domingo, 7 de agosto de 2022

IRMÃS EVANGÉLICAS, AMOR ALÉM DAS CRENÇAS.

 depois do ocorrido a Lu não deixava eu chegar perto dela. 

A noite na cama eu tentava dormir de conchinha com ela ela puxava a coberta e se enrolava nela ,fui agarra de novo tomei um safanão que ficou vermelho meu braço .

Depois de uma semana sem sucesso então mudei de tática, já que na força não dava foi tentar um jeitinho ,ofereci minha boneca que ela adorava em troca ela brincaria comigo ,ela de imediato disse não, mais depois de tanta insistência minha ela concordou, mas ela foi bem clara que ela não ia me chupar ou qualquer coisa ela ficaria parada eu disse: "Ok blz ."

A Lu ia tirar a roupa, eu disse que não, já estava quase na hora da mamãe chegar e não teríamos tempo no outro dia, depois da escola eu teria ela só pra mim o tempo que eu quisesse, a Lu logo retrucou: "Tá louca é só uma só e olha lá .

A noite debaixo da coberta tentei enfiar a mão dentro da calcinha dela tomei um chute e ela de novo puxo a coberta e se enrolou toda .

No dia seguinte me troquei para ir a escola mas não tirava a ideia da volta o dia parecia se arrastar .

Mais és que bate o sinal de saída eu vi a Lu conversando com suas amigas ,peguei no braço dela e puxando disse: "vamos logo temos que limpar a casa." Esqueceu e assim eu a reboquei para nossa casa .

Assim que chegamos, chamei a Lu para tomar banho, ela enrolando quando entramos no banheiro, eu tirei minha roupa como passe de mágica já estava peladinha, a Lu quando ia tirar eu pedi para não tirar que eu era que ia dar banho nela hoje .

Eu cheguei devagar, nela minha pressa tinha acabado, queria me deliciar com aquele momento, então comecei tirando sua camisa da escola e vi aquele corpo enorme, ela era muito bonita, não era gorda, era troncuda, forte e seus seios não existia apesar daquele corpo era dois pequenos botões de rosa fechado vermelho querendo se abrir encostei neles minha boca querendo engolir enquanto massageava o outro .

Nisto já notei que a Lu esquentou então parei um pouco de brincar com aquele botões e fiquei de joelho e abaixei a calça da escola , a Lu tento ajudar descendo a calcinha eu não deixei, eu tinha sonhado que aquele momento seria meu momento, deixei ela de calcinha mesmo sendo uma estilo cuequinha, ela adorava este tipo, eu cheguei perto e cheirando aquela xoxota presa naquele pano que já não estava tão cheiroso mais para mim naquela hora o cheiro era aa gasolina para o meu fósforo pegar fogo .

Desci sua calcinha com os dentes, eu estava possuída nesta hora, já não olhava para ela como minha irmã e sim como meu desejo com minha fome; então voltei minha boca para sua xoxota,  lambi como doida tinha até coisinha branca e áspera com gosto diferente que na hora só era mais um gosto da minha Lu que estava experimentando, nisto eu já no meio das suas pernas e enfiando minha linguinha bem fundo, eu sentia que a Lu se tremia toda, ela estava sentindo prazer mesmo, ela dizendo que não foi quando ela desaguou, seu melzinho na minha boca aquele melzinho sujo com o dia me parecia mais saboroso que os outros que tinha tirado dela .

Dai liguei o chuveiro e quando a água descia eu ensaboava o corpo dela eu magrinha tendo aquele corpo bonito .

Depois fomos para nosso quarto onde ela já não queria mais, eu falei que não, você será minha senão não tem negocio, mais uma vez a Lu se faz de santa, e deita na cama como uma tábua sem sentimento, eu nem liguei, pedi para ela passar a mão na minha xoxota, ela disse que não foi o combinado .

Eu então olhando em volta não achei nada interessante mais me lembrei que na cozinha tinha um pilão de porcelana decorativo que tinha um socador com duas bola nas ponta que parecia vocês sabe o que .

Corri na cozinha e peguei ele e um pote de manteiga e voltei pra cama quando a Lu viu se assustou com o socador, tinha quase 20 centímetros ela para vc tá louca .

Eu nem quis saber, enchi a mão de manteiga e lambuzei o socador e passei também na minha xoxota e pegando o lado da bola menor comecei a forçar na entrada da xoxota, segurou om pouco mais com uma forcinha a mais a bola parece ter saltado para dentro da minha xoxota eu no começo senti um arrepio e não foi tesão não ele era de inox gelado mais ficando um pouco na minha xoxota que estava pegando fogo comecei um vai e vem e então soquei ate onde aguentava dentro mais da metade, eu assim, eu deitei na cama de barriga para cima, pedi para Lu sentar de coque onde dava para eu chupar sua xoxota e continuando a bombear o socador na minha, eu quase tiro a virgindade da Lu com minha língua, a Lu estava em choque com que estava vendo eu parecia possuída, mais ela também começou a se excitar com a cena macabra que eu estava proporcionando e ela também, começou a tremer de tesão ao ponto de jogar o corpo pra frente e com as duas mão segurar meus seios nesta hora um tesão doido me possui, e a Lu se soltando das amarras do certo e errado começou a chupar eles com pequenas mordidas no biquinho .

Isto quase me leva as nuvem e eu segurando sua cintura, puxou ela para baixo, quase morrendo sufocada com sua xoxota e alegre pois pela primeira vez a Lu encostou sua boca em meu corpo e eu pude sentir aquele lábios quente em mim e também desta o socador soltou de minha mão balançava como se tivesse vontade própria de um lado para o outro com sua maior parte dentro de mim neste clima cheguei ao orgasmo completo e deitada do lado da minha irmã do meu amor verdadeira .

Nós tomamos banho e ficamos a tarde toda abraçadas descansando .

A noite dormimos abraçadinhas sem calcinha como uma casal de namorados que encontraram o amor e, é claro com meu socador enterrado na minha xoxota, mas agora já não era o lado menor não ?

sábado, 6 de agosto de 2022

IRMÃS EVANGÉLICAS, ESTOU POSSUÍDA PELO DEMÔNIO

Eu fui dormir tranquila então, mas não demorou muito, eu voltei a ouvir barulho vindo do quarto do papai. Curiosa lá foi eu de novo, fiz que ia pra cozinha, passando perto da porta, eu olhei e lá estava papai em pé e a mamãe estava chupando aquele pauzão do papai na boca; ela colocava quase tudo na boca e, o papai ali em pé estava até tremendo de prazer. foi quando eu que já estava molhadinha olhando aqui comecei a me dedilhar nisto eu com pijama arriado até o joelho e com os dedinhos ocupados perdi o equilibro e a porta do quarto se abriu e eu cai para frente meu pai me viu ali no chão com o pijama no joelho e meus dedinho lambuzado com meu melzinho, ele se virou tão rápido que seu pau saiu da boca da mamãe que até faz um som esquisito. Nisto até fechei o olhos sabia que esta noite eu levaria uma surra. 

O meu pai quando bate a gente quase não consegue andar, ele chegou perto de mim e disse: "olha aqui nega! acho que temos uma putinha em casa e nem sabíamos"! Minha mãe disse que a gente tenta ensinar estas meninas e fica fazendo safadeza o que a gente faz amor bater parece que não adianta .

Meu pai furioso disse: "Bom se ela está curiosa e pelo jeito desta bucetinha dela toda melada, já está aprontando faz tempo, então se ela quer sexo. Eu vou mostrar." 

Ele me pegou no chão, tirou o resto da minha roupa e me colocou na cama, ele pegou e logo começou a chupar meus seios que ficaram durinhos, todo arrepiado. 

A minha mãe falou: "deixa eu ver se ela se é virgem ainda". Ela pega minhas perna, abre, tenta por um dedo nela que engole o dedo dela como se não fosse nada, dai ela fala: 

- É amor nossa putinha aqui já deu pra alguém. Eu tentei falar que não tinha feito isto, mas ele não queria nem ouvir. O papai ficou furioso e disse: "se já furaram ela, eu agora vou arrombar de vez . "

Ele puxou minhas pernas e abrindo, encostou aquele pau enorme na portinha da minha xoxota , minha mãe me segurou pelo pescoço, enquanto papai tentava enfiar mais, era muito grande a cabeça do pau dele, parecia maior que minha xoxota inteira. 

A mamãe disse: "passa o creme".

O papai falou: "não! Ela não deu para algum menino sem nada, vai aguentar assim mesmo e pegando na minha cintura puxou sem dó, foi ai que a cabeça entrou rasgando tudo, senti uma dor enorme, parecia que minhas pernas iriam se dividir. então ele para deixando aquela cabeça enorme paradinha dentro da minha xoxota tentei gritar, mas mamãe tapou minha boca. nisto papai começou a empurrar mais, ainda tentei ver, o que vi foi minha xoxota aberta feito um pão com salame preto no lugar da salsicha. 

Depois da dor, mesmo incomodada, comecei a sentir prazer, nisto a mamãe disse . 

 - "Nossa putinha amor tá gostando". "Agora neném toma chupa a mamãe e encima da cama se ajoelhe sobre minha boca."  

Eu estava recebendo a tora do papai na minha xoxota e a buceta enorme da mamãe ali eu então comecei a chupar. Mamãe então gemendo, mandou eu enfiar o dedo nela, quando abri para por o dedinho, eu vi a xoxota dela, tenha um buraco enorme. Eu pensei agora com o pau do papai a minha também, vai ficar assim, todos vão saber. 

 Eu vi que meu dedinho nada faria ali, então enfiei meu braço para minha surpresa entrou todo eu até fechei a mão, parecia o pau do papai foi quando a mamãe encheu minha cara com melzinho dela que era muito. 

 Nisto o papai mandou eu virar e ficar de quadro como eu tinha visto a mamãe ficar e ele disse: "se não tirei o cabaço da sua xoxota vó tirar o cabaço do seu cuzinho". 

Eu chorei, pedi para o papai não fazer pois o pau dele era muito grosso, eu não aguentaria ele, mandou eu ficar quieta me chamando de putinha, Quando ele pois seu rola enorme no meu cuzinho, eu sentindo uma dor enorme entrando no meu cuzinho gritei pedindo socorro o senhor tá me rasgando . Nisto eu vejo a porta se abrindo e a luz do quarto acendendo e vejo na porta do meu quarto o papai desesperado perguntando que tinha acontecido . olhei do lado e vi a Lu assustada e o Diego chorando assustado também. O meu pai chegou perto da cama eu olhando para o rosto dele disse: "desculpa papai eu tive um pesadelo".

- Calma princesa, isto acontece, volta a dormir não tem perigo nenhum e desligando a luz do quarto voltou para o dele, eu me sentindo olhado ao passar a mão no meu pijama, eu estava molhada, parecia que tinha mijado na cama, mas não era mijo, era mais grosso acho que eu tive meu primeiro orgasmo completo . 

 No outro dia eu mesma lavei o lençol, minha mãe perguntou, eu disse que não foi nada. 

Minha mãe compreensiva disse: " Tudo bem amor isto acontece mesmo na tua idade, acho que foi por culpa do pesadelo". Eu não se acostumei a mijar na cama em você já é uma mocinha ,dando um beijinho volto para casa . 

 Eu me sentindo mau fui a igreja orar pedir para Deus tirar estes pensamento pecaminoso da minha mente. Eu  voltei para casa mais leve e determinada a voltar ser criança e esquecer o resto, até que por alguns tempo deu certo eu evitava assistir TV com o papai, não andava a noite para não ver que não devia e até deixei de tomar banho e de ver a Lu sem roupa, pois eu adorava ver e cheirar minha irmã ,eu tentei cortar tudo que me levasse ao pensamento do sexo . 

Por três semanas minha vida foi assim, orando e me desviando do mau do capeta . mas o capeta é forte e usa de subterfúgio para levar almas perdidas como eu para seu lado e assim foi . 

 Em um dia qualquer depois da minha abstinência do sexual eu na classe me deu uma vontade de fazer o número dois e pedi para o professor para ir ao banheiro . Lá chegando entrei em um dos box ,eu tenho mania de trepar no vaso não gosto de sentar, minha mãe odeia quando eu faço isto, mais ali na escola eu trepada no vaso eu vejo um vulto olhando por baixo dos box e ouço alguém dizer pode entrar está vazio, nisto começo a ouvir sussurros e a porta do box vizinho se fechar eu curiosa como só fiquei em pé no vaso me segurando no l lado de cima do box eu vejo a Jennifer umas da meninas mais bonita da escola de 15 anos com a calça no joelho e o um menino que eu só conhecia de longe já sem a calça tentando segurar, lá no alto e com o pau na porta da xoxota dela mas não estava dando muito certo, foi quando a Jennifer se apoiando na parede do box se curva um pouco e o menino vem por traz dela ajeitando seu pau ali empurrou, pensei que ele ia estourar o cuzinho dela mis não, ele estava estocando a sua xoxota. ela gemia como uma cadelinha . não demorou muito foi muito rápido, logo ele tirou o pau de dentro eu estava esperando um jato de porra. mas não saiu nada. Foi quando percebi que ele estava usando uma camisinha que tirou e jogo ali no lixo eles se trocaram e saíram, eu fui correndo e entrei no box peguei a camisinha que estava cheia de porra eu ate passei o dedo e encostei na língua mais o nojo foi maior que a vontade, então eu despejei o liquido na mão e comecei a me tocar com aquele creme e me lambuzando td tinha esquecido que estava fazendo coco e misturou todo o esperma do menino com meu melzinho e o coco me sujei toda me limpei do jeito que deu e voltei a classe onde o professor estava uma fera pela minha demora, eu falei que estava com dor de barriga . passando este final de aula toda fedendo, ate meus amigos de classe, estava me chamando de fedida, mas o que mais me incomodava é que a cena do banheiro não sai da cabeça e nem da loucura de ter pegado aquela camisinha. 

Em casa depois da escola a Lu foi tomar banho, eu que nos dia anteriores estava evitando a ela, sempre ia primeiro e eu depois . e quando ela já estava peladinha tomando banho, eu respirei fundo e entrei . quando vi aquele corpo todo ensaboado e a água escorrendo pelo corpo lindo que a Lu tem, tive vontade que ajoelhar de frente aquela xoxota estufadinha e chupar como louca ,mais me contive não podia deixar o capeta tomar conta de mim de novo. 

 A Lu terminou o banho, eu estava ali estática, ela começou a se secar, eu entrei no chuveiro, a Lu falou:" ainda bem Dri, você tá fedendo muito . mais meu banho não foi tão longo assim eu estava a fim de continuar a admirar o corpo da Lu, me enrolei na toalha e fui pro quarto . 

A Lu já tinha posto a calcinha e estava passando hidratante bem devagarzinho acariciando seu corpo todo parecia que estava ali me provocando eu vendo aquela pele morena brilhando com o hidratante. Chegou uma hora que não me contive e abraçando a Lu pelas costa e, já enfiando a mão dentro da sua calcinha, puxei para junto de mim e ela caiu sobre mim na cama, eu com a destreza de quem tivesse morrendo de fome sobre um banquete exposto me virei rapidamente e segurando a Lu com uma chave de pernas, enfiei minha boca na sua xoxota que já estava molhadinha, eu acho que ela estava era me provocando mesmo, ela falava para eu parar que era pecado aquilo que eu estava fazendo, só que a Lu da duas de mim, eu sempre apanho dela, quando ela quer, ela estava ali era por que estava gostando, eu a liberei da chave de perna, ela nada fez só gemia na minha língua, eu ali chupando, já estava procurando seu cuzinho para ali brincar também, foi quando ela soltou seu mel na minha boca que com minha língua, sequei até não sobrar nem uma gota, então me dirigi até sua boca e queria dar beijo, mas ela recusou achando nojento, eu não achava nada, só queria ter seu corpo a minha disposição . A Lu falou que eu estava possuída pelo demônio e, aquilo que eu tinha feito era pecado e eu ia pro inferno . 

 Eu retruquei falando que era deixou eu fazer aquilo e se eu fosse pro inferno ela também iria. Ela foi dizendo que eu a agarrei . dei risada vc sabe que eu não teria chance se vc não tivesse a fim, você é mais velha que eu e ainda é muito mais forte . ela disse que o capeta que estava me possuindo deixava ela impotente , eu disse capeta nada, você está com tesão como eu, não quer admitir. ela saiu dali e eu fiquei pensando e de imediato fiquei com tesão nela de novo . será que na minha busca de sexual estou virando sapatona.

sexta-feira, 5 de agosto de 2022

IRMÃS EVANGÉLICAS NA CALADA DA NOITE

 Depois do ocorrido comigo esperei os meus pais chegarem e quando eles estavam na sala , eu entrei e fiquei encarando pro papai com medo dele perceber .

O perigo ali era eminente, mas não tinha onde correr, a Lu me chamou para o nosso quarto onde se encontrava o Diego, pois ele dormia com a gente no nosso quarto, a Lu falou que o papai queria ver ele que foi correndo para sala nisto a Lô fala para mim .

_TÁ louca Dri ficar assim na sala com o papai, ele vai perceber que vc não é mais virgem.
Eu estava com um shortinho de pano quase transparente com uma calcinha amarela bem justinho e um tope com os seios meio que a mostra .

Eu disse a ela que já tinha pesquisado na net, e que não dava para perceber só assim e se eu mudasse minhas roupas dai sim que eles acharia que eu estava escondendo algo. 
pois eu sempre gostei de usar roupas provocantes já a Lu usava camisa calção era corintiana e vivia com roupa do timão, se vestia quase igual a um menino ,mas parecia um menino de cabelos longos .

Voltei para sala até a hora da janta, depois meu pai liga a TV como não tinha nada de interessante pro gosto dele, ele resolveu continuar assistindo a série que na época tinha 6 temporadas e eu e a Lu ficamos ali com ele assistimos uns 3 episódios, dai o sono chegou no papai ele desligou a TV mandou a gente dormir e foi para o quarto dele dormir .

Depois de uma hora mais ou menos todos já estavam dormindo, a Lu o Diego eu me levantei para beber um sugo quando cheguei na cozinha que eu ouvi um barulho vindo do quarto do papai cheguei bem devagar olhando entre a porta que só estava encostada meu pai estava com o abajur ligado e meio na penumbra deu pra ver o papai deitado na cama e a mamãe em cima dele gemendo quando a mamãe se levantava dava pra ver o pau do papai negro grande e imenso parecia que tinha mais de dois palmo da minha mão e era tão grosso que acho que não conseguia segurar nem com as duas mão ,e quando a mamãe descia sumia tudo dentro dela depois de alguns minutos assim a mamãe fico como cachorrinho de 4 em cima da cama e o papai se levanto e em pé encosto na bundinha da mamãe segurando pela cintura enfio aquele pau enorme traz da mamãe foi quando eu achei que ela iria gritar de dor, ela só gemeu baixinho, acho que era para não acordar a gente depois disto eu vi quando o papai se tremeu todo e tirando o pau ali de traz da mamãe solto um liquido que sujo ela toda dai eu vi quando ela disse que iria tomar banho então eu corri pro meu quarto por que em casa só tem um banheiro que fica na cozinha .

No meu quarto não conseguia tirar da minha mente meu pai enfiando o pau dele traz da mamãe e a cena daquele liquido espirrando nas costa da mamãe tanto que de novo comecei a enfiar o dedo na minha xoxota que agora já estava molhadinha e eu chegava a por 3 dedinho dentro ate que eu cheguei ao orgasmo mais uma vês e dormi sonhando que quem estava na cama era eu.

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

IRMÃS EVANGÉLICAS ASSUSTADAS

 Sou a filha do meio meu pai, um negro lindo de 34a nos

Teve três filhos: minha irmã mais velha têm 12 eu 11 e o caçula 5 .

Somos evangélicos, meu pai é mais frequente nos cultos, está querendo ser pastor, já minha mãe é, mas não frequenta muito .

Em casa meu pai assiste filmes variado, não é do tipo fanático, todo começo quando ele ganhou de um amigo uma série chamado true blood . De vampiros e coisas assim .

Nesta série tinha cenas de sexo, pensei que papai ia proibir a gente de assistir, mas papai nada falou .

E eu vendo certa cenas comecei a ficar curiosa, mas não iria perguntar ao papai , fiquei na minha .

Quando fomos dormir eu não consegui, pois as cenas não saíam da cabeça .

Certa hora me peguei mexendo na minha xoxota, foi que bastou para minha vontade pular para prazer e quase que eu fiz xixi ali na cama, quase não chego no banheiro .

Dormi depois desta brincadeira tranquila .

No outro dia quando papai e mamãe foram trabalhar levaram o Diego pra uma senhora cuidar, eu e a Lô ficamos sozinhas até dar a hora de irmos para escola .

Eu sou magra, um pouco alta e já tenho seios,  já a Lô tem um corpo bem definido mais não tem nada de seios .

Quando voltamos da escola por volta do meio dia, fomos tomar banho juntas como sempre eu olhando para xoxota da Lô que era muito maior que a minha. Eu perguntei a ela se quando ela estava assistindo as cenas de sexo do filme ela não sentiu algo diferente na xoxota ela disse que ficou excitada mas não quis deixar o papai perceber senão ele não ia gostar.

Então falei se ela não queria assistir só nós duas .

Ela concordou e saímos do chuveiro e fomos na sala por o Pen drive na TV e só dê toalha começamos a assistir já mal começou eu já estava acariciando minha xoxota .

A Lô quando viu aquilo fico indignada .

Eu disse que era gostoso, ela tentou e disse não ter sentido nada .

Eu que mal comecei já estava molhadinha, falei VC não deve estar sabendo, fazer é assim .
E cheguei perto dela, meu dedo na xoxota dela e ela quase deu um pulo e gemeu se todo no meu dedo ao ponto dela pegar minha mão e puxar ao encontro de tua xoxota nisto no filme tinha um mulher chutando a outra eu disse se ela queria tentar .

Ela disse: não isto é nojento eu não vou pôr minha boca na tua xoxota .

Eu disse: eu chupo VC .

Ela VC que sabe mas não vai esperar que eu faço o mesmo .

Então eu chegando perto da xoxota da Lô que já estava molhadinha com meu dedo , agora eu estava sugando aquela líquido que escorria entre suas pernas .

Eu gostei tanto que nesta hora senti que na euforia daquela xoxota da minha irmã eu sem notar estava já com dois dedos dentro da minha xoxota que começou a sangrar .

Acabando a nossa brincadeira ali pois não sei o que fazer o como vou explicar ao meus pais que perdi a virgindade com meus próprios dedos.

Agora estou desesperada quê em um consulta médica descubram que eu não sou mais virgem .

O que meus pais descubram ao me ver diferente

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

ESPOSINHA EVANGÉLICA DEDICADA - E AS CRENTES MAL COMIDAS

 Iniciei irmã Rosângela no mundo da safadeza e ela com certeza gostou. Estava toda empolgada pra experimentar uma pirocona também. Já tinha levado uma chupada gostosa da depiladora e agora se andava toda sensual.

Alguns dias depois ela chegou na minha casa. Eu ainda estava à procura de um lugar que tivesse depiladores homens que atendessem mulheres mas não era fácil achar.

Ela já chegou com fogo na buceta.

– Irmã, a gente pode ter uma sessãozinha daquela de banana porque eu estou acesa. Preciso lhe contar umas coisas, mas queria começar logo porque não tenho muito tempo.

– Tá, irmã, então tire aí sua roupa e se ajeite pra gente começar.

– Vou tomar um banho rapidinho porque fiz as compras e não deu tempo tomar antes de vir pra cá.

Ela tomou um banho e veio se enxugando andando nua pela sala. Agora ela tinha soltado a rapariga que tinha dentro dela estava sempre sensual. E me despertava desejo, eu confesso. Muitas vezes eu me masturbei puxando os bicos dos meus peitões imaginando ela chupando.

Então ela se sentou na poltrona com as pernas pra cima já dedando a buceta e esticando aquele grelão com os dedos. Puxei a minha poltrona pra junto dela e comecei a alisar as pernas dela como fazendo massagem.

– Então, irmã, comece a contar.

– Irmã, primeiro deixa esclarecer, antes que a senhora pense algo. Eu não traí o Samuel, longe de mim isso.

– Irmã, não se preocupe. Nada que a senhora tenha feito vou julgar. Nem que a senhora traia seu marido. Também tenho meus pecados secretos. A gente que é mulher sabe o que passa em casa e se o marido não dá assistência, o que tem ao redor é gavião querendo enfiar a piroca na gente. Às vezes a carne é fraca e deus perdoa.

Ela me olhou com os olhos brilhando. Eu já sabia que ela estava doida por rola. Mas estava ansiosa pra saber o que ela queria me dizer.

– Pois irmã, vou me abrir com a senhora. Tenho me sentido muito acesa, me transformei numa outra mulher. Esse meu lado que a senhora me ensinou a aflorar eu tô gostando muito de aproveitar. Até tomo cuidado porque na academia e nos lugares já olho pros homens com pecado.

– Sei como é, irmã. Tenho também umas experiências assim.

Falei enquanto massageava a virilha dela. Subi e comecei a massagear os peitos dela, enfiando os dedos nos bicos como se tivesse querendo enfiar eles pra dentro e apertando os peitos todos na mão.

Eu estava de vestido fino de alças, era um dia bem fresco. Estava com uma calcinha fina embaixo que já estava melada do meu caldo. Minha bucetona gulosa piscava.

– Ai, irmã. A senhora sabe me ensinar como me acender. Me pega assim e eu sinto lá dentro de mim tudo piscar, pedindo pra entrar alguma coisa.

– Calma, irmã. Ainda não chegou no ponto, mas continue.

– Então, irmã. A casa da gente é muito antiga, minha e do Samuel. E vez por outra ele chama um faz-tudo que é de confiança dele. Um homem meio bruto, nunca falo com ele. Mas o aquecedor lá da sala deu problema e ele tinha chamado o homem. O homem normalmente vai quando ele tá lá, mas se ele não pode sair do trabalho, né, por causa da vagabunda que ele fode lá, o sujeito vai mesmo quando eu estou só com as minhas meninas. Ele nunca abusou e eu nem me preocupo. Toco as meninas pro quarto e digo pra elas ficarem brincando até eu chamar, porque tenho cuidado nelas e fico eu esperando ele terminar e fazendo minhas coisas.

– Entendo. Continue.

Falei e agora eu já abria a bucetona dela e começava a alisar o grelão. Enquanto ela fosse falando eu ia abrir aquele priquito carnudo com os dedos e puxar as peles que saiam dele, e apertar aquele grelo, esticar o buraco e enfiar os dedos, preparando pra receber a cenoura. Eu ficava imaginando como devia ser gostoso pra um homem agasalhar uma pomba, de preferencia bem grossa, naquele monte de carne quente e mole. Devia ser mesmo que ser chupado por um priquito babão.

– Então, irmã, ontem o homem chegou pra fazer o serviço sem eu esperar. Eu estava de camisola, uma camisolinha velha de cetim que eu uso em casa mesmo e sem nada embaixo. Toquei as meninas pro quarto, espalhei os brinquedos e liguei a TV e fui mostrar pra ele qual era o aquecedor queimado. Quando me abaixei pra mostrar que mesmo regulando ele não ligava, notei a olhada que ele deu na minha bunda e nas pernas. Ele deu uma secada que eu não esperava, porque ele nunca foi disso pro meu lado. Mas eu estou diferente também, né?

– Sim, irmã. Agora duvido que tenha um homem que não pense safadeza lhe vendo.

– Então, aquilo me deu um fogo, sabe, irmã? Uma coisa queimando que meu priquito começou a piscar. Fiquei doida. Andei mais um pouco pra lá e pra cá enquanto ele mexia no aquecedor só pra ver ele me olhando. E pra onde eu ia ele virava os olhos discretamente, mas com uns olho de me comer inteira. Rebolei andando pra lá e pra cá e me abaixei quase deixando ele ver meu cu e minha buceta, irmã. Mas fiquei com medo dele voar em cima de mim. Então fui pro meu quarto que fica pertinho, aquele lá que tá com a porta sem fechar direito.

– Sim, irmã, sei qual é.

– Deitei na cama e liguei o ventilador pra refrescar e tentar tirar aquela ideia da cabeça. Nem me ocupei mais do homem, peguei a biblia e fui ler, sabe? Pra tentar pedir perdão a deus pelos pensamentos que eu tava tendo.

Lembrei das minhas orações com a rola do irmão Renato socada no meu rabo e de outras orações que nem contei pra vocês. Mas sei como é bom rezar com tudo arreganhado e enquanto ela ia falando eu ia metendo a cenoura no buraco da bucetona dela e a bicha ia engolindo fácil, toda melada, bem arrombada. A cenoura deslizava sozinha.

– Pois irmã, quando dei por mim ele não estava me vendo pela porta? Não olhei direto mas vi o movimento da cabeça dele na porta, sabe? De onde ele estava dava pra ver meu fundo e ao invés de me fechar eu fiz foi abrir mais as pernas irmã. Abri, nem consegui pensar mais em nada. Abri as pernas e comecei a alisar a testa da minha buceta, abrindo as beiras dela, deixando a bichona safada ainda mais aberta. Puxei as beiras e puxei as carnes pra fora, ficou toda aberta, parecendo uma flor. Irmã do céu. Vi o homem com a cabeça na porta e me arreganhei. Me babei toda, se ele entrasse ali e me arrombasse eu não ia falar nada. Estava doida pra ele fazer isso.

– E então, irmã? Me conte o resto.

Falei vendo que aquela cenoura não ia satisfazer aquela bucetona gulosa. Olhei pros lados e vi um tubo de desodorante na estante. Fui até lá e peguei. Enquanto ela falava, eu enfiava os dedos e abria o buraco de puta dela e ia esfregando o tubo e encaixando na buceta dela. Empurrei apertado e ela gemia enquanto falava, ela nem olhava o que eu estava metendo.

– Então, irmã. Mas eu tive medo. O homem se levantou e eu me assustei e saí do quarto de uma vez, fui bem afobada e num pulo cheguei nele e perguntei: O senhor terminou? Pois ele estava com a rola de fora, irmã. O zíper da bermuda aberto e a pirocona de fora.

– Era bonita, irmã?

– Era grossa, preta. Ele é um negão, sabe? Um moço novo que deve ter uns 25 anos e uma pomba do capeta, irmã. Roxona e grossa, parecia um tronco. A cabeça que era rosada, sabe? Mas aquilo era de estourar uma buceta.

Ela falava resfolegando, se torcendo feito uma cobra na poltrona e eu socando o tubo de desodorante dentro dela até o fim, pra arrombar ela gostoso.

– Irmã, que delícia. Uma pomba dessa faz a gente pecar demais.

– Irmã do céu. Eu fiquei feito estátua olhando. E ele balançando a bicha pra fora sem a menor cerimônia, olhando pros meus peitos duro na camisola e chegando perto, sabe? Ele disse assim: não sei se terminei… O aquecedor já tá esquentando. Tá quente aqui, né?

– Irmã e ele não lhe fodeu o priquito?

– Não, irmã. Justo nessa hora o corno do meu marido chegou. Aquele porra nunca chega cedo porque fica comendo a menina e nesse dia veio cedo. por causa do faz-tudo. Quando a gente ouviu o barulho do carro entrando na garagem ele logo botou a bicha nas calças e eu corri pra colocar um roupão em cima da camisola, mas estava aquele clima.

Nessa hora ela perdeu um pouco o tesão.

– Que droga, irmã! O cornão não te come e nem deixa o outro comer.

– Irmã, mas ele me comeu ontem. Eu não tinha como negar. Na verdade, eu que comi ele.

– Como assim, irmã?

– Quando ele chegou ele viu que o cara estava de pomba dura, né? Pagou, agradeceu e o rapaz saiu feito um raio. E então ele me olhou dos pés à cabeça, sabe? vendo a roupa que eu estava e me perguntou o que estava acontecendo. Eu falei: Por quê? E ele disse: Eu vi como ele saiu daqui. Vocês estavam trepando? E eu disse: Homem de deus, sou crente. Não me acuse disso. Mas eu vi que ele estava me olhando, não sou de ferro.

– Ele acreditou, irmã?

– Irmã, ele não acreditou muito, mas eu não liguei. Chamei ele no quarto, me arreganhei na cama enfiando os dedos na buceta e pedi pelo amor de deus pra ele me foder. E ele não resistiu, né? É homem. Quem foi corna foi a puta dele ontem.

– Irmã e foi bom?

– Pela primeira vez foi, irmã. Me comeu feito um cavalo. Mas não matou meu fogo. Veja a senhora como eu estou.

Ela estava mesmo gulosa, a buceta engolindo o tubo de desodorante.

– Irmã. mas com uma dessas até eu estou precisando de carinho.

– Irmã, pois meta uma cenoura dessa aí, também. Vamos, eu preciso gozar. Goza também.
Eu nem esperei ela repetir. Baixei as alças do meu vestido soltando minhas tetas e puxei minha poltrona colada de frente com a dela. Ficamos com as pernas de fora por cima dos braços das poltronas que estavam juntinhos, um de frente pro outro. As bucetas da gente ficaram perto.

Puxei as mãos delas e fiz ela alisar meus peitos e ela apertava com força.

– Irmã, como a senhora é peituda. Que bonitos seus peitos. Que bicão lindo.

– Irmã, pois aperta minhas tetas, elas são muito sensíveis. Uma chupada nos peitos e eu sou capaz de gozar.

Ela nem perguntou se podia. Se curvou por cima de mim e caiu de boca nos meus peitos. Mamava puxando os bicos e eu gemia alto. Puxei o tubo de desodorante da buceta dela e meti na boca sentindo o gosto dela. Ela ficou olhando tarada e eu enfiei três dedos naquele bucetão arrombado e depois chupei. Enfiei dois na minha bucetona que também estava precisando de rola e enfiei na boca dela, que chupou gulosa.

– Irmã, vira de costas pra mim.

Ela falou e eu subi no sofá pondo os joelhos nos braços e me arreganhei pra ela. Vi quando ela meteu o tubo de desodorante na própria buceta gemendo e então caiu de boca na minha buceta.

– Aaaaaaaaaaaai, que língua gostosa, irmã. Ai que chupada boa! Chupa meu priquito, chupa. Engole minha baba, morde meu grelo, pelo amor de deus. Ai meu deus, irmã do priquitão, chupa o meu priquito de puta, chupa!

Ela fez tudo que eu dizia, enfiava a cara na minha buceta e se masturbava com o tubo de desodorante. Eu empurrava meu rabo na cara dela, fazendo ela se afundar nas minhas carnes. Esfregava a buceta na cara dela inteira.

De repente ela puxou o tubo da buceta dela, todo ensopado e melado e socou de uma vez na minha me fazendo gritar. Chupou meu grelo socando com força aquele tubo inteiro na minha buceta arreganhada. Era tão forte que puxava as bordas da minha buceta quando entrava e me fazia sentir dor e prazer.

Gozei aos berros, sentindo a boca dela no meu grelo e aquele tubo no fundo da minha buceta, pensando na pirocona roxa que ela tinha falado. Mal terminei exausta e ela disse:

-Irmã, me faz gozar gostoso agora, faz.

– Vira de costas, irmã. Fui me virando sem tirar o tubo da buceta e depois ela ficou na posição que eu estava antes. Vi aquele priquitão enorme, carnudo e babado se abrindo pra mim esperando uma linguada e matei a vontade que estava. Chupei de todas as formas que consegui. Puxava as carnes dela com a boca e mamava naquela bucetona. Chupei o grelão dela como se fosse uma piroca pequena. Mordi a bunda dela, alisei o cu, estava pensando se o irmã Renato visse aquilo, se fudesse ela. Se arrombasse nós duas. Ou se ele me comesse enquanto ela chorava com o tronco preto do faz-tudo no cuzão dela.

Enfiei os dedos na bucetona dela, empurrei fundo e mexi lá dentro arrancando tanto gemido dela que ela quase chorava de tesão gritando: ai meu deus, ai meu deus, aaaaaaaaaai meu priquito, tô sentindo tuas dedadas lá no fundoooo!

Depois tirei os dedos melados de dentro dela e enfiei no cu. Cutuquei o cu marronzinho dela, cutuquei fundo, lá no fundo ao mesmo tempo no priquito e no cuzão. Ela pinotava de quatro na poltrona sentindo minhas cutucadas no fundo do rabo dela. Lá dentro mesmo, bem fundo. E ao mesmo tempo, cutucando bem no útero dela com os dedos. Soquei gostoso e quando vi que ela estava próximo de gozar, tirei o tubo enfiado em mim e falei pra ela:

– Pensa agora na rola preta. Pensa nela que ela ainda vai te esfolar.

– Ai, irmã. Que gostosa que aquela piroca é. Queria ter sentindo atolada inteira no fundo do meu priquito. Lá dentro até os ovos.

Enfiei o tubo de uma vez e empurrei. Não tirei o dedo do cu dela. Enfiei foi mais um, deixando dois dedos atolados lá.

– Pois sente a rola roxa agora, sente. Sente aquela tora preta socando até os ovos nesse priquito de vagabunda, sente. Puta safada, vai tomar muita rolada nesse bucetão de vagabunda. Vou te fazer dar esse priquito pra tanto macho que ele vai ficar rasgado e dormente de levar rola e porra. Até esse cu vai ser arrombado, rapariga gulosa.

– Ai, irmã, aiiii, que pirocão grosssooooo, aaaaai…. aiiiiiiiiiii….

Ela gozou estremecendo o corpo todo e gemendo, empurrando o vidro de desodorante pra fora. Até o cu piscava e fazia bico de tanta força do gozo dela.

Ela se jogou ainda de quatro no encosto do sofá e eu nem tirei o tubo de desodorante de dentro dela.

Dei duas batidinhas na bunda dela e tirei o tubo, dei um beijo de língua gostoso na buceta dela toda gozada e esfolada daquele tubo enorme.

– Pronto, irmã. Apaguei seu fogo por enquanto.

Ela se jogou no sofá arreganhada e eu, que também estava com as pernas abertas por cima dos braços do sofá fui escorregando até minha buceta encostar na dela. Pus uma perna por cima do corpo dela, pra encaixar melhor. FIquei rebolando devagar e ela correspondeu, fazendo as bucetas se esfregarem macias.

– Irmã, obrigada por isso. A senhora me abriu um mundo novo. Somos confidentes agora.

– Por nada, irmã. Meu papel é fazer você ter uma vida mais feliz. Veja que até foder com seu marido a senhora fodeu.

– Mas eu quero sentir outra rola pra me satisfazer também. Ele come outra buceta. É justo.

– É verdade, irmã. Mas a senhora sabe que homem pra comer uma mulher ainda mais sendo crente, casada e mal-comida em casa, sempre tem. Até na igreja a gente acha uns irmãos dispostos a suprir nossas necessidades.

– Irmã, é verdade. Já notei os olhares que os homens da igreja me dão agora que estou mais mudada.

– Pois irmã, arrume um motivo praquele faz-tudo ir na sua casa e fazer o serviço completo. Cu, buceta e boca. Dê uma baita chupada naquela piroca e agasalhe no fundo do seu rabo e do seu priquito. Depois arrume mais um irmão bem roludo na igreja e tenha mais opção. Quando um não lhe comer, o outro come. Falta de pomba a senhora não passa mais.

Rimos juntas.

– Irmã, é realmente uma boa ideia. Vou dar um jeito de pegar o telefone do faz-tudo e chamar ele lá em casa um dia desses. E vou ver as malas dos irmãos na igreja pra avaliar quando pode me servir melhor.

– Ótimo, irmã. Esse é o caminho da felicidade.

terça-feira, 2 de agosto de 2022

ESPOSINHA EVANGÉLICA DEDICADA - CONTINUAÇÃO

 Continuando a minha história, falei pra vocês passei a ajudar outras esposas, certo? Como contei que virei a puta crente do irmão Renato (ainda dei tudo pra outros algumas vezes, como também já comentei), eu passei a ser mais feliz em casa. Beijava e abraçava meu marido e até chamava ele pra me comer, e ele até passou a aceitar mais vezes. Mas antes de ir trepar com ele eu me masturbava no banheiro e puxava meu grelo deixando ele bem sensível antes de começar, então nos poucos minutos que ele me fodia eu conseguia gozar. Ele passou a se achar o comedor, pois me via gozar e achava que era por causa dele.

Um dia, ele me chega com uma proposta. Me fala que tem vários casais na igreja que chegam pra ele com relatos dos problemas conjugais pedindo conselhos. E ele via que eu estava muito feliz como sua esposa e queria que eu aconselhasse as mulheres desses casais.
A princípio eu não quis. Era muita responsabilidade e eu não queria fazer isso. Não gostei mas prometi que tentaria.

Dias depois, durante o culto, meu marido anunciou que estaríamos disponível pra aconselhamento de casais. Depois do culto estávamos limpando a igreja e ele chegou com um casal, irmão Samuel e irmã Rosângela, casados há 15 anos e pais de uma menina de dez anos, Sara e outra de seis, Rebeca. A irmã Rosângela tinha na cara um misto de raiva e tristeza e o meu marido falou que eles estavam passando por problemas conjugais. A irmã Rosângela queria o divórcio mas o marido não aceitava. Divórcio não era plano de deus e a mulher era pra ser submissa ao marido, e estar disposta a cuidar da casa e dos filhos. A situação era grave: a irmã nem olhava pra cara do marido de tanta raiva.

Marquei no dia seguinte em casa para conversar com ela. O meu marido conversaria com o marido dela e eu, com ela.

No dia seguinte, na hora marcada, a irmã Rosangela estava lá. Envergonhada e ainda com o rosto triste, ela relutava em contar o que se passava até que caiu em prantos.

– Irmã Fernanda, eu não sei o que fazer. Descobri que meu marido me traiu com uma secretária do trabalho, praticamente uma menina, e eu me sinto tão mal, me sinto velha e feia, caída, depois que tive minhas filhas. Briguei com ele, ele prometeu que largava ela, mas acho que ainda anda se encontrando escondido com aquela vagabunda porque continua chegando tarde em casa. Ele não tem nada comigo, nem me olha, nem me procura. Me sinto tão mal!

Senti pena dela. A irmã Rosângela era bem mais velha que eu, tinha 39 anos, tinha se casado muito nova também, mas o marido dela era pouco mais velho que ela. Ele tinha 43 e parece que estava tendo um caso com uma moça no trabalho que mal tinha 19. Mas a irmã Rosângela se via de forma muito pior que era de fato. Ela era uma morena clara alta, tinha uma cintura fina e os quadris largos com as pernas grossas, estava pouco acima do peso, mas tinha uma barriguinha muito pequena pra quem já tinha tido dois filhos. Os peitos não eram grandes como os meus e estavam um pouco caídos, e ela andava sem sutiã, numa roupa mal arrumada de sapatos fechados baixos. Ela não se enfeitava nem maquiava e usava saias pouco abaixo dos joelhos e o cabelo longo sempre preso e onde ela andava se via claramente que era uma crente.

Comecei exaltando a beleza dela, e percebi que ela tinha um sério problema de auto estima.

– Irmã, a senhora é bonita, é um mulherão e se andar bem vestida com certeza vai chamar a atenção dos homens. A senhora precisa se cuidar e se amar primeiro. Vemos depois a parte do seu marido, mas a senhora precisa pensar em si e se esquecer dele.

Ela já foi enxugando as lágrimas e ouvindo atenta.

– A senhora acha que ainda chamo atenção?

– Sim, irmã, mas ainda precisa se cuidar. A senhora já pensou em começar a fazer academia?

Uma luz se acendeu no rosto dela.

– Não… Quer dizer, sim. Mas não estou velha pra isso?

– Nada, irmã! Aposto que se começar a se exercitar vai sentir muito melhor. Compre uma roupa para malhar, uma calça legging, uma blusa apropriada. Se quiser eu ajudo a escolher uma apropriada.

Ela aceitou animada e nesse mesmo dia fomos a uma loja de departamentos. Escolhemos um macacão legging muito bonito mas que marcava a buceta dela e ficava entrando na bunda, porque ela era alta e eu escolhi de propósito um número um pouco menor. Para ficar mais discreto, ela comprou um saiote de usar por cima da calça.

– Irmã, não é pecado se cuidar e querer se sentir desejada nessa situação. Compre uma lingerie pequena, não use calçolas. Vá malhar e veja a reação dos homens. Não precisa dar trela pra ninguém mas a senhora vai perceber que mulher bonita que é.

Escolhemos também uma calcinha pequena, que não era fio dental, mas era apertada pra ela e marcava bem a roupa.

No outro dia ela foi à academia se matricular e já começar. Voltou na minha casa ainda na volta da academia, toda renovada. Parecia outra mulher.

– Irmã, a senhora não vai acreditar! Recebi alguns olhares. Um moço muito novo passou por mim olhando meu corpo e disse: bom dia, linda. Senti vontade de rir.

– Irmã, eu não disse? A senhora tem um corpo bonito, pode chamar a atenção dos homens, sim. Precisa se vestir de uma forma que destaque seu lado sensual. Venha ver como as mulheres se aprontam pra academia.

Peguei o notebook e fui mostrar pra ela algumas fotos de roupas de academia sensuais. Acabamos caindo em fotos que fazem aquela pata de camelo na xaninha. Como a dela era alta, já marcava na legging, mas não dividia.

– Irmã, pelo amor de deus, que coisa desavergonhada!

– É irmã, mas se seu marido não vê isso em casa ele vai ver na rua. Porque só o que tem é mulher mostrando. Já virou coisa normal.

– Mas irmã, porque fica assim?

– É que elas usam uma calcinha muito pequena, entrando nos lábios ou vão sem calcinha mesmo.

Comecei a ensinar pra irmã Rosangela que era preciso se arrumar. Fomos ao salão que sempre vou e hidratamos o cabelo, pedi uma maquiagem pra ela que fosse natural, não colorida, para realçar os lábios e os olhos e ela ficou muito bonita.

Durante cerca de três dias ela já estava super animada, ainda não tinha passado a raiva do marido tampouco melhorado em casa, mas ela já não pensava tanto nele. Estava animada com as olhadas que levava. Me falou que queria experimentar usar a legging com a calcinha enfiada na buceta, e me perguntou se não era pecado mesmo. Garanti que não. Ela precisava se sentir bem consigo e estava se enfeitando. Então, na tarde desse dia, ela passou lá em casa antes de ir pra academia. Por pouco ela não encontra irmão Renato que tinha acabado de sair depois de me deixar toda esfolada mais uma vez.

Mas ela estava muito bonita e tesuda. Tirou o saiote da calça e me mostrou a legging branca dividindo a bucetinha e atrás entrando gostosamente no bundão que ela tinha.

– Vai assim, irmã. Vá sem o saiote. A senhora está muito atraente.

Assim ela fez. Na volta, passou novamente lá em casa e estava arrepiada e suada, me confidenciou que estava toda molhadinha das olhadas que levou e da sensação da calcinha roçando no meio dela.

– É, irmã. A senhora está se sentindo assim porque está carente. Seu corpo está pedindo carícias, sexo que é uma coisa saudável e natural que deus deixou pra gente.

– Mas como faço, irmã? Meu marido já me olha mais, está estranhando minha mudança, mas ainda continua chegando tarde em casa. Tenho raiva e não quero fazer coisa com ele.

– Irmã, eu entendo. Mas a senhora pode se aliviar se acariciando sozinha.

– Como? Eu… eu nunca fiz isso… nem sei como é.

Sentei ela no sofá e fui falando baixo em tom de confidência.

– Irmã, a senhora pode se masturbar. Não tem problema. Alise seu clitóris, enfie os dedos na sua xaninha. Sinta prazer sozinha. Alise seus seios.

– Irmã, eu nem sei onde fica isso. Esse “clitório”.

Fiquei olhando pra ela como se fosse um ET. Ela não tinha nenhum conhecimento do corpo dela.

– Irmã, vou lhe fazer uma proposta e a senhora me diz se aceita. Se não aceitar tudo bem, mas fique entre nós que lhe falei isso, porque somos mulheres e a gente precisa se ajudar.

– Claro, irmã. Pode dizer. Confio 100% na senhora.

– A senhora não quer tomar um banho e eu lhe mostro algumas coisas no seu corpo? Lhe ensino como se masturbar e onde se tocar.

– A senhora faria isso por mim????

– Claro.

E assim foi. Ela foi tomar um banho. Disse a ela que passasse bastante sabonete na “vagina”, alisasse e sentisse onde daria mais prazer. Depois fosse de toalha pra sala, e eu mostraria pra ela. Eu já estava banhada, tinha colocado minha pequena pra dormir no quarto e estava com um vestido leve. Fiquei pensando em como fazer aquilo e fui tendo algumas ideias. Deixei numa mesinha da sala algumas bananas e cenouras, que eram meus brinquedos antes de contar com as pirocas de amigos pra me satisfazer.

Ela voltou envergonhada mas muito curiosa. Pedi pra ela sentar no sofá e pus outro de frente pra ela. Sentei e disse:

– A senhora se tocou?

– Sim… senti que era gostoso, ainda estava melando por causa da academia. Eu estou nervosa, irmã, mas estou ansiosa, está ainda melando um pouco.

– Ótimo. Sinal que a senhora está excitada. Faça o seguinte, sente à vontade, abra as pernas, coloque em cima do braço do sofá. Uma em cada braço.

Era um sofá de um lugar apenas e o meu também.

Quando ela sentou, me levantei e fui pra perto. A buceta dela tinha bastante cabelo. Ela não se depilava. Abriu-se toda e vi um grelo grande saltado no meio e a pele dos lábios era grande, parecia as folhas de uma couve, mas era muito atraente.

– Irmã, primeiro, a senhora precisa se depilar. Assim é mais difícil sentir prazer e desejo e o sexo com seu marido vai ficar melhor se a senhora ficar toda raspada.

Levantei e peguei uma tesoura. Eu segurei as pontas e aparei os pelos da buceta dela, deixando bem curtos. Agora dava pra ver aquele meio cor de canela, melado e inchado pois ela tinha muito tesão reprimido.

– Pronto irmã. Agora a senhora por favor conheça seu clitóris, mas a gente normalmente chama de grelo, na intimidade. Faça uma massagem nesse botão de carne aqui, passe os dedos. Feche os olhos e fique sentindo.

Ela obedeceu.

– Nossa, irmã, é bom. Hum… é uma delícia. Que gostoso! Como eu nunca fiz isso antes?
Eu fiquei olhando e aquilo me dava muito tesão. Ver a irmã Rosângela arreganhada no sofá, massageando o grelo e a buceta aberta brilhando, me lembrava eu mesma me arreganhando pro irmão Renato. Entendi então o tesão que ele sentia, porque eu mesma vendo a irmã Rosângela ali aberta me dava vontade de tocar ela.

Ela virava o pescoço pra trás e se abria mais.

– Irmã, agora experimente colocar os dedos da outra mão no buraco da sua xana. Mas assim, na intimidade, vamos chamar de buceta. É pra senhora se sentir sensual, desejada, pode falar safadeza e pensar também. Pense num homem enfiando os dedos e lhe alisando.

– Certo, irmã. Mas não sei como fazer isso.

– Basta ir enfiando os dedos e continuar apertando seu grelo.

Ela começou tímida a enfiar o indicador da outra mão
.
– Cutuca lá dentro, irmã. Enfia o dedo todo e sente como é por dentro.

Ela enfiou o dedo e ficou mexendo lá. Gemia gostosamente com as sensações novas.

– Enfia dois dedos agora, irmã.

– Dois? Não machuca?

– Machuca não. Pode enfiar. Eu enfio também assim.

– A senhora também faz isso???

– Sim, não é sempre que o pastor está em casa. De ver a senhora fazendo dá vontade de fazer também.

Ela seguia enfiando os dois dedos e cutucando dentro da buceta.

– Irmã, isso é bom. Meu deus, como eu não fazia isso antes. Sou muito inocente nessas coisas.

Ela se concentrou e tenho certeza que imaginava um macho gostoso fazendo aquilo nela.

 Deixei ela aproveitar bem, e então avancei:

– Irmã, agora pegue uma banana ou uma cenoura.

– Pra que????

– Pra enfiar na sua buceta. Tem que imitar um pau entrando. Assim é mais gostoso. Já que não tem um homem pra lhe comer, tem que meter uma coisa na buceta.

– Mas irmã, vai machucar.

– não, irmã. Não machuca.

– Não sei se consigo.

– tente.

– Ela pegou a banana e ficou olhando.

– Tem que descascar?

– Melhor não, senão fica mole. Com casca mesmo.

Ela começou a tentar mas estava nervosa. Vi que estava secando a buceta e ficando cada vez mais nervosa. Levantei, fui até o quarto da minha filha e peguei o óleo Johnson dela e fui até ela. 

= Irmã, me dê aqui.

Ela me deu e eu segurei, apontando pro buraco dela.

– Amasse o grelo pra cima e pra baixo. Assim. Arreganha bem as pernas.

Melequei a banana no óleo e deixei cair um filete em cima da buceta dela. Pus no dedo e enfiei o dedo no buraco dela, ela gemeu e ficou sem saber como reagir, porque sentiu tesão e vergonha comigo dedando a buceta dela. Enfiei e fui melando e esticando o buraco dela, enquanto ela gemia e fechava e abria os olhos.

Fui enfiando a banana e vendo a buceta dela se contrair, engolindo a fruta. Peguei uma banana das maiores, enfiava gostoso e tirava e colocava na buceta dela.

– Irmã, imagine uma pomba bem gostosa entrando na sua buceta. Imagine um homem tarado por você, com a rola bem dura lhe comendo safado. Alise seus peitos.

Ela abriu a tolha e começou a passar a mão nos peitos, sem soltar o grelinho.

– Puxa os bicos, irmã. Alisa os dois, deixa que aqui embaixo eu cuido.

Alisei gostoso o grelo dela pra cima e pra baixo rápido e com força e socava a banana toda ensopada na bucetona dela, que engolia tarada tudo. Dava pra enfiar a banana inteira lá dentro. Enterrei e deixei só a pontinha de fora, dando batidas com os dedos e vendo a buceta piscar em cada batida.

– Irmã, tá me subindo um calor, dando uma coisa na buceta.

A senhora vai gozar, irmã. Alise os peitos, puxe os bicos com força que é gostoso.

Ela apertava com força, repuxava os peitos e se arreganhava enquanto eu amassava o grelo dela que estava enorme, beliscava e puxava e apertava com força. Senti que a buceta dela empurrava a bananona pra fora.

– Irmã, imagina uma piroca e fala, pode falar. Estamos entre amigas.

– Me come com esse pirocão, me come. Que piroca gostosa, ai que pirocona gostosa na minha buceta. Ai minha bucetaaaaa…

Senti o gozo chegando e acelerei no grelo, com força, fazendo as pernas dela tremerem todas. Empurrei a banana com força que a buceta dela colocava pra fora com as contrações do gozo.

– Goza, irmã, goza gostoso nessa piroca, goza.

– Ai, aaai, meu Deus, aiiiiiiiiiiiiii, hummmmmmm…. Ai minha buceta, ai ai ai….
Ela gozou deliciosamente. E embaixo do meu vestido eu estava ensopada, as pernas totalmente meladas de tesão. Senti vontade de chupar aquele bucetão. De engolir o grelo dela mas tive receio de estragar. Era melhor manter minha aluna ali.

– Irmã de deus nunca senti uma coisa tão gostosa.

– Glorifique, irmã. Agora a senhora sabe o que é uma gozada gostosa. Falta sentir isso numa piroca grossa.

Ela riu.

– Irmã, essa parte é mais difícil. Meu marido até é bem dotado, mas anda enfiando a pomba dele em outro buraco.

– Vamos ver, irmã. Quem sabe ele não volta a agasalhar aí nos seus buracos.

– Mas agora eu já posso apagar meu fogo sozinha também. Não vou me sentir tão carente. Só tenho pouca oportunidade porque minhas meninas não param, e eu não posso ficar trancada no quarto muito tempo.

– Sim, irmã. Pode vir sempre aqui se quiser. É sua segunda casa. Mas avise antes pra saber se eu estou em casa (na verdade, era pra não me pegar sendo arrombada pelo irmão Renato).

– Pode deixar, irmã, eu agradeço demais pela senhora me ensinar tanto!

A irmã saiu rebolando feliz. Uma outra mulher. Enquanto isso, continuava levando minha filha ao médico, aproveitando minhas viagens de táxi e engolindo a pirocona do irmão Renato por todos os buracos.

No dia seguinte, marquei com a irmã pra levar ela numa depiladora. Ela se animou toda!

 Com a buceta depiladinha podia ir sem calcinha pra academia. Antes os pelos marcavam a calça legging e ela tinha que usar calcinhas.

O salão é enorme e tem três cabines femininas, onde as depiladoras depilam mulheres e três masculinas, onde os depiladores depilam homens. Isso pra evitar problemas que já tiveram com assédio. Mas isso não deixava de ocorrer. A depiladora era minha amiga já porque eu sempre ia lá e sabia que tinham clientes lésbicas que procuravam as depiladoras em que tinham mais tesão pra cavar algum carinho. E dependendo de pagar um por fora, elas recebiam um tratamento especial com os dedos enfiados e de quebra, dependendo do agrado, umas chupadas. A mesma coisa acontecia nas cabines masculinas, já que os depiladores eram a maioria gays. Mas eram muito profissionais. Apesar de admirarem umas picas lindas que apareciam lá eles só avançavam o sinal quando o cliente demonstrava que queria isso. Antes de ir, perguntei a ela qual a depiladora que toparia tocar de um jeito insinuante a minha amiga e até avançar mais se ela demonstrasse interesse e ela me indicou qual seria.

Fomos no salão de depilação que eu ia. As cabines femininas estavam lotadas. Dei o toque que havíamos chegado pra minha amiga e ela já avisou para a depiladora escolhida. Assim que ela liberou a cliente anterior, já chegou pra avisar à gente que estava disponível, e ia somente limpar a sala e substituir os descartáveis pra nos receber.

Ela era uma mulher branca de cabelo preto e curto, com um piercing na língua e tatuagem. Bem sensual. A irmã Rosângela me olhou e quando ela saiu perguntou:

– Irmã, mas essa é meio homem, a gente pode ir nela?

– Claro, irmã. Eu já fui quando minha amiga estava ocupada. Ela é muito respeitadora.
Fomos pra sala quando ela nos chamou e perguntei se podia ficar junto, porque era a primeira vez da minha amiga e ela estava muito nervosa. A depiladora aceitou e perguntou como ela queria.

– Completo. Tira tudo, na frente e atrás.

Eu respondi antes dela.

Ela fez que sim com a cabeça e a depiladora pediu pra ela tirar a roupa e se acomodar na cama. Ela foi ao trocador. Como estava de vestido teve que tirar tudo. Deitou na cama nua, o corpo bonito dela deitado estava todo arrepiado e a respiração ofegante.
A depiladora começou a passar um hidratante. Foi explicando que prepararia a pele, antes de depilar, depois faria a depilação e por último ia passar um creme para relaxar a pele, para diminuir a dor.

Começou a espalhar o hidratante pela parte interna das coxas e virilhas da irmã, abrindo devagar as pernas que ela fechava por vergonha. Deixou ela toda arreganhada. Pedi pra ela fechar os olhos e relaxar que logo acabaria e ela esticou a mão pra mim, em sinal de confiança. Segurei a mão dela e fiquei alisando seu braço, fazendo ela relaxar com os toques em toda a área de baixo da depiladora, que espalhava o hidratante em toda a buceta e virilha dela, menos dentro do meio.

Então ela aparou os pelos e deixando eles curtinhos começou a depilar, com cera morna, que diminuía a dor. Mas a irmã não reclamou muito. Depois das primeiras puxadas ela já se acostumou. A depiladora se apoiava estrategicamente perto do grelinho dela, colocava os dedos pra segurar ali perto e quando colocava o papel com cera apoiava o polegar bem em cima do grelinho. Também abria a buceta dela, e às vezes escorregava sem querer o dedo na racha e pedia desculpas em seguida.

– Fiquem aí um minutinho que vou ali pegar mais material. Já estou quase terminando na frente.

Quando ela saiu a irmã Rosangela me confidenciou:

– Irmã, do jeito que ela tá pegando tá me deixando melada. Que eu faço? Se ela notar?

– Irmã, relaxe. Não se preocupe que ela é profissional. Se ela notar ou ela vai gostar ou vai ignorar.

– Valei-me, irmã, e se ela gostar?

– Aí deixa acontecer, irmã. Ela vai acariciar enquanto trabalha e a senhora aproveita.

– Irmã, mas não é pecado?

– Irmã, a senhora não vai fazer nada. Só deixar ela fazer. Se for pecado é dela.

Ela aceitou meu argumento sem-vergonha e relaxou. Eu sentei em um sofá de um lugar que ficava quase por trás da depiladora, me dando uma visão privilegiada. A depiladora voltou e encontrou ela já aberta, sem se fechar. Continuou fazendo as depilações e passeando os dedinhos, mas agora observava que a irmã fechava os olhos e os bicos dos peitos estavam bem arrepiados. Então ela percebeu que o sinal estava verde. Deslizou mais demoradamente o dedo pelo grelinho da irmã Rosângela, que respirava fundo e não fechava as pernas.

Nessa altura a irmã estava pra lá de melada. A depiladora usava papel descartável pra diminuir a baba e cutucava discretamente o buraco da irmã quando passava o papel, forçando um pouco. Quando foi apoiar pra depilar a virilha, deixou escorregar a cabeça do polegar na entrada do buraco e olhou pra irmã, que nem abria os olhos. Então ela foi enfiando devagar e vendo a buceta acolher o dedão dela gulosa. A irmã de olho fechado fingia que não via, mas a buceta pulsava e o peito subia e descia.

Ela então deu as últimas puxadas de cera com o polegar enfiado no buraco da irmã Rosângela. Depois tirou e a irmã abriu os olhos.

– Tá peladinha agora. Vira de lado que vou depilar atrás.

A irmã obedeceu deitando de lado na cama e deixando o cuzinho à mostra pra depiladora, que fez a depilação inteira com o dedo médio enfiado na buceta da irmã, e às vezes metia bem devagar e tirava. Deixou o cuzinho pelado também e sem tirar o dedo da buceta dela, pegou um gelzinho espalhou no cuzinho dela que piscou. Espalhou por toda a parte depilada e massageou tudo e especialmente ao redor do buraco, massageou até o dedo entrar no cuzinho. Deixou um dedo médio no cuzinho e outro na buceta e movimentou algumas vezes enquanto a irmã gemia de olhos fechados. A irmã estava toda melada, melando a mão inteira da depiladora.

– Querida, pode voltar a ficar de barriga pra cima? Preciso passar o gel relaxante na frente também.

A irmã foi se movimentando e a depiladora não tirou o dedo dentro da buceta dela. Só do cuzinho, porque não dava pra manter dentro.

Então ela espalhou um gel de morango, o cheiro subia pela cabine. Então ela colocou dois dedos dentro da buceta dela e ficou enfiando e tirando enquanto espalhava o gel pela buceta pelada e vermelha, e várias vezes passava no grelinho da irmã.

– Posso dar um agrado de brinde?

A irmã olhou pra mim, fiz que sim com a cabeça e disse:

– Po..pode…

A depiladora, sem tirar os dedos, caiu de boca na buceta da irmã, que arregalou os olhos pra mim e fiz sinal de silêncio. Fiz gesto pra ela fechar os olhos e ela fechou e eu fiquei deliciada e com uma certa inveja vendo ela levar um banho de língua que fazia barulho na buceta. A depiladora chupava esfomeada a buceta dela, enfiando a língua no buraco e tirando, depois enfiando os dedos novamente e depois chupando o grelo duro da irmã, que estava enorme e inchado.

Ela só parou quando a irmã, aos espasmos, gozou na boca dela, com a língua enfiada na buceta e recebendo puxões gostosos e tapas no grelo.

– Gostou do brinde?

– Sim. Gostei muito, obrigada.

Ela saiu envergonhada e eu me encarreguei de pagar o serviço extra que ela tinha feito.

Quando entramos no carro, a irmã estava respirando fundo.

– Então, irmã? Foi bom? Porque eu confesso que fiquei morrendo de inveja.

– Irmã, pelo amor de deus. Foi uma delícia. Posso lhe perguntar uma coisa?

– Claro, irmã.

– Já que num é pecado, já que eu não fiz nada. A gente pode ir num depilador homem?

Eu caí na gargalhada. Ela queria uma piroca dentro dela, isso sim. Porque dedo e boca era tudo igual.

– Claro, irmã. Se a irmã quer que uma pomba gostosa fique dura por sua causa, vamos providenciar.

Ela ria e confirmava que era o que queria. E eu tratei de providenciar algum depilador pra matar o fogo daquela outra crente priquituda gulosa e mal comida.

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

ESPOSINHA EVANGÉLICA DEDICADA

 Eu vi que vocês gostaram muito que eu contei como conheci mais intimamente o irmão Renato e fiquei muito feliz. Vou contar pra vocês outras coisas que aconteceram depois, pois isso aí aconteceu tem mais de dois anos, hoje tenho já 20 anos, estou perto de fazer 21 e ainda sou bem casada e sou uma esposa evangélica exemplar.

Meu marido tem muito orgulho de mim porque ajudo mulheres a melhorar seu casamento. Elas chegam rebeldes, irritadas e chateadas com os maridos, mas depois aprendem como devem ser submissas e cuidadosas no lar e com os filhos e se tornam que nem eu: faço uma comida maravilhosa pro meu maridinho, passo e lavo suas roupas, cuido muito bem da nossa filha enquanto ele permanece o dia inteiro na igreja, trabalhando no serviço divino.
Eu era muito infeliz em casa mas me tornei satisfeita com meu marido e meu lar e ensino pra outras mães e esposas como isso pode acontecer.

Vou contar pra vocês como isso aconteceu. Começou mesmo naquela época que conheci melhor o irmão Renato.

Depois daquele dia que ele me levou com minha filha na clínica, eu passei a ser levada e trazida por ele muitas vezes. Quando ele estava livre, sem corridas, ele vinha me buscar em casa e me levava pro médico. Fazia um precinho de irmão da igreja e meu marido agradecia o cuidado que ele tinha comigo e com minha filha.

Algumas vezes eu continuava indo com outros taxistas desconhecidos também e isso me permitia ter meus momentos de me mostrar que tanto me excitavam.

Mas os cuidados do irmão Renato me ajudavam muito! A pedido do meu marido, muitas vezes ele vinha deixar a mim e minha filha do culto pra casa. E a gente sempre tirava um tempinho pra fazer uma oração depois das corridas.

Poucos dias depois da primeira vez que saí de táxi com ele, a pedido do meu marido, chamei o irmão Renato pra me levar ao supermercado para fazer as compras do mês. Agradeci quando ele chegou:

– Irmão Renato, deus que lhe abençoe pela ajuda que tem me dado, viu? O senhor é um homem muito bom, fico feliz de poder contar sempre com sua ajuda. Ainda bem que o senhor é de confiança.

– Irmã Fernanda, eu sou muito discreto, sim. A senhora pode contar comigo sempre que precisar que eu faço esses agrados pela senhora e pelo pastor que é um homem muito ocupado, não tem tempo de dar a assistência que a senhora precisa.

Fomos fazer as compras. O irmão perguntou se queria ir num supermercado que tinha perto ou em outro mais longe, com preço melhor. Preferi o mais longe, um desses atacadistas grandes, porque perto de casa a corrida ia ser curta e eu era bem conhecida. Melhor não arriscar. Fomos em um quase saindo da cidade. No caminho, o irmão perguntou se minha nenê não ia dar nem uma mamadinha.

– Sim, irmão, preciso dar mama a ela senão ela inventa de querer me chupar lá no mercado, na frente de todo mundo. Já pensou?

– É, irmã. Ia ser bonito de se ver a senhora com as tetas de fora, dando de mamar sua bezerrinha, lá. É uma coisa que me deixa bem aceso de pensar, sabe? A senhora tem uns peitos muito bonitos, suculento até. E quando senta à vontade, faz a gente pecar só de olhar. Mas como não pode, né?

– Irmão, sua mulher podia bem ser uma mulher muito satisfeita em casa. O senhor é um homem que desperta mesmo meu lado pecadora. Dá vontade de fazer as coisas em casa com mais cuidado, ser uma mulher submissa de verdade. Se fosse possível, eu realizava seu desejo e dava a mama lá no mercado mesmo. Mas pelo menos aqui posso dar, né?

Comecei então a dar a mama pra minha filhinha. Eu ficava mais tesuda de mostrar aos poucos, então usei um vestido de alças finas, frouxo, com um terninho aberto por cima. Enquanto minha bebê mamava gulosa num peito, ela tentava amassar o outro bico, guardado no vestido, e isso fazia com que ele começasse escapando pelas laterais antes de soltar tudo. O irmão Renato ficava doido, suado, lambendo os lábios e amassando a pomba dentro das calças.

Quando minha menina puxava com força o bico pelo decote do vestido, ficava amassando com a mãozinha.

– Até que enfim ela achou o outro, irmã. Já estava ansioso aqui pra ela agarrar seus bicos. Agora põe a outra teta pra fora, deixa eu ir apreciando a menina amassar seus peitos e eles balançarem.

– Tá bom, irmão. Se o senhor gosta, eu mostro.

– Gosto, sim. A irmã tá… daquele jeito hoje?

– Aquele jeito… sem… ?

– Isso, irmã.

– Sim, irmão. Com o senhor agora só vou sair assim, porque sempre me melo muito.

– Deixa eu ver então, irmãzinha. Me ajude aí com as minhas necessidades de homem.
Subi a saia do vestido, mas não me abri muito. Dava pra ele ver minha bucetinha raspada fechadinha embaixo da roupa.

– Irmã, não seja assim, arreganhe essas pernas. Deixa eu ver o buraco do seu priquito, que nem da outra vez.

– Irmão, calma. Tenho vergonha. Tem que ser aos poucos.

Mentira, eu tinha muito tesão, o nervosismo dele e a gula de me ver me deixavam ainda mais tesuda e melada. Mas o tempo passou rápido e logo chegamos no estacionamento do supermercado. Minha filha já tinha parado de mamar há um tempo, mas eu ainda estava com os peitos de fora. Tinha baixado a blusa, mas não vesti o sutiã e os bicos molhavam o tecido e apareciam na transparência.

Quando estacionamos esperei ele destravar as portas, mas ele não abriu. Virou e disse:

– Irmã, arreganha essa buceta pra mim antes da gente sair, senão não abro as portas pra senhora. Seja obediente! Põe a menina aí pra chupar e deixa eu me aliviar um pouquinho aqui antes da senhora ir fazer as compras.

– Irmão, desculpa minha rebeldia. Eu estou envergonhada mas vou fazer sua vontade.
Fiz cara de quem estava sendo obrigada a se arreganhar, puxei a saia, apoiei os pés nos bancos da frente e coloquei minha filha no peito. Ela era uma bolinha de tanta mama que tomava. Era viciada em mamar e chupava com força meus bicos. Estava toda aberta agora pro irmão Renato, que com uma cara de tarado que faria medo se eu não conhecesse ele, começou a alisar minhas pernas. Ele se virou mais no banco e sacou o pau pra fora, punhetando e amassando a cabeça gostoso e eu ficava com a boca cheia dágua tentando ver melhor aquela pirocona grossa e cabeçuda que tinha invadido meu útero outro dia e me preenchido fundo.

– Irmã, que priquito lindo a senhora tem. Se eu fosse seu marido a senhora só ficava assim em casa. Eu ia passar o dia me lambuzando nessa sua meladeira. Que bucetão gostoso. Abra mais ele pra mim, abra…

Com um braço eu apoiava minha filha e com a outra mão, puxava as bordas da minha buceta, obedecendo o irmão. Meu buraco estava esticado e pulsando de tanto tesão, enquanto eu me abria pra ele.

Fechei os olhos e comecei a orar, porque fingidamente estava com vergonha.

– Senhor me perdoa porque eu sou uma pecadora. Ai, ai… Estou tão envergonhada mas tenho que ajudar esse irmão, satisfazer ele que tanto me ajuda e ajuda o pastor. Urr…. Ai, ai meu deus… Estou tão envergonhada de estar assim, parecendo uma puta barata, toda arreganhada, mas é um sacrifício pelo irmão. Perdoa meus pensamentos sujos que tão me invadindo…

Enquanto eu orava, ele ia aproximando a mão da minha buceta e ficou passando os dedos pra cima e pra baixo, me dando choques de prazer. Eu gemia e orava, orava e gemia, dava ai, ai, ai e me abria mais sentindo a mãozona do irmão Renato me abrir. Gemi alto e gostoso quando ele começou a enfiar o dedo médio na minha bucetona aberta.

– Geme, irmã putinha, geme enquanto esfolo teu priquito com os dedos.

Quando olhei pra fora, o vigia do estacionamento se aproximava observando o que estava acontecendo. Me fechei rapidamente e ele olhou pra fora. O vigia se aproximou e perguntou:

– Tá tudo bem aí?

– Sim, senhor. Minha mulher tá dando o peito pra menina aqui. Tem problema?

– Não senhor, os dois podem ficar aí à vontade. Se precisarem de ajuda, pode me chamar, viu?

Ele falou isso com um olhar malicioso e se afastou um pouco, passando a mão em frente ao pau nas calças, mas ainda podia ver o que acontecia dentro do carro, pois os vidros estavam pouco abaixo da metade. Que safado!

– Irmão, eu vou entrar.

– Não, irmã. Termine de orar antes. Deixe o vigia vigiar aí. Ele não vai mexer com a gente não.

– Mas irmão…

– Cala a boca, mulher e abre essa porra desse priquito!

Obedeci, cheia de tesão. Me arreganhei de novo e ele não esperou nada e começou a alisar e enfiar os dedos gostoso na minha buceta que escorria mel.

– Reza aí, irmã. Peça perdão por ser uma puta tão gostosa. Que buceta carnuda com esse fogo faz todo macho pecar. Sou macho, não tenho que me segurar com uma vaca dessa pedindo pomba na buceta, não.

Ele falava alto, entendi que ficava mais excitado de estarmos sendo vistos, que nem aquele dia na ruazinha. Ele parecia possuído porque tinha outro homem batendo punheta e assistindo ele me arrombar.

Me abri toda e comecei a orar de novo.

– Senhor perdoa porque eu desperto essas coisas no irmão. Sou tão puta que faço os homens me desejarem, desejarem minhas tetas chupadas e meu priquito arrombado. Ai, aiiii… Perdoa meu senhor porque estou levando dedada funda na buceta e estou toda melada, está escorrendo e melando tudo… Hummm, aiiii, dói mas é gostoso.

O irmão enfiava dois dedos na minha buceta. O vigia se posicionou de um jeito que via tudo. O cacete do irmão Renato estava vermelho, quase roxo de tanta punheta.

– Ai, irmão, ai… Aiiiii, vou gozar. Vou gozar!

Ele enfiava fundo, socava os dedos na minha buceta rápido e com força, quase me machucando.

– Goza, vagabunda, goza! Goza, rapariga da buceta arrombada. Mais tarde tu vai gozar no meu cacete, vou te rasgar de novo.

Gozei gemendo e tremendo com os dedos dele entrando no fundo do meu buraco, quase alcançando meu útero. Sentia ele enfiar e mexer fundo lá dentro.

Me soltei no banco, ainda arreganhada e ele com os dedos enfiados ainda lá dentro, mexendo e me fazendo ter uns tremores na buceta.

– Espera, que ainda não gozei.

Ele falou isso e desceu os dedos pra baixo.

– Levanta a perna, abre o cu, irmã.

Fechei os olhos e puxei uma perna pra junto de mim, ficando com o joelho quase na minha cara.

Ele enfiou um dedo no meu cuzinho melado e socou gostoso. Ele não diminuiu a velocidade nem foi mais suave, porque ainda estava cheio de porra pra soltar. E foi socando o dedo médio no meu cu que ele soltou um jato de porra que sujou o outro banco.

Nos ajeitamos e esperei o vigia se afastar, então saí pra ir fazer as compras. Quando fui pegar um carrinho com cadeirinha pra colocar minha pequena vi que ele estava perto. Ele se aproximou de mim com uma cara de tarado de dar medo e falou baixinho:

– Mas que bucetão e que cuzão gostoso, hein? Posso participar da festinha? Que puta gostosa aquele cara tem em casa. Quero te foder toda, safadona peituda.

Me apressei pra entrar e fazer minhas compras. Depois que eu já estava enchendo o carrinho, me aparece o irmão Renato.

– Irmão, veio me ajudar aqui também?

– Sim, senhora. Esperei a rola descer e vim lhe fazer companhia.

Ele ficava empurrando o carrinho enquanto eu comprava as coisas. Eu estava sem o terninho e sempre que passávamos por algum homem, meus peitos marcando o vestido levavam uma secada. O irmão Renato me olhava de canto de olho confirmando que estava se deleitando com isso e eu andava bem rebolativa, me sentindo muito gostosa e desejada.
Quando ele se aproximava de mim discretamente colocava uma mão embaixo do meu braço e me apertava o peito, segurando com a mão e dando uma balançada e depois torcendo o bico.

Às vezes, nos corredores vazios, vinha por trás de mim e dava uma passada de mão na minha bunda enfiando os dedos no meio do vestido e até umas dedadas no meu cuzinho ele dava, me fazendo dar uns pulinhos e dizer pra ele se aquietar.

– Desculpa, irmã. É que esse seu rabo é uma delícia. Que lapa de cu gostoso.

E assim, terminamos as compras, eu toda melada com as dedadas no meu cuzinho e ele com a piroca marcando a calça. Fomos pra casa rápido. Estava cheia de sacolas no banco junto comigo, minha bebê e o bebê conforto pois o porta-malas estava cheio de coisas do irmão.
Quando chegamos, minha bebê dormia e pus ela no berço. Voltei pra descer as sacolas do carro junto com o irmão Renato. Ele já tinha carregado quase todas, e peguei as duas últimas, um pouco pesadas e fui levando pra dentro de casa. Estávamos colocando todas no chão da sala. Eu pretendia agradecer o favor e ir guardar em seguida.

– Irmão, muito obrigada novamente por hoje. O senhor foi muito prestativo.

– Irmã, agradeça depois que ainda vou lhe fazer mais um favor.

Ele disse isso de forma meio rude e foi me virando ainda na entrada de casa. Minha casa tinha um jardim pequeno, e na frente da casa estava o táxi parado. A porta de entrada era mais alta e tinha quatro degraus. Ele foi me empurrando no alto da escadinha da porta e segurando pelo ombro, já colocando o pau pra fora da calça. Ouvi o zíper abrir enquanto cai desajeitada de quatro, com os joelhos no último degrau e as mãos no chão.

– Irmão, pelo amor de deus, o que o senhor tá fazendo?

– Apagando o fogo desse rabo gostoso e desse bucetão, pra senhora não passar necessidade enquanto eu não estiver aqui.

Ele subiu a saia do meu vestido, que ficou nas minhas costas e foi abrindo minha bunda.

 Afastou minhas pernas enfiando os braços embaixo e forçando e me deixando arreganhada.

– Empina esse rabo, irmã. Abre essa bunda pra mim.

Abaixei os peitos no chão ficando toda arreganhada pra ele e senti de novo o prazer de uma chupada gulosa na minha buceta. O irmão Renato enfiou a língua e os dedos no meu priquito chupando fundo e com força, parecia que ia arrancar minha buceta. Abria minha bunda com força com as mãos fazendo a pele do meu cuzinho esticar. Senti seus dedos invadirem meu cu com força enquanto ele puxava e mordia minha buceta toda.

– Tá com fogo no cu, né, irmã? Vou apagar esse fogo é hoje. Vai sentir o que é ter esse cuzão estourado na minha rola.

– Irmão, pelo amor de deus, dói. Não faça isso, machuca.

– Machuca nada, irmã. A senhora vai gostar e vai viciar em tomar uma rola grossa no rabo. O pastor não come seu cu, né? Pastor é um corno que não sabe nem usar a puta que tem em casa.

– Irmão, ele não faz isso mais. Mas quando fez doeu. Doeu muito, eu não gosto. Por favor, meta no meu priquito.

– Não se preocupe, não, irmã. Essa bucetona não vai ficar pedindo piroca por aí, não. Vou ajudar a senhora nisso. Mas hoje eu te enrabo até rasgar as pregas desse cuzão.

Eu estava com muito tesão, minha buceta pingava com aquele jeito mandão e violento dele, mas estava com muito medo. Das poucas vezes que dei o cu pro meu marido, doeu demais. Ele enfiava de uma vez e só parava quando gozava.

– Levanta aí, irmã, levanta. Pega ali na sacola o vidro de azeite.

Ele não desengatava os dedos do meu cuzinho e fazia um gancho com o dedo que me prendia. Fomos andando assim até as sacolas e eu sentia as dedadas dele no meu cu enquanto andava. Me abaixei pra procurar o azeite nas sacolas, e ele aproveitou pra socar fundo o dedo no meu cu, mexendo lá dentro. Eu sentia umas pinicadas na buceta. Eu fiquei procurando o azeite entre as sacolas no chão, com as pernas esticadas, a bunda aberta e o rosto abaixado. Senti quando ele meteu o segundo dedo e ficou forçando a abertura do meu cu. E lá dentro mexia a cabeça do dedo, me fazendo ter fisgadas na buceta.

Achei o azeite, mostrei pra ele e ele me mandou ir andando pro meu quarto.

Fui sentindo os dedos dele cutucando fundo meu cu e quando olhava pra trás, via a rola fora pelo zíper da calça, dura, gigante, roxa de tesão, grossa e cabeçuda e tive medo daquilo tudo no meu cu.

No quarto ele recomeçou a dar ordens.

– Se ajoelha aí na beira da cama, irmã. Vou ungir teu cu hoje antes de rasgar ele aqui onde o corno dorme enquanto a senhora enfia os dedos na buceta pensando no meu caralho.
Eu tremia inteira, de tesão e medo. Tentei me acalmar e sentia os dedos dele arreganhando meu cu, que já nem doía. Senti quando o óleo gelado escorreu no meu cu inteiro e ele socava os dedos fazendo o óleo entrar. Ele ensopou meu rabo de óleo tanto que escorreu pelas pernas e molhou até a colcha da cama. Os dedos faziam um barulho tipo “flop flop” no meu cuzinho já esfolado e senti ele aumentar a pressão.

– Tá sentindo como esse cuzão aguenta, irmã? Tô com três dedos atolado no seu rabo de crente tesuda. Quando for orar na igreja arreganha esse cuzão pensando na minha pomba inteira nele.

Ele tirou os dedos e senti meu cu aberto. Senti ele aproximar o gargalo da garrafa de azeite e pressionar meu cuzinho, derramando azeite dentro.

– Pronto, agora essa lapa de cu tá abençoada e ungida pra agasalhar minha pomba.
Ele então segurou meu quadril e encaixou a rola no meu cu. Ficou segurando aquela piroca enorme e senti a cabeça fazendo movimentos circulares no meu cuzinho que eu tentava deixar relaxado e aberto. Eu era até pequena na frente daquele homenzarrão enorme e caralhudo. Senti quando ele forçou a cabeça e quando eu pensei em trancar meu cuzinho, senti entrar de uma vez a cabeçona toda. Tuco! Um estalo e uma dor fina mas que não durou muito porque a cabeçona enorme tinha entrado.

– Pronto, irmã. Enfiei o cogumelo no seu rabo. Agora relaxa que vai o tronco. Se arreganha, irmã. Pede ajuda aí a deus. Faz suas orações, faz.

– Ai, irmão. Ai meu cu. Meu deus, obrigada por essa rola gostosa me enrabando. Me perdoa porque eu sou uma puta mesmo que faz o pastor de corno dando o cu. Ai, irmão, ai… ai meu cu, meu deus, tá arrombando. Me ajuda a aguentar isso tudo no meu rabo.

Senti ele enfiar o talo aos poucos, deslizando no meu cu todo melado de azeite. Ainda bem, pois doía pouco. Até que senti o saco dele encostar na minha buceta.

– Pronto, irmã. Aguentou a tora toda entalada no rabo. Agora me diz o que seu marido pastor é, porque vou lembrar quando ele tiver lá em cima dando sermão.

– É corno, irmão.

– Corno de cu e de buceta.

– Ai meu cu, irmão.

– Aguenta, irmã. Aguenta que ainda vou começar a socar.

Ele socava ritmado o pau no meu rabo. Tirava e enfiava, sem desencaixar a cabeça. Começou devagar e eu sentindo cada centímetro daquela tora me encher por dentro. Comecei a dedar meu grelo, estava gostoso. Estava gostoso dar o cu!

– O que o pastor é, irmã?

– Corno, corno… corno, muito corno.

– Quem manda ter uma mulher priquituda e tetuda com um cuzão gostoso desse. Hunffff, que cu macio, apertado e quente. Que crentona do cuzão quenteeeee. O que o pastor é, irmã?

– Corno…. cornãaaao… cornoooo…

Ele então começou a socar mais rápido. Socou me empurrando pra frente na cama. Meu cu estava todo aberto, acho que não tinha mais uma prega com aquele tronco grosso entrando e saindo de dentro de mim.

– Repete, puta! Repete, porra, senão rasgo esse cu. Vou estourar esse cuzão.

– Corno, corno, corno, corno, cornão, corno…

Ele socava com força, rápido, fundo me fazendo balançar inteira na cama. As tetas pulavam que doía, das socadas com aquele cacetão no meu cu. Estava me rasgando, mas estava muito gostoso. Eu gritava, arreganhada, sentindo meu cu se arrombar:

– CORNO! CORNO! CORNOOOO! CORNO NO MEU CUU! CORNO…

Senti o saco dele bater com força na minha buceta. Ele era mais velho, o saco era caído, batia forte, me fazia gemer e sentir muito prazer porque batia no meu grelo inchado enquanto ele estourava meu cu.

– CORNOOOO, CORNO, CORNOOOO! HUNFFFF, MEU CU! AI MEU CUUUUU… VOU GOZAR, VOU GOZAR, VOU GOZAR!

– Goza no cu, goza nesse cuzão arrombado. Vou entupir teu cu de porra dessa vez. Queria que aquele corno visse eu sovando o cuzão da mulher puta que ele tem. Crente putaaaaa, goza com esse cuzão e esse bucetão!

Senti os espasmos do meu gozo fortes. Nunca tinha gozado assim, com uma pomba grossa como aquela no cu. Me tremi muito, gozei sem parar até sentir os jatos de porra enchendo meu rabo. Sentia aquele pirocão latejar no meu cu ardendo de pirocada e gozei.

– Aiiii, aiiiii….

Me afundei na cama e o irmão soltou o peso em cima de mim, ainda sem tirar a piroca e sem ela parar de latejar e esporrar. Me senti sufocada com aquele homem enorme em cima de mim e com aquela pirocona murchando no meu cu, mas ainda grossa…
Não tive nem condições de me levantar quando ele finalmente saiu de cima de mim, e foi no banheiro se lavar.

– Irmã, já vou indo. Já o pastor chega e a senhora se arrume pra ele não encontrar seu cu assim se quiser meter mais tarde. Se lavar, enfia o sabonete no cu pensando na minha rola.
Ele deu um tapa na minha bunda e saiu, me deixando deitada na cama, jogada, com o vestido nas costas e o cu ardendo, toda melada de porra, mel e azeite.
Novamente fui a puta do irmão Renato.