domingo, 22 de maio de 2022

MINHA IRMÃ NA RODA

 Olá caros leitores, tarados por um conto safado… Como disse em outros contos sou apaixonado por voyerismo, mas todas as minhas aventuras se deram no de repente da vida, ouvia conversas, olhava, detalhes que fazia com que eu desse o flagrante delicioso…

Um desses flagrantes foi muito cedo, provavelmente nos meus sete anos de idade , morava no interior de Minas Gerais, local pequeno e de meios rurais de sobrevivência, minha irmã mais velha já estava provavelmente com seus dez anos, morena, magra, mas com corpo inchadinho, pensa em uma menina levada, vivia apanhando por dar sumidos, e aparecer tarde…

Em um desses sumidos, minha mãe pediu para que eu fosse procurar minha irmã, sai nervoso a procura, xingava meio mundo, chutando pedras e casca de coco seco, perguntei para várias pessoas se haviam visto ela. Nada de resposta positiva, até que o senhor Jairo me disse que ela estava indo em direção a vazante, local que tinha um pequeno riacho onde a garotada ia para nada.

Fiquei ainda mais nervoso, pois o local não era muito próximo… “O que ela foi fazer sozinha lá?”
Embora seja inacreditável que uma menina de dez anos esteja andando sozinha, mas e toda a verdade, naquela época as pessoas não tinham tal medo, todos conheciam a todos e nos não corríamos tanto risco, assim os pais pensavam…

Depois de um tempo andando, cheguei na bendita vazante, mas não conseguia ouvir quase nada, além do barulho de uma pequena queda de água, houve uma gargalhada mas a frente, aonde a mata era mais fechada, desci pela encosta e deparei com uma visão que nunca saiu da minha cabeça, três rapazes de não sei qual idade, mas bem mas velhos que nós, brincavam com minha irmã… Ela estava com um short pequeno e sem blusinha, seus pequenos seios, não se mostrava ainda, um dos rapazes eu conhecia era o Romério, já bem mais velho e que já possuía até barba…

—vai gra só um pouco ninguém vai saber…

Um deles ficou do lado dela, sua mão grossa alisava a bundinha da minha irmã, enquanto o outro já coloca uma das mãos dela, por sobre seu pau duro por dentro de um calção fino de jogar futebol…
Ela sorriu, fiquei surpreso ao ver ela tão submissa, foi quando me aproximei mais um pouco e pude ver que a sua frente Romério estava com seu pau pra fora apontado na direção de sua boca, ele pedia com carinho, queria ser retribuído com uma chupada, algo que não demorou a acontecer, ela deslizava sua boca com maestria sob o pau grosso de Romério, que olhava com sorriso de malícia para os outro colegas que juntos dividiam aquela cena de devassidão, um dos amigos quis levá-la para outro local,

__ Vamos ali no mato e mais seguro, vamos Gra?

Minha irmã não respondeu com palavras apenas balançou a cabeça positivamente, ficou talvez com um pouco de medo, mas logo relaxou quando Romério falou algo sobre dinheiro…

Não podia acreditae, alguns amigos me disseram que minha irmã era uma putinha que dava para qualquer um por dinheiro…

Havia por isso brigado de soco e pontapés com vários moleques, agora estava tendo a prova viva do que eles realmente falavam

Claro que segui eles, realmente o local era de difícil acesso, tanto que nem fui muito perto para não denunciar minha presença, fiquei paralisado atrás de uma moita, dois dos amigos estavam sentados fumando lado a lado de calção arriado e com seus membros duros, enquanto minha irmã de dez aninhos, mas com uma experiência incrível como puta, se dedicava a chupar Romério virada de costas para sua plateia… Os dois sorriam. Um para o. Outro. Enquanto Romério apertava sua bunda e abria para eles vislumbrarem seu cuzinho novinho.

Ela ficou de quatro, Romério que já havia se deliciado com a boquinha carnuda dela, agora esfregava a rola dura no meio de sua bunda enquanto um de cada lado ia revezando as pauladas no céu da boquinha da minha irmã.

– Nossa que putinha…! Falou um dos homens que sentia as mamadas fortes dela

— Bem que falaram que a filha do Gê era uma bela vadiazinha.

GE no caso era meu pai, que nessa época não estava em casa, e sim na carvoeira… Minha irmã se comportava diferente quando ele estava presente, Algo que eu estava…

Romério se ajeitou atrás dela, e cuspiu na ponta do pau deixando ele bem lambuzado foi enfiando no cuzinho dela, algo que não foi difícil, ela apenas deu um grito e depois voltou a sugae com força o cacete de um dos rapazes , ouvia de o de eu estava os tapa que o corpo de Romério dava na bunda grandinha e lisinha da minha irmã.

– Olha mano entro tudo no cuzinho dela… Um dos caras estava mais perplexo do que eu, talvez seria a primeira vez que ele estava fazendo aquilo com uma menina tão nova.

– Falei pra vocês essa já da o cuzinho gostoso faz tempo … Romério falou socando com vontade a rola no cu da minha irmã e caindo na risada, eles se revezaram por um tempo, ela no meio daqueles três tarados usaram ela por um bom tempo, não sei dizer quanto tempo fiquei ali, mas pude ver eles gozando um no cuzinho, outro nas costas e Romerio batendo uma olhando o cuzinho dela todo aberto…

 Não pude ver pela distância…

Sem querer eu escorreguei e pisei em um galho o que fez um barulho alto e os pássaros voarem…rapidamente eles se agitaram e correram para dentro da mata, deixando minha irmã ali sozinha se arrumando, com medo, foi quando apareci e ela tomou um susto aí me ver.

— O que faz aqui? Quanto tempo tá ai?

Não respondi só disse que mãe estava atrás dela.

Ela veio correndo e me disse…

— por favor Dani não fala nada não eu te do o que você quiser depois …

Fiquei calado e segui na frente, ela logo atrás, soluçando, havia chorado, estava com medo

Ao chegar em casa minha mãe estava na cozinha preparando o café, na sala seu Rufino sentado a mesa ia se deliciando com uma rosquinha de polvilho…

Cumprimentei ele…

— Boa tarde moça, disse ele olhando para minha irmã que sorria. A sentou no colo dele. E lhe ofereceu um pirulito. Algo que ele sempre fazia…

Com pena dela não disse nada. Minha mãe talvez por não querer passa vergonha com Rufino, apenas disse que depois a gente conversava…

No quarto eu disse que ela estava me devendo…

sábado, 21 de maio de 2022

TIO DO MERCADO TORANDO MAMÃE

 Após aquele flagra delicioso de minha mãe com meu pai, não á olhava como antes, claro que existia e existe todo o sentimento de filho, mas nos primeiros anos de vida de minha pessoa, havia nascido em mim uma vontade sexual incomum, talvez por ter sentido logo cedo o quanto era gostoso o calor de uma buceta engolindo meu pau…

Minha mãe, como disse no ultimo conto não era uma mulher feia, ao contrario bonita, branca, mediana de seios grandes e inchados, uma bunda fenomenal, não era algo exagerado e sim bonito, grande, redondo, metida a evangélica sempre ia á igreja com minha deliciosa tia da buceta tarada. Minha mãe ajudava meu pai na lavoura na época das águas, assim fala quando é época de plantio na roça, pois as chuvas molham aquele chão árido transformando ele em um paraíso perfeito para o plantio de feijão e amendoim… Nessa época era diferente, estava na seca, portanto meu querido pai viajava para a carvoeira deixando minha jovem mãe sozinha por dias ou as vezes meses… com isso para ter uma renda extra ela trabalhava de faxineira no mercadinho de seu Rufino, jovem e forte rapaz, não me lembro sua idade, mas tinha a mesma idade que meu pai… era casado tinha duas filhas, alias uma delas ao brinca um dia na minha casa, foi embora com o cuzinho vermelho… Sai nesse dia um pouco mais cedo da escola, estava tendo ensaio para a festa junina então sai correndo e feliz, mais tempo para brincar.

Minha irmã não pode sair mais cedo, estava participando do ensaio… morrendo de fome fui ao mercadinho, lá sempre tinha alguma coisa para comer, mas nesse dia encontrei a porta fechada, chamei e nada, na rua não havia ninguém, na hora do almoço tudo se fechava, então parti para minha casa nervoso, chutei uma pedra que foi em direção ás galinhas de Joana velha chata, que gritou comigo.
—- vou fala com tua mãe peste.

Sai correndo e ao virar a esquina logo dei de cara com o carro de seu Rufino, uma pampa cinza, bom até ai tudo bem, ele podia estar fazendo uma visita ou trouxe alimentos, o que ele sempre fazia… várias vezes cheguei em meu horário normal, e o via sentado á mesa tomando o delicioso café de mamãe, á porta se encontrava fechada com trinco, na hora estranhei, isso com certeza não era normal, curioso, decidi não chamar ninguém, simplesmente, como garoto arteiro que eu era tinha maneiras de entrar na minha casa.

Ao lado havia um enorme pasto, dei graças a deus que nesse dia os bois estavam longe, morria de medo deles… havia uma entrada secreta, algo que eu fiz na cerca de bambu, como não era gordo, nem magro fiz no tamanho certo. Entrei, á porta da cozinha estava aberta, mas estranhei o mesmo silêncio, que logo foi cortado por um som de tapa… meu coração foi na boca, podia ouvi-lo bater forte… no momento não podia acreditar, minha mãe estava sendo torada, fui em direção ao quarto dela, lá estava a mesma cortina azul, que servia como porta, não estava lá, a casa estava fechada, janelas da sala, porta, decidi não ir pela sala poderia ser surpreendido por eles..

Ao lado da minha casa havia um corredor na parte externa, várias plantas que minha mãe cultivava, sorrateiramente, cheguei a janela de madeira do meu quarto, havia nessa janela vários vãos que dava visão panorâmica do quarto.
— hooooo hooooo hummmmm vaiiiii socaaaaaa haammmmm sim era o gemido habitual de minha doce mãe, estava aliviando a tora de seu Rufino….

— Vadia hoooo putaaaa que cucetaaaa gostosaaa…

Cuceta? nunca havia ouvido algo assim, essa expressão nova ,me deixou em choque, logo coloquei meu pequeno rosto na fenda da janela, minha cama ficava logo ao lado da janela e vi algo maravilhoso, minha mãe deitada de bruços e seu Rufino socando forte no seu cu guloso…

—- hummmm aiii meu cuuuu hummm gostoossoooo

—-hoooo delicia adoro enche esse cu de rola…

Nossa fiquei mais excitado com as palavras que eles usavam do que o sexo visto, mesmo porque minha visão era um pouco deficiente, apenas detalhes eu conseguia captar, ele ficou de pé na cama , sua rola dura não me assustou, pois meses antes havia visto a rola do meu pai e era bem maior e grossa, do nada ela se ajoelho na cama e foi enfiando aquilo na boca engolia todo, ele segurava na sua cabeça e fodia como se fosse o cu dela, toda descabelada olhos arregalados olhando pra cima, provavelmente para ele que metia gostoso na boca dela

Tirou da boca e a empurrou na cama.

—Vai arreganha esse xotão de puta

Provavelmente ela arreganhou, ouvia os gemidos e gritos dela no quarto, estava a vontade provavelmente por esta totalmente sozinha, não sabia que seu filhinho estava por perto ouvindo e vendo toda aquela indecência, senti raiva um pouco, mas logo fiquei com tesão e com a piroquinha dura.

—- Hoooommmmmm hammmm socaa na minhaaa bucetaa cafajesteeee

— Vou te enche de porra de novo

—- Enche encheeeeeee vaiiii soca nessa xotaa

—- Huuuuuu hoooo gozandddosoooo

Sim desse jeito ele falo , não falava palavras certas e caiu em cima dela apertando os peitos suados e dando umas últimas metidas até cai de lado com a tora mole meio bomba e gozada ao lado mamãe deitada de pernas abertas respirando fundo de olhos fechados e com a xotona peluda toda gozada…

Meus caros o choque foi grande e fiquei ali quetinho, até eles se arrumarem as pressas, e saírem, ele primeiro de carro, e ela a pé foi ao mercadinho, talvez assim ninguém os vissem ou percebesse nada…
não vi mais nada dos dois, provavelmente eles tenham metido, varias e varias vezes… mas a minha ilusão de mamãe crentona e santa havia morrido ali…

Nesse mesmo dia olhei pra minha cama toda arrumada e lonçol mudado… e lembrei da minha mãe sendo fodida que nem puta em cima dela… bati uma deliciosa punheta… mas me vingaria… e não foi tarde…

No tanque de lavar roupa, minha mãe de vestido esfregava roupa… aquele rabo balançando e engolindo a saia, estava sem calcinha provavelmente… Cuceta cuceta cucetao , essa palavra não saia mais da minha cabeça…

PAI TORANDO MAMÃE

 Aquele dia não estava longe de ser anormal… norte de Minas é calor o ano todo, mas tem dias que passa do limite do normal da sobrevivência, o tempo passa e acabamos nos acostumando e assim acaba ficando normal…

Lembro que estava muito quente mesmo, não tinha aula era mês de dezembro, portanto férias, brinquei o dia todo, e nessa noite estava com sono pesado, comi alguma coisa e fui dormi cedo, não me lembro que horas eram, mas era final de tarde… talvez por não querer me acorda, pois haviam visto que eu estava realmente cansado.

Moravam na casa minha mãe, na época devia ter por volta de 28 anos, morena, seios grandes, corpo bonito, bunda grande, meu pai, senhor de 29 anos, moreno forte, Pelo serviço na lavoura e na carvoeira, coisa que ás vezes o deixava por dias ausente de casa e logo descobri, e vi coisas que no começo não dei bola, talvez por ser muito novo, mais ou menos 6 a 7 anos, minha irmã mais velha que devia ter 9 a 10 anos, nessa idade ela já era uma putinha, quem sabe conto algo a respeito dela, moreninha e já com peitos igual pera, corpinho bonito e bunda redondinha e gulosa…

O efeito é claro não podia ser outro, como dormi mais cedo que o normal acordaria mais cedo, nesse dia, devido ao calor acordei ainda noite, não sabia que horas eram, na cama ao lado minha irmã, olhei e logo vi ela deitada sem vestido, só de calcinha, a calcinha estava enfiada no meio da bundinha dela, não fiquei olhando, me levantei, estava morrendo de sede, as luzes estavam apagadas, na sala encima da mesa de madeira uma vela queimava iluminando toda casa, claro que minha mãe era muito cuidadosa, colocou em um pequeno prato de sobremesa e no fundo havia água, assim quando a vela estivesse terminando ela se apagava ao contato da água, fui em direção armário, onde havia um filtro de barro e copos de alumínio, coloquei água e comecei a tomar…

— hooo hummmm vaiiiiii haaammmmm

Assim que houve fiquei meio assustado achei que alguém estivesse se machucando, no mesmo momento pensei em chamar meu pai. Quando ia chama-lo ouvi sua voz.

–Nossa que bucetão gostoso.

Logo já liguei isso á outra coisa, buceta já não era uma palavra estranha pra mim desde que minha irmã sentou na minha cara em uma brincadeira sem calcinha e esfrego a xana dela na minha cara, “xana” era o nome que ela dava a sua buceta.

Nessas casas de Minas, não havia porta, era casa de barro no telhado vivo, sem laje, a porta do quarto de minha mãe era apenas um pano azul,Óobvio que ficava afastado do nosso quarto, se eu tivesse dormido no horário normal, provavelmente não teria presenciado nada…

A minha curiosidade ficou a flor da pele, com isso nasceu a coragem, vontade de ver o que estava acontecendo.

Me aproximei em silêncio da porta do quarto, lá dentro uma vela estava iluminando o local, éramos pobres, não tínhamos luz elétrica nessa época, aliás poucas pessoas tinham, naquele começo dos anos 90…

Para minha sorte a cama deles ficava em frente á porta, e o pano estava um pouco aberto, um pequeno vão que fez eu ter meu primeiro vídeo pornô ao vivo…

Ao olhar fiquei surpreso, embora não tivesse uma visão perfeita, ainda assim estava gostando do que via…

Minha mãe estava deitada sua perna bem arreganhada, recebia estocadas fortes do corpo do meu pai que estava entre elas, ouvia cada batida como se fosse tapas.

— hooooo hummm socaaaaa socaaaa

Ela gemia gostoso, de vez em quando parecia que estava passando mau…

Logo vi meu pai tirando de dentro dela aquele pau descomunal, me assustei, nossa uma senhora rola,”será que teria um rolão daquele um dia?

–Nossa que buceta

Meu pai sentou na cama me escondi e fiquei quietinho, meu coração batia apertado, se ele-me pegasse ali com certeza iria toma uma surra, voltei a olhar porem fiquei surpreso, minha mãe estava de quatro na beira da cama com a bunda bem empinada, nossa que bunda…

— Isso vou socar gostoso, hummmm

–Vvaiiii devagar haammmmm hummmm

Eu fiquei estático não podia acreditar que uma mulher fosse capaz de aguentar um picão daquele tamanho… não vou inventar devi esta com uns 22 cm ou mais e grosso.

shoc shoc tap tap shoc…

Ouvia esse som ao ver ele socando com força no bucetão peludo dela… segurando na cintura, ele metia com força, talvez para ela não gritar seu rosto estava afundado no colchão, saindo gritos abafados… notava que estava gostando… sua bunda remexia e rebolava. Meu pai então faz algo que achei estranho, enfiou o dedo do meio na boca e tirou ele todo babado… foi metendo nela, pelo escuro não sabia direito onde, mas logo fiquei sabendo que era no cuzinho.

–HAmmmm que gostoso adorooooo

Sim meus caros, ela estava adorando uma boa dedada no cu, meu pai sorria, um riso malicioso, safado, estava suado. Depois de ter ficado pelo menos uns cinco minutos nessa sequencia de torada na buceta dela, ele tirou, minha mãe continuou de quatro, parecia que já sabia o que ia acontecer, talvez seria rotina deles…

Ele cuspi-o na rola, dura, molhada, alojo com certeza na portinha do cu, já relaxado, e foi socando.

— Hummm soca socaaaaa socaatuddooooo adorooo que pauzao gostoso.

— Hooo que cu de puta hoooo

— Vai mete nesse cuzão mete nego..

Fiquei eriçado, que imagem maravilhosa, ele puxava o cabelo da minha mãe e socava forte, os peitão dela indo pra cima e pra baixo a cada metida, meu pai subiu na cama, ficando também em cima dela, nesse momento consegui notar que as bolas do meu pai batiam no rabo, isso só leva a crer que aquele negocio enorme e grosso estava enterrado todo naquele cu guloso…

O que me chama a atenção foi que entrou fácil demais, parecia que o cu dela sugou o pau dele pra dentro, meu pai gemia , socava, pulava, suava, foi nisso que ouvi algo incrível…

— Nossa como gosto de toma no cu.

— Então toma até as bola…

Nisso o gemido mais forte do meu pai indicou que estava gozando…

—hummmmmm hoooooooo to gozannndooooo haaaaaaa

— isssooooo isssoooooo toraaaaa toraaaaa meu cu, enche de leiteeeeeee hummmmmm
Ao ver meu pai gozando e e aquele pau grosso saindo babando daquele cuzão guloso eu voltei para meu quarto rapidamente e bati uma deliciosa punheta encima do rabo semi nu da minha irmã, lembrando como se deve come um cu…

Claro que tive outras oportunidade de ver minha mãe meter com ele, fiquei viciado em voyeurismo nesse dia…mas coitado do meu pai, ele só era um deles que enchia o cu dela de porra…

quinta-feira, 19 de maio de 2022

ESTOU COM VONTADE DE CHAMAR O MEU PAI NOVAMENTE

 Sempre tive vontade de escrever sobre o que aconteceu comigo e com meu pai, mas só agora tive coragem. Os nomes são todos fictícios e hoje sou uma mulher casada. Éramos uma família muito religiosa (evangélica), e como até meu colégio era próximo da minha casa eu tinha uma vida muito caseira. Eu usava sempre a desculpa de ter que ir estudar ou fazer algum trabalho escolar na casa de uma das minhas amigas, pra poder conseguir namorar com um garoto da minha sala. Os pais dele trabalhavam e acabava que ficávamos sozinhos por pelo menos umas duas ou três horas. Minha mãe era daquelas fanáticas religiosas, que dos 7 dias da semana, pelo menos uns 4 ela passava socada dentro da igreja. Já meu pai, apesar de também frequentar a igreja nos finais de semana, ele de vez em quando chegava em casa cheirando cachaça, sem demostrar que estava bêbado… Minha mãe vivia brigando com ele por causa disso. Era um sábado a tarde, quando meu pai chegou e logo deu pra perceber que ele tinha bebido além do normal. Minha mãe berrou e falando pelos cotovelos mandou que ele fosse tomar um banho. Não demorou uns 10 minutos pra ouvir minha mãe me chamando aos gritos. Corri e ao entrar no banheiro, ela estava tentando levantar meu pai que estava caído no chão.

– Não olha Cristina, não olha! Só me ajude a levantar seu pai.

É que meu pai estava completamente pelado. Pegando-o por um dos braços e minha mãe pelo outro fomos fazendo-o levantar. Minha mãe o abraçando pela cintura.

– Me ajuda a levá-lo até o quarto, mas não fica olhando não!…

Lógico que eu estava preocupada com meu pai, mas não tinha como não olhar pro seu pinto balançando como um pêndulo pra lá e pra cá. Colocamos ele deitado de barriga pra cima, e seu pinto repousando sobre sua coxa, minha mãe.

– Pode sair Cristina!…

– Mas mãe, deixa eu ajudar… Quer que chame alguém?

– Não precisa… Ele está bem, é só a bebida mesmo.

Ele dormiu até o dia seguinte (domingo). Acordei, e chegando perto da cozinha escutei minha mãe dando a maior bronca nele… Nem cheguei perto, e só voltei pra cozinha quando percebi minha mãe saindo de casa pra ir ao mercado próximo da nossa casa.

– Bom dia pai!…

– Bom dia! Me desculpe tá filha?…

– Por que pai?…

– Sua mãe me contou o que aconteceu ontem!…

– O que ela contou?…

– Que você teve que ajudá-la a me tirar do banheiro!…

– O importante é que você está bem!…

– Mas estou muito envergonhado!…

– Por mim não precisa pai… Só que eu acho que você devia parar de beber.

– Pode deixar filha, vou parar sim… Não quero que você passe por esse vexame novamente.

– Que vexame?…

– De ter que ver seu pai bêbado e pelado!…

Fui até ele, dei-lhe um abraço e um beijo.

– O pior foi te ver caído bêbado… Pelado não foi problema nenhum!…

Ele me olhando com uma cara de preocupado.

– É? Você achou normal?…

– Bem… Normal não é, mas até que achei bonitinho! Kkkkk…

– Mas sou seu pai, ué!…

– E daí?…

– É a mesma coisa de também te ver pelada… Não é normal não!

– Se acontecer por acaso, também não vejo nenhum problema!

– Nossa, sua mãe jamais iria entender esses seus pensamentos!…

– Eu sei pai… É só ela nunca ficar sabendo!…

– Sabendo de quê?

– Que você me viu pelada, ué!

– Mas eu ainda não ví!…

– Estou dizendo se isso um dia vier acontecer por acaso, entende?…

Eu sabia que o mundo que eu vivia era muito cheio de regras e tabus, mas eu só pensava na imagem do pinto do meu pai balançando entre suas pernas… Como eu queria ter outra oportunidade de ver novamente. Mas nossa rotina foi voltando ao normal, e realmente meu pai parecia ter parado com a bebida. A diferença era que longe das vistas da minha mãe, ele sempre me abraçava forte e me dava muitos beijos no rosto dizendo que me amava. Com o tempo fui percebendo que ele ao encostar no meu corpo pra me abraçar ficava excitado… Passei a imaginar como seria seu pinto duro. Uma noite ele sentado no sofá da sala vendo TV já de pijama, cheguei e fiquei deitada com as pernas viradas pro lado dele. Como eu estava de camisola, percebi ele olhando pro meio das minhas pernas… Puxei a camisola só um pouquinho pra aparecer pelo menos a pontinha da minha calcinha. De rabo de olho fui notando um volume crescendo no seu short do pijama. Quando ouvi barulho da minha mãe vindo, rapidamente sentei no sofá e também rapidamente peguei uma almofada colocando no colo do meu pai.

– Esconde isso aí pai… A mãe está vindo pra cá!…

Ela chegou perto da gente, mas foi pegar alguma coisa na estante e voltou pra cozinha onde preparava o jantar. Meu pai olhando pra mim.

– Nossa, ainda bem que você percebeu sua mãe vindo!…

Ele tirou a almofada do colo deixando eu ver aquele volume enorme.

– Você ficou excitado, foi?

– Fiquei sim!…

– Por minha causa?

A gente sempre falava baixinho, mesmo sabendo que minha mãe estava longe.

– Estava vendo sua calcinha!…

Sem um pingo de vergonha, mas sempre ligada na direção da cozinha, levantei minha camisola deixando meu pai ver toda minha calcinha.

– O que tem de mais na minha calcinha?…

Ele também descaradamente levou a mão passando sobre onde estava exatamente minha bucetinha.

– Que isso pai?…

– É que eu fico imaginando você sem ela, entende?…

Dei uma boa olhada na direção da cozinha, e novamente sem um pingo de vergonha segurei o pinto duro do meu pai pegando com o tecido e tudo.

– Eu também fico imaginando vendo ele de novo!…

Ele usando o dedo fez a calcinha chegar pro lado e passando a ponta do dedo entre meus lábios vaginais.

Eu sem largar seu pinto, que mesmo com o tecido sentia pulsando na minha mão.

– Cuidado pai… A mãe pode aparecer de repente!…

Bastou falar, pra mãe nos chamar pra jantar. Meu pai primeiro foi ao banheiro, e quando apareceu na cozinha já estava sem nenhum volume aparecendo. Nesse mesmo dia, passava das 10 da noite quando foi pro meu quarto e não demorou muito pro meu pai entrar, trancar a porta por dentro, sentar do meu lado, suspender minha camisola e rapidamente tirar minha calcinha.

– Cuidado pai!…

Ele enfiou a cara no meio das minhas pernas e foi logo beijando e passando a língua na minha bucetinha.

– Hhhhuuummmmmm! Que bucetinha cheirosa!

– Você é louco pai? A mãe pode desconfiar de alguma coisa se ver você no meu quarto.

Ele parando e passando só o dedo na minha bucetinha que já estava toda molhada.

– Tá bom meu amor!…

Naquela noite demorei pra conseguir dormir, com meus pensamentos na figura do meu pai que acabava de demostrar que estava me desejando sexualmente. Dois dias depois, quinta-feira, logo que meu pai chegou do serviço minha mãe já deixando a janta pronta saiu pra ir à igreja… Não fui junto dando a desculpa que precisava estudar pra prova. Um pouco nervosa, fui pro meu quarto e fiquei esperando, pois sabia que meu pai que estava tomando banho iria querer aproveitar aquele momento. Dez minutos ele entrou no meu quarto já de pijama e sem perder tempo foi me abraçando e me lascando um beijo na boca.

– Pai????…

Ele levantando meu vestindo e tirando minha calcinha.

– Vamos aproveitar que estamos sozinhos!…

Novamente levei a mão segurando seu pau por cima do tecido.

– Tá bom pai… Mas o que você vai querer fazer?

– Quero você todinha pra mim!…

– Todinha pai, como assim?…

Ele enfiando o dedo na minha buceta e movimentando como se fosse um pinto. Não sei como ele sabia ou desconfiava que eu não era mais virgem.

– Fica de quatro pro papai, fica!…

– Mas pai, não tem perigo sem camisinha?

– Confia no seu pai, tá? Não tem perigo nenhum!…

Puta que pariu, quando ele começou a enfiar seu pau na minha bucetinha, foi como se eu estivesse perdendo novamente a virgindade… Fui sentindo uma ardência.

– Aaaaaiiiihhhhh! Aaaaaaiiiihhhh!….

Ele enfiou tudo e ficou parado fazendo carinho nas minhas nádegas.

– Já coloquei tudo filha… Tá tudo bem?…

– Tá!…

E ele começou um vai e vem que eu sentia seu pau batendo lá no fundo da minha buceta.

– Aaaaiiiihhh! Aaaaaiiihhhh! Hhhhhuuuummmmm!…

– Ooooooooh filha! Oooohhhhh! Te aaaamo! Teeee aaaamo!…

– Também te amo! Vai! Vaaaiiiii! Tôôôô quaaaasse!…

Ele passou a socar com mais força.

– Vai! Goza filha, goza!….

– Tôôôôô goooozannnnndo pai… HHhhhhaaaaa! Hhhhhhaaaaaaa!!!!…

Não demorou pra ele ir diminuindo o ritmo.

– Também vou gozar!…

– Então tira pai! Tira!…

Senti seu pau saindo da minha buceta e fiquei olhando ele gozando e usando sua cueca pra aparar uma quantidade enorme de porra. Ele me deu mais um gostoso beijo na boca antes de sair do meu quarto vestindo o short do pijama e carregando a cueca suja na mão. Umas três semanas seguidas, dei desculpa pra minha mãe que precisava ficar em casa pra estudar, e assim que ela saía meu pai logo corria pro meu quarto pra me foder bem gostoso. Mas, o mais gostoso foi quando meu pai levou minha mãe num sábado bem cedo pra casa da minha avó e só ia buscá-la no domingo à tarde. Eu já sabendo, apenas fiquei aguardando a volta do meu pai. Ele foi entrando no meu quarto tirando suas roupas e me mandando ficar peladinha. Era a primeira vez que ficávamos deitados completamente pelados. Ele me beijou muito, mamou nos meus peitinhos e eu segurando seu pau.

– Vem pai, vem meter na minha buceta, vem!…

– Calma filha, calma que vamos ter bastante tempo pra ficarmos juntos.

Foi quando ele descendo com a boca até o meio das minhas pernas e começou a chupar minha bucetinha me fazendo ir às nuvens… Só com sua língua acabei tendo dois orgasmos seguidos. Eu toda largada sobre a cama, ele ficando de joelhos do meu lado.

– Vem chupar o papai também, vem!…

Eu que nunca tinha chupado meu namorado, fui toda sem jeito colocando minha boca naquele pau duro e lembrando do que ele tinha feito na minha buceta, comecei a lamber e a chupar a cabeça… Mas logo eu já estava chupando a piroca do meu pai como uma verdadeira puta.

– Iiiiissso! Chuuuuupa! Maaaaiiiissss! Maaaiiisssss!…

Eu pensava até um tirar a boca quando percebesse que ele ia gozar, mas, logo que senti o primeiro jato, ele segurando minha cabeça.

– Vai filha, pode beber tudo! Aaaahhhhh! Aaaaahhhh!…

Quase que me afoguei com tanta porra dentro da minha boca. Mas mesmo engasgando um pouco consegui beber todo leitinho que saiu da piroca do meu pai. Fomos tomar um banho juntos, e depois de muitos beijos na boca e carinhos principalmente nas minhas nádegas com ele passando a ponta do dedo no meu cuzinho.

– Deixa o papai colocar na bundinha, deixa?

– Deve doer muito!

– Se você não aguentar, eu paro.

Eu segurando seu pau que começava a ficar duro novamente, fui me abaixando e sem nenhum pudor comecei a chupar fazendo ele ficar cada vez mais duro.

– Tá bom filha… Agora vira a bundinha, vira!…

Me apoiei na parede e abrindo as pernas senti meu pai colocando seu pau duro bem no meio da minha bunda.

– Aaaaaiiii! Devagar pai!…

Foi quando vi ele indo pegar um vidro de óleo Johnson e voltando pro box já passando no seu pau. Passou um pouquinho sobre meu cuzinho e voltou a colocar e a empurrar. O óleo fez seu pau entrar com muita facilidade e fazendo meu cú se arreganhar todo pra aguentar aquele pauzão duro. Mas logo nas primeiras bombadas eu já estava adorando sentir aquele vai e vem dentro da minha bunda.

– Pooooorrra! Que deliiiiiicia de cuzinho filha!…

Eu esfregando meus dedos na minha buceta.

– Oooooh! Oooooh! Tá gostoso pai! Soca! Soca! Maaaiiisss forte!!!!

Ele deve ter ficado mais de cinco minutos socando seu pau no meu rabo e eu esfregando meus dedos na minha buceta que logo que senti ele gozando dentro de mim fui tendo também um delicioso orgasmo. Namorei, fiquei noiva e até uma semana antes do meu casamento transei com meu pai. Mas hoje, passados mais de dois anos e com o sexo no casamento ficando cada vez mais raro, estou pensando em chamar novamente meu pai pra me foder

segunda-feira, 16 de maio de 2022

MARLY, A CRENTE

 Vamos lá , me chamo Paulo tenho ,39 anos solteiro e moro sozinho.

Trabalho com compras em um clube , e por isso saio sedo e chego tarde .
Pago uma senhora de ,50 anos chamada Marly , evangélica que 3 vezes por semana , faxina minha casa .
Marly e loira , gorda mais seios gigantes e sempre que pode , me fala da religião e que nela está a salvação , ela e casada com o pastor Saulo coroa também, que todo dia passa pela frente aqui de casa .
Mês passado tirei férias e , dona Marly por 2 vezes , na limpeza me pegou no meu quarto , me masturbando , sem graça pedi desculpas .

Na segunda vez dona Marly , perguntou porque , não achava namorada , em vez fazer isso , falei que sem tempo para conhecer e manter relação .

Ela falou que isso e errado e era melhor ter uma companheira, falei que sim está certa .

Mais é difícil, pois sem sair, não tem como, falei que sinto falta de carinho e prazer real.

Marly contou que , mesmo casada com Saulo, quase não tem intimidade, pois ele sofre de diabetes e não tem mais ereção .

Rindo disse: somos 2 azarados, pois temos tudo e nada ao mesmo tempo , Marly sem jeito fala , o senhor que é novo , que deve aproveitar toda vida pela frente , e tem vontade de prazer , vi que está muito afim de prazer , já eu não posso e mesmo que quisesse , já sou velha.

Olhei para dona Marly , já falando a senhora se acha velha ? Não penso isto não , a senhora é forte e tem , com todo respeito seios grandes que devem ser macios , qual homem não iria querer aproveitar .

Marly toda sem jeito , responde que se Deus quis assim , assim será , e que casada com , Saulo a 35 anos , jamais faria algo para trai-lo.

Na sala ela limpava , e eu no sofá , olhava ela trabalhar no seu vestido longo , cabelos até a cintura e com blusa branca , que levemente , mostrava o início de seus seios , levantei olhei para ela .

Comentei que não faria mais , com ela trabalhando , para não me ver mais , nu e me masturbando , me olhou e meia sem jeito falou , que não tinha problemas , pois e normal homem fazer isso .

Meia hora depois , Marly bate na porta e fala , senhor Paulo posso guardar as roupas no armário?

Eu estava pelado me tapei e falei que sim , mais na tv não tirei o pornô que assistia , ela entrou e parou olhando para a tv , falei para ela desculpas , a senhora deve pensar mal demais de mim .

Ela apenas arrumou as roupas , e falou que tudo bem , e que sabe bem como e ficar tempos sem prazer , olhando ela nem sei que me deu na cabeça perguntei , Marly se um homem quisesse , vc e te fazer sentir prazer não farias ? Ficou quieta por um tempo e respondeu , Saulo velha , crente , velha e gorda quem , iria me querer ?

Tirei a coberta e mostrei , olha está duro pois e tesão de te pegar .

Pasma sem reação , levantei da cama e em sua frente , falei te dou prazer e te faço ser feliz .

Ela caminha até a porta , e por trás agarro ela , sem reação a abraço e digo calma , relaxa agora aqui na cama vou te mostrar uma coisa .

A puxo e empurrando em minha cama , ela fala me olhando , seu Saulo por favor é errado e não quero , ela deitada pegou e paç=sso minha mão por debaixo da sua saia , ela nem se move , subo sua saia e vejo a calcinha gigante e os pelos saindo pela religião , tiro sua calcinha e sem pensar penetro. Marly apenas fala , "seu Paulo sabe que tá fazendo ?" Respondo "sim , vou comer uma xota peluda e gozar gostoso ," 

Aos poucos ela começou a gemer , ergui sua blusa e vi seus seios fartos , Marly gemia e ao mesmo tempo , orava pedindo perdão , falava o nome do marido , Saulo perdão te amo , e eu falava Marly calma aqui vc agora é puta , e vamos fazer de tudo , Marly gemia , orava e me olhava , "Paulo porque fez isso ? Sou crente e deus , não vai perdoar" . Em alguns segundos , a mesma mulher que pedia perdão gritou: "não para vou gozar vai , Paulo mete" ! Marly goza e fica imóvel;

Saio de cima dela , mando tirar a roupa , Marly fala que melhor parar , e respondo vc a tempos não goza e hoje vai fazer de tudo , a empurro tiro sua blusa boto de lado , e soco na xota com força , começou a gemer muito , falei Marly o Saulo na igreja e a sua mulher transando , ela pede que não fale isso mais , continuo falando Sandro , o pastor chifrudo , ele prega lá e eu prego sua puta aqui , gemendo Marly pede Paulo não fala isso , pois isso que faço aqui e maior pecado , em seu ouvido digo , pecado e vc ter está xota macia e seios lindos e não usar , e outra toda vez que sentir tesão , olha para teu marido e pensa , assim Saulo te amo mais , sou vadia do Paulo.

Mando Marly abrir a bunda , a gente estava de lado , apenas x e comecei a meter no cuzinho , a seguro e gritava Paulo não , isso não para , a seguro e soco ela grita , e apenas diz , Paulo para só um pouco.
Ela me olha e fala , seu Paulo nunca fiz isso , só lê peço jamais fale para alguém , pois sou esposa do pastor e minha vida acabaria , olhando ela digo dona Marly , está gostando ? Ela fala sim muito mais , com vergonha e medo , sério respondo ela , então nosso segredo calma , e não precisa se preocupar , jamais vou falar nada , e sobre a vergonha , não precisa ter , pois a senhora merece prazer , ser tratada como puta , dona Marly apenas diz , Paulo tá bom , só vai devagar pois , na bunda nunca fiz , e não sei nada de cama , beijando ela vou socando , até que ela começar a falar , soca vai come , Paulo mete mais , eu falava tá gostando de ser puta ? Sim seu Paulo demais , sempre quis fazer assim , dona Marly o Saulo tá a onde ? Na igreja Paulo prq ? Não por nada Marly , e que ele nem imagina que a mulher dele , tá dando o cu e sem camisinha , e Marly vou gozar dentro , ela já mole fala , Saulo te amo , mais que deus me perdoe , partir de hoje sou a crente vadia , e seu Paulo meu marido , seu amigo hoje na cama , vai deitar não com a crente e sim com a puta que o senhor me criou.

sábado, 14 de maio de 2022

A CRENTE DE SÃO LUÍS-MA

 Dizem as boas bocas que um sexo bem feito é aquele que se faz com o passar dos tempos, tendo varias experiencias até chegar próximo da perfeição do prazer.

Depois de um longo tempo afastado da criação de contos eróticos nessa pandemia, resolvi relatar uma experiência com uma pessoa tímida e recatada do lar. Chamarei essa evangélica de 26 anos de I., sua altura é de 1,55 m, e por ser uma baixinha que se exercita com frequência, seu corpo tem um pequeno formato de violão, toda gostosa com aquela cintura deslumbrante, bunda grande e seios maiores ainda que eu adoro chupar olhando em seus olhos rs.

Nosso primeiro contato foi através de aplicativo de relacionamento e ela me evitava bastante por ser um desconhecido até então, porém com o passar dos dias, a gente marcou de ir ao um shopping em São Luís (MA) para comer uma pizza com a família dela e se conhecer um pouco. Não demorou para que eu pudesse sentir seus lábios carnudos aos meus e dali nascer uma aventura em locais públicos mais intensos. Seu beijo era quente, macio e na mesma hora meu pau despertou nas melhores intenção e fazia questão de colar meu corpo ao seu para ela sentir o tamanho da excitação, contudo só ficou por isso mesmo nesse dia com gostinho de quero mais e já não via a hora de poder sair de novo com essa mulher, só que agora queria algo mais reservado.

Talvez eu tenha esquecido de me apresentar, me chamo A., era agente de segurança privada na época do ocorrido, tinha 22 anos, moreno jambo, cabelo baixo na navalha, solteiro e tinha um físico mediano com 1,73m e um dote de 16 cm, tamanho normal, mas que faz um serviço de tirar o fôlego rs. Uma das minhas maiores qualidades é fazer um oral numa mulher usando três dedos mágicos e pressionando de uma forma suave o  clitóris a língua.

É claro que no segundo encontro eu já estava nessas intenções, porém ela não estava se sentindo bem e optamos por ir passear em um parque ambiental às 19h00, onde tinha várias trilhas (gatilhos de aventuras). Ela me desafia a ir numa dessas trilhas curiosa onde iria dar, mas na hora que se afastamos um pouco da claridade, joguei as coisas no chão e puxei ela pela cintura e taquei um beijo bastante intenso já segurando seus seios e sentido seus gemidos com o perigo de transar em um local público, onde bem do lado estava passando bastante gente fazendo atividades físicas.

Em meio a suspiros e a sensação de perigo, falei em seu ouvido que queria comer ela gostosa ali mesmo e melhor ser obediente se não iria contar pra todo mundo a crente que ela era. Botei seus seios para fora e os chupei como se não houvesse o amanhã, passando a língua pelo biquinho em movimentos circulares e sugava com força, arrancando gemidos ofegantes. Aproveitei a onda e desci sua calça com calcinha e tratei de bater uma siririca em pé deixando suas pernas bambas e na hora do gozo, passei a língua na sua buceta, deixando-a bem lubrificada para socar com força. Tratei de botar uma camisinha no meu pau, apoie ela numa árvore de costa pra mim e por ser mais baixa que eu, tive um pouco de dificuldade, mas encaixei meu pau naquela buceta carnuda e foi só tapão na bunda da gostosa empinadinha e puxões de cabelo enquanto ela gemia gostoso pedindo mais. Sentir meu pau entrando bem fundo enquanto o pescoço com uma mão e a outra pressionava o seio. Logo em seguida, senti ela gozando no meu pau de ficar fraca, tirei a camisinha e botei ela pra beber meu leitinho todinho. Por ser sido uma boa garota, dei um beijo lento nela e disse que da próxima vez iria comer esse cu virgem seu que estava me provocando, mas o tempo foi curto. Para estragar parte da situação, a polícia chegou na hora que saímos da trilha e enquanto eles comentavam entre si, nós seguimos de cabeça baixa rindo do ocorrido rs.

Marcamos de ir em motel depois de alguns dias só que eu já fui mal intencionado, passei no sex shop antes e comprei um plugin anal e um lubrificante de morango para completar o clima na hora H.

Ao chegarmos no motel, coloquei umas músicas sexy para tocar e já fomos se beijando mais intenso, deixando-a só de lingerie de renda, admirando uma vista de tirar o fôlego com boquete dela me olhando e passando a língua na cabeça. Passamos para um 69 porque eu também queria chupar um pouco até que ela gozasse na minha boca. Em seguida ela veio por cima me provocando aos beijos, afastou a calcinha e já foi sentando bem devagar me dando tapas no rosto. A sua cavalgada parecia coisa de louca a ponto de gozamos juntos e quando chupei os seios socando meu pau cada vez mais firme, anunciei que iria gozar e ela sentou de uma vez, arranhando meu peito … gozei feito um louco nessa buceta que ficou pingando e ainda tirei sua calcinha para dar uma bela cheirada enquanto ela me olhava com cara de safada. Em seguida, eu a carreguei até o chuveiro e dei um belo banho nela, passando o sabonete em seu corpo todo e banhamos juntos.

Voltando para a cama, falei que tinha surpresa para ela. Improvisei uma venda para seus olhos, coloquei a I. de ladinho e em meio aos cheiros no pescoço, fui dedilhando dois dedos na sua buceta que rapidamente ficou molhada e a sensação de não ver nada, deixou os sentidos mais aguçados e o clima mais gostoso. Peguei o plugin anal melado de lubrificante, fui encaixando no seu cu e por ser gelado, arrepiou a mesma que não expressou nenhuma reação contraria a no ser que estava doendo um pouco, mas que não queira tirar. A vista era gostosa demais e não pedi muito tempo e já coloquei meu pau de ladinho com força e dando vários tapas na bunda de ficar marcado e arrancar gemidos cada vez mais altos. Mandei-a ficar de quatro, passei um pouco de lubrificante no meu pau e já fui socando com muita força, prendia suas mãos na sua costa enquanto seu rosto ficava pressionando na cama. Depois brinquei com o plugin no seu cuzinho, mexendo com seu psicológico de tanto prazer, tirei e na hora de colocar meu pau, ela não deixou porque estava doendo. Tirei a venda dos seus olhos, ela chupou meu pau enquanto eu apertava seus seios. A sensação estava maravilhosa, mas eu queria aquele bumbum, coloquei ela em pé com o rosto no espelho e uma perna levantada, cuspi um pouco na minha mão e passei no seu bumbum enquanto beijava seu pescoço. Comecei a socar no cu dela rápido e preciso falando se era assim que ela gostaria dos seguranças do trabalho dela pegasse ela e senti ela gozar com pressão, eu precisei segurar ela para não cair, mas não parei de comer essa bunda e quando anunciei que iria gozar dentro, ela virou o rostinho e começamos a se beijar bem lento. Ao tirar meu pau, vi seu cu ainda escorrendo meu leite e para finalizar com chave de ouro, dei uma tapa firme na sua bunda que ficou muito marcado e fomos banhar todo romântico para irmos embora rs.

Em outro momento, a gente ainda fez uma rapidinha em uma praça pública em São José de Ribamar, perto de uma casa abandonada rs. Após nos recompomos, ela desabafou dizendo que eu fui o homem que deixou ela ser livre e ser quem ela quiser ser. Eu disse que puta com vergonha é assim mesmo rs.

O segredo de um sexo inesquecível é saber levar de forma natural e respeitável, ai é só se entregar como se não houvesse o amanhã. Goze e se deixe gozar bem gostoso a ponto de querer mais e mais.

Deixarei meu contato se tiver quiser ler mais conto ou ter uma experiência assim:

magrinrex@gmail.com

terça-feira, 10 de maio de 2022

TIRANDO O ATRASO COM A SENHORA DA FAXINA - ÚLTIMA PARTE

 Dia 20 de janeiro de 2018… O fim das férias estava próximo e a minha rotina voltaria ao normal. O pessoal do vôlei estava reiniciando neste sábado e eu estava super animado para curtir uma praia e ver se desenrolava o lance com a Aline, já que ela estava para voltar das férias na Bahia. Lá na república, o Lucas e o Pedro já haviam voltado, e estavam organizando as coisas do semestre. Embora imaginasse que iria encontrar Dona Matilde, estava quietinho, pois já havia dado uma boa gozada nela, e estava meio receoso de ser pego pelos meninos.

Acordei super animado, me organizei e sai cedinho para a praia. Fiz uma bateria de exercícios para ir me aquecendo enquanto a galera foi chegando. 07:30 e toda a galera já enchia a área das redes. Estava muito animado, ouvindo as histórias de férias do pessoal e curtindo um bom vôlei. Quando me perguntavam o que havia feito, apenas respondia que tinha curtido minha solidão enfiado nos estudos… hehehe… mal sabiam eles que eu estava era fodendo uma sexagenária.

O dia passou, almoçamos um peixe muito gostoso pela orla, estava tudo maravilhoso. Menos o fato de Aline não ter aparecido. Seu irmão me disse que ela tinha aproveitado para ficar mais 15 dias, já que suas aulas só retornariam em março. Aquela puta deveria estar fodendo com muitos baianos, isso sim, mas não vem ao caso. Fiquei meio encabulado, por não desenrolar aquela vadia, e as meninas que estavam por lá já eram muito chegadas. Ficar com elas iria complicar muito o vôlei. Por volta das 16h, visto minha roupa e sigo meu rumo para casa. Como imaginava que Dona Matilde havia passado por lá, já entrei por trás, tomei um banho na área de serviço, tirei minha roupa e já coloquei para secar. De toalha, entro na casa e sigo para meu quarto.

Até que me deparo com Dona Matilde limpando meu quarto, ou pelo menos fingindo que limpava. Tomei um susto na hora, pois ela geralmente começa pela sala e depois segue para os quartos. Questionei o que ela fazia por ali àquela hora, e ela me respondeu toda cínica que quando estava limpando a sala o Lucas e o Pedro pediram para ela ajeitar logo os quartos deles, pois iriam dar uma volta no shopping para comprar uns livros e pegar umas encomendas, e iriam fechar seus quartos depois. Daí, ela pensou melhor em ajeitar toda a casa e aproveitar que os meninos estavam fora para ajeitar meu quarto por último, já que eu iria chegar tarde.

Na hora, entendi o que aquela safada queria e meu pau já foi crescendo na toalha. Comecei a apertá-lo enquanto a questionava: “aaah, então quer dizer que a senhora ainda não arrumou meu quarto? Ela um pouco assustada com minha pergunta, disse que havia limpado todinho e com muito mais carinho do que os outros quartos. Que, na verdade, estava ali me aguardando, para saber se o serviço estava bom. Entrando na brincadeira, fui me aproximando dela e jogando minha toalha no chão. Disse que não havia gostado do serviço e que ela iria ser castigada por isso. Fui jogando ela sentada na minha cama e pus uma perna ao seu lado, deixando meu pau na sua cara. A mesma já foi o massageando e o beijando. Comecei a empurrar meu pau contra sua cara, que já tinha se entregue a engoli-lo completamente até a entradinha da garganta (essa puta estava cada vez mais safada). Corri rápido na porta e a tranquei. Já retornei tirando sua roupa e apertando e beijando suas tetas moles.

Dona Matilde retirava sua calcinha e já ia abrindo as pernas. Comecei a bater com meu pau em seus grandes lábios, olhei em sua cara e perguntei: Passou o dia todo esperando por isso, né cachorra? Ela sorriu e me respondeu: Estou esperando por isso desde a última vez que fui embora. Foi o que faltava para eu devorar aquela puta velha. Comecei a esfregar meu pau em sua buceta, enviando cada vez mais fundo. Sentia que Dona Matilde estava toda molhada, e sua buceta contraía forte, quase arrancando meu pau. Que velha apertada! Abri mais suas pernas e comecei a martelar sua bucetinha grisalha. Dona Matilde gemia alto, entregue ao tesão. Aquela velha estava toda aberta ali, para mim, um garotão sedento por buceta. E eu não me rogava, comia com toda a maestria que eu possuía. E fazia questão de enfiar mais fundo, só para ouvi-la gemer mais e mais alto.

Senti que Dona Matilde havia gozado e resolvi mudar de posição, virei ela de quatro, e cai de boca lambendo sua buceta. Era um tecido macio, um pouco crespo, por causa dos pelos, mas uma delicia. Fiquei lambendo ela e alisando seu clitóris até que ela gozou novamente na minha língua. Já estava doido para gozar também. Então, resolvi abrir suas pernas ainda de quatro para ter a visão daquela buça antes de encher de porra, e me deparei com seu cuzinho piscando. Não pensei duas vezes e já fui alertando: não disse que iria castigá-la? pois pronto, chegou a hora!

A velha não tinha entendido, mas assim que encostei a cabeça do meu pau em seu cuzinho, ela sabia o que estava prestes a acontecer. Ao contrário de sua buceta, seu cu era lisinho, sem pelos, e muito fechado. Tentei enviar meu pau algumas vezes, e sem sucesso. Acho que ela nunca havia dado e estava muito tensa. Resolvi cuspir em um dedo e ir abrindo aos poucos, afinal, meu pau era grosso e eu só iria sair de cima dela depois que fodesse aquele rabo. Fiquei alisando um de seus peitos enquanto socava o primeiro dedo. Ela estava apreensiva, podia sentir a resistência que fazia no meu indicador. Cuspi e reintroduzi o indicador com o meu dedo do meio, para ajudar, desci a outra mão até sua buceta, e estimulava seu clítoris na tentativa de deixá-la mais excitada e relaxada. Após uns 10 minutos de muito alisado, consegui enfiar meu terceiro dedo, e com quase nenhuma paciência, já enchi a mão de cuspe e enfiei o quarto. Quando senti que ela estava bem abertinha, retirei meus dedos e encaixei a cabeça do meu pau. Desta vez, ele conseguiu entrar, e assim que chegou dentro, seu anel anal começou a piscar.
Cuspi em cima do pau e fui forçando a entrada, enquanto isso Dona Matilde revezava entre gemidos de dor e prazer. Tirei meu pau e pedi para ela deixá-lo bem lambido. Ela encheu meu pau de cuspe, afinal, sabia que quanto mais seco seria pior. Retornei ao seu rabo e já fodia com mais profundidade. Comecei a penetrar mais e mais, até que cheguei a uma velocidade deliciosa. Segurei em sua cintura e seguia num vai e vem dos deuses. Dona Matilde já não parecia estar com tanta dor, e a penetração fluía mais, embora o cuzinho estivesse bem apertadinho. Comecei a aumentar mais e mais a velocidade, até ouvir o barulho de minhas pernas batendo em suas coxas. À esta altura, Dona Matilde já gritava de prazer, desci uma mão até sua buceta e comecei a dedilhá-la, enquanto tirava todo o meu pau e colocava todo de volta.

Isto durou por volta de uns 15 minutos, quando meu pau já estava inchado de tanta pressão e sentia que seu cuzinho estava mais e mais quente. Ergui um pouco seu corpo, a segurando pelos peitos, e continuei fodendo fundo o seu cuzinho. Dona Matilde já havia gozado mais uma vez na minha mão e agora estava entregue, só aguardando a porra de seu novinho. Não demorou muito e eu tive um baita orgasmo. Não sei bem quanto gozei, mas depois que tirei meu pau, muita porra saiu do cu de Dona Matilde. Segurei sua cabeça pelos cabelos e levei até meu pau, fazendo com que ela lambesse o resto de porra que havia ficado nele. Ela lambia cheia de vontade, como uma cadela.

Após tudo, Dona Matilde se levantou, meia cambaleando, vestiu sua roupa e saiu dizendo que voltaria em breve para mais trabalho. Sorri e disse que estaria por lá para checar se estava tudo certo. Depois disso, tive mais algumas fodas com Dona Matilde, até que depois de uns 8 meses ela precisou ir para Alagoas, cuidar de uma neta menor de idade que havia engravidado. Posso contar mais algumas das histórias com Dona Matilde se vocês quiserem, mas minha meta agora é dividir com vocês histórias com outras maduras que aconteceram depois que Dona Matilde despertou meu tesão por senhoras.

baupicante@gmail.com

segunda-feira, 9 de maio de 2022

TIRANDO O ATRASO COM A SENHORA DA FAXINA - PARTE 4

 Na sequência dos fatos… aquela semana foi muito intensa para mim, pois acabara de passar meu primeiro natal sozinho, e tinha que passar o reveillon também. Para distrair-me, foquei em estudar alguns casos bem interessantes da área penal (minha área favorita), enquanto esperava a atualização do Vade Mecum. 2018 iniciou, eu imaginava como seria minha relação com Dona Matilde de agora em diante. E como seria a situação com o retorno dos meninos.

Dia 06/01/2018, primeiro sábado do ano, estava de bobeira em casa, pois os meninos só retornariam na última semana de janeiro, e o vôlei só retornaria no começo de fevereiro. Acordei cedo, para dar uma corridinha pelo quarteirão, já que estava há algumas semanas sem jogar vôlei. Quando volto, encontro Dona Matilde na porta da casa, apertando a campainha. Pensei logo: eita que essa velha já veio atrás de pica.. e já fui me excitando. No entanto, ela me informa que os pais do Gui pediram para ela faxinar a casa, pois eles iriam vir com o filho, realizar umas compras e resolver umas pendências da casa. Tentei brincar, dizendo que ela então limpasse com muito carinho, para agradar os patrões. Ela sorriu e me olhou fixamente, como se aguardasse mais alguma informação. Enquanto entrávamos, eu aproveitei e dei o sinal que ela queria: apertei seu mamilo e lhe disse “Se caprichar na faxina, depois tem um presentinho”. Ela, já tomada pela sacanagem, sorriu e retrucou “hmmm, acho que vai ser um presentão”.

Tomei um banho, comi um sanduíche e fui para a minha rotina de férias (estudar, estudar e me preparar para o próximo período). De vez em quando, dava uma apertada no pau, que sempre dava sinal de vida, como se soubesse o que estava para acontecer no fim do dia. No almoço, comi na cozinha, quase que mudo, embora Dona Matilde estivesse há poucos metros de mim. Reparava que ela estava mais safada, se abaixando mais, levantando o bundão. Se oferecendo em cada movimento que ela sentisse que eu estava observando. Tudo aquilo era muito excitante. Eu tinha uma puta velha, louca por minha pica, e meu tesão se misturava com minha seca e o desejo de rasgar aquela pele flácida e macia de Dona Matilde. Meu pau pulsava na bermuda de moletom, mas me contive, pois a casa realmente precisava estar arrumada, já que os pais do Gui viriam na segunda-feira.

A tarde chegou e Dona Matilde veio até a porta do meu quarto informar que só estava faltando limpar a área de serviço para ela largar. Entendi seu recado, mas só respondi com um balançar de cabeça e um “tá certo” seco. Acredito que ela tenha descido amuada, já que estava sedenta por pica e eu passei o dia sem lhe dar uma gotinha de porra. Quando cheguei na área, ela estava terminando de passar o rodo ao lado da máquina (última atividade que ela fazia naquele setor). Olhei ao redor e brinquei “Nossa, Dona Matilde, a senhora caprichou bem hoje, viu?! Vai pedir aumento para os patrões, é? hehehe”. Ela sorriu e disse que sempre caprichou em seu trabalho, mas que havia feito algo mais especial naquele dia, pois eu havia prometido um presente. Sorri, já apertando o pau duríssimo por cima da bermuda e a chamei para a sala, para receber seu presente.

Já fui tirando minha bermuda e sentando de pernas abertas no sofá. Balançando meu pau, chamei ela para cima e já fui dizendo que ela iria ter a recompensa da vida dela naquela tarde. Ela se ajoelhou na minha frente e caiu de boca, devorando meu pau. Chupava intensamente, já não era tão bobinha com a pica na boca. Eu observava tudo, e sorria, olhando para minha puta velha. Às vezes, batia na sua cara, e esfregava meu pau entre seus olhos. Ela ficava paralisada, em pleno êxtase.

Tirei sua camisa, e quase rasgo seu sutiã, de tanto tesão. E já caio de boca em seu mamilo direito, enquanto belisco o esquerdo. Ela começou a gemer. Nossa, como gemia. Naquele dia, ela estava pronta para a vara do Tulião. Tirei sua calça de lycra e já fui retirando sua calcinha de pano rosa. Não era calçolão, mas também nem parei para analisar. Empurrei seu corpo contra o sofá, e ela só suspirava enquanto o encostava , abri suas pernas e encontrei uma buceta inchada, grande, bem carnuda, com bastante pelos, alguns até grisalhos. Era a primeira vez que eu fodia uma buceta peluda, mas eu estava ali para aquilo mesmo… uma xota inchada, velha e muito suculenta. posicionei meu pau em cima da buceta de Dona Matilde. Senti que ela se tremeu toda. Também senti um frio na coluna quando meu pau repousou em seus pelinhos. Meu pau já latejava de forma mais intensa. Comecei a esfregar meu pau sobre sua buceta, e a sensação dos pelos ralando no cabeção do meu pau era impagável. Cada vez que esfregava, eu pressionava mais meu pau contra a buceta de Dona Matilde, e ia sentindo a maciez de sua buceta. Ela se abria, e eu via a musculatura de suas pernas relaxando cada vez mais. Abri seus grandes lábios, e encontrei uma buceta cor de vinho escura, bem suculenta.

Olhei para sua cara, e com ar de deboche, perguntei se ela estava pronta para levar uma surra de pica de um garotão. Ela só balançou a cabeça e abriu mais as pernas. Foi o sinal que eu tive para empurrar a cabeça do meu pau buceta a dentro. Nessa hora, ela se contraiu toda e depois relaxou. Era como se seu corpo estivesse travado por todos esses anos e finalmente reabriu para a vida. E o sexo. hehehe. A sensação era muito boa, a buceta dela estava muito quente, porém a pele era macia, e, para a minha surpresa, estava bem molhada. Tirei e coloquei a cabecinha várias vezes, só curtindo a sensação da entrada (minha glande transitando entre os pelos ásperos e secos de sua buceta e a entrada molhada e macia de sua vagina). Continuei naquele movimento, até que fui pausado por Dona Matilde me dizendo que queria sentir ele todo dentro dela. Apenas olhei nos seus olhos enquanto me movimentei descendo em direção ao seu corpo. Meu pau deslizou de vez e ela deu um grito. Coloquei a mão sem sua boca e falei perto do seu ouvido: Não era pica que você queria, sua velha safada? Agora, aguenta a rola do teu macho novinho. Você só vai embora hoje quando eu cansar.”

Comecei a fodê-la lentamente, pois não sabia o quanto ela iria aguentar de pressão, mas para curtir mais, enchi minhas mãos com suas tetas e com essa pegada, forçava seu corpo para frente e para trás, para me auxiliar na penetração. Comecei a sentir a buceta de Dona Matilde mordiscando meu pau. A velha não era tão arrombada assim. E cada vez mais encharcada. E eu aproveitei para aumentar a velocidade. Soltei seus seios e agarrei em suas pernas. Fodia já com muita intensidade em frango assado, e ela gemendo como uma cachorra no cio, recebendo meus 18cm de rola grossa. Meu tesão estava a mil, dei uns tapas em sua cara e brinquei dizendo várias sacanagens: E aí, tá gostando velha safada? Era isso o que você tanto queria? Ela apenas balançava a cabeça em afirmação e gemia mais alto. Continuei bombeando aquela buceta, até que senti ela se tremer e meu pau ensopar. A vadia havia gozado. Sorri olhando para sua cara de safada e mandei ela ficar deitada de ladinho no sofá. Por cima, eu penetrei novamente, mas agora metia tudo e tirava tudo, e depois socava com tudo de novo. Ela dava gritinhos toda vez que entrava, e seguia gemendo quando eu ia retirando. Eu estava na maior tesão, mas nem me preocupava em gozar naquela hora.

Cansado de foder por cima, sentei ao seu lado e disse: Vem cá, senta no seu presente. Ela, afoita, pulou em cima do sofá e já desceu sentando com tudo. Repousei meus braços no encosto do sofá e só admirava o trabalho daquela vadia em cima do pau. Ela subia e descia de forma faminta. Sua buceta pressionava meu pau ainda mais naquela posição. Eu estava delirando de tanto prazer. Até que ela começou a pular mais rápido e se tremeu toda, ensopando mais uma vez meu pau. Dessa vez, após se tremer toda, ela parou em cima do meu pau, como se estivesse cansada. Mandei ela se virar e ficar de quanto, enquanto me levantava. Segurei em sua cintura e continuei a fodê-la sem dó. Quanto mais ela gemia, mais eu acelerava e tentava socar mais fundo. Já estávamos completamente suados, não sei nem quanto tempo havia passado. Coloquei minha mão em seus cabelos, e puxei sua cabeça, empinando mais seu rabo. Continuei bombeando com força e ela se tremeu rapidamente e ensopou meu pau mais uma vez. Depois daquela gozada, senti que já poderia ser a minha vez. Levantei seu corpo pelos braços, e quase colada a mim, de pé, continuei fodendo com firmeza, até sentir um galão de porra explodindo da minha rola e invadindo a buceta de Dona Matilde. Continuei bombeando por mais uns segundos e quando retirei o pau, a porra grossa escorria por suas pernas, quase chegando ao chão. Aquilo sim era uma foda.

Dona Matilde estava destruída, e eu estava adorando tudo aquilo. Disse a ela que precisaria de um bom banho antes de ir embora. Ela seguiu para o banheiro externo e eu fui para o banheiro próximo dos quartos. Quando sai, ela já havia ido embora. Fiquei feliz, por ela não ter ficado no meu pé, e ter entendido que o que aconteceu foi fruto do tesão dos dois, para prazer mútuo – e que prazer!

Acho que o momento crucial chegou para vocês, não é mesmo? hehe Mas ainda tem alguns pontos que eu preciso completar. Este relato ainda continua.

domingo, 8 de maio de 2022

TIRANDO O ATRASO COM A SENHORA DA FAXINA - PARTE 3

Opa, Galerinha! Desculpa a demora em retornar, mas estava com muitas coisas da faculdade para resolver, além de mais aventuras para curtir. Torcendo para que esta pandemia acabe logo, forte abraço!!

Então, retornando aos meus relatos. Ainda em 2017, chegou o fim do ano, dia 30 de dezembro. Não tinha certeza se Dona Matilde iria vir realizar limpeza, e como não teria jogo, dormi até tarde. Acordei com a campainha tocando loucamente. Para minha surpresa, era Dona Matilde. Assustado, pergunto o que ela estava fazendo lá. Sem entender bem, ela entra sorrindo e me responde que estava lá para fazer faxina. Que os pais do Guilherme haviam pago o mês completo, daí ela estava fazendo jus ao dinheiro. Ainda sem saber bem como me comunicar com ela, tento quebrar o gelo dizendo que ela terá pouco trabalho dessa vez, pois a casa passou os últimos dias bem organizada. Ela retruca com um ar astuto que estava achando o contrário, que encontraria uma gigante bagunça, pois eu estaria provavelmente trelando todos esses dias. Percebi que ela estava mais íntima, embora com sua timidez. Eu não estava processando bem as informações, daí resolvi voltar para o quarto e me tranquei. Por sua vez, Dona Matilde seguiu a organizar a casa.

No meu quarto, comecei a me excitar com a ideia daquela puta estar na sala, ajeitando o sofá e lembrando do esporrada que eu dei na cara dela da última vez. Também estava afim de fazer de novo, mas tinha muita dúvida se deveria. Passaram-se 30 minutos, 1 hora, mas antes da segunda hora, eu já estava com tesão a mil. Resolvi bater uma no quarto para relaxar. Bati uma frenética e gozei com muito tesão, mas na hora que me melei todo com minha porra, só pensava na boquinha de Dona Matilde sem chapa. Mal gozei e meu pau já estava duro de novo. Dei uns tapas no dito cujo e resolvi fazer o inevitável. Olhando para o meu pau, “conversei" com ele: “É, Tulinho, você vai ter o que tanto quer”.

Fui para a sala já pelado, balançando o pau em uma das mãos e chamando por Dona Matilde. Não a encontrei na sala, segui a caminho da cozinha e a peguei bebendo água. Já abordei ela perguntando se não queria beber algo melhor. Ela estava assustada, talvez não esperasse minha atitude, mas estava com muita vontade de engasgar com meu pauzão novamente. Sentei na mesa de pernas abertas, e ela já foi se escorando na cadeira, abrindo mais minhas pernas… meio confusa, sem saber se chupava minhas bolas ou abocanhava meu pau. Eu já não tinha pressa, só observava aquela puta velha olhando para minha genitália como um bezerro olha para as tetas da mãe.

Dona Matilde apertava minhas bolas, e engasgava com meu pau, com tamanha intimidade, parecia que ela me chupava há décadas, eu apenas gemia e revirava meus olhos, por vezes empurrava sua cabeça mais fundo, mas a deixava a vontade de fazer como quisesse. Já tomado por toda a situação, pedi para ela retirar a prótese e me chupar sem os dentes. Ela estava muito melhor no boquete do que antes, mas a sensação da chupada dela só com a gengiva era muito boa. Ela o fez, e agora me chupava com mais vigor, com mais força, estava babando como um cão com raiva. Já não aguentando mais a posição, deitei em cima da mesa e gemi e me contorci até encher sua boca com porra. Só percebi quando voltei a mim e me sentei, a puta estava meio indecisa se engolia ou se jogava na pia. Eu fiquei rindo enquanto ela se organizava, toda descabelada, banguela e com a cara branca de tanto leitinho.

Depois que o corpo esfriou e o pau baixou, estava mais relaxado do que as últimas vezes, mas não sabia bem como agir. Corri rápido no quarto, passei um papel no pau, coloquei uma sunga, uma bermuda, com a camisa ainda no ombro, avisei a Dona Matilde e bati o pé para a praia. Resolvi sair para dar uma volta, espraiar, processar tudo aquilo um pouco. Eu já havia lido muitos contos online sobre jovens que fodiam suas babás, empregadas, faxineiras… inclusive, algumas garotas também relatavam esses eventos, mas é estranho quando nós somos personagens dessa situação. Não é um “conto erótico”, é uma situação real, cotidiana… duas pessoas se entregando a desejos carnais, devido a hormônios, carência, e situações excitantes. Quanto mais eu caminhava, mais eu me acostumava com a ideia de que iria fazer novamente, e iria ser ainda melhor que da última vez. Tentava a cada passo na beira-mar arrumar uma justificativa para parar, ou para acreditar que nada tivesse ocorrido, ao mesmo tempo que já estava ficando excitado novamente, e eu sabia quem era a razão.

Estava tão atordoado que nem reparava nas barracas e cadeiras da praia, na tentativa de achar uma gostosa novinha, apenas andava de um lado para o outro, queimando um pouco o juízo com o sol a pino que fazia e imaginando como eu foderia aquela boquinha murcha novamente. Comi um sanduíche na praia, com uma boa água de coco, dei uns mergulhos para relaxar a mente, até porque aquela seria a última vez que eu iria à praia em 2017 e voltei para casa certo de repetir o ato da manhã. Na volta, quanto mais perto de casa o ônibus se encontrava, mais meu pau pulsava e doía dentro da sunga. Meu tesão era tanto, que duas bichinhas sentadas no outro lado do fundão devoravam meu volume com os olhos. Eu nem estava ligando, sempre curtia que babassem no meu volume, e estava cada vez mais animado com o que estava para fazer, que nem tinha tempo de me preocupar com aquilo.

Chegando em casa, entrei por trás, para não sujar o trabalho dela, sempre muito respeitoso, mas já chamando ela na área de serviço “Dona Matilde, vem cá na área!! Trouxe uma coisa para a senhora!”. Não acho que ela imaginasse que seria um balaio de pica, pois sua cara ao me ver tomando banho no chuveirão de bermuda, sem camisa e com o volume quase rasgando sunga e short era de espanto. Achei até que ela fosse desmaiar. hehehehe. Tirei minha bermuda e chamei ela para mais perto. Ela ainda meio atordoada, veio quase que cambaleando. Peguei sua mão e trouxe mais para perto, e colocando em cima da sunga, onde o pau quase fura a mão dela. Eu estava com muito tesão, meu pau doía muito, já era grosso, mas estava desproporcional naquela tarde. Ela até tremia um pouco, enquanto apertava. Olhei para ela e perguntei se não iria tirar minha sunga, para pegar ele melhor.

Ela me olhava de cima a baixo, como se não acreditasse no que ocorria, e invés de baixar minha sunga e cair de boca no meu pau, ela desceu a cabeça em direção ao meu peito e lambeu meu mamilo. PUTA QUE PARIU, vi estrelas na hora. Ela seguiu revezando entre um mamilo e outro, e eu simplesmente gemendo, fico alisando meu pau por cima da sunga com uma mão, e busco as mamas dela com a outra. Dona Matilde tinha mamas enormes, caídas, de quem amamentou muitos e por muito tempo, mesmo assim, a sensação era boa, era uma pele macia, e estava quente. Nesse processo, ela nem se importou de estar se molhando todinha também, pois eu não havia desligado o chuveiro. E foi tirando a camisa, quando eu comecei a procurar a mama por baixo dela (a mesma de vereador de sempre). Ajudei-a a retirar o sutiã e vi dois balaios caindo sobre seu estômago, auréolas enormes e bicos avantajados. Belos seios, que nem me deixavam parar para pensar que estavam abaixo de onde já estiveram um dia. Soltei meu pau e agarrei suas duas tetas, apertava com força uma, enquanto ajeitava a outra para abocanhar. Vi Dona Matilde se tremer e gemer quando coloquei seu mamilo da boca e mordi o bico. Seu gemido foi só gasolina para que chupar e morder com mais intensidade. Ela ficou petrificada, sem ação, apenas sentia tudo o que eu fazia com suas mamas. Pedi que ajoelhasse, e já fui retirando minha sunga. Repousei meu pau sobre seus seios. Esfregada e batia meu cacetão naquelas tetas. Apontei meu pau em frente aos seus lábios e pedi que ela cuspisse. Ela obedeceu, deixando meu pau bem melado. Desci novamente, e comecei a esfregar meu pau entre suas tetas. Meu pau deslizada com facilidade naquela pele macia. Eu apertada uma teta contra outra, fazendo um reguinho apertado, melado e quente, e enfiava com mais e mais força.

Aquele sarro foi muito intenso, não me recordo quanto tempo ficamos daquele jeito, mas acredito que quase uma hora. Ela então, pegou meu pau e abocanhou. Chupava com muita intimidade. Nem precisei pedir, já foi retirando a dentadura e abocanhando mais e mais. À essa altura, meu pau estava inchado, vermelho e dolorido, mas não baixava de jeito nenhum. Dei dois tapas em sua cara, tirei o pau de sua boca e comecei a me punhetar. Quando senti que viria, mirei em seus peitos e esporrei várias vezes. Nem parecia meu terceiro gozo do dia, pelo volume de porra que produzi. dessa vez, ela já passou a mão nas mamas e lambeu os dedos, sentindo o gostinho de porra do seu macho.

Ajudei ela a se levantar, e quando percebemos, estava de noite. Eu estava calmo, porém ela estava preocupada, pois precisava pegar conduções para voltar para casa rápido, naquela noite teria um evento na igreja que ela está frequentando.

Nem se preocupem, pois ainda continua…

baupicante@gmail.com


sábado, 7 de maio de 2022

TIRANDO O ATRASO COM A SENHORA DA FAXINA - PARTE 2

 Olá, pessoal! Aqui segue a continuação do meu relato sobre como tirei meu atraso com Dona Matilde.

No inicio da semana, eu ainda estava embasbacado com o que havia feito. Eu nunca imaginara pedir para uma senhora me punhetar, nem imaginaria sentir prazer com aquilo. Para piorar a situação, aquela senhora não era uma desconhecida que eu nunca mais veria. Na verdade, a veria novamente em menos de 10 dias.

Tentei distrair minha mente procurando informações na faculdade sobre grupos de extensão e pesquisa para ajudar no meu currículo e também baixei o Tinder para ver se desenrolava alguma novinha para mim. Eu sou um cara bonito, inclusive, muito gostoso. Não estava entendendo a demora para achar uma gostosinha que eu pudesse fazer de puta. Além disso, achava um tiro de misericórdia ficar com Dona Matilde, a via como uma tia minha.

No primeiro sábado após o ocorrido, ao retornar para casa do vôlei, a sensação foi estranha: eu queria sentir uma presença na casa, mas ao mesmo tempo torcia para não encontrar ninguém. Apesar de não ter tido faxina, entrei pelos fundos e repeti o ritual de banho que tinha feito na semana passada. Deste vez, porém, me masturbei sozinho e me ouvi gemer o nome de Dona Matilde enquanto gozava no chão. Bem que eu poderia estar gozando na mão daquela safada velha, pensei… Mas meus pensamentos se foram e eu logo me sentia culpado enquanto enxugava a área.

Passei a semana em tensão. Apesar da seca, não sabia o que estava se passando comigo. Eu queria Dona Matilde sem querer. Gostaria de apagar aquilo da história e vê-la apenas como a tia da faxina. E que ela me visse como um jovem educado e na minha. Não sabia o que se passava em sua mente. Por vezes, pensava se ela estava pensando em mim e em minha pica. Lembro de ficar excitado algumas vezes pensando na ideia dela estar tomando banho e se tocando enquanto pensava em mim. Nesta tensão, chegou a sexta e eu tinha decidido a fingir que nada havia ocorrido e tentar levar a situação da maneira mais civilizada possível.

O dia 16 de dezembro chegou. Menos de 10 dias para o natal. Aguardei Dona Matilde para entregar as chaves, mas não sabia como o fazer, então, deixei a porta do apartamento aberta e as chaves com um bilhete que dizia “As chaves estão aqui, fui à praia. Acho que a senhora terá menos trabalho hoje, pois os meninos não bagunçaram os quartos dele.” em cima da mesa. Ao ouvir que ela tinha ido se trocar, sai do quarto apressado e bati a porta. Não tinha coragem de olhar nos olhos dela. Pelo menos, não naquele dia.

Fui ao vôlei, que durou bastante tempo. Algumas pessoas informaram que iriam viajar para o Rio de Janeiro e outros para a Bahia e só voltavam depois do ano novo, então aproveitamos para comer um peixe assado na praia com um bom baião de dois. Sorte a minha, as irmãs de uns amigos estavam por lá e pude conversar com Aline. Uma morena clara, da minha altura, corpo de sereia, com uma fala doce e bem safada. Era mais velha que eu uns 5 anos e sabia bem o que queria. Mas, naquele dia, só quis me atiçar mesmo. Trocamos números de telefone e ainda me lembro de receber uma mensagem dela quando já estava no ônibus de volta para casa “Prazer em conhecê-lo. Você é bem animado. Aliás, estava bem animadinho hoje. Gostaria de ver essa animação toda quando voltar da Bahia.”. Ahhhh, aquela cachorra safada. Sabia que tinha me deixado excitado com seus papinhos de segunda intenção e estava me fazendo ir para casa chupando dedo.

Chegando em casa, entrei pela porta dos fundos e fui em direção ao meu quarto, quando escuto uma voz vinda da cozinha “Não vai se lavar antes de entrar?”. Dona Matilde não havia ido embora mais cedo. Tenho certeza que era para ela ter largado umas 3 horas mais cedo pelas minhas contas. Com um frio na espinha e um pouco de vergonha (eu ainda não sabia como reagir), virei-me à sua direção e respondi a primeira coisa que me veio aos lábios “eu vou pegar uma toalha”. Estava atônito. Aquela senhora me exigia tomar um banho e seduzi-la como da última vez. Será que ela queria novamente me punhetar? Ao sair do quarto com a toalha, fui próximo da cozinha, ainda sem olhar em seu rosto, e disse que iria tomar banho, mas que iria deixar para lavar minha sunga depois, na tentativa de morgar a situação. Imediatamente, ela se aproxima de mim e diz que eu não preciso me preocupar, que ela me ajuda. Inclusive, tinha deixado uma macarronada que fez com o que tinha de feira para eu aproveitar naquela noite e no almoço do domingo. Aquela senhora estava se mostrando submissa a mim, mas eu não sabia qual a moeda de troco. Na verdade, eu não queria acreditar que ela deixara de faxinar por dinheiro, para trabalhar por pica.

Desconversei, dizendo que não precisava, mas ela foi firme em suas palavras “Tulinho, você está só, eu estou aqui para organizar a casa e ajudar você”. Nessa hora, meu pau deu a primeira pulsada e eu me senti perdendo o controle. Mas tentei relutar “Dona Matilde, acho que a senhora acha que vai acontecer aquela mesma coisa que aconteceu da outra vez, mas eu acho que deveríamos deixar aquilo no passado”. Ela balançou a cabeça em confirmação, mas com um olhar que nem aqueles cães vira-latas olhando galetos de padaria girando na brasa. Para ser mais diplomático, pedi para que ela se sentasse e conversássemos rapidamente, para amenizar a situação e continuar a amizade e respeito. Como o chão da cozinha está encerado, fomos à sala. Ela sentou de um lado, com seu short de malha e sua blusa de vereador e eu do outro, com minha bermuda de jogador, ainda com camiseta e com um pouco de areia em meus pés.
“Dona Matilde, naquele dia eu estava bem nervoso e tenso, pois eu tinha terminado com minha namorada, minha família está passando por problemas e estou sozinho neste apartamento. Acho que meu estresse saiu na forma daquela ereção e ocorreu o que ocorreu. Peço mil desculpas por tudo. Nunca quis ofendê-la, sei de sua religião, sua idade e tenho muito respeito pela senhora.” Dei essa enrolada, para que não achasse que eu só estava na seca, disse isso da forma mais rápida e objetiva que pude e ela apenas me olhava. Acho que tentava se convencer que tinha realmente sido uma loucura nossa. “Me desculpe também, Tulinho, faz mais de 20 anos que não sei o que é um pênis. E, das lembranças que tenho, não lembro de algo muito bom. Tive muitas sensações diferentes desde o que ocorreu, mas entende que você não iria sentir desejo por uma senhora velha e derrubada como eu.” Vi os olhos dela quase encher de lágrimas e tentei consolá-la “A senhora não é feia, nem derrubada, muito menos velha… A senhora é muito experiente, madura e tem seus bons atributos. É que acho estanho tudo isso e acredito que não haveria ocorrido se eu não estivesse com a cabeça do jeito que estava.” Ela apenas continuo de cabeça baixa. Então, eu me aproximei mais e comecei a afagá-la. Não queria magoá-la. Era muito estranho me imaginar tendo tesão por alguém da idade de minha avó.
Enquanto eu alisava seus cabelos com uma mão e segurava seu ombro com outra, Dona Matilde se debruçou sobre mim em um abraço e ficou acariciando minhas costas. Putz, meu ponto fraco. Tentei me manter tranquilo e a tranquilizando, mas fui fazendo carinhos cada vez com mais pressão, a medida que ela também descia e subia com suas mãos pelas minhas costas. Meu pau já pulsava. A soltei rapidamente e nos olhamos por alguns segundos. Eu vi nos olhos daquela senhora o fogo do desejo. Eu também estava com tesão. E ela era uma mulher madura e dona de si. Voltamos a nos abraçar e nos acariciar. Passei a mão em seu rosto e desci rapidamente pelo seio direito até encontrar a sua barriga. Dei um aperto e dizendo a mim mesmo “deixa essa puta ter o que ela quer”, fui para trás, me deitando no sofá e abaixei minha bermuda e sunga com um puxão. Não falei nada, apenas observava o que ela iria fazer com minha vara grossa e pulsante, de pé, em sua frente.

Ela estava tremula, como da primeira vez, mas sentia que já pegava meu pau como um comprimento a um velho conhecido. Com uma mão alisava meu tanquinho e com a outra me punhetava, nervosa. Meu caralho grosso pulsava muito e escapava de sua mão. Ela, prontamente, começou a me punhetar com as duas mãos, nervosa, com medo de perder aquela pica das mãos. Eu apenas olhava como ela o admirava enquanto suas mãos subiam e desciam. Pedi para que cuspisse, pois suas mãos estavam secas e começavam a machucar, mesmo com meu pau babando um pouco. Ao cuspir sua boca quase chega no meu pau. Gemi enquanto sua saliva caía sobre a cabeça da minha pica. Suas mãos estavam mais rápidas agora que deslizavam com facilidade. Às vezes fechava os olhos e depois a encarava. Já fazia uns 10 minutos que ela subia e descia, mas dessa vez, eu não estava gozando rápido. Ela já estava agoniada, ansiosa por leitinho.

Quando a vi se abaixar para cuspir novamente na cabeça de meu pau, inclinei minha pelve fazendo sua boca tocá-lo. Ela congelou com o “selinho” dado. Não sabia se descia ou se continuava na punheta. Acho que nunca tinha feito um boquete, mas deve ter gostado da textura e do sabor que acabara de sentir. Então, ela me olha nos olhos e com um gesto de quem diz “eu sei o que você quer”, ela desceu com toda a boca no meu pau. Ela era inexperiente com certeza. Parecia a primeira vez que usava um enxaguante bucal. Não tinha sincronia para colocar e tirar de sua boca, agitada e meio louca, ela tentava subir e descer no meu pau. Sua língua era sedosa, um pouco áspera, mas muito macia. Infelizmente, não estava conseguindo aproveitar, pois seu nervosismo a fazia me mordiscar de vez em quando. Algumas vezes, eu dava um pulo para trás, de tanta dor. Ela notando minha situação inconfortável, mas sem querer parar de mamar minha vara docinha, me pergunta se eu prefiro que ela tire a chapa. Na hora não entendi bem, mas acenei com a cabeça confirmando que sim se aquilo iria diminuir a dor, eu estava topando.

Foi quando a vi retirar suas próteses dentárias. Dona Matilde era banguela, na hora, engoli seco, pois era um tanto broxante, inclusive, meu pau murchou um pouco, mas a gulosa só demorou o tempo de colocar os dentes no bolso e já engoliu meu pau com tudo. Puta que pariu!!! Agora estava perfeito. Entrava e saía com exatidão. Acho que aquela prótese era nova ou mal feita, pois até a coordenação do boquete se alinhou. E a pressão? Nossa, velho. A gengiva de Dona Matilde era dura, mas macia ao mesmo tempo e fazia meu pau deslizar. Uma pressão muito boa, parecia uma bucetinha virgem. Naquele vai e vem, eu já gemia, não mais de dor, mas de prazer. Estava tão tomado que segurei seus cabelos, fazendo força e enterrando cada cm dos meus 18 em sua garganta. Sua boca estava bem arreganhada devido a grossura e acho que agora ela tinha medo de me machucar. A puta não tinha reflexo de vômito, demorava muito para reclamar. Acho que é coisa da velhice essa perda de reflexos. Aquilo estava muito bom. E eu já estava me sentindo um animal.

Levantei-me do sofá, a deixei sentada e subi no sofá. Coloquei uma perna na parte de cima e a outra ao seu lado. Balancei meu pau na sua cara e bati sem pena em suas bochechas, esfreguei nos olhos, mimetizei foder suas orelhas. “É isso o que a senhora quer? Quer rola quer? Toma, safada!!” Segurei sua cabeça e soquei fundo naquela garganta. Fechei os olhos e viajei por uns 2 minutos. Parei quando achei que ela estava quase morrendo, pois a vi um pouco roxa e com os olhos bem abertos. Senti que já tinha judiado demais daquela senhora. Ainda em pé na sua frente, me punhetei e , urrando, gozei em sua cara. Quase que a deixo cega de tanta porra nos olhos, em cima do nariz. Gozei muito, uma porra grossa, parecia vinda de um alien. Descendo da sofá, olhei para seu estado, ela quase lambeu os lábios, mas colocou para fora quando sentiu o gosto. Voltando a mim, novamente, senti culpa pelo que estava acontecendo. Subi minha sunga e bermuda e disse que ia tomar banho. Fiquei no banheiro com a água na minha cabeça. Me sentia numa ressaca moral. Depois de uns 40 minutos, ela bate na porta e diz que está ido embora e que tudo está organizado. Eu não respondo e fico ali sentado, por mais 1 hora, com o chuveiro desligado dessa vez.

Sai do banheiro, me troquei e fui jantar. A lasanha realmente estava boa. Ela queria me agradar. E me agradou muito naquele dia. Pediu para fazer, e eu fiz o que ela quis também. Acho que a agradei, mas não sei se fiz o certo. Ainda tentava a ver com respeito e carinho, como o que tenho pela minha avó. Mas sua lembrança estava me dando mais excitações agora.

Continua.

Espero que estejam gostando!

sexta-feira, 6 de maio de 2022

TIRANDO O ATRASO COM A SENHORA DA FAXINA - PARTE 1

 Olá, pessoal! Me chamo Tulio, tenho 19 anos, sou branco, cabelo preto, olhos castanhos escuros, 1,78cm, porte atlético por joga vôlei na praia todo final de semana. Durante a semana, estudo direito. Sou do interior de MG, mas vim para Fortaleza graças ao SiSU fazer faculdade. Moro numa república com mais três amigos e raramente visito meus pais, pois eles não tem condições de me manter aqui e me dar muitos luxos, como o de viajar para vê-los o tempo todo. Estou no terceiro período e, ao contrário do ano passado, não verei meus pais no final do ano.

Dezembro estava sendo um mês péssimo para mim, a namorada que tive durante um ano terminou comigo há menos de 2 meses e eu já estava subindo pelas paredes. Nós fodíamos todos os dias. Quando ela não vinha para minha casa ou eu a visitava, arrumava um jeito de comê-la pela facul, foi um ano de muito leite bem derramado, mas, infelizmente, acabou.

Já estava com sinais de tendinite devido à semana de provas e às constantes punhetas para me aliviar e eis que surge a musa desta série de contos, Dona Matilde.

Dona Matilde era nossa faxineira. Na verdade, faxineira do Guilherme, um dos meus amigos de república. Como os pais dele tinham condições, pagavam por faxinas quinzenais no apê. Na verdade, nem sei porque o Guilherme optou por dividir um apartamento com outros caras, mas isto não vem ao caso. Voltando a quem interessa, a senhora faxineira vinha a cada 15 dias e, generosamente, faxinava toda a casa, incluindo o meu quarto e os outros meninos. Aquela senhora evangélica, morena, de peitos grandes e caídos, dona de uma bunda grande e mole, um tanto obesa, tinha pouco menos que 1,60cm, cabelos grisalhos e olhos escuros. Sempre vinha de vestido e trocava por uma bermuda de malha e uma camisa de vereador para fazer faxina. Como não a encontrava muito em casa, pois sempre faxinava aos sábados, enquanto eu estava jogando vôlei, não me toquei que a senhora já passava dos 60, exatamente 62, apesar de muito resistente e trabalhadora.

A encontrava pouco, mas estava para vê-la mais agora que os meninos estavam para curtir as férias com seus familiares e alguém precisava abrir a porta para ela realizar as faxinas, que já estavam pagas pelos pais do Gui. Sábado, 02 de Dezembro de 2017, era por volta das 6 da manhã, já tinha tocado uma frenética antes de levantar da cama e estava finalizando meu pão com queijo quando ouço a campainha, Dona Matilde chegou para fazer a faxina. Apenas de bermuda, sem cueca, abro a porta, dou bom dia e vou ao meu quarto me organizar para ir à praia. Informo Dona Matilde da viagem dos meninos e de meu retorno no final do dia após o vôlei. A mesma confirma tudo com a cabeça, e inicia a faxina pela cozinha.

Durante o dia, o sol estava perfeito e muitas gatinhas foram à praia, lembro-me de algumas me secando enquanto jogava, mas nenhuma ficou para que eu puxasse um papo e tirasse o meu atraso. No caminho para casa, ainda teve uma no ônibus que me fulminava com o olhar, eu estava de bermuda preta de futebol, dava para ver um pedaço de minha sunga branca e minha camisa branca pendurada no ombro; a safada até mordia os lábios quando viu eu iniciando uma ereção, mas nada o fez, acho que a senhora no banco da frente era sua mãe ou tia. Desci puto e com muito tesão, ainda estava excitado.

Quando cheguei no apartamento, percebi que ainda tinha muita areia nas pernas e não quis destruir o trabalho de Dona Matilde, a quem possuía muito respeito. Entrei pela porta dos fundos e aproveitei para tomar uma ducha e abaixar a tensão. Tirei meu calção e aproveitei aquela água gelada só de sunga. Abri os olhos e me deparei com Dona Matilde me olhando um pouco nervosa. Eu era mais alto que ela, um corpo jovial e másculo, apenas de sunga, com uma bela ereção que valorizava meus 18 cm de pica grossa, todo molhado. Ao vê-la neste estado, nem me lembrei de minha ereção, a mesma prosseguiu, trêmula, me informando que estava finalizando a faxina e que aquela era a última área que faltava, apenas depois que a vi apertando com força o cabo do rodo que lembrei do cabo na minha sunga. Imediatamente, eu pedi desculpas por estar atrapalhando o serviço dela e informei que sairia já dali. Ela foi educada e gentil como sempre, apesar de ainda nervosa e disse que eu poderia continuar e que ela aproveitaria a água caindo para limpar embaixo do tanque e os azulejos da parede. Já estava por ali mesmo, então aceite


Percebi que Dona Matilde sempre me fitava e comecei a gostar da sensação. Pulsava meu pau de propósito e passava a mão por toda extensão de meu corpo para atiçar aquela senhora, que apertava o rodo com força e me comia com os olhos. Não sabia ao certo até onde aquilo iria, mas eu precisava acabar com meu tesão. Então, sem pensar muito, me vi abrindo a boca e dizendo aquela senhora que iria aproveitar para já deixar minha sunga escorrendo e desembrulhei meu mastro da sunga, libertando a tora aos olhares de fome da senhora. Neste momento, Dona Matilde de morena ficou pálida e percebi todos os seus pelos corporais se arrepiarem, a senhora não parava de me olhar. Ao terminar de estender a sunga, perguntei se havia algum problema e a mesma apenas balançou a cabeça em negação, me punhetei um pouco, bem devagar, enquanto a encarava e a mesma perguntou onde eu queria chegar. Sem pensar muito, pedi apenas que ela me ajudasse a sair daquela situação. Sem saber muito o que fazer, ela se aproximou e pegou no meu pau com tanta força quanto pegava o rodo e continuo os movimentos que eu iniciara. Quanto mais a sentia trêmula, mais meu pau pulsava e eu comecei a gemer de prazer. Não demorou muito e eu senti o gozo vir, apesar de aumentar os gemidos e começar a urrar, acho que aquela senhora pouco experiente não sabia que eu estava gozando, e o fiz com muita força e excitação. Meus jatos eram tão firmes e intensos que melaram a mão e parte da manga da camisa de vereador que Dona Matilde usava para fazer faxina. A senhora estava tão empolgada que não parou de me punhetar até meu pau começar a reduzir de tamanho e ficar mole em sua mão. Então, retornando a mim e percebendo o que tinha feito, sem nem olhar para Dona Matilde, eu peguei minha toalha no balcão e fui para o quarto. Em transe, fiquei lá me sentindo doido e culpado pela situação. Só lembro de ter ouvido pouco depois a voz de Dona Matilde avisando que acabara a faxina e se despedindo.

Que merda que eu fiz?! Ou pior/melhor, Que merdas que eu fiz??

Espero que gostem. Em breve, tem mais.

domingo, 2 de agosto de 2020

MISSIONÁRIA SAFADA 2

AUTOR: LOIRO GOSTOSO

Bom continuando a história, da missionária Lucileia, foi uma senhora foda que cheguei em casa feliz.
Voltando no outro dia do trabalho, fiquei na minha, ela por sua vez chegou sorrindo, todos estranharam, eu porém fiquei quietinho na minha. Se passou dois dias após o acontecimento, como eu fiquei na minha, pois na roça todos são espertos e tinha fogo. Fiquei na minha e em um determinado lugar, eu estava sozinho, ela veio nervosa e me falou: vc só me instigou agora eu QUERO, mas não só aquela vez, quero mais. Falei calma Lu, vc sabe que sou casado, vc tem que ver que foi assim aconteceu, e nós sabemos minha condição, e ela deixei de saber quero de novo, se vira.
Ai estava o dilema como sair fora, já que ela deu a louca para meu lado, porém eu também queria O MULHER GOSTOSA ESSA missionária..
A sorte veio na mesma semana, precisei levar uma tia em uma outra cidade, e eu fui levar no meu carro inventei a minha mulher uma desculpa que ia demorar talvez só no outro dia. Liguei para ela Lu, vc quer me ver ela se vez de puritana, mais no final veio ao meu encontro, NÃO falava nada, eu parei o carro e puxei conversa e nada, como não tinha clima, liguei o carro, ela falou entre os dentes já vamos desliguei e cai para dentro beijei como estava muito desconfortável fomos para o motel, chegando lá, ela estava de vestido leve solto, um tesão só, puxei para mim fui beijando, tirando seu vestido, que surpresa uma calcinha minúscula linda, tirei ela se olhando no espelho eu chupei como se ela fosse Toda de Mel, ela gritava meu nome eu só vi que ela perdeu o sentido por ter gozado forte.
Deixei ela voltar o ar, e comecei beijar ela de novo guando vi, lá estava ela me chupando, falando cada coisa tipo; hoje vou me esbaldar nessa pika Grossa e gostosa vou ser fazer o que Vc quiser meu gostoso e meti a minha pika na boca.
Com isso eu peguei ela tipo, papai mamãe, depois ela sentou na minha pika a mulher pirava, me fode gostoso enfia tudo na minha bucetinha, sou segurando ela pela cintura e ela se esbaldava na pika, como eu ainda não tinha gozado, ela cobrou goza vai me enche de porra vai eu QUERO vc gozado. Falei fica de quatro que Vc vai ver eu me acabar de tanto gozar.
Ela saiu de cima e ficou de quatro aquela buceta linda e um cu mais lindo ainda, meti na buceta e enfiei um dedo no cuzinho a mulher pirou, goza safado em sua puta vai enfia o dedo no meu cu e fode minha buceta e goza, não aguentei gozei como um cavalo, encho a buceta dela de porra, chamando de puta safa cachorra, nossa como foi bom.
Depois fomos tomar banho os dois ela se esfregando, eu me sequei, guando estava secando a cabeça senti de novo a boca da GOSTOSA na pika ai já era a pika subiu de novo cai para dentro como era gostosa essa missionária, foi ai que veio o melhor ela gostou e já se pôs de quatro, olhou para trás e falou; vem gozar em sua puta vem, fui com tudo enfiei de novo o dedo no cuzinho ela pirou de novo, sou sua puta FAZ o que vc quer mais vai devagar, eu nunca dei o cuzinho põe devagar, no cuzinho de sua puta vai.
Como todo conhecedor que um cuzinho tem que SABER como foder, tirei a pika beijei enfiei um dedo depois dois até ela relaxar fui na cabeceira da cama tinha um lubrificante, passei bastante e lubrifiquei a pika e fui, coloquei na portinha do cu ela trancou, fui por baixo brinquei com a buceta ela relaxou eu enpurrei a cabeça ela de um urro nossa, que Pica Grossa vai devagar brinquei de novo com a buceta dela ela deu um bundada para trás, que foi a metade daí ela mesma mexia a bunda na pika, guando vi ja ia a pika toda ela se soltava e falava cada coisa, fode safado, enfia a pika toda vou sair daqui esfolado mais vc vai gozar muito no cuzinho de sua puta de sua vadia coça minha buceta safadoooo to gozandooooo eu não aguentei enchi aquele cuzinho de porra quente, ela caiu para frente eu fui junto até a pika amolecer, nossa que foda, ela apaixonou e eu até hoje sinto falta o MISSIONARIA GOSTOSA...

MISSIONÁRIA SAFADA

AUTOR: LOIRO GOSTOSO
Devido o  desemprego tive que fazer alguns bicos e, como aonde moro e cidade pequena tive que ir trabalhar na roça na colheita de café.
Com o passar dos dias conheci muitas mulheres que eram até bonitas apesar da vida dura delas se cuidavam. Eu sempre de olho, porém casado em uma fase não muito boa, era melhor ficar na brincadeiras como os dias se passaram conheci a maioria delas, a que me chamou a atenção foi Lucileia, MISSIONÁRIA LUCILEIA seria bonita com um corpo de dar inveja a muitas meninas pois tinha uma filha que era uma tentação de gostosa, mas vamos a mãe que era outra delícia. E o tempo foi passando ela ficava nervosa com as brincadeiras que as mulheres faziam comigo, de tal maneira que chegava a dar bandeira. Essa mulheres TÊM que se dar o respeito isso sim ela sempre dizia. Eu ficava na minha.
Certa vez o ônibus quebrou tivemos que ir em outro lotado, escurecendo ouvi ela nervosa com um cara que estava aproveitando da situação, veio até mim e com aquele aperto todo se encostou em mim. Ai como aguentar Fiquei de pika dura em meio aquela bunda durinha quente e, pior da missionária vou apanhar, pensei. Com  passar do tempo ela se mexendo devagar pensei ela tá gostando, não deu outra, ela disfarçadamente passou a mão para trás e começou a apertar minha pika, que delícia endoidei com aquela delícia.
O ônibus parou no ponto saímos eu ia atrás porém uns irmãos a encontraram tive que sair de perto, porém fiquei de olho nela ATÉ descobri que ela morava perto de casa.
Os dias se passaram eu já estava desistindo de me aproximar daquela mulher, ai vem o melhor, eu falava com os colegas que ia a uma lan rouse para enviar uns Curriculum e depois ia aproveitar pois a minha esposa marcava em cima. Dito e feito fui na lan guando sai quem estava em frente com uma saia azul rodada não muito comprida uma blusa estampada sem sutiã delicia? A missionária linda. Fui ao ataque, conversamos sobre ela, que estava separada e que o cara queria voltar, porém ela não queria pois ele queria só bebida e drogas,e nada de igreja e por ai vai como estava de noite, fomos chegando a um lugar escuro e um muro, não aguentei puxei e beijei ela, nossa ela endoidou fui para trás do muro e cai dando beijo na boca passava a mão na boceta, estava carequinha e molhada mais muito encostei ela no muro e continuei o sarro E ela endoidou, virei ela de costas com as mãos no muro me baixei e chupei boceta, cu a mulher estava doida eu preocupado com as pessoas que passavam na rua parei olhei para ela falei: "calma li vem me dá a mão coloquei a mão dela na minha pika que já estava para fora ela pegou e eu a baixei ela é coloquei no rosto dela para ver. Não precisei falar nada QUE boca GOSTOSA como chupada, que delicia de boquete, ela sempre para olhava com cara de safada, dizia; pika gostosa quer gozar na minha boca, pode gozar. Nossa como estava alto o muro, eu aproveitei peguei ela de costas de novo. e ela pôs as mãos no muro eu meti a pika ela urrou, eu tive que tampar a boca dela enquanto meti, ela mexia gostoso, de repente estremeceu tive que segurar a mulher basicamente desmaiou eu tirei a pika e ela meio tonta ficou curvada meti a pika na boca dela, fui aquela boquinha até gozar mais gozar muito mesmo chegou escapar pelos cantos da boca dela.já toda safada dizia delícia vou deixar vc limpinho e realmente me deixou linpinho, O MISSIONÁRIA GOSTOSA.
Depois disso ela se ajeitou, nos esperamos e rua acalmar para ela sair depois eu, guando ia sair ela me olhou e falou na até a próxima ai Já é outra história. cara quer cu gostoso....