sábado, 1 de abril de 2017

O CASAL DE EVANGÉLICOS

Olá meu nome é Enzo sou de Campinas e tenho 30 anos, sou um homem muito bonito olhos claros e corpo bem definido.
Vamos ao ocorrido estava eu em uma sala de bate papo onde conheci Camila. Ela disse ter 21 anos e, que era casada com um homem de 35 que se chama Carlos. Os dois eram evangélicos. Depois de muitos dias teclando, eu comecei a dizer sacanagem a ela e, me perguntava certas coisas sobre sexo. Ela disse que tinha vontade de ser tratada como uma vadia, mas seu marido só queria fazer papai e mamãe, pois ela achava que se pedisse para ele, poderia querer largar dela devido ser crentes.
Ela me disse que só tinha transando com o marido, e eu perguntei: 
- "Você tem vontade de transar com outro? Foi quando ela me disse que as vezes imagina que seria eu transando com ela e ela logo gozava. Então foi quando eu disse:
- Vamos ver! Ela disse: 
- Não logo de cara! e eu continuei insistindo depois de uns dias ela falou.
- Se você para nós ver como faríamos. eu disse.
- Fala para ele que você vai em algum lugar e, depois te falo ok e eu já tinha deixado meu número de celular com ela.
No dia seguinte ela disse estou aqui no centro em frente na loja Marisa, mas vem logo. Nossa quado cheguei de carro ela estava com uma saia ate o meio da canelas, blusa branquinha de abotoar na frente mostrando o sutiã por baixo por ser meio transparente a blusa o seios eram pequenos e durinhos e os cabelos eram castanhos com um rabo de cavalo ia até quase a bunda dela e uma sandália de salto alto que deixava a as perninhas dela bem musculosas.
Ela entrou no carro eram umas 15:00 h e disse que 17:00 tinha que esta em casa eu disse td bem fomos para um motel no centro mesmo imagina uma gata linda magra com corpo de modelo e cara de menininha era ela.
Ela tremia e gaguejava estava com muito medo quado entramos, eu fui logo beijando ela, não sabia beijar ,só ficava lambendo meus lábios. Ai comecei a passar a mão pelo corpinho dela ela retorcia tipo do tipo que não queria, foi quando eu a virei de costa, passei a mão pelos seus cabelos e enrolei ele na mão e a coloquei de frente para para de puxando forte seus cabelos de forma que sua cabeça virasse para trás ela só suspirava. Eu então com uma das mãos ergui sua saia, ela estava com uma calcinha de amarrar de lado. Ela tinha uma bundinha maravilhosa, então abaixei ela de modo que ficasse de frente com meu pau e ela começou a chupar, mas ela não sabia e, começou a me machucar. Então eu dei um tapinha na cara e disse: 
- P... vc tem que chupar como p.., não usa os dentes ai ela começou a fazer gostoso, gemia e dizia "que falo maravilhoso e o dobro do corninho." Depois de algum tempo eu a deitei ela na cama e tirei sua calcinha. Ela tinha uma xereca peludinha em forma de triangulo aparadinhos dos lado só para não sair da calcinha. Nossa que delicia! tinha gostinho de perseguida cheirosa dava vontade de comer com a boca. Eu comecei a chupá-la, ai foi um deus nos acuda, ela gemia e dizia. "Vai seu p... safado! chupa sua vadia crentinha". 
Ela não parava de gozar e dizia o corninho não gosta de me chupar, ele diz que é pecado. "Então chupa você meu machão sua p..., vai chupa". Nossa escorria melzinho dela pelas pernas e eu lambia tudinho sem deixar cair uma gotinha. Depois ela vai vem f... a boca.... e coloquei a cabeça e comei a empurrar parecia que eu iria rasga la no meio apertava meu membro parecia ser virgem depois de alguma bombadas ficou mais suava ai foi gostoso. Nossa nunca vi uma mulher gemer tando acho que te quem passava na rua escutava ela disse. "Por favor quero que antes de gozar enfia no meu rabinho morro de vontade de dar ele por favor vai depois de algum tempo tirei da xereca e comecei a passar a língua para deixar bem lubrificado.
Quando posicionei o danado, ela começou a dizer "Por favor vai devagar, eu nunca fiz isso"! Comecei a força-lo e, ela começou a gritar eu disse.
- Quer que eu pare? ela respondeu.
- Se você parar eu te mato. Ai foi a carta branca dei uma estocada que meu saco encostou na racha dela nossa foi uma gozada que jamais esquecerei não deu nem tempo de me limpar ela já estava de pé vamos embora por favor vamos já esta quase na hora.

AS APARÊNCIAS ENGANAM

Noite de sexta feira, chovia muito na cidade do Rio e sem ter o que fazer resolvi entrar em uma sala de bate papos da uol quando comecei a conversar com uma mulher de 29 anos que se dizia gata, depois de conversar um pouco trocamos MSN e começamos a conversar via cam. Realmente bonita e muito simpática me falou que era evangélica e depois de uma semana conversando falou que só tivera sexo com seu ex marido e que há quatro anos sem nada, estava praticamente virgem de novo. 

 Marcamos de nos encontrar, pois gostaria nos de nos conhecer pessoalmente, sempre falando em relacionamento mais sério queria ver no que dava. No dia marcado busquei na porta do seu edifício e ao chegar comprovei que realmente ela era muito bonita e com um corpo legal, loira cabelo com luzes, seios pequenos mais firmes pernas grossas e uma bunda grande e muito bonita, um pouquinho de barriga. Mais sem comprometer seu corpo. Fomos a um bar restaurante e conversamos bastante, depois de uma hora falei que gostaria de ir a outro lugar para ficar mais a vontade, coisa que topou na hora e me surpreendeu, pelo fato da sua religião ser tão rígida em relação ao sexo, ao entra no carro começamos a nos beijar e nos tocar, e falei para irmos a um motel e depois de insistir um pouco aceitou.

Ao chegar me surpreendi ao procurar camisinha, pois não tinha levado, não imaginei que isso fosse acontecer, não achei no motel e ela falou – não se preocupe, eu tenho três aqui, agora relaxa, deita na cama que vou dançar pra você e me despir estou tarada e você é muito gostoso e lindo, quero aproveitar. Deitei e ela começou a dançar de uma maneira que me deixou louco e com o falo muito duro, a peguei e comecei a beijar seu pescoço, seios e tirei sua calcinha, sua vagina linda bem aparada com pelos somente no meio, cai de boca e ela louca queria chupar meu falo e dei pra ela que chupava com maestria, primeiro a cabeça depois colocando tudo na boca descendo até a base – Que lindo esse pássaro e quero ela toda dentro de mim, mete bem gostoso no meu ninho, não aguento mais – coloquei ela de quatro e chupei mais um pouco sua vagina totalmente encharcada e o ânus para deixá-la bem louca e depois enfiei com cuidado com ela de quatro – mete meu amor afunda esse membro dentro da minha vagina, rasga minha vagina, quero gozar com esse membro grosso dentro de mim, não para gostoso mete,

A muito não sei o que é isso e você é muito gostoso, que membro – que xereca gostosa e dava uns tapas na sua bunda - ai que gostoso meu macho me f... – continuava a batendo com uma mão com a outra colocava na sua boca os dedos para ela chupar e metia com prazer, depois a coloquei de frente e mandei rebolar na minha vara enquanto chupava seus peitos e gozamos muito depois de um tempo, sem tirar coloquei ela deitada de frente e metia na posição papai e mamãe - agora tira a camisinha amor quero chupar ele todo e quero que goze na minha boca – só se você engolir minha p... – não engulo mais quero sua seiva na minha boca meu macho gostoso, e abocanhava como uma louca enquanto brincava com sua vagina e seu ânus, segundo ela virgem, mais que o dedo entrava tranquilo e depois de chupar bastante falei que só conseguiria gozar metendo no seu rabinho, depois de falar que ia com cuidado e que ela ia gostar e ela aceitou pedindo para ir devagar – vou fazer com cuidado e carinho, cuspi no pau já com a camisinha e coloquei na portinha, empurrando aos poucos – ai devagar amor está doendo – calma relaxa não vai te machucar – enquanto colocava a mão na sua vagina e dava para ela chupar os dedos e de uma só vez empurrei com força – AIAIAIAIAI amor – agora relaxa – devagar – e metia suavemente, aos poucos ela foi acostumando – que gostoso continua assim mete amor bem gostoso vou gozar de novo, goza comigo, e metíamos sem parar, gozamos juntos, mais ainda faltava sua boquinha e depois tirei a camisinha e mandei-a chupar sem limpar e com o membro ainda muito duro a fiz chupar ele todo e massagear meu saco, depois de uns vinte minutos chupando joguei minha seiva quentinha em pouca quantidade em sua boca, quando ia se levantar para limpar a mandei engolir e mesmo sem querer vez isso pra mim. 
Não sei se foi paixão desejo ou pura p..., mais na verdade foi muito bom e quero novas transas que a evangélica safada. 
Mulheres em busca de prazer, querendo novas experiências e muito sexo me escreva.
marcos.rios@hotmail.com

MÃO NAS COXAS DA CRENTE

No último final de semana, aconteceu o que eu posso chamar de "a melhor bolinada que dei num ônibus de viagem".
> Foi maravilhoso gozar na cueca, e depois lambuzar as coxas de uma coroa evangélica. hummmmmm....
> Bem, eu embarquei à noite, depois das 20 horas, num ônibus da "Itamarati". Sentei na poltrona 12, esperando que alguma gostosa viesse ao meu lado, no assento 11.
> Depois de um certo tempo de viagem, uma senhora baixa e bunduda, trajando saia jeans, ocupou o assento 7, localizado à minha frente. Ela tinha cabelos longos amarrados por uma fivela, e usava um perfume de cheiro doce e ativo demais. Não dei muita importância à sua chegada, pois a coitadinha era muita feia. Devia ter seus mais de 50 anos de idade, porém notei o grande volume de carne em seu traseiro. Logo, alguém fez uma ligação para o celular dela. A coroa se dirigia à tal pessoa que ligara como "irmã", além de falar coisas como "em nome de Jesus"... Devia ser mesmo evangélica
Bem passou-se o tempo de espera...
Como eu não consegui ter a companhia desejada ao meu lado - entrou um carinha, e sentou na poltrona 19 - eu, discretamente, passei para frente, ficando ao lado daquela coroa.
> Discretamente, deixei a minha mão direita escorregar até sua grandes nádegas. Ela tava dormindo numa posição maravilhosa para se bolinar e encochar. A safada tava de frente para a janela com as costas viradas para mim.
> Suas pernas estavam cobertas por uma manta. Com um certo cuidado, eu enfiei minha mão boba por baixo da tal manta. Meus dedos passeavam sobre o rabo dela. A safada parecia dormir pesado. Continuei a bolinar sua nádega como bem quis...
> Depois de um certo tempo, minha mão já tocava a "batata" da perna esquerda da coroa. Lentamente, eu fui levantando a barra de sua saia jeans. A adrenalina era total. Com um certo sacrifício, eu consegui subir a saia dela até a altura das coxas. Pus minha mão no meio das penas dela. Daí em diante, a sacanagem aumentava a cada bolinada minha. Minha mão alisava suas pernas, suas coxas, sua bunda...
> Por duas vezes, ela se mexeu um pouco, tentando evitar meus ataques. Tentou ajeitar a saia levantada, mas eu tornei a subir sua roupa até as coxas grossas... Atolei o dedo no meio do cu da safada, tirando demoradas dedadas...
Até agora eu não sei se a coroa deixou-me fazer tudo aquilo ou se realmente tinha o sono pesado. Bem pesado!
> Assim que senti que o gozo estava a caminho, eu enlouqueci de vez. Afastei sua calcinha por trás. Enfiei o dedão no meio do cu daquela crente. Gozei feito um bicho, melando toda minha cueca. Então, pus boa parte daquele gozo grosso nas coxas da safada. Lambuzei suas pernas com meu membro. Que T de louco...
> A safada nem se mexeu mais, nem reclamou de nada... Desci antes dela, em Limeira. Acho que ela ia desembarcar em Campinas ou São Paulo, pois eram as duas próximas e últimas paradas do busão.
> QUE COROA CRENTE SAFADA!!!!!

MEUS CACHORROS, MEUS AMANTES.

ZOOFILIA - SEXO COM ANIMAIS

Caros leitores!! Depois que encontrei este site,entro nele pra ver as historias que o povo contam.. Na verdade algumas historia aqui são meramente fictício (ou inventado), mas também tem muitas verdadeiras. Caso eu lesse estas histórias ate alguns anos atrás , eu diria que não existiria estes tipos de coisas com as pessoas. Hoje eu digo que sim, existe, e acontece mesmo, que é o meu caso que eu vou contar, que varias vezes eu sentia vontade de contar mas eu não tinha coragem, e hoje resolvi me desabafar, para que sirva de lição para algumas mulheres que como eu, não sejam com eu fui!!! Moro no interior de São Paulo,
Tenho 35 anos, sou separada e muito feliz depois que descobri o que é o sexo.O verdadeiro sexo!! Nasci numa a família evangélica, e fui criada com toda rigidez, em cima de bíblia. Minha vida era igreja e casa. Morria de vontade de sair com amigas para me divertir e não podia. Aos 20 anos tive o meu primeiro e único namorado, que mais tarde nos casamos... Casei virgem, não sabia nada de sexo, só entendia o convencional. As poucas amigas que eu tinha na época eram evangélicas, que nunca conversávamos de sexo, há não ser sexo comum. Mesmo porque elas eram como eu, todas idiotas...!! Meu casamento foi por água a baixo por eu ser tão idiota em relação a sexo.. Tudo que o meu marido queria fazer além do convencional, eu achava que ele era um devasso, e nunca aceitava o que ele queria. Achava um absurdo quando ele queria que eu fizesse sexo oral nele , ou quando ele queria fazer em mim, ou fazer sexo anal comigo. Eu sempre dizia que isso era coisa do demônio, ou coisa de p... Depois de 2 anos já estávamos separados!! Ate então eu nunca havia conversado com alguém sobre isso, só fui procurar saber quando eu já estava separada, e o meu ex marido já estava com outra... Fui procura saber porque ele me deixou por uma mulher que era muito mais feia do que eu!! Na verdade só fui cair na real depois que perdi ele. Foi ai que decidi mudar de vida!! Mudei o meu visual, parei de ser evangélica, e resolvi ter outro tipos de amizades!! Como eu morava sozinha e trabalhava fora, comecei sair pra bailes , festas, na verdade soltei a franga.Todas amigas que eu havia conseguido, conversavam de tudo e sem tabu. Fui caindo na real, e vi que eu estava ficando muito feliz na nova vida!! logo em seguida comecei a namorar, e vi que o sexo sem tabu, e o sexo verdadeiro!! perdi um marido por inexperiência sexual. Depois que descobri o verdadeiro sexo, não quis mais saber de me casar, descobri que ser solteira e muito melhor!Talvez um dia eu me caso!Hoje eu faço sexo de todas as maneiras, com todos os tipos de homens e mais alguma coisa, é só sentir vontade eu faço de tudo sem medo!! Ate com o meu cão pastor! que algum tempo atrás descobri que e muito gostoso ser penetrada por ele e ficar engatado como cadela!! Tudo começou em um certo dia eu voltei mais sedo do trabalho pq estava muito gripada, entrei em casa e escutei alguns gemidos nos fundo onde ficava a lavanderia,e fui ver o que estava acontecendo,quando entrei encontrei a minha empregada,com a saia levantada e engatada com o meu pastor se torcendo toda de tanto gozar!! Quando o a vi fiquei horrorizada, e ao mesmo tempo me deu vontade de estar no lugar dela.. Minha empregada quando me viu quase morreu do coração de susto, puxou o pau do cão de dentro que era enorme, e ficou tão sem jeito que não sabia o que fazer!!Na hora fiquei irada com ela, e preocupada, que podia pegar doença!! E mandei ela embora, e imediatamente levei o cão no veterinário, como era uma veterinária eu contei o caso!! Ai ela me falou se o cão for saudável não teria problema!!Mandei fazer todos os exames de laboratórios pra saber se o cão era saudável. Depois que fiquei sabendo que o meu cão não tinha nada de doença fiquei mais tranquila..
Eu fiquei com aquela imagem da minha empregada engatada com o meu cão, e a veterinária falou que não teia problema, desde que fosse saudável, Eu comecei a sentir desejo em ser penetrada por ele.. Certa noite eu estava deitada no sofá, o cão se aproximou e começou a me cheirar, ai eu comecei a alisar ele, e comecei a fazer carinho no pênis, minha vagina começou a latejar e a ficar molhadinha,o pênis dele começou a sair, e o meu T explodindo, e a imagem da minha empregada na minha cabeça., Tirei minha calcinha, fiquei nua da cintura pra baixo,, fiquei de quatro , sem mandar; Ele subiu em mim, segurou na minha cintura e começou a bombar como eu fosse uma cadela acertando minha bunda e não achando o buraco..Era porque eu não sabia fazer. Depois de algumas estocadas sem acertar minha xota, eu levantei bem a bunda e fiquei com minha xota bem exposta,na primeira acertou em cheio, quando sentiu o calor da minha vagina, começou a bombar rápido com toda força e e o pênis começou a penetrar na minha vagina, e o cão a bombar como um louco, e a bafejar na minha cara!! quando percebi o pênis dele já estava totalmente dentro, e o cão cada vez bombando mais e a minha vagina sendo inundada pelo mastro, e a minha vagina começou latejar de T e eu de imediatamente comecei a ter orgasmos, e o pau crescendo dentro, de repente o cão ficou parado com o pênis dentro e segurando nos meu quadril, quando eu levei a mão por baixo pra segurar as bolas, vi que estava completamente tudo dentro!! Estava tendo mais uma experiencia incrível. Depois de ficar alguns minutos, ele desceu de cima e ficou com o pênis dentro, e eu fiquei deitada no chão engatada com ele,olhando aquele mastro dentro da minha vagina, e ao mesmo tempo acariciando o meu grelo, e tendo um orgasmo atrás do outro!! Eu já estava exausta de tando gozar,,quando o pênis começou a diminuir,foi quando o cão de mexeu e o pênis saiu de dentro.E junto com o pênis uma enorme quantidade de esperma que não parava de jorrar.Tinha descoberto mais uma delicia, ser possuída pelo meu cão!! E descobri também , que havia feito uma injustiça com minha empregada,de ter dispensado ela por trepar com o meu cão. Desde então, sempre trepo com o cão pelo menos uma vez por semana .Hoje tenho 2 cachorro um mais gostoso que o outro!! Também descobrir que fazer anal com o cão também e uma delícia.. No começo foi difícil,mais hoje eu sou expet.!!
O mais gostoso quando o pau do cão esta engatado no ânus,e a mão na vagina massageando o clítoris,!! e um orgasmo traz do outro!! Não que eu não goste de homem, mas eu não dispenso os meu cãozinhos!! O conselho que eu posso dar para as mulheres, que o sexo , não importa como,e a coisa mais importante da vida!!

A CRENTE TESUDA E MINHA MULHER- VERDADEIRO

Vocês não vão acreditar... mas tenho uma esposa que qualquer um queria ter....é muito liberal... Outro dia cheguei em casa e contei pra ela que levei uma cantada na rua e até tomei um beliscão no traseiro.... Ela pergunta: -E o que você fez ?? comeu ela ?? Respondi: -Não, claro que não, nunca iria fazer uma coisa destas oras... eu ? Trair você ???, para minha surpresa tomei um tapa no rosto que chegou esquentar minha face, e ela respondeu: -Eu casei com um homem macho, da próxima vez que uma mulher der mole pra você e não comer e eu ficar sabendo, você vai me pagar direitinho, onde já se viu isso ??? É pra comer qualquer uma que der em cima de você viu, seu molenga ??? Você é um homem bastante bonito e atraente, mas coma e depois me conte como foi, viu?? Meu queixo caiu e fui tomar uma bebida cerveja, pra relaxar, ainda sem entender nada.... No mês de Julho, dia 20/09/2003, estávamos em casa (não temos filhos) vendo uma fita pornô, nós dois totalmente despidos e ela chupando meu membro quando a campainha toca... Oi querida tudo bem ??? Ué você vai tomar banho?? -Não estava me preparando pra uma trepada... (era nossa vizinha, evangélica cabelos enrolados em forma de coque, saia comprida até o chão, super conservadora, uns 38 anos, porém muito amiga de minha mulher) Ameacei levantar e correr pro quarto mas ela disse: - Não senhor, pode ficar ai mesmo, puxou Dnª Isabel pra dentro, trancou a porta e mandou que ela se sentasse na poltrona, eu é claro fiquei embaraçado e vermelho de vergonha... Dona. Isabel pôs as mãos no rosto e tentou se esquivar, mas minha esposa empurrou-a pra poltrona e disse.... Ora Isabel, deixe de ser caipira, sente ai e vamos assistir a fita de vídeo. Como não havia jeito mesmo (e minha esposa é muito insistente) Dona. Isabel sentou-se estática como uma estátua, os olhos arregalados pra televisão e queixo caído, abobalhada com o que via (as cenas eram dois casais trepando com as mulheres trocadas) e Dona. Isabel que é crente da Assembleia, não tem nem televisão em casa, estava ali de queixo caído vendo aquela depravação (como diziam na igreja dela), mas imóvel e prestando bem atenção, sem perder nada. Minha esposa começou alisando meu cacete (que tem 19 centímetros), sentada ao meu lado de pernas cruzadas, como se fosse a coisa mais normal do mundo, e disse: -Isabel, isso aqui que é membro de verdade, olhe, pode olhar, não vou brigar não, vem mais perto, sente aqui, (disse isso e puxou a mulher de modo que eu fiquei no meio das duas) e acariciava maliciosamente meu cacete, ai vocês não vão acreditar pegou mão da mulher crente e mandou que ela me masturbasse, de súbito Dona. Isabel se recompôs e disse: -Basta de sodomias, abra a porta que vou embora agora, minha esposa nem ligou e perguntou: -Diga que não está gostando, admita que eu sim, eu tenho um enorme membro desses, e isso me satisfaz, quer ir embora mesmo ??? A chave está aqui na minha mão, vamos pegue e abra você mesma a porta, e perca a oportunidade de aprender como se mete de verdade, ande... vamos, pegue... Dona. Isabel, deu um sorriso sem graça e admitiu que estava gostando, trêmula disse que aquilo era pecado, que não podia ficar mais ali, mas que também já estava meio zonza de tanto desejo e resolveu ficar, (só mais um pouquinho como ela mesma disse) minha esposa deu uma gargalhada pegou novamente na mão dela e pôs no meu pinto que já começava soltar um liquido lubrificante de dentro do orifício. Minha esposa passou o dedo no meu pinto esfregou no nariz e nos lábios, de Dona. Isabel, só de safadeza. Dona. Isabel tremia, fechou os olhos e trincou os dentes, e dizia: Isso é pecado, não posso mais ficar aqui, tenho de ir embora, minhas pernas não respondem, oh, meu deus, porque tinha que vir aqui nessa hora ??? Nisso minha esposa ( que já ia subindo a saia da crente ) fez um gesto com o queixo mandando-me acariciar as pernas de Dnª Isabel, (pernas não depiladas cheias de pelos, mas uma beleza, grossas bem cheias pra combinar com o traseiro -devia ter mais de 100 cm de bunda- que ela tinha bem rechonchudo) quando sentiu minhas mãos nas coxas dela foi ficando cada vez mais ofegante, a respiração acelerada, parece que subiu um fogo nela, começou suar abundantemente. Minha esposa apressou-se a desabotoar a blusa dela, dizendo: -Tá com calor queridinha, deixa eu abrir isso aqui pra melhorar, relaxa vamos.... aproveite não é todo dia que você tem um falo desses nas mãos,... Pude ver aqueles seios médios, branquinhos, quase estourando de tanto T debaixo do sutiã e a mulher visivelmente embaraçada, hora olhava pra porta, hora olhava pra minha esposa, hora passava a mão no rosto, fazia gesto de querer se levantar, mas a mão não conseguia largar meu falo, estava aflita, ao poucos minha esposa foi tirando as roupas dela e pude ver que mulherão que ela era, deixou-a só de calcinha e percebi que entre as pernas dela já havia muita umidade , a calcinha (mais parecia um short), estava encharcada, então minha esposa aproximou-se do meu pau e começou chupa-lo todinho, depois falou pra Dnª Isabel fazer o mesmo, que negou-se prontamente, minha esposa estendeu a chave pra ela e disse: -Quer ir embora ??? E deu um sorrio sarcástico, pelo canto dos lábios... A esta altura a crente estava sem saber o que fazer e caiu de boca lambendo tudo, com se estivesse esfomeada, senti que ia gozar e tirei meu falo da boca dela, mas minha mulher empurrou Dnª. Isabel de novo pro meu pau, que só teve tempo de dar a primeira esguichada na cara dela, de modo que a crente engoliu tudo com os olhos cerrados, e a respiração acelerada e depois começou sussurrar bem baixinho: -Adultério é pecado.... adultério é pecado... ai meu deus... o que estou fazendo? ..., depois disso minha esposa nos arrastou pro banheiro e mandou que eu ensaboasse toda ela, (coisa que eu fiz com muito prazer) a evangélica estava zonza de tanto T e minha esposa apressou-se a chupar aquela vagina cheia de pelos (parecia mais uma floresta porque não depilava) e senti Dnª. Isabel estremecer toda quando passei as mãos nos seios dela, os bicos quase saltavam de tão tesos que estavam, estremecia e gemia, Dona. Isabel não resistiu gozou demoradamente, e pediu pra minha esposa deixar ela me beijar... Eu prontamente me prontifiquei e foi um delicioso beijo de língua, apaixonantemente quente. Dona. Isabel quase desfaleceu e a abracei levei pro chuveiro, soltei seus cabelos, batiam quase na cintura, e já haviam vários fios brancos que davam mais charme ainda àquele mulherão. Era um desperdício, uma senhora mulher daquelas passando fome nas mãos do marido. Minha esposa foi até a cozinha preparar uma bebida pra tomarmos. Ao terminar de dar banho nela levei-a de volta pra sala e apontei pra TV e Dnª. Isabel a esta hora já havia se soltado e entregue-se totalmente àquela orgia, e desinibida como estava prontamente ajoelhou-se e começou me chupar de novo. Só que dessa vez minha esposa interveio e disse: -Agora é minha vez... você fica só assistindo ai quietinha, beba isso (era caipirinha, mas estava bem fraquinha), então deitou-se no tapete do chão e eu fui chupando-a todinha, lambendo todo aquele lindo corpo que ela tem, ao que ela solicitou...Anda logo... vem me comer ... vem me comer vem... vem me comer... me come que não aguento mais. Posicionei-me e enfiei e fiquei bombando bem uns 19 minutos, senti que ia gozar... tirei pra fora relaxei um pouco, e minha esposa falou: - Vem cá Isabel, chupa minha perereca, e fizeram um 69, enquanto gemiam tomei uns goles, depois tirei a crente da vagina de minha mulher e enfiei de novo, mas minha mulher continuou chupando a perereca dela e as duas gozando abundantemente, e eu beijando Dona. Isabel, quanto metia na minha esposa. A evangélica estava alucinada de T. Então minha esposa colocou-a de 4, apoiada, no sofá virada pra mim, mando-me chupa-la todinha, hora eu chupava a vagina da crente, hora chupava o anelzinho do cu dela (que devia ser virgem). Ai minha esposa pegou meu cacete e foi pincelando naquela vagina enquanto olhava nos olhos da crente, que a esta altura só sabia dizer: -Aih meu deus...... adultério é pecado.... adultério é pecado, o que vou fazer ??? e começou soluçar e se desmanchou em prantos e mandou que eu acabasse logo com ela foi quando introduzi meu cacete todinho e comecei a socar, e a evangélica pedia: -Isso mesmo ... mais ..... manda mais .....que tá uma delícia... acaba logo comigo, enfia essa vara todinha nessa pecadora..... assim ... que delícia... acaba comigo e rebolava que nem uma cachorra com minha rola enfiada todinha naquele lugar, nisso minha mulher fica de 4 também ao lado dela e começa beijar a crente e pede que dessa vez eu enfie nela também, o que prontamente obedeci.... depois tirei da vagina de minha esposa e enfiei no rabo dela (modesta parte minha mulher é louca e vive dando o cu pra mim) e eu não resisto, porque ela é uma delícia.... Nesse meio tempo a crente já recomposta de tanto gozar, arregalou os olhos, admirada de ver meu falo entrando e saindo do cu de minha esposa e perguntou pra ela: -Não dói ???, não machuca. Eu respondi -Não. Ta vendo como ela gosta ??? Olha como ela fica assanhada. Nisso minha esposa resolveu chamar a crente pra ficar de 4 de novo e eu fui mais uma vez chupa-la e dei especial atenção ao traseiro dela, enfiei um dedo, e fiquei colocando e tirando até sentir que o buraco tava relaxado, Dona.Isabel disse que doía e ia parar por ali mesmo, foi quando minha esposa deu um leve tapinha no rosto dela e disse que já tava pra acabar, que ela não tinha mais por onde escapar, ai segurou-a pela cintura com as duas mãos e ordenou que eu enfiasse meu pau naquele rabão delicioso. A crente começou soluçar outra vez e desabou a chorar de novo, tomou um tapa no traseiro que eu dei, minha esposa mostrou pra ela a chave da porta mais uma vez e ela balançou a cabeça negativamente e disse que não iria perder aquilo por nada neste mundo. Deu trabalho, mas quando a cabeça passou a crente deu um grito e aumentou os gemidos, acho que doeu mesmo, porque o anel parece que queria cortar meu mastro ao meio. Mas quando passou-se alguns instantes a dor que ela sentia transformou-se em prazer, porque ela dizia coisas estranhas, sem nexo, e repetia: -Que delícia, que delícia de faki, isso mesmo.... mete nessa cadela.... agora eu sei o que é trepar de verdade, isso é que é macho, isso que é homem que sabe dar o que a mulher gosta, isso que eu preciso mesmo... e chorava, as lágrimas caíam, do rosto dela, e ao mesmo tempo ria alucinada, agradecendo minha esposa por ter deixado eu come-la. Nisso minha esposa posicionou-se embaixo dela e deu um jeito pra chupar a vagina dela (arrumou uma almofada pra ajeitar melhor a posição) e enquanto ela chupava a vagina da crente, a crente chupava a vagina de minha esposa e eu mandava ferro no cu dela, passamos a tarde toda trepando. Metemos em todas as posições, depois, tomamos banho juntos e foi outra trepação daquelas, teve uma hora que a crente gozou tão gostoso, que os olhos reviraram, fiquei com medo dela desmaiar. Mas eu vou dizer, se tem uma espécie de mulher boa de comer são as crentes (ou quentes ?). Hoje ela viciou em dar o cu, sempre que me vê já pergunta quando vai ser a próxima, e minha mulher liberou geral a crente pra mim, posso come-la mesmo estando sozinho em casa. SE VOCÊ É DO RIO QUISER ME CONTATO meu email é casado_safado_rj@ig.com.br

EU DEI PARA O PASTOR (PAU DE JUMENTO)

Olá, eu sou a Carla. Hoje eu vou contar o que aconteceu com o pastor. Quando ele me chamou na casa dele eu fui rapidinho, ao chegar lá, ele mandou entrar e fechou a porta e falou: “Deus que me perdoe, mas você me deixa louco de T quando eu vejo você sem calcinha”.
E logo foi levantando minha saia e perguntando se eu estava sem calcinha. Aí eu falei que sim.. Eu nunca uso e ele sabia, vivia me espiando.
O pastor era um homem de 40 anos e bem moreno, mais eu nunca tinha prestado atenção no volume!! na verdade eu só presto atenção no volume quando alguém me interessava. Quando ele começou a passar a mão na minha xereca, que eu olhei para o membro dele dentro da calça, eu tive uma visão que eu nunca tinha visto!! o falo estava descendo pela perna da calça de tão grande que era!! aí eu perguntei “posso pegar no seu falo” e ele falou que podia.
Quando eu peguei no falo dele, eu até me assustei!! e falei.. “nossa!! é tudo isso?” na hora ele falou meio afobado e medo de alguém chegar!!e perguntou se eu queria ver?? na hora ele começou descer a calça e quando o falo ficou pra fora , eu na verdade me assustei pelo tamanho!! era um falo enorme que parecia a de um jumento!! era um falo preto com a cabeça rosada cheio de veias que na hora a minha xereca começou a latejar de T;; eu ´peguei e comecei a bater uma punheta e ele com a mão na mina bauxita que não demorou muito pra ficar totalmente molhadinha!! na hora eu não aguentei e coloquei o falo na minha boca e comecei a chupar a cabeça, porque só a cabeça entrava na minha boca.
Ele com os olhos arregalados de medo de alguém chegar, mais o T era maior que o medo.. de repente ele mandou eu sentar em um sofá que tinha lá..eu sentei e ele entrou no meio das minha pernas de joelhos, e começou a meter aquele cacete enorme, e eu mexendo para o pau entrar. E o pau foi entrando e eu olhando aquele falo de jumento arregaçando a minha boceja!! e eu aguentando aquele mastro inteirinho e ele começou a fazer o vai e vem e eu gozando sem parar,, e ele metendo e falando!!
Deus que me perdoe,,, mas eu não aquento!! De repente o jumento começou a tremer e tirou o pau de dentro da minha bussanga e começou a jorrar na minha barriga,, porque eu havia pedido pra gozar fora!! era tanto esperma que eu tive que tomar um banho quando eu voltei ´pra casa!! Eu nunca tinha visto um falo daquele tamanho!! depois que ele gozou , ele falou!! agora você pode ir embora!! porque a minha mulher pode chegar.. eu fui embora..não demorou muito a mulher dele chegou!! e eu adorei a aventura!! eu adorava perigo.. quando mais perigoso, mais eu gostava,,mais eu gozava!! foi a única vez que eu dei para o ´pastor..mesmo porque ele só ficava, me olhando, e não quis mais que eu fosse lá dar pra ele.. Ele falava que era muito perigoso…!! Que delicia!!! Foi uma delicia!!!

A PENSÃO DA SACANAGEM

PARTE 1

Durante o período em que trabalhei em Uberlândia – MG, fiquei morando em uma pensão cuja dona era uma mulher, que chamarei de Márcia, de 38 anos, cabelos castanhos curtos, corpo perfeito devido ao fato de ela frequentar academia todos os dias da semana, exceto aos domingos. Ela tinha duas filhas, a Carla de 19 anos e a Ingrid de 22 anos. As duas tinham cabelos loiros cumpridos. A Carla usava tranças e a Ingrid deixava os cabelos soltos. A Carla me parecia mais inocente em assuntos de sexo enquanto que a Ingrid parecia ser mais desinibida. A pensão tinha vários quartos e um quintal grande. Carla, apesar da timidez, andava sempre com vestido de peça única que vinha até o meio das coxas e a Ingrid usava shortinhos, tops, calças bem agarradas.
Teve um dia em que a Macia saiu para fazer umas compras e a Ingrid tinha saído com umas amigas. A pensão estava fazia tendo ficado lá somente eu e a Carla. Eu fui até a área de serviço lavar umas meias e cuecas e lá estava a Carla, de vestido de costas para a porta se reclinando para pegar umas peças num balde, deixando aparecer sua calcinha e aquele lindo rabo. Fiquei observando aquele pedaço de mulher que, apesar da idade, já tinha o corpo bem formado, um bumbum bem redondinho e os seios de tamanho de laranjas. Depois de um tempo ali, ela se virou e me viu, ficando vermelha de vergonha. Eu disse que não tinha porque ela ficar assim pq não tinha nada de mas a gente mostrar o que tem de bonito. Ela perguntou seu eu achava que ela era bonita e eu disse que lógico. Que muita mulher por ai adoraria ter o corpo que ela tem. Ela, ainda meio encabulada, estava apoiada de frente para o tanque. Nisso eu acabei me aproximando, e pus minha mão em suas costas, deixando escorregar até sua bunda. Percebi que ela não teve nenhuma reação e continuei descendo minha mão até colocá-la sob seu vestido. 
– Algum menino já fez isso com vc?” Perguntei.
– Já deixei uns meninos alisarem minha bunda mas só sobre a calça, nunca assim.”
– Você gostou?
– Gostei. Só que agora está mais gostoso.
– E o que mais eles fizeram?
– Eles queriam que eu transasse com eles mas eu não quis. Então eles me pediram para que eu lhes chupasse.
– Você fez isso?
– Fiz. Eram três meninos e tive que chupar os três.
Eu continuava a apalpar sua bunda.
– Não quer fazer o mesmo comigo? Juro que não conto pra ninguém.
Ela pôs a mão sobre minha calça e ficou me alisando. Em seguida se agachou na minha frente e tirou meu pau para fora e começou a chupá-lo.
– Você já tinha feito isso mais vezes?
– Sim. Os meninos sempre me pedem para chupá-los. Eu fico só de calcinha e eles também dizem que querem me comer mas eu não deixo.
– Nem seu cu você dá pra eles?
– Eles nunca pediram. Mas umas amigas minhas disseram que dói um pouco. Na próxima vez eu vou deixar.
– Deixa eu ser o primeiro, então?
– Espera um pouco.
Ela disse isso e continuou me chupando. Ela já era expert na arte de chupar. Ela então se levantou e falou pra eu fazer com carinho, enquanto se apoiava no tanque. Tirei sua calcinha e comecei a chupá-la primeiro.
– Nossa... Eles nunca fizeram isso comigo.
Ela se derreteu de T e mandou eu colocar logo no seu cu. Apontei a cabeça e fui forçando aos poucos. Ela soltava uns gemidos baixinhos mas aguentava firme até que coloquei tudo. Fique parado um tempo até ela se acostumar com o volume e depois comecei a fazer o movimento de vai-e-vem devagar, aumentando o ritmo aos poucos. Ela gemia bem gostoso.
– Coloca mais forte que to quase gozando.
Eu aumentei a velocidade do movimento e ela gozou muito. Devia ser a primeira vez que ela gozava e eu continuei a penetrá-la.
– Goza na minha boca. Deixa eu beber seu leite.
Tirei meu membro de seu bumbum e dei pra ela chupar. Gozei feito um cavalo, lambuzando todo o rosto dela. Ela lambeu tudinho, deixando meu falo limpo. Realmente ela estava acostumada a isso.
Ela se levantou e foi ao banheiro se lavar. Antes de sair disse que, enquanto eu estivesse ali na pensão, iria comer seu cu sempre e, quem sabe, ela não deixaria eu tirar sua virgindade.
Eu coloquei minha bermuda e terminei de lavar minhas roupas.
Alguns dias depois, num sábado, estava chovendo muito e a Márcia ainda não havia voltado com a Carla do dentista. Por ser sábado, não havia nenhum hóspede na pensão. Todos tinham saído pois estava ocorrendo uma feira agropecuária na cidade. Devido ao tempo eu fiquei na pensão, e a Ingrid estava ali tomando conta.
Eu estava na sala vendo TV quando ela chegou e sentou do meu lado.
– Eu vi você e minha irmã aquele dia. Não tem vergonha?
Eu estava tentando dar uma explicação quando ela começou a alisar meu membro por cima da bermuda.
– Não tem vergonha de transar com aquela pirralha enquanto tem uma mulher como eu aqui?
Ela tirou-o pra fora e começou a me chupar. Nesse dia ela estava usando um conjunto rosa de mini-saia e top bem apertados.
Enquanto ela me chupava eu posicionei minha mão pra alisar sua periquita quando percebi, para minha surpresa, que ela estava sem calcinha. Depois de um tempo, puxei sobre mim e coloquei-a de costa no me colo e penetrei sua periquita.
– Isso. Me come gostoso. Me come como fez com a minha irmã.
Ficamos daquele jeito até que mandei ela ficar de quatro no sofá. Iria comê-la como fiz com a irmã. Ela se posicionou e enterrei meu membro no seu buraquinho. Ela soltou um urro de prazer.
– Faz assim mesmo.”
Meu Deus! O rabo dela era tão delicioso quanto o da irmã.
Estávamos tão concentrados que não ouvimos que alguém havia chegado. Era a Márcia, sua mãe. Ela tinha deixado a Carla na casa de uma amiga e veio sozinha.
– O que vocês estão fazendo? Não tem vergonha?
A Ingrid tentou se esconder com as almofadas e eu fiquei ali, de pé, tentando tapar o sol com a peneira.
– Vocês se divertem e eu tenho que ficar chupando o dedo?
Ela disse isso enquanto se aproximava de mim e começou a me masturbar.
– Faz muito tempo que eu não sinto um cacete me preenchendo...
Ela disse isso enquanto se abaixava para me chupar. E como ela chupava. Pelo jeito a arte de chupar cacete era herança de família. A Ingrid se juntou à mãe e passaram a me chupar juntas. 
Aos poucos a Márcia foi se desfazendo de suas roupas, deixando a mostra aquele lindo corpo. A Ingrid ficava alisando o rabo da mãe, que continuava a me chupar.
– Vem cá transar a minha mãe. Ela ta na maior secura e ta precisando levar falo.”
A Márcia se apoiou no sofá e fui por trás dela e coloquei tudo na sua vagina, fazendo movimentos rápidos. Ela gemia bem gostoso.
– Isso é muito bom. Fazia muito tempo que não sentia isso.
A Ingrid sentou na frente dela, oferecendo sua vagina para a mãe chupar.
– Chupa aqui mamãe. Sente o meu sabor.
Ela não se fez de rogada e caiu de boca na vagina da filha. Depois de algum tempo tirei de sua periquita e pus na entrada do seu rabo.
– Ai não. Eu nunca dei o rabo.
– Sempre tem a primeira vez.
Falei isso e comecei a colocar. Ela começou a gemer bem gostoso.
– Ta vendo como é gostoso? A Ingrid gosta. Até a Carla gostou de dar o rabo.
Ela me olhou com cara de espanto.
– Até a minha filhinha você transou, seu tarado?
– Sim, mas só o ânus dela. Ela ainda é virgem.”
– Então vamos ter que resolver o problema dela. Se ela já sabe como é dar o rabo, tem que aprender a dar a vagina também.
Eu continuei comendo o rabo dela até que as duas inverteram as posições. Márcia sentou no sofá para ser chupada pela Ingrid, enquanto eu comia o rabo dela. Passado um tempo, as duas já haviam gozado bastante e era a minha vez. As duas se agacharam na minha frente e lambuzei seus rostos e corpos com meu líquido. As duas lamberam meu falo e ficaram se lambendo até ficarem limpinhas. Ficamos os três um tempo sentados no sofá, eu no meio das duas, pensando em como seria a primeira vez da Carla.
Passaram-se alguns dias, e não houve uma oportunidade de transarmos os quatro para que Carla tivesse sua primeira vez, pois sempre estava com gente na pensão. Ocorreram transas esporádicas com as três. Sempre no meu quarto e a noite. A Ingrid e a Márcia combinavam entre si o dia em que cada uma iria ao meu quarto para uma transa rápida. Para não acontecer de sermos pegos pela Carla, que ainda não sabia que eu também comia a mãe e a irmã dela, combinei um sinal com elas e um outro com a Carla. E sempre que era a vez da Carla as duas aproveitavam para ficarem juntas. A Márcia até comprou um consolo daqueles de prender na cintura para poder transar com a Ingrid.
O tão esperado dia veio durante um feriado. A pensão ficou sem hóspedes, o momento ideal. Márcia e Ingrid fingiram que iriam sair para me deixar a sós com a Carla. Fui para a sala com a Carla. Depois de um tempo me chupando, mandei ela sentar no meu colo para que eu pudesse foder seu rabinho. Ela sentou de frente para mim enquanto eu a fodia. Márcia e Ingrid ficaram escondidas até que dei o sinal e as duas entraram na sala.
– O que é isso minha filha?
Quando Carla se virou para tentar se explicar, viu sua mãe e irmã nuas e sua mãe estava com o consolo preso na cintura.
– Filha, você precisa dar sua periquita também, do contrário não será uma mulher por completo.
Eu continuei penetrando o rabinho dela. As duas se aproximaram e começaram a lhe alisar o corpo e a lambê-lo.
– Agora é hora.
Levantei do sofá com meu falo ainda no bumbum de Carla e fomos para o quarto de Márcia, onde havia uma cama de casal. Coloquei Carla deitada e continuei penetrando seu ânus. 
– Coloque na vagina dela. , falou Márcia.
Carla não acreditava no que via. Sua mãe e irmã ali transando e ordenando que eu tirasse sua virgindade.
– Por que a surpresa? Achou que era só você que ele comia é?
Tirei meu membro de seu anel e posicionei na entrada da sua gruta e fui colocando aos poucos. Ela esboçava um grito de dor quando Ingrid se pôs sobre ela e mandou-a chupar sua periquita.
– Nada de chorar. Quem leva no rabo tem que levar na periquita sem reclamar.”
Quando entrou tudo, comecei a socar com vontade e ela a gemer feito louca. Mudei de posição e coloquei-a sentada sobre mim. Márcia veio por trás dela e posicionou-se para comer seu ânus.
– Você tem que aprender como é ser penetrada por dois. Nós três fazemos isso sempre.”
Ela se abaixou e recebeu o consolo inteiro no seu bumbum. Nós dois penetramos ela até ela cansar de tanto gozar. Depois foi a vez de Ingrid receber os dois membros. Por fim, prenderam o consolo na cintura de Carla e foi a vez dela sentir como é penetrar um rabo e um periquita. Nos alternamos comendo Márcia e Ingrid até não aguentarmos mais. No final lambuzei as três com meu líquido. A partir daí passamos a transar toda noite. Cada dia era uma das três e quando era possível, os quatro juntos. As coisas melhoraram quando Márcia contratou uma empregada para trabalhar na pensão, mas isso eu conto depois.

PARTE II

Está é a continuação do conto anterior. Já fazia três meses que eu trabalhava em Uberlândia e estava morando na pensão da Márcia e suas filhas, Carla e Ingrid. Depois de ter transado com a Carla, com a Ingrid e por último com a Márcia, toda a noite era uma festa. Ora era uma delas, ora eram duas e à s vezes as três. Para não chamar a atenção dos outros hóspedes, elas fecharam o quarto ao lado do meu para assim ninguém ficar ouvindo nada. Atrás havia uma viela e do outro lado já era a rua. Na frente era um corredor que tinha janelas que davam para o quintal.
Tudo está muito bom até que um dia a Márcia contratou uma ajudante. Seu nome era Roberta. Tinha 27, cabelos castanhos cumpridos, um bumbum arrebitado e seios fartos. Como ela morava em outra cidade, passou a ocupar um dos quartos da pensão. Ela era evangélica ou crente. Não me lembro ao certo. Por isso ela sempre estava com vestidos e roupas bem discretas. Com o tempo as meninas começaram a imaginar se ela não poderia participar das nossas festinhas. Ela não era casada e nem tinha namorado mas já teve. Resolvemos dar um jeito de testá-la. No quintal tem um muro separando a parte onde os hóspedes podem ficar e onde fica uma pequena horta e ali tem um quartinho onde são guardadas ferramentas. A Carla foi até lá colher algumas verduras e eu fui atrás. A Roberta estava estendendo algumas roupas e viu quando eu entrei lá, afinal nenhum hóspede podia ir ali. Passados alguns minutos e vendo que não saia ninguém dali, ela foi até a horta e não nos viu. Ela ouviu alguns barulhos vindos da casinha e foi ver o que era. Ela olhou pela fresta da janela e viu eu comendo a Carla. A Ingrid ficou olhando pra ver quando a Roberta entrasse na horta pra ver se ela saia logo e como isso não aconteceu, ela entrou atrás. Foi ai que ela pegou a Roberta olhando pela janelinha eu comendo a Carla enquanto ela ficava se tocando por baixo da saia e da blusa. A Ingrid chegou devagarzinho e agarrou-a por trás.
– Ahhh.
– Calma. Não precisa se assustar pode continuar o que fazia.
Disse isso acariciando-a os seios enquanto Roberta se tocava sob o vestido. Dentro da casinha fingimos que não ouvimos nada e continuamos a transa.
– Ta gostando do que ta vendo lá dentro? Deixa eu te mostrar outra coisa.
Ingrid se abaixou e começou a chupar a Roberta. Teve uma hora que ela não aguentou e acabou gemendo mais alto, ai eu Carla paramos e saímos para ver. A Roberta tentou fazer a Ingrid parar mas não conseguiu.
– Precisa de ajuda ai, mana?
– Preciso sim.
A Carla se juntou à irmã e ambas passaram a chupar a Roberta, que já estava com um das pernas levantadas, apoiada nuns tijolos e com os seios à mostra. Eu me aproximei delas.
– Segura aqui, Roberta.
Ela agarrou meu cacete e ficou batendo uma pra mim. 
– Já chupou um?, perguntou a Ingrid.
– Não. Nunca.
– Então vem aqui.
A Carla deitou no chão e mandou a Roberta se ajoelhar para ela chupá-la. A Ingrid segurou meu falo e levou-o até a boca da Roberta. Ela começou meio tímida mas aos poucos foi se empolgando. Em alguns minutos ela já parecia uma profissional.
– Você é virgem?, perguntou a Ingrid.
– Não. Eu já tinha tido relações com um rapaz da igreja.”
Ela não poderia ter dado uma melhor resposta. Tirei da boca dela e a coloquei de pé apoiada na parede. Levantei seu vestido e comecei a penetrá-la.
– Devagar. Eu só fiz isso uma vez.
– Agora é tarde. Você começou e vai até o fim.
Continuei assim um bom tempo até que resolvi provar aquele belo rabo. Apontei na entradinha dela e fui colocando. Ela não reclamou e fui até entrar tudo. Fiquei ali penetrando-a enquanto as meninas faziam um gostoso 69. Quando estava para gozar, as três se colocaram de joelhos a minha frente e dei tudo pra elas. Lógico que elas deixaram mais para a Roberta, que sou absorver tudo.
– De agora em diante você faz parte do grupo. Vamos nos divertir bastante.
A Carla disse isso e deu um gostoso beijo na Roberta.
Até ai a Roberta ainda não sabia que a Márcia também participava e demos um jeito dela descobrir da melhor forma. Alguns dias depois, não tinha nenhum hóspede na pensão e a Roberta estava lavando roupa. Eu cheguei por trás dela e comecei a tocá-la.
– Para. Alguém pode chegar.
Eu não parei. Levantei o vestido dela, abaixei sua calcinha e comecei a penetrá-la ali mesmo. Depois de um tempo, a Márcia chegou. Ela já sabia de tudo, mas se fez de desentendida.
– O que é isso?
A Roberta tentou se livrar mas não deixei.
– Como você faz uma coisa dessas e nem me chama?
Ela se aproximou de mim e me deu um beijo.
– Eu tenho que participar também. As meninas me disseram que ela é muito gostosa.
A Roberta ficou espantada. Márcia se abaixo e começou a chupá-la enquanto eu metia.
– Ela é realmente gostosa. Vocês já fizeram uma DP nela?
– Não. Queríamos que você fizesse isso junto.
A Márcia se levantou foi buscar o consolo. Mudei de lado, me encostando to tanque, coloquei no rabo dela, levantando uma das pernas dela. A Márcia veio de frente e começou a penetrá-la.
– Nossa. Eu nunca tinha experimentado isso.
Ficamos ali os três um bom tempo daquele jeito.
– Roberta, agora é sua vez.
A Márcia colocou o consolo na Roberta e sentou no meu colo de costa. Eu coloquei no seu rabo e a Roberta veio pela frente. Como foi bom. Ficamos um tempo daquele jeito até que gozei pras duas.
Desse dia em diante passei a transar com as quatro até que tive que voltar para Campinas. Foram dias maravilhosos. Sempre penetrando aquelas quatro maravilhas.
Continuei me correspondendo com elas. Sempre me mandavam e-mails contando o que faziam. Depois que eu fui embora elas não arrumaram nenhum homem para me substituir.
Num dos e-mails elas me contaram da ideia que tiveram para poder transar com outras garotas e me chamaram para participar. Elas colocaram um anúncio num jornal onde dizia que estavam selecionando moças para participar de filmes, lógico que filmes eróticos, e até alugaram uma sala onde fariam os testes.
Fui para Uberlândia novamente para participar dos testes. Na sala estávamos eu, a Márcia e alternadamente, a Carla, a Ingrid e a Roberta. Sempre ficávamos em três. O tipo de filme a ser gravado só era falado na hora da entrevista e muitas desistiam. Mas algumas alguns já vinham imaginando que tipo de filme seria. Uma dessas garotas se chamava Valéria. Ela tinha 19 anos, cabelos ruivos cacheados, um corpinho perfeito.
Ela veio usando um vestido social preto de peça única, sem mangas que vinha até o meio das coxas. Ele ficou na sala de espera junto com outras três garotas. Nenhuma das três aceito fazer esse tipo de filme e foi embora. Na sua vez, a Valéria entrou na sala e, como todas as outras deu de cara com uma mesa dessas de escritório, onde eu tinha colocado vários vídeos e revistas em cima, e com a Ingrid agachada me chupando.
– Esse é o tipo de filme que vocês querem fazer?
– Isso mesmo. Eu li a ficha que você preencheu. Você está disposta a fazer o teste? As outras candidatas não quiseram.
– Quero sim.
– Então vem cá.
Ela se levantou e veio até o outro lado, se abaixo e começou a me chupar junto com a Ingrid. Quando levantou o vestido dela, Ingrid se surpreendeu ao ver que Valéria estava sem calcinha.
– Eu já imaginava como seria o teste e por isso vim preparada.
Ela era uma safada mesmo. E como chupava. Eu já estava indo a loucura.
– Nossa. No primeiro teste você já está aprovada. Agora vamos ao segundo.
Levantei-a e a coloquei sentada no melo de costas para mim e comecei a fodê-la. Ela cavalgava muito bem e gemia como uma louca. Ela tinha uma boceta saborosa e que eu estava adorando comer.
– E então? Também estou aprovada nesse teste?
– Com certeza. Vamos para o próximo.
Coloquei-a apoiada na mesa e meti no seu traseiro. Ela soltou um gritinho quando entrou e começou a rebolar gostoso. A Ingrid estava sentada no chão brincando sozinha.
– Ingrid. Está na hora do último teste.
Ela se levantou e foi até o banheiro.
– Qual é o último teste? Ainda não acabou?
– Você já vai descobrir.
Ingrid voltou com um consolo preso à cintura. Puxei Valéria pela cintura e deitei no chão enterrando tudo no seu rabo. Ingrid veio pela frente e colocou tudo nela. Valéria ficou doida de vez. Gemendo bem gostoso. Ficamos daquele jeito um bom tempo, até que finalmente gozei no rosto das duas.
– E então? Estou aprovada?
– Com certeza. Vai ser muito bom ter você no elenco.
Ela se lavou no banheiro e foi embora. Nós voltaríamos a nos encontrar no futuro, durantes as ‘filmagens’.
Uma outra que aceitou fazer o teste era um loirinha linda. Com rosto de anjo mas que na verdade era uma puta de primeira. Seu nome era Camila. Ela tinha os cabelos castanhos com mechas loiras e um belo corpo. Ela veio para a entrevista e o teste por volta de umas 19 h da tarde. Como a tarde estava meio sossegada, estávamos eu, a Márcia e a Carla transado. Quando a Camila chegou, nós já estávamos a todo vapor e esquecemos de fechar a porta que separa a sala de espera de onde estávamos. Ela escutou o barulho vindo da sala e foi ver o que era.
– O que é isso? Esse é que é o teste?
Naquela hora nós paramos o que fazíamos.
– Mais ou menos. respondi.
– Na verdade você iria ser entrevistada primeiro para vermos se você tinha o perfil para esse tipo de filme.
Enquanto falávamos, a Márcia foi fechar a porta. Reparei que a Camila não tirava os olhos do meu cacete.
– Senta ai. Vamos conversar.
Ela se sentou e ficamos conversando. Enquanto a Márcia e a Carla se abaixaram ao meu lado e ficaram me chupando. Fiz várias perguntas para ela e a mas importante.
– Qual sua idade?
– 16.
A resposta dela quase me derruba da cadeira. Com um corpanzil daqueles e ela só tinha 19 anos? 
– Sei que sou nova mas já não sou mais virgem. Já tenho experiência.
Eu logo vi que ela estava a fim mesmo é de dar e não adiantava o que dissesse ela não desistiria. Foi aí que ela deu uma sugestão que me agradou.
– Deixa eu fazer o teste pra ver se você me aprova. Se eu passar, vocês filmam comigo em separado e só lançam o filme eu for maior.
Ela nem bem terminou de falar e se enfiou por baixo da mesa, agarrou meu falo e começou a chupá-lo. Junto com ela ficou a Carla. A Márcia foi embora por que precisa voltar para a pensão. Depois de um tempo, puxei a Camila, tirei sua calça e calcinha e a coloquei sentada no meu colo. Ela era mesmo uma p..... Tanto que entrei fácil nela. Ela já devia ser bem rodada. Penetrei ela com gosto na frente e a trás por uma meia hora. Gozei na boca dela e da Carla. Ela foi embora contente por ter sido aprovada. Eu ainda fiquei mais um tempo ali comendo a Carla. Quando chegamos à pensão. Ingrid, Roberta e Márcia já estavam se divertindo as três e nos juntamos a elas para mais sacanagens.
Alguns dias depois fizemos as “filmagens”. Na verdade não tinha nenhuma fita na câmera. Tinha sido apenas uma forma de penetramos com mais gente. Nesse dia, deixei as meninas se divertirem. Elas interpretaram como se estivessem num convento onde mostrávamos a vida sexual das freiras. Depois das “filmagens”, ainda penetrei a Camila e a Valéria vestidas como freiras. No fim do dia elas foram embora. Prometemos para elas que aquele filme não seria lançado no Brasil, só no exterior.
Depois disso, devolvemos a sala e não voltamos a ver as duas novamente.
Já faz um tempo que não volto a Uberlândia mas elas sempre me mandam e-mails contando das garotas com quem elas transam. Inclusive me mandam fotos delas. Preciso arrumar tempo e voltar a me hospedar naquela pensão.
Caso alguma garota de campinas queira se corresponder comigo, meu e-mail é: julianos.silva@yahoo.com.br