sábado, 9 de setembro de 2017

UM EVANGÉLICO VIRGEM BATEU NA MINHA PORTA (GAY)

AUTORA: LAUREEN
CONTO: GAY


Acordei lá pelas dez da manhã zonzo ainda, com alguém chamando-me no portão. Não gostei nada disso. Eu estava morando de novo com meus pais , nesse dia em particular eles tinham saído cedo.

Iriam passar o dia fora e eu esperava dormir até tarde - a noitada de sexta foi de muito wisque, tanto que cheguei a casa por volta das cinco da manhã, bêbado que nem gambá.

E planejava dormir boa parte do para recuperar e quando acordasse iria pro aniversario de uma garota que estava curtindo naquela época. Nada sério apenas curtição.

Levantei-me da cama, enrolei uma toalha de banho na cintura e fui ver quem chamava com certa insistência no portão. Era um carinha de camisa branca, gravata e cara de anjo, branquinho, magro, mochila nas costas, fazendo o seu trabalho de sábado, um evangélico devia ter uns dezessete anos, mais ou menos, sei lá, pedia minha atenção com toda educação para falar um pouco sobre a Bíblia ,que fiquei sem jeito de dizer não. 

Eu disse então, meu chapa só se você entrar aqui que no momento estou sem condições de sair. Ele disse ok. Eu joguei as chaves do portão, ele passou e trancou, antes falou alguma para outros deles que certamente estavam pregando pela vizinhança.

Eu estava com uma tremenda cara de ressaca, tinha bebido todas e mais um pouco, mas o cara era tão educado, tão educado, que irritava tanta educação. Então pensei em deixá-lo sem jeito pra ver se ele se mancava falava o que tinha para dizer e depois iria logo embora.

Ele se apresentou –Ton era o seu nome, sentou-se no sofá e eu no outro, com aquela cara de sono de noite mal dormida. Ele riu da minha cara, e perguntou se a noite tinha sido boa. -Oh se tinha, eu disse, - a minha turma tinha ido rodar de carro e a gente bebia até a praia e isso foi até quase três e meia da manhã.

-Divertida vida, falou ele. Depois ele começou a pregação dele, com sua já citada educação. Eu respondia as suas perguntas mecanicamente. 

Eu ainda estava só de cueca com uma toalha de banho enrolada na cintura. 
Perguntei se isso o incomodava . Ele disse não. Ok, respondi. -Cara, pode continuar falando na boa, mas você vai ter que me acompanhar, preciso lavar meu rosto, escovar meus dentes e coisas do tipo. 

Beleza, falou ele. 
Então fui ao banheiro lavar o rosto e escovar os dentes, ele continuou a sua pregação. Eu o escutava mas não ouvia, e ele continuava.

Ele na porta do banheiro. Eu pensei, vou deixar esse carinha, mas sem ação, tirei minha toalha, coloquei em cima do boxe do chuveiro e fiquei só de cueca.

-Ton se quiser ficar ai, beleza – fui dizendo isso tirando minha cueca, - mas preciso tomar um banho, pode ficar à vontade. Ele levou meio que um susto, não disse nada, mas deu uma olhadinha pro meu pau.

Enquanto eu passava sabonete pelo meu rosto percebi que carinha estava se animando por dentro da cueca. E essa me deu uma ideia melhor.

Rapaz, vou aloprar, pensei e entrei logo em ação. Sai do box, cheguei perto dele, ele se assustou, mas não fez nada, rindo da cara dele peguei sua gravata e puxei-o pra mais perto de mim pude sentir o seu hálito de hortelã do creme dental.

Ele ficou paradão, meio assustado, sem ação e sem saber o que fazer, ou fazer algo. Eu fiquei olhando nos olhos deles enquanto minhas mãos trabalhavam rápido, uma desabotoava sua gravata a outra alisava suas costelas. 

Depois ambas estavam desabotoando a camisa dele e puxando de dentro de sua calça. A pele branquinha,seu perfume de macho gostoso e continuei alisando suas costas, ele apenas me olhava quieto. Com medo, ou coisa parecida.

Se antes eu queria que ele fosse embora, agora eu queria outra coisa. 
Coisa bem melhor. Ah, como é bom saber curtir com meninos e meninas. 
Eu comecei a beijar e a morder os biquinhos do seu peitoral e percebi que ele sentia dor e prazer, mas continuava quieto.

Eu fui descendo beijando e lambendo sua barriguinha e umbigo, ele quieto, nada dizia. Mordidinha no seu pau por cima da calça, desabotoei o cinto, abri seu zíper e baixei sua calça até os joelhos, novamente mordi seu pau, ele só me olhava.

Mas como ele não disse nada fui adiante, tirei seus sapatos e meias, tirei-lhe a calça,deixei-o só de cueca e camisa. Peguei-o pelo braço e o levei pro quarto, ele veio sem resistir, empurrei na minha cama, cheguei perto, dei um sorriso pra ele e arranquei sua cuequinha.

Ah, eu vou fazer esse carinha gemer e ainda me dar a bundinha dele, ah se vou. 
Comecei a chupar-lhe o pau com gosto e tesão, babava um pouco e eu sugava com mais gosto ainda, depois fui chupando seu bagos,meus dedos nervosos percorriam toda sua bundinha,agora ele estava de olhos fechados, biquinhos dos peitos durinhos, se entregando ao pecado como todo bom cristão evangélico . 

E com certeza estava gostando.

Eu fiquei de joelhos na beirada da cama, o levantei mais um pouco e fui inundar a bundinha dele com minha saliva, ele se apoiava na cama e mantinha os punhos fechados, se segurando.

Chupei seu cuzinho colocando minha língua o mais fundo que foi possível. Não conheço quem não goste disso.

Ele apertava o colchão da cama quase rasgando, eu fazia isso e o punhetava e ainda brincava com seu saco com a outra mão. 

Coloquei-o de joelhos na minha frente, fiquei de pé, cheguei meu pau a poucos centímetros da boquinha dele, então eu disse, -chupe, meu evangélico gostoso.

No começo ele pareceu resistir mas fiquei roçando meu pau na boca dele várias vezes até que parei bem em frente dos seus dentes e forcei a entrada.

Ele começou tímido, só passando a língua bem de leve, mas depois já estava com meu pau dentro da boca, chupando sem jeito mas gostando do que fazia, 

ele pegou com cuidado de principiante meu pau quando saiu da sua boca e o recolocou, continuou chupando. Eu tirei sua camisa, o coloquei de quatro e comecei a chupar sua bundinha de novo. 

Ele gemia baixinho timidamente. Fiquei de pé e comecei a roçar meu pau na bundinha dele. Ele não resistiu.


Achei uma camisinha na mesinha , encapei, me abaixei e inundei a bundinha dele de saliva, depois fiquei brincando com meu pau em sua bundinha . Em seguida dei uma leve forçada e fui entrando. 

Estava difícil, era novato no assunto. Mas, continuei, ele reclamou de dor então voltei a bundinha dele e dessa vez inundei com creme gel .

Voltei a forçar a entrada e dessa vez meu pau foi deslizando com mais facilidade.
Estava delicioso demais este crentinho da porra!

Mas com jeito e força tudo estava lá dentro, o carinha se estremecia todo, eu pensei em tirar, mas ele me segurou pelas costas com as duas mãos de modo que continuei.

E depois o vai e vem foi ficando mais gostoso e suado. Então ele trocou de lugar comigo e começou a roçar seu pau na minha bundinha.

O carinha era meio bruto, acho que pela inexperiência no assunto, eu me virei cai de boca no pau dele, bem reto por sinal, bater uma deve ser pecado, pensei e rir. 
Ele alisava meus cabelos e gemia, peguei uma camisinha, coloquei no pau dele. 

Ele assumiu o comando mas como estava me machucando antes da hora,enchi minha mão de creme , passei na minha bunda, entrou mais fácil. 

Ele parecia um coelho fudendo - tinha pressa e medo, sei lá. Ele ia gozar rapidinho.
Então cheguei mais perto dele, mordendo a sua orelha e fazendo com que batesse uma pra mim. Ele me comia com gosto e apertava meu pau com força, doía um pouco e pedi que ele batesse mais devagar. 

Ele maneirou na punheta, mas me comia como um animal no cio, ele segurava meu saco, aumentou a velocidade da punheta e quando eu senti que ele ia gozar prendi o pau dele com mais força, gemeu e gozou e no mesmo instante eu gozei com ele me punhetando.

O pau dele continuava duro dentro de mim e ele continuou me comendo sem parar por mais alguns minutos e então quando sentiu que iria gozar de novo, tirou o pau de dentro da minha bunda, tirou a camisinha e me fez ajoelhar diante dele e gozou no meu rosto .

Depois cansado, caiu exausto na minha cama. Eu ri da cara dele. Ele estava sério,mas satisfeito.

Eu lhe sugeri que tomasse um banho, mas ele disse que precisava voltar para encontrar os outros amigos evangélicos .

Ele enxugou o suor com a toalha, ajeitou o cabelo, se vestiu e antes de ir embora me disse rindo, meio safado, quem sabe a gente se ver por ai? 

-É, quem sabe, disse eu sorrindo!!!!

beijos ,até...................

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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

AJUDANDO UMA UNIVERSITÁRIA

AUTOR: BROTHER

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Faz algumas semanas que estou ajudando uma menina da igreja. Uma branquinha linda de dar inveja. Tem os cabelos lisos um pouco abaixo dos ombros seios pequenos e uma bunda média. Estilo mignonzinha, seu rostinho é de boneca olhos quase orientais e uma boca carnuda que só de lembrar da vontade de beijar.

Nos conhecemos na faculdade onde eu estudo. Ela é muito esforçada pra aprender, mas engenharia não é pra qualquer um. Então pra ajudar ainda mais ela ofereci minha casa. E disse que sempre que ela quisesse vir poderia pois só trabalho a noite. Mas pedi pra ela não vir muito tarde pois minha mulher é um tanto ciumenta com meninas que ela não conhece.

Felizmente descobri que ela mora a poucas quadras da minha e que ia vir sempre. Sempre a ajudei sem segundas intenções pois amo a minha mulher. Em uma quarta-feira ela veio toda chorosa, falando que a vida não é justa pra ninguém e que parece que o pecado sempre compensa. 

Eu meio confuso com a situação perguntei o que tinha acontecido para ela ficar desse jeito. Ela me diz que tinha perdido o namorado pra uma outra menina da igreja, uma que era do tipo de mulher fácil. E que quando perguntou a ele o porque ele disse que era por que ela nunca tinha transado com ele. E ele não aguentou e comeu a outra menina e que agora está apaixonado. Ao falar isso veio mais uma sessão de autoflagelação. 

Pedi para ela se acalmar peguei um copo de agua pra ela e disse que ele que era babaca que por uma menina linda do jeito que ela é eu esperaria uma vida inteira e a aconselhei que tivesse paciência. Pois mesmo toda certinha ela era muito bonita e até de certo modo sexy. Um pouco mais animada ela sorriu e perguntou se poia ficar comigo essa tarde mas sem estudar, só relaxando.

Concordei liguei a TV sentei ao lado dela no sofá. Deixei ela escolher o que queria ver. E ela ficou foleando os canais. Até que parou em um canal no cartoon network. Ela me disse que adorava assistir desenho e que eu já devia estar achando ela infantil demais. Discordei dela dela falando que também gostava mas preferia os antigos.

Conversamos sobre inúmeras coisas até que ela estava tão relaxada que ficou deitada no meu ombro como as minhas primeiras namoradinhas faziam quando queriam beijinhos e carinhos. Eu não sei por qual motivo não resisti. Um misto de saudades e desejo se instaurou em mim. Comecei a acariciar suas costas, seus cabelos. E ela como uma gatinha manhosa se espreguiçava lentamente. Ficamos abraçados no sofá durante um tempo sem falar nada só trocando caricias. O cheiro dela estava me enfeitiçando. Aquele cheiro de flor antes do desabrochar. Tentei resistir parando com os carinhos. E ela me olhou e timidamente perguntou porque eu tinha parado. Falei que se eu continuasse eu ia perder o controle e ia acabar beijando-a. 

Ela veio docemente e me beijou. Primeiro um selinho depois um mais demorado. Quando fui dar por mim novamente eu já estava passando a mão pela barriga, pelas costas tudo por debaixo daquela camisa. Tirei o sutiã dela que era daquele de menininha mesmo. Rosa claro. Tirei a blusa dela e ela começou a ofegar, parecia uma gatinha no ronronando. Coloquei ela deitada no sofá e fui beijando-a de cima a baixo dando pequenas lambidas em seu pescoço, seios, e barriga. Ela começou a me arranhar as costas gemendo baixinho e se contorcendo. Ela mesma começou a tirar a calça. Quando vi a calcinha toda ensopada, eu desisti de tentar resistir. E cai de boca naquela grutinha linda. Por cima da calcinha azul claro eu lambia não queria perder nada que viesse daquela bucetinha.

Ai que gostoso nunca ninguém fez isso comigo. Foi tudo que ela disse antes de gozar intensamente na minha língua. Ela no tesão do ato levantou os quadris subitamente me dando uma bucetada no nariz, ficou na pontinha dos pés por quase 3 segundos e caiu no sofá ofegando como se tivesse corrido a meia maratona.

Coloquei o pau pra fora e ela falou que tava achando grande (19 cm) e que o do ex-namorado era bem menor. Falei que era pra ela não se impressionar com isso até porque só estávamos trocando carinho. Ela riu e disse que do jeito que eu peguei ela ele nunca tinha feito. Pedi pra ela parar de pensar nele e se divertir. Sem pensar em vingança, que se quisesse continuar iria ser porque queria e não por vingança.

Ela fez uma cara meio triste e disse assim:
-Você tá me rejeitando? O que eu fiz?
-Nada Gabriela só que não quero que fique pensando naquele otário. Nem lembrando de nada dele. Quero te fazer gemer sem ser trocado em seus pensamentos.
-Ai como você é bobo. Só estou dizendo que você é bem mais gostoso. Sabe senti uma corrente elétrica passando pelo meu corpo. Uma coisa fora de série, muito gostosa. Foi você quem me fez sentir assim. Invejo sua mulher, porque eu me senti amada, me senti protegida e segura. Se você quiser parar eu entendo.

Como pau já pra explodir eu falei:
- Gabi eu já vim até aqui e agora olha pro meu pau e fala que ele não te quer. Vem cá que hoje eu vou te fazer minha.

Ela me beijou gostoso. E com a outra mão tocava uma punheta meio desengonçada mas gostosa. Peguei ela no colo e levei pro quarto. E comecei outra sessão de beijos pelo corpo, cheguei em sua barriguinha e tirei aquela calcinha ensopada. E comecei a chupar novamente com ela gemendo baixinho e segurando os lençóis. Levantei suas pernas e comecei a passar a língua no cuzinho dela e voltava pra buceta repetindo isso até ela gozar pela segunda vez.

Com o corpo mole ela nem percebeu quando eu coloquei a camisinha e comecei a forçar na sua entrada. Quando rompi o lacre daquela linda virgem ela gemeu de dor. Deixei ela acostumar e comecei um vai e vem. Agora não eramos mais dois indivíduos eramos apenas um corpo com duas almas entrelaçadas. Entre gritos e gemidos ela gozou novamente. Mudei ela de posição e disse:
-Agora é a sua vez. Senta aqui nessa pica.

Sem esperar nem terminar a frase, ela veio por cima e sentou devagar na pica até ela ficar enterrada dentro dela. Com a força das pernas eu forçava a entrada naquela xoxotinha linda. Comecei a bombar forte até que não resisti e enchi a camisinha de leite. 
Ficamos namorando o resto da tarde até quase a hora da minha mulher chegar… Depois que ela foi embora tive de jogar o lençol fora pois ficou manchado de sangue da minha nova namoradinha.
Troquei toda a roupa de cama e arrumei a casa inteira.

Minha mulher ficou tão admirada que nem percebeu que o lençol sumiu.

Já a Gabi, depois desse dia ela continuou a vir pras aulas de reforço e pra uma trepadinha para, segundo ela, agradecer o que ensino.

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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

CONTOS DO NEINHA

IRMÃ CRENTE PORRA NENHUMA, IRMÃ PUTA


Finalmente conseguir um emprego fora do meu estado e precisei ir ao Rio de Janeiro, mais precisamente na cidade de Macaé onde mora uma de minhas irmãs Maria. 

Ela é evangélica, casada e mãe de 5 meninas. 

Precisei ficar alguns dias até me estabelecer na cidade. 

Havia muito tempo que não a via cerca de 8 a 9 anos, nos falávamos ao telefone quase que possível

Ela é Técnica em Segurança do Trabalho e trabalha em uma empresa de perfuração agregada à Petrobrás, Pelo que me consta sempre foi uma pessoa séria, muito mandona e frequentadora assídua de uma Igreja Evangélica Quadrangular. 

O marido mecânico tem uma oficina próxima a residência deles. Lá chegando conheci minhas sobrinhas todas adolescentes a mais nova tem 13 anos a mais velha 17. As meninas são bonitas mulatas de olhos claros e cabelos de índias que puxaram ao pai, todas evangélicas com aqueles vestidões e saiões debaixo da linha dura da mãe exigente chegando a ser chata proibindo tudo às meninas, pois tudo era pecado e coisas mundanas e obra do satanás, essas coisas de crente fervorosa. 

Maria apesar de seus 40 anos é muito bonita, quase 1,80 de altura, negra com um corpo de mocinha torneado com uma cintura violão e quadril largo, uma bunda de fazer inveja redonda durinha, mas o que mais me chamou a atenção foi seus seios médios e duros parecia duas maçãs, ninguém diz que teve 5 filhos se não a conhecesse. 

O marido Gilson era um bom vivant biriteiro de primeira jogador inveterado de sinuca e dominó, bom de papo e putanheiro. Na primeira semana que passei com eles saímos algumas vezes, eu e Gilson e chegamos às quedas da esbornia o que rendeu alguns digamos conselhos de minha irmã, que só faltou me por no olho da rua, dizendo que eu era pior que o marido na putaria e que eu deveria frequentar o templo para me purificar e encontrar o caminho da salvação. Uma ladainha sem fim, sermão da hora que saia pra trabalhar a hora que chegava, ou mulher chata, pedia a Deus que ela fosse pra igreja ou que estivesse trabalhando não aguentava tanta ladainha em meus ouvidos louco pra encontrar um lugar pra alugar logo. 

Conversando com meu cunhado perguntei como ele aguentava aquilo? ele falou já acostumei nem ligo mais quase nem fodo com ela mesmo só estou ainda com ela por causa das meninas que sofrem para caralho de tanta proibição, fico para dar apoio a elas. 

Pois bem de tanto ela encher meu saco resolvi fazer uma surpresa a ela; quando ela estava de folga nas quintas-feiras, ela tinha estudo bíblico com o Pastor, um tal de Genildo que  ministrava os estudos, um caboclo de quase 2 metros, sorriso fácil, bem falante de uma oratória convincente. Estava de folga para o pagamento da quinzena e pensei vou fazer uma moral com minha irmã para ela sair do meu pé, e segui direto para a  igreja no intuito de aliviar minha barra que tava suja para caralho, 

Lá chegando o templo estava aberto porém só havia alguns fiéis orando e não encontrei minha irmã, me aproximei de um fiel e perguntei se não havia estudo bíblico naquele dia, no qual me respondeu; tem sim só que é no anexo da igreja uma sala que ficava nos fundos me indicou o caminho e lá fui eu, a sala estava com a porta fechada e na lateral havia um combogó de ventilação eu fui até o combogó pra dá uma olhada se havia alguém no que enfiei a cara puta que me pariu levei um susto da desgraça. O Pastor estava com uma pica de 50 cm do tamanho de um jegue enfiada na garganta de minha irmã que chupava aquilo como se chupa um sorvete babando de tanto se engasgar com a pica do pastor que gemia como um doido chamando ela de putinha, boqueteira, cachorra de Jesus, pedia pra ela tirar todo o mal que havia dentro dela que ele iria purifica-la com seu sêmen abençoado e ela sugando aquele cacete que mais parecia uma estaca. Ele pedia pra ele enfiar mais que queria tudo dentro dela e engasgava golfava e voltava a engolir aquilo, eu fiquei primeiro assustado depois com um tesão da porra, não sei se de minha irmã ou do pau do Pastor gozei sem pegar no pau me galei todo nas calças coloquei pra fora e toquei uma punheta vendo aquilo. O pastor disse que iria gozar e ela pedindo pra ele gozar bem na garganta dela pra ela sentir toda sua porra no estômago e ele segurou sua cabeça deu duas socadas segurou bem e largou um urro gozando parecendo um animal quando tirou da garganta dela ela golfava quase roxa engoliu o que pode e vomitou ainda uma porção que dava pra encher as duas mãos. Ele bateu com aquela picona na cara dela de um lado pro outro e apesar de mole aquela jeba deveria ter uns 30 cm, pegou um lenço limpou a pica e deu pra ela levar pra casa que ela estava purificada ela levantou pegou o lenço limpou o rosto deu uma chupada na língua do pastor pegou a Bíblia se despediu e ele falou: 

"Irmã Maria que dia vem ter estudo bíblico? ela respondeu com cara de puta: vou ver minha folga ou pedir uma no horário do colégio das meninas pois eu quero é lá em casa na cama do corno do meu marido, aqui é muito perigoso e mal da pra uma chupadinha eu quero é pica mesmo mas no corpo todo onde tiver buraco eu quero e sem pressa eu ligo pra sua esposa e aviso pra ela não desconfiar. 

Boa tarde chamou ele de gostoso de Deus e foi sair, havia algumas plantas na lateral do quarto eu consegui me esconder ainda de pau duro apesar de ter gozado duas vezes num tesão da porra. Dei uns 2 minutos pra poder sair e ouvir passos era outra irmã que chegava voltei a me esconder e aguardei ela entrou e foi trancando a porta era uma senhora de uns 45 a 50 anos pele clara muito bonita com a Bíblia na mão, e o pastor picudo foi logo avisando a irmã estar impura precisa se purificar venha irmã, e ela foi logo levantando a saia e a puta já estava sem calcinha, o pastor pegou ela pela cintura elevou e colocou em cima da mesa e caiu de boca chupou aquela bucetona da coroa numa ferocidade incrível o cara era bom mesmo chupava com maestria a coroa ficou maluca chamando por Deus Jeová Jesus Cristo Alá Oxalá Buda tudo quanto santo pedindo pro pastor tirar todas as impurezas dela ele desabotoou a calça colocou aquela rolona pra fora e meteu sem nenhuma piedade na coroa. Metia e tirava e eu gozando litros de porra já estava de pernas bambas e o pastor mandando ver chupando os peitões da coroa que chorava não sei se de dor ou gozo daquela pica enorme do cara isso levou mais de meia hora a coroa já havia gozado 3 vezes e o cara nada tirava e metia aquele pau xingando ela de tudo quanto é nome, de piranha a puta vadia, corneira e tal, nem fiquei prá ver o resto não aguentava mais as pernas, sai e fui pra um bar pertinho de casa tomar uma e refletir o que fazer e encontrei meu cunhado tomando uma regulagem logo de quem? minha irmã cheia de moral esculhanbando o cara de cachaceiro, desocupado pecador da pior espécie dizendo pra ele procurar ir a igreja como ela se purificar. Rapaz se aquilo é purificação meu cunhado vai é tomar no cú literalmente. Depois conto o que eu fiz. 


IRMÃ CRENTE, IRMÃ PUTA, ISSO SIM

Estava para ter uma uma crise de fraqueza devido a tantas punhetas batidas na intenção de minha irmã Maria vendo as fodas dela com o Pastor roludo. As vezes ficava imaginando se ela era bipolar ou era realmente aquela puta safada das imagens, uma mulher que em casa era toda séria, sisuda, mandona, uma mãe exemplar, rígida com as filhas, uma esposa tolerante cumpridora das obrigações do casamento, mas quando estava na igreja com seu Pastor dizendo que iria ter curso Bíblico se tornava uma verdadeira vagabunda, cachorra mesmo, boca porca uma puta profissional submissa. Não sabia mais o que fazer se entregava a meu cunhado as imagens e fodia com o casamento deles ou dizia a minha irmã que sabia e me queimava com ela. Na sexta-feira ao chegar do trabalho resolvi beber algumas pra relaxar e quem sabe encontrar alguma das amiguinhas de meu cunhado a fim de dá uma foda pra aliviar o estress, passei na oficina de meu cunhado e avisei que estaria no barzinho de sempre quando ele terminasse os serviço passasse lá. Fiquei bebendo minha cerveja e pensando em alguma solução, no que meu cunhado chegou, sentou ao meu lado pegou um copo e confidenciou que tava numa braba em casa, que minha irmã tava fazendo jogo duro já havia 15 dias que não queria saber de trepar, cada dia uma desculpa dor de cabeça, cansaço,que ele estava bêbado virava pro lado e dormia. Ele me disse que estava com os culhões cheio de gala que dava pra encher uma garrafa, rindo, me disse: vamos procurar umas gurias pra gente desabafar, preciso urgente de uma puta, falou. Saimos depois de tomar umas 6 cervejas e fomos a um inferninho de piranhas que tinha perto dali. Só que tava lotado de peões folga de pagamento as putas todas ocupadas. Resolvemos beber perto de casa e seguimos pra lá, no bar quase vizinho a sua casa paramos e pedimos duas doses, quando pedimos uma cerveja, passa minha irmã Maria e suas filhas para irem à igreja e nos viram, foi a gota que faltava, ela nos chamou à frente do bar deu um corretivo em mim e esculhachou meu cunhado de irresponsável a vagabundo não faltou adjetivo, disse que nos dois éramos desocupados pecadores que iríamos arder no inferno essas coisas e se foi pra igreja, não antes de dizer a meu cunhado pra ele dormir no sofá que ela não iria dormir com bêbado nenhum. Rapaz logo quem dando lição de moral, uma puta safada corneira de marca maior cheia de razão, fiquei numa raiva que me deu vontade de entregar ali mesmo a verdade mas me contive, resultado já tava fudido mesmo enchemos a cara de cachaça remoendo a raiva. Fomos pra casa lá pras 2 horas da manhã os dois trocando as pernas, ao chegar em casa fomos direto pro banheiro urinar dividindo o vaso sanitário quase enrolando as picas foi que percebi o tamanho do pau de meu cunhado devia ter uns 25 cm vermelha com uma cabeça pontiaguda cheia de veias bateu um tesão estranho vendo aquela pica linda, ele foi tirando a roupa quase caindo na tentativa de tomar banho, procurei ajuda-lo tirando suas calças e cueca ficando com o rosto quase em sua rola ajoelhado no que ele disse: rapaz no atraso que tô vc corre perigo de pagar um boquete pra mim e sorriu. Levei na brincadeira segurei em seu pau e falei: paga quanto? rindo também. Levantei e levei ele até o box abrindo o chuveiro ele mal se aguentava em pé resolvi tomar banho junto com ele pra não cair nos banhamos ensaboei ele principalmente o pau discretamente, saimos e fui pro meu quarto me vestir pra dormir, ele foi ao quarto dele pegou uma cueca e algum cobertor e voltou pra sala a fim de dormir no sofá, sentou-se e ficou resmungando, voltei a sala ele estava nu com a cueca na mão, disse a ele cara vem pra cá dorme aqui no quarto dá pra nós dois, levantei ele e levei até a cama ele desabou já praticamente dormindo, coloquei as pernas dele pra cima da cama e tentei colocar a cueca em vão o bicho tava morto de bêbado já roncando. Bateu uma vontade de chupar aquele pau lindo, pensei vou arriscar se ele acordar paro fui alisando e punhetando sua pica que logo reagiu ficando dura, masturbei ele apertando seus culhões e ele roncando, fui abaixando aos poucos a cabeça em direção a seu pau lambi a cabeça da rola e fui beijando toda extensão até chegar aos culhões que abocanhei engolindo com gosto ele suspirou, parei continuei punhentando ele relaxou voltei a chupar agora toda a pica com vontade enfiava até sentir na garganta retirava chupava só a cabeça ele já arfava sentindo algum prazer a pica derramava um liquido fininho gostoso que eu sugava com gosto aumentei as chupadas com gosto punhetando e chupando por uns 10 ou 15 minutos aproveitando ao máximo chupei seus culhões enfiando a língua em seu cuzinho e voltei a seu pau que engoli completamente recebendo uma jorrada de gala na garganta quase que me afogo engasgando porém engoli todo seu caldo e ele gozando muito tomei todo seu leite deixando seu pau todo limpinho. Levantei e fui em direção ao banheiro a fim de bater uma punheta quando me deparei com minha irmã Maria na sala de braços cruzados me olhando com ar de reprovação. Gelei na hora, ela falou: vc acha isso certo? o que foi isso? já vinha acontecendo debaixo dos meus olhos? Porém antes que ela começasse o sermão falei: Foi a primeira vez e ele não tem culpa nenhuma o cara tá bêbado, não tá vendo? Ela tentou argumentar que era falta de vergonha, que não iria permitir tamanha sem vergonhice em sua casa com as filhas lá dentro. Argumentei que ela não era a pessoa mais qualificada para julgar ninguém e falei que sabia do seu caso com o Pastor e se ela não queria que acontecesse nada deveria primeiro dar assistência a seu marido pelo menos pra ele não descobrir nada. Ela levou um susto da porra colocando as mãos ao coração, sentou-se no sofá envergonhada se é que puta tem vergonha. Aproveitei que estava em vantagem e disse a ela que nada diria a seu marido e que não era viado apenas aliviei um bêbado e ela iria me aliviar, colocando meu pau em sua cara disse: chupa sua puta, eu ia bater uma punheta mas já que vc está disponível chupa! Ela retrucou; não pode sou sua irmã é pecado. Respondi. pecado uma porra, vc chupar a pica do pastor dentro da igreja não é pecado, chupar de seu irmão vai ser? chupa vagabunda me alivia já segurando sua cabeça e puxando ao encontro da pica, ela meio a contra gosto abocanhou minha rola que é relativamente pequena 19 cm e chupou com maestria engolia com prazer chupou punhetou, engoliu, lambeu,sugou meus culhões até me fazer gozar e muito engolindo toda gala deixando minha pica limpinha.Choramingou dizendo e agora o que será de nós? Você vai me chantagear até quando? Disse: não vou fazer nada, vc viva sua vida do jeito que quiser, mas assim como eu descobrir alguém irá descobrir também, fique esperta e de vez em quando me dê um pouquinho do que dá ao pastor e estamos quites. Ela falou tudo bem mas que fique entre nós, já que começamos vamos terminar levantando me puxou pelo braço me levando ao seu quarto, trancou a porta e disse então come meu cu bem gostoso que sou louca pra gozar pelo cu mas o pau do pastor é muito grande e grosso só faz maltratar, vem me fode gostoso meu irmão, empinando seu rabo enorme e lindo sobre a cama, partir com vontade meti em sua buceta pra dá uma lubrificada estoquei uns 10 minutos ela mexendo como uma vagabunda e pedindo pra meter em seu cu, meti com prazer naquela bunda até gozar de novo agora dentro daquele cu gostoso, caindo de lado agarrado a anca de minha irmã, adormecendo ali mesmo só acordando 8 da manhã. Minha irmã estava na cozinha, como sempre seria, minhas sobrinhas se arrumando pra irem ao colégio e meu cunhado tomando café com um sorriso estranho de canto de boca, me olhando com um jeito diferente. Será que ele não estava tão bêbado assim e sabia de tudo? 

GAL, A CRENTE MAIS PUTA DE TODAS

Depois de minha aventura na lua de mel onde trair Luiz me marido com Edvan e 5 amigos dele, retornamos a nossa vidinha em nossa nova casa, nova vida. Não é remorso porém parei pra pensar friamente e analisei que era burrice sacanear Luiz, tudo bem, não quero que vocês compreendam a cabeça de uma puta como eu, mas, coloquei algumas razões para não larga-lo: primeiro; ele era um bom homem de caráter e realmente gostava de mim. segundo: iria perder minha reputação e virar puta de vez; terceiro: estávamos numa cidade estranha onde todos conheciam a ele e não a mim, tinha que ter cautela e discrição; enfim estava ilhada e vigiada 24 horas, por vizinhos, irmãos, parentes diversos, pastor, então deduzir que o melhor era segurar meus ímpetos de vagabunda e agir na surdina, tipo moça de família praticante fervorosa da religião e o escambau. Luiz trabalhava numa oficina mecânica de um tio dele ganhava o suficiente para nos manter e assim transcorreu durante um ano nossa rotina. Trabalho, casa, igreja, foda só nos finais de semana meteu gozou saiu, um tédio só. E eu aguentando firme bravamente, tudo bem que me virava em casa era cenoura, cabo de vassoura, colher de pau, o que fosse cilíndrico enfiava na buceta e no cu até aliviar o tesão. Não podia confiar em ninguém, nas cunhadas, no cunhado, no pastor, nas irmãs da igreja, nem pensar, tudo mal fudidas e mal amadas. Até que um dia surgiu uma luz no fim do túnel; minha cunhada que era veterinária criava uma cadela fila brasileira imensa que havia parido 6 filhotes e quis me presentear com um deles, eram lindos marrons e escolhi uma fêmea porém o valor de mercado para as fêmeas eram mais vantagem pra ela, coisa de crente, pensa mais em dinheiro que de agradar alguém, e me deu um macho foi como ganhar um filho a casa ganhou outro brilho, uma alegria só. Colocamos o nome de Dick, e em 6 meses o cão estava com 1 metro de altura, passou a ser minha companhia diária, íamos a todos os lugares, farmácia, padaria, mercado, onde eu fosse ele me acompanhava. Certo dia estava lavando a garagem de casa e Dick ficava querendo se molhar a toda hora, resolvi então dar-lhe um banho e peguei um sabão e escova e comecei a lava-lo, ao esfregar seu pelo esfreguei sua barriga e topei com sua pica, e que pica nunca havia atentado para aquele mastro, ele estava sentado e a cabeça da pica saiu vermelha pontiaguda o que despertou meu instinto de puta. Imaginei porque não aproveitar pois pelas fodas que eu dava e o tamanho do pau de Luiz eu não gozava nada. Era apenas depósito de esperma. Resolvi tirar proveito da situação. Molhava Dick e punhetava seu pau que crescia em minha mão, fiquei assim um bom tempo me divertindo e resolvi tentar mamar aquele mastro, já tinha lido a respeito de zoofilia mas nunca me interessei preferia chupar os machos mesmo. Procurei uma posição em que Dick ficasse onde eu pudesse chupar sua pica e deitei ele de barriga pra cima e abocanhei seu pau, chupando o que pudesse punhetando ele aquele cacete que ia crescendo e eu chupando e uma bola inflou na base, era o tão falado nó, puxei mais um pouco e vi sair aquela bola e uma pica de uns 30 cm uma pica em espiral linda, mamei com mais gosto sugando o liquido que dela saia. Queria aquele pau dentro de mim de qualquer forma, mas o horário não permitia, pois Luiz estava pra chegar, mamei até cansar a boca. Dick corria de um lado pra outro alucinado acho que querendo terminar o serviço, lambendo seu pau e pulando em minhas pernas querendo copular. Passei pra dentro de casa e no chuveiro enfiei uma cenoura na buceta e outra no cu alucinada por gozar. Coloquei em minha cabeça que a primeira coisa que iria fazer no outro dia assim que Luiz saísse pro trabalho era trepar com Dick a manhã inteira, estava num fogo e um atraso brabo, tratei de cozinhar à noite o almoço do outro dia pra não ter ocupação pela manhã. Nem dormir direito revirei na cama imaginando como seria ficar engatada com aquele picão de mais de 30 cm e aquela bola de golfe entalada dentro de mim, orando pra que chegasse logo o amanhecer. Acordei (ou melhor) levantei cedinho umas 5 horas da manhã fiz suco café, fritei ovos louca pra que Luiz se fosse logo e fui varrer a frente da casa e soltar Dick, que ao me ver saltitava feliz penso eu que ele já imaginava o iria acontecer, corria de um lado pro outro do pequeno quintal que tínhamos. Luiz levantou, tomou seu banho e café tirou o carro da garagem e se foi, eram 7:00 da manhã, abrir a porta da cozinha e chamei pelo Dick que entrou se contorcendo todo a pular sobre minhas pernas quase e derrubando pois era muito forte e grande, atrai ele até a sala me desfazendo das vestes ficando apenas de sutien, deitando no sofá de pernas abertas e Dick veio alucinado enfiando seu nariz frio entre minhas coxas lambendo minha bucetinha uma língua áspera grande, lambia rápido enfiando profundamente em minha buceta me deixando com mais fogo ainda, mudei de posição e fiquei de quatro no chão apoiada com os cotovelos no sofá e sentir Dick vir por trás montando em minhas costa abraçando meu corpo quase me arranhando com suas unhas, tentando copular de qualquer jeito metendo sua pica em minhas costas minha bunda em todas as direções sem atingir seu alvo, posicionei melhor arqueando minha bunda grande e empinada e coloquei minha mão por baixo da buceta procurando direcionar sua pica em minha buceta, e deu certo depois de umas estocadas nas beiradas conseguiu entrar em cheio em minha xana, ele enfiava apressado e sentia seu peso em minhas costas e uma enorme pica atingir meu útero alargando minha buceta ainda mais, acelerando suas estocadas e parou babando minhas costas e sentir algo crescendo ainda mais dentro de mim, era o nó uma dor inimaginável me tomou o corpo e lágrimas escorreram dos olhos, não pensei que doeria tanto atrelada ao cachorro uma pica de 30 cm ou mais atochada em minha buceta pulsando em meu útero e aquela bola de sinuca tapando a saída do pau, fiquei ali quieta suportando cerca de 15 minutos colada ao cachorro até que de repente sentir um jato quente e intenso inundar minhas entranhas enchendo toda minha buceta de esperma animal e um barulho de rolha ao ser destampada me descolando do Dick. Olhei pra trás e vi o Dick lambendo sua pica uma coisa descomunal estava maior ainda dava a impressão de dobrar de tamanho. passei a mão em minha buceta pra sentir o estrago, escorria pelas coxas um rio de gala e minha buceta parecia uma lagoa a mistura do esperma de Dick com meu liquido era espantoso a quantidade de liquido que escorria, a buceta estava alargada que cabia meu punho dentro, Dick aproximou-se e lambia minhas coxas e buceta todo seu sêmen me fazendo gozar ainda mais, achou que tive uns 5 ou 6 orgasmos seguidos, exausta desfaleci ali mesmo no sofá de pernas bambas com Dick a me lamber todinha só acordando umas 10 horas da manhã. Sorte minha que havia feito o almoço à noite pois estava zonza de tanto gozar, levantei cambaleante e fui ao banheiro tomei uma ducha demorada depois fiz uma compressa de gelo e tasquei em cima da buceta a fim de que voltasse ao normal. Fiquei uma semana querendo dar ao Dick de novo porém estava com medo, assustada mesmo, voltei a dar a ele poucas semanas depois pois Luiz conseguiu um emprego melhor e só retornava em casa de 7 em 7 dias, ai ficou mais fácil e menos perigoso. Mais ai é outra estória. 

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A CRENTE SAFADA DE SANTO ANDRÉ - SP (FOTOS)

















quarta-feira, 6 de setembro de 2017

VIZINHA METELONA

AUTOR: WCPASSARINHO

PARTE 1


Me chamou pra trocar o chuveiro pagou com sexo.
Me chamo Marcos "fictício" meus contos são reais , moro na zona leste de são Paulo estava eu de manhã em casa ate que alguém bate na porta.
Era minha vizinha evangélica casada sem filhos morena linda rabo grande que com aquelas saia de crente seu rabo se multiplica.
Oi marcos posso te pedir um favor?
Claro dona bete.
Ela: Meu chuveiro queimou meu marido esta na igreja com os jovens vc não poderia trocar a resistência pra mim?
Eu: Só vou colocar uma camisa e já vou.
Peguei meu alicate coloquei uma camisa de regata e fui.
Entre marcos fique a vontade finja que a casa é sua.
Olhei pra ela e falei posso tirar a camisa ? claro marcos fique a vontade.
Arrumei o chuveiro dela e fui ligar os disjuntores e passei pelo quarto dela quando vi ela so de calcinha, que seios lindo e que bunda, tuci pra avisar que estava passando. Ela saiu pelada e falou aconteceu algo eu falei não dona mas com toda falta de respeito o seu José passa bem com a senhora sexo todos os dias vc é gostosa.
Ela encosta seu seios em mim e fala vc acha?
Eu peguei a mão esquerda enchi na buceta dela e falei tenho certeza , nessa que meti a mão ela suspirou r falou nossa que pegada.
Ali de buceta deve ter uns 15 quilos sem pele e sem pelo so de beiço, bati uma siririca ela gemia ajoelhou na minha frente arregalou os olhos e falou.
Caralho que porra de rola é essa ?
Mete ele em mim deixa eu ver se entra tudo ela não chupou com medo mas ficou de 4 na mesa eu meti meti meti nossa que crente gostosa filha da puta, ela gemia na hora que ia porno cu dela seu celular toca.
Oi jose estou estava no banho.
Ele: Amor já estou indo pra casa.
Ela amor compra pão pra mim.
Ao desligar ela falou.
Marcos corre depois a gente continua meu marido esta voltando.
Eu na hora que estava levantando minha causa falei.
Da so um beijo.
Ela deu uma chupada e que boca.
Fui pra minha casa sem gozar ai fui pro banho terminar o serviço que ela deixou inacabado.
Não sei se o chuveiro arrumou mas que ela passou por mim ontem e falou que quer mais ela falou.

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PARTE 2

Me chamo Marcos"fictício" e todos os meus contos são reais.
Aqui vai o que aconteceu comigo e a vizinha evangélica metelona, e foi no dia 0716 no feriado.
Tudo parado festas de algumas escolas aqui no bairro sai para comprar pão 🍞.
Encontrei ela na padaria e subimos para nosso predio falando sobre o ocorrido.
Ela me falou que o fogo aumentou e foi dar para seu marido pastor pensando que era eu mas ele não aguentou e quer dar pra mim.
Marcamos de tarde em sua casa pois seu marido estaria na igreja.
Cheguei na hora marcada ela já foi me atacando abaixou minha bermuda e começo a mamar meu pau, nossa parecia louca babava engasgava e continuava.
Coloquei ela de 4 na cadeira e enfiei no seu cuzinho ela falou que não e eu falei porra quem ta aqui sou eu vou fazer vc mulher amada desejada realizada e o que vc quer ser,ela olhou pra trás e perguntou o que ela queria ser, eu abri seu cu e enfiei com tudo e falei puta ela gritou e falou o que e eu puta e meti ela gritava e gemia r eu empurrava nossa metemos muito, até a camisinha estourou com a empurrada que dei, rasguei i cu dela e a camisinha.chupei sua buceta fizemos muitas coisas e quando estava pegando ela de lado seu cel. Toca.
Imaginei o BOI ta subindo.
Ela: Alo oi miga tudo bem com respiração ofegante.
Amiga:nossa que voz de cansada.
Ela:colocou no viva voz. Amiga vc não acredita quem estava aqui comigo.
Amiga: Vc teve coragem amiga de chamar ele de novo.
Ela: Simmmmmmmmmmm ele esta aqui com a rola na minha buceta ouvindo.
Amiga: Oi marcos fala ai pra eu ver se é verdade.
Eu: Oi amiga sua amiga é muito gostosa metelona amo fuder ela.
Amiga: Fode eu tbm meu marido é ruim de cama e na igreja ela falou em de vc.
Eu: So com a permissão dela.
Ela: Eu permito mas eu vou querer participar de uma tbm.
Amiga: Nossa amiga que tudo mas primeiro eu sozinha e depois nos 3.
Ela: Fechou desligou o telefone e continuamos a meter chinguei puxei o cabelo fiz barba cabelo e bigode tirei a camisinha e ela mamou meu pau , eu falei deixa eu gozar na sua buceta.
Ela: Ta louco não tomo remédio.
Falei que operei fiz vasectomia.
Então ela deixou esporrei em sua buceta.
Falei pra ela levantar e me levar até a porta ela assim fez mas reclamando que o cu tava doendo.
No dia seguinte eu saindo para trabalhar encontro ela na rua com sua amiga eu nem sabia quem era a amiga.
Ela falou. Marcos essa é a amiga do telefone vc aguenta?
Falei que dois 3 viagens frito a linguiça na bucetinha dela e ainda chupo ela com halls preto.
Então estamos marcando para foder.
Enquanto isso procuro seco e aventuras reais. Se tiver alguém afim me chame no zap 11977029450 sou da zl de sp. --- 

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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

AS DUAS RELAÇÕES DO FABINHO

AUTOR: FABINHO38

DE CRENTE NÃO TEM NADA


Bom dia leitores, vou relatar o que aconteceu comigo a uma semana...

Primeiramente vou me apresentar sou negro, tenho 1,76 de altura, peso 78 kg, pênis de 18cm e grosso. Minha esposa é evangélica então sempre tem umas irmãs lá em casa e na maioria das vezes eu estou só de shorts ( desses de futebol ). Esse ano começou a frequentar a nossa casa uma irmã chamada Gabriela, uma uva. 

Morena, cabelos cacheados, quadril largo e seios que mais pareciam duas pêras. A danada me chamou a atenção, então sempre que ela estava em casa eu fazia questão de passar por ela e lançar uns olhares e ela retribuia. Um belo dia estavamos em casa, eu minha esposa e a Gabi conversando, a campainha tocou, minha esposa foi atender e eu fui até a cozinha buscar algo para beber. Quando menos espero a gabi entra na cozinha e pergunta
:
- Tem alguma coisa pra mim aí na geladeira?

Eu bem cachorro que sou respondi:

- Na geladeira não, mas na minha cueca tem. 

Ela mordeu os labios deu uma piscadela e deixou um papel em cima da mesa e voltou pra sala. 

Imediatamente eu peguei o papel e fui para o quarto, estava escrito. ( amanhã me liga depois do meio dia e um número de telefone )

Fiquei maluco, quando ela foi embora dei tchau do quarto mesmo. Quando minha esposa voltou, peguei ela gostoso. Imaginando a amiga. 

No dia seguinte liguei para Gabi e a peguei no serviço dela. Fomos direto para um motel. Ao chegar ela pediu uma dose de tequila e foi no banheiro. Quando ela voltou, estava com um fio dental branco e um sutiã tipo de renda, um batom vermelho o cabelo solto. Estava um tesão. Bebeu a tekila e disse:

- Vem meu macho me fode gostoso que hj eu quero gozar muito. 

A mulher se transformou. Chupava meu pau como se fosse o último da face da terra, eu quase gozando ela chupava punhetava e batia na cara. Eu dando varios tapas na cara dela e xingava de safada, puta cachorra e ela mamando até que gozei. Gozei na cara na boca ela limpou tudo. Aí deitei ela na cama e comecei a chupar aquela buceta lisinha, sem tirar a calcinha, botei ela de lado e alisava o clitóris e enfiava a língua ela gemia, puxava minha cabeça como se quizesse enfiar dentro dela. Começou a implorar por rola...

- Vem negão come a sua putinha, vem me rasga gostoso...

Sem perder tempo coloquei a camisinha e coloquei com força, ela estava tão excitada que entrou tudo, Ergui as pernas dela e bombava com força. A safada gritava e gemia como louca até que gozou na minha pica.

Virei ela de costas e de quatro batia na bunda dela, puxava o seu cabelo e bombava com força quando estava pra gozar ela anunciou que iria gozar tbm,

Gozamos juntos...

Caímos na cama e ele começou a dar sinal de vida devido ao tesão que era muito grande, aí ela me fala tudo o que eu queria ouvir...

- Vem amor come a minha Bundinha vai.

COMENDO A BUNDINHA DA CRENTE


Bom dia leitores, vou relatar como comi a bundinha da gabi...

Vou me apresentar novamente sou negro, tenho 1,76 de altura, peso 78 kg, pênis de 18cm e grosso.

Depois de comer gostoso aquela cachorra, ela me vira e pede pra comer o seu cuzinho. Meu pau já começou a dar aquela endurecida, coloquei ela de quatro e comecei a chupar o seu cuzinho. Com uma mão eu alisava o clitóris e a outra ia colocando o dedo abrindo espaço. Pra fazer um anal gostoso. Aproveitei que a Gabriela estava gozando e o cuzinho piscava na minha língua, botei a camisinha derramei um óleo e fui colocando a cabecinha. Ela grudou o lençol e disse:

- Vai safado me rasga, come esse cu que e só seu. 

Ele foi entrando super apertado eu via a dor da safada. Mas ela queria quem sou eu pra negar. Entrou tudo ela caiu na cama, pediu pra mim esperar e começou a rebolar.

Ela virou o rosto pra mim e pediu pra bater na cara dela e xingar de cachorra.

Até esqueci que estava no cuzinho e comecei a bombar. Ela gritava como uma loca: 

- Vem Negrão me arromba, aí meu cu aí meu cu. Come que eu quero gozar. Isso bate na minha cara. 

Aquilo me tirou do sério. É comecei a comer gostoso aquela bundinha. Tirava e colocava tudo, tirava pra ver o estrago e enfiava de novo até as bolas. Nesse vai e vem quase gozando, tirei a camisinha enfiei de novo e gozei dentro. 

Fomos para o chuveiro, depois de um excelente boquete. Comi aquela bundinha anestesiada ainda. Agora foi mais fácil, só passei a saliva e enfiei ela gemia alto eu puxando o cabelo a água caindo nas costas dela e meu pau enfiado naquela bunda. Gozei de novo dentro e fomos pra cama. Descansamos um pouco e a deixei em casa. Minha mulher até hj vai na igreja e me disse que a Gabriela parou de ir. Eu só respondi " que pena né amor "

Vamos trocar experiências zap 11 96634 7345

RELAÇÃO DE CONTOS DO FABINHO38: http://www.climaxcontoseroticos.com/perfil_publico.php?autor_perfil=Fabinho38

sábado, 2 de setembro de 2017

O NEGRO GATO E SUAS GATAS

AUTOR: NEGRO GATO

OUTROS CONTOS DO MESMO AUTOR: http://www.climaxcontoseroticos.com/perfil_publico.php?autor_perfil=negro_gato_1391


Eu entrei numa empresa em 2008 e nela estou até hoje. Na época eu namorava uma pessoa muito legal, loira, alta, ótima na cama, porém muito ciumenta. Claro que não deu certo. Mas voltando ao trabalho, uma moça me chamou a atenção. Negra, lindíssima, olhar sempre provocante e um sorriso que me conquistou. Um corpo sedutor, legitimamente gostosa. Ela é evangélica, daquelas que usam saias e sempre que possível via as pernas deliciosas e torneadas que tem. Fiz amizade com ela que dura até hoje. Ela é casada, mas sempre me contava que o marido nunca dava atenção, vivia distante, desconfiava que a traía. Depois de um tempo fui transferido, mas nunca deixamos de nos falar. 
Com o tempo ela foi se abrindo. Sempre disse que casou virgem e era mulher de um homem só, apesar dele não ligar muito pra ela. Mas, como diz o ditado "quem não dá assistência, perde a preferência", ela começou a procurar algo extra. Mas no final nunca ia, tinha medo por causa do marido e da religião. E eu, só de olho, dava umas provocadas e só.
Um dia, fui visitar meu antigo local de trabalho. Cumprimentei a todos e fui falar com minha amiga. Ficamos um tempinho conversando e a convidei pra almoçar, o que prontamente ela atendeu. Pra ir mais rápido, entramos no elevador. Apertei o térreo, começou a descer e, de repente, parou. 
Ela entrou em pânico, ficou desesperada. Como eu já tinha passado por essa experiência tentei acalma-la. Chamei o porteiro pelo interfone e ele me informou que deveríamos esperar meia hora. Ela chorava e eu a admirava. 
- Quer um abraço?
Ela veio e me abraçou. Senti seus seios encostarem no meu peito. Senti um arrepio na hora e meu pau ficou duro feito pedra. Abracei mais forte pra ela sentir uma cutucada por baixo. 
- Aqui no elevador, você é louco?
- Louco por você sabe disso.
- Sou casada.
- E eu não sou ciumento.
Nem deixei responder, beijei-a querendo engolir seu corpo inteiro. E quanto mais forte beijava mais se entregava. Abri sua blusa e coloquei os seios pra fora. Beijava-os como se não existissem nada além deles. Levantei a saia pra segurar a bunda deliciosa. E que bunda! Redonda, lisa, parecendo neném. Eu alisava, apertava e ela me agarrava. Pela bunda, cheguei na xoxota. Ela estava tão tarada que estava muito molhada. Meus dedos encharcaram. Dei meus dedos pra ela chupar, sentir seu próprio gosto. Foi como um vulcão em erupção. Ela pulou em cima de mim, encostei-a na parede do elevador, desci o zíper da calça e coloque meu pau tarado pra fora. Puxei a calcinha de lado e soquei com força. Ela gemeu e gozou ali mesmo. Eu continuei bombando. Gemia loucamente no meu ouvido. Queria contorcer mas não conseguia pois ficava me agarrando. Nos beijavamos avidamente e eu bombava e ela gemia. Sentia sua xana escorrer pelo meu pau. Ela não aguentou gozou novamente. Quando terminou, ela desceu e procurou meu pau.
- Goza na minha boca!
Atendi seu pedido. Numa punhetinha rapida, gozei na boca e ela engoliu. Nos arrumamos rapidamente. Não sei quanto tempo durou, mas ainda ficamos juntos uns 10 minutos. Abriram o elevador e saímos. Nem lembramos do almoço. Saímos mais uma vez, pois ela nunca havia sido chupada (nem pelo marido). Mas isso é uma outra história. Mas foi a trepada mais louca que tive. --- 


DELÍCIA DE EVANGÉLICA SENDO CHUPADA

Depois de nossa experiência no elevador (leiam "Delícia de evangélica no elevador), Lúcia (não havia dito o nome dela) e eu continuávamos a conversar, mas agora sempre com sacanagem. O marido dela tinha algum curso a noite, então ela colocava os filhos para dormir e ligava a câmera do computador pra se exibir. Toda noite usava uma lingerie diferente e cada vez menor. As de cor branca eram as melhores pois destacava na sua pele negra. Sempre gozava loucamente.
Apesar disso, tinha vergonha de se encontrar comigo depois do ocorrido no elevador. Por ser evangélica, sempre pensava na família e quando a chamava pra sair, sempre desistia. O computador, então, era a forma de se sentir mais protegida. Mas de tanto insistir, ela cedeu.
Um dia fui buscar Lucia no final da tarde. Disse que tinha uma hora e meia de tempo. Fomos direto para o motel. Chegando lá a agarrei e beijei com força e logo ela ficou mole mas consegui se soltar dos meus braços. 
- Fique aí, disse ela.
Então, ela tirou a saia e a calcinha, deitou na cama e abriu as pernas.
- Me chupa! Meu marido não gosta,. e eu nunca fui chupada. Por favor me chupa!!!
Não precisava pedir duas vezes. Ajoelhei na beira da cama e a puxei pra mim pelas pernas. Logo senti o cheiro do sexo e não resisti. Para provocar fui passando a língua em volta da buceta. Aos poucos a tensão foi se transformando em tesão. Quanto mais lambia, mas gemia e contorcia. Não demorou muito Lucia gozou. Ela já não gemia, gritava. Eu não parava. Passei a abocanhar a buceta, delicadamente, mas ela queria com força. Passou a pressionar minha cabeça na buceta.
- Que boca quente! Que delícia! Chupa mais! Mais, mais, maisssss. Nunca imaginei que seria assim... Vai, seu puto, quero maisssss, ahhhhhhh.
Eu não parava e não demorou pra gozar de novo. As pernas dela tremeram muito forte. Acho que ela nunca tinha gozado desse jeito: tão intenso, tão louco, tão gostoso. Eu não parei, queria mais, queria sentir mais da seiva da buceta. Ela se contorcia, gritava... Senti outro gozo na sequência. O corpo não tremia mais: passou a ser espasmos, cada vez mais fortes. Eu parei e passei a observar.
- Aí que loucura! Isso não passa... Ahhhhhhh....
- Ela gozou de novo, sem eu tocar nela... Meu pau estava pulsando querendo sua xana, mas resolvi sentar na cama do seu lado. Ela estava exausta, cansada. Coloquei sua cabeça em meu colo, enquanto se recuperava. Estava ofegante, cansada. Tentava controlar seu corpo mas não conseguia. De repente apagou. Cochilou um pouco. Eu afagava sua cabeça, feliz por ter proporcionado tanto prazer. Vinte minutos depois ela despertou.
- Nossa, o que foi isso? Como você fez? O que aconteceu comigo?
- Você se liberou, isso foi bom.
- Não foi bom, foi ótimo, maravilhoso. Queria que meu marido fizesse isso comigo sempre.
O tempo passou e Lucia e eu resolvemos não transar senão ela teria problemas no trabalho. Levei de volta, me beijou e saiu do carro. Saímos mais uma vez e depois nos distanciamos, infelizmente. Conversamos de vez em quando mas sempre recordo desse dia. E sei que ela também.

Se alguma gata quiser ser deliciosamente chupada e fazer um sexo gostoso pode escrever: negro.gato.1981@hotmail.com.

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