terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

DESCABAÇANDO A EMPREGADA II

A empregadinha e sua irmã

Contei anteriormente como descabacei Daiane, a empregadinha ninfeta de casa. 

Caros leitores, esta foi a 2ª vez na minha vida que apareceu essa oportunidade de comer uma ninfetinha, a 1ª havia sido com Vanessinha “iniciando vanessa no sexo” e a 3ª foi a que descreverei neste conto. 

Contudo, parece que sem querer essas oportunidades são atraídas para gente, o que me deixou sempre com o maior tesão por ninfetas, no entanto, após esse conto que se segue, nunca mais tive outra oportunidade, até há 8 meses atrás quando, do nada recebi uma ligação, tipo trote, de uma menina, a qual depois de alguns meses rolou um romance, conto depois esse achado. o melhor é como estas histórias ficam gravadas na gente.

Voltando a Daiane, após nossa 1ª transa, ficou uma delícia em casa, transávamos pelo menos 2 vezes por semana, fora as punhetas e siriricas que trocávamos às pressas quando havia alguém em casa. ocorria assim: na hora dela ir embora, eu entrava no banheiro com ela e trocávamos carícias, foi assim que ela aprendeu a chupar um pau. Devido ao temor que passávamos por minha mãe nos pegar ali, tinha que ser jogo rápido, então ela ficava peladinha e eu só abaixava a calça ou bermuda, ela socava para mim enquanto eu alisava sua chana. Então falei para ela chupar igual ela via nas revistinhas, e no começo não era muito legal, esbarrava um pouco os dentes, mas com o tempo ficou uma delícia. algumas vezes quando minha mãe saía durante a semana transávamos no banho.

O sábado era espetacular, o dia mais aguardado da semana. logo cedo ela já fazia os serviços domésticos e à tarde era nossa. ficávamos na cama dos meus pais, ou às vezes na piscininha, só pra variar. ela aprendeu a cavalgar e já engolia todo o mastro com sua bocetinha linda, e pra mim foi muito bom porque havia transado muito pouco até então e também fui aprendendo, inclusive a controlar mais a ejaculação, dessa forma ela gozava várias vezes em uma única foda (essa é a vantagem de menina nova, umas poucas lambidas e o tesão brota a pele). comia por trás, papai-mamãe, montada, sentada no colo, só não comi o cuzinho...era muito bom como descobríamos posições e sensações novas e apesar de tudo ela sempre manteve seu jeito recatado, quietinha de modo que ninguém percebia o que rolava entre a gente.

Em um sábado, acordei e ouvi vozes, achei estranho porque quando levantava meus pais já tinham saído. Fui pra copa e vi a Daiane e outra menina, era sua irmã Rosana, de 13 aninhos, rosto parecido com o da irmã, cabelos pretos até a cintura, branca, só que mais magrinha que Daiane e um pouco mais baixa. 

Elas ficaram quietas quando cheguei e tive que perguntar quem era para sair do silêncio. nem maliciei com a Rosana, pelo contrário, até fiquei chateado, pois pensei “minha foda de sábado já era”. 

Na hora do banho dos cães, a Daiane apareceu e falou que a irmã ia ajudar. a Rosana era menos tímida que a irmã e conversava mais, de forma a tornar o ambiente mais gostoso, perguntava da escola para ela, do bairro, da casa, coisas normais para idade e ela veio me perguntando de namorada. u falei que não tinha e ela reforçou perguntando se não ficava com ninguém, disse que não, perguntei dela e me disse que tinha beijado só um menino do bairro, escondida, para mãe não saber. O banhou rolou e ela tomou a iniciativa de jogar um pouco de água em mim e eu retribui, aí Daiane apareceu dando bronca nela, pois ela não tinha outra roupa, falei que pegasse a da Daiane na mochila ou emprestava algum short ou pijama, até secar a roupa dela. A opção escolhida foi uma cueca samba canção minha e uma camiseta. Olhei no varal e vi a roupa dela secando, fiquei encabulado com a calcinha que era bem pequena para o tamanho dela, que apesar de magrinha devia ficar bem enterradinha. 

O resto do dia rolou normal e Daiane se prolongou na faxina, pois com a irmã lá não teria foda mesmo.

Já bem tarde, fui ao banheiro e Daiane estava lavando, então fui no de empregada e ao empurrar a porta estava lá Rosana, que não havia trancado, sentadinha na privada, short abaixado lendo uma das revistas de sexo da irmã, ela levou susto e eu também, que fechei a porta e pedi desculpas. a essa altura já pensei “a danadinha deve estar curiosa por sexo, será que a Daiane contou alguma coisa de nós”. 

Voltei para o outro banheiro e perguntei para Daiane se havia falado algo de nós, ela disse que não e perguntou o porquê, disse que a irmã dela poderia ter curiosidade a respeito de sexo. depois que elas foram embora, pequei minha samba canção e fui cheirar, já todo tarado por não ter transado, cheirava a sexo daquela pequena menina, pensei “ela deve ter se melado vendo a revistinha”.

No sábado seguinte novamente a irmã dela lá, então perguntei para Daiane se todo sábado a irmã ia em casa e ela disse que a mãe havia arrumado faxina e não queria deixar Rosana sozinha, por isso levaria com ela lá em casa. falei para ela que ficaria na secura no sábado, que tínhamos que dar um jeito durante a semana, ela deu risada meio encabulada.

Eu perguntei se a Rosana não queria ficar na piscininha que eu montava para ela. Ela falou que não tinha roupa para usar, perguntei para Daiane se não tinha problema ela ficar na piscina que dávamos um jeito na roupa, ela deixou. Eu falei para Rosana se quisesse podia ficar de calcinha e sutiã, que é a mesma coisa que biquíni e como eu ficaria na sala ela ficava à vontade, as duas concordaram, enchi a piscina e entrei para casa falando para Daiane – vamos para o quarto dos meus pais enquanto ela fica na piscina – ela relutou, mas a vontade dela foi mais forte.

Eu voltei para perto da piscina e disse para Rosana chamar lá de fora se quisesse entrar que a irmã levava uma toalha, para não molhar o chão da casa. cheguei no quarto e Daiane estava me esperando, a despi e tirei minha roupa e caímos na cama. após chupar deliciosamente aquele xota e ela retribuir com uma chupeta, falei para ela montar, o que fez com maestria (durante a semana não tínhamos trepado, só uma chupeta rápida, daí imagino o tesão que ela estava, bem como eu), após amolecer suas pernas eu não tinha gozado então fui por cima e castiguei mais um pouco, o rosto dela era de muita satisfação. terminei e fui ao banheiro jogar fora a camisinha e me lavar e pedi para Daiane ficar lá que eu queria mais um pouco.

Ao abrir a porta vi pegadas molhadas da porta do quarto até lá fora e saquei que Rosana havia escutado nossa transa. Eu fui ao banheiro, saí e fui lá na piscina, ela estava dentro e nem ligou de eu me aproximar, falou que estava gostoso lá e perguntou onde eu estava, respondi no quarto e ela perguntou da irmã, disse que talvez tivesse ido ao mercado. nisso reparei a delícia que era aquela menininha, os peitos eram pequenos, bem moranguinho e a calcinha dela era bem pequena para ela, como havia imaginado no outro dia, para minha surpresa a sua boceta era bem “capuz de fusca” para o tamanho dela, saltava naquela minúscula calcinha a ponto de dividi-la ao meio e por estar molhada marcava sua falta de pelo. Na hora meu pau ficou duro, me despedi dela e voltei para o quarto a fim de amolecer aquela tora (saudade dessa idade em que os hormônios nos castigam a todo instante).

Agora deixei, de propósito a porta destrancada e encostada, sabia que Rosana voltaria lá. Daiane nem percebeu que só encostei a porta e já caí na cama pedindo mais, ela já montou em mim e começou a cavalgar (ela estava louca por sexo esse dia), depois que gozou pedi para ficar de quatro (eu sempre deixava ela começar por cima porque ela gozava mais rápido assim, desse modo ela sempre gozava mais de uma vez em cada trepada e eu podia variar nas posições adiando meu gozo), ela arrebitou aquela bundinha maravilhosa e penetrei na sua chana. coloquei-me em posição que, olhando para o espelho no criado conseguia ver a porta do quarto, nisso lá estava a Rosana, meio agachada, só com um filete da porta aberta. meu tesão aumentou ainda mais e comi com gosto aquela boceta virada para mim a ponto da Daiane dar gemidinhos altos, que com toda a certeza a irmã escutou. Nós terminamos e cada um foi para um banheiro se lavar. Nisso a Rosana foi para o banheiro da irmã se trocar. Á noite fui no banheiro dela onde estava pendurada a calcinha da Rosana que havia deixado para secar, não aguentei lembrando daquela cena e soquei uma punheta.

Chegou novamente o sábado e inventei que havia torcido o tornozelo num rachão da sexta e fingia mancar, lá estavam as duas, agora eu já achava a Rosana com cara de safadinha quando me via. Eu pedi a Daiane que terminasse a limpeza da sala e fosse comprar um remédio para dor. 

Eu perguntei se a Rosana queria ficar na piscina e ela disse sim, quando estava enchendo a Daiane chegou e disse que ia comprar, falei para ela que só encontraria na farmácia central (a maior da cidade), mas implorei para ela comprar porque a dor estava forte (a linha de ônibus era bem precária naquela ocasião, demorava pra caramba para passar um circular. Então ela levaria mais de uma hora e meia para ir e voltar, isso se não resolvesse passear pelo centro comercial). Ela ia levar a irmã e eu disse que era bobeira, deixasse a menina na piscina e também economizava no passe, ela aceitou assim e a irmã também não quis ir.

Mal terminei de encher e a Rosana já estava tirando sua roupa, ficando só de micro calcinha e sutiã, percebi que a vergonha anterior já havia passado. Ela estava uma delícia aquele capotão, mas fiz que não ligava e entrei, tirei minha roupa e fiquei só de cueca e deitei no sofá, aguardando a curiosa. Não demorou vi a sombra dela entrando e disse “você quer toalha?” ela gritou que sim, então sai e ela arregalou o olho na direção da minha cueca, falei, “to só de sunga porque tá calor demais”, entreguei a toalha e disse, sai daí que o sol pode te fazer mal, ela se enxugou e eu disse para ela ficar daquele jeito mesmo (só de calcinha e sutiã) que rapidinho secava e ela não passava calor vestida daquele jeito, ela nem relutou. chamei para ver tv e sentamos no sofá. perguntei da revista aquele dia no banheiro, se ela já tinha feito alguma coisa daquela ou já tinha visto, ela fez que não com a cabeça depois disse, “Vê eu já vi, você com minha irmã, então falei que ela não podia contar para ninguém e ela disse que havia falado com sua irmã e ela tinha confirmado e contado como era, as sensações, a 1ª vez e tudo o que rolava entre nós, fiquei meio apreensivo, confesso, pois isso podia se espalhar, mas a Rosana falou que era confidência só das duas. Eu falei para ela pegarem a revista na bolsa da irmã e ela voltou com ela e sentou-se ao meu lado. fui explicando foto a foto e fazendo com ela.
Eu não acreditava, comia a delícia da Daiane que já completara 15 anos e agora estava prestes a comer a irmã de 13. Nós começamos a nos beijar e rapidamente ela pegou o jeito, me falando que meu beijo dava arrepio, diferente do menino que ela tinha beijado. Eu fui alisando seus peitinhos e tirei seu sutiã, estavam durinhos demais, nisso nos deitamos no sofá, eu por cima dela e me encaixei entre suas pernas beijando seus seios, boca e pescoço e roçando o pau por dentro da cueca em sua chana coberta pela calcinha, descia minha boca até o umbigo dela e ela tremia, voltava e esfregava mais o pau naquele capotão. então desci até o local inexplorável e fui abaixando sua calcinha e ela deixando e ajudando com a perna, lambi toda sua virilha e finalmente a sua boceta carnuda. Que delícia meus amigos, ela foi ao céu e contorcia toda a perna meio que tentando fechá-la, mas eu segurava e ela delirava, estava toda encharcada. Após deixá-la louca saí de cima e tirei minha cueca, o bichão tava estalando e falei pra ela "olha aí, segura para você ver como é", ela segurou com muito tesão e por instinto ela começou com movimentos lentos para cima e para baixo e para os lados, iniciando sua 1ª punheta. Eu toquei sua boceta com os dedos, depois falei para ela ficar igual a irmã dela no quarto, de quatro, e ela atendeu deixando a mostra aquele intocável valinho pra receber meu pinto latejando. Eu pincelei um pouco e ela dava gemidinhos de tesão. fui colocando até sentir a resistência de sua virgindade, era muito apertado. corri até meu quarto e peguei uma camisinha e coloquei explicando para ela o que era aquilo, então voltei a penetrá-la agora foi mais fácil devido ao lubrificante, apesar dela estar encharcada. numa estocada entrou quase a metade e ela gritou de dor, conforme tinha feito com sua irmã na 1ª vez, segurei-a pela cintura para não tirá-lo de dentro e deixei um pouquinho sem mexer para ela acostumar e fui aos poucos movimentando, ela gemia, com certeza de dor mas não gritava mais, já estava se acostumando, tirei bem devagar e ela gemeu de novo de dor, então eu deitei e falei pra ela sentar nele, ela disse que ia doer, mas sua curiosidade pela sensação falou mais alto e ela sentou olhando pro pau que ia sendo engolido, era muito apertada, apesar de seu “capuzão” e eu provocava, vai menina, mostra que é mais forte que sua irmã, que aguenta tudo, então ela começou a subir e descer e depois para trás e para frente, o tesão era enorme em ver meu pau sumindo naquela boceta carnuda, ela foi aumentando os movimentos freneticamente até seus gemidos aumentarem e por fim parou os movimentos então dei mais umas estocadas e gozei. depois falei para ela ir tomar banho que a Daiane devia estar chegando. 

Pra não alongar mais o conto posso lhes dizer que depois a Daiane nunca comentou isso comigo, mas a Rosana falou que contou para ela, de modo que eu comia sempre separadamente as duas. deixava a Rosana lá fora e ia com a Daiane para o quarto, ou pedia alguma coisa pra Daiane comprar e ela malandramente demorava enquanto eu traçava sua irmãzinha, mas nunca uma perto da outra e eu sem comentar nada com nenhuma delas. e assim ficamos nesse joguinho por seis meses, até que elas se mudaram para São José dos Campos cidade vizinha, mas que impossibilitava o emprego. depois disso nunca mais as vi.

DESCABAÇANDO A EMPREGADA I

Tudo começou quando minha mãe contratou a Daiane para trabalhar como doméstica em casa. 

Na época eu tinha 17 anos, morava, e moro, em Caçapava - sp, e já tinha o corpo formado (1,80, 77 quilos, começava a malhar). 

Ela era uma menina de 14 anos, baixinha, 1,50 ou menos, corpo normal, cabelos compridos pretos, rosto de anjo.

Nos primeiros meses dela, não dei muita atenção porque ela ia sempre de calça jeans meio larga, velha e camisetas largas. Contudo, ao chegar o verão, por proposta de minha mãe ela começou a ir trabalhar de bermuda (minha mãe falou que a calça além de ficar molhada quando ia lavar o chão, deixaria ela com muito calor). Então ela começou a ir de bermuda coton, bem agarradinha; foi quando notei aquele corpinho de ninfeta fantástico: bundinha redondinha e empinada, coxas grossas proporcionais ao bumbum. desde então; sempre que tinha oportunidade, ficava perto dela para olhar aquele corpinho. 

Eu comecei, a partir daí a espioná-la no banheiro pela fechadura. Ela antes de ir embora, sempre lavava o banheiro e depois de finalizado, tomava seu banho. só que numa dessas espionadas notei que ao lavar o banheiro ela já tirava sua roupa, ficando nua por inteiro, e qual minha surpresa ao notar que seus seios eram deliciosos, durinhos, com biquinho pequeno, não me aguentava e socava uma punheta só de vê-la.

Eu me aproximei mais dela, tentando, devagar, ganhar sua confiança para dar o bote. Nos sábados, passei a chamá-la para me ajudar a dar banho nos cachorros, era sempre uma oportunidade boa para contato, ela era muito tímida, quieta e era muito difícil "puxar papo" com ela. Nos sábados não ficava ninguém em casa, minha mãe e meu pai sempre iam para casa de algum parente ou para o clube de campo, voltando somente à noite, e como eu já tinha 18 anos nessa altura, não gostava de passear com eles). Nesses banhos dos cães, todos ficavam molhados - cachorros e a gente - pois eles (pastores alemães) toda hora queriam fugir do banho e tínhamos que agarrá-los, resultado, roupa molhada, e algumas vezes, seios a mostra, quando ela não estava de sutiã; o pau endurecia na mesma hora ao ver a camiseta grudada naqueles peitos durinhos. passei a investir minhas cantadas nesses banhos, pois ela se sentia mais a vontade por não ter ninguém em casa além de mim; então ela começou a conversar mais e a fazer brincadeirinhas, como jogar água, fazíamos aposta de quem terminava 1º o banho no cachorro, e ela sempre perdia porque não conseguia dominar todo o tempo o cachorro, resultado, ganhava banho de esguicho, esse era o mico que tinha q passar o perdedor, e eu caprichava para molhá-la inteirinha. algumas vezes ela estava de coton branca e aparecia toda sua calcinha.

Certo dia, entrei em seu banheiro (aquele que ela tomava seu banho e deixava suas coisas lá) e fucei em sua mochila - da escola ela ia direto trabalhar - qual minha surpresa ao ver uma revista de sexo lá dentro, essas tipo novelinhas, com fotos. pensei então, ou ela já experimentou, ou está querendo, curiosa pra saber como é.

Já estava na hora de acelerar as coisas. Num sábado, após ela perder novamente a aposta, falei q agora ela teria que ficar grudada de peito na parede, então comecei a jogar o jato da cabeça aos pés e voltei para sua bundinha onde joguei um jato bem forte e direcionado, ela deixou um pouco depois perguntou, agora vai jogar água pela frete, e foi o q fiz, joguei em seus seios e parei bem direcionado pra sua xaninha, quando então ela virou de lado e falou q já tava bom.

No próximo sábado, falei que íamos imitar a banheira do Gugu. peguei uma piscininha velha, dessas de 500 litros ou menos, que minha irmã tinha levado nas férias para meu sobrinho brincar em casa, montei e começamos a brincadeira que consistia em pegar moeda e jogar para fora. enchi do que tinha de sais de banho de minha mãe para fazer um pouco de espuma e ficar escorregadio o plástico da piscina. cada hora era um que catava e fazíamos a contagem de tempo, enquanto o outro tentava impedir antes de começar fui até a cozinha e trouxe 2 latas de cerveja, e falei que ela podia tomar que ninguém ia ficar sabendo (a mãe dela é dessas evangélicas fervorosas e por isso ela nunca tinha tomado qualquer bebida alcoólica, mais disse que queria experimentar). Após tomarmos, comecei pegando e ela tentava me impedir mas sem fazer muito esforço, não me agarrava como eu queria. Depois foi a vez dela e eu a agarrava pela cintura, pelas coxas e até nos seios para impedi-la de pegar as moedas. num desses agarrões, eu já de pau duro, encaixei bem na bundinha dela, de braço enlaçado em sua barriga, nisso ela diminuiu seu movimento de fuga e ficou mexendo mais as mãos no fundo da piscina e balançando um pouco o quadril, roçando deliciosamente seu bumbum no meu pau. Como ganhei a 1ª rodada, falei, agora o mico vai ser tirar uma peça de roupa, e ela tímida falou que tinha vergonha, então disse, tá eu tiro a camiseta agora, mas se você perder vai ter q tirar uma peça sua, ela concordou. para deixá-la mais a vontade, perdi de novo e tirei a bermuda, ela imediatamente lascou os olhos no volume q fazia minha cueca, eu nem tentei disfarçar o meu tesão e continuamos, agora se eu perdesse ficava nu, mas preferi despi-la, então ganhei a 2 seguintes e ela ficou de calcinha e sutiã.

Peguei mais uma cerveja para ela e depois que tomou voltamos para brincadeira, ela perdeu a próxima e não queria tirar de jeito nenhum, falei que era só uma brincadeira e ninguém ia saber mesmo, então ela tirou o sutiã e lá estavam os seios espetaculares de Daiana. Nessa altura eu já cochava sem que ela reclamasse, alisava todo aquele volume que estava dentro da cueca por trás dela em sua calcinha, e a mão corria em movimentos não tão ligeiros em seus seios.

Eu perdi a próxima e retirei a cueca, agora era notório a minha excitação e ela via pela 1ª vez (depois ela me contou) um pau na sua frente e duro do jeito que estava. Eu falei agora se eu perder você pede alguma coisa pra eu fazer e fomos para mais uma rodada. ela perdeu e então sem relutar tirou sua calcinha, então pedi que ela ficasse de pé pra eu ver, igual eu havia feito. era realmente linda sua chaninha. por mim já agarrava ela naquele instante, mas ela se abaixou e falou:

- Vamos mais uma. 

Então comecei e ela sempre buscava relar meu pau, já estalando de duro. era uma loucura, nós 2 nus se enroscando e nada mais rolando. Então chegou a vez dela e eu a agarrei delicadamente por trás e comecei a acariciar seus seios e meu pênis entrava entre suas pernas, roçando sua boceta, ela já havia até parado de pegar moedas e experimentava a sensação das revistas escondidas em sua mochila. peguei sua mão e levei até meu mastro ela segurou-o e instintivamente alisou-o fazendo um movimento quase de uma punheta. eu tocava sua boceta e ela abria cada vez mais as pernas para receber o toque. não aguentando mais, virei-a de frete para mim, ambos sentados, e comecei a chupar seus peitinhos, ela se contorcia e eu colocava sua mão para massagear meu pau, ao mesmo tempo alisava seu grelinho. Após uns 5 minutos, não aguentei e mandei ela sentar em meu colo, enlaçando suas pernas pela minha cintura. Eu segurei o pau e esfreguei na chaninha; então ela se agarrou em meu pescoço e coloquei bem na portinha, roçando pra baixo e para cima, até que ela não aguentou e foi descendo lentamente, houve uma certa resistência, mandei-a soltar o peso e então encaixou seguido de seu gemido de dor, segurei para q ela não saísse e continuasse encaixada que passaria a dor, então ela subia e descia bem devagar, sentindo todo o membro dentro dela e aos poucos foi aumentando o movimento, já parecia que começava a gostar da penetração e eu não aguentando gozei dentro daquela caverninha, até então inexplorada. o sangue dela já havia se espalhado um pouco pela piscina, então fomos tomar um banho.

No banho disse que tinha um remédio para passar a dor dela e comecei a lamber sua chaninha, ela agarrava meus cabelos, quase arrancando-os. explorei a grutinha por uns 3 minutos, ela se contorcia a todo momento, então como estava armado novamente, coloquei-a no chão e fui por cima, ao penetrá-la ela enlaçou minhas costas, parecia gostar muito, apesar de estar ferida pela sua 1ª vez. Então após penetrar aquela xaninha apertadinha várias vezes e agora durante quase 10 minutos, a coitada já devia estar toda arrebentada, gozei novamente e ela falou da sensação de líquido quentinho dentro dela. A minha preocupação nas semanas seguintes foi a de saber se ela havia engravidado, contudo, nada.

Desse modo descabacei a Daiana, e transamos muitas vezes depois, inclusive junto com a irmã dela, mas conto em outra ocasião

DESCABAÇANDO VANESSINHA

...Fiquei fascinado com o que havia acontecido, aquela ninfetinha me chupando e conhecendo os prazeres do sexo.

Nos dias seguintes me lembro que ela foi sempre com o irmão, não dando oportunidade de continuar nossa brincadeirinha. até q apareceu sozinha, mas nas vezes seguintes, sempre tinha gente no fliperama, então o máximo que arriscava fazer era acariciá-la por trás, enquanto ela socava uma punheta pra mim, ficávamos assim porque o balcão tampava a visão até a altura de minha barriga e quando aproximava alguém para comprar ficha, parávamos de nos tocar, mas só isso já era bom demais fazer.

Ela estava ficando cada vez mais curiosa com as descobertas que estava fazendo e cada vez tentava inovar. Lembro-me que ela já olhava para sua boceta enquanto eu a tocava, vendo os movimentos de meus dedos lhe dando prazer; eu não precisava mais tirar meu pinto para fora, ela já sabia a hora que dava para fazer isso e ela mesmo abaixava um pouco minha bermuda e começava a punhetar, enquanto eu a tocava; e quando eu (nos dias de pouquíssimo movimento no fliperama) ficava por trás dela, roçando meu membro em sua chaninha pelo vão de sua perna ela mesmo se tocava segurando meu pau junto da xota. ela ficava toda molhadinha.

Certo dia ela apareceu sozinha e não tinha ninguém no fliperama, ela entrou atrás do balcão e levantou sua saínha e falou que tinha comprado – me mostrando uma calcinha bem pequena, ficava enterradinha na bunda e apertava toda a sua chana, ficando bem carnudinha. na hora pensei em aproveitar, então perguntei se podia chupá-la igual havia feito aquela 1ª vez, se ela tinha gostado, e ela fez q sim com a cabeça, falei que ia fechar a porta e ela ficou meio assustada mas não contestou, então olhei se tinha alguma alma viva naquela rua e como não passava ninguém, abaixei a porta.

Eu cheguei até ela e levantei sua saia para ver a calcinha, depois tirei sua saia olhando pro corpinho lindo dela, peguei-a e coloquei sentada no balcão e beijei sua boca pela 1ª vez (é incrível que já havia nos tocado, mas um beijo ainda não), ela toda sem jeito, disse que nunca tinha beijado, o que me deixou mais excitado, com ar de professor. ficamos beijando e eu toquei (também pela 1ª) vez seu peitinho, ainda se formando, mas era durinho, uma delícia, então terei sua blusa e comecei a chupá-los, para ela era mais uma sensação nova, ninguém tinha chegado ali. Enquanto chupava seus moranguinhos meus dedos já trabalhavam em sua chana, que começa a molhar a calcinha. peguei o banquinho (agora eu que precisava dele para dar altura no balcão) e subi nele dando a altura certinha de esfregar em sua boceta, que na posição de sentada com as pernas para fora encaixava direitinho. fiquei beijando ela e seus peitinhos e abaixei a bermuda com a cueca e esfregava o corpo de meu pau em sua chana e a cabeça ficava na direção de sua barriga, olhei um pouco para ver aquela cena e ela tb ficou olhando aquele bichão roçando sua pombinha por cima da calcinha, que estava encharcadinha. puxei para o lado, dedilhei um pouco e comecei a roçar a cabeça do pau em seu rasguinho, deslizava fácil porque estava bem molhada, de modo fiquei assim por um tempo, roçando para cima e para baixo e ela olhando com maior tesão. dei uma forçadinha na portinha e ela deu um gemido forçando a perna para fechá-la. continuei só esfregando e logo gozei virando pro lado para não molhá-la.

Falei para ela virar de quatro em cima do balcão e tirei lentamente sua calcinha, era a 1ª vez q tinha aquela visão por trás, da chanha fechadinha e seu rabinho mais fechado ainda. então comecei a chupá-la com vontade, ela rebolava de tesão, tenho certeza que gozou, pois fez um movimento de arrepio com o corpo então eu parei e levei-a até o sofá que tinha mais perto da porta. tirei toda a minha roupa e me deitei, colocando-a por cima de mim, ela ficou ali rebolando naquele cacete, rapidinho já estava em ponto de bala, o que causava mais tesão nela q esfregava ainda mais aquela boceta naquele pau, vi que ela tentava colocá-lo, apenas com o movimento do vai-e-vem, dentro de sua chaninha, mas ele não entrava, escapava (além de muito molhada era apertadinha). pensei em alargar aquela bicetinha com a língua e falei para gente fazer igual num filme (69), ela se virou e ficou mamando minha pica e eu chupando mais um pouco aquela pombinha linda e enfiava a linda, nisso ela até parava com a chupeta e tremia um pouco com a sensação. como já tinha gozado uma vez, agora eu conseguia demorar mais um pouco e ficamos nos chupando um 5 minutos. então virei-a para mim e ela sentou em cima do cacete e começou a esfregá-lo tentando novamente colocá-lo dentro de si, até que eu segurei ele e ela ajeitou-o bem na portinha e tentou uma vez olhando para ele desvendando sua intocável pomba, ele entrou um pouquinho, só a cabeça e ela tirou, fez novamente o movimento entrando toda a cabeça, ela repetiu esse gesto umas 6 vezes, até que na hora que estava a cabeça atolada eu é que subi e ela gritou, nem vi o quanto entrou, mas ela saiu para cima e eu esfreguei novamente em sua chana um pouco e acho que aflorou seu tesão e ela fez novamente o movimento e entrou a cabeça e mais um pouco, larguei o pau, pois já estava encaixado e segurei em sua cintura fazendo movimento de rebolado nela, ela fazia cara de pouca dor e devagar ia entrando, ela levantava de novo e depois descia bem devagar, fez algumas vezes isso e depois eu fui por cima, ela abriu as pernas para mim e entrei lentamente, vendo a cabeça e parte do pau sumirem nela, ficava muito apertado e voltava, depois de alguns “vai-e-vem” já estava bem mais fácil e ela me enlaçou com suas pernas, parecia que começava a gostar, meu pinto pulsava a ponto de gozar e aguentei mais um pouco, a carinha dela já parecia misturar prazer e dor. após alguns movimentos anunciei o meu gozo e tirei molhando o sofá, mas ele não amoleceu aproveitei e falei para ela sentar nele de novo, agora já entrava mais fácil, e como ela controlava o movimento sabia até onde descer e o ponto que te dava prazer, rebolou gostoso sempre olhando pra ele, acho q media o tanto q podia entrar, aumentou a velocidade e depois reduziu quase parando, acho que havia gozado e eu mais alguns movimentos gozei, já bem ralinho dentro dela. fomos no banheiro e joguei um pouco de água na sua chaninha para limpar, ela disse que ardia, ela foi se vestir e coloquei papel higiênico por dentro de sua calcinha, pois podia manchar de sangue, lavei o pau, me vesti e levantei a porta, falei para ela ficar atrás do balcão caso alguém passasse na hora, mas continuava vazia a rua. após alguns minutos acabou o culto e ela foi até sua mãe na porta da igreja, mandando de longe um beijo para mim. tive ainda 2 vezes sozinho com ela e repetimos, agora com mais vontade, só que meus pais se mudaram pra Caçapava, interior de São Paulo e fui com elas, nunca mais a vi pois nunca peguei seu endereço. 

INICIANDO VANESSA NO SEXO

Este conto aconteceu há 10 anos quando tinha 17 anos de idade. achei este site e resolvi contar para aqueles que se interessam, é meio longo, mas é exatamente como se desenrolou. 

Nessa idade já tinha o corpo formado (1,78, branco, cabelos pretos, tipo atlético, 18 cm de pau). morava em São Paulo e fui cuidar de um fliperama para meu tio, que era na Zona Leste e ficava próximo de uma igreja evangélica. algumas vezes ia um garoto de uns 14 anos com sua irmã vanessa de 11 anos (baixinha, branquinha, peitinhos formando e durinhos e com uma bundinha na medida certa para sua altura e idade, só que bem empinadinha). Eles ficavam jogando enquanto a mãe ficava no culto, sempre à noite, quando o movimento do fliperama era menor (aquela rua não tinha muito movimento de gente).

Certa vez, o Tel (este era o apelido do irmão dela) estava virando um jogo e como a máquina era alta, a Vanessa não tinha uma visão boa da tela, então coloquei um banquinho para ela subir e fiquei atrás dela acompanhando o jogo. foi quando, sem querer ela foi um pouco pra trás e encostou aquela bundinha empinada em meu pau. Em poucos segundos o bichão ficou duro e latejando dentro da minha calça e ela continuou encostada nele, eu dava umas mexidinhas para esfregar e ela parada, sentindo aquilo, mas na inocência sem saber o que era.

Sempre que eles apareciam, ela ficava de gracinha comigo, coisa de criança, e depois daquele dia sempre pedia para colocar o banquinho. Notei que quando eu não ficava atrás dela, ela se desinteressava do jogo do irmão e vinha conversar comigo no balcão. Mesmo quando o Teo não aparecia, ela ia sozinha lá aguardando a mãe e pedia para eu jogar enquanto ela assistia encostadinha em mim. Eu comecei a gostar daquilo e a intensidade dos contatos foi aumentando a ponto de sempre que ela aparecia, eu dava um jeito de ficar atrás dela encostando o pau naquela bundinha, e como era verão, ela começou a ir de shortinho e eu segurava com uma mão em sua cintura, puxando-a para mim e ficava assim o tempo todo em que o Teo jogava encostado nela. 

Um dia ela foi de sainha de pano bem leve e não aguentei, fui levantando bem devagar para o irmão dela não perceber e olhava disfarçando aquela bundinha linda com uma calcinha amarela, passei a mão por toda a superfície e desci para perto de sua chana, ela parada como sempre, então tentei tocar sua chana e ela deu um gritinho e bateu sua mão no meu braço, tirando de lá, disfarçou para o Teo falando que tinha achado que ele ia morrer no jogo, mas então levantei de novo e dessa vez fiquei só encostando meu pau, que quase rasgava minha bermuda.

Daí pra frente ela só ia de sainha, até que um dia ela estava sozinha e a chamei para trás do balcão, não havia ninguém no fliperama, então falei para ela olhar umas revistas que estavam em cima do balcão, daqui a pouco encostei por trás dela e comecei a levantar sua saia e dessa vez ela estava com uma calcinha branca e enterrada na bunda (a calcinha não era minúscula mas parecia q ela tinha puxado pra ficar daquele jeito), novamente comecei a apalpá-la e ela quietinha lendo a revista, desci então a mão passando pela bundinha até chegar na sua chana, para minha surpresa ela abriu um pouco a perna permitindo que minha mão alcançasse toda a boceta, fiquei alisando por cima da calcinha até que puxei para o lado e descobri o vale encantado, era uma delicia dedilhar aquela chana, sem pelinhos e lisinha e estava molhada, a cara dela era de satisfação. não aguentei e falei para ela: "olha na porta se entrar alguém me avisa!" e imediatamente me abaixei ficando com a cabeça entre suas pernas, ela assustada perguntou o que eu ia fazer e falei que ia ser gostoso, puxei de lado a calcinha e lambia aquele mel delicioso (já tinha transado mas foi meu 1º oral, do jeito q nos filmes pue tinha visto nos filmes pornôs) e era muito bom ver ela se contorcendo e colocou as 2 mãos na minha cabeça agarrando firme meus cabelos, percebi que a estava fazendo gozar, então ela saiu de perto de repente e tremendo, falando que tinha sentido um arrepio por todo o corpo muito gostoso, nisso já estava na hora de ela ir embora e foi o q aconteceu.

Eu esperava novamente a oportunidade de pegá-la sozinha, mas não era sempre que eles apareciam e sempre os 2, daí eu ficava só apalpando a Vanessa em cima do banquinho. até que ela apareceu sozinha e já foi entrando atrás do balcão, esperei esvaziar o fliperama e ela já me esperava virada para o balcão, fui novamente dedilhando a chana e ela se contorcendo, então peguei na mão dela e levei por cima da minha bermuda alisei por um tempo sua mão por cima do meu pinto duro até que ela continuou a alisar sozinha, abaixei a bermuda e a cueca na altura do saco, ficando meu pau todo para fora e ela tocou nele e se virou pra olhar tamanha a curiosidade, falei para ela segurar nele e fazer um movimento de vai-e-vem; nisso eu estava do lado dela e virado para ela, ela socando meio sem jeito e eu alisando a chana dela, a sensação de perigo deixava a cena mais excitante, rosto dela mostrava sensação de prazer e espanto ao mesmo tempo por ver pela 1ª vez um pinto e duro ainda por cima. devido a minha postura, meio arqueado para alcançar a boceta dela, não fiquei muito tempo assim, levantei todo novamente e falei pra ela por a boca ali, mas ela fez que não, então coloquei o banquinho ali e ela subiu, fui por trás dela, abaixei sua calcinha até a o joelho e encaixei meu pau no vão de sua perna, roçando na sua bunda e boceta, era muito bom, e com a mão pela frente, acariciava sua chana, ela se contorcia demais, então corri para o banheiro e fui gozar lá. na volta ela perguntou o que eu tinha ido fazer, e expliquei para ela, ela queria ver como era o “leitinho”, mas como estava na hora de terminar o culto falei que mostraria para ela outro dia.

Aquele fliperama não tinha movimento nenhum naquele horário, o que eu adorava, pois ficava imaginando a minha Vanessa. Outro dia e ela sozinha, comecei por trás de novo esfregando na boceta, estava uma delícia, mas tinha uns dois meninos numa máquina, fui até eles e falei se iam querer ficha logo, falaram que não, voltei e continuei esfregando nela e falei para ela, agora você vai provar, ela estava curiosa para saber, mas tinha receio ou nojo, então falei para ela se abaixar, assim ninguém a via, ela abaixou e punhetou do jeito dela, ai falei, igual chupar sorvete, ela colocou a boca na cabeça e sentiu o gosto, falou é salgado, disse para ir chupando que melhorava o gosto e ela ia ver o leitinho, ficou chupando o quanto aguentava, é claro que não entrava tudo, ficava quase que só a cabeça dentro da boca, mas para mim já era o suficiente, não demorou e falei que ia sair o leitinho, para ela cuspir depois (fiquei com medo dela vomitar), e gozei gostoso dentro de sua boca, tirei e ela cuspiu no chão com cara de nojo falando que não era igual leite, era ruim. ela foi no banheiro lavar a boca e foi embora. estava a um passo de comer aquela grutinha.  CONTINUA.

LOUCURAS NO BUSÃO

Oi tenho 29 anos sou moreno 1,83 m, olhos verdes, e a história que narro agora é verídica, aconteceu comigo em outubro de 2009.

Eu moro em Campinas e todas as manhãs ia para o trabalho de transporte coletivo. O busão sempre lotado, um esfregando no outro. 

Foi nessas idas  e vindas que comecei a reparar uma ninfetinha muito gostosinha, devia ter uns 13 aninhos, morena, olhos verdes e um cabelo lindíssimo, devia ser evangélica.

 Eu ficava imaginando tantas safadezas com ela; estava ficando louco de tesão, dai resolvi fazer loucura. Eu como quem não quer nada tipo encostando a mão naquela bundinha pequena e redondinha, percebi que ela notava minha safadeza mas ela não tinha reação ou por medo não falava nada 

Dai fui ficando mais tarado comecei a ir de agasalho sem cueca só para me esfregar nela, nossa quase gozava de tanto tesão! 

Foi numa quinta feira num dia de calor, mas fui de agasalho pois pretendia foda gostoso na ninfetinha tesuda e qual foi minha surpresa!! O ônibus estava lotadíssimo, tratei de procurar por ela, dai a vi. Eu fique de pinto duro só de ver... Ela estava de saia de prega verde e de blusinha da escola. Eu fiquei doidinho e  muito safado  me encostei nela  abri a blusa do agasalho pra que ninguém visse que estava passando a mão na bunda dela; comecei a apalpar aquela bundinha tesuda. Que delicia! Eu pensei que ela ficaria brava, mas ela como sempre não teve reação Dai fiquei louco. Eu comecei a por a mão por dentro da calcinha dela e vi que ela tava molhadinha. Nossa fiquei doido pensei"! Hoje me realizo! Com muita agilidade abaixei a calcinha dela que era de algodão e tirei meu pinto para fora, estava muito rígido no começo só tinha a intenção de esfregar na bundinha dela, mas fui ficando com fogo dai abri bem a blusa e escondi praticamente nossos corpos, arregacei aquela bundinha e posicionei meu pau na entrada daquele cuzinho. Foi a seco mesmo, não aguentava de tanto tesão meti com força nossa ela até chorou no meio de tanta gente. Eu tinha medo de ser pego, mas o tesão era maior. Eu comi aquele cuzinho bem gostoso e quando percebi que ia gozar pensei se eu tirar vai lambuzar todo o vestido, então deixei foi uns três jatos de porra dentro naquele cuzinho apertadinho, ela tremeu  todinha, depois disfarcei um pouco, levantei a calcinha dela e me recompus desci no meu ponto e fui trabalhar super contente e cheio de tesão só de lembrar.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

ENGRAVIDEI UMA CASADA EVANGÉLICA

A historia que passo a contar também é real. 
Eu moro na zona sul de São Paulo.
No quintal da minha casa na parte dos fundos tem outra casa que minha mãe aluga. A casa não é grande, apenas um quarto e cozinha. geralmente moram homem ou mulher sozinho ou casal sem filhos.
Em novembro de 2004 o imóvel ficou desocupado onde moravam 3 irmãos. Minha mãe havia me dito que assim que os rapazes saíssem já estaria entrando na casa um casal que estavam recém casados. e foi o que aconteceu.
Aqui os chamarei de Letícia e Ronaldo. Eles são um casal simpático, 
evangélicos da igreja (que eu não sei o nome) do R R Soares, ambos não tinham mais que 21 anos. Ela é mulata, baixinha, uma delicia, bunda gigantesca e peitos também, não era gorda, mas também não era magra. 
Ele jeitão de moleque, gente boa. 
Os dois trabalhavam juntos, por isso saiam todos os dias cedo pra trabalhar e também voltavam juntos.
Tudo ia como sempre foi com que já havia morado ali, até que um dia eu estava chegando do trabalho as 06 e 30 da manhã e passando pelo corredor da minha casa, dei de cara com ela saindo do banheiro da casa dela apenas de sutiã e shortinho. Achei que ela fosse se assustar mas para minha surpresa ela não se assustou e se portou como se não estivesse vestida daquele jeito. cumprimento-me normalmente e entrou para casa dela e eu pra minha. pensei: 
- Será que ela nem se deu conta que estava vestida assim? Só pode ser...!”
Percebi que depois desse dia, ela que era tímida quando nos encontrávamos no portão, passou a ser uma pouco mais insinuante. Já abria um sorriso maior quando nos encontrávamos, mas tudo não passava de um: bom dia ou boa tarde... 
Um dia eu estava em casa sozinho em casa quando ela chamou minha mãe. Fui ate a porta da cozinha e avisei que minha mãe havia saído (coisa rara de acontecer). Perguntou que horas ela voltaria mas eu também não sabia. 
Um pouco depois, fui no quintal entre a minha casa e a dela mexer em algumas coisas quando ela saiu no quintal também e foi lá conversar comigo, ela estava com um shortinho parecido aquele que ela usava naquele dia de manhã, e uma camiseta.
Ela puxou assunto perguntando no que eu trabalhava, por que ela sabia que era a noite. Depois disse que minha mãe era muito legal. só que quando ela perguntou se eu havia gostado do que vi aquele dia de manhã.... putz, tomei um susto. pensei: nossa, então ela fez de propósito!!! – mas respondi:
- Nossa adorei, só que foi muito rápido....rs.
Quase não acreditei quando ela falou:
- Se quiser ver com mais calma, eu estou sozinha também. o Ronaldo estava trabalhando e é só você escolher: “na sua casa ou na minha!”
- Voce está louca? E seu marido......mo mancada com o cara.
- Que nada. ele não vai nem saber. `Por favor! Não sei quando teremos essa chance de novo, não faz isso comigo.
Mesmo sem acreditar no que estava ouvindo, eu respondi: "então é na minha"! (afinal de contas se minha mãe chegasse de repente, eu não correria nenhum risco. já na casa dela....)
Entramos e viemos para a sala. sentei no sofá e ela sentou-se no meu colo de frente para mim. começamos a nos beijar. Que boca deliciosa. macia e molhada. os peitos dela forçava no meu tórax. Peguei no seu rabão. não acreditava no que estava acontecendo.
- Que crente safada!!!
Ela adorou saber que tenho piercing na língua:
- Que delicia. Não sabia que você tinha piercing na língua. Noooossa, deve fazer maravilhas...
Tirei sua camiseta e ela estava sem sutiã. Que peitos lindos. Grandes, bicos pequenininhos.
Mamei como um bebê desesperado. Enquanto isso ela rolava sua xoxotinha no meu pau, mesmo por cima da roupa. Que crente safada!
Enquanto roçava sua xoxota no meu pau por cima da roupa, me fez algumas confissões:
Disse que sempre que podia, me espiava pela janela da sua casa, eu saindo do banheiro enrolado na toalha e que após isso sempre batia uma siririca. Disse também que perdeu as contas de quantas vezes transou com seu marido pensando em mim e que o dia que eu a vi saindo do banheiro so de sutiã, tinha acabado de trepar com ele pensando em mim. 
Ouvindo tudo isso quase enlouqueci.
Pedi para que ela saísse de cima de mim e ficasse de quatro no sofá. Levantei sua saia e baixei sua calcinha. Cara, impossível descrever a cena que eu vi. Uma xoxota fechadinha, gordinha e perfeita. Não me restava outra alternativa a não ser cair de boca. E foi o que eu fiz. Quanto mais eu chupava, mais ela forçava pra trás quase me fazendo sufocar e gemia cada vez mais alto. Entre um gemido e outro ela dizia:
Mete seu pau na minha boceta, por favor, mas antes eu quero sentir ele na minha boca, por que eu nunca chupei um pau. E foi o que fiz. Coloquei-a sentada no sofá e ofereci meu pau que já estava todo melado para ela mamar. No inicio ela ficou meio perdida não sabendo como fazer, mas não demorou muito para pegar o jeitinho. Enquanto ela mamava dizia:
- Delicia!!!! Meu marido nunca deixou eu fazer isso. Como é bom sentir um pau na boca.
Eu não podia acreditar que estava ouvindo isso de uma crente. Agora eu entendo a frase: CRENTE DO RABO QUENTE
- Vem gostoso. Coloca esse pau que quero sentir o gosto de uma rola.
Coloquei-a novamente de quatro no sofá. Falei pra ela:
- Vou pegar uma camisinha!!!
Ela respondeu:
- Não precisa se você não quiser. Com relação a doença, pode ficar tranquilo. Fiz exames recentemente. E gravidez, não estou no período fértil.
Fiquei na duvida mas resolvi acreditar. Eu disse que também havia feito exames não tão recente quanto o deles mas que não havia transado com ninguém sem camisinha após isso. Ela falou: 
- Então demoro cachorro. Vem que quero sentir esse pau dentro de mim...
Abri aquele rabo enorme e fui metendo na xoxotinha que inacreditavelmente estava encharcada, quase escorrendo. Acredito nunca ter comido alguém que ficasse tão molhada.
Apesar de apertadinha foi escorregando com certa facilidade. Ela respirava ofegante enquanto meu pau entrava devagarzinho, cada centímetro
- Que delicia de pau. So conhecia o do meu marido que também é muito bom, mas nada comparado a safadeza de dar para outro.
Comecei metendo devagar e aumentando o ritmo e ela começou a dizer:
Ohh meu Deus, me perdoe por essa minha falha, mas sou uma pecadora e precisava disso, mas não vai acontecer nunca mais, eu prometo.
Eu metia cada vez mais forte. Passava as mãos nas suas costas, pegava nos seu peitões, alisava seu rabo enorme e ainda ouvindo tudo isso dela, me deixou louco até que não aguentei mais e disse que ia gozar. 
Ela falou:
- Goza dentro de mim. Não se preocupe que não estou nos dias férteis.
Seu pedido foi uma ordem. Gozei muito enquanto alisava aquele cuzinho maravilhoso e enorme. Senti que ela gozou um pouquinho antes de mim por ela gemeu de um jeito descontrolado.
Trocamos uns beijinhos e ele logo ela foi embora para sua casa, afinal de contas, minha mãe e o seu marido poderiam chegar a qualquer momento.
Quando ela se foi fiquei pensando em tudo que aconteceu. Nooooossa que loucura. Nunca tinha me envolvido desta maneira com alguém e muito menos com alguém que morasse nos fundos da minha casa, afinal de contas a MINHA CASA poderia cair.
Depois disso, nossos encontros voltaram ao normal com um simples BOM DIA ou BOA NOITE.
Passados uns 3 meses desse fato, minha mãe me disse que a vizinha dos fundos estava toda feliz por que estava grávida. Me desceu um frio da espinha para as pernas que quase não consegui parar em pé. Alguns dias depois tive a oportunidade de conversar com ela para confirmar, e era verdade, mas ela disse que eu poderia ficas tranquilo porque não era meu não, por que eles estavam tentando uma gravidez mesmo. Fiquei mais tranquilo, mas não convencido por completo. 
O tempo de gestação passou e a criança nasceu. Quando fui visita-los percebi que o menino havia algumas semelhanças físicas como, como por exemplo: uma mancha de nascença na perna no mesmo local que o meu entre alguns outros detalhes. Putz, quase não acreditei.
Uns tempo depois, conversei com ela e a convenci que queria fazer um teste de DNA. Ela disse que fazíamos eu, ela e a criança porém ela não queria saber do resultado. Fizemos!!!
Quando os dois envelopes chegaram eu abri: POSITIVO, o filho era meu. uns dois dias depois, eu disse que estava com o resultado e se ela não gostaria mesmo de saber. Ela disse que não e que o assunto estava encerrado e que deveria levar essa informação, independente de qual fosse o resultado, em segredo para o resto da minha vida, e foi o que fiz. Guardo este segredo. Hoje (dezembro de 2008) a criança esta com três anos. Acompanho o crescimento do moleque a distância, pois eles se mudaram daqui a algum tempo, mas continuam morando no bairro. Ela deve desconfiar que sou pai do moleque. Sempre que eu os encontro na rua, eu beijo ele e abraço. O marido dela é apaixonado por ele também. Lamento o ocorrido mas não foi por querer.

COMI O CUZINHO DA NAMORADA PARA ELA SE CASAR VIRGEM

Este é o conto sobre a minha primeira namorada com quem eu tive um certo compromisso. Na época, início dos anos 2000, ela tinha por volta dos seus 15 para 16 anos, era filha de pais com condição financeira boa, era uma patricinha, sempre arrumadinha e cheirosa, até meio fresquinha. Ela era baixinha, 1,55 de altura, mas tinha um corpinho todo certinho, bundinha empinadinha, durinha; seios redondinhos, também durinhos. Cabelos loiros, nos ombros; olhos castanhos claros; uma pela branquinha, lisinha, com aqueles pelinhos douradinhos. Era um tesão. Eu estava com meus 17 anos, um corpo cuidado, porque fazia esportes, 1,80 m de altura, 78 kg. Cabelos pretos e lisos, sempre meio grande. Um adolescente comum. 

Nós nos conhecemos no colégio e começamos a namorar, ela era a boa moça e eu o bandido. Ela de família bem de vida e eu de família normal. Mas nos apaixonamos intensamente. O problema é que ela era um tesão e gostava até de umas pegadas mais fortes no namoro, um bom pega, mas ela não dava de jeito nenhum. Ela dizia que queria casar virgem e isso porque a família dela era super religiosa, o pai e o avô eram pastores e ela não queria sujar o bom nome da família, principalmente que morávamos num bairro pequeno, onde fofoca corria rápido. 

Com o tempo nosso namoro ia ficando cada vez mais quente. Eu passava a mão nela toda e ela em mim, mas ela não deixava eu tocar diretamente na chaninha dela, só por cima da roupa. Eu estava ficando cada vez mais louco e sei que ela também estava, mas ela não cedia de jeito nenhum. 

Com o tempo, nós começamos a arrumar tempo para ficarmos sozinho na minha casa. De manhã, minha irmã ia estudar, meus pais trabalhavam e, vez ou outra, nós matávamos aulas para podermos ir até minha casa e namorarmos. A coisa começou a esquentar, começamos a tirar as roupas, ela começou a deixar eu mamar o peitinho, a passar a mão na chaninha, mas nada muito agressivo, ela morria de medo de perder a virgindade. 

Os dias se passavam e quando mais esquentava mais eu queria ela, mas eu a desejava e ela não cedia de jeito algo. Com o tempo, começamos até a tomar banho juntos, mas mesmo assim, nada. 

Um dia, após tomarmos banho juntos e começarmos a nos beijar na minha cama, ela deixou pela primeira vez, eu beijar a chaninha dela. Ela estremeceu toda, tremia de cima em baixo e ficava louca. Eu comecei a lamber com vontade. Era uma delícia, aquela boceta novinha, cheirosa, linda, se melando e ela tendo o primeiro gozo da vida na minha boca, mas quando fui tentar penetrar ela não deixou eu nem encostar o pau. 

Num outro dia, repetimos a dose. Chegamos na minha casa, fomos para o chuveiro, depois começamos a nos beijar. Eu beijei o corpo lindo dela todinho e nos deitamos. Ela então ficou por cima de mim, começou a beijar meu tórax, descendo até chegar no meu pau que estava super duro e, totalmente sem jeito ainda, começou a fazer uma chupetinha. Logo depois, eu virei a bundinha dela em direção a minha cara, ficando numa posição perfeita para um delicioso 69. Gozamos desse jeito e foi demais. Fizemos isso mais algumas deliciosas vezes, mas o meu desejo de penetra-la era intenso. 

Num outro dia, um desejo diferente se despertou em mim. Eu a coloquei deitada de barriga para baixo e estava sentado na bunda dela, massageando as costas dela. Depois, comecei a beijar a sua nuca, e ela estremecia, desci beijando suas costas e cheguei na bunda dela. Comecei a beijar as nádegas. Abri as nádegas e olhei fixo um botão lindo, rosadinho, um cuzinho apertadinho, intocado e cheirosinho. Eu nunca tinha pensado em tocar no cuzinho dela. Tinha dúvidas se era nojento ou não dar um beijinho no cuzinho dela, mas sei lá, na hora, não pensamos muito, apenas deixamos o desejo levar. Eu meio tremendo e com medo, dei um beijinho no cuzinho dela. Ela tremeu e disse: 

- O que você está fazendo? Você é maluco? Isso é nojento... 

Dizendo essas coisas, ela saiu de baixo de mim e disse que não acreditava no que eu estava fazendo. Logo depois, o clima esfriou e começamos a conversar. Ela perguntou o que deu na minha cabeça para eu fazer aquilo. Eu simplesmente falei que deixei os instintos seguirem em frente quando vi aquele botãozinho lindo. 

- Mas você não achou nojento?, ela perguntou. 

Eu disse: "para dizer a verdade, achei delicioso, é diferente, sei lá". Então eu perguntei: "o que você achou"? 

Ela disse: "foi estranho, um coisa nova, mas é esquisito alguém lambendo a gente aqui, né, você sabe onde". 

- Mas foi gostoso?, continuei. 

Ela disse: "não posso negar que foi". 

Conversamos mais um pouco, o clima já tinha ido embora e já estava chegando a hora da minha irmã voltar da escola. Colocamos a roupa e saímos. 

Durante a semana, depois disso, passamos a conversar mais sobre sexo. Eu dizia que estava louca para fazer sexo com ela e ela dizia que não podia perder a virgindade antes de casar. 

Então eu falei: "e se fizéssemos anal"? Ela sem pensar", falou: 

- Nem morta eu faria isso! 

- Por que não"?, eu perguntei. 

Ela disse: "Deve ser nojento e deve doer muito, sei lá". 

Eu falei: "você sabia que tem muitas mulheres que gostam e muitas garotas fazem como uma forma de aproveitar o prazer sem perder a virgindade"? 

Ela falou: "mas eu nunca vou fazer um treco desses, é humilhante". 

Eu falei: "você está enganada, podemos aproveitar muito essa forma de prazer e ainda te conservando virgem". 

Ela falou: 'você não me ama mesmo. Não me entende. só quer é me comer". 

Eu falei: "claro que não, meu amor, estou com você a mais de um ano e não fazemos sexo. Hoje em dia qualquer um tinha largado você. Eu só quero fazer isso com você, porque te amo e acho que assim seremos mais íntimos. Quer algo mais íntimo que isso? Eu te amo tanto que entendo seu sonho de casar virgem". Logo depois, o celular dela tocou e paramos a conversa. 

No outro dia de manhã, matamos aula novamente e fomos até minha casa. Fizemos o ritual de sempre: tomamos banho, fomos para cama, fizemos um 69 gostoso e, no meio do 69, ao invés de lamber a linda chaninha dela, eu levei minha lingua ao cuzinho dela que estava logo acima e ela tremeu toda e falou um demorado paaaraaa... Eu entendi isso como um belo continuaaaa.. e continuei lambendo aquele belo cuzinho, ora dando umas linguadas no grelinho dela e ela delirando de prazer. Eu confesso que segurei meu gozo no 69, pois a sensação de lamber aquele cuzinho era sensacional. Ela não demorou muito e gozou quando eu dava uma lambida no grelo dela. 

Ela disse que eu era maluco, mas que tinha sido bom. Eu então dei mais uns beijinhos nela e depois a virei deitada de bunda para cima e fui até a bundinha. Ela já estava molinha e deixou eu lamber sem resistência. Eu dizia que a bunda dela era uma delícia, que ela era deliciosa. E depois comecei a tentar enfiar o dedinho, com dificuldade foi entrado e ela não ofereceu resistência, então tirei o dedinho e ela apenas dava uns leves gritinhos e dizia para eu não fazer isso, mas resistência mesmo, nada. Enfiei então o indicador, bem devagar e ela disse que estava doendo. Eu voltei, dei mais uma lambidinha, molhei mais e tentei outra vez. Eu via ela delirando. Enfiei o indicador, ela dava gritinhos, dizia que doía, mas deixava eu enfiar. Fiquei um tempo brincando no cuzinho dela e passei a outra mão no grelinho dela e ela delirou mais vez. Eu disse que a amava e ela delirava. Depois, tirei o dedo e dei mais lambidas e ela já pedia para continuar. Eu então, resolvi arriscar, deixei bastante saliva no lindo e delicioso cuzinho dela e molhei meu pau com saliva e posicionei a portinha co cu dela. Que sensação indescritível, sentir meu pau encostando na portinhola daquele cuzinho! Ela literalmente tremia e dizia: 

- Você tem certeza que você quer fazer isso? não faz isso não? 

Eu tentei forçar a entrada, mas não entrava, usei mais saliva mas não entrava. Saí de cima dela, fui até o quarto da minha irmã e peguei um creme hidratante um óleo corporal, não sabia o que era melhor e eu estava transtornado de tesão. Cheguei perto dela e ela estava meio que tremendo na cama. Eu perguntei se ela queria continuar e ela disse não ter certeza. Eu então perguntei: 

- Te fazer uma massagem? E com os cremes e óleo comecei a massagear ela, começando pelas costas, depois fui até os pés e passei as pernas tonas e cheguei na chaninha e acariciei, ela tremeu outra vez e delirou. Então com o óleo, massageei bem a bundinha dela e cheguei ao cuzinho. Acariciei com bastante creme e óleo e enfiei um dedo que entrou com bem mais facilidade, ela já estava mais relaxada e suspirava fundo com meu dedo brincando no cuzinho dela. Então, coloquei ela de ladinho e enchi o cuzinho dela de creme e óleo e meu pau também. Deitei ao lado dela, levantei de leve uma das perninhas e posicionei o pau na portinha do cuzinho. Eu fiquei ali rodeando e beijando a orelhinha e o pescoço dela. Até que, lentamente, meu pau começou a escorregar. Ela dizia simplesmente: ai, ai, ai, paaaraaa, por favor, dói, ai, ai, para... mas ela não se movia e eu já tinha colocado a metade. Ela começou a dar gritinhos mais altos e vi uma lágrima no olho dela. Então parei ali e continuei beijando ela e dizendo que a amava, que ela era especial e deliciosa e que eu era privilegiado por estar com ela em meus braços. Ela dava gritinhos, a lágrima parou e eu escorreguei mais um pouco para dentro dela e parei. Comecei a fazer carinho nela com as mãos, a passar a mão nos seios dela, na chana dela e a beija-la mais ainda. Eu não estava simplesmente comendo o cuzinho dela, estava fazendo amor com ela. Devagarinho, comecei a mexer, nada de violento. O tesão era por demais intenso e eu não conseguia me controlar. Ela transpirava forte, gemia, dava gritinho comedidos e eu fazia movimentos leves. Levei uma de minhas mãos ao clitóris dela e comecei masturbá-la. Eu sentia ela perdendo o controle sobre o corpo dela, quando, num instante, ela começou a dar gemidos mais fortes e a gozar intensamente e eu, sentindo que minha amada estava se satisfazendo com meu pau no cuzinho dela, não resisti e gozei como um louco, como acho que nunca havia gozado antes na vida. Fiquei ainda um tempo com o pau no cuzinho dela, beijando ela e dizendo que amava. Até que ela pediu para eu tirar e, devagarinho, eu tirei. 

Eu lembro até hoje quando ela olhou meu pau, que saiu sujo de porra, um pouco de cocô e sangue, nada exagerado, normal para uma primeira vez anal, acho que faz parte. 

Ela olhou e disse: "isso é meio nojento, né? mas foi muito bom". 

Eu disse: "Ainda bem que você gostou". 

Fomos para o banheiro, tomamos um bom banho, lavei bem ela e depois saímos. Namoramos ainda mais uns 2 anos e comi o cuzinho dela inúmeras vezes e ela adorava. 

Terminamos o namoro, mas continuamos amigos e há 3 anos ela se casou e ela me chamou para o casamento, foi uma linda celebração na igreja dela, com uma linda festa. Quando eu a cumprimentei eu perguntei no pé do ouvido: está casando virgem? Ela falou: graças a você. Obrigada! 

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

SOBRINHA EVANGÉLICA

Quando terminei minha faculdade, tive a sorte de conseguir um bom emprego em uma grande firma multinacional. Com meus 32 anos já tinha adquirido um bom patrimônio e um deles era um excelente apartamento em Copacabana (Rio de Janeiro). Mas, houve uma fase em que passei a trabalhar na filial de Belo Horizonte e também a ter que viajar muitas vezes para a França.

Foi quando passei a deixar meu irmão Gilmar; que era pastor evangélico, a usar de vez em quando o apartamento em Copacabana com sua família que consistia em sua mulher e sua filha Laura.

O mal de Gilmar foi ter se transformado em uma pessoa fanática pela religião a ponto de praticamente transformar sua esposa e sua filha em escravas domésticas. Laura com 20 anos tinha aparência de uma mulher de 30; não se maquiava e só trajava roupas largas e longas (normalmente vestidos). Acho que a única diversão que eles tinham, era de poderem ir à praia quando usavam o meu apartamento... Provavelmente o único pecado que meu irmão permitia minha cunhada e minha sobrinha praticarem ao deixá-las usarem maiôs.

Tive que ficar no Rio de Janeiro alguns dias antes de viajar para a França e fui até a casa de minha mãe em Nova Iguaçu – RJ. Lá encontrando Laura é que fiquei sabendo que meu irmão e sua esposa tinham ido para São Paulo onde Gilmar participaria de um congresso entre evangélicos. Ao me despedir das duas, nem me dei conta da curiosidade de Laura querer saber o dia em que viajaria pra França... Informei-lhe que seria logo no dia seguinte.

No dia seguinte, já com as malas prontas, recebi uma ligação de que minha viagem tinha sido cancelada devido a vinda de uma pessoa da França para o Rio e que eu deveria assessorá-la. Como a pessoa somente chegaria quatro dias depois; resolvi que poderia aproveitar um pouco de praia naqueles três dias de folga. No outro dia, fui até a firma logo cedo somente para deixar tudo preparado para receber o Francês e acabei ficando até as 3 horas da tarde.

Chateado por já ter praticamente perdido o dia; entrei no apartamento e fiquei totalmente paralisado ao ver uma pessoa deitada no sofá da sala. Laura estava toda esparramada sobre o sofá, com duas garrafas de cerveja vazias sobre a mesinha de centro e o mais impressionante; dormindo totalmente nua. Incrédulo, fui me aproximando e admirando aquele espetáculo de corpo que aquelas roupas horríveis sempre esconderam: Seios volumosos e pontudos; cintura fina; ancas largas e um par de coxas roliças. Mas foi sua boceta, que devido de uma perna estar esticada e a outra meio dobrada, que fez com que meu pau ficasse duro em um segundo... Os pelos ralinhos devido terem sido aparados e todo o contorno depilado deixavam a vista dois lindos e suculentos lábios vaginais. Sentei no sofá menor e fiquei ali vendo o quanto minha sobrinha era gostosinha, quando percebi que ela se espreguiçava e começava a acordar... Imaginando o susto que ela ia levar:

- Oi Laura!!!!...

Ela arregalou os olhos e deu um pulo indo se esconder atrás do sofá e só com a cabeça aparecendo: - Tiiiiiiiiiiiio?????... :

- Calma menina; não precisa ter medo!... Laura já soluçava e gaguejava quando fui para lhe dar a mão:

- Estou com vergonha tio!...:

- Pode sair daí Laura!... :

- Mas, estou pelada!...:

- Qual o problema? Já vi tudo que podia ver em seu corpo:

- É tio?...

Consegui segurar sua mão e fui fazendo com que ela; mesmo envergonhada, fosse saindo de trás do sofá e ir apanhar suas roupas jogadas no outro sofá... Ela colocando a calcinha na minha frente pude comprovar que a danadinha tinha também uma belíssima bunda. Já com seu horroroso vestido:

- Vem cá; vem! Senta aqui no meu colo.

Obediente, Laura sentou e começou a explicar que: achando que eu já tinha viajado quis aproveitar a ausência do pai e da mãe para poder ter um dia um pouco diferente do que estava acostumada. Era impossível que Laura não estivesse sentindo minha piroca dura debaixo de sua bunda e sutilmente fui passando a mão em uma de suas coxas sobre o tecido do vestido:

- Adorei a surpresa de te encontrar aqui no meu apartamento!...

Ela sorriu: - Mas, você não vai contar nada pro pai não; né?... :

- Claro que não! E nós podemos aproveitar mais dois dias juntos; que tal?...

Percebi que ela se mexeu no meu colo colocando a bunda mais pra cima do meu pau duro:

- A vovó sabe que eu vim pra cá!...

Minha mãe sempre foi contra de meu irmão ficar impedindo de minha sobrinha ter uma vida normal como outras de sua idade:

- Então liga para ela e fala que você vai dormir aqui!... :

- Posso falar que você não viajou?...

Eu sabia que depois de uma boa explicação; minha mãe jamais contaria para o meu irmão:

- Claro que pode; inclusive deixa falar com ela também!... Já com Laura bastante mais tranquila fui tomar meu banho e de propósito deixei a porta um pouco aberta. Debaixo do chuveiro escutei Laura do lado de fora:

- Tio; posso fazer um pouco de café pra nós dois?...

Disse que sim e notando que ela estava bem próxima da porta resolvi arriscar um pouco:

- Se quiser, pode entrar Laura!... :

- Mas você está pelado, não está tio?... :

- Estou; mas estou dentro do box!... Notei que a porta foi aberta

- Então, estou entrando!... O vidro do box era fosco, mas suficiente pra ver bem o vulto um do outro. Foi Laura quem rindo puxou conversa

- Já pensou se meu pai fica sabendo que você me viu pelada?... Abri o box o suficiente pra olhar pra ela:

- Nem é bom a gente pensar numa coisa dessa Laura!... Laura começou a descarregar toda a mágoa que ela tinha pelo pai lhe proibir dela fazer tudo que tinha vontade; falando com todas as letras

- Tenho vontade de namorar; de beijar; de ser agarrada por um homem de verdade!...

- Ué Laura; você nunca namorou?...

- Só no colégio tio; mas sempre com medo do meu pai descobrir!...

Resolvi abrir mais um pouco a porta do box: - Então você nunca fez sexo?...
O estranho é que ela não parecia estar com um pingo de vergonha de ter aquela conversa comigo:

- E o medo tio?...

- Medo do seu pai, não é?...

Laura procurando uma posição em que ela conseguia me ver de corpo inteiro: - Puxa vida tio; quando é que vou poder ser uma pessoa normal?...

Nisso, Laura já via meu pau duro e mantinha um sorriso constante nos lábios:

- Ué Laura; você é uma pessoa normal!...

- Normal tio? 20 anos e ainda virgem?...

Saí do box e na sua frente colocando minhas mãos em seus ombros:

- Sou o primeiro homem que você vê pelado?...

Ela abriu mais o sorriso e olhando pra baixo em direção à minha piroca: - Hihihihihi! É sim tio; antes só tinha visto de criança!

- Quer botar a mão nele?...

Laura com a mão trêmula foi lentamente segurando e olhando para o meu rosto: - Nossa tio; como é grande. Posso apertar!...

Eu a abracei meio de lado e nós dois olhando pro meu pau: - Pode sim Laura!...

Ela apertando e sentindo latejando na sua mão: - Sabe o que estou pensando tio?

- O que Laura?

Ela movimentando a mão na minha pica: - Que eu vou ter que deixar de ter medo do meu pai e fazer as coisas que tenho vontade; mesmo que as escondidas!... Segurando seu rosto, fui lentamente me aproximando:

- Isso mesmo Laura; você tem todo meu apoio!... Senti que ela sabia o que ia fazer e ficou parada esperando sem largar meu cacete. Acho que a volúpia com que beijei aquela boca, nunca antes tinha feito com outra mulher... Laura se entregou totalmente ao beijo que seu peito encostado ao meu permitia sentir o quanto seu coração estava disparado. Quando comecei a puxar seu vestido pra cima, Laura foi ajudando e querendo que eu continuasse a beijá-la... Ao chegarmos no meu quarto Laura já estava somente de calcinha e sutiã. Tirei-lhe o sutiã e deitando-a fui puxando sua calcinha vendo-a sorrindo. Comecei a mamar nos seus peitos e quando coloquei a mão na sua boceta Laura retesou todo o corpo:

- Aaaaaah tio; estou sentindo uma coisa tão gostosa!!!!!

Dos seus peitos fui com a língua para o seu umbigo e depois de brincar um pouco fui descendo para o meio de suas pernas. Quando passei a língua no meio da sua boceta foi como se Laura tivesse sido ligada numa tomada de 220 volt´s:

- Aaaaiiii! Aaaaiiiiii! Hummmm! Oooooh meu Deus! Meeeeeeu Deus!!!!!...

Depois de se debater por vários minutos num prolongado orgasmo; ainda respirando descompassadamente:

- Caramba tio; isso é bom demais!... Com medo de assustá-la, fui lentamente me colocando sobre seu corpo e com muito cuidado posicionando minha pica na sua boceta. Mas Laura ao sentir que forçava meu pau pra lhe penetrar:

- Vou perder minha virgindade agora tio?

- Você está com medo? Acho que mesmo se ela me pedisse para parar; não conseguiria evitar de comer aquela deliciosa boceta. Laura praticamente pendurando-se no meu pescoço:

- Não tio; não estou com medo!...

Consegui fazer a cabeça entrar:

- Uuuuiiiiii! Ai; ai; aaaaaiiiiiiii!... Mais uma forcinha e senti a cabaço sendo rompido. Olhei pro rosto de Laura que de olhos fechados fazia careta e ao mesmo tempo sorria... Botei minha boca sobre a dela e ao mesmo tempo que empurrava minha língua pra dentro empurrava meu cacete mais fundo na sua apertadíssima boceta. Comecei a socar e Laura desesperada com suas unhas afiadas me arranhava as costas. Preocupado com os gemidos de dor que Laura emitia sem parar; só continuei a meter porque ela mesmo chorando, pedia:

- Aaaiiii tio; enfia! Enfia! Enfia! Ooooh! Ooooh! Hummmm!... Preocupado em não gozar dentro de sua boceta fui aumentando o ritmo das socadas até que os gemidos de Laura foram me indicando que ela estava tendo um novo orgasmo... Assim que percebi Laura deixando seu corpo ficar todo relaxado sobre a cama, tirei meu cacete e tive um gozo bastante intenso.

Ficamos deitados recuperando nossos fôlegos e não demorou meia hora para Laura toda dengosa levar a mão no meu bilau completamente fora de combate:

- Tio! Vamos fazer de novo?... Precisei de mais uns 20 minutos; só beijando, chupando seus deliciosos peitinhos para poder ficar com meu soldado pronto pra uma nova batalha. Resolvi pegá-la de quatro e ao enterrar todo meu cacete em sua boceta descobri que Laura queria recuperar os anos perdidos sem trepar por medo do pai:

- Mete tio! Mais forte; vai! Vai! Ai, ai, ai!... Enquanto metia forte naquela deliciosa e apetitosa bocetinha ficava admirando aquele bundão redondo e lisinho... Molhei um dedo e sem parar de meter enfiei no seu cuzinho. Laura sentiu o dedo e deu uma empinada esticando o pescoço e apertando o cuzinho:

- Ooooh! Vai tio! Mais! Mais!... Adorando aquela tarada meti com toda força e ainda mexia com o dedo todo enfiado no seu cu. Assim que Laura terminou de ter o ser orgasmo tirei a piroca e fiquei gozando e esfregando no seu cuzinho.

No dia seguinte acordando às 7 horas, tomei um banho, fui a padaria e arrumando a mesa fui acordar Laura. Descobri aquele mulherão saindo do banho e a acompanhei até o quarto... Laura se entregou aos meus braços e beijando seus lábios quentes e passando a mão pelo seu corpo nu, fui tendo alguns pensamentos bem sacanas. Fiz com que ela deitasse e rapidamente ficando nua só tinha um pensamento: Meter naquela linda e apetitosa bundinha. Com muito jeitinho fui beijando, acariciando e ao virá-la de bruços passei a massagear suas nádegas. Quando Laura sentiu beijando sua bunda começou a rebolar freneticamente. Para testar; passei a linda sobre seu cuzinho:

- Uuuuuiiii tio! Nooooossssssa!... Dei mais algumas linguadas até ficar brincando com a ponta na portinha. Laura ficou ensandecida e talvez por nunca ter imaginado uma coisa daquela:

- Ai meu Deus! Ai meu Deus! Que coisa mais louca tio!... Percebendo o quanto Laura já estava excitada, puxei seu corpo até ela ficar de quatro e após dar uma molhadinha na piroca enlacei-a pela cintura e segurando firme meu cacete encostei. Laura logo percebeu minhas intenções:

- Vai devagar tio; devagar!... Fiz força empurrando até que senti o cuzinho abrindo e Laura berrando:

- Aaaaiiiii! Aaaaiiii! Está doendo! Está doeeeeeeendo!... Como um cachorro cobrindo uma cadela fui lhe dando beijinhos no cangote:

- Calma meu amor; calma! Já vai passar!...

O cuzinho de Laura latejava em torno do meu pau e assim que ela acalmou um pouco dei mais uma empurrada. Laura chegou a soltar mais alguns gritinhos, mas aguentou toda a pica e não demorou para começar a rebolar, a berrar e a pedir pra meter com mais força... Acho que a dor lhe dava mais prazer.

Fomos para praia e na água Laura nem parecia que tinha sido criada para ser uma evangélica fervorosa... Mais parecíamos dois namorados de tanto que ela me agarrava e me beijava. Voltamos pro apartamento e a primeira coisa que Laura quis após o banho; foi que eu lhe desse um banho de língua e umas boas pirocadas em sua boceta... Foram 3 dias onde acho ter emagrecido uns 5 quilos. Passei sempre que ia ao Rio de Janeiro a me encontrar com Laura e a ter que dar um jeito de ficarmos a sós: na casa de minha mãe ou até em algum motel. Ano e pouco depois voltei a trabalhar no Rio de Janeiro e mesmo Laura casada (casou com um evangélico), continuamos a nos encontrar e darmos umas fugidinhas pra algum motel.