. Ela gemia a cada socada e ele maluco segurava nos seus cabelos compridos e socava mesmo quando ouviu que o Paulo iria gozar na boquinha dela, o Beto aumentou o rítimo e os dois gozaram junto. Ela continuou de 4 com o pau do Paulo na boca e o Beto em seu rabinho mais uns instantes até que mandaram ela se lavar antes que eu chegasse. Ela foi e eu saí de onde estava e disse pra eles não dizerem nada, pra ela pensar que eu não sabia de nada e nem iria saber. Eu queria ver sua atitude. Ela voltou pra sala e com cara de espanto. Me perguntou se eu tinha chegado a tempo. Disse que tinha acabado de chegar e estava explicando a eles que teríamos que sair, pois estava com pressa. E fomos para um motel, pernoitar. Ela estava em silêncio, eu me desculpei pela demora e perguntei se eles tinho sido legais com ela. Ela só confirmou com a cabeça. Perguntei se eles tinham passado alguma cantada nela, ela apenas riu e me olhou. Insisti e mandei ela me contar o que fizeram…ela só disse que eles foram legais…e ficou quieta…
Chegamos e fomos pra banheira…namoramos como dois apaixonados, e explodindo de tesão que eu estava levei-a pra cama e dei pra ela chupar… Enquanto ela chupava, perguntei como ela se sentiu dando pra dois estranhos longe de mim? Ela assustada perguntou se eles me contaram, aí eu disse que tinha assistido…ela voltou a chupar e tarada me disse: obrigada, vc me fez sentir o que mais desejava e pensei que nunca iria acontecer…adoro vc… e eu coloquei ela de 4 novamente e comi…e explodimos os dois num gozo delicioso e caimos num sono digno dos deuses. Acordei com ela chupando meu pau, e começamos tudo novamente e assim fomos até o almoço. Aproveitamos o que pudemos e após o almoço a levei novamente à rodoviária e aquela mulher maravilhosa voltou ao seu maridinho, pedindo que eu não demorasse pra tê-la novamente. Eu não vejo a hora disso se repetir…mas acho que a próxima será lá na cidade dela e a Tati será nosso prato do dia …até lá…