quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

EVANGÉLICA, MEU PRIMEIRO HOMEM FOI MEU PAI

De família evangélica, quando me tornei mocinha passei a conviver com um monte de dúvidas na minha cabeça. No colégio convivendo com meninas mais assanhadinhas, acabava ouvindo histórias de sexo de uma ou de outra que praticava com seus namorados, e até com homens mais velhos: tipo professores. Em casa, passei a ter o vicio de ficar me exibindo nua na frente do espelho olhando pra minha bundinha e até pra minha xoxota imaginando quando é que eu ia começar a fazer sexo com alguém... Tinha medo até de arrumar namorado devido minha mãe ficar constantemente me enchendo de perguntas sobre minhas amizades com os garotos do colégio. Também de tanto ouvir histórias, acabei aprendendo a tocar na minha vagina até conseguir ter um orgasmo... Era simplesmente delicioso. Meu pai apesar de ser um homem muito rígido em casa e frequentar a igreja, não era tão fanático como minha mãe. Meu pai tinha a mania de ficar muito no terraço onde ele tinha uma rede e gostava de tirar um cochilo em época de calor... Eu e minha mãe raramente subíamos no terraço por ter uma escada estreita de madeira não muito confiável. Um amigo do meu pai chegou à nossa casa, e, sabendo que meu pai estava no terraço chamei e não fui atendida... Resolvi subir. Subi, e tive uma enorme surpresa ao me aproximar da rede onde meu pai estava dormindo e até roncando. Ele tinha uma revista de mulher pelada sobre seu peito e seu short arriado com seu pinto (mole) todo de fora. Fiquei por um tempinho olhando aquela linguiça cabeçuda e grossa (tipo salsichão) até ter coragem pra colocar a mão no ombro do meu pai, sacudir e chamar. Ele abriu os olhos e rapidamente tomou ciência de tudo... Pulou de sobre a rede, puxou o short e escondeu a revista atrás das costas.
- Desculpe pai; é que o Sr. Milton está lá embaixo.
Eu estava nervosa, mas ele parecia estar muito mais do que eu.
- Tá bom Olga; já vou descer.
Meia hora depois, o amigo foi embora e meu pai me chamou na sala. Cheguei cabisbaixa e ele me fazendo sentar no sofá e segurando por baixo do meu queixo.
- Você não vai contar pra ninguém o que viu; não é?
- Lógico que não pai!...
Claro que fiquei com aquela imagem por muito tempo na minha cabeça... Mas com o tempo fui até esquecendo. Era um domingo, minha mãe fez suco de laranja, e arrumando uma bandeja com alguns biscoitos me pediu pra levar pro meu pai que estava lá no terraço... Rapidamente lembrei do dia em que vi seu bilau pra fora do short. Subi, e antes de me aproximar:
- Pai???...
- Oi filha; pode chegar aqui!...
Notei que ele escondeu uma revista entre seu corpo e a rede. Mas ele ao sentar na rede pra pegar o sugo e o biscoito que deixei sobre um barril do lado da rede servindo de mesa, a revista ficou à vista... E novamente era de mulher pelada. Ele olhando pra revista e pra mim:
- Quer ver a revista Olga?
- Não pai!...
- Pode ver filha; só sua mãe é que não pode nem sonhar que eu ando vendo esse tipo de revista (risos).
A curiosidade me fez pegar a revista, e sentada num banquinho de madeira ao lado da rede comecei a folhear. Acho que fiquei rubra instantaneamente ao ver logo a primeira foto: uma loira peituda com sua vagina quase toda depilada exposta numa pose erótica. Meu pai do meu lado:
- Eu escondo essas revistas trancadas dentro daquele armário (de ferramentas); gosto de ficar olhando!...
Pensei comigo: "safado". Ele terminou o lanche e voltou a deitar na rede... Devolvi sua revista e ia pegar a bandeja:
- Fica um pouco aqui comigo; fica?
Até parecia que aquele homem não era o meu pai que eu conhecia: sério e cri-cri. Ele abrindo a revista numa determinada página me mostrando uma morena peladona:
- Essa parece um pouco com você; não parece?
- Que isso pai? Acho que nem um pouco.
- Não ela pelada filha; só de rosto!...
- Só o tipo de cabelo; do resto, muito diferente de mim.
- (risos) É mesmo né? Nunca te vi pelada pra querer fazer essa comparação...
- Pai?! Não tô te reconhecendo...
- (risos) Nem eu filha; acho que ando ficando maluco de tanto ver essas mulheres peladas.
Eu olhava pro seu short que tinha um volume grande aparecendo... Ele percebeu e levou a mão por dentro do short que me deixou curiosa.
- Tem que tomar cuidado é com a mãe; né?
- Com você não preciso me preocupar? 
- Comigo não pai; acho que até te entendo...
Pra mim, o problema era minha mãe que tinha virado uma fanática religiosa e só vivia pra casa e pra igreja; talvez deixando meu pai literalmente na mão.
- É mesmo filha? 
Fazia muitos anos que eu não tinha uma proximidade tão grande com meu pai... Reclinei dando-lhe um beijo:
- É pai... E pode contar comigo; tá?
Ele tirou a mão de dentro do short e fez um carinho no meu rosto:
- Pai????? Logo com essa mão que tava lá nele?
- Ih! Perdão filha... Ficou com nojo; não é?
- Tô brincando pai; não fiquei com nojo não!...
Acho que estávamos chegando ao auge da sinceridade... Ele me puxando pra me dar um beijo:
- E se eu te mostrar ele?
Eu sem um pingo de vergonha e dando-lhe um beijo na ponta do nariz:
- (risos) Você não lembra que eu já vi?
- Mas faz tempo né filha? Mas hoje, você quer ver?
- Quero!...
Ajeitei-me pra olhar pra trás e ver um membro de +- 18 cm... Eu que só tinha visto de criancinhas:
- Nossa pai; é grandão assim mesmo?
Ele pegando minha mão e fazendo segurar aquela coisa dura e palpitante:
- Tá com medo filha?
Fiz carinho e procurando ver os detalhes:
- Não... Só que eu nunca tinha visto um desse tamanho!...
- Menor você já viu?... E você já deixou alguém fazer alguma coisa com você?
Eu sem largar e dando-lhe outro beijo:
- Bobo!... Só vi de bebê de colo... Nunca nem namorei pai; como poderia?
- É né filha; acho que essa nossa religião tá atrapalhando tudo; né?
- Tá sim pai; só vivo com medo de me envolver com alguém!...
- Quer que eu te ajude a mudar isso?
- Como pai?
- Eu posso te ensinar tudo; você quer?
- Mas isso não é pecado?
Enquanto eu ainda segurava seu pinto duro, ele fazia carinho na minha bunda por cima do vestido:
- Nada nesse mundo é pecado, se duas pessoas desejarem a mesma coisa!
- Então eu quero pai!...
Levei um susto quando ele enfiou a mão por baixo do meu vestido e chegou na minha calcinha:
- Calma filha; você não quer que eu lhe ensine?
- Noooosssa pai; é que estou ainda com um pouco de vergonha!
Ele com o dedo chegou a calcinha pro lado e ficou passando entre meus lábios vaginais:
- É gostoso filha?
- Muuuiiiito pai... Hummmmmmm!!!!
- Sua mãe daqui a pouco vai pra igreja; não vai? Você deixa eu te ver peladinha?
- Mas, mas; hoje pai?... Tá... Tá bom; na hora que eu for tomar meu banho eu deixo.
Meu pai desceu na hora da minha mãe ir pra igreja, onde ela aos domingos cedo ajudava outras mulheres a fazerem um faxina geral. Corri pro banheiro, tirei toda minha roupa e entrei em baixo do chuveiro. Minhas pernas tremeram quando a porta abriu e meu pai entrou e se aproximando:
- Nossa filha; você tem um corpo muito lindo!...
Eu que só vivia com aquelas roupas largas e compridas, sendo vista pela primeira vez nua por um homem fiquei até atordoada de tanto nervosismo... Mas em nenhum momento tentei esconder meu corpo... No fundo eu desejava intensamente ser admirada e tocada por um homem; mesmo que fosse pelo meu pai. Eu toda molhada, ele me puxou pra mais próximo da porta do box e começou fazendo carinho nos meus peitinhos. Depois, ele colocou seu pinto duro pra fora da calça e foi com uma das mãos pro meio das minhas pernas passando o dedo na minha bucetinha enquanto beijava e chupava meu peitinho... Segurei novamente seu pinto:
- Nooooossssa pai; tô ficando com meu corpo todo mole!...
- Quer que eu te leve lá pro seu quarto?
Disse que sim, e ele me pegando no colo foi até meu quarto colocando-me de pé sobre a cama pra pegar a toalha que estava na minha mão e começar a me enxugar... De repente fiquei até com medo de que aquilo tudo fosse somente um sonho. Mas ele me fez deitar e foi direto com a boca na minha perereca. Eu que só tinha ouvido falar de sexo oral, fiquei tensa por pelo menos um minuto até começar a sentir um prazer que jamais poderia imaginar... Tive um orgasmo mil vezes mais gostoso de quando eu fazia com meus dedos. Quando ele me mandou ficar de quatro e começou a arriar suas calças, fiquei preocupada:
- Mas pai; e a minha virgindade?
- Preciso pelo menos colocar na sua bundinha filha... Não estou aguentando mais de tanto tesão por você!
Algumas das minhas colegas já tinham me dito que gostavam de dar a bundinha. Mas depois que meu pai molhou meu ânus com saliva e começou a empurrar é que fui ver que realmente a primeira vez era difícil como me contaram... Como uma penitência, aguentei enfiar tudo e começar a socar pra dentro e pra fora várias vezes até soltar todo seu gozo dentro de mim. Ele me beijando antes de me deixar ir até o banheiro:
- Adorei filha; você é maravilhosa!...
- Eu também gostei pai!...
Fiquei com meu ânus ardendo pelo menos por uns três dias. Só no sábado a tarde é que subi pro terraço sabendo que meu pai estava lá me esperando. Novamente ele colocou seu pinto duro pra fora do short pra eu ficar brincando... Tive que arriar a alça do meu vestido pra ele chupar um dos meus peitinhos:
- Deixa meter novamente em você?
- Na bundinha pai?
- Por quê? Você quer deixar na xoxota?
- Muito pai; mas hoje vai na bundinha mesmo, tá?
Eu mesma fui tirando minha calcinha enquanto ele foi até muro dar uma olhada pelos arredores da casa. Voltou, fez-me ficar deitada atravessada sobre a rede com minha bunda pra cima, e depois de dar uma molhadinha no meu ânus novamente enterrou tudo e ficou socando até encher minha bundinha de esperma. No domingo assim que minha mãe saiu pra igreja, ele foi até meu quarto e levantando meu vestido tirou minha calcinha e novamente caiu de boca me levando ao paraíso. Mas quando fiquei de quatro pra ele, e ele já ia me preparar; resolvi:
- Hoje, tira minha virgindade; tira??!!
- Mas filha; você quer mesmo?
- Quero sim pai; vem! Vem!
Fiquei na mesma posição (de quatro) e ele vindo por trás começou a passar seu pinto entre os lábios vaginais até achar o buraquinho... Foi forçando e logo senti meu hímen sendo rompido:
- Noooossa! Isso é bom demais filha!...
- Aaaaiiii! Aaaaiiiii! Não para pai; continua! Connnntinuuuuuua!...
E veio uma sequência de bombadas na minha bucetinha que urrei feito uma cachorrinha, e apesar da dor acabei tendo um delicioso orgasmo antes de ele tirar e lambuzar minhas nádegas com seu gozo. Já sem cabaço, era quase todos os sábados no terraço, e no domingo no meu quarto, meu pai me fodendo bem gostoso. Fiquei logo noiva de um rapaz também evangélico; mas continuei dando pro meu pai. Hoje sou casada e mesmo assim não consigo ficar sem transar com meu pai por muito tempo. 

fonte de consulta:https://www.contoerotico.com/conto/37031/731222/evangelica-meu-primeiro-homem-foi-meu-pai.html

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

EVANGÉLICA CASADA É ABUSADA NO ÔNIBUS

Meu nome é Noêmia, tenho 28 anos. Nasci e me criei na igreja evangélica. Não era muito tradicional mas também não era tão moderna. Usamos somente saias e vestidos e usamos decotes discretos, mantemos a depilação em dias e cortamos o cabelo. Eu sou casada desde os 18, com um rapaz da igreja que meus pais praticamente empurraram mas a gente não se dá muito bem nem na vida nem no sexo. É somente aquele arroz com feijão e eu nunca alcancei o orgasmo com ele. Sou uma morena clara de olhos cor de mel e cabelos bem longos ondulados que geralmente eu uso soltos porque tenho muito orgulho da minha beleza. Sou vaidosa e uso maquiagem discreta porque a igreja reprova maquiagem chamativa. Tenho um belo corpo, modéstia a parte. Meus seios são grandes e os bicos são clarinhos, inchadinhos e apontam pra cima, por isso não uso muito sutiã, embora os vestidos que eu use não deixem muito evidente que estou sem sutiã. Se isso acontece, coloco um cardigã por cima, com cinto e botões, e fica mais discreto. Minha cintura é final e destaca minha bunda, que é grande e empinada. Tenho pernas torneadas e chamo atenção onde vou, mas como geralmente vou somente para o trabalho e para a igreja, me sinto segura. Alguns homens olham e às vezes olham com um olhar muito pecaminoso. Se eu ando sozinha em lugares desconhecidos, recebo cantadas, algumas até bem pornográficas. Já ouvi algumas frases como: “Gostosa, quero te comer toda. Deixa eu te chupar, delícia.”, “Que rabuda, que cuzão tesudo”, “Quero mamar nessas tetas de vaca.” E outras vezes são convites para conhecer, elogios, e essas coisas que os homens fazem quando vêem uma mulher bonita.
Numa sexta-feira de uma semana bem puxada, fui para o trabalho com um vestido branco, que era o único disponível, pois estava com muita roupa suja acumulada. Olhei no espelho e vi que estava um pouco transparente. Dava pra ver a marca da minha calcinha, que era dessas de algodão sem costura, bem leve sobre o corpo, que não apertam e que não marcam muito a roupa. Além disso, tinha alças finas, e era perfeito para sair à noite com meu marido, não para o trabalho. Pus um cardigã comprido azul marinho, passei o cinto ao redor e pronto! Era ótimo porque o clima estava friozinho e eu estava vestida como uma evangélica comportada.

Fui para o trabalho, que foi muito exaustivo. Trabalho na parte administrativa de um shopping e às vezes tem muitos relatórios para preparar, pessoas para contratar e demitir, e atender às solicitações de muita gente. Andei de um lado pra outro o dia inteiro, e como estava de salto alto, no final do dia eu estava muito, mas muito cansada.
Acabei passando da hora, pra piorar. Porque saio às 16:30h, mas como tinha muito serviço fiz hora extra e acabei saindo 18h, e nunca saio nesse horário. Me deparei com as ruas cheias e os ônibus lotados. Triste, porque eu pretendia ir pra casa sentada e tirar os sapatos.
E o dia tinha esquentado tanto que eu estava suada e abafada. Na parada do ônibus mesmo tirei o cardigã e coloquei na bolsa, até senti um alívio do calor, mas logo o ônibus chegou e estava tão lotado que quase não conseguia entrar. Fui me apertando entre uma pessoa e outra e fiquei no meio do corredor, porque nem naquele espaço reservado a cadeirantes consegui chegar. O ônibus é um expresso para um terminal, para em poucas paradas, mas nelas sobem MUITAS pessoas. Então, depois de duas paradas, eu já estava espremida. Não dava para ir pra frente nem pra trás. E ia demorar a descer alguém… Estava tão cansada, que só queria que o destino chegasse logo. Fechei os olhos e segurei com uma mão no ferro superior encostei o corpo no ferro lateral e passei o braço ao redor dele. Estava com os pensamentos longe quando senti alguém passar a mão por baixo da minha axila para segurar o ferro. Olhei, mas não podia nem me afastar. Não tinha pra onde. Paciência, não poderia exigir espaço pois sabia a situação de todos ali. Não achei que havia segundas intenções, e voltei a deixar os pensamentos irem longe… Os dedos e as costas da mão vez por outra encostavam na minha axila, na parte interna do meu braço e na lateral do meu seio. Cada vez que o ônibus sacolejava, eu mesmo acabava esbarrando na mão ali. Então aquele toque já se tornou comum e eu nem percebi nada enquanto pensava na igreja, nos problemas com meu marido, no trabalho…. Demorei a voltar a mim e perceber que a mão agora estava encostada na lateral do meu seio. Ao invés de segurar o ferro, a mão estava com a lateral apoiada no ferro, e os dedos soltos. E assim ficou mais próxima do meu peito. O polegar e o indicador estavam constantemente encostados no meu peito. Quando dei por mim, o dedão se mexia discretamente como acariciando meu seio. Levei um susto, o coração saltou… Eu já tinha ouvido falar de assédio no ônibus mas nunca tinha acontecido comigo. Agora aquela mão tocava meu seio e minha pele se arrepiava levemente. Tentei me afastar mas não tinha pra onde sair. Estava espremida ali. Tentei ir pra trás para me afastar… Que ingenuidade! Acabei me apertando contra o assediador! Voltei mais pra frente de novo e acabei encostando mais na mão. Ou seja: Parecia que eu estava aprovando aquilo e dando carta branca. E o moço entendeu isso mesmo. Tanto que o indicador e o polegar avançaram bem mais sobre meu peito e já alcançavam meu biquinho, que estava arrepiando pelo medo e pelo toque. Ai, meu Deus. Comecei a tentar orar, mas nem conseguia me concentrar. O homem, que tinha uma mão forte e com pelos, parecia mão de um homem 40tão, continuava alisando meu peito e tocando meu mamilo, que estava se arrepiando mais e já estava quase durinho. E ele, com a maior ousadia, começou a tentar beliscar meu biquinho. E quanto mais beliscava, mais arrepiava e eu comecei a suar… E ele conseguiu. Apertou meu biquinho e ficou girando por cima do vestido.
Olhei para as pessoas sentadas no banco à minha frente e era um casal. Os dois cochilavam, a garota com a cabeça no ombro dele e ele com a cabeça pra trás, no encosto do banco, com fones de ouvido. Não sabia se achava ruim por não poder pedir ajuda, ou bom por eles não estarem vendo.
O homem então largou meu biquinho e eu fiquei aliviada, achava que ele ia parar, mas ele pôs toda a mão em cima do meu peito. Encheu a mão e apertou. Ai, meu Deus! Eu estava em desespero, tremia toda, suava, e como já estava cansada demais, estava com as pernas bambas. Ele apertou e ficou alisando o meu peito passando os dedos ao redor dele todo… E achou a lateral do vestido, perto da axila. Percebendo que tinha uma brecha ele foi enfiando os dedos por lá. Primeiro o indicador, depois o médio… E agora ele estava tocando a pele do meu peito. Eu estava paralisada de terror. Não tinha reação. Queria gritar mas a voz não saía. Só respirava fundo, o coração aos pulos e quando ele apertou forte o biquinho do meu peito por dentro da blusa, puxando e rodando, eu soltei um gemido tremido, que parecia mais de tesão que de medo. Ouvi o homem dar uma respirada forte no meu pescoço. Ele achava que eu estava gostando… Ouvi quando falou sussurrando: “Tesuda, deliciosa. Vagabunda…” Vagabunda, eu? Ele tava me xingando… Eu era casada, ele que tava me assediando…
A situação foi se agravando… O homem (não tinha visto a cara dele. Queria me voltar pra ver mas não tinha como me movimentar e também morria de vergonha de encarar aquele tarado que se aproveitava de mim) então começou a passar a mão na minha bunda, que antes tava encostada no corpo dele e eu tinha sentido um volume leve na minha bunda, mas estava tão apavorada com os toques no meu peito que não havia me dado conta que ele estava me encoxando.
Mas senti quando a mão começou a passear na minha bunda, alisar o meu rego por cima do vestido e apertar minha bunda e enfiar os dedos pelo meu rego, descendo até mais embaixo.
Ele apertou, alisou, beliscou me fazendo gemer e depois desceu a mão e começou a subir por dentro do vestido. Eu estava com as pernas suadas do calor e do pavor. Senti a mão dele entrando pelo meio das minhas nádegas e invadindo minha bunda que só meu marido conhecia. Nunca tinha feito sexo anal, e não sabia que se sentia qualquer prazer no cuzinho. Foi pra lá que ele foi: levou os dedos no meio das minhas nádegas e foi apertando por cima da calcinha. Apertava no meu cuzinho e tirava. Ficava cutucando, dando várias dedadas seguidas que me provocavam uma sensação muito louca. Era como se eu fosse pular cada vez que sentia ele dar várias dedadas seguidas. E num momento que ele empurrou mais o dedo eu tranquei a bunda de pavor. Acabei prendendo os dedos dele na minha bunda e ele gostou! Ficou tentando empurrar de forma mais forte… Acho que eu estava dando outro sinal que queria os dedos dele ali. Me dei conta disso e soltei, mas assim que soltei ele foi direto procurar a lateral da minha calcinha e enfiou os dedos por dentro. Socorro! Ele estava com uma mão apalpando meu peito de todo jeito e com a outra dentro da minha calcinha com os dedos indo para meu cuzinho, e começou a dedar por dentro da calcinha. E eu? Se eu trancasse ele ia enfiar mais, se deixava solto ele ficava dando várias dedadas seguidas no meu rabinho, que piscava de susto. Senti quando os dedos desceram para baixo do meu cu, e escorregando entre minhas nádegas até chegar na minha bucetinha. Senti os dedos alisando minha buceta crente e casada, que até aquele momento só conhecia as transas sem graça com meu marido. Toda raspada, os dedos dele deslizavam até meu grelo e eu senti um choque de prazer… Me perguntei: Meu Deus! Estou gostando???? Eu não entendi direito o que sentia, mas tive certeza que estava gostando quando ele sussurrou no meu ouvido: “Ahhhh, putinha safada. Se fazendo de santa casada, mas o bucetão tá ensopado.” Nossa, eu tava melada! Não entendi nada, mas meu corpo estava gostando do abuso, do perigo, do medo… A falta de carinho em casa também ajudava muito! Meu marido nunca me tocava os peitos, a buceta, o cu então, nem se fala!
Senti então o dedo dele invadir lentamente minha buceta ensopada. E ela engolia cheia de gula. Meu priquitinho carente parecia estar ansioso por engolir o dedo daquele tarado.
Ele enfiou um dedo inteiro, senti a mão se apertar na minha bunda, e mexer lá dentro, conhecendo o espaço do meu corpo por dentro. Eu agora queria que o dedo entrasse mais fundo, muito mais, e abri um pouco as pernas, empinei a bunda e ele tirou e em seguida enfiou dois de uma vez. Socou e tirou… Empurrou fundo, eu me abria o quanto podia pra sentir bem fundo… Como eu queria agora a rola daquele estranho. Queria que ela fosse enorme e grossa e me rasgasse ali… Fechei os olhos e gemi, ao que ele respondeu socando gostoso e fundo os dedos. Comecei a sentir uma pressão na frente do meu vestido, na altura da buceta. Abri os olhos e vi a mão do homem sentado à minha frente. A namorada (ou mulher, não sei) dormia de boca aberta no ombro dele, mas o braço que passava por cima dela, além de aninhar o sono dela, permitia que a mão dele alcançasse minha bucetinha… Ele alisava por cima do vestido. Claro, ele estava vendo a mão do cara no meu peito, e por sinal, agora meu biquinho escapava da blusa, de tanto que o homem tirou o vestido do lugar…Meu cabelão protegia a visão lateral mas ele via de frente eu gemendo enquanto aquela mão alisava meu peito. E certamente percebeu o movimento atrás de mim. Não me opus, não fiz cara feia nem me afastei (nem podia), e ele pensou que era um sinal para ir em frente. Começou a alisar minha coxa abaixo do meu vestido e subir lentamente… Minha calcinha já estava presa na minha virilha, porque o tarado atrás de mim enfiava seus dedos na buceta que era pra ser somente do meu marido, mas agora ele era um crente corno… Pensei nele vendo aquele homem invadindo meu corpo e isso multiplicou meu tesão. A mão que agora vinha da frente encontrou minha buceta completamente melada, por dentro e por fora, até as virilhas e as coxas estavam meladas. E foi direto apertar meu grelinho…. Alisava e apertava. Tentava beliscar mas não conseguia pelos meus sucos que faziam escorregar.
Ele olhava pra mim com cara de pervertido e tirou os dedos do meu grelo… Foi puxando meu vestido té minha buceta ficar descoberta e eu, já transformada numa puta de esquina, afastei meu corpo (o pouco que dava para desencostar do banco) e encostei de novo, fazendo o vestido prender no banco. Agora ele não precisava segurar. E começou a me fazer uma siririca deliciosa na buceta e encarar ela, raspadinha, vermelhinha, inchada, olhando pra ele. Senti um tesão inexplicável em me mostrar.
Atrás, as coisas evoluíam. Meu vestido também subia e ficava preso no corpo do tarado. Senti seus dedos saírem da minha buceta e achei que ele ia parar, agora o desespero era para não acabar… Mas senti novamente ele cutucar meu cuzinho. Os dedos melados agora entravam fácil no meu rabinho apertado. Minha buceta piscava com aquele dedo cutucando meu cuzinho de crente. Dizem que cu de crente é o mais quente e eu descobri que o meu pegava fogo. Senti o dedo invadir tudo e ele mexia o dedo dentro. Parecia que queria deixar mais largo. Eu mordia o dedo dele com o cu, porque sentia muito tesão. Senti quando ele tirou e também começou a empurrar dois dedos juntos. Aquilo abria minhas pregas e me dava sensação de estar com o cu arreganhado. Era muito excitante me sentir toda aberta. Ele mexia os dedos de todo jeito, parecia querer mesmo arreganhar meu rabinho apertadinho e virgem. Não entendi mas estava curtindo completamente aquilo, que despertou uma puta adormecida em mim. Ele tirou os dedos então e afastou um pouco de mim. Tirou a mão do meu peito, que ficou de fora do vestido, pra se apoiar no ferro e conseguir afastar um pouco. Senti ele se mexer bastante atrás de mim e pensei que ia gozar… Mas eu queria mais. Foi quando comecei a sentir aquela carne quente e dura encostar nas minhas nádegas.
Ele pôs o pau pra fora… Não pensei que ele fosse me comer. Ele tinha colocado o cacete pra fora e estava esfregando na minha bunda e se direcionando para o meu… cu! Ai, ele queria comer meu cu no ônibus? Meu coração saltou e eu sabia que eu desejava aquele cacete dentro de mim. Mas o susto foi tão grande que meu primeiro reflexo foi colocar a mão pra trás para proteger meu corpo. Calma! Meu cu! E então acabei tocando direto naquela rola dura e melada que eu segurei. hummmmmmm… Nunca tinha sentido um pau na mão. Senti o leite que saía da ponta e apalpei ele inteiro. Cheio de veias, a cabeça grande, tinha poucos pelos… Apalpei na base e senti o começo dos ovos… Apertei com gosto e soltei… Deixei apontado para meu rego. E para ele bastou ir deixando o pau escorregar até que a cabeçona se aninhou no olho do meu cuzinho. Me segurei, empinei a bunda o máximo que podia e eu mesma fui me empurrando pra trás. O pau foi entrando fácil. Meu cu estava laceado de dedadas e totalmente ensopado do mel da minha bucetinha gulosa. Senti a cabeça passar e ele começou a bombar devagar. Foi empurrando cada vez mais. Senti o corpo dele colar em mim e o pau entalou no meu cu. Não sei até onde entrou, mas senti ele começar a bombar no meu rabinho guloso. Com o cara da frente apertando os lábios da minha buceta, abrindo, dedando meu grelo, empurrando o dedo com força, eu estava adoraaaaaaaando ser currada ali. As bombadas ficaram cada vez mais gostosas. Mais fundas, mais rápidas e eu esqueci que tava no ônibus. Sentia deliciada, com um peito saindo do vestido, com as pernas bem abertas e a bunda bem empinada aquela pirocona gostosa rasgando meu cu, esfolando inteiro. Gemia agora mais descarada. Eu realmente esqueci onde estava. Ouvia vez por outra: “Que puta..” “é casada, olha a aliança.” “Ele tá metendo no cu dela”, “Que vagabunda gostosa.”
No sufoco do ônibus, algumas pessoas conseguiam perceber tudo. Estava agora muito descarado, né? Eu arreganhada levando um caralho enorme no cu, gemendo safada e rebolando o pouco que podia, mas recebendo aquilo e pensando como seria bom o corno do meu marido estar vendo um desconhecido me arrombar o cu. Eu queria gritar: Ai meu cu, ai meu cuzinho, arromba meu cu. Mas eu falava baixinho, gemia e falava baixinho: ai meu cuzinho…
E bem na hora que estávamos chegando no terminal, eu estava sentindo algo que nunca tinha sentido. O corpo todo estava eletrizado e estava arrepiada inteira e sentindo uma sensação deliciosa com o outro agora esfregando três dedos no meu grelo e abrindo minha buceta, às vezes dando dedadas leves, porque não podia esticar mais o braço.
Senti aquilo subindo e uma vontade de gritar…. Me dei conta que ia acontecer uma coisa que nunca tinha acontecido: Eu ia gozar.. Comecei a repetir: Vou gozar. Vou gozar.. E tanto ele intensificou o esfregar de dedos no meu grelo duro, ele esfregava com muita força, como atrás as bombadas aumentaram e até dava pra ouvir o barulho do pau invadindo meu cu.
O ônibus chegou no terminal, abriu as portas e as pessoas foram descendo, o ônibus ficando vago e eu falando em voz alta, quase gritando: Vou gozar! Vou gozar! Vou gozar…
E os dois falando: Goza, vagabunda. Goza puta. Goza pensando no corno. Goza…
Com espaço no ônibus eu me abria mais, e senti o pau no meu rabo inchar e começar a pulsar. Ele começou a jorrar porra no meu cu e eu gozei exatamente na mesma hora. Me senti eletrizada, arrepiada, um gozo delicioso, indescritível, e as pernas parecendo de papel. Gozei nas mãos do desconhecido e com o pau do homem de trás enterrado no meu cu, enchendo meu rabo de porra.
Foi de longe a melhor trepada da minha vida. Foi a primeira vez que gozei. Não via ninguém mais, mesmo as pessoas olhando – as últimas – enquanto saíam do ônibus. O homem atrás de mim tirou o pau já meia bomba do meu cu e eu finalmente olhei pra trás. Era um coroa grisalho, corpo forte, com jeito de policial aposentado. De cavanhaque. Eu daria tudo que ele quisesse quantas vezes ele quisesse. Quando ele foi saíndo, sorrindo, se arrumou e disse: “Tchau, safada. Que delícia de rabo que eu fodi.” E desceu do ônibus.
O rapaz da frente me olhando deliciado, o pau gigante dentro das calças… Disse sem jeito:
“Preciso acordar minha mulher pra descer…”
Eu me afastei, deixei o vestido descer, arrumei meu peito e fui me segurando nos ferros do ônibus. Desci com as pernas bambas, nem sei como consegui andar. Andei até o banco mais próximo e sentei. Queria dormir naquele banco, recuperar minhas forças.
Um monte de homens me olhava e eu achava que todos tinham me visto dar o cu dentro do ônibus lotado.
Mas na verdade, apesar de alguns realmente terem visto, era por causa do meu vestido chamativo e transparente. Mas não me importei. Os biquinhos ainda estavam arrepiados e dava pra ver pelo vestido. Mas eu estava me sentindo a mulher mais poderosa do mundo.
Comprei uma garrafinha de água, e fui pegar o ônibus pra minha casa. Dormi toda gozada, com aquele vestido e só mais tarde, quando meu marido chegou do trabalho, acordei e fui tomar banho.
Esse acontecimento despertou a puta que existia em mim e agora meu marido é um grande corno. Depois conto para vocês mais coisas que eu fiz. E digo mais: adoro dar o cuzinho...
Gostaram do conto? Querem ter uma ideia do que passei, do que vivi? Gostam de ver encoxadores em ação?
Vejam nesse vídeo logo abaixo uma mulher pegando em cheio no pau de um cara que a encoxou no Bus em SP
Ela não resistiu e literalmente pegou e bateu uma para o cara, nem ele acreditou..

sábado, 27 de janeiro de 2018

ADOREI SAIR COM RAQUEL

Raquel é uma mulher em que o marido a deixou por segundo. A mesma estar fora do peso, com isto para não se estressar, ela voltou a estudar, Com isto acabei conhecendo, conversa vai e conversa vem, lhe contei o meu fetiche por mulher do seu biotipo, o que a deixou muito contente pois muitos se aproximavam da mesma, só para lhe usar e esperava que não fosse o meu caso.

O que lhe falei que era de fato, o meu fetiche tanto e que só de vê-la, eu ficava com um tesão danado em ver o tamanho de sua bunda, coxas, seu peitos; com isto Raquel me falou que estava lhe deixando muito envergonhada, o que lhe falei nada disto e com carinho fui levando a ficar mais tempo comigo e como na escola que estudamos fica sala de aula vazia convidei para irmos para uma o que aceitou e la demos o nosso primeiro beijo e onde Raquel me falou que era evangélica e tudo tinha que ficar em segredo o que concordei.

Com aqueles carinhos acabamos marcando um encontro. Para isto tínhamos que cabular aula. Então ficou para uma quinta feira, em vez de irmos a aula e acabamos indo para uma construção que tinha próximo a escola, e pelo visto era frequentado por alguns alunos quando faltava as aulas, Nós escolhemos um local onde ninguém nos incomodaria. Nisso comecei a beijar, passar as mão pelo corpo de Raquel onde a mesma me falava: "isto meu macho, me faz de sua puta!" Ai ouvimos uma voz que veio de outro cômodo que dizia: "fala baixo sua vaca, que estou comendo minha mina aqui," Dei uma parada, fui até o cómodo, vi que quem estava por lá; era outra amiga nossa que tinha matado a aula, e foi para lá fazer sexo com o namorado que viera lhe ver, por não poder ficar em casa marcaram ali para fazer sexo, o que nos ajuntemos a eles, Como naquele cômodo tinha mais luz fui deixando Raquel nua e com isto comecei a meter a mão em sua boceta e vendo que tinha um colchão ali, deitei a mesma que ficamos ao lado do casal e pude perceber que o namorado da nossa amiga passava a mão na bunda de Raquel que estava por cima de mim já que o mesmo comia a Fernanda de frango assado, como um safado meteu o dedo no cu de Raquel. 

Com isto a safada dizia não tira a mão dai que estou gozando na pica do velho tarado e, com isto aproveitei e dava beijos em Fernanda que me dizia depois quero sua pica dentro de mim viu pois do jeito que Raquel esta gozando deve ser muito gostosa mais mal sabia a mesma que seu namorado estava metendo o dedo no cu dela, o que fazia a safada gemer daquele jeito.

Assim fizemos uma troca de casal e com isto, acabei comendo Fernanda também e com tudo o seu namorado comia o cuzinho de Raquel e a safada gemia e dizia não para soca tudo com força enquanto Fernanda me dizia isto amigo me fode me faz de sua puta, só paramos quando ouvimos o sinal que as aulas estava acabando e com isto com a maior cara de pau la estavamos na frente como estivesemos saido das aulas e fomos cada um para o seu lado...