domingo, 28 de agosto de 2022

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA - (UMA VIDA ESCONDIDA 3)

 Demorei a voltar porque tive que dar um tempo. Não conseguia me segurar, estava com tesão direto. Ainda não melhorou muito, rsrs, mas eu não aguentava mais beijar meu noivo sem me excitar. Até tentei ter mais intimidade com ele. Beijei ele de um jeito que ele ficou de pau duro. Isso foi essa semana que passou… Fui encontrar com ele com um blazer e uma blusinha branca, sem sutiã. Quando tivemos um momento a sós eu beijei ele de um jeito bem molhado e morno, sugando a língua dele. Queria que ele imaginasse minha boca no pau dele… Deu certo, senti a pica dele endurecer, mas quando ele viu meus peitinhos marcando a blusa, duros, passou a mão de leve (eu me melei na hora), achei que ia esquentar. Ele me largou de lado dizendo que a gente tava pecando e fechou cara por dias…

Se eu continuasse tentando ia perder o noivo, rsrsrs… Mas não sei se vou aguentar muito tempo sem dar a boceta gostoso pra outro… Tô transtornada sem sexo…

Enfim… Abusei da siririca, vi vídeos na internet, brinquei com uma garrafa de refrigerante… Fiz tudo ao meu alcance pra aplacar o fogo, e agora vim aqui contar mais um pedaço da minha história pra vocês.

Cada vez que eu avançava um pouco na putaria, mais tarada eu ficava. Foi dar o cu pro pastor, eu só pensava nisso: sexo, sexo, sexo… Queria trepar, foder… Eu revivia os momentos que tive em casa, sozinha no quarto, no banheiro. Ficava pensando e esfregando as pernas discretamente enquanto estava em casa, até o ponto de não poder mais aguentar…

– Vou no banheiro! Dizia pra mãe, pai, irmão…

Entrava e ia terminar o tesão com dois, três dedinhos na boceta (às vezes no cu), as pernas penduradas pra cima, apoiadas na parede, enquanto eu gozava arreganhada no vaso.
Eu inventava motivo pra ir à outra igreja, e o pastor inventava motivo pra passar um minutinho que fosse sozinho comigo. Eu já estava indo pra lá sempre sem calcinha. Já entrava no carro dele subindo a saia, pois sabia que ia rolar dedada, chupada e, se desse, uma foda rapidinha.

Ele sempre me falava da ideia de outro cara me foder, e eu tinha muito tesão, mas também morria de medo. Tinha pavor de ser descoberta.

Eu vivia pedindo à minha mãe pra largar de vez nossa igreja e ir pra dele. Ela até pensava na ideia, mas meu pai não. Só que aconteceu uma coisa que foi providencial. Num dia de reunião na igreja, que era na semana, eu peguei ele no flagra. Nesses dias, tinha bem menos gente, porque não era um culto, mas uma reunião de oração. Eu estava procurando por ele, porque a reunião já esava começando e ele tinha sumido. Ouvi uns sussurros numa sala e encostei o ouvido. Ouvi a conversa assim:

– Não, eu não quero…

– Ah, todo mundo sabe que você é uma safada, o que custa? Anda, vira de costas, deixa eu te comer de novo rapidinho…Pega aqui…

Eu abri a porta devagar, eu conhecia aquela voz. Era meu pai. Vi ele apertando a moça contra a parede. Era uma daquelas que o namorado tinha espalhado que tinha comido, e ficou isolada da igreja. Isso sempre acontecia… Fosse verdade ou não, virava. Bastava uma moça querer terminar o relacionamento que o namorado dizia que tinha comido, e ela virava a Madalena da congregação. Por isso as meninas nem namorar queriam mais. E essa tinha passado por isso… Ouvir meu pai dizer: “te comer de novo” queria dizer que já tinha acontecido…

Eu vi, além de ouvir isso, ele segurando a mão dela contra o pau dele, que estava pra fora da calça. E ele prendia ela contra a parede.

Quando abri a porta, demorou uns segundos e ele me viu. Eu fechei rápido e saí andando. Fomos pra oração.

Ninguém falou nada. Só no carro, de volta pra casa, ele me disse:

– Você não viu nada. Deve estar pensando algo que não é verdade… Não fale nada pra sua mãe, ela pode pensar errado.

Eu fiquei calada, mas tomei coragem.

– Eu vi e ouvi, pai. Mas não vou contar, se você deixar eu ir pra a outra igreja. Não quero mais ficar nessa.

Ele parou o carro, me olhou fulminante. Achei que ia me dar um soco ali mesmo… Mas não sei se a cara era de ódio ou de medo…

– Você ouviu o que?

– O que você estava falando que queria que ela fizesse… DE NOVO…

– Você tá enganada.

– Deixa eu ir pra outra igreja que eu esqueço tudo. Não gosto mais dessa.

Ele virou e foi dirigindo até em casa. Não me respondeu. Em casa, ele se trancou no quarto com a mamãe. Eu não sabia o que esperar. Quando saíram, me chamaram. Mamãe me disse que concordaria que eu frequentasse a outra igreja, desde que não namorasse ninguém sem aprovação e que não mudasse a forma de vestir. Eles achavam o pessoal da outra igreja “moderno demais”. Eu teria que continuar vestindo saias abaixo do joelho.

Concordei na hora. Queria contar pro pastor e não tinha como. Mas pulei de felicidade.
No dia seguinte, eles me levaram lá e oficializaram com o pastor que eu ia permanecer congregando lá, aos cuidados pessoais dele. Ele me buscaria e levaria em casa. Pra mim, perfeito!

Isso foi na segunda-feira. Na quarta, depois da aula, eu estava em casa quando mamãe me chamou, me falando que o pastor havia ligado. Ia me buscar porque tinha uma reunião e eu ia ajudá-lo.

Tomei um banho caprichado, passei a gilete na boceta, deixei bem lisinha, só com uma graminha loirinha na testa, do jeito que ele gostava.

Quando entrei no carro, já fui sentando e me abrindo…

– Oi, minha putinha tarada… Já tá querendo rola na boceta?

– Sim! Onde a gente vai? Tem reunião mesmo?

– Tem, mas só mais tarde. Quero passar um tempinho contigo…

Puxei a mão dele e esfreguei direto na minha boceta. Estava doida por uma safadeza. Ele já foi amassando meu grelinho, me fazendo gemer e depois enfiou dois dedos.

– Aaai… Tá doendo… (o dedo dele era enorme)

– Ah, mas quem aguenta uma rola grossa e grande na boceta e no rabo, aguenta uma dedada, deixa de dengo…

Ele ficou socando… Eu fechei os olhos e deixei meter com força. Fui sentindo a dor e o prazer, me masturbando pra gozar gostoso.

Quando chegamos na igreja, eu estava toda melada de gozo. E ele de pau duro. Não tinha ninguém lá além da gente. Entramos no estacionamento e, quando ele parou, disse:

– Não desce agora. Tira a roupa.

Eu estava com um conjunto de saia e blusa, tirei tudo. Inclusive o sutiã.

Ele ficou me olhando com aquela rola grossa na mão, punhentando. Eu via a cabeçona vermelha babada e já sentia as fisgadas no fundo da boceta, esperando por ela. Aquele pedaço de carne quente, dura e macia, era tudo que eu queria…

– Vem de boca, sua chupeteira gulosa.

Não esperei duas vezes. Fiquei de quatro no banco e meti aquela rolona deliciosa na boca, mamando gostoso.

– Calma, não dá tempo gozar duas vezes, tenho que guardar pra alimentar teu cuzinho. A gente tem muita coisa pra fazer.

Entramos na igreja pela porta lateral, eu estava nua à luz do dia, mas como o estacionamento era fechado por portão e paredes, ninguém veria além dele.

– Vai pra sala da administração.

Fui, ele andando atrás, o pau pra fora. às vezes eu olhava pra trás só pra apreciar… Via ele secando meu corpinho e segurando a piroca.

Quando entramos na sala, as instruções recomeçaram.

– Sobe na mesa, de quatro, deixa eu apreciar a visão.

Subi, me abri toda, os joelhos bem separados.

Ele sentou num sofá que tinha próximo, encostado à parede de frente pra mesa.

– Isso, agora abre a buceta e o cu com as mãos.

Assim fiz. Coloquei as mãos pra trás, com a cabeça encostada na mesa, de quatro, abria os dois e passava os dedos no meio… Ele gemia, punhentando aquela rola devagar. Isso me deixava tão tesuda, estar sendo olhada por aquele homem de cabelo branco, enorme, velho, com a barba por fazer… Minha boceta pingava na mesa. No meio da safadeza, vi uns papéis debaixo de um ganso que servia de peso. Peguei ele, era pouco maior que a minha mão.
Comecei a esfregar na boceta.
Quando olhei pra trás e vi a cara de tarado do pastor, vi que tinha gostado da ideia. Esfreguei mais forte, gemendo alto…

– Geme, sua puta. Enfia a cabeça dele nesse periquito arrombado… Vai, mete no periquito.

Cada vez que eu trepava, aprendia um palavreado mais baixo. Lembro que foi a primeira vez que eu ouvi alguém falando isso, e quanto mais baixo era o nome, mais tesão eu tinha.
Mirei o bico do ganso na boceta aberta e melada, entrou fácil.
Ele gemeu alto e olhei, vi a cara de tarado, a sobrancelha franzida, ele mordendo a boca e apertando o pau com muita força.

– Você é uma puta vadia, vagabunda. Soca como se fosse uma rola, vai… Imagina teu pai metendo a rola no teu periquito, vai…

Na hora, meio que choquei, mas lembrei que tinha visto a pica do meu pai. Era grossa, dura, mas não tão grande quanto a do pastor.
Imaginei que era eu que tomava rolada dele, de costas na parede da igreja.

– Isso, sua putinha. Queria ver teu pai te fodendo gostoso. Comendo tua boceta. Mete, vai…
Imaginei meu pai me estuprando… Como ele estava prestes a fazer com a moça.

– Não papai, por favor, não me come. Por favor, tá doendo… Ai, ai… Ai, papai…

Imaginei gostoso e estava pra gozar, de novo, imaginando meu pai socando a rola fundo na minha boceta, com a grosseria que ele tinha em tudo.

– Safada, vem cá, vem agora. Goza na minha cara.

Saí da mesa, ele deitou no sofá. Tirou o ganso das minhas mãos.

– Senta com a boceta na minha cara, vai, esfrega esse periquito na minha cara toda.

Sentei gostoso, rebolava feito uma puta, sentindo o nariz dele no meu buraco, a língua, os dedos. Tudo entrada em mim em algum momento, e eu me abria. Senti ele colocar um dedo no meu cuzinho.
Ele me afastava pra respirar, eu abria a boceta com os dedos e ele colocava a língua pra fora. Eu sentava de novo. Subia e descia na língua e nos dedos dele, segurando o bocetão aberto.

– Vou gozar, ai ai… Ai, papai, vou gozar na sua cara.

Ele levantou de uma vez, me deitou no sofá e meteu o pau na minha boca, socou gostoso.
Senti quando enfiou algo na minha boceta. Era o ganso. Ele metia com força, com violência, eu estava com uma perna no encosto do sofá e a outra arreganhada, no ar.

– Goza na piroca do teu pai, vai, puta. Eu sei que ele te fode de noite, eu sei que ele te arromba.

Eu estava sufocando com aquele pau enorme na boca. Ele tirava o ganso e dava uns tapas fortes na minha boceta. Depois metia de novo aquilo em mim… Fundo, com força. Eu me segurei pra não gozar, queria que demorasse, mas já não estava aguentando mais. Tirei o pau dele da boca e segurava com a mão, e ele acabava resvalando na minha cara toda.

– Ai, pai, ai, tá doendo… Aaaaai…Vou gozar, vou gozar, papai…

Ele estava tarado, enfiou o ganso e ficou socando e dando tapas fortes no meu grelo que estava inchado, gozei tremendo e tendo uns espasmos fortes. Foi um gozo muito forte.
Quando estava acalmando da gozada, ele me virou de costas e mirou aquele caralhão direto no meu cuzinho.
                                     
– Vou gozar no teu rabo, abre o cu pra mim. Papai vai comer teu cu também.

Nem respondi, de tão mole que estava. Ele mesmo abriu minha bunda e meteu. Senti aquela dor fina… Meu cuzinho estava todo melado, então deslizou, mas era um pau grosso e grande, então não tinha como doer.

A sorte é que ele também estava segurando o gozo. E deu umas dez bombeadas fortes e já encheu meu cu de porra. Senti ele deitar em cima de mim, pesado, com o pau atolado no meu cu, ainda latejando devagar, despejando o resto da porra…

Ficamos assim por algum tempo, eu amassada embaixo dele, e depois sentamos um do lado do outro. Deitei a cabeça no peito dele, e ele começou a alisar meu cabelo.

– Você me deixa doido. Só me faz pensar pornografia…

Eu ri…

– Ficou com tesão em pensar no teu papai te fodendo… Hein? Metendo na bucetinha? Ele já fez isso? Hum? Já? Já meteu no cuzinho?

– Não, Deus me livre. Ele nem sonha que não sou virgem.

– Mas você já viu o pau dele? Já quis chupar a piroca do papai?

– Eu vi outro dia… Ele estava com a mamãe no quarto e entrei, vi sem querer…

– É? Como era?

– Menor que a sua, mas também era grossa, cheia de veias.

– Hum… Deu vontade de mamar na rola do papai?

– Deu um pouco…

Eu ri, queria provocar ele.

– Tô doido pra ver essa boceta engolindo outra piroca. Você vai topar? Você disse que ia, tá só me enrolando…

– Eu tenho medo, não sei. Se ele descobrir me mata.

– Ele não vai saber…

– Não sei, vou pensar.

– Você só diz isso e eu fico doido pensando em te ver gemendo em outra rola. Tão menininha e tão putinha. Sabe que essa bucetinha loira e vermelha dá tesão em qualquer homem, né? Tira qualquer um do sério. Esse cuzinho rosado, então…

Ficamos nessa enrolação. Quando ele viu que eu estava ficando com tesão de novo, pegando no pau dele e querendo mamar, cortou meu barato. Porque já ia começar a chegar gente pra reunião da noite. Peguei minha roupa no carro, fui pro banheiro me lavar na pia e me vestir.
Quando começaram a chegar os jovens, meninas e meninos mais novos que eu, estava na administração e ele tinha saído pra comprar lanches.

A reunião era pra organizar um retiro de jovens. E isso ia me trazer mais descobertas….

sábado, 27 de agosto de 2022

MENINA EVANGÉLICA - MINHA HISTÓRIA (VIDA ESCONDIDA 2)

 Ser fodida por aquele pastor grandão era a coisa mais gostosa. Naquele domingo de noite eu demorei a dormir, com o calor nas pernas. Queria de novo! E de novo, e de novo… Queria que ele fosse meu novo profs.

Em casa e na minha igreja nada mudou. Fiquei desconfiada a semana toda, com medo de surgir uma história, explodir um boato. Com medo dele mesmo me denunciar, dizer que eu estava possuída, que tinha feito ele pecar, sei lá… Mas nada disso aconteceu e tudo parecia estar no lugar.

Só me restava esperar o domingo.

Na quarta, avisaram que teria uma reunião de jovens lá na outra igreja. Iam começar um novo ministério, de louvor, com o pequeno grupo de lá. Acho que tinha uns 10 jovens ou pouco mais. Diferente da nossa igreja, que tinha mais de 50 pessoas nos grupos de jovens. Meus pais me autorizaram a ir com os outros em uma van de algum membro que fazia transporte escolar. Ela faria mais de uma viagem.

Fui na terceira, o coração saltando de ansiedade, pra ver a cara do pastor quando nos víssemos. E ele foi frustrantemente normal. Me tratou igual todas as outras meninas. Abraçou de lado, pelos ombros, beijou a cabeça, abençoou todo mundo…

A única coisa que fez de diferente foi perguntar:

– Cadê minha zeladora preferida? (só tinha eu com essa função, o que fez todos rirem).

A reunião era mais de organização, sobre como tudo seria feito, já que a nossa igreja ajudaria a deles. Me deixaram de lado, junto com outros, por ser mais nova. Somente os que tinham cerca de 19, 20 anos tinham voz. Eu fiquei meio de lado (também, não estava lá pra isso!) e fui me encostar num canto.

Para trás, um pouco longe de onde estavam, tinha uma mureta, onde ficavam alguns vasinhos de flores. Fui pra lá, mexer com as florzinhas.

Logo depois o pastor apareceu, chegou me abraçando de lado, perguntando o que eu tinha, porque estava ali.

– Ah, é que a gente que é mais jovem fica meio de lado, então eu vim pra cá.

– Não se sinta assim, você sabe como é especial. Não esqueci nenhum minuto o domingo que passamos juntos. Você lembra?

– Sim…

– Você vai pra lá no próximo domingo, não é?

Ele falou e foi passando a mão na minha bunda. Abri um pouco as pernas, e ele desceu entre elas, mas por cima da saia grande não dava muita coisa…

– Safadinha, olha como você me deixa, olha…

Eu mesma tratei de passar a mão pela frente da calça dele, encontrei aquele pauzão duro. Apertei duas vezes e voltei as mãos sobre a mureta.

– Sua boceta é a mais gostosa que eu já comi. Quente, apertada, mas aguenta o tranco.
Nessa hora chamaram ele lá na frente.

– Vai no banheiro e tira essa calcinha. Vou te dar carona de volta pra casa.

Nessa hora, sim, eu me animei. Tratei de obedecer. Fui ao banheiro, tirei a calcinha e joguei no cesto do lixo (não tinha onde guardar), colocando alguns papéis por cima pra ninguém ver.

Quando terminou a reunião (parecia que ia demorar séculos), começaram a se arrumar pra ir. Os mais velhos foram tomando a frente na van e os mais jovens reclamando, queriam ir pra casa.

O pastor apareceu.

– Estou indo lá na igreja de vocês levar madeira do sítio. Alguém quer ir comigo?

Antes que alguém respondesse, ele se virou pra mim como se não tivesse planejado e falou:

– Já sei. A zeladora tem preferência porque faz o trabalho mais pesado. Domingo passado ela trabalhou duro naquele canil. Vamos, pequena?

Sorri, sem esperar chamar de novo.

Sentei no banco do carona e fiquei esperando ele falar com todos.

Um tempão depois, saímos.

– Vamos seguindo a van, por isso não dá pra fazer uma paradinha, infelizmente. Mas deixa eu te sentir um pouco.

Ele falou isso assim que dobramos a primeira rua. Subiu os vidros, e eu levantei a saia.

– Deixa eu ver essa boceta linda.

Expus minha bucetinha pra ele.

– Abra as pernas, querida. Deixa eu ver ela do jeito que gosto: arreganhada e pronta pra receber rola.

Obedeci, colocando as pernas dobradas para os lados do banco.

– Isso. Que delícia. Já está toda melada. Não posso parar pra te comer, mas pelo menos posso sentir teu gosto de novo.

Ele falou isso enfiando o dedo médio na minha boceta. Socou fundo, cutucou lá dentro, me fazendo gemer.

– Isso, geme, minha putinha. Tô louco pra atolar meu caralho aí outra vez.

Falou isso, tirou o dedo e colocou na boca. Chupou fazendo barulho e veio me dedar de novo.

Depois, subiu a mão por baixo da minha blusa, melando minha barriga… Tentou chegar nos meus peitos, mas o sutiã gigante não deixou.

– Tô louco pra te comer de novo. Você gosta de dar o cu, né?

– Eu gosto muito.

– Safada demais essa menina… Vou rasgar teu cu, viu? Não sei se ele aguenta meu cacete.

 Olha como me deixa.

Ele falou isso tirando o pau pra fora da calça. Já estava desabotoado e com zíper aberto, encoberto pela camisa.

– Vem baixinho aqui e me dá uma chupada gostosa, vai, chupeteira.

Ele me tratava feito uma putinha, e isso me deixava mais excitada. Não ser a crente sem sal, mas uma putinha gostosa que leva rolada é muito excitante.

Eu me abaixei devagar, escorregando pelo banco e fui pro lado, cair de boca naquele pauzão vermelho. Ele tinha razão, era bem grosso e grande, bem maior que o do professor. Aquilo ia acabar com meu cuzinho. Na boceta já me deixou toda rasgada. Senti ardor por dois dias seguidos, depois que ele me comeu. Mal cabia na minha boca, e ele me empurrava contra aquela pica enorme, me fazendo engasgar.

– Chupa, engole, vai… Engole minha rolona, menina. Chupa, me faz gozar gostoso.

Chupei, mamei fazendo barulho, lambi gostoso. Não conseguia chegar no saco, porque ficou dentro da calça e não tinha muito espaço, já que ele era meio gordinho. Senti quando começou a ficar veiuda…

– Vou gozar, vou gozar, chupa, engole tudo. Chupa minha porra…

A pirocona latejou na minha boquinha, e eu tentei fazer um vácuo e sugar, que nem o profs havia me ensinado. Mas como era muito grande, ainda saia pelos cantos da boca. Mas limpei tudo que pude, engolindo aquele leite quente…

Levantei, fui me arrumar, estava toda descabelada.

– Delícia. Não vejo a hora de te foder domingo. Fazia tempo que eu não sabia o que era prazer trepando com uma mulher de verdade. Bater punheta não é a mesma coisa.

Ele era viúvo tinha uns anos. Não sei se transava com alguém, mas com esse fogo todo, acho que apenas fazia isso uma vez perdida.

Como ele foi dirigindo devagar, a van estava um pouco à frente. Umas duas quadras. Também desaceleraram pra não se distanciar muito do pastor.

– Toma isso, pra não ficar com bafo de porra.

Ele me deu uma garrafinha de suco de laranja pequena que tinha no porta-luvas. Abri e fiquei tomando tranquila, quase satisfeita. A chupada tinha sido boa, mas pena que eu não pude sentir a pirocona dele dentro de mim. Queria ter sentado gostoso nela.

Descemos quando chegamos na igreja. Olhei pra ele, a camisa grande de botão encobria a parte da calça onde com certeza tinha alguma mancha de umidade. Meus pais me esperavam.

– Tchau, pastor. Obrigada pela carona.

Ele parou pra falar com meus pais. Me abraçou de lado, o braço sobre meu ombro, e ficou me elogiando, dizendo que eu trabalhava duro no sítio, era a mais esforçada, era muito obediente.

Meus pais, visivelmente orgulhosos, estavam felizes de me ver tão ‘bem encaminhada’.

Ele me beijou a testa, abençoou e foi embora. Fui com meus pais pra casa.

Me masturbei muito aquela noite. Umas três vezes, sentindo o calor da pica do pastor na boca.

Esperei ansiosa, calculando cada segundo, pelo domingo. Quando o dia chegou, eu não parava de babar pela boceta, pensando no que viria…

Fui sem calcinha, já.

Participei da escola dominical que parecia que nunca ia acabar. Fui ajudar os outros jovens na limpeza da piscina enquanto rolava a aula para moças. Era uma escola de bons modos para as meninas na idade “de casar”, ou seja, com mais de 18 anos.

O pastor estava pra lá e pra cá. Visivelmente ansioso. Eu achava que sabia o porquê (e não estava errada).

Quando terminou a aula, fomos limpar as salas, que na verdade eram cômodos da casa principal do sítio.

– Pronto, agora só falta a limpeza do canil. Rebequinha, você assume, certo? Pessoal, obrigado pela ajuda. Deus abençoe. Vou pegar mais madeira. Mais tarde nos vemos na igreja.

Ninguém desconfiava do fato de eu ficar só com ele. Até onde sei, ele nunca foi pego em nenhum escândalo. E eu era muito novinha e pequena, jamais iriam pensar que ele estava me fodendo. Eu com 13, pouco mais de 1,60m de altura. Do meu lado aquele homão enorme, acima do peso, de 60 anos ou mais, não sei ao certo a idade que ele tinha, e com mais de 1,80m.

Esperei todos saírem e fui no depósito pegar uma roupa. Uma caixinha estava separada, bem onde tinham as roupas do domingo passado. Uma blusinha de alça apertadinha, de um tecido bem fino, esperava por mim. Acho que era uma blusinha de usar por baixo da roupa, porque era muito fina e deixava claramente ver a marca dos meus biquinhos.

Um shortinho frouxo, devia ser tamanho M, enquanto eu vestia P, com as pernas largas. Essas foram as minhas escolhas.

O short só não caía porque eu era bunduda, e ele tinha elástico. Enrolei o máximo que pude na cintura, deixando ele ainda mais curto. Nem pensei em vestir calcinha, apesar de ter algumas bem safadinhas lá.

Coloquei as galochas e fui me sentindo uma putinha de esquina procurar o pastor para mostrar a roupa pra ele.

Quando me viu, ele foi direto com a mão no pau. A outra passou pelo rosto. Parecia desesperado.

– Menina, que delícia que você está.

Ele veio, passando a mão pelos meus peitos. Sentou num banco (tinham muitos na área externa do sítio), me fazendo ficar parada de frente pra ele. Mamou nos meus peitos por cima da blusinha mesmo, mordendo os biquinhos e me fazendo gemer de dor. As auréolas rosadas ficaram ainda mais evidentes, porque os bicos endureceram, e a blusa ficou babada.
Depois ele desceu as alças e mamou de novo, pele na pele. Chupava fazendo barulho, igual neném. Ele foi passando as mãos pelas minhas coxas enquanto mamava nos meus peitos e quando subiu, se deparou com a minha boceta, sem nenhuma calcinha, por dentro do short.
Parou pra olhar, afastou a perninha do short.

– Que putinha safada, veio sem calcinha me mostrar essa boceta. Vem cá, fica de quatro aqui no banquinho.

Fui para a lateral dele. Ele estava sentado e eu fiquei de quatro, do lado dele.

– Que cadelinha deliciosa, mostrando a boceta pro pastor esfolar.

Ele veio, começou a lamber minha boceta, e eu me arreganhei, esperando a língua entrar. Enfiou a língua gostoso, e depois tirou, chupando meu grelo enquanto enfiava os dedos em mim. Depois, ele baixou o short e afastou minhas nádegas com as mãos, me arreganhando inteira a boceta, e passando a língua de baixo pra cima, do grelo até meu cuzinho.

– É hoje que eu vou arrombar esse cu, é? Vou te rasgar, viu? Minha piroca é grande e grossa pra esse cuzinho tão pequeno. Tem certeza que você quer?

– Aham.

Eu só respondi entre gemidos, porque estava muito gostoso ser lambida e dedada.

– Safada!

Ele falou e começou a dar tapas na minha boceta.

– Puta! Vagabunda! Boceta gulosa, louca por piroca de velho!

Era muito gostoso aquilo! Pus os dedos no grelinho enquanto ele alternava entre enfiar o dedo e estapear minha boceta toda aberta.

– Vai tomar no meu do cu. Vai levar piroca e porra nesse cuzinho guloso!

Ele começou a dedar meu cu, mas não enfiava fundo, só cutucava a entrada, dando dedadas rápidas. Isso me dava um tesão enorme, e eu aumentei a velocidade no grelinho e gozei, gemendo alto.

– Nem te fodi e já tá chorando, sua puta. Chora pela boceta, chora.

Eu estava mole da gozada. Ele tentou me puxar pro colo dele e eu acabei caindo do banco.

– Ah, quer no chão? Vai ser no chão de novo.

Ele veio por trás de mim, e já foi encaixando a rolona dura na entrada da minha boceta.

 Quando meteu, veio com tanta força que eu arqueei o corpo no chão. Estava trêmula de uma gozada forte, e ele era muito pesado. Ele então deitou no chão, me deixando de ladinho, sem desengatar.

Aí abriu a minha perna de cima, me deixando aberta, e recomeçou a me foder sem parar.

– Ahhhhh, que bucetão delicioso. Você é uma puta muito gostosa. Que boceta macia e melada.

Fazia barulho a pica dele entrando e saindo, porque eu estava ensopada de gozar. Eu já me melo com facilidade, imagina depois do gozo. Ficava fazendo “flop flop”.

– Chora na minha rola, boceta gulosa. Gulosa! Engole meu caralho inteiro…

Aguentei uns bons minutos de pirocada na boceta. Eu estava doida pra dar o cu.

– Pastor, e meu cuzinho?

– Mas quer no cu agora, sua puta?

– Quero… Estou com vontade.

– Então aguenta. Mas não chora, vou te rasgar. Combinado?

– Combinado.

Ele saiu de dentro de mim, o pau estava tão fundo que fez barulho quando saiu. Nem deixou eu ficar de quatro, me deitou de barriga pra cima e arreganhou minhas pernas, fazendo meus joelhos encostarem no meu rosto.

– Vou te enrabar de frango assado. Vou abrir teu cu agora, aguenta.

Ele guiou o pau com uma mão e começou a pincelar da minha boceta para o meu cu. Ele vinha, melava na frente e levava pra trás, empurrando um pouco a cabeçona.

Com a outra mão, segurava minha perna, me fazendo ficar toda aberta. Na hora, eu não sabia que esse era o “frango assado” que ele falou.

Senti quando engatou a cabeça e já gemi alto.

– Você disse que aguentava. Quer desistir?

– Não, mete. Mete no meu cu, pastor.

A verdade é que eu estava doida pra sentir a dor dele rasgando meu cuzinho. Estava com saudade disso!!!

Mas quando a tora começou a entrar, eu vi estrelas. Estava me abrindo mesmo. Ele escolheu bem a posição, porque eu estava o mais arreganhada possível.

Foi enfiando e tirando, enfiando mais e tirando, enfiando mais e tirando. E eu trincava os dentes.

Quando ele encostou em mim, eu sabia que tinha engolido a pica inteira dele com o cu.

– Pronto, minha rolona tá toda entalada no teu rabo.

Ele veio por cima de mim, começou a chupar meus peitos, com o pau parado no meu cu. Com as chupadas, a minha boceta começou a piscar de tesão de novo. E eu fui relaxando e comecei a gemer de novo. Ele percebeu e começou a movimentar devagar a pirocona no meu rabo. Que cobra grande! Era uma rolona grossa. Não sei o tamanho, mas sei que foi uma das maiores que já aguentei (E adoro uma piroca grande e grossa).

Eu sentia minha boceta piscar de tesão, e ele mamava gostoso nos meus peitos, puxando o bico e soltando. Eu me arreganhava mais e sentia a piroca dele entrar e sair do meu cuzinho que devia não ter uma única preguinha no lugar. Ardia, mas movimentava. Aos poucos, o movimento foi aumentado e quando ele largou dos meus peitos, segurou minhas coxas no alto e socou gostoso no meu cu.

– Aguenta minha pomba no teu rabo, porra! Queria, agora aguenta eu rasgar esse teu cu, sua putinha. Gosta de tomar no cu? Pois toma essa pirocona.

Eu quase gritava, tanto de dor quanto de prazer. Era uma dor gostosa, eu sentia ele enfiar fundo no meu rabo, meu cu engolia aquele pauzão grossão inteiro. E o corpo dele batia na minha boceta.

– Vou gozar no teu rabo, vou gozar.

Ele acelerou as bombadas e despejou porra no meu cu. De novo, tirou quando a pirocona enorme dele ainda soltava jatos, melando minha boceta arreganhada inteira.

Que delícia! Eu estava satisfeita. Ele deitou do meu lado no chão e ficamos ali um bom tempo. Até que eu tive coragem de levantar…

– Vou limpar o canil agora.

– Vai, mas vai assim, toda ardida e gozada, sua safada.

Fui mesmo. Vesti o short e fui pra minha função de zeladora.

Um tempo depois, ele chegou:

– Já terminou? Terminei de cortar a madeira.

Eu já estava no fogo, queria piroca na boceta pra gozar com ela encravada até o talo em mim. Estava de quatro no chão, de costas pra ele, a boceta aparecendo pela lateral do short.

– Aqui, já? A gente tem algo mais pra fazer hoje?

– Ahhh, o que eu fui arranjar. Eu não aguento duas daquelas numa tarde não, filha. Já passei da idade. Quer acabar comigo?

– Eu queria.

Ele riu… Veio por trás de mim, já enfiando dois dedos na minha boceta gulosa, me fazendo gemer e rebolar no chão do canil.

– Minha filha, se eu pudesse, comia essa boceta carnuda e apertada todo dia, até deixar ela frouxa. Mas te faço gozar, vem aqui…

Ele abraçou meu corpo, pra alcançar meu grelo com a outra mão. Ficava me bolinando enquanto socava dois dedos em mim.

– Toma, imagina que é minha piroca. Você gosta, né? A bicha é enorme, né? Minha mulher reclamava que não aguentava a minha rola e você pede mais? Se teu pai soubesse da putinha gostosa que tem em casa, té ele te fodia, viu? Uma boceta dessa ninguém resiste.

Gemi e rebolei aproveitando o trabalho dele. Quando estava já perto de gozar, ele veio por trás com a rola dura.

– Pronto, conseguiu levar mais rola na boceta. Minha pomba endureceu. Vai gozar com a boceta cheia de piroca, vem..

Nossa, era o que eu queria! Entrou fácil e fundo, porque ele já tinha me esfolado com os dedos. Nem precisou se esforçar. Ele só me segurou pelo quadril e eu mesma batia com minha bunda contra ele, na velocidade que eu queria, fazendo a piroca entrar até meu útero. Socava gostoso! O dedo dele no meu grelo apertava gostoso, e eu aproveitei e gozei feito uma cadelinha, ali mesmo no canil.

– Pronto, minha putinha agora tá satisfeita.

– Você não vai gozar?

– Eu, não, não aguento duas gozadas assim. Ia demorar muito tempo e a gente tem que ir embora.

Ele enfiou o pau durão na bermuda e foi tomar banho. Mas eu queria mais.

Esperei um tempo. Fui atrás dele, quando ele estava no chuveiro, eu entrei. Tirei a roupa e cheguei de surpresa.

– Ué? Não tá satisfeita.

– Não. Quero mais um tiquinho.

Desci e comecei a chupar a piroca dele, que estava meia bomba. Mamei até endurecer na minha boca. Suguei o máximo que pude e fiz todo o esforço pra acelerar o tesão dele.

– Você vai conseguir me fazer gozar. Tá quase, chupa mais minha rola, engole, vai. Mama na minha pomba.

Quando senti que estava quase lá, virei de costas e pus as mãos na parede.

– Mete de novo, pastor. Me come de novo.

Ele não esperou. Veio por trás de mim e me comeu fundo, debaixo do chuveiro derramando.

 Eu levantei uma das pernas pra entrar mais fundo e, de novo, gozei. Agora junto com ele, que despejava porra (bem pouca dessa vez) dentro de mim.

Quando saímos, eu fui de toalha até o depósito, vestir minha roupa, enquanto ele se vestia.

Na caminhonete, eu levantei a saia e fiquei me exibindo pra ele.

– Menina, você tá com fogo nessa boceta que não acaba.

– É que seu pau é muito gostoso. Bem melhor que o do profs.

– É? E você só deu pra ele, além de mim?

– Só.

– Mas do jeito que você tá, vou ter que arranjar alguém pra te foder. Você é muito tarada. Uma boceta gulosa que quer rola toda hora.

Eu me masturbava do lado dele, gemendo e ouvindo ele falar. Ele dirigia e me olhava. Às vezes, passava a mão e enfiava o dedo, me fazendo ficar de novo mais tarada.

– Hein? Quer ser fodida por mais um? Será que dois aplacam esse fogo? Quer outra piroca aí dentro? Outra rola grossa?

– Aham, quero.

Eu falava sem pensar muito, estava adorando a putaria.

– Vou ver se acho um outro roludo pra te comer. Aceita? Dois? Um no cuzão e outro no bucetão guloso? Hein?

– Aham… Aceito. Aceito. Um em cada buraco… Aiii, me fudendo, me rasgando…
Gozei de novo, arreganhada no banco. Acho que o pastor estava era assustado kkkk.
Mas depois que me ajeitei e esfriei “a cabeça”, ele me perguntou de novo?

– Você topava mesmo?

– O que?

– Mais uma rola?

– Hum… não sei. Quem?

– Não sei… Posso procurar alguém de confiança.

– Não sei… Vou pensar..

Eu tinha medo de ser descoberta. Nele, eu já confiava. Mas quem seria esse outro?

– Não aguento te comer tanto assim. Vou acabar enfartando.

Fomos pra igreja, cheguei banhada, cheirosa e toda rasgada para o culto do domingo à noite. O pastor parecia cansado. Nem sei por quê. rsrs…

Minha boceta não parada de piscar. E o cuzinho, de arder. Fui ao banheiro limpar a bucetinha e passei o papel até o cuzinho, porque estava tudo ensopado. Veio sujo de sangue. Passei de novo… Na boceta veio limpo: eu não tinha menstruado a primeira vez ainda. Já no cu, veio mais sujo. É, ele realmente tinha me rasgado. Fui passando papel molhado até parar de sangrar, por medo de sujar a saia.

Quando enfim, parou, voltei para terminar o culto e fui pra casa toda rasgada e realizada.

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA - (UMA VIDA ESCONDIDA)

 Depois que meu prof. foi embora para o exterior, eu fiquei sem ter para quem dar. E o lado pior disso é que eu não podia confiar em ninguém. Eu estava viciada em sexo, porque transava com ele em todas as aulas, e não era uma rapidinha. Ele me comia até cansar, de todos os jeitos imagináveis.

Como eu tive um “professor” de sexo, pra mim tudo aquilo que ele fazia comigo era aceitável.

Uns meses depois que ele foi embora houve um escândalo na igreja, porque um casal de noivos (ela tinha 18 e o rapaz, 22, se eu bem me lembro) estava em fornicação. É algo que dizem quando se faz sexo fora do casamento.

Descobriram isso porque eles estavam fazendo um trabalho com grupos de jovens, e alguém pegou o celular dele para ver as fotos de um retiro, e acabou se deparando com várias fotos bemmmm pornográficas que eles tinham juntos.

O rapaz foi expulso da igreja e ela ficou, mas estava totalmente acabada diante de todos. Chamavam ela de “prostituída”. As mães não queriam suas filhas perto dela, as noivas e casadas morriam de medo que ela desse pros maridos delas.

Ela chegou mais de uma vez a ser surrada pelos pais e pelo pastor pra tirar o “demônio da prostituição do corpo”.

Eu ficava pensando: é isso que vai acontecer comigo se descobrirem o que eu fazia…
E uma vez ouvi meu pai falando coisas horríveis dessa moça pra outra pessoa por telefone. Dizendo coisas como: “já levou muita rolada, só serve pra meter.. Tinha vídeo dela chupando a pica do macho, tomando no cu, na boceta… ”

E eu pensava que era exatamente o que eu tinha feito. Mas era gostoso. Era mais forte que eu.

Tanto que depois que eu fiquei sem o profs, eu me masturbava inúmeras vezes por dia, no banho, antes de dormir… Mas nem de longe era a mesma coisa.

Na igreja era impossível confiar em alguém. Tinha membros que começavam relacionamentos com as meninas e, quando conseguiam comer, saiam espalhando para os outros. Elas acabavam se afastando ou ninguém queria mais ficar perto delas.

Eu notava que meu pai era um hipócrita (na época, eu não conhecia essa palavra, mas hoje sei o que significa). Ele comia as meninas que tinham fama de prostituída com os olhos. Quando elas passavam por ele e a mamãe não estava perto, ele pegava no pau, se ninguém estivesse olhando, e secava elas dos pés à cabeça.

Eu sabia bem o que significava a cara de tarado dele…

Fiquei por meses sem dar. Tive que me contentar com minha escova de cabelo.
Até que nossa igreja entrou em um tipo de aliança com outras denominações. Algumas eram menores e outras maiores. Então, passamos a ir muito para cultos e eventos em locais diferentes. Principalmente os mais jovens faziam isso, acompanhados do pastor da igreja que estava recebendo o grupo.

Uma das denominações era presidida por um senhor mais velho, cabelo todo branco, grande, alto e meio gordo. Era aquele tipão bonachão, que passava a mão na cabeça da gente, abençoava todo mundo, adotava animal de rua…

Enfim, a gente admirava muito ele. E a igreja dele tinha um grupo de jovens, mas pequeno, e tinha dois ambientes para os crentes de lá. Era o templo, onde aconteciam os cultos um dia na semana, no sábado e no domingo. E também o sítio, onde tinham as atividades de ensino: escola dominical, aula para moças etc.

E tinha também área de lazer: campo de futebol, piscina e uma área de mata, que era tipo “o monte”, onde o pessoal fazia vigília e orava em dias específicos.

Passamos a frequentar a igreja dele, e os jovens de lá vieram na nossa, que tinha muito menos coisa pra fazer. Então a gente ia várias vezes por lá.

Eu adorei o ambiente, os cultos, o pastor. E só não larguei de vez a minha igreja porque obedecia meus pais, e eles jamais deixariam isso. Só que eu estava sempre por lá.

Tinha acabado de fazer 13 anos, e virei a queridinha do pastor, porque eu gostava de ajudar com as atividades. Pra mim, era um jeito de esquecer os meus assuntos secretos.
Eu dava comida pros bichos, limpava os canis, ajudava a fazer as comidas….
Meus peitinhos estavam bem inchados nessa época, e minha mãe me obrigava a usar um sutiã reforçado e blusas largas, embora eu detestasse.
Também usava saia embaixo do joelho.

Um dia, quando estava no templo da outra denominação, arrumando as cadeiras, vi do lado de fora um casal que namorava encostado na parede. Não era nada obsceno, mas eu estava muito na seca. Não tirei o olho… Até parei o que eu estava fazendo pra ficar espiando… E, sem me dar conta, passei a mão em cima dos meus seios, na hora que o rapaz colocou uma mão logo abaixo do seio da namorada dele.

Quando olhei pro lado, tive o maior susto do mundo. O pastor estava parado, me olhando.
Eu recomecei a limpeza, bem esbaforida. Tremia, com medo que ele viesse me passar sermão.

Ele se aproximou, me pegou pelos ombros e me sentou num banco, perto dele.
Mas em vez de me passar sermão, falou pra mim que não me escandalizasse, porque era natural um casal de namorados ter momentos particulares. E que também era normal eu sentir interesse por aquilo.

Eu não entendia nada do que ele queria dizer. Estava trêmula de medo…
Então ele me perguntou se eu já tinha tido algum namorado. E eu falei que não.

– O tempo vai chegar pra você, também. Você é uma moça linda e já chama atenção dos rapazes.

– Eu chamo?

– Sim, você é linda, tem cabelos bonitos, essa pele bronzeadinha, os olhos claros, uma boca bonita (minha boca é bem carnudinha). Eles percebem que está se tornando uma bela mulher.

– Se minha mãe souber que os garotos prestam atenção em mim, ela não me deixa mais sair.

– É ela quem escolhe o que você veste?

Fiz que sim com a cabeça.

– Pois saiba que deus não olha pra nossa roupa. Ele quer que a gente seja feliz. Enquanto estiver aqui, pode se vestir como quiser, se não tiver ninguém da sua igreja, tá certo? Pode usar shortinhos, blusinhas… tanto faz.

– Mas eu não tenho nenhum.

– Pode pegar do bazar. Nos dias quentes, é maldade ficar com tanta roupa.

Nessa hora, eu não notei que havia nenhuma segunda intenção da parte do pastor. Mas ele se tornou ainda mais carinhoso e cuidadoso comigo. Sempre me chamava pra ajudar nas tarefas do templo e do sítio. Geralmente chamava eu e mais duas ou três pessoas.

Eu acabei vestindo as mesmas roupas, porque tinha muito medo de ser vista com roupas consideradas indecentes na minha igreja.

Até um dia em que estava no sítio, com uma blusa pesada de manga 3/4 e uma saia que ia até a canela.

O pastor chegou até mim e disse:

– Você não está com calor?

– Muito.

– Está muito quente, você vai ficar desidratada. Venha cá.

Ele me puxou pela mão e me levou até a salinha onde ficava o depósito do bazar.

– Se você não escolhe uma roupa, eu vou escolher pra você.

– Mas, pastor

– Mas, não. Ninguém vai ver você aqui. Estamos só eu e você. O pessoal foi para a igreja preparar tudo para o culto. Antes de sair, você se troca de novo. E se vier alguém, vem pra cá rapidinho.

– Tudo bem…

Esperei e ele escolheu uma blusa de alcinha e um shortinho curto, que era bem soltinho.
Quando vesti, não pude ver como estava, porque não tinha espelho no estoque. Mas percebi que o sutiã aparecia por todos os lados da blusinha, porque era enorme. E minha calcinha era larga, parecida com as de criança.

Quando saí, ele me olhou e acho que segurou o riso.

– Mocinha, você não tem idade para usar um sutiã tão grande. Tire isso, vista só a blusa.
Eu obedeci. Quando voltei, estava só com a blusa de alcinha, que demarcava a auréola dos meus peitinhos.

Assim que ele me viu, eu reconheci aquele olhar de tarado que o profs me dava. Me senti dentro do meu collant furado de bailarina.

– Está linda demais. Pronto. Agora, pode ficar à vontade, sem passar calor sem necessidade.

Ele veio até mim, me segurou pelos ombros e me deu um beijo na testa.

Eu fui para o canil, porque tinha ficado lá sem os outros para limpar a área dos bichos.

Como eu era muito caprichosa (e ninguém mais gostava de fazer isso), acabaram me elegendo a zeladora do canil. Eu colocava umas galochas e luvas, e ia limpar tudo. Eu adorava, gosto demais de bicho.

Já era de tardezinha quando terminei e o pastor veio.

– Está bom, pastor?

Eu queria a aprovação dele, porque tinha muita admiração.

– Sim, você sempre faz tudo muito bem feito.

Ele me abraçou de lado, passando a mão por trás de mim e me apertando na lateral do corpo. Isso fez meus peitos se aproximarem, e a blusa ir pra frente. Olhei pra baixo e vi que apareciam até os biquinhos.

Fiquei envergonhada na hora, e quando olhei pra ele, ele estava olhando, assim meio hipnotizado.

Me soltei num susto e disse:

– Vou tomar um banho e trocar de roupa pra irmos.

Tomei banho, lembrando do olhar dele nos meus peitos, e a vergonha foi passando, me toquei, pensando no pastor chupando meus biquinhos igual o professor fazia.

Vesti a roupa grandona, larga e fomos para a igreja. Vez por outra, ele conversando pousava a mão na minha coxa, ou fazia carinho na minha cabeça.

Será que era com ele que eu ia satisfazer minha vontade? Bom, desse dia em diante, mirei nele. Mas tinha que ter cuidado, porque podia ter efeito contrário, mas achei que ele não ia me denunciar.

Fiquei me revezando entre as duas igrejas. Minha mãe aceitava, porque eu estava sempre estudando ou “servindo”. Só não permitia que eu largasse de vez a nossa.

E virou regra ir para a escola dominical no sítio pela manhã, passar o dia por lá, limpar o canil e voltar à noite, para assistir ao culto. No sábado, eu frequentava a minha igreja. E na semana ia com meus pais sempre que tinha estudo ou qualquer coisa.

Lá eu me soltava. Ia na salinha do depósito, vestia roupinhas bem leves e curtinhas e ia trabalhar.

Adorava o olhar do pastor sobre mim. Ele se tornou ainda mais carinhoso. Estava sempre me abraçando ou beijando minha cabeça.

Vez por outra, sentia o braço dele passar pelos meus peitos, especialmente quando estávamos na caminhonete (o carro dele). Ele sempre precisava ajustar o retrovisor do meu lado, e isso fazia com que roçasse o braço nos meus peitinhos.

Em um domingo, notei que tinham chegado algumas roupas novas. E, entre elas, uma calcinha fininha, fio dental. Achava que tinham deixado passar, porque aquele tipo de peça não ia pra venda. Fiquei na dúvida, cheirei e senti o cheirinho de tecido novo. Se nunca tinha sido usada, eu podia vestir, né? Então vesti. Tambám achei um short bem curtinho e uma blusa de alcinha frouxa, que dava pra ver os peitos se eu me abaixasse. Claro que escolhi essas peças. Parecia que tinham sido deixadas ali pra mim!

Me senti muito gostosa quando estava com aquela roupa. Queria demais que o pastor visse. E não deu outra. Logo, logo ele chegou pra me perguntar como estava a limpeza. Quando me viu, me secou dos pés à cabeça.

– Nossa, essa roupinha ficou linda em você.

– Gostou?

Falei girando o corpo.

– Sim, está uma mulher muito bonita.

Me sentir mulher era ótimo. Eu adorava. Virei de costas e fui bem exibida mexer na mangueira. Queria que ele visse meu bumbum, a calcinha estava entrando na bundinha e o short, claro, também. Se eu me abaixava de costas pra ele, ele conseguia ver as bochechas da minha bunda. Se abaixava de frente, dava uma visão completa dos meus peitinhos. E eu fiz isso várias vezes, só pra ver ele me secar. Aquele senhor enorme… pensei na possibilidade dele me comer, e isso me deixava toda molhada.

Nesse dia, ele veio várias vezes onde eu estava.

Perto das três da tarde, eu já estava terminando de limpar, e ele chegou me trazendo suco.

– Está mais quente que o normal hoje, não é?

– Sim, tô morrendo de calor.

– Você quer entrar na piscina pra refrescar? A gente ainda tem umas duas horas antes de ir pra igreja.

– Mas eu não tenho maiô…

Ele caiu na gargalhada.

– Quem disse que precisa? Entra com essa roupa mesmo. Se preferir, entra de blusa e calcinha, nem precisa deixar o short. Afinal, biquíni é como se fosse sutiã e calcinha, então é a mesma coisa.

Eu era safada, entendam. Eu não ia esperar ele falar de novo.

– E o senhor vai entrar como?

– Ah, eu vou de bermuda.

– Mas sunga é igual cueca, né? Então pode ir de cueca.

Ele riu.

– Ok, você venceu. Mas não conte pra ninguém que me viu de cueca, ok?

– Fechado.

Fomos pra piscina. Quando chegamos lá perto, tomei a iniciativa. Tirei a galocha e desci o shortinho, deixando de fora a calcinha minúscula, com um fiozinho enterrado no meu rabo.

– Nossa, que visão linda!

Pulei na piscina e disse:

– Sua vez, pastor!

Fiquei olhando enquanto ele tirava a bermuda. Estava ansiosa pra ter uma visão do que tinha por baixo dela. E não me decepcionei. A cueca estava parecendo um circo armado, o pau visivelmente duro puxava ela pra frente.

Não perguntei nada, também não recebi explicação.

Ele entrou e ficamos nadando e rindo.

Na piscina, ele se aproximou de mim, ficamos conversando sobre bobagens… E meu pensamento não tinha muitos caminhos a seguir. Queria dar pra ele!

Fiquei pensando num jeito de me exibir.

A blusinha transparente deixava meus peitos quase 100% à mostra. E ele olhava, sempre que eu subia (ficava imersa até o pescoço).

– Quer ver o que eu sei fazer? Disse.

– Mostra.

Mergulhei, debaixo dágua, o pau dele estava duro dentro da cueca. Duríssimo.

Fiquei de cabeça pra baixo, as pernas pra cima, abri, uma pra cada lado, ficando arreganhadinha.. Girei dentro dágua, fazendo ele ver minha bundinha e minha boceta dentro da calcinha minúscula.

Voltei pra cima.

Ele estava vermelho.

– Viu?

– Ô se vi! Você tem fôlego, hein? Onde achou essa calcinha?

– No bazar. Achei muito bonita.

– É mesmo, em você ficou linda.

– Quer ver de novo?

– Quero muito. Mostra
.
Dentro d'água, puxei um dos lados da calcinha pra dentro da bucetinha, deixando uma parte dela à mostra.

E desci. Quando olhei, o pau estava de fora da cueca. Ele segurava com a mão, batendo uma punheta.

Abri as pernas o máximo que pude, girei devagar, me exibindo e subi de novo.

Na subida, passei a mão pelo pau dele, como se fosse sem querer.

Ele estava ofegando, quando emergi.

– Acho que a calcinha ficou pequena. Sua boceta estava aparecendo.

– Estava? Desculpa.

– Não precisa se desculpar. Uma visão divina. Você se depila?

– Sim. Eu não gosto de pelinhos grandes.

– Nem eu. Mesmo sendo loirinhos iguais esses da sua boceta. Melhor curtinho, mesmo.

– Nossa, deu pra ver isso?

– Sim. Deu… Se tivesse toda à mostra, seria melhor ainda. Não quer tirar a calcinha e me mostrar como faz isso de novo?

Eu sorri.

– Promete que não conta pra ninguém?

– Menina… claro que não. Mostra, vai…Deixa eu ver tua bucetinha aberta.

Respirei o mais fundo que pude e mergulhei. Ele continuava com o pau pra fora, a cueca estava embaixo do saco. Tinha poucos pelos brancos.

Me abri toda, de frente pra ele. Senti as mãos dele passando na minha boceta. Contraí ela e senti o dedo dele passar pelo buraco (que já estava melado), entrando até o fundo.
Já estava sem ar. Subi, pegando na pica dele.

– Você não é virgem?

– Não.

– Quem te fodeu?

– Meu professor (não falei balé, não queria identificar).

– E você gosta?

– De que?

– Trepar, querida.

– Sim… Gosto muito.

– Quero ver tua boceta de novo. Senta ali na beira da piscina.

Ele mesmo me guiou até lá, me sentando e abrindo minhas pernas.

Eu tirei os dois pés da piscina, ficando com os joelhos dobrados e as pernas abertas.

Ele massageou meu grelo e meteu o dedo de novo na minha boceta.

– Aguenta dois?

Falou e já foi metendo dois. Mordi os lábios, ele me encarava, com cara de tarado.
Chegou perto, puxou meu corpo pelo quadril e enfiou a língua em mim. Eu gemi alto. Ele meteu a língua e depois tirou, mordendo minha boceta inteira. Depois se afastou e começou a me dedar de novo, encarando meu rosto.

– Você chupa rola também?

– Eu gosto.

– Que putinha, hein? Sabia que ia te foder, menina.

Ele saiu da piscina, sentou do meu lado. Eu nem esperei chamar. Me ajoelhei e comecei a mamar naquela pica grossa, grande e vermelha. Ele segurava minha cabeça, empurrando devagar. Com a outra mão, foi alisar minha bunda e dedar minha buceta.

E estava muito melada. Sentia ele trocar de dedos dentro de mim… Me abria tanto quanto podia.

Até que senti o dedo ir pro meu cuzinho.

– E no cuzinho, já levou rola?

Tirei a boca do pau dele.

– Eu gosto muito de dar o cu.

– Nossa, você é uma vadia mesmo. De quinta. Vou te foder, menina. Vou te rasgar inteira.
Senti ele meter o dedo de uma vez no meu cu, levei um susto. Foi meio violento. Meteu e socou, enquanto eu me mantinha chupando o pau dele do jeito que tinha aprendido. Mamando, sugando, lambendo, lambendo o saco, mamando no saco.

– Uma puta… Quantos anos você tem.

– Fiz treze.

– Deu com quantos anos?

– Onze pra doze.

– Vadia bucetuda. Deixa eu te esfolar, guria.

Ele estava muito tarado, parecia um animal. Veio por trás de mim, não se ajoelhou, me puxou pelo quadril e já mirou aquela pica quente, macia, grossa e vermelha na minha boceta.

– Aguenta que vou enfiar fundo.

Ele me segurava pelo quadril. Eu estava de joelhos, quase erguida do chão, e ele estava com os pés no chão.

Senti quando a bichona entrou, me abri mais. Que delícia! Tinha tanto tempo que não sentia aquele prazer. Como eu gosto de sentir um pau duro me fodendo! Só de pensar me melo toda de novo… Ele enfiou tudo numa socada só.

– Que arrombada. É apertada, mas já atolei tudo. Aguenta, sua puta.

Ele começou a socar. Eu estava de quatro, ele em pé, metendo. Sentia o pau dele me puxar pra cima. Ardia muito, era uma delícia. Eu gemia alto e comecei a me masturbar. Não demorei muito a dar a primeira gozada, porque tinha tempo que estava na seca.

– Goza, goza na minha pirocona, sua vagabundinha de quinta. Goza.

Ele começou a puxar meu cabelo. Minha cabeça foi pra trás. E as socadas vieram mais fortes.

– Toma, sua putona arrombada. Gosta de levar rola? Gosta de ser comida? Então aguenta.

Começou a dar tapas na minha bunda com uma mão, enquato puxava meu cabelo com a outra. Me senti uma égua sendo esfolada por um cavalo. Do jeito que eu gostava!

– Vou gozar onde? Nas costas?

– Eu ainda não menstruo (falei porque adorava levar porra na boceta).

– Hummmm, quer que goze dentro?

– Sim.

– Mas é uma putona, mesmo. Aguenta, vagabunda.

Ele socou ainda mais forte, me segurando pelo quadril e pelo cabelo. Sentia minha lombar doer. Eu já estava quase gozando de novo e quando senti a pica latejar e derramar leite em mim, não me segurei e gozei gostoso, tremendo inteira.

Quando ele tirou a piroca de dentro de mim, ainda derramou leite na minha bunda.

Ele foi andando pra dentro da casa, nu e com o pau em riste, amolecendo aos poucos e eu entrei na piscina pra tirar a porra, depois fui pro banheiro me lavar e vestir minha roupa de menina crente virgem.

Só encontrei ele de novo dentro da caminhonete. Diferente do professor, ele não era carinhoso. Era bem cavalo.

Não falou nada, só 
voltou a ser o pastor bonachão quando chegamos na igreja. Antes de sair do carro, falou:

– Adorei te arrombar. Quer mais domingo que vem?

– Quero todo domingo.

Falei sorrindo.

– Mas é uma vagabunda mesmo. Vai levar muita rolada, então.

Desci e fui pro culto. Assisti ele pregando durante uma hora e meia, e meus pais vieram me buscar.

Fui pra casa satisfeita
.

quarta-feira, 24 de agosto de 2022

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA (DEPOIS DA PRIMEIRA VEZ 2)

 No dia que gozei pela primeira vez, foi o começo do vício em sexo. Eu queria sentir de novo aquilo. Achei que vinha com a penetração, não tinha certeza se havia sido por causa do grelinho. Bobinha!

No dia seguinte, aproveitei todos os momentos mais demorados sozinha para tentar gozar, enfiando algo na minha boceta. Tentei com o cabo da escova de cabelo, tentei com uma cenoura (foi bem desagradável) e com uma banana sem casca, que só fez bagunça mas não entrava. Minha boceta era apertadinha (e continou sendo mesmo depois de dar muito) e conforme eu pressionava a banana pra entrar, ela amassava e quebrava.
Fiquei esperando a chegada do outro dia de aula. Não lembro com exatidão, mas acho que foi de segunda pra quarta ou de quarta pra sexta. Só sei que não foi com um fim de semana no meio.

Quando cheguei lá, eu estava tão tarada que deixei só um ganchinho fechado. Todos os outros estavam desabotoados. Minha bucetinha estava completamente exposta.
Fomos fazer um alongamento inicial. Cada um ficava de pernas abertas de frente para o companheiro (no caso das meninas, para a companheira), com os pés encostando um no outro, ou seja, bem arreganhadas. Uma segurava as mãos da outra. Alternadamente, cada uma deitava até encostar a coluna no chão por completo. Assim, a outra alongava a coluna porque ficava curvada pra frente. E iam alternando o movimento.

Eu fiquei com o prof, de frente para o fundo da sala. Ou seja, quem me via arreganhada além dele? Ninguém.

Fazíamos o movimento e cada vez que ele se chegava eu ganhava uma dedada gostosa ou uma lambida. E quando era minha vez, eu não podia fazer nada, com medo de as meninas verem, porque ficava mais exposto o que eu estava fazendo.

Mas senti muita vontade de abocanhar o pau dele.

Mas as chupadas e dedadas foram muito gostosas. Me babei tanto que tive que ir ao banheiro limpar a boceta para os exercícios.

Parecia que ela dava choques no grelinho. Eu estava quase gozando o tempo todo…

Fechei os ganchinhos todos porque no exercício elas podiam ver, então era mais prudente.
Fizemos tudo até o fim da aula.

Quando todas foram embora, eu fiquei “esperando meu pai”. Nesse dia, nenhuma demorou tanto a sair, então, acho que umas 17:10h por aí, já estávamos só nós dois. Ou seja, teríamos quase uma hora. Dava pra foder MUITO.

Quando ficamos sozinhos, ele só fez descer a frente da legging e aquela pica deliciosa saltou batendo no ar.

– Você tá me deixando doido, sabia? Me mostrando essa bucetinha de puta o tempo inteiro. Eu vou pirar. Vem cá, me dá uma chupada gostosa.

Sentei no banco e mal abri a boca. Não deu nem tempo, ele já foi metendo o pau na minha boca. Nessa hora, ele era meio taradão. Socava o pau fundo, e eu ficava engasgando.

– Chupa, puta, chupa, vagabunda. Engrossa meu pau pra te arrombar. Isso, na garganta. Engasga mesmo.. Gosto é assim.

Ele segurava meu cabelo e socava. Eu engasgava mesmo. Tinha que colocar as mãos no corpo dele pra tentar controlar a metida, senão ia vomitar.

Ele tirou o pau da minha boca e levantou, esfregando no meu rosto.

– Põe a língua pra fora. Me lambe.

Eu fui passando a língua por onde ele queria, de acordo com o lugar que esfregava na minha cara. O saco, a rola, a virilha… O cheiro daquilo era muito bom! Cheiro de banho, de perfume, com cheiro de suor, de homem.

– Tira o collant que quero te mostrar algo.

– Mas meu pai..

– Dá tempo, vai, tira.

Tirei e fiquei nua, só de sapatilhas…

Ele me levou no fundo do estúdio, onde tinha um espelho encostado na parede e me fez sentar de frente pra ele.

– Abre as pernas. Olha que buceta linda essa tua… É fechadinha, aperta minha rola de um jeito delicioso. Vou te comer até ela ficar arregaçada, bem esfolada.
Ele começou a abrir minha boceta de frente para o espelho, expondo a parte vermelhinha de dentro.

– Vê, putinha, você ainda vai levar muita pirocada aí dentro, vê. Aliás, você quer ver meu pau entrando?

– Quero.

Então ele sentou por trás de mim, encostando o pau nas minhas costas.

– Sobe no meu colo.

Quando subi, ele já foi mirando minha boceta. E entrando. Nossa, era muito delicioso sentir aquele pau me abrindo, macio!!!!

– Olha no espelho, safadinha…

Olhei e vi o pau sumindo dentro da minha boceta, que se arreganhava pra engolir ele. Era lindo demais!

Quando sentei por completo.

– Viu? Enfiei tudo, até o talo, na minha puta. Você é puta demais. Dá gostoso com 12 aninhos. Dá a boceta, dá o cuzão… Muitooooo puta.

Ele falava isso e ficava mais tarado. Me segurava no quadril, movimentando para eu subir e descer. E eu quicava cada vez mais rápido e gostoso naquela tora grossa e dura.

– Safada, isso, vem fode, engole meu pau todo… Isso, soca até entrar tudo, até sentir os ovos, vai…

Eu me esforçava pra seguir o que ele dizia. Quicava tanto que doía fundo. Sentia rasgar minha boceta. Queria sentir aquilo de novo, mas não chegava.

Num momento, ele pediu pra dar uma paradinha. Disse que senão ia gozar logo e a gente ainda tinha tempo.

Encostei as costas no peito dele, que colocou as mãos pra frente e ficou alisando meus peitinhos. E eu olhando no espelho… Ele beijava meu pescoço e falava.

– Você é muito deliciosa. Muito gostosa. Quero morar dentro dessa boceta. Como foi o dia ontem? Gozou pensando em mim?

Eu não respondi, ele apertou meus biquinhos, beliscando…

– Ai!!!!

– Responde. Gozou?

– Eu… eu não sei…

– Não sabe o que? Gozar?

– É, não sei direito…

– Ah.. vou ter que te ensinar, pra você se masturbar pensando em mim. Bater uma siririca gostosa, sabe o que é?

– Não…

– Vou te ensinar, mas antes quero uma coisa.

– O que?

– O cu de novo.

– Não… dói…

– Dói não, eu fiz direitinho, você não reclamou de dor da outra vez.

– Mas depois doeu…

Era verdade, eu tinha passado o dia sentando de lado. E ainda estava meio machucado…

– Então eu meto mais devagar, vai, deixa…

Ele viu que eu hesitei e foi me guiando. Me fez subir, fazendo o pau duro sair de dentro da minha boceta, que foi soltando ele. Estava tão bom lá dentro…

Antes que eu sentasse, ele foi encaixando na entrada do meu cuzinho.

– Ahhh, tá todo melado, minha bucetinha de puta já babou tudo aqui atrás. Minha piroca vai deslizar pra dentro desse cu.

Tentei relaxar, ardia um pouco, mas de fato foi deslizando porque eu tinha babado muito com a boceta. Meu cu agasalhou a cabeça do pau dele e ele me suspendeu as pernas arreganhadas. Fiquei sem encostar em nada, apenas descendo conforme ele deixava o peso ir descendo, e o pau enfiando no meu cu.

– Olha, que cena linda. Teu cuzão agasalhando minha rola, olha. Arrombada.

Eu via pelo espelho minha boceta toda aberta, o buraco estava aberto, por causada das roladas que eu tinha acabado de levar. E meu cuzinho, coitado, todo esticado, sendo fodido por aquele cacete grosso e veiudo.

Ele foi descendo, descendo, até que me soltou quando a rolona estava mais da metade dentro do meu cu.

Senti uma dor forte e gemi alto. Senti vontade de chorar. Acho que fiz beicinho até. Doeu bastante. Aquilo chegava fundo dentro de mim. Sentia o pau inteiro no meu reto…
Ele ficou alisando meus peitos, beijando meu pescoço (me fazendo arrepiar) e dizendo:

– Calma… shiuuu… já vai passar.

Fui relaxando e a dor diminuiu. Então ele colocou minhas pernas por cima das dele, uma para cada lado, me deixando bem aberta. Eu via o pau atolado no meu cuzinho rasgado.
E ele começou a dedar meu grelo enquanto beijava minha nuca e com a outra mão alisava meus biquinhos.

E ia rebolando embaixo de mim, fazendo meu corpo rebolar.

O tesão foi tomando o lugar da dor e em alguns minutos eu já me rebolava sentindo aquela piroca arregaçar meu cu e achava gostoso. Estava toda babada de novo, e arrepiada. Via meus poros arrepiados no espelho. Os biquinhos durinhos e ele beliscando devagar….
Então ele guiou minha mão pro meu grelinho, colocando dois dedinhos meus em cima dele.

– Vai massageando aqui. Isso, assim…Tá gostoso?

Estava. Eu nem conseguia responder. Era bom…

– Aperta, assim… Isso, vai mais rápido. Isso, vai… gostosa, putinha gostosa, amassa esse grelo gostoso.

Era muito bom! E eu fazia isso e rebolava mais na pica dele.

– Vai, puta, vai… safada… Esfrega essa boceta de vagabunda, vai… Tá toda fudida, já. Já é toda rasgada pela minha rola grossa. Buceta rasgada, cuzão arrombado. Te transformei numa putona, safada. Isso, morde minha piroca com o cuzão, vai… Crentinha do cuzão gostoso.

Nossa, quanto mais ele falava isso, mais eu tinha tesão, mais esfregava com força e mais rebolava, fazendo o pau dele se enfiar no meu rabo. Ele mexia fazendo sair e entrar, mas não tanto por causa da posição.

Eu via minha boceta no espelho e sentia tesão. Esfregava forte e aquele negócio vinha… E quanto mais vinha, mais eu esfregava. Apertava forte, estava sentindo de novo. E dessa vez veio MUITO forte. Eu me torci, gemi alto, me soltei no pau dele, Não tirava a mão da boceta, pois ainda vinham uns espasmos, que eu queria que demorassem a ir embora. Mas juntei as perninhas e apertei a boceta e o cu o mais que pude, gemendo.

E ele embaixo de mim segurava meu quadril e me forçava a me afastar, socando com força e rápido aquela piroca no meu cu. Eu não senti nem dor (de novo)! Só sentia a cobra dura entrar e sair, enquanto eu me melava ainda mais, com os caldinhos do meu gozo delicioso. Estava toda ensopada, e o pau dele também tinha se melado todo do meu gozo.

Ele nem falava mais. Arfava e gemia. No máximo dizia.

– Hunf… vai,… toma… toma…

Até que passou o braço pela minha barriga e me apertou contra o corpo dele, puxou uma das minhas pernas pra cima com a outra mão e me fez abrir mais o cu, bem na hora que ele esporrou dentro de mim. Ele caiu par ao lado agarrado comigo, e ainda socava o pau no meu cu, parando aos poucos, enquanto me enchia de porra.

Eu estava sem energias, estava no céu. Fiquei deitada com ele uns minutos e senti a porra começar a sair do meu cuzinho. Lembrei que da outra vez minha roupa melou enquanto ia pra casa, e que eu ainda soltei muita porra pelo cu quando fui ao banheiro). Era melhor começar a sair agora, porque eu tinha ficado morrendo de medo de melar o banco do carro…

Nesse dia, meu pai demorou mesmo a me buscar. Deu tempo ir ao banheiro, limpar minha bundinha ardida (depois de esfriar, ardeu) e de ficar no colo dele, recebendo a língua dele na minha boca. Quando finalmente ouvi a buzina, ele já estava de pau duro de novo. Se desse mais uns minutos, eu ia levar mais rola nos buracos.

Fui pra casa extasiada. Desse dia em diante, eu passei a gozar uma, duas, três vezes no dia. Sempre que podia. E também passei a dar o cu e a boceta pra ele praticamente em todas as aulas. Me tornei perita em tomar no cu, uma puta completa.

Gozava em todas as nossas fodas, trepava muito com ele. Fizemos de tudo naquele studio. Um 69 gostoso com ele chupando minha boceta e enfiando dois dedos no meu cu, enquanto socava a rola na minha boca. Também cansei de sentar na piroca dele e quicar até sentir meu útero doer. Foi a primeira época em que eu trepei quase todos os dias.

Depois desse período, ele foi morar no exterior, pois tinha tido um convite para ser professor em uma companhia grande. Eu fiquei sem meu amante, mas não demorei a cair na vida de dar muito. Mas depois eu conto outras coisas gostosas que vivi pra vocês. Bjs e até mais!

MINHA HISTÓRIA - MENINA EVANGÉLICA (DEPOIS DA PRIMEIRA VEZ)

Contei minha história pra vocês e vim todos os dias, sem falta, ler os comentários. Saber que deixei outras pessoas com tesão é muito bom. Assim sei que não sou só eu que sou assim… E isso me deu vontade de continuar a contar.

Eu não vou falar nada que me identifique, porque realmente não quero que ninguém faça ideia de quem eu sou. Em um comentário sobre isso eu fiquei gelada. Vocês não têm ideia de como a igreja que frequento é rigorosa. Daquela que dá as costas para quem se desvia. Já vi casos de os pastores apoiarem surras em mulheres desobedientes. Não sei o que fariam comigo se sonhassem como eu fui e, de certo modo, ainda sou.

Com meu noivo eu não tenho relações sexuais. Eu evito ter muitos momentos íntimos, porque não sei se conseguiria deixar esse meu lado controlado, caso as coisas esquentem com ele. Basta uns beijos e corpo encostado para eu ter que me masturbar e usar um brinquedinho uma ou duas vezes pra dormir.

Uma vez viajamos juntos para um evento da igreja. Dormíamos em quartos separados, claro. Eram mulheres solteiras para um lado e homens para o outro. A gente se abraçou e beijou dentro da piscina, ele nem chegou a ficar totalmente excitado mas eu, sim… Tive que me masturbar no banho, enfiando um tubo de desodorante na minha boceta e no meu cu, porque não tinha intimidade em nenhum outro local.

Bom, vou dar continuidade ao que comecei a contar…

Depois que transei a primeira vez com meu professor de ballet, a gente se tornou amantes, por assim dizer. Ele aproveitava os momentos em que nenhuma das meninas estava olhando pra enfiar os dedos em mim, ou pra colocar o pau dele na minha boca.

Em alguns exercícios de relaxamento, nos dias em que havia menos alunas, ele até me comeu de quatro enquanto todas estavam “relaxando a coluna”. Comeu assim, digo, enfiou o pau, tirando e colocando inteiro, algumas quatro ou cinco vezes seguidas.
Gozar dentro não dava, porque ele gemia e esporrava muito, e eu sempre ficava com as pernas escorrendo de porra.

Ah, e eu tive que arranjar uma desculpa pra minha mãe, porque o meu collant estava descosturado no fundo de novo. Passei uns dias escondendo ele dela. Cheguei a ir de roupa para a aula e vestir o collant no banheiro (porque o conjugado não tinha graça).
Quando enfim ela achou, eu disse que tinha quebrado um ponto porque estava machucando minha “coisinha” (era assim que falava pra ela) e arranquei no dente. Depois foi soltando de novo.

Também reclamei que estava ficando apertado, no meio dessa descuparada toda. Acabou que ela resolveu me levar para comprar um maior, porque eu estava crescendo, esse era cor de rosa e marcava muito meus mamilos. Queria comprar um preto.

Quando vi as opções, insisti em um modelo que tinha um fecho no fundo. Ele não era sem manga, como anterior, tinha uma manguinha curta colada ao corpo. Era mais coberto, por isso ela gostou. E por ser desse modelo, tinha quatro daqueles ganchinhos de metal no fundo (iguais aos de fechar sutiã), que podia abrir.

Alguns dias depois, cheguei com ele eufórica na aula de ballet. O prof me olhou estranhando, na certa pensando no collant safadinho. Mas nada falou.
Para fazer um alongamento inicial, ele resolveu nos deitar no chão, todas em círculo, com a parte das pernas para fora e as cabeças próximas. Ele ia de uma a uma, ajudando a fazer movimentos de aberturas na pernas, forçando o alongamento dos músculos. 
Quando chegou em mim, meu rostinho estava bem vermelho. Eu queria rir de felicidade, mas não podia.

Na hora em que ele abriu minhas pernas, se deparou com o fecho aberto, só com os dois ganchinhos externos presos e minha bucetinha exposta. Ele sorriu e aproveitou para dar uma dedada gostosa que me fez arrepiar inteira.

Era difícil ficar nessa brincadeira com ele e não dar a boceta, não deixar meter fundo e socar, porque era assim que eu gostava e me arrepiava inteira. Raramente tínhamos momentos sós mesmo. Mas tive uma ideia. Falei para o meu pai que o horário do ballet estava estendido, porque iríamos ter apresentações públicas (o que era verdade) e eu precisava treinar mais pois tinha um dos papéis mais importantes.

Essa mentirinha permitia que ele me comesse todo dia de aula. E, acho que eu contei, ele dava aula todos os dias, em diferentes horários. No meu horário, tinham turmas todos os dias, de segunda a sábado. Eu frequentava três dias: segunda, quarta e sexta. Nos outros dias era outra turma.

E ele também dava workshops em outros horários, se apresentava, tinha compromissos. Era um bailarino bem ativo. Não era bem boniiiiito, mas era muito sexy, músculos definidos e um pau que fazia um volume chamativo na legging.

Como eu queria ir lá todo dia levar uma boa fodida! Mas não podia, infelizmente.
Então, acho que no segundo ou terceiro dia que eu estava ficando até mais tarde, aconteceu algo que eu queria muito saber como era: gozar.

Ele perguntou se eu sabia o que era e disse:

– Vamos fazer diferente hoje? Fica de quatro no banco.

Fui e me posicionei na arquibancada. O collant estava desabotoado, e eu fiquei com a bundinha exposta, a bucetinha aberta (porque eu já colocava uma perna no banco de cima, então ficava bemm arreganhada, já que ainda era relativamente baixinha).

Ele veio, alisou minha bunda e falou:

– Que rabinho redondinho lindo. Deixa eu ver o que ele guarda.

Aí abriu minhas nádegas, expondo meu cuzinho. Eu ainda tinha uma certa vergonha dessa parte, mas tinha muito tesão de saber que estava sendo escancarada. Sou muito exibicionista, adoro ser olhada.

– Essa é a visão mais deliciosa que já tive na vida. Nunca vou esquecer.

Falou isso e se abaixou, alisando minha bunda e passando os dedos bem suavemente pelos meus buraquinhos. E comeu a passar a língua. Aquilo me arrepiava. Lambia de cima abaixo, depois colocava a boca e chupava, até sugava, fazendo barulho. Mas eu sentia a língua dele explorar tudo, do meu cuzinho, passando pelas minhas virilhas, até meu grelinho (que na época eu não sabia manipular…) e depois se enfiava fundo na minha boceta. Eu rebolava muito, mesmo sem perceber, porque era delicioso demais.

Ele fez isso algum tempo, e eu estava bem molhada, de olhos fechados, esfregando meu rabo inteiro no rosto dele, que me puxava pelos quadris e se enfiava em mim com a língua.
Comecei a sentir os dedos dele se enfiarem, primeiro na boceta, explorando fundo e depois saindo e entrando… E depois no cuzinho, devagar, enfrentando as travadas que eu dava… Até que senti um dedo enfiado em cada lugar, profundamente, se movendo lá dentro ou sendo socado…

Depois que o ritmo se intensificou eu rebolava cada vez mais, aquilo era muito bom… Eu sentia um arrepio forte, algo que vinha de dentro, lá do fundo da minha boceta, parecia que ia sair algo de mim… Quando ele tocou meu grelo com outro dedo (acho que o polegar), a onda começou a vir mais forte. Ele tirava o dedo que estava na boceta, mas não tirava do grelinho nem do cu. Era cada vez mais forte a vontade de explodir, de fazer xixi, sei lá… E eu rebolava muito, me empurrava contra os dedos dele. Ele foi acelerando e apertando mais o dedo no meu grelo, me fazendo sentir algo vindo, vindo.. Até que me arrepiei toda e revirei os olhos (de verdade). Nunca senti algo parecido. Uns choques fortes subiram no meu corpo vindo da boceta e minhas pernas começaram a tremer. Eu amoleci toda, e ele continuava com o dedo no meu grelo e outro no meu cu (esse último, saindo e entrando sem parar).

Até que o grelinho ficou muito sensível e eu mesma puxei a mão dele de uma vez. Me joguei no banco, me torcendo e sentindo aquelas ondas irem embora devagar…
Ele não parava de me alisar… E ainda enfiava os dedos no meu cuzinho…Me posicionou de lado, a bundinha empinada e senti o pau grosso e duríssimo dele entrando na minha boceta, que estava quente, inchada, encharcada de líquidos.

Eu estava muito mole e ele meteu forte, batendo na minha bundinha, fazendo “pá-pá-pá”. Levantou a minha perna de cima e eu olhei pra baixo. Vi aquele pau vermelho, quase roxo (ele era moreno claro), cheio de veias arregaçar minha bocetinha pequena. Via entrando e saindo, a cabeça chegava a aparecer e sumia dentro de mim.

Então ele tirou, me virou mais de lado e senti quando aproximou a cabeça do pau do meu cuzinho. Fui deixando, e ele ficava esfregando num movimento circular, como se estivesse abrindo mais o buraquinho que já estava meio frouxo de dedadas. Mas quando senti a cabeça tentar me arbrir ardeu…

Não protestei, mas tranquei o cuzinho.

– Relaxa, é bom também. Deixa eu te enrabar, deixa… Deixa meter minha pica no teu cu… Ahn?

Não respondi, mas ele ficou alisando meu corpo, meu quadril, me fazendo relaxar aos poucos. Expus mais a bundinha, para tentar facilitar a entrada.

– Deita no banco de bundinha pra cima, vai… Isso… coloca essa perna pra cá…

Minha perna direita ficou pra fora do banco, e o pé pendurado na lateral, alcançando o chão.

– Agora empina a bundinha, vai.

Com o corpo todo deitado no banco, empinei só meu rabinho. Estava muito muito cansada.

 Mole mesmo…

– Vou comer esse cu delicioso, abre ele pra mim.

Ele mesmo foi abrindo minha bunda e recomeçou a empurrar. Quando eu fazia menção de trancar o cuzinho, ele me ajudava a relaxar, até que a cabeça passou.

– Ahhhhhhh, estou dentro do teu cu, sua putinha safada. Vai dar o cuzinho pra mim, vai?

– Uhum…

– A crentezinha mais vadia que existe. Toda fodida e esfolada pelo titio aqui…
Ele ficava falando essas coisas, me xingando de puta, de arrombada, de menininha vagabunda… E falava muito da minha boceta e do meu cu. Dizia que ia me estragar toda de tanto levar rola dentro. Isso me excitava, o grelinho piscava cada vez que ele me falava isso…

E o pau entrando aos poucos no cu.

– Enfiei tudo. Atolei gostoso e fundo nesse cuzão apertado. Agora, putinha, abre esse rabo pra mim e aguenta, viu? Vou arrebentar teu cu.

Então ele começou a socar. Começou mais lento, mas conforme relaxava meu cu, ia metendo mais fundo e forte. Acho que estava com tesão demais, porque não demorou muito e eu senti aquela rola gostosa latejar e cuspir muita porra no meu cu.

Na hora, na hora mesmo, não doeu tanto. Mal sabia que que depois nem ia conseguir sentar direito nem ir ao banheiro sem sentir ardor.

Mas naquela hora, só percebi o lado bom, com pouca dor. Ele me beijou, enfiou a língua na minha boca e me acariciou depois de gozar… Avisou que ia buscar papel higiênico no banheiro, então voltou e limpou minhas pernas, porque estava muito melado dos meus caldinhos.

Mal deu tempo de arrumar os cabelos, nem havia fechado o collant quando ouvi a buzina do meu pai.

Me desesperei, só coloquei a saia torta em cima do collant, peguei a mochila e fui correndo.

No carro, ele me viu banhada em suor:

– Nossa, filha, o que houve?

– Estava me exercitando até quase agora….

– Esse professor tá acabando com você, tem que maneirar.

– Tem não, papai, estou me esforçando muito. (ele mal sabia o quanto).

– Buzinei três vezes, onde você estava?

Meu coração quase saltou pela boca.

– Eu… eu.. estava no banheiro fazendo xixi. Ia limpar o suor, mas quando terminou a descarga eu ouvi a buzina e vim correndo.

– Ah, tá. Estava ficando preocupado. Já ia entrar pra te procurar.

Nossa, que risco eu passei. Melhor tentar ficar mais atenta ao relógio da próxima vez.