sábado, 16 de setembro de 2017

O DIA QUE TIVE UM COM A FAXINEIRA

AUTOR: JOSEGATÃO

A mais ou menos uns dois anos atrás quando eu trabalhava em uma universidade, onde eu era inspetor, havia muitas mulheres bonitas que também trabalhavam lá, mais tinha uma faxineira muito gostosa, ela se chamava Moreira, tinha uma bunda maravilhosa e era casada e ainda por cima evangélica.

Um certo dia eu finalmente tive a chance de convidar ela para irmos a um motel. Ela a aceitou, fiquei louco de tesao ao saber que ia foder com uma mulher maravilhosa e casada. Que loucura! Chegando lá no motel com a deliciosa mulher, já entrei é fui logo beijando ela. Fui tirando sua roupa quando eu olhei ela com uma calcinha vermelha fio dental bem enfiada naquela bunda maravilhosa, fiquei louco de tesão ao saber que ia foder aquele rabo gostoso. Aí já fui tirando minha roupas e ela já foi caindo de boca no meu pau duro que já estava latejando de tezão. 

Então ela foi me chupando, Na hora em que eu já estava quase gozando, aí joguei ela na cama e tirei sua calcinha com a boca e dei uma chupada bem dada. Ela gemia de prazer até ela dar uma gozada na minha boca. Que delicia! Aí coloquei ela de quatro e bombei muito aquela boceta gostosa, depois perguntei se poderia colocar no seu cozinho e para minha surpresa ela disse que sim. Aí fui passando o dedo na porta do seu cu e ela ficou rebolando e pedindo vai come meu cuzinho, come então! 

Eu apoiei meu pau duro na porta do seu cu e fui empurrando bem devagar até enterrar tudo. Depois fui bom devagar e é ela rebolava e gritava muito, mas depois de uns tempos nois tevemos que ir embora pois como nois somos casado o marido dela poderia desconfiar e a minha mulher também.

Iso foi só o começo, depois dese dia nós sempre fodemo lá no nosso trabalho como eu tenha a chave e,u que abria dia de sábado, sempre ela chegava sedo e nós transávamos na sala dos professores, no auditório entodos os cantos nós fizemos sexo gostoso às vezes, ela chegava já estava todos trabalhando e ela podia deixar eu dar uma mamada aí nós íamos na sala de aula e lá ela se ajoelharva e mamava muito depois pedia para colocar em sua boceta gostosa aí eu não resistia e mandava ver esse dia falei com ela mais ela disse que estava se separando e já estava com uma pessoa, mas disse que ia pensar. 

Eu sei que nós vamos fazer muita loucura juntos ainda. Espero que vocês tenham gostado se quiser conversar comigo esse é o meu email Josegatao765rt@Gmail.com beijo tem mais. 

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DONA CÉLIA: CASADA E SUBMISSA

AUTOR: SNOW26


Olá, meu nome é Paulo Augusto. Hoje tenho 39 anos, sou casado, com um filho. Atuo como médico do trabalho, numa conhecida empresa da região metropolitana do Rio. Mas o que passo a contar não ocorreu agora, mas quando eu tinha 17 anos. Céus! Lá se vão 22 anos bem vividos. Nessa época, trabalhava de faz tudo numa empresa de contabilidade, embora insistissem em me chamar de boy. Meus patrões eram um casal de evangélicos, muito gente boa, que, fora a cara de patrão que faziam quando eu pedia vales, folgas e coisa do gênero, me tratavam muito bem, eu era frequentador da casa, convivia com os filhos jovens, ia fazer pequenos serviços em troca de um dinheirinho a mais, por menos que fosse e além do mais, eu era muito palhaço e, assim, caí nas graças da família. Ele, com 44 anos na época, ela, com 41, chamava-se Célia. Mas embora se brincasse tanto, nunca houve da minha parte qualquer sinal de desrespeito para com ele, os filhos e, principalmente com a Dona Célia. Seu Valdir, assim ele se chamava, por ser evangélico, não bebia e, obviamente, não tinha muita resistência ao álcool. Tomava de vez em quando, um vinho suave, de maneira muito informal, para relaxar. Certa tarde de feriado, minha mãe recebeu um telefonema da Dona Célia. Ela pedia se eu podia ir à casa dela ajudar com o Seu Valdir que tinha bebido o vinho que eu o presenteara, e ela estava precisando acomodar o cara que era muito pesado, mas estava sozinha em casa. Eu obedeci prontamente, peguei a minha bike, e fui. Chegando lá, vi que o maridão estava mesmo de bode, deitado na área de serviço. Tratei de ajudá-la com ele, carregando-o até o quarto. O detalhe é que enquanto o carregávamos, inevitavelmente a bunda da Dona Célia roçava em mim. Eu, sinceramente, tentava ignorar aquilo e me concentrar no que estava fazendo. Dona Célia era branquinha, de ascendência alemã, mas com formas extremamente brasileiras. Isso digo pelo belo traseiro que tinha, mesmo na sua idade, porém, como já disse, nunca me despertou qualquer pensamento malicioso, embora confesso, eu precoce sexualmente, já tivera algumas experiências. Naquele dia ela usava um vestido caseiro de tecido fino, que realçava ainda mais aqueles atributos. As roçadas continuavam, mas de forma inocente. Pois ela estava mais preocupada em dar sermão no marido que resmungava bêbado, do que qualquer outra coisa. Só que meu pau começou a dar sinal de vida. Ao chegarmos ao quarto e deitarmos o Seu Valdir, eu fiquei em um canto entre a cama, a parede e alguns móveis e ela resolveu se inclinar para ajeitar o marido pesado naquele espaço apertado. Diria que naquele instante tudo começou. Ao se debruçar sobre ele, o vestido subiu mostrando as suas coxas volumosas, quase no limite da bunda e da buceta dela. Aquela visão me deixou louco. No auge da minha adolescência, com um misto de proibição e tesão, meu pau parecia querer saltar da bermuda. Mais louco ainda fiquei, quando ela, sempre preocupada em dar bronca no marido, no intuito de dar a volta na cama para ajeitar o travesseiro, ela desceu e, no caso, teria que obrigatoriamente passar por mim. Eu, a esta altura malicioso, não me afastei, e ela passou ali, naquele espaço apertado e literalmente ralou em cheio a bunda contra o meu pau. Pude sentir a carne macia de seu rabo, sob o vestido. Descaradamente empurrei um pouquinho a pélvis para frente e tive a deliciosa sensação da sua bunda e a divisão do rego espremido no meu tarugo. Depois de acomodar o marido, ela ainda pediu que eu a ajudasse com uns arquivos do escritório para colocar nas prateleiras. Lá fui eu, agora cheio de segundas intenções. Qualquer movimento dela era motivo para eu dar uma roçadinha. Num dado momento ela pediu minha opinião se era para descartar uns papéis e eu me postei bem atrás dela, pertinho do pescoço. Quando dei por mim, já estava encoxando despudoradamente a Dona Célia. Ao que ela reagiu:
-Gu, o que você esta fazendo? Me respeita, rapaz! 
Eu me desculpei, falei que tinha perdido o equilíbrio e tal e me afastei. Mas tinha uma escadinha e fiquei imaginando se ela subiria ali, para guardar aquelas caixas, já arquitetando uma investida. Dito e feito: ela pegou uma caixa daquelas e começou a subir a escada e eu mais que rápido, cheguei junto e com as mãos peguei no seu vestido ao lado das coxas e o levantei até a cintura dela, podendo ver a bunda carnuda, escondida sob a calcinha rosa bebê, que não era fio dental e entrava apenas um pouquinho, deixando à mostra duas polpas avantajadas. Comecei a beijá-la. Ela, pega de surpresa, começou a se esquivar pedindo para eu parar:
-Gu, você tá louco, para com isso! 
E se contorcia toda, tentando abaixar o vestido e descer a escada.
Mas eu não obedeci. Num relance, fixei os olhos enquanto eu a esfregava e vi na transparência da peça, seu rego profundo a dividir aquele bundão. Fiquei doido. Num ímpeto de loucura, com as duas mãos, num só movimento baixei a sua calcinha até os joelhos, deixando livre o sua bundona branca gostosa, contra os movimentos dela.
– Meu Deus, para, menino! Me deixa descer agora! - Ela gritou perplexa. 
Nossa! Que visão inesquecível! Aqueles poros eriçados, o formato arredondado bem ali a minha frente; não resisti, perdi a vergonha e exclamei:
- Que bundona gostosa a senhora tem Dona Célia!
E sem dizer mais nada comecei a esfregar minha cara em sua bunda, cheirando, beijando e mordendo, sob as queixas dela. Mas por mais que ela quisesse, não podia descer, pois se tentasse, nós dois cairíamos. De repente, tive a ideia de abrir a sua bunda com as duas mãos. Ao fazê-lo, senti o cheiro de seu buraquinho rosado bem ali a minha frente e comecei a lambê-lo luxuriosamente. Aí sim, ela deu sinal de vida, também. Percebi que ela começou a gemer, mas sem parar de se queixar. Lambi bastante, até deixar o seu cuzinho bem besuntado. Ela desguarnecida, não se opôs quando aos poucos eu a fui virando para mim, beijando as suas coxas, no intuito de chupar a sua bocetinha. E que buceta! Depilada, mas com alguns pelinhos ralos, pequena e apertada, para uma mãe de três filhos. Suguei violentamente fazendo ela se contorcer toda, inundando a minha boca. Subitamente, ela parou de lutar, alisando meus cabelos, para em seguida aumentar o ritmo. Então ela começou a foder com a minha língua balançando os quadris com movimentos circulares, enquanto segurava minha cabeça para se apoiar. E mesmo envergonhada disse entre os dentes:
– Ai,... Nossa! Vou gozar! Vou gozar! 
O gozo dela veio em seguida, apertando minha boca contra a sua xana encharcada. Louco de tesão, com ela toda mole e com os cabelos em desalinho, a desci, puxando os peitos dela para fora, os chupava de forma voraz. Ela, parecendo ainda estar em conflitos consigo mesma, gemia enquanto levantava e vestia a calcinha e ajeitava o vestido. Então, sentei em uma cadeira e a puxei para sentar em meu colo, levantando seu vestido novamente, mesmo ela de calcinha. Fiquei ali, beijando sua nuca, apertando seu peito e esfregando meu pau em seu bumbum, com a calcinha toda descompensada entrando no rego de um lado e cobrindo a polpa de outro. Dizia o quanto ela é gostosa e que queria comê-la ali mesmo. Ela reclamava, dizia que não era certo o que tínhamos feito e que tinha mais do dobro da minha idade, que ela não traía o seu Valdir e que aquilo era pecado, tentado levantar Contudo, eu reparava que forçava de vez em quando a bunda para baixo, mexendo-se devagar, esmagando o meu pau, ainda sob a bermuda, arfando baixinho. Então lembrei que eu ainda estava vestido e afastando, com uma mão segurava a sua e com outra abri a bermuda, colocando meu bruto para fora. 
– Misericórdia, Augusto, não!- Falou assustada.
Eu puxando-a pela mão, ordenei:
- Por favor, chupa meu pau, só um pouquinho!
Ela se esforçando para sair, dizia que não. E eu em tom autoritário disse mais alto:
-Chupa logo, Dona Célia!
Ela ajoelhando, na minha frente, sussurrou:
- Fala baixo, pelo amor de Deus, Gu! Eu chupo.
E abaixando, passou a mamá-la, em um vai-e-vem discreto, fazendo-me suspirar. De vez em quando, parando o ritmo, sem tirar da boca, só para respirar e retomar o serviço em seguida. À medida que eu seguia a elogiando entre gemidos, ela ia aumentando gradualmente o ritmo, até o momento em que levantou a cabeça um instante, respirou e, agarrando gulosamente o meu pau, deu umas três alisadas para cima e para baixo e começou a chupa-lo com vontade, ao mesmo tempo em que, segurando-o na base, punhetava-o com mais ousadia, parando vez por outra para afastar o cabelo que insistia em se entrepor no que ela estava fazendo. O ritmo foi aumentando freneticamente, e eu, ainda com um pouco de tino que me restava me esforçava para não gozar em sua boca. Mas não teve jeito, segurando a sua cabeça no ritmo do boquete, comecei a tremer e que fez com que ela percebendo, tentasse sair; eu àquela altura nas nuvens, não deixei e apertei ainda mais a sua cabeça contra o meu pau que explodiu em gozo. Então sem força para segurá-la, só emiti um urro e ela se afastou, mas ao tempo de minha porra se espalhar pelo seu queixo e rosto. Eu implorei:
- Continua, Dona Célia!
E ela seguiu lambendo apenas do lado da minha rola, mesmo com a minha gala escorrendo por entre os seus dedos como sorvete derretido.
Depois disso ela se levantou. Passou uma toalhinha na boca e no rosto e suspirou como se estivesse arrependida. Tapando os olhos com as mãos, sussurrou:
- Meu Deus, Gu! Por que você fez isso, meu filho? Veste logo esta bermuda, que eu vou tomar um banho. 
Eu fiquei ali no escritório, enquanto ela foi se banhar. Um misto de excitação e culpa me invadiu. Eu me preparei para ir embora com a minha bicicleta. De repente, ouvi o som da porta do banheiro se abrindo e, inexplicavelmente, me deu um frio na barriga. Ela passou agora com uma saia e uma blusa, os cabelos molhados e bem cheirosa. Acho que se surpreendeu a me ver ainda lá e disse:
- Ainda aí? O que foi agora? Pensou na burrada que você fez, garoto?
Eu confesso que a principio me senti envergonhado. Mas depois pensei que se tinha começado, deveria fazer o serviço completo. E avancei para ela juntando-a contra a parede do corredor. A agarrei com força e comecei a fungar o seu pescoço cheiroso a xampu que acabara de usar, apertando seus seios e mamando-os em seguida. 
-Gu, Pelo amor de Deus, Para!- Ela dizia enquanto eu enchia a mão em sua buceta cheirosa sobre a calcinha.
-Deixa eu te comer gostoso, Dona Célia!
Ela, quase em falsete, meio que chorando, disse:
-Vamos ali - apontou com o queixo para o escritório ao mesmo tempo em que também vigiava a saída do quarto onde que seu Valdir dormia –vamos conversar.
Eu parei e fui com ela com o pau doendo até o escritório. Antes ela deu uma pequena conferida no marido que roncava. Chegando lá a agarrei de novo e ela tentou argumentar; disse que era melhor não, além de que ainda era fértil e temia engravidar, pois não tínhamos sequer camisinha. Além do risco do marido acordar, por isso, poderíamos marcar para outro dia. Mas não me contentei e lançando-a para a mesa, a virei de costas, inclinando-a sobre o móvel, levantei rapidamente a sua saia e desci violentamente a sua calcinha, agora branca, até os pés, ela tentou levantar, mas a forcei para baixo, fazendo a carne de sua bunda tremular, para seu desespero:
- Augusto, por favor, para! Aí nem pensar!
Mas eu ignorando, subi novamente a saia que descera e lambi novamente aquele cuzinho lavadinho, enquanto me livrava da bermuda. Ela aflita, implorava:
-Gu, por favor, eu te chupo de novo. Olha, eu engulo, deixo você gozar na minha boca, agora! Eu prometo!
Mas eu seguia impassível. Agora, segurando suas costas que tentavam subir com o pau em riste, comecei a esfregar, esmagando-o na contra a sua bunda macia e geladinha, fazendo-o, por vezes, sumir de tão carnudas que eram suas polpas. Ela se esforçava para sair, mas eu, naquela idade tinha todo vigor do mundo. Babando de lascívia, dei uma cusparada em seu reguinho e apontei o pau para a entradinha e forcei, ela gemeu baixinho e tentou ainda se desvencilhar, mas segurando-a de forma viril empurrei, que depois de uma primeira travada, cedeu à cabeça, ajudado pela minha saliva que adicionara há pouco. Ao que ela reclamou, com a voz já rouca:
- Aaai!...Coloca devagar. 
Eu comecei então a elogiá-la, para tirar o foco, ao mesmo tempo em que mexia devagarinho e ela também.
- Que cu gostoso, a senhora tem, Dona Célia. O seu Valdir já te falou?
E ela cada vez mais arfante respondeu:
- Não...ele não gosta. Ai..ai...!
E à medida que eu ia entrando, ela rebolava bem devagar. Até que de repente, aumentando consideravelmente os movimentos e se esforçando para virar o rosto para mim e vigiar o corredor que dava acesso ao quarto em que estava o marido, ela falou:
-Gu, enfia então logo tudo de uma vez, por favor! 
Surpreso, eu ainda perguntei:
-A senhora tem certeza? A senhora quer?
Ela desesperada quase gritou:
- Queeero! Enterra tudo no meu cu, me rasga, enfia sem dó!...
E se posicionando, empinou mais aquela delícia. Eu, segurando para não gozar, segurei firme a sua bunda com as duas mãos e atolei sem piedade naquele cuzão maravilhoso, que engoliu inteiro o meu pau em brasa, até o talo. Ela urrou talvez de dor e prazer. Eu então comecei a estocá-la violentamente, segurando pelas suas ancas, pensando na loucura que estava fazendo, ali enrabando minha patroa evangélica e pacata, mulher do meu patrão. Ela virou uma leoa e começou a rebolar desesperadamente, forçando-o meu pau contra a sua bunda. Às vezes eu enchia a minha mão e juntava a sua bunda, enquanto a fodia, criando aqueles gostosos montinhos de celulite. Ela deu um grito mais alto e, percebendo o perigo, abafou-o contra a mesa enquanto eu continuava a bombar. Até que, temendo o pior, tirei o pau do cu de Dona Célia, o que fez que ela soluçasse pelo modo abrupto que fiz, joguei-a no sofá do escritório, causando um gostoso tremor gelatinoso nas carnes do seu rabão e a deixei deitada, de bruços e sem que eu pedisse, ela abriu as pernas e empinou o traseiro, me aguardando. Após dar mais uma cusparada no seu anelzinho, deitei sobre ela e para depois enfiar com força, sem mesmo guiar o pau com a mão, pois já estava bem melado. Já comecei metendo forte naquele bundão que estalava a cada estocada minha. Ela rebolando embaixo de mim, abriu a bunda com as mãos e pediu:
- Mete, Gu! Que o Valdir vai acordar. Goza na minha bunda!
Antes mesmo de ela terminar já estava inundando aquele bundão, juntando a minha pélvis contra ela e mordendo a sua nuca. Nunca... Mesmo depois de adulto, nunca gozei tanto e tão gostoso. Infelizmente, não tínhamos muito tempo. Virou-se de lado e sensualmente levou a mão esquerda até a bunda, voltando com os dedos grudentos, me alertando preocupada num sussurro rouco:
- Acabou? Estou toda melada! Você tem que ir embora, rápido!
Foi o que fiz, levantei-me e ela se inclinou para pegar a calcinha no chão, ficando de quatro, proporcionando-me a belíssima visão em primeiro plano do seu rabão gostoso Pude ainda ver seu cuzinho piscando, com a minha porra escorrendo pela sua bunda.
Fui embora com as minhas pernas tremendo, mal dava para pedalar.
Na semana seguinte, no trabalho, Dona Célia me chamou ao escritório. Chegando lá, disse-me que eu estava demitido. E eu perguntei por quê. Ela falou que eu sabia muito bem o porquê. Confessou que “até gostou”, que precisava daquilo, mas que aquilo era muito perigoso, que amava seu marido, não queria prejudicar nem a mim e nem ao seu casamento, seu trabalho e a sua religião. Falou que me pagaria por fora, além dos valores devidos, mas que eu jurasse que nunca contaria para ninguém e que nunca mais a procuraria. Fui embora e cumpri o que ela me pediu. Nunca mais a vi, vi o Seu Valdir que certa vez parou o carro para me cumprimentar e disse para eu passar lá na casa deles para relembrar os velhos tempos. É lógico que eu não fui. Mesmo com toda minha vaidade juvenil machista, em respeito a ela, jamais contei a alguém. Hoje, pela primeira vez, tive coragem de contar o que aconteceu, mesmo que aqui, de forma virtual.

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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

GABEI MEU CUNHADO, ACABEI DANDO O ...

AUTOR: NEIVA

Cíntia minha esposa tem um irmão chamado Anderson, moreno alto 1,78 m tipo atleta, cabelo carapinha dentes perfeitos e olhos negros grandes, tem 25 anos e vive de aventuras sem nenhuma namorada certa e muitas estórias de sua sexualidade. Minha esposa sempre o coloca como parametro de macho o gabando de como se comporta com as mulheres aducado e gentil, e por isso sempre se dá bem com elas e algumas suas amigas ele já havia comido e elas se desmancharam em elogios a sua performance sexual e ao tamanho de sua pica. Aconteceu dele precisar fazer um curso de aperfeiçoamento e exatamente na nossa cidade e ele iria ficar hospedado conosco durante 30 dias. Fiquei feliz por duas razões; a primeira era que iria ter companhia para sair nas minhas folgas e a segunda por ter ele a fazer companhia a sua irmã quando eu estivesse trabalhando. A chegada de Anderson foi num dia que eu ainda estava embarcado e Cíntia foi buscá-la na rodoviaria em nosso carro, ela pouco dirigi apenas pra ir ao supermercado ou a igreja que freqüenta. Após 3 dias de sua chegada em nossa casa desenbarquei e ele fora me buscar no aeroporto, estavamos ambos felizes em reencontrar e fomos comemorar num bar proximo a nossa casa, sua chegada. Bebemos algumas cervejas e colocamos os papos em dia me deixando a par de sua família e amigos de nossa cidade natal, seus namoros e rolos e me confidenciou que ao levar Cíntia à igreja conheceu uma irmã da igreja e rolou um clima mais Cíntia não estava nada gostando disso pois poderia gerar um desconforto dela na igreja do irmão estar de caso com uma irmã da igreja, já que ele não era evangélico. Disse pra não se preocupar que conversaria com minha esposa. Acontece, me disse ele que já havia levado a crente pra um motel da cidade. Vi que problemas iriam brotar e ia sobrar pra mim. Pegamos mais algumas cervejas e fomos pra casa, Cíntia estava na igreja e ficamos ali no bate papo e bebendo a conversa tomou outro rumo já na base da sacanagem, ele me chamando de pau mole pois ainda não tínhamos filho e que minha esposa estava uma linda mulher e se eu não tomasse cuidados acabaria tomando duas de quinhentos ou seja um par de chifres. Sorrimos e mandei ele se foder que ele não tinha nem moral de me criticar pois também não tinha filho e Cíntia era uma mulher seria e não as vagabundas que ele comia. Eu estava exausto da viagem e o álcool acelerou o cansaço me deixando quebrado num sono doido, fui ao sanitário e procurei tomar um banho e fui seguido por Anderson que queria urinar, entramos juntos no banheiro e fui tirando minha roupa e ele desabotoando sua bermuda deixou escapulir uma pica que mais parecia uma mão de força de uns 28 cm que ele segurava com as duas mãos para mijar. Não conseguir tirar os olhos daquela pica se amolecida estava daquele tamanho imaginei dura e tive instantaneamente uma ereção que ficou visivel a Anderson pois já estava nu pronto a tomar banho nem tive com disfarçar. Ele sorrindo olhou minha pica dura e falou: esse tesão todo foi porque viu isso? sacudindo em minha direção seu pau enorme já punhetando e me apresentando sua jeba disse, se eu quisesse poderia pegar um pouco antes de minha esposa chegar. Anderson aproximou se de mim e sem cerimonia pegou em meu pau com delicadeza e punhetou levemente encostando sua pica em minhas coxas roçou e eu ali estático sem saber como agir só olhava sua mangueira. Ele me punhetando largou sua pica puxando minha cara beijou minha boca mordendo meus lábios sugando minha boca, fechei meus olhos me entregando de vez. Ele acelerou minha punheta e foi aos pouco me virando e colocando sua pica monstro entre minha pernas ficando atrás de mim roçou entre as pernas fazendo uma coxinha alisando minha bunda até agora virgem, enfiou sua língua em meu ouvido engolindo minha orelha, não me coordenava mais as pernas estavam bambas e trémulo me joguei pra trás oferecendo de vez minha bunda que ele abria colocando seu polegar em meu cuzinho numa sensação de medo e tesão sentir sua pica crescendo entre minhas pernas dura e grande pinçelando minha bunda procurando onde agasalhar, eu já estava derramando esperma em suas mãos que ele espalhava entre meus culhões e meu cu lubrificando todo e enfiando seus dedos primeiro um depois dois e tres dentro abrindo minhas pregas a fim de receber aquela gigante rola, numa manobra ele me conduziu até a pia do lavabo me fazendo ficar escorado e com a bunda empinada ele colocou a cebeça da pica na portinha do meu cu e foi enfiando senti me abrindo e gemi pedindo que parasse que iria doer em vão a cabeça já havia passado pelas pregas e foi entrando devagar eu vendo estrelas pedindo pra parar e ele sem largar meu pau que permanecia duro me punhetava devagar com dois dedos na cabeça da pica que me enlouquecia e me fazia esquecer que estava prestes a ser arrombado por uma pica monstruosa. Meu cu ardia e doia e já tinha entrado a metade da pica ele retirou deixando só a cabeça dentro meu cu apertou forte seu pau e ao relaxar recebi uma enfiada que até agora aindo sinto dor ele enterrou tudo de uma vez que foi parar no intestino, tirando logo em seguida arrancado não só sua pica como lágrimas dos meus olhos de dor. Nem deu tempo do cu se retrair recebi outra estocada agora já seguro pela cintura sendo puxado para trás com força sentindo uma estaca entrando e saindo me sacudindo todo por Anderson que enfiava sem dó me mordendo a nuca alucinado enfiando e tirando apressadodurante uns 15 minutos sem me deixar respirar, arfando de dor e agora prazer um prazer diferente me esquentando o rabo até receber um jato mais quente ainda inundando todo meu reto e intestinos e quem sabe meu estomago de esperma e Anderson não parava de meter alucinado até enfim desabar em minhas costas cansado e suado fungando em meu pescoço. Fui aos pouco expulsando aquela pica imensa de dentro de mim arrancando gala sangue e merda. Entre envergonhado e agradecido fui para o box e abrir o chuveiro entrando de cabeça na água fria sendo acompanhado por Anderson também com seu corpo desenhado e másculo sorrindo nem parecia que acabara de foder o cu do cunhado como se fosse a coisa mais normal do mundo, se banhou e saiu molhando o banheiro inteiro a procura de uma toalha. No exato momento que Cíntia estava chegando em casa da igreja e quase nos flagra numa situação no mínimo embaraçosa. Anderson foi ao seu quarto trocar se e eu fiquei por alguns instantes analisando o estrago que sofri enfiando os dedos no cu pude observar que cabia toda a mão de tão folgado que estava adeus minhas pregas numca mais iria repetir uma porra daquela, pensei comigo. Entre reclamações por eu ter chegado do trabalho e não ter vindo direto pra casa Cíntia me saldou com um beijo de boas vindas apesar de zangada por não ter me visto antes de ir a igreja e eu preferi a companhia de Aderson seu irmão a ela. Se ela soubesse que recepção foi a que Anderson me deu ela nos poria para fora de casa. Nos 2 dias seguintes evitei muito chamego com Anderson não sei se por medo ou por vontade de repetir a dose meu cu já havia parado de doer e estava, pensei eu normal, era hora de colocar as contas em dia e fazer mercado, manutenção do carro que agora já não me pertencia mais e sim a Anderson que ia para o curso com ele, e levava Cíntia à igreja e pegava sua crente para levar aos motéis da região. Eu nada reclamava Cíntia estava realmente feliz com a chegada do irmão e eu mal saia com o carro tudo era perto no condomínio que moramos e nem me preocupava. Faltando uns 3 dias prá eu embarcar estavamos bebendo eu e Anderson e alguns amigos numa churrascaria e um deles me interpelou a respeito de que eu estava dando mole, pois ele estava cansado de me ver entrar num motel perto do comércio dele dia sim dia não sem nenhuma preocupação que nínguem visse. Falei que não era eu sendo interrompido e ele disse que anotara a placa do carro e os horários de entrada e saída do motel. Falei que se tratava de meu cunhado que ficava com meu carro para ir ao seu curso tecnico. Meu amigo então me olhou estranho de uma forma que não acreditava em mim e voltando aos outros amigos que estavam conosco disse que eu era o único cara que ocultava uma ida ao motel de vez em quando aos amigos, decepcionado. Estranhei sua atitude mas relevei e continuamos a beber, logo depois Anderson que estava no sanitário voltou e eu apresentando ao amigo quem era o fudião que ia ao motel com meu carro, Anderson sem nada entender e meu amigo com cara de paisagem, continuava me olhando com desprezo. sem acreditar em mim. Ja se aproximava das 17:00 hs e Anderson me alertou que Cíntia precisava ir para a igreja precisavamos voltar para casa, conta paga nos despedimos e meu amigo falou que iria também embora pois precisava fechar o movimento da loja, retirando-se do local antes de nós. Fomos para casa Anderson dirigindo e eu de carona pouco conversava para que não surgisse o assunto de meu cabaço tirado por ele, evitava ao máximo qualquer contato físico ou verbal do assunto para não ocorrer de novo e Cíntia acabar nos flagrando. Ele ao chegar em nossa casa até ensaiou uma nova investida eu recusei descendo do veículo indo em direção a casa. Anderson desceu também sem colocar o carro na garagem e entrou apressado rumo ao banheiro, tomou um banho rápido e saiu procurando Cíntia sua irmã que estava no quarto a se trocar pra ir a igreja, ele falou que ela o iria atrasar pois tinha um compromisso serio. Cíntia então apanhou sua Bíblia pôs sob o braço me beijou e saiu rumo à igreja com seu irmão. Fui arrumar minha roupa para o embarque do trabalho e meu celular insiste em mensagens, como sou averso a ler evitei pega ele poderia ser algum colega da plataforma querendo sair ou coisa parecida e eu queria curtir alguma zoeira e não estava a fim de brigas desnecessarias com Cíntia ia dar minhas fodinhas nos últimos 2 dias e viajar em paz. Curiosidade mata o gato ou o corno. Foi o meu caso. Após mala feita e tomado banho resolvi abrir as mensagens e saber quem era me pertubando. Era meu amigo da loja de construção em frente ao motel. Ele estava me sacaneando da seguinte forma; diga agora sacaninha se não é você entrando no motel com sua mulher em seu carro? e mandou um vídeo de Cíntia bem a vista num ângulo da portaria do motel, e o fundo do meu carro com o registro da placa. e na mensagem ele ainda reclamava de entender pois minha mulher ser crente eu a queria preservar não falando em bares ou aos amigos que a levava ao motel. Faltou me chão nos pés, não é que o filho da puta do Anderson, meu cunhado além de me passar a pica ( e que pica) ainda comia sua irmã minha esposa Cíntia?!Igreja uma porra ela ia era receber pica grande e grossa do irmão, No meu carro e ninguém iria desconfiar de uma evangélica no carro do marido entrando num motel. Fiquei sem fôlego e passei a analisar melhor a situação, um curso fantasma, uma crente que ele conheceu no primeiro dia que chegou e estava de caso, a irmã protecionista a defende ele, tudo se encaixava era tudo uma armação Cíntia era a puta do irmão e eu corno do cunhado e agora amante dele por ter dado meu cu ao filho da puta. Só me restou assumir aos amigos que eu ia sim ao motel com minha esposa realizar uma curiosidade dela e continuar sendo corno, como continuei pois Anderson após o termino do curso disse que iria procurar emprego por aqui mesmo, de preferência na empresa que eu trabalho e nos horários diferentes assim quando ele estivesse folgando eu estaria trabalhando. Fazer o que? aceitar fingindo nada saber e devês em quando implorava para que Anderson pelo menos deixasse eu o chupar todinho

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terça-feira, 12 de setembro de 2017

GLÁUCIA

NEIVA, O MARIDO DE GLAÚCIA

PERFIL DOS AUTORES: Mulato, casado a 16 anos com Gláucia de 35 anos, 45 anos, pai de duas meninas de 15 e 13 anos. Mecanico de profissão viado e corno por vocação. Topo de tudo dar e receber todo tipo de prazer, mas o que eu adoro é ver minha putinha recebendo pica de preferência de dois machos e depois mamar suas picas limpando-as todinhas.

CRENTE, A PUTA RAPIDINHO

Oi, eu sou Gláucia, 31 anos mulata, casada com Luiz há 16 anos, mãe de duas meninas de 15 e 13 anos, tenho 1,65 de altura, corpo mignon seios pequenos e uma bunda empinada e redonda durinha de dar inveja a muita gatinha, tenho uma boceta carnuda imensa. Sou evangélica praticante, mas nem sempre fui, tive uma adolescência com muita liberdade de meus pais e comecei minha vida sexual ativa muito cedo com 15 ou 16 anos já chupava meus primos, vizinhos, amigos de meu pai colegas da escola sem importar com cor, idade grau de parentesco, aprendi a bater punheta com 13 anos com meu irmão, masturbava ele todos os dias até o dia que um tio nosso nos pegou no flagra e ameaçou dizer a meu pai, já tinha um corpo formado de mocinha e ele pediu pra me ver nua, com medo me despir pra ele que me bolinou batendo punheta e apertando meus peitinhos e siriricando minha bucetinha, tive então meu primeiro orgasmo através de meu tio, e ele toda vez que ia em nossa casa aproveitava pra me ver nua e me mandava bater uma punheta pra ele, o que eu adorava ver ele se contorcendo todo de prazer gozando em minhas mãos o que pra ele era castigo pra mim era prazer. Até que um dia estava batendo uma pra meu irmão e ele metendo o dedo em minha bocetinha chupou os dedos melados de meu mel e perguntei que gosto tinha; e ele respondeu que era docinho igual sua gala e resolvi experimentar e chupei sua pica até fazer ele gozar em minha boquinha engoli tudinho achei gostoso e viciei. Ai foi uma farra, era irmão, primo, vizinho, meu tio, metade do colégio que estudava passei o rodo chupei todo mundo e olha que não era pouco aluno não era cerca de uns 150 só meninos . Virei a chupeteira da escola no intervalo das aulas fazia fila numa ala do colégio desativada e chupava 15, 20 picas ao meu redor chegava a ficar com dor na mandíbula mas valia a pena, após as aulas ficava umas 2 horas só chupando pica e dizia em casa que estava fazendo trabalho pro colégio.
Houve uma unidade que fiquei em recuperação e não teria como passar de ano, com medo de perder e minha mãe me bater resolvi conversar com o professor e pra minha surpresa ele me disse que não me preocupasse pois iria me aprovar, contanto que eu o ajudasse em determinada situação; sua esposa estava se recuperando de uma cirurgia e ele precisava de alguém pra acompanhá-la por uns dias se eu pudesse depois das aulas ir até sua casa e limpar a casa e lavar uns pratos ele conversaria com minha mãe e ainda me recompensaria com algum dinheiro. Assim feito minha mãe concordou sem saber o que iria ocorrer mais na frente. Só que o professor tinha outros planos pra mim, e na primeira oportunidade aproveitou a ida de sua esposa à revisão no médico e me deu uma encoxada na pia apertando seu corpo contra o meu roçando em minha bunda seu pau tinha então 16 anos, safada que sou mexi gostoso naquele pau deixando-o mais tarado ainda desabotoei sua calça e apressada botei pra fora aquela mangueira muito diferente das picas dos meninos que eu chupava, nem mesmo meu tio tinha uma pica tão bonita e grande como aquela, abocanhei e chupei com gosto aquela pica que mal cabia na boquinha, lambia toda chupava os culhões a cabeça da pica deixando o professor entre extasiado surpreso com minha experiência gozou abundantemente em minha boca no que engoli sugando até a última gota de esperma deixando ele atordoado e tremulo me enchendo de elogios. Deste dia em diante foi só alegria era um tal de apalpa bunda pega no pau batia punheta nele sem me preocupar com sua mulher quase todo dia. Dai até ele me descabaçar foi um pulo, e foi no colégio mesmo, ele me levou pra sala dos professores a fim de revisar as provas finais, e ali mesmo me pediu pra chupar meus peitinhos, deixei, e ele chupava tão gostoso e pegava em minha bucetinha que me entreguei de vez o cabaço a ele, meu professor chupou minha xaninha me fazendo gozar rios e sem dó enfiou a pica me lascando toda, vi estrelas de dor e ardor mas suportei aquela tora toda bravamente. Acabou ele se apaixonando de vez por mim, querendo largar sua mulher a fim de ficar comigo. Resultado: minha mãe descobriu, deu um rebu dos infernos ela pensando que eu era inocente quis processar o professor dar queixa dele essas coisas e como castigo me mandou morar em uma cidade onde meus avôs moravam, eles eram evangélicos e lá fui eu pra igreja, no começo sentia falta das sacanagens mas me contentava em me masturbar. Foi ai já com 16 anos que conheci Luiz que seria meu marido ao completar 18 anos. Luiz é mecânico industrial, mulato forte lindo semi careca, muito gentil educado, logo se aproximou de mim, meus avôs a principio não viu com bons olhos afinal de contas era uma menina de 16 anos e ele era uns 8 anos mais velho, mas aos poucos ele conquistou a simpatia deles e começamos a namorar. Namoro de crente, igreja, casa, mãos dadas, beijos contidos, respeito absoluto, vigilância dobrada, acabou por ele me pedir em casamento. Vieram todos lá de casa meus pais, tios, irmão. Em menos de ano casamos, sem antes ter uma conversa com minha mãe ao qual ela narrou o ocorrido com o professor a ele. Ele coitado como bom evangélico achando que sua noivinha era inocente e caíra em uma cilada perdoou de pronto pois estava apaixonado. Casamos exatamente no dia do meu aniversário de 18 anos. Festa na igreja bênção do pastor, refrigerantes, doces etc. Partimos pra lua de mel fomos pra uma pousada a beira mar um local aprazível. Chegamos ao anoitecer numa viagem de pouco mais de 2 horas um calor escaldante, rumamos pro quarto, como ele foi dirigindo estava exausto tomou uma ducha e resolveu descansar, eu como boa esposa compreensiva disse que iria dar uma volta pra me familiarizar com a pousada. Troquei de roupa colocando algo mais confortável, estava de saco cheio de vestidos longos cabelos em coque, blusas de mangas compridas, típicas de crentes. Coloquei um conjuntinho blusinha soltinha e bermuda amarelas , sem sutien e uma calcinha enfiada no rabo empinado, o que me deixava mais nova que meus 18 anos, parecia uma menininha, já sentia saudades a tempos de me trajar como era verdadeiramente; uma putinha safada doida pra chupar e ser chupada necessitava de uma pica urgente bem grande e grossa, meu marido o máximo que se ousou foi dar uns amassos em meus seios e depois ajoelhasse e pedisse perdão aos céus por tamanha ousadia. Soltei meus cabelos e sair , Luiz já roncava inerte. Dei um giro pela pousada que era muito confortável e bonita de frente pra praia e me dirigir a piscina onde alguns rapazes estavam a beber e conversar e outros a se banhar. Procurei uma mesa próximo à piscina e me sentei. Veio um garçom e pedi um suco ou água de coco e fiquei olhando aqueles rapazes na piscina cada um mais bonito que outro malhados e imaginei olhando suas sungas qual seria deles o que tinha a pica maior e mais grossa ficando excitada. Em plena lua de mel eu ali preocupada com outra pica que não fosse a do meu marido, divagando em pensamentos nem reparei a aproximação de um rapaz muito bonito parado ao lado da mesa, assustei ao virar o rosto me deparando com um deus nórdico pele bronzeada olhos verdes 1,80 de puro músculo a me fitar com um sorriso nos lábios. Pediu desculpas por ter me assustado e se apresentou como Edvan, 25 anos, engenheiro de plataformas marítimas e perguntou se estava esperando alguém ou se podia me fazer companhia. Falei que estava com meu marido e só vim dar uma circulada para conhecer a pousada e já retornaria ao quarto. Ele muito gentil então se propões me mostrar a praia a titulo de nos conhecermos melhor coisa rápida. A luz da maldade piscou assim como minha buceta também, aceitei sem pensar nem pestanejar. Porém avisei que não poderia demorar pois meu marido poderia acordar a qualquer momento sem entrar em detalhes que era minha lua de mel e saímos por uma estradinha rumo à praia de maré baixa refletindo a luz da lua uma noite linda tirei a sandália sentindo a areia nos pés rumamos ao leu. Edvan tinha um papo agradável educado, me contou que estava de folga da plataforma em que trabalha e a empresa disponibilizou a pousada aos funcionários de folga. Relatei o necessário de minha vida só o que importava naquele momento. Chegamos a uns cem metros da pousada e havia alguns rochedos onde sentamos um pouco antes de voltarmos à pousada. Ele me disse que era casado e tinha um filho de 3 anos. Quis saber da minha idade e mentir dizendo que tinha 20 e ele disse que mas parecia uma criança de 15 ou 16 anos, sorrimos, ele tinha dentes lindos e uma boca deliciosa de lábios finos. Falei que iria voltar à pousada ele levantou-se e estendeu a mão a fim de me ajudar e puxou-me ao seu encontro me abraçando, não esbocei resistência olhando no fundo de seus olhos não vi mais nada só o gosto de seus lábios de encontro aos meus sugando minha língua que tanto necessitava de um beijo desses profundo, me arrepiei todinha e meus peitinhos enrijeceram denunciando meu tesão e sede de pica, suguei aquela língua deliciosa me entregando totalmente a aquele estranho fui chupando seus mamilos e fui descendo até encontrar sua pica em tempos de estourar dentro da sunga, libertei-a surgindo uma maravilha da natureza uma pica de 25 cm por 15 de diâmetro, abocanhei aquela picona sugando com vontade engolindo até onde desse engasgando, chupei toda a extensão engoli seus culhões lambi suas bolas e seu cu em desespero, passava a língua na cabeça da pica arrancando suspiros de prazer de Edvan, não sosseguei enquanto ele não gozasse em minha boquinha enorme quantidade de esperma, da qual engoli com enorme satisfação tudinho deixando toda limpinha sua pica. Ele queria ir além e me fuder ali mesmo, porém a razão falou mais alto e lhe expliquei meu dilema entre cornear meu marido ou me arrepender em não lhe dar uma surra de buceta ali mesmo. Ele compreendeu e se deu por satisfeito guardando sua pica imensa e me conduzindo até a pousada. Sem antes me sugar os seios e minha língua com seu gosto de gala. Chegamos discretamente nos despedimos e ficamos de nos vermos assim que desse para continuarmos nossa foda. Fui até meu quarto e entrei , Luiz ainda dormindo a sono solto, me deu vontade de voltar e terminar a foda. Fui até o banheiro e tirei minha roupa, estava ensopada minha calcinha um fogo dos diabos, entrei no chuveiro a fim de esfriar a cabeça e me masturbei pensando naquele homem maravilhoso que me fez trair meu marido bem na minha lua de mel.

A CRENTE E SEU CACHORRO


Depois de minha aventura na lua de mel onde trair Luiz me marido com Edvan e 5 amigos dele, retornamos a nossa vidinha em nossa nova casa, nova vida. Não é remorso porém parei pra pensar friamente e analisei que era burrice sacanear Luiz, tudo bem, não quero que vocês compreendam a cabeça de uma puta como eu, mas, coloquei algumas razões para não larga-lo: primeiro; ele era um bom homem de caráter e realmente gostava de mim. segundo: iria perder minha reputação e virar puta de vez; terceiro: estávamos numa cidade estranha onde todos conheciam a ele e não a mim, tinha que ter cautela e discrição; enfim estava ilhada e vigiada 24 horas, por vizinhos, irmãos, parentes diversos, pastor, então deduzir que o melhor era segurar meus ímpetos de vagabunda e agir na surdina, tipo moça de família praticante fervorosa da religião e o escambau. Luiz trabalhava numa oficina mecânica de um tio dele ganhava o suficiente para nos manter e assim transcorreu durante um ano nossa rotina. Trabalho, casa, igreja, foda só nos finais de semana meteu gozou saiu, um tédio só. E eu aguentando firme bravamente, tudo bem que me virava em casa era cenoura, cabo de vassoura, colher de pau, o que fosse cilíndrico enfiava na buceta e no cu até aliviar o tesão. Não podia confiar em ninguém, nas cunhadas, no cunhado, no pastor, nas irmãs da igreja, nem pensar, tudo mal fudidas e mal amadas. Até que um dia surgiu uma luz no fim do túnel; minha cunhada que era veterinária criava uma cadela fila brasileira imensa que havia parido 6 filhotes e quis me presentear com um deles, eram lindos marrons e escolhi uma fêmea porém o valor de mercado para as fêmeas eram mais vantagem pra ela, coisa de crente, pensa mais em dinheiro que de agradar alguém, e me deu um macho foi como ganhar um filho a casa ganhou outro brilho, uma alegria só. Colocamos o nome de Dick, e em 6 meses o cão estava com 1 metro de altura, passou a ser minha companhia diária, íamos a todos os lugares, farmácia, padaria, mercado, onde eu fosse ele me acompanhava. Certo dia estava lavando a garagem de casa e Dick ficava querendo se molhar a toda hora, resolvi então dar-lhe um banho e peguei um sabão e escova e comecei a lava-lo, ao esfregar seu pelo esfreguei sua barriga e topei com sua pica, e que pica nunca havia atentado para aquele mastro, ele estava sentado e a cabeça da pica saiu vermelha pontiaguda o que despertou meu instinto de puta. Imaginei porque não aproveitar pois pelas fodas que eu dava e o tamanho do pau de Luiz eu não gozava nada. Era apenas depósito de esperma. Resolvi tirar proveito da situação. Molhava Dick e punhetava seu pau que crescia em minha mão, fiquei assim um bom tempo me divertindo e resolvi tentar mamar aquele mastro, já tinha lido a respeito de zoofilia mas nunca me interessei preferia chupar os machos mesmo. Procurei uma posição em que Dick ficasse onde eu pudesse chupar sua pica e deitei ele de barriga pra cima e abocanhei seu pau, chupando o que pudesse punhetando ele aquele cacete que ia crescendo e eu chupando e uma bola inflou na base, era o tão falado nó, puxei mais um pouco e vi sair aquela bola e uma pica de uns 30 cm uma pica em espiral linda, mamei com mais gosto sugando o liquido que dela saia. Queria aquele pau dentro de mim de qualquer forma, mas o horário não permitia, pois Luiz estava pra chegar, mamei até cansar a boca. Dick corria de um lado pra outro alucinado acho que querendo terminar o serviço, lambendo seu pau e pulando em minhas pernas querendo copular. Passei pra dentro de casa e no chuveiro enfiei uma cenoura na buceta e outra no cu alucinada por gozar. Coloquei em minha cabeça que a primeira coisa que iria fazer no outro dia assim que Luiz saísse pro trabalho era trepar com Dick a manhã inteira, estava num fogo e um atraso brabo, tratei de cozinhar à noite o almoço do outro dia pra não ter ocupação pela manhã. Nem dormir direito revirei na cama imaginando como seria ficar engatada com aquele picão de mais de 30 cm e aquela bola de golfe entalada dentro de mim, orando pra que chegasse logo o amanhecer. Acordei (ou melhor) levantei cedinho umas 5 horas da manhã fiz suco café, fritei ovos louca pra que Luiz se fosse logo e fui varrer a frente da casa e soltar Dick, que ao me ver saltitava feliz penso eu que ele já imaginava o iria acontecer, corria de um lado pro outro do pequeno quintal que tínhamos. Luiz levantou, tomou seu banho e café tirou o carro da garagem e se foi, eram 7:00 da manhã, abrir a porta da cozinha e chamei pelo Dick que entrou se contorcendo todo a pular sobre minhas pernas quase e derrubando pois era muito forte e grande, atrai ele até a sala me desfazendo das vestes ficando apenas de sutien, deitando no sofá de pernas abertas e Dick veio alucinado enfiando seu nariz frio entre minhas coxas lambendo minha bucetinha uma língua áspera grande, lambia rápido enfiando profundamente em minha buceta me deixando com mais fogo ainda, mudei de posição e fiquei de quatro no chão apoiada com os cotovelos no sofá e sentir Dick vir por trás montando em minhas costa abraçando meu corpo quase me arranhando com suas unhas, tentando copular de qualquer jeito metendo sua pica em minhas costas minha bunda em todas as direções sem atingir seu alvo, posicionei melhor arqueando minha bunda grande e empinada e coloquei minha mão por baixo da buceta procurando direcionar sua pica em minha buceta, e deu certo depois de umas estocadas nas beiradas conseguiu entrar em cheio em minha xana, ele enfiava apressado e sentia seu peso em minhas costas e uma enorme pica atingir meu útero alargando minha buceta ainda mais, acelerando suas estocadas e parou babando minhas costas e sentir algo crescendo ainda mais dentro de mim, era o nó uma dor inimaginável me tomou o corpo e lágrimas escorreram dos olhos, não pensei que doeria tanto atrelada ao cachorro uma pica de 30 cm ou mais atochada em minha buceta pulsando em meu útero e aquela bola de sinuca tapando a saída do pau, fiquei ali quieta suportando cerca de 15 minutos colada ao cachorro até que de repente sentir um jato quente e intenso inundar minhas entranhas enchendo toda minha buceta de esperma animal e um barulho de rolha ao ser destampada me descolando do Dick. Olhei pra trás e vi o Dick lambendo sua pica uma coisa descomunal estava maior ainda dava a impressão de dobrar de tamanho. passei a mão em minha buceta pra sentir o estrago, escorria pelas coxas um rio de gala e minha buceta parecia uma lagoa a mistura do esperma de Dick com meu liquido era espantoso a quantidade de liquido que escorria, a buceta estava alargada que cabia meu punho dentro, Dick aproximou-se e lambia minhas coxas e buceta todo seu sêmen me fazendo gozar ainda mais, achou que tive uns 5 ou 6 orgasmos seguidos, exausta desfaleci ali mesmo no sofá de pernas bambas com Dick a me lamber todinha só acordando umas 10 horas da manhã. Sorte minha que havia feito o almoço à noite pois estava zonza de tanto gozar, levantei cambaleante e fui ao banheiro tomei uma ducha demorada depois fiz uma compressa de gelo e tasquei em cima da buceta a fim de que voltasse ao normal. Fiquei uma semana querendo dar ao Dick de novo porém estava com medo, assustada mesmo, voltei a dar a ele poucas semanas depois pois Luiz conseguiu um emprego melhor e só retornava em casa de 7 em 7 dias, ai ficou mais fácil e menos perigoso.

GLAÚCIA, A CRENTE PUTA DE SORTE

Após minha primeira trepada com Dick meu cachorro, parece que aumentou meu fogo por pica, apesar do medo de ser pega ou contrair alguma doença sempre que possível dava umas chupadas naquela pica imensa de Dick e à noite descarregava em Luiz apesar de sua minúscula pica ainda assim dava pra ter algum orgasmo. Vejam vocês se sou ou não uma puta de sorte. Certo dia na oficina em que Luiz trabalhava, chegou um camarada com um problema no carro uma caminhonete dessas importadas, cujo defeito ele já havia levado em todas as autorizadas e ninguém conseguia descobrir o defeito e indicaram justamente Luiz. Acontece que esse cara trabalhava em uma multinacional e Luiz conseguiu resolver o problema dele. O camarada gostou tanto do serviço que deu-lhe o cartão dele e disse se Luiz tivesse interesse em trabalhar embarcado era para procura-lo. Luiz ao chegar em casa cotou-me o ocorrido e perguntou o que eu achava? respondi que profissionalmente era ótimo para ele e que deveria pelo menos tentar. Ele ficou na defensiva procurando desculpas pois estávamos casados a quase um ano e não queria me deixar sozinha numa cidade onde eu mal conhecia as pessoas, apenas o circulo de sua família e da igreja. Incentivei ele a pelo menos fazer um teste e se fosse aprovado ele resolveria se era vantajoso. Luiz meio relutante disse que iria pensar e ligar pro tal homem. Até ai tudo bem, deixando o cartão do cidadão sobre a cômoda, curiosa esperei ele ir pro banheiro e olhei o cartão, afim de saber o contato do cara (e-mail, celular, empresa) quase desmaio ao pegar o cartão; o cara era nada mais, nada menos Edvan o cara com quem dei corno em Luiz na minha lua de mel na pousada. Mundo pequeno esse. Não resistir nem hesitei em passar-lhe uma mensagem de texto. Me identifiquei e relatei os fatos pedindo a ele pra me ligar naquele numero para que possamos conversar. Luiz nessa noite ao irmos ao culto na igreja, pediu ao pastor para orientá-lo no que deveria fazer. O Pastor dissera que era um aviso de Jesus e ele deveria aproveitar a oportunidade desta dádiva, afinal de contas seria um dízimo maior pra sua igreja. Isso me deixou mais tranquila pois a opinião do Pastor favorecia em muito uma decisão de Luiz. Ao chegarmos em casa notei que havia uma mensagem no celular, entrei no banheiro e abrir, era de Edvan querendo saber onde eu morava que queria me ver. Respondi a ele que Luiz saia todos os dias às 7 horas da manhã. Edvan ao invés de responder ligou diretamente pro meu celular, aos cochichos recebi a ligação saudando ele que disse não ter me esquecido e nunca tinha comido uma putinha tão gostosa e safada como eu, e estava querendo me fuder de novo. Confidenciei que também não tinha esquecido dele mas estava numa situação que não podia me arriscar. Ele então me disse que no dia seguinte iria até a oficina a título de que Luiz desse uma olhada no carro e daria carona a ele até em casa, e assim saberia como me achar. Fiz uma proposta a ele: ele empregaria Luiz e colocaria ele na escala contraria a dele (Edvan) assim quando Luiz estivesse trabalhando ele estaria folgando e nós podíamos fuder a vontade. Assim foi feito. No dia seguinte Edvan foi à oficina e levou Luiz a dar umas voltas no carro testando e conversaram a respeito do trabalho. Luiz na defensiva disse que não cabia a ele decidi e sim a mim. Foi a deixa pra Edvan propor ir até nossa casa conversar comigo, o que fez. Quando vi meu corninho chegando com meu macho o cara que me fez cachorra com seus amigos na praia, minha buceta ficou toda melada, Edvan estava mais lindo ainda, óculos Ray Ban no rosto gostoso dos pés a cabeça. Entraram em casa fomos (sic) apresentados, e sentamos a conversar sobre o trabalho e tal, tudo acertado, Edvan fez uma ligação para o setor pessoal informou sobre Luiz e que ele iria pegar as guias de admissão pela manhã e que queria Luiz embarcado o quanto antes, assim na lata. Nos despedimos e Luiz se foi para a oficina resolver sua vida com seu tio. Não deu nem 15 minutos que Edvan saíra lá de casa já estava de volta parou um pouco à frente de minha porta e ligou-me. Queria me foder só que queria me levar a um motel, pra ficar mais a vontade. Respondi que era impossível naquele momento não teria desculpas nenhuma a dar, mas se ele quisesse entrar daríamos uma fodinha rápida pra matar a saudade. Edvan estava enlouquecido e queria passar a tarde toda fodendo. Acertei com ele para a manhã seguinte pois teria que fazer mercado ele me pegaria lá e ficaríamos até meio dia no motel. Luiz meu corno iria fazer os exames e só voltaria a tarde, teríamos todo tempo do mundo. À noite Luiz estava tão feliz que tudo estava correndo bem, que após voltarmos do culto se entusiasmou e me fodeu bem melhor que o normal ensaiou chupar minha buceta discretamente por respeito, afinal de contas mulher de crente deve ser comedida e respeitada, pela primeira vez em quase um ano gozei naquele pauzinho tamanha era a vontade que ele enfiava seu pintinho, agradecida beijei-lhe carinhosamente os lábios e ainda bati uma punhetinha de brinde, e dormimos tranquilamente. Pela manhã Luiz saiu cedo à base da Empresa e apressadamente liguei pra Edvan, o filho da puta já estava na esquina da rua estacionado, vendo meu corninho sair, disparei em direção ao seu carro olhei ao redor e embarquei rumo ao motel, enquanto estávamos chegando os casais iam saindo do motel, nem precisei me esconder pois estava entalada chupando meu macho engasgada com sua pica em minha boca. Entramos já nos agarrando loucos de fogo arrancando as roupas alucinadamente chupando sua língua, ele apertando meus peitinhos, enfiando os dedos em meu cu, uma loucura, me chamava de gostosa, vagabunda, safada, cachorra, crente puta, fizemos um 69 sensacional gozando diversas vezes em sua boca, e ele na minha engoli muita gala com gosto estava num tesão que minha buceta contraia sua língua sufocando ele, eu rebolava escorrendo meu gozo em sua cara, chamando ele de tarado, gostoso, safado, desfalecendo de tanto gozar. Não demorou muito estávamos entrelaçados de novo seu pau teimava em não amolecer enfiou em minha buceta profundamente socando com força, parecia querer atravessar meu corpo, até explodir em gozo dentro da minha buceta um rio de esperma, gozei múltiplas vezes enfiada naquela pica gostosa apertando em contrações vaginais seu pau faminta querendo prender sua pica dentro de mim, arrancando suspiros e gemidos, palavrões de todo calibre. Retirando seu pau de mim extasiado gemia baixinho falando que crente gostosa, puta de primeira, ouvindo isso não me contive segurei seu pau punhetando ele amolecido colei minha boca engolindo todinha que reagiu endurecendo aos poucos estava em minha garganta, lágrimas escorriam dos olhos, chupei o mais que pude, e cavalguei enfiando outra vez em minha gulosa buceta, quiquei, pulei, saltei, parecia estar possuída gozando feito louca ele chupando meus pequenos seios, apertando minha bunda dura e empinada, caímos de lado exausto, escorrendo esperma e suco vaginal, fomos ao banheiro e tomamos banho juntinhos, agarradinhos chupando língua, namorando, ofereci meu cu a ele abrindo as nádegas ele enfiou sua língua em meu cu abrindo e colocando dois três dedos dentro. escanchei minhas pernas em torno de sua cintura pendurada em seu pescoço beijando sua boca pedi pra ele meter em meu cu ele ajeitou seu pau e sem dó enfiou primeiro a cabeça e foi enfiando o resto, me fazendo ver estrelas me conduziu até a cama socou no cu primeiro devagar aproveitando a posição depois mais rápido e profundo acelerando as estocadas gozou mais uma vez enchendo meu cu de porra que depois de retirar sua pica lambeu e chupou seu esperma que escorria de meu cu. Foi uma manhã perfeita. Nos vestimos eram quase 11:00 da manhã precisava ir ao mercado comprar algo que justificasse minha demora caso Luiz meu corno chegasse. Edvan mais uma vez me surpreendeu; na mala do carro estava uma feira completa ele havia feito ontem depois de sair lá de casa. Do próprio motel Edvan ligou pra Empresa querendo saber de Luiz. A secretária lhe avisou que correu tudo bem ele já havia feito a ficha entregou os documentos necessários e foi fazer os exames admissionais, querendo saber em qual turno era pra coloca-lo. Edvan respondeu que um que não coincidisse com o dele pois pareceria que era um protegido. mentiu. Ela de pronto disse que enviaria via e-mail a tabela para que ele escolhesse. Retornei para casa de táxi após Edvan ligar pra um taxista amigo dele que me levou até em casa. Taxista este que deixou um cartão comigo pra alguma necessidade. Necessidade essa que eu tive porém não para pegar um táxi, mas pra pegar o taxista. 

GLAÚCUA E DICK, AMOR ANIMAL

No segundo dia após a viagem de Luiz meu corninho, estava acabada, afinal de contas sou puta mas também sou humana, o bacanal com os amigos de Edvan me deixaram toda moída, preparei um banho de pedra umi e aroeira a fim de me restabelecer a buceta e o cu arrombados e dilatados, mal conseguia urinar tamanha a dor, afinal foram 10 picas de formas e tamanhos diversos. Confesso que foi uma loucura prazerosa, mais loucura, resolvi ir com calma. Não atendia as ligações de Edvan nem retornava seus torpedos. Passei dois dias na reclusão e nem aos cultos estava indo, para que ninguém ficasse especulando da minha aparência e modo de agir, caminhar, sentar. Uma de minhas cunhadas sentiu minha falta nos cultos e fora até minha casa para saber o que houve. Dei uma desculpa esfarrapada, que sem Luiz aqui não me sentia a vontade de sair só e que no domingo estaria na vigília.
Na quinta feira já estava me sentindo ótima e fiz faxina na casa, lavei a garagem e o carro, dei um trato no visual, coisa básica, escova no cabelo, unhas, e fui ao mercado abastecer a geladeira e comprar ração pro Dick, esse coitado foi quem mais sofreu, vivia a me seguir pra onde eu seguisse quarto, cozinha, banheiro, sempre me enfiando seu nariz entre minhas pernas apelando por uma distração. Ao retornar do mercado avistei o carro de Edvan parado próximo a minha casa pensei em despistar mas encarei ele, que pediu pra me dar uma carona a fim de conversar. Meio a contra gosto entrei e coloquei as compras no banco traseiro, ele veio com uma ladainha de desculpas, que não deveria ter agido daquela forma, e estava arrependido, pois realmente estava gostando de mim, e até ficou enciumado dos outros colegas ao me fuderem. Disse que foi ele quem aprontou então sofra as consequências, se ele quisesse me foder daria com prazer, mas essas armações acabariam mal pra alguém, no caso pra mim. Daqui apouco esses amigos dele comentam se é que já não comentaram com outros amigos e passam a me chantagear para sair com eles me cercando? tô fodida, se não der Deus sabe o eles farão, se der vira um circulo vicioso e vai parar na boca do povo. Ele constrangido desculpou-se me deu um vestido lindo de presente e jurou que não ocorreria mais, pelo menos através dele, me deixando em casa querendo uma foda rapidinha, mentir e disse que havia pego uma infecção e estava em tratamento, precisava me curar até Luiz chegar. Ele ficou preocupado e perguntou quanto havia gasto com consulta e remédios, não gosto de levar vantagem de ninguém mas nesse caso vale a pena dar uma explorada nesse viado. Disse que Luiz havia deixado dinheiro para as despesas e utilizei ele pra consulta e medicamentos, ele tirou da carteira cerca de R$ 500,00 reais e me deu e disse se precisasse de mais alguma coisa o procurasse, e por favor atendesse suas ligações. Despedimos e ele se foi, entrei em casa pus os mantimentos na dispensa e fui colocar ração para o Dick. A conversa com Edvan me deixou acesa por pica estava louca pra dar a ele mas também ele merecia um castigo. Coloquei a ração e Dick enfiou o focinho debaixo da minha saia acertando meu rego, lambendo minha bunda, minha buceta piscou na hora e ali mesmo levantei a saia empinado minha bundona esfreguei em seu focinho meu rabo que ele lambia apressado montando em minhas pernas querendo meter. Me desfiz da saia puxei uma cadeira e arreganhei as pernas pro Dick que enfiou o focinho e lambia minha boceta e pulava entre as pernas para tentar meter a pica que estava um palmo pra fora uma pica enorme. procurei acalmá-lo e me abaixei puxando ele para mim peguei em sua pica punhetando e ele se acalmou deitei ele de lado e desci minha boca ao encontro daquele pau maravilhoso chupando e punhetando ele, chupei muito e saia um liquido que sorvia com gosto, lambia seus culhões e voltava a pica engolindo até chegar na garganta podia sentir que prazer estava dando a meu cão ele estava quieto sereno só curtindo sua dona lhe mamando , tirei minha calcinha apoiei os cotovelos na cadeira empinei a bunda e Dick subiu em mim metendo de qualquer jeito sem acertar o alvo, dava pequenas corridas no quintal e voltava enlouquecido voltando a copular mas não entrava, enfiei a mão por baixo da buceta e agarrei sua pica direcionando em minha racha a cabeça entrou e ele apressou as metidas entrando tudo batendo na paredes de meu útero. Um gozo instantâneo me fez arrepiar toda escorrendo sêmen por minhas pernas ele socou profundamente na buceta e ficou parado enquanto o nó ia crescendo e dilatando minha buceta, uma mistura de dor e prazer percorreu meu corpo e ficamos engatados até sua pica escapulir de dentro de mim me enchendo e escorrendo nas minha pernas um balde de esperma. Dick lambia tanto sua pica como minhas pernas e buceta limpando e engolindo tudo. Entrei em casa tremendo de fraqueza e prazer tomei um banho demorado e me deitei. Fiquei a imaginar que loucura mais eu iria cometer, resolvi dar um tempo até Luiz chegar e não me encontrar aos bagaços sem motivos óbvios. Sem antes ficar imaginando como seria bom se Dick conseguisse comer meu cu.


GLAÚCIA, A MUDANÇA DE CIDADE


Passaram-se 6 meses desde que Luiz meu corninho fora trabalhar embarcado, nossa vida melhorou sensivelmente, tanto financeiramente como estruturalmente. Luiz trocou de carro, fizemos algumas melhorias na casa e eu tinha administrado melhor minha buceta, nos 7 dias que Luiz estava em casa, me mantinha uma verdadeira santa, tempo integral para meu marido, minha casa e a igreja, nada de escapulidas nem a Dick nosso cachorro eu dava uma chupadinha. Era toda pura e buceta só a Luiz meu corninho, que até melhorou nas trepadas acredito pelo tempo trabalhando acumulava esperma (pois segundo ele masturbar era pecado) e descarregava toda em minha buceta agradecida. Porém nos 7 dias que ele estava trabalhando era uma farra, perdi o senso de vergonha e ligava pro taxista com o propósito de ir ao mercado e metia muito com ele num motelzinho na beira da rodovia, Edvan me ligava assim que desembarcava e antes mesmo de ver a família a primeira foda era a minha, passei a me cuidar mais mesmo com discrição passei a me vestir melhor nada de saias até os pés, passeia usa-las até os joelhos, blusas mais decotadas apesar de meus seios serem pequeninos passei a não usar sutien deixando-os soltinhos durinhos apontando pra cima, recebendo tanto elogios com repreensões tanto dos familiares de Luiz com das irmãs da igreja e até o pastor me aconselhou a ser mais discreta nas vestes no templo. Pouco importou estava feliz, bem amada pelo marido, bem fodida pelos amigos e meu cachorro Dick, uma maravilha só. Aconteceu que Luiz foi transferido para outra plataforma essa na bacia de Campos no Rio de Janeiro e trabalharia 15 por 15, de onde nós morávamos pra Campos ou alguma cidade da região eram cerca de uns 800 km e ia ficar complicado pois Luiz perderia cerca de 3 dias de folga só com deslocamento. Ao me avisar sobre isso resolvemos que o bom senso seria que nos mudássemos também a uma cidade mais próxima de seu desembarque, e assim providenciamos uma residência em Rio das Ostras num valor que daria pra alugar a nossa e compensar. Doamos alguns moveis que seria perda de tempo transporta-los e outros de maior necessidade alugamos uma transportadora para levar. Me antecipei a ir conhecer a nova residência e fazer uma limpeza e comprar os moveis doados. Luiz o corno voltou pra acompanhar a mudança com o transportador e fiquei para que os armadores viessem montar os moveis, sala, cozinha e quarto. Lavei toda a casa deixei tudo em ordem até os armadores chegar. Sem nada pra fazer e sem conhecer ninguém, sem televisão instalada, a única coisa a fazer foi foder com Dick, e ele se deu bem, não mais que eu mas se deu. Chupei sua pica e dei a buceta a Dick 3 dias o dia todo, não dei descanso a ele, só não dei a buceta no dia da mudança chegar pra Luiz não encontrá-la alargada, mas em compensação resolvi experimentar dar o cu mesmo com medo do nó ao cão, Dick já estava com quase 1,30 m de altura e pesava quase 100 kg tinha que ter cuidado pra não acontecer dele me quebrar com seu peso colocava ele sempre deitado com as pernas para cima e fazia a festa chupando e punhetando ele, até ficar no ponto certo então me debruçava sobre a cama ou sofá para ter apoio, acontece que não haviam ainda armado os moveis, improvisei no capô do carro me abrir inteira pra ele copular, ele subiu abraçando-me parecendo um urso por trás tentando achar onde empurrar sua enorme pica roçando em minha buceta e bunda em vão sem acertar, fui pra o banco do carro pra ficar mais baixo e ai sim ele conseguiu com um pouco de ajuda eu guiando sua pica em meu cuzinho entrou a cabeça ardendo e foi o resto estocadas fortes e rápidas indo profundo parecia que estava no estomago de tão grande que era sua pica, de repente parou e começou a inflar seu nó me lascando toda alargando meu cu parecia uma bola de sinuca enfiada no cu e Dick passou a perna pro outro lado ficando engatado com se fosse numa cachorra e tentava sair doendo ainda mais meu cu ficamos assim bem uns 10 a 15 minutos uma dor intensa mas prazerosa, comecei a me masturbar enfiando os dedos na buceta agitando meu clitóris estourando em gozo saia muito liquido da minha buceta ensopando minhas mãos até sentir uma quentura dentro do cu e um estalo da pica de Dick saindo arrastando com ele muita gala bosta sangue, ficando lambendo aquele cacete de 30 cm ou mais minhas pernas bambas estavam toda galada escorria um rio de esperma e Dick limpou sem deixar nem uma gotinha sequer, meu cu cabia minha mão dentro de tão largo que ficou desabei ali mesmo no banco do carro desfalecida e dormir um pouco. Acordei eram 10:00 horas da manhã entrei em casa tonta tomei um banho e fui pedir algo pra almoçar. Meu celular toca e era da loja de moveis perguntando a que horas era melhor para mandar os armadores. Respondi que após o almoço qualquer horário pra mim estava bem, ficou acertado que viriam às 3 da tarde, meu almoço chegou comi um pouco e deitei num colchão inflável apagando exausta. Acordei atordoada com Dick latindo e alguém aos berros chamando na porta, eram os armadores da loja. Nem me dei conta de como estava vestida apenas de camiseta e calcinha mesmo assim abri a porta e os deixei entrar e ai sim fui perceber as vestes pedi licença e disparei ao banheiro a fim de colocar uma saia. Os rapazes ( três ao todo) entre sorrisos comentaram alguma coisa e foram até o veículo deles pegar as ferramentas, voltei sem graça e coloquei Dick na coleira, eles entraram e perguntaram por onde começar a montar os armários, disse pelo quarto e lá foram eles. Eram 3 rapazes de cerca de 25 anos, morenos dois relativamente altos cerca de 1,75 m e um mais baixo de 1,68 m bonitos de nomes Marcílio, Marcos e Cristovão. Cristovão era rastafari negro magro e comprido o Marcos era moreno alto de olhos castanhos claros lindos, e Marcílio era o baixinho musculoso mulato e risonho. Como bons profissionais acabaram rápido a armação dos moveis, ao todo dois guarda roupas duas camas, um armário de cozinha e um conjunto de sala completo. Estavam arrumando suas ferramentas e ofereci um lanche a eles que aceitaram e sentaram na cozinha enquanto preparava seus lanches, e um suco estava com uma saia que desenhava minha bunda e escutei suspiros e cochichos entre eles, Distribui os lanches e sentei estrategicamente numa posição que desse pra eles verem minhas pernas e calcinha enquanto eu abria discretamente minhas pernas, observava olhares de desejos, cruzei as pernas de modo a ficar uma parte da minha bunda a mostra, vi o volume em suas calças crescerem e um deles o Marcílio pedi licença e ir ao banheiro, imaginei se tratar de bater uma punheta em minha intenção, tamanho o volume em sua calça, levantei e fui recolher os copos a fim de lava-los e fiquei de costas para os dois ido a pia lavei os copos rebolando minha bunda empinada para os dois, eles levantaram e disseram que já iriam, me dirigi a Marcos e falei que gostaria de agradecer e dar-lhes uma gorjeta no que ele falou que só de olhar uma mulher tão linda não tinha recompensa melhor, sorri agradecida e disse que assim me deixava sem graça, pedindo que aguardassem que iria dar algo pra eles se lembrasse de mim, nisso o Marcílio saiu do banheiro e ouvindo isso, com a maior cara de pau falou que ele queria de lembrança uma calcinha minha. Não me fiz de ofendida e ali mesmo na sala abaixei a calcinha que usava estendendo para ele entreguei. O safado disse que havia acabado de masturbasse em minha intenção que eu era muito gostosa, o que os outros concordaram balançando a cabeça em aprovação. Disse que ele foi um bobo que era só pedir que eu mesma bateria pra ele, aquilo deixou os caras malucos abrindo suas braguilhas colocaram suas picas pra fora simultaneamente, três cacetes lindos o do Marcos era grosso e pequeno, e de Cristovão era comprido e fino e o de Marcílio era cabeçudo cerca de 19 cm, me ofereceram e agarrei o primeiro de vi e comecei a punhetar enquanto um outro procurava desesperado meus peitinhos apertando e o outro me agarrou por trás puxando meus cabelos sugou meu pescoço engatando em minha bunda roçando seu pau levantou minha saia e foi logo abrindo minhas pernas enfiando os dedos em minha buceta, chupei a língua de Marcos tocando punheta nele e em Marcílio, enquanto Cristovão ajoelhado atrás de mim lambia e chupava minha bunda cu buceta enlouquecido, encostei na mesa da cozinha e pedindo por pica o que fui atendida recebendo uma enfiada do Marcílio com aquela cabeça grande entrando apertado na xana bombando forte me joguei pra trás ficando deitada na mesa com a cabeça virada para o lado o que facilitou a Cristovão colocasse sua pica em minha boca que chupei com gosto era comprida porém fina fácil de chupar entrava e saia até minha garganta e Marcos chupando meus peitos tocando punheta Marcílio gozou dentro de mim rapidinho e saiu dando lugar a Marcos que era da pica menor porém muito grossa entrando rasgando minha buceta Cristovão vendo eu gemer gostoso acelerou as metidas em minha boca gozou segurando minha cabeça para que eu engolisse seu esperma, me chamando de puta cachorra, crente safada, corneira, dava tapa na cara socando ainda mais seu pau em minha garganta me fazendo engasgar, Marcílio puxou ele e apresentou sua pica meio mole pra eu chupar abocanhei lambendo e sugando seu pau o fazendo endurecer de novo, enquanto Marcos mandava ver na buceta socando aquele pau grosso alargando minha buceta todinha gozou muito dentro dela. Os três nem sequer quiseram tomar um banho depois disseram que queriam ficar com meu cheiro levaram Marcílio a calcinha Marcos a saia depois de limpar minha buceta toda galada nela e Cristovão minha blusa como lembranças, só não comeram meu cu porque Dick havia deixado ele todo alargado e dolorido. Cristovão reclamou que não havia fodido minha buceta e prometi que daria um jeito e que outro dia ligaria pra loja e pediria pra ele vir consertar algum armário, sem meu corninho estar em casa. Nua me despedi dos três beijando cada pica deles e suas bocas e eles se foram. Desabei no sofá lembrando das picas que acabara de engoli, sou mesmo uma puta safada que não aguenta ver um macho de pau duro. Crente só no Templo fora dele sou mesmo uma cachorra. Minha chegada na nova cidade já foi prazerosa.

ANDERSON VICIOU EM MEU CU 

Depois que Anderson meu cunhado me comeu o cu, fiquei grilado com ele pois não sabia como ele iria agir entre eu e sua irmã. Dois dias após ele me lascar o cu evitava fitá-lo nos olhos com vergonha mesmo, até ele me tranquilizar dizendo que tudo estava como antes nada mudou entre nós e que o que aconteceu era normal, conversamos longamente e fiquei mais tranquilo pois sabia que nosso segredo estava guardado e evitei tocar no assunto com ele. Porém com Gláucia eu estava mais fogoso e a fodi como nunca causando estranheza, ela me perguntou o que tinha acontecido e eu disse que era porque iria passar 15 dias longe dela e fiquei com mais tesão não a convenci muito. Só que eu a estava fodendo pensando era na pica de seu irmão Anderson isso sim me dava muito mais tesão. Faltava 3 dias para eu embarcar e tudo corria normal, Anderson ficava com meu carro pra ir ao curso, levava Gláucia onde ela pedia nos horários diversos que ele estava disponível e a levava na igreja religiosamente toda tarde às 18:00 horas para o culto e retornava para pegá-la às 21:00 horas mais ou menos. Justamente neste dia (uma sexta feira) iria ter uma vigília na igreja e ela só voltaria para casa pela meia noite, e falou comigo se eu poderia ir buscá-la neste horário porque Anderson teria que dormir cedo por causa do curso, falei que teria problema algum era só ela me passar uma mensagem de qual horário iria sair que iria buscar. Acertados Anderson a levou ao culto e eu fiquei no barzinho bebendo umas com alguns amigos e Anderson passaria pra me pegar, o que fez. Ele chegou apressado e pouco conversou com o pessoal dizendo estar com sono e queria ir para casa pois iria acordar cedo dando pressa pra que eu terminasse logo com a cerveja. Nunca tinha visto Anderson ser indelicado com ninguém e estranhei sua atitude para com os amigos, bebi e paguei minha parte da conta e fomos para casa , um silêncio se abateu dentro do carro Anderson não me dirigiu uma palavra sequer no trajeto. Chegamos e desci para abrir a casa enquanto ele estacionava o carro, e entrei em casa indo direto ao banheiro urinar, estava saindo do banheiro e me deparei com Anderson no corredor nu com aquela pica imensa dura apontando pro céu vindo em minha direção me pegou pela cintura puxando contra seu corpo musculoso me beijando a boca enlouquecido sugando minha língua alucinado dizia que era a oportunidade que ele tanto esperava ficar a sós comigo de novo sem Gláucia por perto e precisava urgentemente me foder o cu pois estava sem dormir desde o dia que me lascou todo, que meu cu o prendeu por completo e hoje eu não escaparia de jeito nenhum, já empurrando minha cabeça para que abaixasse a fim de chupar sua estaca gostosa, nem fiz menção de desaprovar no fundo era isso que eu queria evitar pois sabia que não iria resistir, ajoelhei já segurando sua pica e agasalhei em minha boca aquele tronco abrindo a boca o máximo possível chupando com gosto sua rola querendo enfiá-la goela a dentro lambi e suguei punhetando seu pau que escorria um líquido fininho e gostoso que eu sorvia seu melzinho. Lambia suas bolas colocava seus culhões em minha boca chupando-os e Anderson gemia e urrava pedindo que eu o fizesse gozar, acelerei as chupadas em sua pica colocando dentro da boca a maior quantidade possível de pica recebendo em troca uma jateada de esperma enchendo minha boca de gala e procurei engoli o máximo possível mas era muita porra e escorria pelo canto da boca um esperma quente e volumoso. Chupei e limpei seu pau que teimava em ficar duro e ele como um bruto me puxou pelos cabelos me fazendo parar de chupá-lo levantou-me dizendo que era meu cu que queria e ia aproveitar o pouco tempo que lhe restava ( 4 horas) até Gláucia chegar pra me lascar (de novo) o cu todo. Desfiz das roupas apressado e Anderson estava agoniado me jogou no sofá nem pro quarto ele me levou, ali mesmo na sala me colocou com o rabo pra cima cuspiu em meu cu e socou sem dó sua pica, vi meteoros, uma dor intensa me tomou sentindo seu caralho bater no fundo da alma dei um grito pedindo calma, mas o cara estava tarado socava com vontade uma espada grossa me lascando todo acelerado, metia e tirava rápido e profundo arrancando gemidos de dor e prazer intensos. Aos pouco fui acostumando com sua pica e meu cu já aceitava sua estocadas, jatos de esperma quentinho inundaram meu rego e Anderson abraçado a mim fungava em minha nuca me chamando de viadinho gostoso, cu de mel, desabou sobre meu corpo cansado e suado. Achei que o filho da puta estava satisfeito, que porra nenhuma, a pica do cara parecia que casou com meu cu, não amolecia de jeito nenhum, pulsava dentro do cu me alargando todo. Procurei sair de baixo dele em vão, ele num movimento sem tirar sua pica de meu cu virou seu corpo de um modo que eu ficasse por cima dele e mando eu cavalgar sua pica, eu de costas pra ele com a pica enfiada no cu rebolei e mexi de toda forma possível e ele me puxava pela cintura de encontro da sua rola me arrombando todo gozou de novo. Eu já estava arrombado mesmo, virando de frente pra ele tirei sua pica do cu e baixei a boca nela um gosto de esperma e sangue lambi tudinho chupei muito e punhetei muito ele, se ele queria ia ter. Aproveitei todo tempo possível pra me satisfazer. Fomos para o banheiro e lá chupei de novo seus culhões e sua pica e ele me lascou de novo até ser interrompido por Gláucia que me ligou para pegá-la na igreja. Foram cerca de 3 horas de pura pica o cara é uma máquina de foder, mete mesmo maltrata mesmo. Infelizmente tive que embarcar com o coração partido pois quando retornasse não mais encontraria Anderson, já que o curso era de curta duração. Acontece que ao retornar tive uma grata surpresa de o encontrar ainda em minha casa, mas não tive o privílegio de gozar em sua pica, ele estava comendo outra pessoa. Advinha quem era? Gláucia, sua irmã. Mas isso depois eu conto. 

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