quinta-feira, 26 de maio de 2022

SUZANA 2

 Para vc entender bem e relato, leia a parte anterior. 

Bom depois que enviei o crédito, fiquei numa agonia só, aguardando a foto. Pensei avisar que já tinha colocado, mas não podia demonstrar minha impaciência e o Celular avisaria o recebimento. Estava tenso, ansioso sentado no banco da pracinha perto de casa. 

Os quatro dias sem vê-la e a lembrança do acontecido renderam muitas punhetas e arrependimentos. Mas procurava me justificar com a falta de atenção, que André estava devotando a ela. Eu particularmente tinha certeza, que esse relacionamento não ia vingar. 

Não sei que o André tinha na cabeça, perder um mulherão daquele, só se ela não presta-se na cama, que eu com minha experiência tinha certeza que não era o caso. E já tinha visto as duras que sua mãe estava dando nele, por causa das suas galinhagens. Ouvi ela falando, que Suzana não merecia aquilo. Não quis perguntar o que era. Dei um pulo quando ouvi o alarme de aviso de msg, olhei rápido… merda era de operadora. 

Resolvi ir pra casa aproveitar que Andreia não estava. Entrei no quarto e liguei a TV. Logo ouvi de novo é dessa vez eram duas fotos chegando. Meu coração estava acelerado, peguei o Celular e fui pro banheiro. Eram duas fotos: A primeira ela estava nua da cintura pra cima mostrado seus peitos lindos e rosto. Ainda fez pose a bandida… Estava piscando o olho esquerdo, sorrindo com a pontinha da língua aparecendo e o indicador mostrando os seios. A pose estava muito sugestiva e sexy. A outra da cintura pra baixo dando um closet na sua bucetinha com as pernas semiabertas. Era linda! Era bem pequena para seu tamanho, gordinha e fechadinha com uns poucos pelos finos e ralos, quase careca. Meu tesão chegou ao máximo e bati uma punheta louca gozando barbaridade. 

Sai do banheiro e depois de casa rapidamente. Tinha que falar com ela. Escutar sua voz e dizer o que estava sentindo. Em casa alguém podia escutar. Caminhei para a segunda praça depois de casa, perto do Cintra. Lá era o ponto para os eskeitistas treinarem. Sentei num banco e liguei. Já estava mais calmo e com dois toques ela atendeu e as primeiras palavras foram…

– E aí sogrão gostou?

– Sim! Muito… Menina vc não existe, pode falar?

– Sim! Minha mãe ainda não chegou.

– Garota vc é um tesão!

– Vc acha mesmo?

– Sim! Posso te contar um segredo?

– Vai! Manda ver…

– Bati uma punheta, olhando suas fotos.

– A ideia era essa. Tenho que desligar a mamãe tá chegando…Aah! Não esqueça de apagar para não dar problemas. Beijos!!

– Pode deixar… beijinhos nela! – Deu pra escutar ela rindo. Dei mais uma olhada e apaguei… era o mesmo sentimento de quem perde algo muito valioso.

    Era sexta-feira e nós não tínhamos mais farinha. Ainda não tinha viajado pra buscar, porque ele ainda não tinha completado a carga. Eu estava no computador relacionando as vendas e dando baixa nos recebimentos. Eram quase 15h00 , quando bateram no portão e Géssica foi abrir. Ouvi a voz da Suzana, meu coração acelerou e senti minha fronte palpitar, mas fiz de conta, que nada estava acontecendo. Ela desviou do sofá e olhado pra direita me viu, deu um sorriso alegre e acenou com a mão acompanhado a Géssica. Todos estavam lanchando, Andréia convidou-a a juntar-se a eles. O meu escritório era imenso, ficava de frente pra sala e do corredor, que levava direto a cozinha do lado direito do corredor ficava o quarto do André e em seguida um jardim de inverno que tinha um chuveiro o quarto do Marcelo e Géssica. Ela era sobrinha da Andreia e veio de Gurupi, para fazer faculdade. Do lado esquerdo ficava o nosso que era o maior. Terminaram o lanche e ouvi André falar, pra mãe que ía pro Lusitano jogar bola. Andreia também tinha que entregar uma revista de pedidos da Natura pra Luzia e depois ia com a Géssica na costureira. Marcelo veio com Suzana, pra sala jogar videogame. Maria estava terminando de lavar a louça do lanche pra ir pra casa. No final ficamos os três. Passados uns 20 min, escutei os amigos do Marcelo o chamando para andar de bicicleta na pracinha. Suzana veio no escritório, ficando atrás de mim com as duas mãos no meu ombro. Que meu sogrão tá fazendo? – Respondi que estava terminando o serviço. Olhou e disse:

– Perguntei pra sogrinha e sabe que ela respondeu? – Balancei a cabeça negativamente. – Ela disse se não estivesse trabalhando, estaria vendo mulher pelada ou vídeos de sacanagem. Aah! Paguei minha conta viu? – concordei e disse:

– Se vc fosse olhar que queria ver?

– respondeu de imediato.

– Os vídeos né? – fechei a página e fui pro histórico, procurei e depois de achar, abri um vídeo que já tinha visto, de uma novinha com um coroa muito bom, que tinha de tudo. Ela começou assistir com atenção. De repente me mostrou…

– Olha Neto! Olha…parece com o seu. Era o membro do ator que era bem dotado. Continuou assistindo, de vez em quando apertava meu ombro, acho que sem querer.

– Nossa! Será que ela vai aguentar? – era o ator tentando comer o cu da garota.

– Vai sim! Pode ter certeza. – quando entrou tudo ela comemorou…

– Eita bichinha guerreira. – Então perguntei…

– Já fez anal? – Ela me olhou desconfiada e ficou calada. Então intimei com mais veemência.

– Então já fez? – Respondeu com firmeza.

– Já sim! Foi o primeiro que dei antes de perder a virgindade. Satisfeito? Não pergunta mais nada, tá parecendo padre.

– Na verdade não.

– Mas já está bom. – Vc bem que podia tirar uma foto e mandar pra mim também?

– Tiro sim! Que dia vc quer?

– Amanhã a noite, porque assim posso tocar uma também. – Cara de pau aquela menina, pensei.

– Vc se masturba? – perguntei.

– Lógico né? Desde novinha. – O vídeo tinha acabado…

– Quer assistir mais?

– Agora não! O André não está aqui para me ajudar. E acho que vc está querendo se aproveitar de mim né? – Dei um sorriso safado e respondi.

– Imagina! – Desliguei o computador. Sentamos na sala. Ela estava de short jeans e uma camiseta larga estampada com a campanha de caminhada evangélica e calçada com um tênis branco. Eu estava com uma camiseta regata, calção de futebol e sandálias havaianas. Estava sentada de frente pra mim com as pernas gostosas cruzadas. De repente falou…

– Neto! Posso te perguntar uma coisa. – Nem me chamava mais de Sr.

– Pode!

– Como é sua vida sexual com a sogrinha?

– Dei o troco.

– Só se vc me contar a sua. – Pensou um pouquinho e concordou.

– Não muito boa! Andreia faz tudo. Mas com muito empenho e se tiver de veneta. Só goza uma vez e pronto, acabou a mulher. E não gosta de fazer todo dia, uma ou duas por semana. Além de ser possessiva e ter um ciúme doentio.

– Nossa! Quem vê vocês dois não diz. Seu filho puxou a mãe. Só faz papai-mamãe sem variações e gozou acabou o homem. Eu que fico insistindo pra gente ficar. Será que todo casal é assim? Já vi a mamãe brigar muito com o papai, por isso também. Ele fala que ela é tarada, que o demônio tomou conta dela, que é preciso orar para tirar isso da cabeça, ela fica uma arara com ele.

– Não! Eu se pudesse toda hora trepava. E já fiquei com muitas mulheres, que também são assim.

– É mesmo? Tem muita mulher assim…tem?

– Tem sim! Porque?

– Eu também sou assim… Se pudesse era todo hora. Vou te contar uma coisa, mas jura que não conta pra ninguém? Olha lá!

– Pode ficar tranquila…juro!

– Desde novinha tenho um fogo danado. Comecei a me tocar e logo aprendi bater siririca. Eu orava muito pensando, que era coisa do demônio e não tinha coragem de contar pra ninguém. Só agora falo pra vc. Agora percebo que mamãe também é assim.

– Com o assunto meu pau ficou duro e ela deu uma olhada e disse:

– Nossa já tá assim? Credo!!

– Me conta quando e como perdeu a virgindade?

– Faz tempo. Primeiro dei o cuzinho pra ele e depois a buceta. – Olhei bem nos olhos dela é perguntei…

– Vc chupava ele? Deixava gozar na sua boca?

– No começo eu batia pra ele e chupava. Mas não deixava gozar. Só no final do nosso relacionamento que sim. Com seu filho nunca nem chupei. Só bati pra ele. – Me levantei e ficando de frente pra ela tirei o pau pra fora e falei…

– Vai pega nele?

– Nossa! Tá doido! Pode chegar alguém.

– Levantou-se e foi olhar no portão e eu fiquei com o pau na mão. Voltou rapidinho e tornou a sentar-se comentado depois de segurar nele.

– É muito grosso! Não dá nem para abarcar olha! Tentou fechar a mão nele. Ensaiou uma punheta e parou.

– Ele é muito bonito.

– Dá uma chupadinha…vai? – Ficou na dúvida…

– Vamos tomar juízo…aqui não dá, – Deu um beijinho nele e falou…

– Vai guardar! Tô toda molhadinha… – Resolvi atendê-la! Fui no portão e vi o Andreia conversando com uma vizinha junto com a Géssica, já estavam vindo.

    No sábado eu já tinha tirado a foto do meu pau e deixei no Celular. Se Andréia visse não tinha problemas porque estava junto com as fotos dela nua. Ela gostava de deixar eu tirar. Depois do Culto fomos buscar Suzana na igreja dela para irmos num parque de diversões enorme, que chegou e instalou próximo a praia grande. Como seu pai estava tocando em Mirinzal Dona Silvana veio conosco. Só a Géssica ficou em casa. Chegando comprei os ingressos e dei pra todos. Ficou um impasse. Marcelo queria ir pro Bate-bate e André montanha russa. Andreia foi com ele, eu fui com o André é dona Silvana. Entramos em dois carrinhos André e namorada num e eu com dona Silvana no primeiro atrás deles. Na subida foi tudo tranquilo mas na descida ela se agarrou em mim desesperadamente. Ela estava a minha esquerda, quando foi subir de novo ela se soltou e quando desceu, tornou se agarrar de novo. Dessa vez ao levar a mão para segurá-la foi direto no seio esquerdo onde espalmei a mão bem em cima. Senti sua rigidez e como não houve recusa fiquei segurando, sentia seu perfume, e a cosquinha do seu cabelo esvoaçantes pelo vento. Notei que Suzana deu uma olhadinha de relance. Ela estava vestida numa blusinha branca colada, um casaquinho vermelho manga 3/4, e uma saia justa longa com uma abertura atrás. Minha mão estava entre o casaco e a blusa e ela não estava de sutiã. Notei os biquinhos eriçados. Na terceira vez eu tornei a segurar de novo descaradamente, inclusive tocado nos mamilos com o dedão e indicador novamente sem ação contrária. Saímos do carrinho com minha ajuda. Estava toda despenteada, os olhos brilhantes, prendeu os cabelos e notava que estava alegre como uma criança, que ganha um brinquedo. Suzana deu um jeito de aproximar de mim e falou baixinho.

– Não se aproveita dela, se não, não vai conseguir mais nada comigo. – Calma! Foi ela que me abraçou.

– Só um aviso…tarado! – Saiu rindo!

– Silvana estava atenta e me perguntou que a filha tinha dito. E respondi…

– Nada demais… só que André estava com medo. Sorriu dizendo…

– Eu também! – Procuramos Andréia, que ainda estava no bate-bate com Marcelo. Fomos procurar outros brinquedos e quando passávamos na caverna assombrada dona Silvana pediu…

– Nossa! Queria entrar aí. – Olhei para Suzana que disse:

– Vão vocês dois. Não entro aí nem morta.

– Olhei pra ela, dei de ombros e nos  encaminhamos pro carrinho. De novo Suzana sussurrou e me deu um beliscão.

– Se comporta heim! – como sua mãe estava de costa não viu nada. – Entramos e logo com o aparecimento do primeiro fantasma, ela de novo se agarrou comigo e de novo procurei seu peito com a mão. Ela escondia o rosto no meu ombro quando aparecia algo…e voltei acariciar seus peitos sem cerimônia e tentei um beijo que pegou de lado, mas não desisti até acertar de jeito, ela tentou sair, mas segurei seu rosto e ela se deixou ficar, foi um beijo quente, desesperado, faminto e molhado. Se entregou toda e soltou um gemido longo, procurei seu peito de novo e ela meu pau duro, nem ligamos para as assombrações, que apareciam, segurava e apertava freneticamente meu pau, procurei sua língua e ela com a outra mão me apertava a seu encontro desesperada. Nossa respiração estava ofegante. Mas encontrei forças para parar, porque sabia que Suzana nos esperava e me afastei falando…

– Estamos chegando. – Rapidamente procuramos se recompor. Ela estava afogueada. Ainda respirávamos entrecortadamente quando chegamos.

– Nossa! Que isso mãe? – Ela se enrolou e eu rapidamente falei.

– Foi o susto. – só uma coisa não deu pra esconder… o pau duro, que Suzana não deixou de notar e me deu um olhar de esguelha flamejante. Me fingi de desentendido. Logo me juntei a Andreia como se nada tivesse acontecido. Deixamos elas e fomos pra casa. Ao chegar fui para o computador dizendo que ia fazer uma pesquisa de maquinários para fabricação de farinha. Andreia foi deitar-se e aproveitei para mandar a foto e recebi uma mensagem de volta…SAFADO.

quarta-feira, 25 de maio de 2022

SUZANA 1

 Eu havia me mudado de Goiás, para uma cidadezinha, na divisa do Pará com o Maranhão. O rio Gurupi faz a divisa dos dois estados. Essa decisão foi tomada, por ter dois irmãos que já moravam lá do lado do Maranhão e me convidaram. A razão de ir para um lugar tão distante foi o término de um casamento. 

Boa Vista do Gurupi era muito pobre. Lugares que geravam renda, empregos eram no posto Pombal, a empresa de ônibus dos meus irmãos, A prefeitura e dinheiro dos aposentados e pesca. Eu tinha deixado quase tudo pra ex e vim para refazer à vida. Logo fiquei sendo a bola da vez no povoado. Branco, 1.80m de altura, 78 kg , 30 anos, uma boa aparência e solteiro. Não faltaram pretendemos. 

Estava pegando geral até que parei numa garota de 20 anos, com um filho de 5 anos, também separada à três anos. Andréia era muito bonita e esperta. Resolvemos morar juntos. André logo estava me chamando de pai. Passamos muitas dificuldades no início e com dois anos de relacionamento ela deu a luz de Marcelo. 

Mudamos para Paragominas no Pará, onde ganhei muito dinheiro vendendo verduras e frutas no atacado. A concorrência ficou grande e resolvi mudar de ramo para farinha. Comprava no Pará e levava para São Luís do Maranhão. 

Resolvemos então mudar para São Luís. Compramos casa e aluguei um depósito. André já tinha 14 anos e Marcelo 7 quando mudamos. Ainda em Paragominas dei para André um violão e arrumei professor para ele aprender tocar. Quando chegamos em São Luís, já tocava baixo e guitarra. Logo já estava tocando numa banda evangélica. Já tinha suas namoradinhas e eu o avisava muito pra não fazer besteira e usar camisinha. Ninguém sabia que ele não era meu filho verdadeiro, pois éramos muito unidos e ele tinha muito respeito, além de se parecer muito comigo. Queria ser publicitário, prestou vestibular e entrou na universidade. 

Minha vida estava organizada, mas meu casamento tinha alguns problemas porque Andréia era muito ciumenta e possessiva. Eu sempre fui muito ativo e tarado por sexo, já Andreia dava uma e estava satisfeita. Nosso negócio ia de vento em popa. Eu mesmo dirigia nosso caminhão, levava cimento e trazia farinha. Com isso barateava o frete e podia vender mais barato ganhando uma boa fatia no mercado. Chegando em casa Andréia me chama para uma conversa particular.

– Neto, estamos com um probleminha para resolver. – Olhei pra ela interrogativamente.

– Diga! Que foi agora? – Ela titubeou, mas falou. – O André arrumou uma namorada, mas para continuar, ele tem que ir na casa da família pedir autorização.

– Não estou entendendo? Qual o problema? Ele vai na casa dela é pede uai.

– Esse é o problema ele tá sem coragem e quer que a gente vai junto, para os pais dela nos conhecerem. Que isso! Um cara com 17 anos mole desse jeito. Na hora que está dando uns pegas nela não precisa da minha ajuda né?

– Claro que não, né engraçadinho!

– É porque eles são evangélicos, o pai tem uma banda e ela é a vocalista. – Nós também frequentávamos a igreja Cristã evangélica, e entendi como ele deve ter conhecido ela.

– Quando vai ser isso?

– Hoje à noite.

Chegamos na casa da família, por volta das 19h00. Já estávamos sendo esperados. Entramos e fomos convidados a sentar. Me surpreendeu a beleza da jovem e da sua mãe. Eram muito parecidas, mas a jovem era mais alta que a mãe. Ela tinha um irmão, que parecia ser mais velho do que ela é meu filho. Não fui com a cara dele, era muito pedante e antipático, mas gostei do casal. 

Como não gostava de perder tempo, entrei logo no assunto e fiz o pedido, que foi aceito sem delongas. Para celebrar os convidamos para comer uma pizza ali perto. O namoro corria bem, ela vinha em nossa casa com frequência. Suzana era morena bem clarinha, cabelos castanhos escuros, lisos quase na cintura, rosto bonito de ar inocente, o contrário dos olhos castanhos, que pareciam faíscar e nada inocentes. Sorriso meigo bonito, que aparecia duas covinhas, que lhe deixava um ar sedutor e malicioso. Corpo invejável, seios de médios para grandes, firmes, duros. Cintura estreita que valorizava o quadril e a bunda. Pernas longas e bem torneadas, tipo gostosa. Mãos lindas e pés bem feitos apesar de um pouco grandes. Estava com 13v e ía fazer 14 anos mas apesar de grandona não parecia. Seus pais apesar de muito zelosos, não se preocupavam com a presença constante dela em nossa casa. Seu pai era um músico muito bom, e Suzana tinha ótima voz, mas ele estava procurando outra vocalista, porque ele estava sendo muito requisitado para shows em outras igrejas e até em outros estados. Então Suzana não podia ir, por causa dos estudos e idade. No seu aniversário de 14 anos fizemos-lhe uma surpresa lá em casa, até com direito a bolo. Só sua mãe compareceu, pois seu pai estava viajando com a banda. Suzana tinha um xodó danado comigo, até no meu colo já tinha sentado… quando Andreia não estava presente, claro!

Tinha chegado de viagem e estava cansado e mal humorado, então Andreia chegou no quarto onde eu estava deitado assistindo TV.

Neto! André me pediu para conversar com vc e fazer um pedido.

– Vai, fala. – olhei pra ela esperando a bomba. André usava sempre a mãe como ponte, para conseguir algo importante e complicado comigo, pois a mãe tentava com jeitinho me convencer. Ela começou com voz macia a fazer o pedido, para me dobrar mais fácil. Eu já sabia as armas dela.

– André quer saber se ele pode… – deu uma paradinha cautelosa.

– Vamos! Desenbucha mulher. – Se ele pode ficar com a namorada no quarto dele? – Soltou tudo de uma vez.

– Ficar como?

– Ficar, homem! Ficar… – E fez o gesto com a mão. – Fiquei logo puto e esbravejei…

– Esse moleque está ficando maluco! Eu avisei pra tomar cuidado… quando o pai descobrir, vai querer fazer ele casar. Será que ele está pensando que nossa casa é cabaré? Vou até lá ter uma conversinha com os dois. – Tentei me levantar e ela me impediu e falou…

– Calma homem! Não é o que vc está pensando. – não estava me conformando.

– Como não? – Colocou a mão no meu ombro e disse: – Não foi o André que tirou ela… Calma! Foi um ex dela. Não é virgem a muito tempo. – Olhei surpreso pra ela.

– Os pais dela já sabem?

– Claro que não! Tá louco! Eles esfolam ela viva.

– Pelo jeito não é a primeira vez que os dois ficam juntos né? – olhei fixamente pra ela.

– Não! Não é…

– Vc já sabia?

– Já!

– Estou igual corno né?

– Como assim?

– O último a saber. Onde eles ficaram?

– Dei o carro pra eles e foram pro motel ali da esquina. – Tinha um motel na outra esquina na rua da nossa casa.

– Então dá dinheiro e o carro de novo pra eles. Aqui em casa não. – Ela não questionou, saiu do quarto e foi resolver o caso deles. Fiquei um pouco decepcionado com Suzana. Depois de uma hora mais ou menos eles chegaram. Andréia veio de novo me pedir para lava-la em casa. Ela estava tirando a habilitação e ele também ainda não tinha. Eu não permitia ninguém ir muito longe. Me levantei, vesti roupa e fui na sala.

– Vc vai também?

– Não pai! Vou ensaiar com o Júlio. Leva a Suzana pra mim. – Balancei a cabeça assentindo. Entramos no carro e saímos em silêncio. Andamos um pouco sem ninguém dizer uma palavra. Então ela quebrou o silêncio.

– Tá chateado comigo sogrão. – Balancei a cabeça negando. – Então porque está assim?

– Nada não! – então soltei a pergunta que me queimava a língua.

– Sua família sabe que vc não é virgem? Quem foi? Foi o André?

– Não! Tá doido! Meu pai me mata de saber. Mas relaxa não foi o André. Foi um ex muito mais velho que eu.

– Quando foi isso?

– A um tempão. Era bem novinha. Satisfeito agora? – Tornei balançar a cabeça confirmando que sim. – Posso fazer uma pergunta de ordem pessoal? Não é obrigada a responder.

– Manda ver.

– O André sabe das coisas?

– Como assim?

– Manda bem? – Fiz o gesto de transa com a mão. – Faz o normal. – respondeu

– Usam camisinha né?

– Evidente! Não sou louca! Não quero pegar barriga. – Encerrei a conversa para não deixá-la constrangida. Ao chegar ganhei um beijinho no rosto.

– Boa noite sogrão gostoso! – E saiu rindo.

Na sexta-feira André chegou e falou…

– Pai… Meus amigos vão para Morros no domingo. Vamos jogar uma bolinha lá o Sr me deixa ir?

– Vou resolver com sua mãe, e ela te dirá.

– Depois de dialogar com ela, resolvemos ir todos, e ao comunicar a ele, pediu para levarmos Suzana, que foi aceito. No domingo bem cedo passamos para pegá-la e seguimos viagem. No banco traseiro ía Marcelo, Suzana no meio e André. Na frente comigo, Andréia. Toda vez que eu olhava no retrovisor meu olhar cruzava com o dela. Não sabia explicar o porque, mas algo tinha mudado entre nós depois de nossa última conversa. Podia ser coisa da minha cabeça… sei lá… más que tinha mudado tinha. Nossos olhares se cruzaram de novo e ela deu um sorriso, e seus olhos faiscaram me deu um friozinho na barriga. Então confirmei, que comigo não era a mesma coisa. Chegamos em Morros e seguimos para o balneário escolhido. Trocamos de roupas no vestiário masculino e saímos para esperar as duas, que estavam se trocando no feminino. Quando saíram fiquei boquiaberto. Andreia estava com um biquíni azul turquesa que se destacava na sua pele branca. Estava muito bem e usava uma canga florida. Suzana era um caso a parte, gostosa demais, usava um biquíni amarelo com desenhos marrom e uma canga laranja. Que corpo! Que cabelos! Sem comentários. Um verdadeiro tesão. Que sorte tinha o André. Mas parecia não se tocar do mulherão, que tinha na mão. Descemos para um lugar mais calmo. O rio Una tinha uma água límpida, transparente e muito fria. Seu leito era de pedras e areia. Mas era muito perigoso porque a correnteza era muito veloz. Era muito fácil de ser arrastado e causava muito constrangimento nas mulheres desavisadas com suas roupas de banho. Andreia não quis entrar, achou a água muito fria. Sentou-se numas pedras à sombra de uma árvore. Suzana tirou a canga e deu pra ela segurar. Entramos na água, André e Suzana foram pra parte mais funda e calma, eu e Marcelo procuramos a correnteza mais forte, ele se soltava lá e vinha boiando e eu o aparava. Ele subia de novo e tornava a descer e eu pegar. André e a namorada ficavam olhando. Depois de uma meia hora os amigos dele veio chamá-lo para jogar. Os dois se aproximaram e André perguntou…

– Vc quer ir assistir ou quer ficar aqui com o papai? – Ela respondeu incontinente.

– Vou ficar aqui com meu sogrão gostoso.

– Ela sempre brincava falando isso. Mas dessa vez André deu um sorriso atravessado e disse:

– Mamãe também acha! – Ela não deixou por menos…

– Agora somos duas ou mais. – E soltou uma gargalhada cristalina. Ele sorriu também é falou…

– Pai! Dá próxima vez vamos encaixar o Sr. falei com meus amigos, que bate um bolão.

– Recusei de imediato…

– Meu tempo já passou… Estou velho! Agora a vez é de vocês. – André contestou…

– Que nada! – Suzana também intercedeu.

– O Sr tá muito bem! – André acenou e despediu…

– Fui! – Acenou pra mãe e se juntou aos amigos. Deixei Marcelo e ela na água e fui onde Andreia. Conversamos um pouco e tornei convidá-la pro rio, recusou.

– Não quer lanchar?

– Não! Agora não. Convida os dois. – E apontei pra eles. Fomos até lá. Entrei na água e ela fez o convite e só Marcelo aceitou. Enquanto saiam Andreia disse:

– Amor! Vamos demorar um pouquinho, pois vamos dar uma olhada no jogo tá? – Fiz um gesto concordando. Olhei pra Suzana e perguntei…

– Que quer fazer? – Pensou um pouquinho dizendo.

– O mesmo que vc estava fazendo com o Marcelo.

– Então vamos descer mais, vc é maior tem que ser num lugar mais fundo. – Uns 20 metros abaixo era ideal. Era perto da curva do rio, onde tinha um tronco preto enorme, que já estava um pouco carcomido pelo tempo. Também estávamos a sós o pessoal não queriam ficar na correnteza forte. Mandei ela esperar e desci um pouco e fazendo sinal pra ela se jogar. Se jogou… a correnteza a trouxe rápido e eu a peguei. Ela ficou abraçada comigo para se firmar. Senti um desassossego com ela nos meus braços e ela toda a vontade sorrindo. Subiu de novo e quando se jogou o seio esquerdo saltou para fora, veio boiando com os cabelos grandes serpenteando tampando e liberando aquele peito lindo, com biquinhos pequenos, auréolas redondinhas e um pouquinho mais escuras que a cor do seu seio grande e firme. Agarrei-a e mostrei o peito de fora. Guardou com naturalidade como se fosse a coisa mais normal. Meu pau ficou duro na hora. Minha respiração mudou a temperatura subiu, as têmporas latejaram. Ela encostou a perna encima dele e tenho certeza que notou minha excitação. Continuava agarrado nela e os pensamentos todos embaralhados. Notei seu sorriso só não conseguia vislumbrar se era malicioso, alegre ou vitorioso, tamanha minha confusão mental. Notei que ela se encostou mais em mim e meu pau estava espremido na sua barriga. Nos afastamos e ela subiu novamente. Ela soltou o corpo de costas pra água e com isso a parte superior do biquíni, liberou os dois seios com a força da correnteza, vi aquele corpo de deusa vindo em minha direção com os seios tremulando na água, levei a mão para segurá-la, separou um pouco as pernas e com esse movimento, minha mão entrou no meio e ao segurar meu antebraço ficou encima da sua buceta e a mão segurando sua bunda. Depois dela se agarrar a mim, minha mão veio roçando sua buceta, pedi desculpas e falei…

– Foi acidente de percurso. – Brinquei.

– Tem nada não. – respondeu com um sorriso largo.

– Os peitos de novo… vc guarda ou precisa de ajuda? – Ela tomou a guardar e sussurrou

– Safadinho! – Falou com ar bandido. Meu pau estava até tremendo de duro e ela encostada sentido tudo.

– Tá frouxo! Tem que amarrar de novo.

– Pra mim tá ótimo.

– Não é por vc engraçadinho… e pelos outros. – Chamei-a para a curva e ficamos atrás do tronco, onde a correnteza era mais calma e preservava de olhares indesejáveis. Virou-se de costas para mim enquanto segurava no tronco pediu…

– Desamarra por favor! – Levei a mão o soltei a laçada. Os peitos pularam para fora de novo. Como era mais alto que ela, olhava tudo por cima. Meu pau continuava duro e agora encostado na sua bunda. Ela não estava nem aí para as minhas encoxadas. Ela soltou a mão do tronco e tentava arrumar a peça. Eu segurei sua cintura com a mão esquerda, e com a direita acariciei sua barriga, enquanto procurava encaixar melhor meu pau na sua bunda. Em nenhum momento fui rejeitado. Ela com calma sem pressa arrumou e pediu para amarrar. Afastei um pouco e fiz a laçada. Ela se virou e encostou a mão no meu pau. Me olhou fixamente e deu o troco.

– Desculpe! Foi acidente de percurso. – Rimos ambos, ela era mestre em respostas pronta. Tornou me olhar com um ar malicioso e perguntou…

– Isso tudo aí é por minha causa?

– Lógico né garota! Ou tem mais alguém fazendo topless.

– Viche! Verdade? – Balancei a cabeça afirmativamente.

– A mais pura verdade.

– A Andreia deve sofrer com vc né?

– Não sei se é de sofrimento… mas que geme muito lá isso geme, com certeza.

– Nisso seu filho não te puxou… – E mostrou abrindo o dedão e indicador mostrando o tamanho. – Não sei… nunca vi depois de grande, não faz meu gênero. Meu ramo é outro.

– Fiquei curiosa, é muito grande né?

– Mais ou menos. Quer ver?

– Hum…hum! Vc mostra? – Pensei um pouquinho e respondi.

– Sim… se vc mostrar ela pra mim também. – Apontei o dedo pra sua bucetinha. Aqui não dá pra vc ver direito né? Então manda uma foto sua pra mim. Não tenho nenhuma. Quando eu sair com André mando ele tirar e vc vê no cel. dele.

Mas como? Eu não olho o Cel. dele. Tá bom eu mando por msg. (Não tinha WhatsApp na época). – Abaixei o calção e mostrei…

– Nossa! É muito grande… e grosso também!

– Suspendi a roupa e falei…

– Vamos procurar o pessoal.

– Não vamos brincar mais?

– Menina…menina… Quer brincar com fogo?

– Vou ser bombeira.

– Vc quer é matar o velho.

– Já disse! Vc não é velho. Minha mãe esses dias estava comentando comigo que vc é um coroa inteiro.

– Ela sim! Tá inteira e linda!

– Eita! Interessada na mãe e com tesão na filha. – Nisso vi a Andreia vindo lá longe.

– Vamos! Lá vem a polícia.

– Vê se abaixa isso pra não dar confusão.

– Vai saindo, que vou em seguida.

Almoçamos, jogamos dominó, tomamos mais banho sem novos incidentes. Voltamos no meio da tarde, deixamos Suzana na casa dela é fomos pra casa. Fiquei sem ve-la por uns quatro dias, então liguei perguntado se podia falar.

– Estou estudando pra prova, pode falar.

– Cadê a foto gata?

– Estou sem crédito. Coloca pra mim que tiro agorinha e mando pra vc. Aproveita logo que a mãe não tá. – Fui rapidinho numa farmácia correndo e coloquei.

Obs: Os locais foram preservados e alguns nomes trocados. Por ser verídico está bem detalhado.
Continua…

terça-feira, 24 de maio de 2022

FLAGRA NA TIA 2

 Era sábado, todo mundo em casa, bom menos minha mãe que estava trabalhando, de manhã minha irmã como louça limpava a casa, e me mandou para a rua. Nisso andando me lembrava daquele dia anterior onde havia tido uma experiência nova com minha tia, meio assustado pensei em fica longe, mas a vontade era maior.

Ao entrar no quintal dei de frente com ela, que estendia roupa no varal. Me olhou com cara de surpresa..

–oi Dani o que foi?

— Nada tia os menino estão aí?

— Não foram para o sítio com o pai logo cedo só voltam amanhã.

— Ué e a tia ficou sozinha?

— Sim não estava muito afim de sair esse final de semana.

Fiquei calado por um tempo, observava aquela mulher madura com um pano na cabeça segurando seus cabelos, voltei a me delícia com aqueles enormes peitos redondos, sua blusinha vermelha deixava um decote particularmente delicioso, fingia brincar com tostão, um cachorro vira-latas grande e forte, mas um bobão. De costas minha tia me mostrava uma bunda grande e rechonchuda onde uma saia de pregas até a altura dos joelhos me deixava curioso, meu pinto pequeno ainda para minha idade de 7 para 8 anos estava duro.

Quando fui saindo ela me chamou.

— Dani me ajuda Aqui um pouco filho.

Voltei correndo, havia depois daquele dia ganho um sentimento diferente por ela.

— Claro tia, o que é?

Ela me entregou umas roupas, estavam secas e precisa retirar do varal para colocar as que ela lavava.

— Leva para o quarto da tia e coloca na cama.

Peguei e fiz o que ela pediu, ao chega no quarto quando terminei de colocar a roupa na cama, minha tia entrou.

— Cadê a mãe Dani?

— Está trabalhando tia, no seu Rufino.

— Hum você gostou daquilo que fizemos?

Na hora não respondi, fiquei calado e abaixei a cabeça balançando positivamente.

Ela ficou um instante calada. Sentou na cama onde não havia roupa, devagar foi levantando sua saia, e abrindo as pernas, sua buceta peluda e grande ficou ali exposta em minha direção.

Fiquei nervoso no começo, um arrepio subiu pela minha barriga.

— Sei que você gosto seu safadinho, mas tua mãe não pode sabe nem ninguém.

– Sim tia.

Ela me pegou pelo braço, me colocando em meio a suas pernas grossas e morena, suas mãos exala um cheiro forte de sabão em pó, aberta ela colocava minha mão em sua buceta, fazendo com que eu a acariacsse, alisava sua buceta enquanto ela alisava meus braços, de repente senti uma de suas mãos alisa meu pau, não disse nada permaneci calado e alisando aquela buceta gostosa.

— Gosta Dani do carinho?

— Gosto tia e gostoso.

Ela abaixou minha pequena bermuda, nessa época não usava cueca, meu pau duro ficou em sua direção, sendo acariciado por ela em um vai vem gostoso.

Eu estava sendo abusado se for ver pela visão de hoje, mas nunca levei isso por esse lado, era um carinho e eu gostava.

Ela pegou na minha cabeça e foi colocado ela na sua buceta.

Estava cheirosa, entendi o que ela queria, e fiquei beijando.

— Chupa Aqui Dani e gostoso.

Falou me mostrando seu grelo vermelho, nesse momento ela abria com as mãos me mostrando aquilo que eu jamais havia visto, mesmo porque era muito novo.

Na hora senti um certo nojo, mas para não deixar ela chateada me posicionei com a boca e comecei a sugar aquele grelo macio e suculento, sua xota estava ensopada.

Ouvia seu gemido baixinho –hummnn deliciaaa daniii hummm

Eu ainda não batia punheta só sabia que ele estava duro, ela ficou com sua enorme não apertando ele, ia pra frente e pra trás, me dando um enorme prazer, estava realmente gostoso.

— Nossa tia tá bom.

– Tá filho gosta da punhetinha da tia.

— Bom shup shupp shulp. –falei com a boca naquela buceta que tomava conta do meu rosto, meu nariz, boca, queixo, tudo enfiado nela.

Ela esfregava em todo meu rostinho, de repente aperto forte meu pau que até doeu um pouco, e segurando com força na minha cabeça, sentia ela dar espasmos violentos como se estivesse tendo um treco.

— hooooio.mmmm hommmm hummm tô gozandoo.

Eu não entendia nada daquilo, só sabia que estava gostoso, e com certeza seria uma recordação inesquecível para mim.

Sua buceta estava ainda mais encharcada, ela deitou sobre as roupas abaixou a saia e fechou as pernas, não me olhava, talvez por vergonha.

— Vai Dani por favor, não fala pra ninguém tá.

Fiquei quieto e sai ainda com o pau duro, não entendia, nem sabia que tinha que bate punheta até me alivia, algo que descobri nessa mesma noite. Nasceu em mim aos 7 anos um safado, que ia e adora o sexo…

segunda-feira, 23 de maio de 2022

FLAGRA NA TIA 1

 Lembro que era um dia de semana, havia faltado a escola onde o motivo não me recordo no momento, na lavanderia de casa minha mãe cantarolava uma canção sertaneja que havia ouvido no rádio. Me lembro que estava sentado a mesa bebericando um delicioso café… A porta da cozinha voltada para o grande quintal levava a minha visão, de saias um pouco acima do joelho, minha mãe de costas, esfregava com força e sem para uma camisa, nessa força seus quadris remexiam como quadris de uma sambista experiente, sua enorme bunda, balançava deliciosamente, me lembrei na hora do dia anterior onde havia surpreendido ela de quatro levando socadas forte do meu pai e pedindo mais, seus gemidos pareciam que estava passando mau, mas sua face demonstrava um sentido totalmente diferente…

–Daniel faz um favor pra mãe… – minha mãe falou de costas, apenas virou o rosto e me olhou, nessa hora meu olhar estava voltando a bela visão de sua saia que havia entrado um pouco entre suas nádegas. Mesmo sendo tão novo já inspirava em mim um tesão que não compreendia, algo após aquela visão que tive dela e meu pai, havia mudado profundamente meus sentidos e agora vontades estranhas tomava conta da minha mente . Olhava para ela não como apenas minha mãe, e sim como a primeira mulher, não tinha senso de pecado ou algo nesse sentido, era apenas algo estranho nascendo dentro de mim.

Logo ela se ajeitou, talvez tenha notado meu olhar indiscreto, mas nada disse.

– Vai na casa de Tereza e pede um pouco de sabão em barra depois devolvo pra ela.

Fechei a cara com raiva, estava com preguiça e queria aproveitar aquele dia de folga na Bohemia. Mau sabia o que me aguardava.

Claro que não falei nada, desrespeita um pedido de minha mãe não era nada interessante, terminei meu café e sai descalço, Tereza era minha tia mais próxima, naquele pequeno pedaço de mundo, parente era o que não me faltava, mas de vizinha Tia Tereza (nome fictício) era á mais próxima.

Fui pelo fundo de casa onde havia um pasto e seria um atalho mais rápido, ao chega entrei por um pequeno portão de madeira que sempre estava aberto. Sem nenhuma preocupação entrei pelo fundo do quintal da casa, os cachorros que já me conheciam nada fizeram ignorando minha presença.

O local estava quase no silêncio, houve apenas o barulho que as galinhas faziam no poleiro, a porta da cozinha estava aberta, sem nenhuma preocupação por ser comum minha visita, fui entrando sem chamar por ela, achei q estivesse na sala. Um ruído veio do quarto, fui me aproximando devagar, a porta semiaberta fez com que minha curiosidade se inflamasse, um leve gemido e respiração forte chamou minha atenção.

A janela do quarto não estava totalmente aberta, um misto de escuro e leve claridade tomava conta do quarto, a cama de casal de tia Teresa se encontrava afastada da porta, um ranger de cama denunciava que ela provavelmente estava fazendo algo e seria algo longe de um sono profundo.

Antes do ocorrido ao presenciar minha mãe com meu adorável pai, mulheres mais velhas não me chamavam atenção alguma, e minha tia nunca havia sido meu alvo de minhas mais deliciosas punhetas.

Coloquei meu rosto devagar entre aquele pequeno espaço da porta que proporcionaria uma visão deliciosa de minha adorável tia.

Morena de corpo forte, seios inchados e grandes, pernas fortes, uma mulher bonita dentro de seus trinta e poucos anos, não me lembro sua idade e nem mesmo sabia.

Visualizei sua calcinha solta entre uma das perna, suas pernas meio esticadas e abertas firmando um V. Agora minha curiosidade havia se tornado um prazer descontrolado, coloquei minha cabeça ainda mais dentro do quarto, talvez pela minha inocência e falta de experiência no ato do voyeurismo, achava que estava bem escondido, em um primeiro momento ela não havia notado minha presença, seus gemidos eram roucos e quase inaudíveis, sua respiração era forte, claro que não tinha a visão do seu rosto, mas pelo nervosismo não reparei no espelho em frente a porta que provavelmente tinha minha imagem de espião.

Sua mão deslizava sobre sua buceta peluda, eram pelos ralos, mas não eram lisos, naquela época não era comum as mulheres se depilarem e deixar Lisinha, pelo menos é o que acho, as minhas poucas experiências daquela época me mostrou isso.

Ela se chacoalhava na cama, com gemidos gostosos, e dois dedos entrando e saindo de sua buceta gorda e peluda, ali sozinha se deliciava em movimentos por mim desconhecidos até aquele momento, sua blusa pequena e de decote largo não era capaz de segurar aqueles seios voluptuosos e suculentos, algo de família, pelo menos por parte da família de minha mãe, minhas tias possuía seios formidáveis e bunda suculentas, principalmente tia Tereza.
Casada, mãe de quatro filhos, sendo duas meninas e dois rapazes, desconhecia seu fogo, mas anos depois fiquei sabendo que estava muito longe de ser santa.

Naquele dia estava sozinha, minhas duas primas muito nova, da mesma idade que eu estavam na escola, e os mais velhos trabalhavam com meu tio em uma fazenda e estudavam a tarde.

Seus gemidos Aumentaram, o calor aumentava mas seu fogo não parava, pernas abertas, exposta na solidão do seu quarto, fiquei estático envolvido em meio aquela visão jamais vista, minha tia seria a primeira mulher a me proporciona aquele ato de extremo prazer, uma das mãos soltas, apertava talvez com força seus enormes seios, beliscando e deslizando sem pena sob o bicos marrom de um mamilo que apontado pedia para ser sugado vigorosamente.

—Hhaaammmmmm hummmmmm– esse gemido veio seguido de um estante longo de silêncio e de espasmos, que vez sua respiração soar com mais força de forma ainda mais extensa, com certeza estava gozando, gostoso em dedicação a sua imaginação fértil, e para algum sortudo que ela tanto desejava. Nisso me mexi e um estalo na porta que me encostava a assustou, ela olhou aquele espelho que me denunciou e falou sem dúvida alguma.

— Daniel?? O que vc faz aqui menino?

Não adiantava corre havia sido flagrado, meu tesão agora havia virado medo, se ela me entregasse eu tomaria uma verdadeira surra dos meus pais.

— tia minha mãe pediu para ver se a senhora teria um sabão para empresta ela falou que devolve depois.

Rapidamente ela se recomponha, envergonhada, ficou calada e nervosa.

— desde que horas está aí?

— cheguei agora.

Ela sabia que eu mentia, mas nada disse ficou calada foi ao tanque e me deu o sabão, seu rosto suado, seus seios balançavam na falta de um sutiã para apoia-los, ela notou meu olhar.

— O que tá olhando Daniel seu menino safadinho. Viu a tia né.

— Não tia não vi nada.

Ela sorriu se ajoelhou na minha frente. E me deu um beijinho na boca, envergonhado abaixei minha cabeça.

Pegou em uma das minhas mãos e colocou em um dos seus peitos.

— Sei o tanto que gosta de mama… Olhava para mim com um olhar diferente, não tinha nunca visto ela assim. Tirou um dos seios da blusa e puxou minha cabeça para ele.

Em um primeiro momento não entendia, aquilo, sabia muito bem que não era um carinho comum, mesmo porque ela nunca fez.

— Vai chupar gostoso a tia…

Obedeci sua vontade, de cócoras, ela me colocou no meio de suas pernas e me segurava enquanto sugava seu peito gordo e gostoso, pele macia, me assustei um pouco ao sentir sua mão alisando meu pequeno pinto, apertava levantei e seus olhos fechados ela parecia volta ao desejo que se encontrava no quarto pouco mais cedo.

— Isso Daniiiii chupa neném se não gosta de espia chupaaaaa.

Por incrível que pareça eu estava em estase, nunca havia notado minha tia, mas a parti daquele dia tudo seria diferente.

— Tereza, terezaaa.

Uma voz ao fundo chamava pela minha tia, era minha mãe que vinha nervosa atrás de mim.
Rapidamente ela se ajeitou, e levantou.

— oi mãe, o que foi já vou.

— o Dani tá aí?

— sim tava comendo um pão de queijo, por que?

— oras mandei ele vim pegar um sabão e esse morto de fome veio comer.

— oras para com isso mãe não briga com ele, já vai.

Ao seguir a porta minha tia de cócoras, me puxou e deu outro beijo, um pouco mais longo e falou…

— nosso segredinho hemmm.

Balancei a cabeça positivamente, já com o sabão em mãos, olhei para baixo e vi que ela estava sem calcinha saia acima dos joelhos expondo a visão que nunca mais saiu da minha cabeça. Sua buceta peluda exposta gostosamente e melada. Se minha mãe não tivesse ido aquele dia, certeza que ela ia esfregar tudo aquilo na minha boca e no meu rosto…. Mas não ia faltar oportunidade.

domingo, 22 de maio de 2022

BRINCADEIRA COM A MANINHA

 Dois dias após o flagrante de minha irmã no mato com os três caras, nada falei a respeito com ela e com ninguém, embora tenha sido algo sério e digno de fala, a minha mãe e meu pai, evitei tocar no assunto, mas ela ficou me devendo e nossa relação que já era boa ficou ainda melhor…

Nesse dia meu pai estava na roça, por causa da chuva, ele foi ao sítio onde de vez em quando prestava serviços a uma senhora, ela por ser sozinha sempre o chamava para prestar algum serviço…

Minha mãe como sempre estava na venda do seu Rufino trabalhando, como eu e minha irmã estudávamos de manhã á tarde estávamos sozinhos, a chuva apertou, após o almoço fomos assistir televisão, mas nada de interessante, começamos a brincar de lutinha, ela por incrível que pareça sabia brincar, nesse dia ela estava com um vestido rosinha eu só de bermuda, corri para o quarto e ao cai na cama ela já veio e pulou em cima de mim, agarrava meus braços com força, e quando tentava me desvencilhar de seus agarro, ela me pressionava, eu era muito novo três anos mais novo que ela, que já tinha 10 anos, um corpo forte, ela sorria enquanto por baixo eu ia me esfregando em seu corpo, não estava com intenção alguma, apenas em nossa inocente brincadeira.

De repente percebi que a minha intenção era diferente, ela começou a se esfregar com vontade sobre meu pau, que logo ficou duro, sua respiração já era diferente, foi quando consegui sair e ela agarrou em minhas pernas, novamente aqueles puxões e apertos, empurrões fui jogado sobre a cama e ela subiu de frente para meus pés agarrada sob minhas pernas, fiquei surpreso com a posição, nesse momento já estava com a intenção que ela estava, mas me surpreendeu ela está sem calcinha, o que deixou sua bunda e xaninha com poucos pelos a mostra, fiquei com tesão na hora, conseguia ter um visão privilegiada, como minhas mãos ficaram a vontade, coloquei as duas mãos em sua bunda, ela nada disse apenas ficou com o rosto enfiado entre as minhas pernas fingindo fazer força para me segurar, meu pau a essa altura estava estourando de tão duro, ela com certeza sabia pois sua barriga estava bem em cima.

 No mesmo instante fiz um pouco de força em suas nádegas e consegui ver seu cuzinho inchado e um pouco aberto, já tinha certeza que não era virgem, pois havia visto os caras comendo seu cuzinho na mata, ela deu uma rebolada tímida, e em seguida abaixou seu vestido fingindo uma timidez, foi quando ela subiu mas para cima, agora segurava na altura das minhas coxas.

Nesse momento, já não brincávamos mas de lutinha era um misto de fingimento e safadeza, foi quando ela aproximou na altura do meu rosto sua bunda, levantei de novo seu vestido e fiquei embaixo, o mesmo me cobria e sua xaninha agora estava literalmente no meu rosto, sentia o cheirinho de sua bucetinha. La fora a chuva caia forte, e quando sentia minha irmã esfregando aquela bucetinha na minha boca e nariz, beijava lentamente sua xana e ela temos timidamente enquanto minha mão alisava e apertava sua bunda lisinha,

O inesperado aconteceu quando senti duas mãos abaixando minha pequena bermuda, mas a essa altura queria que aquilo nunca parasse, senti sua boca por cima da minha rola, e sua mão segurando nele e me masturbando, ela chupava inteiro, sugando com vontade a cabeça do meu pau, não sei dizer o tamanho mas era grosso e gostoso,

–Vai Dani chupa… — ouvi com surpresa, e fiz o que ela queria lambia e sem jeito chupava sua bucetinha gostosa..

Ouvimos um barulho no portão, paramos na hora o que fazíamos e voltamos correndo para a sala.
Meu pai havia chegado todo molhado demorou para entrar… Tempo suficiente para que nos ajeitássemos. Ao entrar ele foi direto para o banheiro tomar banho, eu voltei para o quarto, depois de um tempo voltei para a sala, não vi minha irmã, fui ao fundo da casa e ela estava espiando pelo buraco da porta de madeira meu pai tomando banho… Se assustou quando me viu fiquei calado voltei para assisti ao chaves…

MINHA IRMÃ NA RODA

 Olá caros leitores, tarados por um conto safado… Como disse em outros contos sou apaixonado por voyerismo, mas todas as minhas aventuras se deram no de repente da vida, ouvia conversas, olhava, detalhes que fazia com que eu desse o flagrante delicioso…

Um desses flagrantes foi muito cedo, provavelmente nos meus sete anos de idade , morava no interior de Minas Gerais, local pequeno e de meios rurais de sobrevivência, minha irmã mais velha já estava provavelmente com seus dez anos, morena, magra, mas com corpo inchadinho, pensa em uma menina levada, vivia apanhando por dar sumidos, e aparecer tarde…

Em um desses sumidos, minha mãe pediu para que eu fosse procurar minha irmã, sai nervoso a procura, xingava meio mundo, chutando pedras e casca de coco seco, perguntei para várias pessoas se haviam visto ela. Nada de resposta positiva, até que o senhor Jairo me disse que ela estava indo em direção a vazante, local que tinha um pequeno riacho onde a garotada ia para nada.

Fiquei ainda mais nervoso, pois o local não era muito próximo… “O que ela foi fazer sozinha lá?”
Embora seja inacreditável que uma menina de dez anos esteja andando sozinha, mas e toda a verdade, naquela época as pessoas não tinham tal medo, todos conheciam a todos e nos não corríamos tanto risco, assim os pais pensavam…

Depois de um tempo andando, cheguei na bendita vazante, mas não conseguia ouvir quase nada, além do barulho de uma pequena queda de água, houve uma gargalhada mas a frente, aonde a mata era mais fechada, desci pela encosta e deparei com uma visão que nunca saiu da minha cabeça, três rapazes de não sei qual idade, mas bem mas velhos que nós, brincavam com minha irmã… Ela estava com um short pequeno e sem blusinha, seus pequenos seios, não se mostrava ainda, um dos rapazes eu conhecia era o Romério, já bem mais velho e que já possuía até barba…

—vai gra só um pouco ninguém vai saber…

Um deles ficou do lado dela, sua mão grossa alisava a bundinha da minha irmã, enquanto o outro já coloca uma das mãos dela, por sobre seu pau duro por dentro de um calção fino de jogar futebol…
Ela sorriu, fiquei surpreso ao ver ela tão submissa, foi quando me aproximei mais um pouco e pude ver que a sua frente Romério estava com seu pau pra fora apontado na direção de sua boca, ele pedia com carinho, queria ser retribuído com uma chupada, algo que não demorou a acontecer, ela deslizava sua boca com maestria sob o pau grosso de Romério, que olhava com sorriso de malícia para os outro colegas que juntos dividiam aquela cena de devassidão, um dos amigos quis levá-la para outro local,

__ Vamos ali no mato e mais seguro, vamos Gra?

Minha irmã não respondeu com palavras apenas balançou a cabeça positivamente, ficou talvez com um pouco de medo, mas logo relaxou quando Romério falou algo sobre dinheiro…

Não podia acreditae, alguns amigos me disseram que minha irmã era uma putinha que dava para qualquer um por dinheiro…

Havia por isso brigado de soco e pontapés com vários moleques, agora estava tendo a prova viva do que eles realmente falavam

Claro que segui eles, realmente o local era de difícil acesso, tanto que nem fui muito perto para não denunciar minha presença, fiquei paralisado atrás de uma moita, dois dos amigos estavam sentados fumando lado a lado de calção arriado e com seus membros duros, enquanto minha irmã de dez aninhos, mas com uma experiência incrível como puta, se dedicava a chupar Romério virada de costas para sua plateia… Os dois sorriam. Um para o. Outro. Enquanto Romério apertava sua bunda e abria para eles vislumbrarem seu cuzinho novinho.

Ela ficou de quatro, Romério que já havia se deliciado com a boquinha carnuda dela, agora esfregava a rola dura no meio de sua bunda enquanto um de cada lado ia revezando as pauladas no céu da boquinha da minha irmã.

– Nossa que putinha…! Falou um dos homens que sentia as mamadas fortes dela

— Bem que falaram que a filha do Gê era uma bela vadiazinha.

GE no caso era meu pai, que nessa época não estava em casa, e sim na carvoeira… Minha irmã se comportava diferente quando ele estava presente, Algo que eu estava…

Romério se ajeitou atrás dela, e cuspiu na ponta do pau deixando ele bem lambuzado foi enfiando no cuzinho dela, algo que não foi difícil, ela apenas deu um grito e depois voltou a sugae com força o cacete de um dos rapazes , ouvia de o de eu estava os tapa que o corpo de Romério dava na bunda grandinha e lisinha da minha irmã.

– Olha mano entro tudo no cuzinho dela… Um dos caras estava mais perplexo do que eu, talvez seria a primeira vez que ele estava fazendo aquilo com uma menina tão nova.

– Falei pra vocês essa já da o cuzinho gostoso faz tempo … Romério falou socando com vontade a rola no cu da minha irmã e caindo na risada, eles se revezaram por um tempo, ela no meio daqueles três tarados usaram ela por um bom tempo, não sei dizer quanto tempo fiquei ali, mas pude ver eles gozando um no cuzinho, outro nas costas e Romerio batendo uma olhando o cuzinho dela todo aberto…

 Não pude ver pela distância…

Sem querer eu escorreguei e pisei em um galho o que fez um barulho alto e os pássaros voarem…rapidamente eles se agitaram e correram para dentro da mata, deixando minha irmã ali sozinha se arrumando, com medo, foi quando apareci e ela tomou um susto aí me ver.

— O que faz aqui? Quanto tempo tá ai?

Não respondi só disse que mãe estava atrás dela.

Ela veio correndo e me disse…

— por favor Dani não fala nada não eu te do o que você quiser depois …

Fiquei calado e segui na frente, ela logo atrás, soluçando, havia chorado, estava com medo

Ao chegar em casa minha mãe estava na cozinha preparando o café, na sala seu Rufino sentado a mesa ia se deliciando com uma rosquinha de polvilho…

Cumprimentei ele…

— Boa tarde moça, disse ele olhando para minha irmã que sorria. A sentou no colo dele. E lhe ofereceu um pirulito. Algo que ele sempre fazia…

Com pena dela não disse nada. Minha mãe talvez por não querer passa vergonha com Rufino, apenas disse que depois a gente conversava…

No quarto eu disse que ela estava me devendo…

sábado, 21 de maio de 2022

TIO DO MERCADO TORANDO MAMÃE

 Após aquele flagra delicioso de minha mãe com meu pai, não á olhava como antes, claro que existia e existe todo o sentimento de filho, mas nos primeiros anos de vida de minha pessoa, havia nascido em mim uma vontade sexual incomum, talvez por ter sentido logo cedo o quanto era gostoso o calor de uma buceta engolindo meu pau…

Minha mãe, como disse no ultimo conto não era uma mulher feia, ao contrario bonita, branca, mediana de seios grandes e inchados, uma bunda fenomenal, não era algo exagerado e sim bonito, grande, redondo, metida a evangélica sempre ia á igreja com minha deliciosa tia da buceta tarada. Minha mãe ajudava meu pai na lavoura na época das águas, assim fala quando é época de plantio na roça, pois as chuvas molham aquele chão árido transformando ele em um paraíso perfeito para o plantio de feijão e amendoim… Nessa época era diferente, estava na seca, portanto meu querido pai viajava para a carvoeira deixando minha jovem mãe sozinha por dias ou as vezes meses… com isso para ter uma renda extra ela trabalhava de faxineira no mercadinho de seu Rufino, jovem e forte rapaz, não me lembro sua idade, mas tinha a mesma idade que meu pai… era casado tinha duas filhas, alias uma delas ao brinca um dia na minha casa, foi embora com o cuzinho vermelho… Sai nesse dia um pouco mais cedo da escola, estava tendo ensaio para a festa junina então sai correndo e feliz, mais tempo para brincar.

Minha irmã não pode sair mais cedo, estava participando do ensaio… morrendo de fome fui ao mercadinho, lá sempre tinha alguma coisa para comer, mas nesse dia encontrei a porta fechada, chamei e nada, na rua não havia ninguém, na hora do almoço tudo se fechava, então parti para minha casa nervoso, chutei uma pedra que foi em direção ás galinhas de Joana velha chata, que gritou comigo.
—- vou fala com tua mãe peste.

Sai correndo e ao virar a esquina logo dei de cara com o carro de seu Rufino, uma pampa cinza, bom até ai tudo bem, ele podia estar fazendo uma visita ou trouxe alimentos, o que ele sempre fazia… várias vezes cheguei em meu horário normal, e o via sentado á mesa tomando o delicioso café de mamãe, á porta se encontrava fechada com trinco, na hora estranhei, isso com certeza não era normal, curioso, decidi não chamar ninguém, simplesmente, como garoto arteiro que eu era tinha maneiras de entrar na minha casa.

Ao lado havia um enorme pasto, dei graças a deus que nesse dia os bois estavam longe, morria de medo deles… havia uma entrada secreta, algo que eu fiz na cerca de bambu, como não era gordo, nem magro fiz no tamanho certo. Entrei, á porta da cozinha estava aberta, mas estranhei o mesmo silêncio, que logo foi cortado por um som de tapa… meu coração foi na boca, podia ouvi-lo bater forte… no momento não podia acreditar, minha mãe estava sendo torada, fui em direção ao quarto dela, lá estava a mesma cortina azul, que servia como porta, não estava lá, a casa estava fechada, janelas da sala, porta, decidi não ir pela sala poderia ser surpreendido por eles..

Ao lado da minha casa havia um corredor na parte externa, várias plantas que minha mãe cultivava, sorrateiramente, cheguei a janela de madeira do meu quarto, havia nessa janela vários vãos que dava visão panorâmica do quarto.
— hooooo hooooo hummmmm vaiiiii socaaaaaa haammmmm sim era o gemido habitual de minha doce mãe, estava aliviando a tora de seu Rufino….

— Vadia hoooo putaaaa que cucetaaaa gostosaaa…

Cuceta? nunca havia ouvido algo assim, essa expressão nova ,me deixou em choque, logo coloquei meu pequeno rosto na fenda da janela, minha cama ficava logo ao lado da janela e vi algo maravilhoso, minha mãe deitada de bruços e seu Rufino socando forte no seu cu guloso…

—- hummmm aiii meu cuuuu hummm gostoossoooo

—-hoooo delicia adoro enche esse cu de rola…

Nossa fiquei mais excitado com as palavras que eles usavam do que o sexo visto, mesmo porque minha visão era um pouco deficiente, apenas detalhes eu conseguia captar, ele ficou de pé na cama , sua rola dura não me assustou, pois meses antes havia visto a rola do meu pai e era bem maior e grossa, do nada ela se ajoelho na cama e foi enfiando aquilo na boca engolia todo, ele segurava na sua cabeça e fodia como se fosse o cu dela, toda descabelada olhos arregalados olhando pra cima, provavelmente para ele que metia gostoso na boca dela

Tirou da boca e a empurrou na cama.

—Vai arreganha esse xotão de puta

Provavelmente ela arreganhou, ouvia os gemidos e gritos dela no quarto, estava a vontade provavelmente por esta totalmente sozinha, não sabia que seu filhinho estava por perto ouvindo e vendo toda aquela indecência, senti raiva um pouco, mas logo fiquei com tesão e com a piroquinha dura.

—- Hoooommmmmm hammmm socaa na minhaaa bucetaa cafajesteeee

— Vou te enche de porra de novo

—- Enche encheeeeeee vaiiii soca nessa xotaa

—- Huuuuuu hoooo gozandddosoooo

Sim desse jeito ele falo , não falava palavras certas e caiu em cima dela apertando os peitos suados e dando umas últimas metidas até cai de lado com a tora mole meio bomba e gozada ao lado mamãe deitada de pernas abertas respirando fundo de olhos fechados e com a xotona peluda toda gozada…

Meus caros o choque foi grande e fiquei ali quetinho, até eles se arrumarem as pressas, e saírem, ele primeiro de carro, e ela a pé foi ao mercadinho, talvez assim ninguém os vissem ou percebesse nada…
não vi mais nada dos dois, provavelmente eles tenham metido, varias e varias vezes… mas a minha ilusão de mamãe crentona e santa havia morrido ali…

Nesse mesmo dia olhei pra minha cama toda arrumada e lonçol mudado… e lembrei da minha mãe sendo fodida que nem puta em cima dela… bati uma deliciosa punheta… mas me vingaria… e não foi tarde…

No tanque de lavar roupa, minha mãe de vestido esfregava roupa… aquele rabo balançando e engolindo a saia, estava sem calcinha provavelmente… Cuceta cuceta cucetao , essa palavra não saia mais da minha cabeça…

PAI TORANDO MAMÃE

 Aquele dia não estava longe de ser anormal… norte de Minas é calor o ano todo, mas tem dias que passa do limite do normal da sobrevivência, o tempo passa e acabamos nos acostumando e assim acaba ficando normal…

Lembro que estava muito quente mesmo, não tinha aula era mês de dezembro, portanto férias, brinquei o dia todo, e nessa noite estava com sono pesado, comi alguma coisa e fui dormi cedo, não me lembro que horas eram, mas era final de tarde… talvez por não querer me acorda, pois haviam visto que eu estava realmente cansado.

Moravam na casa minha mãe, na época devia ter por volta de 28 anos, morena, seios grandes, corpo bonito, bunda grande, meu pai, senhor de 29 anos, moreno forte, Pelo serviço na lavoura e na carvoeira, coisa que ás vezes o deixava por dias ausente de casa e logo descobri, e vi coisas que no começo não dei bola, talvez por ser muito novo, mais ou menos 6 a 7 anos, minha irmã mais velha que devia ter 9 a 10 anos, nessa idade ela já era uma putinha, quem sabe conto algo a respeito dela, moreninha e já com peitos igual pera, corpinho bonito e bunda redondinha e gulosa…

O efeito é claro não podia ser outro, como dormi mais cedo que o normal acordaria mais cedo, nesse dia, devido ao calor acordei ainda noite, não sabia que horas eram, na cama ao lado minha irmã, olhei e logo vi ela deitada sem vestido, só de calcinha, a calcinha estava enfiada no meio da bundinha dela, não fiquei olhando, me levantei, estava morrendo de sede, as luzes estavam apagadas, na sala encima da mesa de madeira uma vela queimava iluminando toda casa, claro que minha mãe era muito cuidadosa, colocou em um pequeno prato de sobremesa e no fundo havia água, assim quando a vela estivesse terminando ela se apagava ao contato da água, fui em direção armário, onde havia um filtro de barro e copos de alumínio, coloquei água e comecei a tomar…

— hooo hummmm vaiiiiii haaammmmm

Assim que houve fiquei meio assustado achei que alguém estivesse se machucando, no mesmo momento pensei em chamar meu pai. Quando ia chama-lo ouvi sua voz.

–Nossa que bucetão gostoso.

Logo já liguei isso á outra coisa, buceta já não era uma palavra estranha pra mim desde que minha irmã sentou na minha cara em uma brincadeira sem calcinha e esfrego a xana dela na minha cara, “xana” era o nome que ela dava a sua buceta.

Nessas casas de Minas, não havia porta, era casa de barro no telhado vivo, sem laje, a porta do quarto de minha mãe era apenas um pano azul,Óobvio que ficava afastado do nosso quarto, se eu tivesse dormido no horário normal, provavelmente não teria presenciado nada…

A minha curiosidade ficou a flor da pele, com isso nasceu a coragem, vontade de ver o que estava acontecendo.

Me aproximei em silêncio da porta do quarto, lá dentro uma vela estava iluminando o local, éramos pobres, não tínhamos luz elétrica nessa época, aliás poucas pessoas tinham, naquele começo dos anos 90…

Para minha sorte a cama deles ficava em frente á porta, e o pano estava um pouco aberto, um pequeno vão que fez eu ter meu primeiro vídeo pornô ao vivo…

Ao olhar fiquei surpreso, embora não tivesse uma visão perfeita, ainda assim estava gostando do que via…

Minha mãe estava deitada sua perna bem arreganhada, recebia estocadas fortes do corpo do meu pai que estava entre elas, ouvia cada batida como se fosse tapas.

— hooooo hummm socaaaaa socaaaa

Ela gemia gostoso, de vez em quando parecia que estava passando mau…

Logo vi meu pai tirando de dentro dela aquele pau descomunal, me assustei, nossa uma senhora rola,”será que teria um rolão daquele um dia?

–Nossa que buceta

Meu pai sentou na cama me escondi e fiquei quietinho, meu coração batia apertado, se ele-me pegasse ali com certeza iria toma uma surra, voltei a olhar porem fiquei surpreso, minha mãe estava de quatro na beira da cama com a bunda bem empinada, nossa que bunda…

— Isso vou socar gostoso, hummmm

–Vvaiiii devagar haammmmm hummmm

Eu fiquei estático não podia acreditar que uma mulher fosse capaz de aguentar um picão daquele tamanho… não vou inventar devi esta com uns 22 cm ou mais e grosso.

shoc shoc tap tap shoc…

Ouvia esse som ao ver ele socando com força no bucetão peludo dela… segurando na cintura, ele metia com força, talvez para ela não gritar seu rosto estava afundado no colchão, saindo gritos abafados… notava que estava gostando… sua bunda remexia e rebolava. Meu pai então faz algo que achei estranho, enfiou o dedo do meio na boca e tirou ele todo babado… foi metendo nela, pelo escuro não sabia direito onde, mas logo fiquei sabendo que era no cuzinho.

–HAmmmm que gostoso adorooooo

Sim meus caros, ela estava adorando uma boa dedada no cu, meu pai sorria, um riso malicioso, safado, estava suado. Depois de ter ficado pelo menos uns cinco minutos nessa sequencia de torada na buceta dela, ele tirou, minha mãe continuou de quatro, parecia que já sabia o que ia acontecer, talvez seria rotina deles…

Ele cuspi-o na rola, dura, molhada, alojo com certeza na portinha do cu, já relaxado, e foi socando.

— Hummm soca socaaaaa socaatuddooooo adorooo que pauzao gostoso.

— Hooo que cu de puta hoooo

— Vai mete nesse cuzão mete nego..

Fiquei eriçado, que imagem maravilhosa, ele puxava o cabelo da minha mãe e socava forte, os peitão dela indo pra cima e pra baixo a cada metida, meu pai subiu na cama, ficando também em cima dela, nesse momento consegui notar que as bolas do meu pai batiam no rabo, isso só leva a crer que aquele negocio enorme e grosso estava enterrado todo naquele cu guloso…

O que me chama a atenção foi que entrou fácil demais, parecia que o cu dela sugou o pau dele pra dentro, meu pai gemia , socava, pulava, suava, foi nisso que ouvi algo incrível…

— Nossa como gosto de toma no cu.

— Então toma até as bola…

Nisso o gemido mais forte do meu pai indicou que estava gozando…

—hummmmmm hoooooooo to gozannndooooo haaaaaaa

— isssooooo isssoooooo toraaaaa toraaaaa meu cu, enche de leiteeeeeee hummmmmm
Ao ver meu pai gozando e e aquele pau grosso saindo babando daquele cuzão guloso eu voltei para meu quarto rapidamente e bati uma deliciosa punheta encima do rabo semi nu da minha irmã, lembrando como se deve come um cu…

Claro que tive outras oportunidade de ver minha mãe meter com ele, fiquei viciado em voyeurismo nesse dia…mas coitado do meu pai, ele só era um deles que enchia o cu dela de porra…

quinta-feira, 19 de maio de 2022

ESTOU COM VONTADE DE CHAMAR O MEU PAI NOVAMENTE

 Sempre tive vontade de escrever sobre o que aconteceu comigo e com meu pai, mas só agora tive coragem. Os nomes são todos fictícios e hoje sou uma mulher casada. Éramos uma família muito religiosa (evangélica), e como até meu colégio era próximo da minha casa eu tinha uma vida muito caseira. Eu usava sempre a desculpa de ter que ir estudar ou fazer algum trabalho escolar na casa de uma das minhas amigas, pra poder conseguir namorar com um garoto da minha sala. Os pais dele trabalhavam e acabava que ficávamos sozinhos por pelo menos umas duas ou três horas. Minha mãe era daquelas fanáticas religiosas, que dos 7 dias da semana, pelo menos uns 4 ela passava socada dentro da igreja. Já meu pai, apesar de também frequentar a igreja nos finais de semana, ele de vez em quando chegava em casa cheirando cachaça, sem demostrar que estava bêbado… Minha mãe vivia brigando com ele por causa disso. Era um sábado a tarde, quando meu pai chegou e logo deu pra perceber que ele tinha bebido além do normal. Minha mãe berrou e falando pelos cotovelos mandou que ele fosse tomar um banho. Não demorou uns 10 minutos pra ouvir minha mãe me chamando aos gritos. Corri e ao entrar no banheiro, ela estava tentando levantar meu pai que estava caído no chão.

– Não olha Cristina, não olha! Só me ajude a levantar seu pai.

É que meu pai estava completamente pelado. Pegando-o por um dos braços e minha mãe pelo outro fomos fazendo-o levantar. Minha mãe o abraçando pela cintura.

– Me ajuda a levá-lo até o quarto, mas não fica olhando não!…

Lógico que eu estava preocupada com meu pai, mas não tinha como não olhar pro seu pinto balançando como um pêndulo pra lá e pra cá. Colocamos ele deitado de barriga pra cima, e seu pinto repousando sobre sua coxa, minha mãe.

– Pode sair Cristina!…

– Mas mãe, deixa eu ajudar… Quer que chame alguém?

– Não precisa… Ele está bem, é só a bebida mesmo.

Ele dormiu até o dia seguinte (domingo). Acordei, e chegando perto da cozinha escutei minha mãe dando a maior bronca nele… Nem cheguei perto, e só voltei pra cozinha quando percebi minha mãe saindo de casa pra ir ao mercado próximo da nossa casa.

– Bom dia pai!…

– Bom dia! Me desculpe tá filha?…

– Por que pai?…

– Sua mãe me contou o que aconteceu ontem!…

– O que ela contou?…

– Que você teve que ajudá-la a me tirar do banheiro!…

– O importante é que você está bem!…

– Mas estou muito envergonhado!…

– Por mim não precisa pai… Só que eu acho que você devia parar de beber.

– Pode deixar filha, vou parar sim… Não quero que você passe por esse vexame novamente.

– Que vexame?…

– De ter que ver seu pai bêbado e pelado!…

Fui até ele, dei-lhe um abraço e um beijo.

– O pior foi te ver caído bêbado… Pelado não foi problema nenhum!…

Ele me olhando com uma cara de preocupado.

– É? Você achou normal?…

– Bem… Normal não é, mas até que achei bonitinho! Kkkkk…

– Mas sou seu pai, ué!…

– E daí?…

– É a mesma coisa de também te ver pelada… Não é normal não!

– Se acontecer por acaso, também não vejo nenhum problema!

– Nossa, sua mãe jamais iria entender esses seus pensamentos!…

– Eu sei pai… É só ela nunca ficar sabendo!…

– Sabendo de quê?

– Que você me viu pelada, ué!

– Mas eu ainda não ví!…

– Estou dizendo se isso um dia vier acontecer por acaso, entende?…

Eu sabia que o mundo que eu vivia era muito cheio de regras e tabus, mas eu só pensava na imagem do pinto do meu pai balançando entre suas pernas… Como eu queria ter outra oportunidade de ver novamente. Mas nossa rotina foi voltando ao normal, e realmente meu pai parecia ter parado com a bebida. A diferença era que longe das vistas da minha mãe, ele sempre me abraçava forte e me dava muitos beijos no rosto dizendo que me amava. Com o tempo fui percebendo que ele ao encostar no meu corpo pra me abraçar ficava excitado… Passei a imaginar como seria seu pinto duro. Uma noite ele sentado no sofá da sala vendo TV já de pijama, cheguei e fiquei deitada com as pernas viradas pro lado dele. Como eu estava de camisola, percebi ele olhando pro meio das minhas pernas… Puxei a camisola só um pouquinho pra aparecer pelo menos a pontinha da minha calcinha. De rabo de olho fui notando um volume crescendo no seu short do pijama. Quando ouvi barulho da minha mãe vindo, rapidamente sentei no sofá e também rapidamente peguei uma almofada colocando no colo do meu pai.

– Esconde isso aí pai… A mãe está vindo pra cá!…

Ela chegou perto da gente, mas foi pegar alguma coisa na estante e voltou pra cozinha onde preparava o jantar. Meu pai olhando pra mim.

– Nossa, ainda bem que você percebeu sua mãe vindo!…

Ele tirou a almofada do colo deixando eu ver aquele volume enorme.

– Você ficou excitado, foi?

– Fiquei sim!…

– Por minha causa?

A gente sempre falava baixinho, mesmo sabendo que minha mãe estava longe.

– Estava vendo sua calcinha!…

Sem um pingo de vergonha, mas sempre ligada na direção da cozinha, levantei minha camisola deixando meu pai ver toda minha calcinha.

– O que tem de mais na minha calcinha?…

Ele também descaradamente levou a mão passando sobre onde estava exatamente minha bucetinha.

– Que isso pai?…

– É que eu fico imaginando você sem ela, entende?…

Dei uma boa olhada na direção da cozinha, e novamente sem um pingo de vergonha segurei o pinto duro do meu pai pegando com o tecido e tudo.

– Eu também fico imaginando vendo ele de novo!…

Ele usando o dedo fez a calcinha chegar pro lado e passando a ponta do dedo entre meus lábios vaginais.

Eu sem largar seu pinto, que mesmo com o tecido sentia pulsando na minha mão.

– Cuidado pai… A mãe pode aparecer de repente!…

Bastou falar, pra mãe nos chamar pra jantar. Meu pai primeiro foi ao banheiro, e quando apareceu na cozinha já estava sem nenhum volume aparecendo. Nesse mesmo dia, passava das 10 da noite quando foi pro meu quarto e não demorou muito pro meu pai entrar, trancar a porta por dentro, sentar do meu lado, suspender minha camisola e rapidamente tirar minha calcinha.

– Cuidado pai!…

Ele enfiou a cara no meio das minhas pernas e foi logo beijando e passando a língua na minha bucetinha.

– Hhhhuuummmmmm! Que bucetinha cheirosa!

– Você é louco pai? A mãe pode desconfiar de alguma coisa se ver você no meu quarto.

Ele parando e passando só o dedo na minha bucetinha que já estava toda molhada.

– Tá bom meu amor!…

Naquela noite demorei pra conseguir dormir, com meus pensamentos na figura do meu pai que acabava de demostrar que estava me desejando sexualmente. Dois dias depois, quinta-feira, logo que meu pai chegou do serviço minha mãe já deixando a janta pronta saiu pra ir à igreja… Não fui junto dando a desculpa que precisava estudar pra prova. Um pouco nervosa, fui pro meu quarto e fiquei esperando, pois sabia que meu pai que estava tomando banho iria querer aproveitar aquele momento. Dez minutos ele entrou no meu quarto já de pijama e sem perder tempo foi me abraçando e me lascando um beijo na boca.

– Pai????…

Ele levantando meu vestindo e tirando minha calcinha.

– Vamos aproveitar que estamos sozinhos!…

Novamente levei a mão segurando seu pau por cima do tecido.

– Tá bom pai… Mas o que você vai querer fazer?

– Quero você todinha pra mim!…

– Todinha pai, como assim?…

Ele enfiando o dedo na minha buceta e movimentando como se fosse um pinto. Não sei como ele sabia ou desconfiava que eu não era mais virgem.

– Fica de quatro pro papai, fica!…

– Mas pai, não tem perigo sem camisinha?

– Confia no seu pai, tá? Não tem perigo nenhum!…

Puta que pariu, quando ele começou a enfiar seu pau na minha bucetinha, foi como se eu estivesse perdendo novamente a virgindade… Fui sentindo uma ardência.

– Aaaaaiiiihhhhh! Aaaaaaiiiihhhh!….

Ele enfiou tudo e ficou parado fazendo carinho nas minhas nádegas.

– Já coloquei tudo filha… Tá tudo bem?…

– Tá!…

E ele começou um vai e vem que eu sentia seu pau batendo lá no fundo da minha buceta.

– Aaaaiiiihhh! Aaaaaiiihhhh! Hhhhhuuuummmmm!…

– Ooooooooh filha! Oooohhhhh! Te aaaamo! Teeee aaaamo!…

– Também te amo! Vai! Vaaaiiiii! Tôôôô quaaaasse!…

Ele passou a socar com mais força.

– Vai! Goza filha, goza!….

– Tôôôôô goooozannnnndo pai… HHhhhhaaaaa! Hhhhhhaaaaaaa!!!!…

Não demorou pra ele ir diminuindo o ritmo.

– Também vou gozar!…

– Então tira pai! Tira!…

Senti seu pau saindo da minha buceta e fiquei olhando ele gozando e usando sua cueca pra aparar uma quantidade enorme de porra. Ele me deu mais um gostoso beijo na boca antes de sair do meu quarto vestindo o short do pijama e carregando a cueca suja na mão. Umas três semanas seguidas, dei desculpa pra minha mãe que precisava ficar em casa pra estudar, e assim que ela saía meu pai logo corria pro meu quarto pra me foder bem gostoso. Mas, o mais gostoso foi quando meu pai levou minha mãe num sábado bem cedo pra casa da minha avó e só ia buscá-la no domingo à tarde. Eu já sabendo, apenas fiquei aguardando a volta do meu pai. Ele foi entrando no meu quarto tirando suas roupas e me mandando ficar peladinha. Era a primeira vez que ficávamos deitados completamente pelados. Ele me beijou muito, mamou nos meus peitinhos e eu segurando seu pau.

– Vem pai, vem meter na minha buceta, vem!…

– Calma filha, calma que vamos ter bastante tempo pra ficarmos juntos.

Foi quando ele descendo com a boca até o meio das minhas pernas e começou a chupar minha bucetinha me fazendo ir às nuvens… Só com sua língua acabei tendo dois orgasmos seguidos. Eu toda largada sobre a cama, ele ficando de joelhos do meu lado.

– Vem chupar o papai também, vem!…

Eu que nunca tinha chupado meu namorado, fui toda sem jeito colocando minha boca naquele pau duro e lembrando do que ele tinha feito na minha buceta, comecei a lamber e a chupar a cabeça… Mas logo eu já estava chupando a piroca do meu pai como uma verdadeira puta.

– Iiiiissso! Chuuuuupa! Maaaaiiiissss! Maaaiiisssss!…

Eu pensava até um tirar a boca quando percebesse que ele ia gozar, mas, logo que senti o primeiro jato, ele segurando minha cabeça.

– Vai filha, pode beber tudo! Aaaahhhhh! Aaaaahhhh!…

Quase que me afoguei com tanta porra dentro da minha boca. Mas mesmo engasgando um pouco consegui beber todo leitinho que saiu da piroca do meu pai. Fomos tomar um banho juntos, e depois de muitos beijos na boca e carinhos principalmente nas minhas nádegas com ele passando a ponta do dedo no meu cuzinho.

– Deixa o papai colocar na bundinha, deixa?

– Deve doer muito!

– Se você não aguentar, eu paro.

Eu segurando seu pau que começava a ficar duro novamente, fui me abaixando e sem nenhum pudor comecei a chupar fazendo ele ficar cada vez mais duro.

– Tá bom filha… Agora vira a bundinha, vira!…

Me apoiei na parede e abrindo as pernas senti meu pai colocando seu pau duro bem no meio da minha bunda.

– Aaaaaiiii! Devagar pai!…

Foi quando vi ele indo pegar um vidro de óleo Johnson e voltando pro box já passando no seu pau. Passou um pouquinho sobre meu cuzinho e voltou a colocar e a empurrar. O óleo fez seu pau entrar com muita facilidade e fazendo meu cú se arreganhar todo pra aguentar aquele pauzão duro. Mas logo nas primeiras bombadas eu já estava adorando sentir aquele vai e vem dentro da minha bunda.

– Pooooorrra! Que deliiiiiicia de cuzinho filha!…

Eu esfregando meus dedos na minha buceta.

– Oooooh! Oooooh! Tá gostoso pai! Soca! Soca! Maaaiiisss forte!!!!

Ele deve ter ficado mais de cinco minutos socando seu pau no meu rabo e eu esfregando meus dedos na minha buceta que logo que senti ele gozando dentro de mim fui tendo também um delicioso orgasmo. Namorei, fiquei noiva e até uma semana antes do meu casamento transei com meu pai. Mas hoje, passados mais de dois anos e com o sexo no casamento ficando cada vez mais raro, estou pensando em chamar novamente meu pai pra me foder

segunda-feira, 16 de maio de 2022

MARLY, A CRENTE

 Vamos lá , me chamo Paulo tenho ,39 anos solteiro e moro sozinho.

Trabalho com compras em um clube , e por isso saio sedo e chego tarde .
Pago uma senhora de ,50 anos chamada Marly , evangélica que 3 vezes por semana , faxina minha casa .
Marly e loira , gorda mais seios gigantes e sempre que pode , me fala da religião e que nela está a salvação , ela e casada com o pastor Saulo coroa também, que todo dia passa pela frente aqui de casa .
Mês passado tirei férias e , dona Marly por 2 vezes , na limpeza me pegou no meu quarto , me masturbando , sem graça pedi desculpas .

Na segunda vez dona Marly , perguntou porque , não achava namorada , em vez fazer isso , falei que sem tempo para conhecer e manter relação .

Ela falou que isso e errado e era melhor ter uma companheira, falei que sim está certa .

Mais é difícil, pois sem sair, não tem como, falei que sinto falta de carinho e prazer real.

Marly contou que , mesmo casada com Saulo, quase não tem intimidade, pois ele sofre de diabetes e não tem mais ereção .

Rindo disse: somos 2 azarados, pois temos tudo e nada ao mesmo tempo , Marly sem jeito fala , o senhor que é novo , que deve aproveitar toda vida pela frente , e tem vontade de prazer , vi que está muito afim de prazer , já eu não posso e mesmo que quisesse , já sou velha.

Olhei para dona Marly , já falando a senhora se acha velha ? Não penso isto não , a senhora é forte e tem , com todo respeito seios grandes que devem ser macios , qual homem não iria querer aproveitar .

Marly toda sem jeito , responde que se Deus quis assim , assim será , e que casada com , Saulo a 35 anos , jamais faria algo para trai-lo.

Na sala ela limpava , e eu no sofá , olhava ela trabalhar no seu vestido longo , cabelos até a cintura e com blusa branca , que levemente , mostrava o início de seus seios , levantei olhei para ela .

Comentei que não faria mais , com ela trabalhando , para não me ver mais , nu e me masturbando , me olhou e meia sem jeito falou , que não tinha problemas , pois e normal homem fazer isso .

Meia hora depois , Marly bate na porta e fala , senhor Paulo posso guardar as roupas no armário?

Eu estava pelado me tapei e falei que sim , mais na tv não tirei o pornô que assistia , ela entrou e parou olhando para a tv , falei para ela desculpas , a senhora deve pensar mal demais de mim .

Ela apenas arrumou as roupas , e falou que tudo bem , e que sabe bem como e ficar tempos sem prazer , olhando ela nem sei que me deu na cabeça perguntei , Marly se um homem quisesse , vc e te fazer sentir prazer não farias ? Ficou quieta por um tempo e respondeu , Saulo velha , crente , velha e gorda quem , iria me querer ?

Tirei a coberta e mostrei , olha está duro pois e tesão de te pegar .

Pasma sem reação , levantei da cama e em sua frente , falei te dou prazer e te faço ser feliz .

Ela caminha até a porta , e por trás agarro ela , sem reação a abraço e digo calma , relaxa agora aqui na cama vou te mostrar uma coisa .

A puxo e empurrando em minha cama , ela fala me olhando , seu Saulo por favor é errado e não quero , ela deitada pegou e paç=sso minha mão por debaixo da sua saia , ela nem se move , subo sua saia e vejo a calcinha gigante e os pelos saindo pela religião , tiro sua calcinha e sem pensar penetro. Marly apenas fala , "seu Paulo sabe que tá fazendo ?" Respondo "sim , vou comer uma xota peluda e gozar gostoso ," 

Aos poucos ela começou a gemer , ergui sua blusa e vi seus seios fartos , Marly gemia e ao mesmo tempo , orava pedindo perdão , falava o nome do marido , Saulo perdão te amo , e eu falava Marly calma aqui vc agora é puta , e vamos fazer de tudo , Marly gemia , orava e me olhava , "Paulo porque fez isso ? Sou crente e deus , não vai perdoar" . Em alguns segundos , a mesma mulher que pedia perdão gritou: "não para vou gozar vai , Paulo mete" ! Marly goza e fica imóvel;

Saio de cima dela , mando tirar a roupa , Marly fala que melhor parar , e respondo vc a tempos não goza e hoje vai fazer de tudo , a empurro tiro sua blusa boto de lado , e soco na xota com força , começou a gemer muito , falei Marly o Saulo na igreja e a sua mulher transando , ela pede que não fale isso mais , continuo falando Sandro , o pastor chifrudo , ele prega lá e eu prego sua puta aqui , gemendo Marly pede Paulo não fala isso , pois isso que faço aqui e maior pecado , em seu ouvido digo , pecado e vc ter está xota macia e seios lindos e não usar , e outra toda vez que sentir tesão , olha para teu marido e pensa , assim Saulo te amo mais , sou vadia do Paulo.

Mando Marly abrir a bunda , a gente estava de lado , apenas x e comecei a meter no cuzinho , a seguro e gritava Paulo não , isso não para , a seguro e soco ela grita , e apenas diz , Paulo para só um pouco.
Ela me olha e fala , seu Paulo nunca fiz isso , só lê peço jamais fale para alguém , pois sou esposa do pastor e minha vida acabaria , olhando ela digo dona Marly , está gostando ? Ela fala sim muito mais , com vergonha e medo , sério respondo ela , então nosso segredo calma , e não precisa se preocupar , jamais vou falar nada , e sobre a vergonha , não precisa ter , pois a senhora merece prazer , ser tratada como puta , dona Marly apenas diz , Paulo tá bom , só vai devagar pois , na bunda nunca fiz , e não sei nada de cama , beijando ela vou socando , até que ela começar a falar , soca vai come , Paulo mete mais , eu falava tá gostando de ser puta ? Sim seu Paulo demais , sempre quis fazer assim , dona Marly o Saulo tá a onde ? Na igreja Paulo prq ? Não por nada Marly , e que ele nem imagina que a mulher dele , tá dando o cu e sem camisinha , e Marly vou gozar dentro , ela já mole fala , Saulo te amo , mais que deus me perdoe , partir de hoje sou a crente vadia , e seu Paulo meu marido , seu amigo hoje na cama , vai deitar não com a crente e sim com a puta que o senhor me criou.

sábado, 14 de maio de 2022

A CRENTE DE SÃO LUÍS-MA

 Dizem as boas bocas que um sexo bem feito é aquele que se faz com o passar dos tempos, tendo varias experiencias até chegar próximo da perfeição do prazer.

Depois de um longo tempo afastado da criação de contos eróticos nessa pandemia, resolvi relatar uma experiência com uma pessoa tímida e recatada do lar. Chamarei essa evangélica de 26 anos de I., sua altura é de 1,55 m, e por ser uma baixinha que se exercita com frequência, seu corpo tem um pequeno formato de violão, toda gostosa com aquela cintura deslumbrante, bunda grande e seios maiores ainda que eu adoro chupar olhando em seus olhos rs.

Nosso primeiro contato foi através de aplicativo de relacionamento e ela me evitava bastante por ser um desconhecido até então, porém com o passar dos dias, a gente marcou de ir ao um shopping em São Luís (MA) para comer uma pizza com a família dela e se conhecer um pouco. Não demorou para que eu pudesse sentir seus lábios carnudos aos meus e dali nascer uma aventura em locais públicos mais intensos. Seu beijo era quente, macio e na mesma hora meu pau despertou nas melhores intenção e fazia questão de colar meu corpo ao seu para ela sentir o tamanho da excitação, contudo só ficou por isso mesmo nesse dia com gostinho de quero mais e já não via a hora de poder sair de novo com essa mulher, só que agora queria algo mais reservado.

Talvez eu tenha esquecido de me apresentar, me chamo A., era agente de segurança privada na época do ocorrido, tinha 22 anos, moreno jambo, cabelo baixo na navalha, solteiro e tinha um físico mediano com 1,73m e um dote de 16 cm, tamanho normal, mas que faz um serviço de tirar o fôlego rs. Uma das minhas maiores qualidades é fazer um oral numa mulher usando três dedos mágicos e pressionando de uma forma suave o  clitóris a língua.

É claro que no segundo encontro eu já estava nessas intenções, porém ela não estava se sentindo bem e optamos por ir passear em um parque ambiental às 19h00, onde tinha várias trilhas (gatilhos de aventuras). Ela me desafia a ir numa dessas trilhas curiosa onde iria dar, mas na hora que se afastamos um pouco da claridade, joguei as coisas no chão e puxei ela pela cintura e taquei um beijo bastante intenso já segurando seus seios e sentido seus gemidos com o perigo de transar em um local público, onde bem do lado estava passando bastante gente fazendo atividades físicas.

Em meio a suspiros e a sensação de perigo, falei em seu ouvido que queria comer ela gostosa ali mesmo e melhor ser obediente se não iria contar pra todo mundo a crente que ela era. Botei seus seios para fora e os chupei como se não houvesse o amanhã, passando a língua pelo biquinho em movimentos circulares e sugava com força, arrancando gemidos ofegantes. Aproveitei a onda e desci sua calça com calcinha e tratei de bater uma siririca em pé deixando suas pernas bambas e na hora do gozo, passei a língua na sua buceta, deixando-a bem lubrificada para socar com força. Tratei de botar uma camisinha no meu pau, apoie ela numa árvore de costa pra mim e por ser mais baixa que eu, tive um pouco de dificuldade, mas encaixei meu pau naquela buceta carnuda e foi só tapão na bunda da gostosa empinadinha e puxões de cabelo enquanto ela gemia gostoso pedindo mais. Sentir meu pau entrando bem fundo enquanto o pescoço com uma mão e a outra pressionava o seio. Logo em seguida, senti ela gozando no meu pau de ficar fraca, tirei a camisinha e botei ela pra beber meu leitinho todinho. Por ser sido uma boa garota, dei um beijo lento nela e disse que da próxima vez iria comer esse cu virgem seu que estava me provocando, mas o tempo foi curto. Para estragar parte da situação, a polícia chegou na hora que saímos da trilha e enquanto eles comentavam entre si, nós seguimos de cabeça baixa rindo do ocorrido rs.

Marcamos de ir em motel depois de alguns dias só que eu já fui mal intencionado, passei no sex shop antes e comprei um plugin anal e um lubrificante de morango para completar o clima na hora H.

Ao chegarmos no motel, coloquei umas músicas sexy para tocar e já fomos se beijando mais intenso, deixando-a só de lingerie de renda, admirando uma vista de tirar o fôlego com boquete dela me olhando e passando a língua na cabeça. Passamos para um 69 porque eu também queria chupar um pouco até que ela gozasse na minha boca. Em seguida ela veio por cima me provocando aos beijos, afastou a calcinha e já foi sentando bem devagar me dando tapas no rosto. A sua cavalgada parecia coisa de louca a ponto de gozamos juntos e quando chupei os seios socando meu pau cada vez mais firme, anunciei que iria gozar e ela sentou de uma vez, arranhando meu peito … gozei feito um louco nessa buceta que ficou pingando e ainda tirei sua calcinha para dar uma bela cheirada enquanto ela me olhava com cara de safada. Em seguida, eu a carreguei até o chuveiro e dei um belo banho nela, passando o sabonete em seu corpo todo e banhamos juntos.

Voltando para a cama, falei que tinha surpresa para ela. Improvisei uma venda para seus olhos, coloquei a I. de ladinho e em meio aos cheiros no pescoço, fui dedilhando dois dedos na sua buceta que rapidamente ficou molhada e a sensação de não ver nada, deixou os sentidos mais aguçados e o clima mais gostoso. Peguei o plugin anal melado de lubrificante, fui encaixando no seu cu e por ser gelado, arrepiou a mesma que não expressou nenhuma reação contraria a no ser que estava doendo um pouco, mas que não queira tirar. A vista era gostosa demais e não pedi muito tempo e já coloquei meu pau de ladinho com força e dando vários tapas na bunda de ficar marcado e arrancar gemidos cada vez mais altos. Mandei-a ficar de quatro, passei um pouco de lubrificante no meu pau e já fui socando com muita força, prendia suas mãos na sua costa enquanto seu rosto ficava pressionando na cama. Depois brinquei com o plugin no seu cuzinho, mexendo com seu psicológico de tanto prazer, tirei e na hora de colocar meu pau, ela não deixou porque estava doendo. Tirei a venda dos seus olhos, ela chupou meu pau enquanto eu apertava seus seios. A sensação estava maravilhosa, mas eu queria aquele bumbum, coloquei ela em pé com o rosto no espelho e uma perna levantada, cuspi um pouco na minha mão e passei no seu bumbum enquanto beijava seu pescoço. Comecei a socar no cu dela rápido e preciso falando se era assim que ela gostaria dos seguranças do trabalho dela pegasse ela e senti ela gozar com pressão, eu precisei segurar ela para não cair, mas não parei de comer essa bunda e quando anunciei que iria gozar dentro, ela virou o rostinho e começamos a se beijar bem lento. Ao tirar meu pau, vi seu cu ainda escorrendo meu leite e para finalizar com chave de ouro, dei uma tapa firme na sua bunda que ficou muito marcado e fomos banhar todo romântico para irmos embora rs.

Em outro momento, a gente ainda fez uma rapidinha em uma praça pública em São José de Ribamar, perto de uma casa abandonada rs. Após nos recompomos, ela desabafou dizendo que eu fui o homem que deixou ela ser livre e ser quem ela quiser ser. Eu disse que puta com vergonha é assim mesmo rs.

O segredo de um sexo inesquecível é saber levar de forma natural e respeitável, ai é só se entregar como se não houvesse o amanhã. Goze e se deixe gozar bem gostoso a ponto de querer mais e mais.

Deixarei meu contato se tiver quiser ler mais conto ou ter uma experiência assim:

magrinrex@gmail.com

terça-feira, 10 de maio de 2022

TIRANDO O ATRASO COM A SENHORA DA FAXINA - ÚLTIMA PARTE

 Dia 20 de janeiro de 2018… O fim das férias estava próximo e a minha rotina voltaria ao normal. O pessoal do vôlei estava reiniciando neste sábado e eu estava super animado para curtir uma praia e ver se desenrolava o lance com a Aline, já que ela estava para voltar das férias na Bahia. Lá na república, o Lucas e o Pedro já haviam voltado, e estavam organizando as coisas do semestre. Embora imaginasse que iria encontrar Dona Matilde, estava quietinho, pois já havia dado uma boa gozada nela, e estava meio receoso de ser pego pelos meninos.

Acordei super animado, me organizei e sai cedinho para a praia. Fiz uma bateria de exercícios para ir me aquecendo enquanto a galera foi chegando. 07:30 e toda a galera já enchia a área das redes. Estava muito animado, ouvindo as histórias de férias do pessoal e curtindo um bom vôlei. Quando me perguntavam o que havia feito, apenas respondia que tinha curtido minha solidão enfiado nos estudos… hehehe… mal sabiam eles que eu estava era fodendo uma sexagenária.

O dia passou, almoçamos um peixe muito gostoso pela orla, estava tudo maravilhoso. Menos o fato de Aline não ter aparecido. Seu irmão me disse que ela tinha aproveitado para ficar mais 15 dias, já que suas aulas só retornariam em março. Aquela puta deveria estar fodendo com muitos baianos, isso sim, mas não vem ao caso. Fiquei meio encabulado, por não desenrolar aquela vadia, e as meninas que estavam por lá já eram muito chegadas. Ficar com elas iria complicar muito o vôlei. Por volta das 16h, visto minha roupa e sigo meu rumo para casa. Como imaginava que Dona Matilde havia passado por lá, já entrei por trás, tomei um banho na área de serviço, tirei minha roupa e já coloquei para secar. De toalha, entro na casa e sigo para meu quarto.

Até que me deparo com Dona Matilde limpando meu quarto, ou pelo menos fingindo que limpava. Tomei um susto na hora, pois ela geralmente começa pela sala e depois segue para os quartos. Questionei o que ela fazia por ali àquela hora, e ela me respondeu toda cínica que quando estava limpando a sala o Lucas e o Pedro pediram para ela ajeitar logo os quartos deles, pois iriam dar uma volta no shopping para comprar uns livros e pegar umas encomendas, e iriam fechar seus quartos depois. Daí, ela pensou melhor em ajeitar toda a casa e aproveitar que os meninos estavam fora para ajeitar meu quarto por último, já que eu iria chegar tarde.

Na hora, entendi o que aquela safada queria e meu pau já foi crescendo na toalha. Comecei a apertá-lo enquanto a questionava: “aaah, então quer dizer que a senhora ainda não arrumou meu quarto? Ela um pouco assustada com minha pergunta, disse que havia limpado todinho e com muito mais carinho do que os outros quartos. Que, na verdade, estava ali me aguardando, para saber se o serviço estava bom. Entrando na brincadeira, fui me aproximando dela e jogando minha toalha no chão. Disse que não havia gostado do serviço e que ela iria ser castigada por isso. Fui jogando ela sentada na minha cama e pus uma perna ao seu lado, deixando meu pau na sua cara. A mesma já foi o massageando e o beijando. Comecei a empurrar meu pau contra sua cara, que já tinha se entregue a engoli-lo completamente até a entradinha da garganta (essa puta estava cada vez mais safada). Corri rápido na porta e a tranquei. Já retornei tirando sua roupa e apertando e beijando suas tetas moles.

Dona Matilde retirava sua calcinha e já ia abrindo as pernas. Comecei a bater com meu pau em seus grandes lábios, olhei em sua cara e perguntei: Passou o dia todo esperando por isso, né cachorra? Ela sorriu e me respondeu: Estou esperando por isso desde a última vez que fui embora. Foi o que faltava para eu devorar aquela puta velha. Comecei a esfregar meu pau em sua buceta, enviando cada vez mais fundo. Sentia que Dona Matilde estava toda molhada, e sua buceta contraía forte, quase arrancando meu pau. Que velha apertada! Abri mais suas pernas e comecei a martelar sua bucetinha grisalha. Dona Matilde gemia alto, entregue ao tesão. Aquela velha estava toda aberta ali, para mim, um garotão sedento por buceta. E eu não me rogava, comia com toda a maestria que eu possuía. E fazia questão de enfiar mais fundo, só para ouvi-la gemer mais e mais alto.

Senti que Dona Matilde havia gozado e resolvi mudar de posição, virei ela de quatro, e cai de boca lambendo sua buceta. Era um tecido macio, um pouco crespo, por causa dos pelos, mas uma delicia. Fiquei lambendo ela e alisando seu clitóris até que ela gozou novamente na minha língua. Já estava doido para gozar também. Então, resolvi abrir suas pernas ainda de quatro para ter a visão daquela buça antes de encher de porra, e me deparei com seu cuzinho piscando. Não pensei duas vezes e já fui alertando: não disse que iria castigá-la? pois pronto, chegou a hora!

A velha não tinha entendido, mas assim que encostei a cabeça do meu pau em seu cuzinho, ela sabia o que estava prestes a acontecer. Ao contrário de sua buceta, seu cu era lisinho, sem pelos, e muito fechado. Tentei enviar meu pau algumas vezes, e sem sucesso. Acho que ela nunca havia dado e estava muito tensa. Resolvi cuspir em um dedo e ir abrindo aos poucos, afinal, meu pau era grosso e eu só iria sair de cima dela depois que fodesse aquele rabo. Fiquei alisando um de seus peitos enquanto socava o primeiro dedo. Ela estava apreensiva, podia sentir a resistência que fazia no meu indicador. Cuspi e reintroduzi o indicador com o meu dedo do meio, para ajudar, desci a outra mão até sua buceta, e estimulava seu clítoris na tentativa de deixá-la mais excitada e relaxada. Após uns 10 minutos de muito alisado, consegui enfiar meu terceiro dedo, e com quase nenhuma paciência, já enchi a mão de cuspe e enfiei o quarto. Quando senti que ela estava bem abertinha, retirei meus dedos e encaixei a cabeça do meu pau. Desta vez, ele conseguiu entrar, e assim que chegou dentro, seu anel anal começou a piscar.
Cuspi em cima do pau e fui forçando a entrada, enquanto isso Dona Matilde revezava entre gemidos de dor e prazer. Tirei meu pau e pedi para ela deixá-lo bem lambido. Ela encheu meu pau de cuspe, afinal, sabia que quanto mais seco seria pior. Retornei ao seu rabo e já fodia com mais profundidade. Comecei a penetrar mais e mais, até que cheguei a uma velocidade deliciosa. Segurei em sua cintura e seguia num vai e vem dos deuses. Dona Matilde já não parecia estar com tanta dor, e a penetração fluía mais, embora o cuzinho estivesse bem apertadinho. Comecei a aumentar mais e mais a velocidade, até ouvir o barulho de minhas pernas batendo em suas coxas. À esta altura, Dona Matilde já gritava de prazer, desci uma mão até sua buceta e comecei a dedilhá-la, enquanto tirava todo o meu pau e colocava todo de volta.

Isto durou por volta de uns 15 minutos, quando meu pau já estava inchado de tanta pressão e sentia que seu cuzinho estava mais e mais quente. Ergui um pouco seu corpo, a segurando pelos peitos, e continuei fodendo fundo o seu cuzinho. Dona Matilde já havia gozado mais uma vez na minha mão e agora estava entregue, só aguardando a porra de seu novinho. Não demorou muito e eu tive um baita orgasmo. Não sei bem quanto gozei, mas depois que tirei meu pau, muita porra saiu do cu de Dona Matilde. Segurei sua cabeça pelos cabelos e levei até meu pau, fazendo com que ela lambesse o resto de porra que havia ficado nele. Ela lambia cheia de vontade, como uma cadela.

Após tudo, Dona Matilde se levantou, meia cambaleando, vestiu sua roupa e saiu dizendo que voltaria em breve para mais trabalho. Sorri e disse que estaria por lá para checar se estava tudo certo. Depois disso, tive mais algumas fodas com Dona Matilde, até que depois de uns 8 meses ela precisou ir para Alagoas, cuidar de uma neta menor de idade que havia engravidado. Posso contar mais algumas das histórias com Dona Matilde se vocês quiserem, mas minha meta agora é dividir com vocês histórias com outras maduras que aconteceram depois que Dona Matilde despertou meu tesão por senhoras.

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