quinta-feira, 14 de março de 2019

COMI A EVANGÉLICA CASADA

Todo homem tem paixões adolescentes que ficaram no passado, muitas com ares platônicos, que teimam em retornar sem aviso. Vou contar sobre uma que tive a oportunidade de concretizar muitos anos depois. 

Sou moreno claro, olhos e cabelos escuros, 27 anos, 1, 72 m 65 kg, corpo definido, gosto de me exercitar por isso sempre tive um corpo invejável. 

Durante a faculdade, na cidade de Niterói, conheci uma loira com quem tive um caso rápido, sendo que não chegamos a fazer sexo, pois ela era virgem e tinha um namorado na época. Ela tem cerca de 1, 70 m, cabelos loiros ondulados, olhos castanhos e um belo corpo, magra, com as coxas roliças, seios pequenos e um belo rosto, bochechas protuberantes e coradas e um sorriso lindo. 

Quando a conheci tínhamos cerca de 20 anos, mas me impressionou muito a química que rolou entre nós, ela é uma mulher quente, porém recatada, e eu logo de cara pude sentir o quanto de fogo ela tinha guardado dentro dela, e que ela sentia falta de um homem habilidoso para fazê-la se soltar completamente, coisa que o namorado dela não conseguia, pois ela sempre comentava que comigo era tudo diferente, o beijo, a pegada, e eu sabia que era isso que fazia com que ela mantivesse esse caso comigo, mesmo sendo uma menina evangélica do interior do Rio, com um namoro firme há muito tempo, e eu um jovem rebelde e sem fé. 

Eu me mudei de Niterói e acabamos perdendo contato, e vários anos se passaram. Ela se casou com esse namorado da época, e eu engatei em um namoro sério, com objetivo de me casar. 

Certo dia, entrei no Facebook e resolvi puxar assunto com ela. O assunto fluiu com certa moderação, afinal agora ela era uma mulher casada, e eu também estava comprometido. Entretanto, ela perguntou se eu não ia mais para Niterói, dizendo que sentia saudades daquele tempo. 

Essa abertura dela revolveu meus sentimentos, resgatando meu desejo não realizado de despertar aquele fogo contido que ela certamente guardava a duras penas, mesmo com toda sua fé, especialmente com a monotonia da rotina de um casamento. Mantive contato pela internet e acabamos nos soltando mais em nossas conversas, eu dizendo que sentia saudades dela e que tinha vontade de vê-la novamente. Ela fazia jogo duro, mas deixava transparecer que também tinha vontade. Fiquei com aquilo na mente e resolvi que queria provar das delícias daquela galega, bem como proporcionar a ela um prazer novo e único, que ela certamente jamais esqueceria e que traria vida nova a sua alma ainda jovem e sedenta de novas experiências. 

Em nossas conversas, fiquei sabendo que o marido dela havia entrado para a marinha e passava longos períodos no mar, períodos em que ela certamente ficava bastante carente. 

Certa vez, quando o marido dela já estava há duas semanas embarcado, resolvi aparecer em Niterói e ir atrás de meus desejos. Disse pela net que iria passar para vê-la e pude sentir o incêndio que se apoderou de sua alma nesse momento, sentimentos confusos de desejo, medo e culpa, que eu também experimentava, pois em quase seis anos de relacionamento eu havia tido poucas relações com outras mulheres além da minha namorada. Disse que seria apenas para conversarmos e matarmos a saudade, mas eu e ela sabíamos que havia outros desejos em ambos. 

Era um dia quente e fui até o endereço onde ela morava. Toquei a campainha com os nervos a flor da pele e o coração acelerado. Quando ela apareceu pude constatar que ela continuava bela e com aquele sorriso lindo. Estava com um vestido azul claro até os joelhos e seu corpo continuava esbelto, porém com mais curvas que há sete anos atrás. Entrei, ela me serviu um café e conversamos sobre amenidades, porém era perceptível a tensão que se apoderava de nós naquela situação. 

Resolvi que tinha que agir, ou então talvez nunca mais tivesse outra oportunidade. Pedi um copo de água e quando ela foi buscar na cozinha eu fui atrás e a agarrei com força, roubando-lhe um beijo de tirar o fôlego, ela tentou resistir com os braços, mas não teve jeito, segurei-lhe firme a cintura com uma mão e com a outra passei a explorar seu corpo que estava quente como um vulcão. Quando toquei sua calcinha senti sua umidade melando o tecido de algodão. De repente ela me empurrou dizendo 

- Para, eu sou casada!, 

- Não da, não vou parar agora. 

Éramos como dois andarilhos no deserto, sedentos um pelo corpo do outro. Peguei-a no colo e levei até a mesa da copa onde estávamos, enquanto ela ria e dizia:

- Que loucura, meu Deus me perdoe!, 

- Ele vai perdoar a nós dois minha loira, mas eu quero você agora!. 

Coloquei-a sentada sobre a mesa, que tinha altura e resistência perfeitas, e tirei-lhe o vestido e minha blusa, passando a brincar com minha língua em seu corpo, enquanto tirava o soutien, deixando-a só com uma calcinha branca e pequena de algodão. Tirei minha blusa e arriei minhas calças um pouco. Deitei-a na mesa e passei a chupar e beijar suas coxas, me aproximando daquela boceta tão quente que dava para sentir o calor ao me aproximar. Sem falar do perfume que exalava, doce como uma flor. Ela só ria e dizia 

- Meu Deus, o que eu estou fazendo!. 

Puxei sua calcinha e fiquei como que em transe ao ver seus pelos loirinhos sobre uma bocetinha rosada e delicada. 

Quando cai de boca ela deu um suspiro e um gemido alto e perdeu o controle, ora puxando, ora acariciando meus cabelos. Depois fui saber que o marido dela não gostava e não sabia fazer sexo oral nela, e que ela nunca tinha experimentado antes um banho de língua como o que eu dei nela. Seus líquidos brotavam em profusão, deixando minha cara completamente melada. Lambia desde o cuzinho até o clitóris e descia, depois fazia movimentos circulares ou a penetrava fundo, segurando suas pernas bem abertas e levantadas. Acho que fiquei uns quinze minutos ou mais me deliciando naquela gruta paradisíaca. Era uma boceta rosa cheirosa e delicada, difícil de ver igual. Por fim penetrei-a com um dedo, e pude realmente perceber que era um boceta quase virgem, que só havia recebido um único pau até hoje, e que não devia ser dos maiores. Quando comecei a penetrá-la e chupá-la simultaneamente ela aumentou os gemidos, e percebi que ia gozar, caprichei nos movimentos e ela, segurando meus cabelos explodiu em um gozo que molhou até a mesa, deixando-a com a face totalmente vermelha de calor. 

Enquanto ela ainda estava meio atordoada limpei meu rosto e tirei minhas calças e cueca e disse: 

- Agora é sua vez loira, 

- Não, se meu marido souber minha vida acaba!,

Nisso eu já tirei-a da mesa e lancei um olhar de pedinte enquanto coloquei sua mão em meu pau duro. Ela imediatamente apalpou-o e disse: 

- "Nossa"! Dando uma risada gostosa. Creio que tenha apreciado o instrumento.

- Então, coloque na boca e aproveite o momento, disse eu, 

Já a empurrando para baixo. Meu pênis não é dos maiores, mas também não é pequeno, tem cerca de 17 cm e é bem grosso, enchendo a mão da minha loira. Ela começou a chupar meio sem jeito, e eu logo a ensinei como se faz, tratando-a com certa violência, segurando seus cabelos e enfiando meu pau bem fundo em sua garganta, fazendo-a babar e engasgar. Comecei então a falar sacanagens, tipo, 

- Ta gostando de chupar esse pauzão sua safada. É maior que o do seu marido né! Agora você vai aprender o que é sexo sua gostosa. 

Eu senti que ela ficava com tesão. Foi então que a peguei no colo novamente e coloquei-a deitada na mesa de novo, em frango assado. Ela disse: 

- Vai devagar, porque estou com medo de doer, seu pau é grosso. 

Nem respondi e fui penetrando aquela boceta encharcada, até sentir meu pau tocar o fundo, quando ela soltou um gemido alto e gostoso. Meu pau entrava com dificuldade, mesmo estando muito lubrificada, e a cada estocada eu conseguia ir um pouco mais fundo, a medida que ela ia acomodando meu pau. Ela estava descontrolada, gemendo alto e dizendo 

- Ai, que delícia, abre minha boceta com esse pauzão, Ai!, 

Eu martelava sem dó, segurando seus calcanhares bem alto. Comecei a tirar e colocar meu pau todo, me demorando no fundo de sua boceta, quando meu pau inchava mais e a abria até o limite. Acelerei as estocadas e senti que ela ia gozar, pois fechou os olhos e comprimia sua boceta, com a respiração ofegante. Seu rosto começou a ficar vermelho e ela disse 

- Isso, me faz gozar seu gostoso sem vergonha. 

Suas frases eram entrecortadas por gemidos, pois quando eu a penetrava fundo ela não conseguia falar e gemia gostoso. Seu gozo veio intenso e muito molhado, escorrendo por suas nádegas e molhando a mesa. Acho que ela ficou meio tonta e disse 

- Como eu precisava disso seu safado! Eu nuca gozei assim antes!.

 E quando ela achou que estava acabando eu a levei até seu quarto, ela ainda meio tonta, e a coloquei de quatro na cama, dizendo: 

- É aqui que você dá pro seu maridinho é? Pois agora toda vez que for dar para ele aqui vai lembrar de mim. 

Meu pau estava imenso e rígido como pedra, e quando a penetrei parece que criou um vácuo naquela boceta loira que começou a fazer ruídos a cada estocada, que só eram abafados pelos gemidos, agora mais altos, que ela soltava enquanto segurava com força na cama e falava “ai que delícia, que pau grosso!”. Eu tirava o pau todo e colocava de novo, deixando ela doida de tesão, enquanto seus líquidos escorriam pelas suas coxas. Poucas vezes vi uma mulher tão excitada como ela naquele dia, seu rosto estava todo vermelho e ela chegou a babar na cama enquanto eu a comia de quatro, socando com força e segurando ora sua cintura, ora seus longos cabelos loiros. Rapidamente ela começou a dar sinais de que iria gozar de novo, então eu subi na cama e fiquei por cima dela, acariciando seus seios e clitóris enquanto a comia, lambendo e chupando sua nuca com força, levando-a a mais um gozo intenso, fazendo sua boceta pingar seus líquidos no lençol. Ela gemia tão alto que até fiquei com medo de alguém ouvir, porém parecia que ela estava completamente entregue ao momento, não pensando nos riscos e nem na culpa pelo que estava fazendo. Ela gozou tão intensamente que deitou na cama de bruços, com as pernas tremulas, e eu por cima não dava trégua, pois parecia que seu gozo não terminava, e eu queria levá-la ao limite do prazer. Acho que ela deve ter tido uns dois ou três orgasmos seguidos deitada de bruços com as pernas abertas, enquanto eu segurava seus cabelos e enfiava meus dedos em sua boca, abafando seus gemidos enquanto disse 

- Geme mais baixo senão alguém pode ouvir. 

Por fim rolei por baixo dela, colocando-a sentada no meu pau com as pernas dobradas, de frente para mim, numa cavalgada inesquecível, segurando sua bunda com força e subindo e descendo seu corpo sobre meu pau. Ela disse então que não aguentava mais, que estava ardendo, então pedi a ela que ficasse de joelhos e chupasse meu pau, coisa que fez com muito mais gula que no começo, tentando enfiar o pau na garganta por sua própria conta. Então a peguei pelos cabelos e comecei a foder sua boquinha até gozar, fazendo-a engasgar com minha porra, pois ela nunca tinha engolido antes. 

Depois disso me arrumei e me despedi, prometendo voltar. Desde então não nos vimos mais. Depois ela disse que nunca tinha feito sexo assim antes, mas que ficou com medo de alguém descobrir e se sentindo culpada, pois preza muito seu casamento e é evangélica. Disse que pensa em mim quase todas as noites, inclusive enquanto transa com o marido. 

terça-feira, 12 de março de 2019

MENINA DE BH SEDUZIDA PELO PADRASTO

Esta estória e verídica e se passa este ano em Belo Horizonte. Eu me chamo Kelly, sou loira, branca até de mais, meio magra mais com dois atributos: peitos grandes pela minha idade, pois tenho só quatorze anos e a bunda saliente demais, olhos verdes e sou muito dengosa.

Minha mãe foi embora há quatro anos sem falar nada e eu fiquei com meu pai que era meio distante de mim, pois trabalhava muito no seu escritório de advocacia no centro da cidade.

O meu pai é branco, descendente de alemães tem 38 anos meio, barrigudo pelos chopes que toma, cabelos pretos, alto e só anda bem arrumado vestido socialmente.

Eu seguia a rotina de evangélica deixada pela minha mãe desde de pequena. Eu iá na igreja, eu arrumei um namorado e meu pai deixou, pois antes ele; que era super quieto do que um marginal que ele tinha pavor.

A vida seguia calma até que meu pai trouxe a Marlene para morar com ele. Marlene era uma morena escura, do corpo malhado, alta, uma bunda muito grande, seios pequenos pelo o seu corpo, cabelos longos alisados, baiana, muito liberal e comunicativa ao contrario de tudo da minha mãe.

Para mim foi uma surpresa e antipatia a primeira vista. Com o passar do tempo eu acostumei com a ideia e com a nova alegria de meu pai, acabei achando bom ter uma mulher para conversar.

Bem! tudo seguia normal até que um dia eu fui tomar banho e de repente olhei pra baixo e vi que estava descendo sangue pelas minhas pernas. No desespero gritei e Marlene veio em meu socorro. Ao chegar Marlene me pegou nos braços, me enxugou e me levou para a sua cama. Por ser evangélica ,não me sentia bem com aquela mulher me vendo nua. Ela com um sorriso no rosto me disse:

_ Você acaba de se tornar mulher. parabéns.

eu não entendi nada e perguntei :

_ Como assim?

_Você e ingênua demais ,só que agora você deve se cuidar mais principalmente com seu namorado.

_Então não posso mais beijá-lo?

Não sua boba ,não pode e transar sem camisinha.

A resposta dela me deixou vermelha pois nós nunca tínhamos passado de beijos. Bom isso passou e cinco dias depois de começar a usar absorvente, eu cheguei da aula e Marlene me chamou para seu quarto; chegando lá ela me perguntou!

_ E ai ? Já acabou a menstruação ?

- Desde de ontem.

_ Deixa-me ver.

Marlene se aproximou de mim e me virou de costas para ela me despindo com muita calma. Ao acabar, eu estava nua no quarto, então ela me virou de frente e falou que eu era muito bonita, mas que carecia de cuidados.

_ Primeiro vamos ver estes seios que precisam de um exame de toque.

Marlene se aproximou e tocou de leve meu seio esquerdo. Neste momento um choque subiu meu corpo como se um ligasse algo em mim. Ela percebeu e deu um sorriso, logo após pegou o outro seio e apertou na pontinha, bem no biquinho e apertou, foi impossível não deixar escapar um gemido. Eu não sabia o que estava acontecendo, mas era bom demais. Marlene ao ver que eu gostava apertava ,fazia massagem ,girava.então ela parou e ficou olhando minha vagina então falou:

- Temos que ver se não ficou nada sujo ai.

Foi outro choque só que agora mais forte, ainda quando ela passou o dedo no meio da minha chaninha dividindo-a em duas; ela fez isto várias vezes até que separou meus lábios vaginais e expôs meu grelinho vermelhinho e sem avisar o beijou. Aquilo foi o fim e, eu não dei conta mais de ficar de pé;  com as pernas bambas, eu me deitei na cama e sem ação, fechei os olho, pois era maravilhosos aqueles toques e outra vez de surpresa outra maravilha, Agora era sua língua que me tocava suavemente o grelinho. A cama ficou pequena para mim que rebolava como uma louca enquanto ela me chamava de filhinha gostosa, minha crentinha e outras coisas que me deixavam louca. de repente outra descarga elétrica atingiu meu corpo em forma de espasmos. Marlene ao ver me apertou e puxou meus cabelos com vontade, enquanto eu agonizava em suas mãos, então não aguentando mais desmaiei.

No outro dia acordei pensando ter sonhado. Eu levantei tomei banho e fui para a sala fazer dever. Duas horas depois Marlene chegou e me abraçou por trás me chamando de seu anjo, ao me virar ela me beijou de uma maneira que nunca meu namorado havia me beijado antes, era quente, diferente, nossas línguas se embolavam e eu sem saber direito o que fazer mais gostando muito continuava acompanhado aqueles movimentos, enquanto ela já segurava um de meus peitinhos e massageava lentamente, aos poucos ela me levantou e me beijava enquanto nos dirigíamos até seu quarto comigo quase sem fôlego, ao me soltar ela me mostrou algumas sacolas de roupas e sapatos e falou.

_ Agora vamos mudar você .

Nas sacolas tinham calças de cintura baixa, coisa que eu nunca tive, mini saias, biquínis, calcinhas de renda e bem pequenas, já que as minhas eram enormes; os babydolls um mais bonito que o outro, blusas de decotes que valorizavam meus fartos peitos, vestidos colados que valorizavam minhas pernas grandes, enfim, me fez me tornar bonita e lógico que eu vesti todas em sua frente fazendo assim vários strip teases para ela que adorava.mais tarde, ela me disse que haveria uma surpresa.

Bom fui para a aula, depois para a igreja e cheguei por volta das oito e meia e como sempre meu pai assistia seu jornal de todo dia. Eu cumprimentei os dois na sala e já ia para meu quarto quando Marlene me chamou.

_ Kelinha, pegue sua coberta e venha assistir um pouco da novela.

_ Achei estranho o convite,  pois como sempre fui evangélica, nunca gostei de novela, mas me lembrei da surpresa e troquei de roupa, coloquei meu novo babydoll branco bem justinho e voltei com minha coberta, pois todos sabem que morro de frio à-toa.

 Ao chegar na sala Marlene mandou que me deitasse no sofá com ela, pois meu pai ocupava a outra poltrona, sendo assim me deitei fazendo suas pernas de travesseiro e me cobri deixando só a cabeça para fora sem entender ainda nada; aos poucos Marlene começou a me explicar à novela e, conversar comigo enquanto suas mãos me acariciavam os cabelos e corpo. aos poucos as caricias foram ficando ousadas e seus dedos já apertavam meus biquinhos dos seios bem de leve dando pequenos beliscões, aos poucos suas mãos chegaram a minha chaninha e começaram a bolinar de leve me fazendo molhar e fingir dormir fechando os olhos, pois já não aguentava mais de tesão ainda mais com meu pai ali poucos metros de nós.

De repente ela parou e começou a procurar alguma coisa embaixo do sofá. Eu fiquei curiosa quando ela pediu meu pai para aumentar o volume de tv, pois não estava ouvindo nada. Após meu pai aumentar, eu senti alguma coisa gelada e meio dura e lisa passar sobre minha perna; ao chegar perto da minha chaninha ficou brincando por cima do babydoll subindo e descendo minhas pernas debaixo das cobertas me fazendo delirar, até que nervosa eu mesma abaixei o short para que seja lá o que fosse relasse em mim na pele, sem demonstrar em nenhum momento o que acontecia, Marlene fixa no jornal agora conversava com meu pai enquanto pincelava minha xaninha que aos poucos cedia ao invasor. De repente Marlene enfiou a cabeça daquele instrumento, que mesmo pequeno diante da minha virgindade, penetrou com facilidade pois me encontrava bem molhada e arrancou um gemido mais alto de mim. Marlene para despistar desviou a atenção de mim.

_ Isso é que é sono ein?
_ Puxou a mãe que também gostava demais de dormir para a minha infelicidade, dizia meu pai.

O que acontecia debaixo dos lençóis era indescritível. A ousadia que Marlene tinha era excitante demais. A poucos metros do meu pai ela agora me penetrava, aos poucos quase me matando. Então sem aguentar acabei gozando silenciosamente apertando e cravando as unhas em Marlene enquanto tremia debaixo das cobertas. após isto perdi as energias então Marlene me levantou.

_ Vá dormir em sua cama dorminhoca-disse Marlene, sem nenhuma energia e um pouco tonta,eu me levantei e me dirigi em direção a porta, porém antes de cruzá-la Marlene me chamou e pediu um beijo, eu me assustei mais fui em sua direção ao aproximar ela me abraçou e me deu um beijo fraternal na testa e depois pediu que eu fizesse o mesmo com papai, pois segundo ela, nós éramos muito frios uns com os outros e isto tinha que mudar.

Depois do beijo dela me dirigi até meu pai que agora assistia filme com seu sempre short de jogador de futebol daqueles bem largos, só que ao se aproximar dele eu dei fraqueza nas pernas e acabei caindo encima de seu colo que me aparou e perguntou se eu estava bem. Sem graça e com medo dele desconfiar de algo eu disse que sim e já ia me levantar quando Marlene me lembrou do beijo, eu voltei me sentar em seu colo para o tal beijo só que desta vez havia algo diferente, pois o colo de papai não estava mais macio como segundos antes e algo e quente me incomodava minha bundinha. para piorar meu pai não me soltava e ficava me perguntando sobre o babydoll que ele nunca tinha visto e elogiando o quando eu fiquei linda com ele enquanto me enchia de beijinhos. Enquanto respondia abraçada com meu pai, eu olhei para baixo e vi uma mancha no babydoll que me deixou sem ter o que fazer,  pois se levantasse meu pai veria a mancha, se permanecesse aquele negocio ficaria mais duro ainda, então reclamei que não conseguia andar direito de sono.

O meu pai compreensivo me levantou como se fosse uma boneca e me levou para a cama nos braços em seu peito cabeludo e forte.na cama me deitou e eu rápido me virei de costas para que papai não visse a mancha, porém ao fazer isto eu lhe dei um visão muito melhor que da minha bunda empinada e agora exposta pois o balanço em seu braços fez o babydoll afundar todo em minhas popinha branquinha cheia de pelinhos loiros. inocentemente sem jeito eu levei a mão na bunda e puxei o short para consertar o erro, enfiando os dedos no meio e puxando as beiradas para fora do rego. O meu pai permaneceu estático e saiu do quarto.pelo o reflexo da luz deu pra ver seu short apontando para cima.

segunda-feira, 11 de março de 2019

MINHA MULHER NA RUA E FOI COMIDA POR DOIS

O que vou narrar aconteceu com minha querida esposinha; é bom que eu diga ela nunca tinha transado com ninguém a não ser comigo. Eu fui seu primeiro namorado e casamos, ela ainda com 20 anos virgenzinha da silva. isso aumentava o meu tesão por ela por saber que ela nunca tinha sido enrabada por outro....
o tempo passava e ela sempre caseira....confesso que tinha vontade de vê-la fodendo com outro, mas ela não dava mole para ninguém por ser evangélica tinha uma vida totalmente regrada; isso me deixava com muito tesão por ela que apesar de ser essa santinha gostava de raspar a boceta deixando a mostra um bocetão enorme que pedia pica, mas somente comigo.
Eu não tenho lá um cacete tão grande e ficava louco só de pensar na possibilidade de outro cacete maior que o meu comê-la toda.
Um dia porém aconteceu quando ela saiu para ir na cidade. fiquei observando ela se vestir, ela vestiu uma calcinha tipo fio dental entrando na bunda e na frente meio transparente mostrando a bocetona toda raspara como era seu costume fazer, ela calçou uma sandália alta muito sensual, a saia bem comportada como já falei, pois é evangélica.
Ela então saiu e só depois vim saber o que aconteceu. Ela estava andando na rua próxima a nossa cassa indo para o ponto do ônibus quando tropeçou e caiu no chão. ficou então quase caída desacordada, quando passou por ali um carro; nele iam dois homens que quando a viram ali caída no chão , ficaram assustados sem saber o que tinha acontecido e pararam o carro para socorrê-la. Eles perguntaram o que tinha acontecido, mas ela estava mesmo desacorda.
Eles então resolveram colocá-la no carro para socorrê-la, carregaram ela para dentro do carro e um foi atrás com ela o outro dirigindo. Ela se mexia muito, acho que por causa da dor que estava sentindo sua cabeça, pois havia batido no chão.
O cara que ia com ela atrás resolveu tirar as sandálias dela para que ela ficasse mais confortável no banco. Ele então tirou as sandálias dela e, para fazer isso levantou um pouco a saia dela deixando suas coxas a mostra e um pouco da calcinha parecendo. Quando ele viu a calcinha dela toda transparentemente e viu o tamanho da boceta da minha mulher (ela ficava sempre muito excitada e o cheiro da sua boceta era forte, mais muito gostoso), o cara não resistiu e chegou mais perto da boceta dela para sentir melhor o cheiro, aquela calcinha de renda branquinha toda entrando na bocetona dela era uma loucura.
O cara então sugeriu ao amigo que estava dirigindo que fossem para sua casa, pois ela dava sinais de melhora.
Ele disse: "vamos lá damos água para ela e ela pode melhorar."
Foram então para a casa do cara que ia com ela no banco de traz.
Chegando lá desceram com ela e a levaram direto para cama... deitaram ela.... e o cara resolveu tirar a roupa dela pra que ela ficasse mais confortável.
E lá estava a minha mulherzinha naquela cama com dois caras com ela. Um foi buscar água e o outro ficou tirando a saia e a blusa dela deixando-a só de calcinha ...aliás quase sem nada porque a mesma como falei era fio dental e na frente transparante. Quando ele levantou as pernas dela para torar a saia, o cu dela ficou a mostra, mostrando todo seu cuzão gostoso.
O cara não resistiu e colocou a lingua no cu dela e deu lhe uma lambida, ela começou a se contoroer. Quando o outro voltou vendo aquilo e disse:
- Cara o que é isso?
- Só meu não resistir vê o cu dessa mulher! Eu vou comer esse cu! Ele foi logo tirando o cacete para fora, começou então a chupar a minha mulher ale desacordada. O outro não resistiu e também tirou um enorme cacete da calça e começou a passar no rosto da minha mulher para ver se ela acordava. Ele abriu um pouco a boca dela e colocou o cacete na boca dela; o outro já com o cacetão em ponto de bala cravou na boceta da minha mulher e começou a fodê-la como quem fode uma cadela, ela começou a dar os primeiros sinais e começou a chupar o pau do cara que tinha colocado na boca dela. Eles então a viraram de bruços e o outro subiu em cima da cama e começou a comer o cu dela..... ficaram ali mais ou menos duas horas só fodendo a milha mulherzinha que depois voltou a para casa.
ela só me contou o que aconteceu mais tarde quando recobrou totalmente os sentidos.....e lembrou de tudo....acho que ela não estava assim tão desacordada ...o que acham...?

domingo, 10 de março de 2019

A JANA PEDIU PRA EU COMER A ESTAGIÁRIA

Personagens do elenco:
Jana: a lésbica
Graça: namorada de Jana
Carol: estagiária
Cris: namorado da estagiária

Vou contar a vez que ajudei uma colega a comer uma estagiária. Ela era lésbica com namorada vivendo junto e tudo.

Quando ela chegou na empresa eu tentei investir nela, mas não deu, ela curtia uma chana, e era fiel a garota dela. Diziam que só suportava pica de brinquedo.

Jana porém mudou quando uma nova estagiária chegou; era tímida, evangélica, se vestia com pudor e discrição, uma baixinha, de óculos, loira oxigenada...

Jana a desejou e tanto fez que tentou seduzi-la sem êxito. A menina chocada pediu demissão. Só tinha um porém, moravam no mesmo prédio.

E a Jana não a tirava da cabeça; convenceu a noiva, e começaram a pensar em uma coisa; por sugestão de uma amiga comum, me procuraram pedindo ajuda.

Cara, ajuda a gente aí, quero muito provar essa garota...

Bem ela tem namorado, nem sei por onde começar...

Sugeri elas se entenderem, se desculparem com ela, ir se achegando, ir colocando um ponto naquilo.

E foi assim, passou um pouco de tempo e tudo voltou ao normal, e amizade de vizinhas começou a fluir...

Mas a Jana continuava com seu pensamento fixo...

Um dia sugeri elas convidarem para uma festa com o namorado que também era crente, um pirralho, mas um pouco menos inibido.

Não sabiam que seria em um clube de swing e nem sabiam o que era isso até lá chegar. Nos acomodamos em uma baia privativa reservada para gente. Achei o momento na pista de dança, estava cheia e não tinha como não se tocar. As duas afastaram o namorado, a namorada de Jana, para chamá-lo a atenção o embebedava e aos poucos ele foi se soltando, lá pelas tantas ela deu um beijo e ficou provocando, tocando o pinto dele; ele estava no papo. Eu acompanhava tudo de longe, dançando com Carol que estava de costa pra ele. Notei que a Jana sentiu ciúme daquilo, mas ao mesmo tempo foi jogando, mas a consequência disso e que as duas estariam nas mãos de vários caras, depois de cinco anos sem pica.

Quando vi a Graça aos beijos com o cara, senti que era hora. A garota já olhava ao redor estranhando o ambiente, trios se formando, garotas se beijando, ... E quando ela ia se virar pra ir ao encontro do seu, eu a peguei e tasquei um beijo, daqueles de rompante. Não sei o que deu nela que ela não resistiu, eu coloquei meus dedos por dentro da calça dela e. descobri porque. Acho que a música, a escuridão, estava molhando, ela já há um tempinho. Quando ela se afastou a fiz vê o namorado, a Graça devorava o garoto; mas só que tinha outro cara se chegando nela, e ela jogando. A Jana vendo aquilo ficou passada. Voltamos para baia; a estagiária estava arrependida, queria sair dali, mas não tirava os meus dedos de dentro dela, a excitando. E aquilo de ver o namorado agora sofrendo boquete da Graça e de uma desconhecida mexeu com ela. Jana queria a Carol, que me queria. Eu queria a Jana e resolvi aproveitar. Estávamos os três juntos e eu comecei da bitocas na Jana, no começo ela fez bico, mas foi se soltando, daqui a pouco as duas estavam se curtindo. Enquanto Jana comia o seu prato, eu comia o meu. Jana já estava muito além para não resistir a pica e assim foi, ela aceitou meu beijo, meus dedos e o meu pau. Ela não sabia o que era aquilo de verdade há uns cinco anos. E curtia a Carol, agora sendo traçada pela Jana, pelo namorado. A Graça pegava uma outra garota.

Pedi ajuda ao cara para comer Jana! Jana via a Carol sendo comida por uns três caras, enquanto eu e o Cris derramava leitinho na Jana.

A Graça quando viu quis participar e chamou uns três caras para a Jana beber o leite deles. As duas se libertaram ali uma da outra. Carol virou uma devassa. O Cris casou com uma garota que ele conheceu naquela noite.

CASAL DE PASTORES E UMA AVENTURA REAL

Ola, o que vou falar agora é uma historia real, tenho 29 anos e minha esposa 30; somos crentes e por isso para minha grande surpresa, estamos casados a 7 anos minha esposa que é o tipo de mulher muito certinha, cheia de frescura, não solta pum na minha frente, não troca de roupa na minha frente e também é muito moralista; fica querendo sempre ser certinha.
Eu por outro lado me sentia incompleto na minha vida sexual, pos ela só fazia o básico, isso me deixava muito chateado.
Por isso comecei a usar a imaginação para me realizar sexualmente,ficava imaginando ela pelada em público, tudo para expor ela, só que isso era só nos pensamentos, mas em uma bela, noite depois de uma festa de casamento aconteceu algo estranho, neste casamento, ela encontrou seu ex namorado.
Eu fiquei com muito ciúme pos perceber que ela ficou tentando ficar distante de mim, passei a festa na minha sozinho. Quando chegamos em casa, fui falar com ela sobre tudo, mas antes de falar quando entramos em casa ela foi e me deu um beijo de lingua, nunca ela tinha dado um beijo assim; na mesma hora fiquei muito excitado e comecei a levantar o vestido dela, e beijar os seios dela. Ela pegou no meu pau apertando e ficou de costa virando o bumbum para mim. ai eu fui falando no ouvido dela que estava com ciume dela, mas pra minha surpresar ela cada vez mais ficava louca, ai eu disse:
- Você está transando comigo e pensando no seu ex namorado não é? me responda! =
- É gostoso saber que te dois homens lhe desejando!
Na hora me deu uma raiva misturada com tezao comecei a chupar a vagina dela e ela gritava o nome do ex namorado dela, mas que tezão me deu aquilo, ela gozou estava toda molhando chamando o nome dele.
Depois desse dia fazemos sexo falando sobre outros homens, mas quando saímos da cama ficamos como se nada acontecesse, é algo muito estranho, mas me dá muito tezão.
Sei que ela adorar saber que outros homens gostam de ver seus seios que são lindos, e depois que dá uma de certinha na rua. Depois desse dia agora ela adora soltar um pum na hora do sexo

sexta-feira, 8 de março de 2019

NA CASA DO IRMÃO

Vou contar o que fizemos, faz dois meses, pertenço ha uma igreja evangélica, onde temos vários amigos e amigas.

 La tem um jovem de 1,90 m, moreno cabelos curtos e muito carinho e brincalhão, não sou exemplo de gostosa mas dou pro gasto.

Ele é casado, chamei uma amiguinha Bruna de 9 anos e outra com 12 que se chama Laís, para irmos na casa dele para fazer uma visita com a desculpa de fazer os um trabalho da escola já que ele tem um pc em casa, nossas mães deixaram e fomos por volta de 14 horas.

Chegando la ele estava sozinho, mas nos chamou para entrar, a mulher dele estava trabalhando, eu tenho de 12 para 13 anos, eu vestia uma de saia na altura do joelho, bem solta e uma blusinha de alcinha; minha amiga de nove estava de short e camiseta; e a minha amiga de 12 com uma sainha bem curtinha e uma blusinha de alcinha folgada e sem sutiã, ela já tem um corpinho bem definido e bonito.

Chegamos lá vimos o pc na sala, logo fomos procurar, temos o costume de brincar com ele ele nos pega no colo, tudo sem maldade, até que começamos a falar que a Bruna estava namorando e ela disse nada  envergonhada, ele disse que não havia problemas desde que o garoto a respeitasse.

Dai começamos a brincar, começamos a rolar na sala eu a Laís  deixamos a Bruna no pc com o Mauro, eu estava usando um biquíni por baixo bem minusculo, notei que ele estava, me olhando e me fiz de desapercebida só pra provocá-lo, a Bruna estava sentada e se levantou para brincar também 

Fomos para varanda do fundo e lá começamos a brincar com água, molhamos o Mauro e ele disse que ia nos molhar, fizemos a festa até o momento que desafiamos ele a segurar nós três, ele tentou, mas conseguimos ou ele deixou nos derrubá-lo no piso começamos a pensar o que faríamos com as roupas molhadas, ele disse que se quiséssemos ele podia por na maquina que secava, mas teríamos que secar uma de cada vez e esperar no banheiro até secar na máquina, a Bruna falou porque você não fica de sunga e nós ficaríamos de calcinha e sutiã?

Ele falou só que vocês, depois não podem sair por ai falando isso,se não o que vão pensar?

Nós topamos e tiramos as roupas e ele colocou na maquina, começamos de novo a usar a mangueira de água e logo estávamos de novo no piso molhado, a Bruna e a Lais estavam de calcinha de pano e logo notamos que eram meio transparentes. a Bruna sem sutiã sugeriu que eu também tirasse o meu. Eu disse que como ja estão as duas também vou tirar, eu; perguntei ao mauro, ele disse pode.

Sua cueca estava com um grande volume no meio das pernas e ele tentando esconder; perguntamos o que era aquilo, como se eu não soubesse, ele tentou desconversar, dai tentamos passar a mão, ele fugindo de nós e nós atras dele até que a Bruna segurou a cueca e ela rasgou e vimos quele pau enorme que nem ele tentando esconder com a mão conseguia.

Ele disse que já que o tínhamos visto pelado, teríamos que tirar as calcinhas também, assim fizemos.
;ele chegou perto e começou a passar a mão na Bruna. eu e a Laís a passamos mão no seu pauzão, que estava enorme e duro, ficamos excitadas e a Bruna que estava mais oferecida começou a chupar o pau dele, ele foi chupar minha chana e a da Laís. Nossa que loucura!

Ele perguntou se ele podia enfiar o pau em mim na minha chana, disse que sim, mas a Bruna disse que queria ser a primeira porque ainda era virgem, ele foi e enfiou bem devagarzinho e ela gemia e quase chorava porque era grande aquele pau, depois ele enfiou em mim e por ultimo na Laís.

Nós o chupamos e o masturbamos a tarde toda, já no fim da tarde ele voltou a falar que se nós cantássemos a alguém ele não faria mais, porque não deixariam mais, dissemos e cumprimos até agora, vestimos nossas roupas, dai eu e a Laís fomos embora e a Bruna ficou lá. Chegamos em casa e dissemos que não havíamos encontrado e que remarcaríamos para outro dia que e o Mauro tivesse em casa, que tínhamos encontrado a metade, o porque da demora, dissemos que havíamos demorado porque tínhamos ido tomar sorvete e depois levar a Bruna na casa dela que era longe, para mãe da Bruna ela disse o contrário que tinha vindo na minha casa e depois à dela.

quinta-feira, 7 de março de 2019

CASADA, EVANGÉLICA E SAFADA VI

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CASADA, EVANGÉLICA E SAFADA V

Me chamo Marcos e quem leu os contos anteriores, já sabe de um lance que estou tendo com uma mulher casada, linda, evangélica, gostosa, seu nome é Cleide.

Eu moro em Araguaína-TO, temos mantido em absoluto sigilo da nossa relação, pois sou casado também, porém cada dia que vejo a Cleide meu tesão fica maior por ela e, ela diz sentir o mesmo por mim.

A Cleide, quando a conheci ela era bastante tímida, porém hoje ela já está bem mais solta. bom deixamos de lado os elogios e vamos continuar.

Após ter enchido a boquinha da safada de porra e ela ter reclamado que não avisei-a sobre meu gozo, a safada estava mais calma, havia bebido porra e e segundo ela, não foi muito bom; eu disse que a putinha com quem iria sair, ela beberia tudo, a Cleide apenas sorriu e isso foi muito bom, porém estava tarde para ambos e como somos casados, tivemos de fazer tudo muito rápido devido a hora; pra quem é homem, as vezes a coisa demora um pouco a ficar no ponto novamente, mas tínhamos a solução, assistir alguns filmes e ver o que acontecia, e assim fizemos.

Ligamos a tv e passava um filme brasileiro, não me recordo o nome, porém era um filme com a Mônica Matos, aquela gostosa, eu disse a Cleide:

– Essa mulher aí, é muito safada, gostosa, veja as cenas dela, ela se doa para o sexo.

A Cleide não tirava os olhos da cena em que a Mônica estava fazendo, o cara a comia de todo jeito e a Cleide quase não piscava, eu já estava de pau duro e disse a ela:

– Vem cá mamar gostoso!

– O que? mamar? hum, tu tem cada conversa hein!

– Não reclama, anda logo, vamos?

E ela veio e começou a me chupar gostoso, a deitei na cama e começamos um delicioso 69, ela disse:

– Nossa, que delícia! Nunca havia feito isso.

– Nossa o Fábio merece mesmo é levar chifres! Ela sorriu, eu disse: “é sério, como é que o cara não chupa a própria esposa?”

– Ele só transa e se deita de lado.

– Olha, hoje queria te comer gostoso, mas o tempo está passando rápido demais.

Então não para por favor!

E voltei a chupá-la, metia a língua lá dentro bem fundo, ela gemia com meu pau na boca dela, hummm! Estava delicioso; eu sugava, beijava, lambia aquela boceta, enfiava uns dedos bem gostoso na boceta dela, mordia ela toda e a safada parou de me chupar e começou a gemer e a dizer:

– Nossa tá bom, tá muito bom, não para por favor, não para, deliiiiicia!

Não demorou muito e ela gozou bem gostoso na minha boca. tremendo todinha ela disse:

– Nossa o que foi isso, que sensação deliciosa!

– Quero te comer gostoso, vem safada?

Levantei-a da cama, tasquei-lhe um beijo delicioso e a coloquei de frango assado e meti bem fundo naquela boceta, arrancando um gritinho de aihhhhhh delícia… aquilo me deixou de pau mais duro ainda, eu comecei a castigar aquela safada, metia bem fundo e depois ficava só colocando a cabecinha, ela começou a pedir:

– Coloca até o talo, tudo, tudinho.

– Como? não entendi.

– Entendeu sim, põe tudo, tudinho.

Eu enterrei e ela voltou dar um outro grito, só que mais alto, eu comecei a bombar rápido e gostoso, a meter fundo, xingava ela: “toma sua cadela safada, tu não querias rola, sua puta”.

– Queria sim, muita rola, me dá, me dá, vai vai vaaaaaaaaaaiiiiiii!

Eu estava maluco, a virei e a coloquei de quatro e soquei bem forte na boceta da safada e dei um tapa na bunda dela, ela disse:

– Não faz isso não,

– Por que não, você não gostou?

– Gostei,mas é que pode ficar a marca ,dai eu tô ferrada.

Eu parei, mas continuei a meter, até gozar dentro dela, tirei a camisinha e cai de lado na cama, ela veio, deitou-se do lado e encostou a cabeça em meu peito, eu disse: “o que achou?”

– Bom demais, amanhã quero de novo

– Tá começando a ficar como eu gosto.

Ela sorriu e me beijou, parecendo que éramos namorados quando se tem o primeiro beijo, vi um lindo sorriso daquela safada, que agora se tornara minha putinha de plantão.

um dia eu vou comer o cuzinho dela e o dia que acontecer relatarei aqui. até a próxima….

LEIA ESSE CONTO: https://www.casadoscontos.com.br/texto/201902628

CASADA, EVANGÉLICA E SAFADA IV

Eu não consegui comer o cuzinho da Cleide até hoje, depois da vez que fomos ao motel que a safada foi me chupando até lá, eu até tentei e nada, os dias se passaram, e na semana seguinte, ela me ligou querendo sair de novo, disse que queria uma noite bem especial, e marcamos para quarta-feira a noite isso no dia, só que eu havia me esquecido que tinha marcado com uma garota que tenho sempre uns casos com ela. Contarei após estes da Cleide e fui ligar pra Cleide e ela disse a mim:
- Te vira, desmarca com ela, não quero saber!
- Vou tentar!
- Tu é mesmo um cafajeste hein, me seduz e seduz outras por aí."
- Essa garota é caso antigo, e ela nem mora aqui, mora a uns 100km da cidade, desmarquei e apenas disse a ela, que ela teria de me chupar gostoso".
- Claro que chupo e com uma condição, não goze na minha boca.
- Claro, pode deixar, isso era domingo.
Na segunda feira, ela foi ao curso e não sei por que cargas d’águas ela me evitou o tempo todo, claro que falamos, porém quando queria algo mais, ela se esquivava, dizendo estar em público e etc., daí eu disse a ela:
- Pode deixar, na quarta feira tu me paga.
- Ah é, quero ver.
Na terça do mesmo jeito, porém na quarta ela veio, deslumbrante, nossa ela chegou no curso com um vestido lindo, maquiagem, uma mulher muito linda que fez meu pau subir na hora, falei com ela e ela disse:
- Me leva pra tomar um refrigerante num lugar de pouco movimento.
Levei ela para um bairro próximo ao motel que iria comer ela, e lá sentamos ela bebeu, comeu um espeto de gato, aliás comemos que também sou filho de Deus né.
Saímos de lá direto para o motel, chegando lá, ela se deitou e disse:
- Me beija, tive um dia péssimo com o Fábio hoje,
Chequei perto dela, a beijei, cheirei, acariciei, e ela se soltou, curtindo o momento, e eu nem precisei pedir a ela, para me chupar a safada foi logo caindo de boca novamente e mamou como se fosse um sorvete, ela sugava só a cabecinha, depois descia até o saco, chupava, voltava pro meu pau, enfiava ele até topar na garganta, babava ela todo e eu não resisti e gozei na boca dela, ela tentou tirar a boca de meu pau, porém não deixei, e ela teve de engolir, ela saiu de perto de mim me xingando e dizendo:
- Eta, que gosto horrível!
- Eu repeti a ela, dizendo que a puta com quem iria sair, beberia tudinho, ela apenas sorriu... Continua

segunda-feira, 4 de março de 2019

CASADA, EVANGÉLICA E SAFADA III

Continuando amigos, a safada depois que bebeu parte da porra, achou nojento, disse nunca ter feito aquilo, mas quando eu disse que a puta que eu iria comer, ela beberia tudo, ela apenas sorriu e disse:

- Não sou puta, se você quer saber.

- Hoje vai ser. e o clima foi esquentando novamente, quando entramos no motel, a safada foi logo ligando a TV, só que a TV não estava no canal pornô, ela perguntou a mim:

- Marcos, onde coloca naquele canal?

- Hummm, gostou foi?

Ela sorriu e disse: "estou curiosa para ver o que tá passando.

- É só mudar de canal.

A safada rapidamente achou o canal pornô, e a cena era dois homens fazendo uma DP na gata, ela disse:

- Nossa, não acredito que ela aguenta os dois.

Eu apenas me aproximei dela e comecei beijando-lhe as costas, sua nuca, e fui tirando sua blusa, ela começou a gostar e soltar alguns gemidos de prazer. Eu puxei sua cabeça de lado e lhe tasquei um delicioso beijo, ela gemia gostoso, tirei sua blusa e depois seu sutiã, deixando-a de seios de fora. Chupei cada um bem de leve, a deitei sobre a cama, tirei sua saia e sua calcinha, comecei a chupar sua boceta bem gostoso, chupava, mordia, lambia e a safada gemendo gostoso, e dizendo:

- Hummm, hummm, nossa, que delícia!

Eu com uma das mãos acariciava seus seios e com a outra comecei a introduzir um dedo em seu cuzinho. Ela, rapidamente levou sua mão e tirou a minha de lá, eu forcei novamente e de novo ela retirou minha mão, mas de tanto insistir ela deixou, ela gemia gostoso, e depois de uns minutos chupando aquela xana, eu a chamei e disse:

- Cleide, pega a camisinha e coloca aqui no meu pau".

Ela correu, pegou a camisinha e colocou nele, eu comecei a penetrá-la, na posição papai e mamãe e a ela começou a dizer:

- Isso, mete gostoso, me faz sua puta, me enlouquece."

Ela estava louca para sentir teu pau em minha vagina, eu meti devagar, as vezes tirava o pau para fora deixando só a cabecinha lá dentro, ela ia a loucura e falava:

- Coloca tudo, eu quero tudo, tudinho, por favor!

Eu judiei dela um pouco e, depois a coloquei de quatro na cama, e meti novamente, só que desta vez sem dó, empurrava nela com muita força, arrancando gritos daquela puta safada, e comecei a xingar ela, dizendo:

- Toma nessa boceta, sua puta safada, sua vagabunda, não era isso que você queira.

- Sim, era isso, mete gostoso, vai, vaiiii!

Eu puxei seus cabelos e comecei a meter mais forte e com a outra mão, meti um dedo em seu cu, ela olhou para mim e disse:

- Tira o dedo por favor!

- Eu tiro se você disser que tá ruim ele aqui.

Ela sorriu e disse: "tá muito bom, tá bom demais!"

- Então toma sua vagabunda safada, teu marido não te come assim né, sua puta:

- Não, ele não come não. fode gostoso, fode, por favor!

- Mudamos de posição, ela ficou por cima e eu comecei a atiçar ela: "safada, gostosa, na próxima vez, seu cuzinho vai ser meu."

Ela sorria e apenas pulava sobre mim, de repente a safada começou a gemer gostoso e a dizer que estava sentindo uma sensação maravilhosa. eu disse:

- "Goza sua putinha safada", e ela gozou gostoso, e eu ainda não tinha gozado, pois já havia gozado antes, no carro.

Voltei a ficar por cima dela, e meti forte e comecei a bater em sua bunda, e ela disse:

- Para se não meu marido me mata, se ver machas de mão.

 Ai, eu parei e continuei metendo nela, xingando-a de vadia, safada e ela:

- Mete, põe tudo, coloca, me deixa maluca, seu filho da puta!

- Hummm, tá começando a desabrochar a putinha né?,

- Cala a boca e me come, come gostoso, safado!

Aquelas palavras me deixaram maluco e eu gozei dentro daquela boceta gostosa, claro que enchi a camisinha, mas foi demais, caímos os dois suados na cama, Eu fiquei acariciando-a por um tempo e depois ela foi se lavar, eu também fui, e nos beijamos ardentemente e ela me confessou que ficou com um gosto estranho na boca após beber porra, mas que gostou.

Eu sorri e disse, pois vá se acostumando, porque você vai beber muito mais, a safada sorriu e tornou a me beijar. depois eu conto como finalmente comi o cuzinho da Cleide. hummmm, só de pensar fiquei maluco aqui!

domingo, 3 de março de 2019

CASADA , EVANGÉLICA E SAFADA II

Bons amigos, depois de uma deliciosa transa com a Cleide, ela passou uns dias sem falar comigo, acho que com vergonha do acontecido, porém num domingo quando fui visitar minha mãe, nós nos encontramos e marcamos, para segunda, na hora do curso, como de costume, se não leram o primeiro conto, me chamo Marcos, sou moreno claro, casado, tenho 35 anos de idade.
A Cleide é morena, seios médios, corpo lindo, e muito tímida; ela é vizinha de minha mãe, porém muito gostosa.
Na segunda quando ela chegou no curso, eu já estava, e louco para sairmos o mais rápido possível, mas ela chegou, assistiu toda a aula, quase não falou comigo, e depois seu esposo a buscou no curso, não entendi e assim seguiu durante a semana toda, ela me evitava ao máximo, sempre se esquivando, até que na sexta feira, eu resolvi sair mais cedo, e quando entrei no carro, que fui saindo, ela me ligou, eu atendi, ela me perguntou porque estava saindo mais cedo, eu disse a ela, que iria procurar uma puta na cidade para poder transa.
Ela falou: "por que não volta aqui?
- "Para que, se você me ignorou a semana toda".
- "Eu quero me desculpar com você,".
Eu aceitei, em vez de ir embora, voltei e lá estava ela, me esperando, saímos de lá direto para um motel, e no trajeto, ela me perguntou como poderia se desculpar comigo?
Eu falei, olha que as vezes você não vai gostar da resposta.
Ela disse: " Tenta".
Daí eu disse: "você pode se desculpar, me fazendo duas coisas, a primeira é me chupando agora até chegarmos no motel."
Ela foi abrindo o zipper da calça e caindo de boca e depois levantou e disse: "e a outra".
- "Quero comer teu cuzinho"
- "Nem morta", e voltou a chupar, nossa estava delicioso, uma sensação maravilhosa, você dirigindo e uma gata mamando teu cacete até o motel. Nossa, a concentração é algo indescritível, delícia, ela chupava com maestria, me fazendo forçar sua cabeça mais fundo contra meu pau e num ímpeto, eu gozei na boca dela e ela tentou se levantar, mas segurei e ela deixou escorrer um pouco, mas bebeu mais da metade, ao erguer a cabeça ela disse:
- "Nunca mais faça isso, nunca havia feito isso, beber essa coisa nojenta,
Eu disse a puta que eu iria comer, ela bebe tudo, ela apenas sorriu.... "
CONTINUAÇÃO

sábado, 2 de março de 2019

CASADA, EVANGÉLICA E SAFADA I

Tudo que relatarei aqui, aconteceu realmente, me chamo Marcos, sou moreno claro, casado, tenho 35 anos de idade e essa história aconteceu agora no mês de abril.

Conheci uns vizinhos de um amigo, que moram próximos de minha mãe, e sempre que iria visitá-la, os cumprimentavam, eles são casal jovem, o marido tem 25 anos e a esposa 21, e tem uma filhinha de 2 anos, o nome da esposa é Cleide, uma mulher linda, que na primeira vez que vi, fiquei aceso por ela, mas sempre respeitando meus limites.

Com o passar dos tempos, eles me disseram ser evangélicos e papo vai papo vem, a gente começou a ficar amigos, as vezes ia na casa deles com minha esposa e filhos e passávamos bons momentos juntos e eles também, sempre vão lá em casa.

Bom certo dia, me matriculei em um curso de informática, para aprender a fazer planilhas de Excell, pois não tinha muito conhecimento do mesmo e para minha surpresa, a Cleide também havia se matriculado lá, daí sempre nós falávamos e etc. até que certo dia, nossa conversa chegou no assunto sexo, ela disse que seu marido era muito carinhoso e etc. Eu disse que também era muito carinhoso, mas que gostava mesmo era de um sexo bem selvagem, ela sorriu, disse que não sabia nem como era esse sexo selvagem, que seu marido foi seu primeiro namorado e etc.

Bom, eu disse a ela, que conversasse com ele, sobre isso, ela disse, nem morta, ele não gosta de falar sobre isso.

Eu disse a ela e por que não. Ela disse, ele é tradicional, gosta das coisas certinhas e etc.

Num impulso, eu disse a ela, se você quiser posso te dar algumas dicas e você faz com ele, ela ficou sem graça e não disse mais nada.

Passaram-se os dias e de repente ela falou assim, hoje eu queria sair mais cedo, antes do curso terminar, mas meu marido não pode vir me buscar, eu disse a ela, eu posso te levar se você quiser.

Ela disse, que não queria incomodar, porém com minha insistência, ela aceitou e saímos. No trajeto perguntei se ela tinha falado com o esposo sobre o sexo selvagem, ela riu e disse que não, mas que se eu quisesse dizer a ela como funcionava, nossa eu fiquei de pau duro na hora e acho que ela percebeu, porém até aí tudo bem, disse a ela alguns detalhes e ela disse:

- Nossa, deve ser muito bom, mas meu marido, não toparia isso, nem morto. eu disse:

- "Olha Cleide, você é uma mulher linda, nova, e deve se manter para seu marido, porém se você tiver afim, eu te mostro algumas coisas na prática".

- "Está louco Marcos, e sua esposa, se ela sabe de umas conversas dessas, ela me mata."

- "Ela não precisa saber, se você tiver afim, a gente vai para um motel amanhã e daí a gente só faz algo se você quiser."

-  "Você é louco", e nada mais falou.

A deixei em casa e pensei comigo," estou ferrado, ela vai ligar pra minha esposa e contar tudo". Eu fui para casa e no outro dia, fui ao curso e lá estava ela, dei-lhe boa noite e quando fui entrar na sala ela disse,

- "E o nosso combinado."

Nossa eu disse, eu: "estou disposto e você".

- "Vamos, antes que eu me arrependa".

 Saímos e fomos direto para um motel, chegando lá, liguei a tv e já apareceu um cara enrabando uma mulher, ela disse:

- "Nossa, o cara tá metendo no cu dela".

- "Sim, você nunca deu o cuzinho?"

- "Não, ela disse, nem morta."

- "Isso faz parte do sexo selvagem" 

- "Nem pensar".

 Eu sorri e falei: "vou ao banheiro."

Ela disse: "Está bom.

Eu fui ao banheiro e fiquei de lá observando ela vendo o filme, depois de alguns minutos, sentei ao seu lado e fiquei vendo o filme com ela, e ela não me olhava nos olhos, somente para tv, eu nada falei, somente peguei sua mão e coloquei sobre meu pênis, por cima da calça mesmo, ela tirou na hora, eu tornei a colocar a mão sobre meu pênis e daí ela deixou a mão parada, porém começou a mexer devagar e aquilo foi em excitando muito, eu abrir o zíper e ela pegou nele, porém não olhava para mim, somente para a cena na TV, eu perguntei se ela estava gostando da cena ela só balançou a cabeça dizendo que sim, eu abrir sua blusa, e ela não esboçou reação nenhuma, e vi seus lindos seios, nossa, que delicia, lindos, médios, bicos rosados, durinhos, comecei a acariciá-los e perguntei a ela, se poderia deitá-la sobre a cama. Ela concordou e daí tirei toda a sua roupa, ela não deixou eu tirar sua calcinha, eu concordei e comecei a sugar seus seios, ela começou a gemer gostoso e subi até sua boca e tasquei-lhe um beijo gostoso e demorado, ela retribuiu como se fosse um sorvete, um beijo cheio de tesão, eu tirei sua calcinha e desci beijando ela toda até chegar em sua boceta; estava com muitos pelos, mas meti a língua e suguei gostoso, enquanto minhas mãos apertavam seus seios, ela gemia e faltava empurrar minha cabeça para dentro dela, e eu a fiz gozar gostoso, daí antes dela pensar eu puxei-a pelos cabelos e disse:

- "Vem aqui puta safada e chupa meu pau, sua vadia".

Ela veio e caiu de boca, eu falei: "chupa direito sua vadia, e meti até o talo na boca dela, meu pau mede 18 cm apenas, e ela o engoliu tudinho com sua linda boquinha, daí a joguei na cama e disse:

- "Fala o que você quer fazer sua cadela safada?"

- "Me diz você"

- "A vadia gosta de levar pau nessa boceta."

- "Sim, eu quero".

Eu coloquei uma camisinha e chequei perto dela e disse.

- "Fica de 4 sua vagabunda."

Ela se virou e eu meti em sua boceta, e comecei a meter forte e depois comecei a bater em sua bunda e xingá-la de safada, de cadela de puta, ela gemia alto e falava

- "Me come, vai ... come sua amiga."

- "Você não é minha amiga, você é minha putinha de hoje em diante vai ser fodida sempre."

- "Vou sim, mete mais forte, vai me arregaçar seu filho de uma puta."

- "É isso aí, safada",

Depois a virei e a comi na posição frango assado, metia forte, xingava ela, e disse que iria gozar e que iria ser eu seu rosto.

- "Não por favor!"

Eu tirei meu pau e rapidamente gozei sobre ela, melando, rosto, cabelo, boca, tudo. ela saiu correndo para o banheiro e se limpou. Quando voltou, perguntei a ela, o que ela a achou, disse: "nossa que delícia, quero mais".

Eu disse, amanhã faremos mais e saímos. Deixei-a em casa, mas no dia seguinte ela não foi na aula, e isso era numa sexta feira, só a vi no domingo, quando fui visitar minha mãe e daí a vi, conversamos e marcamos para um outro dia. Esse conto aconteceu em Araguaína-TO. Depois conto como foram os próximos encontro dessa gostosa que agora se tornou minha putinha. 

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

O CRENTE QUERIA QUE EU ME ENTREGASSE... CONSEGUIU (CONTO GAY)

_ Bom dia! Dona Lidia está?

_ Bom dia. Olha, eu acabei de acordar, mas com certeza ela não está, pois ela teria atendido. De todo modo, aguardem um segundo... Vou ver se ela está lá dentro...

_ Sim... nós esperamos.

Fui dar uma olhada só para não parecer má vontade, mas estava certo de que minha mãe não estava. Com a insistência dos toques da campainha... impossível ela não ter ido atendê-los. Até eu, que tentei me segurar na cama, depois de quinze minutos, desisti e levantei... imagine ela! Ia retornando à porta quando vi um bilhete sobre a mesa: “Filho, precisei sair para resolver um probleminha, um casal amigo meu virá me procurar. Volto rapidinho! Peça para entrar e esperar. Faça sala. Não faça feio! Beijos... Lídia". Pensei: “Faça feio! Minha mãe tem cada uma!” Fui ao encontro deles...

_ Oi! Ela saiu mas deve voltar logo. Entrem!

_ Ah, obrigada!

_ Podem sentar... Vou só tomar um banho rapidinho e já volto. Querem ver TV?

_ Não... Não se preocupe!

Durante o banho pensei “ Espera aí! Hoje não é sábado? Como ela diz que voltará rapidinho se quinta-feira ela própria me disse que passaria o sábado inteiro no hospital, pois estava escalada para o plantão? Aí tem coisa! Vou já ligar para lá sem me identificar!” Saí do banho:

_ Bom dia! Minha querida, eu estou com uns exames para mostrar à Doutora Lídia, mas não sei o horário que posso encontrá-la... Você poderia me informar?

_ [...] _ Ah... o dia todo... Sei. E ela já está aí? _ [...]

_ Certo. Ótimo! Então eu vou logo agora! Obrigado! Com a certeza de que estava acontecendo uma armação, voltei à sala.

_ Pronto! Vamos aguardá-la, não é?

_ Vamos sim... Ela deve voltar logo... _

 Certamente. Vocês a conhecem de onde? É que eu nunca os tinha visto por aqui...

_ Bem... É... Nós... Quer dizer... Faz pouco tempo que nos conhecemos... Este é meu esposo... Mizael... Eu sou Sara.

_ Prazer Sara... Prazer Mizael... Eu sou Tiago. [...] Mas, voltando à pergunta, de onde vocês se conhecem? Ele respondeu:

_ Da igreja. Do culto.

_ Da igreja? Que igreja? Minha mãe frequentando igreja é novidade pra mim... Ela respondeu:

_ É... É novidade mesmo! Ela acabou de “aceitar”...

_ Como é? Aceitar? Mas aceitar o quê?

O homem, tentando ficar mais próximo de mim, sentou-se na beirada do sofá, segurou um livro na palma da mão e pondo a outra mão sobre ele disse: _ A palavra!

_ Espera... Vocês estão querendo dizer que minha mãe agora é crente? [Risos]

O homem, diante do meu riso, levantou e pôs seu livro sobre a mesa. Olhou para a mulher, que estava totalmente sem graça e disse:

_ Eu falei que isso era uma tolice, Sara! Quem tem que conversar com ele é a mãe... Eu, ainda rindo...

_ Desculpa, gente... mas é que isso chega a ser cômico! Minha mãe... crente! Era o que faltava! A mulher, num rompante de impaciência disse:

_ Muitas vezes, é no desgosto que se consegue tirar o barro dos olhos e enxergar o caminho correto! E foi através do desgosto que você deu a ela que ela agora está no caminho da salvação! Agora é sua vez! Eu fiquei transtornado...

_ Como é? Desgosto? Eu dei desgosto a ela? Deve estar havendo algum engano aqui! Até ontem, ao ir ao meu quarto desejar boa noite, o que eu escutei dela foi : “Tiago, você é o maior tesouro que alguém pode ter... Um filho que só dá orgulho, alegrias... “. Como a senhora vem agora me dizer que eu sou um desgosto para ela?

_ Calma... Levantei. O homem segurou meu braço e eu dei um safanão para ele largá-lo e entrei rumo ao meu quarto... Ele veio me acompanhando e ao me virar, meu rosto encontrou o dele e meus olhos brilharam...

_ Calma! Ele segurou minhas mãos...

_ Vamos conversar...

_ Por favor... gostaria que vocês voltassem para conversar com ela outra hora...

_ Tudo bem... Fomos à sala.

_ Vamos Sara!

_ Vamos... Nada disse, tranquei a porta e deitei no sofá. Vi o livro sobre a mesa. Ele havia esquecido. Peguei-o e notei umas páginas marcadas. Li e falava sobre relacionamentos íntimos entre homens... “Ela sabe que sou gay? É esse o desgosto?”. Fui ao quarto lendo e deitei na cama. Pousei o livro e lembrei do homem... seus olhos... sua voz... suas mãos... A campainha tocou. Era ele!

_ Oi, Tiago!

_ Seu livro... vou buscar!

_ Espera... Podemos conversar?

Abri a porta...

_ Mizael, não perca seu tempo... eu não vou mudar... não adianta... e antes que sua esposa chegue também...

_ Não... Ela nem sabe que voltei! Quero só que me ouça! Não vou tentar te convencer a nada...

_ Tudo bem...

_ Antes que eu esqueça, deixe eu pegar... o... onde está?

_ Ah... está no quarto... eu peguei para ler umas partes marcadas... Ele sorriu. Que sorriso lindo!

_ Venha... Vamos conversar lá dentro...

_ No... No seu quarto?

_ Algum problema?

_ Não... Não... Vamos! No quarto...

_ Senta aí...

_ Na sua cama? Não tem problema?

_ Não... Você quer uma água? Você está transpirando muito... sua roupa é quente e você ainda fecha todos os botões!

_ Aceito... Peguei um suco e levei. Ele estava vendo um quadro onde eu tinha várias fotos de uma viagem que tinha feito a Fernando de Noronha, em quase todas eu estava de sunga. Ele se assustou e bateu o braço na minha mão e acabou derramando suco em sua camisa...

_ Oh Mizael... desculpa!

_ Não se preocupe!

_ Tire... Tire que eu passo um pano e ponho pra secar... são cinco minutos!

_ Eu vou aceitar... senão como vou explicar isso... [Risos] Fiquei olhando ele rindo...

 _ Que foi? Ele me entregou a camisa...

_ Você... sem essa camisa e rindo assim... Levei a camisa e limpei. Pus na secadora e voltei... Ele falou:

_ Sem camisa e rindo... Não entendi...

_ Parece outra pessoa! Desculpe mas essa sua religião esconde o que você tem de mais bonito... de mais... Nossos olhos estavam fixos: os meus mergulhavam naqueles castanho-esverdeados, que pareciam mais claros ao contrastarem com a pele morena de sua face – de contornos fortes e retos – e que tentavam se esconder fechando as pálpebras sempre que seus lábios, bem desenhados e emoldurados pela barba ralinha, se abriam mostrando seus dentes alvos e bem posicionados...

_ De mais o quê?

_ Deixa pra lá!

_ Fala...

_ De mais gostoso... Ele sorriu.

_ Posso confessar uma coisa? Nossos rostos iam se aproximando...

_ Pode.

_ Pela primeira vez escuto isso... que tenho algo de gostoso! Passei a vida inteira esperando alguém dizer...

_ Como alguém ia dizer se estava escondido? E deve haver muito mais coisas gostosas em você...

_ Será?

_ Posso tentar descobrir...

_ Tenta.

_ Vou começar por essa boca que está me deixando louco! Colei meus lábios aos dele e logo senti sua língua invadir minha boca... Chupei-a com fúria e nossas respirações fora ficando intensas... Minha língua foi sugada e tamanha era a força que ela era chupada que chegava a doer. Nossas bocas passaram a não se contentarem em sentir apenas os gostos de nossas línguas... Passaram a lamber nossos queixos, nossas orelhas, nossos pescoços... Virei e fiquei por cima dele e fui lambendo seu corpo até chegar à sua calça. Ele me olhava. Abri seu zíper e puxei a calça e a cueca de uma vez. Revelei a rola mais linda que tinha visto na vida, Agarrei-a e ele sorriu. Comecei a chupá-la e ele fechou os olhos e começou a gemer pra dentro... Parei.

_ Tá gostoso, Mizael?

 _ Demais! Não imaginava que era tão bom!

_ Não imaginava?

_ Nunca tinha sido chupado... Sempre me falaram que era errado!

_ Percebe que tudo que é bom é visto como errado? Viver assim é como viver preso! Por que seríamos criados para sermos prisioneiros de nós mesmos? Existimos para sermos livres, e usarmos essa liberdade para o bem. E qual bem maior que o amor, o prazer?

_ Faz mais!

_ Então solte-se, Mizael! Liberte-se! Ponha pra fora o que está gritando dentro de você!

_ Hummm... Hummm...

_ Pra fora, Mizael! Pro mundo!

_ CHUPA! CHUPA MEU PAU!

_ Isso! Ponha pra fora! Sem medo!

_ CHUPA MEU CACETE, PORRA! ENGOLE MINHA POMBA, SAFADO!

_ Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Chupo, delícia! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...!

_ Ahhh…! Ahhh...! Agora você vai conhecer um outro Mizael! Ahhh...! Quer?

_ Quero! Quero! Hummm...! Hummm...! Ahhh... Que cacete delicioso! Ahhh... Mizael! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Soca bem forte! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...!

_ Engole, safado! Ahrrrrrrrr...! Issssssssssss...! Engole! Isssssssssss...! Assim!

_ Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Quero leitinho! Hummm...! Hummm...! Dá leitinho, dá? Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...!

_ Estou quase gozando! Chupa bem forte! Depois eu como seu cuzinho! Chupa! Quero ver você beber minha gala! Issssssssssss...!

_ Assim? Hummm...! Hummm...! Assim, é? Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...!

_ Agora... Lá vai! Ahrrrrrrrrrrrrr...! Ahrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr...! Ahrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr...!

_ Ahh... Gostosa sua gala!

_ Fica em pé, Tiago... Deixa eu chupar você!

_ Ahhh, Mizael... Isso! Delícia! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Ai, Mizael!

_ Vai! Goza pra mim, goza!

_ Ahh... Agora! Ahrrrrrrrrrrrrrrrr...! Ahrrrrrrrrrrrrrr...! Ahh... Ahh... _ Humm... [Risos]

_ Agora quero te comer!

_ Mete essa pomba em mim, Mizael! Mete gostoso! Hummmm...! Hummmm...! Hummmm...!

_ Quer sentir minha rola te partir no meio é?

_ Quero... Quero...! Vem! Mete!

_ Toma! Iss...! Toma! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Toma! Safado! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...! Aguenta! Ahrr...! Ahrr...! Ahrr...!

_ Eu gosto é assim, Mizael! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Delícia! Mete essa pica! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Isso! Isso! Ahhh! Adoro! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Hummm...! Isso! Gostoso!

_ Delícia de cu! Delícia de cu! Toma! Toma!

_ Mais rápido! Isso, Mizael! Mais! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Mais! Mais! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Hum...!

_ Ahhh... Assim eu vou gozar, Tiago! Ahrrr...! Ahrrr...!

_ Hum...! Hum...! Hum...! Hum...! Goza! Goza muito! Hum...! Hum...! Hum...! Adoro gala!

_ Adora? Pois aqui tem! Anda. Abre a boca!

_ Me dá! Me dá gala!

_ Ahrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr...! cacete! Owhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...! Ahrrrrrrr...! Ahhh! _Ahh... Que delícia!

_ Você é louco, Tiago! A partir desse dia, Mizael passou a me fazer visitas com o intuito de fazer eu “me entregar”... e todas as vezes ele tem conseguido... Me entrego muuuuuuuuuuito!