terça-feira, 19 de julho de 2022

CRENTINHA SAFADINHA DE ANÁPOLIS

 Boa noite a todos, este será meu primeiro relato.

Sou usuário assíduo das redes sociais, e delas faço bom proveito!!!
A alguns dias atrás eu, procurando O que fazer, sai adicionando todas as sugestões de amizades disponíveis.
E para minha surpresa uma mulher, que que chamarei de Claudia, para segurança, me aceitou como seu amigo de Facebook.
Quando fui ver seu perfil, notei que ela era evangélica.
Então eu a agradeci pela amizade e através desse agradecimento começamos a conversar.
Eu falei de minha vida e ela da sua vida, então eu disse a ela: “poxa você é uma mulher linda e muito interessante, apenas ser casada, pois eu gostaria de conhecer você”…. para minha surpresa ela disse: “quem sabe neh”
Na hora meu pau já deu sinal de vida, pois até então eu só estava conversando mesmo.
Então, eu comecei a traçar uma estratégia para conhecer aquela crentinha.
E papo vai e papo vem, descobri que seu esposo vai trabalhar na madrugada e que ela ficava apenas com os filhos pequenos em casa..
Fiquei louco de tesão!!!!!
E propus ir até ela para conhecê-la…
Ela cheia de tesão disse: “você quer mesmo fazer esta loucura?”… respondi, claro q sim!!!
Então, resumindo, marcamos para O dia seguinte… fui até a rua da casa dela… na madrugada.. Quando vi o esposo dela sair… a chamei no WhatsApp ela respondeu tremendo… disse que estava com medo.
Mas falei…”agora já era estou aqui fora”.
Esperei mais uns minutos para o esposo dela não voltar e fui…
Nossa, ela me esperou no portão só de camisetinha de dormir…
Me disse “olha meus filhos estão dormindo então não faça barulho!!”
Pessoal que tesão e esse em fazer coisas proibidas e escondidas…kkkkk
Me levou para o quarto dela.. na cama dela… e já cheguei beijando…
Passando a mãos na Bucetinha dela.. que por sinal é bem pequenininha…
Ela não sabia chupar e tive de ensinar!!!
Ela aprendeu rapidinho…
Coloquei ela de 4.. e comecei a comer a bucetinha dela…
Ela.. colocou a boca no travesseiro e gritava.. abafando para n acordar seus filhos..
Em pouco tempo ela começou a tremer e ficou arrepiadinha… então vi que ela tinha gozado..
Ela chupou mais um pouco e gozei em seus seios..
Então… com um medo da porra…kkkk
Me vesti e fui embora..
Depois conto a 2 vez, quando tirei a virgindade da vizinha dela…
Espero que tenham gostado..

RAQUEL, FILHA DO PASTOR CAIU EM UM PLANO E FOI DESVIRGINADA POR UM TARADO.

Alguns segredos do passado, se revelados pode causar grandes confusões. Meu nome é Cintia e essa história relata algo marcante em minha vida e na família que me deu meu primeiro emprego. Na época eu morava em uma pequena cidade do interior de MG, sou de origem humilde e portanto, trabalhava nas casas de famílias como empregada (faz tudo) ganhando o básico do básico. Porém, a primeira família que me acolheu foi a do pastor da igreja evangélica que minha família congregava.

Lá morava o pastor, sua esposa e um casal de filhos: Felipe (10 anos) e Raquel (de 13anos quase 14). Era uma família perfeita em tudo, todos muito educados, em especial o casal de filhos. Criados reclusos de contatos “mundanos” eram bastante inocentes em relação as maldades, e sobretudo aos prazeres da carne. Raquel era incrivelmente linda, jeito angelical, muito religiosa, era aquela pequena moça perfeita para um dia se tornar uma mulher para casamento.

No entanto, assim como existe os bons, também existe os maus. Nesta mesma cidade tinha um senhor que tinha fama de ser tarado, ficar na espreita vendo mulheres trocar de roupa, vez ou outra era pego se masturbando escondido, as vezes a polícia o prendeu, mas como ele tinha problemas mentais, sempre era liberado. Desde quando a pequena Raquel era criança que esse senhor chamado Juca ficava salivando ao ver ela indo para a igreja, de modo que sempre falava sobre ela quando estava bêbado.

Os pais de Raquel dava uma proteção absurda a ela, um jovem rapaz de sua faixa etária que pediu aos seus pais a autorização para namorar de porta a moça só podia ficar sentado ao lado dela, sempre com a mãe da garota por perto.

Certo dia, bolei um plano para dar alegria ao velho Juca e ao mesmo tempo dar mais emoção a vida daquela garota. Os pais dela tinha uma viagem para a cidade vizinha onde participariam de um evento religioso, os filhos não poderiam ir, pois estavam em semana de prova escolares e eu (que já dormia na casa) fiquei responsável por fazer comida para eles nesses 3 dias.

Sabendo que ficaria sozinha com eles, procurei o senhor Juca e perguntei se ele tinha vontade de desonrar a Raquel… Ele surpreso com a pergunta abriu um sorriso perguntando o que ele teria que fazer. Pedi a ele que me desse parte de sua aposentadoria daquele mês e eu daria a ele a melhor noite de sua vida. Ele topou.

Daí eu comprei vinho e algumas pílulas que acelera o efeito do álcool no organismo. Combinei com seu Juca para 12 horas da noite pular a cerca do quintal e deixar o resto comigo. No começo da noite chamei o casal de garotos para aproveitar que os pais não estavam em casa e tomar aquele vinho. Felipe disse que queria tomar, Raquel disse que aquilo seria pecado; eu respondi que não era pois o pessoal tomava na igreja. Ela então topou. Passaram a tomar… bebiam, bebiam, Felipe ficou mais solto sorria, já Raquel ficava cada vez mais sonolenta… Felipe disse que já ia dormir, foi para o quarto e eu e Raquel ficamos conversando, ela falando sobre religião como sempre. Daí escutei um som vindo do quintal, Raquel ficou assustada, afinal estávamos sozinhas.

Quando abri a porta do quintal era seu Juca que disse (conforme eu tinha combinado) que estava um pouco desorientado e com fome. Raquel ficou desesperada, pois era justamente o tarado do vilarejo. Falei para ele entrar que tinha alguns pães alí… Ele comeu. Raquel me chamou em separado e falou sobre o risco daquele velho nos atacar, disse a ela que deveríamos fazer o bem aquele senhor conforme ela estava me falando minutos antes. Ela ficou meio sem jeito pois se não ajudasse aquele senhor estaria sendo hipócrita. Falei a ela para tomar um pouco mais de vinho para relaxar

Raquel já bastante grog por conta do vinho e do efeito da droga queria ir dormir mas estava preocupada com o “visitante” me atacar. Quando vi que ela já estava bastante bêbada e que não lembraria o que eu tinha falado no dia seguinte passei a perguntar coisas picantes a ela para ver qual sua reação.

– Raquel, tu já sentiu vontade de dar para algum garoto?

Ela apenas arregalava os olhos sem acreditar na pergunta. Falei a ela que seu Juca tinha a missão de preparar o caminho para o namorado dela e que ele faria com ela aquilo que o garoto que ela namorava nunca teve o privilégio de se quer pensar em fazer.

Ela rapidamente olhou para o velho que estava na cozinha coçando os ovos. Ela se desesperou, mas o efeito do álcool a impedia de qualquer reação, além da vergonha de fazer escândalo e ficar mal falada.

Chamei o seu Juca e falei que a Raquel o ajudaria a tirar muitas de suas curiosidades sobre ela. O velho que já era tarado ficou igual um macaco vendo aquela moça lindinha, branca dos cabelos lisos, cintura fina… Sentou ao lado dela.

Ela apenas balbuciava falando não. Ele disse que naquela noite ela seria a namorada dele, que fariam muitas coisas. Se aproximou dela e lhe deu um leve beijo. Ela com o olhar desesperado… Aí eu avisei a ela para não fazer escândalo que ele queria apenas matar curiosidade… Ele foi com as mãos na direção dos seios durinhos dela, encheu a mão. Ela choramingando…

Colocou as mãos por dentro da blusa da garota apalpando diretamente seus seios, fazendo ela sentir uma coisa que ela nunca tinha sentido. Eu perguntei ao seu Juca se já tinha visto a ppk dela quando ela era criança. Ele disse que nunca, mas que imaginava como seria, pois certa vez tinha visto a buceta da mãe dela e era bastante volumosa.

Aí eu falei que ia no quarto do Felipe conferir se ele estava dormindo e fazer o garoto ter um prazer parecido. Mas fiquei escondida vendo o que eles fariam…

Ele tentava apalpar as coxas dela e ela tirava a mão dele, pois sabia que ele queria pegar em sua perseguida. Ele tirava a mão dela, ela relutava protegendo sua honra…

Fui no quarto do Felipe e o garoto estava em um sono profundo. Tirei a coberta dele… Estava de cueca… afastei de lado a cueca e vi o seu pauzinho mole sobre o saquinho… Minha ppk ficou babando. Tirei toda minha roupa e retirei totalmente a cueca dele. Eu queria passar a minha xereca no rosto dele, assim eu fiz… Subi na cama, fiquei passando a minha bucetinha na boca dele. Nisso escutei uns grunidos vindo lá da sala.

Olhei e vi seu Juca já totalmente pelado segurando sua rola enorme próximo ao rosto da Raquel. Ele mandava ela chupar e e ela tentava uma reação de afastar aquele homem com aquele membro ensebado de perto dela. Ele disse que se ela não fizesse aquilo ele ia continuar tentando pegar em sua buceta. Ela querendo salvar sua castidade para casar virgem, falou que faria.

Nisso, fazendo cara de nojo, pela primeira vez pegou em uma pica. E eu vendo tudo escondida na porta do quarto. Ela segurou, olhou fixo… Ele mandou esfolar para ela ver a cabeça… Ela esfolou… A rola do velho estava imunda.

Ela tentou voltar atrás, mas ele a ameaçou. Ela com cara de nojo, fechou os olhos, aproximou o rosto… Abriu um pouco os lábios… Então eu vi aquela moça linda, santinha, chupando a rola daquele tarado. Ele tirou o pau da boca da jovem e batia no rosto dela com a pica; segundo ele era pra ela levar ao menos uma vez na vida uma surra de rola, uma vez que aquele namoradinho dela jamais faria isso. Ele mandou ela chupar toda a haste da pica dele, inclusive colocar seus testículos na boca. Ela com muita luta colocou os dois testículos na boca. Depois ele mandou ela voltar a chupar a cabeça e retirar toda a massa amarela que estava escondida abaixo do chapéu na pica dele. Ela assim o fez… Quando estava bem concentrada nessa tarefa, eu apareci na sala e disse:

– Eita que a coisa aqui ta é boa em Raquel!

Ele me vendo pelada perguntou se o garoto tinha me comido, avisei que ele estava dormindo mas que ao menos a pintinho dele eu acordaria para me satisfazer. Seu Juca disse que seria bom ele acordar para ver a irmã dele chupando pica. Ele tirou novamente o pau e bateu com ele no tosto dela. Ela apenas fingia o rosto, que já estava vermelho.
Perguntei a ela se ela queria sentir também o gosto da minha ppk, ela tentou se levantar desesperada. Seu Juca a segurou… Eu aproximei a ppk perto do rosto dela, encostei em seus lábios, ela chorava…

Nessa luta, aproveitei para ajudar Juca tirar na saia dela. Ela como era delicada não tinha força para se dominar. Eu segurei seus braços, seu Juca ficou livre para dominar a parte de baixo.

Ele tentando abrir as pernas dela e ela protegendo a todo custo a sua honra. Com muita luta ele abriu as pernas dela e dei pra ver uma calcinha estufada debaixo da saia da garota. Ela já sem força começou a perder as forças… Eu disse a ela pra ela aceitar aquele homem quebrar o cabaço dela, que naquela noite ela seria dele.

Seu Juca maravilhado com a cena, tocou na ppk dela sobre a calcinha… Ela se encolheu, pois era a primeira vez que alguém tocava ali. Ele afastou a calcinha de lado e viu uma buceta peludinha (pelo baixo), ali estava a perseguida que ele tanto imaginara. Subiu a saia dela… Pegou nos cós da calcinha, puxou devagarinho… Ela já apenas suspirava sabendo que era uma guerra perdida… ele tirou totalmente a roupa dela, lambeu sua xoxota… Ela foi se acalmando cada vez mais (talvez pela bebida ter pegado de vez). Ele passou a chupar ela.
Eu soltei os braços dela e pedi para seu Juca não descabaçar ela sem minha presença, que eu queria assistir, que ele ficasse apenas “namorando” da maneira certa com ela. Enquanto isso, fui no quarto do Felipe, seu pauzinho estava de lado.

Me aproximei… Peguei… Ele dormindo profundamente. Subi novamente na cama e tentei um 69. Coloquei minha ppk na boca dele e me aproximei de seu pau para chupa-lo. Olhei de perto, molinho… Coloquei na boca e comecei a chupar levemente… Aos poucos foi ficando durinho… Logo estava bem rígido. Ele passou a balbuciar, tipo bêbado… puxar o folego mais fundo… Creio que acordou com aquela cena linda.

Aos poucos fui sentindo seus lábios se movendo em minha ppk… Me levantei e disse:

– Felipe, enfim tu vai perder tua virgindade.

Eu tinha 17 anos e não era mais virgem, embora tivesse perdido apenas para um garoto. Deitei ao lado dele, o beijei… Ajeitei seu pequeno pauzinho no meu pwriquito. Pronto… Entrou todinho… Coloquei minha ppk para morder o pau dele.

Daí lembrei de ver o namoro de seu Juca.

Olhei a ele estava também em um tipo 69, porem deitados de lado um para o outro no tapete da sala. Ela já bem mais calma, com um joelho levantado para deixar aberta a região da buceta e seu Juca chupando com o rosto todo entre as pernas da garota. Ela chupando o pau dele e pegando nos testículos.

Chamei o Felipe para ver a irmã dele fodendo, ele veio curioso para ver com quem. Tomou um susto ao ver sua irmã chupando o tarado e dando a ele toda aquela liberdade. Falei para ele ficar em silêncio para a gente assistir o namoro deles.

O pau do velho já estava vermelho de ser chupado. Ele levantou, ela também. Ela disse que ia no banheiro. Falei para Felipe voltar para o quarto.

Quando ela veio, mijou, olhou a ppk vermelha de chupadas. Ela voltou para a sala (e não para o quarto, sinal de que estava querendo). Ele pegou na mão dela, puxou para perto de sí, abraçou… Ela levantou a cabeça para receber o beijo de língua. Ficaram se beijando pelados.

Nisso eu apareci pelada juntamente com o Felipe (10 anos). Ele com o pauzinho duro, ela ficou com vergonha, mas já estava no clima. Falei para eles para a gente ficar ali os dois casais.

Raquel, já no clima ficava tocando no pau duro do seu Juca. E ele amassando os seios da garota. Felipe olhando minha buceta e eu batendo uma leve punheta no garoto.

Seu Juca disse:

– Esta na hora da Raquelzinha virar mulher.

Deitou ela no tapete, abriu um pouco suas pernas para facilitar um papai e mamãe. Veio com sua madeira, bateu um pouco sobre o capú da Raquel. Cuspiu na cabeça da rola, cuspiu na mão e passou na buceta na menina. E pediu para ela falar a frase. Ela disse:

– Seu Juca, tira a minha honra…

Ele agasalhou a cabeça do pau bem dentro da buceta dela, abriu os lábios vaginais com os dedos. Eu e Felipe assistindo aquele momento tão íntimo, ela se tornando mulher.
Ele foi empurrando e ela foi fazendo cara de dor… Resolvi olhar por baixo para ver entrando. Vi a cabeça da pica dele dentro da buceta da Raquel e cada vez que ele pressionava ela afastava o bumbum para trás (instintivamente).

Ele então arreganhou ainda mais as pernas dela, ficando totalmente entre ela, deixando a ppk da garota sem nenhuma obstáculo. Segurou nos ombros dela e falou:

– Esse cabaço é meu (truco!).

Enfiou de uma vez a vara quase toda. Ela deu um grito fino, sentindo que tinha sido violada. Ele riu dizendo que o namoradinho dela poderia continuar namorando a distância dela, que agora ela tinha rola para seu periquito.

Aí ele foi tirando devagar e empurrando de uma vez, parecia querer arrombar ela completamente. Sua cavidade vaginal não cabia completamente a jemba daquele homem adulto. Mas ele tentava enterrar toda, mordendo os lábios inclusive.

Foi comendo ela assim, até que vi suas nádegas ficar rígida… Ele estava enchendo o útero da garota. Após isso ele deu um longo beijo de língua nela. Demorou um pouco. Depois tirou a vara de dentro. Ela ficou olhando para sua ppk, passando o dedo para analisar aquele líquido viscoso (esperma) que estava saindo. Ele com o rola ainda um pouco dura, falou para ela chupar e deixar limpinha. Ela chupou tudo, esperma com manchas de sangue de sua vagina.

Falei para ele ir para o quarto dormir com ela, que no dia seguinte ele sairia pelos fundos. Ele passou a noite comento ela, dormiu inclusive com o pau dentro de sua buceta (eu os acordei).

Já o Felipe me fez gozar várias vezes, embora ele não gozasse ainda, mas matou toda a curiosidade sobre como é uma mulher.

Raquel continuou namorando de porta com o rapaz e fingimos que aquela noite nunca aconteceu. 🙃

segunda-feira, 18 de julho de 2022

PERVERTIDO, EDUCADO EM MACEIÓ

 Oi tudo bem? Tentem ler até o fim e vão me conhecer melhor…

Quem vê a irmã Márcia andando de salto, segurando sua Bíblia toda elegante, não imagina o que ela passa; só ela sente o pecado que devora masturbar sua alma. Dona Márcia moça de família religiosa sempre vai se acalmar a igreja. Com suas palavras de educação religiosa os pastores e os fiéis nem imaginam que dentro daquela boca que roga amém ,que grita aleluia! Existe uma pervertida que deixou o pecado entrar… enquanto ela segura aquele microfone e mexe aquela boca macia e sugadora de cacetes … Eu a observo e vejo o quanto sou sortudo…

Ela olha para mim tentando fugir do pecado.

Todos temos pecados e, vou confessar os delas. Ela vai as vezes para o culto orar sem calcinha. Toda vez que eu a vejo, enfio minha mão em sua saia, tiro sua calcinha e guardo em meu bolso… ela agora tá sem calcinha Com as marcas da minha boca e mordidinhas na buceta! Como ela é uma mulher branca quase albina sua pele tem facilidade em ficar com marcas principalmente se for de mordidas, arranhões e chupões na buceta. … Ela se sente aliviada no âmbito religioso, em falar de Deus tentando esconder seu desejo na parte de trás do tecido fino de suas vestes …olhando daqui tá visível a aureola de seus seios naquela blusa branca e me sinto um rei há observando daqui.

Quando cheiro meus dedos e sinto que tá com cheiro do cuzinho da menina evangélica fico muito feliz! É bom saber tá próximo dela. Saber que aquela bunda grande escondida naquele tecido eu acabei de comer…. que aquele cu apertado abraçou meu pau minutos antes dela tá ali, dando a benção para os irmãos me sinto o pior pecador o maior pervertido… enquanto as moças de família, donas de casa, garotas querendo se tornar mulher estão ali tentando ser perdoada por seu pecado, eu o tarado discreto tô Ali provocando cheio de tesão na galera

é horrível ficar de pau duro no culto. Sempre tem uma filha alheia, moça de aliança curiosa . As vezes as mais provocadora são as filha de algum crente. Sempre Cheias de curiosidade libidinosas e com o compromisso de fazer coisas gostosas só quando casar… talvez algumas tenham se sedado hoje, tenha admirado picas de um estranho no bate papo ou em sites pornográficos.

No culto Elas ficam admirando você… Principalmente se você for dotado igual a mim. Já flagrei um casal em sincronia olhando para o monte da minha calça depois ele olhou em meu olho e riu e cochichou algo para sua companheira…

Talvez tenha falado: tá vendo? Eu disse que o pau dele é grande! Será se ele conseguiria comer você em segredo? Quero muito a pica dele atolando em você! Te rasgando! Você quer amor?

só sei que ela ria com sorriso de moça virgem e balançava a cabeça com cumplicidade…

Referente a irmã… Todo dia antes do culto levanto sua saia ou vestido e meto com força enquanto ela geme timidamente diferente quando ela segura o microfone na igreja…

esse é um depoimento real espero algum dia ter uma oportunidade contigo!

meu email é amigodecoisaslegais@gmail.com

!

Oi, tudo bem? Como está o outro lado dessa tela.? Tenho uma boa imaginação e as vezes imagino que quem está me lendo é uma mãe de família com desejos que para outras pessoas seria criminosos. Uma menina virgem que não sabe como se separou com esse conto mas no momento só gostaria de um cúmplice um homem pervertido e safado para aliviar sua bucetinha e fazer seu ânus para de piscar… não é vergonhoso ter esses desejos. Se a tela desse celular que lhe escrevo fosse mágica. Ia escorregar minha pica por ele e meu cacete ia aparecer aí pertinho do seu rosto. Imagina um enorme pênis branco babado de cabeça rosa rasgando seu celular ou computador e ficando direcionado apontado para seu rosto… ia ser maravilhosa essa tecnologia. Você poderia sugar meu pênis escondido de seu pai, de sua mãe e dê seu namorado. Tô imaginando sua boca aqui sabe? Meu pau crescendo devagarinho na boca de uma estranha enquanto ela fica nervosa e não esconde as contrações de sua buceta. Já chupou o pau de um estranho? Conseguiria guardar segredo se sentisse o gosto dele deslizando em sua língua? Como gostaria de me aliviar na sua boca de está gemendo sentindo você…. Também imagino que seja um pai de família, um homem educado, trabalhador que esconde fielmente o desejo de levar homens de todas idades para sua casa, imagina a oportunidade de conhecer um amigo com minhas características, Discreto, sigiloso pervertido e do pau grande… Entrando no bate papo há alguns anos. Tenho iniciado alguns casais e sei que a maioria dos homens bem casados deseja ser desrespeitado sexualmente. Quando falo desrespeito é permitir secretamente que alguém com o pênis maior que o seu entre na sua casa, ande nu na sala e sente no sofá todo duro olhando para suas meninas . fico muito feliz quando encontro pessoas como você saca? Com mulheres lindas dentro de casa e com os desejos mais sacanas…
Meu email é lucasteodorolira@gmail.com caso queira conversar. Sou um ótimo amigo principalmente virtual. As vezes acontece a raridade de encontrar meninas virgens, mulheres educadas ou casais da mesma cidade

sábado, 16 de julho de 2022

TRAÍ MEU MARIDO, ESTOU VICIADA

 Bom dia/Boa Noite!!

Esse é meu primeiro relato aqui.

Estou escrevendo na parte da manhã quando meu filho Thomaz está na escola, estou sozinha em casa, foi o único horário que arrumei, o resto do dia meu filho fica em cima não conseguiria nunca escrever.

Irei me apresentar á vocês:

Me chamo Fátima, tenho 35 anos, sou branca, quase ao leite de tão branca, sou baixa e um pouco gordinha, cabelo preto enrolado bem cumprido, facilmente chegando nas minhas nádegas ( Minha família é toda evangélica, faço parte de uma assembleia onde as mulheres devem ter cabelos cumpridos) , cintura um pouco larga, meu quadril é grande, meus seios são espaçados porém também grandes.

Nasci e cresci numa cidadezinha chamada Jussara-GO, sempre fui bastante tímida na adolescência, mas me casei cedo com 18 anos depois que meu pai descobriu meu namoro as escondidas e me obrigou a casar com o rapaz, que até hoje sou casada, hoje meu esposo.

Apesar dos pesares por ser uma moça tímida na juventude, depois que me casei e fui morar com meu esposo, erámos muito jovens e sem experiência, no primeiro ano de casados transavamos bastante de 4 a 5 vezes na semana, tinhámos muita lenha pra queimar, eu já era gordinha desde aquele época, mesmo nova com meus 18 já tinha bunda de mulher de 30 anos, meu marido gostava, inclusiva me chamava carinhosamente de tanajura, ás vezes sozinha eu ficava pensativa eu achava que eu era muita areia pro caminhãozinho dele, o pau dele me satisfazia, isso eu não nego, tanto que estou com ele até hoje , mas eu conseguiria naquele tempo aguentar outros maiores.

Tudo era muito novo pra gente, com o tempo fomos aprendendo.

Passei a gostar muito de sexo, ele nem precisava pedir eu usava roupas provocantes diariamente como shorts que deixam minhas poupas de fora, quando não era os shorts eu usava pijamas curtos sem calcinha e andava pela casa o provocando, nunca falhou, sempre terminava em sexo, sempre gostei de montar em cima, adorava e ainda adoro cavalgar, é minha posição preferida.

Quando completei 19 um ano após o casamento eu engravidei do Thomaz, meu único filho que tenho, hoje com 16 anos.

Mesmo durante a gravidez fazíamos sexo com frequência, só paramos quando eu entrei no ultimo mês de gestação.

Isso é pra vocês verem como eu gostava.

Vida que segue, vivemos alguns anos até nos mudarmos para Pirenópolis-GO, onde moro até hoje, isso aconteceu quando eu estava com 25 anos, o tempo passou quando cheguei nos 30 meu marido passou a trabalhar com caminhão, onde ele viajava o Brasil todo, tinha vezes que ele ficava uma semana fora.

Até aí tudo bem pra mim, só que o tempo passou e cada vez mais ia ficando complicado pra mim, tinha dias que eu queria transar e ele estava fora, eu tinha que me contentar em me tocar com os dedos, fiquei um bom tempo nisso, foi uma fase difícil, eu por ser cristã nunca passou em minha cabeça o trair, nunca foi da minha índole fazer algo assim, apesar de que eu desconfiava dele durantes as vezes que demorava muito pra voltar.

Certa vez quando eu estava com meus 32 anos fui apresentada á um rapaz em uma festa na casa de uma amiga minha, nada anormal foi só tipo, oi e oi tudo bem, apenas isso.
Beleza o tempo passou e fui frequentando cada vez mais a casa dessa amiga, e ele sempre estava lá pois ele era amigo do irmão dessa minha amiga.

Enfim, trocávamos olhares e de vez em quando conversas, com o passar do tempo nos tornamos ”amigos”.

Nos víamos bastante, tanto que começamos ultrapassar limites em conversas, foi quando eu percebi que ele estava afim de mim.

Minha amiga chegou em mim e disse que ele queria ficar comigo, ela sabia que eu era casada, eu contava tudo pra ela, ela dizia que meu marida com certeza já havia me traído, eu me recusava acreditar, mesmo assim confiava nele.

Mas minha amiga era do mundão, não frequentava igreja, mulher da vida, ela foi fazendo minha cabeça, dizia que ele era um gato e que eu deveria aproveitar, já que ela suspeitava que meu marido era infiel comigo, nunca descobri nada em relação á isso.

Eu relutei por algumas semanas, não aceitei ficar com ele.

Cheguei a me afastar um pouco dessa amiga, mas acabei reaproximando de novo.

Não deu outra, acabei ficando com ele.

Foi assim durante alguns meses, uns 2 meses eu acho.

Só ficávamos, eu me recusava a ultrapassar esse limite.

E sempre era na casa da minha amiga, pois nesse tempo meu filho tinha 13 anos, impossível ser na minha casa.

Muitas vezes quando ficávamos rolava beijos quentes de passar a mão e tudo, eu me comportava até porque sempre fui tímida apesar de gostar de sexo.

Quando rolava aqueles beijões de língua ele apalpava minha bunda, no começo não, mas quando ele pegou intimidade comigo sim.

Eu morria de vergonha mas não tinha o que fazer, no meu tempo antes de casar meu marido não pegava na minha bunda.

Esse rapaz pegava, inclusive ficava de pau duro e eu sentia ele endurecer no meu corpo.
Confesso que era muito tentador, mas eu me segurava, não deixava passar dos beijos e no máximo apertos na minha bunda.

Detalhe, sempre ficávamos quando o irmão da minha amiga não estava, mas sempre fora da casa, era sempre na área da casa, e minha amiga sempre nos acobertando.

Mas sabe como são as coisas, a intimidade só crescia entre nós, um certo dia choveu e entramos pra dentro da casa, minha amiga ficou na sala e fomos para o quarto, durante os amaços ele quis tirar minha roupa diversas vezes, não deixei.

Justo nesse dia eu estava de saia, ele nunca havia me apalpado de saia, eu não usava justamente por causa disso.

Só que nesse dia ele me apalpou de saia, tentei tirar a mão dele algumas vezes, porém o beijo estava tão quente que deixei rolar, foi a primeira vez em toda minha vida que outro homem passou a mão diretamente na minha bunda, eu usava uma calcinha parecida com foi dental, o danado do rapaz me deu até beliscão me fazendo contrair a bunda para dentro, eu fiquei sem jeito, sem saber o que fazer, eu tirava sua mão e ficávamos nas caricias, beijos no pescoço e cheiros.

Quando o beijo retornava eu era apalpada novamente, fui ficando excitada, mas a todo momento eu disfarçava me recuando, eu sentia o pau dele super duro no meu corpo, fui deixando rolar naturalmente.

Ele me apertava contra seu corpo e não parava um instante de me apalpar, percebi que ele era muito safado quando levei alguns tapas na bunda, segurei na mão dele e pedi calma, como sou branca ao extremo logo apareceu a marca da sua mão na minha bunda, quando olhei para trás percebi isso, os tapas não foram muito fortes, mas o suficiente pra deixar vermelho de leve.

Sou bastante bunduda como eu já disse, ele deve ter sentido o mesmo que meu marido sentiu quando me apalpou sem roupa pela primeira vez.

Embora eu não estivesse sem, minha calcinha não ajudava muito deixando minha exposta quase como uma nudez.

Estávamos em pé nos amaçando e do lado tinha uma cama, não ia prestar.

Quando ele quis tirar minha calcinha eu não deixei, disse que não era o momento ainda, não me senti preparada para a ocasião.

Percebi que ele não ficou feliz, mas eu não estava disposta a prosseguir.

Mas ao mesmo tempo vi que o clima até caiu, foi um fora da minha parte, mas sou acanhada, muito conservadora, eu nunca até aquele momento tinha transado com outro homem, já tinha achado bem estranho ser apalpada.

Sentindo o clima tenso continuamos os beijos, só que de fato não estava como antes, ele de pau duro e eu negando.

Até que tomei uma decisão, fui até a porta e tranquei.

Disse pra ele que não iriámos transar, mas eu não deixaria ele naquele estado.

Me sentei na ponta da cama e puxei ele para perto de mim, fiquei com muita vergonha, muita mesmo, mesmo assim eu abaixei o short dele, quando vi seu cueca vi também uma parte do seu pau que estava tão duro que quase saiu pra fora.

Ele usava uma cueca de pano azul escura que estava molhada, seu pau babou e melou ela toda, fiquei numa vergonha imensa, não tinha mais volta.

Enfiei a mão dentro e tirei o pau dele pra fora, meu marido é branco, não como eu, mas é branco.

O rapaz era meio moreno, tinha o pau escuro e cheio veias, sem falar no tamanho, maior que o do meu marido, uma cabeça grande meio roxa que estava babando escorrendo aquele melzinho pré-ejaculatório, eu fiquei sem palavras, seu pau a poucos centímetros do meu rosto a única coisa que eu disse foi ( Nossa )

Passava facilmente dos 15cm, devia ter quase 20.

Eu segurei nele e limpei com os dedos o mel pré-ejaculatório que estava saindo, fiquei passando o dedo até tirar tudo, quando bati uma pra ele seu pau parecia que ia estourar, pulsava em minhas mãos, cheguei a ficar trêmula, bater uma de leve não foi a melhor opção, novamente saiu o mel pré-ejaculatório, ele estava cheio de tesão por mim, demorei um pouco até botar a boca, primeiro eu lambi a cabeça, igual como lambo sorvete, fiz massagem no seu saco pra aliviar um pouco pra ele, deixei ele bem relaxado, não querendo me gabar, mas sou expert nas preliminares eu lambi bastante, depois que perdi um pouco a timidez fixei meus olhos nos olhos dele, lambia olhando diretamente pra ele, eu gosto de passar a língua com vontade, assim eu fiz, aquela cabeça grande preenchia minha língua toda.

Quando dei as primeiras chupadas foi a vez dele se estremecer inteiro, particularmente eu amo ver o homem se contorcer enquanto eu chupo e degusto o pau.

Eu adoro de paixão mamar, meu marido brinca comigo dizendo que sou uma bezerra faminta quando eu chupo o ele.

O pau do rapaz era grande e gostoso, eu mamei cada pedacinho, me empolguei tanto que chupei suas bolas, estavam cabeludas, não me importei devido a minha excitação, deixei o saco e os cabelos todos molhadas e babados, o pau dele ganhava do pau do meu marido, era mais esbelto com bolas maiores que uma só já enchia minha boca. Quando a vergonha foi embora eu me soltei de vez.

Ele até bateu o pau na minha cara, não vou negar que foi bom sentir aquelas veias pulsantes tocar meu rosto, pauzão gostoso.

Tentei engolir ele inteiro o do meu marido eu consigo, o do rapaz eu consegui também, mas quase vomitei quando a cabeça tocou o fundo da minha garganta, saiu até lágrimas dos meu olhos, tentei mas algumas vezes, me esforcei para agradar ele.

Mudei o foco em chupar só a cabeçona, chupei até deixar ele doidinho, depois de tempo o rapaz se estremeceu.

Eu sempre faço bem feito, com marido é assim.

Quando ele estremeceu vi que a gozada viria, me preparei segurei o pau com as duas mãos e chupei a cabeça, senti as primeiras cargas saindo de gozo, bem quente por sinal, fui deixando acumular dentro da minha boca, quando parou de sair dei as últimas chupadas e tirei a boca do pau, abaixei minha cabeça e engoli sem problemas, como faço com meu marido.

Foi pura adrenalina, mas fiz tudo como sou acostumada, limpei seu pau no final terminando de chupar a cabeça.
Pra mim foi bom, certeza que pra ele foi ainda melhor, matei ali a vontade dele transar comigo, deixei ele de saco vazio.

Veja bem como as coisas são, naquele mesmo dia meu marido voltou pra casa de uma viagem, sorte minha que foi mais tarde.
Transamos a noite toda, no outro dia ele se levantou cedo e partiu de novo, fiquei 3 dias sem ver o rapaz, meu marido nada de voltar, ligou dizendo que em 2 dias estaria de volta.

No dia seguinte sou surpreendida com minha amiga me chamando na porta de casa dizendo que o Rapaz queria me ver.

Amiga ele tá lá na minha casa te esperando disse para mim correr aqui e te chamar, ele tem algo importante para te dizer.

Como assim algo importante?

Não sei amiga, mas ele quer te ver.

Eu disse que não poderia ir porque meu filho estava em casa, mas minha amiga disse que era algo rápido eu não ia demorar muito.

Eu fiquei curiosa e tive ir, pela primeira eu mentia para meu filho, eu disse que iria na casa da minha amiga buscar um shampoo, foi o que me veio na casa, improvisei.

Já na casa da minha amiga de longe eu vi o rapaz, que estava bem arrumado, bem estiloso, ele realmente quis me surpreender.

Vou pular as preliminares, depois que conversamos um pouco entramos para o quarto da minha amiga, em pouco tempos ele já estava me beijando, ele estava bem cheiroso, todo perfumado.

Cheiroso e abusado, mal começamos o beijo eu já estava sendo apalpada.

Definitivamente eu não conseguia me adaptar com aquela situação, eu moça religiosa, mulher de ”um” homem só em toda minha vida, flertando com um rapaz que eu conheci há pouco tempo, correndo o risco de acabar com meu casamento.

Pois bem, eu já estava até o pescoço me culpando e me julgando, mas tinha consciência de que já estava envolvida, tendo 2 homens ao mesmo tempo, e um deles por sinal tentando abaixar minha saia, onde fui me meter, sabe quando a pessoa insiste até conseguir, o rapaz fez isso, não apenas isso, me deixou nua sem saia e sem calcinha, fiquei só com a parte de cima da roupa, sendo o tempo toda apertada por suas mãos persistentes, ele sem perder tempo tirou também a parte de baixo da roupa, eu estava sentindo que algo ia acontecer e não tina volta, o clima estava diferente, tão diferente que eu fui ficando excitada, quando ele tocou minha buceta com os dedos foi ultimato, ele ficou enfiando os dedos dentro, minha buceta se encharcou, eu me remexia toda sentindo os dedos do rapaz.

Fui perdendo minha timidez e rolou uma safadeza sem controle, era mão no pau e dedo na buceta.

Quando fui pega por trás e abraçada forte seu pau ficou no meio da minha bunda, foi só ele sarrar minha buceta fingindo que ia colocar que eu logo me perdi, como eu disse antes eu adoro sexo e costumo ser impaciente quando se trata disso, peguei no pau dele e por conta própria coloquei na minha boceta, o resto foi com ele, que terminou de colocar o que faltava.

Quando levei as primeiras estocadas noite a diferença, além de um pouco maior que o do meu marido era cabeçudo, essa diferença da cabeça ser grande fazia toda a diferença, eu amei.

Transamos feitos dois adolescentes com tesão.

Quando ele tentou botar no meu cu eu recuei, não esperava que ele ia querer.
Fiquei dizendo pra deixar pra depois, o rapaz pediu por favor que queria experimentar.
Minha intensão não era deixar, por algumas vezes ele botou a cabeça dentro, ui, ui, ui, doeu um pouco, sou adepta do anal, mas com meu marido, o pau dele não tem a cabeça grande, o do rapaz a cada entrada me deixava acuada, mas foi por pouco tempo, tudo questão de costume, sou bunduda não é atoa, eu aguento ainda maiores.

O resultado final foi que ele gozou dentro do meu cu, depois eu fui embora.

Em casa eu fiquei horas e horas pensativa no que eu tinha feito, traí meu marido, coisa que eu jamais imaginei que faria, meu marido é aqueles homens a moda antiga, bruto e arrogante, se ele descobrir é capaz de até me matar.

Vai fazer um ano que estou traindo ele com o rapaz, eu não consegui mais parar de transar com o rapaz, eu gozo com mais facilidade quando transamos por causa que seu pau é cabeçudo, minha buceta tem que abrir mais que o normal para poder receber o pau do rapaz, é uma grossura que eu me adaptei, com meu marido eu nunca tive mais que 2 ou 3 orgasmos, no máximo 4 , com o rapaz eu chego ter até mais de 5 orgasmos por transa, sem falar que meu marido demora entre 4 e 8 minutos pra gozar, o rapaz passa de 20 pra gozar, eu cavalgo como nunca e posso ficar cavalgando mais de 10 minutos que ele não goza, eu sou apaixonada em sexo e descobri nesse rapaz um modo de ter orgasmos múltiplos, e acho que me apaixonei.

Corro um risco, eu sei disso, mas eu não quero largar o rapaz, vou levar pra frente esse relacionamento a 3 até onde durar, só meu marido não sabe, o rapaz sabe que sou casada, ele não se importa com isso, por mim tudo bem, a fase do medo que eu tinha do meu marido passou um pouco, hoje administro com sabedoria.

Gosto do meu marido, mas não consigo mais abrir mão do prazer que venho tendo esse tempo todo.

Estou viciada no rapaz, se um dia resolver largar meu marido é com ele que vou ficar.
Ele quer ter um filho comigo, estou sendo cobrada por isso, mas ainda não acho muito viável, vou pensar por um tempo….

SARAH, A ESPOSA DO MOLEQUE DE RUA 4

 Após Sarah se tornar uma verdadeira puta nas mãos do “cafetão” Dondom, que deu muita felicidade aos meninos do vilarejo, ele passou a arquitetar uma forma de incluir seu Benja na brincadeira.

Seu Benja era um senhor de uns 50 a 60 anos, catador de recicláveis. Viúvo a mais de 20 anos, vivia bêbado, sujo… Dondom ajudava ele a catar latinhas. Ele tinha uma farmácia quando mais jovem, porém com a viuvez veio o alcoolismo e ele ficou nessa situação degradante.

A mãe da Sarah, muito amiga da minha mãe, tinha uma verdadeira relação de irmã. Falavam de um tudo e as vezes eu ouvia o assunto. A irmã Lígia reclamava que queria mais um filho mas seu marido quase nunca a procurava e que praticamente continuava virgem (riram) pois a Sarah nasceu de cesariana e o Elias (marido dela) tinha o pinto muito pequeno.

Irmã Lígia era muito linda e gostosa, mesmo com as roupas típicas de crente. Tinha as coxas grossas e sua ppk percebia que era muito volumosa.

Pensei em livrar a Sarah daquelas madeiradas que ela iria receber do seu Benja, que estava a dias esperando a mulher que o Dondom queria lhe entregar (ele pediu para ele não se masturbar a duas semanas antes). Então, falei ao Dondom o que ouvi e passamos a pensar em uma maneira de ajudar a irmã Lígia.

Dondom perguntou a Sarah se seu pai estaria em casa naqueles dias, ela disse que ele tinha viajado e voltaria só na semana seguinte. Estava em casa apenas ela e sua mãe.

Ele então falou para o Benja que estava querendo que ele pegasse a irmã Lígia.

– Como assim Dondom, Dona Lígia é uma mulher de respeito, jamais trairia o seu Elias.

Aí ele explicou que seria um plano, ele daria muito vinho a ela (ela poderia beber) e explicou a devoção da menina aos seus pedidos. Seu Benja, que apesar de bêbado não era burro falou:

– Tenho um plano melhor… Vou comprar dois medicamentos e vc dará a dona Lígia sem que ela saiba. Um é um estimulante sexual para que ela fique muito afim de foder, e o outro é um sonífero muito potente.

Benja explicou a forma de moer os medicamentos (para a irmã não perceber), colocar em suco e oferecer a ela. No caso, o estimulante a sexo ela poderia tomar várias vezes, já o copo com o sonífero seria entregue a ela no começo da noite do dia seguinte.

Dondom assim que recebeu os comprimidos entrou em contato comigo e me disse para moer os comprimidos e pedir para dona Lígia fazer um suco, nisso colocar sem ela perceber o estimulante. Assim eu fiz…

Quando ela fez a jarra de suco eu rapidinho me servi e coloquei todo o pó de 3 comprimidos na jarra. Minutos depois ela foi a geladeira e bebeu um copo.

Percebi que ela enquanto assistia vez ou outra coçava na região na buceta, já estava começando a fazer efeito. De hora em outra eu fingia beber e perguntava se ela queria mais, ela aceitava. No dia seguinte, novamente ele fez mais suco e eu novamente coloquei mais 3 comprimidos moídos. Ela vez ou outra chegava a colocar a mão dentro da calcinha para coçar e eu escondido vendo.

Ao final da tarde, coloquei o sonífero no último copo que ofereci a ela. Ele tomou todinho. Horas depois avisou a Sarah que estava com muito sono, que hoje dormiriam mais cedo.
Sarah ficou responsável de dá uma das cópias da chave da casa para Dondom, que por sua vez entregou ao seu Benja.

Ele que estava a mais de duas semanas sem se masturbar, estava contando os minutos. Mas deixou para ir lá após as 10 da noites, pois já seria certeza dela está no segundo sono.

Quando deu o horário combinado, ouvi o trinco da porta abrir… Levantei e seu Benja estava entrando todo desconfiado. Dessa vez não estava bêbado, mas continuava sujo. Dondom veio junto com interesse em comer a Sarah como sempre.

Sarah foi ao quarto da mãe para confirmar se ela estava realmente dormindo e ela estava dopada, sono profundo… Ela mexeu nela para ver se acordava e nada… Aí ela voltou e deu o ok.
Seu Benja ainda na cozinha tirou a roupa totalmente. Sua tora era enorme, cheia de vêias grossas. Sarah ficou de boca aberta, como aquilo tudo caberia em sua mãe.

Eu, Dondom e Sarah entramos primeiro e ficamos quietinhos tipo escondido para ver como ela aquentaria. Logo veio o Benja batendo levemente uma punheta, seu pau sujo, tinha um odor ainda pior que o do Dondom.

Tirou a coberta de cima da irmã Lígia, ela estava em uma camisola preta e uma calcinha vermelha. Seus seios durinhos parecia que nunca tinha tido filhos (certamente irmão Elias não o apertava muito)… Ele ficou olhando pertinho do rosto dela e lhe deu um beijo na boca (coisa que jamais aconteceria por vontade dela). Daí ele disse:

– Lígia, seu priquito vai conhecer a maior rola de toda sua vida. Vou gozar bem fundo em vc, vc enfim vai se tornar mulher de verdade.

Nisso a Sarah disse:

-Tio, não deixa a babinha dentro não, ela me falou que estava no período fértil.

Aí foi que seu Benja se animou. Enfim poderia ter um filho e ainda por cima criado por outro (pois seu Benja e o irmão Elias tinha fenótipos parecidos).

Ele então, começou a passar a rola no rosto da esposa do dirigente, passou na boca.. ela ficou fedendo a rola.

Aí ele foi conferir o corpo lindo dela… Subiu a camisola… Pegou na alça da calcinha e começou a baixar… Ela não se raspava, mas aparava “a grama” ficando apenas aquela pelagem que não arranhava. Sua buceta era linda. O irmão Elias, muito moralista talvez nunca tivesse dado valor, pois segundo ela fazia sexo apenas em dias comemorativos.
Ele ficou olhando aquela ppk inchada, deitou com o rosto na altura da buceta dela a começou a chupar…. Nisso ela mesmo dormindo passou a respirar mais fundo.

Ele abria os lábios com as duas mãos e realmente a impressão que dava era que ela era virgem.

Nisso ele chamou a gente e disse:

– Venham ver a buceta dela se abrindo na minha pica.

Sarinha veio primeiro, aí ele mandou ela ajeitar o pau dele na entrada. Eu e Dondom ele pediu para abrir as laterais do priquito da irmã Lígia. Assim fizemos.

Sarah perguntou como que aquela cabeça quase do tamanho de uma maça entraria naquele furinho da ppk da mãe dela. Ele riu e triscou a ponta da rola bem na entrada que estava aberta.

Lígia, creio que instintivamente mesmo em sonhos, rapidamente puxou o bumbum para trás livrando a entrada da ppk da madeirada. Enfim, ele triscou novamente e pronto, a buceta da moça mais certinha do vilarejo estava com a cabeça da rola do bebum mais sujo do lugar.

Ele foi tentando enfiar a cabeça do pau, mas não entrava, apesar de já está úmido (a buceta dela já estava querendo). Ele tentou e nada, ela estava quase virgem.

Nisso ele teve a idéia de fazer um frango assado, pediu para eu e Dondom encolher as pernas dela, de modo que ela ficasse mais aberta. Assim fizemos. E realmente ela ficou totalmente desprotegida com a buceta na ponta da rola dele.

Ele apertou a cabeça do pau contra a entrada do priquito dela, ela deu um gemidinho sentindo que tinha algo entrando na “coisa” que ela mais protegia.

Quando ele sentiu que a cabeça rompeu a primeira entrada, falou que agora colocaria o resto até o tronco. Nisso fez uma cara de raiva e foi enfiando levemente… E ela respirando cada vez mais fundo deu um gemido quando a ponta do pau dele tocou o colo do útero dela. Mas ainda faltava uns 3 centímetros para entrar tudo.

Ele apertou ainda mais forte e a vagina dela parece que cedeu até quando ele colocou até o talo. Os ovos dele era grande e o saco era enorme, muito flácido. Ele tirava devagar e empurrava forte (parecia ter raiva dela), e ela a cada estocada dava um gemido inconsciente.

Ele então baixou as pernas dela para ficar tipo um papai e mamãe. Aí falou que a buceta dela era muito apertada, era grande por fora, mas parecia infantil por dentro.

Ele ficou enfiando a vara nela e ao mesmo tempo apertando e chupando os seios dela (coisa que certamente seu marido não fazia). Ela, toda fedendo a pica, parecia que estava sonhando sendo fodida, pois respirava fundo para ver que a jeba do velho entrava em sua buceta de 24 anos.

Ficou comendo ela assim por horas, daí lembrou da gente, que já estava de pau duro vendo aquilo. Disse:

-Dondom, tu vai tirar a virgindade do cu dela, pois ela não me aguenta.

Tirou o pau de dentro da loca dela, estava duro pedra chega bateu em sua barriga. Tinha ficado um rombo. Abriu um pouco a boca dele e ficou limpando o pau melado lá. Enquanto isso, colocamos ela de lado, o bumbum dela era enorme, pois isso o pau do Dondom não alcançaria. De lado ficaria melhor.

Benja então disse para ele primeiro enfiar o pau na buceta dela para melar um pouco, depois colocava o dedo e passava no cuzinho dela.

Assim ele fez. Colocou ela de lado, levantou um pouco aperta e colocou o pau no buraco na buceta da irmã Lígia. Entrou com facilidade. Ele riu por saber que estava comendo a mulher do homem que lhe detestava.

Jeba falou para ele ter cuidado, pois poderia gozar dentro e ela estava fértil. Dondom então melou o dedo com fluídos da ppk dela e passou no cuzinho dela, depois enfiou um pouco o dedo. Pronto.

Com ela de lado, eu ajudei abrindo um pouco mais as nádegas dela (que era enorme). E seu cuzinho estava cara a cara com o pau do Dondom.

Ele colocou a cabeça bem na florzinha do cu dela. E pressionou. Apesar dela ser uma mulher de 24 anos, ele encontrou resistência, pois ela nunca tinha levado madeira ali.

Com muita luta as pregas dela cedeu e entrou o cacetinho dele todinho. Ele ficou bombeando enquanto seu Benja terminava de limpar seu pau na boca dela.

Dondom gozou… Tirou o pau melado e deu para a Sarah chupar. Ela assim o fez.

Daí Benja falou que era a hora dela ganhar o filho que ela tanto queria, que ele estava em seu saco nesse momento.

Colocou ela deitada para a posição papai e mamãe, pois disse que queria sentir ela se abrindo na vara dele. Abriu um pouco com os dedos, colocou a cabeça da rola da altura da entrada… Como ela já estava úmida, isso facilitou.

Mas ainda sim ela gemeu quando aquele pau cheio de vêias foi entrando. Ele colocou até o talo de novo. Dessa vez ele colocoubas mãos nos ombros dela, pegando por baixo. Queria ter fieza para estocar fundo. Deitou de vez sobre ela… Ficou beijando em sua boca, mesmo ela tipo dormindo.
A cada estocada ela dava um gemidinho. E ele falando coisas absurdas para ela enquanto a comia. Até que… Ele ficou enfiando cada vez mais rápido e… Endureceu a perna, seu bumbum sem contraiu… Ele estava gozando dentro dela. Segurou a rola o mais fundo que podia.

-Toma Lígia o teu filho!

O útero dela deve ter recebido diretamente uma quantidade absurda de esperma acumulado de no mínimo duas semanas. Ele deixou o pau lá dentro por alguns minutos enquanto beijava ela. Quando foi tirar a vara de dentro dela, segurou para ficar lá dentro inclusive o que estava no canal do pênis.

Fechou as pernas dela rapidinho para não sair nada. Colocou de volta a calcinha nela e pegou o cobertor e colocou a baixo do bumbum dela (para a região da vagina ficar de cabeça para baixo e com isso facilitar para o esperma chegar as trompas. Pronto! Ele já teria um filho e teria sentido na vida.

Eles saíram e fomos dormir. No dia seguinte ela acordou dizendo está dolorida… Mais tarde falou com minha mãe que teve um sonho maluco.

Dias depois o irmão Elias chegou de viagem e ela ainda no efeito tardio dos estimulante o levou a fazer sexo com ela. Poucas semanas depois ela reclamou de enjoo, fez os exames e estava grávida. (grávida do velho Benja, mas não sabia).

Daí quando o velho encontrava a irmã, toda bonitinha grávida ele ficava com aquele sorrisão, sabendo que ela estava carregando um filho dele.

quinta-feira, 14 de julho de 2022

SARAH, A MULHER DO MOLEQUE DE RUA 3

 Após essa nova experiência de Sarah ela ficou mais cautelosa com o Dondom, apesar dela está gostando dele.

Dias depois a família dela fez uma viagem a casa de uns parentes que duraria dez dias. Quando Dondom perguntou por ela informei sobre a viagem. Ele ficou zangado, pois queria ver ela engatada com um cão vira-lata, que devido a idade já era meio cego e por isso fazia um bom tempo que não pegava alguma cadela.

Como dito em outros momentos, Dondom tinha o costume de pegar cadelas do povoado. A família da Sarah tinha uma cachorra que estava prestes a ter o primeiro cio, que não conhecia cachorro algum. Eu informei a ele que a Lili tava na chacara onde eu morava, pois tinham deixado minha família tomando de conta.

Daí ele passou a planejar a primeira zoofilia da Sarah que com toda certeza repudiaria, mas que como já estava fazendo tudo que ele queria para não desagradar certamente faria mais isso.

Quando Sarah retornou da viagem estava ainda mais linda, logo me perguntou sobre o Dondom. Eu avisei que no dia seguinte ele apareceria. Pois bem… Dondom sabendo que ela estava disposta a tudo para agradar ele combinou comigo o seguinte: a gente levaria o cachorro velho para a casa abandonada e eu inventaria uma desculpa para ela levar a Lili lá na casa.

Assim fizemos. Ela chegou com a Lili (uma cachorra jovem de porte médio) quando viu o Dondom ficou toda feliz. Ele então disse que estava cuidando daquele cachorro velho.
O cachorro quando sentiu o cheiro de cio da Lilli ficou todo animado, pois certamente fazia um bom tempo que ele não descarregava seu esperma, era quase cego, embora fosse relativamente grande.

Sarah, que não sabia desses fetiches do Dondom imaginou o que ele queria. Daí ele disse:

– Sarah, a ppk da Lilli ainda é virgem e esse cachorro aqui está a um bom tempo na seca; ele tá doido para pegar ela.

Ela disse que a Lilli não poderia pegar barriga de outros cachorros, pois a mãe dela tinha muito ciúme. Aí ele deu uma solução.

Ele colocaria o cachorro para ficar afoito com ela, deixando ele com muita vontade e depois ele mesmo faria ela ter aquela mesma sensação gostosa que a Sarah sentia.

A Sarah, espantada, pois nunca se quer imaginara nessa coisas absurdas, mas… Como não queria desagradar ele concordou.

O cachorro inquieto assim que se aproximou da Lilli já ficou com aquele batom vermelho para fora. Sarah ficava olhando curiosa. Ele se aproximava na Lilli, ela levantava o traseiro para ele subir ele tentava, mas aí Dondom tirava… Fez isso por várias vezes e o cachorro já estava louco. Daí ele disse:

– Pronto Sarah, agora ele vai assistir a Lilli ser arrombada na frente dele.

Ela ficou olhando aquela maldade dele. O cachorro com vontade e ele preparando a rola para descabaçar a cachorrinha da família dela.

Ela nunca tinha visto aquilo. Lilli que estava no cio e que de certa forma já estava preparada para o cachorro velho, não se importou quando Dondom tocou na buceta dela, passando o dedo sobre levemente. E o cachorro grunindo e a Lilli empinando o rabo.

Ele enfiou um pouco o dedo e percebeu que estava molhado, daí disse:

– Olha Sarah, sente o gosto da buceta da tua cachorra.

Ela se recusou, mas aí ele mandou. E ela chupou (com muito nojo) o dedo dele melado. Ele então disse para segurar o cachorro perto, para ele ouvir os grunidos da Lilli sendo aberta.
Ele massageou novamente, depois abriu um pouco. Deu pra ver que ela era lacrada. Lilli que já estava afim se ajeitou como se soubesse e ele colocou a cabeça da rola bem na entrada. Sarah segurando o cachorro. Daí ele foi pressionando e ela começou a grunir.

O cachorro velho desenquieto lambendo sua rola. Lilli quando sentiu a cabeça da rola dele encostar em seu hímen se encolheu. Daí Dondom falou para a Sarah chupar um pouco o pau dele e deixar molhado.

Ela, com nojo pois tinha entrado um pouco na buceta da Lilli, mas atendeu… Chupou e deixou o pau dele bem babado.

Ele colocou novamente na Lilli e dessa vez segurou sua cintura para ela mão se encolher, nisso foi entrando… Entrando… E Lilli grunindo olhando para trás. Quando Dondom sentiu que rompeu o hímem da cachorra ele empurrou o resto até o talo. A cachorra tentou se escolher, mas era tarde.

Ele deu umas cinco bombeadas e tirou. A Sarah ficou vendo o rombo, Lilli lambendo. Ele novamente pediu para Sarah chupar, e ela assim fez, e ele novamente enfiou na Lilli.
Nisso o cachorro velho estava inquieto, pois estava com muito esperma acumulado, querendo comer a Lilli. Dondom então mandou a Sarah tirar a roupa, que ela ia satisfazer aquele cachorro, certamente seria a última cachorra que ele comeria na vida.

Dessa vez a Sarah rapidamente disse que não, isso não. Aí ele jogou sujo, disse que contaria para todos o que fez com ela. Ela temendo a surra que levaria, começou a tirar a roupa devagar.

Como dito antes, Sarah tinha um corpinho lindo, coxas grossas, ppk volumosa, cintura fina, cabelos longos e lisos. Ela foi se preparando para aquela primeira experiência, coisa que seus pais nunca imaginariam que a filha deles estaria satisfazendo um cachorro tarado.
Enquanto ele enfiava na pobre Lilli, falou para Sarah chupar a rola do cachorro, mas não deixar ele gozar na boca dela, pois hoje ela levaria para casa, no útero, todo o esperma acumulado naquele animal.

Ela se abaixou, pegou o pau do cachorro. Estava com uma ponta vermelha para fora, ela abriu um pouco mais o couro. Estava saindo um líquido visgoso. Ela olhou com nojo e Dondom mandou novamente ela chupar, pois ele merecia por ver a cachorra dela ser descabaçada na frente dele.

Ele lambeu… Depois abriu um pouco a boca e começou a chupar. Noooossa… O cachorro ficou inquieto. Eu eu imaginando quantos caras não queria estar no lugar daquele cachorro velho que estava ganhando o maior presente da vida.

Quando o cachorro ficou eufórico ela parou, demorou um pouco. Aí Dondom mandou ela ficar de quatro, pois agora ela seria a cadela daquele cachorro.

Dondom me pediu para subir o cachorro sobre ela e ajeitar o pau dele na buceta dela. Assim eu fiz.

Ela se ajeitou para receber logo, pois queria logo que ele gozasse para acabar com aquilo. O cachorro tarado assim que sentiu sua rola (que ficou enorme) começar a entrar na buceta quente da Sarah, quase uiva… Enfiou até o talo. Sarah deu um gemido, afinal o pau do cachorro era mais grosso que o meu pau e do Dondom juntos. Daí ele ficou metendo e tirando rapidinho.

Dondom pediu para eu ficar tirando e colocando o cachorro, pois ele poderia gozar rápido; e o Dondom queria que demorasse mais, para sair muito esperma. Assim eu fiz.

O cachorro velho, tarado na seca de vários anos, comeu a Sarah um bom tempo. Quando Dondom gozou fundo na Lilli aí ele disse eu poderia deixar o cachorro empreenhar a Sarah. O cachorro foi até o final, quando gozou ficou imóvel ele e elaAí Dondom disse:

– Muito bem, o cachorro agora tem uma namorada. Tua buceta tem as medidas dele agora Sarah. Nisso ele tirou o pau de dentro na Lilli e estava um rombo absurdo. A cachorra lambendo o resto de porra que saia de sua buceta.

Ele segurou a cachorra para não lamber e disse:

– Sarah, chupa a buceta de sua cachorra, ela não pode chegar em casa assim. Sarah com muito nojo chupou, chupou até buscar o esperma do Dondom que estava lá no fundo.
O cachorro velho, cansado, tentou sair de cima de Sarah, mas… Estava engatado. Daí ele fez a posição natural, virou de costas para ela e ficaram engatados. Dondom pegou meu celular e tirou uma foto da Sarah toda lindinha com uma cachorro velho engatado nela. Falou que de agora em diante ela daria para quem ele mandar.

Sarah e seu novo namorado ficaram assim por um bom tempo ate que, sua mãe veio lhe buscar perguntar algo para ela. Ela respondeu de dentro da casa (ainda engatada no cachorro) e sua mãe voltou sem se quer imaginar o que acontecia.

Com muita luta a bola do cachorro saiu de dentro da Sarah, e Dondom rapidamente pediu para ela ficar tipo com as pernas para cima, pois ele queria que o esperma do cachorro entrasse no útero dela. Assim fizemos. Ela ficou um bom tempo assim.

Eu e ele levamos ela nos braços até perto da entrada da casa dela (sem ninguém ver), para ela não andar e sair o esperma. Nisso ela colocou a mão na vagina para segurar e foi rapidinho para o quarto. Lá deitou na cama e como estava cansada dormiu. Como sua mãe tinha saído e voltou só umas 9 da noite, não notou que ela estava dormindo desde o final da tarde. Ou seja, ela passou a noite com o esperma do cachorro velho dentro de seu útero.
Dondom passou a ganhar dinheiro ajudando outros meninos de rua a comer pela primeira vez uma menina. Mas isso conto em outros contos.

SARAH, A MULHER DO MOLEQUE DE RUA 2

 Continuando a história em que a Sarah (leia o conto 1) foi desvirginada por Dondom, ela foi direto tomar banho, lavou seu corpo e evidentemente a calcinha suja, foi de toalha para quarto e trocou de roupa, logo mais a noite fomos para a igreja e após o culto meus pais me levaram para casa.

Passou todo um final de semana sem eu brincar com ela, via apenas a noite na igreja.
Na segunda, perguntei se ela queria brincar lá na serraria… Ela tinha ficado um pouco diferente comigo. Disse que talvez.

Daí quando estávamos brincando novamente Dondom aparece e ela fica toda feliz (creio que ela estava gostando de dar para ele). Dondom disse para a gente ir para a casa maior (abandonada) que lá tinha mais coisas.

Entramos e lá tinha uma cama grande com um plástico sobre o colchão para proteger. Ele tirou a cobertura e ela disse que queria brincar daquilo. Ele, apesar de moleque de rua, ficou meio que sem reação. Então disse:

– O Paulinho também vai brincar?

Ela ficou pensativa, afinal ela sabia que eu nunca tinha feito nada disso. Mas disse sim.

Então Dondom foi tipo me ensinando o que fazer. Baixou a calcinha dela, colocou ela na posição de frango assado e mandou eu chupar o priquito dela.

Estava um tanto já aberto devido os dois dias que Dondom comia ela com tudo, notei também que sua ppk dessa vez tinha adquirido um cheiro parecido com o da rola de Dondom. Mas… Me aproximei e pela primeira vez chupei uma buceta. Tinha um gostinho salgado, pois eu estava chupando tudo.

Enquanto isso ele deu o pau para ela chupar. Ele agachado sobre a cabeça dela e eu chupando a ppk. Ele enfiava seu pau bem fundo na garganta dela, ficando só o saco com alguns pelos de fora. Ela faltava engasgar.

Daí ele disse pra eu e ele trocar de posição. Eu tirei a roupa (meu pênis era um pouco maior que o dele, porém mais fino).

Aquilo não era bem o ideal que eu queria com ela, comer ela como uma garota qualquer, mas enfim… Botei o pau na boca dela e ela chupou.

Enquanto isso Dondom chupava a buceta dela, abrindo com os dedos. Ele disse:

-Paulinho vou dá umas varadas nessa safada, depois é tua vez.

Assim ele fez, enfiou bem forte várias vezes; e eu entretido no boquete dela percebia apenas ela se mexendo a cada estocada.

Daí ele parou e disse que era minha vez. Eu me preparei para colocar naquela ppk um pouco aberta, mas ele disse:

-Calma Paulinho, primeiro tem que preparar ela. Chupa ela primeiro.

Mas eu questionei pois ele tinha colocado o pau dele lá. Ele disse que não teria problema. Como ninguém além de nós tinha visto assim eu fiz.

Estava com um gosto diferente do anterior , dessa vez estava meio melequento. Aí ele disse para eu colocar a língua cada vez mais fundo… foi quando eu senti algo meio morno e gosmento. Era o esperma de Dondom que estava na buceta da Sarah.

– Poxa Dondom, vc devia ter avisado. E vc Sarah sabia e não disse nada. Saí do quarto e ele ficou sorrindo.

Mas ela ficou meio que com pena de mim. Ele ficou comendo ela em um papai e mamãe. Aí ela me chamou e disse:

-Paulinho, vem vou deixar tu ser o primeiro a colocar no meu bumbum. Eu fui e ele estava estocando ela. Deitei ao lado e eles continuaram fudendo aí ela ficou de lado com ele, mas ele continuou comendo ela.

Eu então abri as nádegas dela, ela tinha um bumbum bem acima da média das meninas de sua idade, no entanto o furinho do ânus parecia ser bem pequeno.

Eu cuspi na mão e passei em meu pau, depois passei o dedo bem na aureola do cuzinho dela. Ela afastou o bumbum para trás para me dá.

Eu coloquei um dedo e fui preparando o caminho, era bem apertado. Quando estava liso, tentei colocar dois ela deu um gritinho pois ainda estava aquentando a rola do Dondom na xereca. Mas fui tentando até entrar.

Quando entrou ví que já cabia meu pau. Coloquei a cabeça bem na entrada e pressionei. Ela fez cara de dor mas a cabeça rompeu as pregas e entrou.

Daí eu ajeitei meu corpo para enfiar tudo de uma vez (estava com raiva da situação, ela sendo a puta daquele moleque), me preparei e tam… Ela deu um gritinho fino e eu coloquei a mão em sua boca.

Deixei a tora (torinha rsr) lá até seu cu se acostumar com rola. Mas o Dondom continuava a estocar o priquito dela. Minha rola sentia a rola dele passar pelo outro lado naquela dupla penetração.

Aí eu comecei a estocar também. Enfiava sem pena alguma, queria deixar ela sem nenhuma prega.

Daí o Dondom teve uma ideia… Ele queria deixar a ppk dela mais aberta e sugeriu eu e ele enfiar na buceta dela. Eu tirei o pau e estava meio que melado de cocô mole na ponta. Eu disse que teria que lavar pois tinha cocô da Sarah, ela ficou toda envergonhada. Limpei.

Ele ficou por baixo, ela de joelhos sobre ele deitada sobre seu peito e com a ppk preparada para receber duas madeiras ao mesmo tempo. Eu ví aquele pau preto dele atolado todinho naquela ppk rosinha… Tentei colocar o dedo mindinho a faltava não entrar.

Mas imaginei que a vagina dela poderia se expandir. Então, novamente cuspi e fui… Ele tirou sua rola deixando só a cabeça, eu apertei meu pau contra o dele para deixar uma vaga e coloquei no pequeno espaço que abriu, e ela com cara de dor. Com muita luta ví que a cabeça da minha rola também tinha entrado.

Aí ele disse:

– Sarah, se prepara para levar varada de dois ao mesmo tempo.

Então combinamos em contar até três e enfiamos ao mesmo tempo.

Ela novamente deu um gritinho sufocado. Estava aberta de vez, dessa vez já aguentaria até um homem adulto. Eu deixei o meu todo dentro, estava muito apertado. Já o Dondom ficava mexendo o pau dele dentro. Parecia que ele queria realmente arrombar ela.

Então eu coloquei o dedo polegar no ânus dela, ele ficou beijando ela de língua. Até que senti algo quente na minha rola. Era o Dondom gozando.
Eu tirei meu pau e logo depois ele tirou o dele. Dessa vez o priquito dela estava ainda mais aberto, como um oco que dava pra ver escuro. Aí eu pensei, agora sim ela deve aguentar aquele velho tarado.

Ela ficou com cara de dor com a mão no priquito, reclamando que sua ppk estava doendo e ele sorria sem se importar. Eu estava preocupado da mãe dela perceber que ela estava arrombada.

Ela chupou o pau dele para limpar e o meu (que ainda não gozava) senti a coceirinha.

Desde então nunca mais tive a visão romântica sobre a Sarah, sempre que a via lindinha no culto, imaginava que ela era apenas o depósito de esperma do Dondom.

Enquanto isso, passamos a articular a ida do catador de latinha ao encontro com Sarah, queríamos que ele ficasse com esperma acumulado de muitos dias e que ela ficasse com o esperma dentro por uma noite inteira. Mas antes disso, Dondom tinha umas fantasias com cachorros e com alugar ela para fazer os demais moleques de rua ter sua primeira vez com uma garota. Mas isso é coisa para outro conto.

quarta-feira, 13 de julho de 2022

SARAH, ESPOSA DO MOLEQUE DE RUA 1

Essa história tem a ver com um acontecimento muito marcante em minha infância, onde eu pouco conhecia sobre relacionamentos uma vez que sou de família evangélica e passei boa parte da minha infância morando em fazenda (longe de outras crianças).

Quando eu tinha 9 anos (sou filho único) meu pai assumiu a gerencia de uma fazenda próximo a um vilarejo, passamos a congregar na igreja desse povoado. Logo meus pais fizeram grande amizade com o dirigente local e sua família; de tal modo que quando eu saía da escola ficava na casa deles, almoçava e ficava o resto da tarde até o horário do culto a noite. Pois bem…

A família do dirigente era formada por ele, sua esposa irmã Lígia (uma mulher de uns 25 anos, morena clara das coxas grossas e cintura fina, cabelos lisos flexa compridos), e também tinham uma filha única a Sarah (Sarinha) de 8 anos, quase 9 na época.
A Sarah, tinham a mesma característica da mãe, coxas grossinhas, ppk cheinha (que dava pra perceber pelo volume), cabelos compridos até a cintura, porém era um pouco mais clara que a mãe. Ela era uma garota muito tímida, educada e assim como eu sem nenhum conhecimento da malícia do mundo.

Por nossas famílias serem amigas e por os pais delas ter confiança em minha inocência, podíamos brincar sozinhos durante toda a tarde. Geralmente brincávamos em uma serraria desativada que ficava em um terreno amplo aos fundos do quintal da casa dela. Existia casas abandonadas de ex funcionários e a gente ficava por lá.

Nesse mesmo vilarejo existia um garoto – (Dondom) que era praticamente criado solto, vivia nas ruas, tinha em torno de 12 anos, magro, negro de cor bem fechada, mas devido a sua alimentação aparentava ser da nossa idade (da nossa altura). Certa vez eu ouvi (escondido) os pais da Sarah falar sobre ele:

– Lígia, aquele moleque moreno leva as cachorras da vizinhança para o mato e tira a virgindade delas, fica atenta para ele não fazer isso com a nossa.

Ou seja, Dondom já tinha ejaculação e como não tinha mulher para ele, se aproveitava das cadelas.

Certa vez quando estávamos brincando nessa serraria o Dondom apareceu escondido e me chamou no canto da cerca. Disse:

– Paulinho vc gosta de caçar passarinho com baladeira?

Eu respondi que sim, mas não tinha baladeira. Daí ele me fez a seguinte proposta:

-Eu posso te emprestar a minha se vc amanhã levar a Sarah para a ultima casa, dizer para ela não falar para ninguém.

Eu logo imaginei que ele queria brincar com a gente e que seria escondido dos nossos pais pelo fato deles não querer nossa aproximação dele. Respondi que estava combinado. Ele sorriu e disse que seria logo depois que a gente terminasse de comer.

Pois bem… No dia seguinte falei com a Sarah pela manhã na hora do recreio que o Dondom queria brincar com a gente, mas que seria escondido pois nossos pais não aceitava contato com ele. Ela toda inocente aceitou ficar calada sobre isso.

Assim que terminamos de almoçar falamos para a mãe da Sarah que brincaríamos até o final da tarde. Quando chegamos na casa mais afastada da serraria, com cautela empurramos a porta… O Dondom estava lá, ele pediu pra gente fazer silêncio. Entramos e ele fechou a porta. Estava um cheiro no ar de sebo de rola, a gente achou estranho pois cuidávamos da nossa higiene.

A Sarah que estava ainda na saia da escola ficou olhando as coisas da sala, um sofá velho em um quarto, sem ouvir o que a gente conversava… Daí ele me disse:

– Paulinho, eu vou descabaçar a Sarah. Estou a 3 dias sem bater punheta, quero despejar toda essa gala dentro da buceta dela.

Eu fiquei sem reação com aqueles termos, pois eu tinha um amor platônico por ela, a gente era uma espécie de namoradinhos, mas sem se quer beijar.

Ele me disse para eu deixar ela sozinha com ele que eu poderia ficar de vez com a baladeira.
Eu, que queria muito a baladeira, aceitei. Mas… Apenas fingi sair, fiquei escondido na sala ao lado que dava pra ver por uma fresta o que aconteceria no quarto.

Quando ele pensou que eu tinha saído falou para a Sarah:

– Vem aqui nesse quarto Sarah, quero te mostrar algo. (ela era daquelas garotas tímidas que não sabe dizer não).

Ela entrou primeiro e vi ele olhando para o bumbum dela.

Daí ela sentou no sofá e ele disse:

– Sarah, eu quero brincar de papai e mamãe contigo.

Ela toda inocente perguntou como seria e ele disse que eles fariam amor. Ela continuou sem entender.

Então ele disse que colocaria o piupiu dele todinho dentro da florzinha dela.

Ela se assustou e disse:

– Mas isso deve doer!

Ele disse que colocaria com cuidado, que sua florzinha parecia ser grande e caberia tudo.

 Ela então concordou.

Ele ficou em pé na frente dela, ela sentada no sofá. Ele disse para ela ver o tamanho.

Quando ele baixou o short vi que seu pênis era um pouco maior que um isqueiro, estava duro e latejando e era de lá que vinha o odor.

Ela ficou olhando o pau dele bem pertinho de seu rosto, parecia curiosa. Ele pediu para ela tocar, pois logo ele estaria todinho dentro dela. Ela deu um leve sorriso.

Ela se aproximou ainda mais, abriu o corinho a viu que tinha umas coisas brancas. Ele pediu para ela lamber e depois chupar.

Eu fiquei imaginando que ela não teria coragem. Mas ela começou passando a língua para limpar, depois fechou os olhos, abriu um pouco a boca e ficou chupando a cabeça da rola dele. Ele levantava os pés, certamente a primeira vez que recebia um boquete.
E eu fiquei sem acreditar com aquela cena. Ela toda lindinha, a garota que eu amava chupando uma pica ensebada que certamente a poucos dias estava dentro do útero de alguma cadela.

Daí ele pediu para ela parar, pois ele estava quase gozando em sua boca. Ela se levantou do sofá e ele sentou. Então disse:

– Deixa eu ver o tamanho desse teu priquito Sarah. Levanta a saia.

Foi quando pela primeira vez eu passei a perceber o quanto ela tinha um corpo lindo, uma pena que o Dondom seria o primeiro a deixar suas medidas nele.

Ela levantou a saia e sua ppk era inchada, faltava sair pelas laterais da calcinha. Dondom ficou eufórico em saber que tiraria a virgindade daquela princesa.

Ele se aproximou, beijou sobre o capús, nas laterais das coxas… Eu pude perceber que a Sarah, que limpava a boca pelo resto de sebo da rola de Dondom, estava mordendo os lábios. Ou seja, estava gostando. Logo em seguida ele pegou nas alças da calcinha dela e começou a baixar… Nossa!

Foi a coisa mais linda que eu vi. Era volumosa, tinha um risco no meio. Ele abriu um pouco com os dois dedos e deu pra ver a linguinha e um pequeno furo. Já estava um pouco molhada (ela já estava instintivamente querendo receber madeirada).

Ele passou a lamber a chupar… Ela começou e respirar mais fundo. Aí ele disse:

– Sarah, quando já tiver querendo pica tu me avisa.

Ele, sentado, mas dava pra ver que suas bolas já estava descidas. Ou seja, ele já tinha esperma. Em seguida levantou.

Ele apesar de mais velho, era um pouco menor que ela. Pediu para ela baixar de vez a saia. Ficaram pelados um na frente do outro.

Ele falou algo no ouvido dela e em seguida começaram a se beijar… Parecia um casal de namorados, pois ele tentava beijar de língua ela. Ele aproximou o corpo e sua vara tocou levemente a buceta dela. Ela rapidamente olhou para baixo para ver.

Ele então combinaram que ele abriria os lábios do priquito dela e ela pegaria e colocaria a rola dele na entrada de sua ppk. Assim fizeram.

Ele arreganhou a ppk dela e ela pegou o pau dele e colocou bem na entrada. Como ele era menor deu certinho. Aí continuaram se beijando.

Ela passou a apertar o bumbum dele. E ele a apertar o bumbum dela, abrindo as laterias.

 Mas sem penetrar, só fazendo o vai e vem.

Até que ela deixou a timidez de lado e falou toda sem jeito:

– Dondom, enfia logo esse seu piupiu em minha florzinha.

Ele então mandou ela ficar de quatro no sofá… Mandou ela baixar ainda mais a barriga de modo que sua vagina infantil ficasse totalmente expostas.

Pegou o seu pau que estava duro e latejando, cuspiu para lubrificar ainda mais…

O local que eu estava vendo, ficava exatamente na posição que dava pra ver a buceta dela.

Estava com a língua para fora devido as chupadas do Dondom.

Ele então veio segurando o cacete com uma das mãos e deu pra ver ele abrindo os lábios do priquito dela com os dedos para colocar a cabeça da rola dele bem na entrada. (Certamente era assim que ele fazia com as cadelas). Deu para ver isso por baixo das pernas dele.
Ele segurou ela pelos cabelos e disse:

– Sarah, tá na hora que tu conhecer pica. Vou te deixar nas minhas medidas.

Então ele começou a pressionar. Ela fazia gesto de dor, e ele pedia para ela não fazer barulho e aguentar tudo calada. Então eu fui vendo toda aquela rola entrar devagarinho na buceta da menina que eu amava. Ele estava fazendo dela mulher.

Quando ele sentiu que a cabeça de sua rola rompeu o hímen dela, ele parou um pouco retirou e colocou novamente, ficou fazendo isso… Queria que o hímen dela aceitasse o seu mastro, certamente uma experiência que ele havia tido com as cachorras.

Ela apenas apenas dava gemidinhos baixos a cada vez que a rola dele rompia o hímen e fazia cara de dor sentindo sua ppk ser aberta daquela maneira. Ele foi enfiando cada vez mais… Mais… Até que disse:

-Sarah, acho que meu pau topou no limite de sua buceta (no colo do útero dela) mas ainda não entrou toda a minha rola. Vou tentar colocar tudo.

Aí segurou no bumbum dela para não ir pra frente e fez força para entrar tudo. Nessa hora ela deu um gemido, pois seu pau estava empurrando o útero infantil dela. Mas ele conseguiu empurrar até o tronco.

Fiquei vendo aquela cena do cacete do cara entrando todinho nela, e os pais dela nem imaginava o que a filha única deles estava aguentando tudo aquilo justamente do moleque que eles mais detestavam. Ele disse que ela era muito mais gostosa que qualquer outra cachorra que ele havia comido.

Ele foi metendo tudo cada vez mais rápido até que ficou eufórico e percebi que ficou nas pontas dos pés…mantendo sua pica atolada todinha dentro a buceta da menina. Dondom havia enchido o útero de Sarah de esperma quente dos 3 dias que ele estava sem se masturbar, pela primeira vez seu organismo estava recebendo gala de um macho.

Ele ficou um tempinho com a jeba dentro, até amolecer um pouco. Então tirou.

Eu vi que ficou um rombo e sangrava um pouco. Ela passou a mão e viu o sangue e esperma saindo de seu priquito.

Ele disse para ela limpar novamente o pau dele e que daquele dia em diante ela passaria a foder com ele todas as tardes. Ela balançou a cabeça que sim. Em seguida chupou o pau dele até limpar o sangue e esperma.

Daí eu fui até a porta e fingi que estava batendo, pedindo pra entrar. Ele disse sim e eu entrei (fingindo não saber de nada).

Ela estava meio desconfiada segurando a região da vagina (cheia de esperma). E ele todo feliz. Falou:

-Sarah, depois vou trazer um amigo pra brincar com a gente. Aquele senhor que cata recicláveis, ele já é idoso mas sabe brincar.

Eu pensei comigo “aquele senhor de 50 anos, com mais de 15 anos viúvo e portanto sem ver mulher, vai arrombar de vez a pobre Sarah”.

No caminho pra casa ela disse que queria fazer xixi. Ela fez e saiu muito esperma. Eu fingi não saber e perguntei o que ela aquilo no xixi dela. Ela ficou sem jeito e não respondeu.
Eu então falei:

-Sarah, o Dondom te fudeu?

Ela balançou a cabeça que sim. Eu então perguntei se ela tinha gostado e ela falou que sim.
No dia seguinte o Dondom novamente comeu ela, agora em um papai e mamãe em outra casa em uma cama velha, dessa vez eu assistindo. Dias depois levou o senhorzinho para comer a Sarah, mas aí será conversa para outro conto.

terça-feira, 12 de julho de 2022

ME VINGANDO DA MINHA EX COM A NORINHA NOVINHA DELA - PARTE 2

 Depois que a Cat foi embora aproveitei o sábado para descansar e pensar sobre o que tinha feito e o que faria no futuro, no final da tarde, volto para casa, ainda tentei dar uma foda com a minha ex naquela noite mas não rolou para variar. 

No domingo de manhã fui ao mercado e topei com a Cat, ela estava com a mãe e a irmã mais nova, dei uma disfarçada, falei que queria ver ela de novo, ela desconverso, e eu falei que precisava conversar com ela.

Ela até aceitou conversar, falei que poderia ser na segunda de manhã, ela falou que poderia, e que ela ia se encontrar com meu enteado hoje, perguntei como ela estava, ela falou que sonhou comigo a noite inteira, mas não me deu detalhes.

De rabo de olho vi a irmãzinha dela nos olhando, fingi que não a vi, mas não fiz nada de anormal, Cat saiu de perto e vi que a irmã dela passou por mim, ela queria me ver de perto, a comi com os olhos, ela ficou me encarando, e chegou a rebolar para me chamar a atenção.

Voltei para casa e o dia correu normalmente, depois do almoço meu enteado saiu, fiquei imaginando ele deve ter ido atrás da Cat, minha mulher falou que ia sair, ia na casa da minha sogra, minha filha não quis ir junto, e falou que ficaria no quarto pois tinha que estudar, e eu iria dormir um pouco.

Mas não consegui dormir muito acordei com uns gemidos, levantei sem fazer barulho, e fui descobrir o que estava acontecendo, o barulho vinha do quarto do meu enteado, abri a porta da minha filha e ela estava dormindo com fones de ouvido, dei uma conferida, ela estava de calcinha e camiseta, vou te contar minha filha é gostosa, mas eu queria saber o que estava acontecendo. Eu voltei ao meu quarto, pequei o meu celular e o coloquei em modo silencioso, e dei a volta na casa e fui na janela, ver o que estava acontecendo, pela janela coloquei a câmera do celular e comecei a filmar, era meu enteado, com uma outra garota, esta estava fazendo um anal, com ele, ele estava deitado na cama e ela de corcova sobre ele de costa para ele, olhei bem para ver se a conhecia, e para minha surpresa, era uma gatinha que morava na mesma quadra que nos, ela tinha uns 11 anos, era meio putinha, mas fazia as coisas sem os pais saberem, para a família ela era santa, mas eu já sabia o quanto ela eea putinha.

Eles ficaram nessa por uns 10 minutos, ele gozou, e já mandou ela descer. Ela ficou encarando ele, e ele se arrumou, e já foi a colocando para fora, eles saíram, e eu quando estava voltando para meu quarto voltei a dar mais uma na minha filha, como ela sempre mantem a porta do quarto fechada ela fica bem a vontade no mundinho dela, chequei perto para ver como ela estava, como ela estava deitada de barriga para cima, e de pernas meio abertas deva para ver a sua bucetinha pela calcinha, e como eu já estava excitado pelo que tinha visto antes, vi que o fones estava ligado ao celular dela, e vi na tela que estava passando um vídeo pornô, ela devia ter se masturbado e dormiu em seguida, a fruta não cai longe no pé, e eu sabia o quanto ela era foguenta, mas como este conto não é sobre ela, eu passei minha mão sobre a calcinha dela, e estava melada, dei umas alisada e ela acordou, quando viu que era eu fez aquela de manhosa, falei para ela que tinha uma novidade para ela, sempre fomos muito apegados.

Caroline se sentou na cama, tirou os fones e me perguntou o que foi, pedi para ela ligar o bluetooth do celular e mandei o vídeo que havia gravado para ela, ela já viu o vídeo em seguida, me olhou de novo e soltou, meu irmão é um tonto, não sei como consegue ser tão nojento assim.

Eu – Por que filha

Caroline – Pai, olha isso, a guria fez tudo sozinha, ele não move um dedo, ainda goza e já despacha a coitada, ele deveria pelos menos manter a ereção até ela terminar a parte dela, me da até vergonha deste meu irmão.

Eu – Este guri não sabe nada sobre mulheres.

Caroline – Ele ainda anda se gabando que tem uma namorada, e que uma hora vai trazer a família dela para nos apresentar.

Eu – Eu não estou sabendo de nada.

Caroline – Mas a mãe não te contou nada.

Eu – Filha sua mãe nem me olha direito, ou vc não reparou nisso.

Caroline – É a mãe só anda pensando nela depois que terminou a faculdade, eu até acho que ela tem um macho por fora.

Eu – Vc está sabendo de alguma coisa.

Caroline – Liguei na vô para saber quando a mãe voltaria, mas a vô falou que ela não foi lá hoje.

Eu – Bem que eu desconfiei, mas não posso julgar ela, pois eu também faço sexo fora do casamento.

Caroline – Vc não faz fora, eu sou da família, e vc me ensinou tudo que sei, e nunca me machucou para isso.

Eu – Eu sei minha princesa, mas não sei como será nosso futuro.

Caroline – Não fica assim paizinho.

E ela já foi me puxando para junto dela, mas eu não estava com cabeça para dar uma trepada naquela hora, mas ela me segurou pelos cabelos e empurro para baixo, sabia que ela queria dar uma gozada, deslizei e me sentei no chão e encostei minha cabeça na beirada do colchão, ela tira a calcinha e já cai sentando sobre o meu rosto, ela se ajoelhou com os pês para fora do colchão e eu olhando para cima, ela sentou com toda a ânsia que ela tinha por sexo.

Quando senti minha boca encaixando em sua bucetinha, eu esqueci todos os meus problemas, e me concentrei em fazer o melhor oral, chupando o seu pequeno clitóris e a penetrando com a língua, aproveitando para apalpar suas nádegas e lubrificando meu dedo médio com seu liquido lubrificante e minha saliva, quando coloquei a ponta do meu dedo no orifício do ânus dela, ela já estava encolhida, sobre minha cabeça e quando comecei a penetrar aquele cuzinho lindo, ela já estava começando a ter um orgasmo, quando chequei a segunda dobra de meu dedo, ela começo a falar, paizinho não faz isso, eu vou começar a gritar, vc sabe que eu não aguento, isso, vc quer me fazer perder a cabeça, eu vou gozar.
Eu não podia nem falar por estar com a bucetinha dela quase toda na minha boca, mas ela sabia que tinha que se controlar e começou a morder o travesseiro, o que abafava muito seus gemidos, e em menos de 10 minutos ela soltou seu melzinho dentro da minha boca, e segurando empurrava meu dedo para penetrar ela mais, aproveitei e forcei meu dedo indicador para penetrar seu ânus, quando entrou os dois dedos ela já tremia toda e soltava o melzinho e um pouco de xixi, na minha boca, ela entrou no que eu chamava de modo louca, era quando ela tinha orgasmos múltiplos, consegui manter ela nisso por uns 3 minutos.
Tirei os dedos do anus dela, e ela desfaleceu, ainda a lambi até secar toda sua bucetinha, a deitei na cama, a vesti com uma calcinha daquelas que parece um shortinho, e a cobri com um lençol, ao sair do quanto ela ainda me falou.

Caroline – Te amo papai.

Fui direto para o banheiro tomar uma ducha, para apagar meu fogo, e tirar o cheiro de sexo que eu tinha.

Não demorou muito e minha mulher chegar, foi direto para o banho também, dei uma ajuda para ela no banho esfregando suas costas e fui fazendo carinhos até que acabamos fazendo sexo, foi meio brutal, sem carinho e quando tentei fazer um anal, ela não deixou, mas a fodi por trás com ela encostada na parede, mas olhando para baixo vi esperma escorrendo de seu anus, ali tive certeza que ela estava dando seus pulos, mas quem era eu para a critica-la.

Ela teve seu orgasmo eu gozando dentro de útero dela mais uma vez, o que a deixou muito feliz, e continuo seu banho eu sai e fui me vestir, depois de me vestir fui sentar na varanda de casa e depois de um tempo ela veio me fazer companhia, ela estava bem feliz e conversamos um bom tempo, eu que já tinha certeza que ela estava dando seus pulos, mas eu não estava entendendo por que ela fez sexo comigo e tinha ficado tão feliz, mas coisa boa não era para o meu lado.

O resto do domingo foi tranquilo, mas minha cabeça estava na segunda de manha, a ansiedade era grande mas eu não podia transparecer.