segunda-feira, 10 de outubro de 2022

REBECCA, UMA EVANGÉLICA BEM SAFADA: MINHA HISTÓRIA

 Eu confesso que sou viciada em sexo. Sou crente, sim, frequento a igreja, mas não consigo resistir ao pecado da luxúria. Penso em sexo o tempo quase todo. Fiz tratamentos, terapia, sessão de descarrego e nada funcionou. Pra piorar, sou casada! Isso mesmo.

Coitado do meu marido! É um corno e sabe disso, mas não sabe que ainda é. Ele pensa que FOI.

Estávamos noivos e já tínhamos escolhido os padrinhos: um missionário da igreja muito amigo dele (porém mais velho. Eu e ele tínhamos 22 anos e o missionário e a mulher tinham na faixa de 35). Era o conselheiro dele, pois era líder da nossa célula.

A irmã que era esposa dele era costureira, e acabamos escolhendo-a para fazer meu vestido de casamento. Escolhi o modelo e ia tirar provas na casa dela.

Eu já tinha traído meu noivo várias vezes. Mas estava firme na fé que esse tempo tinha passado. Ele é um bom homem, trabalha muito, não acredita no divórcio e é loucamente apaixonado por mim.

Nessa época nos aproximamos muito desse casal, por causa dos preparativos, conselhos e do vestido. Estávamos há poucos meses do casamento quando eu fui tirar uma prova do vestido na casa dela, mas ela não estava tinha ido comprar material. O marido dela me disse para entrar e esperar no ateliê de costura que ela chegaria em breve.

O apartamento não era grande, eu fui para o ateliê que era separado dos outros cômodos por uma cortina, não tinha porta. Vi meu vestido sobre uma mesa e resolvi experimentar antes que ela chegasse, pois estava muito ansiosa. Tirei a roupa, fiquei de calcinha e sutiã. Era um sutiã tomara que caia e uma calcinha rendada fio dental muito pequena (adoro!) e que atrás era quase apenas um fiozinho.

Estava eu tentando colocar o vestido (não era fácil porque não estava todo costurado, tinha várias partes presas com alfinete e alinhavados) de costas pra porta, de bunda pra cima, tentando passá-lo pelas minhas pernas, quando a cortina se abre. Demorei um pouco a perceber e quando olhei para trás, levei um susto imenso. O nosso líder de célula estava parado com uma bandeja com suco e biscoitos na minha frente. Virei de uma vez e tentei me cobrir com o vestido, mas pisei na saia, e isso fez com que não conseguisse puxar ele pra cima. Fiquei com o sutiã à mostra, cobrindo apenas a parte de baixo.

– Me desculpe, irmã, não quis lhe constranger. Trouxe um lanchinho enquanto você espera.

Ele agiu naturalmente, mas estava meio constrangido e eu com vergonha mesmo. Não cheguei a responder, estava paralisada.

Quando ele saiu eu respirei e tentei ajeitar o vestido, tirando o pé de cima da saia. Olhei e vi que no sufoco, meu tomara que caia desceu, deixando à mostra o bico do meu peito direito. Sou branca, cabelo pintado de loiro, biquinho rosado (na época, bem inchadinho).

Quando relaxei o susto deu lugar à safadeza que estava escondida em mim e eu fiquei muito excitada. Minha calcinha ficou toda babada e precisei ir ao banheiro me secar várias vezes. Depois a irmã voltou e demos continuidade à prova.

Marquei de voltar em duas semanas para um novo ajuste. Estava na cabeça de pedir alterações para ter mais provas, porque eu não esquecia que o irmão tinha me visto quase de quatro, com a bundinha arrebitada coberta por um fiozinho. Quem sabe, até o contorno do meu cuzinho ele viu!

Fiquei tentando entender a rotina dela, para ir lá exatamente quando ela não estivesse. Marquei retorno num sábado, no horário que ela tinha livre para ir comprar material de costura. Marcamos às 15 h mas 13:30h eu já estava lá.

O irmão me atendeu. Eu estava com uma blusinha de cetim sem sutiã e uma saia de algodão que quando eu andava deixava a calcinha entrar na polpa da minha bunda. E era um pouco transparente, deixando ver a marca direitinho do fio dental encravado. Tinha uma fenda lateral até o meio da coxa e o tamanho da saia ia até pouco abaixo do joelho.
Quando bati na porta, ele me atendeu.

– Oi, irmã. Minha esposa não chegou ainda. Achei que você viria mais tarde.

– Ah, é que eu estava passando e achei melhor vir logo pra cá, irmão. Assim não me atrasaria.

– Tudo bem, pode entrar e esperar.

Entrei bem rebolando, na expectativa que ele estivesse olhando minha bunda. Virei de uma vez para pedir um copo de água e dei de cara com o olhar dele onde eu queria que estivesse. Sorri e falei:

– Você pode me dar uma aguinha? Estou com muita sede.

– Claro, irmã, pode sentar-se.

Sentei-me no sofá, me acomodei e cruzei as pernas, deixando minha coxa aparecer pela fenda.

Ele veio, ofereceu a água e se sentou na minha frente.

Ficamos conversando bobagem enquanto eu me exibia. Me mexia de um jeito provocativo e via o olhar dele. Ele tentava disfarçar, mas não resistia a olhar meus peitos marcados e minhas coxas. Ainda mais quando meus biquinhos endureciam na blusa.

Às 14:20h por aí ele me pediu licença pois tinha que ir tomar banho para ir a um compromisso da igreja. O apartamento só tinha um banheiro social, sem suíte, e eu sabia que iria vè-lo entrar e sair do banho. O sofá onde me sentei era de costas para o banheiro, então mudei de cadeira pra uma que ficava de lado com a porta, assim veria ele sair.
Depois de uns 10 minutos, ele sai do banheiro com a toalha amarrada na cintura e não pude deixar de ver o tamanho da rola marcada na toalha. Estava meia bomba, pra baixo e fazia um volume indiscreto.

Eu tentei não disfarçar muito, fiz cara de vergonha apenas pra não deixar claro minha vontade de chupar aquele pau inteiro até as bolas. Mas tentei adiar o momento que ele ia trocar de roupa e pedi um pouco mais de água.

Ele foi até a cozinha e voltou trazendo o copo e teve que me esperar beber para ir se trocar. O clima ali estava ‘tenso’, e o pau dele parecia que estava aumentando de volume. Eu disfarçava olhando pra os lados e fazendo carinha de vergonha, mas dava umas miradas indiscretas.

Quando entreguei o copo, eu mesma disse:

– Acho melhor esperar no ateliê.

– Tudo bem, fique à vontade, irmã, vou me arrumar pra sair.

Eu fui pro ateliê e tirei a roupa, com a desculpa de provar o vestido. Mas esperava que ele fosse lá. Fiquei só de calcinha, mexendo de todo jeito no vestido para adiar o momento de vestir.

Depois de uns dez minutos ele veio, eu estava de costas pra cortina novamente, exibindo minha bundinha com o fio dental indecentemente enfiado no meu cu, quando ouvi:

– Irmã?

Virei de frente, como esquecendo que estava sem roupas. Ele deu uma mirada deliciosa nos meus peitinhos de pera que eu estava beliscando pra deixar durinhos e vermelhos antes de ele entrar.

– Oi, irmão. Opa, desculpe. Esqueci que estava nuazinha.

Falei, colocando o vestido na frente do meu corpo, mas deixando de propósito um peito aparecer.

– Errr, eu… vim perguntar se você quer um lanche ou outra coisa.

Muita coisa me veio na cabeça e eu sorri. Disse que queria algo gostoso pra comer.

Ele sorriu e saiu.

Eu tinha que me vestir. Não sabia se a irmã ia chegar 15h em ponto e já estava perto da hora. Então pus minha blusa de novo e a saia, mas fiquei encostada na mesa, como se tivesse distraída, passando uma mão sobre os meus peitinhos por dentro.

Quando ele entrou ficou olhando enquanto colocava a bandeja com um sanduíche e suco sobre a mesa. E eu ‘distraída, passando a mão por dentro da blusa, beliscando um biquinho.

– Obrigada irmão.

Falei, tirando a mão pra pegar um suco e deixando o biquinho marcar a blusa.

Ele se despediu, disse que estava saindo e eu fiquei ali, louca pra dar pra ele.

Passaram uns dois dias e marcamos um jantar a quatro, na casa deles. Éramos muito amigos, entendam.

Eu fui lindamente produzida, com um vestido vermelho tubinho pouco acima da metade das coxas e sem sutiã ou calcinha, pra delírio do meu noivo. A gente tinha se comprometido a não ter mais sexo até casar-nos, desde que decidimos noivar.

Eu adorava tomar vinho, champanhe e meu noivo não bebia nada. Nesse jantar, eles serviram vinho, era um espumante doce e forte e todos tomamos, até meu noivo. Os donos da casa ficaram altinhos e eu também, mas meu noivo estava quase dormindo sobre a mesa.
Conversamos, rimos e depois fomos pra sala, ficar à vontade nos sofás falando coisas de casamento, da igreja e da vida.

Meu noivo se encostou no meu ombro e estava quase dormindo, então pouco participava da conversa. E eu sentada comportadamente ao lado dele, as coxas cruzadas, deixando o vestido subir e descendo com a mão bem de mentirinha. O irmão olhava discretamente quando a esposa não estava. Numa dessas horas em que ela foi na cozinha pegar mais vinho, eu resolvi abusar.

– Nossa, amor, você bebeu demais, está com o peso todo sobre mim, se ajeita.

Descruzei as pernas e deixei entreabertas enquanto recompunha ele. O irmão estava sentado bem na minha frente. Olhei pra ele e me deparei com a mirada na minha bucetinha que estava aparecendo só um pouquinho.

O meu noivo pesou de novo sobre mim e num gesto mais brusco eu abri mais as pernas, deixando aparecer minha buceta vermelhinha e babada aberta, enquanto dizia:

– Meu Senhor, misericórdia, que vergonha você está me fazendo passar.

Quando olhei para o irmão, vi que o meu shozinho deixou ele de olhar fixo. A irmã veio chegando com o vinho, ele se recompôs e eu também. Mas bastava ela virar as costas que eu dava um jeitinho de exibir meu showzinho, que era assistido com prazer.

Ficamos ali mais um tempo depois de parar de beber, com a desculpa que eu precisava deixar descer o nível de álcool para dirigir já que a gente tinha ido de carro. Nisso, a irmã estava bem sonolenta já, e eu aproveitava os descuidos dela pra me mostrar.

Nisso, o irmão puxa assunto. Falamos da casa que compramos eu e meu noivo, ele elogia e ele fala que o apê é pequeno, mas que a vista da sacada é linda, dá pra ver toda a cidade.

– Uau, posso ver?

– Sim, vem cá.

Levanto-me, ajeitando meu noivo no sofá.

A sacada dá para a sala, onde a irmã assisti a TV com cara de sono e também dormindo e acordando. E onde meu noivo está capotado no sofá. Mas era mais comprida que a porta, por isso tinha uma parte que dava pra ficar e não verem da sala, e foi ali que eu me encostei.
Comecei a admirar a vista e quando ele não estava me olhando eu discretamente subia o vestido, que tinha a borda inferior apertadinha, por isso segurava nas coxas. Sei que nessa brincadeira, ele já estava bem no limite da polpa da minha bunda e eu me curvei pra frente, dizendo:

– Nossa, mas como é alto aqui!

O irmão de lado, me olhando daquele jeito se aproxima e diz:

– É, é bem alto por isso tem que ter cuidado pra não cair se curvando assim.

– É mesmo, me segura pra eu não cair, até porque estou bem altinha ainda.

– Está? Achei que já estivesse sóbria, irmã.

Ele falou isso passando as mãos pela minha cintura.

– Ah, ainda sinto tontear, rsrsrs.

Me curvei de novo e ele apertou meu quadril segurando e fazendo meu vestido subir mais, deixando o começo da minha bunda de fora.

Eu não arrumei e ele ficou de lado, com a mão na minha cintura. Me virei de frente pra ele.

– Meu vestido quase tá virando uma blusa, rsrs.

– É verdade e quando cruza as pernas sobe mais ainda.

– É, tenho que cuidar para não deixar ver demais, já que não gosto muito de usar calcinha.

– Pois é, eu notei.

Ele falou e eu fingi vergonha.

– Eu deixei ver, é?

– Ô! Detalhadamente.

– Nossa, irmão, me desculpa.

– Tudo bem, é nosso segredo. Mas me diz uma coisa… é uma coisa íntima, ok?

– Ok, irmão.

– Você se depila como? Com cera, vi que estava bem lisinha lá embaixo. Queria que minha mulher fizesse assim, mas ela não se depila, apenas apara.

– É… não gosto de pelos, prefiro ficar toda lisinha.

– Eu também prefiro lisinhas.

Ele falou isso me olhando dos pés às cabeça.

Virei e fiquei de frente pra sacada, sem ajeitar o vestido, com a polpa da bunda aparecendo. Me inclinei de novo e ele se aproximou mais que deveria, encostando o corpo no meu e segurando minha cintura com força, meio que puxando a roupa pra cima. Agora até a parte da frente estava de fora.

– ôooo, cuidado, não quero que você caia.

– Então me segura, porque aqui é lindo, tenho vontade de voar!

Falei e me aproximei do corpo dele. Senti a mão deslizar sobre a minha bunda.

– Irmã, você está me fazendo ter pensamentos pecaminosos.

Ele falou isso pressionando o pau na lateral da minha coxa e eu senti duro. Eu não me afastei e até me apertei mais, fazendo a mão dele descer pela minha bunda até chegar na minha bucetinha que estava ensopada.

– Nossa, você tá toda babada.

Eu mordi o lábio e olhei pra ele, me empinando mais, abrindo a bucetinha dando passe livre pra ele passar a mão. Senti abrir os lábios, alisar meu grelo ensopado e ir até meu buraquinho, começando a me invadir. O dedo grosso dele abria caminho na minha buceta e eu gemia baixinho.

Ele se aproximou do meu rosto.

– Deixa eu sentir essa boca carnuda.

Levantei o queixo e recebi um beijo bem sensual, ele sugava meu lábio e passava a língua na minha boca.

– Irmã, você não é mais virgem.

– Hum hum, falei gemendo.

Ele afundou do dedo em mim e mexeu lá no fundo da minha buceta.

– E você e o irmão Henrique têm tido relações sexuais?

– Faz tempo que ele não me come.

– Nossa, como ele resiste a chupar essa buceta carnuda? E ser mamado por essa boca quente e macia?

Eu levantei uma das pernas, me abrindo mais e levei a mão até o pau dele que estava duro e latejava dentro da calça.

– Não sei, mas eu queria muito sentir essa rola enorme dentro da minha buceta e da minha boca.

Ele avançou em mim, apertando minha buceta e chupando minha língua.

Ouvimos um barulho e nos recompusemos bem rápido. Eu abaixei o vestido e a esposa dele estava se levantando.

– Amor?

– Oi, meu bem. Estava aconselhando a irmã aqui. O irmão Henrique não pode beber, olha como isso faz mal.

Enquanto ele falava ela vinha e ele tirou a camisa de dentro da calça para cobrir o pau duro evidente.

Eu me antecipei na frente dele e disse:

– Eu fico preocupada quando ele fica assim. Mas já conversei e pedi pra ele não beber nada.

 Irmã, pode trazer um copo de água para eu tentar dar pra ele?

Ela não chegou a ver o marido dela que estava por trás de mim na sacada e voltou até a cozinha falando que era pra ter cuidado mesmo etc.

Eu me aproximei o meu noivo me inclinando pra levantar ele do sofá e o irmão aproveitou pra passar a mão na minha buceta de novo, com força, enchendo a mão desde a púbis e alisando até meu cuzinho.

Olhei pra ele com ar reprovativo, mas sorrindo e disse sussurrando:

– Paraaaa!

A irmã veio, tentei fazer ele beber um pouco de água, mas estava complicado.

– É, irmãos, melhor eu ir logo com ele.

– É mesmo, irmã (ela falou). Amor, ajuda ela a carregar ele até a garagem.

– Sim, claro.

Ele apoiou o braço do meu noivo no pescoço dele e foi carregando até o elevador. Me despedi da irmã, nossa conselheira e madrinha e fui com eles no elevador. Meu noivo estava tentando ficar acordado e eu me exibindo para o nosso padrinho, mordendo os lábios e passando a mão no pau dele, que não podia soltar meu noivo pra que ele não caísse.
Quando fomos pro carro, abri a porta e ele deixou meu noivo sentado no banco traseiro, com as pernas pra fora do carro.

A garagem estava vazia. Eu tomei a frente, me inclinei e comecei a ajeitar ele pra deitar-se no banco e pôr as pernas pra dentro. Enquanto fazia isso, nosso padrinho levantou meu vestido e ficou alisando minha buceta e meu cu. Eu me empinava e recebia as dedadas gostosas. Estava com a metade do corpo pra dentro do quarto quando senti ele vir de boca na minha buceta. Ahhhh que delícia aquela língua quente!

Recebi uma chupada profunda, senti a língua me invadir. Me abri mais e rebolei gostoso, gemendo. Ele alisava meu cuzinho melado, tirava a língua, metia o dedo na minha buceta e voltava a chupar e morder minhas nádegas.

Ouvi um sussurro:

– Quero te foder.

Me abri mais, oferecida, dando sinal verde. Quando ele se afastou eu olhei pra trás e o vi tirando o pau da calça. Que delícia! Uma rola grossa, roxa (ele era um tipo moreno quase negro), cabeçuda.

– Espera!

Saí de dentro do carro (estava com metade do corpo sobre meu marido) e não resisti à vontade de abocanhar aquela piroca divina. Enfiei inteira na boca fazendo ele gemer e mamei deliciosamente.

Depois virei de novo me oferecendo. Senti a cabeça encaixar na entrada da minha buceta e encostei os cotovelos no banco, ao redor do corpo do meu noivinho. Ele colocou as mãos na minha anca, na curva da perna com o quadril, segurou e meteu tudo de uma vez, me fazendo sentir uma dor fina lá no fundo do útero.

– AAaaaiiiii… gemi alto me abrindo.

Meu marido se mexeu.

– Amor? falou com a voz bem enrolada.

– Calma, amor, já vamos pra casa, estou te ajeitando e vou dirigindo.

Ele não mantinha os olhos abertos. Eu empurrava minha bunda pra trás e sentia quela piroca grossa deliciosa e enorme deliciosa me arrombando a buceta. Me abria inteira e ouvia o pá-pá-pá, sentindo o saco dele bater no meu grelinho. Levei a mão na buceta e fiquei me siriricando enquanto era fodida com força.

– Vou gozaaarr. Ele avisou.

– Goza dentro, dentro.

Falei sussurrando desesperada por sentir os jatos de porra dele encherem meu útero.

Acelerei a siririca e apertei meu grelo com força esfolando quando senti a pomba dele endurecer e despejar gala dentro de mim. A melhor sensação da vida é isso!!! Gozei muito, rebolando e gemendo, de pernas bambas, naquela piroca deliciosa.

Quando ele tirou eu me virei rápido, coloquei de novo inteira na boca e suguei, mamando os últimos jatinhos fracos de gala e passando a língua e o lábio naquela cabeçona.
Ele se afastou, se ajeitou e eu fechei a porta e fui mole pro banco do motorista.
Ele veio até o meu lado, me deu um último beijo, deu boa noite e eu saí, satisfeitíssima.

domingo, 9 de outubro de 2022

SARAH, A MENINA EVANGÉLICA SAFADA E ANGELICAL 3 - DESCOBERTAS

 Eu estava metendo na bucetinha de menina da Sarinha tão forte que fazia muito barulho em cada estocada. Era muito excitante aquilo. A porta do quarto estava escancarada, mas eu nem me importava. Era normal a minha sogra ficar nos olhando quando estávamos transando ali no quarto de Sarah. Aquela menina era tão safadinha. Gemia sem vergonha.

— Aaaaaaai! Me fode… Isso, mete forte… Aaaaai! — Ela ia falando essas safadezas com sua voz quase infantil, enquanto eu não parava de “maltratar” aquela bucetinha apertadinha de menina.

— Safada! Minha safadinha! — eu dizia, sem parar de meter naquele anjo.

Eu estava totalmente alucinado fodendo a menina que me esqueci de tudo que existia fora daquele quarto. Numa fração de segundos eu olhei a porta aberta, na esperança de ver minha sogra nos olhando, pois eu achava muito excitante quando ela aparecia para ver nossa foda. Porém eu tive a impressão de ver um vulto de uma figura masculina fora do quarto. Tive um susto, mas não parei. Sarah sempre dava umas olhadinhas para a porta. Nesse momento ela virou para a porta com cara de safada como se visse alguém também, e eu metia sem parar. Ela estava tremendo, em pleno orgasmo, e eu já estava gozando também na buceta daquela menina safadinha.

A casa de Sarah tinha corredor entre os quartos. Nesse dia a luz do corredor estava apagada. Estava escuro fora do quarto. Bem que eu reparei que ultimamente a luz do corredor sempre se apagava quando eu estava fodendo a Sarinha no quarto. E a minha sogra nunca mais tinha aparecido no quarto enquanto a gente metia gostoso. Até senti falta disso. Além disso eu sempre fazia questão de comer aquela menina com todas as luzes do quarto acesas. Eu amava olhar aquela menina nua, suas formas, a carinha de criança dela quando eu estava metendo naquela buceta pequena. E com o corredor escuro não dava para ver muito lá fora. Mas eu não me preocupava pois eu só fodia a menina quando o pai dela não estava em casa.

Depois desse dia eu continuei a comer a Sarinha no quarto e confirmei realmente que sempre o corredor ficava escuro quando eu começava a meter na buceta dela. E eu sempre olhava para a porta, mas continuava fodendo a menina, que sempre ficava olhando para a porta também. Um dia a Sarinha estava em cima de mim, cavalgando na minha pica, e eu pude olhar melhor o corredor. Vi nitidamente um vulto de um homem lá no escuro, mas não ousei interromper a cavalgada linda que a Sarinha executava em cima da minha piroca dura. Deixei a menina rebolar bastante na minha pica até gozarmos. Geralmente ficávamos um tempo na cama ainda deitados, mas nesse dia tive o ímpeto de sair logo com a menina. Quando saí no corredor, vi no chão, perto da porta, um líquido grosso, esbranquiçado…

Fiquei meio assustado. Era porra fresca que estava ali. Alguém nos observou e estava gostando. Até gozou ali mesmo no chão, nos olhando. Era o pai de Sarah. Tive certeza. Ele, certamente, nos observava há um bom tempo. Ele gostava de ver a filhinha dele ser fodida. Ele sentia tesão de ver um pau duro entrando na bucetinha pequena da sua menina. Tudo se encaixava. Ele esperava a gente entrar no quarto. Apagava as luzes do corredor e ficava espiando, escondido, perto da porta. Estava explicado o motivo da minha sogra não ter mais ido no quarto nos olhares transando. Ela sabia que o marido estava na porta nos olhando.

Fui embora para casa pensando naquela descoberta inesperada. E agora? O que fazer, sabendo que meu sogro já sabia o que eu fazia com a Sarah? Desde quando ele espiava a gente? Será que ele tinha ciúme de ver a filhinha fodendo com um homem como eu? Eu estava muito pensativo. Me dei conta de que talvez tudo ficasse até melhor, já que o pai da minha namorada já sabia que eu a fodia com frequência, e tudo me levava a crer que ele não se importava, já que sentia tesão em ver a menina fodendo. Mesmo assim, agora eu estava até sem jeito de ir à casa da minha namorada, mas confesso que dava um estranho tesão em saber que o meu sogro me espiava enquanto eu metia na sua filha.

Decidi fingir que nada tinha acontecido. Tomei a decisão de ir à casa de Sarah quando eu sabia que seu pai estava lá, já que ele sabia de tudo. Decidi chegar lá de surpresa. Assim eu fiz. Quando eu ia chegando para bater na porta ouvi a voz de Sarah. Sua voz era inconfundível. Ela estava sorrindo. Parei um pouco e fiquei ouvindo. O som parecia vir da sala. Fiquei curioso. Quando decidi novamente bater na porta para entrar e matar minha curiosidade sobre o que estava acontecendo ali pra deixar minha namorada tão feliz, ouvi uma frase dela que me paralisou:

— Que piroca gostosa, paizinho — Ela falou agora como se não conseguisse falar direito, como se tivesse alguma coisa na boca.

— Tua boca que é uma delícia, filhinha — Respondeu o seu pai meio que gemendo.

Meu Deus! Fiquei chocado! Minha Sarinha estava chupando a pica do pai dela bem ali, na sala da casa dela. E parecia que ela estava gostando muito. Subiu uma raiva, um ciúme, mas inexplicavelmente me veio também um repentino tesão em estar ali ouvindo aquilo. Deu uma vontade de olhar mais de perto. Eu não queria atrapalhar o momento de pai e filha, mas eu precisava ver aquilo. Fui até a porta e tentei abrir. Não sei por que estava aberta. Fui abrindo bem devagar. Eles estavam tão distraídos que nem perceberam. Diácono Francinaldo estava de pé, meio de costas para a porta, enquanto Sarah estava sentada no sofá. Eu sabia que ela estava chupando, mas não via o rosto de Sarah que estava atrás do corpo do seu pai. Ela passou um bom tempo naquela suave chupação suave. Dava outra ver que ela fazia um movimento de cima a baixo, explorando todo o pau do pai, com carinho e voracidade. Daquele ângulo eu não podia ver a boquinha dela chupando, mas eu já via a mãozinha de Sarah puxando a bunda de seu pai como se quisesse meter mais ainda na boca a pica do pai dela. E meu sogro agora praticamente fodia a boca da menina como se fosse uma buceta. Ele estava fodendo pra valer a boca da filha, segurando a cabeça da menina pelos cabelos. Ele socava forte e ela só recebia as metidas na sua boquinha pequena. Eu via somente o movimento de vai e vem do quadril do Diácono Francinaldo. Achei aquilo meio violento, ao mesmo tempo excitante. Ela parecia gostar.

De repente ela tirou o pau da boca e se levantou. A menina já estava nua. Enquanto ela virava de costas pra ele, se apoiando no braço do sofá, ele já ia se livrando da calça social que ainda estava presa nos pés junto com a sua cueca. Ela empinou a bundinha para o seu pai e ele sem demora foi por trás e encaixou o pau na bucetinha da filhinha. Na primeira metida ela já começou a gemer muito e falar coisas muito safadas.

— Aaaai, pai! Aaaaai! Vai paizinho, mete! Vai! Mete forte na tua filhinha — ela não parava de gemer e falar safadezas para o seu pai que só metia e gemia.

— Aaaaaai, filha! Aaaaaai…

A luz da sala estava apagada e apenas a tevê iluminava os dois. Era uma bela cena. Pai e filha fodendo ali na sala. Eu estava escondido perto da porta e vivia um belo momento de voyeur, olhando minha namorada de quinze anos dando a boceta para o próprio pai, ali na sua sala. Eu estava muito excitado vendo aquela cena. Incrivelmente eu não sentia mais ciúmes da minha namorada. Só sentia tesão.

Quando olhei direito vi a cabeça da Irmã Carmen. Ela estava sentada na outra poltrona que ficava de frente pra tevê e oposta a porta onde eu estava. Por isso eu não a tinha visto ainda… Ela estava vendo tudo de pertinho. Que mulher mais surpreendente aquela. Ela aceitava todas as safadezas ali pertinho dela, mesmo não fazendo nenhuma safadeza.

Percebi que Sarinha estava gostando muito de ser comida pelo seu pai. Certamente não era a primeira vez, mas aquilo com certeza era um sonho realizado para ambos. Ela sempre quis dar para o pai. O pai sempre desejou foder a buceta da filhinha desde que ela tinha só dez anos. A mãe antes não queria que o pai desvirginasse a filha, mas parecia aceitar agora que a filha já estava acostumada a levar pirocada de mim todos os dias.

Diácono Francinaldo estava a ponto de gozar. Ele já gemia alto. Gemia e metia sem parar enquanto Sarinha rebolava na pica do pai. Eu estava bem na porta, já preparado para sair sem ninguém perceber, enquanto eu ouvia a menina gemer daquele jeito que eu já conhecia muito bem. Ela estava gozando na pica do seu paizinho. Que lindo! O pai deu um gemido arrastado, gozando na buceta pequena da sua filhinha evangélica.

Não fiquei para ver a sequência dos fatos. Fui para minha casa pensando na loucura surreal que eu acabara de ver. Meu pau ainda estava duro como pedra dentro da minha cueca. Que menina safada era essa minha namorada que dava para o pai daquele jeito? Que mãe safada era essa que deixa a filha transar com o pai na frente dela? Que pai safado era esse que fodia a filha assim na própria sala?

Mal cheguei em casa, peguei o celular e liguei para a Sarah:

— Oi, meu amor… — Falei ainda imaginando a voz de Sarah gozando na pica do pai…

— Oi, meu amorzinho, tudo bem? — Respondeu a menina, do outro lado, com uma voz fraca.

— Tudo, sim. Eu queria ir visitar você, hoje. Você está em casa? — Falei fingindo não saber de nada do que tinha acabado de acontecer.

— Estou sim, meu bem. Pode vir. Mas meu pai tá em casa, amor… — Ela falou isso achando que eu ia me desanimar, como de costume.

— Não tem problema, meu anjo. Estou chegando daqui a pouco aí. Tchau, princesa!

— Oba! Te amo! Te espero aqui… Beijos!

Desliguei e me dirigi novamente para a casa de Sarah. Eu queria ver o “estrago” que o pai da minha namorada tinha causado na bucetinha pequena e apertada da menina. Eu estava com muito tesão. Enquanto eu ia, lembrava da cena de minutos atrás: pai e filha, com todo amor e carinho, com todo tesão, fodendo da forma mais linda e safada que alguém poderia imaginar.

sábado, 8 de outubro de 2022

SARAH, MENINA EVANGÉLICA SAFADA E ANGELICAL 2 - REVELAÇÕES

 — Ai, Sarah, como tua boquinha é gostosa, meu anjo! — eu disse enquanto ela metia minha piroca dura na sua boquinha de menina.

— Obrigada! — Ela respondeu sorrindo, quase não conseguindo falar, pois minha pica estava metida dentro da sua boca macia e pequena.

Como poderia ser verdade, aquela menina evangélica linda como um anjo, com cara de criança pura e inocente, estar ali com meu pau na boca chupando tão deliciosamente? Era bom demais… Era tão bom que me despertou uma legítima curiosidade: como aquela anjinha teria aprendido a fazer sexo oral de forma tão habilidosa e tão inexplicavelmente gostosa?

Logo depois de comer aquela menina de todas as formas possíveis e principalmente foder bastante a boquinha daquela pequena menina safada e encher a boca dela do meu gozo, deitamo-nos no colchão e olhamos. Eu estava totalmente apaixonado e louco por aquele anjo menina.

— Como você aprendeu a chupar tão gostoso, hein, princesa? — perguntei, curioso, enquanto ela brincava com seu pequeno clitóris com cara de menina sapeca querendo gozar mais uma vez.

— Não posso falar — Respondeu ela, meio desconfiada, desviando o olhar do meu.

Essa resposta despertou mais ainda minha curiosidade. Eu passava a ter certeza de que aquela menina evangélica com jeitinho angelical não era tão inocente assim. Eu só sabia que ela era virgem antes de mim, porém parecia que ela já tinha tido alguma experiência antes que eu a conhecesse. Será que ela já tinha chupado um pau antes? Mas como, se ela era ainda tão novinha? E onde teria sido se eu sabia que ela quase nem saía de casa? Como ela fez alguma coisa se seu pai era tão bravo e só permitia que ela saísse para ir até a igreja e para a escola?

— Tudo bem, meu anjo! Eu só queria saber quem foi que te ensinou a chupar uma piroca tão bem — Falei em tom de brincadeira.

— Semana que vem será meu aniversário, amor… — Desconversou, Sarah — O que você vai me dar de presente, amor?

— O que você quer ganhar, meu anjo?

— Ah! Não sei… O que você quiser me dar eu aceito — falou a menina com aquele sorrisinho sapeca.

— Ah! Já sei o que vou te dar! — falei, lançando um olhar sacana para ela.

— É de comer?

— É muito gostoso! — Provoquei.

— Ah! Lembrei que meu pai vai me d… — não completou a frase!

— Teu pai vai te dar… O quê? — completei a frase dela com uma pergunta.

— Ah! Esquece! — Respondeu ela com um jeito estranho.

— Ah! Agora quero saber.

— Ah! Nada demais… — Respondeu ainda com aquele jeito de quem estava escondendo algo.

— Então fala, amor — insisti sorrindo.

— Uma viagem! Pronto! Falei… — Respondeu murmurando e revirando os olhos.

— Uma viagem? Que legal! Pra onde?

— Ah! Não sei. É que meu pai vai me dar um presente que ele me prometeu desde os meus dez anos: essa viagem.

— Olha! Muito bom pra você, amor. Mas quem vai na viagem? — perguntei interessado.

— Só eu e ele — Respondeu ela olhando meus olhos com certa hesitação na voz.

— Mas pra onde? — Indaguei, desconfiado.

— Não sei… — Seu olhar era de menina que está querendo fazer alguma coisa errada.

— Como assim?

Depois desse momento aquela menina ficou muito estranha. Calada. Quase triste. Eu também nada falei mais. Só fiquei observado a menina por um bom tempo. Me vesti. Fui à geladeira tomar um suco de laranja. Voltei.

— Bom, já estou indo, Sarah.

— Roberto, preciso te confessar uma coisa… — Falou com um tom muito sério.

— Pode falar, amorzinho — Tentei falar com um tom natural, mas realmente eu já estava preocupado.

— Promete que não vai me julgar? — Quase chorando ela falou fitando meu rosto.

— Você pode me contar qualquer coisa, meu anjo. Jamais iria te julgar, Sarah — Acalmei-a, dando-lhe um beijo em seus lábios pequenos.

— Eu já sei chupar desde pequena… — confessou, olhando para baixo.

— Como assim?

— Desde muito pequena que eu sou viciada em chupar piroca. Eu amo ver um pau duro. O cheiro forte de pica sempre me deixou louca. Eu era uma criança muito sapeca…

— Como assim, amor?

— Minha mãe percebeu logo minha curiosidade por coisas de sexo. Com cinco anos ela me flagrou pegando no piu piu do meu primo e me colocou de castigo por uma semana.

— Mas isso é normal, amor. Curiosidade de criança…

— Mas eu não parei, amor. Sempre que eu podia fugir dos olhos da mamãe eu corria na casa do meu priminho, que era bem ao lado da minha casa, e ficava pegando no pintinho dele. Eu só sabia ficar pegando e apertando até então. Eu ficava distraída brincando com ele de “pegar no pinto”. Ele, que tem minha idade, era um menino muito bonitinho, tinha um pintinho lindo, todo rosadinho. Eu ficava tocando no pinto dele, e aquele piruzinho ficava bem durinho. Eu adorava ver o pinto do Lucas ficar duro. Era igual uma mágica. Eu me sentia poderosa. E o Luquinhas, que também já era safadinho, adorava meus toques. Era tudo como uma brincadeira. Sempre escondido dos nossos pais. Nós dois já tínhamos noção que aquilo era algo “errado” … Quando dava, eu também o deixava bolinar minha periquita, mas eu gostava mais, na época, de me bolinar sozinha, no banheiro. Só sei que aquele menino ficava louquinho com minha mãozinha pegando no pauzinho dele.

— Nossa, Sarah! — eu nunca imaginei isso. Que excitante! Continua, amor…

— Pois é… Continuando: eu já tava viciada naquilo. E eu passei a ficar louquinha com aquele cheirinho do pinto dele. Era tão bom. Já com sete anos, comecei a encostar no meu nariz e ficar cheirando aquele pau de menino. Era realmente muito bom. Até o cheirinho de mijo dele era uma delícia pra mim. Com o tempo passei a lamber a cabecinha daquele pauzinho. Ele “esfolava” a pelezinha e eu lambia. Era uma delícia. Não demorou e eu já colocava a pequena pica do Lucas todinha na minha boca. Eu não sabia explicar o porquê, mas eu sentia um enorme prazer na boca, fazendo aquilo. Era viciante. O Lucas aprendeu a chupar minha bucetinha também. Eu ficava toda arreganhadinha pra ele sem nenhuma vergonha. Era uma delícia aquilo, e o fato de ser proibido dava uma sensação inexplicável. Isso tudo era na pura inocência, sem que nunca tivéssemos visto um único vídeo ou mesmo foto de sacanagem.

— Uau, amor!

— Mas minha mãe um dia me pegou com o pinto do Lucas na boca, atrás da casa dele. Ela brigou comigo, mandou o Lucas ir pra casa dele. Eu pensei, nesse dia, que minha mãe me mataria. Eu tinha certeza que eu levaria uma surra fenomenal naquela manhã. Mas minha mãe me chamou no quarto dela e fechou a porta.

— E aí? O que ela fez?

— Ela olhou bem pra mim e ficou séria, e começou a contar como ela era na infância. “Filha, eu era igualzinha a você, ou pior”, ela começou a fala dela com essa frase. E continuou dizendo que era uma menina muito sapeca e fazia isso desde os sete anos. Que chupava o pinto de todos os meninos da rua e até dos primos e depois até dos tios… Ela falou que os meninos maiores chamavam ela de putinha e passaram a fazer tudo com ela. E ela gostava. Então ela foi me explicando tudo. Como era o sexo. Falou como os meninos metem nas meninas e como é muito gostoso dar a bucetinha e como dar o cuzinho dói mas é muito gostoso. Falou que fez sexo oral em todos os meninos da rua dela, os meninos da escola, todos os da família, desde primos e até os irmãos mais velhos dela. E por fim passou a transar com meninos maiores, depois adultos, e depois, começou a dar a bucetinha para muitos homens casados antes de conhecer meu pai. Parecia que era um desabafo. Ela estava me contando tudo. Falava do quanto ela era safada até, finalmente, se converter e conhecer meu pai na igreja, e se casar muito nova ainda.

— Nossa, eu nem imaginava isso da tua mãe… Estou perplexo, meu amor.

— Pois é. Ela mudou muito, atualmente. Mas depois daquele dia que ela me confessou tudo isso, ela passou a me prender em casa, dizendo que não iria permitir que eu fosse uma pecadora como ela foi, nessa idade, e eu me tornei uma menina muito triste com isso. Talvez pelo que ela me contou sobre chupar seus próprios irmãos e seus tios, aquelas cenas que eu imaginava, não saiam da minha cabeça. Fazer safadezinhas com parentes passou a ser algo normal, na minha cabecinha de criança, mas eu nunca mais fiz nada por muito tempo. Fiquei especialista em me masturbar. Eu era uma criança muito sexualizada e eu descarregava toda aquela energia sexual na masturbação. Era mais comum no banheiro, no meu quarto e na sala, debaixo do cobertor, mas eu chegava a me bolinar até na hora do almoço, sem meus pais perceberem… Já lá pelos meus dez anos eu comecei a sentir a transformação no meu corpo. Meus seios começaram a despontar. Meu bumbum ficou mais arrebitado. Ganhei mais curvas, mesmo com cara de criança. E foi aí que meu pai entrou na história.

— Como assim? Seu pai?

— Meu pai era um pai muito carinhoso comigo. Sempre foi. E eu nunca mais fui inocente novamente, mesmo com minha mãe me prendendo em casa. O fato é que o único homem com quem eu tinha contato era com meu pai. Eu passei a nutrir um sentimento diferente por ele. Na verdade não sei exatamente quando começou, mas eu lembro que eu adorava sentar no colinho dele e sentir ele me fazendo carinho na cabeça. Eu amava ficar abraçadinha com ele. Eu sentava arreganhadinha em cima dele com as perninhas em volta da sua cintura. Eu ficava me mexendo em cima do pau dele. No começo era só eu que ficava excitadinha mas com o tempo percebi que meu pai também ficava excitado porque o pau dele ficava muito duro em baixo de mim. Eu gostava de saber que ele estava excitado e ficava brincando, rebolando, esfregando minha bucetinha nele.

— Seu pai não resistiu, né? — Falei, achando aquilo a história mais excitante do mundo.

— Pois é… Comecei a perceber que meu pai passou a olhar meu corpo. Eu adorava. Eu amava me exibir pra ele, mas o problema é que eu era obrigada a usar aquelas roupas comportadas. Tive a ideia de começar a trocar de roupa no quarto dele, pra ele me ver nua.

— Uau, amor. E ele não brigava com você?

— Na primeira vez ele me brigou, mas eu, toda dengosa pedia pra ele deixar eu trocar de roupa ali mesmo. Ele cedia. Ele queria me ver nua. Ver minhas formas. Minhas curvas de menina se formando. Minha bundinha arrebitada. Meus peitinhos surgindo. Minhas coxinhas magras mas torneadinhas. Mas, principalmente, minha bucetinha de menina, que já era inchadinha e gostosa. Eu já tinha dez anos. Com o tempo eu já estava acostumada a ficar nuazinha na frente do meu pai. Ele já olhava diretamente para minha bucetinha sem disfarçar.

— Nossa! Que menina safadinha era você, hein, Sarah! — Falei, excitado.

— Eu era, mesmo! Mas o problema é que minha mãe percebeu minha safadeza com meu pai…

— Ela brigou com você?

— Não! Ela agiu de um jeito inesperado.

— Como assim?

— Ela me permitiu que eu fizesse coisas com meu pai.

— Permitiu?

— Ela sabia que eu era safadinha. E ela não queria que eu me tornasse uma putinha como ela era nessa idade. Ela observava também que meu pai já sentia um tesão enorme pela filhinha dele, e ela sabia que ele não me faria mal. Então ela conversou abertamente com meu pai. Não sei exatamente o que ela conversou com meu pai, mas, basicamente, eu poderia brincar com ele como eu quisesse, só não poderia ser penetrada por ele.

— Nossa! Tua mãe é surpreendente mesmo!

— Eu também me surpreendi. Meu pai no início resistiu. Depois dessa conversa com minha mãe ele passou mais ou menos um mês meio afastado de mim. Ele tinha medo de estar pecando pois ele já era diácono da igreja nessa época. Mas depois eu voltei a me aproximar. Ficar peladinha na frente dele. Sentar-se no colo dele. Foi natural. Com o tempo eu já me sentava nua no colo dele. Ele ficava excitado, mas só me abraçava. Aos poucos ele foi se deixando levar pelo tesão de pai e passou a me acariciar inteirinha. Passou a me apalpar, principalmente minha bundinha. Um dia ele não resistiu e tocou meus seios pequenininhos, apertou, e logo começou a mamar meus mamilos com carinho. Nossa! Eu estava achando maravilhoso aquilo. Era sempre na sala, quando minha mãe não estava por perto. Ele tinha vergonha de fazer diante da minha mãe. Ele se acostumou a chupar meus peitinhos no sofá. Uma vez ele me chupando levou a mão até lá em baixo, na minha bucetinha de menina. Ele ficou louco quando percebeu que eu estava toda meladinha. Ele me deitou no sofá e chupou minha bucetinha com vontade. Gozei bem rápido. Gozei três vezes seguidas gemendo descontrolada na sala. Minha mãe viu e não falou nada. Virou costume ele me chupar na sala, me fazer gozar várias vezes com sua boca, com minha mãe assistindo tevê, e logo depois eles corriam pro quarto. Eles iam transar. Eu ficava ouvindo. Minha mãe sempre gemia muito.

— Que loucura — eu falei quase sem acreditar.

— Loucura mesmo. Mas depois eu desejei muito chupar a piroca do meu pai. Mas ele não tirava a roupa na sala quando me chupava. No máximo ficava só de calça. Uma vez eu chamei ele no meu quarto. Ele veio. Eu tirei toda minha roupa bem rápido e o abracei. Ele não me resistia. Beijei meu pai na boca pela primeira vez. Foi mágico. Senti um tesão enorme. Fui tentando tirar a roupa do meu pai. Ele resistiu um pouco mas foi deixando. Tirei a camisa de botões. Tirei a calça social deixando ele somente de cueca. Eu estava ansiosa pra ver o pau de meu pai. Baixei a cueca e vi o pau dele bem duro. O pau dele é lindo, não muito grande, com a cabecinha rosada. Automaticamente eu encostei meu rostinho naquele pau e senti o cheiro maravilhoso de um pau novamente. “Te amo, pai”, falei isso e já fui chupando aquela piroca linda. Meu pai estava tão excitado que não demorou pra gozar. Gozou meu rosto inteiro. Era novidade pra mim pois quando eu chupava o meu priminho, ele nem gozava ainda. Caiu um pouquinho de porra na minha boca mas não fiquei com nojo. Senti um gosto meio azedinho, levemente doce, um cheiro forte, e uma consistência meio pegajosa na boca. Adorei a experiência. Eu tinha feito meu pai gozar com minha boquinha de menina. Isso foi tão bom que passou a ser rotina também. Toda hora eu queria chupar meu pai e ele também queria meter aquela piroca linda na minha boquinha. Na cozinha, no banheiro, na sala, até quando minha mãe tava lá eu chupava ele, e minha mãe via tudo e não falava nada. Meu pai também passou a chupar minha bucetinha e eu adorava, gozava várias vezes na boca dele depois fazia ele gozar na minha. Eu me viciei em sentir o gosto da porra do meu pai na minha boca. Só que meu pai…

— Teu pai o que?

— Ele queria mais… Ele queria meter em mim e eu implorava pra ele meter na minha bucetinha. Mas minha mãe não permitiria isso e meu pai tinha medo. Mas ele teve uma ideia…

— Que ideia?

— Meu cuzinho…

— Uau! Safado esse teu pai, hein!

— Pois é. Ele resolveu que ia comer o meu cuzinho, escondido da minha mãe. E foi o que aconteceu. Na primeira vez eu nem gostei muito. Doeu. Mas depois eu fui gostando. Com o tempo eu que já pedia pra ele comer meu cuzinho. Fiquei viciada agora em dar o cu pra o meu pai. E ele comia meu cuzinho sempre que dava. E eu fui ficando maiorzinha, acostumada com isso. Já era minha rotina dar o cu pro meu paizinho. Eu amava. Eu era feliz com aquilo. Só que pela parte do meu pai não era tão maravilhoso assim, pois ele passou até a se afastar da igreja por causa disso e todos foram percebendo. Chegou ao ponto de ele não querer mais transar com minha mãe porque ele só queria o cuzinho apertado da filhinha dele. Eu já estava com quase onze anos quando meu pai começou a ter umas crises de culpa. Ele dizia que era pecado o que fazíamos e ele queria se reconciliar com Deus. Mas mesmo assim ele continuou me comendo todos os dias sem minha mãe saber, até que aconteceu uma coisa…

— O quê?

— Minha mãe flagrou quando meu pai estava com o pau enterrado todinho no meu cuzinho, e eu gemendo como uma putinha, no banheiro.

— E aí? O que aconteceu?

— Foi uma briga enorme entre meu pai e minha mãe. Quase houve separação.

— E sua mãe não brigou com você também?

— Pra mim sobrou uns tapas na cara dados pela minha mãe e um castigo de um mês sem sair nem pra igreja.

— Tadinha!

— Estava tudo acabado. Minha felicidade acabou. Meu pai parou de me comer, e nem sequer deixava eu dar uma chupadinha na sua piroca linda. Ele voltou pra igreja.

— Mas ele ainda sentia tesão por você?

— Sim, muito. Mas o máximo que meu pai fez foi me prometer uma viagem, só eu e ele, quando eu completasse meus quinze anos, onde ele deu a entender que tiraria o cabacinho da minha bucetinha. Então ele se afastou e eu fiquei, praticamente, num jejum de pica até quando eu conheci você, na igreja…

— Mas você nunca mais fez nada com ninguém?

— Somente um pastor bem mais velho que eu chupei, e um primo meu que veio passar uns dias aqui em casa e comeu meu cuzinho duas vezes… E minha prima, que é lésbica, mas ninguém sabe na igreja, que de vez em quando chupava minha bucetinha, e me deixava chupar a bucetona gorda dela, quando ela vinha dormir aqui em casa. Fora isso, nada, e eu não aguentava mais ficar sem sexo. Até que você chegou e me salvou…

— Sou teu herói — Falei rindo, ainda estupefato com todas aquelas declarações bombásticas.

Mas isso tudo explicava muita coisa. Estava explicado o motivo da Irmã Carmen reagir com tanta naturalidade as putarias que eu fazia com a filha dela, mesmo ela observando tudo de perto. Ela estava acostumada a ver a menina chupar o próprio pai, na frente dela, e chegou até a flagrar a menina dando o cuzinho pra ele. Estava explicando os olhares que a minha sogrinha me dava, dando a entender que sentia desejo por mim também. Realmente ela foi uma mulher muito safada no passado, e com certeza ainda havia muito dessa safadeza dentro dela. Talvez eu descobriria. Estava explicado o ciúme exagerado do pai de Sarah, que não permitia que a moça saísse de casa. Ele, com certeza, tinha medo de que a menina ficasse viciada em outra pica que não fosse a dele. Estava explicado a “permissão” que Irmã Carmen deu a mim para descabaçar a menina e ter livre acesso a casa dela para foder a sua filhinha à vontade, a qualquer hora que o seu marido, pai de Sarah, não estivesse em casa. Estava claro que ela apesar de permitir à menina chupar o próprio pai, não queria que o pai comesse a própria filha, pelo menos não com aquela idade. Havia também um certo ciúme, pois o pai estava gostando mais do cuzinho da filhinha pequena do que a própria esposa, então ela não aceitaria isso. Ela preferiu deixar outro homem comer primeiro a filhinha dela do que deixar o marido comê-la. Entendi todas essas coisas e fiquei pensando como seria dali para frente.

Como o pai da menina reagiria quando soubesse que a filhinha dele não era mais virgem e eu tinha tirado o cabacinho dela com o consentimento da mãe?

Como eu iria olhar agora para minha sogra, sabendo que ela era uma mulher safada vestida em roupas de mulher evangélica recatada?

E como eu poderia conviver com a ideia de compartilhar a minha linda namoradinha novinha com o próprio pai? Será que ele ainda estava querendo levar a filha numa viagem para comer a menina à vontade?

E como acreditar que aquela menina seria uma namorada fiel já que ela mesma confessou que era viciada em piroca, e piroca é o que não falta por todos os lados?

Eu não saberia responder a essas perguntas. Só me restava viver para saber no que tudo isso iria dar. Continuei comendo aquela menina de todas as formas, fazendo ela gozar muito com minha boca, com minha pica, e gozando muito na boquinha da linda e angelical Sarah.

O seu aniversário de quinze anos chegou. Comemoramos muito. O pai de Sarah não levou ela para viajar. A Irmã Carmen, sempre muito gentil comigo. Descobri também que a minha sogra era muito gentil com uns irmãos da igreja. Eu e a jovem e linda Sarah continuamos fodendo muito. Tudo seguia às mil maravilhas até eu descobrir o que Sarah andava fazendo com seu pai, e sua mãe começar a me chamar pra orar com ela…

sexta-feira, 7 de outubro de 2022

SARAH, MENINA EVANGÉLICA SAFADA E ANGELICAL

Eu conheci a Sarah na igreja. Lembro a primeira vez que a vi. Vestido longo, porém, bem justo. Dava para ver o formato do corpo daquela menina. Ela tinha apenas catorze anos, mas tinha um corpo muito bonito. Era inevitável olhar as curvas daquela menina. O bumbum empinado. Cintura fininha. As coxas não ficavam à mostra, claro, mas dava para ver que eram torneadas.

Eu olhava aquela paisagem por trás, meio na diagonal, mas dava bem para ver os seios bem desenhados daquela jovem, não eram grandes, mas lindamente buchudinhos. Ainda nem tinha visto o rosto, mas eu estava gostando daquela visão do paraíso à minha frente. Eu sempre fui meio safado, então eu costumava ficar olhando o bumbum das irmãs da igreja. Geralmente dava para ver a marca da calcinha sob a saia delas. As mais comportadas usavam calcinhas grandes, talvez não apenas por serem confortáveis, mas porque essas irmãs eram realmente recatadas. Algumas usavam calcinhas menores. Eu gostava quando dava para ver que elas usavam fio dental. Eu ficava imaginando aquelas irmãs só de calcinha. Mas olhando a bundinha arrebitada de Sarah eu não conseguia ver marca alguma de calcinha. Fiquei intrigado com isso, curioso como seria a calcinha daquela menininha.

Na verdade, eu sempre fui um homem muito safado, e sexo era tudo que eu sempre procurava. Foi por isso que eu fui para a igreja. Cheguei a pegar várias irmãs dali, inclusive, casadas, porém eu demonstrava ser um irmão santo e comportado para a maioria dos irmãos da igreja. Era muito gostoso fazer loucuras com aquelas mulheres que aparentemente eram santas, mas na cama se transformavam em verdadeiras putas. Depois que eu fui para a igreja eu não queria outra vida. Era bom demais. Eu nunca fui nenhum Dom Juan, muito menos um cara que se destacasse pela beleza, porém eu sabia como seduzir as crentes. Tornei-me especialista nisso.

Mas nesse dia eu estava ali apreciando a bundinha daquela irmã novinha que eu nunca tinha notado na igreja. Ainda nem sabia seu nome. Nem tinha visto o rosto da menina. Mas quando finalmente ela olhou rapidamente para trás aconteceu algo inesperado comigo. Eu vi o rostinho de um anjo. Fiquei imediatamente apaixonado por aquela menina. Foi algo totalmente arrebatador. Fazia tempo que eu não sentia algo assim. E era até complicado pois ela era muito jovem para mim. Eu tinha acabado de completar trinta anos e ela nem quinze tinha. Era tão diferente. Eu não só desejava a menina, mas quiz namorar aquele anjo.

Foi incrível pois na primeira vez que nossos olhares se encontraram parece que ela também imediatamente gostou de mim. Deu-me um sorriso lindo. Foi quase um milagre. Que sorte a minha ela ser dessas meninas que não se interessam por esses moleques da idade dela. Ela gostava de homens mais velhos como eu. Foi natural a nossa aproximação. Logo estávamos namorando. Tive que pedir para o pai dela que era diácono na igreja. O homem era do tipo “pai bravo”. Diácono Francinaldo era pouco simpático, mesmo assim logo eu estava frequentado a casa dela. Ganhei a confiança dos pais dela apesar de que a mãe, Irmã Carmen, sempre foi mais simpática que o pai, mas tudo passaria a ficar muito bom para mim.

Sarinha era virgem. Sua mãe era muito cuidadosa com a filha, sempre estava de olho. Mas sempre que possível eu dava uns amassos muito gostosos na menina. Depois de um tempo eu já tinha livre acesso aos seios da pequena Sarah. Que coisa deliciosa era pegar nos peitinhos dela e deixar ela louquinha de tesão. Lembro a primeira vez que pude chupar aqueles mamilos… Nossa! Foi muito excitante. Quase gozei só de sentir aqueles seios de menina na minha boca. Daí para frente só foi esquentando mais.

Passei a acariciar as coxas dela em busca da bucetinha daquela menina. Quando uma vez finalmente meus dedos subiram até chegar na buceta jovem da garota, para minha surpresa, descobri que apesar das saias e vestidos longos ela não costumava usar calcinha. Fiquei sabendo que desde criança ela tinha esse costume que era permitido por sua mãe, mas seu pai nunca soube disso. Era uma festa a partir daí. Eu estava viciado em passar meus dedos naquela buceta de menina. Ela ficava muito melada só com meus beijos. Quando eu tocava na sua buceta pequena ela delirava. Era tudo muito rápido e me deixava muito excitado. Todas as vezes que eu voltava de sua casa, quando eu chegava em casa eu quase morria de gozar, me masturbando, pensando na buceta da menina.

Ela, até então, só sentia o volume do meu pau. Nunca tinha dado tempo de deixá-la pegar nem ver minha vara. E eu queria que ela tomasse a iniciativa de querer ver meu pênis duro. Um dia eu estava na casa dela, pela manhã, a mãe dela saiu. Foi na feira bem rápido. Então, nesse dia, como eu esperava, ela ficou passando a mão no volume por sobre a minha calça social.

— Quer ver? — Perguntei, muito excitado.

— Sim! — Respondeu ela rapidamente, como criança querendo chocolate.

Os olhos da menina brilhavam. Num movimento rápido desabotoei a calça e abri o zíper. Ela viu admirada o volume na minha cueca boxer. Eu baixei a cueca imediatamente, e ela ficou vidrada na minha piroca que neste momento estava dura como uma barra de ferro. Ela foi logo pegando com curiosidade e com tesão, tocava cada pedacinho do meu pau como se examinasse cuidadosamente aquela parte do meu corpo. Eu estava sentado no sofá da sala e ela estava ajoelhada no carpete me masturbando deliciosamente desajeitada. Eu fui subindo o quadril, aproximando o meu pau do rostinho dela. Ela olhou nos meus olhos e deu um sorriso sacana, como quem tinha entendido minhas intenções. Ela aproximou o nariz bem perto da cabeça do meu pau, inspirou forte como se acabasse de sentir um aroma da comida mais gostosa do mundo. Nesse momento ela se transformou. Foi natural. Ela levou a minha pica até sua boca como quem já tivesse experiência com aquilo, e começou a me chupar como nunca fui chupado na vida. Meu Deus! Era como se ela tivesse o dom da chupação. Nem parecia que ela era inexperiente e nunca tinha sequer visto um pau de perto ou tocado num. Que boca macia aquela menina tinha. Era muito evidente que ela estava fazendo aquilo com gosto, com satisfação, e melhor, com prazer. Ela estava amando sentir meu pau na boquinha. Eu queria gozar, mas não quis assustar a menina com uma gozada na boca logo no primeiro boquete da vida dela. Eu queria que ela se acostumasse primeiro com meu sêmen depois quisesse aquilo na boca. De repente eu senti o gozo chegando e tentei rapidamente tirar meu pau da boquinha dela, mas ela resistia.

— Eu vou gozar, amor… — Falei sussurrando enquanto ela só me olhou sorrindo, como se quisesse que eu gozasse na sua boca.

O gozo já estava na iminência. Por via das dúvidas tirei a pica da boquinha dela, mas não deu tempo de nada, voaram jatos de porra fresquinha no seu rostinho angelical, e também na sua blusa. Ela sorriu como menina sapeca que faz traquinagens.

Meu Deus! Que menina! Que boca! Que chupada! Que boquete delicioso aquela menina com cara de criança sabia fazer. Era inacreditável.

Não passaram nem cinco minutos e sua mãe chegou. Só deu tempo de ela limpar o rosto e tentar limpar a blusa suja de gala. Acho que a mãe dela percebeu algo naquele dia, porém não comentou nada. A Irmã Carmen, mãe de Sarah, era uma mulher de trinta e dois anos, só dois anos mais velha que eu, mas devido às roupas e a ausência de vaidades ela aparentava ter mais de quarenta. Apesar disso Irmã Carmen era uma mulher muito bonita. A Sarah parecia muito com a mãe. Aquela mulher era, aparentemente, uma típica evangélica pentecostal, só usava saias abaixo do joelho, cabelos longos. Mas dava para ver que aquela jovem senhora não era nada boba.

Outro dia Sarah pediu que eu a ajudasse a resolver uns exercícios da escola, de língua portuguesa. Não sei por qual milagre a Irmã Carmen permitiu que eu ficasse no quarto dela com a porta fechada. Comecei a ensinar a menina, mas logo estávamos nos beijando. Como Sarah beija bem! Percebi que ela já queria ver meu pau novamente. Ficava acariciando por cima da calça. Como a porta estava fechada não me preocupei. Deixei-a abrir minha calça e tirar minha cueca aproveitei e tirei minha camisa e fiquei totalmente despido para ela. Ela abocanhou minha pica com gosto. Realmente aquela menina gostava de chupar. Chupou muito por um bom tempo, quase me fazendo gozar, mas segurei.

Enquanto ela me chupava deliciosamente eu já tentava tirar sua blusa. Ela deixava. Tirei a blusa e passei a chupar novamente seus peitinhos. Desci pela barriga da menina até o umbigo ela se contorceu e gemeu baixinho. Continuei descendo minha boca chegando até sua saia cor de rosa. Fui baixando a saia. Ela deixava. Tirei a saia completamente e ela ficou toda nua. Que coisa linda, aquela menina evangélica ali peladinha arreganhadinha para mim. Era até emocionante! Fui beijando até chegar na buceta suculenta. Lambia gostoso aquele grelo pequeno. Ela tremeu toda. Passei a chupar com vontade e ela começou a gozar freneticamente na minha boca gemendo descontroladamente. Nesse momento ouvimos três batidinhas na porta e a voz de sua mãe dizendo:

— Filha! O lanche já tá pronto. Vem logo com o Roberto lanchar.

— Já estamos indo, mãe! — gritou ela para a mãe enquanto meu rosto ainda se encontrava entre suas perninhas torneadas.

Com tal susto, logo nos vestimos e fomos comer o lanche feito pela sua mãe.

Depois eu fiquei sabendo que sua mãe tinha uma relação muito próxima com sua filha. Sarah me confessou que ela contava tudo que acontecia entre mim e ela para a sua mãe. Ao contrário do pai, de quem ela escondia tudo, pois ele era um pai muito ciumento. Eu confesso que fiquei assustado. Chegou a dizer que no dia que ela me chupou no sofá da sala dela, a mãe tinha saído de propósito só para nós ficarmos à vontade. E naquele dia que eu chupei a buceta dela e a fiz gozar na minha boca ela estava ouvindo tudo esperando a filha gozar para só depois nos chamar para lanchar. Fiquei temeroso, mas a Sarah me disse que a mãe dela não era como seu pai, e estava gostando de a filha estar crescendo e se tornando uma mulher aos poucos, e eu não tinha com o que me preocupar, a não ser que o pai dela descobrisse. Eu não entendia como a mãe, sendo uma mulher evangélica, aceitava que eu fizesse tudo aquilo com a filha dela, mas eu imaginei que ela era uma evangélica diferente e só seguia aqueles costumes por causa do marido. Minha namorada novinha também me contou que a mãe dela falava sobre sexo com ela frequentemente. Dava muitos conselhos. E a filha sempre contava tudo a ela e só fazia algo com o consentimento da mãe.

Os dias passaram e passou a ser frequente eu chupar a menina e fazer ela gozar na minha boca. Isso sempre acontecia somente nas vezes em que seu pai não estava em casa. Eu chegava a chupar a menina na sala enquanto a mãe estava logo ali na cozinha fazendo a comida. Sarah não usava calcinha e passou a usar vestidos fáceis de serem levantados, quando estávamos juntos. Era uma festa. E sempre logo depois de Sarah gozar ela, a mãe, surgia para “interromper”. Parecia que era combinado. Eu estava até gostando daquela situação, toda aquela liberdade com uma menina de catorze anos dentro da sua própria casa com o consentimento da sua própria mãe. Eu já gozava na boca da menina e ela gostava. Ela por sua vez estava viciada em gozar na minha boca. Apesar disso eu não tinha conseguido tirar a virgindade da buceta daquela jovem e toda vez que eu estava quase conseguindo meter a mãe dava um jeito de interromper chamando a menina na porta. O máximo que eu tinha conseguido era esfregar meu pau na entradinha da buceta melada com ela toda arreganhada para mim.

Um dia o pai de Sarah teve que viajar numa campanha em outra igreja, por uma semana, e sua mãe me fez uma proposta inusitada: sugeriu que eu fosse dormir na sua casa nesses dias pois tinha medo de ficar só com sua filha em casa. Pediu que eu não comentasse nada com seu marido nem com os irmãos da igreja. Aceitei na hora, claro, apesar de achar estranho o pedido. Parecia que ela estava entregando a filha totalmente para mim. Eu tinha ganhado total confiança daquela mulher tão séria e recatada.

Nesse dia fiquei muito eufórico com a ideia de dormir na casa de Sarah. Cheguei cedo na sua casa, fui recebido com muita gentileza nessa noite, mais do que o normal, então ficamos um tempo assistindo a uma novela na tevê. Após a novela a minha inocente e gentil sogra nos convidou para a cozinha onde tinha uma mesa. Ela tinha preparado um jantar bem gostoso. Percebi que minha sogra, além de ser muito gentil, educada e bela, também cozinhava muito bem. Comemos e ficamos os três conversando à mesa por um tempo.

Passaram umas horas de boa conversa onde ela contava histórias de quando Sarah era criancinha, e quando ela ficava brincando nua pela casa e não gostava de usar calcinha e de como seu pai ficava bravo com aquilo. Depois a Carmen me chamou e me mostrou um quarto onde eu dormiria naquela noite.

— Esse é o nosso quarto de hóspede, Roberto. Você pode ficar à vontade aqui nessa noite — disse ela com um sorriso gentil no rosto — você pode ficar conversando com a Sarinha no quarto dela até as onze horas. Eu já estou indo dormir. Boa noite!

— Boa noite, irmã — Falei agradecido — e muito obrigado pela sua hospitalidade, Carmen.

Ela sorriu quando eu a chamei pelo seu nome e se dirigiu a seu quarto enquanto dizia à filha:

— Cuidado, filha! — com um semblante agora mais sério, enquanto Sarah já ia me puxando para o seu quarto.

Chegando lá não perdemos tempo. Fomos logo nos beijando e nos acariciando. Num instante já estávamos sem roupas na cama da menina. Eu comecei a chupar aquela bucetinha de menina e percebi que ela estava exageradamente melada. Pensei: “é a hora certa, hoje é o dia…”. Coloquei minha pica na entrada na buceta da menina e ela me olhava com um olhar meio apreensivo. Ela sabia que naquele momento ela iria perder sua virgindade. Mas eu não meti logo. Olhei bem nos seus olhos e fiquei dizendo que a amava, acariciando seu rostinho, enquanto pincelava meu pau duro na entradinha melada. Eu estava torturando a menina.

— A camisinha… — Ela falou com olhar de preocupada, esticando a mão debaixo de um travesseiro pegando um preservativo e me deu — minha mãe disse para eu ter cuidado, lembra?

Eu sorri, surpreso, e coloquei rápido a camisinha e continuei a tortura. Dei sequência às pinceladas maldosas na buceta da menina e ela se contorcendo de tesão. Eu queria que ela pedisse para eu meter. E foi o que naturalmente aconteceu:

— Mete, meu amor! Mete, vai! — Ela falou, toda dengosa — Por favor, amor, por favor, mete, mete logo, amor — Ela dizia isso já meio gemendo.

Era lindo ver ela implorando para eu meter minha pica na sua bucetinha virgem. Não aguentei e meti a cabeça. Ela deu um gritinho. Logo em seguida eu meti o resto da pica, meio devagar, mas bem forte, tudo de uma vez para romper o cabacinho da menina numa única metida. Ela fez uma leve caretinha de dor, então eu parei na hora… Deixei meu pau lá dentro, metidinho. Aos poucos fui mexendo… Ela estava realmente muito excitada, eu percebi pois logo a expressão dela mudou e dava para ver o prazer que ela estava sentindo com meu pau inteirinho na sua buceta de menina. Eu passei a bombar bem ritmado e ela passou a gemer de uma forma bem gostosa.

— Ai, amor! Isso é tão g… — ela nem conseguia terminar uma frase e só conseguia gemer de forma descontrolada com sua voz meiga de adolescente.

Ela começou a se tremer todinha e percebi que ela já estava prestes a gozar. Os gemidos ficaram bem agudos e ela se contraia toda querendo que eu metesse mais fundo e mais forte. Eu não parava de meter. Continuei bombando e pude ver aquela cena maravilhosa. Aquela adolescente de catorze anos com cara de criança, ali igual uma putinha gozando totalmente louca na minha pica.

Ela gozou com vontade com seus braços em volta do meu corpo e suas pernas arreganhadas atracadas em volta da minha cintura. Era o primeiro orgasmo da sua vida com um pau na buceta. Ela ficou desfalecida.

Não sei como eu vendo uma cena daquelas segurei o gozo, mas incrivelmente não gozei e meu pau continuou duro dentro da buceta dela. Continuei metendo bem suave. Eu não queria tirar meu pau daquela buceta nunca mais. Quando percebi ela já estava se rebolando de novo. Ela estava me surpreendendo. Que menina lindamente safada era aquela?

Bombei algumas poucas vezes e ela já gozou de novo. Dessa vez eu nem parei. Fiquei louco com aquela safadeza. Deu uma vontade louca de gozar. Ela já tinha gozado duas vezes e não parava de rebolar no meu pau. Eu sabia que eu iria gozar… estava gostoso demais. Ela estava muito melada de dois orgasmos seguidos. Era muito gostoso, ela gemia novamente como quem iria gozar a terceira vez. Quando ela me apertou toda trêmula, gozando alucinada, não aguentei e gozei metendo bem forte naquela buceta pequena e apertada que a alguns minutos era virgem. Gozamos juntinhos.

Pronto! O estrago estava feito! Naquela noite ela dormiu sorrindo e lá pelas três horas da madrugada eu tive que me retirar para o quarto de hóspedes e deixar aquele anjo dormindo. Sua buceta toda fodida, o cabacinho daquele anjo já não existia, apenas umas marcas de sangue que ficaram pela colcha rosa da cama da menina.

Nas noites seguintes comi a menina de todo jeito, com o consentimento indireto da Irmã Carmen. A menina ficava cada vez mais tarada e viciada na minha pica. Cheguei a comer ela na sala enquanto a mãe dela estava deitada no outro sofá fingindo estar dormindo. Ela só usava vestidos bem soltinhos, quando eu estava lá, e como ela não usava calcinha, era muito fácil comer ela escondido pela casa inteira. Era na sala, na cozinha, no quarto, na lavanderia… Era só o seu pai sair para as rotineiras orações na igreja que ela já me ligava. Era muita foda naquela casa. Quando o Diácono viajava é que era a maior festa. Eu já estava acostumado. A mãe dela sabia e não se importava, e parecia até que gostava que a filha fosse fodida por mim diariamente. Virou uma loucura e eu quase não acreditava que aquilo era de verdade. Irmã Carmen cada vez me tratava melhor e a Sarinha contava tudo que a gente fazia para a mãe, até das vezes que eu pegava ela na escola e a levava para minha casa para foder mais a vontade, onde ela geralmente gemia mais alto, já que minha casa era maior e não era possível ouvir nada de fora.

Mas geralmente a sacanagem toda era na casa dela mesmo. Chegou ao ponto de uma vez eu estar fodendo a menina no quarto dela e a mãe entrou no quarto com toda a naturalidade, pediu desculpa por entrar assim e ainda pediu para eu continuar, e ficou conversando com a filha alguma coisa rapidamente enquanto eu não parava de meter na filha dela. Após esse dia isso passou a acontecer com frequência. Quase todas as vezes que eu estava metendo na Sarinha, ela entrava no quarto e nos flagrava e agia com a mesma naturalidade. No início era um pouco estranho, mas incrivelmente isso passou a me dar mais tesão ainda, e já deixávamos até a porta escancarada para a mãezinha da Sarah entrar.

A coisa ficou tão aberta que chegou ao cúmulo de a gente estar na sala e Sarah dizer à mãe:

— Mãe, eu vou lá pro quarto fuder um pouquinho com o Roberto, tá? — Ela dizia enquanto dava um beijo no rosto da mãe.

— Tá, filha! Só cuidado, hein! — Ela respondia naturalmente.

Até essas palavras vulgares, que eram impensáveis serem faladas, por exemplo, na presença de seu pai, virou comum na linguagem de mãe e filha… Realmente diante da sua mãe ela se liberava. Descobri que essa linguagem com essas palavras: “foder”, “gozar”, “meter”, “chupar”, “buceta”, “piroca”, “porra”, eram palavras usadas pela sua mãe nas conversas íntimas que elas tinham.

Teve um dia que estávamos na sala com a Irmã Carmen assistindo tevê, e eu e Sarah começamos a nos beijar e o tesão aumentou. Incrível que a menina não tinha qualquer vergonha diante da mãe. E subiu em cima de mim e começou a se esfregar no meu pau por cima da calça. Irmã Carmen estava sentada no sofá bem ao lado e nem se importava. De repente Sarinha mais uma vez me surpreendeu:

— Mãe! — chamou enquanto estava sobre mim arreganhada e minhas mãos estavam apertando seu bumbum desnudo por baixo do vestido.

— Oi, filha — Respondeu Irmã Carmen gentilmente.

— Posso fuder aqui mesmo? Tô com tanta vontade, mãe! — perguntou ela inesperadamente.

— Filha! — Respondeu ela surpresa, mas sorrindo, visivelmente sem demonstrar qualquer censura ao pedido da filha.

— Por favorzinho, mãe! Deixa vai! — insistiu ela, toda dengosa.

— Tudo bem, filha! — Consentiu oficialmente — Mas usa camisinha, filha.

— Tá bom, mãe! — Respondeu toda feliz — Posso te pedir um favor mãe?

— Claro, filha.

— Você pega uma camisinha pra mim, lá no meu quarto, por favor, mãezinha?

— Tá…

Incrivelmente a mãe dela foi, gentilmente, buscar a camisinha para a filha fuder ali na sala, do lado dela. Era surreal.

Nesse meio tempo ela tirou minha camisa, calça e até minha cueca, me deixando nu sentado no sofá. Aproveitou e tirou o vestido rapidamente ficando peladinha. Quando a mãe dela chegou com a camisinha ela já estava chupando meu pau com muita vontade.

— Está aqui a camisinha, Sarah!

— Obrigada, mãe — e deu um beijinho no rosto da mãe.

Sarinha não perdeu tempo e foi logo colocando a camisinha no meu pau. Imediatamente foi logo sentando na minha piroca dura, fazendo ela entrar inteirinha na sua bucetinha adolescente. Aquela menina estava muito tarada naquele dia. Ficou cavalgando no meu pau como uma verdadeira putinha ali do lado da sua mãe evangélica que assistia à novela. Ela gemia baixinho bem safada, sem vergonha alguma. Foi lindo numa hora que eu pegava ela de quatro enquanto ela recostava a cabecinha no colo da mãe que acariciava seus cabelos lisos. Eu metia tão gostoso que nem me importava com sua mãe, e a menina dava sinal que ia gozar no colo da mãe enquanto eu metia forte na sua bucetinha. Ela começou a gemer com uma voz bem aguda, era assim que ela gozava, ficava gemendo com aquela voz de criança e se tremendo inteira. Quando ela deu um grito de prazer e arrebitou mais a bunda na minha pica, eu sabia que ela estava gozando como uma fêmea no cio, totalmente sem vergonha, entregue ao mais puro prazer.

Gozou, mas não parou de mexer. Insaciável aquela menina. Eu levantei ela sem tirar o pau da buceta dela. Uma vantagem do fato de ela ter um corpo pequenininho, era fácil de manusear ela. Sentei no sofá ao lado da Irmã Carmen com a buceta apertada de Sarinha encaixadinha no meu cacete. Ela queria mais. Eu sabia. Ela amava gozar uma segunda vez quando eu segurava o gozo. Ela começou a cavalgar enlouquecidamente no meu pau. Subia e descia sem parar e cada metida fazia um barulhinho ritmado pois a buceta dela estava muito melada. Ela começou a pular bem forte e rápido pressionando a buceta dela com força como se ela quisesse me fazer entrar inteiro dentro dela. Ela gozaria logo. Foi lindo ver ela ali naquela safadeza enquanto olhava para sua mãezinha.

— Ai, mãe! Aaaaaai! — segurou na mão direita da mãe e não parava de rebolar subindo e descendo na minha pica — Aaaaai, mãe, eu vou goz…

E gozou loucamente apertando a mão da Irmã Carmen, e eu não aguentando tudo aquilo, também gozava jatos explosivos de porra enchendo a camisinha do meu sêmen lá dentro da buceta pequena daquela menina safada.

Quando olhei para o lado, Irmã Carmen já nem olhava a tevê, vidrada no espetáculo que eu e Sarinha dávamos a ela bem ali no seu sofá…

Depois daquele dia, aquela casa virou pura putaria. Ela já nem pedia permissão para a mãe dela e eu fodia a buceta dela como e quando eu queria…

Tudo viria a mudar depois de um ano, quando a minha namorada já tinha completado seus quinze anos e eu descobri a verdadeira história da Irmã Carmen e o motivo pelo qual o pai de Sarah era tão ciumento com a filha…

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

AMIGA EVANGÉLICA ENQUANTO EU DORMIA (CONTO LÉSBICO)

 Meu nome é Luiza, eu tenho dezesseis aninhos e já postei alguns relatos aqui no site. Dessa vez eu vou contar para vocês a história de como eu dedei a minha amiga evangelica.

Eu e a Ana nos conhecemos na escola e sempre tivemos uma amizade normal, afinal a gente sempre foi muito criança. Pra falar a verdade, não acho ela muito bonita,
mas ela é bem alta (deve ter um e oitenta), meio gordinha, com peito e bunda medianos, uma pele morena e um cabelo preto comprido.

Os pais da Ana sempre foram muito rígidos com ela, por serem evangélicos e no grupo de amigos a gente sempre zoa ela por ser a única evangélica ( todos menos ela são ateus). Ainda assim a Ana nunca se deixou influenciar gostava de encher a boca para falar que não fumava, bebia e só iria transar depois do casamento, que não usava nada vulgar, que era uma santa, mas eu descobri que isso era mentira.

Apesar de sempre muito rígidos, os pais da Ana confiavam muito em mim e por isso deixavam ela sair comigo, afinal, confiam no meu rostinho de santa sem nem saber metade do que eu faço. E sempre a deixam vir dormir aqui comigo por vários dias.

Num dia desses na escola, a Ana estava chorando muito e se trancou no banheiro. Eu como amiga fui conversar com ela e ela me contou que tinha perdido a virgindade com o namorado que logo em seguida deixou ela, contando pra todo mundo. Falei pra ela não se preocupar com isso, que não tinha problema nenhum. Mas ela continuava insistindo que era contra a igreja.

Ainda chorando, a Ana pegou o meu dedo do meio e o indicador e começou a chupar. Fiquei muito confusa, afinal não entendia porque ela estava fazendo aquilo. Fiquei sem jeito de pedir pra ela parar, já que sou bem timida, e ela continuou a chupar meus dedos, parando só na hora que o sinal anunciando o final do intervalo tocou.

Como somos de sala diferentes,ao voltar para a sala não consegui perguntar o motivo de ela ter feito aquilo e depois de um tempo nossa amizade continuou como se nada tivesse acontecido.

Ontem, ela veio dormir aqui e claro que eu deixei, já tinha até esquecido o acidente no banheiro.

Já de noite fomos tomar banho e como a água estava acabando, resolvemos tomar banho juntas, já que somos duas garotas isso nunca foi um problema.

Como eu já disse, não acho a Ana muito bonita, mas de uns tempos para cá eu tenho tido um tesão muito grande e por mais que eu tente tocar sirrica, ele não passa de jeito nenhum e eu acabo me masturbando o tempo inteiro. Então quando fomos tomar banho, eu aproveitava toda a oportunidade para ficar olhando ela sem roupa.

Ela tem uma bucetinha gorducha, capo de Fusca. E umas aureulas muito grande ao redor dos mamilos, que eu não gostei muito, porque elas eram muito grandes. Ainda assim, a ideia de ela chupando a minha bucetinha ou de eu chupando a dela parecia cada vez mais excitante.

Apesar de eu já ter ficado com algumas amigas, a ideia de ficar com a Ana nunca me passou pela cabeça, pois ela sempre foi muito chata com as coisas da igreja. Então nem tentei nada.

Saímos do banho e trocamos de roupa.

Tenho no quarto uma cama de casal muito grande, então sempre dormimos na mesma cama, para ser mais prático, mas afastadas uma da outra. Por isso, pensei que não teria problema botar uma camisolinha sem calcinha. Já a Ana, estava dormindo de babydoll mesmo (não cheguei a ver se usava calcinha).

Como sempre antes de dormir a Ana foi fazer sua oração, até perguntou se eu queria acompanhar ela, mas eu disse que não, já que eu nunca acreditei em Deus.

Sendo muito devota, Ana fica muito concentrada nas oracões dela e nem repara no que está em volta. Acho isso muito impressionante, toda essa concentração dela e eu me aproveitei para ir até a mochila que ela tinha trazido e roubar uma calcinha pra enfiar na minha bucetinha, como eu já fiz antes. Não sei se a Ana percebeu.

Depois da oração fomos dormir e deitamos. Ficamos um tempo deitadas até que a Ana veio até mim e me abraçou. Eu não entendi porque aquilo, mas ela disse que estava com uma sensação ruim, como se tivesse algum demônio no quarto.

Mandei-a deixar de bobeira e ir dormir, mas não reclamei dela me abraçando, afinal não tinha problema, ela sempre foi muito medrosa.

Estou acostumada a me masturbar sempre antes de dormir, mas como naquela noite tinha visita, não podia e demorei para dormir, já que a minha bucetinha estava piscando e tive um sonho erótico meio estranho, onde eu mijava na boca de uma garota, nunca fui chegada em Golden Shower, mas sonho é sonho.

Acordei no meio da noite (o que já foi esteanho, por causa do meu sono pesado) com uma sensação estranha e quando abri os olhos, a Ana estava só de calcinha, esfregando a bucetinha dela na minha. Tanto que ela nem percebeu que eu estava acordada.

A sensação era tão gostosa e eu estava com um tesão tão grande que apesar de não achar a Ana gostosa ou coisa do tipo, eu fechei os olhos, com medo de ela me ver acordar e parar.

Não sei a quanto tempo ela estava fazendo aquilo, só sei que ela se tremeu todo rapidinho e parou. Fiquei bem triste, mas ainda assim tive a ideia de esperar ela voltar a dormir para eu bater uma sem ela perceber. Já feito isso com outras visitas no quarto. Só que a coisa correu diferente.

Ao invés de parar totalmente, a Ana começou a mexer na minha bucetinha, devargazinho nos lábios dela e depois no meu clitoris. Eu já cheia de tesão queria implorar pra ela enfiar os dedos com tudo, me maltratar e tudo mais, mas eu continuei de olhos fechados, fingindo que tava dormindo, tive que me esforçar para não gemer ou coisa do tipo e minha bucetinha pulsava.

De repente ela enfiou dois dedos inteiros na minha bucetinha, coisa que eu nunca fiz, já que eu sou virgem e bem apertadinha. Mesmo com a minha bucetinha já estando bem molhada, isso doeu muito, já que os dedos dela são bem compridos.

Ela começou a mexer com eles na bucetinha até eu me tremer toda e ter um squirt. Eu já tinha tido um squirt antes (já até contei essa história aqui), mas foi muito gostoso ter de novo e fazer a maior molhadeira. Não sei se aí ela percebeu que eu estava acordada, mas não falou nada, só deitou e foi dormir, o que é uma pena, porque eu queria mais.

Pensei que isso fosse acalmar o tesão enorme que eu ando sentindo, mas no dia seguinte quando a Ana foi embora, a minha bucetinha já estava molhadinha rápido, rápido e eu peguei a aquela calcinha dela e enfiei na buceta, só pra sentir o tecido lá dentro. A calcinha não e muito bonita, é uma dessas calcinhas largas com babado, mas foi gostoso.

Hoje ela mandou uma mensagem me convidando pra conhecer a igreja dela na próxima semana mesmo eu achando igreja bem chato, eu acho que vou, vai que ela me prepara mais uma surpresa.

Caso aconteça,eu relato aqui. Tô doida pra sentar naquela cara dela

Eu sou uma ninfetinha cheia de tesão e quem (homem ou mulher) quiser falar alguma sacanagem comigo, é só mandar mensagem: ninfetinha69666@outlook.com

terça-feira, 4 de outubro de 2022

A NOIVA EVANGÉLICA E O COROA

 Me chamo Anderson tenho 40 anos e escrevi algumas de minha aventuras por aqui, sempre deixo meus emails para contato, uma certa semana recebi uns 30 emails e a maioria era so curiosas e a maioria nem falou mais comigo, mas uma moça me chamou muito atenção ela me chamou no zap, morena magra e alta, cabelos longos e evangélica, ela me disse que era noiva e que tinha lido todos os meus contos e morria de tesão, que as vezes se tocava muito e gozava muito pensando em mim, e como eu era experiente com virgem ela queria que eu desvirginasse ela, pq ela disse para o noivo que não era mas como ele era obreiro não queria fazer sexo com ela agora, mas ela estava ficando louca pra dar e ele enrolando muito este casamento, começamos conversar e ela me disse que se fosse bom ela queria escrever um conto sobre nós, mas do ponto de vista dela então fui ao seu encontro e tudo que aconteceu a partir de agora foi relatado por ela no email que me mandou esta semana, no final do conto volto a descrever algo a respeito.

OI, gente, nunca escrevi estas coisas, mas se tiver algum erro me perdoem, sou morena alta, 1,74 de altura, 67 kg bem distribuídos, cabelos longos e sou evangélica desde pequena, conheci o Caio na igreja e foi primeiro namorado, e depois de um ano e meio noivamos, mas nunca tivemos relação sexual, meu noivo muito sério, eu até mentir dizendo que não era virgem pra ver se ele me comia, mas ele disse que só após o casamento. Eu tenho 21 anos e não estava mais aguentando de vontade, através de uma vizinha conheci o site de contos eróticos e li muitas histórias, mas os contos do Anderson tinha muita emoção e sentimentos, depois fui no nome do autor e descobri outros contos dele, ai fiquei louca de vontade de conhecer ele, mandei e-mail e ele me respondeu na hora eu pensei nossa o que eu falo, trocamos zap e como moro em Ceilândia uma cidade de Brasília, eu contei sobre minha história e hora que podia falar no zap, ele sempre muito discreto marquei logo de conhecer ele, mas sem sexo só pra conversar e ver se sentia atração física, marquei atrás da rodoviária de Taguatinga aqui perto, quando ele chegou não acreditei o quarentão mais novo que vi, estilo garotão, bem simpático e sorridente, conversamos um pouco e eu um pouco receosa pedi pra sair dali, fomos em uma rua tranquila com pouco movimentos e conversamos por uma hora mais ou menos, ele me fez rir muito, adorei sua conversa mas sua voz me enlouquecia, ele olhou em meus olhos e me beijou na boca, quase fui no céu, ele sabe como pegar uma mulher, nossa minha calcinha estava toda molhada e ele começou a meter a mão em minha coxas e foi até a calcinha e foi alisando minha xaninha por cima da calcinha, nossa eu nem sei explicar o fogo que me surgiu eu pedi pra ir pra casa e fui morrendo de vontade e ele não forçou a barra me beijou e disse que gostaria muito de me ver de novo, nem dormi naquela noite, ai de madrugada mandei mensagem e ele não respondeu ai tive que ligar e disse tudo o que estava sentindo, ele disse vamos amanhã vou te fazer toda realizada e não vai doer muito minha princesa, eu então disse eu vou, marcamos no centro de Brasília e ele me propôs de irmos para uma pousada em uma cidade de Goiás, liguei pra minha mãe e pedi se podia dormir fora na casa de uma amiga de faculdade porque teriam muito trabalho da faculdade e ela fazia dupla comigo e disse quer falar com ela no telefone? Eu arrisquei porque se ela pedisse pra falar estava ferrada, ela disse tranquila filha eu acredito em você, és uma boa menina, eu olhei pra ele e disse vamos amor pra nossa lua de mel, viajamos uns 240km, e chegamos, era uma pousada linda e aconchegante, ele me apresentou como sua noiva e fomos para o quarto, chegando lá tomamos banho e coloquei uma roupa leve, uma saia de pano fino e uma calcinha de renda branca; ele usava um short tipo jogador de futebol e percebi que o safado estava sem cueca. 

Gente nem sei descrever a sensação, ele foi me beijando e senti como fosse sua namorada, me dava carinhos e carícias enquanto me beijava, me abraçou forte e falou um pequeno poema em meu ouvido, nossa ele sabe como deixar uma mulher louca por ele, ele foi me beijando meu pescoço nossa minha xaninha estava ensopada que estava vazando para fora da calcinha, ele foi beijando meu pescoço e retirando minha blusinha, e foi me beijando nas costas e barriga, passando a ponta da língua em meu umbigo e barriga, depois voltou a mim beijar e chupou minha língua deliciosamente sentir nas nuvens, foi então que ele me deitou no sofá e tirou minha saia e arrancou minha calcinha com sua boca, e foi lambendo minhas coxas, umbigo pescoço, retirou meu sutien, foi mamando um peito e apertando o outro, dava leves mordidinhas, nossa eu não queria que acabasse nunca aquilo, ele foi descendo meu corpo lambendo e beijando, começou lamber minhas coxas, chegou em minha bucetinha e chupou como se estivesse me dando um beijo de língua, como nunca fiz isso não sei dizer se ele é bom mesmo nisso, só sei que sentia sua língua passeando dentro de minha xaninha, chupava meu grelinho como ele chupava minha língua pelo beijo, nossa e quando ele enfiou até onde deu a língua dentro de minha buceta, nossa se eu não fosse virgem acho que entrava mais, ele enfiava e tirava, depois ele fazia movimentos circulares e depois subia e descia com a ponta da língua, e depois sugava com os lábios, mordia de leve com os lábios tipo pressionando os lábios de minha buceta, eu senti uma coisa gostosa parecendo uma cócega. Lá no fundo, e senti minhas pernas tremerem e após isso senti um alívio, acho que gozei em sua língua, e ele sugava meu melzinho, parecia que estava com fome de buceta, ele me pegava com tanta vontade que acho que qualquer mulher gostaria de ser pega assim, sinceramente eu imaginei pelos contos que era bom, mas ele não descreve nem a metade das maravilhas que passei. 

Depois de um tempo ele me bota de 4, fica se esfregando em mim, depois morde minhas costas e nuca fico toda arrepiada, mete a língua em meu cuzinho e depois desce para a buceta e depois morde as polpas de minha bunda, ele entra debaixo de mim e mama meus peitos alternando e uma mama e outra e me beijava muito, nossa eu estava louca pra sentir ele dentro de mim, foi quando pensei "nossa estou como uma geladeira nem estou tocando nele, só ele que faz tudo, meti a mão dentro de seu calção e peguei uma pica dura inchada e maravilhosa", eu disse deixa eu mamar ele, ele me disse safada vem mamar em minha pica, hoje você será minha putinha, nossa eu amei ser xingada assim, eu nunca chupei e acho que fiz muito mal, mas ele batia seu pau em meu rosto e dando tapinhas em minha cara e dizia mama sua crente putinha, não é isso que você queria? Eu já nem me reconhecia mais, ele disse vou te dar leitinho, eu parei e disse na boca não, ele disse sei que vai gostar de sentir o gosto de seu macho, ai ele foi esfregando a pica na minha língua até que jorrou muita porra, nossa até que não foi ruim, só sei que estava louca era pra dar a buceta pra ele, então ele me chupou de novo, passou um gel geladinho em minha buceta e no pau dele, colocou na entradinha dando uma pressão, ele foi me beijando deixando seu pau parado na entrada, e devagar foi escorregando, estava doendo um pouco mas ai ele me deu um beijo e gemia enquanto beijava eu fiquei sem sentido quando de repente ele afunda tudo de uma vez dei um grito, mas ele abafou com seus beijos, e ele ficou quietinho pra eu não sentir dor, ele realmente é muito gentil e preocupava comigo o tempo todo, eu fui mandando ele ir mexendo ele devagar até que estava muito gostoso, nem sei explicar, de repente ele começa socar forte estava dolorido mas acho que minha buceta estava com fome de pica, eu fiquei louca e comecei a chamar ele de cachorro a dar tapa na cara dele e mandava ele me comer direito, ele ficou louco de tesão e meteu forte que via estrelas, me colocou de lado e metia pica sem dó depois levantou minhas pernas e colocou nos seus ombros e meteu sem dó, eu pedia pra ele parar um pouco mas ele disse você não queria virar uma putinha vai ter que aguentar, do jeito que ele me falou fiquei com mais tesão ainda e pensei deixa ele arregaçar esta buceta, e resisti e fiquei de 4 ele puxava meus cabelo e metia sem parar, nossa ele parece que não cansa, eu gozei nem sei quantas vezes, só sei que estava maravilhoso, acho que toda mulher precisa de uma surra de pica daquele jeito, enquanto escrevo fico com a buceta toda molhada aqui, ele lubrificou meu cuzinho e meteu gostoso, nossa você Anderson me fez a mulher mais realizada naquele dia, o lugar que me levou estava tudo muito maravilhoso, pena que na outra semana meu noivo me pediu em casamento em 45 dias casamos, eu fiquei com o Anderson mais 4 vezes, uma dentro do carro, outra no mato, e duas em motel na área central de Brasília, depois que casei senti vontade de escrever pra você pedindo por favor que publique, e se uma mulher for sair com você detona ela bem gostoso, beijo na sua pica gostosa.

Então este foi o relato de uma segunda leitora e até eu fiquei com tesão ao lembrar deste dia, só acho que não sou tudo isso que ela descreveu, mas neste dia só sei que trepamos a tarde e a noite toda, beijamos muito, queria muito ela pra mim, pena que pra relacionamento sério ninguém me quer, se você quer ser bem tratada na cama me chama no e-mail, mas manda de início seu zap com o DDD, eu respondo a todas, por favor só moça que realmente deseja ter momentos incríveis, aceito conhecer uma mulher pra relacionamento sério, você que deseja ser amada de verdade e valorizada e realizada na cama me envia um e-mail com seu zap e DDD que te chamo institutobs.org@gmail.com

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

ENCOXANDO UMA EVANGÉLICA EM UM EVENTO RELIGIOSO

 No começo de 2019, eu acabei me comprometendo com alguns familiares a acompanhá-los em um evento religioso. Há muito não possuía interesse nessas coisas, mas aceitei e, juntamente com a minha irmã e o seu marido, fui ao evento evangélico que estava sendo iniciado na cidade de Maceió, um dos maiores do estado de Alagoas.

Chegamos à cidade por volta de umas quatro horas da tarde, em pleno sábado. O local estava super abarrotado de pessoas, e já ia começar a apresentação de uma banda gospel. A minha ação foi encontrar algum lugar onde comprar uma bebida inapropriada para a situação. Consegui. Agora estava tomando discretamente uma cerveja, enquanto tentava entender o que acontecia. As pessoas estavam muito agitadas, fazendo muito barulho, empolgadas ao extremo com a música. Eu apenas me deixei observando o movimento. Certamente existiam muitas mulheres bonitas ali, das que vestiam saias até os tornozelos àquelas menos recatadas, que usavam saias um pouco acima dos joelhos. Os visuais se repetiam, porém não diminuía o interesse despertado em mim. Eu estava começando a ficar realmente excitado com aquelas mulheres.

Eu fiquei parado a uns duzentos metros de onde estavam a minha irmã e o meu cunhado. Resolvi ficar por ali. Estava muito cheio, eu não queria ficar perto deles, e tinha uma loja de conveniência bem do meu lado; estava perfeito para mim.

Já havia se passado uns 45 minutos desde que chegamos, e o crepúsculo se anunciava. A agitação aumentava em proporção ao número de pessoas que iam chegando, eu comecei a me sentir em um formigueiro. Cheguei até a ser arrastado de onde estava, acabando encostado na parede da loja de conveniência. A essa altura, alguns contatos acidentais já tinham ocorrido: uma moça ou outra, apressada, que acabou esbarrando a bunda contra minha virilha; uma desajeitada que passou a mão no meu pênis, quase duro nesse momento; também acabei passando a mão em alguma rabuda, acidentalmente; alguns peitos se esfregaram em mim… tudo contribuía para tornar a situação inevitavelmente excitante. E imaginar aquelas mulheres religiosas, evangélicas fazendo essas pequenas sacanagens, ainda que não tivessem intenção, ou talvez por isso também, acabou me deixando louco de tesão.

Resolvi entrar na loja e comprar outra bebida, afinal o calor e o tesão precisavam ser esfriados de alguma forma. Quando sai da loja, o formigueiro pareceria ainda maior. Fui me arrastando pela parede do estabelecimento e fiquei num lugar de onde dava para ver minha irmã, mas que não dava para ela me vê. Naquele lugar eu podia continuar a desfrutar das pequenas sacanagens acidentes. Olhando o vai e vem, identifiquei uma conhecida na multidão. Uma evangélica com quem fiz um curso poucos meses antes. Não sei se ela me viu nesse momento, mas se dirigiu a loja de conveniência e quando saiu ficou próxima a mim. Não nos falávamos no curso e ela parecia bastante recatada, com jeitão de mulher com um número de experiências, mas ainda jeitosa, com tons de santinha. Não demorou para me vê; ao que se seguiu uma expressão de espanto, por me encontrar naquele tipo de evento, e um cumprimento bastante amistoso, um abraço – a partir do qual pude sentir o cheiro alucinante daquela mulher. Parecia que haviam injetado em meu cérebro gotas do suor de Afrodite.

Fiquei próximo daquela criatura sedutora, chamada Joulie. Não conversamos nada depois do cumprimento, apenas ficamos ali, a dois passos de distância um do outro. Com as outras pessoas se movendo, ela acabou se aproximando mais de mim, e numa fração de segundos nossos corpos se encostaram. Joulie olhou de soslaio, porém não disse nenhuma palavra nem se afastou.

Ali, cada vez mais colado ao corpo daquela evangélica deliciosa, eu começava a enlouquecer, meu sangue fervia e já passavam mil imagens e pensamentos em minha mente.

A noite havia chegado, um show de luzes começou a ser feito no palco, que estava a mais ou menos um quilômetro de onde eu estava. Eram por volta de seis horas, a agitação continuava, mas havia se reduzido, enquanto o número de pessoas continuava grande. Joulie estava encostada em mim, sempre olhando para o palco, e se remexendo mais ou menos conforme as músicas. Somente quando a banda parou de tocar é que ela se pôs a conversar comigo. Sem se afastar, ela disse: “está muito cheio não é, Lucian?!”. “Mas não posso reclamar, a banda que acabou de tocar era maravilhosa, e senti meu coração explodir em alguns momentos. Me sinto abençoada por estar aqui”. Respondi de forma simples, com poucas palavras. Fui à loja, comprei algo para beber, sempre discretamente, e retornei para onde estava com a Joulie. Neste momento, ela me disse ter pensado que eu a deixaria sozinha ali. Disse que veio sozinha, devido a alguns imprevistos, confessando que se aproximou de mim ao me ver sozinho, que lembrava de mim lá do curso. E apesar de não termos conversado muito naqueles meses, ela se sentia mais segura tendo um conhecido por perto. Eu fui e expliquei como acabei no evento. Esse foi o tempo entre a saída da primeira banda, alguns comentários e avisos dos organizadores, até a próxima banda se preparou para tocar.

Quando a segunda banda começou, Joulie se virou para a frente e veio alguns passos em minha direção. Dessa vez não se encostou. Mas logo que algumas pessoas começaram a se movimentar por onde estávamos, foram poucos minutos para ficarmos com os corpos encostados. Antes, quando ela se recostou a mim, eu já estava excitado, e acredito que ela sentiu. Não forcei meu pênis nela. Sempre que ficávamos pressionados era por conta de outras pessoas ou por conta dos movimentos da própria Joulie curtindo as músicas. Ainda assim eu estava duríssimo, e ela apenas fez de conta que nada acontecia. Não sei se ela estava sentindo prazer naquele momento. Mas, na segunda vez que começamos a nos esfregar, resolvi me deixar levar pelo tesão.

Joulie era uma mulher muito bonita. Tinha por volta de um metro e setenta. Cabelos pretos, longos e ondulados, que iam até o meio das costas. Peitos pequenos, uma pele morena hipnotizante. Naquele dia ela estava trajando uma blusa preta com uma saia azul-escuro, que ficava um pouco acima dos seus joelhos. O seu perfume era encantador, um cheiro um pouco doce de algumas flores, bastante suave. Observando-a, naquela posição, com a sua bunda encostando em mim, tive vontade de agarrá-la e começar a beijar o seu pescoço. Mas me contive.

A banda já estava tocando e Joulie estava toda agitada, se movendo conforme o que era cantado. Inflamado de tesão e um pouco alto pelo que havia tomado, me encostei de vez na bunda de Joelie, encaixando perfeitamente o traseiro dela na minha virilha. Comecei a me esfregar de leve, e ela continuava se mexendo ao tom da música, sem olhar para trás e sem falar nada. Ajeitei meu pênis, dentro da calça, para ele ficar reto, então comecei a encoxar Joulie como se fosse penetrá-la. Era impossível ela não estar sentindo meu pau. Depois de simular uma estocada forte, me afastei um pouco, e para minha surpresa ela me acompanhou e logo encaixou a bunda em mim. A essa altura o meu pau já estava babando e eu queria loucamente meter na bunda daquela evangélica. Comecei a imaginar como seria nos esfregarmos daquele jeito sem roupas, com meu pau percorrendo aquela rabuda.

Estávamos na parede da loja de conveniência, eu encostado e ela na minha frente. Parecíamos mais um casal do que qualquer outra coisa. Dominado pelo tesão, resolvi fazer uma loucura. Abri o zíper da minha calça e coloquei o meu pênis para fora. Como minha camisa era grande e estávamos muito perto, não dava para ninguém perceber. Joulie, no entanto, percebeu que eu estava fazendo algo atrás dela; minhas estavam, inclusive, como que apalpando suas nádegas. Mas, novamente, ela apenas olhou pelos cantos. Agora, eu estava com pênis para fora e encoxando a deliciosa Joulie.

Coloquei meu pau bem no meio da bunda dela e fiquei enfiando como se a estivesse comendo. Às vezes meu pênis entrava tanto que ficava preso entre as nádegas, mesmo ela estando de saias. Aquela gostosa estava com tesão, agora eu podia afirmar. Ela passou a pressionar sua bunda em mim, a ficar rebolando de leve; tudo isso na maior dissimulação do mundo, ninguém imaginaria que ela estava sendo uma puta ardente naquele momento. Minha vontade era colocar ela de quatro e meter naquele cuzinho, queria sentir ele pressionando sua bunda para ver até onde meu pau entraria em suas entranhas. Em alguns momentos eu tentava colocar o meu pênis um pouco abaixo da bunda dela, tentando chegar à sua buceta. Aposto que aquela buceta deliciosa estava inundando a calcinha daquela gostosa.

Comecei a colocar uma das minhas mãos na cintura de Joulie. Também subia a mão até o seu ombro e ficava alisando seu braço, o mais discretamente possível. Ela estava entregue ao tesão, apesar de parecer calma. Já fazia mais de uma hora que estávamos nos esfregando, eu comecei a sentir vontade de gozar. Quanto mais próximo de gozar, mais eu ficava louco de tesão. Numa dessas, peguei a mão direita de Joulie e a trouxe até o meu pênis. Ela não apertou, mas não tirou a mão. Logo começou a dar leves esfregadas com a palma da mão. Uns dois minutos depois ela começou a segurar meu pênis e a fazer movimentos leves de vai e vem. Isso me deixou louco, eu estava no clímax. A minha vontade era gozar na mão e na saia dela, mas me controlei e conduzi meu pênis para o lado, sem tirar a mão dela, e lancei vários jatos de sêmen; provável ter atingido alguns pés. Quando parei de gozar, guardei meu pênis.

Segurei a mão de Joulie e saímos daquele lugar. Fomos caminhando até uma barraca, onde compramos água e ficamos de pé, desconfiados. Quando começamos a nos olhares e a conversar, eu perguntei se ela estava bem, ao que respondeu “sim”. Ela estava estranha. Eu disse para ela não se preocupar com nada. Ela me perguntou: “Foi bom para você?”, eu disse que foi muito excitante. Fez outra pergunta desajeitada: “Você gozou, não foi?”, eu respondi que foi um dos orgasmos mais intensos que já tive. Eu pensei em perguntar coisas semelhantes a ela, mas assim que respondi, ela quis que eu a levasse embora. Fiz uma ligação para minha irmã e fui buscar algum meio de ir embora daquele evento.

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sábado, 1 de outubro de 2022

COLEGA "EVANGÉLICA" DE TRABALHO

 A alguns anos me tornei evangélico, mas confesso que pelos motivos errados. Tudo se deu por que tinha uma colega de trabalho, novinha, negra e gostosa – porém evangélica, pois se escondia atrás do evangelho para manter os homens afastados. Mas eu não desisto fácil, já que trocamos olhares, e ela sorri pra mim. Comecei a notar que por baixo da farda, ela vinha de calcinha pequena, algumas vezes enfiadinha, então percebi uma contradição entre o falar e suas atitudes.

Eu possuía um cargo de liderança na empresa e com isso não podia me dar ao luxo de ter um namoro explicito, mas conversar não tira pedaço. Comecei a observar seu horário de almoço, que era diferente da grande maioria devido a sua função, assim comecei a me adaptar a esse horário.
Começamos a sentar junto no refeitório, mas como sempre tinham outras pessoas, o assunto sempre girava em torno de sua religião. Me mostrei interessado, querendo entender, e assim fomos nos aproximando. Acontece que durante essas conversas ela solta que iria ao dentista na sexta em Fortaleza, pensei em oferecer carona, mas fiquei quieto, tinha que montar algo mais sem querer…
Assim, na sexta, que saímos do trabalho mais cedo, para compensar horário, fiquei esperando-a passar para bater o ponto e eu a acompanhar… estranhamente ela demorou muito, fiquei pensando que já havia ido embora e eu nem tinha visto. Passado algum tempo a vejo, estava muito bonita, tinha tirado a farda e colocado um vestido estampado. Passou pela minha sala e eu a acompanhei, admirando aquele corpinho de falsa magra, com uma bundinha empinada, e pelo vestido que ajustava da cintura para baixo, acompanhando suas curvas, percebi uma calcinha minúscula.
Acelerei o passo, falei com ela.
– Vai para onde tão bonita, pra igreja?
– Não, vou ao dentista, comentei.
– Verdade, em Fortaleza né?
– Isso!
– Vai como?
– Vou pegar um ônibus ali na frente.
– Se quiser te dou uma carona, pelo menos até um terminal, assim tu pega só um. Quer? (Falei sem mostrar nenhum interesse, já me encaminhando para o estacionamento)
Ela olhou em volta, e disse:
– Vou sim.
Entramos no carro, quando ela se senta, sua saia se abre, era do tipo envelope, abrindo até a altura das coxas, quase mostrando a calcinha, e lógico não ia deixar passar batido.
– Por que tu olhaste em volta?
– Nossa você percebeu?
– Claro!
– Pra ver se alguém tinha nos vistos saindo juntos, não gosto de boatos, e fofocas.
– Tivesse me dito isso, teria te pego, em outro local. Também gosto de ser discreto.
Ela riu, e continuou ajeitando o vestido…enquanto eu dirigindo e olhando, falo:
– Se dentista tem muita sorte
– Por quê?
– Você vai para uma consulta vestida assim, fosse comigo ia correr risco.
– Ela deu uma risada e perguntou, por que eu ia correr risco.
– Oh risada boa! Porque eu ia mexer no dente errado, só olhando para sua saia.
– kkkkkkkkk, olhando o que? tem nada para ver!
– Não tem agora, que você ajeitou, mas antes, deu para ver tudo.
– kkkkkkkkkkkkkkkkk, ixe, nem exagere, deu pra ver nada.
Como a estrada era longa, a conversa foi fluindo…Então pedi licença, e fui puxando sua saia na lateral, abrindo o “envelope”, com ela olhando para baixo e acompanhando o abrir da saia, até que…segurou e falou.
– Ei, mas também não abre isso tudo não, pode parar!
– Claro que sim e mais, porque você foi se sentar no carro, e abre as pernas para entrar, primeiro uma depois outra, fazendo a saia abrir toda! Eu era falando sobre o assunto, ela rindo e meu pau acordando. Quando percebo, que a safada estava olhando para o volume na minha calça.
Não acreditei, ela olhava de canto de olho, comecei a provocar, ajeitando e arrumando o pacote. Cada vez que eu fazia isso, ela olhava de relance, não conseguia se controlar. E eu bocudo falei:
– Gosta de olhar?
– O que, a paisagem? É bonita sim…E não se controlou e demos uma risada…rimos muito
– Do que você está rindo, a paisagem não é linda?
Puxando sua saia, disse:
– Agora está!
Outra chuva de sorrisos.
– Para com isso, você é casado e sou evangélica.
– Primeiro que sou separado e segundo, qual o problema de você ser evangélica? Já que é livre. Ou não gosta?
– Gosto de que?
– Disso (apertei o volume na calça)
Outra gargalhada…a essa altura eu já alisava sua perna, que se arrepiava ao toque…
– Menino, para com isso, é errado!
– Errado, não quer dizer que não quer.
Conversa vai e vem já alisando com mais força sua perna, colocando os dedos entre as coxas, fazendo-a abrir, mas quando ia levar até a xoxota dela, ela segurava minha mão.
Chegamos no dentista, estacionei e perguntei:
– Posso te esperar?
Ela olhou nos meus olhos, e disse:
– Tem certeza de que quer isso? Se tiver…pode, mas não vai acontecer nada.