sexta-feira, 23 de novembro de 2018

SOU AVÔ DO MEU FILHO

Nunca tive nada contra qualquer religião; só que nunca suportei fanatismo de espécie alguma. Quando minha esposa entrou para uma religião de crentes e foi ficando cada vez mais fanática a ponto de recusar fazer sexo; e quando fazia, tinha que orar antes e depois resolvi me separar. 

O meu erro foi deixar que ela criasse nossa filha seguindo o que ela acreditava. Josefa era uma moça linda e quando a via vestida como sua mãe: saias ou vestidos até o tornozelo; cabelos presos; blusas sempre de mangas compridas e desprovida de qualquer maquiagem, por várias vezes tive vontade de chutar o balde e mostrar para minha filha o que era a realidade da vida. 

Josefa ficou noiva de um rapaz (Vitor); da mesma congregação, daqueles que carregava a bíblia abraçando-a contra o peito. Josefa com 20 anos e o rapaz com 22; resolveram casar... Minha ex se gabava de casar a filha virgem com um rapaz que também se dizia virgem. Mesmo a contra gosto, acabei financiando a lua de mel dos dois à Salvador-Bahia: Passagem de avião; hotel e toda uma estrutura de uma agência de turismo pra levá-los a vários passeios. 

Uma semana depois fui esperá-los no aeroporto. Ao vê-los já percebi que algo não tinha ido muito bem... Os dois estavam com caras que não condiziam a de um casal que tinham acabado de vir de uma lua de mel. Ao deixa-los na casa de minha ex, Josefa já abraçou a mãe chorando... 

Três dias depois fui à casa dos dois pra ver como estavam se saindo com a nova vida... Tinha lá minhas dúvidas. Pedi para ver as fotos e Josefa me mostrou umas poucas, me fazendo chegar a conclusão que eles não tiveram tempo de tirar fotos ou não aproveitaram quase nada em uma semana. 

Em uma oportunidade voltei a casa de minha filha já sabendo que seu marido estava trabalhando. Conversa vai e conversa vem: 

- Você está feliz filha?... Respondeu que sim sem muita convicção e resolvi contradizer: 

- Parece que não está filha; percebi desde o dia em que voltaram da lua de mel!... Josefa fez uma cara de triste: 

- É pai; mas se Deus quiser vai dar tudo certo!... Eu a abracei carinhosamente e ela começou a chorar encostada ao meu peito: 

- Pode se abrir comigo filha; quem sabe posso te ajudar?... Josefa aumentou o choro e mesmo sabendo que ia deixá-la chocada: 

- Tem a ver com sexo, não é?... Josefa enxugando as lágrimas e assustada: 

- Não!!! Não!!!... : 

- Josefa! Sou bem diferente da sua mãe; pra mim você não precisa esconder nada, conheço quando uma mulher não está satisfeita com alguma coisa!... Ela voltou a encostar seu rosto no meu peito novamente chorando: 

- Eu achava que ia ser diferente pai; mas agora não tem como voltar atrás!... Minha preocupação aumentou vendo minha filha naquele estado com tão pouco tempo de casada. Tentei incentiva-la dizendo que se na lua de mel não tinha sido do jeito que ela queria; ela devia ser mais ousada na cama com seu marido e esquecer um pouco da religião que eles praticavam e que nem tudo era pecado... Ouvi algo surpreendente: 

- Ele nem encostou a mão em mim pai!... Achei um absurdo que soltei: 

- Você ainda está virgem?... Sem olhar pra mim: 

- Estou pai! E me sinto péssima por causa disso!... : 

- Não entendo porque ele casou com você!... : 

- Foi a mãe e o pastor que nos convenceram dizendo que formávamos um lindo casal!...  

Sabendo que Vitor sempre ia ao culto todas as quartas-feiras direto do serviço; sem levar a Josefa, fui atrás dele. Terminou o culto e vi quando o pastor fechou as portas da igreja e ficou lá dentro com o Vitor tanto tempo que desisti de esperar. Voltei na outra quarta-feira e novamente foi a mesma coisa... Só que resolvi esperar e depois de uns 40 minutos saíram. Vitor ao me ver ficou assustado e lhe pedi pra entrar no meu carro...  Abri o verbo lhe falando de tudo que sabia. Vitor quis dar uma de machão e botando o dedo na sua cara: 

- Que porra de homem é você que volta com a mulher da lua de mel virgem?... Ele foi se encolhendo e soltei minha desconfiança: 

- Você e o pastor têm um caso, não é?... 

Ele arregalou os olhos e sem que eu esperasse começou a chorar. Fiquei mais puto ainda: 

- Seu viado filho da puta, trata de pedir logo a separação de vocês se não vou te encher de porrada!... Fiz sair do meu carro lhe advertindo: 

- E se alguém magoar novamente minha filha, vai ter que se haver comigo!... 

Saí dali direto para casa da minha ex onde soltei os cachorros contando que sabia que nossa filha continuava virgem, e ela achando que estava tudo normal: 

- É que seu genro é viado e anda dando o rabo para o pastor!... Me chamou de desbocado; demônio; capeta; coisa ruim, etc. e me excomungou em nome de todos os santos. E quando eu disse que faria tudo para que os dois se separassem, logo foi dizendo que se acontecesse não ia mais considerar Josefa sua filha... Já que ela tinha me chamado de desbocado; mandei que ela, o pastor e o Vitor fossem todos tomar no cu e fui para casa da minha filha disposto a botar um ponto final em tudo. Josefa custou a me atender e toda chorosa veio me abraçando: 

- O Vitor chegou aqui chorando, se trancou no quarto e não quer me deixar entrar!... 

Falei que ia levá-la para minha casa e que no caminho lhe explicaria tudo. Como ela não pode entrar no quarto, só pegou sua bolsa de mão e foi comigo com a roupa do corpo. Quando lhe contei tudo, me olhou: 

- E agora pai, o que vou fazer da minha vida?... : 

- Você vai ficar comigo até o dia em que arrumar alguém que lhe faça feliz!... Josefa respirou fundo: 

- Graças a deus que não vou mais precisar viver com... com... Completei: 

- Com aquele viado!... 

Josefa caiu na gargalhada. Quando se deu conta de suas roupas, combinei que ela a partir daquele dia não ia mais vestir aquelas roupas horrorosas... Compraríamos tudo novo. Foi um custo fazer com que ela se acostumasse com roupas normais... Até suas roupas íntimas tive que ajuda-la a escolher. Tinha sido um grande pecado ter feito minha filha esconder seu lindo corpo impedindo que algum homem de verdade a olhasse. Ela dormiu no meu quarto e eu no sofá até que arrumei o outro quarto pra ela. 

Estávamos já a quase um mês juntos e Josefa a cada dia ia se soltando mais. Numa noite calorenta; eu sem camisa na sala Josefa sentou do meu lado e foi reclinando até ficar com sua cabeça sobre meu peito... Sua mão começou a brincar com os cabelos do meu peito me deixando sem saber como agir. Coloquei minha mão em suas costas e fiquei acariciando levemente... Fiquei surpreso ao passar a mão descobrindo que ela não estava usando sutiã. Josefa acabou dormindo sobre meu peito. Tive que acorda-la e ajuda-la a chegar ao seu quarto... Quando ia sair, ela bocejando de sono: 

- Espera só colocar minha camisola pai!... Fiquei de costas pra ela e ela deitando na cama: 

- Deita comigo até eu dormir pai!!??... Achei que não teria mal nenhum e pegando um travesseiro sobressalente me ajeitei do seu lado. Ela virando pra parede me fez abraçá-la colocando suas costas no meu peito que tive que tomar cuidado para não encostar no seu bumbum... Só que Josefa deu uma mexida e sua bunda encostou na minha virilha... Respirei fundo e minutos depois achando que estava dormindo fui me levantando bem devagar. Josefa virando o rosto pra mim: 

- Já vai pai? Estava tão gostoso!... Dei a desculpa: 

- É que também estou com sono!... Pela primeira vez ela fez aquele gesto comigo; abrindo seus braços: 

- Me dá um beijo!... Reclinei lhe beijando o rosto: 

- Te amo muito pai!... Dei-lhe outro: 

- Também de amo muito filha!... Os carinhos de Josefa comigo iam aumentando me deixando preocupado. É claro que ela estava carente depois de tudo que passou; mas procurava me controlar para não me exceder nos meus carinhos. Ela saiu do banho trajando um roupão de seda curto que tínhamos comprado e veio direto sentando no meu colo e me abraçando... Tentei mas não consegui deixar de olhar para suas brancas e belas coxas. Ela soltou seu corpo sobre o meu e tentei evitar não ficar excitado... Não consegui e piorou quando ela pegando minha mão a colocou sobre uma de suas coxas. Fiquei ali com ela parada já sentindo meu pau muito duro debaixo de sua bunda. Ela me olhando e sorrindo: 

- Pode fazer carinho na minha perna pai; é só tomar cuidado que estou sem calcinha!... Tinha certeza que ela estava sentindo meu pau duro cutucando sua bunda; e não sabia se ficava satisfeito ou não de vê-la agindo daquela maneira.  Passei a mão delicadamente e ela me beijando:

 - Adoro quando você faz carinho em mim!... Resolvi mandar toda minha prudência para o quinto dos infernos e subi a mão pela sua coxa. Josefa afastou um pouco suas coxas uma da outra e não tive dúvida... Coloquei minha mão em sua xoxota sentindo-a quente e ao mesmo tempo molhadinha: 

- Oooooh pai!... E me deu outro beijo indicando que era aquilo que estava querendo. Sabendo que ela ainda era virgem, só fiquei passando os dedos levemente em sua racha fazendo-a gemer. Josefa foi escorregando seu bumbum de sobre minhas pernas lentamente para minha mão não sair; até poder passar a mão sobre onde estava meu pau duro... Puxei o laço fazendo o roupão se abrir e levei a boca naqueles lindos e suculentos seios. Chupando seus peitos e dedilhando sua boceta: 

- Vamos pra cama filha?... Ela até virando os olhinhos: 

- Vamos pai! Vamos!... No quarto acabando de tirar seu roupão: 

- Como você é linda; não sei se o que estamos fazendo é certo!... : 

- Ela me abraçando: 

- Eu preciso disso pai; e você é o único homem que eu amo e que também me ama!... Coloquei-a deitada na cama e tirei toda minha roupa. Estávamos os dois nervosos; mas não tinha como voltar atrás... Subi sobre o corpo de minha filha e com jeitinho foi posicionando meu cacete duro na portinha já sabendo o que ia encontrar pela frente. Olhando os olhos meio arregalados de Josefa e o sorriso em seus lábios, dei a primeira estocada. Josefa fechou os olhos: 

- Uuuuuiiiiiiii! Vai pai! Vai! Vai!... Já com sua boceta envolvendo a cabeça do meu pau fui empurrando fazendo com que ela até levantasse o bumbum gemendo alto com seu cabaço sendo rompido. Na idade que estava Josefa aguentou bem e passou a sorrir toda satisfeita por ter pela primeira vez uma piroca dura em sua boceta: 

- Oh pai! Como estou feliz pai! Aaaiiii! Aiiii! Hummmm! Hummm!... Eu mais feliz ainda por estar comendo a boceta mais gostosa do mundo fui bombando até que escutei Josefa soltando um longo gemido e tremendo todo seu corpo no talvez primeiro orgasmo de sua vida... Josefa riu muito ao ver esporrando sobre sua barriga após tirar a pica de sua boceta. 

Ela ficou um tempão deitada de barriga para cima sem se importar com toda aquela porra sobre ela: 

- Pai, pai; você me fez a mulher mais feliz do mundo!... : - Vamos tomar um banho juntos?... Ela como uma criança levantando rapidamente: - Oba! Oba! Vamos! Vamos!... Ao me ver alisando todo aquele corpo debaixo do chuveiro fui me empolgando e abraçando-a, dando-lhe vários beijos no rosto e passando as mãos em sua bunda: 

- Caramba filha; quem te viu algum tempo atrás tão religiosa e te visse agora não te reconheceria nunca!... Ela sem nenhuma vergonha segurando e brincando de balançar meu cacete: 

- Fui muito boba pai... Acho que perdi os melhores anos da minha vida trancada dentro de uma igreja; agora não quero nem saber o que os outros vão pensar de mim!... Dei-lhe um arroxo e beijei levemente seus lábios. Josefa puxou minha cabeça e me lascou um beijo tão surpreendente e tão inesperado que fiquei sem fôlego: 

- Se você topar pai; vamos botar pra quebrar nessa cidade... Hahahahaha!... Não entendi o que ela quis dizer com aquilo; mas de pau duro novamente a levei pra cama e dei-lhe uma trepada mais prolongada que Josefa chegou até a soltar alguns palavrões. Eu socando gostoso na sua boceta: 

- Que isso filha; agora sou eu que não estou te reconhecendo!... Ela gemendo e rindo ao mesmo tempo: 

- É isso mesmo pai; gostaria que aquele corno, viado e filho da puta nos visse agora; você metendo na boceta que ele nem teve a curiosidade de olhar... Hihihihi!... : 

- Deus me livre; não quero nem olhar para cara daquele viado!... Continuei metendo e ela: 

- Já pensou se a mãe descobrisse que você está me comendo? Seria o fim do mundo pra ela!... Josefa teve o seu orgasmo e me abraçando mais forte: 

- Goza pai! Goza dentro de mim; quero sentir como é!... Dei mais algumas pirocadas e deitando sobre ela fui beijando sua boca e soltando toda minha porra em sua boceta. 

No dia seguinte lá estava Josefa peladinha na minha cama e eu sugando seus deliciosos peitos até que resolvi lhe fazer uma surpresa... Tinha quase certeza que ela nunca tinha ouvido nem falar sobre sexo oral. Dei-lhe uma linguada na boceta achando que ia assustá-la e Josefa toda assanhada: 

- Que delícia pai! Chupa! Chupa! Morde pai! Morde! Enfia a língua! Enfia!... Josefa parecia um vulcão gozando na minha boca: 

- Puta que pariu pai; isso é gostoso demais!... Josefa passou a ser a mulher mais surpreendente que tive na vida. Passei a sair pra todos os lugares com ela: Shopping; cinema; teatro e até em discotecas... Realmente, passamos a botar pra quebrar em todos os sentidos. Josefa passou a ser tão atrevida que me beijava na boca no meio da rua... Era perigoso porem muito excitante; eu um homem de 44 anos beijando uma jovem de 21 anos no meio da multidão e ficando de pau duro. Em casa chegamos ao limite de nossas taras quando resolvi meter a pica no seu rabinho empinado pegando-a de quatro: 

- Aaaaiii! Aiii! Dói pai! Dóooi! Enfia! Enfia tudo!... Josefa aquentou um pau pela primeira vez no rabo e ainda ficou satisfeita por ter-lhe arrombado e gozado dentro no seu cu. 

Mesmo quando ficou grávida, Josefa não parou de gostar de uma boa trepada. Passados três anos; estou ajudando minha filha que é mãe separada a criar meu neto. O menino é uma beleza e todos dizem que é a minha cara... Inclusive a minha ex que acabou também deixando a religião e aceitando a filha como ela é. Há se todos soubessem!...

O PECADA DA IRMÃ LAURA

Meu nome é Laura, tenho 42 anos, sou casada com um marido exemplar e tenho um casal de filhos adolescentes maravilhosos. Frequento a Igreja Evangélica e gosto muito de andar pelas ruas do meu bairro pregando a palavra de Jesus Cristo. 

Mas foi justamente numa dessas caminhadas de pregação, há dois meses, que cometi o maior pecado da minha vida. Era uma tarde quente de sexta-feira, eu e mais duas irmãs da Igreja saímos para distribuir revistinhas evangélicas e exaltar o nome de Deus na vizinhança. Conseguimos visitar muitas casas nesse dia, mas a última que visitei foi especial e inesquecível. Quando toquei a campainha da casa amarela da Rua Belmiro Santiago, um rapazinho branquinho e magro que estava lavando o carro veio me atender. Tinha carinha de bom menino tinha seus 21 aninhos. Decidi ler uma história bíblica para ele. Sempre fui uma mulher vaidosa e não aparentava ter 42 anos. 

Sou negra, alta e dizem que tenho um corpo bonito. Meu bumbum e meus seios são grandes, mas sempre fiz questão de esconder tudo com roupas bem fechadas. 

Nesse dia ensolarado de pregação estava usando um vestido verde claro, na altura do joelho. Estava comportada como sempre. Enquanto lia fervorosamente a palavra de Deus, percebi que o mocinho estava prestando mais atenção em mim, principalmente nas minhas pernas e nos meus seios, do que na Bíblia. Mesmo assim continuei a ler, até que ele me interrompeu e perguntou se eu queria entrar e tomar um café da tarde. Avisei para as irmãs que iria entrar e elas começaram a cochichar. Sabia que elas estavam falando mal de mim, mas nem liguei e entrei para a casa do rapaz. Ele estava sozinho, seus pais estavam viajando. Sentei no sofá e disse que tinha pressa, pois ainda teria que passar na Igreja. Ele tirou a Bíblia da minha mão e a colocou na estante. Naquele momento, percebi a vontade que ele tinha de transar bem gostoso com uma crente. E o pior, é que eu também estava sentindo uma vontade louca de me entregar nos braços daquele garoto. Parecia uma tentação do Demônio. Ele começou beijar a minha boca, chupar o meu pescoço e apalpar os meus peitos, que estavam durinhos de prazer. 

Não me segurei, nessa hora fiz questão de esquecer que eu era uma crente, casada e mãe de dois filhos. Tirei a camiseta e a bermuda dele e começamos uma deliciosa putaria. O menininho com cara de quieto me surpreendeu ao levantar o meu vestido, tirar minha calcinha e chupar o meu cu como se fosse um delicioso sorvete de chocolate com morango. O clima tava pegando fogo e o cheiro de safadeza se espalhava pelo ar. 

Ao mesmo tempo em que me sentia culpada e pecadora, também me sentia livre, desejada e poderosa. O garoto era muito gostoso, com certeza muitas menininhas da idade da minha filha gostariam de estar no meu lugar nesse momento. Ele arrancou o meu vestido e eu joguei meu sutiã em cima da Bíblia. Estava peladinha e cheia de tesão. Fiquei de quatro no chão da sala e comecei a rebolar minha bundona na cara dele. O garoto ficou louco de tanto desejo, com certeza nunca tinha experimentado o fogo de uma mulher mais velha. Tive que ensinar muita coisa para ele. Mas, sem dúvida, foi um dos momentos mais felizes da minha vida. Tirei suavemente a cueca do rapaz e comecei a fazer massagem nas suas bolas. Depois cai de boca naquele maravilhoso e enorme pinto. Chupei as bolas e o pau dele igualmente uma condenada, minha boca ficou até dolorida. Mas ele também gostava de chupar a minha boceta e os meus peitões. Ficamos agarradinhos fazendo muita sacanagem por horas e horas naquela sala da perdição. As portas e janelas da casa estavam abertas. Mas, mesmo assim, não me intimidei em gritar e gemer que nem uma cadela no cio. Ele apertava meus seios, me dava tapinhas no bumbum, massageava e chupava meus pés, me falava putarias no ouvido e me beijava na boca de um jeito incrível. Era tudo muito bom, muito intenso. Fazia tempo que eu não transava com um parceiro tão carinhoso e amoroso assim. O moleque dava de 10 a 0 no meu marido frouxo. 

Certamente as irmãs da Igreja estavam desconfiadas, pois começava escurecer e eu ainda estava dentro da casa abrindo as pernas, bem gostoso, para o garotão comer minha boceta. Ele era branquinho, do jeito que eu gosto, e fazia um contraste bonito com a minha pele negra, da cor do pecado. Era um sonho de intenso prazer. O rapaz era responsável, queria usar camisinha comigo, mas eu não quis. Ultimamente tomava remédio para não engravidar e achei que ele merecia sentir um contato bem íntimo, pele com pele. Nunca fui tão safada e sem vergonha assim na minha vida inteira. 

Tenho certeza que Deus irá me castigar muito, mas eu estava possuída adorando aquela trepada quente e sublime. Esfregando nossos corpos suados no chão, gemíamos e gritávamos de tanta satisfação e luxúria. O moleque tinha transado poucas vezes, mas estava me surpreendendo direto, ainda não havia gozado. Ele conseguia segurar o tesão para me levar às nuvens. Tão novinho e tão safadinho, ele me xingava de crente do rabão quente, neguinha puta, cadelinha de rua, vaca leiteira por causa dos meus peitos gigantes, galinha descarada, irmã Laura gostosa, pretinha sem vergonha, coroa no cio e puta de convento. 

Eu queria mais e mais, não estava valendo nenhum centavo naquela hora. Para gozarmos juntos e fechar com chave de ouro a sexta-feira, ele pediu para comer o meu cu. Fiquei confusa, pois aos 42 anos nunca havia feito sexo anal com ninguém. Meu marido pedia muito, mas sempre me recusei. O garotão encostava a cabecinha vermelha do pau na portinha do meu cu e eu batia com a mão, falando para não fazer mais isso. Só que chegou uma hora que fiquei toda mole, quase tendo um orgasmo. Então decidi entregar meu cu e explodir de tesão. O rapaz comeu com muita vontade o meu rabinho e gozou gostoso. Quando ele gozou, sai de cima do pau dele e comecei a chupar aquele pintão delicioso, para engolir o resto de porra que estava na cabecinha. Dizem que o esperma é uma fonte rica em vitaminas e faz bem para a pele. Lambi a cabecinha toda com muito orgulho. 

Quase 19 anos de casamento e eu fui me entregar para um jovem, que eu nem se quer perguntei o nome. A culpa era grande, eu me sentia suja, com a consciência pesada. Como iria entrar na Igreja depois? Esses pensamentos invadiram a minha cabeça logo depois que gozei e tive o melhor orgasmo da minha vida. Faltavam dez minutos para dar sete horas da noite e estávamos exaustos, suados e grudentos no chão da sala. Levantamos e fomos tomar um banho. Embaixo do chuveiro rolou muito carinho e beijinhos na boca, além de algumas brincadeirinhas picantes. Estávamos numa sintonia maravilhosa de sentimentos. Foi nessa hora que conversamos e descobri que o lindo mocinho se chamava Henrique, que morava com os pais naquela casa a apenas um mês, que havia começado a namorar uma menina há duas semanas. 

Arrumei o meu cabelo, me sequei e vesti a roupa. Ele ficou nú, sentado no sofá me olhando fixamente. Pegou a minha Bíblia e achou a foto da minha filha, que geralmente uso como marcador de páginas. De repente, começou a chorar. Achei estranho e perguntei o que houve. Como facas penetrando lentamente o meu coração, escutei as palavras mais afiadas e cortantes que poderia escutar naquela situação. Henrique disse que minha filha era a sua namorada. Depois disso, ele pegou a toalha, se enrolou e foi para quarto chorando. Fiquei atordoada, sem saber o que fazer comecei a chorar também. Peguei minha Bíblia e sai daquela casa, deixando o portão aberto. As irmãs não estavam mais na rua e o mundo ao meu redor escureceu. O culto já iria começar e minha filha ligou no meu celular querendo saber onde eu estava. Atendi e disse que estava a caminho da Igreja. Ela percebeu que eu estava chorando. Desliguei o celular e segui em frente. Sete e quarenta da noite cheguei ao culto. 

As irmãs me olhavam com cara de desprezo, mas eu não ligava para elas. O mais importante foi encontrar os meus filhos, meu marido e poder rezar, me purificar a noite inteira para esquecer a besteira que eu fiz. Abracei fortemente a minha filha e em pensamento pedi perdão para ela. Embora aquela transa tenha sido a melhor e mais intensa da minha vida, ela também deixou uma grande ferida em mim, pois foi uma traição ao meu marido, a minha filha e principalmente a Deus. E como tudo tem suas consequências, fui castigada. Hoje, dois meses depois da traição, descobri que estou grávida do Henrique. 

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

CRENTINHAS

Oi galera, meu apelido é Jubilau esse é meu primeiro conto e não tenho por que mentir, esse é verídico mesmo...

Eu passei o sábado todo enrolado com os compromissos já marcados anteriormente, jogar futebol (jogo na liga da minha cidade), fazer compras e por fim decidi ir à feira tomar uma cervejinha(ás 16:00 h). conversa vai conversa vem (e já era umas 19:00 h), o pessoal da feira querendo fechar a banca, mas estávamos empolgados já que ganhamos a semi-final e só faltava um jogo para sermos campeões. 

Então resolvemos ir para outro boteco, (descendo o caminho para ficarmos mais perto de casa), passando por perto de uma igreja, notei que havia uma briga entre um casal, (e meio zoado) fui ver do que se tratava, o Willian e o Daniel vieram junto e quando nos aproximamos elas trataram de nos dar maior mole (para que o marido de uma delas ficasse com raiva). 

Bom deu certo ele saiu xingando até a nossa quarta geração, mas tudo bem, vamos ao que interessa. 

Eu (cheio do álcool) perguntei por que estão brigando, elas disseram que ele estava batendo na Susana e que a Miriam estava só ajudando ela ir embora, mas ele a bateu também, e eu quis ir bater no cara (na mão). Elas disseram que ele estava armado, eu as chamei para ir até minha casa para tomarem um banho e se recomporem (até aquele momento não pensava em nenhuma maldade...), e piorou disseram quando disseram que eram crentes. 

Eu tentei brincar falando que também era, mas elas estavam decididas a mudar (talvez por raiva sei lá), e disseram que naquele dia queriam beber, fumar fazer de tudo um pouco. 

“-Eu gritei é isso aí.” e levei-as para minha casa chegando lá elas foram banhar, e o Daniel foi comprar um vinho de cinco litros, o Willian um pouco de maconha e eu arrumei um pouco de cocaína com um traficante da minha rua.

Esperamos elas saírem do banheiro, - nossa cheirosinhas, foi quando começamos a tomar o vinho foi rapidinho e acabou, elas já estavam alegres o suficientes e o Willian ofereceu a maconha que estava no seu bolso elas aceitaram, e ficaram loucas depois que acabou. 

Eu vi que o negócio ia pegar fogo, chamei a Miriam para dançar. Ela aceitou e começamos á nos esfregar e, de repente senti que era hora de atacar (justamente por que a casa era minha, e as “crentinhas” estavam dando mole para o Willian e o Daniel). 

Eu peguei a Mirian, levantei-a num passe de forró e, quando ela foi ver já estava comigo no quarto (a sala é muito próxima), eu falei, 

– Agora vamos fazer o que ainda nos resta para terminar em grande estilo? 

- E ela não, seus amigos estão bem ali. eu insisti mais não teve jeito (voltamos para sala). 

Passou uma meia hora e eu a chamei de novo dessa vez. Ela já estava mais acesa, pois aceitou logo e fomos para o quarto disfarçando dançar (e eu já pegando em sua bundinha linda. tirei sua roupa e comecei a chupá-la, ela estava toda molhadinha. 

Aí pedi para me chupar, ela disse que nunca tinha feito aquilo e eu insisti até que ela resolveu chupar (e como chupava gostoso). Os três que estavam na sala só falavam besteiras e riam bem alto. Eu comecei a comer aquela boceta (tão apertadinha que doía), nossa que maravilha eu gozei rápido! 

Ela me perguntou já gozou? 

É né! mais como o tesão era muito rapidinho comecei a bombá-la de novo. Aí sim, foi gostoso, pois eu já estava com raiva dela e ela começou a gritar alto, e mais alto até que o Willian entrou no quarto e me viu possuindo-a. 

Ele tirou a roupa, se aproximou e botou o pau na boca dela que me olhou como se me pedisse autorização (eu só balancei a cabeça que sim)e ela começou a chupá-lo, eu tirei meu pau e botei-o no seu cu (ela apelou, disse que se eu colocasse a festa). Tudo bem botei em sua boceta( que era maravilhosa) e comecei a bombar até que gozei. Eu sai para me limpar e deixei o Willian comendo-a. 

Enquanto isso o Daniel estava comendo o cu da Susana que estava menstruada. Eu fiquei doido ao ver aquilo, quando cheguei na sala, meu pau endureceu de novo e botei-a para chupa-lo que nem exitou, agarrou meu pau com força e começou a chupá-lo, Eu louco de tesão, nem vi a hora em que o Daniel foi para o quarto e nos deixou só. 

Eu Percebi quando ela disse para que fosse comer o seu cu, que na verdade já era um cu bem grande. Depois de ter tomado vara (pensei me dei bem já que minha namorada na época não me dava) comecei a comer aquele cu que tinha sido gozado ainda comi, comi com muita vontade e fiz ela gozar com arrogância e enchi o seu cu de porra quando gozei, fomos para o quarto estavam os três. 

O Daniel comendo a Miriam e ela chupando o Willian, eu deixei a Susana com eles e fui banhar pois tinha que sair ( e já tinha comido as duas) quando voltei eles estavam exaustos e elas todas gozadas, Eu ainda comi o cu da Miriam, só de raiva porque o Willian me falou que tinha comido.

E assim acabou aquele dia em que conhecemos umas “crentinhas”, depois vimos elas na rua mas elas fingiram não nos ver ( e o pior é que estavam com o corno).

É isso aí galera se gostarem voltem e se não critiquem o importante é que leram.
depois eu posto outras histórias verídicas de alguns dos meus muitos casos de 
até mais...

um abraço jubilau