segunda-feira, 11 de julho de 2022

ME VINGANDO DA MINHA EX COM A NORINHA NOVINHA DELA - PARTE 1

 Bom sou Dourado, quando este caso aconteceu eu tinha uns 33 anos, era casado, minha ex esposa, tinha um filho de um casamento anterior, e comigo tinha uma menina, estávamos em uma crise no casamento, eu quase não parava em casa, foquei minha cabeça no trabalho.

Um dia fui para o trabalho, e tive um mau estar, e voltei para casa mais cedo, chegando em casa, estranhei, duas bikes encostadas na parte de trás da casa, eu não tinha a chave da porta da frente, por isso entrava pela porta da cozinha, entre e ouvi uns barulhos, sabia que uma das bikes era do meu enteado, resolvi ver o que estava acontecendo, a porta do quarto dele estava entre aberta, e vi ele num pega pega com uma garota sobre a cama, fiquei espiando um pouco.

Meu enteado, era baixinho meio gordinho, ele tinha uns 19 anos, mas o que me chamo a atenção foi a menina, ela estava de saia longa (desconfiei ser evangélica), cabelo Crespo tipo bombril, mas na cor vermelha quase um branco, uma bundinha avantajada, e aparentando ter uns 1,60 de altura.

Pela minha posição sabia que ele poderia me ver, achei melhor sair dali, fui para o meu quarto, encostei a porta sem fazer barulho, deitei na cama, mas como estava sem sexo fazia uns dias, lembrei da câmera digital que eu tinha, sempre gostei de tirar foto, era uma pequena da Sony, preta, lembrei que ela tinha modo gravação, e com um cartão relativamente grande dava para gravar 2 horas de vídeo, voltei e coloquei ela sobre um vaso que tinha no corredor que dava certinho para a cama do meu enteado.

Conferi se estava quando e como fico a imagem, e voltei para o quarto, demoro coisa de 30 minutos ouvi eles indo para o banheiro e tomaram banho e voltaram, para o quarto, mais uns 10 minutos e ouvi o portão da frente de casa, algum tinha saído, sai do quarto para ver a câmera, pequei ela dei stop, e coloquei no bolso, quando fui para a cozinha para tomar uma agua e um remédio.

Topei com a menina sentada na sobre a mesa da cozinha, comendo uma banana, quando me viu ela tomou um susto, ela estava com uma regatinha branca sem sutiã, e de saia, com o cabelo molhado, ela estava bem a vontade, ela era bonitinha, ela me perguntou o que eu estava fazendo ali, olhei para ela e falei que a casa era minha e eu morava ali, na hora vi uma cara de interrogarão, na cara dela, mas ela falou que a casa era do namorado dela.
Dei risada o que a deixou mais intrigada ainda, e pequei uma foto de família, que estava deitada sobre a geladeira, sempre estranhei aquela foto viver deitada lá em cima, e mostrei para ela, ela mostrou o namorado, na foto e eu falei que ele era meu enteado, ela me contou que ele falava que morava sozinho pois a mãe e a irmã viviam viajando, e me omitiu totalmente da história.

O garoto estava querendo se dar bem as minhas custas, mas eu não ia deixar barato, me apresentei melhor para ela e perguntei o nome, ela me falou que se chamava Cat (nome fic.), a elogiei e me aproximei, ela entendeu e dei 3 beijinhos nela, ela sempre me olhando nos olhos, e que olhos verdes ela tinha, grande e brilhantes, perguntei onde estava o espertinho, ela me falou que tinha ido no mercado comprar uma coisas, achei melhor voltar para a minha suíte, e pedi para ela não comentar nada sobre nosso encontro para ele.

Ela me olhou com uma cara estranha, mas expliquei, que não queria estragar as manobras dele, ela sorriu e me deu uma piscadinha, Ao sair da cozinha ainda dei um beijo em seu rosto e falei que tinha sido um prazer conhecer ela, e foi bem a tempo, pois assim que entrei na suíte e tranquei a porta ouvi o portão se abrir, em meus pensamentos eu tinha certeza que não ia rolar mais nada entre eles, coloquei um lado do fone de ouvido e comecei a ver o vídeo que a câmera filmou.

O vídeo me deu muitas informações, sempre fui muito observador, já sabia que ela era de uma igreja evangélica rígida, e que era bem humilde, e que esta começando agora a vida sexual, ele tinha tomado toda a iniciativa depois que deixei a câmera, mas não dei para ver muita coisa mas deu para ver ele por cima dela e e que ela gemia um pouco alto, mas ele só tinha pensado nele mesmo, e além disso, ele depois que a penetrou não durou nem 5 minutos, o resto era ele beijando ela e dando umas pegadas nela, mas pensa numa foda mau feita.

Fiquei até com dó do garoto, como pode uma cara pensar só nele, e deixar a garota na mão daquele jeito, mas fazer o que, achei que nunca mais veria ela, salvei o vídeo no meu PC, e um pouco depois ouvi o portão se abrindo e fechando de novo, olhei pela janela e vi os dois indo embora virando a esquina, resolvi voltar ao quarto do garoto para dar uma olhada e ver se não deixaram nada para trás, já estranhei por que o quarto estava arrumado, coisa que não é costumeira, estava com cheiro de bom ar, janela meia aberta, e olhei em baixo da cama e vi uma peça intima, era uma calcinha dela, meia grande daquelas que tampa a bunda inteira, dei uma cheirada e tinha cheiro de bucetinha nova com um pouco de xixi, resolvi guardar como uma carta que eu poderia usar no futuro, coloquei ela dentro de um saquinho e a coquei dentro do forro, pelo alçapão que tinha no corredor.

O resto da semana correu sem anormalidades, mas a empresa que eu trabalhava estava passando por mudanças, e como eu era um dos mais tempo de trabalho lá, era muito requisitado em todos os setores, e fui reconhecido, a chefia me ofereceu a vaga de supervisor de qualidade, aceitei, e recebi um belo aumento salarial, e alguns dias para descansar.

Em casa nem comentei sobre estas mudanças, mas chamei a família, para comermos fora, fomos em um trailer de lanches em um bairro, mais humilde, o lanche era muito bom, quando chegamos no lugar vi que meu enteado estava meio estranho procurava ficar na surdina, já desconfiei que aquele era o bairro que a Cat morava, e minha suspeitas não demoraram a se confirmar, vi ela no balcão do trailer, e falei que buscaria um refrigerante para nós enquanto esperávamos os lanches, cheguei perto dela, e falei um oi e pedi para ela disfarçar, pois meu enteado estava com vergonha, ela disfarçou, e falou que era bom me ver de novo, aquilo encheu meu orgulho, perguntei como estava as coisas ela falou que meio devagar, perguntei se queria conversar melhor, ela falou que sim, pedi para ela aparecer lá em casa no sábado pois a família ia para o sitio da minha cunhada, mas eu não ia com eles, ela me perguntou que horas falei para ir de manhã lá pelas 8.

Ela me confirmou que iria e saiu, o resto da noite correu normal, e durante a semana também, no sábado cedo, umas 6:30 minha cunhada passou em casa e levou todo mundo, eu tinha ficado com desculpa da rotina, no meu antigo cargo eu trabalhava no sábado mas neste era de segunda a sexta, me preparei as 8 horas Cat chega, abriu o portão e foi entrando, a recebi pela porta da cozinha nos sentamos e começamos a conversar e comer.

Foi momentos agradáveis, parecia que eu estava em outra vida, parecia que o mundo tinha sido retirado das minhas costas, até que ela começou a me falar do meu enteado, ela admitiu que estava com ele por interesse, de sua mãe e queria se livrar dela logo, ela me falou que ele foi logo querendo sexo com ela, e ela nem soube falar não, e que a mãe dela achava que os dois iriam casar logo, que a mãe dela sabia que éramos bem de vida.

Aquilo me deixou com raiva, mas são coisas da vida, eu estava mais interessado em dar uns pegas naquela menina, sempre gostei das novinhas secretamente, e estava muito interessado nela, ela percebeu, e começou a me dar beijos na mão e agradeceu por ouvi-la, falei que iria ajudá-la, e já passei o histórico completo do meu enteado, até que ele já tinha estuprado uma antiga vizinha de menor.

Falei que eu também gostava de uma novinha, e ela me falou que tinha 14 anos, e que meu enteado foi o primeiro homem dela, mas tinha tidos uns namorado mas todos na mesma faixa de idade dela, falei que ela não sabia de nada ainda sobre sexo, ela me olhou com uma cara de safada, e eu já me empolguei, e dei um beijo nela, no primeiro instante ela ficou congelada, mas depois correspondeu, e foi retribuindo, era um beijo de lábios nada de língua uma coisa quase infantil.

Levei a mão a sua cintura e a segurei com delicadeza, ela já mudou a respiração para o modo ofegante, ela estava com muito desejo e carente, sem parar de beija-la, e puxei ela para meu colo, ela sentou de ladinho e continuamos a nos beijar, mas já estávamos com beijo de língua e ela já gemia, e se arrepiava toda, levei a mão subindo de sua cintura, para a barriga, seios e pescoço, ela estava até cheirando a sexo.

Se eu faria alguma coisa seria naquela hora, a peguei no colo e fechei a porta trancando, eu queria levar ela para o quarto e foder ela até me aliviar, mas resolvi levar ela para o banheiro social, entrando lá comecei a tirar as roupas dela, e as minha, Quando retirei aquela saiona, revelo o corpo muito bonito, seios durinhos de tamanho médio, uma cintura, tipo violão, uma vagina cabeluda, que me deu desanimo, falei para tomarmos um banho antes pois iria ensinar a ela o que era prazer, mas teria que ser do meu jeito, ela pensou um pouco, e concordou, coloquei o chuveiro no quente e a deixei tomando banho e fui a minha suíte, pequei uns lubrificantes levei para o quarto do meu enteado que estava uma bagunça e um estojo de barbear e duas toalhas.

Voltando para o banheiro dei um banho muito bem dado nela, e falei que começaríamos depilando ela, ela ficou com medo mas falei que já estava acostumado a fazer aquilo, ela perguntou se eu era depilado, retirei minha zorba deixando ela admirando meu pau, falou que era bem maior do que do meu enteado, falei que ia fazer ela se acostumar com minhas medidas.

Depilei ela com muito cuidado e aproveitando para masturba-la, o que fiz ela gozar de pé encostada as costas na parede, deu até para ver o melzinho dela escorrer pela minha mão, ela me olhava com um sorriso, e toda feliz, perguntei se ela estava gostando, ela falou que não tinha sentindo aquilo até aquela hora, mas gosto muito e queria mais.

Ainda em baixo do chuveiro comecei a beijar o monte de vênus dela, já lisinho, e fui descendo e cai de boca com um beijo de língua, ela ficou congelada, mas quando passei a língua pelo canal vaginal, e penetrei um pouco ela com a língua, ela me agarrou pelos cabelos e forçava contra a vagina, ela estava adorando aquilo, e a fiz gozar outra vez, senti os espasmos musculares dela, e suguei todo o melzinho dela e a beijei com a boca toda cheia de lubrificação dela mesma, e ela correspondeu mesmo assim, ela sugou minha boca até não sobrar nada, e perguntei se ela estava pronta para seguir em frente, ela toda sorridente, falo que queria muito mais, desliguei o chuveiro e levei ela para o quarto, sentei ela na cama, e fiquei de pé na frente dela, mas ela fez uma cara que que não sabia o que fazer, peguei a mão dela e coloquei sobre o meu pénis, e fiz o movimento de punheta.
Cat até tentou, mas era muito ruim de serviço, pensei comigo e achei melhor partir para o abate logo, pois as preliminares dela eram muito fraca, a deitei sobre a cama, e comecei a beija-la, e desci até seus seios e comecei a beijar e chupar ela só gemia e falava que era muito gostoso, fui descendo até sua vagina de novo levantei as pernas dela e a escancarei comecei a judiar do clitóris dela e lubrifiquei bem o dedo indicador e fui descendo até achar o ânus dela, ela travou o â
nus, mas fui empurrando devagar e ela foi relaxando até que consegui penetrar a ponta do dedo, ela gemia, e com falando que a sensação estava vindo de novo, tirei o dedo do ânus dela e parei com o oral, ela me olhou estranhando eu coloquei meu pau na porta da bucetinha dela, e comecei a forçar a penetração, ela até fez uma carinha feia de que estava sentindo dor.

A segurei e peguei no meu colo e sentei na cama a colocando porem ela cima, e falei que era com ela agora, ela meio com medo, mas como estava por cima, ela rapidamente se sentiu dona da situação, e foi se soltando rapidamente eu já me vi estando pela metade dentro dela, que como estava muito lubrificada, chegando a escorrer pelo meu pau, eu esta adorando a performance dela, ela cavalgou um pouco, mas logo teve o orgasmo, e eu para dar uma apimentada, tentei fazer um fio terra nela, mas o orgasmo estava tão forte que ela nem reclamou .

Logo depois de ela ter seu orgasmo, ela se deitou sobre meu tórax, mas eu ainda não tinha gozado, e com ela deitada sobre mim, comecei a fazer um vai e vem com a cintura e meu pau entrava e sai dela com calma, ela ainda estava ofegante e só curtindo, ser penetrada, eu queria curtir mais aquela menina, com uma bucetinha apertada e muito molhada, ficamos assim por uns 15 minutos até que eu comecei a gozar, ela me acompanhou e teve mais um orgasmo, eu soltei uns 5 jatos quentes de esperma dentro dela que tremia e gemia parecendo uma mulher toda mole.

Depois de uns 5 minutos ela se recompôs e falou que precisava ir para o banheiro, nos limpei com uma toalha, e fomos para o banheiro, dei mais uma amasso nela em baixo do chuveiro, e a convenci a me fazer um oral, mas ela nem tinha noção de como fazer direito, mas foi legal, quando eu fiquei duro de novo a virei de costa com as mão na parede e penetrava a buceta e tirava esfregava na bunda dela e volta a penetrá-la tirava o pau bem lubrificado e passava na bunda e tentava penetrar o ânus dela ela foi relaxando aos poucos até que consegui colocar a cabeça, e como eu sou tarado por um anal, aproveitei muito aquele ato, e para não deixar ela sozinha comecei a masturbá-la o que a fez relaxar e eu aos poucos a penetrei até o fundo ela, reclamou um pouco, mas não me deixou desistir, e conseguiu ter mais um orgasmo aquento eu gozava profundamente no seu reto, ela fico com as pernas bambas e a fez se ajoelhar por não ter forças nas pernas, quando meu pau saiu deu para ver seu ânus bem aberto e minha porra escorrendo para fora, ela se apoiava com as mãos no chão, e falou que aquilo era loucura.

Ela se lavou rápido, se vestiu e quando eu a alcancei, ela já estava na cozinha, a segurei pelo braço e puxei para mim, e perguntei por que ela estava correndo, ela me falou que tinha feito besteira, que ela era uma puta, falei que ela era uma princesa, e que não fizemos nada de errado, que ela precisava aprender a ser uma mulher, e a sentir prazer, e procurei beijar ela, que me correspondeu.

Mas ela estava com vergonha, e falou que precisava ir embora na eram umas 11:30, me despedi dela, ela já foi mas tranquila embora, fui na janela do quarto e a vi saindo e virando a esquina, com o ar de uma mulher feita, tanto que ela sempre andava de cabeça baixa, e quando saiu de casa ela andava de cabeça levantada.

domingo, 10 de julho de 2022

DENTRE A MATA

 Vou revelar a origem do meu fetiche por mulheres que guardam seus segredos, seus tesouros, seus prazeres, entre suas “matas”. Assim como os tesouros se escondem na mais densa floresta, onde apenas o mais destemido desbrava podendo saciar-se da fonte pura.

Eu era jovem, tímido; por ser um dos mais baixos da turma tinha o apelido de Toco. Os garotos do bairro gostavam de me zoar espalhando a notícia da minha virgindade e que boceta só conhecia nos exemplares das revistas que colecionava.

Um dia estávamos sentados na calçada e conversávamos sobre sexo. Todos se gabavam de ter transado com garotas do bairro, do colégio, com primas, e como sempre eu acabava virando o centro das piadinhas de mau gosto, onde eles zombavam que nunca havia colocado a mão em um sexo feminino, atazanando minha paciência.

— O Toco só conhece buceta de papel! Somente vê essas coisas pelas revistinhas – caçoou Marquinho.

Naquele exato momento Janete, uma vizinha evangélica que havia mudado a pouco ali no bairro, chegava em casa e passou por nós. Tenho certeza que ela ouviu que os garotos caçoavam de mim, pois percebi que ela se segurou para não rir.

Muito irritado e vermelho de vergonha saí dali sem dizer nada e fui para casa. Fui direto para meu quarto sem que minha mãe perguntasse alguma coisa. Fiquei remoendo as verdades que os garotos diziam. Tinha que fazer alguma coisa para reverter essa minha situação, esse meu rótulo.

Dias depois, inesperadamente, Janete apareceu em minha casa. Lembrei aterrorizado do dia em que os garotos zoavam comigo e ela ouviu. “Será que ela ainda se lembra da conversa?” Fui atendê-la com certo receio.

Ela veio pedir se meu pai poderia ajudá-la arrumando a torneira da sua cozinha. Ela sempre pedia ajuda para o meu velho, que é um “faz tudo”, quando precisava consertar algo, pois o marido vivia mais na estrada.

Disse a ela que meu pai não estava e ela falou que não poderia esperar e se eu poderia ajudá-la. Eu atendi seu chamado.

Ela me deixou sozinho na cozinha e algumas vezes aparecia para verificar como andava meu trabalho. Só então pude perceber o quanto Janete era atraente. Mesmo usando saia parecia ter uma bundinha bem durinha. Fiquei imaginando como ela seria por baixo da roupa.

Chamei por ela após terminar conserto. Ela veio sorridente, agradeceu e me surpreendeu perguntando se eu era mesmo virgem. Fiquei paralisado. Ela explicou que queria confirmar o que ouvira dos garotos. Sentindo a minha face queimar e sem graça confessei que era verdade. Ela sorriu e contou que não parou de pensar em mim depois daquele dia.

Dito isso Janete me abraçou me pegando e me surpreendeu beijando minha boca. Que beijo!

Ao soltar meus lábios ela me confessou que sempre teve a fantasia, a vontade de tirar a virgindade de um jovem como eu.

Em seguida pegou minha mão trêmula e me conduziu até o quarto. Começou a tirar a roupa que usava e revelou toda a sua nudez.

Janete era mais linda nua com suas sardas, não somente no rosto, mas também nos ombros, nas costas e no colo dos – nem pequenos nem grandes – seios de biquinhos rosados. Ela tinha um pouco de pêlos nos braços. Sua boceta era coberta por uma floresta avermelhada que terminava entre a bunda redonda.

Já havia visto bocetas loiras, negras, nas revistas, mas nunca uma ruiva. E naquele momento tinha uma em “carne e osso” na minha frente.

Os pelinhos cor de fogo eram iguais aos seus cabelos que desciam pelas costas até bem perto da bunda.

Estava de queixo caído e admirando aquele corpão quando ela disse:

— Pare de ficar olhando e tire sua roupa logo!

Obedeci a ordem da crente me despindo rapidamente muito confiante de que naquele dia meu problema finalmente seria resolvido. A partir daquele momento eu não seria mais um motivo de piadas. E, além disso, não seria com uma garota seria com uma mulher.

Ela encarou meu pau duro e virgem por alguns segundos e sorriu. Fez-me deitar na cama, colocou-se entre minhas pernas e se apossou do meu pinto.

Experimentei a sensação de ser chupado pela primeira vez, e, diga-se de passagem, muito bem chupado! Janete foi uma das melhores boqueteiras que conheci até hoje.

Passava a língua em toda a extensão e depois enfiava inteiro na boca macia. Aquela nova sensação era tão maravilhosa que não pude suportar. Era como se meu corpo estivesse sendo eletrocutado acabei gozando na boca da Janete que não titubeou nem um pouco sequer engolindo tudo.

Pedi para ela deitar na cama e retribui, como já havia visto inúmeras vezes nas páginas das revistas, abocanhando e mamando os seios de biquinhos rosados e enfeitados pelas sardas.

Ela grunhia tentando disfarçar o prazer. Às vezes ela pedia para chupar mais forte e outras vezes mais devagar. Controlava a pressão empurrando e soltando minha cabeça. Me pediu para descer passando a língua pela sua barriga até o umbigo peludo.

Depois desbravei a mata ruiva para poder achar a sua fonte do prazer. Quando encontrei a preciosidade rosada caí de boca. E mesmo não tendo habilidade nenhuma com a língua, fiz a crente gemer sem pudor. E ela ia me dizendo como fazer: lamber como um cachorrinho; circular como estivesse limpando os lábios; chupar o grelinho como se fosse uma pequena bala de morango.

Após Janete ter chegado ao orgasmo – o que ela me ensinaria a identificar mais tarde – pediu com a voz rouca para eu meter meu pau dentro dela.

Me posicionei entre as pernas dela, segurei meu membro ainda duro — essa é a vantagem de ser jovem — e fui adentrando a mata vermelha. Gememos juntos quando cheguei ao fundo e ela começou a rebolar enquanto eu me movimentava indo e vindo.

Como foi maravilhoso sentir o calor daquela carne que não era apenas de cor de fogo, mas era tão quente quanto. A crente “mastigava” meu membro e nessa deliciosa experiência acabamos gozando juntinhos.

Janete ainda não estava satisfeita. Carinhosamente ela me deitou, se posicionou de quatro sobre mim e começou a me chupar novamente.

Aproveitei aquele 69 para lamber sua boceta cabeluda. Explorava enfiando meu dedo naquela deliciosa carne molhada enquanto admirava – ao vivo – aquele ânus peludinho e apertadinho que piscava. Então resolvi “brincar” com o buraquinho. De repente ela saiu de cima de mim e pronunciou:

— Você é um safado! Fica lendo essas revistas e acha que todas são vagabundas! Sou casada, não sou puta pra você ficar enfiando o dedo no meu cu!

Aquilo foi um balde de água fria, pois além de perder minha virgindade já pensava em experimentar meu primeiro cu.

Ao perceber minha decepção, Janete caiu na gargalhada e disse que estava fazendo “horas” apenas e que eu não tinha entendido o “sou casada”. Ela então se colocou de quatro e arrebitou a bunda gostosa abrindo caminho com as mãos.

— Nunca fui chupada no rabinho — revelou com a voz mansa e com uma cara muito safada.

Como já havia lido nas minhas revistas algumas matérias sobre sexo anal, fui com todo cuidado. Lendo se aprende muito! Dei algumas lambidas naquele buraquinho rosadinho deixando-o bem molhadinho a fazendo estremecer e gemer. Coloquei-me em posição atrás dela, fui enfiando devagar meu cacete naquele cuzinho apertado. Nossos corpos estremeceram de desejo.

Janete quis gritar quando entrei todo. Implorou para eu meter. Mandei ver num ritmo frenético cheio de tesão. Era delicioso ouvir aquela crente safada gemendo de prazer com minha rola engatada dentro do traseiro dela.

— Humm! Mete gostoso, meu garotinho! Aaah!

Não pude aguentar quando ela começou a rebolar. Segurei firme na cintura dela e meti com todo vigor que me restava. Era como se quisesse rasgá-la ao meio.

— Isso seu safado! Vai! Aaaaahhh!

Nem imagina como foi maravilhoso perder a virgindade e ainda de “bônus track” gozar no buraquinho da Janete.

Depois desse acontecido minha fama com os outros garotos não mudou muito, pois Janete pedira para eu guardar segredo dos nossos encontros. Entretanto isso não era empecilho para eu ensinar — sem revelar muito, claro — aos outros garotos às delícias que minha crente lecionava.

Agora você pode compreender minha fascinação por mulheres peludas; que escondem seus segredos, seus tesouros dentre as matas.

THAMARIS

 Olá, sou Olavo, já me apresentei em outro conto, sou pastor e quando tenho oportunidade levo alguma ovelhinha perdida para o abate. Sempre é bom ensinar as pequenas o prazer se ser invadida com uma rola grossa.

Há uns dois anos, recebemos a visita da sobrinha da minha esposa, Thamires, uma mulatinha de 13 anos, magrinha de corpo perfeito, seios pequenos e um bumbum bem avantajado. Na verdade não era uma visita e sim uma longa temporada, pois o motivo era afastar a mocinha de certas influências da cidadezinha em que morava. E o melhor lugar pra colocar juízo na cabecinha de uma menina fogosa é na casa do pastor (juízo de 20 cm e cheio de veias).

Os primeiros dias foram normais, minha esposa cuidou de matricular a menina na escola e outras partes burocráticas. Logo ela já estava habituada na rotina de casa, eu a tratava bem e ela se sentia tão bem comigo que já me chamava de tio de forma natural. um tempo depois minha esposa me contou o motivo dela ter que ficar com gente, essa safadinha andava se esfregando com os moleques da cidade dela, a mãe pegou ela nua com um a garoto em casa. a partir daí passei a tratar a Thamires como a “filhinha do papai” fazendo todas as suas vontades, já buscando uma intimidade maior. A menina não saia do meu lado, para não levantar suspeitas por parte da minha mulher, sempre dava uns sermões de “leve” na presença dela assim mantinha a aparência de homem rígido.

Todo esse trabalho surtiu efeito quando uma tarde, estava no quarto vendo tv e Thamires veio falar comigo, ela sentou na cama do meu lado.

Thamires: Tiooo, queria te pedir uma coisa.

eu: Oi meu amor, o que?

Thamires: Sábado, as meninas da escola vão fazer um trabalho na casa de fulana (não lembro o nome), posso ir.

Eu: trabalho é? vc não tá me enrolando né?

Thamires: Claro que não tio, eu juro.

Eu: hummm… é trabalho de quê?

Thamires: Ciências

Eu: é e sobre o que? (Thamires nunca foi boa aluna, então nem saberia inventar um assunto)

Thamires: ai…tio tá bom, não é trabalho. vai ser o aniversário da fulana

Eu: Ahhh ta, sabia. pois não vai pra lugar nenhum

Thamires: Nãooo tio, por favor, me deixa ir. A titia é muito enjoada e não ia deixar, mas o senhor é legal, por favor.

Eu: deixa a Ruth saber que você a acha chata

Thamires: mas é verdade o senhor é mais legal que ela

Eu: rumm… não sei. vc vai ficar pelada na festa também?

Ela arregalou os olhos de susto, não esperava que eu soubesse, mas não desmentiu.

Thamires: ai não… eu só fiz uma vez, prometo não faço mais isso.

Eu: posso até deixar… mas o que eu ganho com isso?

Thamires: ganha!? não sei tio… o que o senhor quer?

Eu: a gente podia ver um filme hoje noite, aqui no quarto, tipo namoradinhos

Thamires: namoradinhos… mas não sei.

Eu: não precisa não. e vc não vai no aniversario.

Thamires: não titio, tá a gente namora… mas não sei, a tia vai brigar

eu: Só se vc contar

Thamires: Não, eu não conto

Eu: Então vai tomar um banho e vem pra cá… vou ligar o ar e baixar um filme

Thamires: mas tio e aula?

Eu: hoje você não precisa ir… vamos passar a tarde vendo filme e comendo lanche

Isso deixou Thamires muito animada, mas não mais do que que estava de pau duríssimo com a situação, ia comer ela antes que um moleque fizesse isso. nossa conversa não deixou claro minha maldade, apesar da desconfiança dela, então deixei a mostra na mesinha perto da cama, camisinhas e um lubrificante. Thamires voltou cheirosa do banho e com um top que cobria os pequenos seios e um shortinho de algodão, assim que viu o q que tinha na mesa perguntou apreensiva:

Thamires: Tio… a gente vai? (apontando para as camisinhas)

Me aproximei dela, peguei na cinturinha fina e dei um aperto de leve

Thamires: (silêncio)

Eu: claro… Você nunca fez né? pode falar meu amor (já desconfiando da resposta)

Thamires: Já Tio… (envergonhada)

Dei uma abraço igual os que dava antes, com um beijo no pescoço

Eu: ahh sua safada, ja andou sentado na pica né?

Thamires: aiii tio para… só foi umas duas vezes

Eu: e foi com quem?

Thamires: Primo Luis, o senhor não conhece

Eu: E vc gostou?

Thamires: Na primeira vez doeu… mas na segunda foi muito bom

Eu me levantei da cama e abaixei o bermudão, fazendo saltar minha rola dura que nem pedra

Eu: e o pau dele…era maior que o meu?

Thamires: ai senhor… muito maior. tio eu não aguento isso aí não

Aperto a bundinha gostosa dela por dentro do shortinho.

Eu: cabe sim amor… coloco devagar que cabe.

Levo a mão dela até meu pau, ela instintivamente começa punhetá-lo, logo fica maior e mais duro. me abaixo e dou um longo beijo de língua nela, tiro o shortinho e a blusinha deixando nua. Chupo os pequenos seios com força, só ouço ela gemendo. viro ela de costas, ainda de pé ao lado cada, e enquanto falo que vou socar minha rola nela, meto dois dedos na bucetinha.

Thamires: Ai mete titio…mete

Coloco ela na cama e abro suas pernas, enfio a língua bem fundo, ela puxa meu cabelo com força, vou passando a língua em seu grelinho e alterno chupando. ela geme e da gritinhos agudos, percebo que ela vai ter um orgasmo e aumento o ritmo, ela grita bem alto se contorce e goza na minha língua. Me deito do lado dela e ela se encolhe no peito.

eu: Gostou?

Thamires: ahaaamm… quero de novo…

eu: eu faço… mas também quero (segurando a rola)

Como uma mulher experiente ela sorria, puxa os cabelos longos para trás e após uma punhetinha rápida ela passa a chupar meu pau. e que chupada senhores. Thamires se esforçava pra engolir tudo, ia e voltava tirava da boca e voltava a punhetar me olhando e sorrindo. Ver uma garotinha sugando minha pica com olhar inocente era uma visão.

Estava prestes a gozar quando fiz um movimento pra que ela parasse. Ela me empurrou e continuou mamando até eu gozar na sua boca… ela engoliu tudo.

Thamires: gostou titio? (Me pergunta se apoiando em mim)

Eu: safada, me fez gozar… mas ainda vou te comer

Thamires: Será? Ate ficou mole

Eu: Já ele acorda.

Thamires: tio imagina se a titia aparece e nos pega assim. O que será que ela ia fazer?

Eu: Certamente ela ia me matar… mas pra nossa sorte ela só volta segunda, até lá vamos ter todo dia.

Thamires: Todo dia? Será que o senhor aguenta?

Eu: Claro… olha como estou?

Apontei para o pau duro de novo, dei outro chupada demorada nela, a bucetinha já estava bem molhada pronta pra receber pica.

Eu: vou meter de uma vez

Thamires: Não tio…vai me machucar

Dei Dois tapinhas no rosto dela e segurei o pescoço sem machucar

Eu: quieta que eu sou teu macho agora!

Comecei a meter, a cabeça da pica foi alargndo a entrada, ela fazia cara de dor e gemia.

Thamires: Tio vai me rasgar!

Tava na metade e ela empurrava meu corpo com as mãos, e continuava entrando até a base do pau chegou na entrada. Ela ofegava.

Eu: falei que entrava… gulosa, coube tudinho.

Dei um tempinho e passei a bombear devagar ela se segurava em mim, cada bombada ela ia relaxando mais e ficando mais lubrificada, alguns minutos já socava sem dó, virei de ladinho e meti pra entrar mais fundo.

Thamires: continua tio… tá gostoso agora!

Virei ela de quatro e mete mais rápido, segurando nos quadris, dava tapas na bunda que estalavam no ar dei mais algumas estocadas e ejaculei fundo nela.

Dormimos por algumas horas e depois falei que ela estava liberada pra ir na festa. Compramos uma roupa mais jovem, afinal as que ela tinha era muito “comportadas”. Só exigi que fosse uma saia, ela aceitou. Levei ela ate a casa onde ia ocorrer o aniversário e lhe disse q na volta ia querer presente, ela não entendeu.

La pelas 2h fui busca-la, suada de tanto dançar e sabe lá mais o que. Quando chegamos em casa, já entrei beijando ela, mandei chupar o meu pau que ela o fez. Coloquei a de quatro no sofá, puxei a calcinha de lado, lambuzei o cuzinho dela a com lubrificante e enterrei o pau, ela chorou um pouco mas aguentou, soquei sem pena. Ela gemia e apertava o estofado, bombeei com violência segurando firme a bundinha dura dela até que finalmente despejei três jatos de leite grosso dentro dela.

Por alguns meses visitei seu quarto algumas vezes para desejar boa noite receber uma gulosa. Infelizmente, Thamires teve de voltar pra casa da mãe no final do ano letivo.

sábado, 9 de julho de 2022

ANA LUIZA, A LOIRINHA DO TRASEIRO PEREFEITO

 Olá, sou Olavo, pastor que distribui prazer as jovens ovelhas do meu rebanho. O que vou contar ocorreu durante os eventos que antecediam a comemoração do centenário da minha igreja. Tive bastante trabalho e muito estresse.

Depois de várias reuniões sobre a organização da comemoração e até algum bate boca se percebeu que ainda faltavam muitos itens a serem comprados, o que me irritou muito, pois eu teria que ir até a cidade vizinha comprar. Fui ate o carro bufando, deixava estacionado atrás da sede, e enquanto me acalmava vi uma figura pequena de cabelos loiros meio acastanhado se aproximando do carro. Era Ana Luiza, ou Analu como chamamos.

Analu: Ei tio,

eu: Oi Analu, o que foi?

Analu: Dona Rebeca pediu pra o senhor comprar a fita que cola dos dois lados.

Eu: fita dupla face

Analu: essa ai

Ela se se debruçou na janela ao dizer isso, e ao fazer a camiseta de alça me permitiu ver o bico dos seios em formação, meu pau se manifestou na hora. Analu, tinha 11 anos na época, era branquinha de cabelos quase loiros, tinha umas pernas bonitas mas nunca dei muita atenção até aquele momento. Mas olhando bem, adoraria passar a tarde mamando aqueles peitinhos de semi-adolescente.

Analu: parece uma nave!

Eu: o que?

Analu: isso ai (apontava para o painel da 4×4)

Eu: ahhh sim, parece

Analu: tchau tio, vou lá ajudar as meninas

Analu não fazia parte da igreja, mas sempre estava por lá. Morava apenas com a mãe, era o que eu sabia. Olhei em volta, essa parte da e deserta, não tinha ninguém e chamei ela de volta.

Eu: vamos lá na cidade? Na volta te deixo dirigir

Analu: Sério??? Bora tio

Eu: não é bom avisar sua mãe?

Analu: Nada, ela diz que ficando ai na igreja não perturbo em casa

Fomos até a outra cidade, ela me ajuda nas compras, tento ser rápido pq não queria perder tempo. Compro doces e outras coisas pra ela e passo rápido na farmácia pra pegar uns produtinhos. Ela vem feliz com as coisas que ganhou, mas quer saber quando vai dirigir. Digo que daqui a pouco.

A cidade que fomos ficava a meia hora de carro da minha. A estrada principal é carcada de mato, no meio do caminho entrei em uma estradinha de terra que leva ate uma área aberta onde ficava uma fábrica de tijolos que foi demolida, não mora ninguém ali perto.

Eu: pronto, aqui ta bom

Analu: não tem nada por aqui, so mato

Eu: logico, não quero q vc mate nenhum cachorro

Analu: ai não pastor, tadinho

Eu: pois é, agora vem, sobe no meu colo e vc vai dirigir

Analu: ehhhhhhhh…bora

Ela sobe no meu colo sem ressalvas, antes de voltarmos fui no banheiro e tirei a cueca, então só tinha seu short e minha calça fina como barreira. Ela sentou e encaixou meu pau no meio da sua bunda, ela rebolou tentando achar uma posição confortável. Ela notou que não ia adiantar e se aquietou.

Ela controlava o volante e eu freios e a marcha. Ela estava adorando, a vezes tinha q corrigir pra não entrar na mata. E quando passava sobre uma área acidentada o carro trepidava fazendo ela escorregar, com a mão apoiada em sua barriga trazia ela de volta ao meu colo, nisso ela tinha de se arrumar sobre meu pau duro feito mármore, fazendo ficar bem no meio do seu rego.

Analu: ai tio, tem uma coisa durona na sua perna

Eu: e a picona do tio!

Analu: creeedo tio… mas e normal ficar assim?

Eu: So quando tem menina bonita no meu colo

E dei um beijo no seu pescoço, ela riu e se arrepiou toda.

Analu: Ai tio não faz isso…

Continuamos a brincadeira de dirigir, passei a subir a mão por dentro da regata, ate pegar no bico do seio ainda se formando, durinho, passei a brincar com o mamilo.

Analu: ei pq o senhor tá apertando ai

Eu: pq eu gosto…agora levanta os braços. Sua regata atrapalha te segurar.

Ela tira a regata e apalpo seus pequenos seios com as mãos enquanto beijo sua nuca. Ela se encolhe toda.

Analu: ai tio…para fico arrepiada

Eu: deixa o tio te beijar toda que eu compro a boneca que quiser

Analu: qualquer uma?

Eu: sim…mas e pra te beijar todinha. Então tira a bermuda também.

Analu: mas ai vou ficar pelada tio

Eu: eu tmb vou… (e tiro a camisa)

Ela começa a tirar a bermuda, e fica peladinha, senta novamente no meu colo e passo a beijar novamente sua nuca, vou apertando seu corpo e desce a mão até sua bucetinha lisa, ela fecha as pernas e falo.

Eu: abre amor, deixa o tio brincar.

Ela abre começou uma siririca de leve, a respiração dela vai acelerando, sua mãozinha segura a minha com força, vou mais rápido com os dedos.

Analu: tiooo… ai…o q…

Eu: calma q vai ficar mais gostoso

Analu: ahaammm

Ela obediente já esta toda a aberta pra mim, meus dedos estão bem úmidos. Ela tem um forte espasmos anunciando o orgasmo.

Analu: que foi tio?

Abro o carro e saio, tiro a calça e ela vê minha rola dura por inteiro. Ela olha assustada. Mando ela sair do carro, ficar de costa pra mim e se curvar apoiando no banco. Aliso sua bunda carnuda e branca, minha é enorme e aperta cada nádega com força.

Analu: ai tio…está machucando

Eu: relaxa meu bebe… o tio que continuar a brincar.

Deslizo a mão para baixo do seu corpo, e vou explorando aquela pequena buceta, nada de pelos, lisinha, mas ate gordinha para a idade. Ela se move pra frente, estranha meus dedos tentando invadir sua gruta.

Eu: quieta amorzinho, tio so ta tocando. Você disse que deixava, lembra da boneca?

Amanda: sim.. mas é esquisito!

Eu: já vai ficar melhor bebe

falo isso levando a mão pra dentro da bunda dela buscado seu anel e massageando a pica pra deixar ainda mais dura. Pego uma sacolinha no porta luvas e tiro um lubrificante anestésico, lambuzo seu anelzinho virgem.

Analu: ai… ta gelado tio. O que é isso? Remédio?

Eu: quase isso

Vou atolando o dedo médio no cu dela, ela geme, mas não se move, massageio com mais gel ainda. Dedo entrou todo, começo a colocar dois, e ela pede pra tirar, ignoro e digo.

Eu: sua bucetinha é linda, mas ainda não aguenta uma tora como a minha, então hoje vou socar só no cuzinho.

Tiros os dedos de dentro dela e me posiciono com o pau na portinha do cu. Passo gel no pau também, a diferença no tamanho da rola e onde quero meter me deixa mais excitado, Analu vai sofre bastante.

Eu: relaxa esse cuzinho amor, pq hoje vou meter na maldade.

Analu: o que o senhor vai fa….aiiii nao tio… paraaaaa

Eu: grita que so fico com mais vontade

Seguro a cadelinha pela cintura com uma mao e outra vou forçando a cabeça do pau, o cuzinho dela vai cedendo, se alargando. É muito apertado e quente, vai envolvendo a rola e quanto mais ela luta, mais quero que entre.

Analu: tiraaaaaa… aiiii tira tiooo… tá rasgando meu cu

Eu:ja entrou metade, só relaxa q doi menos

Segurei com forca o a bunda dela ela tenta sair, mas não tem forca. Depois de muito choro e grito eu estava com 20 cm de rola atolado numa ninfeta de 11 aninhos. Dei um tempinho pra ela se acostumar e passei a socar, primeiro devagar, puxei ela pelo cabelo e botei pressão.

Analu: para tio… tiraaaaaa… ahhhhhhhh

Eu: só depois que gozar… rebola caralho, bota esse rabo pra dançar.

No meio do nada só se ouvia minha pélvis espancando aquela bundinha gulosa e o choro dela, depois de um tempo o pau já entrava sem tanta dificuldade. As vezes parava pra pegar folego, e quando voltava a bombar da uma estocada violentas pra ela acorda.

Analu: ahhhhheeeeee… ta doendoooo… para… aiiiieeeee

Eu: nunca… toma pica putinha

Eu: ta vendo amor, entrou tudinho. Rabo gostoso do caralho. Cu apertado.

Ela só gemia. Dava uns tapas bem fortes na bunda pra ouvir ela gritar. Nos dois estávamos brilhando de tanto suor. O anestésico fez efeito em mim também então demorei muto para gozar. Depois de um bom tempo, finalmente gozei, eu gozei muito, fora quatro a cinco jatos de porra pra dentro da princesa. Cai em cima dela exausto e ela apagou. Meu pau amoleceu e saiu me levantei e vi o estrago. Ela deitada de costas no banco da frente, com o bumbum para cima, vermelho de tanto apanhar. O cu arrombado, não tinha mais pregas, escorrendo minha porra de dentro. Ela acordou, choramingando, lavei ela e limpei. Mas meu pau endureceu de novo, queria mais. Mandei ela chupar, ela não queria, mas disse que ia comer o cu dela de novo. Ela se ajoelhou e me mamou, gozei mais uma vez, direto na garganta da novinha. Foi uma trepada espetacular… mas poderia ser a ultima.

Levei ela para casa, passei remédio e depois mandei pra casa. Sabia que ia dar merda, pois ela sumiu da igreja. Só apareceu um mês depois, toda desconfiada. Não se aproximava de mim, um tempo depois ela se aproximou e contou que não disse nada em casa. Disse que estava feliz com isso e ia cuidar dela… e realmente cuidei, afinal ainda tinha que tirar seu cabaço.

quinta-feira, 7 de julho de 2022

JÉSSICA, A NOVINHA EVANGÉLICA QUE ENCARA 20 CM

 Como descobri que a novinha ė uma putinha gulosa

Meu nome é Olavo, sou pastor de uma conhecida igreja evangélica, tenho 25 anos sou casado, não sou o tipo atlético, mas me mantenho em forma na medida do possível, possuo uma rola de 20 cm bem grossa que faço questão de apresentar as minha ovelhinhas mais novas.

É sobre uma dessas ovelha que vou escrever, Jessica era uma garotinha de 13 anos muito dedicada a minha igreja, tímida não fazia muito sucesso na escola, mas eu sempre tive um bom olho para as futuras gostosinhas que ficavam escondidas sobre as roupas mais discretas. Ela era baixinha e de cabelo encaracolado tinha coxas grossas e um belo par de seios para a idade.

Sempre tentei me aproximar de Jéssica e ganhar sua intimidade, passei a visitar mais sua casa e ganhar sua confiança, mas o respeito pela minha figura de autoridade como pastor não ajudava, ela mantinha sempre uma distância respeitosa. Então me restava admirar aqueles peitões adolescentes e aguardar uma oportunidade.

E esse dia chegou, durante uma faxina geral na igreja seu celular caiu em um balde com água, ela retirou rapidamente, vi cena e falei para não ligar. Ela estava preocupada de queimar o aparelho e levar uma surra da mãe. Falei pra ela deixar comigo que eu podia dar um jeito de seca-lo sem queimar. Ela continuou a limpeza junto com as outras senhora e me entregou o celular. Corri para o escritório e sequei ele como pude, fiz aquele truque do arroz e disse pra ela pegar de manhã, ela teve de mentir para mãe que esqueceu na igreja. A noite arrisquei ligar o bendito celular e ele funcionou… ai passei a revirar as pastas, nessa época o whats não criptografava as imagens e depois de muito fuçar achei o que queria… imaginei que uma menina inocente deveria ter algum nude… e safadinha tinha mesmo, na verdade vários fiquei maluco vendo aqueles peitões sendo exibidos. E além disso tinha foto de uma rola dura, ou seja, eu já tinha farto material para uma conversar seria com dona Jéssica.
Ela chegou de manhã na igreja como havia combinado, não havia ninguém além de mim. Ficou muito feliz em ver o celular funcionado, mas notou minha cara séria.

Jessica: pastor, está tudo bem?

Eu: Jessica, minha filha, pra quem você manda essas fotos nuas!?

Ela já era branca ficou mais ainda

Jessica: Meu senhor, pastor! Eu não faço isso!

Eu: Jessica eu vi, você mostra os seios pra alguém no whatsapp. Quem é?

Jessica: pastor…eu nunca fiz isso.

Eu: vou chamar dona Rosie e você fala pra ela.

Quase gritando

Jessica: não… ela vai me matar de tanto bater. Mandei do professor Silvio

Olha, aqui me pegou de surpresa, achei que fosse um coleguinha.

Eu: professor? Da sua escola? Bora me conta tudo

Ela contou que ele era o professor de ed. Física dela, que ele sempre chegava mais próximo dela e que passou a elogia-la. Depois começou a dizer que ia tirar o cabeço dela… e pelo jeito ela curtia a conversa, foto do pau que vi era dele. Enquanto me contava ela chorava, e me pedia pra não contar pra mãe dela. Eu concordei mas disse que ela devia parar de falar com tal professor (afinal quem ia estourar esse cabaço era eu).

Mas venha aqui, pare de chorar… coloquei pra ela sentar no meu colo. Não precisa chorar meu amor. É normal fazer isso, se sentir desejada, ainda mais tendo seios tão lindos.

Jessica: ai pastor… que vergonha!

Eu: não fica não… só não imagina que fosse tão grandes.

Jessica: nem é tudo isso (com um risinho nervoso)

Me aproximei do seu ouvido e disse

Eu: são perfeitos pra colocar na boca e chupar os bicos devagar

Jessica: ahhh é… (quase um gemido)

Eu Você não deixou ele tocar!

Jessica: só uma vez… mas foi rápido, e eu estava de uniforme.

Eu: me deixar beijar eles… prometo que vai gostar

Jessica: pastor…não pode… (já estava beijando o pescoço dela)

Eu: pode sim… me deixa pegar

Minha mão já estava entrando por baixo da blusinha dela, ela não falava só ofegava. Tratei de levantar a blusa e tirar aqueles peitos do sutiã, mamei com vontade. Nunca ninguém tinha dado um trato naquela pequena fogosa, e ela gemia com gosto. Chupei os mamilos e mordia de leve, ela forcava minha cabeça contra o corpo. Passei a tentar colocar minha mão entre suas pernas, mas a saia atrapalhava, quando consegui abri o botão, ouvi barulho na parte da frente da igreja. Nos arrumas rápido. Dei um selinho nela, e fomos ver quem era.

 Era os irmão que prometi ajudar com uma vaga de emprego e havia esquecido do compromisso. Antes da Jéssica ir combinei com ela que depois iriamos voltar a conversar sobre o tema do culto do jovens. Ela sorriu vermelha e foi embora.

A partir desse dia tomei o lugar do professor Sílvio, mas não ia perder tempo, estava louco pra meter a rola naquela princesa. Conversamos muito pelo celular. Mostrei minha ferramenta duríssima pra ela, provoquei dizendo que não aguentaria. Foi uma luta pra convencê-la a faltar aula e ir para um motel, pois apesar de safada era bem medrosa.

 Chegando lá, tratei de deixa-la peladinha e como era linda, toda branquinha e com um belo rabão de adolescente, chupei sua bucetinha por um bom tempo, gozou duas vezes seguidas. Me levantei e botei pra mamar minha rola, meio sem jeito mas chupava com vontade, bati com vara na cara dela ela sorria de forma inocente e safada. Quase gozei no boquete, mas aguentei. Na hora de meter foi difícil, bem apertada mesmo, mas não pediu pra parar. Dei um tempinho pra ela se acostumara com tora, depois fui bombeando devagar, depois acelerei, sentir que safada estava bem molhada, ai soquei com força, ela aguentou 20 cm sem chorar, só gemendo. A safada cravou as unhas na minha costa com vontade, me deixava mais doido, mantive o ritmo ate gozar dentro (havíamos combinado com camisinha… mas quem lembra disso na hora). Dormimos por uns 40 min. Acordei com ela mexendo no meu pau, o bicho acordou.

Eu: e ai? Aguenta atrás meu amor?

Jessica: ai… não sei, mas que tentar

Me posicionei atrás dela, falei que ela tinha uma bela raba, e que ela ia fazer o marido muito feliz. Passei o lubrificante no pau e no anelzinho dela e fui metendo, olha ela sofreu menos do que imaginei. Passei a atolar tudo com forca, dava belos tapas naquela bunda. Mais uma vez gozei horrores.

Foi a única vez que fomos ao motel, mas sempre que dava ela ia no escritório da igreja de uniforme da escola tomar o leite da tarde comigo

quarta-feira, 6 de julho de 2022

AMANDA, NA PRIMEIRA VEZ QUE ENCAROU DUAS .....

 Meu nome é Olavo, sou pastor de uma conhecida igreja evangélica, tenho 25 anos de casado, não sou o tipo atlético, mas me mantenho em forma na medida do possível, possuo uma rola de 20 cm bem grossa que faço questão de apresentar as minhas ovelhinhas mais novas.

Uma certa vez fiquei hospedado no sitio do pastor Odair, um amigo que também faz parte da igreja que prego. Ele está numa posição bem mais favorável que a minha, o que é possível ver pelo tamanho do sitio. La fui recebido por ele, a esposa e sua enteada, Amanda que na época tinha uns 14 anos.

Ele me mostrou toda a propriedade, bem extensa, junto com as benfeitorias feitas por ele. Mas o que eu me interessei foi pela Amanda, era uma adolescente com um corpão perfeito, era aquele tipo de menina que cresceu rápido, alta, branca, tinha um rabão enorme e seios pequenos, dava a sensação de que ia virar um mulherão do tipo cavala. Sempre que possível dava uma espiada para admirar a ninfeta. Ficava imaginado se ela já tinha sentado numa rola ou teve aqueles melões mamados. Ia ficar duas semanas por lá então tinha tempo já que minha esposa não suporta o campo.

Odair: ela vai virar um mulherão né?

Ele falava isso enquanto estávamos no deck que ele mandou construir na orla de um pequeno braço do rio que passava por sua propriedade. Tomando banho estava Amanda e mãe, que era uma versão mais velha de Amanda.

Eu: realmente vai! E vai te dá trabalho.

Odair: ela já dá.

Eu: ahhh ela ainda é uma criança

Odair: olha eu até tento ver dessa maneira, mas quando passo pelo quarto dela pra ver se tá tudo ok e vejo aquele corpo num pijaminha… é complicado.

Eu: ahhh eu sei como é… a gente perde até a noção.

Odair: sabe é?

Eu: eu te falei que uma sobrinha da minha mulher passou um tempo em casa, lembra?

Odair: lembro sim

Eu: pois é… teve um tempo que me divertir muito com ela.

Odair: sério??? Essa parte você não contou.

Eu: sim, e olha era uma tarada de primeira. Eu te digo, é nessa idade que é bom pegar. Elas não tem frescura e fazem de tudo.

Odair: cara… eu acho que isso é verdade, já peguei a Amanda com umas conversas esquisitas com as amigas. Parece que ela anda interessada em fazer algumas bobagens.

Eu: então melhor fazer com um homem de confiança como um tio, o padrastro… ou ambos!

Odair: eita, logo dois? Tá achando que é igual como era na escola? A gente comeu muita menina doida, mas Amanda não é assim

Eu: olha, logo ela vai sentar na vara de alguém, melhor pegar a vaga que já é tua… eu te ajudo e já aproveito pra pegar meu lugar na fila.

Odair: rapaz, o senhor tem uma conversa… Mas será que ela topa?

Eu: ela tá na fase da curiosidade, então dando estímulo certo ela topa

Odair: estímulo? Droga? Não vou dopar a menina!

Eu: claro que não, vai ser na conversa… com calma.

Odair: ahhh sim… se for assim eu quero. Como vai ser?

Eu: vamos ter que sair daqui do sitio, logico que não rola com a mãe dela em casa né?

Odair: verdade, mas olha na outra semana a Anadie (mãe da Amanda) vai na frente e vamos ficar ainda dois dias aqui… posso dar um jeitinho da pequena ficar.

Antes de terminar as duas, mãe e filha se aproximam, Amanda tremendo de frio, faço uma piada e ela sorri. Com o passar dos dias eu vou me aproximando de Amanda, ganhando confiança, mas tenho ser rápido. Logo a mãe vai voltar pra cidade e vamos ficar só com ela.

 Uma tarde estou sozinho com ela vendo tv e vejo ela emburrada no sofá.

Eu: que foi Amanda?

Amanda: nada tio

Eu: certeza?

Amanda: sim… só chateada.

Eu: esses meninos só servem pra deixar vocês com raiva (soltei uma isca qualquer)

Amanda: ainda mais quando chamam a gente de infantil (opa peguei algo)

Eu: infantil? Você? Desculpa mas esse moleque é pau no cu.

Ela arregalou os olhos com o palavrão, afinal era um pastor respeitável, mas sorriu e concordou.

Eu: mas pq ele te chamou de infantil?

Amanda: ele saiu com os amigos e foi em clube, tiraram muitas fotos lá e em quase todas tem uma…(ela evita falar palavrão)

Eu: uma vadiazinha?

Amanda: isso… uma vaca do lado dele.

Eu: (querendo encurtar esse relato de ciúme adolescente) foi perguntar o que significava aquilo e ele disse “nada” e vcs discutiram e ele te chamou de infantil, certo?

Amanda: isso mesmo… parece até que o senhor leu a conversa (deu um risinho)

Eu: hoje só estou os cacos, mas já fui adolescente

Amanda: ohh tio.. (ela ri mais um pouco)

Me aproximo dela, sento bem encostado e peço pra me mostrar as fotos com a tal garota. A menina da foto é bonita, mas se tivesse que escolher ainda fico com a Amanda.

Eu: não entendo esses moleques, tem uma namorada toda gostosa e procuram essas coisas na rua.

Amanda: ahhh tio mas não sou gostosa

Eu: naquele dia no rio te vi de maiô, tens um belo corpão. Muito mais delicioso que essa dai.

Amanda: ai obrigada tio (envergonhada)

Eu: eu e Odair concordamos, nós namoramos uma menina que assim como vc, toda gostosinha.

Amanda: o senhor e o pai? Mas vocês namoravam a mesma menina?

Eu: sim… não era nada sério. Livia era o nome dela, era tão linda como você

Amanda: eu to besta que vcs dividiam a namorada

Eu: eu já te falei que já fui adolescente e o Odair era muito cachorrão

Amanda: tio eu não acredito… ele está sempre falando sobre ser direito

Eu: eu também, mas coloco mulher bonita na jogada a gente vira bandido. Tu a mãe sabe bem disso.

Amanda: verdade tio, quando ela casou com o pai, ela me disse pra tomar cuidado. Qualquer falta de respeito ela cortava o pinto dele.

Nós rimos e perguntei se ele fez algo

Amanda: não tio, ele sempre me respeitou. Mas assim, já vi ele olhando minha bunda

Eu: mas olha que safado!

Amanda: não foi nada demais, acho até engraçado

Eu: se eu cheguei esse dias bati logo o olho. Se fosse mais novo até te pedi a em namoro

Amanda: para tio (ela ri)

Nisso encerramos a conversa pois Odair e Anadie chegam. Ele me olha desconfiado, e depois explico a situação e que temos uma chance, conto da história do ciúme e da nossa namorada fictícia. Explico que ele deve monitorar a situação para entrar em cena. Nem demora muito, na noite seguinte Amanda está chorando pelo tal garoto, eles terminaram. Odair vai consola-la como uma padrasto gentil e amoroso, Anadie fala que é frescura da menina isso, isso faz a atitude do padrasto ter mais pontos com a menina.

Eu deveria partir um final de semana antes da esposa do Odair, mas invento que terei de resolver um assunto numa cidade próxima do sítio, então só iria depois de Anadie. Ela mesma deu a ideia de ficasse por lá, dizendo que o Odair ia só depois. Mas precisava fazer com que Amanda não fosse. Estava bolando algo quando a própria Amanda pediu pra ficar mais uns dias, foi perfeito.

Na manhã seguinte, após a partida de Anadier. Fomos até a cidade fazer uma compras, dei a ideia de fazermos um churrasco no deck, sugeri a Amanda aproveitar os últimos dias e pegar um sol.

Eu: Branquinha assim o bronzeado vai ficar lindo

Amanda: não tem graça de maiô tio

Eu: usa um biquini ué?

Amanda: não tenho, mamãe acha vulgar

Odair que estava dirigindo diz.

Odair: a mãe dela que implica, mas hoje pode. Vamos ali e compramos um bonito.

Amanda se animou e compro logo dois, a raposa velha do Odair fez ela compra só os de lacinho. Voltamos para o sitio, arrumamos o churrasco e enquanto já estava tudo na brasa. Vem a Amanda, era uma bela visão, apesar de estar curvada, ela estava um espetáculo o biquini era vermelho e branco. Mostrava as curvas daquela novinha, meu pau se manifestou, Odair no papel de padrasto, a abraçou e apalpou ate onde era permitido naquele momento.

Odair: Olha isso Olavo, está uma perfeição né?

eu: o senhor estava inspirado pra fazer essa menina hein?

Amanda: ai para… esse biquini parece pequeno agora, o outro nem dava pra usar, menor ainda. Só comprei porquw achei bonito no provador

Realmente era pequeno, os seios estavam bem espremidos, mas era o que deixava ela uma delícia. Depois ela ganhou confiança e já andava de boa perto de nós, mergulhava e volta para o deck. No meio da tarde, com Amanda no colo do Odair (ela nunca tinha feito isso), “contei” a ela sobre nossa ex-namorada fictícia. Ela ficou interessada na versão dele, ele inventou algo superficial, eu complementava, ela perguntou como era a mecânica então já comecei a falar coisas mais pesadas.

Eu: foi o Odair que transou com ela primeiro, esse safado

Odair: vocês só ficavam se chupando, resolvi ir ate o fim.

Amanda ouvia a conversa com atenção, vidrada.

Eu: ela tinha uns seios bem grandes, não dava pra resistir.

Odair: era… não lembro.

Eu: era um pouco maiores que os da Amanda

Amanda: nossa, maior ainda? Eu já acho grande os meus (ela fala olhando para os seios)

Odair, não perde tempo e da uma puxadinha no meio do biquini

Odair: deixa eu ver

Amanda: ei pai, não (ela cobre os seios rindo)

Eu: deixa só a gente conferir, só está a gente aqui

Amanda: tenho vergonha tio

Odair: mostra para o pai amor, só pra gente dizer se são maiores… pq lindos eles já são

Depois de mais alguma insistência ela aceita. E são belos seios, grandes e durinhos. Os mamilos marrons e proporcionais. Ela cobre rápido.

Amanda: pronto

Eu: são bem maiores, e nem era tão lindos

Odair: minha filha que seios lindos

Amanda: ai gente para, são normais (ela abaixa os abraços)

Odair aproveita e da um beijo no pescoço dela, massageia um dos seios fala um pouco baixo mas auduvel.

Odair: são perfeitos já deixou seu namoradinho pegar neles meu amor

Amanda: não pai… humm (segura o pulso de Odair mas não tira de cima do seio)

Amanda se apoia em uma das pernas, levantando o busto enquanto Odair morde e beija seu pescoço, ele aperta os seios com mais força. Eu assisto em silêncio, com medo de quebrar o clima, apenas massageio o pau sob a bermuda.

Odair desce até os seios e passar a mamar cada, Amanda se entrega ao padrasto, geme e puxa o cabelo dela. As vezes ela abre os olhos, e quando me vê parece perceber que o que está fazendo. Mas logo o Odair da mais um chupão e ela esquece. Odair se ajeita na cadeira e a faz sentar de frente pra ele de pernas abertas, ele crava a mão na sua e passa a simular uma leve cavalgada com ela, ele chupa os seios com mais força. Do meu ponto de vista a cena e espetacular, ela de costas de cabelo negro solto com um belo rabo pulando no colo do padrasto. O laço do biquini debaixo e desfeito logo ela estava nua, tiro a rola e massageio com mais vontade. Odair da um logo beijo na enteada que oferece os seios pra serem mamados mais uma vez.

Levanto me livro da bermuda e vou ate a mesa de madeira do deck, tiro tudo de cima dela. Fico esperando o momento em que Odair me olha, faço um gesto e ele entende. Ele pega a Amanda no colo e leva até a mesa, deita de peito para cima deixando em uma posição de frango assado.~

Amanda: foi pai?

Odair: quero chupar essa bucetinha amor.

Ele se abaixa até o ventre da menina. Os dedos de Odair abrem a buceta da enteada e invade com a língua. Amanda geme, a cada circulada ou chupada ela geme mais. Dou a volta na mesa e massageio o seios dela. Ela me olha com uma carinha de prazer. Sua boquinha tenta falar algo mas só consegue ficar aberta, meto meu dedo pra ela chupar. Odair chupa o grelo da enteada com vigor.

Eu: quer pica meu amor?

Amanda me olha e responde sim com um “hum hum”

Odair: tua fica ta pedindo pica

Ele levanta tira o bermudão, liberando um pau um pouco menos que o meu, mas com tanta veia que parece uma arvore antiga. Ele mete na buceta lubrificada da enteada sem muita cerimonia.

Amanda: devargar pai, e muiti grande…aiii

Ela faz cara de dor e reclama mas ele não liga, começa socar como se ela fosse uma puta experiente. Ela balança toda a cada estocada, Odair parece um bicho comendo um pequeno animal. Amanda se acostuma com as bombadas e começa a gostar. Me aproximo e meto meu pau na sua boca que suga e geme ao mesmo.

Odair: sente minha rola amor? Ta gostando putinha?

Eu: mete com força Odair. Arregaça essa xota

Tiro minha rola da boca dela e bato com o pau na cara dela. Ela pede mais.

Amanda: mais rápido pai… mete fundo…ahhh

Odair soca ainda mais rápido, levanta a pernas de Amanda e puxa com força até seu corpo. Ele da uma última estocada e goza dentro da menina, ele fica um tempo ali, como se quisesse ter certeza que deixou até a última gota de semen nela. Ele abaixa as pernas dela com carinho e sem fôlego vai sentar em uma das cadeiras. Amanda se levanta e fica na beirada mesa, molhada de suor, sacudindo as pernas e com um sorriso de moleca.

Amanda: mas já papai?

Ele só gesticula que precisa de um tempo. Me aproximo e dou um abraço e um beijo nela.

Eu: deixa ele descansar um pouco sua danada, posso brincar tmbém amor?

Amanda volta para o padrasto que esta tomando um gole de agua e ele faz um gesto liberando a foda. Pego ela pela mão e levo ate a espreguiçadeira que ela estava com o pai antes. Coloco aquela a garotinha pra mamar meu pau e olha, pela habilidade de fazer um rabo de cavalo antes e a chupada com vontade, acho q ela treinava com o namoradinho. Ela tenta engolir tudo, da uma leve engasgada e ri.

Eu: calma amor… não sufoca

Amanda: queria ver se cabia

Eu: embaixo cabe, fica de quatro e levanta bem o bumbum.

Vejo o Odair de relance massageando o pau, acho q ele já está quase pronto pra outra. Então me adianto me coloco atrás dela e meto a rola na buceta recém deflorada. Apesar de apertada, ela desliza, além de lubrificada tem o seme do pai ali. Passei a mete sem pena, pois vi q ela aguenta.

Eu: rebola amor

Amanda: assim tio?

Amanda rebola na minha pica e fico parado admirando sua bunda subindo e descendo. Dou tapa em cada lado da bunda e meto com força. Odair se aproxima, levanta a cabeça dela pelo rabo de cavalo e mete a pica dentro da boca da Amanda.

Odair: agora toda noite vou te dar leite pica minha filha

Eu: se não der eu dou

Já estava escurecendo e se Anadie voltasse agora, veria nos dois comendo a filhota dela na beiro do rio. Mais algumas bombadas e gozo três jatos de leite grosso dentro da pequena.
Arrumamos tudo e voltamos pra dentro da casa. Eu apaguei… quando deu umas 23h fui pegar uma agua e do corredor ouvia o som “plaft, plaft, plaft” o som vinha do quarto de Amanda. Odair estava cravado no cu da Amanda, o impacto da metidas fazia ondas no rabo dela. Cheguei bem no momento que ele finalizava gozando no cuzinho dela. Odair cai de lado, e ela deita de bruços.

Amanda: oi tiooo (ela não cansa)

Odair só levanta a cabeça e sorri. Amanda levanta e me puxa dizendo que quer tomar banho. Tento olhar para o pai dela mas já estamos fora do campo de visão de ambos. Entramos no box e tomamos banho, me abaixei e dei uma longa e demorada chupada, dessa vez foi ate o fim, ela gozou em pé.

Amanda: ai tio… isso foi mais gostoso do que quando o papai fez na mesa

Eu: eu te fiz gozar bebê, agora vira quero meter nessa raba gulosa

Saimos do box e ela se apoiou na pia. Dei umas duas cupidas no anel dela e comecei a meter.

Amanda: calma tio… ainda não me acostumei… aii

Eu: relaxa que entra… não posso sair daqui sem gozar nesse cuzao gostoso

Depois que entrou fiquei parado, estamos em frente ao espelho da pia, vejo o rosto dela, no meio da cara de dor ela sorri. Dou estocadas pra ver ela lagrimar. Meto mais rápido e ela geme.

Eu: vai aprender dar esse cu amor

Amanda: aiiii… simmm…. Devagar

Soco ainda mais, sem pena. O gozo vem farto, inundo o reto dela de semem. Ainda fiquei uns 4 dias por lá, Amanda teve todos os seus buracos invadidos, se revezando entre eu e o Odair. Dois anos depois, Anadie se separou de Odair

segunda-feira, 4 de julho de 2022

COMO RESGATEI MINHA VIDA E DA FAMÍLIA

Olá eu sou a V, hoje tenho 57 anos cuido muito bem do corpo, pele branca cabelos pretos , seios médios e um bundão kk, cintura normal , mas depois que meu quadril ficou maior a cintura parece mais fina, tudo começou quando eu tinha 38 anos, estando casada com 3 filhos, 2 filhas uma de 14 e outra de 12 que na verdade era minha enteada que perdeu os pais muito nova e desde então vive comigo, e um filho na época também de 12 para 13 anos, frequentadora da igreja tanto católica como evangélica, meu marido 5 anos mais velho e típico pai de família.

Apesar de tudo sempre gostei de sexo, mas com cabeça tradicional, por isso quando minhas filhas naquela época dos ‘emos’ começaram a sair e a trazer as amigas para casa eu era a super mãe, gostava bastante, porque meu círculo era de pessoas fechadas em bolhas de trabalho , igreja, e com elas eu podia aproveitar e ter assuntos do dia a dia, perguntava de vez em quando sobre meninos, mas sempre dentro do padrão.

Bom agora que vocês já entenderam a situação na época , irei ir pulando algumas partes.

Chegamos no ponto onde um dos garotos do círculo era um rapaz mais velho, divertido, educado, simpático, o que gostaríamos que fosse genro kkk pois era muito atencioso com as meninas, mas minha filha mais velha não se interessava, mas as amigas e a mais nova, essas sim, viviam comentando sobre ele, levava elas para os passeios típicos, aqueles locais de encontro dos jovens e assim , buscando, trazendo, esperando fiquei muito amiga dele, imaginem alguém que te leva na conversa e histórias fácil ? Que faz você falar de assuntos que teria vergonha mas o jeito da pessoa te coloca nesses assuntos e você já se vê como se fosse amiga de anos. Um pouco mais de tempo e comecei a perguntar sobre as meninas e claramente sempre tentava empurrar ele para minha filha, até que um dia brinquei.

– Olha pelo jeito vamos ter que esperar a Lis mesmo crescer para você virar meu genro kkk.

– Poxa, vou continuar comendo na sua casa de vez em quando ? Que q vantagem de ser genro é essa.

Na hora, minha cabeça ainda com assuntos sobre sexualidade e a frase “comendo na sua casa” se misturaram kkk, deu um tesão lá embaixo tipo uma cutucada rápida,

– Mas isso você pode fazer qualquer hora. Então eu quis colocar a palavra comer no meio e disse
– Ir lá em Casa comer. Kkk sem malícia, só queria dizer, só eu saberia dentro da cabeça

Meu marido não gostava dos meninos indo em casa, então eu completei

– Mas você sabe que o Jão ( todos nomes claro fictícios )não gosta teria que ir a tarde …( Também é um horário que meus filhos estavam nas aulas complementares )

Não pensava em fazer nada com ele, apenas queria conversar, falar sobre assuntos picantes, ou apenas falar com alguém. Dois dias depois eu acho, passo na casa dele pegar o cd , conhecia a mãe dele porque minha filhas passavam na casa dele, mas ele estava sozinho, certo momento brinquei com ter vídeos picantes no computador que não queria ver essas coisas de meninos.

Ele disse que tinha sim, mas era para gravar pro pessoal

– Você não anda gravando pras minhas filhas, olha lá hein kk
– Não, pra elas eu não dou eu vendo que é mais lucro.
Era brincadeira rimos mas eu usei isso para entrar em mais assuntos, perguntei sobre o pessoal, ele claro não quebrou a confiança deles , eu disse então que só não queria eles com drogas, e que ele já era mais entendido para dar conselhos sobre a parte sexual

– kkk elas é que tem que me dar , eu sou o inocente pelo jeito

– Como assim ‘elas ?’ disse todos, e você pensou já nas meninas ? Vai me contar o que você sabe.

– Não sei nada não kkk,
– Estou brincando eu sei que você não vai contar, mas gostaria de saber algumas coisas sobre elas com as amigas, sei que essa tendência agora incentiva menina com menina e menino e menino, eu quero apoiar não quero ser quadrada.

– Nossa legal, pode deixar a Isa gosta de um menino

– E a Lis ? Soube que ela já beijou a Amanda ( uma amiga da minha filha mais velha que era bem saidinha mas muito do bem)

– A nas brincadeiras tem isso, mas só beijo, menina é assim

Não vou lembrar toda a conversa mas chegamos em um ponto onde já perguntei como ele gostava dos pelos, ele entendeu que fosse nele, e levantou a blusa, estava aparadinhos e eu então perguntei ‘ olha, até embaixo também kk?’
Então ele abaixou um pouco a calça me mostrou dizendo sim

Pronto, me molhei toda , ativou uma puta em mim que não sabia que tinha, já não queria só conversar, perguntei a posição que ele gostava e ele disse ‘ a que você gostar ‘

Já com o avanço da intimidade no auge eu fiquei de quatro no tapete

– Gosto assim.

– Mas também com esse bundão.

Chegaram pessoas na casa, interrompemos , virei a visita esperando o cd, meio frustrada mas na certeza de outras conversas, mas aí ficamos sozinhos de novo, antes de eu imaginar uma entrada de assunto ele veio sentou do meu lado no sofá e começou a chupar meu pescoço segurando minha nuca, não aguentei, não era a intenção ter algo além da conversa, mas já tirei o pau dele para fora e comecei a bater uma , ele parou de beijar e voltou a chupar meu pescoço.

Eu queria impressionar, era um garoto, pensei “ele come essas meninas e eu aqui mais velha, preciso fazer algo ”
Eu não era fã do sexo oral até aquele momento, meu marido é bem higiênico não tenho problemas, mas por questões de igreja essas coisas acabou que oral não era comum, mas desci, nossa , aquele pau duro, bem duro, cheiroso, quando eu chupava ele fazia movimentos junto,

– Quando for gozar me avisa, vou ter que ir me limpar e tenho medo de alguém chegar

– Gozar agora kk ? Levanta, agora ninguém volta antes das 7 e eu que tenho que ir abrir, fica em pé do lado da cama, você é muito envergonhada e insegura, quero que você tira a roupa pra mim, me olhando.

Entendi como um desafio, peguei a mão dele e coloquei por dentro da calça e calcinha e falei

– olha como você me deixou

Depois comecei a tirar a roupa para ele, mas próxima a ele, quando eu já estava pelada ele disse

– agora fica de quatro na cama, com a bunda pra mim
– da pra ver meu pau daí ?
– sim
– então se apoia com a cabeça e com as mão abre essa bundona, deixa eu ver essa buceta e esse cu

Meu deus, nunca imaginei escutar isso, estava pelada no quarto de outra pessoa de quatro, com ele falando buceta e cu, estava espantada mas o tesão explodindo, com as duas mão me arreganhei para ele, ele demorou uns 10 segundos para levantar e vir, mas foi uma eternidade, e eu me sentia uma puta, quando ele chegou , acho que a intenção era começar pela minha buceta mas como minha bunda é saltada foi quase, então ele foi subindo a língua, como se tivesse lambendo sorvete, passou pelo meu cu, apertou a cara no meio, depois começou a chupar meu cu , me fodendo com a língua, eu sentia o rosto todo dele e aquela sensação da língua entrando molhada, kkk queria que a língua simplesmente entrasse de vez até o talo kkk

Ele ficou de pé, passou a cabeça do pau e achei que fosse tentar me comer , não sabia o que fazer, havia muito tempo que não fazia anal, mas as língua das tinham lubrificado então iria tentar, mas ele deitou do meu lado e me puxou pra sentar na cara dele, e eu fui, aí ele disse

– A buceta, coloca sua buceta na minha cara,

Se eu sentasse eu acabava com ele tadinho, então apoiei os joelhos segurei na cabeceira e comecei a esfregar, eu já estava uma puta profissional, queria dar, só pensei isso queria ser comida, fiquei imaginando se o começo foi assim o que viria, e veio

Eu de quatro ele com uma perna pra fora se inclinou de um jeito pra abrir minha bunda e socou na minha buceta, não deu outra, gozei, amoleci, queria dar um trato mas ele me pegou de surpresa, não esperava aquilo, aquela preliminar toda, então ele começou a dedilhar minha buceta é carnuda, ele colocava os dedos por cima e massageava, quem é mulher entende, e é por isso que gostamos do chuveirinho, quando gozamos ficamos com o grelo sensível, se souber mexer delicado o orgasmo estender, eu gemia, e então ele disse

– agora sim eu vou gozar

Eu olhando aquele cabelo molhado do meu suco , depois dele ter me chupado e lembrando do boquete q fiz, falei

– Me dá , vem eu quero tomar

Mesmo quando meu marido pedia eu não engolia, apenas segurava depois cuspia, mas eu estava com um tesão da porra, chupei aquela pica, queria gozo, e quando ele gozou eu engoli e se gozasse mais eu engolia mais.

Fui descadeirada pra casa, sem o CD kkk fui devagar pra não bater o carro porque fiquei pensando no que fiz, mal sabia que isso ia mudar minha vida , da minha família e das minhas amigas. Espero que tenham gostado, vou tentar continuar hoje a noite, espero que quem teve algo assim, sabe que isso ajuda na pandemia, abraço a todos .

domingo, 3 de julho de 2022

"MOLHEI" NO VESTIDO DENTRO DO ÔNIBUS LOTADO

 Sou o Zé, isso aconteceu quando eu tinha 25 anos. Eu frequentava uma igreja evangélica, a igreja era pequena, o Pastor Plínio, era um homem muito devoto e muito bom, pagava o aluguel do prédio do seu próprio bolso.

A dona Júlia era muito frequentadora, e passado alguns dias, ela se mudou para um bairro distante, e parou de frequentar os cultos, foi quando a dona Marta, a mulher do pastor, que também era pastora, decidiu visitá-la. Como ela não conhecia o lugar, eu me prontifiquei a levá-la até lá. Tinha que ser a noite, bem no horário de pico dos ônibus.

Eu, como sempre fui um pouco safado, pra não perder a deixa, coloquei uma calça de moletom, bem fina e um pouco larga, e uma cueca samba-canção, um pouco grande, pra ficar bem a vontade, pois era a oportunidade de encoxar alguma mulher no ônibus.

Fui encontrar a pastora, ela veio com um vestido bem fininho, meio justo em cima, deixando bem saliente seus seios fartos, e um pouco largo da cintura para baixo, e parecia que ela não estava usando calcinha, pois o vestido entrava em seu rego, mostrando toda a dimensão da sua bunda, que aliás era uma bunda bem saliente, de deixar qualquer homem de pinto duro, só de ver.

Fomos para o ponto de ônibus, e justamente nesse dia, havia uma manifestação pro lado da cidade, que estava atrasando os ônibus, então eu disse a ela.

– O ônibus está demorando, vai vir muito cheio.

– É, acho que sim.

Demorou uns 20 minutos, chegou o ônibus, e como previa, estava muito cheio, quase não dava para entrar.

– Olha está muito cheio, se a senhora quiser, a gente vai outro dia.

Ela olhando pro ônibus cheio, virou pra mim e disse:

– Não tem outro dia, vai ter que ser assim mesmo.

Nessa hora ela olhou pra sua bunda e disse:

– Fazer o quê, hoje você vai ter que aturar.

Só de escutar isso, meu pinto já começou a ficar duro.

Corremos para a porta do ônibus, era um ônibus de piso baixo, e conseguimos entrar muito apertados, quando começamos a entrar, eu já dei uma esfregada na bunda dela, que ela sentiu meu pinto já endurecendo, e quando o motorista fechou a porta, aí que eu encoxei de vez.

Quando ela sentiu meu pinto endurecendo de vez na sua bunda, ela deu uma empinadinha e esfregou seu cu bem no meu pinto, que já ficou latejando.

Cada vez que o ônibus balançava, ela esfregava o cu no meu pinto. Eu, no aperto do ônibus, abaixei as minhas mãos, e com a esquerda, eu puxei a banda da bunda dela, e afastando um pouquinho meu pinto, com a mão direito, ajeitei meu pinto bem na entrada do cu dela, e empurrei como se fosse enfiar, que só não entrou por causa das roupas, e cada vez que eu fazia isso, mais ela empinava a bunda.

Nesse vai e vem, eu ficava conversando com ela, e ela me olhava com uma cara de safada, aí eu aproveitei e passei o dedo no cu dela, e percebi que ela estava sem calcinha, pois a ponta do meu dedo começou a entrar junto com o vestido no seu cu.

Eu não aguentei, e tirei meu pinto pra fora, e naquele aperto ela nem percebeu, e fiquei esfregando no cu dela, enquanto ela esfregava a bunda no meu pinto, até que eu não aguentei e acabei gozando na bunda dela.

No calor do ônibus, ela nem percebeu, e quando chegamos na casa da dona Júlia, a dona Júlia ao perceber falou.

– Pastora, o ônibus estava lotado, hein!

– É, estava muito cheio.

– Dá pra perceber, deram uma gozada gostosa na sua bunda.

Foi quando ela percebeu aquela mancha que já esta seca. Então a dona Júlia emprestou uma blusa pra ela esconder a mancha.

Ela não me deu, mas de vez em quando eu encoxava ela atrás da igreja.

sábado, 2 de julho de 2022

DRY HUMPING, GRINDING, MASTURBAÇÃO E COISAS ASSIM

 Quando era criança por volta dos 10 anos eu encontrei um livro com uma história erótica, sem imagens, mas eu devorei escondido em um lugar secreto na pequena casa em que morava. Com meu pau de criança duro, coração batendo rápido e eu não entendia o porquê daquilo, só sabia que era bom!

Com tempo aprendi o que era punheta na rua com os outros moleques. íamos até uma casa em construção e ali rolava os famosos troca-troca com um encoxando o outro e estas coisas. Eu mesmo cheguei a comer um dos moleques e também deixei ele enfiar em mim.

Eu sempre fui membro de igreja evangélica e o tabu sobre sexo era (é ainda hoje) enorme. Isso foi um peso para mim, perdi a virgindade já adulto e todo este tesão era resolvido com esfregação e muita imaginação. Meus lençóis estavam sempre sujos de porra, muitas vezes ficavam aquelas manchas de porra seca com aquele cheiro de sexo que adoro! Minha mãe nunca questionou isso…ela sabia o que era com certeza e deixava pra lá.

Quero entrar um pouco nos detalhes sobre estas coisas. Mas preciso saber se vai ter gente para ler. Minha ideia e escrever vários textos, não tão longos e isso aqui vai ser minha terapia, sobre coisas que nunca contei para ninguém. Vai ter gente para ler aqui?

instagramdobruno69@outlook.com

SEDUZI MINHA SOBRINHA

 Historia real aconteceu em 2015 quando Larissa minha sobrinha veio trabalhar comigo. 

Ela tem 15 anos eu 52 anos; bom ela estuda de manhã e, vem trabalhar a tarde. 

Ela é linda, moreninha clara, alta, magrinha. Como ela não sai de casa, está com petinho durinho e virgem, ela tinha um namorado, mai=s ela namorava em casa. pois é evangélica.

 Tudo começo quando eu comecei lavar a loja, como a loja não tinha muito movimento, então nós ficávamos a vontade. Eu comecei jogando água nela e, ela gostou; ela jogou em mim. Era muito gostoso e, nisso ficamos muito íntimos. Eu comecei molhando a bucetinha dela, ela vinha de calça leque, quando eu jogava água na bucetinha dela fica a foto da bucetinha dela bem pequena. 

O meu pau começou fica duro, depôs comecei a agarrar ela e derrubar ela no chão, ela gostando. O meu pau ficava muito duro. 

Um dia falei para ela pegar água no bebedor. Nesse corredor tinha um sofá, derrubei ela em cima do sofá, eu tentei beijar a boquinha dela, ela tirou a boca ai comecei beijar o petinho dela e voltei para boquinha dela, ela aceitou e me beijou. Nossa fiquei louco, mas chegou gente. nós paramos. 

No outro dia ela veio, mas ficou séria, não tocou no assunto. Bom fiquei na minha, ela ficou uns 5 dias sem brincar comigo. Depois estávamos lavando a loja. ela me jogou agua encima do meu pau, ele fico duro na hora, não perdi tempo encochei ela com pau duro na bundinha dela, ai começou esquentar eu peguei a mão dela e levei no meu pau, e eu coloquei a minha mão na bucetinha dela todo dia, eu gozava nas perna na barrinha dela relava o pau na xana, só não enfiava porque ela era virgem. 

Quando ela fez 16 anos, ela casou eu fui o padrinho de casamento dela. Como ela tinha casado eu dei quatro dia de folga para ela, quando ela chegou nos fundos para o quartinho. eu estava louco para meter a pica na bucetinha dela. O meu pau tem 18 cm, é bem grosso comecei enfiar, ela começou fazer careta de dor o pau do marido dela era pequeno e fino, como o meu é grosso, estava doendo, enfiou tudo e dei uma paradinha para ela acostumar.

 Comecei falar que ela era minha putinha, falando que eu era o macho dela, ela respondia que era a minha putinha no ai comecei o vai e vem ela começo gritar, eu metia com força na bucetinha apertada dela. Quando vi que ela estava gozando, eu gozei também ai ficamos deitado abraçadinho com ela ficamos uns 30 minuto abraçado com ela depois começamos nos beijar. Eu beijava lambia os petinhos dela, e desci na bucetinha, comecei chupar a bucetinha dela. Quando eu mordi o grelinho dela, ela começou levantando e gritando, ai pus ela de quatro, meti a pica nela e chama ela de minha putinha, cadela do tio e ela respondia que era mesmo minha putinha. Ela ficava louca quando eu começava xingar de putinha, cadela do tio. ela me chama de safado ai ,e que metia com força na bucetinha dela. 

Hoje ela jpa tem um casal de filhos, ela sempre vem, dá a bucetinha dela para eu ,ela fala que eu sou o macho dela

FUI ESTUPRADA PELO PASTOR DE IGREJA AOS 12

 Eu me chamo Milena e tenho 15 anos, eu sou a caçula dentre 5 irmãos, eu tenho 2 irmãs e 2 irmão mais velhos: Anna Beatriz e Anna Carolina de 16 anos (elas são gêmeas), Matheus de 17 e Caio de 19. A minha família é evangélica, nós fomos educados da forma que tudo era proibido tipo: namorar, ouvir músicas de funk e rock, ter amigos católicos, espiritas, budistas etc, eram gente do diabo, o sexo era tabu, e nenhum dos meus irmãos e irmãs, tinham experiências sexuais.

Isso mudou quando os meus 2 irmãos engravidarem as suas namoradas, um tinha de 16 e o outro 14 anos, as minhas irmãs engravidaram na pré-adolescência e dos nossos primos, a meu pai saía com as irmãs da igreja e minha mãe levou cantada e foi comida por um chefe da igreja (acho que uma de minhas irmãs é filha do pastor). A minha primeira menstruação chegou cedo, com 9 anos, eu me assustei muito, e foi a minha irmã mais velha me explicou sobre aquilo, ela era a única que falava dessas coisas comigo, ela me dizia que o meu corpo iria mudar, que os meus peitos e minha bunda iriam ficar maior e tals.

Aí minha vida começou a mudar, dentro e fora de casa, o assédio sexual e as cantadas que recebia no colégio foram aumentando, até que um dia, um colega me falou que eu era a menina mais bonita da escola, aí me pediu em namoro, mas como minha família rejeitaria tive que dizer não.

Um dia, durante o culto da igreja, um pastor veio até mim falando que queria falar de assuntos religiosos, sobre a igreja e nossos costumes, e blá blá blá, ele me levou pra uma salinha na igreja e ficou falando sobre mim. Até que ele foi por trás de mim e tentou me pegar a força, quando olhei, eu vi que seu pau já estava pra fora, eu me assustei e empurrei ele, mas aí ele me segurou de novo, depois ele me pegou e me colocou sentada em uma mesa que tinha lá, em seguida ele levantou o vestido que eu estava usando, tirou minha calcinha e começou a esfregar seu pau em minha bucetinha.

Ao mesmo tempo em que ele esfregava seu pau na minha bucetinha, ele deslocou as alças do meu vestido pro lado e o desceu um pouco deixando os meus seios de fora, nisso ele sorri e fala 

– Nossa! Mais que coisa linda… Teus peitos são perfeitos menina. 

Aí ele começou a mamar neles, confesso que gostei MUITO daquilo, só que eu sabia que era errado, então eu mordi o pescoço dele com força e empurrei ele, só que ele era bem mais forte que eu e segurou nos meus ombros, aí ele me xingou e falou 

– Fica quietinha sua vadiazinha. Aí ele deu um tapa em meu rosto e enfiou seu pau na minha bucetinha de uma só vez, nisso senti uma dor MUITO grande e gritei MUITO alto, aí ele me deu outro tapa (agora deu forte), e em seguida falou 

– Eu falei você pra ficar quietinha não foi?. Eu – Desculpa (eu falei chorando já).

Aí ele começou a me comer, no início foi bem devagarinho, nisso a dor que sentia foi embora, e eu comecei a gostar do vai-e-vem dele, mas ele logo começou a meter muito rápido fazendo a dor voltar, segundos depois eu senti o meu corpo ficar mole, só mesmo tempo uma coisa escorria de dentro da minha bucetinha (aquele foi o meu primeiro orgasmo). Logo depois que gozei o pastor começou a gemer e a dizer que estava gozando “eu tô gozando meu amor”, ele disse isso umas 5/6 vezes, logo senti um líquido quentinho invadindo a minha bucetinha, foi uma sensação muito gostosa sentir aquele negócio, eu gostei muito, mas ao mesmo tempo não gostei, foi uma sensação bem estranha.

Aí o pastor pegou o seu celular e tirou umas fotos minhas, depois ele me vestiu e me levantou, nisso eu empurrei ele e fugi, mas ele me segurou de novo, e aí me deu uma pílula, um copo d’água e falou pra eu tomar, disse que era pra dor passar. Aí eu tomei, e quando estava indo embora, ele me segurou mais uma vez, ele secou minhas lágrimas, aí ele ameaçou contar que eu estava com o demônio no corpo e caso eu contasse o que ele fez pra alguém eu seria amaldiçoada, e minha família também. Mesmo assim falei pra minha mãe, que pediu pra não contar ao meu pai, a minha mãe achou melhor nós irmos em outra igreja, mesmo com o pastor não aparecendo por lá, pois descobriram que ele respondia por 3 estupros e ele fugiu.

Depois daquele dia eu comecei a querer experimentar as sensações boas que eu senti naquele dia de novo, pois por mais traumático que tenha sido, foi MUITO bom, foi doloroso quando ele meteu o pau na minha bucetinha, mas depois que eu gozei ficou gostoso, rsrs. Eu ficava provocando os meninos mais velhos na rua quando nós íamos brincava de pique-esconde, pique-pega e tal, e quando me escondia com o Thyago (o meu primo de 15 anos), ficava pegando no pau dele, que não fazia nada no começo, rsrs.

Até que um dia, quando a gente se escondeu, eu fui tirando o pau dele pra fora, e no que eu bem sem jeito comecei a punhetar ele, ele começou a alisar os meus peitos e minha bucetinha, toda vez que me escondia com ele isso acontecia, no começo era só isso. Até que numa dessas vezes, ele me ensinou a bater punheta nele, que ficava alisando minha bucetinha e meus peitos, depois descia o meu shortinho e a minha calcinha (isso quando não estava só de saia, sem calcinha, rsrs). Mas quando ele ia enfiar seu pau na minha bucetinha, alguém aparecia, e de longe, sem ver muito bem a gente dizia ter nos achado, e mesmo sabendo que a gente não estávamos sendo vistos o meu primo me vestia, guardava seu pau, aí acabava nossa “brincadeira”.

Até que um dia, eu já tinha 13 anos, estava sozinha em casa, aí chamei o Thyago, quando ele entrou no meu quarto, me viu deitada na minha cama, toda peladinha e me masturbando, tirou a roupa, quando vi eu que o pau dele estava duro já, eu me abri todinha e chamei ele, eu falei

 – Vem priminho… Mete teu pau gostoso na minha bucetinha. Ele bem rapidinho deitou sobre mim, e aí meteu seu pau na minha bucetinha de uma só vez, nisso dei um gritinho um pouco alto, que fez ele parar e falar 

– Tu é virgem ainda prima?. 

Eu – Não!… Agora me come logo… Ah, e mete bem rápido… É mais gostoso assim, eu acho, rsrs. 

Ele – Tu é muito safadinha prima, rsrs. 

Eu – Sou sim, rsrs. 

Ele então começou a me comer, foi do jeito que pedi, bem rápido, fazendo eu gemer muito e muito alto, eu logo senti que estava gozando e falei 

– Vai mais rápido primo… Eu tô gozando!. Ele 

– Eu também tô prima!. Eu 

– Então goza dentro de mim… Enche a minha bucetinha com o teu gozo quentinho.

Um tempo depois ele gozou, e gozou bastante, ele deixou a minha bucetinha cheinha com o seu gozo quentinho, ele ficou deitado sobre mim, suado e bem ofegante por um tempinho, foi um pouco ruim, pois ele era mais pesado que eu. Depois ele deitou do meu lado e ficou olhando pra mim, em seguida me beijou e falou 

– Você é muito gostosa prima!. 

Eu – Você também é muito gostoso primo, rsrs!… Quer ser meu namorado, rsrs?. 

Ele – Nós somos primos. 

Eu – E daí?. Ele 

– Tá!… Mas ninguém pode saber.

Depois daquele dia eu e o meu primo começamos a namorar escondidos, todos os dias ele vinha aqui em casa quando eu estava sozinha, entrava no meu quarto pelado já, e com seu pau bem duro, aí ele deitava sobre mim e ficava me comendo por MUITO tempo. Às vezes chegávamos a transar 3 vezes seguidas, dependendo do dia e do tesão que nós estávamos sentindo, como nosso fogo era enorme isso acontecia muito, tanto que teve uma vez que a gente ficou transando por mais de 1 hora sem parar, rsrs.