quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

EU ADORO CORRER PERIGO! (CONTO GAY)

Eu me chamo Marllon, tenho 18 anos e moro em Porto Alegre. 

Eu quero relatar aqui um fato ocorrido acontecido comigo, mas antes quero informá-los que sou moreno dos olhos verdes, tenho 1,67 m de altura e peso 68 kg. Agora vou lhes contar como tudo aconteceu. 

Certo dia eu sai de casa, estava indo para igreja,pois fui criado dentro da igreja, mas sempre fui gay mesmo sendo evangélico, era um pretexto para esconder minha homossexualidade, pois eu não me aceitava não sendo dono de mim. 

Naquele tempo pois fazia tudo que papai e a mamãe mandavam eu fazer. Entrei para igreja praticamente obrigado, pois minha mãe descobriu que tinha dado o cu com 14 anos para um cara de 22 anos. Por conta disso me trancaram dentro da igreja, mas nessa época já tinha saído da igreja. 

Quando eu já estava com 16 anos e praticamente já me mandava. Eu tenho uma pomba gira terrível dentro de mim, mas estava indo pra visitar e assistir a um culto realizado naquela noite, mas por uma mera ocasião passei na casa de uma irmã que vendia perfumes e fui ver se ela tinha algo pra vender. Quando cheguei lá eu fui recebido pelo filho dela, lindo e gostoso que só de olhar a gente já fica todo molhadinho. Eu fui lá e perguntei se a mãe dele estava em casa. 

Ele me respondeu que sim e me convidou a entrar. Eu então entrei cheguei e a cumprimentei e perguntei se tinha chegado algum perfume novo. 

Ela então respondeu: 'Já estou atrasada para igreja com o meu filho. Depois do culto, eu olho se tem algo de bom para depois, eu te ligo e tu vem buscar".

_ Vamos para o culto? 

Eu então respondi que não teria que passar na casa de uma amiga, ela então foi para a igreja. Eu sai junto com ela, esperei ela subir a rua e retornei a casa dela, pois eu não queria perfume algum queria que o filho dela comesse meu cu todinho.

Então bati lá e e falei para o filho dela que ela tinha esquecido da chave do escritório que ela possui dentro da igreja. Ele então docemente me falou. 

_ "Entre putinha". Eu então fiquei olhando assustado. Ele me levou até o quarto dele e pegou em vez de me dar a chave, ele passou a chave no trinco da porta. Eu fiquei sem entender. ele então me disse. 

_ "Não vai sair daqui com chave nenhuma sem antes fazer uma coisinha pro teu amiguinho". 

Eu falei: "Diga que quer que faça'. Ele prontamente veio tirando minha roupa e me chupando todinho. Eu na hora me entreguei, pois era o que eu queria há muito tempo. Ele então falou que já sabia que eu era um viadinho e sabia também que queria dar mu rabinho para ele e disse que tava louco pra comer meu cu. que devia de ser bem apertadinho.

Eu antão comecei a chupar aquela pica maravilhosa que foi me deixando todo lambuzado. Ele chupava e chupava com gosto, então ele me pegou por trás, e enfiou com tudo aquela pica maravilhosa em mim.. Eu ei um berro que até os  vizinhos da rua de cima deviam de ter escutado. Então ele foi me comendo deliciosamente enquanto o tempo passava e a irmã esperando a chave. Eu e ele em gemidos altos e gostosos, pois estávamos suados de tanto tesão, mas eu jamais imaginava que o irmão dele ia chegar naquela hora, quando de repente se ouve um berro no portão, era ela gritando. 

O filho para alcançar a chave, ele então rapidamente se vestiu e alcançou a chave para ela. 

Ela então perguntou se eu tinha aparecido por ali? 

Ele respondendo ofegantemente que não. 

Ela então pergunto porque esta suado? 

Ele a respondeu: "Eu estava em cima do telhado recolhendo algum galhos que o vento derrubou".

Ela então disse: "Tá bom, não fique nesse vento meu filho." 

Eu dentro do quarto escutando tudo então ele entrou rapidamente e começamos tudo de novo. só que ele esqueceu que sem aquela chave o quarto não poderia ser trancado então continuamos mesmo assim eu falei: 

_ Eu adoro correr perigo. ele me respondeu: 

_ Eu também. agora vem cá e da esse cuzinho gostoso. Deixa eu estuprar vc? Eu disse: 

 "Pode estuprar até a minha alma". 

Começamos a gemer tão alto que dava pra ouvir quem passava em frente a casa, ele então me comendo com toda força ja fazia um 20 minutos depois daquele ocorrido ele tão anunciou que ira gozar, mas em meio aos gemidos pude escutar um barulho no portão era o irmão dele chegando do serviço. Então o irmão dele chegou e bateu na porta, mas antes eu tinha que tinha ouvido um barulho no portão e pedi que ficasse quieto. Ele me enfiou de baixo da cama e atendeu p irmão que avisou que já tinha chegado. 

Ele disse ok e bateu com a porta na cara do mano dele e me puxou de baixo da cama e disse: 

_ Agora ninguém mais me interrompe agora putinha eu vou dar o que vc merece, vc gosta de leite é hem? Responde vadia, minha putinha, so minha responde? 

Eu disse. "Sim, eu adoro leite bem docinho e disse tbm que eu não era puta, eu era uma vagabunda queria ser a vadia dele. 

Então como eu adoro apanhar na hora (h), ele me bateu com aquele cacete maravilhoso e me sujou todinho de leite de porra, então ele pegou meu pau e começou a punhetar. Eu não aguentei explodi. Ele bebeu toda minha porra e me beijou com leite e tudo. 

Ficamos deitados um tempo e eu tinha me perdido da hora quando a mãe dele chegou dizendo que ia me matar, pois tinha esquecido da chave dela. Então esperamos todos jantar e dormirem pra mim poder ir embora sai escondido pelos fundo chegando em casa. 

Minha mãe me perguntando: "Onde eu estava aquela hora" mas ai não interessa a situação. Eu contornei o importante é que dei o cu e corri um belo perigo que adoraria correr outra vez.

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

VIREI PUTINHA DO MEU PADRASTO

Eu me chamo Renata e hoje vou contar como virei putinha do meu padrasto.

Quem me vê nunca imaginaria que sou uma putinha bem devassa, e que faço  coisas que nem uma putinha  profissional faria. 

Eu sou morena, baixinha, tenho 1,63 m, 47 kg, olhos esverdeados, cabelos longos, boca bem grande e carnuda e acima de qualquer suspeita sou evangélica. Eu tenho um corpinho até que bonito, bumbum pequeno e redondinho, seios médios, tenho 14 anos  e sou de uma igreja evangélica da qual não posso falar o nome por possíveis represarias. 

Eu tenho um namorado da minha idade, mas ele nem imagina que sua namoradinha é uma putinha devassa e tomara que ele nunca descubra isso que estou escrevendo.

Eu moro em Limeira - SP, moro com minha mãe e meu padastro que se chama Celso. O meu padastro tem 56 anos, minha mãe conheceu na igreja há 5 anos e se casaram. 

Daí sempre percebia que algo acontecia a noite, quando eu estava dormindo, mas sempre estava escuro, daí  eu não via nada. Um dia deixei a luz acesa e fingi que estava dormindo e vi que era meu padastro  que me olhava dormindo com uma carinha de tarado e bem safada eu fingi que não vi nada, mas fiquei com aquilo na cabeça a noite toda. meu padrasto é um mulato  alto de 1,98 m, ele é professor de basquete e eu uma moça pequenina, mas fiquei pensando em muitas coisas.  

Eu então resolvi deixar como estava, nada de contar pra mamãe, minha mãe é enfermeira e sofre com problemas de insônia, por isso só dorme sobre efeitos de remédios; então ele aproveita pra me admirar a noite.  

Passando as semanas ele sempre me olhando, então comecei a provocar mais,  sempre dormia de camisola bem fininha e branca com uma calcinha pequena e sem sutiã. 

Um dia já não aquentava mais e acordei e perguntei ao Celso o que você faz aqui? Ele ficou sem palavras, daí eu disse que já havia percebido há algum tempo que ele ficava me admirando  a noite em meu quarto e disse para ele que não tinha problema, pois não contaria para ninguém. 

Aí começou nossa historia de safadezas proibidas. Ele me disse que me ensinaria tudo, e eu disse que tudo bem, mas seria nosso segredinho, pois eu namorava com o Felipe e, ele era filho de um irmão de igreja ,por isso também não podia saber de nada. 

Assim ele começou me acariciando e foi me ensinando tudo, chupou minha boceta meu cu e meus peitinhos, nossa eu adorei, mas tava super curiosa para aprender também, mas ele me castigou, pois demorou 2 meses para deixar eu pegar no pau dele por cima da cueca, quando eu já não aguentava +.

Eu pedi para ver o pau dele e ele deixou.  Como era enorme! Devia ter uns 20 cm,  fiquei com medo na hora, mas ele me ensinou como bater punheta, depois como chupar e também esfregava ele no meu bumbum até que ele disse: 

" - Você já aprendeu de tudo agora. Vamos ao que interessa. Eu vou te ensinar a meter". 

Então ele me pegou no colo, beijou minha boca e me levou para cama. Primeiro meteu no meu cu. Nossa quase morri de dor! Só com a cabecinha, mas ele me disse que eu acostumaria com essa relação. Ele meteu gostoso e eu comecei a gostar, e ele comeu meu cu a noite toda.  

No outro dia quase não conseguia andar, mas fingimos que nada havia acontecido  

Em outra noite ele me disse: "vamos fazer tudo hoje, o cu e a boceta também. Vou tirar o seu cabaço hoje, e então pude sentir aquela coisa enorme e grossa me rasgando toda. Nossa nos primeiros dias não aguentava de dor, mas depois comecei a gostar muito, e a cada dia melhorava. 

O meu professor do sexo me ensinava mais coisas, fiz de tudo cavalgando frango assado e tudo demais depravado que vocês puderem pensar e, no outro dia acordava com a maior carinha de santa e virgem em via meu namorado ele todo apaixonado e nunca imaginaria que sua namoradinha é uma putinha pervertida que passou a noite toda dando o cuzinho e a bocetinha pro seu padastro. 

Eu comecei a adorar minhas noites, minha mãe nunca acordaria, pois os remédios eram fortes e de manhã ela sai sempre cedinho, e eu vou para escola as 07 da manha e meu padastro só vai trabalhar as 10. Daí antes de ir para a escola. tomamos banho juntos e eu todos os dias faço uma chupetinha maravilhosa para ele até ele gozar na minha boca e eu engolir tudinho. 

Daí me arrumo e espero meu namorado santinho que me disse que só vamos transar depois do casamento. Bom estou feliz com meu padastro me fodendo todos as noites e também com as chupadas de manhã; eu adoro o gosto da porra dele. Ah! Ele me come todas as noites sem folgas 7 dias por semana e goza dentro, às vezes até 3 vezes ele me fez virar uma putinha e eu adorei ser a putinha dele. 

No domingo vamos todos no culto, eu meu namorado, minha mãe e o Celso. Se eles imaginassem tudo que fazemos (rss) mas não vamos parar não, adoro ser a putinha dele e apesar da idade, ele está me fazendo ser a putinha favorita dele. 

Ele me disse: " Minha boceta é toda dele, meu namoradinho fica apenas com alguns beijinhos de uma namoradinha inocente............ e foi assim que  me tornei  a putinha do meu padrastro  e não me arrependo, não andei pensando em experimentar novas picas. 

domingo, 23 de dezembro de 2018

EH! MANUELA, DEPOIS DO BEIJO

Depois que meti em Damares na igreja, cheguei em casa todo feliz pensando: "poxa havia metido na gostosa da Manuela, na Damares agora só faltava a Eliane. Eu logo adormeço e no dia seguinte batem na porta. Ao abrir é a gatinha da Manu que diz:

" - oi Will estava morrendo de saudades, pedi para minha mãe para vir mais cedo te fazer uma surpresa". 

Logo ela entra no meu quarto e nos atracamos, trancando o quarto, beijo sua boca e vou tirando sua blusa e seu sutiã; vou passando a lingua pelos peitinhos rosados dela que geme 

- "Ahhhhhhh gatinho, que saudade disso! ahhhhhm ahmmmmmm!" Logo tiro sua saia e vou tirando a calcinha, vou passando a lingua em sua boceta; ela geme e pede

- "Ah gatinho, deixa eu chupar ele tbm". 

Vamos a um 69 ela vai sugando lambendo ele todo, estava uma delicia! Coloco ela de pernas abertas, coloco uma camisinha e vou metendo de lado quando a cabeça toca o hímen, ela até sua e fica vermelhinha igual pimentão.

Ela fala: "Ah ah ah amor, me faz mulher! Vai ah aha!" 

Logo ele se rompe, ela fica ofegante e vou devagar até acostumar. No lençol vejo sangue, ela se assusta mais falo que é o cabaço, que se foi logo coloco ela de 4 ela por instinto rebola e vai gemendo "ah ah gatinho will vai me come vai ahhhh!".

"- Hum gostosa! ah ela geme forte e goza melando meu pau e o lençol eu tiro a camisinha e la mama suga passa a lingua na rola toda vai babando até que encho a boca dela de porra que bebe tudo sorrindo e fala te amo! 

Depois ela se veste e vai pra casa da Eliane o que não sabia era que Damares tinha contado tudo pra Eliane.,mais tarde liguei na casa de Eliane para falar com Manu, mas Eliane atende e diz:

_ "Will hj vc falta a igreja, Manu vai com minha mãe a igreja e vc vem aqui ok (eu logo aceito, pois sei que vou meter nela tbm)

Quando da o horário, bato na porta, ela fala pra eu entrar e me conta tudo que fiz com Manu e Damares, logo ela me beija, vou passando a mão nos peitos dela e fui chupando os bicos. Ela geme e diz 

" - Ah gatinho temos muito tempo e vai batendo uma para mim e eu mamando nela. Ela na punheta, peço pra ela me chupar. Ela fala que tem nojo, mas pede para comer o cuzinho dela. Eu logo tiro sua saia e a calcinha, ela pega um creme da mãe e passa no meu pau e no cuzinho. A pica vai entrando até com facilidade, ela gemi 

" - Humn come gatinho, come meu cuzinho, aiai ai come eehh ehhhhhhhh vai vai". Eu metendo nela de 4 no sofa, ela só gemidos brinca com os dedinhos na boceta, ela gemi e fala é né safado tirou o cabaço da Manu né agora vai ter que tirar de mim e da Damares. 

"Ahhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhh aiiiiiiiiiiiii mete! 

O cu del, mas tbm não era muito apertado mais era muito quente e ela rebola tao gostoso gemendo logo eu me sento e ela sente com sua bunda emeu pau e cavalga no meu pau pelo cu gemendo ela grita 

- "Ahhhhhhhha ha tá rasgando meu cu gatinho! Ahhhhhhh ahhhhhhhhh pelo jeito vou ter que dar minha boceta logo! Ahhhhhhh!"; ela geme alto e sua boceta fica toda encharcada. 

Ela sorri e diz é nossos segredos. com isso naquela hora pensei uma sabe da outra essas crentinhas são todas putinhas e eu um cara de baita sorte.

EH ! MANUELA PRIMEIRO BEIJO 1

 Nos meus 15 anos eu tinha um amigo que era de uma igreja evangélica que vivia me convidando para visitar pois tinha varias gatinhas lá e tal até que topei 

Chegando lá eu fiquei impressionado pois achava que era aquelas igrejas onde as moças usavam roupas muito cumpridas, eram só até o joelho e tinha umas mocinhas com um decote. Cara! Eu pirei! Teve tres que me deram mole eram:Eliane Manuela e Damares.

 Eliane era morena magrinha, mais muita bunduda. A Manuela ela branca, de olhos verdes e uns peitos grandes e empinados. A Damares era branca, loirinha, com peitinhos médios mas com a bundinha redondinha. 

Elas ficavam cochichando quando eu passava no pátio da igreja apontando e rindo para mim. 

Eu cheguei na cara dura, estão rindo de mim ou para mim. 

Manuela falou: "ah Gatinho! Achamos vc uma gracinha! Sabe, qualquer uma de nós se quisesse ficaria contigo e sorriu". Eu abri um sorriso e sai. 

No outro dia o pastor pediu para um grupo ir para pedir comida para ajudar familias pobres na cidade. A Manuela pediu para ir junto comigo e Damares. Eu topei. Nós fomos em muitas casas e conseguimos muitos alimentos, soube que Manuela tinha 14 anos, mora com a mãe e um padrasto e Damares morava com a avó.

 Ao anoitecer fomos para uma escola afastada da igreja, pois havia uma reunião de membros de diversas igrejas da cidade. Eu logo não sai de perto de Manuela. Em certo momento ela ficava sorrindo, passou a mão em meus olhos e falou:

 "Cara vc é uma gracinha" e  sorriu.

Eu falei "Vem aqui!" Fomos para de trás da escola num pátio havia um mato ao redor e um buraco na parede onde sai em outro pátio que estavam construindo outra sala. Por lá isso eu sabia. chegando lá eu falei: 

" - Gatinha fiquei fascinado por vc desde que te vi não paro de pensar em sua boca, seus olhos em vc". Ela sorri e de repente começo a beijar ela. Eu coloco as mãos em suas costas. Eu vou passando a mão na barriga e chego nos peitos. Ela não reclama. Eu enfio a mão dentro de sua blusinha azul e puxo seu sutiã e vou tirando. 

Ela fala: "Espera". 

Ela tira a blusa e o sutiã, estava pouco iluminado o local, mas dava para ver os peitinhos rosadinhos e bem bicudos. Ela estava tesuda, dai eu fui chupando um depois o outro peitinho e ela só gemendo; então enfiei a mão em sua saia e levantei, e fui metendo o dedo na boceta que era apertada. 

Ela pega no meu pau, e eu beijando o pescoço tiro a calça, ela pega nele e sorri fica de joelhos e põe ele na boca e fica num ai e vem passando a lingua na glande e a pontinha da lingua no buraquinho do pênis; ela chupava fazendo um pouco de barulho. 

Eu falei. "Gatinha tira a calcinha?' 

Ela falou. "Vc tem camisinha? 

Eu falo. "Tenho. Então coloca eu coloco a camisinha no meu pau." 

Ela se apoia numa mureta e fica de 4. Então vou metendo o pênis logo vejo o apertado, para minha surpresa ela era virgem. 

Depois de tudo feito ela era virgem caramba falei: "Vc é virgem?" 

Ela falou: "sou sim, achou que não?"  "Olha depois de tudo que fizemos sinceramente não!" 

Eu falei. "Olha como vc é virgem não vou tirar hj, pois isso tem que ser com carinho e se possível numa cama quentinha e vc é muito linda por isso tem que ser em local especial ok?"

Ela sorriu: "Olha por isso que escolhi vc, é o cara certo!" 

Eu falo: "Mas aqui não é o lugar certo. 

Ela: "Faz assim se quiser, eu deixo vc comer meu cuzinho aqui eu já dei ele umas duas vezes vc quer? 

Eu "Claro mais para quem vc deu?"

ELA: "Foi para hum namoradinho, eu tinha 13, mas ele se mudou para Goiânia a gente namorou quase um ano e meus pais deixaram!"

Quando ela iria contar como foi,  eu logo fui beijando ela passando a mão nos peitos, pedi para ela fazer uma espanhola, ela sorriu e diz: - 

- "Sabia que iria pedir, achei que pediria logo!"

Coloquei mei pau nos seus seios, ela apertou os seios contra meu pau e fazia uma punheta com os seios tava uma delicia. Depois eu coloquei ela encostada na mureta e comecei chupar sua boceta, ela colocava a mão no meu cabelo e ficava forçando meu rosto para sua boceta, ela estava molhada demais, passava a língua ao redor dos lábios da vagina e puxava o grelo. Ela gemia e ficava ofegante,  logo me molhou com seu gozo el tava mole mais começou a chupar meu pau até que coloquei uma camisinha e encaixei atrás dela. O meu pau foi entrando com pouca dificuldade. 

Ela "aiii aii vai, devagar, tá gostoso mais tem tempo que não dou ele. Eu fui indo devagar para ela acostumar com o invasor, depois ela foi rebolando e meu saco vinha hora ou outra batendo em sua bunda ela gemia alto, às vezes de dor e de prazer, fiquei esfregando minha mão e alguns dedos na boceta dela. Ela gemia ofegante até que ela gozou de novo, tirei a camisinha e ela foi de boca quando estava quase gozando, ela pediu para gozar na boca dela, pois sempre quis saber pois Damares adorava engolir. 

Eu: "hum!" Eu enchi sua boca de porra, ela bebeu tudinho e falou:

- "Nossa quanto gozo quase engasguei mas adorei." 

Nos vestimos e ficamos distantes um pouco para não dar bandeira. 

No outro dia ela me liga fala que me ama e que está louca para ficar comigo. Outra vez ela marca para sexta na igreja. para a gente se ver e fugir para um canto 

No fim deu tudo errado, pois seu pai marca uma viagem para eles. Manuela iria ficar uma semana só com a mãe e o padrasto num congresso da igreja. Eu fiquei puto da vida, fui mesmo assim  para a igreja de repente eu queria ir no banheiro arrumar meu penteado, colocar gel quando o banheiro ficava isolado, tinha o masculino e o feminino separados por uma parede. No caminho,  percebi que havia passou atrás e quando estou entrando alguém me empurra para dentro, quando ligo a luz vejo a Damares. Ela fecha a porta e me beija ela fala: 

- "Agora não vem ninguém para cá e não vou contar para Manu." 

Ela coloca am o sobre meu pau, Eu baixo a calça, tiro ele, ela cai de joelhos e mama numa sede igual a bezerra desmamada, chupa melhor até que Manuela, passa a língua nele toda, mama as bolas sugando elas de leve em nenhum segundo os dentes pegam no pau machucando, ela vai sugando, passando sua lingua toda nele, ela coloca ele todo na boca coisa que Manuela não deu conta. Estava tão gostoso que aviso que vou gozar, ela fala:  

" - Vai gatinho, enche minha boca com porrinha, vai." Eu gozei muito e ela bebeu tudinho. Ela limpou a boca na pia, tirou a blusa e eu fui mamando aqueles peitinhos médios mas durinhos, eram durinhos como o da Manuela, mas eram menores. Eu sentei no vaso e ela veio por cima encaixou fácil ela era apertada mais dava uns gritinhos que até arrepiava, rebolava muito gostoso de frente, eu mamava ela chupava gostoso os peitinhos dela e só gemidos no banheiro. Ela rebolava gritava e eu batia na bunda dela e mamava num peitinho, isso tudo sem camisinha. Ela estava muito molhada.

Eu coloquei ela e 4, e mandei ver sua boceta, estava em brasa, metia com força nela, que recebia com carinho. Depois gozei de novo em  sua boquinha, vestimos. lá fora, ela me disse que Manuela me amava mais, eu era muito gostoso para ser de uma só dona, falou que Manuela dava muito o cu para o ex, mas parou, pois ele mudou de cidade. Ela já gostava de pagar boquete e beber porra, perdeu a virgindade com um primo maconheiro de sua mãe que a forcou chupar e beber sua porra, ela adorou foi só uma vez. Hoje o primo tá preso!, e eu e a Eliane?

Ela: essa gosta de bater punheta até o carinha melar sua mão, ela beija deixa ele chupar os peitos, bati uma para ele, dá a bundinha igual a Manu, mas a vagina ela nunca deu, acho que nunca pagou boquete mas adora bater punheta até o cara gozar na mão dela kkkkk! 

Eu: " Nossa puxei ela para o canteiro e lá ela me pagou outra gulosa babando no meu saco mordendo ao redor do pau até a cabeça vindo num vai e vem gostoso, enchi sua boca de porra! Após o culto ela sorriu para mim passando a lingua nos lábios. Esse foi o primeiro deste que fiquei com essas crentinhas tem a Eliane, o cabaço da Manuela e outras aguardem a continuação desse conto.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

A CRENTE REBOLOU NO MEU PAU 2

O melhor ficou para este relato. Depois de encontrar Marta, que estava em companhia de sua amiga Gabriela, fomos direto ao apartamento onde havíamos feito algumas fotos na semana anterior. Eu já estava morando nele. apesar de ainda haverem algumas caixas espalhadas, o ambiente estava mais aconchegante.

No caminho percebi que a Gabriela era muito extrovertida. Linda também. ela vestia uma mini bem curtinha e um top que realçavam a forma de seu corpo. sua roupa contrastava com a de Marta, que estava com um vestido mais longo, que apesar de ser de um tecido fino, lhe dava um ar de seriedade, bem característico das crentes.

Eu deixei o carro na garagem e subimos à cobertura. Marta correu para a sacada e se atirou no banco onde, na semana anterior, havia feito a primeira foto nua. a Gabriela, por sua vez, ficou observando e elogiando o ambiente, segundo ela muito bem decorado. 

Eu convidei-as para um lanche, aproveitei o tempo para mostrar as fotos no notebook. Quando se aproximaram as fotos dela nua, ela me fez parar, e meio envergonhada disse que não gostaria que a Gabi as visse. Só que a amiga começou a brincar perguntando se acaso ela havia feito algumas fotos nua, pois algumas de calcinha e blusa ela já havia visto. e completou dizendo que mal havia em fazer fotos nuas, pois ela própria já havia feito, com algumas amigas.

Eu passei a provocar a Marta para fazer mais fotos. dizia que ao me encontrar ela havia afirmado que havia trazido a Gabriela para lhe dar coragem e fazer algumas fotos mais ousadas ainda. Eu peguei a máquina e comecei a fotografar as duas, ainda na cozinha. de repente, a Marta saiu correndo em direção a sala, onde havia deixado uma sacola, nela estavam algumas roupas, inclusive uma saia bem curtinha. Eu sugeri que ela a vestisse ali mesmo pois faria uma foto dela trocando de roupa.

A Gabriela passou a sugerir algumas poses, deixando a amiga ainda mais descontraída. em pouco tempo a Marta estava nua sobre minha cama, fazendo mais fotos. comecei então a provocar a Gabriela para dar uma de modelo também. a garota foi logo tirando sua roupa e as duas passaram a rolar pela cama. havia entre elas um olhar de cumplicidade, que acabou se revelando totalmente quando disse para posarem abraçadas, uma de frente para a outra, como se fossem se beijar.pau” em seu interior. tirei minha roupa e passei acariciar marta. disse que ela perderia seu cabaço naquela tarde e teria como prêmio ficar com sua amiga.

A Marta revelou que a Gabriela já havia tentado ficar com ela, mas que antes de ter uma transa com outra mulher, ela gostaria de sentir, como disse, “um a Gabriela passou a fazer algumas fotos de nós. fiz com que a Marta abocanhasse pela primeira vez um pau. tive de ensinar a ela como se fazia para chupar um pau, mas logo ela estava quase que perfeita. o tesão era tanto que quase gozei. Mais alguns minutos e estávamos iniciando um meia nove que levou a ninfeta à loucura. Eu senti ela gozar três vezes, despejando seus líquidos em meu rosto.

Eu estava chegando a hora de Marta perder ser cabacinho. Eu deitei ela sobre a cama e me posicionei entre suas coxas. Eu encostei a cabeça do pau na entrada daquela boceta e pressionei de leve. Eu senti o cabaço impedir a penetração. Eu pedi a Gabriela para fazer algumas fotos daquele momento e aumentei a pressão. Marta estremeceu, deu um gritinho abafado, e sentiu meu pau todo em seu interior. com carinho, mas com firmeza, bombei até sentir ela gozar, uma, duas, três vezes. ela estava quase que desmaiada.
Eu passei a dar atenção à Gabriela, que havia demonstrado querer também participar da festa, na posição de frango assado eu meti forte meu pau. A garota reagiu com um gemido o sentir a cabeça tocar na entrada do útero. senti que poderíamos gozar juntos e acelerei o movimento. mas pedi para a Marta fazer algumas fotos, pois queria ter de lembrança uma transa com aquela gata lindíssima.

O telefone tocou e atrapalhou meu orgasmo. Eu voltei à cama e passei a dar atenção às duas. fiz a Marta sentar em meu pau e rebolar como uma louca. Enquanto isso eu lambia a boceta da Gabriela que havia sentado em meu rosto. Essa posição permitia que as duas trocassem algumas carícias e beijos. 

Quando decidi completar o serviço em Marta. fiz a gatinha ficar de quatro e passei a lamber, ora a boceta ora o cuzinho. A Gabriela percebeu o que eu queria e incentivou. fui colocando o pau aos poucos, e a Marta quase nem percebeu; só quando a cabeça passou é que ela deu um grito mais forte. Depois, ouvia apenas alguns gemidos mais fortes, que evidenciavam mais prazer que dor. enchi o cuzinho da ninfeta de porra e deixei que a Gabriela entrasse por debaixo do corpo da amiga para lamber sua boceta. Ela chegou a lamber um pouco da porra que escorreu do cuzinho de Marta.
Passado algum tempo fomos até a sacada para fazer mais algumas fotos. As duas estavam muito excitadas, e deixei que rolasse tudo o que queriam. Eu fotografei até uma dp dos dedos de Marta no cuzinho e boceta de Gabriela.

A CRENTE REBOLOU NO MEU PAU 1

Eu curtia uma folga naquela tarde de verão e aproveitei para ver algumas coisas em lojas do centro. Ao passar em frente a uma igreja, daquelas que tem cultos a toda hora vi uma ninfetinha saindo do local. com cerca de 1,65 m , magra e seios ainda em formação ela chamou minha atenção. não pude ver bem o contorno de sua bundinha, pois ela estava com um vestido esvoaçante, pouco abaixo dos joelhos. era um tesão. 

Eu vi ela entrar numa lancheria ao lado e pedir um refrigerante de 600 ml, mas seu dinheiro era insuficiente. Eu cheguei mais perto e disse que pagaria a diferença, peguei um refrigerante também e saí, puxando assunto com ela. O tempo ameaçava chover logo, e ofereci uma carona a ela. Bem que Marta tentou evitar, mas disse que a levaria até em casa apenas, não faria nada com ela. 

Nós fomos ao estacionamento onde estava meu carro e saímos. só que ao entrar no carro ela viu uma máquina fotográfica, daquelas profissionais, e logo perguntou se eu era fotógrafo. respondi que sim, entre outras coisas, ela perguntou quanto eu cobraria para fazer algumas fotos em seu aniversário, e como esta não é minha atividade, procurei não dizer, ganhando mais tempo. 

Muito tímida ela falava apenas o necessário, e estava encolhida contra a porta do carro. foi quando eu tive uma ideia. disse que eu faria as fotos e que entregaria um cd por r$ 100,00, mas que este valor poderia ser meu presente a ela se ela concordasse em fazer algumas fotos numa praça da cidade, que é muito linda. a praça não é muito grande, é bem frequentada, mas tem alguns locais discretos, onde eu poderia tentar alguma foto mais ousada.

Marta concordou, mas disse que não poderia demorar muito, porque sua irmã havia ficado só em casa, e poderia se preocupar. fui direto a praça e começamos a fazer algumas fotos. normais, com Marta fazendo algumas poses um tanto sem jeito. A certa altura perguntei se ela não faria uma foto sentada no galho de uma frondosa árvore. Antes de sugerir a foto eu já havia escolhido o local, onde não haveria como não ficar mostrando a calcinha. enquanto ela subia na árvore eu fiz algumas outras fotos. em duas delas cheguei a ver a calcinha branca que vestia, um tanto grande para uma ninfetinha gostosa.

Ao pedir que fizesse a pose no local escolhido, Marta ficou vermelha ao perceber que havia visto sua calcinha, e quis desistir da foto. disse que iria tentar fazer a foto sem que a calcinha ficasse à mostra, mas era só para deixar ela mais tranquila. Falei também que não se preocupasse pois eu já havia fotografado várias garotas, até sem roupa. a ninfeta perguntou se elas não haviam ficado envergonhadas. eu disse que só uma delas, que era virgem ainda.

De repente, ela disse que também era virgem, mas que já vinha pensando em perdê-la, pois todos suas amigas já haviam transado e contavam maravilhas. só que ela tinha medo da mãe e do pastor ficarem sabendo e ela não poder ir mais à igreja. 

Eu disse que isso só aconteceria se ela contasse, ou que alguém contasse. Ela teria de encontrar alguém discreto, que soubesse valorizar aquele grade momento da mulher. Marta se soltou e aceitou fazer algumas outras fotos, uma delas quase mostrando os seios.

Terminamos a sessão de fotos e combinamos que na tarde seguinte, quando eu estaria novamente de folga, eu entregaria o cd. disse que ela falasse para a mãe que havia passado na casa de uma colega e ela havia dito que o tio dela poderia fazer as fotos de seu aniversário, e que cobraria só r$ 100,00, independente de quantas fotos. pedi que ela me desse a resposta quanto da entrega do cd.

A Marta veio ainda mais linda para receber o cd com suas fotos. novamente, a máquina estava estrategicamente sobre o banco do carro. elogiei sua roupa e disse que merecia mais algumas fotos. ela perguntou, já aceitando, se iríamos a mesma praça. perguntei se ela gostaria de ir lá ou se poderia ser num outro local. Eu estava com as chaves de um apartamento duplex. onde no andar superior havia um terraço muito bem ajardinado. disse a ela que estava com a chave, pois estava a procura de um apartamento para me mudar, pois estava me separando.

Chegamos ao local e deixei o carro na garagem. fomos diretamente ao terraço, e logo ela mesma fez uma pose deitando num banco, deixando uma perna encolhida. era muito sensual a pose, faltava apenas seu rosto demonstrar a sensualidade. Eu fui descontraindo a ninfeta até que ela sorriu sensualmente. Eu pedi que repetisse o sorriso e fiz a foto. Mais algumas fotos e ela já estava deixando a bundinha à mostra, primeiro de calcinha. depois ela mesma a tirou, porque reconheceu que a calcinha não era nem um pouco sensual. Eu pedi que ela apoiasse as mãos nas coxas e jogasse a bundinha bem para trás, com o vestido levantado. fiz uma foto lateral e outra por trás, quando pude ver pela primeira vez aquela boceta, envolta por alguns poucos pelos.

Eu deitei a Marta no banco e pedi que repetisse a primeira pose, porém com a saia levantada. fiz com que deixasse as pernas um pouco entreabertas para deixar à mostra aquela rachinha linda. A ninfeta demonstrou mais uma vez sua timidez e não queria fazer a foto, só que ao sentar ela abriu bem as pernas e eu aproveitei para fazer uma foto, com a boceta totalmente exposta. 

Daí em diante não houve mais obstáculo. logo a ninfeta estava nua. A certa altura sugeri que fizéssemos uma foto de nós dois nus. Ela ficou um pouco receosa, mas topou. Eu percebi que enquanto tirava a roupa ela não tirava os olhos da região de meu pau, ainda escondido pela cueca. só para provocá-la, pedi que ela, que estava sentada no banco, tirasse a cueca. posicionei a máquina num local e fizemos várias fotos. Numa delas fiquei por trás da garota, e deixei meu pau roçar entre suas nádegas. senti que o tesão da ninfeta havia crescido e perguntei se ela gostaria de fazer novamente a última foto. ela concordou e deixou que meu pau ficasse roçando seu cu, mesmo depois de batida a foto. infelizmente era hora dela ir embora. Nos dois dias havíamos feito mais de 80 fotos e combinei de levar um novo cd na semana seguinte, quando ela me daria a resposta sobre as fotos de seu aniversário. 

No dia e horário combinados lá estava a garota, só que em companhia de outra, que disse ser sua colega de aula. Marta disse estar ansiosa para ver as fotos no notebook e que gostaria de fazer outras ainda mais ousadas. perguntei de sua colega, e ela me disse que trouxe a amiga, de total confiança, só para ter mais coragem. 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

MULHER DO PASTOR

Quando eu era adolescente, por volta dos meus dezessete anos, mudaram-se para uma casa na nossa rua um casal de evangélicos, que mais tarde viemos a saber se tratarem de um pastor e sua esposa. 

Como minha família é católica, não sabíamos de qual igreja eles eram, e só os víamos de vez em quando.

No inicio da noite, quando estavam a caminho do culto. algum tempo depois minha mãe conheceu Andrea (esse era o nome da esposa do pastor) e ficou sabendo de algumas coisas: eles não eram da cidade, o marido havia assumido uma congregação nas redondezas, e ela (apesar de ficar a maior parte do dia sozinha) realizava alguns trabalhos sociais em casa mesmo. e não era raro vermos algum rapaz ou moça entrar na casa durante o dia. Até aí tudo normal.

Um dia vi meu colega de escola Bruno entrando nessa, mas ele não me viu. eu sabia que o Bruno era evangélico, então deixei por isso mesmo. e nas semanas seguintes voltei a vê-lo novamente. 

Não me contendo de curiosidade, um dia no colégio perguntei o que ele tanto fazia na casa de minha vizinha. 

Ele sorriu e como eramos amigos me convidou para ir lá com ele. Falei que eu não era evangélico, seria uma situação estranha, mas ele disse não ter problema e que se eu não gostasse poderia ir embora a qualquer hora. 

Eu topei e marcamos de ir no dia seguinte a tarde. no horário combinado; Eu encontrei Bruno no portão de casa e fomos juntos a casa do pastor. Eu havia vestido minha melhor roupa para acompanhá-lo. Na entrada, Bruno me confessou que iríamos participar de uma sessão de descarrego, mas que eu não precisava ficar assustado. Eu concordei e batemos a campainha. 

Andrea nos atendeu muito educadamente e Bruno fez as apresentações. em seguida, fomos conduzidos a sala de estar, enquanto nos acomodávamos, Andrea se desculpou pela ausência do marido e pediu licença, saindo da sala e deixando-nos a sós por alguns minutos. Eu olhei para o Bruno e ele me pediu paciência. fui recompensado! quando Andrea voltou, não acreditei: parecia outra mulher. cabelos presos em uma longa trança e trajando blusa e uma saia longa, porém bastante justa. Nesse momento pude perceber que por baixo daquelas roupas havia uma mulher madura, com os seus 40 anos, bastante conservada em suas formas físicas. e, aparentemente, vestia uma calcinha sumária, pela marca que deixava na saia. 

Andrea veio e sentou-se em uma cadeira de frente a nós no sofá. iniciamos uma conversa descontraída e Andrea começou a nos questionar muitas coisas: como era nosso relacionamento com meninas se já havíamos visto uma mulher nua antes? Se víamos revistas masculinas? Se tínhamos sonhos eróticos etc. Durante aquele interrogatório, não pude conter uma ereção, pois o assunto era muito picante. em dado momento ela chegou mesmo a descrever as sensações que tinha durante o ato sexual, tudo entretanto com muita dignidade. 

Após alguns momentos mais de estimulação erótica, ela anunciou que já estávamos prontos para o descarrego. Eu aproveitei o momento e pedi licença para ir ao banheiro, no que fui atendido com um conselho para que me não demorasse. Eu fui e fiquei lá durante algum tempo, pois queria controlar minha excitação. quando volto, qual não é minha surpresa ao ver Bruno, em pé com as calças arriadas, sendo chupado loucamente por Andrea. Eu não preciso dizer que fiquei com o pau duro na hora. ela quando me viu disse: 

- Porque demorou tanto! – uma frase meio entalada devido ao cacete na boca. Andrea aumentou o ritmo e não foi difícil fazer Bruno gozar em sua boca, bebendo até a última gota. 

Andrea então se dirigiu a mim e arriando minhas calças, pregou: - Agora é você que precisa de descarrego. não se envergonhe pois Jesus não é contra isso! – e caiu de boca na minha pistola. Eu nunca havia sido chupado antes... não preciso dizer que aquele boca aveludada, mamando gostosamente meu cacete de cima a baixo foi a melhor sensação que tive na vida, até aquele momento. e Andrea parecia uma expert no assunto, pois a cada sequência de chupada era seguida de mordidas e chupetinhas na cabecinha do caralho. 

Não demorei muito também até encher sua boca com minha porra, que Andrea também engoliu sem reclamar. ela chupou meu pinto mais um pouco até deixá-lo sequinho. Quando achei que estava tudo terminado, Andrea me surpreendeu novamente: foi na cozinha e voltou com uma lata de leite condensado. sem falar nada deitou-se no sofá, tirou a blusa e lambuzou os seios com o leite. Bruno, que naquele momento já havia se livrado das roupas, caiu de boca chupando os peitos de Andrea. eu ainda me atrapalhei um pouco, livrando-me da calça e camisa, mas logo também sorvia as tetas de Andrea, de aureolas grandes e duras. e a cada mordida ela soltava um gemido baixo e fino, como quem se realiza com aquele ato. chupamos o peito de Andrea até ficarmos em ponto de bala, quando ela pediu para chupar o caralho de Bruno novamente. enquanto ela se divertia com o pinto na boca, aproveitei para tirar sua saia e vi sua boceta protegida por calcinha básica, bem pequena. Eu arranquei a calcinha e comecei a chupar sua boceta , não esquecendo do leite condensado. Essa ideia foi bem aceita por ela que escancarou mais as pernas, deixando minha lingua passear livremente por sua boceta com gosto acre-doce. 

Bruno pediu e trocamos de posição, com Andrea agora saboreando meu caralho. enquanto mamava, Andrea colocou-se de quatro para ser melhor chupada por Bruno. mais alguns minutos e Bruno já comia Andrea de quatro, metendo sem dó seu caralho em sua boceta. seus corpos faziam um balé ritmado, com o compasso sendo feito pelo barulho dos corpos se amando. cada estocada era seguida de um suspiro mais fundo, até que ambos explodiram em gozo. 

Bruno então deu o seu lugar para mim, que continuei martelando em Andrea. essa troca de posições parece te-la agradado, pois ela segurava meu corpo para que ele não escapasse e ajudava minha jeba ir cada vez mais fundo. Eu meti em Andrea com gosto, pois até então só havia comido uma empregadinha lá de casa. mas Andrea aguentava e queria mais. Eu aumentei o ritmo até fazer Andrea gozar, gozando logo em seguida dentro de sua boceta inchada. 

Nós paramos e relaxamos um pouco. deitamos no tapete e ficamos acariciando o corpo de Andrea. Ela de olhos fechados curtia aquele momento que parecia não acabar nunca. após algum tempo Bruno ficou armado novamente. Andrea então o deitou no sofá e subiu em seu caralho, cavalgando como se fosse uma amazona. Eu fiquei em meu canto observando aquele ato que já devia ter acontecido várias vezes, sem eu saber de nada.. Andrea subia e descia no caralho de Bruno, enquanto ele chupava ora um, ora o outro peito. e a cada movimento a vontade e o ritmo aumentava. Os dois corpos pulavam no sofá que até rangia, de tanto esforço que era feito sobre ele. 

Aquela cena me deixou pronto para outra. Eu esperei os dois relaxarem após o gozo, retirei Andrea de cima de Bruno, coloquei-a apoiada no encosto de braço do sofá e dirigi meu pau para a sua bunda, que há muito pedia uma tora. Andrea olhou para trás e disse de mansinho: - 

O meu cu é só de Jesus, mas eu deixo você comer ele, se for com carinho! Aquilo me deixou mais duro ainda. Eu segurei o pinto e coloquei na entrada do cu, forcando passagem com a cabeça. Andrea se ajeitou o melhor que pode e facilitou a entrada, abrindo bem as nádegas. após colocar a cabeça, comecei a enfiar toda minha jeba naquele cu, que o engolia todo. Andrea gemia mas aguentava com bravura, tentando e forçando mais a penetração. Eu enfiei tudo e comecei a bombar. no inicio com dificuldade, mas depois bem mais fácil com o alargamento do ânus. metia em movimento cadenciado, segurando os quadris de Andrea que me ajudava, forçando a bunda de encontro a mim. 

Quando fui chegando ao clímax, segurei na sua trança de cabelo e, enquanto metia, puxava sua cabeça como se fosse uma égua sendo domada. Eu aumentei o ritmo e gozamos juntos, enchendo seu cu de leite. Andrea desabou cansada, mas não pode relaxar. Agora era bruno que tomava posição e comia seu cu com gosto, obrigando-a a nova tortura. Andrea se esmerou nessa foda, fazendo de tudo para dar o máximo de prazer a quem a comia. Bruno socou a pistola em seu ânus até gozar, caindo extenuado para o lado. 

Depois dessa tarde de sexo “evangélico”, eu e Bruno deixamos a casa, pois já estava ficando tarde. Na saída Bruno me confessou que já comia Andrea a várias semanas, quando ficou sabendo dos trabalhos sociais que ela realizava. 

Não preciso dizer que deste dia em diante ficamos assíduos nas sessões de descarrego de Andrea.