segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

A CRENTINHA, PUTINHA DO PAPAI

Meu nome é Karen. Quando eu tinha 14 anos, no intervalo das aulas no colégio, eu e minhas amigas nos reuníamos e falamos de muitos assuntos, até que dia uma delas começou um papo sobre sexo, eu fiquei sem graça por 2 motivos...1.eu era evangélica 2. era muito ingênua e não sabia absolutamente nada de sexo. 

Papo vai papo vem, eu envergonhada por não saber nada, e toda perdida no assunto. Até que umas delas começou a falar de uma lenda de como descobrir o tamanho do pinto de um homem, apenas medindo suas costas (mito). Eu fiquei curiosa e ficava prestando muita atenção, ela dizia que quanto mais espaço tivesse entre um ombro e o outro mais grande o pinto do cara seria... e caíram na risada. 

Chegando em casa, eu com aquilo na cabeça e morrendo de vontade em fazê-lo, mas não sabia como, eu não tinha irmãos e não tinha namorado, e queria fazer só para eu ter o que falar para minhas amigas. Foi quando meu pai chegou do serviço. Ele não era evangélico e adorava assistir videos pornos na internet, Descobri isso ouvindo uma discussão entre ele e minha mãe, mas até então eu não sabia o que era porno. 

-Oi minha filha! dá um beijo no pai aqui, e então como foi na escola ? 

- Bem pai ! e sem medo perguntei : - pai quanto mede suas costas? 

- Ah não sei karen, porque você quer saber ? 

Eu gaguejando um pouco eu inventei uma historia: - é que eu estou com um trabalho de anatomia para fazer e precisava da medida ! 

- Que trabalho é esse filha ? 

- Um trabalho de escola pai é sobre o corpo humano! Você pode me ajudar ? 

- Agora não karen, não tenho paciência para essas coisas vai pedir para sua mãe te ajudar. 

Então ele foi para quarto e depois foi tomar banho, segundos depois minha mãe foi atender uma vizinha no portão, e eu movida por uma curiosidade imensa fui tentar espiar meu pai tomando banho para poder ver o tamanho do pinto dele, mas sem sucesso. 

No outro dia (sábado) acordei cedo e vi que minha mãe ja tinha saído para ir a feira, e achando que ele estava dormindo pois ele ficara até tarde olhando filmes pornos, peguei a fita métrica e corri para o quarto do meu dele e devagar abri a porta e vi que ele estava de bruçoz e fui entrando chegando perto dele estiquei a fita e fui medir suas costas quando ouvi sua voz ainda meio sonolenta: 

- Karen!! O que você esta fazendo aqui? 

-Nada pai, só vim trazer um copo de água!! Então ele se virou e olhou para mim e viu que eu estava com a fita métrica na mãos, mas também ele olhava meu shortinho de dormir, era de lycra e mostrava minha boceta em forma de capo de fusca, Então ele levantou disse: 

- Poxa filha, eu não tinha dito pra você ir pedir para sua mãe te ajudar? Eu preciso descansar Karen!! 

- Mas pai a mãe foi na feira! 

E ele já em tom alto -É TÃO NECESSÁRIO ASSIM ESSAS MEDIDAS, OQUE VOCÊ QUER MEDIR? ~

-aff... pai só quero medir o seu ombro ao outro!! Então ele já sabendo da tal lenda, me encostou na parede perguntando quem tinha me dito isso: 

- Quem te pediu isso, seu professor? se for irei falar com ele!! 

- Não pai não foi ele não!! 

- ENTÃO QUEM FOI, ME DIZ KAREN ME DIZ AGORA? 

-Foi minhas amigas pai, calma não me bate! E chorando pedi para ele não contar para minha mãe, porque ela era evangélica e era daquelas meio fanáticas. 

-Pai por favor não conta para mãe ela vai me bater muito o senhor conhece ela? 

-Ahhhh tá bom Karen para de choro e senta aqui! 

-Me diz, Você está querendo saber o tamanho do meu pau ? 

- Sim pai, as meninas ficam falando em sexo e eu fico chateada por não saber nada!! 

-O que elas ficam falando ? E com ingenuidade eu respondi: 

- Elas falam de pinto duro, pau grande, rola grossa eu não sei nada disso pai eu nunca vi um homem pelado!! 

Ele meio sem jeito, mas olhando meu shortinho e mirando minha chaninha disse : 

- Karen eu vou te mostrar meu pau filha, mas você tem que jurar que nunca ira contar pra sua mãe combinado? 

-Combinado!! mas pai, o senhor também pode deixar eu ver ele duro ? 

Então ele sorrindo não acreditando que ele estava de frente com uma ninfetinha tão ingênua disse: 

-Pode sim filha, mas você vai ter que fazer uma coisa pra ele ficar duro? 

Ele tirou o pau para fora e vi que mesmo mole dava uns 8 cm e foi então que ele pediu: 

-Agora filha para ele ficar duro você tem que tirar o short e a calcinha e mostrar sua rachinha para o papai? 

Fazendo isso percebi que o pau dele ia ficando cada mais duro e grosso e pedi para ele se eu podia colocar a mão, ele sorrindo disse que eu podia fazer o que quiser com ele, então peguei ele na mão, e sentindo aquela rola quente nas mãos e apertei, então ele me pediu pra segurar firme e levar pra frente e atrás, fazia o que ele me pedia quando senti sua mão na minha boceta: 

- Ohhhhhhhhhhh karen ssssssssss que delicia filha uhhhhhhhh se ajoelha filhinha e coloca a cabecinha dele na boca e olha pra mim tá, vai ohhhhhhhhh...... Com aquela rola na boca olhava para ele, vi que ele estava gostando e comecei a acelerar um pouco mais, ele louco de tesão e com a voz trêmula me pediu para parar um pouco... 

- Karen tem outra coisa filha, vai sair um liquidozinho branco você tem que engolir tudo tá bom não deixa cair nada no chão porque senão sua mãe vai brigar!! 

- Mas pai esse liquido é o que ? 

- É leitinho filha e é bem docinho, você vai gostar, sua mãe adora tomar ele! 

- Tá pai, prometo não deixar cair nada! 

Ele segurou minha cabeça com as duas mãos bem firme mandou eu deixar a boca bem aberta e com aquela rola grossa enfiava e tirava da minha boca, meus olhos minavam lágrimas com aquela rola indo até minha garganta e voltando quando ele parou, e tremendo e gozando ele falava: 

- OHHHHHH KAREN HUMMMMMMMMMMMMMM ENGOLE FILHA ENGOLI TUDO AHHHHHHHH OHHHHHHHHH......... 

Ainda eu estava engolindo o resto que estava na boca, quando ouvimos minha mãe chegar. 

- Não fala nada karen!!! vai para o banheiro e toma banho vai,vai,vai........ 

Mais tarde depois do almoço estávamos na sala vendo tv, meu pai mal me olhava, minha mãe foi até a cozinha para estourar pipoca, então me aproximei dele e olhando para cozinha para ver se minha mãe não vinha eu perguntei: 

-Pai vamos fazer aquilo de novo outro dia?

 - Fala baixo filha!! vamos sim, mas ira ser diferente!!!

 - Como assim pai diferente ? 

- Você irá ficar na cama de quatro com a bundinha empinada pro papai, e papai vai colocar o pinto no seu buraquinho de trás!!!! 

- Buraquinho de trás? mas pai, eu não vou só chupar sua rola de novo? 

-Dessa vez não Karen, eu vou querer colocar a minha rola no seu cuzinho, mas ira doer só um pouquinho você quer ? 

- só vai doer um pouquinho mesmo pai ? 

- Sim filha, papai sabe fazer isso e não vai te machucar prometo!!! mas você vai ter que ficar em casa amanhã de manhã!! 

- Aff..... pai não vai dar, a mãe vai querer me levar pra igreja? 

- Fala que você esta doente e que está com lição de casa para fazer, e que eu vou te ajudar, se ela vir me perguntar eu confirmo ok!! 

No outro dia(domingo) entrei no quarto e disse para ele que a mãe ja tinha saído, então ele tira sua coberta e em seguida diz para mim tirar a roupa e ir para cama, nisso vi que ele já estava com a rola bem dura, ele se deitou e pediu para eu sentar na cara dele e começou a chupar minha boceta, senti uma sensação incrível - ooooh,ooooh,oooh,oooh, haaaaaaaaaa nossa pai que gostoso hummmmmmm ohhhhhhhh não para ohhh,ohhhh,ooohhhhh,ohhhh,ooohhh, meu coração acelerou, minhas pernas tremiam ohhhhhh,hummmmmm ohhhh, vaaaaaiiiiiiiiiiiii paiiiiiiiiiiiii, ohhhhhh,ohhhhoohhhhhh, tinha gozado na boca dele. Ainda estava delirando de tanto tesão quando ele me colocou de quatro, pegou o lubrificante passou no seu pau e no meu cuzinho, então empinou minha bundinha e começou a enfiar, arregalei meus olhos e gritei, Aiiiiiiiiiii pai Aiiiiiiiiiiiiii, para ta doendo Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii paaaaaaaaaarrrrrrrrrrrraaaaaaaa, e com lágrimas nos olhos falava....você falou que ia doer só um pouquinho....Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii paarrrrrrrraaaaaaaaaa. 

- Calma karen a dor já vai passar, não fica piscando o cu, relaxa e abre mais ele! 

-Não pai para por favor Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.......... Minutos depois eu já sentia a dor diminuir e as bolas dele batendo na minha boceta, olhava para ele e ele com os olhos virando me chamando de putinha gostosa.

- Hummmmm, que cuzinho gostoso,ohhhhhhh, iissssoooooo vai karenzinha rebola na minha pica grossa, ohhhhhhhoooooooohhh, hummmmm. 

E já não sentindo mais dor, comecei a curtir aquela rola enorme me rasgando, e rebolava muito no pau dele quando de repente ele enfiou tudo, parou e puxou meus cabelos e gritou: HHHHHHAAAAAAAHHHHHHHHHAAAAAAAAAHAAAA E ele gozou como nunca, encheu meu cuzinho com seu leitinho doce, 

Quando ele tirou sua rola do meu cuzinho veio junto um jatinho de porra e começou a escorrer pelas minha buceta e pelas minhas coxas. 

Dali em diante eu virei sua crentinha putinha, ele me ensinou muita coisa sobre sexo, eu queria perder a virgindade com ele mas ele só queria comer meu cuzinho.

domingo, 10 de fevereiro de 2019

TRANSEI MUITO COM UMA EVANGÉLICA

Relato aqui algo que me aconteceu! Conheci uma mulher da religião evangélica, amiga muito antiga minha, com 42 anos. 

O que irei escrever é pura verdade! Ela ficou "doida" para se encontrar comigo e marcamos um encontro onde moro (e sozinho!). 

A recebi muito bem, e depois de muita e boa conversa, fomos para o meu quarto. Conversamos e aos poucos fomos nos "soltando" deitados na cama, e depois dos primeiros "afagos", bem... isto demorou apenas (!) 3 horas para tudo acontecer, e isto nem todos fazem, não é mesmo? 

Ela sempre dizia assim: "você acha que é isso o que você quer? Você está com vontade?" Mas dá pra imaginar a minha reação? 

Depois destas 3 horas, consegui aconchegar meu pênis super duro em sua buceta, e ainda vestidos com as calças! Foi só neste momento que ela sentiu aquele prazer que tanto esperava! 

Depois de muito esfregar meu pau duro na buceta dela, fui acariciando seus seios, e depois de muito esforço consegui tirar sua blusa e o sutiã, e chupei muito seus seios. Logo após, consegui desabotoar o zíper de sua calça e o botão da calça, para tirar e ficar só de calcinha para ver a buceta que eu queria muito. 

Ao mesmo tempo, ela também começou a acariciar meu pau super duro por cima da calça, e ainda me dizia: "você tem certeza?" Depois de algum tempo - enfim! - ficou só de calcinha para mim, e depois de chupar muito seus seios acariciei sua buceta com meus dedos que estavam loucos para tocá-la. Depois, consegui tirar a calcinha da amiga e comecei a chupá-la inteira, da cabeça aos pés. 

Para não atrapalhar esta "divina" transa, disse para deitar e coloquei um travesseiro na bunda dela e fiquei com sua buceta inteira para chupar muito bem. E isto é uma das minhas especialidades. A buceta era muito cheirosa e saborosa e chupei muito, com movimentos da língua no clitóris e depois envolvi sua buceta com toda a minha boca, movimentando muito minha língua dentro da buceta, mas ela não gemia, pois na cabeça dela, se ela gemesse, "deus" (!) poderia ficar "brava" com ela (dá p entender?). 

Depois deste "festival" de chupar muito a buceta, ela realmente ficou muito excitada, e comecei a tirar minha calça, e ela me ajudou, tirando minha calça com meu pau super duro. Ela começou a acariciar meu pênis com sua mão delicada, mas realmente não sabia movimentar, e disse para ela acariciar melhor, com 1 ou as 2 mãos, e aos poucos foi conseguindo fazer, só no final ela acariciava meu pau com movimentos para cima e para baixo e a outra mão no meu saco. 

Depois que estava louco por ela e adoraria que ela chupasse meu pau, então ela negou e dizendo que isto não era coisa pra se fazer! (tão 'sacando' o lance?). 

Depois deste momento, coloquei ela deitada na cama, e comecei a acariciar sua bunda e comecei a chupá-la muito, e ela disse: "nossa! ninguém fez isto comigo! mas vai, vai, faz isto que eu estou adorando!" Depois disto, coloquei esta linda gata "divina" de barriga pra cima, arquei suas pernas em meu ombro e direcionei meu mastro na buceta, e fui introduzindo lentamente na buceta, para ela não gritar e nem gemer, pois se gemesse, seria um "pecado"!!! 

Quando eu introduzi meu pau inteiro (!) na buceta dela, senti que eu estava adorando penetrá-la com todas as forças, e aos poucos fui acelerando o movimento do muito gostoso "vai em vem" que todas as mulheres simplesmente adoram! E para conter o gemido "pecaminoso" (!) ela colocou seu braço esquerda na boca dela a fim de não poder gemer! Este momento durou um bom tempo, e ao mesmo tempo chupava muito seus seios e seu pescoço, e no máximo disto ela soltou somente um levíssimo gemido, mas sem gritar (ela estava adorando!!!). 

Depois deste belo início, disse que a queria me cavalgando por cima, para sentir meu pau penetrando naquela "divina" buceta, cheirosa e apetitosa. Quando ela introduziu meu pau (o qual não é tão pequeno) em sua buceta ela tremeu muito, e suas mãos suavam, e seus seios estavam muito apetitosos. Agarrei sua bunda com minhas 2 mãos, acariciando muito, e dando leves batidinhas, e ela adorou! 

Depois de muito tempo, disse para ela colocar firme seus 2 pés na cama, e soquei muito bem meu pau na buceta iniciando movimentos muito fortes, e socando muito para cima e para baixo, e ao mesmo tempo, batia na sua bunda. Acabei gozando muito gostoso naquela buceta "divina" que eu tinha acabado de penetrar! 

A transa foi fantástica para mim, porque isto era novo. E lá no final, disse a ela: "mas... não teve ninguém da sua religião que poderia trepar muito gostoso e do jeito que nós fizemos?" Ela disse: "não... não é assim! os homens que eu conheci lá não tem este calor todo que você me mostrou, tudo é um negócio de 'pecado', e se fizer isto, o cara não 'presta', então... eu nunca tive isto!" 

Depois eu concluí e disse: "você imagina que o sexo é um negócio proibido e você não pode sentir e ter vontade de fazer?" ela disse que não sabia de nada disso, e depois conclui: "calculo que milhares de anos já foram praticados este sexo qud estou dizendo, e coisas você pode 'proibir' ou pensar somente naquilo q os outros dizem!" E ela disse: "é mesmo? isto é verdade?" Então... esta foi a primeira bela transa e depois tivemos várias!!! Posso redigir mais tarde, certo? Um abraço a todos!

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

A INESPERADA REALIZAÇÃO DE UMA ANTIGA FANTASIA

Quando menos esperamos, coisas maravilhosas acontecem, não é mesmo? Comigo foi assim.

Uma vez, teclando no Batepapo da UOL, conheci uma mulher, 35 anos, evangélica, separada, sem filhos (casamento havia durado só 8 meses...), que morava em uma cidade distante mais de 300 Km da minha. Ficamos amigos, conversa vai, conversa vem... algum tempo depois, entramos no campo das intimidades sexuais. Disse que havia separado porque o marido, que também era evangélico, não admitia que ela fosse tão fogosa, tão criativa e cheia de ideias quando estavam transando. Foi morar então com os pais, ultra-conservadores, que a prenderam em casa e não a deixavam sair por nada... Era casa/trabalho/casa/igreja e pronto. Quando conversamos, sobre esses assuntos, ela disse-me que já não aguentava mais. Queria foder muito... vivia se masturbando direto mas queria um pau, uma lingua, beijar, abraçar.... masturbar-se só, não estava mais sendo interessante, apesar de gostar muito. Dificilmente vinha à capital, a não ser em viagem de serviço (era técnica de enfermagem e vez por outra, uma pessoa idosa e doente precisava vir a um médico na capital) ou então, vinha na companhia da irmã (depois soube que também separada e nas mesmas condições que ela).

Conversamos no msn e depois ao telefone, durante uns 3 meses. Nos masturbamos muito várias vezes, nos levávamos à loucura de tanto prazer....

Um dia, ela me falou que estava vindo com uma pessoa idosa para uma clínica, e se quisesse conhecê-la pessoalmente, que fosse lá tal hora.... Combinamos tudo e eu fui.

Sou um homem extremamente simples, bem afeiçoado, simpático, discreto, moreno, forte... Ao chegar lá na tal clínica, à hora marcada, encontrei uma moça jovem, estatura mediana, branca, bonita, olhos agateados, cara de sapeca... nos entendemos no mesmo instante... bateu aquela incrível química, sabe... fomos assim para um local um pouco reservado, longe dos olhares das pessoas, e sem dizer qualquer palavra, nos atracamos num delicioso beijo... foi demais... depois, ofegantes, fomos conversar... Uma meia hora depois, nos despedimos, com promessas de a noite, conversarmos por telefone....maravilha...

A noite, no horário combinado, liguei... Ela disse que tinha gostado muito de mim, que tinha passado o dia pensando em mim, excitada e que tinha até se masturbado e gozado muito no banheiro da clínica, pensando em minha boca, que achou muito gostosa e excitante... Disse que não via a hora e voltar à capital em condições de a gente se encontrar e foder gostoso, tirar o atrasado. De repente, ela me surpreendeu com uma coisa... disse que desde que a gente se conheceu e nos falávamos ao telefone, a irmã, mais nova e também separada, pelos mesmos motivos que ela, sabia tudo de nós... E elas haviam combinado de que ao ela me conhecer pessoalmente se ela gostasse, a irmã também iria querer.... já que uma só iria à capital, se a outra fosse junto, seguindo as ordens do pai.

Fiquei atônito... Ora, estava, quem sabe, prestes a se realizar uma das minhas fantasias mais excitantes...

Ela então perguntou se tudo bem? Se eu teria alguma objeção?

Me fiz de bobo, de quem não estaria gostando muito da ideia... e disse para ela assim, de forma não muito interessada, que tudo bem... poderia ser.... ,

Ela disse que iria bolar um plano com a irmã para virem as duas... Tres dias depois, ela me passa uma mensagem que estão vindo... que as espere ao meio dia na Rodoviária. Na hora exata estava lá, claro... Fui apresentado a Amanda, que expressou um sorriso de admiração, entramos no carro, e fomos direto para um motel, pois não havia tempo a perder,pois  elas deveriam retornar no mesmo dia....

Chegando lá, aluguei a maior e melhor suite, claro... a ocasião merecia...Uma suite ampla, com piscina e tudo... Ficamos conversando assim, por um tempo, para que a sua irmã relaxasse... ela estava um pouco nervosa.... mas eu fiquei ali, abraçando as duas, beijando uma e outra... naquele pega pega, que vocês imaginam aí.... Deitamos na cama, ainda de roupas... fiquei no meio das duas, abraçando-as, e beijando... Como já tinha mais intimidade com a mais velha, deixei que ela fosse tomando as iniciativas... e ela assim o fez... abriu o zíper da minha calça, colocou meu pau para fora... enquanto eu estava beijando a mais nova, que não estava vendo o que estava acontecendo.... Quando parei de beijá-la, a Cris já estava mamando o meu cacete, muito gostosamente... a Lena ficou olhando... deu uma risadinha safada, e disse eu também quero... eu disse, tudo bem, querida... ela se posicionou de maneira a compartilhar o meu pau com a mana... Aí, fiquei ali, deitado, vendo duas irmãs chupando o meu cacete... cara... foi demais....precisei me controlar (tenho um autocontrole extremamente bom... posso ficar horas metendo, e só gozo quando quero....) para não gozar logo, pois as danadas estava esfomeadas demais, e eu tarado demais...A Cris deixou a Lena me chupando e foi tirar a roupa... ficou totalmente pelada. Que seios deliciosos, tamanhos médios, e bem cheios, uma boceta inchada, raspadinha, do jeito que mais me dá tesão... Veio assim se posicionando e sentou no meu rosto para eu chupá-la... Não me fiz de rogado... meti a lingua naquela boceta toda meladinha, pingando mesmo, sério... e lambi gostoso.... enquanto a Lena engolia o meu pau até o final....Fiquei ali, longos minutos chupando a boceta da Cris e sendo chupado pela Lena... Foi demais... Quando a Cris estava quase gozando, saiu rapidamente do meu rosto e mandou a mana tirar a roupa também. Aí, eu também tirei... Beijei a boca da Lena, com a minha boca, os meus lábios, a minha lingua ainda totalmente lambuzados do mel da Cris... Vi que a Lena ficou muito excitada...Fui chupar a Lena, que, tarada como estava, teve em menos de cinco minutos, um delicioso e prolongado orgasmo na minha boca....Assim, ficamos os três.... eu chupando as duas, as duas me chupando, etc... etc... etc... depois, comi gostoso as duas...

Chegou o final do dia... as deixei na Rodoviária e as duas retornaram à sua terra felizes e realizadas. Foi, realmente, uma tarde inigualável... Depois, combinamos que elas viriam, as duas, uma vez por mês para a gente foder muito gostoso a três....Assim tem sido desde o mês de fevereiro deste ano. Porém, como tudo, por mais que pareça perfeito, não é... ainda não consegui levar as duas a transarem. Sei que é difícil por serem irmãs... Mas guardo esperança, porque já via as línguas delas se engalfinhando quando chupavam juntas o meu pau.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

EVANGÉLICA SAFADA

Eu vivo uma vida bem regrada tenho 28 anos, casado, carioca ... mas vamos lá:

Quando eu tinha 23 anos no reveillon de 2000, minha família estava em Cabo Frio para curtir a farra. Quando chegou dia 30 recebi a ligação de minha ex me chamando para curtir o ano novo com ela, admito que pirei principalmente, pela maneira que ela falou melosa, dizendo que eu não me arrependeria.

Bem ela era evangélica; não conseguindo dormir comprei a passagem e fui na virada para encontrá-la, passei a virada no ônibus recebendo ligações de todo mundo,

Quando cheguei liguei para ela para me buscar, qual minha surpresa quando ela me falou que estava trabalhando, fiquei muito puto, mas ela disse que iria me encontrar na frente de uma casa de repouso para idosos - geriátrica.

Chegando lá a safada me deu um beijo muito sacana e me pegou pelo meu ponto fraco, me apalpou na frente de quem viesse; bem me levando para dentro, pela piroca, quando entramos ela me levou para a cama onde ela dormia e me disse:

"Quero trepar aqui, na frente dos vovôs é meu presente de ano novo para eles"

Caralho ela me pirou com esta proposta foi acordando alguns velhinhos e colocando eles no quarto sentados, colocou uma música suave e começou a tirar a roupa no nossa frente, brincando, instigando a mim e aos velhinhos,  ela era demais tinha um corpo monumental, quando ficou nua me puxou e começou a tirar minha roupa e a me lamber o pescoço, abaixando para meus mamilos - demorando um pouco mais neles, pelo dorso até minha piroca, que gulosa ela fez em mim quase gozei na boca dela, tudo sendo observado pelos nossos vovôs, que loucura, não aguentando mais chamei ela para um 69, detalhe adoro chupar uma boceta cheirosa, como ela cheirava bem, elas gozou na minha boca, seu primeiro orgasmo, mas ela queria mais, se levantou me puxou e me empurrou sobre a cama e veio por cima me cavalgar, me deixando louco de tesão, seus seios médios me enlouqueciam, tentei subir para chupá-los, mordê-los, mas ela me deu um tapa na cara - puta que pariu nunca uma mulher tinha feito isso comigo, revidei ao tapa com um mais forte, ela gemeu, pedindo para bater mais forte, dei outro tapa bem mais forte, ela geme mais forte, subo e não encontro resistência para chupar seus seios quando ela finca as unhas em minha costas, nem senti a dor de tanto tesão que estava, quando me diz que vai me dar o meu presente,se vira e fica de quatro, cai dentro quando ela me pede para comer seu cuzinho, Porra não podia acreditar, durante todo nosso namoro nunca tinha me pedido com tanta gana, retirei da boceta melada e soquei no cu sem piedade, ela quase gritava e eu nem aí, ela então me pede para gozar na cara dela, porra nunca tinha feito isso com ela, saí e ela chupava me sacava enquanto eu tocava uma punheta anunciei que ia gozar a filha da puta abocanhou me pau e sorveu até a última gota,

Fiquei chateado ela me enganou, mas virou para os vovôs - eu já tinha até me esquecido deles; e fala gostaram do presente de vocês, alguns balançam as cabeças, ou apenas respondem que sim e ela saiu levando os de volta para seus quartos, adormeci e acordei com a puta me chupando o pau..

Detalhe ela casou com um maluco, levou ele para a igreja não deu para ele antes de se casarem, e no noivado me chamou para uma despedida de solteira.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

DESCABAÇANDO A EMPREGADA II

A empregadinha e sua irmã

Contei anteriormente como descabacei Daiane, a empregadinha ninfeta de casa. 

Caros leitores, esta foi a 2ª vez na minha vida que apareceu essa oportunidade de comer uma ninfetinha, a 1ª havia sido com Vanessinha “iniciando vanessa no sexo” e a 3ª foi a que descreverei neste conto. 

Contudo, parece que sem querer essas oportunidades são atraídas para gente, o que me deixou sempre com o maior tesão por ninfetas, no entanto, após esse conto que se segue, nunca mais tive outra oportunidade, até há 8 meses atrás quando, do nada recebi uma ligação, tipo trote, de uma menina, a qual depois de alguns meses rolou um romance, conto depois esse achado. o melhor é como estas histórias ficam gravadas na gente.

Voltando a Daiane, após nossa 1ª transa, ficou uma delícia em casa, transávamos pelo menos 2 vezes por semana, fora as punhetas e siriricas que trocávamos às pressas quando havia alguém em casa. ocorria assim: na hora dela ir embora, eu entrava no banheiro com ela e trocávamos carícias, foi assim que ela aprendeu a chupar um pau. Devido ao temor que passávamos por minha mãe nos pegar ali, tinha que ser jogo rápido, então ela ficava peladinha e eu só abaixava a calça ou bermuda, ela socava para mim enquanto eu alisava sua chana. Então falei para ela chupar igual ela via nas revistinhas, e no começo não era muito legal, esbarrava um pouco os dentes, mas com o tempo ficou uma delícia. algumas vezes quando minha mãe saía durante a semana transávamos no banho.

O sábado era espetacular, o dia mais aguardado da semana. logo cedo ela já fazia os serviços domésticos e à tarde era nossa. ficávamos na cama dos meus pais, ou às vezes na piscininha, só pra variar. ela aprendeu a cavalgar e já engolia todo o mastro com sua bocetinha linda, e pra mim foi muito bom porque havia transado muito pouco até então e também fui aprendendo, inclusive a controlar mais a ejaculação, dessa forma ela gozava várias vezes em uma única foda (essa é a vantagem de menina nova, umas poucas lambidas e o tesão brota a pele). comia por trás, papai-mamãe, montada, sentada no colo, só não comi o cuzinho...era muito bom como descobríamos posições e sensações novas e apesar de tudo ela sempre manteve seu jeito recatado, quietinha de modo que ninguém percebia o que rolava entre a gente.

Em um sábado, acordei e ouvi vozes, achei estranho porque quando levantava meus pais já tinham saído. Fui pra copa e vi a Daiane e outra menina, era sua irmã Rosana, de 13 aninhos, rosto parecido com o da irmã, cabelos pretos até a cintura, branca, só que mais magrinha que Daiane e um pouco mais baixa. 

Elas ficaram quietas quando cheguei e tive que perguntar quem era para sair do silêncio. nem maliciei com a Rosana, pelo contrário, até fiquei chateado, pois pensei “minha foda de sábado já era”. 

Na hora do banho dos cães, a Daiane apareceu e falou que a irmã ia ajudar. a Rosana era menos tímida que a irmã e conversava mais, de forma a tornar o ambiente mais gostoso, perguntava da escola para ela, do bairro, da casa, coisas normais para idade e ela veio me perguntando de namorada. u falei que não tinha e ela reforçou perguntando se não ficava com ninguém, disse que não, perguntei dela e me disse que tinha beijado só um menino do bairro, escondida, para mãe não saber. O banhou rolou e ela tomou a iniciativa de jogar um pouco de água em mim e eu retribui, aí Daiane apareceu dando bronca nela, pois ela não tinha outra roupa, falei que pegasse a da Daiane na mochila ou emprestava algum short ou pijama, até secar a roupa dela. A opção escolhida foi uma cueca samba canção minha e uma camiseta. Olhei no varal e vi a roupa dela secando, fiquei encabulado com a calcinha que era bem pequena para o tamanho dela, que apesar de magrinha devia ficar bem enterradinha. 

O resto do dia rolou normal e Daiane se prolongou na faxina, pois com a irmã lá não teria foda mesmo.

Já bem tarde, fui ao banheiro e Daiane estava lavando, então fui no de empregada e ao empurrar a porta estava lá Rosana, que não havia trancado, sentadinha na privada, short abaixado lendo uma das revistas de sexo da irmã, ela levou susto e eu também, que fechei a porta e pedi desculpas. a essa altura já pensei “a danadinha deve estar curiosa por sexo, será que a Daiane contou alguma coisa de nós”. 

Voltei para o outro banheiro e perguntei para Daiane se havia falado algo de nós, ela disse que não e perguntou o porquê, disse que a irmã dela poderia ter curiosidade a respeito de sexo. depois que elas foram embora, pequei minha samba canção e fui cheirar, já todo tarado por não ter transado, cheirava a sexo daquela pequena menina, pensei “ela deve ter se melado vendo a revistinha”.

No sábado seguinte novamente a irmã dela lá, então perguntei para Daiane se todo sábado a irmã ia em casa e ela disse que a mãe havia arrumado faxina e não queria deixar Rosana sozinha, por isso levaria com ela lá em casa. falei para ela que ficaria na secura no sábado, que tínhamos que dar um jeito durante a semana, ela deu risada meio encabulada.

Eu perguntei se a Rosana não queria ficar na piscininha que eu montava para ela. Ela falou que não tinha roupa para usar, perguntei para Daiane se não tinha problema ela ficar na piscina que dávamos um jeito na roupa, ela deixou. Eu falei para Rosana se quisesse podia ficar de calcinha e sutiã, que é a mesma coisa que biquíni e como eu ficaria na sala ela ficava à vontade, as duas concordaram, enchi a piscina e entrei para casa falando para Daiane – vamos para o quarto dos meus pais enquanto ela fica na piscina – ela relutou, mas a vontade dela foi mais forte.

Eu voltei para perto da piscina e disse para Rosana chamar lá de fora se quisesse entrar que a irmã levava uma toalha, para não molhar o chão da casa. cheguei no quarto e Daiane estava me esperando, a despi e tirei minha roupa e caímos na cama. após chupar deliciosamente aquele xota e ela retribuir com uma chupeta, falei para ela montar, o que fez com maestria (durante a semana não tínhamos trepado, só uma chupeta rápida, daí imagino o tesão que ela estava, bem como eu), após amolecer suas pernas eu não tinha gozado então fui por cima e castiguei mais um pouco, o rosto dela era de muita satisfação. terminei e fui ao banheiro jogar fora a camisinha e me lavar e pedi para Daiane ficar lá que eu queria mais um pouco.

Ao abrir a porta vi pegadas molhadas da porta do quarto até lá fora e saquei que Rosana havia escutado nossa transa. Eu fui ao banheiro, saí e fui lá na piscina, ela estava dentro e nem ligou de eu me aproximar, falou que estava gostoso lá e perguntou onde eu estava, respondi no quarto e ela perguntou da irmã, disse que talvez tivesse ido ao mercado. nisso reparei a delícia que era aquela menininha, os peitos eram pequenos, bem moranguinho e a calcinha dela era bem pequena para ela, como havia imaginado no outro dia, para minha surpresa a sua boceta era bem “capuz de fusca” para o tamanho dela, saltava naquela minúscula calcinha a ponto de dividi-la ao meio e por estar molhada marcava sua falta de pelo. Na hora meu pau ficou duro, me despedi dela e voltei para o quarto a fim de amolecer aquela tora (saudade dessa idade em que os hormônios nos castigam a todo instante).

Agora deixei, de propósito a porta destrancada e encostada, sabia que Rosana voltaria lá. Daiane nem percebeu que só encostei a porta e já caí na cama pedindo mais, ela já montou em mim e começou a cavalgar (ela estava louca por sexo esse dia), depois que gozou pedi para ficar de quatro (eu sempre deixava ela começar por cima porque ela gozava mais rápido assim, desse modo ela sempre gozava mais de uma vez em cada trepada e eu podia variar nas posições adiando meu gozo), ela arrebitou aquela bundinha maravilhosa e penetrei na sua chana. coloquei-me em posição que, olhando para o espelho no criado conseguia ver a porta do quarto, nisso lá estava a Rosana, meio agachada, só com um filete da porta aberta. meu tesão aumentou ainda mais e comi com gosto aquela boceta virada para mim a ponto da Daiane dar gemidinhos altos, que com toda a certeza a irmã escutou. Nós terminamos e cada um foi para um banheiro se lavar. Nisso a Rosana foi para o banheiro da irmã se trocar. Á noite fui no banheiro dela onde estava pendurada a calcinha da Rosana que havia deixado para secar, não aguentei lembrando daquela cena e soquei uma punheta.

Chegou novamente o sábado e inventei que havia torcido o tornozelo num rachão da sexta e fingia mancar, lá estavam as duas, agora eu já achava a Rosana com cara de safadinha quando me via. Eu pedi a Daiane que terminasse a limpeza da sala e fosse comprar um remédio para dor. 

Eu perguntei se a Rosana queria ficar na piscina e ela disse sim, quando estava enchendo a Daiane chegou e disse que ia comprar, falei para ela que só encontraria na farmácia central (a maior da cidade), mas implorei para ela comprar porque a dor estava forte (a linha de ônibus era bem precária naquela ocasião, demorava pra caramba para passar um circular. Então ela levaria mais de uma hora e meia para ir e voltar, isso se não resolvesse passear pelo centro comercial). Ela ia levar a irmã e eu disse que era bobeira, deixasse a menina na piscina e também economizava no passe, ela aceitou assim e a irmã também não quis ir.

Mal terminei de encher e a Rosana já estava tirando sua roupa, ficando só de micro calcinha e sutiã, percebi que a vergonha anterior já havia passado. Ela estava uma delícia aquele capotão, mas fiz que não ligava e entrei, tirei minha roupa e fiquei só de cueca e deitei no sofá, aguardando a curiosa. Não demorou vi a sombra dela entrando e disse “você quer toalha?” ela gritou que sim, então sai e ela arregalou o olho na direção da minha cueca, falei, “to só de sunga porque tá calor demais”, entreguei a toalha e disse, sai daí que o sol pode te fazer mal, ela se enxugou e eu disse para ela ficar daquele jeito mesmo (só de calcinha e sutiã) que rapidinho secava e ela não passava calor vestida daquele jeito, ela nem relutou. chamei para ver tv e sentamos no sofá. perguntei da revista aquele dia no banheiro, se ela já tinha feito alguma coisa daquela ou já tinha visto, ela fez que não com a cabeça depois disse, “Vê eu já vi, você com minha irmã, então falei que ela não podia contar para ninguém e ela disse que havia falado com sua irmã e ela tinha confirmado e contado como era, as sensações, a 1ª vez e tudo o que rolava entre nós, fiquei meio apreensivo, confesso, pois isso podia se espalhar, mas a Rosana falou que era confidência só das duas. Eu falei para ela pegarem a revista na bolsa da irmã e ela voltou com ela e sentou-se ao meu lado. fui explicando foto a foto e fazendo com ela.
Eu não acreditava, comia a delícia da Daiane que já completara 15 anos e agora estava prestes a comer a irmã de 13. Nós começamos a nos beijar e rapidamente ela pegou o jeito, me falando que meu beijo dava arrepio, diferente do menino que ela tinha beijado. Eu fui alisando seus peitinhos e tirei seu sutiã, estavam durinhos demais, nisso nos deitamos no sofá, eu por cima dela e me encaixei entre suas pernas beijando seus seios, boca e pescoço e roçando o pau por dentro da cueca em sua chana coberta pela calcinha, descia minha boca até o umbigo dela e ela tremia, voltava e esfregava mais o pau naquele capotão. então desci até o local inexplorável e fui abaixando sua calcinha e ela deixando e ajudando com a perna, lambi toda sua virilha e finalmente a sua boceta carnuda. Que delícia meus amigos, ela foi ao céu e contorcia toda a perna meio que tentando fechá-la, mas eu segurava e ela delirava, estava toda encharcada. Após deixá-la louca saí de cima e tirei minha cueca, o bichão tava estalando e falei pra ela "olha aí, segura para você ver como é", ela segurou com muito tesão e por instinto ela começou com movimentos lentos para cima e para baixo e para os lados, iniciando sua 1ª punheta. Eu toquei sua boceta com os dedos, depois falei para ela ficar igual a irmã dela no quarto, de quatro, e ela atendeu deixando a mostra aquele intocável valinho pra receber meu pinto latejando. Eu pincelei um pouco e ela dava gemidinhos de tesão. fui colocando até sentir a resistência de sua virgindade, era muito apertado. corri até meu quarto e peguei uma camisinha e coloquei explicando para ela o que era aquilo, então voltei a penetrá-la agora foi mais fácil devido ao lubrificante, apesar dela estar encharcada. numa estocada entrou quase a metade e ela gritou de dor, conforme tinha feito com sua irmã na 1ª vez, segurei-a pela cintura para não tirá-lo de dentro e deixei um pouquinho sem mexer para ela acostumar e fui aos poucos movimentando, ela gemia, com certeza de dor mas não gritava mais, já estava se acostumando, tirei bem devagar e ela gemeu de novo de dor, então eu deitei e falei pra ela sentar nele, ela disse que ia doer, mas sua curiosidade pela sensação falou mais alto e ela sentou olhando pro pau que ia sendo engolido, era muito apertada, apesar de seu “capuzão” e eu provocava, vai menina, mostra que é mais forte que sua irmã, que aguenta tudo, então ela começou a subir e descer e depois para trás e para frente, o tesão era enorme em ver meu pau sumindo naquela boceta carnuda, ela foi aumentando os movimentos freneticamente até seus gemidos aumentarem e por fim parou os movimentos então dei mais umas estocadas e gozei. depois falei para ela ir tomar banho que a Daiane devia estar chegando. 

Pra não alongar mais o conto posso lhes dizer que depois a Daiane nunca comentou isso comigo, mas a Rosana falou que contou para ela, de modo que eu comia sempre separadamente as duas. deixava a Rosana lá fora e ia com a Daiane para o quarto, ou pedia alguma coisa pra Daiane comprar e ela malandramente demorava enquanto eu traçava sua irmãzinha, mas nunca uma perto da outra e eu sem comentar nada com nenhuma delas. e assim ficamos nesse joguinho por seis meses, até que elas se mudaram para São José dos Campos cidade vizinha, mas que impossibilitava o emprego. depois disso nunca mais as vi.

DESCABAÇANDO A EMPREGADA I

Tudo começou quando minha mãe contratou a Daiane para trabalhar como doméstica em casa. 

Na época eu tinha 17 anos, morava, e moro, em Caçapava - sp, e já tinha o corpo formado (1,80, 77 quilos, começava a malhar). 

Ela era uma menina de 14 anos, baixinha, 1,50 ou menos, corpo normal, cabelos compridos pretos, rosto de anjo.

Nos primeiros meses dela, não dei muita atenção porque ela ia sempre de calça jeans meio larga, velha e camisetas largas. Contudo, ao chegar o verão, por proposta de minha mãe ela começou a ir trabalhar de bermuda (minha mãe falou que a calça além de ficar molhada quando ia lavar o chão, deixaria ela com muito calor). Então ela começou a ir de bermuda coton, bem agarradinha; foi quando notei aquele corpinho de ninfeta fantástico: bundinha redondinha e empinada, coxas grossas proporcionais ao bumbum. desde então; sempre que tinha oportunidade, ficava perto dela para olhar aquele corpinho. 

Eu comecei, a partir daí a espioná-la no banheiro pela fechadura. Ela antes de ir embora, sempre lavava o banheiro e depois de finalizado, tomava seu banho. só que numa dessas espionadas notei que ao lavar o banheiro ela já tirava sua roupa, ficando nua por inteiro, e qual minha surpresa ao notar que seus seios eram deliciosos, durinhos, com biquinho pequeno, não me aguentava e socava uma punheta só de vê-la.

Eu me aproximei mais dela, tentando, devagar, ganhar sua confiança para dar o bote. Nos sábados, passei a chamá-la para me ajudar a dar banho nos cachorros, era sempre uma oportunidade boa para contato, ela era muito tímida, quieta e era muito difícil "puxar papo" com ela. Nos sábados não ficava ninguém em casa, minha mãe e meu pai sempre iam para casa de algum parente ou para o clube de campo, voltando somente à noite, e como eu já tinha 18 anos nessa altura, não gostava de passear com eles). Nesses banhos dos cães, todos ficavam molhados - cachorros e a gente - pois eles (pastores alemães) toda hora queriam fugir do banho e tínhamos que agarrá-los, resultado, roupa molhada, e algumas vezes, seios a mostra, quando ela não estava de sutiã; o pau endurecia na mesma hora ao ver a camiseta grudada naqueles peitos durinhos. passei a investir minhas cantadas nesses banhos, pois ela se sentia mais a vontade por não ter ninguém em casa além de mim; então ela começou a conversar mais e a fazer brincadeirinhas, como jogar água, fazíamos aposta de quem terminava 1º o banho no cachorro, e ela sempre perdia porque não conseguia dominar todo o tempo o cachorro, resultado, ganhava banho de esguicho, esse era o mico que tinha q passar o perdedor, e eu caprichava para molhá-la inteirinha. algumas vezes ela estava de coton branca e aparecia toda sua calcinha.

Certo dia, entrei em seu banheiro (aquele que ela tomava seu banho e deixava suas coisas lá) e fucei em sua mochila - da escola ela ia direto trabalhar - qual minha surpresa ao ver uma revista de sexo lá dentro, essas tipo novelinhas, com fotos. pensei então, ou ela já experimentou, ou está querendo, curiosa pra saber como é.

Já estava na hora de acelerar as coisas. Num sábado, após ela perder novamente a aposta, falei q agora ela teria que ficar grudada de peito na parede, então comecei a jogar o jato da cabeça aos pés e voltei para sua bundinha onde joguei um jato bem forte e direcionado, ela deixou um pouco depois perguntou, agora vai jogar água pela frete, e foi o q fiz, joguei em seus seios e parei bem direcionado pra sua xaninha, quando então ela virou de lado e falou q já tava bom.

No próximo sábado, falei que íamos imitar a banheira do Gugu. peguei uma piscininha velha, dessas de 500 litros ou menos, que minha irmã tinha levado nas férias para meu sobrinho brincar em casa, montei e começamos a brincadeira que consistia em pegar moeda e jogar para fora. enchi do que tinha de sais de banho de minha mãe para fazer um pouco de espuma e ficar escorregadio o plástico da piscina. cada hora era um que catava e fazíamos a contagem de tempo, enquanto o outro tentava impedir antes de começar fui até a cozinha e trouxe 2 latas de cerveja, e falei que ela podia tomar que ninguém ia ficar sabendo (a mãe dela é dessas evangélicas fervorosas e por isso ela nunca tinha tomado qualquer bebida alcoólica, mais disse que queria experimentar). Após tomarmos, comecei pegando e ela tentava me impedir mas sem fazer muito esforço, não me agarrava como eu queria. Depois foi a vez dela e eu a agarrava pela cintura, pelas coxas e até nos seios para impedi-la de pegar as moedas. num desses agarrões, eu já de pau duro, encaixei bem na bundinha dela, de braço enlaçado em sua barriga, nisso ela diminuiu seu movimento de fuga e ficou mexendo mais as mãos no fundo da piscina e balançando um pouco o quadril, roçando deliciosamente seu bumbum no meu pau. Como ganhei a 1ª rodada, falei, agora o mico vai ser tirar uma peça de roupa, e ela tímida falou que tinha vergonha, então disse, tá eu tiro a camiseta agora, mas se você perder vai ter q tirar uma peça sua, ela concordou. para deixá-la mais a vontade, perdi de novo e tirei a bermuda, ela imediatamente lascou os olhos no volume q fazia minha cueca, eu nem tentei disfarçar o meu tesão e continuamos, agora se eu perdesse ficava nu, mas preferi despi-la, então ganhei a 2 seguintes e ela ficou de calcinha e sutiã.

Peguei mais uma cerveja para ela e depois que tomou voltamos para brincadeira, ela perdeu a próxima e não queria tirar de jeito nenhum, falei que era só uma brincadeira e ninguém ia saber mesmo, então ela tirou o sutiã e lá estavam os seios espetaculares de Daiana. Nessa altura eu já cochava sem que ela reclamasse, alisava todo aquele volume que estava dentro da cueca por trás dela em sua calcinha, e a mão corria em movimentos não tão ligeiros em seus seios.

Eu perdi a próxima e retirei a cueca, agora era notório a minha excitação e ela via pela 1ª vez (depois ela me contou) um pau na sua frente e duro do jeito que estava. Eu falei agora se eu perder você pede alguma coisa pra eu fazer e fomos para mais uma rodada. ela perdeu e então sem relutar tirou sua calcinha, então pedi que ela ficasse de pé pra eu ver, igual eu havia feito. era realmente linda sua chaninha. por mim já agarrava ela naquele instante, mas ela se abaixou e falou:

- Vamos mais uma. 

Então comecei e ela sempre buscava relar meu pau, já estalando de duro. era uma loucura, nós 2 nus se enroscando e nada mais rolando. Então chegou a vez dela e eu a agarrei delicadamente por trás e comecei a acariciar seus seios e meu pênis entrava entre suas pernas, roçando sua boceta, ela já havia até parado de pegar moedas e experimentava a sensação das revistas escondidas em sua mochila. peguei sua mão e levei até meu mastro ela segurou-o e instintivamente alisou-o fazendo um movimento quase de uma punheta. eu tocava sua boceta e ela abria cada vez mais as pernas para receber o toque. não aguentando mais, virei-a de frete para mim, ambos sentados, e comecei a chupar seus peitinhos, ela se contorcia e eu colocava sua mão para massagear meu pau, ao mesmo tempo alisava seu grelinho. Após uns 5 minutos, não aguentei e mandei ela sentar em meu colo, enlaçando suas pernas pela minha cintura. Eu segurei o pau e esfreguei na chaninha; então ela se agarrou em meu pescoço e coloquei bem na portinha, roçando pra baixo e para cima, até que ela não aguentou e foi descendo lentamente, houve uma certa resistência, mandei-a soltar o peso e então encaixou seguido de seu gemido de dor, segurei para q ela não saísse e continuasse encaixada que passaria a dor, então ela subia e descia bem devagar, sentindo todo o membro dentro dela e aos poucos foi aumentando o movimento, já parecia que começava a gostar da penetração e eu não aguentando gozei dentro daquela caverninha, até então inexplorada. o sangue dela já havia se espalhado um pouco pela piscina, então fomos tomar um banho.

No banho disse que tinha um remédio para passar a dor dela e comecei a lamber sua chaninha, ela agarrava meus cabelos, quase arrancando-os. explorei a grutinha por uns 3 minutos, ela se contorcia a todo momento, então como estava armado novamente, coloquei-a no chão e fui por cima, ao penetrá-la ela enlaçou minhas costas, parecia gostar muito, apesar de estar ferida pela sua 1ª vez. Então após penetrar aquela xaninha apertadinha várias vezes e agora durante quase 10 minutos, a coitada já devia estar toda arrebentada, gozei novamente e ela falou da sensação de líquido quentinho dentro dela. A minha preocupação nas semanas seguintes foi a de saber se ela havia engravidado, contudo, nada.

Desse modo descabacei a Daiana, e transamos muitas vezes depois, inclusive junto com a irmã dela, mas conto em outra ocasião

DESCABAÇANDO VANESSINHA

...Fiquei fascinado com o que havia acontecido, aquela ninfetinha me chupando e conhecendo os prazeres do sexo.

Nos dias seguintes me lembro que ela foi sempre com o irmão, não dando oportunidade de continuar nossa brincadeirinha. até q apareceu sozinha, mas nas vezes seguintes, sempre tinha gente no fliperama, então o máximo que arriscava fazer era acariciá-la por trás, enquanto ela socava uma punheta pra mim, ficávamos assim porque o balcão tampava a visão até a altura de minha barriga e quando aproximava alguém para comprar ficha, parávamos de nos tocar, mas só isso já era bom demais fazer.

Ela estava ficando cada vez mais curiosa com as descobertas que estava fazendo e cada vez tentava inovar. Lembro-me que ela já olhava para sua boceta enquanto eu a tocava, vendo os movimentos de meus dedos lhe dando prazer; eu não precisava mais tirar meu pinto para fora, ela já sabia a hora que dava para fazer isso e ela mesmo abaixava um pouco minha bermuda e começava a punhetar, enquanto eu a tocava; e quando eu (nos dias de pouquíssimo movimento no fliperama) ficava por trás dela, roçando meu membro em sua chaninha pelo vão de sua perna ela mesmo se tocava segurando meu pau junto da xota. ela ficava toda molhadinha.

Certo dia ela apareceu sozinha e não tinha ninguém no fliperama, ela entrou atrás do balcão e levantou sua saínha e falou que tinha comprado – me mostrando uma calcinha bem pequena, ficava enterradinha na bunda e apertava toda a sua chana, ficando bem carnudinha. na hora pensei em aproveitar, então perguntei se podia chupá-la igual havia feito aquela 1ª vez, se ela tinha gostado, e ela fez q sim com a cabeça, falei que ia fechar a porta e ela ficou meio assustada mas não contestou, então olhei se tinha alguma alma viva naquela rua e como não passava ninguém, abaixei a porta.

Eu cheguei até ela e levantei sua saia para ver a calcinha, depois tirei sua saia olhando pro corpinho lindo dela, peguei-a e coloquei sentada no balcão e beijei sua boca pela 1ª vez (é incrível que já havia nos tocado, mas um beijo ainda não), ela toda sem jeito, disse que nunca tinha beijado, o que me deixou mais excitado, com ar de professor. ficamos beijando e eu toquei (também pela 1ª) vez seu peitinho, ainda se formando, mas era durinho, uma delícia, então terei sua blusa e comecei a chupá-los, para ela era mais uma sensação nova, ninguém tinha chegado ali. Enquanto chupava seus moranguinhos meus dedos já trabalhavam em sua chana, que começa a molhar a calcinha. peguei o banquinho (agora eu que precisava dele para dar altura no balcão) e subi nele dando a altura certinha de esfregar em sua boceta, que na posição de sentada com as pernas para fora encaixava direitinho. fiquei beijando ela e seus peitinhos e abaixei a bermuda com a cueca e esfregava o corpo de meu pau em sua chana e a cabeça ficava na direção de sua barriga, olhei um pouco para ver aquela cena e ela tb ficou olhando aquele bichão roçando sua pombinha por cima da calcinha, que estava encharcadinha. puxei para o lado, dedilhei um pouco e comecei a roçar a cabeça do pau em seu rasguinho, deslizava fácil porque estava bem molhada, de modo fiquei assim por um tempo, roçando para cima e para baixo e ela olhando com maior tesão. dei uma forçadinha na portinha e ela deu um gemido forçando a perna para fechá-la. continuei só esfregando e logo gozei virando pro lado para não molhá-la.

Falei para ela virar de quatro em cima do balcão e tirei lentamente sua calcinha, era a 1ª vez q tinha aquela visão por trás, da chanha fechadinha e seu rabinho mais fechado ainda. então comecei a chupá-la com vontade, ela rebolava de tesão, tenho certeza que gozou, pois fez um movimento de arrepio com o corpo então eu parei e levei-a até o sofá que tinha mais perto da porta. tirei toda a minha roupa e me deitei, colocando-a por cima de mim, ela ficou ali rebolando naquele cacete, rapidinho já estava em ponto de bala, o que causava mais tesão nela q esfregava ainda mais aquela boceta naquele pau, vi que ela tentava colocá-lo, apenas com o movimento do vai-e-vem, dentro de sua chaninha, mas ele não entrava, escapava (além de muito molhada era apertadinha). pensei em alargar aquela bicetinha com a língua e falei para gente fazer igual num filme (69), ela se virou e ficou mamando minha pica e eu chupando mais um pouco aquela pombinha linda e enfiava a linda, nisso ela até parava com a chupeta e tremia um pouco com a sensação. como já tinha gozado uma vez, agora eu conseguia demorar mais um pouco e ficamos nos chupando um 5 minutos. então virei-a para mim e ela sentou em cima do cacete e começou a esfregá-lo tentando novamente colocá-lo dentro de si, até que eu segurei ele e ela ajeitou-o bem na portinha e tentou uma vez olhando para ele desvendando sua intocável pomba, ele entrou um pouquinho, só a cabeça e ela tirou, fez novamente o movimento entrando toda a cabeça, ela repetiu esse gesto umas 6 vezes, até que na hora que estava a cabeça atolada eu é que subi e ela gritou, nem vi o quanto entrou, mas ela saiu para cima e eu esfreguei novamente em sua chana um pouco e acho que aflorou seu tesão e ela fez novamente o movimento e entrou a cabeça e mais um pouco, larguei o pau, pois já estava encaixado e segurei em sua cintura fazendo movimento de rebolado nela, ela fazia cara de pouca dor e devagar ia entrando, ela levantava de novo e depois descia bem devagar, fez algumas vezes isso e depois eu fui por cima, ela abriu as pernas para mim e entrei lentamente, vendo a cabeça e parte do pau sumirem nela, ficava muito apertado e voltava, depois de alguns “vai-e-vem” já estava bem mais fácil e ela me enlaçou com suas pernas, parecia que começava a gostar, meu pinto pulsava a ponto de gozar e aguentei mais um pouco, a carinha dela já parecia misturar prazer e dor. após alguns movimentos anunciei o meu gozo e tirei molhando o sofá, mas ele não amoleceu aproveitei e falei para ela sentar nele de novo, agora já entrava mais fácil, e como ela controlava o movimento sabia até onde descer e o ponto que te dava prazer, rebolou gostoso sempre olhando pra ele, acho q media o tanto q podia entrar, aumentou a velocidade e depois reduziu quase parando, acho que havia gozado e eu mais alguns movimentos gozei, já bem ralinho dentro dela. fomos no banheiro e joguei um pouco de água na sua chaninha para limpar, ela disse que ardia, ela foi se vestir e coloquei papel higiênico por dentro de sua calcinha, pois podia manchar de sangue, lavei o pau, me vesti e levantei a porta, falei para ela ficar atrás do balcão caso alguém passasse na hora, mas continuava vazia a rua. após alguns minutos acabou o culto e ela foi até sua mãe na porta da igreja, mandando de longe um beijo para mim. tive ainda 2 vezes sozinho com ela e repetimos, agora com mais vontade, só que meus pais se mudaram pra Caçapava, interior de São Paulo e fui com elas, nunca mais a vi pois nunca peguei seu endereço. 

INICIANDO VANESSA NO SEXO

Este conto aconteceu há 10 anos quando tinha 17 anos de idade. achei este site e resolvi contar para aqueles que se interessam, é meio longo, mas é exatamente como se desenrolou. 

Nessa idade já tinha o corpo formado (1,78, branco, cabelos pretos, tipo atlético, 18 cm de pau). morava em São Paulo e fui cuidar de um fliperama para meu tio, que era na Zona Leste e ficava próximo de uma igreja evangélica. algumas vezes ia um garoto de uns 14 anos com sua irmã vanessa de 11 anos (baixinha, branquinha, peitinhos formando e durinhos e com uma bundinha na medida certa para sua altura e idade, só que bem empinadinha). Eles ficavam jogando enquanto a mãe ficava no culto, sempre à noite, quando o movimento do fliperama era menor (aquela rua não tinha muito movimento de gente).

Certa vez, o Tel (este era o apelido do irmão dela) estava virando um jogo e como a máquina era alta, a Vanessa não tinha uma visão boa da tela, então coloquei um banquinho para ela subir e fiquei atrás dela acompanhando o jogo. foi quando, sem querer ela foi um pouco pra trás e encostou aquela bundinha empinada em meu pau. Em poucos segundos o bichão ficou duro e latejando dentro da minha calça e ela continuou encostada nele, eu dava umas mexidinhas para esfregar e ela parada, sentindo aquilo, mas na inocência sem saber o que era.

Sempre que eles apareciam, ela ficava de gracinha comigo, coisa de criança, e depois daquele dia sempre pedia para colocar o banquinho. Notei que quando eu não ficava atrás dela, ela se desinteressava do jogo do irmão e vinha conversar comigo no balcão. Mesmo quando o Teo não aparecia, ela ia sozinha lá aguardando a mãe e pedia para eu jogar enquanto ela assistia encostadinha em mim. Eu comecei a gostar daquilo e a intensidade dos contatos foi aumentando a ponto de sempre que ela aparecia, eu dava um jeito de ficar atrás dela encostando o pau naquela bundinha, e como era verão, ela começou a ir de shortinho e eu segurava com uma mão em sua cintura, puxando-a para mim e ficava assim o tempo todo em que o Teo jogava encostado nela. 

Um dia ela foi de sainha de pano bem leve e não aguentei, fui levantando bem devagar para o irmão dela não perceber e olhava disfarçando aquela bundinha linda com uma calcinha amarela, passei a mão por toda a superfície e desci para perto de sua chana, ela parada como sempre, então tentei tocar sua chana e ela deu um gritinho e bateu sua mão no meu braço, tirando de lá, disfarçou para o Teo falando que tinha achado que ele ia morrer no jogo, mas então levantei de novo e dessa vez fiquei só encostando meu pau, que quase rasgava minha bermuda.

Daí pra frente ela só ia de sainha, até que um dia ela estava sozinha e a chamei para trás do balcão, não havia ninguém no fliperama, então falei para ela olhar umas revistas que estavam em cima do balcão, daqui a pouco encostei por trás dela e comecei a levantar sua saia e dessa vez ela estava com uma calcinha branca e enterrada na bunda (a calcinha não era minúscula mas parecia q ela tinha puxado pra ficar daquele jeito), novamente comecei a apalpá-la e ela quietinha lendo a revista, desci então a mão passando pela bundinha até chegar na sua chana, para minha surpresa ela abriu um pouco a perna permitindo que minha mão alcançasse toda a boceta, fiquei alisando por cima da calcinha até que puxei para o lado e descobri o vale encantado, era uma delicia dedilhar aquela chana, sem pelinhos e lisinha e estava molhada, a cara dela era de satisfação. não aguentei e falei para ela: "olha na porta se entrar alguém me avisa!" e imediatamente me abaixei ficando com a cabeça entre suas pernas, ela assustada perguntou o que eu ia fazer e falei que ia ser gostoso, puxei de lado a calcinha e lambia aquele mel delicioso (já tinha transado mas foi meu 1º oral, do jeito q nos filmes pue tinha visto nos filmes pornôs) e era muito bom ver ela se contorcendo e colocou as 2 mãos na minha cabeça agarrando firme meus cabelos, percebi que a estava fazendo gozar, então ela saiu de perto de repente e tremendo, falando que tinha sentido um arrepio por todo o corpo muito gostoso, nisso já estava na hora de ela ir embora e foi o q aconteceu.

Eu esperava novamente a oportunidade de pegá-la sozinha, mas não era sempre que eles apareciam e sempre os 2, daí eu ficava só apalpando a Vanessa em cima do banquinho. até que ela apareceu sozinha e já foi entrando atrás do balcão, esperei esvaziar o fliperama e ela já me esperava virada para o balcão, fui novamente dedilhando a chana e ela se contorcendo, então peguei na mão dela e levei por cima da minha bermuda alisei por um tempo sua mão por cima do meu pinto duro até que ela continuou a alisar sozinha, abaixei a bermuda e a cueca na altura do saco, ficando meu pau todo para fora e ela tocou nele e se virou pra olhar tamanha a curiosidade, falei para ela segurar nele e fazer um movimento de vai-e-vem; nisso eu estava do lado dela e virado para ela, ela socando meio sem jeito e eu alisando a chana dela, a sensação de perigo deixava a cena mais excitante, rosto dela mostrava sensação de prazer e espanto ao mesmo tempo por ver pela 1ª vez um pinto e duro ainda por cima. devido a minha postura, meio arqueado para alcançar a boceta dela, não fiquei muito tempo assim, levantei todo novamente e falei pra ela por a boca ali, mas ela fez que não, então coloquei o banquinho ali e ela subiu, fui por trás dela, abaixei sua calcinha até a o joelho e encaixei meu pau no vão de sua perna, roçando na sua bunda e boceta, era muito bom, e com a mão pela frente, acariciava sua chana, ela se contorcia demais, então corri para o banheiro e fui gozar lá. na volta ela perguntou o que eu tinha ido fazer, e expliquei para ela, ela queria ver como era o “leitinho”, mas como estava na hora de terminar o culto falei que mostraria para ela outro dia.

Aquele fliperama não tinha movimento nenhum naquele horário, o que eu adorava, pois ficava imaginando a minha Vanessa. Outro dia e ela sozinha, comecei por trás de novo esfregando na boceta, estava uma delícia, mas tinha uns dois meninos numa máquina, fui até eles e falei se iam querer ficha logo, falaram que não, voltei e continuei esfregando nela e falei para ela, agora você vai provar, ela estava curiosa para saber, mas tinha receio ou nojo, então falei para ela se abaixar, assim ninguém a via, ela abaixou e punhetou do jeito dela, ai falei, igual chupar sorvete, ela colocou a boca na cabeça e sentiu o gosto, falou é salgado, disse para ir chupando que melhorava o gosto e ela ia ver o leitinho, ficou chupando o quanto aguentava, é claro que não entrava tudo, ficava quase que só a cabeça dentro da boca, mas para mim já era o suficiente, não demorou e falei que ia sair o leitinho, para ela cuspir depois (fiquei com medo dela vomitar), e gozei gostoso dentro de sua boca, tirei e ela cuspiu no chão com cara de nojo falando que não era igual leite, era ruim. ela foi no banheiro lavar a boca e foi embora. estava a um passo de comer aquela grutinha.  CONTINUA.