SÃO CONTOS EM QUE PERSONAGENS RELIGIOSOS ESTÃO ENVOLVIDOS, INDEPENDENTE DA VERACIDADE OU DA IMAGINAÇÃO DOS AUTORES DOS CONTOS, FAZ UMA MOSTRA EM QUE A MAIORIA NÃO FOGE AO PRAZER SEXUAL, MESMO DISTANTE DO SEU CÔNJUGE. OS CONTOS AQUI PUBLICADOS, SÃO CÓPIAS DE OUTROS CONTOS. ONDE FAÇO UMA CORREÇÃO DO TEXTO, PARA MELHORAR A LEITURA DE VOCÊS, E TAMBÉM PARA FACILITAR A TRADUÇÃO DOS POVOS QUE NÃO FALAM A LÍNGUA PORTUGUESA.
sexta-feira, 15 de março de 2019
MINHA EVANGÉLICA GLÁUCIA
quinta-feira, 14 de março de 2019
COMI A EVANGÉLICA CASADA
terça-feira, 12 de março de 2019
MENINA DE BH SEDUZIDA PELO PADRASTO
Minha mãe foi embora há quatro anos sem falar nada e eu fiquei com meu pai que era meio distante de mim, pois trabalhava muito no seu escritório de advocacia no centro da cidade.
O meu pai é branco, descendente de alemães tem 38 anos meio, barrigudo pelos chopes que toma, cabelos pretos, alto e só anda bem arrumado vestido socialmente.
Eu seguia a rotina de evangélica deixada pela minha mãe desde de pequena. Eu iá na igreja, eu arrumei um namorado e meu pai deixou, pois antes ele; que era super quieto do que um marginal que ele tinha pavor.
A vida seguia calma até que meu pai trouxe a Marlene para morar com ele. Marlene era uma morena escura, do corpo malhado, alta, uma bunda muito grande, seios pequenos pelo o seu corpo, cabelos longos alisados, baiana, muito liberal e comunicativa ao contrario de tudo da minha mãe.
Para mim foi uma surpresa e antipatia a primeira vista. Com o passar do tempo eu acostumei com a ideia e com a nova alegria de meu pai, acabei achando bom ter uma mulher para conversar.
Bem! tudo seguia normal até que um dia eu fui tomar banho e de repente olhei pra baixo e vi que estava descendo sangue pelas minhas pernas. No desespero gritei e Marlene veio em meu socorro. Ao chegar Marlene me pegou nos braços, me enxugou e me levou para a sua cama. Por ser evangélica ,não me sentia bem com aquela mulher me vendo nua. Ela com um sorriso no rosto me disse:
_ Você acaba de se tornar mulher. parabéns.
eu não entendi nada e perguntei :
_ Como assim?
_Você e ingênua demais ,só que agora você deve se cuidar mais principalmente com seu namorado.
_Então não posso mais beijá-lo?
Não sua boba ,não pode e transar sem camisinha.
A resposta dela me deixou vermelha pois nós nunca tínhamos passado de beijos. Bom isso passou e cinco dias depois de começar a usar absorvente, eu cheguei da aula e Marlene me chamou para seu quarto; chegando lá ela me perguntou!
_ E ai ? Já acabou a menstruação ?
- Desde de ontem.
_ Deixa-me ver.
Marlene se aproximou de mim e me virou de costas para ela me despindo com muita calma. Ao acabar, eu estava nua no quarto, então ela me virou de frente e falou que eu era muito bonita, mas que carecia de cuidados.
_ Primeiro vamos ver estes seios que precisam de um exame de toque.
Marlene se aproximou e tocou de leve meu seio esquerdo. Neste momento um choque subiu meu corpo como se um ligasse algo em mim. Ela percebeu e deu um sorriso, logo após pegou o outro seio e apertou na pontinha, bem no biquinho e apertou, foi impossível não deixar escapar um gemido. Eu não sabia o que estava acontecendo, mas era bom demais. Marlene ao ver que eu gostava apertava ,fazia massagem ,girava.então ela parou e ficou olhando minha vagina então falou:
- Temos que ver se não ficou nada sujo ai.
Foi outro choque só que agora mais forte, ainda quando ela passou o dedo no meio da minha chaninha dividindo-a em duas; ela fez isto várias vezes até que separou meus lábios vaginais e expôs meu grelinho vermelhinho e sem avisar o beijou. Aquilo foi o fim e, eu não dei conta mais de ficar de pé; com as pernas bambas, eu me deitei na cama e sem ação, fechei os olho, pois era maravilhosos aqueles toques e outra vez de surpresa outra maravilha, Agora era sua língua que me tocava suavemente o grelinho. A cama ficou pequena para mim que rebolava como uma louca enquanto ela me chamava de filhinha gostosa, minha crentinha e outras coisas que me deixavam louca. de repente outra descarga elétrica atingiu meu corpo em forma de espasmos. Marlene ao ver me apertou e puxou meus cabelos com vontade, enquanto eu agonizava em suas mãos, então não aguentando mais desmaiei.
No outro dia acordei pensando ter sonhado. Eu levantei tomei banho e fui para a sala fazer dever. Duas horas depois Marlene chegou e me abraçou por trás me chamando de seu anjo, ao me virar ela me beijou de uma maneira que nunca meu namorado havia me beijado antes, era quente, diferente, nossas línguas se embolavam e eu sem saber direito o que fazer mais gostando muito continuava acompanhado aqueles movimentos, enquanto ela já segurava um de meus peitinhos e massageava lentamente, aos poucos ela me levantou e me beijava enquanto nos dirigíamos até seu quarto comigo quase sem fôlego, ao me soltar ela me mostrou algumas sacolas de roupas e sapatos e falou.
_ Agora vamos mudar você .
Nas sacolas tinham calças de cintura baixa, coisa que eu nunca tive, mini saias, biquínis, calcinhas de renda e bem pequenas, já que as minhas eram enormes; os babydolls um mais bonito que o outro, blusas de decotes que valorizavam meus fartos peitos, vestidos colados que valorizavam minhas pernas grandes, enfim, me fez me tornar bonita e lógico que eu vesti todas em sua frente fazendo assim vários strip teases para ela que adorava.mais tarde, ela me disse que haveria uma surpresa.
Bom fui para a aula, depois para a igreja e cheguei por volta das oito e meia e como sempre meu pai assistia seu jornal de todo dia. Eu cumprimentei os dois na sala e já ia para meu quarto quando Marlene me chamou.
_ Kelinha, pegue sua coberta e venha assistir um pouco da novela.
_ Achei estranho o convite, pois como sempre fui evangélica, nunca gostei de novela, mas me lembrei da surpresa e troquei de roupa, coloquei meu novo babydoll branco bem justinho e voltei com minha coberta, pois todos sabem que morro de frio à-toa.
Ao chegar na sala Marlene mandou que me deitasse no sofá com ela, pois meu pai ocupava a outra poltrona, sendo assim me deitei fazendo suas pernas de travesseiro e me cobri deixando só a cabeça para fora sem entender ainda nada; aos poucos Marlene começou a me explicar à novela e, conversar comigo enquanto suas mãos me acariciavam os cabelos e corpo. aos poucos as caricias foram ficando ousadas e seus dedos já apertavam meus biquinhos dos seios bem de leve dando pequenos beliscões, aos poucos suas mãos chegaram a minha chaninha e começaram a bolinar de leve me fazendo molhar e fingir dormir fechando os olhos, pois já não aguentava mais de tesão ainda mais com meu pai ali poucos metros de nós.
De repente ela parou e começou a procurar alguma coisa embaixo do sofá. Eu fiquei curiosa quando ela pediu meu pai para aumentar o volume de tv, pois não estava ouvindo nada. Após meu pai aumentar, eu senti alguma coisa gelada e meio dura e lisa passar sobre minha perna; ao chegar perto da minha chaninha ficou brincando por cima do babydoll subindo e descendo minhas pernas debaixo das cobertas me fazendo delirar, até que nervosa eu mesma abaixei o short para que seja lá o que fosse relasse em mim na pele, sem demonstrar em nenhum momento o que acontecia, Marlene fixa no jornal agora conversava com meu pai enquanto pincelava minha xaninha que aos poucos cedia ao invasor. De repente Marlene enfiou a cabeça daquele instrumento, que mesmo pequeno diante da minha virgindade, penetrou com facilidade pois me encontrava bem molhada e arrancou um gemido mais alto de mim. Marlene para despistar desviou a atenção de mim.
_ Isso é que é sono ein?
_ Puxou a mãe que também gostava demais de dormir para a minha infelicidade, dizia meu pai.
O que acontecia debaixo dos lençóis era indescritível. A ousadia que Marlene tinha era excitante demais. A poucos metros do meu pai ela agora me penetrava, aos poucos quase me matando. Então sem aguentar acabei gozando silenciosamente apertando e cravando as unhas em Marlene enquanto tremia debaixo das cobertas. após isto perdi as energias então Marlene me levantou.
_ Vá dormir em sua cama dorminhoca-disse Marlene, sem nenhuma energia e um pouco tonta,eu me levantei e me dirigi em direção a porta, porém antes de cruzá-la Marlene me chamou e pediu um beijo, eu me assustei mais fui em sua direção ao aproximar ela me abraçou e me deu um beijo fraternal na testa e depois pediu que eu fizesse o mesmo com papai, pois segundo ela, nós éramos muito frios uns com os outros e isto tinha que mudar.
Depois do beijo dela me dirigi até meu pai que agora assistia filme com seu sempre short de jogador de futebol daqueles bem largos, só que ao se aproximar dele eu dei fraqueza nas pernas e acabei caindo encima de seu colo que me aparou e perguntou se eu estava bem. Sem graça e com medo dele desconfiar de algo eu disse que sim e já ia me levantar quando Marlene me lembrou do beijo, eu voltei me sentar em seu colo para o tal beijo só que desta vez havia algo diferente, pois o colo de papai não estava mais macio como segundos antes e algo e quente me incomodava minha bundinha. para piorar meu pai não me soltava e ficava me perguntando sobre o babydoll que ele nunca tinha visto e elogiando o quando eu fiquei linda com ele enquanto me enchia de beijinhos. Enquanto respondia abraçada com meu pai, eu olhei para baixo e vi uma mancha no babydoll que me deixou sem ter o que fazer, pois se levantasse meu pai veria a mancha, se permanecesse aquele negocio ficaria mais duro ainda, então reclamei que não conseguia andar direito de sono.
O meu pai compreensivo me levantou como se fosse uma boneca e me levou para a cama nos braços em seu peito cabeludo e forte.na cama me deitou e eu rápido me virei de costas para que papai não visse a mancha, porém ao fazer isto eu lhe dei um visão muito melhor que da minha bunda empinada e agora exposta pois o balanço em seu braços fez o babydoll afundar todo em minhas popinha branquinha cheia de pelinhos loiros. inocentemente sem jeito eu levei a mão na bunda e puxei o short para consertar o erro, enfiando os dedos no meio e puxando as beiradas para fora do rego. O meu pai permaneceu estático e saiu do quarto.pelo o reflexo da luz deu pra ver seu short apontando para cima.
segunda-feira, 11 de março de 2019
MINHA MULHER NA RUA E FOI COMIDA POR DOIS
domingo, 10 de março de 2019
A JANA PEDIU PRA EU COMER A ESTAGIÁRIA
Jana: a lésbica
Graça: namorada de Jana
Carol: estagiária
Cris: namorado da estagiária
Vou contar a vez que ajudei uma colega a comer uma estagiária. Ela era lésbica com namorada vivendo junto e tudo.
Quando ela chegou na empresa eu tentei investir nela, mas não deu, ela curtia uma chana, e era fiel a garota dela. Diziam que só suportava pica de brinquedo.
Jana porém mudou quando uma nova estagiária chegou; era tímida, evangélica, se vestia com pudor e discrição, uma baixinha, de óculos, loira oxigenada...
Jana a desejou e tanto fez que tentou seduzi-la sem êxito. A menina chocada pediu demissão. Só tinha um porém, moravam no mesmo prédio.
E a Jana não a tirava da cabeça; convenceu a noiva, e começaram a pensar em uma coisa; por sugestão de uma amiga comum, me procuraram pedindo ajuda.
Cara, ajuda a gente aí, quero muito provar essa garota...
Bem ela tem namorado, nem sei por onde começar...
Sugeri elas se entenderem, se desculparem com ela, ir se achegando, ir colocando um ponto naquilo.
E foi assim, passou um pouco de tempo e tudo voltou ao normal, e amizade de vizinhas começou a fluir...
Mas a Jana continuava com seu pensamento fixo...
Um dia sugeri elas convidarem para uma festa com o namorado que também era crente, um pirralho, mas um pouco menos inibido.
Não sabiam que seria em um clube de swing e nem sabiam o que era isso até lá chegar. Nos acomodamos em uma baia privativa reservada para gente. Achei o momento na pista de dança, estava cheia e não tinha como não se tocar. As duas afastaram o namorado, a namorada de Jana, para chamá-lo a atenção o embebedava e aos poucos ele foi se soltando, lá pelas tantas ela deu um beijo e ficou provocando, tocando o pinto dele; ele estava no papo. Eu acompanhava tudo de longe, dançando com Carol que estava de costa pra ele. Notei que a Jana sentiu ciúme daquilo, mas ao mesmo tempo foi jogando, mas a consequência disso e que as duas estariam nas mãos de vários caras, depois de cinco anos sem pica.
Quando vi a Graça aos beijos com o cara, senti que era hora. A garota já olhava ao redor estranhando o ambiente, trios se formando, garotas se beijando, ... E quando ela ia se virar pra ir ao encontro do seu, eu a peguei e tasquei um beijo, daqueles de rompante. Não sei o que deu nela que ela não resistiu, eu coloquei meus dedos por dentro da calça dela e. descobri porque. Acho que a música, a escuridão, estava molhando, ela já há um tempinho. Quando ela se afastou a fiz vê o namorado, a Graça devorava o garoto; mas só que tinha outro cara se chegando nela, e ela jogando. A Jana vendo aquilo ficou passada. Voltamos para baia; a estagiária estava arrependida, queria sair dali, mas não tirava os meus dedos de dentro dela, a excitando. E aquilo de ver o namorado agora sofrendo boquete da Graça e de uma desconhecida mexeu com ela. Jana queria a Carol, que me queria. Eu queria a Jana e resolvi aproveitar. Estávamos os três juntos e eu comecei da bitocas na Jana, no começo ela fez bico, mas foi se soltando, daqui a pouco as duas estavam se curtindo. Enquanto Jana comia o seu prato, eu comia o meu. Jana já estava muito além para não resistir a pica e assim foi, ela aceitou meu beijo, meus dedos e o meu pau. Ela não sabia o que era aquilo de verdade há uns cinco anos. E curtia a Carol, agora sendo traçada pela Jana, pelo namorado. A Graça pegava uma outra garota.
Pedi ajuda ao cara para comer Jana! Jana via a Carol sendo comida por uns três caras, enquanto eu e o Cris derramava leitinho na Jana.
A Graça quando viu quis participar e chamou uns três caras para a Jana beber o leite deles. As duas se libertaram ali uma da outra. Carol virou uma devassa. O Cris casou com uma garota que ele conheceu naquela noite.
CASAL DE PASTORES E UMA AVENTURA REAL
sexta-feira, 8 de março de 2019
NA CASA DO IRMÃO
La tem um jovem de 1,90 m, moreno cabelos curtos e muito carinho e brincalhão, não sou exemplo de gostosa mas dou pro gasto.
Ele é casado, chamei uma amiguinha Bruna de 9 anos e outra com 12 que se chama Laís, para irmos na casa dele para fazer uma visita com a desculpa de fazer os um trabalho da escola já que ele tem um pc em casa, nossas mães deixaram e fomos por volta de 14 horas.
Chegando la ele estava sozinho, mas nos chamou para entrar, a mulher dele estava trabalhando, eu tenho de 12 para 13 anos, eu vestia uma de saia na altura do joelho, bem solta e uma blusinha de alcinha; minha amiga de nove estava de short e camiseta; e a minha amiga de 12 com uma sainha bem curtinha e uma blusinha de alcinha folgada e sem sutiã, ela já tem um corpinho bem definido e bonito.
Chegamos lá vimos o pc na sala, logo fomos procurar, temos o costume de brincar com ele ele nos pega no colo, tudo sem maldade, até que começamos a falar que a Bruna estava namorando e ela disse nada envergonhada, ele disse que não havia problemas desde que o garoto a respeitasse.
Dai começamos a brincar, começamos a rolar na sala eu a Laís deixamos a Bruna no pc com o Mauro, eu estava usando um biquíni por baixo bem minusculo, notei que ele estava, me olhando e me fiz de desapercebida só pra provocá-lo, a Bruna estava sentada e se levantou para brincar também
Fomos para varanda do fundo e lá começamos a brincar com água, molhamos o Mauro e ele disse que ia nos molhar, fizemos a festa até o momento que desafiamos ele a segurar nós três, ele tentou, mas conseguimos ou ele deixou nos derrubá-lo no piso começamos a pensar o que faríamos com as roupas molhadas, ele disse que se quiséssemos ele podia por na maquina que secava, mas teríamos que secar uma de cada vez e esperar no banheiro até secar na máquina, a Bruna falou porque você não fica de sunga e nós ficaríamos de calcinha e sutiã?
Ele falou só que vocês, depois não podem sair por ai falando isso,se não o que vão pensar?
Nós topamos e tiramos as roupas e ele colocou na maquina, começamos de novo a usar a mangueira de água e logo estávamos de novo no piso molhado, a Bruna e a Lais estavam de calcinha de pano e logo notamos que eram meio transparentes. a Bruna sem sutiã sugeriu que eu também tirasse o meu. Eu disse que como ja estão as duas também vou tirar, eu; perguntei ao mauro, ele disse pode.
Sua cueca estava com um grande volume no meio das pernas e ele tentando esconder; perguntamos o que era aquilo, como se eu não soubesse, ele tentou desconversar, dai tentamos passar a mão, ele fugindo de nós e nós atras dele até que a Bruna segurou a cueca e ela rasgou e vimos quele pau enorme que nem ele tentando esconder com a mão conseguia.
Ele disse que já que o tínhamos visto pelado, teríamos que tirar as calcinhas também, assim fizemos.
;ele chegou perto e começou a passar a mão na Bruna. eu e a Laís a passamos mão no seu pauzão, que estava enorme e duro, ficamos excitadas e a Bruna que estava mais oferecida começou a chupar o pau dele, ele foi chupar minha chana e a da Laís. Nossa que loucura!
Ele perguntou se ele podia enfiar o pau em mim na minha chana, disse que sim, mas a Bruna disse que queria ser a primeira porque ainda era virgem, ele foi e enfiou bem devagarzinho e ela gemia e quase chorava porque era grande aquele pau, depois ele enfiou em mim e por ultimo na Laís.
Nós o chupamos e o masturbamos a tarde toda, já no fim da tarde ele voltou a falar que se nós cantássemos a alguém ele não faria mais, porque não deixariam mais, dissemos e cumprimos até agora, vestimos nossas roupas, dai eu e a Laís fomos embora e a Bruna ficou lá. Chegamos em casa e dissemos que não havíamos encontrado e que remarcaríamos para outro dia que e o Mauro tivesse em casa, que tínhamos encontrado a metade, o porque da demora, dissemos que havíamos demorado porque tínhamos ido tomar sorvete e depois levar a Bruna na casa dela que era longe, para mãe da Bruna ela disse o contrário que tinha vindo na minha casa e depois à dela.
quinta-feira, 7 de março de 2019
CASADA, EVANGÉLICA E SAFADA V
Me chamo Marcos e quem leu os contos anteriores, já sabe de um lance que estou tendo com uma mulher casada, linda, evangélica, gostosa, seu nome é Cleide.
Eu moro em Araguaína-TO, temos mantido em absoluto sigilo da nossa relação, pois sou casado também, porém cada dia que vejo a Cleide meu tesão fica maior por ela e, ela diz sentir o mesmo por mim.
A Cleide, quando a conheci ela era bastante tímida, porém hoje ela já está bem mais solta. bom deixamos de lado os elogios e vamos continuar.
Após ter enchido a boquinha da safada de porra e ela ter reclamado que não avisei-a sobre meu gozo, a safada estava mais calma, havia bebido porra e e segundo ela, não foi muito bom; eu disse que a putinha com quem iria sair, ela beberia tudo, a Cleide apenas sorriu e isso foi muito bom, porém estava tarde para ambos e como somos casados, tivemos de fazer tudo muito rápido devido a hora; pra quem é homem, as vezes a coisa demora um pouco a ficar no ponto novamente, mas tínhamos a solução, assistir alguns filmes e ver o que acontecia, e assim fizemos.
Ligamos a tv e passava um filme brasileiro, não me recordo o nome, porém era um filme com a Mônica Matos, aquela gostosa, eu disse a Cleide:
– Essa mulher aí, é muito safada, gostosa, veja as cenas dela, ela se doa para o sexo.
A Cleide não tirava os olhos da cena em que a Mônica estava fazendo, o cara a comia de todo jeito e a Cleide quase não piscava, eu já estava de pau duro e disse a ela:
– Vem cá mamar gostoso!
– O que? mamar? hum, tu tem cada conversa hein!
– Não reclama, anda logo, vamos?
E ela veio e começou a me chupar gostoso, a deitei na cama e começamos um delicioso 69, ela disse:
– Nossa, que delícia! Nunca havia feito isso.
– Nossa o Fábio merece mesmo é levar chifres! Ela sorriu, eu disse: “é sério, como é que o cara não chupa a própria esposa?”
– Ele só transa e se deita de lado.
– Olha, hoje queria te comer gostoso, mas o tempo está passando rápido demais.
Então não para por favor!
E voltei a chupá-la, metia a língua lá dentro bem fundo, ela gemia com meu pau na boca dela, hummm! Estava delicioso; eu sugava, beijava, lambia aquela boceta, enfiava uns dedos bem gostoso na boceta dela, mordia ela toda e a safada parou de me chupar e começou a gemer e a dizer:
– Nossa tá bom, tá muito bom, não para por favor, não para, deliiiiicia!
Não demorou muito e ela gozou bem gostoso na minha boca. tremendo todinha ela disse:
– Nossa o que foi isso, que sensação deliciosa!
– Quero te comer gostoso, vem safada?
Levantei-a da cama, tasquei-lhe um beijo delicioso e a coloquei de frango assado e meti bem fundo naquela boceta, arrancando um gritinho de aihhhhhh delícia… aquilo me deixou de pau mais duro ainda, eu comecei a castigar aquela safada, metia bem fundo e depois ficava só colocando a cabecinha, ela começou a pedir:
– Coloca até o talo, tudo, tudinho.
– Como? não entendi.
– Entendeu sim, põe tudo, tudinho.
Eu enterrei e ela voltou dar um outro grito, só que mais alto, eu comecei a bombar rápido e gostoso, a meter fundo, xingava ela: “toma sua cadela safada, tu não querias rola, sua puta”.
– Queria sim, muita rola, me dá, me dá, vai vai vaaaaaaaaaaiiiiiii!
Eu estava maluco, a virei e a coloquei de quatro e soquei bem forte na boceta da safada e dei um tapa na bunda dela, ela disse:
– Não faz isso não,
– Por que não, você não gostou?
– Gostei,mas é que pode ficar a marca ,dai eu tô ferrada.
Eu parei, mas continuei a meter, até gozar dentro dela, tirei a camisinha e cai de lado na cama, ela veio, deitou-se do lado e encostou a cabeça em meu peito, eu disse: “o que achou?”
– Bom demais, amanhã quero de novo
– Tá começando a ficar como eu gosto.
Ela sorriu e me beijou, parecendo que éramos namorados quando se tem o primeiro beijo, vi um lindo sorriso daquela safada, que agora se tornara minha putinha de plantão.
um dia eu vou comer o cuzinho dela e o dia que acontecer relatarei aqui. até a próxima….
LEIA ESSE CONTO: https://www.casadoscontos.com.br/texto/201902628
CASADA, EVANGÉLICA E SAFADA IV
segunda-feira, 4 de março de 2019
CASADA, EVANGÉLICA E SAFADA III
- Não sou puta, se você quer saber.
- Hoje vai ser. e o clima foi esquentando novamente, quando entramos no motel, a safada foi logo ligando a TV, só que a TV não estava no canal pornô, ela perguntou a mim:
- Marcos, onde coloca naquele canal?
- Hummm, gostou foi?
Ela sorriu e disse: "estou curiosa para ver o que tá passando.
- É só mudar de canal.
A safada rapidamente achou o canal pornô, e a cena era dois homens fazendo uma DP na gata, ela disse:
- Nossa, não acredito que ela aguenta os dois.
Eu apenas me aproximei dela e comecei beijando-lhe as costas, sua nuca, e fui tirando sua blusa, ela começou a gostar e soltar alguns gemidos de prazer. Eu puxei sua cabeça de lado e lhe tasquei um delicioso beijo, ela gemia gostoso, tirei sua blusa e depois seu sutiã, deixando-a de seios de fora. Chupei cada um bem de leve, a deitei sobre a cama, tirei sua saia e sua calcinha, comecei a chupar sua boceta bem gostoso, chupava, mordia, lambia e a safada gemendo gostoso, e dizendo:
- Hummm, hummm, nossa, que delícia!
Eu com uma das mãos acariciava seus seios e com a outra comecei a introduzir um dedo em seu cuzinho. Ela, rapidamente levou sua mão e tirou a minha de lá, eu forcei novamente e de novo ela retirou minha mão, mas de tanto insistir ela deixou, ela gemia gostoso, e depois de uns minutos chupando aquela xana, eu a chamei e disse:
- Cleide, pega a camisinha e coloca aqui no meu pau".
Ela correu, pegou a camisinha e colocou nele, eu comecei a penetrá-la, na posição papai e mamãe e a ela começou a dizer:
- Isso, mete gostoso, me faz sua puta, me enlouquece."
Ela estava louca para sentir teu pau em minha vagina, eu meti devagar, as vezes tirava o pau para fora deixando só a cabecinha lá dentro, ela ia a loucura e falava:
- Coloca tudo, eu quero tudo, tudinho, por favor!
Eu judiei dela um pouco e, depois a coloquei de quatro na cama, e meti novamente, só que desta vez sem dó, empurrava nela com muita força, arrancando gritos daquela puta safada, e comecei a xingar ela, dizendo:
- Toma nessa boceta, sua puta safada, sua vagabunda, não era isso que você queira.
- Sim, era isso, mete gostoso, vai, vaiiii!
Eu puxei seus cabelos e comecei a meter mais forte e com a outra mão, meti um dedo em seu cu, ela olhou para mim e disse:
- Tira o dedo por favor!
- Eu tiro se você disser que tá ruim ele aqui.
Ela sorriu e disse: "tá muito bom, tá bom demais!"
- Então toma sua vagabunda safada, teu marido não te come assim né, sua puta:
- Não, ele não come não. fode gostoso, fode, por favor!
- Mudamos de posição, ela ficou por cima e eu comecei a atiçar ela: "safada, gostosa, na próxima vez, seu cuzinho vai ser meu."
Ela sorria e apenas pulava sobre mim, de repente a safada começou a gemer gostoso e a dizer que estava sentindo uma sensação maravilhosa. eu disse:
- "Goza sua putinha safada", e ela gozou gostoso, e eu ainda não tinha gozado, pois já havia gozado antes, no carro.
Voltei a ficar por cima dela, e meti forte e comecei a bater em sua bunda, e ela disse:
- Para se não meu marido me mata, se ver machas de mão.
Ai, eu parei e continuei metendo nela, xingando-a de vadia, safada e ela:
- Mete, põe tudo, coloca, me deixa maluca, seu filho da puta!
- Hummm, tá começando a desabrochar a putinha né?,
- Cala a boca e me come, come gostoso, safado!
Aquelas palavras me deixaram maluco e eu gozei dentro daquela boceta gostosa, claro que enchi a camisinha, mas foi demais, caímos os dois suados na cama, Eu fiquei acariciando-a por um tempo e depois ela foi se lavar, eu também fui, e nos beijamos ardentemente e ela me confessou que ficou com um gosto estranho na boca após beber porra, mas que gostou.
Eu sorri e disse, pois vá se acostumando, porque você vai beber muito mais, a safada sorriu e tornou a me beijar. depois eu conto como finalmente comi o cuzinho da Cleide. hummmm, só de pensar fiquei maluco aqui!
domingo, 3 de março de 2019
CASADA , EVANGÉLICA E SAFADA II
sábado, 2 de março de 2019
CASADA, EVANGÉLICA E SAFADA I
Conheci uns vizinhos de um amigo, que moram próximos de minha mãe, e sempre que iria visitá-la, os cumprimentavam, eles são casal jovem, o marido tem 25 anos e a esposa 21, e tem uma filhinha de 2 anos, o nome da esposa é Cleide, uma mulher linda, que na primeira vez que vi, fiquei aceso por ela, mas sempre respeitando meus limites.
Com o passar dos tempos, eles me disseram ser evangélicos e papo vai papo vem, a gente começou a ficar amigos, as vezes ia na casa deles com minha esposa e filhos e passávamos bons momentos juntos e eles também, sempre vão lá em casa.
Bom certo dia, me matriculei em um curso de informática, para aprender a fazer planilhas de Excell, pois não tinha muito conhecimento do mesmo e para minha surpresa, a Cleide também havia se matriculado lá, daí sempre nós falávamos e etc. até que certo dia, nossa conversa chegou no assunto sexo, ela disse que seu marido era muito carinhoso e etc. Eu disse que também era muito carinhoso, mas que gostava mesmo era de um sexo bem selvagem, ela sorriu, disse que não sabia nem como era esse sexo selvagem, que seu marido foi seu primeiro namorado e etc.
Bom, eu disse a ela, que conversasse com ele, sobre isso, ela disse, nem morta, ele não gosta de falar sobre isso.
Eu disse a ela e por que não. Ela disse, ele é tradicional, gosta das coisas certinhas e etc.
Num impulso, eu disse a ela, se você quiser posso te dar algumas dicas e você faz com ele, ela ficou sem graça e não disse mais nada.
Passaram-se os dias e de repente ela falou assim, hoje eu queria sair mais cedo, antes do curso terminar, mas meu marido não pode vir me buscar, eu disse a ela, eu posso te levar se você quiser.
Ela disse, que não queria incomodar, porém com minha insistência, ela aceitou e saímos. No trajeto perguntei se ela tinha falado com o esposo sobre o sexo selvagem, ela riu e disse que não, mas que se eu quisesse dizer a ela como funcionava, nossa eu fiquei de pau duro na hora e acho que ela percebeu, porém até aí tudo bem, disse a ela alguns detalhes e ela disse:
- Nossa, deve ser muito bom, mas meu marido, não toparia isso, nem morto. eu disse:
- "Olha Cleide, você é uma mulher linda, nova, e deve se manter para seu marido, porém se você tiver afim, eu te mostro algumas coisas na prática".
- "Está louco Marcos, e sua esposa, se ela sabe de umas conversas dessas, ela me mata."
- "Ela não precisa saber, se você tiver afim, a gente vai para um motel amanhã e daí a gente só faz algo se você quiser."
- "Você é louco", e nada mais falou.
A deixei em casa e pensei comigo," estou ferrado, ela vai ligar pra minha esposa e contar tudo". Eu fui para casa e no outro dia, fui ao curso e lá estava ela, dei-lhe boa noite e quando fui entrar na sala ela disse,
- "E o nosso combinado."
Nossa eu disse, eu: "estou disposto e você".
- "Vamos, antes que eu me arrependa".
Saímos e fomos direto para um motel, chegando lá, liguei a tv e já apareceu um cara enrabando uma mulher, ela disse:
- "Nossa, o cara tá metendo no cu dela".
- "Sim, você nunca deu o cuzinho?"
- "Não, ela disse, nem morta."
- "Isso faz parte do sexo selvagem"
- "Nem pensar".
Eu sorri e falei: "vou ao banheiro."
Ela disse: "Está bom.
Eu fui ao banheiro e fiquei de lá observando ela vendo o filme, depois de alguns minutos, sentei ao seu lado e fiquei vendo o filme com ela, e ela não me olhava nos olhos, somente para tv, eu nada falei, somente peguei sua mão e coloquei sobre meu pênis, por cima da calça mesmo, ela tirou na hora, eu tornei a colocar a mão sobre meu pênis e daí ela deixou a mão parada, porém começou a mexer devagar e aquilo foi em excitando muito, eu abrir o zíper e ela pegou nele, porém não olhava para mim, somente para a cena na TV, eu perguntei se ela estava gostando da cena ela só balançou a cabeça dizendo que sim, eu abrir sua blusa, e ela não esboçou reação nenhuma, e vi seus lindos seios, nossa, que delicia, lindos, médios, bicos rosados, durinhos, comecei a acariciá-los e perguntei a ela, se poderia deitá-la sobre a cama. Ela concordou e daí tirei toda a sua roupa, ela não deixou eu tirar sua calcinha, eu concordei e comecei a sugar seus seios, ela começou a gemer gostoso e subi até sua boca e tasquei-lhe um beijo gostoso e demorado, ela retribuiu como se fosse um sorvete, um beijo cheio de tesão, eu tirei sua calcinha e desci beijando ela toda até chegar em sua boceta; estava com muitos pelos, mas meti a língua e suguei gostoso, enquanto minhas mãos apertavam seus seios, ela gemia e faltava empurrar minha cabeça para dentro dela, e eu a fiz gozar gostoso, daí antes dela pensar eu puxei-a pelos cabelos e disse:
- "Vem aqui puta safada e chupa meu pau, sua vadia".
Ela veio e caiu de boca, eu falei: "chupa direito sua vadia, e meti até o talo na boca dela, meu pau mede 18 cm apenas, e ela o engoliu tudinho com sua linda boquinha, daí a joguei na cama e disse:
- "Fala o que você quer fazer sua cadela safada?"
- "Me diz você"
- "A vadia gosta de levar pau nessa boceta."
- "Sim, eu quero".
Eu coloquei uma camisinha e chequei perto dela e disse.
- "Fica de 4 sua vagabunda."
Ela se virou e eu meti em sua boceta, e comecei a meter forte e depois comecei a bater em sua bunda e xingá-la de safada, de cadela de puta, ela gemia alto e falava
- "Me come, vai ... come sua amiga."
- "Você não é minha amiga, você é minha putinha de hoje em diante vai ser fodida sempre."
- "Vou sim, mete mais forte, vai me arregaçar seu filho de uma puta."
- "É isso aí, safada",
Depois a virei e a comi na posição frango assado, metia forte, xingava ela, e disse que iria gozar e que iria ser eu seu rosto.
- "Não por favor!"
Eu tirei meu pau e rapidamente gozei sobre ela, melando, rosto, cabelo, boca, tudo. ela saiu correndo para o banheiro e se limpou. Quando voltou, perguntei a ela, o que ela a achou, disse: "nossa que delícia, quero mais".
Eu disse, amanhã faremos mais e saímos. Deixei-a em casa, mas no dia seguinte ela não foi na aula, e isso era numa sexta feira, só a vi no domingo, quando fui visitar minha mãe e daí a vi, conversamos e marcamos para um outro dia. Esse conto aconteceu em Araguaína-TO. Depois conto como foram os próximos encontro dessa gostosa que agora se tornou minha putinha.