sexta-feira, 29 de julho de 2022

ESPOSINHA EVANGÉLICA

 Eu confesso que sou uma mulher muito, muito fogosa. Sou viciada em pornografia e em sexo. Sou evangélica desde adolescente, quando meus pais se converteram e me obrigaram a ir também. Em uma dessas igrejas mais tradicionais, eu sou obrigada a usar saias longas e não usar maquiagem nem roupas que meu marido aprove. Sim, porque casei com um homem da igreja que se tornou pastor. De filha de evangélico a mulher de evangélico, vivo com essas roupas sem graça e preciso saciar meu fogo muitas vezes ao dia, com os dedos, garrafas, cenoura, banana. O que tiver disponível na hora que estiver sozinha. Tenho 4 anos de casada, casei ainda menor de idade, porque meus pais não queriam que eu me perdesse, fizesse sexo antes do casamento. Eu estava no meu segundo namoradinho, um garoto gostoso e safado que ia me comer na primeira oportunidade, mas que eu já punhetava e chupava e também puxava a mão dele na minha bucetinha tarada sempre que podia. Antes de fazer 16 eu já estava casada. Parece que isso só existe nos países do outro lado do mundo, mas infelizmente não é. Meu marido já era missionário na igreja quando começou a se interessar por mim e pediu minha mão ao meus pais, que aceitaram no meu lugar. Ele não é bonito, e é bem mais velho. Quando casamos ele já tinha 30 anos.

Na nossa primeira noite ele não me excitou e eu estava com muito medo. Nunca tinha nem beijado ele. Ele nem passou a mão em mim e já foi socando, me rasgando e depois conferindo se eu era virgem. Quando eu ainda estava parando de sentir ardência ele gozou. Gozou dentro. E assim era o sexo com ele. Eu até gostava depois de um tempo, mas não conseguia gozar antes dele e ficava sem nada. Aprendi a gozar sozinha vendo pornografia na internet e me masturbando sozinha dentro de casa. Ele também comeu meu cu, ele gosta de sexo anal, mas dizem na igreja que é pecado, então dificilmente ele come, eu acho bom porque ele é muito bruto e não cospe nem passa óleo e dói muito.

Hoje em dia quase não transamos porque ele está sempre na igreja, e eu não tenho vontade com ele. COM ELE.

Engravidei nos primeiros meses de casada, e tive minha filhinha linda. Depois engravidei de novo e abortei espontaneamente. Por ele eu vivia grávida, porque ele acha que é pecado usar meios de impedir a gravidez. Então eu coloquei um DIU escondido e às vezes finjo que engravidei e perdi, vou ao médico a cada três meses revisar do DIU e ele acha que é pra ver se tive algum aborto. No fundo ele acha bom porque ele não me deixa trabalhar e vivemos num certo aperto financeiro.

Falando de mim eu sou morena clara e pinto os cabelos com luzes. Tenho peitos bicudos, minha buceta é bem lisa pois depilo toda. Hoje ele permite, mas meus pais não deixavam eu depilar nem as pernas. Então saio escondida pra depilar tudo na clínica, mas ele acha que depilo sozinha em casa. Imagina depilar meu cuzinho só em casa.

Minha bunda é bem redonda e empinada, embora não seja um bundão, fica bem marcada nas saias e chama atenção.

Sempre fui quente, doida por sexo, mas não sabia o gosto que tinha sem desejada. Quando comecei a levar minha filha de ônibus pro médico semanalmente para acompanhar alguns problemas respiratórios que ela tinha, já comecei a sentir como os homens não podiam ver uma mulher desacompanhada. Senti as primeiras encoxadas na bunda no ônibus quando ia em pé e não me cediam lugar. Eu ficava com minha filha pequena no colo e atrás um ou outro homem sempre dava um jeito de esfregar a piroca dura na minha bunda. Eu ficava molhada, não reagia mas não me defendia porque gostava. Ficava mesmo toda melada embaixo da saia. A minha buceta piscava de sentir as roladas na bunda. Alguns homens eram mais avançados. Uns passavam a mão na minha bunda e outros colocavam a piroca pra fora, mas isso era mais difícil. Não sei se por causa da minha filha no colo.

Um dia, sentada numa cadeira para preferenciais que me cederam (raridade), um homem parou ao meu lado. Ele era desses quem encoxam as mulheres e já tinha se esfregado na minha bunda algumas vezes. Sentada com minha filha, ele discretamente encostava a rola no meu ombro. Eu estava de saia até os pés, um cardigã por cima da blusa de manga longa. Minha filha começou a chorar com fome. Ela só mamava e eu me senti muito envergonhada mas foi o jeito tirar o peito pra fora dentro do ônibus pra ela mamar.

Quando puxei a blusa e coloquei ela no peito, esse homem ficou de olho e piroca duros. Esfregava forte no meu ombro e não tirava o olho. Eu coloquei uma fraldinha sobre a minha filha, mas eu fiquei muito excitada. Preferia não colocar. Mas não podia ser tão descarada. Com o movimento do ônibus a fraldinha afastou e embora minha filhinha ficasse coberta dava pra ver sua boca sugando meu peito branco. Ela não largava o bico, mas às vezes soltava e eu tinha que arrumar. Eu gostava dessas horas porque ele empurrava com força a rola no meu ombro, e olhava com uma cara de tarado que só faltava pular em cima de mim. Eu estava toda melada. Sentia minha buceta pulsar. Demorava uns segundos a mais pra ajeitar o peito e botava o biquinho devagar na boca dela. Quando ela sugava eu fazia uma carinha de quem sente dor, mas estava fazendo charme pra ele imaginar a boca chupando o bico do meu peito. Uns quinze minutos depois troquei ela de peito. Isso é normal, claro, mas eu demorei arrumando ela e me arrumando e quando tirei o outro peito não coloquei o primeiro dentro da blusa. O cardigã estava aberto e a blusa levantada e os meus dois peitos com bicos vermelhos (um deles bem chupado) aparecendo. Coloquei ela chupando o outro bico e ajeitei a fralda sobre ela, mas sem guardar o primeiro peito, que ajeitei e dei uma alisada discreta mas que o tarado com certeza não ia deixar de perceber. Se esfregou gostoso e senti o pau dele feito uma pedra no meu ombro. Ele mexia quase descaradamente e estava com uma calça de sarja que dava pra sentir bastante aquela rola tarada. Olhei pra cima algumas vezes e ele estava de boca meio aberta, de olho duro nas chupavas que minha filha dava no meu peito. Ela mamou mais um tempo, até que fomos descer e ajeitei a blusa sem subir o sutiã, os bicos duros marcando e molhando a blusa. Quando ajeitei ela sobre o ombro e me levantei, o tarado deu uma passada de mão na minha bunda pois estava do meu lado e disse: Delícia. Queria mamar esses peitos até você gozar. Nossa! Saí bamba só de imaginar!

Fui aprendendo o quanto isso me excitava. Mas por implicância do meu marido comecei a pegar táxis pra ir ao médico. Acabou a festa das minhas encoxadas. Ele dizia que era perigoso de machucar a neném nos ônibus lotados e conseguiu dinheiro na igreja pra ajudar no tratamento e no táxi. Ele mesmo me levava até o ponto de táxi e só saia quando eu pegava o ônibus, recomendando ao taxista onde me deixar.

Mas por outro lado, comecei a exibir mais as mamadas da minha filha. Os taxistas também eram tão machos quanto meus amigos do ônibus e eu passei a dar de mamar sempre do mesmo jeito, muitas vezes deixando minha filha descoberta e os dois peitos pra fora da blusa. Também ouvia algumas cantadas dos taxistas.

_ Senhora, desculpe, mas a senhora tem uns peitos lindos.

– Eita nenê de sorte, hein? Mete a boca e chupa gostoso.

_ Desculpe, a senhora tá me deixando excitado com os peitos de fora.

E alguns mais descarados, diziam que dava vontade de dar uma mamada. Um deles até disse assim, rindo:

– Dá vontade de perguntar se a senhora não quer trocar uma mamada.

_ Como assim?

_ Se eu mamar nos peitos, deixo você dar uma mamada no meu pau. Também sai leite.

Eu desconversava, dizia que era casada, mas saia me derretendo de tesão. Muitas vezes me masturbei pra gozar no banheiro da clínica, segurando minha filha no colo, pra aliviar.
Isso não me consolava de ter perdido as esfregadas nos ônibus. Adorava sentir aquelas rolas duras invadindo minha bunda. Sonhava que era comida e enrabada no ônibus. A ideia de dar o cu até me excitava.

Num fim de mês eu estava com muito pouco dinheiro. Eu queria ir de ônibus por mais de um motivo. Precisava economizar e estava doida por umas safadezas na minha bunda, no meu corpo. Mas ele bateu o pé. Não ia de ônibus, era perigoso, etc etc. Fomos até o ponto de táxi e mesmo quando eu entrei (e era um motorista que já havia me levado umas vezes e ficava mexendo na calça quando eu dava de mamar) eu ainda perguntei: Não é melhor não gastar esse dinheiro e ir de ônibus. Levei uma bronca na frente do motorista, o que me deixou com ódio. Quando fui atrás, fiquei com uma cara chorosa, estava com muita raiva daquele marido que me tratava muito mal. Nem me animei de me exibir. Num sinal, o taxista disse:

– Dona, a senhora não quer vir na frente? Venha ouvindo música aqui, pelo menos a senhora não fica aí tão calada e triste.

Eu agradeci e saí enquanto o sinal estava fechado, indo pro banco da frente. Quando vi ele me olhando da cabeça aos pés, lembrei das ajeitadas que ele dava no pau enquanto eu dava mama pra bebê e comecei a esquecer a tristeza e me excitar. Ele ficou conversando e a nenê começou a choramingar.

– Ela deve estar com fome, né, dona?

– É sim.

– A senhora não deu mamar pra ela hoje.

– Sim, mas vou dar.

– Pode ficar à vontade, viu?

Agradeci. Comecei a me acender de novo, subi um pouco a janela do carro que era fumê e pus o peito pra fora antes de arrumar a nenê no lugar. Fiquei lá com um peito nu do lado dele (eu costumava sentar atrás e deixar eles me verem pelo retrovisor) e arrumei a bebê devagar, deixando ela mais à vontade pra mamar, pegando a fralda forrar minha roupa, e cada vez que o carro parava num sinal ele fixava o olho nos meus peitos, enquanto eu fingia que não via. Coloquei ela pra mamar e dei um gemido, e ela estava mesmo com fome. Mamava fazendo barulho.

Depois de uns minutos de silêncio dei outro gemido numa puxada que ela deu

– Dói quando ela mama, senhora?

– Às vezes dói. Às vezes ela dá uma chupada forte no bico e dói.

Notei que ele segurou a respiração quando respondi.

– Meus peitos ficam com os bicos doloridos.

Outra respirada.

– Vou trocar ela pra ver se dói menos.

Era mentira, não estava doendo tanto. Já estava acostumada. Era desculpa pra tirar o outro peito. Deixei de novo os dois de fora, mal cobertos pela roupa, mas do lado dele, dava pra ver o bico melado do peito já mamado.

– A senhora desculpe eu olhar. É que a senhora tem uns peitos bonitos e bicudos. Minha mulher não dava de mamar na minha frente.

– Tudo bem. Já estou acostumada. As pessoas às vezes ficam curiosas.

– È mesmo? A senhora não acha ruim os homens verem seus peitos assim, pra fora?

– Não. Nem ligo. Esqueço isso enquanto minha filha mama.

Eu estava era com muito tesão. Falava com ele e às vezes a minha filha perdia o bico e eu ficava falando com os dois peitos pra fora e a blusa levantada.

– Ai, tá doendo um pouco.

Falei e comecei a alisar o bico que tinha sido mamado.

O taxista olhava sem parar, nem esperava mais o sinal. No sinal ele se esticava no banco e ajeitava o pau. A calça social marcava uma rola grande.

Olhei e ele percebeu. Baixei a vista.

– Desculpa, dona. É que num vejo isso todo dia. Uns peitos bonitos assim, uns bicos assim pra fora. Acaba que a pomba endurece sem querer.

_ Tudo bem.

Falei de cabeça baixa.

– A senhora já deve ter visto que os homens ficam assim, né?

– Não presto atenção.

Mentira, eu prestava. De rabo de olho olhava a tal da “pomba” grossa e dura marcando o caminho até a perna da calça.

– Mas deve ficar. Vendo sua neném mamar assim, dá vontade de chupar. Dá umas besteiras.
Ele se ajeitava mais descaradamente. Às vezes dava uma apertada no pau.

– Nossa, tá doendo aqui.

– Tudo bem, vamos já chegar, ela já não vai mais mamar.

– Ah dona. Pode deixar.

– Mas ela já terminou.

– A senhora pode deixar os peitos assim um pouco?

– Assim como?

– Assim pra fora da blusa.

Ele falava segurando o pau dentro das calças.

Não respondi e ajeitei a blusa, mas não pus o sutiã no lugar nem fechei o casaco. Os peitos marcavam a blusa e eu derretia de tesão com aquele homem tesudo do meu lado.

Fomos chegando na clínica. Era uma clínica grande e os taxistas já sabiam que me deixavam no estacionamento. Não precisava esperar voltar, porque era mais barato pegar outro, mas entrar pelo elevador do estacionamento era bem mais tranquilo que pela entrada, muito movimentada.

– No estacionamento, né, moça?

– Sim.

Quando entramos no estacionamento, ele procurou um lugar bem lá no fundo pra me deixar. Estava cheio, mas o estacionamento era subterrâneo dividido em três patamares e ele foi me deixar no último patamar. Eu não falei nada, mesmo sabendo que ele poderia ter me deixado no primeiro piso do estacionamento e não nos mais debaixo.

No último, quase sem movimento, ele parou a algumas vagas do elevador. Eu tirei o dinheiro pra pagar e ouvi então:

– Senhora, se a senhora não quiser não precisa pagar.

– Como assim?

– Assim, vi seu marido e a senhora falando, né? Tá com pouco dinheiro, é fim de mês, eu entendo.

– Moço, mas você precisa receber seu pagamento.

– Se a senhora não se ofender, eu faço uma proposta.

– Como assim? Que proposta?

Eu estava muito excitada e assustada também. Ninguém nunca tinha sido tão descarado. Mas eu queria ouvir o que ele tinha a dizer. Com certeza não era nada que não gostaria de sentir o tesão de ouvir, mesmo se não fosse fazer.

– A senhora deixa eu mamar nos seus peitos e eu não cobro a corrida.

– Como? Moço, por favor, sou casada.

– Eu sei, eu também sou. Mas nunca chupei uns peitos lindos e sou doido em chupar peito. E queria sentir como é chupar esses bicão. A senhora tem uns peitão delicioso, olha como me deixou?

Ele mostrou o pau marcando a perna da calça. Deixou numa posição que dava pra ver até a marca da cabeçona da rola.

– Minha rola tá doendo de tão dura porque vim pensando em dar uma chupada gostosa nesses peitos. Eu gosto de chupar. Adoro uma chupada gostosa, até a buceta da minha mulher eu chupo muito.

– Moço, por favor. Meu marido não chupa meus peitos. Por causa da nenê.

– A senhora lava lá em cima, não vou fazer nada. Só chupar seus peitos. A senhora vai gostar. Deixa eu chupar, deixa?

Eu gaguejei e ele veio pra perto e passou a mão num dos meus peitos ainda melados. Eu me arrepiei mas fiz menção de me afastar e ele disse:

– não, moça, deixa. Prometo que a senhora vai gostar. Não vou fazer nada que a senhora não queira.

– Só chupar os peitos e eu posso ir?

– Sim. Só chupar e a senhora leva a nenê pro médico.

Ele já veio beliscando meu bico e passando a mão nos dois. Avançou e já foi subindo a blusa e pondo a língua pra fora. Quase gozei quando ele colocou um bico na boca chupando guloso. Fechei os olhos e gemi, mordi os lábios.

– Viu como é bom? Peitão gostoso, umas tetas dessas de vaca, merece uma chupada todo dia. Merece uma mamada qualquer hora mesmo.

Deixei ele chupar, ele mamava e até mordia os bicos, estalava e chupava afastando a boca até estalar e o bico saltar no ar. Depois passava entre os dedos, alisava, rodava o bico e ia mamar o outro peito.

Me ajeitei mais no banco, estava muito excitada e relaxei escorregando um pouco no banco, minha filha sobre meu ombro bem pro lado da janela. Ouvia aqueles estalos e contraia minha buceta carente sem rola.

Ele se afastou e tirou o pau pra fora de uma vez.

– Moço, por favor.

Falei sem tirar o olho da piroca gostosa, cabeçuda, vermelha e grossona apontada pra cima entre as pernas dele.

– Calma, é que tá doendo.

Ele falou punhetando de leve.

Voltou pros meus peitos mamando guloso, chupando e mordendo, mais excitado e alternando a mão entre o pau e meus peitos. Ele beliscava os bicos, babava meu peito, depois alisava o peito melado e descia a mão no pau. Acho que tinha prazer em alternar as mãos entre a rola e meu peito. Punhetava e me deixava ver, depois voltava pra mamar.
Eu já tinha sem perceber aberto mais as pernas e escorregado no banco. Quando senti a mão dele na minha perna, alisando minha coxa por cima da saia longa, falei:

– Não moço. Não. Já chega.

– Calma, calma. Tà tão gostoso, deixa eu gozar aqui, chupando tuas tetas.

– Minha perna.

– Calma, tõ só alisando, não vou fazer nada.

Ele falava isso, mas alisava já dentro da minha coxa se aproximando da minha buceta piscando. Eu segurava o braço, mas queria mesmo era ele me pegando na buceta.

Agarrando meus peitos com a boca, mamando e fazendo barulho, mordendo os bicos, eu nem percebi quando ele desabotoou minha saia (era cheia de botões na frente, de cima até embaixo) e passou a alisar minha perna por baixo da saia.
Quando senti a mão grossa dele na minha pele lisa, olhei e estava com as pernas abertas e a saia desabotoada.

Me assustei e tentei abrir a porta, e ele reagiu enfiando a mão na minha buceta. Já veio com tudo alisando com força por cima da calcinha, toda ensopada e chupando feito um doido minhas tetas já vermelhas.

_ nâo moço. Era só chupar meus peitos, sai, sai!

Tentei afastar a mão dele que alisava minha calcinha com força e ele não respondia nem largava meus peitos.

– Moço, pára, sai.

Ele enfim largou e eu até me acalmei, mas foi o suficiente pros dedos dele entrarem pelo lado da calcinha alcançando minha buceta ensopada e carente.

_ Calma, moça. Você tá gostando, olha. Tua buceta tá ensopada, toda inchada, calma. Deixa eu fazer um carinho, calma.

Senti os dedos invadirem meu buraco e ao invés de brigar me abri.

Ele parou de chupar e ficou vendo minha cara, as pernas abertas e a buceta raspada engolindo dois dedos dele.

– A senhora tá precisando duma surra nessa buceta. Tá muito carente. Seu marido num chupa nem em cima nem embaixo. Acho que nem fode, né? Nem mete a piroca. Essa buceta tá muito melada e muito quente. Vamos no motel, deixa eu te foder gostoso, deixa eu dar um trato nessa buceta. Um banho de língua, deixa.

Eu repetia que não, não, mas deixava ele socar o dedo na minha buceta. Socava e tirava e amassava meu grelo com o polegar. Eu já estava pra gozar e ele puxou minha mão no pau dele. Apertei e punhetei gostoso, amassei… Nossa. Que saudade de pegar uma piroca!

– Ai meu Deus, me perdoa. Ai meu Deus. Eu sou crente, moço. Sou casada.

– As crentes são as mais putas, senhora. As bucetas mais gostosa. Elas ficam de quatro orando enquanto eu meto gostoso e elas choram na oração.

Nossa, imaginei aquilo e comecei a tremer. Ia gozar. Ele enfiou fundo os dedos e eu apertei o pau dele com força. Ele caiu de boca nos meus peitos e eu arreganhei as pernas no banco, sentindo a piroca dele pulsar na minha mão.

– Ai, moço, vou gozar. Ai, meu DEus, me perdoa. Ai, vou gozar, ai ai aaaaaaaaaaaiii….

– Goza, puta, safada, bucetão gostoso, tetuda, gostosa goza. Goza que o corno num te faz gozar assim…

E quanto mais ele falava, mais eu me arreganhava e ele chupava meus peitos de olho na minha buceta, me vendo gozar. Gozei suando cansada no banco do carro…. Amoleci, só segurava a nenê no ombro e minha mão tremia.

Ele segurou minha mão na piroca dele e acelerou a punheta. Fiquei olhando o pau dele pra cima e pra baixo, uma rola grossa, deliciosa, mais gostosa que a do meu marido.

Eu queria descer a cabeça e chupar aquela pica, mas não teria como, com minha filha no colo.

Ele gozou melando minha mão inteira. Escorreu porra ao redor da minha mão, melando tudo. Ele encostou no banco suado e eu procurei papel no porta luvas e achei um paninho, limpei a mão e me ajeitei, fechando a saia com uma mão só, mas só deu pra fechar pouco acima do joelho. Levantei e peguei a bolsa e tentei me arrumar, foi tempo suficiente pra ele sair de uma vez do outro lado. Veio, abriu a porta por completo pra mim pois estava mal aberta.

Não olhei nos olhos dele e ia saindo, e ele me encostou no carro e se abaixou.

– Pra senhora saber como é.

_ Moço, sai!

Me desesperei, estava morrendo de vergonha e remorso, e cansada da gozada que dei.
Ele rapidamente me prendeu com o braço na minha cintura e subiu minha saia, abrindo mais uns botões e afastou a calcinha de uma vez, caindo de boca na minha bucetinha raspada.
Nossa, que delícia! Aquela língua quente parecia um massageador na minha buceta cansada da gozada!

Chupou e enfiou a língua no meu buraco, limpou tudo da gozada que eu dei e levantou.

_ Pronto. Se a senhora quiser, da próxima vez, a gente para num motel e eu faço o serviço completo.

Saí sem olhar pra trás. Ainda com a saia aberta e foi só no elevador que eu vi como eu estava descabelada e com a roupa torta. Os peitos aparecendo embaixo da blusa torta e a saia aberta.

O ascensorista me olhava com cara de quem imaginava o que eu tinha feito enquanto eu me ajeitei o máximo que deu e fui pra consulta com minha filha.

quarta-feira, 27 de julho de 2022

TREPEI COM MINHA IRMÃ EVANGÉLICA

 Não darei nomes porque ela pode ler este conto um dia e descobrir que contei nosso segredo.

Eu tinha 20 anos a minha irmã tinha 40, ela tinha um filho de uns 15 anos. Moramos nós três na mesma casa, eu estava só de passagem, iria me mudar em breve, como era uma casa pequena, tinha só dois quartos eu dormia num, ela dormia com o filho dela no outro, o 15 anos. 

Minha irmã era evangélica e nunca mais tinha dormido com um homem. 

Tempos atrás eu e minha outra irmã tentamos fazer com que ela arrumasse um homem mas ela dizia que não queria mais homem na sua vida, só a religião para ela importava.

Certa noite ou madrugada cheguei de uma festa, minha irmã estava acordada ao entrar em casa, ela já foi dizendo que o filho dela tinha passado o dia ruim, que acabou dormindo na minha cama, que eu deixasse ele lá hoje  e dormisse nos pês da cama com ela. e assim fizemos. 

Horas depois de dormirmos, me acordei com o pau duro, eu estava me arretando nas pernas da minha irmã, parei de me arretar mas como a tesão era muito forte resolvi me levantar e bater uma punheta, mas não fui no banheiro, estendi um pano no chão me ajoelhei ao lado dele e comecei a bater punheta, resolvi levantar o lençol para ver a bunda da minha irmã assim, a punheta ficaria melhor, levantei o lençol ela estava de camisola puxei devagarinho a camisola dela até a cintura e vi aquela bunda gostosa, não aparecia muito a bunda dela, pois ela usava umas calcinhas muito grande olhando aquela bunda bati minha punheta gostosa. sequei meu pau e deitei ao lado dela, deitei devagarinho e colei no traseiro dela, iria dormir assim depois diria a ela que nem lembrava como eu tinha deitado para cima, mas só encostei nela e o pau já endureceu, tirei o pau pra fora e esfreguei na bunda dela, fui esfregando cada vez mais forte a tesão faz a gente perder o juízo, esfregava o pau tão forte na bunda dela que ela acordou, quando vi que ela estava acordando, coloquei minha mão por dentro da calcinha dela e enfiei o dedo na buceta dela, estava tão apertadinha que nem o dedo estava querendo entrar, ela tirou minha mão dizendo que não queria, eu percebi bem sutilmente que se eu insistisse ela deixava. 

Já fui subindo pra cima dela, com uma mão puxei a calcinha dela para o lado e com a outra peguei meu pau e tentava acertar a buceta dela, já estava quase gozando quando acertei a buceta dela, não quis nem saber, já fui enfiando a cabeça e metendo tudo pra dentro, tapei a boca da minha irmã que urrava de dor e eu não queria nem saber, socava tudo no fundo da buceta dela, até encher aquela buceta de porra enquanto eu saboreava meu pau dentro dela olhei para o rosto dela que estava molhado eu devia ter machucado muito ela, pra compensar tirei o pau da buceta dela e comecei a chupar ela, ela começou a gemer e de repente começou a se tremer toda enquanto afirmava minha cabeça no meio das pernas dela.
 
Depois tomei um banho deitei para os pés e dormi, nem olhei pra ela e nem disse uma palavra. 

Fui trabalhar no dia seguinte, quando voltei de noite fingimos que nada tinha acontecido. meu sobrinho resolveu dormir na casa de um colega dele. jantamos , quando fui arrumar minha cama a minha irmã se eu iria dormir ali ou iria dormir com ela, me aproximei dela e ela disse que a cama dela já estava arrumada então eu disse pra ela:

Tu sabe que vou comer a tua buceta se eu for dormir contigo

Ela disse que sabia que só não queria transar de frente um para o outro eu pedi a ela para mostrar como ela queria. Mandei que ela tirasse toda a roupa hoje eu iria mostrar para ela o que era foda de verdade, também tirei a roupa fui me aproximando e ela de quatro em cima da cama, virei ela pra mim, segurei a cabeça dela com a mão esquerda e com a direita arrumei meu pau dentro da boca dela, no começo ela não quis mas forcei meu pau na garganta dela, ela quase vomitou tirei meu pau e já soquei novamente na garganta dela, meu pau já estava todo babado, deitei ela e já puxei as pernas dela bem na beirada da cama, então me ajoelhei no chão e chupai aquela buceta depois virei ela de quatro em cima da cama, abri as nádegas dela e cuspi no cu dela, o cuspe começou a escorrer e com o dedo arrumei no cuzinho dela, coloquei cuspe no pau e arrumei no cuzinho dela, na primeira forçada minha ela já tirou o corpo não querendo que eu colocasse ali, eu disse que primeiro eu iria colocar no cuzinho dela e depois eu colocaria na buceta, que no cuzinho eu só iria colocar meu pau bem no fundo uma vez depois seria só na buceta, ela voltou a ficar de quatro, cuspi novamente e forcei meu pau naquele cuzinho, a minha irmã gritava, o pau não entrava no desespero tive uma ideia me abaixei e comecei a chupar o cuzinho dela, ela adorou chupei um bom tempo depois arrumei meu pau no cuzinho dela e fui enfiando devagarinha, ela gritou quando entrou a cabecinha depois berrava enquanto eu metia o resto com o pau todo dentro do cu da minha irmã, coloquei minha mão por baixo e enfiei o dedo na buceta dela comecei a comer o cuzinho dela enquanto batia uma siririca pra ela, estava muito gostoso mas tive que tirar do cuzinho dela e colocar na buceta, a buceta era muito apertada e machucava meu pau, parecia que estava arrancando o couro dela, levantei uma das pernas minhas para que eu pudesse colocar o pau lá no fundo eu sentia a buceta dela esmagando a base do meu pau enquanto a ponta parecia que tocava o útero dela, de repente ela começou a gemer e berrou pra mim colocar atrás, eu não entendi e então ela voltou a dizer bota no meu cuzinho, bota no meu cuzinho, tirei da buceta dela e numa estocada só meti dentro do cuzinho dela, ficamos no vai e vem alucinado até gozarmos parecia que eu iria morrer de tanta porra que soltei, ficamos um pouquinho grudados depois ela foi se deitando e eu fui me deitando também sem tirar o pau de dentro do cuzinho dela, ficamos uns minutos assim de repente ela começou a rebolar com meu pau dentro do cuzinho dela e já comecei me excitar e já começamos tudo de novo. tem transas que jamais serão esquecidas.

terça-feira, 26 de julho de 2022

VENDI O CARRO E COMI A ESPOSA EVANGÉLICA

 Sou moreno claro, casado, não sou exatamente bonito, mas acho que tenho um tcham com as mulheres. Adoro ler contos e nunca escrevi, agora com quase 40 estou me atrevendo a contar minha primeira história, tomara que gostem.

Recentemente estava vendendo um carro, fechei negócio com um cara, meio tiozão, barrigudo, de bigode, pastor e quis por o carro em nome da mulher, multa essas coisas, ele ocupado na loja, para acertar documento foi a mulher, dona Célia, uma mulher de 34 anos, filha adolescente, meio feiosa, mas bem cuidada, escondida naquelas saias jeans enorme, aquelas roupas péssimas que as evangélicas usam, magra, mas impressionante o tamanho da bunda, imagina uma mulher magra, pouco peito, tronco fino, encima tem o corpo de menina mas embaixo, enche o banco do carro, senta quase cobre o engate do cinto de segurança com as ancas, meio desproporcional o tamanho da bunda, um bundão mesmo e eu adoro bunduda, mexeu comigo!

Fui buscá la em casa em Osasco, longe para caralho e lá fomos para o cartório passar o documento do carro, conversa vai, conversa vem, ela fala bastante e eu também, veio um criança pedir dinheiro no farol, fomos falando que esse povo tem filho sem pensar e depois fica assim, ela falando do cuidado com a filha que já é mocinha tem 15 anos, aquela conversa de mãe conservadora, eu perguntei se ela casou cedo, disse que sim com 17 para 18 anos e virgem, era tão bobinha e novinha…..como se lamentasse sabe?

Rimos e a conversa foi fluindo naturalmente, mulher conservadora mexe comigo. Ahh, mas casar virgem é chato, melhor experimentar o sexo, se conhecer mais antes, imagina casar com alguém que não tem afinidade na cama, que não faz gostoso contigo….vi que ficou meio sem graça e me interrompendo disse, Ahh moço, nem me fale…..!

Fui falando de mim de forma discreta, mas apimentada para ver se ela contava algo, fui falando que a rotina é difícil que eu tenho afinidade com minha mulher, temos a mesma idade, que fazemos sexo gostoso e tal, mas a rotina diminui as coisas a senhora sabe como é dona Célia…..Ahh vou te chamar de vc, é mais nova que eu, já tenho 40, sou um coroa Rsrs, que nada, tu é moço, parece ter menos, magro, meu marido que tem 53, mas parece mais de 70, muito velho, conservador demais, é difícil viu moço, só eu sei, a gente quando é nova não sabe nada da vida, depois é tarde……

Imagino Célia, tem dessas coisas, por isso que temos que ter experiências boas na vida, e a gente parado no trânsito e volta e meia para mudar a marcha eu roçava meu braço no dela e percebi que ficava super sem jeito, uma hora até arrepiou, perguntei, vc não imagina que podia ter tido outras experiências sexuais? Ela ficou constrangida, mas acabou soltando, confesso que sim, imagino que a vida podia ter sido diferente. Como assim diferente, vc fala de fantasia, prazer? Ela meio sem jeito, falou, nem sei o que é isso, nunca tive prazer; a voz embargou, vi que quase chorou. É mesmo? Mas seu marido interrompeu, ahh moço, sou jovem ainda, não sou amada, sou uma mulher que cuida da casa e ajuda na loja, nem de mim posso cuidar….aí chorou mesmo, parado no transito, abracei ela, vem cá, chora aqui no meu ombro, sou seu amigo, pode desabafar. Encostei e abracei ela forte de lado no carro, fiquei falando, calma, a vida tem dessas coisas, passava a mão pelos cabelos e, ela meio chorando, quente e eu de calça social com o pau já em riste, duro. Loucura isso, a mulher chorando, lamentando a vida e eu com o pau duro……eu abraçava, passava a mão nos cabelos dela e alisava seu rosto, pescoço, tocava seu lábios com os dedos e abraçado tocava suas costas pela pela pequena abertura da blusa, fiz com carinho interesseiro mas verdadeiro, ficamos minutos assim, sentindo o calor do abraço, apertei ela forte, alisando, fiz cafuné na cabeça e fomos desencostando, dei beijos na face dela, falei que era jovem e bonita que tem a vida toda pela frenteela resmungando disse, minha vida já era…..não faço nada, não posso nada, só não sou gorda pq eu aumento só a bunda, nem me depilar eu poço, tenho vergonha de mim, sou peluda demais, pareço um macho pelada, quando jovem depilei as pernas e fui recriminada, sou toda peluda, minha virilha é toda cabeluda e ficou constrangida de contar, era um desabafo.

Passou o drama, claro que ela viu o volume do meu pau duro na calça, meu pau não é enorme, mas é médio e grosso, percebi ela olhando, mas aquele momento deu muita intimidade e deu para sentir que tinha um clima. Foi se desculpando pelo drama e tudo mais, eu super tranquilo, disse que a gente tem de ter amigo, é o que nos salva e ela ganhou um amigo para tudo, que podia ter confiança e tal e lá fomos nós para o cartório…..

Transito danado, falei que ela não tinha que se achar feia, pq ela é uma mulher bonita, tem sorriso lindo e corpo bem desenhado, e os pelos, eu mesmo até fantasio com mulheres das entranhas peludas, não gosto da moda de tudo depilado não, acho bonito o sexo feminino coberto de pelos. Ela disse, que bom que tu gosta, mas nem falo das partes intimas que estas só eu vejo, as pernas é que é difícil, olha e mostrou a canela, nossa, ela tem pelos até os tornozelos, realmente ela é peluda para caralho, tadinha, eu falei que achei bonito e tal. E fomos conversando de tudo, mas sempre conduzia para esse lado mais intimo e ela ficava meio tímida, quase tremia, mas me contava, comecei achar que estava louca de tesão, perguntei, há quanto tempo vc não tem sexo? Ela disse, tenho vergonha de dizer…….mas faz tempo, mas de um ano….nem acreditei.

Chegamos no cartório, uma fila do cacete, não deu para fazer a transferência do documento, ficou para outro dia, fui levar ela embora naquele transito a gente conversando com tesão danado, sempre pegava na mão dela brincando, paramos em café, me esbarrei nela, meio encoxando, fomos embora, marginal toda parada eu com uma vontade de mijar danada e conversando com ela, o pau de vez em quando ficava duro a cada coisa picante que a gente falava e já descontraída depois de uma tarde juntos e conversando sem parar, e falei que adoro dar prazer e estava louco para saber da curiosidade dela. 

Ela falou que não tinha, mas riu…..e eu sempre dizendo que estava louco para fazer xixi, já em Osasco, andando por umas ruas meio estreitas, anoitecendo, parei para mijar na rua mesmo, foi a oportunidade que eu precisava para mexer na curiosidade dela, parei numa rua daquelas sem movimento, encostei o carro perto de um muro e desci, de pau duro de imaginar que ela ia ver. Dei a volta por traz do carro fingindo esconder, mas abri a calça pau meio duro balançando e fiquei em pé bem na direção do retrovisor e olhando pra longe como se nem imaginasse que ela estava babando difícil de mijar com pau duro, mas rolou, entrei no carro, vi que ela mordia os lábios.

Me desculpei pelo mal jeito, que eu realmente estava precisando, mas por dentro eu estava pegando fogo, o pau duríssimo de imaginar que que ela tinha vista, com uma cara de constrangida nem falava direito. Falei de novo que eu adoraria saber das curiosidades dela…..que sendo recatada ela devia ter muitas fantasias…….ela falou, a gente as vezes imagina, mas quando a vê, é demais, dá calor, dá medo, mas também dá vontade demais. Claro que estava falando do meu pau né?

Falei, sabe que tem coisa na vida que a gente não sabe se vai ter outra oportunidade, é como se o mundo acabasse, ou é agora ou agora, sabe? Ela disse, eu sei sim, mas tenho uma família e medo demais, sabe…….eu sei, mas tb sei como fazer as coisas com segurança, vc confia em mim? Sim. Então Célia, diz que posso fazer tudo com vc, aiaiaiaiaia, pode sim, ai meu Deus que medo, o que vc vai fazer comigo?

Entrei num drive in, nem sabia que ainda existia, tinha umas 2 horas ainda para levar ela dentro do carro, beijamos gostoso, fomos se pegando, ela tremia, sabe quando a pessoa tá em choque, coração disparado, uma sensibilidade, quando toquei o pescoço dela com os lábios ela gemia e tremia, pegava fogo, falava no ouvido dela baixinho, todas as besteiras, agora vc vai ser mulher como nunca, vai sentir prazer nas entranhas, vai gozar, vc merece, vc pode tudo, pegando nas pernas peludas dela, ainda resistente segurando minha mão, beijando ela, baixei minha calça até o joelho com cueca e tudo e dei o pau pra elahummmm, eu vi de longe, nossa, mas é grosso heim? Foi pegando no pau duro, nas bolas, foi passando a mão nele, melando a cabeça, latejando e dizia, que lindo, gostoso, o cheiro, falei sente o gosto Célia, vc pode, é seu, mordeu os lábios, nunca fiz isso, continuou segurando nas bolas e beijou a cabeça do caralho que estava vermelhíssima e latejando, mamou a cabeça, sem pratica, só mamou na cabeça, mas foi delicioso, a realização do sonho de uma mulher madura praticamente virgem, falei tenta por todo na boca…….ficou surpresa de eu beijar ela em seguida, fui falando no ouvido e subindo a saia dela, passando as mão nas pernas grossas, descemos do carro e ficamos beijando em pé na frente do carro, tirei a saia por cima, a blusa com sutiã e tudo, ela envergonhada, pegando fogo, peitos miúdos e bonitos, bicos pequenos, com alguns pelinhos, embaixo a calcinha, maior que minha cueca, pelos grandes e pretos para todos os lados, muito peluda, quadril enorme, a bunda gigante mas sem barriga, rasguei a calcinha feia dela, deixei ela nua e fui passando o pinto na barriga dela e nos pelos da buceta, ela gemia, se encolhia, quando pus a mão na buceta, parecia um vulcão, já t. inha melado até as coxas, estava escorrendo, imagina, uma mulher fogosa muito tempo sem foder, molhou os pelos todos, pus a bunda dela no capô do carro e meti em pé de pernas abertas, não quis ficar de 4 por vergonha da bunda peluda acredita!? Fodi ela assim mesmo, em pé, beijando na boca e fui enfiando, ela gemendo e pedindo devagar, o caralho entrou todo, ela tremia e delirava, tinha espasmos, eu com força bombeei na buceta dela, tirando o caralho todo pra fora e socando fundo, metendo, fodendo, chamei ela de gostosa até de minha putinha e metendo com ritmo, sentia molhar até meu saco com aquele liquido boceta, senti as contrações daquela buceta gulosa escondida no meio daquele monte de pelos gozando no meu pau e eu sem camisinha, não resisti e gozei dentro dela, enchendo ela de porra. Ficamos de pernas bambas.

Nos recompomos para ir embora, chegando na casa dela o marido estava chegando cumprimentei ele, me despedi dela todo formal pegando só na mão, combinei com ele de fazer o documento outro dia e fui embora por isso e aquilo e fui embora.

De manhã ela fica só em casa, e eu passei a ligar todos os dias, mexendo muito no tesão dela, fantasiando, despertando mais vontades, até do meu desejo de comer o cuzinho dela, que jurou que isso nunca faria, juro pela filha, atrás não, mas sabe como é, falar é fácil……

Dias depois fui lá pegar ela para passar o tal documento, fizemos o documento rapidamente, demos uns amassos dentro do carro, ela chupou meu pau e fui deixar ela em casa, chegando liguei para o marido na loja, estava tudo certo, ele pediu para esperá-lo, ia demorar. Eu comi ela na casa deles mesmo. Uma loucura! Dessa vez tb foi rápido, mas delicioso, pude explorar melhor a bunda dela, chupei tudo, aquele rego cheio de pêlos, chupei a buceta e principalmente o cu dela, dei uns tapas na bunda dela e a mulher se transformou, ficou doida de tesão, ela nem sabia que podia ter esse efeito os tapas, trepamos no tapete da área de serviço, deitei e fiz ela agachar fazendo a buceta engolir meu pau, despertei nela o tesão no cu, pincelei o pau melado no cuzinho só para deixar com vontade e peguei ela de 4 metendo na buceta, ela nunca deu de 4 acredita? Fiz ela gozar fodendo de papai e mamãe no chão do lado da máquina de lavar. E nossa, impressionante o tamanho da bunda, bunda, enorme, gordinha, mas lindo aquele bundão, ninguém imagina aquilo com as roupas que ela veste.
O cara chegou, conversamos, todo sério, pediu para servir um café, tomamos e fui embora.
Continuei ligando pra ela, falando quase todo dia um pouquinho eu falava umas besteiras para ela por telefone e ficava doida de tesão, a minha ousadia, palavras safadas, tudo novidade para ela, ficava louca de tesão, faço ela falar que é minha putinha, só minha e tal, Imagina? Ela fala “sou sua puta” e chega a ficar ofegante e fantasiamos de todo jeito, se exibir mexe com ela, mas morre de vergonha.

Emprestei o apartamento de um amigo que mora em Osasco, perto do CARREFOUR, perfeito para se encontrar no supermercado. Se já tinha sido bom e gostoso na pressa, em lugares perigosos, imagina com fantasia, segurança, conforto e tempo, ahhhh fodemos de se lambuzar. Sabe que com carinho, paciência, tesão e principalmente curiosidade toda mulher dá o cuzinho, principalmente as virgens no ânus!

Como a gente já tinha fantasiado, encontrei ela no Carrefour, estava de vestido, fiz ela ir banheiro e tirar o sutiã e a calcinha, ficar só de vestido e saímos pelo supermercado afora, ela com as bochechas coradas de vergonha, mas excitadíssima e eu perto dizendo, finja que tá tudo bem, ninguém sabe que vc tá sem calcinha, vc é minha putinha, e fomos passeando, imagina uma mulher recatada fantasiando isso, sempre que podia discretamente eu passava a mão na bunda dela, deixando a saia socada na bunda, aquele bundão mordendo o pano, disse que se sentia pelada, era como se todo mundo tivesse olhando pra ela, e eu andando junto falando putarias bem baixinho para ela. Entramos no carro e eu já de pau duro e ela doida de tesão, subi o vestido e fui passando a mão na buceta peluda dela, tirei o pau pra fora e ela foi chupando no transito, eu guiando ela abaixada chupando minha rola, passando perto de ônibus para as pessoas ver ela chupando a pica, quando chegamos no prédio pus meus óculos escuros nela um boné e fiz ela ficar com o vestido na cintura dentro do carro, para o porteiro ver a buceta peluda dela, o porteiro babou e ela ficou doida quando entramos no apartamento, ela estava desorientada de tesão, já meti nela em pé, aquele calor do tesão, fodemos no chão da sala, no sofá, tirava o pinto da buceta lambuzada dela e fazia ela chupar, na cama, falei que ia comer o cu dela, ficou cheia de medo, mas estava tão hipnotizada pelo clima de tesão que relaxou e, chupei gostoso, peitinhos, buceta e cuzinho, lambuzei com o liquido da buceta, passava a mão molhada com cheiro de buceta na cara dela, aí cuidadosamente passei ky no buraquinho, fui lambuzando bem com o dedo o cuzinho e fiquei de conxinha, falei para ela relaxar e confiar em mim, me encaixei atrás dela, pus a cabeça da pica naquele cuzinho medroso e virgem e fui brincando, sentia que ela contra, a deixei, fui brincando, até a cabeça ficou no ponto certo, não forcei, pus a mão dela no meu quadril de ladinho…..vc puxa para entrar, vê se aguenta, se doer vc para……ahh, foi puxando, relaxou e senti a cabeça passar, sabe quando a cabeça passa pelo anel? Se sentiu segura, disse que estava doendo, mas não queria parar, com a outra mão fui massageando o grelo todo melado e ela gemia, foi puxando e eu aproveitava para fazer entrar…..ai tá doendo….quer que pare? NÃO, estava determinada a dar o rabo, aí fui entrando devagar e foi fácil, entrou todinho no cu dela e eu pedia para ela passar a mão no cu para sentir que estava todo dentro. Fui virando ela de bruços com o pau dentro, ficou de pernas abertas, aquele cuzão pra cima, pus um travesseiro embaixo para empinar ainda mais aquela bunda enorme e fui metendo devagar, disse que doia mas que estava se sentindo realizada, amando a sensação……e eu metendo devagar, sem camisinha metendo no cu peludo dela, sentido aquela delicia de foder o cu virgem de uma mulher casada recatada, tirava um pouco e metia de novo, fui aumentando o ritmo deixando só a cabeça dentro e metendo até o fim de novo, cu quente e lambuzado, contraindo, apertando o pinto quando metia fundo até que perdi o controle e comecei a bombear…….o desejo ficou maior do que eu podia controlar e já tinha metido bastante, bombeei com força, segurando ela forte, que gemia, pedia para parar, gritava mas eu não parava, só chamava ela de minha putinha e meti com ritmo alguns minutos, sem parar, fazia aquele barulho de molhado e eu fodendo, fodendo com força até explodir gozando, gozei, esporrei, enchi o cu dela de porra e e fiquei alí imóvel em cima dela, sentindo ela gemer, o pau foi amolecendo, até amolecer de vez e eu tirar de dentro e ver aquela porra vazando do cu e ela sorrindo.

Repetimos isso várias vezes, comi o cu dela diversas vezes, já gozou com minha rola atolada no cu loucamente e tem sido mais raro, mas sempre que dá para escapar a gente fode e ela evoluiu, tá cada vez mais gostosa. Delicia compartilhar. Deixem emails, comente, adoro saber o que acham.

segunda-feira, 25 de julho de 2022

MICHELLE, PRIMA EVANGÉLICA 2

 Tomei meu banho rapidamente, jantei e fiquei na sala com ela assistindo a um filme, e, passados uns 40 minutos, comecei a cutucar ela e dizer:

E aí Michelle, você não disse que hoje eu teria uma surpresa, que surpresa é está?

Ela se levantou e começou a perguntar se eu não estava sentindo nada. Eu disse:

“-Não…, eu não estou percebendo nada de anormal, disse por quê?”.

Ela veio e me beijou, nisso meu pau já estava duro, comecei a passar a mão sobre seu corpo e tirando sua camisola, ela começou a beijar meu peito, minha barriga, minha virilha e caiu de boca no meu pau, e começou a me chupar como se fosse uma puta. Que delicia! Ficamos ali neste: eu a chupava ela me chupava, durante uns 30 minutos… Depois eu a coloquei de 4 e comecei a chupar seu cuzinho, rosinha, todo cheirosinho, nossa que evangélica mais putinha que eu tinha em minha casa. Peguei um cremezinho e passei em seu cuzinho, ela começou a se contorcer e eu coloquei um dedo.

Nisso, ela pegou minha outra mão e colocou na sua boceta apertando meus dedos para entrar e desfrutar aquela bocetinha virgem. Passei o meu dedo com cuidado na boceta dela e fui colocando outro dedo também no cuzinho dela. Já estava na dupla penetração com os dedos e ela disse:

“-Tome cuidado, OK?… Não me machuque, quero apenas sentir como é o tesão na  minha bocetinha!”.

Isso me deixou mais louco, e fui colocando até que o dedo não entrava mais, parei e forcei no cuzinho dela mesmo, pois não queria estragar esta noite.

Tirei o dedo de sua boceta e fui meter no rabinho dela, comecei a colocar meu pau no cu dela, ela forçava para trás com tanta vontade, que nem precisei socar, entrou tudo muito rápido e ficamos ali, metendo gostoso. Enquanto eu comia o seu cu, colocava um dedo na sua boceta, ela gemia muito e dizia que eu era maluco de fazer isso com ela.

Ela começou a gemer forte dizendo que iria gozar. Aí eu aumentei a velocidade até ela se jogar no sofá, passei a mão na boceta dela, estava muito molhada… Nossa aquilo me deu tanto tesão, que não aguentei e gozei dentro dela mesmo. Quando tirei meu pau, escorria muita porra do cuzinho dela.

Fui à cozinha pegar uma cerveja para mim e, perguntei se ela gostaria de tomar uma coca. Ela disse que não e que queria uma cerveja também. Uma coisa eu percebi, foi que apesar de ter gozado muito, o meu pau ainda estava duro, mas duro mesmo, como nunca havia ficado.

Toda vez que eu gozava, ele amolecia e depois de uns 10 a 20 minutos ele ficava duro novamente, mais não…, dessa vez, o bicho não deu sinal de fraqueza e eu pensei: vou comer o cuzinho dela novamente e, nisso, dei a cerveja para ela e ficamos um olhando para o outro.

Ela me disse:

“-Acho que seu pau ainda não está satisfeito, pois ele tá duro como uma rocha!”.

Eu falei:

“-Olha…, eu vou ser bem sincero com você, Michelle, nunca aconteceu isso comigo, estou com um tesão, que parece que nem gozei ainda…”.

E ela falou:

“-Deu certo então…”.

Eu perguntei:

“-Mas de que você tá falando que deu certo?!”.

E ela disse:

“-Hoje, eu vou perder a minha virgindade com você, e quero este pau bem duro dentro de mim, por isso coloquei um remédio no seu suco.”

A putinha tinha comprado, não sei como, “Cialis” e colocado no meu suco de laranja quando eu jantei.

Eu disse para ela:

“-Eu não preciso disso, para te fazer mulher!”.

E ela falou:

“-Mas vai precisar, para passar a noite inteira me fazendo mulher. Venha me fazer mulher, quero muito ser sua, por inteiro!”.

Larguei a cerveja e fui de boca naquela bocetinha molhada. Chupei até ela gozar, peguei uma camisinha e coloquei no meu pau, ela disse:

“-Não, não, não…, eu quero sem camisinha, quero sentir sua pele dentro de mim!”.

Tirei rápido e coloquei-a deitada na cama de frente, fui colocando meu pau devagar ela empurrava-me para trás, dizendo para eu ter calma e eu fui devagar, devagar, bem devagarinho até que o pau parou de entrar. Disse para ela que segurasse no lençol e fui colocando e forçando a entrada de repente, ela deu um grito e ficou calada. Meu pau havia entrado todo e comecei a aumentar o ritmo, até que ela começou a gemer e eu percebi que ela já tinha relaxado.

Forcei tudo e ela entrou no êxtase do sexo, puxava meu cabelo e me mordia, dizendo que estava muito bom, pequei meu dedo e coloquei no cuzinho dela, ela delirava, a coloquei de quatro novamente e meti na boceta de novo.

“-Nossa que delícia!”.

Ela falava:

“-Assim é maravilhoso!”.

E começou a escorrer alguma coisa na minha perna, pensei:

“A gatinha está gozando horrores!”…

Mas quando olho, é o sangue descendo perna abaixo. Aquilo me deu tanto tesão, que gozei dentro dela. Ela ficou completamente louca ao sentir a porra entrando e invadindo sua boceta.

Foi aí que nos demos conta de que ela era virgem né, pois o tesão estava muito alto naquele momento, descansamos e passamos a noite inteira transando. No outro dia, comprei a pílula do dia seguinte e ela tomou, não deu nada, ela até hoje vem a minha casa passar uns dias e ficamos juntos.

Hoje ela tem namorado na cidade dela, mas quando vem para cá, vem sozinha e fazemos a maior farra.

Quem gostou, por favor, deixe o seu comentário.

MICHELLE, PRIMA EVANGÉLICA I

 A prima da minha ex-mulher é de Caxias e veio a SP fazer um curso de 5 dias, pediu se eu deixaria ela ficar em casa, pois pagar hotel mais refeição ficaria muito caro.

Liguei para minha (ex) e perguntei sobre a prima dela, pois não passo o dia em casa, apenas final de semana, ela disse que a prima dela é Evangélica e que não teria problema, pois era de confiança, que poderia a deixar ficar sim, (eu e minha ex, somos muito amigos, pois tenho dois filhos com ela).

Ela me ligou na sexta-feira e disse que iria ir no sábado para domingo, pois o ônibus de Caxias sairia às 21h30 e chegaria ao domingo. Eu disse que sem problema, e que se eu não estivesse em casa, deixaria a chave no vizinho.

Sábado, eu fui a uma festa na chácara do Marcelo, amigo de infância e dormi por lá. Esqueci-me de deixar a bendita chave no vizinho, ela chegou e me ligou perguntando se eu tinha deixado a chave no vizinho, eu na mesma hora disse, havia esquecido, mas para ela aguentar ali, uns 20 minutinhos que daqui a pouco estaria ali.

Na última vez que vi a Michelle, ela tinha uns 15 anos. Eu me lembrava da fisionomia dela daquela época, era magricelinha, pernas finas, tinha apenas uma boca linda, mas nunca olhei para ela com outros olhos, pois ela ainda era uma criança.

Cheguei a frente a minha casa, ela estava sentada na área dos vizinhos, um senhor e uma senhora muito gentil, meus vizinhos são 10!…

Abri o portão e ela entrou, agradeceu e entrou e, no que eu desço do carro, vejo uma mulher loira, cabelos compridos presos, olhos verdes, com uma saia até aos joelhos, e aquela boca linda ainda. Desci e falei:

“-Nossa!… Como você mudou hem Michelle, vamos entrar!…”.

Peguei a mochila dela e entramos e, como moro sozinho, e tenho uma secretaria do lar, minha casa é extremamente arrumada. Eu odeio bagunça e, tudo em casa, é no lugar. Coloquei a mochila dela no quarto que ela iria dormir, peguei sabonete, shampoo, toalhas e coloquei no banheiro que ela ia usar, no próprio quarto.

Fomos para sala e começamos a conversar, perguntei o que ela estava fazendo, como estavam os pais delas e conversa vai, conversa vem, disse que iria tomar um banho e que, se ela quisesse estava tudo pronto no banheiro dela.

Fui para o meu banho, mas já imaginando como ela tinha ficou gostosa, deve ser uma maravilha sem roupa, pena que é evangélica, mas tudo bem.

Tenho a mania de sair do banheiro de cueca samba canção, saí e fui para a sala, ela veio com uma calça de moletom e uma camiseta branca, perguntei se ela queria pipoca, pois eu ia assistir a um filme e depois iria comer.

Ela disse que sim estourei duas porções no micro ondas, fui para sala e coloquei o filme, um policial, pois gosto muito. Ficamos assistindo e estava um calor de matar, perguntei se ela não estava com calor, ela disse que estava, mas só tinha trazido roupa para sair para o curso e aquele moletom para dormir.

Perguntei se ela queria um short meu, ela disse que não precisava, insisti e ela aceitou, fui peguei um que eu uso para correr, todos os dias e dei a ela. Na hora que ela viu o short, falou:

“-Você não tem uma bermuda? Este é muito curto!…”.

Eu disse:

“-Mas o que tem? Você está em casa, ninguém vai ver você com ele!”

Ela sorriu e falou:

“-OK!… Tudo bem…”.

Ela foi até ao quarto e quando voltou, (Meu deus, que mulher gostosa!). Umas pernas lindas, sua bunda redondinha e arrebitada, coxas grossas, meu pau logo deu sinal na hora, coloquei uma almofada no colo e continuamos a ver o filme. Numa certa parte do filme, o agente da policia se envolve com uma mulher e os dois começam a fazer amor (Aquele sexo que ninguém vê nos filmes, pois a tela fica bem escura), percebi que ela ficou meio incomodada com a cena, se levantou e disse que iria pegar água.

Eu disse para ela pegar Coca-Cola com gelo que, estava na geladeira. Ela foi e fiquei ali, mas como eu havia me esquecido de pedir para ela colocar limão, fui até à cozinha e, chegando lá, eu vi que ela estava com a mão na bocetinha, arrumando a calcinha e colando um dedo no outro, (estava melada).

Voltei um pouco e disse:

“-Mi, não se esqueça do limão!”

E entrei na cozinha, nisso ela rapidamente ela arrumou o shorts e pegou a coca, ela estava com a na geladeira aberta, cheguei bem perto dela e disse no ouvido dela:

“-O limão, está ali em baixo.”

Percebi que ela arrepiou com a minha fala, e deixei a ali e voltei para a sala. Ela chegou com os copos de coca e coloquei o filme novamente, e nós ficamos ali assistindo. O filme acabou e fui tratar do meu cachorro. Ela foi para o quarto, foi ficando tarde e ela disse que iria dormir.

Dei boa noite e um beijo nela, mas quando ela foi virar o rosto esperei ela beijar, ela veio e eu virei, deu um selinho, ela olhou e me pediu desculpas e, eu disse:

“-Que desculpa nada, esquece isso.”

Fui dormir e ela também.

Na madrugada começou a ventar muito e nos fundos de casa tem um pé de jabuticaba, encostados à janela dela e, nisso, os galhos da jabuticabeira, batiam na janela dela. Ela acordou assustada e foi até ao meu quarto, me chamou e disse:

“-Tem gente aí no fundo, acorda…”.

Quando olhei para ela, ela estava de camisola transparente, toda gostosa, e eu durmo sem cueca e, ela sussurrando, disse novamente:

“-Tem gente aí no fundo, tá fazendo o maior barulho lá fora…”.

Eu com não sou besta, levantei com tudo da cama e ela me viu pelado, eu saí correndo para ver o que era, mas já sabendo, mais ou menos, que era o vendo no pé de jabuticaba.

Ela ficou na casa, e eu saí peladão e percebi que era mesmo o pé de jabuticaba. Esperei um pouco e entrei, disse que tinha alguém lá sim, tentando abrir a janela, mas acho que a pessoa escutou ela levantar e correu. Ela ficou com um medo tremendo e eu, disse:

“-Pode voltar a dormir, se foi ladrão não volta mais!”.

Ela disse:

“-Posso dormir aqui com você?”.

Na hora eu, em pensamentos, agradeci:

“(Obrigado meu deus)”

E disse:

“-Claro, querida, sem problemas!”.

Eu, ainda pelado, ela disse:

“-Só coloca uma roupa, por favor!”.

Eu disse para ela que eu só dormia assim, que já estava acostumado desde criança assim.

Ela perguntou se não tinha como eu colocar a samba-canção, e aí em disse que sim, mas que se de madrugada me desce calor, eu iria tirar. Ela, com aquela camisolinha, deitou-se de um lado da minha cama e eu, me deitei do outro.

Passados uns 40 minutos eu ainda não tinha dormido, mas ela não sabia. Fingi dormir e me virei para seu lado. Ela estava de costas para mim e, nisso, fiquei olhando para aquela bunda carnuda e empinada para mim, meu pau começou a ficar duro e comecei a encostar-me a ela, que nem percebia, pois estava dormindo. Fui encostando-me até que ela virou o pescoço e eu fingi estar dormindo.

Ela olhou para baixo e viu meu pau duro e, eu, com o olho meio aberto, só observando ela olhar… Ela olhava para mim e depois para meu cacete. Muito devagarinho, ela começou a encostar a mão nele e tirava…, escorregava a mão e tirava novamente, de repente, ela pegou no me pau e apertou de leve.

Essa foi a deixa, para eu abrir os olhos, ela levou um susto e pediu perdão. Eu disse:

“-Querida, você quer pegar nele?”.

Ela disse:

“-Não, eu não quero não, me desculpe, foi o capeta quem fez isso!”.

Eu disse:

“-Fica tranquila!”.

E coloquei a mão dela novamente em meu pau, o tirei da cueca e ela pegou, segurou, eu perguntei:

“-Quer chupar um pouquinho?”.

Ela:

“-Não… Não, eu não quero não, eu sou virgem e não quero isso, deus vai me castigar…”.

E largou do meu pau e, eu, logo, comecei a colocar minha mão na bocetinha dela. Ela pedia:

“-Para, por favor!”.

Eu nem aí com o que ela pedia, até que ela colocou a mão de novo no meu pau e começou a tocar uma punheta. Fiquei mexendo na bocetinha dela, até ela gozar. Quando ela gozou, eu disse:

“-Fecha os olhos, vou fazer você ver estrelas de tanto tesão!”.

Meti a minha língua, até ao fundo e comece a chupar a sua boceta e o seu cuzinho. Toda vez que eu passava a língua no cuzinho dela, ela gemia e eu comecei a ficar ali mais ali no cuzinho dela.

Ela apenas disse que iria gozar, coloquei minha boca na boceta dela novamente e suguei todo seu mel.

Nisso, eu pedi para que ela chupasse o meu pau um pouquinho e, ela veio meio que sem jeito e começou a chupar…, que boca maravilhosa! Nisso fui colocando um dedo no cuzinho dela, e ela, ficava louca. Deitei-a de frente, e fui para cima dela. Ela me disse que era virgem, e eu, disse que iria fazer tudo com muito carinho e que ela iria amar.

Comecei a colocar meu cacete na bocetinha dela, ela se esquivava e não me deixava. Eu disse que, se ela não quisesse tudo bem… Ela disse:

“-Eu estou me guardando para o futuro marido…”.

Aí, eu disse:

“-Tudo bem!…”.

Dei um beijo nela e me deitei meio puto e ela percebeu. Ela pediu desculpas e deitou-se de costas, mas nisso, meu pau estava duro como se fosse uma barra de ferro. Deitei de conchinha com ela e comecei a passar meu pau na bunda dela.

Ela disse, para eu parar, mas eu fui insistindo, até que ela empurrou sua bunda contra meu pau. Nisso, eu molhei meu dedo na bocetinha dela e passei no seu cuzinho, e coloquei meu pau na entradinha… Nem acreditei… Ela foi empurrando e foi entrando até que ela parou e:

“-Uuuiii…, está doendo muito…”.

E eu falei que logo iria passar, era só esperar e fui colocando. Ela dava um gritinhos que me davam mais tesão ainda e, quando entrou, ela falou:

“-Aaaiii, você está me rasgando!…”.

Eu parei, esperei uns 2 minutos e comecei a mexer e socava no rabinho dela e ela, gemia como uma gata no cio, e falava:

“- Come…, me come gostoso, delícia, come…”.

E eu, fui socando até quase gozar. Quando estava começando a gozar tirei o pau e coloquei em frente da boca dela e disse:

“-A abre a boca…, quero que você engula tudinho…, tudinho…, já que você não quer entregar seu cabacinho pra mim, vai tomar a minha porra.”

Ela abriu a boca e eu gozei muito, mas muito mesmo, ela não deixou nem uma gota cair no chão.

Ficamos ali nos beijando, ela pediu um creme relaxante para passar no cuzinho, pois estava pegando fogo.

No dia seguinte fui para o trabalho e ela para o tal curso, quando cheguei de volta a casa ela estava com o jantar pronto, deitada na sala, só com uma camisolinha, esperando-me, e disse:

“-Vá jantar e tomar seu banho, que hoje você vai ganhar um prêmio.”

Olhei para ela e disse:

“-O que eu mais quero, é você todinha para mim!”.

E ela disse:

“-Vamos ver, se você merece…”.

O que aconteceu depois, eu contarei num outro dia! …

Valeu

domingo, 24 de julho de 2022

MENINA EVANGÉLICA SE ENTREGA AO AMIGO QUE CONHECEU NA IGREJA

 Eu sempre fui uma moça de família humilde e muito honesta, meus pais sempre me criaram a rédea curta como costumava dizer. Sempre fui muito quieta e meus pais sempre foram evangélicos e muito rigorosos comigo, minha irmã mais velha. Como de costume íamos á igreja com a família toda reunida, eu, meus pais e minha irmã.

Minha irmã e eu estudávamos muito e se tirasse um nota vermelha o castigo era forte, porque na cabeça de meu pai, eu estava ruim nos estudos é porque a cabeça estava com outros pensamentos…pensamentos maliciosos, homens, tentação e outras coisas mais.

Certa vez na igreja que frequentávamos um jovem me chamou a atenção por não tirar os olhos de mim, na época eu já estava com dezoito anos e claro, era virgem. Eu queria me casar virgem, além é claro de ser uma de muitas exigências de meu pai. O garoto ficava me olhando, eu desviava o olhar e depois de alguns minutos olhava de relance e ele lá…olhando, pensei que era um maníaco ou algo semelhante…eu não olhei mais pra ele.
Apenas na hora de ir embora, vi que ele foi a pé, então deveria morar perto ali no nosso bairro mesmo. O rapaz até que estava bem vestido, calça jeans, camiseta e tinha uma aparência limpa, cabelos bem penteado e tudo mais.

Um dia eu indo á padaria do bairro comprar o nosso pão de cada dia, eis que encontro o mesmo rapaz na padaria, é claro que o olhei, ele estava na frente da fila e eu logo em seguida, ele comprou pão e cigarro e saiu…eu comprei meus pães e sai e lá fora estava o garoto me esperando, fiquei com medo e ele me disse:

-Oi moça! Tudo bom? Eu conheço você da igreja, vai sempre com sua família não é mesmo?

-Vou sim..

E continuei andando, sem dar muita trela ao desconhecido…

-Olha, espera, quero conversar um pouco com você, eu não mordo não, moro aqui na rua de cima de sua casa…

-Desculpe, eu não posso e não gosto de conversar com gente estranha.

-Tudo bem, deixa eu me apresentar então…meu nome é Kleber e o seu?

E continuando andando eu disse:

-Me chamo Elisabete, mas não posso conversar com homens na rua, sou uma menina de família.

-Minha nossa!!Em que século você vive mulher?

E eu não disse mais nada e o deixei plantado ali na rua quase ao lado da padaria, por ser criada do jeito que citei, na verdade eu virei tipo que uma garotinha caipira mesmo, eu não sabia conversar com uma pessoa desconhecida, nem precisava ser homem, qualquer pessoa, eu era uma garota muito tímida e tudo piorou com a criação que meus pais me deram.

Fui embora pensando, “mas que rapaz cara de pau?” .Achei que ele foi muito peitudo em me abordar assim do nada e confesso que fiquei com aquilo na cabeça antes de dormir, nunca nenhum rapaz tinha chegado assim em mim para tentar algo, uma conversa que seja.
Passou uns dias e o encontrei novamente na igreja, quando eu o vi ele estava preparado e fez um sinal de cumprimento com a mão, ele foi rápido e eu como sempre desviei meu olhar novamente…depois, logo ao sair ele veio até nós, estava eu, meu pai, minha mãe e minha irmã como sempre…e disse olhando ao meu pai:

-Boa noite senhor!

-Boa noite-Disse meu pai.

-Quero saber se o senhor e sua família estão sabendo do bingo que haverá em nossa quadra de esporte no próximo final de semana.

-Não, não estamos sabendo.

-O bingo será para arrecadar dinheiro para a reforma da igreja, além de se divertir com o bingo, haverá comes e bebes também.

-Ah…eu não gosto de bingo garoto, fica pra próxima.

Disse meu pai bem no seu estilo…seco com as pessoas.

E o tal Klebér insistiu:

-Mas quem sabe o senhor não possa trazer a sua família, pensa que vai ser uma ajuda á igreja…

-Ah tá…vou pensar no assunto.

Meu pai virou as costas sem falar tchau nem nada e fomos embora.

Já em casa eu disse á minha mãe para ela tentar convencer nosso pai á ir neste bingo, falei que se era pra ajudar a igreja, que mal teria?

Minha mãe falou que seria um boa mesmo todos nó irmos neste bingo para arejar e distrair um pouco…sair da mesmice que era nossas vidas.

Até que de tanto insistir meu pai concordou…aleluia! Eu, sinceramente já estava ficando interessada no carinha, mesmo que inconsciente, eu não admitia para mim mesma que queria conversar com aquele rapaz, mas eu tinha muito medo de meu pai, e se ele pegasse eu conversando com um homem? Nossa seria o fim do mundo, acho que apanharia dele de cinta.

Chegou o dia do bingo, era um sábado á noite dentro da quadra de esportes e fora tinha uma área para crianças brincarem, meu pai comprou as cartelas e sentamos em uma mesa, logo aproximou-se o Klebér e disse á todos nós:

-Boa noite senhor, senhoritas…ainda bem que decidiu vir!-Disse ao meu pai.

-É decidimos…pra ajudar a igreja não mesmo?

-Isso mesmo, muito abrigado por vir prestigiar nosso bingo, aproveita e come bastante e tem cerveja também..

-Tá…obrigado garoto.

Meu pai foi comprar uma cerveja pra ele e trouxe também uns espetinhos de carne e pastéis pra gente comer, ele acabou encontrando uns amigos da lavoura e começou um longo papo, eu e minha irmã ficamos conversando e olhando o povo, até que fui ao banheiro e o cara de pau é claro, me abordou novamente:

-Oi Elisabete, será que a gente não pode trocar umas palavrinhas agora?

-Olha até que poderíamos, mas o problema é meu pai…se ele me pega conversando aqui vai me dar uma bronca gigantesca, isso se eu não levar uma surra…

-Tudo bem, a gente pode conversar lá fora…

-Ah tá bom mas tem que ser bem rápido se não ele vai sair me procurando por ai…

Fomos pra fora da quadra de esportes e ele me falou que achava uma garota especial e que queria ser o meu namorado:

-Olha, você aceita namorar comigo?

-Eu não posso, já disse…

-Eu estou perguntando se aceita…não poder é outra história…tudo bem se o seu pai a liberasse e com o consentimento dele, você aceitaria?

-Sim aceitaria, você é uma rapaz determinado, merece sim uma chance, ou mereceria…

Ele foi muito rápido e me roubou um beijo na boca, que safado!!Mas eu adorei aquilo:

-Eu te quero desde a primeira vez que a vi na igreja…poderíamos marcar um encontro o que acha?

-Então meu pai trabalha, mas minha mãe é dona de casa, ela não sai de casa, não tem como a gente se encontrar…

-Você fecha a porta do seu quarto e pula a janela!

O Kleber era mesmo um conquistador muito malandro, no bom sentido da palavra viu…me convenceu á tentar fazer isso, eu não sabia se daria certo, mas eu queria encontra-lo sim, em outro lugar para conversarmos melhor.

Fiz o que combinamos e pulei pela janela, nenhum vizinho fuxiqueiro viu e ele me aguardava em frente á sua casa:

-Vamos entrar…

-Não! Não vou entrar em sua casa…

-Mas não tem ninguém, meus pais estão trabalhando!

-Pior ainda, vou ficar ai dentro com você sozinha? Negativo.

-Elisabete, a gente só vai conversar um pouco, confie em mim por favor, quando teremos uma oportunidade igual a essa de ficarmos sozinhos?

Pensei bem e acabei entrando em sua casa, sentamos no sofá, eu nunca tinha ficada sozinha com um homem, só com meu pai…mas eu estava adorando isso que é a verdade…ele disse que queria assumir um namoro sério comigo e que se preciso fosse, conversaria com meu pai, eu disse á ele que primeiro ele teria de ficar amigo do meu pai, ele era muito turrão e difícil…Kleber veio e me beijou, desta vez um beijo de verdade, com língua, eu não sabia nem beijar isso sim…mas gostei de sentir aquela língua dentro de minha boca, eu era virgem e tinha hormônios á flor da pele.

Ele passou a mão sobre meus seios, estava ficando louca de vontade de cometer uma besteira, poderia ser a última vez que eu estaria ali com o Klébler, ele veio por cima de mim e começou a se esfregar, fiquei molhada demais até que ele tirou minha calcinha…ali no sofá…eu disse á ele que era virgem, e ele falou que seria carinhoso, e foi demais, me penetrou com carinho, mas eu estava muito excitada e mesmo assim senti dor misturado com prazer, perdi minha virgindade logo no primeiro encontro com aquele rapaz, eu estava iludida demais…mas cai em tentação e gostei de sexo.

Sai escondida de casa mais umas três vezes para transar com kléber na casa dele, cada dia que passava o tesão aumentava e eu sentia mais prazer, depois da primeira vez é mais gostoso porque as mulheres se soltam mais, ficam mais relaxadas, eu gozava naquele sexo proibido com um praticamente desconhecido.

Até que o Kléber tomou um chá de sumiço, fiquei apavorada, eu não encontrava ele em lugar algum, nem na igreja eu o via mais, passou um, dois, três meses e nada do rapaz.
Até que depois desse tempo todo, eu observei que ele estava na igreja e de mãos dadas com outra garota…fiquei sem chão, perdi o rumo…não era possível que o maldito se aproximou de mim apenas por sexo, agora era o contrário, eu ficava olhando pra ele e o infeliz fazia de conta que não me via ali…o pior era que eu não podia falar isso pra ninguém…e tudo acabou, depois desta grande decepção, o tempo passou e eu conheci outro rapaz, noivamos e casamos ,eu já estava com quase trinta anos, hoje tenho minha família e filhos maravilhosos, mas nunca vou esquecer aquele canalha chamado Kléber, aliás,seria este o nome dele mesmo, ou até isso ele mentiu?

sábado, 23 de julho de 2022

EU, MÃE EVANGÉLICA, NÃO RESISTI E DEIXEI MEU FILHO ME .....

 Bom, sou novata em escrever contos, pois devido aos últimos ocorridos na minha vida, muitas aventuras sexuais, algumas consideradas um tabu por nossa sociedade.

Por recomendação de meu psicólogo, para que eu me sinta menos culpada pelos meus desejos, vou relatar à vocês ocorreu a algum tempo, para que vocês entendam melhor, vou explicar toda a minha situação. Sou mãe solteira, tenho 37 anos, sem falsas modéstias, sou considerada uma mulher muito bonita para minha idade, já fui modelo de passarela na minha adolescência e ainda trabalho na área (porém não desfilo mais, apenas na administração de carreiras). Na minha juventude, eu era muito saidinha, rsrsrsrsrs, devido a esse fato, engravidei com apenas 17 anos. Tenho dois filhos, um casal, Paulo (19) e Natália (17). Já fui evangélica, após ganhar meus dois filhos, eu e meu marido entramos para a comunidade evangélica, meu marido infelizmente faleceu a 5 anos.

A partir destes detalhes, vou contar esta pequena história da minha vida. Bom, vamos lá então, meu nome é Mel, sou ruiva natural, pele bem branquinha, tenho 1,76 m, 56 kg, olhos verdes, 83 cm de busto e uma bunda bem malhada, bem redondinha. Sempre pratiquei muitos esportes devido a minha profissão. Indo ao ponto, 2 anos após a morte de meu marido, eu ainda era evangélica, e desde seu falecimento eu não transava, nem pensava no assunto, pois eu sempre fui muito devota. Já tinha perdido todo o meu pudor da adolescência, e usava aquelas roupas cafonas, comuns entre nós evangélicas.

Nessa época, eu estava com meus 34 aninhos, meu filho ainda era virgem, e estava com seus hormônios a flor da pele devido sua idade. Sempre encontrava revistas pornográficas em seu quarto, assim como históricos de pornografias em seu computador. Nunca me importei muito, achava errado, mas não me intrometia, pois ele estava na idade disso e sei que homens nessa idade costumam ser assim.

Até que, certo dia cheguei mais cedo do trabalho, sempre tive muita intimidade com meus filhos, porém neste dia, ao chegar em casa, ouvi que o chuveiro estava ligado, era meu filho que estava no banho para ir para aula, portanto fui avisá-lo que estava em casa, ao abrir a porta do banheiro me deparei com uma cena que então mudou minha vida, vi meu filho se masturbando, levei um susto ao ver aquele lindo pau de 18 cm em suas mãos, e para minha surpresa ele estava se masturbando, pensando em mim, sua própria mãe, pois ele não me ouviu abrir a porta e no exato momento disse.

– Isso mãe, senta nesse pau.

Na hora, eu disse – O que é isso Paulo?? Fechei a porta, e então saí do banheiro. O coitado nem teve tempo de se explicar. Eu não sabia o que pensar, estava muito brava, e ao mesmo tempo, morrendo de excitação, não sabia o que fazer mesmo. Logicamente, deixei por isso mesmo, não toquei mais no assunto, e Paulo, mesmo que com muita vergonha de mim após o ocorrido, também não me dirigiu uma palavra sobre o ocorrido.

Algumas semanas se passaram desde então, e eu não tirava aquela imagem e aquelas palavras da minha cabeça, eu me encharcava só de lembrar de ele dizer “Isso mãe, senta nesse pau” após 2 anos da morte do meu marido, eu me masturbei, eu era praticamente virgem de novo, me masturbem muito e pensava no pau do meu filho. Eu me sentia extremamente culpada, achava terrível ter tesão pelo meu próprio filho. Então fui perdendo as estribeiras do meu pudor, fui me tornando aquela garotinha safada que eu era na adolescência, uma ninfomaníaca. 

Certo dia, eu estava fazendo comida, meus filhos estavam em casa, e ao mexer na fruteira vi uma banana, não resisti à ideia de pegar aquela banana e imaginá-la sendo o pau de meu querido Filho, descasquei-a comecei a chupar, gostoso, enfiava até a garganta e socava ainda mais. Em minha mente, imaginava aquela rola do Paulo no lugar, então tirei minha calcinha de lado, pois estava de saia, então comecei a roçá-la em meu grelinho, nossa que tesão indescritível, minhas pernas bambeavam, então fui enfiando, bem devagar, senti um pouquinho de dor, pois não estava mais acostumada, mas enfiei até o fundo, cheguei a gemer alto, na hora, perdi a força nas pernas e caí sentada na cadeira, soquei muito fundo, e no melhor momento, escutei alguém chegando à cozinha então apenas me cobri com a saia, continuei sentada e deixei a banana inteirinha lá dentro. Era Paulo, vindo perguntar o que teríamos para o almoço, respondi com a voz totalmente trêmula, então ele se dirigiu a geladeira e ao eu tentar me arrumar na cadeira a banana fez uma movimento que me deixou louca, somado a aquela situação, muito da proibida, não resisti, comecei a ter um orgasmo, enquanto meu filho estava de costas para mim, sem camisa, e mexendo na geladeira, gozei, gozei muito e incrivelmente consegui não fazer um barulhinho sequer, mas em compensação derramei muita porra na minha saia. Meu filho não percebeu e saiu da cozinha, ao tirar a banana da minha xaxinha uau, muita porra caiu, eu nunca tinha visto tanto porra feminina, tive que trocar de roupa, pois fiquei completamente suja de porra pelas pernas, inclusive, tomei um banho. A tarde fui a igreja rezar para tentar me livrar dos demônios.

Após isso, fui perdendo ainda mais a razão. Em um almoço, na casa de minha mãe, com todos meus irmãos, pois ela tinha chegado de viagem. Eu estava louca de tesão naquele dia, para me ajudar bebi algumas taças de vinho no almoço. Nesse dia, minha mãe havia me dado um bikini, pois estava chegando o verão e nós temos casa em Florianópolis, mas moramos em Curitiba. Na hora me veio à cabeça, “vou tentar seduzir meu filho”. Assim que meu filho entrou no banheiro, pedi para me deixar entrar também, pois queria provar o bikini, ele logicamente deixou, mas foi na inocência mesmo. Então pedi que ele esperasse eu me trocar, pois eu queria a sua opinião. O bikini logicamente que não tinha nada de excitante, pois foi minha mãe que me deu, mas eu ia dar um jeito em deixá-lo louco por mim. Então ergui minha saia e tirei apenas minha calcinha, que era um fiozinho aquele dia, dei para meu filho segurar, na hora ele arregalou os olhos ao ver minha calcinha, então para provocá-lo ainda mais, me sentei no vaso para por a parte de baixo do bikini, então abri minhas pernas na frente dele, deixei-o ver minha bucetinha rosinha, que estava toda meladinha, na hora, que olhei para ele, vi que ele estava de pau duro, sorri, e fiquei ainda mais molhada por ver meu filho me desejando de novo. Então coloquei todo meu bikini, tirei toda minha roupa e fiquei só com o bikini, nisso esqueci de trancar a porta, e minha filha Natalia entrou no banheiro, me assustei na hora, mas minha filha nada percebeu, como estávamos apenas nós ali, ela pediu para fazer xixi, eu disse

– Claro filha, enquanto isso eu vou vestir minha roupa novamente.

E naquele momento fiz a coisa mais ousada da minha vida. Tirei o bikini e fiquei completamente nua, nisso Natalia falou em um tom de brincadeira, “- Que corpão em mãe”. Então eu disse, “- Obrigado Nat, e vc Paulo, gostou?”. Ele não sabia o que fazer, apenas disse sim, mas parecia que o garoto ia explodir. Então fiz questão de derrubar minha calcinha no chão, virei minha bunda para ele e me abaixei para pegar sem dobrar meus joelhos, ou seja, arregalei meu cuzinho na cara do Paulo. Na hora, ele gemeu e então, sua calça molhou toda. Fiz meu filho gozar, sem mesmo encostar nele. Natalia não percebeu nada e saio do banheiro.

Então eu disse, – O que houve meu querido?

– Não sei mãe, respondeu Paulo.

– Filho, tire suas calças temos que limpar isso.

Paulo não sabia o que fazer, até me deu um pouco de dpzinha dele, pois tadinho, imagina o que se passava na cabeça dele. Ele relutou um pouco em tirar a calça, até que seu pau amoleceu, então ele tirou, tranquei a porta discretamente, baixei a tampa e sentei-o no vaso. Eu ainda estava pelada, então me ajoelhei em sua frente e fui baixando sua cueca, aquilo estava totalmente melecado de porra, tinha gozo escorrendo por suas pernas até, fingi inocência na hora para confortá-lo e comecei a limpar com uma toalha, na verdade o que eu queria mesmo, era lamber aquilo tudo, e tomar toda aquele porra quentinha. Continuei a limpeza, então peguei seu pau em minha mão, ele tremia as pernas, então eu disse.

– Tenho que limpar embaixo também.

Paulo fechou seus olhos, pois deveria estar com muito tesão, então ele encostou a cabeça para trás, vi que seu pau começou a crescer novamente, então aproveitei que ele estava distraído e enfiei aquele pinto em minha boca, na hora ele se assustou e olhou para mim. Eu olhei em seus olhos, com uma cara de puta, como tem um espelho bem da frente do vaso fiquei de 4 chupando ele e me abri bem, pois assim ele via minha xana e meu cuzinho pelo espelho, então ele começou a gemer muito comecei a engolir aqueles 18 cm de pau, ia até La dentro da garganta, quando seu pau estava lá no fundo eu apertava a garganta, chupei muito, com muita vontade, igual vagabunda mesmo. Então ele gozou, muito, muito mesmo, encheu minha garganta e boca, mas eu não deixei cair uma gota, engoli tudo. Nós nos vestimos novamente voltamos para a sala e fingimos que nada tinha ocorrido, nem sequer falarmos sobre isso em casa depois. A noite me bateu um arrependimento gigantesco, porém agora eu já tinha feito, e ia até o fim. Pensei comigo mesmo, esse garoto vai comer meu cuzinho rosa!

Duas semanas depois, fomos fazer uma visita na obra de nossa futura casa, ela estava na metade, com todas as paredes levantadas, porém sem nada de acabamento, fomos apenas fazer uma visita de como estava ficando. Aquele dia eu estava para o crime, tinha me depilado inteiramente um dia antes, estava lisinha. Vesti minha roupa de evangélica como de costume, mas fui sem calcinha e sem sutiã. Chegando lá, naquele terreno com nossa casa e nós totalmente sozinhos, o tesão tomou conta, ansiedade tbm. Após termos andado um pouco pela casa, fomos aonde seria o quarto de Paulo, lá eu disse.

-Aqui será seu quarto Paulo, aqui você comerá muitas garotas, fará muitas gozarem.

Ele se assustou com minhas palavras, mas disse. – Se elas forem 1% do que você é mãe, eu não preciso de mais nada em minha vida.

Na hora fiquei louca, louca de tesão e lógico não ia perder essa deixa, então disse.

– Quem sabe, vai ser aqui que eu vou sentar nesse pau, não é??

Paulo respondeu – Seria a melhor coisa.

Então fui pra cima dele, comecei a beijá-lo com muita vontade, abri suas calças e comecei a chupá-lo engoli aquele pau, inteiro, fiz garganta profunda mesmo, foi demais, ele ficou louco de tesão, então fiquei de quatro em sua frente, ergui minha saia e disse.

– Eu já vim pronta, coloque a camisinha e me coma aqui mesmo seu cachorro.

Então ele veio com tudo, enfiou o pau na minha xota, ardeu na hora, mas ele começou a socar que nem louco, quase me matou de dor e tesão, me fez de prostituta mesmo, então ele continuou, socou, socou, bombeou o pau até as bolas na minha xota, e me puxava com força pela cintura. Nossa que sensação incrível, de estar contra todas as regras, sentindo o maior prazer da minha vida, e sendo tratada que nem uma vagabunda pelo meu próprio filho, então perdi a noção da realidade, tinha um pedaço de cabo de vassoura no chão, de uns 15 cm, então peguei-o e entreguei para Paulo e disse.

– Pegue esse cabo de vassoura seu cachorro e enfie-o em meu cuzinho enquanto você come minha xota, ele se assustou e ficou sem jeito, então eu disse. – Anda, enfia logo, porque quero me acostumar para que você possa comê-lo depois.

Então coloquei uma camisinha no cabo e entreguei a ele, ele colocou devagar, nossa ardeu e doeu demais, eu estava virgem no cuzinho novamente, mas me recompus, ele colocou uns 10 cm dentro de mim e ficou socando o pau na minha xota, sem parar, nossa eu estava explodindo de tesão, então Paulo me pegou no colo, me colocou em cima de uma mesa, ficou em pé na minha frente, me deitou e socou assim mesmo no meu pobre cuzinho, na hora eu cheguei a chorar de dor, mas ele não se importou, e continuou a socar no meu cu, sem parar, e então eu gozei, tive o orgasmo mais longo e mais gostoso da minha vida, juro, foi a primeira vez que eu espirrei porra em alguém, molhei toda a barriga de Paulo, eu praticamente desmaiei, não tinha mais coordenação fiquei perdida, quando me dei conta, Paulo já estava com o pau na minha boca, pronto para gozar, e gozou, na minha cara toda foi quando ele disse.

-Nossa mãe, essa é a melhor visão do mundo, ver você, ruivinha, com esses incríveis olhos verdes e com essa cara toda lambuzada, toda desnorteada me olhando nos olhos com essa cara de puta.

Nos limpamos e nos recompomos, fiquei bamba e doída por uma semana, larguei o evangelismo e a partir desse dia, muitas coisas aconteceram em minha vida, espero poder contar o máximo deles, caso vocês tenham interesse em mais histórias minhas deixem msg aqui mesmo que mais para frente eu descrevo minhas outras histórias.
Esta foi minha história, espero que tenham gostado, beijos.

quinta-feira, 21 de julho de 2022

GRÁVIDA DO PAPAI

 Olá meu nome e Clara , trabalho desde de criança com propaganda e etc , já fiz até novelas. 

Bom vamos ao Relato, eu e meu pai sempre tivemos um relacionamento normal, até eu completar 18 anos tudo mudou. 

Minha mãe, meu pais eu costumamos ir na igreja evangélica, (depois vcs vão entender) minha mãe não costuma ir na igreja das 15 h até às 18 h. 

Nesse dia estava com muita dor de cabeça, então eu fiquei, meu pai chegou do serviço mas cedo. Ele entrou pro quarto, estava tomando banho, e depois ouvi uns gemidos, era meu pai batendo um punheta; fiquei tão sem graça.

Ele me viu de relance, mais não parou. Depois foi conversar comigo, disse que minha mãe estava em uma campanha sem sexo, por isso estava assim, 

Eu disse tudo bem não falaria nada para mãe. 

Uma hora depois da mãe volta e jantamos normal, mas de madrugada eu vi pessoas em pé, bate uma com uma foto minha, quase gritei, só senti negócio quente meu rosto, eu vi que era meu pai, 

Ele falou: "calma filha sou eu".

- Pai vc tá louco!

Ele disse que fazia muito tempo sentia tesão em mim , que era gostosinha e que batia várias. 

Eu fiquei em choque, lógico mas eu ele conversamos e eu desisti de contar; 

No outro dia ele foi mas ousado, começou pegar meu seios e na minha xoxota, eu tirava, ele colocava. Então não o impedi.

MINHA TIA PASTORA

 Olá me chamo Oliver, vou contar um pouco disso que aconteceu entre eu e minha tia, ela é pastora de uma igreja evangélica, típica crente, mulher recatada, anda sempre de saia, nunca imaginei que isso fosse acontecer.

Começamos ao fazer chamadas de vídeo e percebi que ela me olhava meio diferente, principalmente quando eu descia a câmera, eu sempre jogava conversas meio maliciosas e ela só ria, nunca mandou eu parar.

Um dia fui a casa dela, quando cheguei lá ela me deu um abraço e um beijo forte no pescoço, bebi água, merendei, o meu primo logo saiu para trabalhar e ficamos sozinhos em casa. sentamos lá na área bem próxima da porta da rua, ela me olhou diferente, eu comecei a acariciar ela nos braços, e ela deixando, aí beijei o pescoço dela, ela falava somente que ela era minha tia, mas não mandava parar, ela falava que aquilo era diferente e .eu continuei,

Logo estava com as mãos no peitos dela, tirei-os para fora e os mamei muito. 

Ela fechava os olhos e gemia baixinho, levei ela pro cômodo da casa longe da porta, tentei levantar a saia dela, ela falou pra eu não tirar porque podia chegar alguém. Eu levantei devagar, e fiquei apenas roçando sem penetrar, ela mesmo pegou meu pau com as mãos e ajeitou para entrar. 

Quando entrou ela ficou pedindo perdão a Deus, e eu falei que nunca irá falar isso pra ninguém. 

Ela abriu a bunda com as próprias mãos, e eu meti muito, muito mesmo, fazia mais de mês que eu não gozava. Eu gozei tanto que transbordou nas perna dela, sem camisinha mesmo, gozei duas vezes, 

Desde desse dia faz mais de mês que ela não fala comigo. 

Eu vou lá novamente pra ver como ela está, mas foi uma das melhores coisas que já aconteceu na minha vida.

quarta-feira, 20 de julho de 2022

MAIS UMA CRENTINHA DE ANÁPOLIS

 Vim aqui para contar mais uma de minhas aventuras.

Sou da cidade de Anápolis-GO, sou casado e um cara acima de qualquer suspeita.
Mas tenho uma “vida dupla”, pois sou super respeitado na minha vida social é muito safado na minha vida “virtual” (onde eu consigo meus encontros).

Sou um cara normal, que não chama muita atenção, porém tenho meus charmes e meus encantos.

Tenho 1,73 de altura e peso 82kg.tenho cabelo liso e sou muito respeitador além de educado.(isso encanta as mulheres que saem comigo)

Mas enfim, Vou contar a vocês mais uma experiência minha.

Sempre se iniciam da mesma forma, através de uma perfil FAKE que tenho no Facebook.
Eu, devido a minhas experiências, já sei quem adicionar, ou seja as mulheres que vão dar ideia.

Tenho minhas técnicas de aproximação e de sedução.

Estava no Facebook procurando mais alguma mulher interessante quando me deparei cm uma sugestão de amizade, vou chamá-la de Andréia.

Ela é uma garota super de bem cm a vida e de sorriso fácil, porém casada e evangélica (minhas perdição, rsrsrs).

Ela trabalha em uma Clínica em minha cidade e assim que a adicionei, eu a agradeci por ela me aceitar como amigo e tal e ela super simpática respondia as minhas mensagens.

Conversa vai e vem, eu (como de sempre) falei que ela era linda e super carismática e tal e que se nós fôssemos casados seria muito bom conhecê-la… ela disse que seria mesmo.

Como ela me deu sinal positivo de interesse eu falei… se bem que conhecer não é problema neh, seria problemas outras coisas.

Ela concordou e disse que mesmo assim seria perigoso demais.

E Como ela respondia tudo, fui com muito jeito, com Muito humor e, resumindo, consegui que ela aceitasse em ver em seu horário de almoço (que eu já sabia que ela ficava sozinha)

No dia marcado fui conhecê-la como “amigo” ( porque caçador tem de ter paciência).

Cheguei lá, ela super nervosa e com muito medo, entrei e ela trancou a porta da clínica.

E neste primeiro dia eu não quis forçar a barra pra não perder aquela lindinha, então só conversei e dei um abraço demorado nela.. sentindo todo sei nervosismo e tremor.
Fui embora.

E conversamos pelo messenger (sempre messenger) e ela disse que não acreditava que tinha feito aquilo e tal e eu a acalmei e falei que fui porqu queria apenas conhecê-la e que fiquei muito feliz com isso.

Papo vai e papo vem eu disse que confessaria que fiquei cm muita vontade beija-la. E falei você quer me ver de novo? Ela disse que gostou demais e tal mas falei se vc quiser me ver de novo terá de me beijar… ela relutou e disse que jamais faria isso pirque era casada e crente e tal.

Eu insisti.. fui seduzindo ela e tal até a ela concordou mas disse que não iria me beijar.
Massss eu sabia que ia rolar.

No segundo encontro cheguei e foi a mesma coisa ela me receber e trancou a clínica.
Ela me levou a uma sala e quando entrei eu a abracei e já senti ela entregue.. já beijei aquela boquinha deliciosa..

Nossa aí ela se transformou.

Me beijou com tanta vontade e eu naquele tesão fui descendo a amo e senti sua bundinha redondinha, e como ela não ofereceu resistência eu subi sua saia.. passando a mão naquela delicia.

Nesse tempo tirei meu pau… coloquei a mão dela… ela estava sem jeito de pegar mas aceitou… e eu coloquei a mão na bucetinha dela, que estava taoooo molhada.

Nisso a virei de costas para mim e beijava seu pescocinho… ela gemia e não tirava minha mão da sua bucetinha… nem soltava meu pau.

Eu falei para ela me chupar… ela disse eu nunca fiz isso (nem cm o esposo) e respondi venha que vou te ensinar… cm um pouco de paciência ela me chupou gostoso então como ela estava de joelhos eu fiquei atrás, coloquei de 4, a calcinha de lado e coloquei meu pau na sua bucetinha.

Cara que delicia ver aquela mulher linda, crente é super deliciosa rebolando e gemendo.
Como eu não podia demorar demais porque só tínhamos 1 hora eu perguntei se poderia comer seu cuzinho e ela disse: SOU VIRGEM… aí fiquei doido.

Insisto cm ela é falei a velha máxima “só vou colocar a cabecinha”.

Ela deixou… eu lubrifiquei cm o líquido de sua bucetinha mesmo e coloquei meu pau.
Galera vocês não tem ideia que cuzinho delicioso. Tão apertadinho… nossa!!!! Pirei de tesão…

Fui bem devagarinho mas gozei dentro.

Nos recompomos, suados e muito felizes.

Já repetimos várias vezes, porém como ela me disse eu só posso comer seu cuzinho, e eu claro, não reclamo.

Espero que vocês tenham gostado e se quiserem entrar em Contato comigo me chamem aí vieira32_tagua@hotmail.com
Abraço!!!

terça-feira, 19 de julho de 2022

CRENTINHA ANÁPOLIS (ESPOSA DO MEU AMIGO)

 Vim contar mais uma experiência que tive aqui em minha cidade (Anapolis-GO).

Por muitos anos fui evangélico e sempre reprimi desejos e pensamentos.
Porém quando a gente nasce safado, não tem como segurar muito e o que irei contar que vocês aconteceu em 2015.

Conheci uma pessoa (homem) da igreja que eu frequentava e, apesar de termos pouca amizade, ele me contou alguma coisa da vida dele, inclusive que o casamento não estava muito bem porque ele deu uma pulada de cerca e a esposa ficou sabendo… rsrs

Então entrei no Facebook para ver como era a “esposa chateada”.

Me surpreendi ao ver que ela era uma mulher com seus então 36 anos, morena cabelos longos (típico de crentes e tal), corpo bem atraente.

Pensei comigo, já que ela está puta da vida com o esposo, acho que não teria riscos em adiciona-la, e assim fiz, mandei convite.

No outro dia, ao entrar no face, grande foi minha surpresa ao ver que ela aceitou e que me enviou uma mensagem na qual ela dizia “olá, vi que somos da mesma igreja, mas nos conhecemos?”, eu respondi que não.. e que havia adicionado porque era amigo do esposo dela e tal… ela já expressou logo sua tristeza com seu cônjuge.

Papo vai e papo vem, ela disse q iria sair porque teria de ir a te a Havan, então pensei comigo, se ela está puta com o marido ela irá sozinha e terei a oportunidade de conhecê-la.
E mandei… “sério? Nossa que coincidência, eu também estou indo na Havan!!!”

Ela disse “mentira e sério?” Respondi que sim e falei diretamente… “ quer conversar um pouco pessoalmente?”, ela disse que seria perigoso e que as pessoas iriam vê-la comigo.
Enfim seria complicado pra ela.

Respondi se você confiar em mim, não terá nenhum tipo de risco. Falei “olha estarei te esperando no estacionamento coberto e meu carro tem vidros escuros”.. “Quando você chegar me avise e mandei o número de meu Celular” Ela disse ok então..

Então me desloquei para a HAVAN no horário marcado e fiquei esperando ansiosamente .
E no horário combinado ela não se fez de tímida… me ligou e disse “onde você está?”
Falei onde estava e qual o carro… ela veio… Quando vi… nem acreditei.

Linda demaiiisss… é Muito gostosa.

Ela chegou e nos apresentamos com um beijo no rosto e ela falou “ precisava vir cheiroso assim? Te respondi que sou sempre cheiroso… e ela brincou que com tanta propaganda assim ela teria de me ver mais.. então entendi o recado.

Dei uns minutinhos para ela me contar o que estava passando e logo disse que ela era linda demais e tal… ela foi ficando bem a vontade… coloquei a mão na parte detrás de seu pescoço e fui massageando e ela fechou os olhos e disse que estava gostoso… disse “que mão mais gostosa você tem” respondi,,., “pode ser mais ainda, só depende de você”.

Nesta hora ela se rendeu e nos beijamos…

Que beijo delicioso… quente… molhado… doce.. suave e muito safado!

Notei na hora a carência dela.

Fui passando a mão nos seios dela.. e descendo… descendo…

Vocês sabem… crente daquelas igrejas rígidas não usa calças neh… ela estava de vestidinho… passei a mão nas pernas dela e ela parecia segura do que queria… facilitou para eu chegar em sua bucetinha..

Quando senti a calcinha molhadinha… pirei… tirei meu pau e coloquei a mão dela…

Ela estava bem nervosa e ofegante…

Olhou para um lado… para o outro (estacionamento lá da Havan e deserto) e disse “ parece que não tem ninguém aqui neh?” Falei “não tem não e os vidros são escuros” ela disse “vou confiar em você heim mas não quero problemas”

Nisso.. ela deu mais uma olhada para os lados e desceu… colocou meu pau na boquinha deliciosa…

Enquanto ela me chupava… coloquei a calcinha dela de lado e fiquei com o dedo na bucetinha dela.

Ela começou a gemer e nem acreditei q logo logo ela gozou…

Mas falei pra ela “não.. você gozou rápido demais e nem comi você ainda”

Fomos para o banco detrás e ela colocou a calcinha de lado e sentou em meu pau…

Nossa q delicia comer ela.

Ela subia e descia bem devagarinho e falava “o que eu tô fazendo, isso é errado”… “mas meu marido mereço isso”….”promete não contar a ninguém?”

E rebolava gostoso demais… depois de algum tempo ela disse “vou gozar em seu pau… posso beijar sua boca enquanto gozo?” E já veio me beijando e gozando…

Então… ela ficou cansadinha e eu não tinha gozado e falei “ quero gozar também” ela estava morrendo de medo porque não toma remédio então o jeito foi gozar na boquinha dela.

Ela chupou e quando gozei ela quis sair mas segurei e enchi a boca dela cm minha porra..

Ela se assustou porque disse que nunca tinha feito isso mas me confessou que amou.

Saímos da HAVAN… passamos em uma farmácia pra comprar a Pílula do dia seguinte e fomos embora.

Em outra oportunidade conto Como foi nossa 2 vez. Que inclusive comi o cuzinho virgem dela.

Quem quiser falar comigo é só mandar mensagem:

vieira32_tagua@hotmail.com