terça-feira, 23 de agosto de 2022

MENINA EVANGÉLICA - MINHA HISTÓRIA (CONTINUAÇÃO 3)

 No carro, meu pai falava e eu não ouvia. Ele ficava geralmente falando do trabalho dele, coisas bobas, da mamãe, do meu irmão. Mas eu estava com a mão entre as pernas, alisando minha bucetinha ensopada por cima do conjugado.

Não conseguia deixar de sentir o pau do profs pulsar na minha mão. Esperaria ansiosa pela quarta!

De noite, no meu quarto, dormi nua. Senti muito prazer em deitar arreganhada, imaginando o prof. entrando dentro de mim, com a língua, com os dedos, com o pau duro dele. Esfregava minha bucetinha sem parar. Fechei os olhos e curti meus pensamentos até pegar no sono. E olha que demorou.

Na terça, lembro que estava nas nuvens, não prestava atenção em nada. Me senti a mais linda e sensual das mulheres, mesmo tendo só 12 anos.

Puxei a calcinha pra dentro da bunda e andava rebolando (quando meus pais não estavam perto, claro), porque percebia os olhares de homens. Os meninos não se ligavam muito, mas homens mais velhos me comiam com os olhos.

Na quarta, depois da aula, eu fui pegar minhas coisas pro ballet. Quando peguei o collant, olhei frustrada porque lembrei que a mamãe tinha pego para costurar. Estava feito novo! Não perdi tempo, peguei a tesourinha de cortar unha e cortei o fio, puxando até abrir tudo de novo. Ficou mais aberto do que estava. Depois eu daria um jeito de explicar pra ela. Mas fui pro ballet muito tarada.

No carro, quando meu pai foi me deixar, eu tive uma ideia.

– Pai, o senhor pode ir me buscar dez minutos mais tarde? É que vai ter um exercício extra hoje, vamos demorar um pouquinho mais.

– Tudo bem, filha. Mas perto das seis o trânsito é um pouco mais lento. Talvez eu passe das seis, então, ok?

– Sem problemas!

Isso me daria um tempinho a mais no fim do dia, depois que as meninas fossem embora. Me despedi do meu pai e quase corri para dentro do studio.

Quando o prof me viu, me olhou da cabeça aos pés. Nunca vou esquecer a cara que ele fez, parecia que ia me atacar ali mesmo.

Veio me cumprimentar e disse no ouvido:

– Adoro a visão desse collant.

Abri um sorriso enorme pra ele e fui pro alongamento inicial, que era mais curto e seguido do aquecimento.

Olhei ao redor e contei as meninas. Eram quatro. Duas delas haviam faltado de novo (ótimo!) e o número era ímpar. Tentei ver o estado de excitação dele, mas a camisa não permitia direito. Ele usava nesse dia uma bata solta, que cobria a legging. Dava pra ver que tinha volume, mas ficava mais discreto.

A aula se seguiu, e ele evitou exercícios que envolvessem levantar a perna, acho que pras outras meninas não verem como estava meu collant.

A aula foi agitada mesmo assim, porque fizemos vários passos curtos. Eu fiquei um pouco suada, apesar do ar condicionado, porque estava excitada e agitada.
No fim dos exercícios, ele falou que faríamos o alongamento na barra, e eu sabia que teria algo excitante. Mas quando ele me deixou na frente de todas, em primeiro lugar na fila, eu me frustrei. Mal sabia eu que ele sabia exatamente o que estava fazendo.

Ele começou a acompanhar as meninas de trás pra frente, me deixando por último. Eu estava frustrada, achava que ele não ia fazer nada naquela hora.

Ele ficava atrás de cada uma, corrigindo os movimentos. A perna mais próxima ia por cima da barra, a outra fazia flexão, para forçar o alongamento. Depois virávamos de costas e fazíamos com a outra perna.

Quando ele veio por trás de mim, colocou as mãos na minha cintura.

– Isso, minha linda. Agacha, alonga, estica bastante, deixa a perna tooooda abertinha…
O jeito dele falar me excitou. Se eu já estava sequinha, comecei a babar de novo.
Então ele veio com a mão suave por baixo das minhas pernas. Como estava entre mim e a menina de trás, ninguém via. Senti quando o dedo dele veio direto na minha bucetinha. Sobre a pele, sem nada no meio, me arrepiei de um jeito que nunca tinha sentido. Ninguém tinha tocado ela. Aquela mão áspera, forçando minha grutinha, sentindo meu melado, me dava uma vontade de me arreganhar e eu esticava muito a perna.

Ele falava de um jeito manso, demonstrando estar muito excitado.

Ficava contando os segundos como se nada tivesse acontecendo. E os dedos me explorando.
Em um momento, ele pegou meu braço e colocou pra trás do meu corpo.

Já fui procurando o que queria: o pau dele.

Apalpei, estava muito mais duro que na segunda-feira. Uma pedra. Apertei forte enquanto ele cutucava a entradinha da minha buceta com o dedo. Foi forçando e eu me afastei um pouco quando doeu. Ele segurou minha cintura, eu segurando o pau dele… Senti quando ele tirou minha mão e colocou pra fora, me fazendo pegar direto naquela coisa gostosa, quente e dura. Nossa, naquela hora tudo que eu queria era nunca mais soltar aquilo… Mas foi rapidíssimo que ele fez isso. De repente me posicionou de volta e disse:

– Peguem os colchonetes e vão para o chão. Fulaninha na A, outra na B … etc.

Ele estava dizendo as posições pra ficar, e eu ia ficar na última, a E. Tinha mais, mas como éramos cinco a gente só ia ocupar essas.

Enquanto falava isso ele foi para o fundo da sala, entrou no banheiro e voltou pouco depois, com o pau mais escondido. A bata solta por cima.

Mandou a gente deitar de barriga pra cima, de frente para o fundo da sala. Como eu era a última, apenas ele estava na minha frente.

Foi guiando nossos movimentos. Mandando levantar perna, dobrar pra direita, virar o corpo para esquerda e vice-versa…

Enquanto fazia isso, se deleitava cada vez que eu abria as pernas. Eu sorria, ele sorria de volta, olhando minha buceta ensopada.

Depois, mandou deitar de barriga pra baixo.

– Vamos alongar a coluna. Fiquem de quatro, coloquem os joelhos e os cotovelos no chão. Fechem os olhos, respirem fundo, tentem não pensar em nada.

O safado estava atrás de mim.

Se agachou e ficou empurrando minha cintura pra baixo.

– Forcem a coluna pra baixo, empinem o bumbum pra alongar bastante. Isso, isso mesmo…
Ele pegou minhas pernas e abriu um pouco, me deixando mais arreganhada.
Ia dando instruções. Mandava manter os olhos fechados. Enquanto isso, os dedos dele passeavam na minha bucetinha.

Senti quando invadiram o buraco do meu collant, subindo para a parte de trás. Encostou no meu buraquinho. Mas acho que era muito apertado, então ele voltou pra buceta. Continuava dando instruções…

Ele puxou meu collant de lado, e falou pra todas:

– Estiquem os braços no chão, encostem o rosto no chão, viradas pra esquerda (contrário de onde estávamos), contem de um até vinte, tentando se esticar ao máximo.

Quando as meninas começaram a contagem, ele se agachou rápido e senti a língua dele dentro de mim. Ele me lambeu e chupou na buceta, passou a língua por toda ela, indo até o meu cuzinho. Me abria as nádegas com as mãos e enfiava a língua tão fundo que doía.
Depois levantou, colocou o pau pra fora de novo e ficou esfregando na minha buceta, enquanto dizia:

– Continuem, quando terminar a contagem, não abram os olhos, coloquem os braços por cima das costas e contem de novo de um até vinte.

Ele sabia ganhar tempo. Senti enlouquecida aquela coisa quente e macia esfregar minha bucetinha. Senti ele passando pra cima e pra baixo, e quando começou a forçar pra dentro de mim.

Tentei levantar no susto porque estava ardendo, mas ele colocou a mão sobre a minha coluna, bem na lombar, e me manteve lá.

Senti a cabeça daquele pau grosso abrir o buraquinho virgem da minha buceta… Eu não imaginei que aquilo fosse acontecer naquela hora, que fosse doer, e me assustei, mas ele me mantinha parada. Quando senti a cabeça entrar, parecia que algo tinha rasgado dentro de mim. Mas a contagem das meninas estava no fim, e ele tirou rápido, guardou e colocou meu collant rasgado no lugar.

Levantei rápido com cara de assustada e ele fez sinal pra deitar.

Voltei pro lugar, meu coração ia sair pela boca. Ainda sentia a pressão daquilo dentro de mim, embora já não estivesse mais.

Foi me dando medo, no lugar da excitação, porque eu lembrei que pedi pro meu pai demorar mais.

Tentei relaxar e pensar em uma forma de sair.. Estava com medo. Queria aquilo, mas a forma como aconteceu me assustou muito.

Quando enfim ele avisou que o exercício tinha acabado e a gente podia se levantar, eu estava me sentindo exausta. O cabelo estava todo fora do lugar e achei que estava estampado na minha cara o que aconteceu.

Me levantei devagar enquanto as meninas iam ao banheiro. Eu não queria ir junto com elas, e isso foi a deixa pra ele voltar pra perto de mim.

Nós dois sozinhos na sala, e ele falou:

– Que vontade de enfiar meu pau inteiro na tua boceta quente e apertada, delícia. Putinha safada.

Eu fiquei parada.

– Está tudo bem?

Não respondi.

– Pensei que você queria que eu te comesse gostoso. E eu tô com vontade de te arrombar toda.

O jeito dele falar me excitava e amedrontava. Eu sentia a minha bucetinha latejar, mas ardia.

Ele passou a mão nela e enfiou um dedo, eu estava sem reação.

– Olha, já tirei o cabacinho. O resto da piroca entra mais fácil agora. Quero enfiar fundo até o talo aí dentro, minha putinha melada.

As meninas começaram a sair e eu fui ao banheiro.

Sentei no vaso, fiz xixi e minha boceta ardeu. Passei o papel e veio sujo de sangue. Ele tinha realmente tirado minha virgindade com a cabeça do pau. Já era.

Fui relaxando e percebendo que minha boceta ainda soltava melzinho… Ajeitei meu collant rasgado, voltei pra sala, sentamos enquanto cada uma esperava seus pais.

Ele foi pra dentro, sumiu e deixou a gente só. Se despediu de todas e disse que ia arrumar o material. Higienizar os colchonetes.

Uma a uma elas foram saindo. Quando deu 17:35h a última foi embora.

Eu fiquei pensando se ia ou não procurar por ele. Decidi ir. Já tinha começado e já tinha esquecido o susto e o ardor.

– Prof?

Quando ele ouviu minha voz saiu lá de trás, vi que estava de pau duro.

– Você tá aí ainda?

– Sim, o que você está fazendo?

– Estava batendo uma punheta porque não consigo esquecer tua boceta. Olha minha piroca…

Ele pôs o pau pra fora. Pela primeira vez eu vi de frente.

– Meu pai ainda não chegou….

– Não? Então vem cá, me ajuda. Se ele chegar você corre.

Ele me puxou pela mão e eu peguei na piroca dele. Apertei.

– Pra frente e pra trás, vai… Me faz gozar.

Vi a cabeça do pau sair de dentro da pele. Era linda. Melava minha mão.

– Ai que delícia. Eu quero te foder…Me dá uma chupada, vai.

Falou isso e já me pegou pela mão, me levando pra um dos bancos. Era esses bancos de cimento, tipo arquibancada, que tinha dois andares. Sentei e ele já se aproximou, em pé na minha frente.

– Abre a boquinha e lambe ele.

Coloquei a língua pra fora, senti vontade de colocar na boca e fiz isso. Era gostoso. Era cheiroso também.

– Nossa, que delícia, que boqueteira safada. Chupa gostoso, vai…

Comecei a tentar chupar e ele ia enfiando na minha boca, segurando meu cabelo.

– Mama na minha rola, isso. Mama gulosa.

Eu estava toda melada, já. Era excitante marmar em um pau. Eu tinha imaginado isso várias vezes.

Ele empurrou muito, mas não gozou. Tirou, se abaixou e beijou minha boca. Era meu primeiro beijo também. Senti a língua dele invadir minha boca, tentei colocar a minha na boca dele e ele segurou e chupou.

Foi baixando as alças do meu collant, e pela primeira vez alguém viu meus peitinhos.

Ele passou os dedos nos biquinhos e começou a apertar.

– Que linda que você é, princesa. Perfeita. Linda a boca, os peitinhos, o cu, a boceta. Toda linda.

E começou a mamar nos meus peitinhos. Ele mamava e vinha me beijar a boca, e voltava a alisar e mamar. Eu estava com a pele arrepiada e ofegante. Nunca tinha me sentido daquele jeito.

– Deixa eu chupar tua boceta de novo.

Eu terminei de baixar o collant.

– Ah, que putinha safada. Eu quero te comer, enfiar minha piroca fundo…

Eu não cheguei a dizer que meu pai ia demorar porque não tinha decidido 100% a deixar ele me comer. Mas já que ia tirar o collant… Provavelmente ia pedir.

Fiquei de quatro na arquibancada, me apoiando na parte superior e ele veio por trás de mim.

– Nunca vou esquecer essa visão. A boceta e o cu mais lindos que eu já vi.

Eu quase não tinha pelos, por causa da idade e porque meus pelos são clarinhos. Então o pouco que tinha era quase lisinho, fino e cortadinho. Mal dava pra ver.

Novamente senti a boca dele em mim. Mas agora mais à vontade. Ele empurrava a língua fundo, chupava com força, até fazer barulho de vácuo, e mordia minhas nádegas, lambia meu cuzinho, empurrava a língua nele, mordia os lábios da minha boceta. Ele me segurava pelos quadris e me puxava contra a cara dele. Nem precisava, eu empurrava minha boceta na cara dele e rebolava, porque aquilo era muito gostoso.

Não me aguentei e quando menos percebi, estava gemendo alto.

– Isso, geme cadela, geme, safada. Putinha do cu quente. Crentinha da boceta quente. Quero te foder inteira, te rasgar de rola.

– Me come, prof, meu pai vai atrasar…

Ele parou num susto.

– O que? Como? Ele vai chegar que horas?

– Depois das seis…

Ele olhou o relógio no alto da parede, faltavam dez minutos pras seis.

– Você quer que eu te coma?

– Me come…Vem…

Não precisei falar duas vezes. Ele posicionou a piroca na minha entradinha…

– Abre bem as pernas, minha putinha gostosa.

Virei de lado na arquibancada, coloquei uma perna no degrau de cima, ficando bem aberta.

– Ahhhh, safada. Se eu soubesse que você era uma puta assim já te comia faz tempo.
Falou isso empurrando.

– Aguenta meu caralho, vai.

Senti o pau dele entrando, aquele caralho, como ele falou, entrou me rasgando de novo.
Quanto mais ele empurrava, mais eu tentava me abrir pra doer menos.

– Isso, puta, se arreganha pra eu enfiar minha rola até os bagos nessa boceta. Vou entrar com saco e tudo, fundo e encher teu útero de piroca.

Eu sou puta, já me conformei, porque esse palavreado me excita demais. Naquela idade, já excitava. Eu estava de dente trincado quando senti o saco dele encostar na minha boceta.

– Entrou tudo, agora aguenta firme que eu vou socar até rasgar.

E começou a tirar e meter, tirar e meter, fundo e forte. Dava pra ouvir o pá-pá-pá e o saco dele batia na minha bucetinha que aguentava aquela tora grossa.

Eu sentia ardor, mas sentia prazer. Continuava gemendo, dizendo ai, ai, ai… e ele enfiava fundo, com força, rápido. Não senti quando ele enfiou um dedo no meu cuzinho, mas quando dei por mim, tinha um dedo inteiro no meu cuzinho enquanto ele batia o corpo dele no meu.

– Aguenta, putinha, vou gozar, vou gozar… Abre as pernas, abre gostoso, vou encher tua boceta de porra quente.

Eu me arreganhei o máximo que pude, e ele acelerou as socadas, até que senti que o pau dele inchou e começou a latejar dentro de mim. Ele gemia alto, como se estivesse conseguindo respirar só naquela hora e ia diminuindo o ritmo, enquanto aquele pauzão latejava dentro de mim.

Uns minutinhos depois ele parou, respirando fundo e tirou. Assim que o pau saiu de dentro de mim, senti algo escorrer pelas minhas pernas. Era a porra dele. Escorreu até quase os joelhos… Eu estava tão cansada e dolorida, senti minha boceta toda rasgada… Parecia que tinha enfiado uma garrafa de refrigerante em mim… Estava me sentindo muito esfolada.

– Vai se limpar, princesa, vai, antes que seu pai chegue.

Olhei pro relógio. Eram exatamente seis. Ele me arrombou durante dez minutos.

Corri pro banheiro, passei papel higiênico com água em tudo, vesti o collant e a saia…
Quando voltei pra lá, ele estava sentado na arquibancada, com uma cara exausta…
Cheguei perto e ele me puxou pro colo dele.

– Você acabou comigo, gatinha. Nunca tinha comido uma mulher tão linda e tão gostosa.
Me senti um mulherão… Ele me beijou na boca, e eu correspondi. Depois parou alisando meus cabelos que estavam fora do lugar…

– Você não gozou né? Não se preocupa. vou tirar um dia desses pra gente passar mais tempo sozinhos e te faço delirar de gozar na minha boca e no meu pau, tá?

Eu só sorri, nem sabia o que era gozar, porque nunca tinha gozado na vida. Lembro que fiquei com vergonha de falar ou perguntar.

– E vou querer esse cuzinho lindo também.

– Você quer comer meu cu?

– Sim, você me dá?

– Ah, não sei…

– Você vai gostar de sentir minha piroca no teu cu também… Prometo que te faço gozar quando tiver atolado no teu cuzinho, tá?

Não deu tempo de responder. Ouvi a buzina do meu pai e corri assustada. Entrei no carro e nem vi o professor na entrada. Foi melhor assim.

– Tudo bem, filha? Tá tudo certo?

– Tá, papai. É que hoje foi bem cansativo.

– Tô vendo, você tá acabada, toda suada. Cade o professor?

– Não sei.. Fiquei aqui esperando e ele foi pra sala de materiais e não voltou.

Assim, fomos pra casa. E eu estava toda rasgada, mas me sentindo maravilhosamente bem e sonhando com o tal “gozar” que ele me prometeu.

E cumpriu. Mas conto isso pra vocês depois porque está muito tarde. Vou deitar antes que meus pais levantem.

Hoje, já sabem meu segredo. Agora meu noivo não sabe que perdi a virgindade. Eu e ele nunca transamos, por causa da igreja, mas eu contei que tenho hímen complacente, pra ele não esperar sangramento. Ele nem sonha que já dei muito desde os 12, que adoro dar a boceta e o cu, que já fui comida por dois ao mesmo tempo e que já chupei e fui chupada por uma mulher. Tudo isso me deixa louca, sou doida por sexo e não sei se vou aguentar muito tempo sem trair ele num casamento morno….

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA (CONTINUAÇÃO 2)

 Na segunda, não me concentrei na aula de manhã, esperando a hora de ir para o ballet. Voltei pra casa, almocei numa excitação sem fim. Quando fui procurar minha roupa, não achava meu collant. Só o conjugado estava na gaveta, que é uma peça única: saia e collant.

– Mããããe!
– O que foi?
– Cadê meu collant do ballet?
– Peguei pra costurar, está descosturando. Fui lavar e vi. Vá com o outro hoje.
Quase morri de ódio. Queria ir com aquele! Mas que droga. Ia mesmo com o conjugado. Fazer o que?
Na segunda, é comum algumas meninas faltarem. Pura preguiça, acho. Mas como meus pais eram muito severos, eu nunca faltava, a não ser em casos extremos. Já fui para aula e balé com febre.
Nesse dia, estávamos eu e mais três meninas.
Quando cheguei, meu coração estava a mil. Assim que vi o rosto do prof, abri um sorriso, que foi correspondido.
Ele veio me cumprimentar na porta e perguntou como eu estava, alisando meus cabelos.
Partimos para os exercícios, tudo normal. A gente trocava olhares e sorria. Aquele clima de cumplicidade no ar. Eu não sei bem que idade ele tinha, mas era na faixa dos 35 anos. Tinha uns fios de cabelo branco.
Fomos fazer o exercício na barra e ele me posicionou no fim da fila. Normalmente, eu era a primeira da fila, ou seja, todas ficavam atrás de mim. Nesse dia, fiquei atrás de todas.
Ele passou por cada uma das meninas, corrigindo a postura, acompanhando a sequência, e eu naquela expectativa que ele chegasse até mim.
Quando enfim chegou, meu coração estava disparado.
Ele veio por trás e começou a falar, dizendo para corrigir os ombros. Ele era assim: segurava a parte do corpo e dizia o que precisava ser corrigido.
Então estava segurando meus ombros enquanto me dizia para corrigir a postura.
– Erga a coluna.
Falou, enquanto colocava a mão por baixo das minhas axilas.
Ele ficou me segurando enquanto eu fazia o grand plie na barra. De tornozelos juntos, afastava os joelhos, abaixava o corpo e erguia os braços. Ficou segurando meu braço durante o movimento e a outra mão seguia embaixo da minha axila, encostando na lateral do meu seio.
– Isso, assim mesmo, princesa.
Eu sorria sem jeito, ele não via, estava atrás de mim.
– Cadê o collantzinho de sexta?
Gaguejei, não imaginei que ele perguntaria.
– Está lavando…
– Humm… Vai vir com ele na quarta?
– Acho que sim.
Nossa, me arrepiei.
Ele fazia um carinho suave perto do meu peito enquanto falava. Foi descendo a mão até meu quadril, acompanhando enquanto abaixava. Depois me deixou só e prosseguiu com a aula.
Ficamos fazendo os exercícios, sempre num climazinho de paquera, até o ponto que ele disse que iríamos treinar o grand battement. A característica desse passo é uma erguida alta de perna. A sequência seria para trás, para o lado, para a frente. Então ele foi acompanhando cada uma das meninas e corrigindo a postura.
Para fazer isso, ele segurava pela parte interna da coxa, bem perto da xaninha. Fazia o mesmo com todas. Eu não me incomodava, me excitava de ver, e sabia que ele faria o mesmo comigo.
A gente ficava à distância, tentando imitar na outra barra e observando, enquanto cada uma treinava uma, duas, três, dez vezes seguidas. Ele dizia: “cada uma se concentre em si”. Acho que era pra não prestar atenção no que ele fazia. Mas eu prestava.
Até que chegou a minha vez. Fui a penúltima. A última menina estava concentrada treinando e as outras duas já se alongando. Ninguém dava muita bola pra nós. Ele foi me acompanhando da mesma forma que fez com as demais. E falava pertinho no meu ouvido:
– Isso, assim… Muito linda, princesa. Você é todinha linda.
Eu sabia do que ele estava falando.
E foi descendo, apoiando embaixo da minha coxa. Cada vez mais se aproximando da xaninha… Contando os movimentos, até finalmente chegar com os dedos sobre ela, que era a hora que eu tanto esperava. Tremi inteira e ele, claro, notou.
– Está nervosa?
– Não, prof. (falei com a voz meio trêmula)
– Fique tranquila, está tudo bem, você está ótima, princesa.
E falava isso alisando levemente minha xaninha, que estava (claro), ficando úmida.
Ele começou a fazer um movimento mais firme e apertado com o dedo, e eu ia melando ainda mais. Claro que ele sentia.
– Nossa, você é perfeita. Isso mesmo. Assim…
Pouco depois, infelizmente terminamos e ele seguiu para a última menina. Eu estava esbaforida de excitação. Fui ao banheiro, fui fazer xixi, demorei me alisando…Pensando nos dedos dele sobre mim.
Saí e a última menina estava no fim do exercício.
Quando terminamos, ficamos fazendo os exercícios de alongamento, enquanto ele foi ao banheiro. Acho que estava muito excitado, porque o volume dele estava alto e ele ficava disfarçando o tempo todo. Demorou muito tempo… E voltou com o rosto molhado, quando a gente já estava terminando os exercícios.
Fomos pegar nossas coisas e sentamos no banco perto da saída, para esperar nossos pais.
As meninas foram indo embora e, quando eu finalmente fiquei sozinha com ele, faltavam só cinco minutos pro meu pai chegar. Ele sentou do meu lado…
– Gostou do exercício de hoje?
– Sim, prof.
– Você se movimenta muito bem. Já passou a vergonha da sexta-feira?
Eu ri meio sem jeito…
– É, acho que sim. Foi só de momento mesmo, porque levei um susto.
– Não tem do que se envergonhar. Pra mim, foi uma surpresa boa, porque você é toda linda.
Ele falou isso e ficou acariciando minha coxa. Da rua não dava pra ver, porque mesmo com a porta sendo de vidro, a minha mochila estava entre mim e a porta, tampando a visão de quem estava fora.
– Você acha mesmo?
– Claro que sim? Você não viu como me deixou?
– Como?
Eu não sabia do que ele estava falando. Então ele pegou minha mão…
– Não se assuste, tá?
– Tudo bem, não vou me assustar.
E ele guiou até o pênis dele.
– Assim, olha. Só de pensar na visão da sua bucetinha linda.
Quando toquei, abri a mão e senti o pau dele endurecendo… Segurei e ele soltou um gemido.
– Ah, não sabia que você era assim, tão safadinha. Sente meu pau duro, então.
Eu não respondi. Eu sabia que era, mas ainda assim estava nervosa… Continuei segurando o pau dele. Ele segurou minha mão movimentando, e eu acompanhei. Senti aquilo duro, quente e grosso na minha mão.
– Que putinha linda que você é. Deixa eu sentir sua bucetinha de novo.
Abri um pouco as pernas e ele foi colocando a mão e sorrindo, com cara de tarado…
– Safada… Tá toda melada, senti você toda melada no exercício. Como eu queria chupar essa buceta agora e sentir esse caldo na minha língua.
O jeito dele falar era algo que eu nunca tinha ouvido e me excitava demais. Me abri mais, quando ouvi a buzina do meu pai. Ele buzinava quando estava chegando.
Levantei num susto e ele continuou sentado, pra disfarçar o pau duro.
– Vem com aquele collant amanhã?
– Venho!
Falei e saí correndo.
(continua)

domingo, 21 de agosto de 2022

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA (CONTINUAÇÃO)

 Voltando ao ponto de onde parei…

O resultado disso é que eu ficava fazendo os exercícios de um jeito mal feito. Não foi por querer, mas porque estava muito desconcentrada. Passaram-se uns minutos enquanto eu tentava me concentrar…

Até que senti as mãos dele na minha cintura. E me senti completamente diferente das outras vezes. Meu corpo arrepiou. Fiquei mais vermelha.

– Está tudo bem?

Ele falou perto do meu rosto, por trás, levemente baixinho.

– Sim, prof.

– Você está tensa. Não está se concentrando? Aconteceu algo?

Acho que ele estava mais com medo da minha reação que qualquer coisa.

– Não, prof.

Ele conduzia meus braços, levantava minhas pernas apoiando pela parte de baixo das coxas e orientando sobre o movimento. Estava tentando ser bem profissional, acho que era pra que eu pensasse que não tinha nada de errado no que vi. Mas eu, sendo safadinha como era, sabia que nenhuma menina ia sentir um dedo passando na sua xaninha sem sentir nada.

O restante dessa aula, ele deu mais atenção a mim. Me acompanhava nos movimentos, me orientava detalhadamente. Tudo sempre muito profissional.

Mas como eu ainda não tinha voltado ao normal, ele me passou uma sequência de passos para treinar que não exigia tanto esforço… Fui relaxando no decorrer da aula e voltei a acertar meus passos, mas não esquecia o que vi. Já pensava em ir em casa me tocar lembrando daquilo.

Quase no fim da aula, fomos para a sequência de alongamento e relaxamento.

No alongamento, ele fez par comigo. Continuava me dando atenção para eu “esquecer o que vi”.

Uma das sequências de exercícios era para alongar a coluna. Sentávamos no chão, um de frente para o outro, e segurávamos nos braços mutuamente. Enquanto um deitava com as costas no chão, o outro era forçado a alongar o corpo para frente, sentado. E depois íamos invertendo.

Acontece que eu esqueci do fundo descosturado do collant. Esqueci completamente. E fiz o exercício de frente para o prof. Embora estivesse usando a saia por cima do collant, ela era curta e claro que não cobria quando eu deitava.

Eu notei que ele me olhava diferente, mas não entendia o porquê. Achei que era por causa do ocorrido.

Depois desse exercício, o próximo era sentar, ficar com a coluna ereta e encostar a sola dos pés uma na outra, para alongar os músculos da coxa. E segurávamos os pés, para forçar os cotovelos sobre as coxas e forçar ainda mais a abertura das pernas.

Cada um podia fazer esse exercício sozinho, mas ele permaneceu de frente pra mim. Me posicionei, comecei meu exercício e notei ele olhando fixamente para o meio das minhas pernas. Quando olhei pra baixo, vi que a saia estava pra trás, o fundo descosturado do meu collant estava aparecendo e, por um buraco enorme, dava pra ver minha xaninha quase peladinha aberta. Instintivamente joguei a saia por cima. Acho que mudei de cor. Fiquei pálida, roxa, verde, não sei… Mas ele me olhou sorrindo e riu:

– Relaxe, está tudo bem.

– Desculpe, prof.

– Não se preocupe, está tudo bem. Acontece. Não precisa ter vergonha de mim.

Ele falou baixinho, pra ninguém mais ouvir nem saber o que aconteceu.

Seguimos o exercício e de vez em quando eu ainda conferia se a saia estava no lugar, pois ele voltava a olhar para o meio das minhas pernas.

Depois desse exercício, ele disse que o próximo seria deitar no chão, de barriga para cima, e o parceiro de exercícios ajudaria o colega a levantar uma perna o máximo que pudesse, para alongar os músculos da parte de trás da coxa.

Quase morri quando ele falou isso. Não teria como me cobrir com a saia. Mas ele fingiu que não fazia diferença e eu quase morri de nervoso. E, sem dar tempo de eu protestar, ele veio por trás de mim, me puxou delicadamente pelos ombros, me fazendo deitar no chão e depois veio pra frente, forçando minha perna para o alto, assim como as meninas fizeram com seus pares.

Eu fingi que estava em outro lugar, que não estava mais ali. Nem sei como não tive uma síncope de tanta vergonha. Olhava pra ele, via ele olhar para o meio das minhas pernas. Ele fez o alongamento orientando as demais em voz alta, fazendo uma contagem lenta para o tempo de alongar e baixar a perna.

Eu ouvia aquela voz “4, 3, 2, 1… relaxar… 4, 3, 2, 1… voltar…” e parecia que estava a quilômetros de mim, porque fui pra Nárnia me esconder da vergonha.

Depois de fazer a sequência das duas pernas, alongando umas quatro vezes cada uma, eu pensei que ia acabar o tormento. Mas em vez disso ele se ajoelhou na minha frente, dizendo para não levantar, e orientando as meninas a fazer o mesmo que ele.

“Agora, vamos alongar com o joelho dobrado, para cima, encostando no peito, depois para o lado”.

Vocês conseguem vislumbrar o que eu passei?

Aquele homem, ajoelhado na minha frente, vendo minha xaninha pelo buraco do meu collant. Enquanto erguia minha perna até o joelho encostar no peito, contava 4,3,2,1 olhando para minha xana, como se eu não estivesse ali. Depois abria minha perna para o lado, me fazendo ficar arreganhada. Eu sentia o buraco se abrir ainda mais, e ele com certeza via o interior da minha xaninha, aberto, vermelhinho da cor que era.

Eu nem encarava ele, olhava de relance e via ele com o olhar fixo nela. Quando, vez por outra, nossos olhares se cruzavam, ele dava um sorriso e uma piscadinha.

Meu coração não se acalmava, ficava disparado o tempo todo. Ele fez com uma perna, depois com a outra, até que enfim disse: “pronto, agora invertam as posições”.

Graças a Deus tinha acabado. Porque como ele era meu par, eu não precisava repetir com ele o exercício. Quando enfim tive coragem de respirar, olhei para a legging dele e o volume era enorme. Nenhuma delas via, porque ele estrategicamente escolheu o lugar mais no fundo pra nós dois, de um jeito que todas as meninas só viam as costas dele. Mas, de mim, não tentou esconder.

“Enquanto vocês terminam eu vou ao banheiro”.

Corri também para o banheiro. Quase morri. Não dei uma palavra. Arrumei minhas coisas e já fui direto sentar perto da porta de saída, para esperar meu pai. Como era sexta-feira, ele chegaria mais cedo, porque saía antes do trabalho. Sentia meu rosto arder de vergonha, mas também sentia algo arder no meio das minhas pernas.

Enquanto elas terminavam e arrumavam suas coisas, ele veio andando até onde eu estava, se ajoelhou na minha frente alisando minha franja e começou a falar:

– Está tudo bem?

– Sim.

– Você está chateada com algo?

– Não.

– Não precisa ficar com vergonha, viu? Acontece de descosturar o collant. E eu não me importei, afinal de contas, você é muuuito linda.

Ele falou isso dando uma certa ênfase no muita, mas me fez arrepiar. Porque eu sabia que ele estava elogiando o que viu.

Nessa hora, comecei a pensar por outro lado. Mas afinal de contas, eu gostava de safadeza! Por que estava com tanta vergonha? Pela primeira vez um homem tinha visto o que eu nunca mostrei pra ninguém. Fui pensando no lado safado da coisa e comecei a sentir uma umidade enorme no meio das pernas… Eu estava tão molhada que conseguia sentir o melzinho escorrer nas minhas pernas.

Meu pai chegou e eu fui pro carro. De lá, vi o professor olhando pra mim, acho que pensando se eu voltaria. Dei um sorriso encabulado pra mostrar que estava tudo bem, ao que ele respondeu abrindo um sorriso enorme.

Não esqueci aquilo nem um segundo. Tinha aula três vezes por semana: segunda, quarta e sexta. Como era uma sexta, teria que esperar até segunda para a próxima. Uma longa espera!

Passei o fim de semana inteira revivendo a experiência. Deitei na minha cama várias vezes repetindo o movimento do alongamento, fechando os olhos e imaginando que ele estava olhando minha xana.

Me toquei muito, pensando que ele me tocava.

Meu clitóris ficava tão inchado e a xaninha tão ensopada que era delicioso ficar me tocando. Cheguei a colocar a pontinha do dedo dentro e mexer, imaginando que era ele. E foi longa e excitante a espera até a segunda.

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA

 Olá. Eu não vou falar meu nome, porque o que estou contando agora aconteceu comigo quando eu tinha 12 anos. Hoje eu tenho 21 e estou noiva. Acho que ninguém que eu conheço vai ler este site, porque sou de uma igreja evangélica tradicional, dessa onde as mulheres só usam saia, se casam virgens e não ouvem músicas do mundo… Todas essas coisas. Mas mesmo assim eu prefiro me preservar porque se meu noivo ou outra pessoa da igreja souber o que aconteceu, eu estou perdida.

Só pra dar uma descrição básica, tenho cabelos grandes, quase na cintura, lisos, tenho a cintura fina, bem marcada, pernas grossas do ballet, seios médios… Minha pele é clara, mas não sou daquelas brancas que tem cor de leite. Um pouco douradinha.

Minha família é toda da mesma igreja. Acho que meus avós se converteram e levaram minha mãe, que conheceu meu pai na igreja. Meu pai, sendo filho do pastor, era um ótimo partido. Enfim.. Deu pra entender o cenário, né? rsrsrs…

Acontece que meus hormônios sempre foram muito aflorados. Meus peitinhos começaram a nascer quando ainda tinha uns sete anos. Os biquinhos eram inchados. E minha mãe claro que não deixava médico ver, homem nem mulher. Todo dia ela apertava eles com a bíblia e depois passava óleo ungido, pra atrasar o crescimento. Ela morria de medo de que eu me perdesse. Bom.. não adiantou muito..

A gente tinha dinheiro, meu pai era comerciante, dono de mercado em cidade pequena. Todo mundo comprava lá, então vivíamos muito bem.

E isso me permitiu realizar o sonho que minha mãe tinha pra ela e não pode realizar, que era estudar ballet e piano. Eu tinha aula de piano em casa com um professor, sempre debaixo dos olhos cuidadosos da minha mãe. E na escola de ballet, não era vigiada porque estava em uma turma com mais seis meninas e o professor… bem, diziam na cidade que era afeminado, mas era somente preconceito pela profissão dele. Na verdade, era justamente o contrário.

Voltando… com 10 anos, minha libido começou a aflorar. Eu tinha muita curiosidade e vivia caçando filmes e novelas na TV onde tivesse cena de sexo (sem ser explícito) ou aqueles amassos mais quentes. Um calor subia em mim, o meio das minhas pernas começava a piscar… Eu adorava.

Com 11 anos eu deitava na cama e embolava o lençol, de um jeito que fizesse um montinho, e deitava com ele entre as minhas pernas. Ficava esfregando, imaginando que eu estava com um namorado, beijando e aos amassos com ele. Quantas vezes não fiz de conta que era garotas de novelas e filmes e transava com o homem dos meus sonhos! O sexo sempre me chamou muita atenção.

Na igreja, eu ficava olhando o volume que os homens tinham nas calças. Um mais pronunciado já me chamava a atenção. Uma vez, um obreiro da igreja percebeu. Enquanto estávamos no culto, todo mundo orando e clamando, daquele jeito que vocês conhecem, eu estava em pé ao lado da minha mãe. E ele parado, encostado na parede do lado, onde ficam os obreiros nas igrejas de crente. E eu secando a calça dele, que tinha um volume interessante…

Ele colocou a mão no bolso, e ficou orando somente com a outra mão pra cima. Eu nem olhava o rosto dele. Mas percebi que ele movimentava a mão dentro do bolso, e isso fazia o volume ficar maior. Até que ficou um pauzão bem marcado na calça. Eu estava em transe vendo. Dentro da minha saia, a minha xaninha piscava muito. Eu fiquei nervosa, coração acelerado e quando olhei pra o rosto dele, vi que ele me olhava com um sorriso malicioso. Fiquei muito envergonhada, mas não conseguia parar de olhar. Só que quando a oração estava terminando e as pessoas foram voltando aos lugares (os mais velhos ajoelhavam no chão e debruçavam sobre a cadeira para orar) ele deu um jeito de sumir. Não o vi mais nesse dia.

Menos de uma semana depois houve um escândalo na igreja. E eu soube pelas moças que ele tinha sido expulso porque estava assediando as meninas mais novas. Na escola dominical, quando ficou responsável pela turma de crianças, ele tinha acompanhado uma menina de 9 anos ao banheiro, fez ela segurar o pênis dele e masturbar. E colocou a mão dentro da calcinha dela. Só que ela contou para os pais. E outras denúncias surgiram. Mas ninguém quis escândalo para a igreja, por isso não foram à polícia. Só expulsaram ele.
Eu fiquei fascinada com aquilo. Ficava pensando: que pena que não deu tempo ele tentar nada comigo. Eu queria mesmo que acontecesse comigo o que aconteceu com a menina mais nova. E essa sensação aumentou quando encontrei com ela em um culto, e ela estava contando para a roda de meninas, em segredo, o que aconteceu. Enquanto ela contava, eu sentia uma vontade doida de fazer xixi. Quando corri ao banheiro, sentia minha xaninha latejar e o xixi não saía. No vaso, passei a mão nela, e senti que estava ensopada. Fechei os olhos e passei a mão, imaginando que era aquele obreiro tarado. Delirei pensando naquilo, me arrepiei inteira, senti um calor e um prazer que eu nem sabia o que era. Enfim, o xixi veio, e quando começou a sair, eu me arrepiei inteira, amoleci. Não sei se gozei, porque ainda era criança, mas se não foi isso, foi algo muito parecido.

Durante muito tempo me imaginei sendo assediada por aquele obreiro. Imaginei até ele enfiando o pênis dele em mim no banheiro. E isso tudo me dava muito prazer. Pensava nisso deitada, me tocando e às vezes esfregando o cabo da escova de cabelo na entradinha da minha xaninha e no meu clitóris.

Mas infelizmente, ele já havia ido embora. E onde eu fui descobrir mais sobre a minha sexualidade foi (pasme) com o professor “gay” de ballet.

Ele sempre tocava nossos corpos de um jeito mais carinhoso, quase íntimo. Mas eu nunca tinha pensado em nada diferente em relação a ele, porque achava que ele era gay. Uma abominação para a igreja, mas como era aparentemente enrustido, não tinha parceiro e nem se via ele com homens por aí, era tratado quase como normal.

Só tinha eu de evangélica fazendo aulas de ballet com ele no horário da tarde. Ele tinha várias turmas, a minha era apenas uma. Todos os dias, das 14h às 17h. Depois esperava meu pai ir me buscar de carro, quando saía do trabalho, 17:30h. Ele chegava pontualmente às 17:40h e íamos para casa.

Durante a aula, o prof, como a gente chamava, movia nossos braços, pernas e até girava nossa cintura, para que a gente acertasse os movimentos. E, como estávamos em sete meninas, ele sempre tinha que ficar com uma, quando o exercício era de par.

A rotina era alongar, aquecer e partir para os exercícios dos passos do ballet. As preparatórias, as posições… o croise derriere… enfim.. quem já estou sabe.

E quando ele pegava no bumbum das meninas para acertar movimentos, ou apoiava pelas axilas, perto dos seios, elas sempre davam risadinhas e eles trocavam brincadeiras. Como ele era mais sério, acho que pela questão da minha família, mas era muito gentil e educado. Eu não me sentia de lado, mas tinha inveja da proximidade dele com as meninas.

Então, como disse, nunca tinha percebido nada de diferente. Até que um dia, em um exercício na barra, apoiando a perna, ele estava auxiliando uma menina que estava há umas posições atrás de mim. E rolavam aquelas risadinhas. Eu senti vontade de fazer xixi e pedi licença para ir ao banheiro.

Sempre demorava um pouco, porque tinha que tirar as peças: a saia trespassada, o collant, a meia calça…

Fui e percebi que meu collant estava descoturando no fundo. O fio estava soltando. Tentei puxar e piorou, porque acabou abrindo mais. Fiquei impaciente mas deixei assim, tinha que voltar pra aula.

Quando voltei, ele e a outra aluna não perceberam de imediato, e vi que ele passava a mão entre as pernas dela, em cima da xaninha, como se tivesse apoiando, mas também com os dedos bem no meio… Levei um susto, fiquei meio confusa. Como assim? Ele não era gay? Talvez fosse sem maldade…

Mas aquilo me excitou… Quando me perceberam lá, disfarçaram, mas ficaram rindo… E eu notei que o volume dentro da calça dele estava bem maior.. Ele estava de legging e uma camiseta solta.

O professor foi ao banheiro e eu voltei à minha posição tentando me concentrar, mas não conseguia. A cena não saía da cabeça. Quando ele voltou do banheiro, eu sem perceber mirei direto entre as pernas dele, pra ver como estava. Já estava mais baixo, mas ainda dava pra notar… Olhei pro rosto dele, e pá.. ele me pegou no flagra. Senti meu rosto ficar vermelho.

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

A EVANGÉLICA TRAIDA AFOGA AS MÁGOAS

 Olá tudo bem com vocês, desta vez gostaria de relatar para vocês como transei com uma evangélica bem gostosinha.

Andresa é bem tímida ela tem apenas 24 aninhos, é baixinha ela bate um pouco acima do meu pescoço, ela tem peitos pequenos com os biquinhos bem rígidos e acentuados, bunda
pequena lisa com o cuzinho bem rosado, ela usa óculos o que a deixa com cara de atriz pornô.

A bucetinha dela é bem lisa e bem branquinha, na verdade Andressa é toda branquinha. Ela
tem um corpo que lembra bastante o da atriz Gina Valentina, um corpo bem gostosinho bem
de patricinha rica.

Andressa tem uma filha de seis anos chamada Clara, já que ela engravidou ainda bem nova, o namorado acabou se tornando marido por conta da gravidez dela, sempre me dei bem com
crianças, e a filha dela pegou uma afeição por mim. 

Então a filha dela sempre gosta de ficar comigo, inclusive a conheci por conta disso ela precisava de alguém que gostasse e pudesse cuidar da filha dela e isso fez eu me aproximar dela e nos tornamos amigos aponto de frequentar a casa dela, o marido dela sempre trabalhando demonstrava já não sentir tanto amor por ela, Andressa me paga para ficar com a filha dela, quando ela precisa sair e não pode levar ela. Como sempre Andressa foi até minha casa para deixar a filha dela para eu cuidar, ela estava meio apressada, pensei deve estar atrasada para o compromisso, fiquei com a menina, eu brincando com a Clara disse que adoraria que eu fosse pai dela, pois o pai dela não brinca com ela, levei na brincadeira e disse que era impossível pois sua mãe era casada com seu pai e que eu era só amigo da mãe dela.  A Clara logo dormiu, deixei ela deitada na cama.

Logo após isso chega Andressa um pouco abatida, e quase chorando com os olhos cheios de
lágrimas, perguntei o que aconteceu. 

Ela disse que nada, insisti até que ela desabou em lágrimas, por instinto e por conta da amizade a abracei, ela me disse que descobriu que o marido dela estava traindo ela, ela foi lá no local onde ele sempre encontra com a amante conferir, Chegando lá ela pegou ele no fraga beijando outra mulher, ela chorando disse que não conseguiu, não tinha forças para ir lá na hora tirar satisfação, e que veio embora, eu disse para ela: "nossa, não sei nem o que falar, mas e agora você não pode voltar para a sua casa, e agir naturalmente, você vai par a casa de alguma amiga". Ela disse que não tinha para onde ir.

Perguntei se ela queria ficar em minha casa. 

Ela me perguntou e seus pais.

Disse a ela eles são bem liberais e que estavam viajando e ficariam fora pelo menos duas semanas. 

Depois de bastante insistência ela aceitou.

Fomos até a casa dela, enquanto ela pegava algumas roupas, o marido de Andressa chega ,perguntando o que estava acontecendo, Andressa disse que tinha descoberto a traição e que não iria ficar na mesma casa com ele, nisso ele disse que ele não iria permitir, e a segurou pelo braço, nisso peguei um canivete que tenho e falei solta ela ou se não quiser que eu faça algo com você, ele resistiu mas logo viu que não estava brincando e a soltou, e eu disse que o culpado disso tudo era ele, ele como já estava nervoso disse gritando pode ficar com ela faça bom proveito só me dá dor de cabeça essa mulher, fomos casa chegando lá deixei elas e fui no mercado comprar umas coisas para comermos, chegando a noite com a Clara dormindo.

Andressa não parava de chorar, sentamos no sofá, eu a abracei, liguei a televisão e coloquei
em um filme para ver se ela se divertia um pouco, eu disse para ela que parasse de chorar por um homem que não soube valorizar a beleza interior e exterior dela, ela disse mais eu já não sou tão bonita. 

Eu respondi claro que você é, por onde você passa os homens falam de vc, até mesmo na igreja você meche com a mente dos jovens lá acha que eles não comentam sobre você, alguns dizem que se você não fosse casada tentariam algo com você. 

Ela foi parando de chorar peguei e a abracei bem forte e dei um beijo na testa dela e arrisquei a dizer que se ela não fosse casada eu tentaria pegar ela, como estávamos assistindo um filme começou uma cena mais quente, com a mulher nua. Andressa me perguntou se eu transaria com ela, se ela desse para mim, disse claro acho você muito bonita, sexy e atraente. Nisso ela disse, acho que quero fazer isso com você. Decidi brincar com ela até mesmo isso fará você esquecer seu marido.

Ela começou a sorrir aproveitei o momento e comecei a beijar ela, abraçar ela, de início ela
resistiu bastante, mas depois ela foi se rendendo e aproveitando o momento, fui colocando e
passando a mão pelo corpo dela e fui enfiando a mão por baixo da blusa até que peguei e tirei a blusa dela, ela estava com um sutiã rosa tirei ele, deitei ela no sofá ela pegou e me disse que não podíamos fazer isso, pois a Clara podia acordar. 

Disse a ela que não iria, ela acabou aceitando e deixando rolar, tirei toda a roupa deitei por cima dela e comecei a chupar os peitos dela depois fui descendo beijando e chupando até chegar na buceta dela, tirei o shortinho; dela ela estava com um short de tecido fino e curto, tipo pijama , tirei a calcinha dela para provocar ela usei a boca depois comecei a chupar aquela buceta, apertadinha, ela gemia baixinho, conseguia ouvir ela dizendo ah que delícia, isso me chupa isso vai, ela dizia meu nome e pedia mais isso me chupa gostoso, não para continua ah ah hm hm hm ah ah ah ah hm hm, ela mordia os lábios e com as mãos apertava os peitinhos, quando não forçava um pouco a minha cabeça contra a bucetinha dela , peguei uma camisinha que sempre ando com uma na carteira, coloquei e fui colocando devagar na Buceta dela, ela pegava e passava a unha na minha barriga enquanto eu a comia, ela me arranhava um pouco deixando seu rastro e marca.

Deitei por cima dela e comecei a meter na buceta dela, ela gemia ela queria gritar então
comecei a beijar ela para ela, não fazer tanto barulho e acordar a Clara, eu metia e dizia no
ouvido dela Andressa sua putinha, uma safadinha dessa escondida atrás de uma saia e um
óculos, ela dizia claro sou sua putinha, me faz eu sentir a mulher e a putinha que sou, já que o outro foi incompetente, me faz sentir uma verdadeira prostituta, resolvi aumentar a velocidade e comer ela com tudo ela ia gritar coloquei a mão sobre a boca dela para ela não gritar, peguei coloquei um dos meus dedos na boquinha dela, ela começou a chupar Meu dedo enquanto eu comia ela, fiquei com ela assim até gozar quando ia gozar pequei tirei o meu pau da buceta dela, tirei a camisinha rápido e gozei na barriga da Andressa, ela suspirando bastante ofegante e gemendo disse que delícia, adorou ela disse sua rola é uma delícia ela pegou o esperma da barriga dela e ficou alisando e espalhando por ela, voltamos a nos beijar, levantamos e fomos tomar banho tomamos, durante o banho fiz uma pequena massagem nela, para que ela pudesse relaxar bastante depois fomos dormir ela que ia que eu dormisse com ela e a Clara, disse que não, que amanhã era melhor explicarmos para ela o que aconteceu, ela dormiu com a menina e eu no outro quarto.

No outro dia, eu acordei primeiro e fui à cozinha, mexer com uns negócios, Andressa acordou e veio por trás de mim e me abraçou-me virei e a abracei enquanto a beijava na testa, peguei a levantei e a coloquei sentada na mesa, comecei a beijar ela, ela me abraçou e pegou e cruzou as pernas ficando bem presa a mim, ela passava a mão nas minhas costas e as vezes a arranhava. Ouvimos a Clara acordar e chamar por Andressa, ela foi lá e depois explicamos para ela o que aconteceu e que elas morariam lá por um tempo, Clara disse: "Eba ganhei um novo pai". Rimos e dissemos: "vamos com calma Clara". Depois tentamos levar o dia de forma normal, a noite com a Clara dormindo transamos na cozinha, Andressa estava fazendo café, cheguei por trás dela e a enconchei ela e já fui passando a mão nas pernas dela, ela estava com uma camiseta bem grande e só de calcinha e depois na buceta dela por cima da calcinha, ela me disse que precisava disso mesmo. Ela desligou o fogo , se virou e se agachou, e me pagou um belo de um boquete com aquela boquinha pequena, peguei ela e coloquei em cima da mesa com cuidado, tirei a calcinha e levantei a camiseta dela e comecei a comer ela enquanto beijava ela, ela dizia que eu era insaciável, comi ela bem devagar a beijava para abafar os gemidos mas conseguia ouvir ela gemer e dizer isso delicia, ode hm hm hm ah ah ah isso ah ah ah isso me come, fode a bucetinha da sua putinha, filho da puta que pica gostosa, eu respondia: "sua vadia você gosta né, safadinha do caralho, vou encher sua bucetinha de esperma biscate". a beijei e a segurei pela cintura e fui comendo ela, quando fui gozar ela pegou e me masturbou e fez eu gozar na coxa dela, ela pegou passou a mão na coxa gozada e pegou a porra e levou a boca, peguei ela no colo ela cruzou as pernas envolta de mim e fomos para o banheiro, e eu disse para ela que iria foder ela todos os dias, tomamos o banho e fomos dormir deitamos com a Clara no meio e todos os dias eu e ela transamos. Uma semana depois, ela conseguiu alugar uma casa, e resolvi ficar com ela por um tempo eu dormia lá, depois ela deu entrada em uma casa para ela, enquanto o pedido de divórcio não saia, claro eu e ela transávamos muito.

Andressa era uma mulher bem safadinha, sufocada por um casamento, que só acontece por
conta da gravidez. Quando fomos lá ver a casa, aproveitamos que Clara estava na escola e
transamos em um galpão abandonado da prefeitura da minha cidade, onde geralmente os
mendigos ficam até mesmo quando estava a gozar na boquinha dela, fomos pegos por um
casal de mendigos bêbados, nós vestimos apressados e fomos para casa dela. 

Ela atualmente conheceu um rapaz, inclusive fui o "cúpido" eu apresentei os dois, eles estão namorando prestes a se tornarem noivos, Andressa está bastante feliz e pôr conta do novo namorado decidimos não transar mais, claro que pegamos e tivemos uma transa de despedida. A Clara também gosta bastante desse rapaz espero que sejam felizes.

Bom esse foi o meu relato, espero que tenham gostado e principalmente tenham tido prazer ai lê-lo, e se tiver algo em que possa melhorar me diga e como sempre vou deixar meu e-mail e
WhatsApp.
Email: minecraftextreme361@gmail.com
WhatsApp: 67 84453996

domingo, 14 de agosto de 2022

EVANGÉLICA, CASADA E NINFOMANÍACA

 Sou advogada, evangélica praticante e ninfomaníaca. 

Meu amado marido sabe só da minha infância, em que adorava esfregar o pau de meu irmão e ele a minha xana. Todas as noites, no escuro, eu pulava pra sua cama, e com ele dormindo, tirava o pinto comprido e fino, puxava a pele e esfregava o sebinho no meu rosto. Ao mesmo tempo roçava minha perereca no canto do colchão. Na época não sabia porque isto fazia eu sentir algo delicioso e sempre esguichava liquido da buceta e molhava a cama e o chão. 

Um dia ao me esfregar, o pinto cresceu se curvando até seu peito. Deu uma vontade de lamber, o cheiro do pau e do saco ficava no meu rosto. Passei a lamber todos os dias e notei que ele não dormia e ao mesmo tempo esfregava sua cara na xana. Passei a lamber o sebinho até colocar a cabeça na boca sentindo o gosto salgado. Cada dia enfiava um pouco mais, até entrar todo pinto na garganta. De repente, ele gemeu e começou a esguichar dando pulos dentro da garganta, fazendo eu engolir um pouco, e ao tirar da boca, continuou esguichando na minha cara e vi que era branco e tinha cheiro de água sanitária e gosto de clara de ovo salgada. Sem falar nada ele me puxou e enfiou a língua fazendo eu gozar sem parar. 

No dia seguinte não falávamos nada e tarei no seu pau, conseguia engolir tudo sem tirar da garganta e sentia seu leite escorrer quente para meu estômago em golfadas. 

Na época, éramos católicos e para a primeira comunhão me confessei ao padre o que fazia. Chamou meu irmão que estava por perto e pediu para irmos até o salão paroquial, na sala da catequese. Lá chegando nos assustou dizendo que íamos para o inferno e que contaria pro nossos pais tudo. Chorei muito e implorei para não contar. Então ele quis ver o que fazíamos, trancou a porta e mandou fazer tudo. Tive vergonha, pois sempre fazíamos no escuro, mas meu irmão já tinha tirado o calção e deitado no chão. Estava de saia e tirei rápido a calcinha e ficando de quatro em cima de sua cara. Seu pinto, que tinha o tamanho de uma régua de 30 cm quando duro, ficou na minha cara. Esqueci de tudo e tirei a cabeça pra fora, vendo o sebinho. Só de sentir o cheiro, passei a ter espasmos e soltei vários jatos na cara dele, que engoliu um pouco. Passei a enfiar até a garganta e já na terceira vez veio o leite. Tirei da boca para não sufocar e vi jatos fortes que voavam longe. Nisto, o padre se ajoelhou e mandou eu fazer isto com ele, que daria o perdão se chupasse seu pau. Tirou pra fora da batina, e era muito mais grosso mas menor que meu irmão. Ele mesmo puxou a pele revelando a cabeça brilhando e branca de sebo. Gozou em seguida me obrigando a engolir tudo. A partir deste dia, era toda noite com meu irmão e uma vez por semana com o padre, sem meu irmão saber. 

Um dia no pátio dos fundos lá de casa, atrás de uns tijolos, meu pai nos pegou, eu chupando e sendo chupada. Me mandou entrar e disse pro meu irmão que falava com ele depois. No seu quarto, sozinho, pois minha mãe estava no trabalho me deu um sermão. Mandou eu deitar e abrir as pernas pra ver se era virgem ainda. Ficou de quatro em cima da minha cara e senti algo quente e delicioso na buceta. Não me contive e gozei encharcando sua cama. Meu pai estava só de calção e notei seu pau enorme saindo pelo lado, crescendo e ficando roçando na minha testa. Mudou de posição, fazendo seu pau encostar no meu nariz. Não me contive e passei a língua sentindo gosto de xixi. Puxei seu calção sentindo o saco suado . Então ele me pegou pela perna e viro-me, fazendo eu ficar por cima. Perguntei se era certo isto e ele disse que sim, mas que seria segredo nosso. 

Cresci até me casar aos vinte anos ainda virgem, mas tarada, chupando meus três paus, o do Padre (que me casou), do meu irmão, que se casou mas continuava a me procurar e de meu pai, que ainda, aos setenta anos, me visita para chupa-lo. Meu marido, que era evangélico devoto, me converteu a sua igreja. Ele teve a honra de tirar meu cabaço. Não deixava chupa-lo pois ele dizia que isto não é coisa de mulher decente. Hoje continuo mais tarada, ao ponto de alugar uma sala e montar meu próprio gloryhole, sob disfarce de escritório de advocacia. Na realidade, ganho a vida fazendo o que mais gosto, chupando pau ensebado (condição que imponho a meus clientes é que não lavem o pau até três dias antes do encontro). Tenho clientela cativa, desde pré adolescentes virgens até pastores e padres. 

A surpresa veio quando meu fiel marido veio ao meu escritório. No agendamento ele disse que queria experimentar sexo oral, que não fazia com a esposa evangélica. Perguntei se ela não gostava ao que ele falou que ela casou virgem e nem sabia o que era aquilo. Ele nunca a via nua, faziam no escuro, mas achava que ela não sentia prazer. 

Falei que tinha outros clientes na mesma situação e resolveram seguindo meu conselho de leva-la ao pastor para aconselhamento. Normalmente, disse eu, os pastores, como são homens de Deus, podem ensinar suas fieis praticando com eles mesmos. Meu marido passou a semanalmente frequentar meu "escritório", até que o convenci a levar sua esposa no pastor. Em casa, passou a conversar sobre minha frigidez e me convenceu a falar com o pastor. Disse-me que o pastor faria uma visita a minha casa sem sua presença e que fizesse tudo o que ele mandasse. Com minha cara de anjinho, disse que faria por ele. Perguntei se ele se importaria se eu conseguisse gozar com o pastor. Disse-me que não, que queria me ver feliz. 

No dia da visita do pastor (que era meu cliente, claro sem ele saber) pedi que ele se escondesse e ficasse me observando, só assim ficaria mais segura argumentei. Na visita, o pastor trouxe um vídeo que conseguira de um fiel, em que o pai ensina a filha a chupa-lo e ser chupada até gozar. Confessei ao pastor, com o marido ouvindo, que também tinha passado por aquilo, e que adorava chupar pau, mas o marido não deixava. Disse também que casara virgem só na buceta, porque dava meu cu desde cedo para meu irmão, meu pai e um padre. Pedi para ir no banheiro e flagrei meu marido de pau duro deitado na cama vendo através de câmara escondida o que se passava na sala. Passei gel no cu, entrei no quarto e sentei em seu pau. Quando senti que ia gozar, sai de cima, abocanhei seu pau sujo de coco e engoli até a garganta fazendo-o gozar mais de quinze jatos. Chamei o pastor para o quarto fazendo-o deitar ao lado do marido. Tirei seu pau pra fora, puxei a pele deixando a cabeçona em forma de cogumelo branca de sebinho e lambi, esfreguei, chupei ate ele gozar. Segurei o gozo na boca e rapidamente beijei meu marido que acabou engolindo metade da porra. Perguntei se gostara, porque o pau do corninho endureceu na hora. Perguntei se ficara brabo com minha confissão sobre dar e chupar paus antes de casar. Confessou então que frequentava um lugar em que era chupado por uma mulher que adorava pau sujo e gozava com isto. Passei a fazer ele lamber minha cara dando beijinhos e ficando de quatro para o pastor que atolou na buceta. Perguntei para os dois se sabiam quem era esta mulher. Ela só chupava através de um buraco, então eles nunca a viam. Então disse que eles a conheceriam naquela hora. Peguei meu notebook e comecei a rodar os filmes em que eu chupava cinquenta homens em um dia. 

A partir daquele dia, meu marido as vezes ficava dentro da cabine assistindo sua esposinha chupar paus ensebados, engolindo um litro de porra por dia e gozando sem parar. 

Continuamos a frequentar a igreja, engravidei de gêmeos (menina e menino) e já peguei os dois se chupando a noite (com câmera escondida). Acostumei-os a andarem pelados dentro de casa a exemplo dos pais. Já vi minha filhota peladinha assistindo TV deitada no colo do pai, também pelado e ela adora ver o pau crescer e encostar na sua boca. Eu por minha vez, já começo a fazer o mesmo com o filhote, que puxou ao meu irmão e tem um pau enorme e fino, e uma mãozinha estreita, que faço ele enfiar toda na buceta para passar um "remédio" até gozar como louca.

FAMÍLIA EVANGÉLICA DE CARTEIRINHA

 Minha família é evangélica,fomos educados que tudo era proibido, namorar, ver televisão, ouvir músicas, etc.

Ter amigos católicos, espiritas, budistas, entre outros eram gente do diabo.

Sexo era tabu, e nenhum de meus irmãos e irmãs, tinham experiências sexuais, mas tudo aconteceu quando 2 irmãos engravidarem as namoradas, 2 irmãs engravidaram na pré adolescência, e meu meu pai saía c/ irmãs da igreja e minha mãe levou cantada e foi comida por um chefe da igreja (acho que uma de minhas irmãs é filha do pastor).

Minha 1ª menstruação chegou cedo, me assustei, e foi minha irmã mais velha me explicou sobre aquilo.

Sempre fugi de moleques que sempre vinham com brincadeiras de mão, encoxar, tocar nos peitos. Eu fugia disso, mas sentia-me atraída por sexo.

Eu fui me guardando, mas espiava escondida da janela do quarto, os filmes pornográficos que um casal de vizinhos viam e esqueciam a janela aberta, cheguei um dia a ver os 2 fazendo sexo, vi a pica dele passando em sua face , ela chupando sua pica e a foda deles .

No colégio o assédio sexual, cantadas que recebia iam aumentando, até um dia um colega falar que eu era a menina mais bonita da escola e me pediu em namoro .

Um dia depois de um culto outro pastor me chamou, assuntos religiosos, sobre a igreja e nossos costumes, e blá blá blá, até que ele foi por trás de mim e tentou me pegar a força,
seu pinto já estava pra fora, mas o empurrei e fugi, mesmo ele me ameaçando que eu estava com o demônio no corpo e se contasse para alguém seria amaldiçoada.

eu falei mais p/minha mãe e irmãs, elas pediram para não contar a meu pai, mas continuamos ir a igreja ,mãe achou melhor não mudar e nem comentar .

O pastor não demorou muito que ali mesmo na igreja, descobriram que estuprou 3 irmãs de fé uma, tinha somente 9 anos .

Continuei lendo e vendo casais que transavam e me toquei ….acho que foi minha 1ª 
siririca , me senti ensopada embaixo, gozei pacas parecia xixi….risos

Um dia estava me tocando quando senti ser abraçada na cintura e uma coisa quente, entre minhas pernas, era meu irmão, ia gritar e ele tapou minha boca dizendo:

-Você tá doida? aliás eu sei o que vc faz sempre batendo suas siriricas!!!!

Eu estava c/ tesão e quando coloquei a mão entre minhas coxas e percebi o
pauzão de meu irmão, aquilo me deixou louca!

Tantos anos de proibição e agora estava sentindo o que aqueles casais vizinhos deviam estar sentindo, enquanto meus peitos eram beijados por meu irmão, e um dedo dele entrava em
minha bucetinha até então virgem !

Que tesão, eu estava gostando daquilo e ele continuou c/ o dedo e ora mexendo ora chupando meus peitos, :

-Está gostando?

-Estou

Me deu um treco q quase desmaiei e fiquei mole, tinha tido um orgasmo , meu
irmão fechou a fresta da janela, 
me levou no colo e me deitou na cama, tirando minha calcinha de meu pé, e acendeu a luz para me apreciar, tocar, chupar e falou:-

-Como você é bonita, peitos lindos, coxas perfeitas, bundinha deliciosa….quero você agora

Eu não reagi, estava c/ vontade de descobrir como era sentir o sexo, e me assustei quando vi sua cabeça se mexendo e sua língua lambendo minha boceta, lambeu minha boceta até eu pedir p/ parar porque eu gozava sem parar …..levou seu pau até minha boca, eu eu afundei na minha garganta ..que delicia ….depois ele tirou para me beijar a boca, os peitos …os bicos duros enquanto sentia ele enfiar os dedos em minha boceta, ele se abaixou até ela e voltou a me chupar, e enfiar os dedos, e quando estava bem molhada começou a pedir p/ relaxar e enfiou aquele caralho aos poucos em mim, eu estava gostando, fodam-se todos que era meu irmão, parece que naquela casa todo mundo metia, menos eu.

De repente ….ele estava enfiando um pouco, me deu uma dor , foi aí que ele me penetrou mais forte, senti algo estourando, até um barulhinho era meu hímen estourando e ele continuou movimentando p/ frente e p/ trás, a dor foi se acalmando e eu gostando daquilo;
ele aumentou a velocidade do movimento até eu sentir uma coisa quente dentro de mim enquanto meu irmão gemia e até urrava e continuou até que fui eu quem dei um gemido longo.

Ficamos parados com ele por cima de mim, me beijando, até sentir o pau dele amolecer muito sujo ….ele pegou papel higiênico me limpou e fui tomar banho mas vi meu lençol sujo com sangue e porra .

Aquela minha primeira relação sexual realmente me mudou a vida, e eu sentia fogo p/ transar c/ outros, mas meu irmão era possessivo, só ele achava que podia me foder (agora de
camisinha), e fizemos sexo sempre que estávamos a sós,

Em casa, na casa de minha irmã, isso durou até ele namorar, acho que ela desconfiava pois tinha um ciúme louco de mim.

Evangélica,13 aninhos perdendo o cabaço p/o irmão Foi assim que, eu uma evangélica de carteirinha, perdi o cabaço meu irmão numa família que até meu pai era um tremendo safado.

sábado, 13 de agosto de 2022

A EVANGÉLICA DEU PRA MIM

 A gordinha gostosa ! (do face)

Outro dia perto de casa estava tendo um culto evangélico na rua .
Quando eu estava passando fui abordado por um casal muito simpático que veio falar sobre a Igreja deles .
Fiquei ali ouvindo eles falar , o rapaz falava muito e a moça ao o lado dele quase não falava nada .
Com o passar do tempo e conversa vai conversa vem .
Descobri que os dois eram noivos , o nome dela era Tatiana e o dele Vander .
Comecei a reparar na Tatiana apesar de um pouco gordinha ela é bem gostosa .
Não fique olhando muito diretamente pois o noivo dela é alto e forte .
Vai saber apesar de ser evangélico , se ele quisesse me bater eu não teria chance de reagir .
Durante a conversa eles me convidaram para ir num culto que ia ter numa escola .
Falei tudo bem eu vou , eles informaram o endereço e o horário do culto .
No dia do culto resolvi ir , até então eu não tinha intenção nenhuma que algo acontecesse .
Quando fui chegando notei que tinha muita , a quadra era pequena e tinha muita gente .
Estava chovendo e o povo se apertava na quadra .
Foi quando eu avistei o casal que tinha me convidado para estar ali .
Tive dificuldade para chegar até onde eles estavam , pois o aperto era grande .
Chegando perto deles reparei novamente na beleza daquela gordinha .
Ela estava linda com um vestido longo preto , que deixava bem marcada a bunda dela . O noivo dela também estava com ela então não me empolguei tanto .
Durante o decorrer do culto , mais pessoas foram chegando e devido a chuva o povo se apertava na quadra .
Tatiana e o noivo dela ficaram bem na minha frente , e de vez em quando devido a lotação eu dava leves encostadas na bunda da Tatiana .
Como eu sou muito tarado , comecei discretamente deixar minha mão um pouco a frente .
Fui esbarrando minha mão de leva na bunda da Tatiana , notei que ela nem ligava .
Comecei a ser um pouco mais ousado , resolvi ser deixar minha mão mais a frente ainda .
Minha mão já estava colada na bunda dela , nossa meu pau estava que nem pedra .
A vontade que eu tinha era de levantar a saia daquela evangélica gostosa e comer o cu dela ali mesmo .
Mais o medo de o noivo dela perceber ou ela falar alguma coisa para ele fazia eu ser cauteloso .
Mais der repente para minha alegria , as luzes da quadra se apagaram e parecia que a quadra tinha virado um salão de festas .
Ia ter a apresentação de vários cantores gospel , luzes coloridas foram ligadas .
Agora era a hora de atacar pois com a pouca iluminação e a gritaria que estava na quadra ninguém ia perceber meus assédios .
Tatiana pulava e cantava junto com os músicos que se apresentavam .
Dei uma passada rápida de mão na bunda dela para ver a reação dela .
E para minha surpresa ela nem olhou para trás , não teve reação nenhuma .
Então comecei a deixar minha mão colada naquele rabo gostoso .
Aquela crente era bem safada , pois além de não reclamar ela ainda dava reboladas com minha mão na bunda dela .
Eu já tinha perdido o medo e o respeito pela aquela crente safada .
Eu já estava alisando aquele rabo gostoso como eu queria .
O corno do noivo dela só olhando para o palco onde os cantores se apresentavam .
Mal ele sabia que eu estava comendo a noiva dele com os dedos .
Em certo momento ela olhou para trás e disse e aí você está gostando da apresentação .
Eu disse está maravilhoso , ela deu um grande sorriso e disse que bom que você está gostando .
Eu colocava o dedo bem no cuzao dela e a safada ainda empurrava a bunda para trás .Eu estava quase gozando com aquela situação , aquela crente estava se mostrando uma puta .
Teve um momento que o noivo dela foi conversar com um outro casal e deixou a noiva desprotegida .
Abracei ela por trás , com o pau que nem pedra e disse no ouvido dela .
Você está me deixando louco , ela falou aproveita então .
Mais para minha tristeza o noivo dela voltou e levou ela da onde estávamos para conversar com o outro casal .
Pensei comigo nunca mais vou ter uma chance com esta crente safada .
Fui embora meio que frustrado pois eu estava adorando bolinar aquele rabo evangélico .
Mais o destino foi bom comigo , pois certo dia andando de carro pelo bairro .
Para minha surpresa quem eu vejo numa residência bem próxima a minha .
A Tatiana em frente a uma residência que mais tarde descobri que era ali que ela morava .
Era uma tarde de sol e ela estava muito gostosa com uma saia bem colada e uma blusa com um decote bem generoso .
Pensei em parar o carro para conversar com ela , mais ainda bem que eu vi rapidamente que o noivo dela também estava lá junto com outras pessoas .
Ela mora no Jd .Moreno em Guaianases Zona Leste de São Paulo .
Pensei vou passar por aqui todos os dias uma hora encontro ela sozinha .
Numa destas tentativas de encontrar ela sozinha e vejo ela descendo a rua da casa dela .
Meu coração foi a mil , pensei é hoje que vou conversar com esta puta crente .
Passei bem devagar de carro buzinei para ela , ela olhou e deu um sorriso meio sem graça .
Eu disse quer uma carona , ela olhou e disse eu não posso .
Eu perguntei onde vc vai , ela falou que ia no mercado .
Eu falei eu também vou para lá entra ai .
Nossa eu já estava de pau duro só de olhar para aquela puta .
Ela veio meio que sem graça e entrou no carro , perguntei de novo qual mercado você quer ir .
Ela disse o mais perto , e deu uma risada .
Fui com o carro até uma rua longe da casa dela e parei .
Ela olhou meio que assustada eu falei fica calma só quero conversar um pouco com você .
Falei para ela que desde aquele dia do culto eu não tirava ela da cabeça .
Ela ainda tentou dizer que entre nós não poderia acontecer nada pois ela era noiva .
Mais antes de ela dizer mais coisas puxei ela para meu encontro e dei um beijo na boca dela .
No começo ela até tentou me empurrar , mais depois ela começou a ceder .
Ficamos nos beijando por alguns minutos dentro do carro, aquela crentinha beijava muito bem .
Falei para ela vamos para um lugar mais reservado , ela disse que tinha que voltar logo pois o noivo dela ia na casa dela .
Falei para ela que morava ali perto , ela disse tudo bem vamos .
Nossa ela era uma puta mesmo , mau me conhecia e já estava indo para minha casa mesmo sendo noiva .
Chegamos na minha casa e já fui tirando a camisa e beijando ela .
Levei ela para meu quarto , joguei ela na minha cama e fui tirando a roupa dela .
Tatiana apesar de gordinha é muito gostosa , quando tirei a saia dela nossa ela estava com uma tanguinha pequena vermelha .
Fiquei admirado como aquela crentinha é gostosa .
Tirei a tanguinha dela e comecei a chupar aquela bucetinha gostosa .
Tatiana se contorcia e dizia palavras sem sentido , fiquei chupando aquela bucetinha por alguns minutos .
Parei e tirei minha roupa , falei para ela agora é sua vez de chupar .
Ela se virou e como uma loba faminta abocanhou meu pau .
Ela chupava meu pau com mestria , eu puxava o cabelos dela e dava tapas no rosto dela enquanto ela chupava .
Falava para ela chupa sua crente safada , hora ela chupava meu pau hora minhas bolas .
Ela sabia muito bem o que estava fazendo , aquilo era maravilhoso .
Certo momento ela me olhou e falou me fode agora seu safado .
Não pensei duas vezes , mandei ela ficar de quatro e fui penetrando aquela bucetinha gostosa .
Nossa como era quente aquela buceta , quase gozei com poucas estocadas .
Fiquei bombeando aquela bucetinha por alguns bons minutos mais ainda não queria gozar .
Pois minha intenção era comer o cu dela também .
Tirei o pau da bucetinha dela e mirei no cuzinho ela olhou assustada e disse no cu não .
Eu falei fica quieta sua puta , dei uma cuspida no cuzinho dela e coloquei o pau na entrada do cu dela .
Fui forçando a entrada , ela gritava e me xingava , mais não saia da posição que ela estava .
Teve uma hora que não aguentei e empurrei com força no cu dela .
Ela deu um grito e me xingou de palavras que eu nunca tinha ouvido kkkk
Mais logo aquela puta evangélica estava rebolando com meu pau no cu dela .
Eu já tinha comido outros cu , mais nunca tinha comido um cu tão gostoso .
Fiquei bombeando o cu da crente por longos minutos até que não aguentei e gozei dentro daquele cu gostoso .
Estava exausto , olhei para ela e ela disse você estourou meu cu .
Ficamos ali deitados por alguns minutos olhando um para o outro sem dizer uma palavra .
Sabíamos que estávamos satisfeitos e que aquela era a primeira de varias fodas .
Daquele dia em diante aquela crentinha tinha se tornado minha puta .
Fiquei até amigo do noivo dela , inclusive ele me chamou para ser padrinho de casamento deles .
Mau o corno sabia que a noiva dele era minha puta

quarta-feira, 10 de agosto de 2022

IRMÃS EVANGÉLICAS: MAR, PRAIA E CURTIÇÃO

 Hoje vou sair do convencional pois vou contar a vocês a primeira vez da Lu e, eu em um ambiente que não fora nosso quarto, um ambiente não seguro que alimento mais ainda minha tara.

( esperem que gostem )

Bom começando, nossa família não é muito convencional temos 4 avôs, vovô Antônio . sendo eles o pai da minha mãe um homem sério de poucas palavras , quem vemos só uma o duas vez por ano .

Vovô Marco.,  sendo ele pai do nosso pai, um homem misterioso qual só vemos uma vez só, ele abandonou nossa vó quando papai era menino e só voltou a nossa vida ano passado e nunca mais vimos .

Vovô Paulo padrasto do papai quem papai odeia nunca se deram bem, mas ele ate que é legal com a gente .

( Agora vou falar do vovô Diego) o avô que qualquer neto quer, ele na verdade não é nada nosso mais foi o pai que o papai escolheu ,vovô e um homem digamos de 50 anos branquelo alto, gordo e feio ,mais é o cara mais legal do mundo .e tem uma filha de 25 anos a tia Sofia, é viúvo, faz 4 anos, não me lembro bem da vovó .

O vovô Diego sim é o mesmo nome do meu irmão papai homenageio ele por que foi muito importante na sua vida quando era adolescente ou melhor aborrecente, papai ando por mau caminhos que levou ele a Febem onde conheceu o vovô que fazia obra social lá .

Não pense que vovô Diego é do tipo religioso, na verdade ele cansa de dizer que não tem religião e que nem para ateu ele presta por que na hora do perigo ele pensa em Deus .
na verdade ele não gosta é de aglomeração, diz que onde tem gente demais só da merda 
(desculpe o palavreado pois o vovô e assim ).

Ele participava de uma OMG quando conheceu papai arrumou advogado e como papai, morava na rua, levou ele para sua casa onde deu estudo e pois, ele em um caminho bom e meu pai só saiu da casa dele quando casou com a mamãe que já estava gravida da Lu deram para perceber que meu pai adotou Vovô Diego como PAI

Bom agora vocês já conhecem um pouco o VOVÔ DIEGO voltamos para MIM.  kkk
Depois que a vovó morreu, ele paro de trabalhar era Médico Anestesista e quando fico viúvo não se sentiu mais em condições de exercer a profissão e, basicamente todo fim de semana temos coisa para fazer, ele adora fazer churrasco na laje em média passamos com ele 2 fins de semana por mês, tem semana que a gente passa fazendo pastel hamburguer e sorvete .

Papai diz que ele está nos estragando, mas o VOVÔ diz que papel de avô e estragar, ele que conserte, afinal o pai é ele .

Muitas vezes o vovô leva a gente para a praia alugando casa, mais nesta semana em especial depois que eu e a Lu começamos a transar .

Ele convido a gente para ir a uma cachoeira e fazer um acampamento no meio da mata, como o Diego era muito novo não foi .

Descemos a serra, estava eu, a Lu e a tia Sofia no banco de traz e na frente o namorado da tia dirigindo e o vovô .

Sempre o vovô comprava coisas para gente e, na cidade de Peruíbe em um shopping ele perguntou se queríamos algo. A lu falou que queria um lanche, ela é muito gulosa, quando perguntou para mim, eu pedi para ele comprar um biquine novo queria que ele me comprasse algo mais diferente o que eu usava o papai e a mamãe comprarão era de criancinha queria algo melhor .

Ele parou e disse tá bom entramos em uma loja a vendedora só vinha com peças de criança eu falei que queria um igual da tia Sofia que era minúsculo e a parte de traz quase sumia na bunda dela, a tia falou que não tinha assim pra criança e escolheu um que pelo menos não parecia um coador de papel ele era um v na frente e na minha bunda deixava ela mais gostosinha parecendo que aumentava ela e a parte de cima era uma cordinha que só tampava os botões do seios deixando a lateral a amostra quando vovô viu falo pra tia .

__Quer que o P……… não deixa mais elas saírem com a gente . A tia para pai o senhor sabe que o P……..é muito careta e as meninas tem um corpo bonito e a dri ta linda não tá, perguntando pro namorado que balançou a cabeça concordando .

Já a Lu não escolheu um não muito chamativo e vovô disse Dri tem certeza que não quer um igual a da Lu eu mais que depressa disse não .

Eu cheguei na cachoeira chamada de paraíso, realmente era linda tinha 4 nível e um outro que estava proibido subir como eu e a Lu nadávamos bem ficamos na penúltima que tinha uma cascata que vinha de uma pedra e uma bacia grande de uns 2 metros de fundura, vovô mesmo alto não tocava o fundo .

Eu estava me sentindo toda toda com aquele biquini, pena que neste dia não tinha muita gente para eu me exibir além de nós tínhamos quatro pessoas ficamos ali ate as 15 horas e descemos para Praia de Caramborê que fica escondida em meio da mata e montamos a barracas, foram duas, uma barraca, ficaram a tia e o namorado, e na outra eu a Lu e o vovô, depois da barracas armadas fomos nadar na praia quase deserta no meio da mata, o vovô não saia de perto de nós enquanto a tia ficava só de amassos com o namorado eu estava doidinha para dar um amasso na Lu que parecia nem ligar para mim , eu não esquentava eu sabia que ela é fria mesmo sempre só eu que tenho que esquentar ela .

Depois que a noite caiu o vovô deixou nós na barraca e foi beber um pouco, foi quando eu peguei a Lu e já fui enfiando a mão naquele corpo ela estava só com a parte de baixo do biquini e, com uma camiseta por cima e, pondo a mão dentro do biquini na parte de traz cheguei com o dedo no buraquinho e com o dedo fiquei rodeando as preguinhas do seu cuzinho onde ela só falava olha o vô pode voltar para .

Sabe né é aquele para mais em vez de tirar minha mão, ela puxa mais pra dentro que pra fora ,e aquele querendo não querendo coisa de fresquinha mesmo .

Eu já estava adorando a adrenalina do perigo parecia mais gostoso que em casa parecia a primeira vez de novo era algo surreal era maravilhoso .

Dei mais uma olhadinha fora da barraca e vendo que estava limpo voltei só que agora cai de boca naquela xoxota estava salgadinha e não me contive e enquanto eu chupava eu atolei o dedo no cuzinho da Lu que ao entrar ela gemeu toda e encheu minha boca de seu mel ,foi rápido de mais ela nunca chegava tão rápido eu engoli aquele melzinho salgado e mexia o dedo fazendo um circulo só que agora era dentro dela sentia a parede do seu cuzinho no meu dedo .

Ela já não estava mais preocupada com o vovô só gemia ao ponto que a tia ouviu, veio perguntar que estava acontecendo , quando vi o vulto dela abaixei a camisa da Lu a parte de baixo do biquini sentei em cima quando ela abriu a barraca estávamos como santa só que transpiramos muito, a tia disse tá muito calor melhor, vocês tomarem outro banho e volto para sua barraca .

Então fomos pro chuveiro onde tentei pegar a Lu de novo, só que a quadrada não quis .
Voltamos para barraca depois de uma hora o vovô volta mas estava visivelmente embriagado, caiu no colchão de ar era de casal e ele ia dormir com a gente não demoro muito começo a roncar .

A Lu também dormiu e eu ali no meio dos dois sem sono queria namorar mais então peguei e dei uns chutes no vovô para ver se ele acordava, mas estava dormindo como uma pedra .

Eu então voltei minha atenção para Lu onde com jeitinho abaixei sua calcinha, ela tinha posto uma, depois da nossa brincadeira, quando abaixou que deu para mim ver sua bundinha, passei cuspe no dedo e comecei a empurrar no seu cuzinho onde ela acordou e desesperada mandava eu parar, o vô ia acordar, mas parece que só possuída por um demônio, o vovô dormindo ali deixa mais emocionante a brincadeira, a Lu tento sair mas quando o dedo entrou parece que ela tomou uma anestesia, fico calma onde com jeitinho abrindo suas nádegas e vendo meu dedinho atolado no seu cuzinho não me contive e comecei a tentar enfiar outro dedo da minha direita junto com a da esquerda e pra minha surpresa entrou, eu comecei a brincar abrindo uma pra cada lado e via seu buraquinho, um vazio mostrado em uma noite enluarada , mesmo escuro dava para ver bem seu cuzinho piscando no meu dedo, ela chegou por o travesseiro na boca para abafar seus gemidos .
depois de alguns minutos nesta brincadeira legal, o vovô se mexeu, paramos quando tirei o dedo do cuzinho dela, estava cheirando cocô, mas estava tão tesuda que nem liguei, dormi assim mesmo no dia seguinte que era domingo ficamos normal brincando na praia .
e a tardezinha voltamos para SP .

COM uma experiência nova mesmo que eu praticamente neste fim de semana fui o menino não me importei afinal AMOR é AMOR não importa como se pratica .

e sem contar que o perigo é um combustível ao amor , acho que só louca MAIS quem não 

domingo, 7 de agosto de 2022

IRMÃS EVANGÉLICAS, CONSULTA AO GINECOLOGISTA

 Estávamos feliz duas irmãs conhecendo o amor juntas mesmo não sendo o amor convencional, não deixava de ser amor verdadeiro .

A Lu já não era tão travada como antes, tinha beijo de língua, ela adorava mamar nos meus seios que me deixava louca, a única coisa que ela não fazia era chupar minha xoxota dizia ter nojo .

Eu adorava brincar com o socador e de chupar a Lu segurar na sua cintura e sentir o calor da sua xoxota e me deliciar com seu mel ,quando eu sulcava seu meu a Lu tinha nojo ate de me beijar fazia eu escovar o dente para me beijar ,mas tudo bem era o jeito dela e eu aceitava ela como era não precisava mudar nada .

Em um fim de semana, minha mãe fazendo o almoço de domingo, a Lu viu ela socando alho no pilão e usando o socador, a Lu quase vomitou e na hora de comer, ficou cheio de frescura e não comeu nada, minha mãe ficou perguntando qual o motivo, ela dizia que estava sem fome, meu pai a obrigo a limpar o prato, ela enrolou, papai levantou e fez ela limpar o prato e depois mandou ir pro quarto de castigo .

Ela cheio de frescura só por que amassou o alho no pilão .

Neste mesmo dia aconteceu, a Lu recebeu a visita do senhor ( Chico ) quando vi sua xoxota toda vermelha, me assustei , mas nós já sabíamos, pois a mamãe já tinha conversado sobre e, o que mais nos assustava era que quando descesse seria hora de ir ao ginecologista .

Minha mãe marcou a consulta, mas não me preocupei. pois a Lu era virgem .

Para minha surpresa mamãe marcou a consulta para as duas, dai bateu o desespero em mim .

Quando chegou o grande dia, eu tremia mais que vara verde , combinei com a Lu de que falaria para nossa mãe que queríamos fazer a consulta separadamente e sozinha, afinal já éramos mocinhas , por incrível que pareça ela engoliu a isca com anzol e tudo e concordou .

Agora era convencer o médico a não dedurar-me . A Lu foi a primeira, eu estava tentando adiar o máximo a minha execução pública .

Quando a Lu saiu depois de uns 15 minuto, era minha vez, entrei com as pernas tremendo, era uma médica, ela mandou eu tirar a parte de baixo e sentar em uma mesa com lugar para por os pé .

Quando a medica olhou para minha xoxota mandou eu levantar e chamar minha mãe foi quando eu comecei a chorar ela que foi .

Eu: A senhora não pode falar para minha mãe, meu pai vai me matar se souber .

Ela: Calma menina, isto é mais normal que parece .

A senhora não pode falar, o sigilo médico não vale nada , joguei que podia para me livrar mais a médica retrucou .

Dri, vc tem 11 anos e não é mais virgem, a tua idade o sigilo não conta .

Eu: "Conta sim, se eu não quiser vc não pode ."

Ela perguntou como aconteceu, quem foi, dependendo disto eu vou pensar .

Eu contei que não foi ninguém, eu era que brincava com objeto ,ela perguntou qual eu disse sobre o socador .

Então ela pergunto se eu brincava por que a Lu também não estava como eu , não abri o jogo dizendo que éramos amantes .

Então falei que ela era travada e muito certinha já eu nunca fui assim .

Ela então disse tá bom mas se tua mãe perguntar eu vou mandar ela conversar com vc sem dizer nada, mas vc tem que contar pra ela na próxima consulta quero que vc já tenha dito a ela ok , Concordei né afinal era mais tempo para me livrar da surra , ela mandou eu subir de novo e com uma lanterninha começo a examinar bem mais fundo e disse que eu não podia ficar mais fazendo aquilo não tinha nada mais podia provocar uma ferida ali mandou eu me vestir .

A médica me deu um livrinho sobre doença transmitida sexualmente , peguei e escondi .
quando sai a mamãe perguntou como foi, eu disse foi horrível ,ela disse que agora em diante nós sendo mocinhas teríamos que vir uma vez por ano .

Eu pensei ufa tenho mais um ano .

A Lu estava mais apavorada que eu quando chegamos em casa, ela estava curiosa, não contei a verdade a ela pois sabia que se falasse ela não iria mais brincar comigo disse que a médica não podia falar pra mamãe e tudo estava como antes .

De noite depois que todos foram dormir, a Lu me beijo e disse tá com vontade de brincarmos mas eu pela primeira vez não quis, estava meio assustada pela consulta e dormimos abraçada mais sem namorar .

Desculpa por hoje vocês não terem texto de sexo .

Infelizmente não tinha cabeça para transar, mais não esquente que medo é coisa que passa rápido.