quarta-feira, 6 de setembro de 2017

VIZINHA METELONA

AUTOR: WCPASSARINHO

PARTE 1


Me chamou pra trocar o chuveiro pagou com sexo.
Me chamo Marcos "fictício" meus contos são reais , moro na zona leste de são Paulo estava eu de manhã em casa ate que alguém bate na porta.
Era minha vizinha evangélica casada sem filhos morena linda rabo grande que com aquelas saia de crente seu rabo se multiplica.
Oi marcos posso te pedir um favor?
Claro dona bete.
Ela: Meu chuveiro queimou meu marido esta na igreja com os jovens vc não poderia trocar a resistência pra mim?
Eu: Só vou colocar uma camisa e já vou.
Peguei meu alicate coloquei uma camisa de regata e fui.
Entre marcos fique a vontade finja que a casa é sua.
Olhei pra ela e falei posso tirar a camisa ? claro marcos fique a vontade.
Arrumei o chuveiro dela e fui ligar os disjuntores e passei pelo quarto dela quando vi ela so de calcinha, que seios lindo e que bunda, tuci pra avisar que estava passando. Ela saiu pelada e falou aconteceu algo eu falei não dona mas com toda falta de respeito o seu José passa bem com a senhora sexo todos os dias vc é gostosa.
Ela encosta seu seios em mim e fala vc acha?
Eu peguei a mão esquerda enchi na buceta dela e falei tenho certeza , nessa que meti a mão ela suspirou r falou nossa que pegada.
Ali de buceta deve ter uns 15 quilos sem pele e sem pelo so de beiço, bati uma siririca ela gemia ajoelhou na minha frente arregalou os olhos e falou.
Caralho que porra de rola é essa ?
Mete ele em mim deixa eu ver se entra tudo ela não chupou com medo mas ficou de 4 na mesa eu meti meti meti nossa que crente gostosa filha da puta, ela gemia na hora que ia porno cu dela seu celular toca.
Oi jose estou estava no banho.
Ele: Amor já estou indo pra casa.
Ela amor compra pão pra mim.
Ao desligar ela falou.
Marcos corre depois a gente continua meu marido esta voltando.
Eu na hora que estava levantando minha causa falei.
Da so um beijo.
Ela deu uma chupada e que boca.
Fui pra minha casa sem gozar ai fui pro banho terminar o serviço que ela deixou inacabado.
Não sei se o chuveiro arrumou mas que ela passou por mim ontem e falou que quer mais ela falou.

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PARTE 2

Me chamo Marcos"fictício" e todos os meus contos são reais.
Aqui vai o que aconteceu comigo e a vizinha evangélica metelona, e foi no dia 0716 no feriado.
Tudo parado festas de algumas escolas aqui no bairro sai para comprar pão 🍞.
Encontrei ela na padaria e subimos para nosso predio falando sobre o ocorrido.
Ela me falou que o fogo aumentou e foi dar para seu marido pastor pensando que era eu mas ele não aguentou e quer dar pra mim.
Marcamos de tarde em sua casa pois seu marido estaria na igreja.
Cheguei na hora marcada ela já foi me atacando abaixou minha bermuda e começo a mamar meu pau, nossa parecia louca babava engasgava e continuava.
Coloquei ela de 4 na cadeira e enfiei no seu cuzinho ela falou que não e eu falei porra quem ta aqui sou eu vou fazer vc mulher amada desejada realizada e o que vc quer ser,ela olhou pra trás e perguntou o que ela queria ser, eu abri seu cu e enfiei com tudo e falei puta ela gritou e falou o que e eu puta e meti ela gritava e gemia r eu empurrava nossa metemos muito, até a camisinha estourou com a empurrada que dei, rasguei i cu dela e a camisinha.chupei sua buceta fizemos muitas coisas e quando estava pegando ela de lado seu cel. Toca.
Imaginei o BOI ta subindo.
Ela: Alo oi miga tudo bem com respiração ofegante.
Amiga:nossa que voz de cansada.
Ela:colocou no viva voz. Amiga vc não acredita quem estava aqui comigo.
Amiga: Vc teve coragem amiga de chamar ele de novo.
Ela: Simmmmmmmmmmm ele esta aqui com a rola na minha buceta ouvindo.
Amiga: Oi marcos fala ai pra eu ver se é verdade.
Eu: Oi amiga sua amiga é muito gostosa metelona amo fuder ela.
Amiga: Fode eu tbm meu marido é ruim de cama e na igreja ela falou em de vc.
Eu: So com a permissão dela.
Ela: Eu permito mas eu vou querer participar de uma tbm.
Amiga: Nossa amiga que tudo mas primeiro eu sozinha e depois nos 3.
Ela: Fechou desligou o telefone e continuamos a meter chinguei puxei o cabelo fiz barba cabelo e bigode tirei a camisinha e ela mamou meu pau , eu falei deixa eu gozar na sua buceta.
Ela: Ta louco não tomo remédio.
Falei que operei fiz vasectomia.
Então ela deixou esporrei em sua buceta.
Falei pra ela levantar e me levar até a porta ela assim fez mas reclamando que o cu tava doendo.
No dia seguinte eu saindo para trabalhar encontro ela na rua com sua amiga eu nem sabia quem era a amiga.
Ela falou. Marcos essa é a amiga do telefone vc aguenta?
Falei que dois 3 viagens frito a linguiça na bucetinha dela e ainda chupo ela com halls preto.
Então estamos marcando para foder.
Enquanto isso procuro seco e aventuras reais. Se tiver alguém afim me chame no zap 11977029450 sou da zl de sp. --- 

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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

AS DUAS RELAÇÕES DO FABINHO

AUTOR: FABINHO38

DE CRENTE NÃO TEM NADA


Bom dia leitores, vou relatar o que aconteceu comigo a uma semana...

Primeiramente vou me apresentar sou negro, tenho 1,76 de altura, peso 78 kg, pênis de 18cm e grosso. Minha esposa é evangélica então sempre tem umas irmãs lá em casa e na maioria das vezes eu estou só de shorts ( desses de futebol ). Esse ano começou a frequentar a nossa casa uma irmã chamada Gabriela, uma uva. 

Morena, cabelos cacheados, quadril largo e seios que mais pareciam duas pêras. A danada me chamou a atenção, então sempre que ela estava em casa eu fazia questão de passar por ela e lançar uns olhares e ela retribuia. Um belo dia estavamos em casa, eu minha esposa e a Gabi conversando, a campainha tocou, minha esposa foi atender e eu fui até a cozinha buscar algo para beber. Quando menos espero a gabi entra na cozinha e pergunta
:
- Tem alguma coisa pra mim aí na geladeira?

Eu bem cachorro que sou respondi:

- Na geladeira não, mas na minha cueca tem. 

Ela mordeu os labios deu uma piscadela e deixou um papel em cima da mesa e voltou pra sala. 

Imediatamente eu peguei o papel e fui para o quarto, estava escrito. ( amanhã me liga depois do meio dia e um número de telefone )

Fiquei maluco, quando ela foi embora dei tchau do quarto mesmo. Quando minha esposa voltou, peguei ela gostoso. Imaginando a amiga. 

No dia seguinte liguei para Gabi e a peguei no serviço dela. Fomos direto para um motel. Ao chegar ela pediu uma dose de tequila e foi no banheiro. Quando ela voltou, estava com um fio dental branco e um sutiã tipo de renda, um batom vermelho o cabelo solto. Estava um tesão. Bebeu a tekila e disse:

- Vem meu macho me fode gostoso que hj eu quero gozar muito. 

A mulher se transformou. Chupava meu pau como se fosse o último da face da terra, eu quase gozando ela chupava punhetava e batia na cara. Eu dando varios tapas na cara dela e xingava de safada, puta cachorra e ela mamando até que gozei. Gozei na cara na boca ela limpou tudo. Aí deitei ela na cama e comecei a chupar aquela buceta lisinha, sem tirar a calcinha, botei ela de lado e alisava o clitóris e enfiava a língua ela gemia, puxava minha cabeça como se quizesse enfiar dentro dela. Começou a implorar por rola...

- Vem negão come a sua putinha, vem me rasga gostoso...

Sem perder tempo coloquei a camisinha e coloquei com força, ela estava tão excitada que entrou tudo, Ergui as pernas dela e bombava com força. A safada gritava e gemia como louca até que gozou na minha pica.

Virei ela de costas e de quatro batia na bunda dela, puxava o seu cabelo e bombava com força quando estava pra gozar ela anunciou que iria gozar tbm,

Gozamos juntos...

Caímos na cama e ele começou a dar sinal de vida devido ao tesão que era muito grande, aí ela me fala tudo o que eu queria ouvir...

- Vem amor come a minha Bundinha vai.

COMENDO A BUNDINHA DA CRENTE


Bom dia leitores, vou relatar como comi a bundinha da gabi...

Vou me apresentar novamente sou negro, tenho 1,76 de altura, peso 78 kg, pênis de 18cm e grosso.

Depois de comer gostoso aquela cachorra, ela me vira e pede pra comer o seu cuzinho. Meu pau já começou a dar aquela endurecida, coloquei ela de quatro e comecei a chupar o seu cuzinho. Com uma mão eu alisava o clitóris e a outra ia colocando o dedo abrindo espaço. Pra fazer um anal gostoso. Aproveitei que a Gabriela estava gozando e o cuzinho piscava na minha língua, botei a camisinha derramei um óleo e fui colocando a cabecinha. Ela grudou o lençol e disse:

- Vai safado me rasga, come esse cu que e só seu. 

Ele foi entrando super apertado eu via a dor da safada. Mas ela queria quem sou eu pra negar. Entrou tudo ela caiu na cama, pediu pra mim esperar e começou a rebolar.

Ela virou o rosto pra mim e pediu pra bater na cara dela e xingar de cachorra.

Até esqueci que estava no cuzinho e comecei a bombar. Ela gritava como uma loca: 

- Vem Negrão me arromba, aí meu cu aí meu cu. Come que eu quero gozar. Isso bate na minha cara. 

Aquilo me tirou do sério. É comecei a comer gostoso aquela bundinha. Tirava e colocava tudo, tirava pra ver o estrago e enfiava de novo até as bolas. Nesse vai e vem quase gozando, tirei a camisinha enfiei de novo e gozei dentro. 

Fomos para o chuveiro, depois de um excelente boquete. Comi aquela bundinha anestesiada ainda. Agora foi mais fácil, só passei a saliva e enfiei ela gemia alto eu puxando o cabelo a água caindo nas costas dela e meu pau enfiado naquela bunda. Gozei de novo dentro e fomos pra cama. Descansamos um pouco e a deixei em casa. Minha mulher até hj vai na igreja e me disse que a Gabriela parou de ir. Eu só respondi " que pena né amor "

Vamos trocar experiências zap 11 96634 7345

RELAÇÃO DE CONTOS DO FABINHO38: http://www.climaxcontoseroticos.com/perfil_publico.php?autor_perfil=Fabinho38

sábado, 2 de setembro de 2017

O NEGRO GATO E SUAS GATAS

AUTOR: NEGRO GATO

OUTROS CONTOS DO MESMO AUTOR: http://www.climaxcontoseroticos.com/perfil_publico.php?autor_perfil=negro_gato_1391


Eu entrei numa empresa em 2008 e nela estou até hoje. Na época eu namorava uma pessoa muito legal, loira, alta, ótima na cama, porém muito ciumenta. Claro que não deu certo. Mas voltando ao trabalho, uma moça me chamou a atenção. Negra, lindíssima, olhar sempre provocante e um sorriso que me conquistou. Um corpo sedutor, legitimamente gostosa. Ela é evangélica, daquelas que usam saias e sempre que possível via as pernas deliciosas e torneadas que tem. Fiz amizade com ela que dura até hoje. Ela é casada, mas sempre me contava que o marido nunca dava atenção, vivia distante, desconfiava que a traía. Depois de um tempo fui transferido, mas nunca deixamos de nos falar. 
Com o tempo ela foi se abrindo. Sempre disse que casou virgem e era mulher de um homem só, apesar dele não ligar muito pra ela. Mas, como diz o ditado "quem não dá assistência, perde a preferência", ela começou a procurar algo extra. Mas no final nunca ia, tinha medo por causa do marido e da religião. E eu, só de olho, dava umas provocadas e só.
Um dia, fui visitar meu antigo local de trabalho. Cumprimentei a todos e fui falar com minha amiga. Ficamos um tempinho conversando e a convidei pra almoçar, o que prontamente ela atendeu. Pra ir mais rápido, entramos no elevador. Apertei o térreo, começou a descer e, de repente, parou. 
Ela entrou em pânico, ficou desesperada. Como eu já tinha passado por essa experiência tentei acalma-la. Chamei o porteiro pelo interfone e ele me informou que deveríamos esperar meia hora. Ela chorava e eu a admirava. 
- Quer um abraço?
Ela veio e me abraçou. Senti seus seios encostarem no meu peito. Senti um arrepio na hora e meu pau ficou duro feito pedra. Abracei mais forte pra ela sentir uma cutucada por baixo. 
- Aqui no elevador, você é louco?
- Louco por você sabe disso.
- Sou casada.
- E eu não sou ciumento.
Nem deixei responder, beijei-a querendo engolir seu corpo inteiro. E quanto mais forte beijava mais se entregava. Abri sua blusa e coloquei os seios pra fora. Beijava-os como se não existissem nada além deles. Levantei a saia pra segurar a bunda deliciosa. E que bunda! Redonda, lisa, parecendo neném. Eu alisava, apertava e ela me agarrava. Pela bunda, cheguei na xoxota. Ela estava tão tarada que estava muito molhada. Meus dedos encharcaram. Dei meus dedos pra ela chupar, sentir seu próprio gosto. Foi como um vulcão em erupção. Ela pulou em cima de mim, encostei-a na parede do elevador, desci o zíper da calça e coloque meu pau tarado pra fora. Puxei a calcinha de lado e soquei com força. Ela gemeu e gozou ali mesmo. Eu continuei bombando. Gemia loucamente no meu ouvido. Queria contorcer mas não conseguia pois ficava me agarrando. Nos beijavamos avidamente e eu bombava e ela gemia. Sentia sua xana escorrer pelo meu pau. Ela não aguentou gozou novamente. Quando terminou, ela desceu e procurou meu pau.
- Goza na minha boca!
Atendi seu pedido. Numa punhetinha rapida, gozei na boca e ela engoliu. Nos arrumamos rapidamente. Não sei quanto tempo durou, mas ainda ficamos juntos uns 10 minutos. Abriram o elevador e saímos. Nem lembramos do almoço. Saímos mais uma vez, pois ela nunca havia sido chupada (nem pelo marido). Mas isso é uma outra história. Mas foi a trepada mais louca que tive. --- 


DELÍCIA DE EVANGÉLICA SENDO CHUPADA

Depois de nossa experiência no elevador (leiam "Delícia de evangélica no elevador), Lúcia (não havia dito o nome dela) e eu continuávamos a conversar, mas agora sempre com sacanagem. O marido dela tinha algum curso a noite, então ela colocava os filhos para dormir e ligava a câmera do computador pra se exibir. Toda noite usava uma lingerie diferente e cada vez menor. As de cor branca eram as melhores pois destacava na sua pele negra. Sempre gozava loucamente.
Apesar disso, tinha vergonha de se encontrar comigo depois do ocorrido no elevador. Por ser evangélica, sempre pensava na família e quando a chamava pra sair, sempre desistia. O computador, então, era a forma de se sentir mais protegida. Mas de tanto insistir, ela cedeu.
Um dia fui buscar Lucia no final da tarde. Disse que tinha uma hora e meia de tempo. Fomos direto para o motel. Chegando lá a agarrei e beijei com força e logo ela ficou mole mas consegui se soltar dos meus braços. 
- Fique aí, disse ela.
Então, ela tirou a saia e a calcinha, deitou na cama e abriu as pernas.
- Me chupa! Meu marido não gosta,. e eu nunca fui chupada. Por favor me chupa!!!
Não precisava pedir duas vezes. Ajoelhei na beira da cama e a puxei pra mim pelas pernas. Logo senti o cheiro do sexo e não resisti. Para provocar fui passando a língua em volta da buceta. Aos poucos a tensão foi se transformando em tesão. Quanto mais lambia, mas gemia e contorcia. Não demorou muito Lucia gozou. Ela já não gemia, gritava. Eu não parava. Passei a abocanhar a buceta, delicadamente, mas ela queria com força. Passou a pressionar minha cabeça na buceta.
- Que boca quente! Que delícia! Chupa mais! Mais, mais, maisssss. Nunca imaginei que seria assim... Vai, seu puto, quero maisssss, ahhhhhhh.
Eu não parava e não demorou pra gozar de novo. As pernas dela tremeram muito forte. Acho que ela nunca tinha gozado desse jeito: tão intenso, tão louco, tão gostoso. Eu não parei, queria mais, queria sentir mais da seiva da buceta. Ela se contorcia, gritava... Senti outro gozo na sequência. O corpo não tremia mais: passou a ser espasmos, cada vez mais fortes. Eu parei e passei a observar.
- Aí que loucura! Isso não passa... Ahhhhhhh....
- Ela gozou de novo, sem eu tocar nela... Meu pau estava pulsando querendo sua xana, mas resolvi sentar na cama do seu lado. Ela estava exausta, cansada. Coloquei sua cabeça em meu colo, enquanto se recuperava. Estava ofegante, cansada. Tentava controlar seu corpo mas não conseguia. De repente apagou. Cochilou um pouco. Eu afagava sua cabeça, feliz por ter proporcionado tanto prazer. Vinte minutos depois ela despertou.
- Nossa, o que foi isso? Como você fez? O que aconteceu comigo?
- Você se liberou, isso foi bom.
- Não foi bom, foi ótimo, maravilhoso. Queria que meu marido fizesse isso comigo sempre.
O tempo passou e Lucia e eu resolvemos não transar senão ela teria problemas no trabalho. Levei de volta, me beijou e saiu do carro. Saímos mais uma vez e depois nos distanciamos, infelizmente. Conversamos de vez em quando mas sempre recordo desse dia. E sei que ela também.

Se alguma gata quiser ser deliciosamente chupada e fazer um sexo gostoso pode escrever: negro.gato.1981@hotmail.com.

FONTE DE CONSULTA: http://www.climaxcontoseroticos.com/ler_conto.php?id_conto=10689

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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

OS CASOS DO MOREIRA

AMANTE EVANGÉLICA


Trabalho numa multinacional. Uma vez por ano, a empresa realiza um encontro nacional de gerentes. Esses encontros duram sempre três dias, ocasião em que há mudanças no quadro de chefias das filiais, de acordo com o desempenho de cada unidade. Onde se premia aqueles que obtiveram sucesso em suas metas, distribuição de prêmios, carros, viagens, brindes, etc.

Sou dos gerentes mais antigos, com mais de 10 anos na função. Muitos dos outros gerentes foram meus subordinados. Por esse fato sou bastante respeitado na empresa e pelos outros gerentes. Às vezes fico pensando o que aconteceria se eu não cumprisse minhas metas, se não entregasse “minhas encomendas” no prazo, será que ainda teria todo esse respeito? Acho que não. Essas empresas sugam todo sangue de seus funcionários e os descarta quando eles não são mais tão produtivos quando elas desejavam. Lugares bons para ganhar dinheiro, mas terríveis para se trabalhar. 

Naquele ano nosso encontro nacional foi em Brasília. Do aeroporto liguei para empresa que me disponibilizaria um carro. Fiquei passeando naquele grande aeroporto. Enquanto aguardava, comprei algumas lembrancinhas para meus filhos, minha esposa e para alguns amigos. Comprei também um óleo de amêndoa, para massagem que minha esposa adora. Cheguei cedo, me acomodei num hotel de várias estrelas, coisa de bacana. 

O primeiro dia foi cheio de compromissos, e só lá para as oito horas da noite eu retornei ao hotel. Tomei um bom banho e desci para beber alguma coisa. No restaurante aproximou-se uma moça para me cumprimentar, e me parabenizar pelos meus resultados. Ela também trabalhava na empresai e estava participando do encontro. Lembrei-me imediatamente dela. Já havia trabalhado comigo alguns anos antes. Sempre fora muito organizada, batalhadora, comprometida, cumpridora de suas tarefas, e queria muito crescer na empresa, sonhava em ganhar muito dinheiro. Era também evangélica fervorosa, e casada com um pastor. Trinta e poucos anos, rosto bonito sem maquiagem, cabelo negro comprido, liso. Vestia-se sempre de maneira muito séria, saias sempre abaixo dos joelhos, blusas sempre até o pescoço, mangas compridas. Não usava brincos, pulseiras ou anéis. Apenas sua aliança. Vamos aqui chamá-la de Lúcia. 

Lúcia era uma gerente recente, estava em sua primeira gerência. Foi lotada numa filial complicada. Onde já havia muita concorrência de outras empresas e até de outras nossas filiais. A empresa queria resultados, não se importando se estava concorrendo com outras empresas, ou mesmo com outras filiais. Coisa de louco. 

Lúcia estava muito preocupada com a possibilidade de perder sua gerência, pois não tinha conseguido bater todas as suas metas. Expliquei que não se preocupasse tanto, que era sua primeira gerência e disse como ela faria seu relatório de justificação. Mesmo assim ela estava muito nervosa, disse que quando ficava ansiosa, suas costas e ombros ficavam tensos e ela não conseguia relaxar, sentindo muitas dores. Disse que minha esposa tinha os mesmos sintomas, que só melhoravam depois de uma boa massagem. E que tinha até comprado no aeroporto, um óleo de amêndoa muito bom. E me ofereci para fazer uma massagem para que ela relaxasse um pouco. Sem nenhuma outra intenção, juro. Lúcia prontamente recusou com a educação que lhe era peculiar. Voltamos a falar do trabalho. Depois ela foi para seu quarto. Tomei ainda umas cervejas e também me recolhi. 

Lá pela meia noite, já estava dormindo, o telefone do quarto chamou. Era Lúcia, que não conseguira dormir, relatou que suas costas e ombros a estavam incomodando muito. Indagou se eu não tinha um relaxante muscular, disse que não. Perguntou se eu poderia fazer aquela massagem, pois se não melhorasse ela não poderia ir ao encontro da empresa no outro dia. Disse que sim e perguntei qual o número do seu quarto. Ela respondeu que preferia no meu quarto, pois ela estava dividindo o quarto com outra mulher, também gerente da nossa empresa. 

Uns dez minutos depois, um toque na porta. Lúcia estava com cabelo amarrado para trás. Vestia um blusão atoalhado. Conversamos um pouco. Estava com a ideia fixa que iria perder sua gerência. Falando muito de maneira descontrolada até. Abracei-a na tentativa de acalma-la, ela chorou baixinho com a cabeça no meu ombro. Deixei que ela chorasse depois do choro as pessoas costumam se acalmar um pouco. 

Deitei-a na cama, de bruços. Desci seu roupão até os ombros, na altura de seu sutiã. Derramei um pouco de óleo de amêndoas em minhas mãos, esfregando-as levemente. Um pouco de óleo nas suas costas, quase na nuca. Senti que ela estremeceu ao contato do líquido. Massageei seus ombros, dando suaves beliscões com as pontas dos dedos. Fiquei um bom tempo naquela região, pois era evidente a tensão de seus músculos, que aos poucos foram ficando mais suaves e relaxados ao toque. Puxei mais ainda o blusão, que agora já deixava ver o cós da sua calcinha. Mais óleo de amêndoa, seu cheiro agradável e doce agora envolvia todo o quarto. Passava as mãos em suas costas. Ela surpreendentemente, com uma das mãos, desafivelou seu sutiã. Suas costas estavam livres. Minhas mãos subiam até os ombros, nuca e braços. Descia através de sua coluna até a região baixa de suas costas, onde havia duas lindas covinhas. Comecei a notar que Lúcia estava se excitando, quando minhas mãos se aproximavam a sua calcinha notava que sua respiração se alterava. Deixei que meus dedos atrevidamente deslizassem um pouco para dentro da calcinha. Senti um tremor em seu corpo e ela deu um suspiro. Repeti os movimentos mais algumas vezes, quando minhas mãos desciam de suas costas invadiam sua calcinha, percorrendo toda sua bunda. E quando retirava minha mão deixava que um dedo percorresse por dentro do seu reguinho, tocando seus lábios vaginais e tocando levemente seu cuzinho, onde me demorava fazendo massagem em seu contorno. Ela já estava suspirando. Ofegava forte com o rosto virado para o colchão. Retirei todo seu roupão e admirei aquela mulher, pernas grossas e bunda grande, cinturinha fina. Pele tão alva que fiquei a imaginar se já tinham tomado sol, pois não havia nenhuma marca de bronzeamento nela. Quem imaginaria que essa mulher tivesse esse corpo. Nessa hora eu já estava excitado demais, meu membro tentava saltar do meu pijama. Mas sabia que tinha que controlar a situação. Subi na cama por trás dela. Continuei a massagem. Delicadamente puxei sua calcinha, sem nenhuma manifestação de Lúcia. Afastei meu corpo um pouco para trás, abri suas pernas e levemente passei a língua em seu reguinho, começando na sua vagina, que já estava completamente encharcada, passando por seu cuzinho e terminando nas suas costas. Lúcia estava tão excitada que quase gozou. Escutei sua voz rouca balbuciando: “vai, vai, vai”. Saquei meu cacete do pijama, levantei um pouco seus quadris, posicionei a cabeça na entrada de sua vagina. Ela ficava fazendo movimentos ritmados para trás, querendo de todas as formas capturar meu cacete. Entrou a cabeça, ela deu um gemido, segurei suas ancas e comecei a forçar o vai e vem. Ela gozou fácil, com poucas estocadas, senti seu corpo estremecer, e ela começou a falar coisas incompreensíveis, sei bem que chamava por Jesus. Por fim parou e desfaleceu. Fiquei ainda bombeando algumas vezes até também gozar muita porra dentro dela.

Ficamos deitados, ela de costas pra mim. Abracei-a nessa posição e ficamos assim um bom tempo. Não trocamos nenhuma palavra. Depois me levantei, fui ao banheiro, fiz minha higiene e preparei para outra sessão, pois meu amigo já dava sinais de que queria mais. Quando retornei para a cama, Lúcia tinha ido embora. Procurei com os olhos por sua calcinha e sutiã e nada. Ela havia levedo tudo. Notei também que ela saiu deixando as marcas de porra pelo chão. 

No outro dia, levantei cedo. Fiquei ruminando os acontecimentos da noite anterior. Preocupado com o que poderia se suceder. Também, não queria perder a amizade de Lúcia. Não a vi no restaurante durante o café da manhã. Durante o encontro fiquei procurando-a com os olhos e nada. Só durante o intervalo a vi de longe. Óculos escuros, conversando com pessoal da presidência da empresa. Será que ela iria apresentar alguma queixa? A empresa não preza por relacionamento entre funcionários. 

No mesmo dia fui chamado pelo presidente da empresa. Confesso que fiquei temeroso, pensando que poderia ser acusado de abuso. Apesar da minha boa reputação na empresa, uma denuncia dessa natureza não tinha perdão.

Para minha surpresa, fui convidado para trabalhar superintendendo uma regional. Aceitei muito satisfeito e aliviado. O anúncio de meu novo cargo logo foi comunicado. Recebi muitos cumprimentos. Todos vieram me parabenizar, menos Lúcia.

Uma das minhas primeiras atribuições seria montar minha equipe de gerentes. E advinha, coloquei Lúcia na minha equipe, agora numa filial bem menos complicada, onde, com certeza, ela produziria os resultados que eu sabia que ela era capaz.

De noite, cheguei bem tarde ao hotel. Fiquei finalizando os últimos detalhes da minha nova função. Meia noite, alguém bate na porta, quando abro, Lúcia. Vestindo o mesmo roupão, cabelos soltos. Surpreso, notei até um suave batom em seus lábios. Entrou no quarto, me encarou. Baixei os olhos e murmurei: “Lúcia, desculpa, eu não tinha intenção. Aconteceu. A gente esquece o que houve”. Ela aproximou-se, procurou minha boca e nos beijamos, pela primeira vez. Ela afastou-se e abriu seu roupão e o deixou cair, ficando nua na minha frente. Fiquei admirando seu corpo perfeito. Examinei-a desde seus pés, pernas, coxas, bunda, cintura, seios, sorriso lindo. Quanta perfeição. Quem diria o tesouro escondido naquela mulher de hábitos tão austeros. Olhou-me e disse: “Eu tenho que fazer tudo pra manter meu chefinho sempre feliz”. Pegou na minha mão e me puxou pra cama.

Peguei-a nos braços, como uma solenidade, uma cerimônia. Ela gostou do meu ritual e sorriu satisfeita. Beijei sua boca, fiquei longamente acariciando seus cabelos, dedos em seus lábios, boca nos seios, ombros e costas de que não se queixava mais de dor. Lúcia apenas suspirava. Beijei sua bunda, que bunda. Enfiei a língua, massageei seu cuzinho. Arrisquei um dedinho. Ela gemeu. Lembrei o óleo de amêndoas, ali na cabeceira. Derramei um pouco, o dedinho agora entrou com mais facilidade. Ela assustou-se, quis indagar alguma coisa. Falou de certo e de errado, que não pode, não foi feito pra isso, essas coisas de crente. Com calma disse que em sexo não tem certo nem errado, não existe receita pra se fazer sexo, se faz o que se dá prazer para os dois. Tudo pode ser permitido e só aos dois isso interessa. Disse ainda, zombeteiro, que se ela quisesse um “chefinho feliz” teria que aprender muitas coisas. Ela ficou curiosa, querendo saber o que eu estava dizendo. Perguntei se ela já tinha feito um boquete. Ela disse que até quis, mas o marido dela nunca permitiu. Disse que isso não era coisa de Deus, que ela estava pecando contra sua religião. E que até hoje só transavam papai-mamãe e poucas vezes no mês. Senti dó dela. Disse “vem cá”. Ela aproximou-se e eu tirei fora meu amigo, que nessa hora estava a maio mastro. Disse: “Dá uma chupada nele pra ver o que acontece”. Indecisa no começo ela foi manuseando meu cacete. E fui ensinando: “Primeiro beija. Lambe a cabecinha. Desce pelo pescoço. Sempre chupando. Pega nas bolas. Aperta não. Passa a língua nelas. Tenta colocar as bolas na boca, uma de casa vez”. A tudo ela obedecia com presteza. Pedi para ela chupar a cabecinha até o fim. Gozei na boca dela. Pedi pra ela engolir tudo. Ela disse que nunca tinha visto o homem gozar assim, na cara dela. Que o marido dela sempre fazia no escuro. Pensou até que eu estava passando mal, tendo um ataque, imaginem. Ficou mais admirada ainda quando eu disse que esse era um dos maiores prazeres que uma mulher podia dar a um homem. Ficamos um tempo conversando, do seu casamento, do seu marido, da sua igreja, da sua rotina, da sua falta de filhos, apesar de casada há mais de dez anos. Beijei-a na boca com um longo beijo de língua para que se calasse. Minhas mãos correram por seu corpo e ela foi e excitando. Chupei seus seios, desci pela barriga, chupei as partes internas de suas coxas, ia à sua nuca, mordia sua orelha, sussurrava em seu ouvido palavras chulas, chamando-a de puta, vadia, prostituta, que eu era o macho dela. Ela ficava louca com essas coisas. Desci, encontrei sua bucetinha muito molhada, já piscando, querendo rola. Resolvi judiar um pouquinho dela, chupava sua xaninha, quando ela estava perto de gozar, parava e ficava olhando-a, quase louca, procurando colocar minha boca de volta. Não a deixei gozar, ainda. Fiquei de costas na cama e pedi que ela ficasse por cima e ela cavalgou uma pica pela primeira vez. Gostou muito de poder administrar o ato. Sentiu-se poderosa, me revelou depois. Pedi que ela virasse na mesma posição, de maneira que ela ficasse de frente aos meus pés. Minha visão agora era das costas dessa mulher tesuda. Apreciei sua bunda, sua cintura, seu cuzinho que subia e descia acompanhando seu galopar. Enfiei meu dedo naquele cuzinho quando Lúcia gozou. Jogando o corpo para trás, seu cabelo grande cobrindo minha visão. Estremeceu ainda cavalgando, Senti uma grande pressão de sua vagina. Chamou por Jesus de novo, era mania dela, e arriou de costas sobre meu peito, dificultando minha respiração. Abracei-a e a coloquei deitada de lado, de conchinha, ainda com tudo dentro. Meu amigo reclamava por atenção. Esperei ela se recuperar. Procurei o abençoado tubo de óleo de amêndoa, derramei nos meus dedos e comecei a lubrificar o anelzinho dela. Ela quis falar algo, mas segurei-a e disse que eu ia fuder seu cuzinho. Após boa lubrificação, derramei o restante no meu cacete e ele procurou seu destino. De conchinha, levantei a perna dela que estava por cima, pedi que deixasse naquela posição. Posicionei meu cacete que encontrou primeiro a vagina dela. Com a mão coloquei-o mais para baixo, tateando suas pregas. A cabeça entrou com alguns gemidos. Fiquei bombeando e devagarinho ele foi sumindo dentro daquele buraquinho. Ela gemia, mostrando-se um pouco incomodada. Mas não pediu para parar ou tirar. Por fim, quando entrou tudo, pois essa posição permite uma penetração profunda, ela não deu mais sinais de incômodo. Fiquei entrando e saindo daquele lugarzinho apertado, que exercia uma pressão uniforme, por todo corpo do cacete. Com a mão acariciava sua vagina, bolinando seu clitóris. Comecei a sentir um afogueamento no corpo, minha respiração ficar descompassada, uma corrente percorrendo minha espinha e vindo em direção aos membros, comecei a tremer, não tinha mais coordenação para manter os movimentos de vai e vem, ela percebeu e começou a jogar seu corpo de encontro ao meu cacete, corrigindo a suspensão dos movimentos. Explodi em jatos de porra dentro dela, que ainda ficou por um tempo balançando comigo dentro dela. Até que paramos, exaustos, satisfeitos, felizes. Quando sai, jorrou muita porra de dentro dela, saindo e fazendo barulhos engraçados.

Ainda hoje transamos, uma vez a cada um mês, ou a cada dois meses, quando dá certo. Sem cobranças, expectativas, exigências ou compromissos. Sempre gozamos muito. Rimos muito também. E estamos muitos bem em nossos casamentos. Um segredo só nosso, que não interessa a ninguém. 

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EMBRIAGUEI A CRENTE AMIGA DA MINHA MULHER


Sala de embarque. Aeroporto de grande movimento. Fui embarcar minha esposa e nossos filhos, que iriam passar alguns dias de férias na casa dos avós. Já nas despedidas e recomendações, eis que surge uma amiga da minha esposa, que também estava embarcando seu filho, que ia para passar férias com o pai. Pessoa muito agradável, Jane estava já perto dos quarenta anos, acho. Muito bem apessoada, elegante, sempre simpática e atenciosa. Mas a educação não era a maior talento de Jane, ela tinha um corpo muito bem feito, e desejado por muitos. E o seu principal atributo, sem dúvida, era sua Bunda. Bunda com B maiúsculo mesmo. Redondinha, grande sem ser desproporcional, firme, daquelas que fica levantando saias e vestidos que ela gostava de vestir, tenho certeza só para provocar desejos por onde passava. Era bonito de se ver quando ela passava. O movimento ritmado daquelas ancas parecia até que aquela Bunda tinha vida própria. E como ela sabia que era desejada, não perdia oportunidade de desfilar aquele corpo, aquela BUNDA, e todos ficavam babando, babando e levando beliscões de suas respectivas. Algumas dessas mulheres não gostavam já Jane, achando-a exibida e outras coisas. Puro ciúme, mas a maioria gostava, por seu espírito solidário, ela sempre estava disposta a ajudar a todos.

Jane era muito religiosa, envolvida nos movimentos sociais de sua Igreja. Era evangélica, crente como se diz por aqui. Era separada do marido há muito tempo. E nunca ouvi falar que ela tivesse relacionamento com outro homem. Era servidora pública e morava só com seu filho adolescente.

Após falar com todos, já na hora de ir embora, minha esposa pediu: “Meu filho, dê uma carona a Jane, pois ela está de táxi”. Concordei prontamente. E tomamos o rumo do estacionamento.

Nossa viagem de volta era longa, mais de uma hora com certeza. E fomos conversando. Ela me contou que a sua religião não permite que ela tenha outro relacionamento, enquanto o seu ex-marido não tiver decidido também por outro relacionamento. 

- Como assim? Perguntei. – Que dizer que você, mesmo separada há mais de dez anos, ainda fica na dependência dele arrumar outra mulher? Não acredito.

- É isso mesmo. Só posso casar de novo se ele casar primeiro. Ele também é da minha Igreja, e é assim que funciona. Ela explicou. - Ele é homem e eu sou mulher. É bíblico.
Tentei mudar o rumo da conversa. Não queria entender aquela maluquice. Disse que não tinha jantado. Pedi que ela me acompanhasse. Escolhi um bom restaurante. Pedi um bom vinho. Acho que por educação ela aceitou um copo. Jane nunca tinha bebido um bom vinho. Gostou muito. Ficou deliciando o sabor, e para minha surpresa, até identificando nuances da bebida, coisa que só expertos no assunto sabem o que é. Elogiei seu fino paladar e a surpresa por está diante de um sommelier.

Jane bebeu mais de metade da garrafa. Ficou mais espontânea, mais solta, rindo mais, mostrando dentes perfeitos num sorriso lindo, que até aquele dia nunca tinha notado. Paguei a conta, puxei sua cadeira para que se levantasse, a conduzi pelo braço até o carro. No caminho, ficamos num engarrafamento defronte a uma casa de shows, onde havia bastante gente e muita movimentação. Jane convidou-me para dar uma olhada, pois tudo parecia muito animado. Consegui estacionar com alguma dificuldade. Entramos, um garçom nos ofereceu uma mesa. Notei que, quando Jane passava, todos se viravam para olhar aquela mulher e aquela Bunda.

Não tinham vinhos. Pedi uma dose de uísque, gelo e uma soda. Jane pediu para experimentar uísque. Disse que fosse devagar, pois é uma bebida bastante forte, principalmente para quem não tem costume. Ela provou, estranhando o teor alcoólico, fez uma careta e balançou a cabeça. E disse que queria uma dose pra ela também. Nessa hora fiquei temeroso. Mas já estava me sentindo orgulhoso da minha companhia, tão desejada pelos outros homens que ali também estavam. Disse simplesmente: - “Garçom, outra dose pra minha dama”. 

Após tomarmos nossas doses, fomos dançar. Ela tinha me dito que era louca por forró, herança de seus pais nordestinos. E dançamos forró. Ela muito se admirou do meu desempenho como forrozeiro. Ritmo quente, agitado, corpos suados, mãos se encontrando, pernas se enroscando. Jane era quase da minha altura, seus cabelos a toda hora roçava meu rosto e eu sentia o seu perfume misturado com seu suor. Senti que meu velho amigo já estava desperto. Num passe da dança, quando ela rodopiou e eu a puxei de encontro ao meu corpo, enfiei meu rosto em seus cabelos e mordisquei sua nuca e a ponta de sua orelha, ao mesmo tempo em que encostei meu corpo no dela, e deixei que ela sentisse um mastro duro como ferro encostando na sua Bunda. 

Jane estremeceu, virou-se e ficamos frente a frente na penumbra do salão, coloquei sua mão sobre meu amigo, e ela segurou, sem apertar, Nessa hora beijei sua boca. Fomos de mãos dadas para nossa mesa. Jane pediu outra dose, depois outra, e eu na primeira ainda. Não queria perder o domínio da situação. Ainda fomos dançar outra vez, desta vez, música lenta, Jane me abraçou, me beijou, disse há quanto tempo não beijava ninguém, não abraçava ninguém além do filho. Perguntei há quanto tempo ela não fazia amor.

- Mais de dez anos. Respondeu, rindo já com cara de bêbada.

Senti que era chegada a hora de sairmos dali. Procurar um lugar mais aconchegante. Paguei a conta e saímos. Abracei-a, ajudando-a até chegar ao carro. Abri a porta e coloquei-a no banco, e ela querendo beijar e falar. No percurso pedi que ela falasse da sua vida, coisa que ela adorava, para que ela não dormisse. Escolhi um lindo motel. Quando chegamos ela ficou reparando, admirada com a beleza do lugar. 

- Tu pensa que vai me comer é? Perguntou.

- Tenho certeza. Respondi com convicção. 

E puxei-a para um longo beijo, enfiando a mão na sua calcinha, sentindo sua pele lisinha. Abri os botões da sua roupa e mamei seus seios. Nessa hora ela já ofegava e senti o cheiro forte do uísque que ela havia bebido. Peguei-a nos braços, tirei-a do carro e coloquei-a na cama redonda, imensa e macia, daquele motel. 

Retirei suas sandálias, desabotoei o restante de seu pesado vestido. Puxei-o e ele saiu por sobre sua cabeça. Comecei a beijá-la, afastei o que ainda restava do sutiã, chupei seus seios, beijei seu umbigo, voltei para os seios, deslizei minha mão para dentro de sua calcinha, e que calcinha. Sua xaninha já estava completamente encharcada, totalmente umedecida pelo desejo. Retirei sua calcinha com paciência. Livre de toda roupa, admirei aquela mulher, e lentamente fui me dirigindo ao seu templo sagrado. Ajoelhei-me diante dela, eu estava ainda completamente vestido. Beijei seus pés, chupando seus dedos, mordendo suas calvas. Tirei a camisa. Desci minhas mãos por suas pernas, massageando a parte posterior de seus joelhos. Tirei minha calça. Massageei suas coxas torneadas, alisando suas partes internas. Aproximei-me de sua xaninha, virei minha cabeça de lado e mordi seus grandes lábios, arranhando-os levemente com minha barba por fazer, fiz um biquinho e capturei seu clitóris e fiquei mordicando-o e massageando-o com a língua. Jane já ofegava forte. Subitamente, e com força surpreendente, virou-me na cama e montou em cima de mim. Sentou sobre meu abdômen. Pensei que ela iria colocar meu amigo em seu devido lugar. Mas não. Jogou seus cabelos para trás, enrolou-os como as mãos e prendeu-os não sei como. Pegou-me pelos cabelos e beijou-me com violência, desceu um pouco, chupou meus peitos, desceu demorando-se um pouco, Ao perceber sua indecisão, empurrei sua cabeça mais para baixo, e ela abocanhou meu amigo. Primeiro timidamente, mas, após perceber minha reação, chupou com gosto, tive que me controlar muito para não gozar na boca dela.

Estiquei o braço, alcancei seus cabelos e pedi que ela cavalgasse. Ela posicionou-se, e com a mão, direcionou meu amigo para a porta da felicidade. Na medida em que meu amigo foi entrando, notei que ela dava pequenos espasmos, comprimia e soltava meu amigo em movimentos ritmados e involuntários. Aquilo era um manjar dos deuses, sensação mais sublime reservada aos mortais. Meu Deus, aquela mulher embriagada, estava sendo a melhor transa da minha vida. De repente, ela parou, colocou-se cócoras sobre meu amigo, de maneira que o único contato entre nós era o da penetração, nem mais qualquer outro ponto de contato. Vou gozar agora, pensei. Mas ela gozou primeiro. Após poucas estocadas, ela se estremeceu como se uma corrente elétrica percorresse seu corpo, jogou a cabeça para trás, abraçou seus seios como quem sente um frio repentino, respiração suspensa em descompasso, tentando pronunciar palavras inteligíveis, e parou. Devagar e pesadamente, desabou sobre meu corpo, completamente desfalecida.
O efeito do álcool e o esforço da trepada fizeram com que ela caísse num sono profundo. Por mais que a chamasse, ela não acordava. Deitei-a na cama, e fiquei admirando o corpo daquela fêmea. Não podia deixar de passar despercebido sua linda Bunda. Uma ideia começou a martelar minha cabeça. Vou comer o cuzinho dessa mulher, pensei. Tentei me conter. Seria covardia. Não resisti. Juntei todos os travesseiros que encontrei e fui colocando por baixo dela, para que ela ficasse com a Bunda bem pra cima. Peguei duas almofadas de um pequeno sofá que havia no quarto, que deixaram a Bunda da Jane numa posição bastante favorável. Comecei a lubrificar o cuzinho dela, que piscava a cada vez que o dedo entrava. Peguei uma pomada, que era oferecida pelo Motel, lubrifiquei os dedos e continuei o serviço. Um dedo já entrava sem dificuldade, fui tentando introduzir o segundo. A cada vez que os dedos entravam, tentava alcançar sua mucosa interna, massageando-a, tentando relaxar seus esfíncteres. Fiquei um bom tempo me deliciando com aquela visão. Meu velho amigo, por sua vez, estava louco por participar da festa. Abri suas pernas mais um pouco, posicionei-me sobre seu corpo adormecido e fui me abaixando. Passei o restante da pomada do meu amigo, que estranhou a temperatura mais fria que a do ambiente, mas nada que pudesse comprometer seu desempenho. Abaixei-me um pouco mais e a cabeça tocou o cuzinho da Jane. A cabeça entrou até com facilidade, mas senti uma resistência à entrada do restante. Forcei um pouco mais, colocando até uma certa força. Notei que devagarzinho estava entrando. Senti as pregas se afastando e, cada vez mais, meu amigo ia abrindo caminho “naqueles mares dantes nunca navegados”. Notei que Jane sentia um certo incômodo. Uma leve respiração entre dentes, um quase inaudível “ai,ai,ai”. Parei, fiquei imóvel. Certifiquei-me que ela já não gemia mais. E continuei minha missão. Sentia uma pressão uniforme por todo corpo do meu amigo. Parecia até que ele estava entalado. Já tinha entrado até a metade, tirei um pouquinho, tornei a entrar, e a cada vez que ele ia, entrava mais. Repetindo várias vezes esse movimento, com algum esforço, minhas bolas já estavam batendo na porta da sua bocetinha.

Fiquei algum tempo apreciando, fudendo aquele cuzinho desejado por tantos, mas só meu amigo tinha esse privilégio roubado. Mas notei que naquela posição, eu não iria conseguir gozar. Estava semi acocorado, flexionando os joelhos para meu amigo ficar se divertindo. A posição já estava fatigando minhas pernas, as panturrilhas já estavam doendo. Parei, meu amigo saiu protestando. Fiquei de joelhos por trás dela. Puxei sua Bunda um pouquinho, para que ficasse na mesma altura do cacete. Peguei-a pelas ancas, meu amigo já na posição, dessa vez entrou com mais facilidade. Fiquei balançando o corpo dela em cima das almofadas de encontro ao meu corpo, já entrava e saia com mais liberdade. Após algumas estocadas, senti que iria gozar, enterrei o mais fundo que pude, Jane balbuciou alguma coisa, não sei. Explodi jatos e jatos de porra dentro daquela Bunda, não deixei sair nada. Fiquei ainda passando as mãos naquela cinturinha tão fina em comparação com daquela Bunda. Esperei meu amigo amolecer completamente para sair, como quem aproveita até os últimos instantes de tão sublime glória. Retirei as almofadas e os travesseiros debaixo dela, e coloquei-a deitada em seu sono profundo. Levantei-me, fui ao banheiro, lavei-me, olhei para meu amigo, tão esmorecido agora, nem parecia aquele valentão. Voltei, apaguei as luzes, abracei-me com Jane e adormeci.

Acordamos lá pras oito da manhã. Despertei com os movimentos da Jane, que ainda deitada vomitava copiosamente na beira da cama. Aquele cheiro de vômito etílico invadiu o quarto. Ela correu para o banheiro, ouvi que ainda vomitava mais um pouco. Depois o baralho do chuveiro, denunciado seu banho. Enrolada numa toalha, ela saiu do banheiro para juntar suas roupas. E ela havia vomitado exatamente sobre seu vestido jeans, emporcalhando-o completamente. Jane chorou desesperada, retornando ao banheiro. Tentou lavar seu vestido no chuveiro. Sem sucesso voltou para cama. E deitou-se, de toalha, soluçando.

- Isso não podia ter acontecido com a gente. Ela disse por fim. Você se aproveitou da minha fraqueza, da minha carência. Completou.

- Como você está? Sente enjoo? Algum mal estar? Perguntei. 

- Apenas um pouco de dor de cabeça, o enjoo já passou.

Levantei-me e fui ao carro, onde sempre guardo um kit de medicamentos. Passei bem defronte a Jane, a meio mastro, resultado ainda da excitação matinal. Ela pôs as mãos nos olhos, como quem não quer ver. Mas pelo espelho, vi que ela ficou acompanhando meus movimentos. Peguei um comprimido de dipirona, daqueles bem fortes, para enxaqueca. Um copo d’água no frigobar. Tudo fiz completamente nu. Ela tomou o comprimido e deitou-se, virando-se para o outro lado, enrolada ainda na toalha. Deitei-me também, cobri-a com um lençol.

- Deixa eu tirar essa toalha, está úmida. Pedi.

Coberta agora com um lençol, ela mesma tirou a toalha e entregou-me, tudo sem me encarar. Estendi a toalha no box do banheiro. Voltei a me deitar ao seu lado. Ela estava choramingando outra vez.

- Fica assim não Jane. Essas coisas às vezes acontecem. Falei

- Comigo não. Foi a maldita da bebida. E agora, como vou sair daqui. Você viu o estado de minhas roupas. Como é que eu vou sair daqui? E soluçou ainda mais alto.

- Calma, calma. Pedi. A gente dá um jeito.

- Safado. Você gozou na minha bunda.

- Você pediu. Menti.

- Eu? Nunca ninguém tinha comido minha bunda, sacana. Tá tudo ardendo.

- Olha Jane, aconteceu. E agora nós vamos ter que viver com isso. Você também participou disso, gozou como uma louca. Nunca tinha visto nada igual.

Ela ficou deitada de costas para mim. Abracei-a por trás e disse:

- Se preocupa não, vou dar um jeito em tudo. Ela adormeceu.

Pelo interfone, pedi à atendente que comprasse, no comércio próximo, um short feminino grande e uma camiseta. Mandei-a vir pegar o dinheiro no quarto, e disse que gratificaria o favor. Sacana, disse também que só ia precisar lá para às cinco da tarde. Voltei para o quarto e disse a Jane que uma roupa já estava a caminho. Não se preocupasse.

- Não podemos ficar o dia todo aqui. Ela reclamou.

- Por que não? Hoje é sábado. E pelo que sei, não há ninguém nos esperando. A dor de cabeça já passou?

- Já. Respondeu.

Deitei-me a seu lado. Cobri-me com um lençol. Ficamos cara a cara. Acariciei seus cabelos longos. Pedi um sorriso. Ela sorriu. Disse que nunca tinha imaginado que acontecesse aquilo conosco. Que lamentava por ela.

- Lamenta por mim? Como assim? Não entendi. 

- Por que eu, Jane. Não me arrependo de nada. Faria tudo de novo. Tudo.

Ela puxou-me, segurou-me pelos cabelos. Trocamos um longo e suave beijo, daqueles beijos que se trocam no começo do namoro. Estávamos completamente despidos, foi natural que nos excitássemos. Transamos suavemente, devagar, nos conhecendo, como se agora fosse realmente a primeira vez. Gozamos muito. Ela sempre procurando minha boca. Gostava muito de beijar. Depois daquela moleza boa, daquela dormência profunda, ela disse.

- Esse vai ser nosso grande segredo.

- Você é meu grande segredo. Completei.

Pedimos o almoço. Dormimos quase toda tarde. Transamos ainda mais uma vez. A roupa chegou, e ficou perfeita em Jane. Até parece que tinha sido escolhida por ela. Quando fui deixá-la em casa já era noite. Um beijo de despedida.

Já tem quase um ano que tudo aconteceu. Estou ansioso pelas próximas férias. Quando nos encontramos ela me observa pelos cantos dos olhos e sorri timidamente e eu apenas sorrio e dou um leve aceno. Essa é a senha que nosso segredo ainda está valendo. E eu fico imaginando quando, outra vez, serei o Senhor daquela Bunda. 

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