sábado, 27 de agosto de 2022

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA - (UMA VIDA ESCONDIDA)

 Depois que meu prof. foi embora para o exterior, eu fiquei sem ter para quem dar. E o lado pior disso é que eu não podia confiar em ninguém. Eu estava viciada em sexo, porque transava com ele em todas as aulas, e não era uma rapidinha. Ele me comia até cansar, de todos os jeitos imagináveis.

Como eu tive um “professor” de sexo, pra mim tudo aquilo que ele fazia comigo era aceitável.

Uns meses depois que ele foi embora houve um escândalo na igreja, porque um casal de noivos (ela tinha 18 e o rapaz, 22, se eu bem me lembro) estava em fornicação. É algo que dizem quando se faz sexo fora do casamento.

Descobriram isso porque eles estavam fazendo um trabalho com grupos de jovens, e alguém pegou o celular dele para ver as fotos de um retiro, e acabou se deparando com várias fotos bemmmm pornográficas que eles tinham juntos.

O rapaz foi expulso da igreja e ela ficou, mas estava totalmente acabada diante de todos. Chamavam ela de “prostituída”. As mães não queriam suas filhas perto dela, as noivas e casadas morriam de medo que ela desse pros maridos delas.

Ela chegou mais de uma vez a ser surrada pelos pais e pelo pastor pra tirar o “demônio da prostituição do corpo”.

Eu ficava pensando: é isso que vai acontecer comigo se descobrirem o que eu fazia…
E uma vez ouvi meu pai falando coisas horríveis dessa moça pra outra pessoa por telefone. Dizendo coisas como: “já levou muita rolada, só serve pra meter.. Tinha vídeo dela chupando a pica do macho, tomando no cu, na boceta… ”

E eu pensava que era exatamente o que eu tinha feito. Mas era gostoso. Era mais forte que eu.

Tanto que depois que eu fiquei sem o profs, eu me masturbava inúmeras vezes por dia, no banho, antes de dormir… Mas nem de longe era a mesma coisa.

Na igreja era impossível confiar em alguém. Tinha membros que começavam relacionamentos com as meninas e, quando conseguiam comer, saiam espalhando para os outros. Elas acabavam se afastando ou ninguém queria mais ficar perto delas.

Eu notava que meu pai era um hipócrita (na época, eu não conhecia essa palavra, mas hoje sei o que significa). Ele comia as meninas que tinham fama de prostituída com os olhos. Quando elas passavam por ele e a mamãe não estava perto, ele pegava no pau, se ninguém estivesse olhando, e secava elas dos pés à cabeça.

Eu sabia bem o que significava a cara de tarado dele…

Fiquei por meses sem dar. Tive que me contentar com minha escova de cabelo.
Até que nossa igreja entrou em um tipo de aliança com outras denominações. Algumas eram menores e outras maiores. Então, passamos a ir muito para cultos e eventos em locais diferentes. Principalmente os mais jovens faziam isso, acompanhados do pastor da igreja que estava recebendo o grupo.

Uma das denominações era presidida por um senhor mais velho, cabelo todo branco, grande, alto e meio gordo. Era aquele tipão bonachão, que passava a mão na cabeça da gente, abençoava todo mundo, adotava animal de rua…

Enfim, a gente admirava muito ele. E a igreja dele tinha um grupo de jovens, mas pequeno, e tinha dois ambientes para os crentes de lá. Era o templo, onde aconteciam os cultos um dia na semana, no sábado e no domingo. E também o sítio, onde tinham as atividades de ensino: escola dominical, aula para moças etc.

E tinha também área de lazer: campo de futebol, piscina e uma área de mata, que era tipo “o monte”, onde o pessoal fazia vigília e orava em dias específicos.

Passamos a frequentar a igreja dele, e os jovens de lá vieram na nossa, que tinha muito menos coisa pra fazer. Então a gente ia várias vezes por lá.

Eu adorei o ambiente, os cultos, o pastor. E só não larguei de vez a minha igreja porque obedecia meus pais, e eles jamais deixariam isso. Só que eu estava sempre por lá.

Tinha acabado de fazer 13 anos, e virei a queridinha do pastor, porque eu gostava de ajudar com as atividades. Pra mim, era um jeito de esquecer os meus assuntos secretos.
Eu dava comida pros bichos, limpava os canis, ajudava a fazer as comidas….
Meus peitinhos estavam bem inchados nessa época, e minha mãe me obrigava a usar um sutiã reforçado e blusas largas, embora eu detestasse.
Também usava saia embaixo do joelho.

Um dia, quando estava no templo da outra denominação, arrumando as cadeiras, vi do lado de fora um casal que namorava encostado na parede. Não era nada obsceno, mas eu estava muito na seca. Não tirei o olho… Até parei o que eu estava fazendo pra ficar espiando… E, sem me dar conta, passei a mão em cima dos meus seios, na hora que o rapaz colocou uma mão logo abaixo do seio da namorada dele.

Quando olhei pro lado, tive o maior susto do mundo. O pastor estava parado, me olhando.
Eu recomecei a limpeza, bem esbaforida. Tremia, com medo que ele viesse me passar sermão.

Ele se aproximou, me pegou pelos ombros e me sentou num banco, perto dele.
Mas em vez de me passar sermão, falou pra mim que não me escandalizasse, porque era natural um casal de namorados ter momentos particulares. E que também era normal eu sentir interesse por aquilo.

Eu não entendia nada do que ele queria dizer. Estava trêmula de medo…
Então ele me perguntou se eu já tinha tido algum namorado. E eu falei que não.

– O tempo vai chegar pra você, também. Você é uma moça linda e já chama atenção dos rapazes.

– Eu chamo?

– Sim, você é linda, tem cabelos bonitos, essa pele bronzeadinha, os olhos claros, uma boca bonita (minha boca é bem carnudinha). Eles percebem que está se tornando uma bela mulher.

– Se minha mãe souber que os garotos prestam atenção em mim, ela não me deixa mais sair.

– É ela quem escolhe o que você veste?

Fiz que sim com a cabeça.

– Pois saiba que deus não olha pra nossa roupa. Ele quer que a gente seja feliz. Enquanto estiver aqui, pode se vestir como quiser, se não tiver ninguém da sua igreja, tá certo? Pode usar shortinhos, blusinhas… tanto faz.

– Mas eu não tenho nenhum.

– Pode pegar do bazar. Nos dias quentes, é maldade ficar com tanta roupa.

Nessa hora, eu não notei que havia nenhuma segunda intenção da parte do pastor. Mas ele se tornou ainda mais carinhoso e cuidadoso comigo. Sempre me chamava pra ajudar nas tarefas do templo e do sítio. Geralmente chamava eu e mais duas ou três pessoas.

Eu acabei vestindo as mesmas roupas, porque tinha muito medo de ser vista com roupas consideradas indecentes na minha igreja.

Até um dia em que estava no sítio, com uma blusa pesada de manga 3/4 e uma saia que ia até a canela.

O pastor chegou até mim e disse:

– Você não está com calor?

– Muito.

– Está muito quente, você vai ficar desidratada. Venha cá.

Ele me puxou pela mão e me levou até a salinha onde ficava o depósito do bazar.

– Se você não escolhe uma roupa, eu vou escolher pra você.

– Mas, pastor

– Mas, não. Ninguém vai ver você aqui. Estamos só eu e você. O pessoal foi para a igreja preparar tudo para o culto. Antes de sair, você se troca de novo. E se vier alguém, vem pra cá rapidinho.

– Tudo bem…

Esperei e ele escolheu uma blusa de alcinha e um shortinho curto, que era bem soltinho.
Quando vesti, não pude ver como estava, porque não tinha espelho no estoque. Mas percebi que o sutiã aparecia por todos os lados da blusinha, porque era enorme. E minha calcinha era larga, parecida com as de criança.

Quando saí, ele me olhou e acho que segurou o riso.

– Mocinha, você não tem idade para usar um sutiã tão grande. Tire isso, vista só a blusa.
Eu obedeci. Quando voltei, estava só com a blusa de alcinha, que demarcava a auréola dos meus peitinhos.

Assim que ele me viu, eu reconheci aquele olhar de tarado que o profs me dava. Me senti dentro do meu collant furado de bailarina.

– Está linda demais. Pronto. Agora, pode ficar à vontade, sem passar calor sem necessidade.

Ele veio até mim, me segurou pelos ombros e me deu um beijo na testa.

Eu fui para o canil, porque tinha ficado lá sem os outros para limpar a área dos bichos.

Como eu era muito caprichosa (e ninguém mais gostava de fazer isso), acabaram me elegendo a zeladora do canil. Eu colocava umas galochas e luvas, e ia limpar tudo. Eu adorava, gosto demais de bicho.

Já era de tardezinha quando terminei e o pastor veio.

– Está bom, pastor?

Eu queria a aprovação dele, porque tinha muita admiração.

– Sim, você sempre faz tudo muito bem feito.

Ele me abraçou de lado, passando a mão por trás de mim e me apertando na lateral do corpo. Isso fez meus peitos se aproximarem, e a blusa ir pra frente. Olhei pra baixo e vi que apareciam até os biquinhos.

Fiquei envergonhada na hora, e quando olhei pra ele, ele estava olhando, assim meio hipnotizado.

Me soltei num susto e disse:

– Vou tomar um banho e trocar de roupa pra irmos.

Tomei banho, lembrando do olhar dele nos meus peitos, e a vergonha foi passando, me toquei, pensando no pastor chupando meus biquinhos igual o professor fazia.

Vesti a roupa grandona, larga e fomos para a igreja. Vez por outra, ele conversando pousava a mão na minha coxa, ou fazia carinho na minha cabeça.

Será que era com ele que eu ia satisfazer minha vontade? Bom, desse dia em diante, mirei nele. Mas tinha que ter cuidado, porque podia ter efeito contrário, mas achei que ele não ia me denunciar.

Fiquei me revezando entre as duas igrejas. Minha mãe aceitava, porque eu estava sempre estudando ou “servindo”. Só não permitia que eu largasse de vez a nossa.

E virou regra ir para a escola dominical no sítio pela manhã, passar o dia por lá, limpar o canil e voltar à noite, para assistir ao culto. No sábado, eu frequentava a minha igreja. E na semana ia com meus pais sempre que tinha estudo ou qualquer coisa.

Lá eu me soltava. Ia na salinha do depósito, vestia roupinhas bem leves e curtinhas e ia trabalhar.

Adorava o olhar do pastor sobre mim. Ele se tornou ainda mais carinhoso. Estava sempre me abraçando ou beijando minha cabeça.

Vez por outra, sentia o braço dele passar pelos meus peitos, especialmente quando estávamos na caminhonete (o carro dele). Ele sempre precisava ajustar o retrovisor do meu lado, e isso fazia com que roçasse o braço nos meus peitinhos.

Em um domingo, notei que tinham chegado algumas roupas novas. E, entre elas, uma calcinha fininha, fio dental. Achava que tinham deixado passar, porque aquele tipo de peça não ia pra venda. Fiquei na dúvida, cheirei e senti o cheirinho de tecido novo. Se nunca tinha sido usada, eu podia vestir, né? Então vesti. Tambám achei um short bem curtinho e uma blusa de alcinha frouxa, que dava pra ver os peitos se eu me abaixasse. Claro que escolhi essas peças. Parecia que tinham sido deixadas ali pra mim!

Me senti muito gostosa quando estava com aquela roupa. Queria demais que o pastor visse. E não deu outra. Logo, logo ele chegou pra me perguntar como estava a limpeza. Quando me viu, me secou dos pés à cabeça.

– Nossa, essa roupinha ficou linda em você.

– Gostou?

Falei girando o corpo.

– Sim, está uma mulher muito bonita.

Me sentir mulher era ótimo. Eu adorava. Virei de costas e fui bem exibida mexer na mangueira. Queria que ele visse meu bumbum, a calcinha estava entrando na bundinha e o short, claro, também. Se eu me abaixava de costas pra ele, ele conseguia ver as bochechas da minha bunda. Se abaixava de frente, dava uma visão completa dos meus peitinhos. E eu fiz isso várias vezes, só pra ver ele me secar. Aquele senhor enorme… pensei na possibilidade dele me comer, e isso me deixava toda molhada.

Nesse dia, ele veio várias vezes onde eu estava.

Perto das três da tarde, eu já estava terminando de limpar, e ele chegou me trazendo suco.

– Está mais quente que o normal hoje, não é?

– Sim, tô morrendo de calor.

– Você quer entrar na piscina pra refrescar? A gente ainda tem umas duas horas antes de ir pra igreja.

– Mas eu não tenho maiô…

Ele caiu na gargalhada.

– Quem disse que precisa? Entra com essa roupa mesmo. Se preferir, entra de blusa e calcinha, nem precisa deixar o short. Afinal, biquíni é como se fosse sutiã e calcinha, então é a mesma coisa.

Eu era safada, entendam. Eu não ia esperar ele falar de novo.

– E o senhor vai entrar como?

– Ah, eu vou de bermuda.

– Mas sunga é igual cueca, né? Então pode ir de cueca.

Ele riu.

– Ok, você venceu. Mas não conte pra ninguém que me viu de cueca, ok?

– Fechado.

Fomos pra piscina. Quando chegamos lá perto, tomei a iniciativa. Tirei a galocha e desci o shortinho, deixando de fora a calcinha minúscula, com um fiozinho enterrado no meu rabo.

– Nossa, que visão linda!

Pulei na piscina e disse:

– Sua vez, pastor!

Fiquei olhando enquanto ele tirava a bermuda. Estava ansiosa pra ter uma visão do que tinha por baixo dela. E não me decepcionei. A cueca estava parecendo um circo armado, o pau visivelmente duro puxava ela pra frente.

Não perguntei nada, também não recebi explicação.

Ele entrou e ficamos nadando e rindo.

Na piscina, ele se aproximou de mim, ficamos conversando sobre bobagens… E meu pensamento não tinha muitos caminhos a seguir. Queria dar pra ele!

Fiquei pensando num jeito de me exibir.

A blusinha transparente deixava meus peitos quase 100% à mostra. E ele olhava, sempre que eu subia (ficava imersa até o pescoço).

– Quer ver o que eu sei fazer? Disse.

– Mostra.

Mergulhei, debaixo dágua, o pau dele estava duro dentro da cueca. Duríssimo.

Fiquei de cabeça pra baixo, as pernas pra cima, abri, uma pra cada lado, ficando arreganhadinha.. Girei dentro dágua, fazendo ele ver minha bundinha e minha boceta dentro da calcinha minúscula.

Voltei pra cima.

Ele estava vermelho.

– Viu?

– Ô se vi! Você tem fôlego, hein? Onde achou essa calcinha?

– No bazar. Achei muito bonita.

– É mesmo, em você ficou linda.

– Quer ver de novo?

– Quero muito. Mostra
.
Dentro d'água, puxei um dos lados da calcinha pra dentro da bucetinha, deixando uma parte dela à mostra.

E desci. Quando olhei, o pau estava de fora da cueca. Ele segurava com a mão, batendo uma punheta.

Abri as pernas o máximo que pude, girei devagar, me exibindo e subi de novo.

Na subida, passei a mão pelo pau dele, como se fosse sem querer.

Ele estava ofegando, quando emergi.

– Acho que a calcinha ficou pequena. Sua boceta estava aparecendo.

– Estava? Desculpa.

– Não precisa se desculpar. Uma visão divina. Você se depila?

– Sim. Eu não gosto de pelinhos grandes.

– Nem eu. Mesmo sendo loirinhos iguais esses da sua boceta. Melhor curtinho, mesmo.

– Nossa, deu pra ver isso?

– Sim. Deu… Se tivesse toda à mostra, seria melhor ainda. Não quer tirar a calcinha e me mostrar como faz isso de novo?

Eu sorri.

– Promete que não conta pra ninguém?

– Menina… claro que não. Mostra, vai…Deixa eu ver tua bucetinha aberta.

Respirei o mais fundo que pude e mergulhei. Ele continuava com o pau pra fora, a cueca estava embaixo do saco. Tinha poucos pelos brancos.

Me abri toda, de frente pra ele. Senti as mãos dele passando na minha boceta. Contraí ela e senti o dedo dele passar pelo buraco (que já estava melado), entrando até o fundo.
Já estava sem ar. Subi, pegando na pica dele.

– Você não é virgem?

– Não.

– Quem te fodeu?

– Meu professor (não falei balé, não queria identificar).

– E você gosta?

– De que?

– Trepar, querida.

– Sim… Gosto muito.

– Quero ver tua boceta de novo. Senta ali na beira da piscina.

Ele mesmo me guiou até lá, me sentando e abrindo minhas pernas.

Eu tirei os dois pés da piscina, ficando com os joelhos dobrados e as pernas abertas.

Ele massageou meu grelo e meteu o dedo de novo na minha boceta.

– Aguenta dois?

Falou e já foi metendo dois. Mordi os lábios, ele me encarava, com cara de tarado.
Chegou perto, puxou meu corpo pelo quadril e enfiou a língua em mim. Eu gemi alto. Ele meteu a língua e depois tirou, mordendo minha boceta inteira. Depois se afastou e começou a me dedar de novo, encarando meu rosto.

– Você chupa rola também?

– Eu gosto.

– Que putinha, hein? Sabia que ia te foder, menina.

Ele saiu da piscina, sentou do meu lado. Eu nem esperei chamar. Me ajoelhei e comecei a mamar naquela pica grossa, grande e vermelha. Ele segurava minha cabeça, empurrando devagar. Com a outra mão, foi alisar minha bunda e dedar minha buceta.

E estava muito melada. Sentia ele trocar de dedos dentro de mim… Me abria tanto quanto podia.

Até que senti o dedo ir pro meu cuzinho.

– E no cuzinho, já levou rola?

Tirei a boca do pau dele.

– Eu gosto muito de dar o cu.

– Nossa, você é uma vadia mesmo. De quinta. Vou te foder, menina. Vou te rasgar inteira.
Senti ele meter o dedo de uma vez no meu cu, levei um susto. Foi meio violento. Meteu e socou, enquanto eu me mantinha chupando o pau dele do jeito que tinha aprendido. Mamando, sugando, lambendo, lambendo o saco, mamando no saco.

– Uma puta… Quantos anos você tem.

– Fiz treze.

– Deu com quantos anos?

– Onze pra doze.

– Vadia bucetuda. Deixa eu te esfolar, guria.

Ele estava muito tarado, parecia um animal. Veio por trás de mim, não se ajoelhou, me puxou pelo quadril e já mirou aquela pica quente, macia, grossa e vermelha na minha boceta.

– Aguenta que vou enfiar fundo.

Ele me segurava pelo quadril. Eu estava de joelhos, quase erguida do chão, e ele estava com os pés no chão.

Senti quando a bichona entrou, me abri mais. Que delícia! Tinha tanto tempo que não sentia aquele prazer. Como eu gosto de sentir um pau duro me fodendo! Só de pensar me melo toda de novo… Ele enfiou tudo numa socada só.

– Que arrombada. É apertada, mas já atolei tudo. Aguenta, sua puta.

Ele começou a socar. Eu estava de quatro, ele em pé, metendo. Sentia o pau dele me puxar pra cima. Ardia muito, era uma delícia. Eu gemia alto e comecei a me masturbar. Não demorei muito a dar a primeira gozada, porque tinha tempo que estava na seca.

– Goza, goza na minha pirocona, sua vagabundinha de quinta. Goza.

Ele começou a puxar meu cabelo. Minha cabeça foi pra trás. E as socadas vieram mais fortes.

– Toma, sua putona arrombada. Gosta de levar rola? Gosta de ser comida? Então aguenta.

Começou a dar tapas na minha bunda com uma mão, enquato puxava meu cabelo com a outra. Me senti uma égua sendo esfolada por um cavalo. Do jeito que eu gostava!

– Vou gozar onde? Nas costas?

– Eu ainda não menstruo (falei porque adorava levar porra na boceta).

– Hummmm, quer que goze dentro?

– Sim.

– Mas é uma putona, mesmo. Aguenta, vagabunda.

Ele socou ainda mais forte, me segurando pelo quadril e pelo cabelo. Sentia minha lombar doer. Eu já estava quase gozando de novo e quando senti a pica latejar e derramar leite em mim, não me segurei e gozei gostoso, tremendo inteira.

Quando ele tirou a piroca de dentro de mim, ainda derramou leite na minha bunda.

Ele foi andando pra dentro da casa, nu e com o pau em riste, amolecendo aos poucos e eu entrei na piscina pra tirar a porra, depois fui pro banheiro me lavar e vestir minha roupa de menina crente virgem.

Só encontrei ele de novo dentro da caminhonete. Diferente do professor, ele não era carinhoso. Era bem cavalo.

Não falou nada, só 
voltou a ser o pastor bonachão quando chegamos na igreja. Antes de sair do carro, falou:

– Adorei te arrombar. Quer mais domingo que vem?

– Quero todo domingo.

Falei sorrindo.

– Mas é uma vagabunda mesmo. Vai levar muita rolada, então.

Desci e fui pro culto. Assisti ele pregando durante uma hora e meia, e meus pais vieram me buscar.

Fui pra casa satisfeita
.

quarta-feira, 24 de agosto de 2022

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA (DEPOIS DA PRIMEIRA VEZ 2)

 No dia que gozei pela primeira vez, foi o começo do vício em sexo. Eu queria sentir de novo aquilo. Achei que vinha com a penetração, não tinha certeza se havia sido por causa do grelinho. Bobinha!

No dia seguinte, aproveitei todos os momentos mais demorados sozinha para tentar gozar, enfiando algo na minha boceta. Tentei com o cabo da escova de cabelo, tentei com uma cenoura (foi bem desagradável) e com uma banana sem casca, que só fez bagunça mas não entrava. Minha boceta era apertadinha (e continou sendo mesmo depois de dar muito) e conforme eu pressionava a banana pra entrar, ela amassava e quebrava.
Fiquei esperando a chegada do outro dia de aula. Não lembro com exatidão, mas acho que foi de segunda pra quarta ou de quarta pra sexta. Só sei que não foi com um fim de semana no meio.

Quando cheguei lá, eu estava tão tarada que deixei só um ganchinho fechado. Todos os outros estavam desabotoados. Minha bucetinha estava completamente exposta.
Fomos fazer um alongamento inicial. Cada um ficava de pernas abertas de frente para o companheiro (no caso das meninas, para a companheira), com os pés encostando um no outro, ou seja, bem arreganhadas. Uma segurava as mãos da outra. Alternadamente, cada uma deitava até encostar a coluna no chão por completo. Assim, a outra alongava a coluna porque ficava curvada pra frente. E iam alternando o movimento.

Eu fiquei com o prof, de frente para o fundo da sala. Ou seja, quem me via arreganhada além dele? Ninguém.

Fazíamos o movimento e cada vez que ele se chegava eu ganhava uma dedada gostosa ou uma lambida. E quando era minha vez, eu não podia fazer nada, com medo de as meninas verem, porque ficava mais exposto o que eu estava fazendo.

Mas senti muita vontade de abocanhar o pau dele.

Mas as chupadas e dedadas foram muito gostosas. Me babei tanto que tive que ir ao banheiro limpar a boceta para os exercícios.

Parecia que ela dava choques no grelinho. Eu estava quase gozando o tempo todo…

Fechei os ganchinhos todos porque no exercício elas podiam ver, então era mais prudente.
Fizemos tudo até o fim da aula.

Quando todas foram embora, eu fiquei “esperando meu pai”. Nesse dia, nenhuma demorou tanto a sair, então, acho que umas 17:10h por aí, já estávamos só nós dois. Ou seja, teríamos quase uma hora. Dava pra foder MUITO.

Quando ficamos sozinhos, ele só fez descer a frente da legging e aquela pica deliciosa saltou batendo no ar.

– Você tá me deixando doido, sabia? Me mostrando essa bucetinha de puta o tempo inteiro. Eu vou pirar. Vem cá, me dá uma chupada gostosa.

Sentei no banco e mal abri a boca. Não deu nem tempo, ele já foi metendo o pau na minha boca. Nessa hora, ele era meio taradão. Socava o pau fundo, e eu ficava engasgando.

– Chupa, puta, chupa, vagabunda. Engrossa meu pau pra te arrombar. Isso, na garganta. Engasga mesmo.. Gosto é assim.

Ele segurava meu cabelo e socava. Eu engasgava mesmo. Tinha que colocar as mãos no corpo dele pra tentar controlar a metida, senão ia vomitar.

Ele tirou o pau da minha boca e levantou, esfregando no meu rosto.

– Põe a língua pra fora. Me lambe.

Eu fui passando a língua por onde ele queria, de acordo com o lugar que esfregava na minha cara. O saco, a rola, a virilha… O cheiro daquilo era muito bom! Cheiro de banho, de perfume, com cheiro de suor, de homem.

– Tira o collant que quero te mostrar algo.

– Mas meu pai..

– Dá tempo, vai, tira.

Tirei e fiquei nua, só de sapatilhas…

Ele me levou no fundo do estúdio, onde tinha um espelho encostado na parede e me fez sentar de frente pra ele.

– Abre as pernas. Olha que buceta linda essa tua… É fechadinha, aperta minha rola de um jeito delicioso. Vou te comer até ela ficar arregaçada, bem esfolada.
Ele começou a abrir minha boceta de frente para o espelho, expondo a parte vermelhinha de dentro.

– Vê, putinha, você ainda vai levar muita pirocada aí dentro, vê. Aliás, você quer ver meu pau entrando?

– Quero.

Então ele sentou por trás de mim, encostando o pau nas minhas costas.

– Sobe no meu colo.

Quando subi, ele já foi mirando minha boceta. E entrando. Nossa, era muito delicioso sentir aquele pau me abrindo, macio!!!!

– Olha no espelho, safadinha…

Olhei e vi o pau sumindo dentro da minha boceta, que se arreganhava pra engolir ele. Era lindo demais!

Quando sentei por completo.

– Viu? Enfiei tudo, até o talo, na minha puta. Você é puta demais. Dá gostoso com 12 aninhos. Dá a boceta, dá o cuzão… Muitooooo puta.

Ele falava isso e ficava mais tarado. Me segurava no quadril, movimentando para eu subir e descer. E eu quicava cada vez mais rápido e gostoso naquela tora grossa e dura.

– Safada, isso, vem fode, engole meu pau todo… Isso, soca até entrar tudo, até sentir os ovos, vai…

Eu me esforçava pra seguir o que ele dizia. Quicava tanto que doía fundo. Sentia rasgar minha boceta. Queria sentir aquilo de novo, mas não chegava.

Num momento, ele pediu pra dar uma paradinha. Disse que senão ia gozar logo e a gente ainda tinha tempo.

Encostei as costas no peito dele, que colocou as mãos pra frente e ficou alisando meus peitinhos. E eu olhando no espelho… Ele beijava meu pescoço e falava.

– Você é muito deliciosa. Muito gostosa. Quero morar dentro dessa boceta. Como foi o dia ontem? Gozou pensando em mim?

Eu não respondi, ele apertou meus biquinhos, beliscando…

– Ai!!!!

– Responde. Gozou?

– Eu… eu não sei…

– Não sabe o que? Gozar?

– É, não sei direito…

– Ah.. vou ter que te ensinar, pra você se masturbar pensando em mim. Bater uma siririca gostosa, sabe o que é?

– Não…

– Vou te ensinar, mas antes quero uma coisa.

– O que?

– O cu de novo.

– Não… dói…

– Dói não, eu fiz direitinho, você não reclamou de dor da outra vez.

– Mas depois doeu…

Era verdade, eu tinha passado o dia sentando de lado. E ainda estava meio machucado…

– Então eu meto mais devagar, vai, deixa…

Ele viu que eu hesitei e foi me guiando. Me fez subir, fazendo o pau duro sair de dentro da minha boceta, que foi soltando ele. Estava tão bom lá dentro…

Antes que eu sentasse, ele foi encaixando na entrada do meu cuzinho.

– Ahhh, tá todo melado, minha bucetinha de puta já babou tudo aqui atrás. Minha piroca vai deslizar pra dentro desse cu.

Tentei relaxar, ardia um pouco, mas de fato foi deslizando porque eu tinha babado muito com a boceta. Meu cu agasalhou a cabeça do pau dele e ele me suspendeu as pernas arreganhadas. Fiquei sem encostar em nada, apenas descendo conforme ele deixava o peso ir descendo, e o pau enfiando no meu cu.

– Olha, que cena linda. Teu cuzão agasalhando minha rola, olha. Arrombada.

Eu via pelo espelho minha boceta toda aberta, o buraco estava aberto, por causada das roladas que eu tinha acabado de levar. E meu cuzinho, coitado, todo esticado, sendo fodido por aquele cacete grosso e veiudo.

Ele foi descendo, descendo, até que me soltou quando a rolona estava mais da metade dentro do meu cu.

Senti uma dor forte e gemi alto. Senti vontade de chorar. Acho que fiz beicinho até. Doeu bastante. Aquilo chegava fundo dentro de mim. Sentia o pau inteiro no meu reto…
Ele ficou alisando meus peitos, beijando meu pescoço (me fazendo arrepiar) e dizendo:

– Calma… shiuuu… já vai passar.

Fui relaxando e a dor diminuiu. Então ele colocou minhas pernas por cima das dele, uma para cada lado, me deixando bem aberta. Eu via o pau atolado no meu cuzinho rasgado.
E ele começou a dedar meu grelo enquanto beijava minha nuca e com a outra mão alisava meus biquinhos.

E ia rebolando embaixo de mim, fazendo meu corpo rebolar.

O tesão foi tomando o lugar da dor e em alguns minutos eu já me rebolava sentindo aquela piroca arregaçar meu cu e achava gostoso. Estava toda babada de novo, e arrepiada. Via meus poros arrepiados no espelho. Os biquinhos durinhos e ele beliscando devagar….
Então ele guiou minha mão pro meu grelinho, colocando dois dedinhos meus em cima dele.

– Vai massageando aqui. Isso, assim…Tá gostoso?

Estava. Eu nem conseguia responder. Era bom…

– Aperta, assim… Isso, vai mais rápido. Isso, vai… gostosa, putinha gostosa, amassa esse grelo gostoso.

Era muito bom! E eu fazia isso e rebolava mais na pica dele.

– Vai, puta, vai… safada… Esfrega essa boceta de vagabunda, vai… Tá toda fudida, já. Já é toda rasgada pela minha rola grossa. Buceta rasgada, cuzão arrombado. Te transformei numa putona, safada. Isso, morde minha piroca com o cuzão, vai… Crentinha do cuzão gostoso.

Nossa, quanto mais ele falava isso, mais eu tinha tesão, mais esfregava com força e mais rebolava, fazendo o pau dele se enfiar no meu rabo. Ele mexia fazendo sair e entrar, mas não tanto por causa da posição.

Eu via minha boceta no espelho e sentia tesão. Esfregava forte e aquele negócio vinha… E quanto mais vinha, mais eu esfregava. Apertava forte, estava sentindo de novo. E dessa vez veio MUITO forte. Eu me torci, gemi alto, me soltei no pau dele, Não tirava a mão da boceta, pois ainda vinham uns espasmos, que eu queria que demorassem a ir embora. Mas juntei as perninhas e apertei a boceta e o cu o mais que pude, gemendo.

E ele embaixo de mim segurava meu quadril e me forçava a me afastar, socando com força e rápido aquela piroca no meu cu. Eu não senti nem dor (de novo)! Só sentia a cobra dura entrar e sair, enquanto eu me melava ainda mais, com os caldinhos do meu gozo delicioso. Estava toda ensopada, e o pau dele também tinha se melado todo do meu gozo.

Ele nem falava mais. Arfava e gemia. No máximo dizia.

– Hunf… vai,… toma… toma…

Até que passou o braço pela minha barriga e me apertou contra o corpo dele, puxou uma das minhas pernas pra cima com a outra mão e me fez abrir mais o cu, bem na hora que ele esporrou dentro de mim. Ele caiu par ao lado agarrado comigo, e ainda socava o pau no meu cu, parando aos poucos, enquanto me enchia de porra.

Eu estava sem energias, estava no céu. Fiquei deitada com ele uns minutos e senti a porra começar a sair do meu cuzinho. Lembrei que da outra vez minha roupa melou enquanto ia pra casa, e que eu ainda soltei muita porra pelo cu quando fui ao banheiro). Era melhor começar a sair agora, porque eu tinha ficado morrendo de medo de melar o banco do carro…

Nesse dia, meu pai demorou mesmo a me buscar. Deu tempo ir ao banheiro, limpar minha bundinha ardida (depois de esfriar, ardeu) e de ficar no colo dele, recebendo a língua dele na minha boca. Quando finalmente ouvi a buzina, ele já estava de pau duro de novo. Se desse mais uns minutos, eu ia levar mais rola nos buracos.

Fui pra casa extasiada. Desse dia em diante, eu passei a gozar uma, duas, três vezes no dia. Sempre que podia. E também passei a dar o cu e a boceta pra ele praticamente em todas as aulas. Me tornei perita em tomar no cu, uma puta completa.

Gozava em todas as nossas fodas, trepava muito com ele. Fizemos de tudo naquele studio. Um 69 gostoso com ele chupando minha boceta e enfiando dois dedos no meu cu, enquanto socava a rola na minha boca. Também cansei de sentar na piroca dele e quicar até sentir meu útero doer. Foi a primeira época em que eu trepei quase todos os dias.

Depois desse período, ele foi morar no exterior, pois tinha tido um convite para ser professor em uma companhia grande. Eu fiquei sem meu amante, mas não demorei a cair na vida de dar muito. Mas depois eu conto outras coisas gostosas que vivi pra vocês. Bjs e até mais!

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA (DEPOIS DA PRIMEIRA VEZ)

Contei minha história pra vocês e vim todos os dias, sem falta, ler os comentários. Saber que deixei outras pessoas com tesão é muito bom. Assim sei que não sou só eu que sou assim… E isso me deu vontade de continuar a contar.

Eu não vou falar nada que me identifique, porque realmente não quero que ninguém faça ideia de quem eu sou. Em um comentário sobre isso eu fiquei gelada. Vocês não têm ideia de como a igreja que frequento é rigorosa. Daquela que dá as costas para quem se desvia. Já vi casos de os pastores apoiarem surras em mulheres desobedientes. Não sei o que fariam comigo se sonhassem como eu fui e, de certo modo, ainda sou.

Com meu noivo eu não tenho relações sexuais. Eu evito ter muitos momentos íntimos, porque não sei se conseguiria deixar esse meu lado controlado, caso as coisas esquentem com ele. Basta uns beijos e corpo encostado para eu ter que me masturbar e usar um brinquedinho uma ou duas vezes pra dormir.

Uma vez viajamos juntos para um evento da igreja. Dormíamos em quartos separados, claro. Eram mulheres solteiras para um lado e homens para o outro. A gente se abraçou e beijou dentro da piscina, ele nem chegou a ficar totalmente excitado mas eu, sim… Tive que me masturbar no banho, enfiando um tubo de desodorante na minha boceta e no meu cu, porque não tinha intimidade em nenhum outro local.

Bom, vou dar continuidade ao que comecei a contar…

Depois que transei a primeira vez com meu professor de ballet, a gente se tornou amantes, por assim dizer. Ele aproveitava os momentos em que nenhuma das meninas estava olhando pra enfiar os dedos em mim, ou pra colocar o pau dele na minha boca.

Em alguns exercícios de relaxamento, nos dias em que havia menos alunas, ele até me comeu de quatro enquanto todas estavam “relaxando a coluna”. Comeu assim, digo, enfiou o pau, tirando e colocando inteiro, algumas quatro ou cinco vezes seguidas.
Gozar dentro não dava, porque ele gemia e esporrava muito, e eu sempre ficava com as pernas escorrendo de porra.

Ah, e eu tive que arranjar uma desculpa pra minha mãe, porque o meu collant estava descosturado no fundo de novo. Passei uns dias escondendo ele dela. Cheguei a ir de roupa para a aula e vestir o collant no banheiro (porque o conjugado não tinha graça).
Quando enfim ela achou, eu disse que tinha quebrado um ponto porque estava machucando minha “coisinha” (era assim que falava pra ela) e arranquei no dente. Depois foi soltando de novo.

Também reclamei que estava ficando apertado, no meio dessa descuparada toda. Acabou que ela resolveu me levar para comprar um maior, porque eu estava crescendo, esse era cor de rosa e marcava muito meus mamilos. Queria comprar um preto.

Quando vi as opções, insisti em um modelo que tinha um fecho no fundo. Ele não era sem manga, como anterior, tinha uma manguinha curta colada ao corpo. Era mais coberto, por isso ela gostou. E por ser desse modelo, tinha quatro daqueles ganchinhos de metal no fundo (iguais aos de fechar sutiã), que podia abrir.

Alguns dias depois, cheguei com ele eufórica na aula de ballet. O prof me olhou estranhando, na certa pensando no collant safadinho. Mas nada falou.
Para fazer um alongamento inicial, ele resolveu nos deitar no chão, todas em círculo, com a parte das pernas para fora e as cabeças próximas. Ele ia de uma a uma, ajudando a fazer movimentos de aberturas na pernas, forçando o alongamento dos músculos. 
Quando chegou em mim, meu rostinho estava bem vermelho. Eu queria rir de felicidade, mas não podia.

Na hora em que ele abriu minhas pernas, se deparou com o fecho aberto, só com os dois ganchinhos externos presos e minha bucetinha exposta. Ele sorriu e aproveitou para dar uma dedada gostosa que me fez arrepiar inteira.

Era difícil ficar nessa brincadeira com ele e não dar a boceta, não deixar meter fundo e socar, porque era assim que eu gostava e me arrepiava inteira. Raramente tínhamos momentos sós mesmo. Mas tive uma ideia. Falei para o meu pai que o horário do ballet estava estendido, porque iríamos ter apresentações públicas (o que era verdade) e eu precisava treinar mais pois tinha um dos papéis mais importantes.

Essa mentirinha permitia que ele me comesse todo dia de aula. E, acho que eu contei, ele dava aula todos os dias, em diferentes horários. No meu horário, tinham turmas todos os dias, de segunda a sábado. Eu frequentava três dias: segunda, quarta e sexta. Nos outros dias era outra turma.

E ele também dava workshops em outros horários, se apresentava, tinha compromissos. Era um bailarino bem ativo. Não era bem boniiiiito, mas era muito sexy, músculos definidos e um pau que fazia um volume chamativo na legging.

Como eu queria ir lá todo dia levar uma boa fodida! Mas não podia, infelizmente.
Então, acho que no segundo ou terceiro dia que eu estava ficando até mais tarde, aconteceu algo que eu queria muito saber como era: gozar.

Ele perguntou se eu sabia o que era e disse:

– Vamos fazer diferente hoje? Fica de quatro no banco.

Fui e me posicionei na arquibancada. O collant estava desabotoado, e eu fiquei com a bundinha exposta, a bucetinha aberta (porque eu já colocava uma perna no banco de cima, então ficava bemm arreganhada, já que ainda era relativamente baixinha).

Ele veio, alisou minha bunda e falou:

– Que rabinho redondinho lindo. Deixa eu ver o que ele guarda.

Aí abriu minhas nádegas, expondo meu cuzinho. Eu ainda tinha uma certa vergonha dessa parte, mas tinha muito tesão de saber que estava sendo escancarada. Sou muito exibicionista, adoro ser olhada.

– Essa é a visão mais deliciosa que já tive na vida. Nunca vou esquecer.

Falou isso e se abaixou, alisando minha bunda e passando os dedos bem suavemente pelos meus buraquinhos. E comeu a passar a língua. Aquilo me arrepiava. Lambia de cima abaixo, depois colocava a boca e chupava, até sugava, fazendo barulho. Mas eu sentia a língua dele explorar tudo, do meu cuzinho, passando pelas minhas virilhas, até meu grelinho (que na época eu não sabia manipular…) e depois se enfiava fundo na minha boceta. Eu rebolava muito, mesmo sem perceber, porque era delicioso demais.

Ele fez isso algum tempo, e eu estava bem molhada, de olhos fechados, esfregando meu rabo inteiro no rosto dele, que me puxava pelos quadris e se enfiava em mim com a língua.
Comecei a sentir os dedos dele se enfiarem, primeiro na boceta, explorando fundo e depois saindo e entrando… E depois no cuzinho, devagar, enfrentando as travadas que eu dava… Até que senti um dedo enfiado em cada lugar, profundamente, se movendo lá dentro ou sendo socado…

Depois que o ritmo se intensificou eu rebolava cada vez mais, aquilo era muito bom… Eu sentia um arrepio forte, algo que vinha de dentro, lá do fundo da minha boceta, parecia que ia sair algo de mim… Quando ele tocou meu grelo com outro dedo (acho que o polegar), a onda começou a vir mais forte. Ele tirava o dedo que estava na boceta, mas não tirava do grelinho nem do cu. Era cada vez mais forte a vontade de explodir, de fazer xixi, sei lá… E eu rebolava muito, me empurrava contra os dedos dele. Ele foi acelerando e apertando mais o dedo no meu grelo, me fazendo sentir algo vindo, vindo.. Até que me arrepiei toda e revirei os olhos (de verdade). Nunca senti algo parecido. Uns choques fortes subiram no meu corpo vindo da boceta e minhas pernas começaram a tremer. Eu amoleci toda, e ele continuava com o dedo no meu grelo e outro no meu cu (esse último, saindo e entrando sem parar).

Até que o grelinho ficou muito sensível e eu mesma puxei a mão dele de uma vez. Me joguei no banco, me torcendo e sentindo aquelas ondas irem embora devagar…
Ele não parava de me alisar… E ainda enfiava os dedos no meu cuzinho…Me posicionou de lado, a bundinha empinada e senti o pau grosso e duríssimo dele entrando na minha boceta, que estava quente, inchada, encharcada de líquidos.

Eu estava muito mole e ele meteu forte, batendo na minha bundinha, fazendo “pá-pá-pá”. Levantou a minha perna de cima e eu olhei pra baixo. Vi aquele pau vermelho, quase roxo (ele era moreno claro), cheio de veias arregaçar minha bocetinha pequena. Via entrando e saindo, a cabeça chegava a aparecer e sumia dentro de mim.

Então ele tirou, me virou mais de lado e senti quando aproximou a cabeça do pau do meu cuzinho. Fui deixando, e ele ficava esfregando num movimento circular, como se estivesse abrindo mais o buraquinho que já estava meio frouxo de dedadas. Mas quando senti a cabeça tentar me arbrir ardeu…

Não protestei, mas tranquei o cuzinho.

– Relaxa, é bom também. Deixa eu te enrabar, deixa… Deixa meter minha pica no teu cu… Ahn?

Não respondi, mas ele ficou alisando meu corpo, meu quadril, me fazendo relaxar aos poucos. Expus mais a bundinha, para tentar facilitar a entrada.

– Deita no banco de bundinha pra cima, vai… Isso… coloca essa perna pra cá…

Minha perna direita ficou pra fora do banco, e o pé pendurado na lateral, alcançando o chão.

– Agora empina a bundinha, vai.

Com o corpo todo deitado no banco, empinei só meu rabinho. Estava muito muito cansada.

 Mole mesmo…

– Vou comer esse cu delicioso, abre ele pra mim.

Ele mesmo foi abrindo minha bunda e recomeçou a empurrar. Quando eu fazia menção de trancar o cuzinho, ele me ajudava a relaxar, até que a cabeça passou.

– Ahhhhhhh, estou dentro do teu cu, sua putinha safada. Vai dar o cuzinho pra mim, vai?

– Uhum…

– A crentezinha mais vadia que existe. Toda fodida e esfolada pelo titio aqui…
Ele ficava falando essas coisas, me xingando de puta, de arrombada, de menininha vagabunda… E falava muito da minha boceta e do meu cu. Dizia que ia me estragar toda de tanto levar rola dentro. Isso me excitava, o grelinho piscava cada vez que ele me falava isso…

E o pau entrando aos poucos no cu.

– Enfiei tudo. Atolei gostoso e fundo nesse cuzão apertado. Agora, putinha, abre esse rabo pra mim e aguenta, viu? Vou arrebentar teu cu.

Então ele começou a socar. Começou mais lento, mas conforme relaxava meu cu, ia metendo mais fundo e forte. Acho que estava com tesão demais, porque não demorou muito e eu senti aquela rola gostosa latejar e cuspir muita porra no meu cu.

Na hora, na hora mesmo, não doeu tanto. Mal sabia que que depois nem ia conseguir sentar direito nem ir ao banheiro sem sentir ardor.

Mas naquela hora, só percebi o lado bom, com pouca dor. Ele me beijou, enfiou a língua na minha boca e me acariciou depois de gozar… Avisou que ia buscar papel higiênico no banheiro, então voltou e limpou minhas pernas, porque estava muito melado dos meus caldinhos.

Mal deu tempo de arrumar os cabelos, nem havia fechado o collant quando ouvi a buzina do meu pai.

Me desesperei, só coloquei a saia torta em cima do collant, peguei a mochila e fui correndo.

No carro, ele me viu banhada em suor:

– Nossa, filha, o que houve?

– Estava me exercitando até quase agora….

– Esse professor tá acabando com você, tem que maneirar.

– Tem não, papai, estou me esforçando muito. (ele mal sabia o quanto).

– Buzinei três vezes, onde você estava?

Meu coração quase saltou pela boca.

– Eu… eu.. estava no banheiro fazendo xixi. Ia limpar o suor, mas quando terminou a descarga eu ouvi a buzina e vim correndo.

– Ah, tá. Estava ficando preocupado. Já ia entrar pra te procurar.

Nossa, que risco eu passei. Melhor tentar ficar mais atenta ao relógio da próxima vez.

terça-feira, 23 de agosto de 2022

MENINA EVANGÉLICA - MINHA HISTÓRIA (CONTINUAÇÃO 3)

 No carro, meu pai falava e eu não ouvia. Ele ficava geralmente falando do trabalho dele, coisas bobas, da mamãe, do meu irmão. Mas eu estava com a mão entre as pernas, alisando minha bucetinha ensopada por cima do conjugado.

Não conseguia deixar de sentir o pau do profs pulsar na minha mão. Esperaria ansiosa pela quarta!

De noite, no meu quarto, dormi nua. Senti muito prazer em deitar arreganhada, imaginando o prof. entrando dentro de mim, com a língua, com os dedos, com o pau duro dele. Esfregava minha bucetinha sem parar. Fechei os olhos e curti meus pensamentos até pegar no sono. E olha que demorou.

Na terça, lembro que estava nas nuvens, não prestava atenção em nada. Me senti a mais linda e sensual das mulheres, mesmo tendo só 12 anos.

Puxei a calcinha pra dentro da bunda e andava rebolando (quando meus pais não estavam perto, claro), porque percebia os olhares de homens. Os meninos não se ligavam muito, mas homens mais velhos me comiam com os olhos.

Na quarta, depois da aula, eu fui pegar minhas coisas pro ballet. Quando peguei o collant, olhei frustrada porque lembrei que a mamãe tinha pego para costurar. Estava feito novo! Não perdi tempo, peguei a tesourinha de cortar unha e cortei o fio, puxando até abrir tudo de novo. Ficou mais aberto do que estava. Depois eu daria um jeito de explicar pra ela. Mas fui pro ballet muito tarada.

No carro, quando meu pai foi me deixar, eu tive uma ideia.

– Pai, o senhor pode ir me buscar dez minutos mais tarde? É que vai ter um exercício extra hoje, vamos demorar um pouquinho mais.

– Tudo bem, filha. Mas perto das seis o trânsito é um pouco mais lento. Talvez eu passe das seis, então, ok?

– Sem problemas!

Isso me daria um tempinho a mais no fim do dia, depois que as meninas fossem embora. Me despedi do meu pai e quase corri para dentro do studio.

Quando o prof me viu, me olhou da cabeça aos pés. Nunca vou esquecer a cara que ele fez, parecia que ia me atacar ali mesmo.

Veio me cumprimentar e disse no ouvido:

– Adoro a visão desse collant.

Abri um sorriso enorme pra ele e fui pro alongamento inicial, que era mais curto e seguido do aquecimento.

Olhei ao redor e contei as meninas. Eram quatro. Duas delas haviam faltado de novo (ótimo!) e o número era ímpar. Tentei ver o estado de excitação dele, mas a camisa não permitia direito. Ele usava nesse dia uma bata solta, que cobria a legging. Dava pra ver que tinha volume, mas ficava mais discreto.

A aula se seguiu, e ele evitou exercícios que envolvessem levantar a perna, acho que pras outras meninas não verem como estava meu collant.

A aula foi agitada mesmo assim, porque fizemos vários passos curtos. Eu fiquei um pouco suada, apesar do ar condicionado, porque estava excitada e agitada.
No fim dos exercícios, ele falou que faríamos o alongamento na barra, e eu sabia que teria algo excitante. Mas quando ele me deixou na frente de todas, em primeiro lugar na fila, eu me frustrei. Mal sabia eu que ele sabia exatamente o que estava fazendo.

Ele começou a acompanhar as meninas de trás pra frente, me deixando por último. Eu estava frustrada, achava que ele não ia fazer nada naquela hora.

Ele ficava atrás de cada uma, corrigindo os movimentos. A perna mais próxima ia por cima da barra, a outra fazia flexão, para forçar o alongamento. Depois virávamos de costas e fazíamos com a outra perna.

Quando ele veio por trás de mim, colocou as mãos na minha cintura.

– Isso, minha linda. Agacha, alonga, estica bastante, deixa a perna tooooda abertinha…
O jeito dele falar me excitou. Se eu já estava sequinha, comecei a babar de novo.
Então ele veio com a mão suave por baixo das minhas pernas. Como estava entre mim e a menina de trás, ninguém via. Senti quando o dedo dele veio direto na minha bucetinha. Sobre a pele, sem nada no meio, me arrepiei de um jeito que nunca tinha sentido. Ninguém tinha tocado ela. Aquela mão áspera, forçando minha grutinha, sentindo meu melado, me dava uma vontade de me arreganhar e eu esticava muito a perna.

Ele falava de um jeito manso, demonstrando estar muito excitado.

Ficava contando os segundos como se nada tivesse acontecendo. E os dedos me explorando.
Em um momento, ele pegou meu braço e colocou pra trás do meu corpo.

Já fui procurando o que queria: o pau dele.

Apalpei, estava muito mais duro que na segunda-feira. Uma pedra. Apertei forte enquanto ele cutucava a entradinha da minha buceta com o dedo. Foi forçando e eu me afastei um pouco quando doeu. Ele segurou minha cintura, eu segurando o pau dele… Senti quando ele tirou minha mão e colocou pra fora, me fazendo pegar direto naquela coisa gostosa, quente e dura. Nossa, naquela hora tudo que eu queria era nunca mais soltar aquilo… Mas foi rapidíssimo que ele fez isso. De repente me posicionou de volta e disse:

– Peguem os colchonetes e vão para o chão. Fulaninha na A, outra na B … etc.

Ele estava dizendo as posições pra ficar, e eu ia ficar na última, a E. Tinha mais, mas como éramos cinco a gente só ia ocupar essas.

Enquanto falava isso ele foi para o fundo da sala, entrou no banheiro e voltou pouco depois, com o pau mais escondido. A bata solta por cima.

Mandou a gente deitar de barriga pra cima, de frente para o fundo da sala. Como eu era a última, apenas ele estava na minha frente.

Foi guiando nossos movimentos. Mandando levantar perna, dobrar pra direita, virar o corpo para esquerda e vice-versa…

Enquanto fazia isso, se deleitava cada vez que eu abria as pernas. Eu sorria, ele sorria de volta, olhando minha buceta ensopada.

Depois, mandou deitar de barriga pra baixo.

– Vamos alongar a coluna. Fiquem de quatro, coloquem os joelhos e os cotovelos no chão. Fechem os olhos, respirem fundo, tentem não pensar em nada.

O safado estava atrás de mim.

Se agachou e ficou empurrando minha cintura pra baixo.

– Forcem a coluna pra baixo, empinem o bumbum pra alongar bastante. Isso, isso mesmo…
Ele pegou minhas pernas e abriu um pouco, me deixando mais arreganhada.
Ia dando instruções. Mandava manter os olhos fechados. Enquanto isso, os dedos dele passeavam na minha bucetinha.

Senti quando invadiram o buraco do meu collant, subindo para a parte de trás. Encostou no meu buraquinho. Mas acho que era muito apertado, então ele voltou pra buceta. Continuava dando instruções…

Ele puxou meu collant de lado, e falou pra todas:

– Estiquem os braços no chão, encostem o rosto no chão, viradas pra esquerda (contrário de onde estávamos), contem de um até vinte, tentando se esticar ao máximo.

Quando as meninas começaram a contagem, ele se agachou rápido e senti a língua dele dentro de mim. Ele me lambeu e chupou na buceta, passou a língua por toda ela, indo até o meu cuzinho. Me abria as nádegas com as mãos e enfiava a língua tão fundo que doía.
Depois levantou, colocou o pau pra fora de novo e ficou esfregando na minha buceta, enquanto dizia:

– Continuem, quando terminar a contagem, não abram os olhos, coloquem os braços por cima das costas e contem de novo de um até vinte.

Ele sabia ganhar tempo. Senti enlouquecida aquela coisa quente e macia esfregar minha bucetinha. Senti ele passando pra cima e pra baixo, e quando começou a forçar pra dentro de mim.

Tentei levantar no susto porque estava ardendo, mas ele colocou a mão sobre a minha coluna, bem na lombar, e me manteve lá.

Senti a cabeça daquele pau grosso abrir o buraquinho virgem da minha buceta… Eu não imaginei que aquilo fosse acontecer naquela hora, que fosse doer, e me assustei, mas ele me mantinha parada. Quando senti a cabeça entrar, parecia que algo tinha rasgado dentro de mim. Mas a contagem das meninas estava no fim, e ele tirou rápido, guardou e colocou meu collant rasgado no lugar.

Levantei rápido com cara de assustada e ele fez sinal pra deitar.

Voltei pro lugar, meu coração ia sair pela boca. Ainda sentia a pressão daquilo dentro de mim, embora já não estivesse mais.

Foi me dando medo, no lugar da excitação, porque eu lembrei que pedi pro meu pai demorar mais.

Tentei relaxar e pensar em uma forma de sair.. Estava com medo. Queria aquilo, mas a forma como aconteceu me assustou muito.

Quando enfim ele avisou que o exercício tinha acabado e a gente podia se levantar, eu estava me sentindo exausta. O cabelo estava todo fora do lugar e achei que estava estampado na minha cara o que aconteceu.

Me levantei devagar enquanto as meninas iam ao banheiro. Eu não queria ir junto com elas, e isso foi a deixa pra ele voltar pra perto de mim.

Nós dois sozinhos na sala, e ele falou:

– Que vontade de enfiar meu pau inteiro na tua boceta quente e apertada, delícia. Putinha safada.

Eu fiquei parada.

– Está tudo bem?

Não respondi.

– Pensei que você queria que eu te comesse gostoso. E eu tô com vontade de te arrombar toda.

O jeito dele falar me excitava e amedrontava. Eu sentia a minha bucetinha latejar, mas ardia.

Ele passou a mão nela e enfiou um dedo, eu estava sem reação.

– Olha, já tirei o cabacinho. O resto da piroca entra mais fácil agora. Quero enfiar fundo até o talo aí dentro, minha putinha melada.

As meninas começaram a sair e eu fui ao banheiro.

Sentei no vaso, fiz xixi e minha boceta ardeu. Passei o papel e veio sujo de sangue. Ele tinha realmente tirado minha virgindade com a cabeça do pau. Já era.

Fui relaxando e percebendo que minha boceta ainda soltava melzinho… Ajeitei meu collant rasgado, voltei pra sala, sentamos enquanto cada uma esperava seus pais.

Ele foi pra dentro, sumiu e deixou a gente só. Se despediu de todas e disse que ia arrumar o material. Higienizar os colchonetes.

Uma a uma elas foram saindo. Quando deu 17:35h a última foi embora.

Eu fiquei pensando se ia ou não procurar por ele. Decidi ir. Já tinha começado e já tinha esquecido o susto e o ardor.

– Prof?

Quando ele ouviu minha voz saiu lá de trás, vi que estava de pau duro.

– Você tá aí ainda?

– Sim, o que você está fazendo?

– Estava batendo uma punheta porque não consigo esquecer tua boceta. Olha minha piroca…

Ele pôs o pau pra fora. Pela primeira vez eu vi de frente.

– Meu pai ainda não chegou….

– Não? Então vem cá, me ajuda. Se ele chegar você corre.

Ele me puxou pela mão e eu peguei na piroca dele. Apertei.

– Pra frente e pra trás, vai… Me faz gozar.

Vi a cabeça do pau sair de dentro da pele. Era linda. Melava minha mão.

– Ai que delícia. Eu quero te foder…Me dá uma chupada, vai.

Falou isso e já me pegou pela mão, me levando pra um dos bancos. Era esses bancos de cimento, tipo arquibancada, que tinha dois andares. Sentei e ele já se aproximou, em pé na minha frente.

– Abre a boquinha e lambe ele.

Coloquei a língua pra fora, senti vontade de colocar na boca e fiz isso. Era gostoso. Era cheiroso também.

– Nossa, que delícia, que boqueteira safada. Chupa gostoso, vai…

Comecei a tentar chupar e ele ia enfiando na minha boca, segurando meu cabelo.

– Mama na minha rola, isso. Mama gulosa.

Eu estava toda melada, já. Era excitante marmar em um pau. Eu tinha imaginado isso várias vezes.

Ele empurrou muito, mas não gozou. Tirou, se abaixou e beijou minha boca. Era meu primeiro beijo também. Senti a língua dele invadir minha boca, tentei colocar a minha na boca dele e ele segurou e chupou.

Foi baixando as alças do meu collant, e pela primeira vez alguém viu meus peitinhos.

Ele passou os dedos nos biquinhos e começou a apertar.

– Que linda que você é, princesa. Perfeita. Linda a boca, os peitinhos, o cu, a boceta. Toda linda.

E começou a mamar nos meus peitinhos. Ele mamava e vinha me beijar a boca, e voltava a alisar e mamar. Eu estava com a pele arrepiada e ofegante. Nunca tinha me sentido daquele jeito.

– Deixa eu chupar tua boceta de novo.

Eu terminei de baixar o collant.

– Ah, que putinha safada. Eu quero te comer, enfiar minha piroca fundo…

Eu não cheguei a dizer que meu pai ia demorar porque não tinha decidido 100% a deixar ele me comer. Mas já que ia tirar o collant… Provavelmente ia pedir.

Fiquei de quatro na arquibancada, me apoiando na parte superior e ele veio por trás de mim.

– Nunca vou esquecer essa visão. A boceta e o cu mais lindos que eu já vi.

Eu quase não tinha pelos, por causa da idade e porque meus pelos são clarinhos. Então o pouco que tinha era quase lisinho, fino e cortadinho. Mal dava pra ver.

Novamente senti a boca dele em mim. Mas agora mais à vontade. Ele empurrava a língua fundo, chupava com força, até fazer barulho de vácuo, e mordia minhas nádegas, lambia meu cuzinho, empurrava a língua nele, mordia os lábios da minha boceta. Ele me segurava pelos quadris e me puxava contra a cara dele. Nem precisava, eu empurrava minha boceta na cara dele e rebolava, porque aquilo era muito gostoso.

Não me aguentei e quando menos percebi, estava gemendo alto.

– Isso, geme cadela, geme, safada. Putinha do cu quente. Crentinha da boceta quente. Quero te foder inteira, te rasgar de rola.

– Me come, prof, meu pai vai atrasar…

Ele parou num susto.

– O que? Como? Ele vai chegar que horas?

– Depois das seis…

Ele olhou o relógio no alto da parede, faltavam dez minutos pras seis.

– Você quer que eu te coma?

– Me come…Vem…

Não precisei falar duas vezes. Ele posicionou a piroca na minha entradinha…

– Abre bem as pernas, minha putinha gostosa.

Virei de lado na arquibancada, coloquei uma perna no degrau de cima, ficando bem aberta.

– Ahhhh, safada. Se eu soubesse que você era uma puta assim já te comia faz tempo.
Falou isso empurrando.

– Aguenta meu caralho, vai.

Senti o pau dele entrando, aquele caralho, como ele falou, entrou me rasgando de novo.
Quanto mais ele empurrava, mais eu tentava me abrir pra doer menos.

– Isso, puta, se arreganha pra eu enfiar minha rola até os bagos nessa boceta. Vou entrar com saco e tudo, fundo e encher teu útero de piroca.

Eu sou puta, já me conformei, porque esse palavreado me excita demais. Naquela idade, já excitava. Eu estava de dente trincado quando senti o saco dele encostar na minha boceta.

– Entrou tudo, agora aguenta firme que eu vou socar até rasgar.

E começou a tirar e meter, tirar e meter, fundo e forte. Dava pra ouvir o pá-pá-pá e o saco dele batia na minha bucetinha que aguentava aquela tora grossa.

Eu sentia ardor, mas sentia prazer. Continuava gemendo, dizendo ai, ai, ai… e ele enfiava fundo, com força, rápido. Não senti quando ele enfiou um dedo no meu cuzinho, mas quando dei por mim, tinha um dedo inteiro no meu cuzinho enquanto ele batia o corpo dele no meu.

– Aguenta, putinha, vou gozar, vou gozar… Abre as pernas, abre gostoso, vou encher tua boceta de porra quente.

Eu me arreganhei o máximo que pude, e ele acelerou as socadas, até que senti que o pau dele inchou e começou a latejar dentro de mim. Ele gemia alto, como se estivesse conseguindo respirar só naquela hora e ia diminuindo o ritmo, enquanto aquele pauzão latejava dentro de mim.

Uns minutinhos depois ele parou, respirando fundo e tirou. Assim que o pau saiu de dentro de mim, senti algo escorrer pelas minhas pernas. Era a porra dele. Escorreu até quase os joelhos… Eu estava tão cansada e dolorida, senti minha boceta toda rasgada… Parecia que tinha enfiado uma garrafa de refrigerante em mim… Estava me sentindo muito esfolada.

– Vai se limpar, princesa, vai, antes que seu pai chegue.

Olhei pro relógio. Eram exatamente seis. Ele me arrombou durante dez minutos.

Corri pro banheiro, passei papel higiênico com água em tudo, vesti o collant e a saia…
Quando voltei pra lá, ele estava sentado na arquibancada, com uma cara exausta…
Cheguei perto e ele me puxou pro colo dele.

– Você acabou comigo, gatinha. Nunca tinha comido uma mulher tão linda e tão gostosa.
Me senti um mulherão… Ele me beijou na boca, e eu correspondi. Depois parou alisando meus cabelos que estavam fora do lugar…

– Você não gozou né? Não se preocupa. vou tirar um dia desses pra gente passar mais tempo sozinhos e te faço delirar de gozar na minha boca e no meu pau, tá?

Eu só sorri, nem sabia o que era gozar, porque nunca tinha gozado na vida. Lembro que fiquei com vergonha de falar ou perguntar.

– E vou querer esse cuzinho lindo também.

– Você quer comer meu cu?

– Sim, você me dá?

– Ah, não sei…

– Você vai gostar de sentir minha piroca no teu cu também… Prometo que te faço gozar quando tiver atolado no teu cuzinho, tá?

Não deu tempo de responder. Ouvi a buzina do meu pai e corri assustada. Entrei no carro e nem vi o professor na entrada. Foi melhor assim.

– Tudo bem, filha? Tá tudo certo?

– Tá, papai. É que hoje foi bem cansativo.

– Tô vendo, você tá acabada, toda suada. Cade o professor?

– Não sei.. Fiquei aqui esperando e ele foi pra sala de materiais e não voltou.

Assim, fomos pra casa. E eu estava toda rasgada, mas me sentindo maravilhosamente bem e sonhando com o tal “gozar” que ele me prometeu.

E cumpriu. Mas conto isso pra vocês depois porque está muito tarde. Vou deitar antes que meus pais levantem.

Hoje, já sabem meu segredo. Agora meu noivo não sabe que perdi a virgindade. Eu e ele nunca transamos, por causa da igreja, mas eu contei que tenho hímen complacente, pra ele não esperar sangramento. Ele nem sonha que já dei muito desde os 12, que adoro dar a boceta e o cu, que já fui comida por dois ao mesmo tempo e que já chupei e fui chupada por uma mulher. Tudo isso me deixa louca, sou doida por sexo e não sei se vou aguentar muito tempo sem trair ele num casamento morno….

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA (CONTINUAÇÃO 2)

 Na segunda, não me concentrei na aula de manhã, esperando a hora de ir para o ballet. Voltei pra casa, almocei numa excitação sem fim. Quando fui procurar minha roupa, não achava meu collant. Só o conjugado estava na gaveta, que é uma peça única: saia e collant.

– Mããããe!
– O que foi?
– Cadê meu collant do ballet?
– Peguei pra costurar, está descosturando. Fui lavar e vi. Vá com o outro hoje.
Quase morri de ódio. Queria ir com aquele! Mas que droga. Ia mesmo com o conjugado. Fazer o que?
Na segunda, é comum algumas meninas faltarem. Pura preguiça, acho. Mas como meus pais eram muito severos, eu nunca faltava, a não ser em casos extremos. Já fui para aula e balé com febre.
Nesse dia, estávamos eu e mais três meninas.
Quando cheguei, meu coração estava a mil. Assim que vi o rosto do prof, abri um sorriso, que foi correspondido.
Ele veio me cumprimentar na porta e perguntou como eu estava, alisando meus cabelos.
Partimos para os exercícios, tudo normal. A gente trocava olhares e sorria. Aquele clima de cumplicidade no ar. Eu não sei bem que idade ele tinha, mas era na faixa dos 35 anos. Tinha uns fios de cabelo branco.
Fomos fazer o exercício na barra e ele me posicionou no fim da fila. Normalmente, eu era a primeira da fila, ou seja, todas ficavam atrás de mim. Nesse dia, fiquei atrás de todas.
Ele passou por cada uma das meninas, corrigindo a postura, acompanhando a sequência, e eu naquela expectativa que ele chegasse até mim.
Quando enfim chegou, meu coração estava disparado.
Ele veio por trás e começou a falar, dizendo para corrigir os ombros. Ele era assim: segurava a parte do corpo e dizia o que precisava ser corrigido.
Então estava segurando meus ombros enquanto me dizia para corrigir a postura.
– Erga a coluna.
Falou, enquanto colocava a mão por baixo das minhas axilas.
Ele ficou me segurando enquanto eu fazia o grand plie na barra. De tornozelos juntos, afastava os joelhos, abaixava o corpo e erguia os braços. Ficou segurando meu braço durante o movimento e a outra mão seguia embaixo da minha axila, encostando na lateral do meu seio.
– Isso, assim mesmo, princesa.
Eu sorria sem jeito, ele não via, estava atrás de mim.
– Cadê o collantzinho de sexta?
Gaguejei, não imaginei que ele perguntaria.
– Está lavando…
– Humm… Vai vir com ele na quarta?
– Acho que sim.
Nossa, me arrepiei.
Ele fazia um carinho suave perto do meu peito enquanto falava. Foi descendo a mão até meu quadril, acompanhando enquanto abaixava. Depois me deixou só e prosseguiu com a aula.
Ficamos fazendo os exercícios, sempre num climazinho de paquera, até o ponto que ele disse que iríamos treinar o grand battement. A característica desse passo é uma erguida alta de perna. A sequência seria para trás, para o lado, para a frente. Então ele foi acompanhando cada uma das meninas e corrigindo a postura.
Para fazer isso, ele segurava pela parte interna da coxa, bem perto da xaninha. Fazia o mesmo com todas. Eu não me incomodava, me excitava de ver, e sabia que ele faria o mesmo comigo.
A gente ficava à distância, tentando imitar na outra barra e observando, enquanto cada uma treinava uma, duas, três, dez vezes seguidas. Ele dizia: “cada uma se concentre em si”. Acho que era pra não prestar atenção no que ele fazia. Mas eu prestava.
Até que chegou a minha vez. Fui a penúltima. A última menina estava concentrada treinando e as outras duas já se alongando. Ninguém dava muita bola pra nós. Ele foi me acompanhando da mesma forma que fez com as demais. E falava pertinho no meu ouvido:
– Isso, assim… Muito linda, princesa. Você é todinha linda.
Eu sabia do que ele estava falando.
E foi descendo, apoiando embaixo da minha coxa. Cada vez mais se aproximando da xaninha… Contando os movimentos, até finalmente chegar com os dedos sobre ela, que era a hora que eu tanto esperava. Tremi inteira e ele, claro, notou.
– Está nervosa?
– Não, prof. (falei com a voz meio trêmula)
– Fique tranquila, está tudo bem, você está ótima, princesa.
E falava isso alisando levemente minha xaninha, que estava (claro), ficando úmida.
Ele começou a fazer um movimento mais firme e apertado com o dedo, e eu ia melando ainda mais. Claro que ele sentia.
– Nossa, você é perfeita. Isso mesmo. Assim…
Pouco depois, infelizmente terminamos e ele seguiu para a última menina. Eu estava esbaforida de excitação. Fui ao banheiro, fui fazer xixi, demorei me alisando…Pensando nos dedos dele sobre mim.
Saí e a última menina estava no fim do exercício.
Quando terminamos, ficamos fazendo os exercícios de alongamento, enquanto ele foi ao banheiro. Acho que estava muito excitado, porque o volume dele estava alto e ele ficava disfarçando o tempo todo. Demorou muito tempo… E voltou com o rosto molhado, quando a gente já estava terminando os exercícios.
Fomos pegar nossas coisas e sentamos no banco perto da saída, para esperar nossos pais.
As meninas foram indo embora e, quando eu finalmente fiquei sozinha com ele, faltavam só cinco minutos pro meu pai chegar. Ele sentou do meu lado…
– Gostou do exercício de hoje?
– Sim, prof.
– Você se movimenta muito bem. Já passou a vergonha da sexta-feira?
Eu ri meio sem jeito…
– É, acho que sim. Foi só de momento mesmo, porque levei um susto.
– Não tem do que se envergonhar. Pra mim, foi uma surpresa boa, porque você é toda linda.
Ele falou isso e ficou acariciando minha coxa. Da rua não dava pra ver, porque mesmo com a porta sendo de vidro, a minha mochila estava entre mim e a porta, tampando a visão de quem estava fora.
– Você acha mesmo?
– Claro que sim? Você não viu como me deixou?
– Como?
Eu não sabia do que ele estava falando. Então ele pegou minha mão…
– Não se assuste, tá?
– Tudo bem, não vou me assustar.
E ele guiou até o pênis dele.
– Assim, olha. Só de pensar na visão da sua bucetinha linda.
Quando toquei, abri a mão e senti o pau dele endurecendo… Segurei e ele soltou um gemido.
– Ah, não sabia que você era assim, tão safadinha. Sente meu pau duro, então.
Eu não respondi. Eu sabia que era, mas ainda assim estava nervosa… Continuei segurando o pau dele. Ele segurou minha mão movimentando, e eu acompanhei. Senti aquilo duro, quente e grosso na minha mão.
– Que putinha linda que você é. Deixa eu sentir sua bucetinha de novo.
Abri um pouco as pernas e ele foi colocando a mão e sorrindo, com cara de tarado…
– Safada… Tá toda melada, senti você toda melada no exercício. Como eu queria chupar essa buceta agora e sentir esse caldo na minha língua.
O jeito dele falar era algo que eu nunca tinha ouvido e me excitava demais. Me abri mais, quando ouvi a buzina do meu pai. Ele buzinava quando estava chegando.
Levantei num susto e ele continuou sentado, pra disfarçar o pau duro.
– Vem com aquele collant amanhã?
– Venho!
Falei e saí correndo.
(continua)

domingo, 21 de agosto de 2022

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA (CONTINUAÇÃO)

 Voltando ao ponto de onde parei…

O resultado disso é que eu ficava fazendo os exercícios de um jeito mal feito. Não foi por querer, mas porque estava muito desconcentrada. Passaram-se uns minutos enquanto eu tentava me concentrar…

Até que senti as mãos dele na minha cintura. E me senti completamente diferente das outras vezes. Meu corpo arrepiou. Fiquei mais vermelha.

– Está tudo bem?

Ele falou perto do meu rosto, por trás, levemente baixinho.

– Sim, prof.

– Você está tensa. Não está se concentrando? Aconteceu algo?

Acho que ele estava mais com medo da minha reação que qualquer coisa.

– Não, prof.

Ele conduzia meus braços, levantava minhas pernas apoiando pela parte de baixo das coxas e orientando sobre o movimento. Estava tentando ser bem profissional, acho que era pra que eu pensasse que não tinha nada de errado no que vi. Mas eu, sendo safadinha como era, sabia que nenhuma menina ia sentir um dedo passando na sua xaninha sem sentir nada.

O restante dessa aula, ele deu mais atenção a mim. Me acompanhava nos movimentos, me orientava detalhadamente. Tudo sempre muito profissional.

Mas como eu ainda não tinha voltado ao normal, ele me passou uma sequência de passos para treinar que não exigia tanto esforço… Fui relaxando no decorrer da aula e voltei a acertar meus passos, mas não esquecia o que vi. Já pensava em ir em casa me tocar lembrando daquilo.

Quase no fim da aula, fomos para a sequência de alongamento e relaxamento.

No alongamento, ele fez par comigo. Continuava me dando atenção para eu “esquecer o que vi”.

Uma das sequências de exercícios era para alongar a coluna. Sentávamos no chão, um de frente para o outro, e segurávamos nos braços mutuamente. Enquanto um deitava com as costas no chão, o outro era forçado a alongar o corpo para frente, sentado. E depois íamos invertendo.

Acontece que eu esqueci do fundo descosturado do collant. Esqueci completamente. E fiz o exercício de frente para o prof. Embora estivesse usando a saia por cima do collant, ela era curta e claro que não cobria quando eu deitava.

Eu notei que ele me olhava diferente, mas não entendia o porquê. Achei que era por causa do ocorrido.

Depois desse exercício, o próximo era sentar, ficar com a coluna ereta e encostar a sola dos pés uma na outra, para alongar os músculos da coxa. E segurávamos os pés, para forçar os cotovelos sobre as coxas e forçar ainda mais a abertura das pernas.

Cada um podia fazer esse exercício sozinho, mas ele permaneceu de frente pra mim. Me posicionei, comecei meu exercício e notei ele olhando fixamente para o meio das minhas pernas. Quando olhei pra baixo, vi que a saia estava pra trás, o fundo descosturado do meu collant estava aparecendo e, por um buraco enorme, dava pra ver minha xaninha quase peladinha aberta. Instintivamente joguei a saia por cima. Acho que mudei de cor. Fiquei pálida, roxa, verde, não sei… Mas ele me olhou sorrindo e riu:

– Relaxe, está tudo bem.

– Desculpe, prof.

– Não se preocupe, está tudo bem. Acontece. Não precisa ter vergonha de mim.

Ele falou baixinho, pra ninguém mais ouvir nem saber o que aconteceu.

Seguimos o exercício e de vez em quando eu ainda conferia se a saia estava no lugar, pois ele voltava a olhar para o meio das minhas pernas.

Depois desse exercício, ele disse que o próximo seria deitar no chão, de barriga para cima, e o parceiro de exercícios ajudaria o colega a levantar uma perna o máximo que pudesse, para alongar os músculos da parte de trás da coxa.

Quase morri quando ele falou isso. Não teria como me cobrir com a saia. Mas ele fingiu que não fazia diferença e eu quase morri de nervoso. E, sem dar tempo de eu protestar, ele veio por trás de mim, me puxou delicadamente pelos ombros, me fazendo deitar no chão e depois veio pra frente, forçando minha perna para o alto, assim como as meninas fizeram com seus pares.

Eu fingi que estava em outro lugar, que não estava mais ali. Nem sei como não tive uma síncope de tanta vergonha. Olhava pra ele, via ele olhar para o meio das minhas pernas. Ele fez o alongamento orientando as demais em voz alta, fazendo uma contagem lenta para o tempo de alongar e baixar a perna.

Eu ouvia aquela voz “4, 3, 2, 1… relaxar… 4, 3, 2, 1… voltar…” e parecia que estava a quilômetros de mim, porque fui pra Nárnia me esconder da vergonha.

Depois de fazer a sequência das duas pernas, alongando umas quatro vezes cada uma, eu pensei que ia acabar o tormento. Mas em vez disso ele se ajoelhou na minha frente, dizendo para não levantar, e orientando as meninas a fazer o mesmo que ele.

“Agora, vamos alongar com o joelho dobrado, para cima, encostando no peito, depois para o lado”.

Vocês conseguem vislumbrar o que eu passei?

Aquele homem, ajoelhado na minha frente, vendo minha xaninha pelo buraco do meu collant. Enquanto erguia minha perna até o joelho encostar no peito, contava 4,3,2,1 olhando para minha xana, como se eu não estivesse ali. Depois abria minha perna para o lado, me fazendo ficar arreganhada. Eu sentia o buraco se abrir ainda mais, e ele com certeza via o interior da minha xaninha, aberto, vermelhinho da cor que era.

Eu nem encarava ele, olhava de relance e via ele com o olhar fixo nela. Quando, vez por outra, nossos olhares se cruzavam, ele dava um sorriso e uma piscadinha.

Meu coração não se acalmava, ficava disparado o tempo todo. Ele fez com uma perna, depois com a outra, até que enfim disse: “pronto, agora invertam as posições”.

Graças a Deus tinha acabado. Porque como ele era meu par, eu não precisava repetir com ele o exercício. Quando enfim tive coragem de respirar, olhei para a legging dele e o volume era enorme. Nenhuma delas via, porque ele estrategicamente escolheu o lugar mais no fundo pra nós dois, de um jeito que todas as meninas só viam as costas dele. Mas, de mim, não tentou esconder.

“Enquanto vocês terminam eu vou ao banheiro”.

Corri também para o banheiro. Quase morri. Não dei uma palavra. Arrumei minhas coisas e já fui direto sentar perto da porta de saída, para esperar meu pai. Como era sexta-feira, ele chegaria mais cedo, porque saía antes do trabalho. Sentia meu rosto arder de vergonha, mas também sentia algo arder no meio das minhas pernas.

Enquanto elas terminavam e arrumavam suas coisas, ele veio andando até onde eu estava, se ajoelhou na minha frente alisando minha franja e começou a falar:

– Está tudo bem?

– Sim.

– Você está chateada com algo?

– Não.

– Não precisa ficar com vergonha, viu? Acontece de descosturar o collant. E eu não me importei, afinal de contas, você é muuuito linda.

Ele falou isso dando uma certa ênfase no muita, mas me fez arrepiar. Porque eu sabia que ele estava elogiando o que viu.

Nessa hora, comecei a pensar por outro lado. Mas afinal de contas, eu gostava de safadeza! Por que estava com tanta vergonha? Pela primeira vez um homem tinha visto o que eu nunca mostrei pra ninguém. Fui pensando no lado safado da coisa e comecei a sentir uma umidade enorme no meio das pernas… Eu estava tão molhada que conseguia sentir o melzinho escorrer nas minhas pernas.

Meu pai chegou e eu fui pro carro. De lá, vi o professor olhando pra mim, acho que pensando se eu voltaria. Dei um sorriso encabulado pra mostrar que estava tudo bem, ao que ele respondeu abrindo um sorriso enorme.

Não esqueci aquilo nem um segundo. Tinha aula três vezes por semana: segunda, quarta e sexta. Como era uma sexta, teria que esperar até segunda para a próxima. Uma longa espera!

Passei o fim de semana inteira revivendo a experiência. Deitei na minha cama várias vezes repetindo o movimento do alongamento, fechando os olhos e imaginando que ele estava olhando minha xana.

Me toquei muito, pensando que ele me tocava.

Meu clitóris ficava tão inchado e a xaninha tão ensopada que era delicioso ficar me tocando. Cheguei a colocar a pontinha do dedo dentro e mexer, imaginando que era ele. E foi longa e excitante a espera até a segunda.