quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

EU COMI O CUZINHO DA EVANGÉLICA DA FACULDADE

Olá pessoal, meu nome é Lucas e vou contar uma história verídica. tinha acabado de entrar na faculdade, no curso de computação. entre uma aula e outra não aguentava mais ver tanto homem no campus, dava nojo; foi quando destacou no meio da multidão Kelen. era uma garota linda, 24 aninhos, loira, cabelão, seios arrebitados, bundinha arrebitada e 1,60 m de pura formosura. 

De longe todos viam Kelen e fui logo procurando saber quem era aquela delícia. de imediato todos já falavam: "ela é gostosa assim porque é crente e fica guardando o cabaço para o casamento..." não acreditei, como podia ficar guardando aquele rabão para um babaca crente sequer por a mão.

Então não perdi tempo, fui logo me aproximando, até comecei a frequentar os encontros evangélicos durante os intervalos. em um desses encontros me apresentei, com uma conversinha mole, papo idiota de crente, e com isso fui ganhando a confiança daquele tesão. aos poucos ela começou a me confidenciar seus problemas, falava-me sobre sua vida, suas dificuldades, e principalmente sobre seus sonhos. 

Um desses sonhos era de conhecer um homem legal, que ela pudesse confiar e realizar-se como mulher. foi aí que eu entrei de cabeça, e disse:

"- Ora, porque esperar tanto, esse homem pode estar muito mais próximo que você imagina..."

"- Para saber que um homem é capaz de fazer por você tem lhe dar uma oportunidade..."

"- Mesmo sendo evangélica você tem o direito de amar e ser feliz..."


Depois de muita conversa fiada e lenga-lenga de crente acabei por lhe roubar um beijo e com isso abrir a porta da esperança. e assim dei cartada final:

"- Vamos na calourada da engenharia? vai ter muita agitação e até uma banda gospel!"

A gatinha cedeu e chegou na balada ao melhor estilo evangélica: saia grande, cabelão e mais uma galerinha da igreja. Para mim foi o suficiente, e de cara convidei todas para tomar um vinho com teor alcoólico "reduzido". e como ninfetas inocentes esvaziaram uma garrafa em menos de 10 minutos. depois bastava colher os frutos:

"- Kelen, vamos tentar um autógrafo da banda gospel?"

E trocando as pernas ela me acompanhou e saímos do meio da galera. andando no estacionamento, entre os carros, por volta das 23:00, segurei-a pelas costas e encaixei minha rola naquele bundão. quando ela sentiu o tamanho da pistola bem no meio do rabo ela deu aquele gemido e falou que ira gritar. aí eu falei para ela que precisava ao menos sentir o cheiro do seu corpo, pois não aguentava mais ficar perto dela sem lhe tocar. Então comecei a beijá-la, mas o clima foi esquentando e acabamos caindo na caçamba de uma pick-up.

Por cima dela, não teve como sair e levantei aquela saia e atolei o dedo na sua boceta rosada. ela começou a pedir perdão para igreja e como uma das mãos segurava meu pau. Ela própria percebia que seu cabaço tinha que ser perdido naquela noite. Enviei a cabeça debaixo da saia e com a boca rasguei uma calcinha toda bordada. a boceta era linha, toda cabeludinha, intocável. com uma das mãos abri aquela selva até encontrar o grelinho. comecei a morder o grelinho e com a outra mão acariciava o cuzinho rosado.

ela gemia de tesão e começou a sussurrar:

"- Enfia, enfia por favor, eu preciso me sentir como uma mulher"

O meu cacete então começou a enfiar, aos poucos sentia uma pequena resistência do cabaço, mas que diminuiu rapidamente. ela tremia as pernas de tesão e arranhava minhas costas com as unhas. Depois coloquei ela assentada encima de mim, e o cacete escapou da boceta, foi quando ela me disse que nunca tinha visto um pinto de perto. Ela achou engraçado, mas também muito sensual. Então disse pra ela por a boca, pois queria que ela conhecesse tudo comigo:

"- Nossa ele é quente, duro, e tem um cheiro e gosto que me deixa mais tesão ainda..."

Aí eu disse para ela que tinha só mais uma coisa por fazer, e que ela deveria confiar em mim:

"kelen, fique de quatro para mim que vou te ensinar algo que você nunca vai esquecer..."

Ela atendeu meu pedido e quando eu via aquele cuzinho rosadinho piscando para mim ficava louco; então comecei a passar a cabeça da pistola na boceta e escorregava até o cuzinho. Eu fiquei assim por uns 10 minutos, foi quando ela própria levou as mãos para trás e mirou meu cacete no cuzinho. comecei a enfiar bem de leve, só a cabecinha, mas ela rebolava, mais do que quando levou a pica na boceta. ela começou a empurrar a bunda contra meu cacete e gemia de tesão:

"Vai meu homem, me possui, soca com toda a força"

Não podia negar um pedido desses e comecei a estocar minha rola. Ela dizia para ir mais rápido e com mais força pra ela sentir o cacete todo dentro do rabo dela. não imaginava que ela pudesse sentir tanto tesão pelo cuzinho, pois evangélica é muito formal. 

Eu soquei a rola naquela bunda branca durante meia hora, e a cada rebolada que ela dava eu sentava um tapa naquele rabo só para deixar minha marca no meu gado. Quando eu ia gozar ela parava de rebolar e dizia que era para eu aguentar mais pois ela queria conhecer uma outra coisa:

"Deixa eu sentir o gosto da sua porra"

Como uma putinha profissional aquela evangélica tirou meu cacete do rabo, limpou na saia e colocou na boca. mamava tão gostoso que não consegui segurar por muito tempo. gozei sem parar, tudo dentro daquela boquinha de crente safada. era tanta porra que não cabia dentro da boca dela. quando assustei ela já tinha engolido tudo e me perguntou se a gente esperasse mais um pouco ela podia me fazer gozar de novo na boca dela.

Falei que sim, mas deveríamos dar um tempo, pois ela tinha me matado. ficamos deitados na caçamba da pick-up até a vontade voltar, mas aí apareceu o dono do carro e quebrou todo clima.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

COMI A FILHA DO PASTOR LUTERANO

Resolvi compartilhar esta história, estava jogando algumas coisas fora quando encontrei um caderno velho de escola que eu usava como diário e, nele estava escrito este conto.

Como disse ...eu tinha isso na igreja com minha mãe, que me obrigava a ir sempre, pois ela é uma pessoa muito religiosa mas eu odiava ir nas missas, eu nunca me interessei por religião, tanto que acabei expulso da catequese, na escola eu era comportado, mas na classe de catequese eu era bem bagunceiro e acabei sendo expulso, não lembro o que eu fazia mas lembro do que eu fiz no dia que me expulsaram, durante uma leitura da bíblia eu comecei a zoar um menino da classe que era filho dos professores e era bem sério com isso de religião.

Quando leram aquela parte que Jesus transforma a água em vinho leu comecei falar para ele do meu lado que Jesus era bebum que nem o o meu pai rsrsrs (meu pai era alcoólatra, tanto que morreu de "over-dose') daí o moleque começou a chorar e os professores me mandaram embora.

Lembro desse dia certinho porque foi bem traumático pra mim, chegando em casa minha mãe, que é meio fanática, arrancou uma vara do pé de laranja que tinha em frente de casa e começou a bater nas minhas pernas citando versos da bíblia, hoje eu acho engraçado mas na época eu fiquei bem mau.

Então desde aquele dia ela me obriga ir com ela para igreja, mas em certa semana o pastor fez o favor de morrer; então tivemos que ir 3 vezes a mais do que o normal, uma era missa da morte do antigo pastor, depois teve outra que era apresentando o novo pastor, que havia se mudado para o bairro, e nesse dia ele levou a família para apresentar a comunidade, e foi quando eu conheci a Daniele (nome inventei), ela era linda, morena, olhos castanhos claros, seios médios, tinha a bunda de um tamanho legal nem tão grande nem pequena, e coxas grossas. Eu fiquei de pau duro na igreja, mesmo daí tive que ficar sentado o tempo todo mesmo quando era para levantar.

No começo eu achei que ela não ia querer nada comigo, já que não sou bonito, admito: sou moreno, alto, sou muito magro e nem tenho o pênis muito grande, então eu só batia punheta pensando nela mesmo.

Minha mãe para agradar o novo pastor chamava a família dele pra ir jantar em casa e ela ia junto, ela até parecia com a mãe dela, uma coroa, mas que não era de se jogar fora, já o pai, o pastor era um velho sério e muito conservador, tinha uma barba grande, o que dificultava encontrar algum traço dele na Daniele.

Em um desses dias em que eles foram em casa eu tive a chance de conversar com ela enquanto assistíamos, teve e ficamos amigos, conversávamos na saída da igreja e as vezes na rua, mas o pai dela nunca gostou de mim, assim como os professores da catequese. Passamos alguns dias assim, até que um dia depois da missa meu amigo ia dar uma festa e eu chamei ela para ir no começo, o pai dela não queria deixar, mas eu falei que não ia ter problema que o pessoal que ia eram os meninos que também iam a igreja, e ele acabou deixando.

Lá nós conversamos um pouco e ofereci uma cerveja para ela, mas ela disse que não podia beber, só que eu fiquei insistindo, falou que não queria beber sozinho até que ela aceitou, e fomos conversando e bebendo até que o pessoal começou ir para os quartos ou para os carros para transarem e eu falei para irmos a um lugar mais calmo, e fomos até a praça que tinha atrás da casa e lá ficamos conversando até que eu arrisquei um beijo, e ela também me beijou, daí ficamos nos beijando por algum tempo, até que ela disse que precisava ir embora.

No outro dia encontrei ela no armazém, ela disse que o pai ficou muito nervoso por ela ter bebido e que não queria mais que nós nos encontrássemos. Depois desse dia nós nos encontrávamos menos e escondidos e estávamos meio que namorando.

Então um dia teria uma festa beneficiente da igreja, e eu combinei com ela de irmos para minha casa, cada um dava um jeito de não ir, eu falei para minha mãe que estava meio doente e não fui. Fiquei em casa esperando ela.

Ela chegou um tempo depois porque teve que ir a festa e fingir que passou mal. Nós começamos a nos beijar até que não estava aguentando mais e comecei passar a mão nos peitos durinhos dela, ela tomou um susto e disse que não podia fazer aquilo antes do casamento porque era pecado, só que eu fiquei tentando convencer ela de que não tinha problema e que era melhor ela saber agora como era do que depois de já estar casada. ela resistiu um pouco, mas acabou cedendo, e voltamos a nos beijar e dessa vez eu comecei a passar a mão pelo corpo dela e ela começou a ficar excitada, daí eu tirei o pau já duro pra fora e ela começou a chupar com tanta vontade que eu quase gozei, mas eu segurei então tirei a roupa dela e comecei chupar seus peitos e passar a mão na sua boceta molhadinha. Depois tirei sua calça e comecei a lamber sua vagina, depois disse que queria meter e tirar a virgindade dela e ela estava com tanto tesão que aceitou, então comecei a meter nela e não sei quanto, mas ficamos muito tempo assim, ela deitada no sofá e eu por cima.

De repente a porta abriu com tudo, na hora eu fiquei em estado de choque e não me mexi, ela levantou com tudo e gritou:

- Pai!. Então eu olhei e lá estava na porta o pastor, pai dela, com o rosto vermelho, tão vermelho que chegava a ressaltar os espaços entre os fios de sua barba branca, então ele gritou:

- Retire seu membro imundo e desavergonhado da minha filha!.

Eu fui pra trás e a Daniele correu e ajoelhou perto dele, só que com o jeito que ele falou eu comecei a rir sem querer na cara dele, ele quase veio pra cima de mim, mas ela segurou a perna dele e quando eu ia correr pro meu quarto eu vi chegando atrás do pastor, a minha mãe que viu eu e a menina pelados e o sofá respingado de sangue e veio para cima de min e começou a bater no meu penis que ainda estava duro, com a cesta que ela tinha levado para a festa; então eu corri para o banheiro enquanto o pastor gritava com a Daniele e minha mãe tentava acalmar ele. Eu escutei chegando a esposa do pastor e mais algumas pessoas que não consegui identificar, e eu só escutando aquela gritaria sem saber o que fazer, até pensei em bater uma punheta já que ainda estava excitado, mas as pancadas tinha deixado meu membro dolorido e já estava amolecendo.

Só sai do banheiro quando a confusão foi para rua, daí eu fiquei olhando da janela, o pastor arrastava a menina até a casa enrolada em um lençol que minha mãe trouxe e começava a juntar um monte de gente na rua formando uma confusão, até que saiu brigas e passou até uma viatura por lá para dispersar o pessoal.

Depois desse dia minha mãe nunca mais me obrigou a ir na igreja, pelo contrário, disse que não era mais pra eu ir porque só fazia ela passar vergonha e disse que eu não tinha jeito que devia ser filho do demônio mesmo, kkkk.

É isso que está escrito aqui no caderno, que eu escrevi quando vi minha mãe voltando para casa naquele dia, e me tranquei no banheiro de novo, e enquanto ficava lá resolvi escrevi o que tinha acontecido.

Algum tempo depois eu fiquei sabendo que a Daniele virou a maior biscate do bairro e que foi expulsa da casado pai, e foi morar com um conhecido nosso, em outra cidade. Pelo menos eu fui o primeiro. Valeu pessoal.


domingo, 6 de janeiro de 2019

A RECEPCIONISTA DA DENTISTA

Antes de mais nada é preciso descrever Lena, a recepcionista da dentista. Lena é uma garota linda de olhos azuis claros, tem 22 anos e mora sozinha, ela é evangélica, portanto sempre se veste discretamente, mesmo se vestindo assim com saia longa e justa, se pode perceber que tem um quadril avantajado, em outras palavras, um bundão, e como os decotes de suas camisas/blusas são comportados, não se pode ver muito, porem pudesse ver que tem peitos médios. 

Sempre muito simpática e sorridente, porém comigo no decorrer de meu tratamento, ela vive me mandando cobranças de valores que já havia pago, e depois de várias discussões pelo telefone, ela percebia que já estava pago e se desculpava, quando eu aparecia no consultório, ela meio envergonhada, se desculpava mais e dizia que não sabia como se retratar dos erros que ela cometia com minha conta. Eu respondia, que só o fato de vê-la sorrindo e com os olhos brilhando, já estava desculpada, para não se preocupar, mesmo assim ela dizia que sentia vergonha por me cobrar indevidamente.

Ela também era assistente da dentista, as vezes.

Num certo dia, minha consulta era a última do dia e a doutora estava com pressa de ir embora, pois tinha um compromisso, terminou o que tinha que fazer e pediu a Lena que terminasse de limpar as coisas e que trancasse o consultório, e foi embora. Lena ainda pediu para eu a esperar, se não fosse incômodo, pois não era seguro fechar o consultório sozinha, eu concordei e a esperei, até ai, nada de anormal.

Lena me falou que ao sair, sairíamos juntos e que ela tinha que digitar um código e fechar a porta, fiquei segurando a porta para que ela viesse, ela veio e ficou na minha frente para digitar o tal código e sair. Só que para ela poder digitar, se afastou para trás e encostou em mim. Na hora um tesão bateu em mim com aquela bundinha roçando, foi quando tomei coragem e falei no ouvido dela, 

“... Já sei como voce pode se retratar dos seus erros...” 

Ela olhou para mim e falou “... Será que é da maneira que to pensando?” e veio mais para trás, já quase encaixando aquela bundona no meu pau duro.... a agarrei e a puxei para mim, fazendo ela se encaixar de vez no meu pau...tava sentindo meu pau duro abrindo seu rego por cima da saia... e falei 

“ ... Tenho certeza que é como você está pensando sim ...” Eu já acariciando de leve seus seios, ela acabou de digitar e trancamos a porta, ainda no saguão, a virei e beijei ardentemente aqueles lábios lindos, aquela boquinha pequena mas com lábios carnudos, e ela correspondeu, e comecei a acariciar o seu corpo todinho, suas costa, sua bundona....e com minha mão senti sua vagina ardente, acabamos o beijo e ela falou 

“... Aqui não, vamos para minha casa... é aqui perto...” era mesmo fomos caminhado, e sem dar bandeira, pois era evangélica e havia conhecidos dela por ali, ela me deu o código da porta do prédio, cheguei antes e abri a porta e como quem segura a porta pra um vizinho, eu segurei e ela veio rápido, uma vez dentro do prédio, nos abraçamos e fomos ao seu apartamento.

Já dentro do apartamento começamos a nos beijar e minhas mãos rapidamente foi abrindo sua blusa e sua saia, os tirei e a deixei só de calcinha e sutiã, e a acariciava todinha, ela tinha um fogo enorme.... parei e me afastei, disse que queria apreciar, ela de calcinha e sutiã, ela meio sem jeito mas atendendo ao meu pedido, deu uma voltinha, ela se vestia discretamente, porém baixo daquela discrição toda, usava uma lingerie muito ousada, seus peitinhos em formato de pera e médios, mal cabiam no pequenino sutiã, deixando metade dos biquinhos para fora (muito bonito por sinal), e sua calcinha era quase um fio dental, para resumir, ela estava uma avião... a puxei de volta para mim e a beijei de novo.... rapidamente tirei seu sutiã e senti seus seios em meu peito, pois também já estava só de cueca, abaixei e comecei a mamá-los, seus seios cabiam inteirinhos em minha boca e eu os sugava como se quisesse tirar leite deles, ela já gemia, deitei ela no sofa, e passei a acariciar sua vagina, primeiro por cima da calcinha depois por dentro de sua calcinha, ela estava toda melada, e respirava ofegante e gemia, enfiei dois dedos dentro dela ela deve ter gozado, pois deu um tranco pra trás e se arrepiou toda, e gemia mais alto.... ficamos nessas carícias e ela se contorcia toda... arranquei sua calcinha e passeia revezar meus dedos entre a sua boceta e seu cúzinho. 

Ela então gozou, gritando “... aaaahhhhhhhh.......  aaaiiiii...to gozaaaaaannndddooo, meu senhor me perdoa, mas tá muito gostoso....tttttoooooo gozaaaannnnddddooooo nos seus dedos, meu tesão...... mete em mim...quero sentir voce todo dentro de mim...quero gozar mais ......quero gozar neste pau....... não me judia...mete fundo em mim... me come..... ” ela parecia possuída.... 

Peguei meu pau e passei a esfregar na sua boceta e ela disse que na boceta não, pois ainda era virgem na frente, fiquei brincando, enfiando a cabeça e ao sentir o cabaço eu tirava, sem romper seu cabaço... ela ia a loucura.... como religiosa vivia sussurrando 

“... Me perdoe senhor, mas tá bom demais...” , nisso eu a virei de 4 e passeia enfiar na sua boceta, mas só a cabeçona, e tirava, e depois de laciar o cúzão dela.... enfiei no seu rabo, ela entendia de dar o rabo, rebolava como doida... eu enterrando tudo, até o talo..... minhas bolas batendo nela faziam barulho e mordia sua nuca, e minhas mãos nos seus seios e em sua vagina... e num vai e vem gostoso que ela fazia... ela gemia se arrepiava... rebolava muito, rebolava no meu pau gostosamente e falava

 “... Mete em mim...me arromba toda... fode no meu cu.... quero gozar com seu pau me abrindo toda....... seu puto .....tá me depravando de tanto tesão....” 

Eu aproveitava, e no embalo metia com força e dizia “... sua vaca.... tu é muito gostosa de rabo... to te fodendo toda... que delícia comer seu cu...vou arregaçar seu rabão, que não vai poder nem sentar depois.... quero gozar nesse seu cuzinho .......sua evangélica puta... minha gostosa...... rebola no meu pau .....quero te rasgar ao meio....” 

Ela com isso ia a loucura, disse que adorava ouvir aquilo e que dava mais tesão (era uma boa de uma putinha mesmo).... e no vai e vem.... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... ela de repente se comprime toda e começa a grita “... to gozaaaaannnddddoooo....to gozzannndddooo no seu pau.... que delícia sentir uma pica dentro de mim de novo.....quero gozar muito neste pau que me arroooooooomba.... que tesãããããããããããoooooooo ...” 

Eu gozei junto com ela..... e falei “... sente minha porra ....sente meu gozo no seu rabo.... to enchendo seu cu de porra..... sua puta..... minha puta..... agora você é minha puta.... quero te foder sempre .... te arrombar cada vez mais......”.... 

Ela gozou muito e desmontou...... caí ao lado dela, ficamos nos acariciando..... beijando seu lábios e seus seios, ela acariciando meu peito e meu pau, dizia que nunca havia imaginado meter comigo, mas que estava contente por ter me levado para a casa dela, eu disse que também tava adorando tudo aquilo e que ela tinha um corpo lindo. Ela ainda confessou que fazia tempos que não tinha namorados, e que os homens que tinha conhecido eram uns brutamontes, por isso ainda era virgem na boceta, e que só deu o rabo porque foi forçada, mas que tomou gosto pela coisa e então metia assim para conservar a virgindade, e aliviar o tesão....

Mandei ela chupar meu pau e tomar o leitinho; ela disse que nunca havia engolido. Eu falei a ela que ela ia gostar, tinha que tentar... ela começou a fazer um boquete muito gostoso, eu afastei o seu cabelo longo da frente de seu rosto, para ver aquele rostinho lindo e aquela boquinha deliciosa engolindo meu pau, seu olhinhos me olhavam e brilhavam , era uma cena linda, ela começou a tomar jeito e passou a chupar como que fosse um picolé do sabor preferido dela, e minha pica dura como pedra, pronta pra gozar, no primeiro jato, ela quase tirou a boca e me olhando eu segurei sua cabeça e enfiei mais fundo e gozava direto em sua garganta. Passado os primeiros jatos, ela passou a saborear e chupar melhor ainda... estava engolindo tudo e secando meu pau..... acabou e lambendo os cantos da boca, se virou pra mim e disse, 

“... Nossa que delícia.!... Não imaginava o quanto é gostoso uma porra.... você está mesmo me tornando uma depravada...” 

- Eu disse “... Não, não estou te tornando nada, estou somente liberando o seu lado de devassa... o que é muito bom... você vai gostar...” e nos beijamos e continuamos nos acariciando... 

- Nisso eu falei a ela”... Agora vou gozar na sua boceta...” 

- Ela falou ”... mas sou virgem por favor, não tire minha virgindade...”, 

- Eu disse “... Você só perderá sua virgindade quando quiser, no que depender de mim ... vou gozar no seu cabaço, sem tirar sua virgindade, você vai ver? voce vai sentir uns jatos de porra batendo no seu cabaço...!” e comecei a por minha cabeça em sua vagina e tirar, e brincava com seu clítoris, e metia e tirava, e num vai e vem suave e continuo... Vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... enfiava a cabeça inteira e chegava no cabaço, mexia dentro e tirava... sentia ela com mais tesão cada vez que ... enfiava a cabeça inteira e chegava no cabaço, mexia dentro e tirava... enfiava a cabeça inteira e chegava no cabaço, mexia dentro e tirava... enfiei dois dedos no seu cuzinho e ela gemia baixinho... 

- “... Meu senhor, o senhor é testemunha que sempre resisti, mas tá muito bom... me dê forças para continuar resistindo...” 

- E eu falava “... sua vaca, vou gozar dentro de sua boceta virgem, com os dedos no seu cuzinho... “, ela estremecia como quem ia gozar e então já falava alto... 

- “ Acho que vou gozar.. .tá muito gostoso....” . 

- Eu falava...” ... queria te enfiar até o fundo, te arrombar toda, mas vou gozar no seu cabaço.... delícia... to quase gozando em sua boceta... se prepara pra receber meu gozo em sua boceta...” 

Quando soltei os primeiro jato de porra em seu cabaço, ela começou a gozar... e falou ”

- "Meu senhor, sempre resisti, mas agora não dá mais, me perdoa....” e com as suas mãos em minhas costas me puxou contra ela, com isso meu pau rompeu seu cabaço e entrou até o fundo de uma vez..... descabacei a Lena num gozo enorme, ela tinha acabado de ser desvirginada, junto com seu primeiro gozo com um pau na boceta.... ela ia à loucura... cruzou sua pernas atrás de mim e me puxava contra ela para entrar mais, quase que as bolas entram também, tanto que me apertava pra dentro dela.... ela dizia 

- “Meu tesão...tá me rasgando...me come... come essa boceta que é sua.... me desvirginou... agora sou sua... agora me fode com força ....... me fode gostoso.... quero gozar mais .....quero gozar muito com seu pau dentro de mim... que delícia sentir um pau na boceta....... me rasga mais... me abre toda .... me arregaça .... me deixa toda fodida...deliciosamente... me come como se tivesse comendo uma puta.... agora sou sua puta...” e ficamos num vai e vem gostoso e vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... vaaaaaaaiiiiiiii e veeeeeeemmmmmmm..... até que ela começou a gritar alto “.... aaaiiiii....me come que to gozaaannnndddoooooo.... me foooooooodeeeeeee.... agora que não tenho mais pregas em mim... me laaaavvvvaaaa por dentro... mete .......... goza.... me usa toda e.......... me lambuza.... to gozaaanndnddddo muito.............nunca gozei tanto.....”... 

- Eu falava” ... Meu tesão tô gozando dentro de você..... gozando na sua boceta.... gozei no cabaço e agora to gozando no fundo de sua vagina minha gostosa...... “ e dava uns tapinhas na bunda dela e perguntava 

- "Quem é a minha putinha? Quem é a minha vadia? Quem é que vai me dar sempre?”... 

Ela já gritando “... Sou eu....sou eu...sou eu....sempre que quiser te dou, te dou tudo.... Agora você é o dono do meu corpo, o dono dos meus buracos todos...” Ela tava sem controle..... gozamos muito e ficamos lado a lado nos acariciando... beijei muito aqueles lábios carnudos....

Fomos tomar um banho e com o corpo ensaboado, ainda meti na sua boceta de novo, mas não gozei, gozei naquele rabão gostoso, ela remexia como profissional, muito boa em dar o rabo... ainda fez um boquete, acho que ela passou a ser apreciadora de porra pois sugava tudo não perdia uma gota....

Enxuguei seu corpinho e cai de boca na sua boceta e ao ficar brincando com minha lingua no seu clítoris e enfiando na sua boceta, masssageando seus seios, ela gozou em minha boca, com isso ela se virou e fizemos um 69 delicioso.....
Agora já com sua boceta mais dilatada, comi novamente e gozamos novamente.... ainda meti no seu rabo, pois não resisto a um cu piscando e pedindo pra ser comido.......

Antes de ir embora nos beijamos e ela me disse que tinha adorado tudo aquilo e que iria dormir nua com minha porra dentro dela pra ficar lembrando de tudo.... e que queria me ver de novo.

A partir daquele dia sempre que possível ela marca a minha consulta pra ser a última do dia, e às vezes me liga me cobrando sem razão, e diz... “.. iiihhhh .... acho que terei que me desculpar pessoalmente por este engano...” Que safada! era o código quando queria meter.... disse que estava sem namorados por vontade própria, pois por enquanto ela tava sendo bem tratada, bem servida e eu a estava satisfazendo, e que ela amava tudo aquilo e a mim.

Ela continua evangélica eu até ja a comi com o vestido longo de evangélica na cadeira do consultório da dentista, rasguei sua calcinha e fiz ela ir pra casa sem calcinha por baixo daquele vestido recatado, uma vez a fiz gozar no rabo e na boceta e guardei sua calcinha pra mim, a levei ela à igreja, e fiquei esperando por ela do lado de fora. Ela assistiu ao culto, gozada, com porra escorrendo pelas pernas, com gosto de porra na boca, e sem calcinha, às vezes crio fantasias e ela segue junto, já se vestiu de puta, de faxineira depravada, de bruxinha.... e eu comendo aquele rabão e a sua boceta deliciosa, que eu desvirginei.... um tesão de mulher.

sábado, 5 de janeiro de 2019

A SAGA DE "A CHUPA PIRULITO"

Havia mudado para meu bairro uma família de evangélicos: Dona Joana, Sr Paulo, Selminha ou "a chupa pirulito",e a Maria Paula caçula. 

Selminha usava saias bem compridas, mas tinha um rabo bem grande, com 13 anos de idade quando mudaram. Eu tinha 15, a irmã dela tinha 11 anos. Elas viviam lá em casa. 

Certo dia Selminha foi lá para moer café, pedi para eu moer para ela, eu na parava de olhar para bunda dela. Comecei a falar que ela era linda, se eu tinha chance. Eu comecei a xavecar ela, ela sorria, onde de repente fui perdendo a paciência, fui passando a mão na bunda dela, nos peitinhos tirei a blusa dela e comecei a mamar nos peitinhos dela que eram grandinhos, ela só gemia com minha lingua passando ao redor das aureolas dos peitos e puxando os biquinhos. Eu comecei a morder os peitinhos, ela estava só suspirando e de olhos fechados, tirei meu pau para fora. Ai vem a história do chupa pirulito; ela olhou e foi chupando, chupando... babava com meu pau na boca... não parava de me chupar... passava a língua na glande no saco, fazia um vai e vem ritmado; não aguentei e enchia a boca dela de porra. 

Depois que me chupou ela contou que mudaram de bairro pois ela havia chupado todos os garotos do bairro de 11 até os de 18 anos, onde todos provaram da boca dela, engolia todos os tamanhos. 

Eu perguntei e a boceta? 

Ela disse que nunca deu.

Minha nossa! E o cuzinho umas 3 vezes,quer me dar ele?

ELA:aqui não, em outro lugar ai te dou meu cuzinho talvez na frente também. 

No outro dia fui jogar bola quando ouço uns barulhos no mato, vou até la bem escondido e vejo a Chupa Pirulito chupando o ANDRÉ E O RAFAEL, ambos 12 anos. Ela falava adoro chupar pirulito de carne e mamava nos dois. Ela pediu para eles não contarem para ninguém, se não contassem, ela chuparia eles direto... eles toparam! Eu escondido, batia uma, não participei, mas fiquei com muito tesão! 

No outro dia minha mãe saiu com a mãe dela, não havia ninguém em minha casa, ela veio passando uns 10 minutos. Eu entrei no quarto com ela. Eu tirei minha bermuda, a cueca e, ela a saia, a blusa, o sutiã e a calcinha... ela caiu de boca em minha pica, ela chupava e eu falei que havia visto ela com os meninos. Eu falei para ela tomar cuidado, ela falou que não consiga ficar sem chupar um pirulito. Um dia se quer, e continuava mamando chupava ao redor de meu pau fazendo barulho, mordia e passava a língua esticada de cima para baixo na cabeça de minha pica. 

Eu coloquei ela de 4. Que rabo, minha nossa! Coloquei cuspi e fui enfiando no cuzinho. 

- Aiiiii aiiiiiiii como dói, vai devagar, tem um mês que não dou e você é o quarto que come. A bunda dela engolia minha pica e eu via ela mordendo e, o cuzinho dela piscando no meu pau. Ela com aquele rabinho moreno, parecia a mulher melancia pelo tamanho de bunda, Ela rebola e gemia tão gostoso e eu chamando ela de crentinha putinha. Ela: "aiiiiiiiiiiiii aiiiii". 

Eu passei a mão em sua boceta cabeluda, por sinal fui esfregando meus dedos nela e ela 'Ahhhhhhhh ahhhhhhhhh, me faz gozar pela bunda, faz gatinho, ahhhhhhhh! 

Eu ri demais e, continuei metendo. Eu comecei com força, ela aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii seu bruto, aiiiiiiiii tá ardendo mais tá gostoso, não para aiiiiiiiiiiiiiiiii aiiiiiiiiiiiiiiiiiii. De repente ela ahhhhhhhhhhhhhhhhhh ae, eu ao mesmo tempo gozo dentro de sua bunda e ela deita vejo a porra escorrer. 

Nós fomos  tomar banho, eu depois quando voltamos chegando no quarto, ela cai de boca, mama igual bezerrinha, até eu gozar na boca dela, que engole tudo, fala  já tinha deixado gozar na boca mas nunca engolido.

Eu pedi para comer sua boceta, ela falou que depois me dava e foi embora.

Depois do culto 9:30 da noite, ela chega me leva para o corredor e cai de boca em minha pica, chupa ao redor de minha pica, passa a lingua feito louca na cabeça, chupa o saco, lambe as bolas, coloca tudo na boca vai e vem, vai e vem, vai e vem se repete até eu explodir em sua boca enchendo a boca de Chupa Pirulito de porra que engole tudo. 

Amanhece o dia, passa a tarde e eu pensando no boquete dela. De noite ela chega, me chama para o culto dos jovens, eu fui quando estávamos chegando, ela pede para irmos por outra rua entramos num terreno atrás da igreja que a separa por um muro, era acimentado. Chegando lá havia uma coberta um lençol no chão, ela sorri e fala é hoje barulho que faz lá dentro não poderiam nos escutar. Eu tirei minha roupa, ela a dela, ela caiu de boca chupando minha pica com força. Eu chupei a boceta dela que estava agora depilada, passei a lingua no grelo e puxava o grelinho dela a levando a loucura, ela pediu-me: "come... vai põe em minha boceta, vai!"

Ela abre as pernas, eu ligo o celular para fazer um poouco de iluminação e vou pincelando meu pau quando a cabeça começa a entrar. Ela fica ofegante começa a suar frio e diz: "aiiii, aiiiiiiiii, ah gatinho, devagar! ah ahhhhhhhhhhh ahhhhha ai tira tira ah tira! hahh! Eu coloco tudo de uma vez, ela solta um gritinho que é abafado por minha mão. Ela esfria o corpo, vou metendo suave, devagar por um tempo e aumentando o ritmo, eu coloquei o celular mais perto, vi um pouco de sangue, ela começou a ficar ofegante com minhas investidas em sua boceta. Ela começava a gostar, a gemer bem gostoso. "Me beija na boca, me chama de amor!" ... e geme, geme quando sinto o gozo perto, tiro ela, da umas 4 ou cinco chupadas, eu encho a boca dela de porra que bebe tudo ela fala: "Gatinho eu te amo, quer namorar comigo?

Eu só se você não chupar mais ninguém só eu! Sua boceta e cuzinho só são meus, topa? 

ELA: quando eu amo tiver te chupando vc compra pirulito para mim eu adoro! 

Eu começo a rir e falo tudo bem. 

Eu meti  várias vezes nela, namoramos eu comia várias garotas além dela que  não sabia, os pivetes ficaram só nos 5 contra um.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

CASEI COM UM, MAS NÃO ABANDONEI OS OUTROS

Criada frequentando com meus pais uma congregação evangélica, fui me acostumando com seus preceitos religiosos onde tudo; ou quase tudo, era proibido. 

Fui me destacando na igreja durante os cantos religiosos e aos poucos outros jovens começaram a se interessar pela música gospel. Com 17 anos era crooner de um conjunto formado de 5 componentes da igreja: Eu (voz); Jorge (18 anos - bateria); Max (17 anos - teclado); Renato (20 anos - voz e guitarra) e Beto (25 anos - contrabaixo). Jorge que era o dono da maioria dos equipamentos tinha na sua casa um terraço onde fazíamos nossos ensaios. Cantávamos antes, nos intervalos e no final das pregações do pastor todos os sábados. 

Os pais de Jorge aos poucos foram relaxando com suas preocupações, e muitas vezes em nossos ensaios eles saiam nos deixando a sós. Somente às vistas dos componentes do grupo comecei a namorar o Max e durante os ensaios beijávamos muito na boca e com o tempo algumas mãos bobas. 

Cheguei para o ensaio e só estava o Jorge arrumando os instrumentos quando ele ficando de frente pra mim colocando suas mãos nos meus ombros fez-me uma confissão de que era apaixonado por mim e que sentia muito ciúmes de mim com Max. Fiquei meio balançada e tentando contornar acabei dizendo que gostava de todos eles da mesma maneira; mas foi Max quem pediu pra me namorar primeiro. Jorge me agarrou e me lascou um beijo tão intenso que Renato chegou e nos pegou ainda com nossas bocas grudadas... 

Nesse dia; pra minha sorte, Max não apareceu para o ensaio. Renato fez questão de me acompanhar e no caminho dizendo que precisava ter uma conversa séria me levou até uma praça onde sentamos em um banco. Preocupada por ele ter-me visto sendo beijada pelo Jorge, fiquei olhando pra ele quando me abraçou e também me deu uma imprensada me beijando e passando a mão na minha perna: 

- Ah Cristina... você não imagina como sou apaixonado por você!... 

Fiquei de boca aberta e meio atordoada: - Me desculpe Renato; mas já sou namorada do Max!... 

Ele voltando a me beijar praticamente a força: - Mas eu não suporto ver você com o Max e hoje vendo o Jorge te beijando achei que também tinha o direito de falar que eu também gosto muito de você!... 

Fui embora pra casa e a noite liguei pro Beto (o contrabaixista), que sempre foi o mais sério dos quatro e contei o que estava acontecendo. 

Beto riu: - Quem mandou você ser bonita? Pra falar a verdade, até eu sinto um carinho muito especial por você!... : 

- Não brinca comigo Beto; estou te contando pra ver se você me ajuda a sair desse rolo todo ou vou ter que sair do conjunto!... 

Ele dizendo que o conjunto não seria o mesmo sem mim; me pediu um tempo. 

Dois dias depois Max me ligou e disse que tinha concordado com o Beto da gente fingir que tínhamos terminado e continuarmos nosso namoro escondido dos outros... Isso era para o conjunto poder continuar. Mas Beto que sabia que eu continuava namorando o Max, me convidou pra ir na sua casa num final de semana em que seus pais iriam viajar. Beto era o mais velho, 25 anos, o mais bonito e o mais discreto... 

No sábado, antes de irmos para a igreja fui até sua casa e ele muito carinhoso foi me abraçando: - Eu também te amo muito Cristina; sonho muitas vezes em ter você nos meus braços!... Foi o beijo mais fervoroso de todos e a mão mais gostosa percorrendo delicadamente minhas costas até o início da minha bunda: 

- Ah Beto... Você está me deixando mais confusa ainda!... 

Beto desceu sua mão pra minhas nádegas: - Eu sei Cristina; mas já que gosta de todos do conjunto, você não vai poder namorar somente um!... : 

- Mas também não vou poder namorar todos vocês; não é?... 

Beto me fazendo sentar no sofá e colocando a mão em um dos meus joelhos: - Você pode agradar a todos, sem que os outros saibam... Guardo seu segredo, mas vou querer ter você pra mim também!... Quando a mão de Beto começou a subir pela minha coxa por baixo do vestido, tentei tirar sua mão e ele me beijando com mais intensidade conseguiu chegar na minha calcinha: 

- Não faça isso Beto; nós não podemos!!!.... 

Beto descendo com a boca beijando meu pescoço foi fazendo uma alça do vestido descer pelo ombro expondo meu peito coberto pelo sutiã: - Para Beto... para!... 

Desceu o sutiã e sua boca chegou no meu peito fazendo meu corpo enrijecer de medo. Mas aquela língua e seus lábios sugando meus mamilos foi me fazendo sentir algo tão maravilhoso que passei a desejar que ele continuasse a me chupar. A mão de Beto tentava puxar minha calcinha e num êxtase incontrolável subi o bumbum... Beto jogou minha calcinha longe e sua mão encostou na minha boceta. Na minha primeira intimidade mais ousada com um homem, fui me entregando a ponto de em poucos minutos estar totalmente pelada com Beto explorando todo meu corpo. Meu corpo queimava como que já estivesse no inferno desejando intensamente aquele homem; quando: 

- Vamos pro quarto Cristina; na cama vai ser bem melhor!... 

Passei a mão no meu vestido e na calcinha e fui deixando Beto me levar até entrarmos em um quarto com uma cama de solteiro. Beto me colocou deitada e fiquei assistindo ele se despindo... Quando vi seu pênis duro e reto, mesmo sendo minha primeira vez vendo de um adulto, achei a coisa mais linda e ele subindo sobre a cama fui abrindo minhas pernas: 

- Tenho medo Beto; ainda sou virgem!... 

Ele sorriu direcionando seu pinto com a mão até achar a entrada: - Hoje, ninguém mais se importa com virgindade!... : 

- Mas... Mas Beto; você está sem camisinha!... Beto forçava encontrando resistência pra fazer seu pinto entrar: 

- Prometo que vou gozar fora Cristina!... Quando o pinto de Beto começou a entrar pra dentro do meu corpo, parecia que eu estava provando da coisa mais gostosa que podia existir numa relação entre um homem e uma mulher. A ardência que sentia não me impediu de gemer bem gostoso e ter meu primeiro e inesquecível orgasmo: 

- Cuidado Beto... Não vai gozar aí... Tira... Tira!... Beto tirou e gemendo muito foi movimentando a mão em seu pinto até soltar todo seu esperma sobre minha barriga. Gostei tanto de sexo que sempre quando os pais de Beto viajavam eu dava um jeito de ir na sua casa pra dar pra ele. 

Mas foi quando cheguei na casa de Max e seus pais tinham ido viajar, e depois de muitos amaços e beijos senti uma vontade enorme de transar. Sentia que Max estava de pau duro e acabei não me controlando e passei a mão naquela coisa dura por cima de tecido da calça. Aquilo foi o sinal pro Max suspender meu vestido e tirar minha calcinha: 

- Quero você pra mim Cristina; só pra mim!... 

Ávida, comecei abrindo a calça de Max e ele ajudou pra botar seu pau pra fora. Eu com a mão no seu pau e ele passando com todo o cuidado os dedos na minha boceta... Max a poucos meses atrás sabia que eu era virgem e devia estar com medo de enfiar o dedo na minha boceta... Raciocinei rapidamente e me bateu um medo dele descobrir que tinha perdido minha virgindade: 

- Não Max... vamos parar... não posso deixar você fazer isso comigo!... : 

- Está com medo porque ainda é virgem?... 

Tive que mentir: - É Max; ainda não tenho coragem de me entregar à você!... Eu não largava do seu pinto e ele me fez uma proposta que achei um absurdo: 

- Então deixa na bundinha Cristina!... Fingi que não entendi e Max terminando de tirar meu vestido foi insistindo: 

- Só assim a gente faz sexo e você continua virgem!... Pensei em sair dali e procurar o Beto pra ele apagar aquele meu fogo. Mas sabendo que seria difícil dele estar sozinho na casa dele: 

- Tá bom Max; vou deixar se você prometer que vai ser bastante carinhoso comigo!... 

Max me ajeitou de joelhos sobre o sofá apoiando meu dorso sobre o encosto; ficou pegando saliva com seus dedos e passando sobre meu ânus. Passou uma boa quantidade de saliva na ponta do seu pinto e veio me fazendo abrir bem as pernas pra ele se encaixar no meu traseiro. Max passando um de seus braços pela minha cintura começou a forçar seu pinto até que senti meu ânus sendo penetrado... Gritei, mas percebi que a dor me dava um prazer tão grande que quando Max parou: 

- Não para Max... vai... enfia... enfia tudo!... 

Max arregaçou meu ânus e após umas dez socadas eu já gozava sem nem ao menos encostar a mão na minha xoxota. Max bufava como um animal me socando seu pinto bem duro até ficar parado gozando lá no fundo na minha bundinha. 

Duas semanas que fiquei sem poder transar com Beto e nem com Max; me bateu um tremendo desespero. Eu que ia sempre mais cedo só pra deixar Jorge me namorar um pouquinho; também fingindo que eu o namorava e que os outros não podiam saber, fui mais ousada e me esfreguei bastante em Jorge até não me aguentar: 

- Quer transar comigo Jorge?... Jorge muito assustado ficou sem nenhuma reação quando me ajoelhei pra ir abrindo sua calça. Soltei seu cinto e descendo o fecho fui puxando a calça até conseguir enfiar a mão e puxar seu pinto pra fora. Fiquei novamente em pé e dando-lhe um beijo de língua bem caprichado fui com a mão movimentando seu pinto: 

- Está com medo Jorge? Você não me deseja como mulher?... Acho que Jorge acordou e me passando a mão: 

- Te desejo muito Cristina; é que pode subir alguém e nos pegar!... Fui tirando minha calcinha e deixando-a sobre uma caixa de som: 

- Tranca a porta e a gente escuta quando alguém estiver subindo as escadas!... Coloquei meu vestido suspenso sobre minhas costas me debruçando sobre a caixa de som abrindo minhas pernas deixando Jorge vendo toda minha bunda. Jorge rapidamente veio por trás e achando minha boceta toda molhada não teve dificuldade de enfiar até o saco: 

- Hummm... hummmm... Iiiiiiissoooo Jorge... vai.... vai... mais rápido... mais rápido!... Só quando já estava prestes a ter meu orgasmo é que fui me lembrar do perigo: 

- Não goza dentro Jorge... não goza dentro... Aaaahhhh! Aaaahhhh!... Gozei e Jorge não bem saiu de dentro de mim pra soltar seu gozo que escorreu por uma de minhas coxas. Já tinha três homens pra transar: 2 na frente e 1 só atrás. 

Renato que era o mais difícil da gente se encontrar fora dos ensaios; de vez em quando marcávamos pra nos encontrar e irmos ao cinema. Meio de semana, cinema bastante vazio e filme ruim nos dedicamos mais nos beijos e amaços. Discretamente levei a mão e descobri que Renato estava bastante excitado: 

- Quer botar ele pra fora pra eu fazer um pouco de carinho nele?... Enquanto Renato dava um jeito de botar seu pinto pra fora eu fui tratando de tirar minha calcinha. Eu lhe masturbava e ele passando a mão na minha xoxota: - Enfia o dedo Renato; enfia na minha boceta... Iiiiissssoooo Renato; mexe o dedo... mexe... mexe!... Fiz Renato gozar dentro do cinema e continuar a socar o dedo na minha boceta até conseguir ter meu orgasmo. 

Fui ficando tão safada que um dia resolvi deixar Max comer minha boceta e abri o jogo com ele dizendo que por gostar de todos do conjunto eu estava me relacionando com todos eles ao mesmo tempo e sem dizer quem; disse que tinha perdido minha virgindade. Mesmo enciumado, Max transou comigo e com medo de me perder e acabar com o conjunto concordou em me dividir com os outros. 

Aos poucos fui contando para os outros e todos foram sabendo que eu transava com os outros três. Quando ficávamos sozinhos; sem os pais de Jorge, nossos ensaios passaram a ser uma tremenda suruba. Eu ficava pelada com quatro homens pelados que me fodiam de todos os jeitos e de todas as maneiras. Adorei ser penetrada por dois paus ao mesmo tempo (ânus e vagina), enquanto chupava um e masturbava o outro. 

Com 19 anos e já transando até com o Pastor; Max me pediu em casamento... Disse a ele que jamais poderia me casar com um dos quatro, pelo que fazíamos juntos. Max insistiu dizendo que não se importaria de me dividir com seus amigos. Casamos em nossa igreja, num culto celebrado pelo Pastor Roque (55 anos) que tinha no dia anterior me feito gozar muito. Os ensaios passaram a ser na minha casa e Max a adorar ficar assistindo ser penetrada pelos seus amigos.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

EU E MINHA FAXINEIRA CRENTE E MUITO QUENTE

Bem sou solteiro por opção,,moro sozinho, tenho 45 anos, então uma vez por semana, tem uma faxineira que vem cuidar de minha casa.. Ela já é uma senhora com seus 59 anos, casada, evangélica quem vou Chamar Dona Raquel.. 

Quem olha diz ser uma mulher séria... mas com tempo fomos pegando intimidade, já  que sendo autônomo, eu faço meus horários... e fico em casa + tempo.

Nosso papo era normal até um dia que ela chegou de cabeça  baixa, triste. Eu perguntei o motivo e ela me disse que o marido tinha lhe falado um monte de besteira.. que ela estava gorda, feia, que não despertaria desejo em homem nenhum...

Aí como um ombro um bom amigo que sou..abracei ela..e disse que não chorasse que ela esquece tudo que ele falou, pois ela era uma mulher atraente que com certeza terias muitos homens a desejando... e já sem que ela se afastasse, fiz com que ela sentisse o desejo que ela despertava em mim, pois eu estava com o pau bem duro, quando ela sentiu, sem falar nada se abaixou puxou meu shorts, abaixou minha cueca e engoliu meu pau todo mamando como uma puta, ai ela chupava e olhava na minha cara  e dizia:

 - "Eu ja sabia que o senhor me desejava,sempre notei teu olhares em minha bunda, e quando eu abaixava sempre via os senhor olhando os meus seios, por isso passei a usar blusas + largas para q vc pudesse apreciar melhor."

Ai não resisti, peguei ela levantei, joguei ela em cima da mesa.. levantei sua saia e cai de boca em tua boceta.. carnuda e bem peluda. A tempos não via uma boceta tão peluda, ela passou a gemer alto e tremer de tesão e dizia.

- "Ai  senhor Jesus  quero morrer assim com uma língua no meu grelão... ahhhh", ela gritava, e dizia: "Agora mete teu cajado na minha boceta que a anos não sente uma rola quente e dura" ..como um cara que gosta de agradar e até ser submisso a mulher às vezes meti a rola sem do ela gritou.

A hora que entrou, pois a tempos não fodia e tua boceta estava mesmo apertada.. Ela se transformou, virou uma vadia mesmo, quando  pedi que ela virasse de 4 pois queria lamber o cuzinho dela. Ela foi a loucura, enfiei a lingua no cu de dona Raquel que enlouqueceu de vez... ai ela me disse que nunca tinha dado o rabo, mas  que se eu tivesse calma e paciência para ela se acostumar.

Eu teria o prazer de ser o primeiro, e assim foi a partir dai, ela se tornou minha amante, ou até + que isso, pois hoje fazemos muitas cosias juntos, ela acabou me revelando segredos de quando era jovem e tinha um caso com uma amiga ai.

Ela não demorou e ela já trouxe sua amiga, para junto de nós, não só essa amiga como também outras  evangélicas, que também se diziam insatisfeitas em teus casamentos,  e hoje sempre fazemos reuniões em minha casa. Eu, ela e sempre tem uma irma da igreja disposta  vir ajudar ela em tua faxina que agora já não é + uma vez por semana e sim várias vezes.

Hoje ela tem a chave da minha casa e então às vezes chega. ela já está, a minha espera pronta para me servir.

Eu sou  cara muito feliz com minha faxineira que hoje é bem + que apenas isso... temos uma sentimento forte um pelo outro que nos une.. eu respeito a vida e o espaço dela, e ela o meu, mas sei que hoje eu sou de verdade o homem dela e ela minha mulher.

Eu falei a ela que se separasse, mas ela não quis disse que gosta de deixar as calcinhas cheia de porra no chão do banheiro, da casa, para que o marido saiba q ela ainda desperta desejo em muitos homens, e desperta mesmo, pois já fizemos de tudo, com casais amigas dela.


quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

SOBRINHA TESUDINHA

Olá pessoal, para quem leu o conto " Minha cunhada depressiva ", olha só o que aconteceu dias depois...

Eu esqueci de dizer em meu conto passado, que somos evangélicos, toda a família, e sendo assim na última Quinta-feira dia 12 de Abril, fomos para a igreja e depois do culto fomos para a casa da minha cunhada, aquela que tive o prazer de comer o cuzinho dias passados.

Chegando lá, meu cunhado como sempre foi fazer o chimarrão (para quem curte), e ficamos sentados na varanda da casa, pois estava muito quente naquela noite.

Minha esposa, a cunhada e sobrinha de 14 anos, entraram para preparar um lanche para gente, e logo depois nos chamaram pra sentar a mesa.

A bebezinha de 2 aninhos estava fazendo arte o tempo todo, e eu fui tentar acalmá-la, porém sem sucesso, e então minha cunhada veio me ajudar, e na intenção de fazer a menina dormir, ela deu o seio para a pequena mamar, e aí disse... Mama neném, senão o tio vai mamar!!! Eu confesso que devo ter ficado vermelho, pois estava com olhar fixo naqueles lindos seios branquinhos.

Ela fez uma cara de assustada e a galera riu muito...rsrsrsrsrsrs

Ela levantou-se do sofá e foi para o quarto para tentar fazer a neném dormir, meu cunhado estava na cozinha conversando com minha esposa e eu estava na sala, sentado numa poltrona.

Para minha surpresa, sai do quarto minha sobrinha de 14 anos, vestindo uma camiseta baby-look e um shortinho leve, branco e muito transparente, deixando a mostra sua calcinha fio-dental preto, atoladinha na bundinha.

Sentou-se no sofá em frente de onde eu estava e ergueu as pernas, deixando assim seu reguinho e o capozinho de fusca a mostra, e eu já fiquei doido em ver aquilo.

Numa manobra rápida, ela deitou-se esticada e me disse que estava com dores nos pés, pois havia voltado da escola a pé, e eu perguntei se ela não queria uma massagem, o que logo ela concordou.

Sentei-me no sofá em que ela estava, e coloquei sua pernas em meu colo, e nesta hora eu simplesmente tive a visão dos céus... conforme eu massageava seus pés, era inevitável que seu shortinho não se abrisse, deixando eu ter a visão 100% de sua boceta por debaixo da calcinha... que linda!!!

Na medida em que eu fazia a massagem, conversava com minha esposa e cunhado, pra saber que estavam na cozinha mesmo, para eu não ser pego de surpresa.

Em dado momento, pedi pra ela virar de bruços, ficando sua bundinha pra cima, e ela sem nenhuma maldade assim fez, e eu fiquei ali olhando aquela bundinha de menininha, com a calcinha atolada em seu cuzinho, e como a curiosidade era muita, fui tocando suas pernas, massageando até pertinho da polpa de sua bundinha, e neste instante meu pau estava em pé já, doidinho pra traçar aquela bunda pequena e lisinha.

Ficamos assim por uns 10 minutos, até que ela levantou-se e foi para seu quarto, e eu tive que ficar sentadinho pra não passar vergonha, pois meu instrumento estava durinho da silva...rsrrsrsrsrsrrs

Sei que não devo, mais numa outra oportunidade vou investir pra ver onde vai dar... vai que consigo transar minha sobrinha tesudinha!!!

Ahhh... antes que eu esqueça, minha cunhada que sempre está deprimida, com cara de choro, naquela noite estava numa alegria só, acho que o marido deu uma assistência...rsrsrsrsrsrs 

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

MINHA CUNHADA DEPRESSIVA

Sou casado, e a família de minha esposa é composta por 6 homens e 4 mulheres, e o ocorrido foi com a mais velha delas, que hoje tem 34 anos, casada e mãe de 2 filhas lindas, uma adolescente de 14 anos e outra pequena de 2 aninhos.

Outro dia fomos visitá-los, e ao chegarmos na casa deles, encontrei meu cunhado saindo para prestar trabalho de manutenção numa escola do bairro, mas nos pediu que ficássemos para fazer companhia para sua esposa.

Ficamos num bate-papo com 3 pessoas, tomando chimarrão e refresco, pois estava muito quente naquela tarde. Durante nossa conversa sobre muitos assuntos, minha cunhada começou a nos falar sobre sua tristeza, pois o marido já não a "procurava" já fazia uns 30 dias, e quando acontecia o ato, era tipo coelho... muito rápido e só ele tinha prazer.

Fomos conversando, e em dado momento minha esposa começou a dar algumas dicas de como ela poderia atrair a atenção de meu cunhado, sendo mais sensual, usando outras roupas, perfumando-se ao deitar, tocar nele...estas coisas.

Para nossa surpresa, ela disse que já tinha feito isso tudo e mais um pouco, mas que ele sempre estava cansado e dizendo que outro dia eles fariam sexo, e assim a coisa chegou onde chegou... ela estressada ao extremo, triste e tendo crises de choro, fazendo com que suas filhas também percebessem o clima em casa.

Ficamos trocando ideia, tentando descontraí-la até que ele voltou do trabalho e juntos começamos a falar sobre o assunto... depressão!!!

Eu percebi que ele sempre fugia do assunto sexo, dizendo que ela sempre estava triste e ela dizendo que ele nunca a procurava para pelo menos conversarem, e assim a conversa estendeu-se, até que eu convidei minha esposa para irmos para casa, e foi o que fizemos.

Passaram-se alguns dias e eu estava no centro da cidade quando minha esposa ligou, pedindo que eu passasse na casa da irmã dela para levá-la até o banco, pois o marido dela estava viajando, e assim fiz.

Chegando lá, minha cunhada estava toda arrumada... usava uma saia de tecido bem leve, uma camisa colada ao corpo e salto alto, cheirosa, maquiada, porém com aquela carinha de tristeza que dava dó.

Entrou no carro carregando a neném de 2 aninhos e lá fomos para o banco, e durante o trajeto fomos conversando para distrair e tentar alegrá-la, e foi quando ela me disse que o marido havia viajado e que só voltaria 2 dias depois e que a outra filha estava na escola e que depois da aula iria para o cinema com amigas, e que ela estava triste por conta de sua solidão. Eu fui conversando com ela até tirar um sorriso daquele lindo rosto.

Ela desceu, foi ao banco e eu fiquei esperando para levá-la para casa, o que não demorou, por conta da mesma estar com a filhinha nos braços.

Na volta para casa ela passou a amamentar a bebê e eu não pude deixar de olhar seus seios pelo espelho, sem que ela percebesse, e eram lindos, branquinhos e enormes.

Quando chegamos na casa dela, me ofereci para ajudá-la a descer do carro e entrar em casa, colocando a neném no berço, já dormindo.

Depois de tomar um suco, me dirigi a ela para dar um beijo de despedida e então ela me disse para que eu esperasse. Ela fez um café e eu meio sem jeito disse que não, que teria que ir, mas ela insistiu e então eu disse que a ajudaria, pois não queria dar trabalho a ela.

Ela foi para o quarto tirar o calçado e voltou de pés no chão, e eu pirei vendo aquela loira de saia fina, camisa colada ao corpo e sem calçados...

Ela estava de costas para mim, lavando umas louças na pia e sua bundinha balançava muito e foi então que eu sem nenhum pudor, peguei na cintura dela e beijei seu pescoço e para minha surpresa, ela permitiu mas não teve reação.

Virei-a de frente e tentei dar-lhe um beijo na boca, mas ela não deixou no primeiro instante, mas logo me beijou e a aí a coisa foi ficando cada vez melhor.

Levei-a para o sofá e comecei a beijar suas coxas, e logo cheguei em sua boceta depilada, cheirosa, pequenininha e muito branquinha.

Chupei-a todinha e ela inerte no sofá, apenas gemendo de prazer e foi quando ela me disse para eu passar meu pau em seu cuzinho, e assim eu fiz.

Fui num leva e trás até que ela relaxou e consegui entrar tudinho naquele rabinho, apertadinho e que pela primeira vez estava sentido uma rola dentro dele.

Ela gritava de dor e prazer, mas não me permitiu que eu conhecesse sua boceta por dentro, pois me disse que mesmo o marido não comparecendo de acordo, aquilo era dele.

Ficamos fodendo na bundinha por muito tempo, gozando dentro e eu enfiando os dedos naquela boceta toda molhadinha.

Quando acabamos, ela me disse que eu deveria voltar para gente continuar, e que ela iria pensar se daria a boceta pra mim.

Saí de lá e depois disso já nos encontramos em casa de parentes, e ela sempre com aquela carinha de tristeza.