domingo, 23 de dezembro de 2018

EH ! MANUELA PRIMEIRO BEIJO 1

 Nos meus 15 anos eu tinha um amigo que era de uma igreja evangélica que vivia me convidando para visitar pois tinha varias gatinhas lá e tal até que topei 

Chegando lá eu fiquei impressionado pois achava que era aquelas igrejas onde as moças usavam roupas muito cumpridas, eram só até o joelho e tinha umas mocinhas com um decote. Cara! Eu pirei! Teve tres que me deram mole eram:Eliane Manuela e Damares.

 Eliane era morena magrinha, mais muita bunduda. A Manuela ela branca, de olhos verdes e uns peitos grandes e empinados. A Damares era branca, loirinha, com peitinhos médios mas com a bundinha redondinha. 

Elas ficavam cochichando quando eu passava no pátio da igreja apontando e rindo para mim. 

Eu cheguei na cara dura, estão rindo de mim ou para mim. 

Manuela falou: "ah Gatinho! Achamos vc uma gracinha! Sabe, qualquer uma de nós se quisesse ficaria contigo e sorriu". Eu abri um sorriso e sai. 

No outro dia o pastor pediu para um grupo ir para pedir comida para ajudar familias pobres na cidade. A Manuela pediu para ir junto comigo e Damares. Eu topei. Nós fomos em muitas casas e conseguimos muitos alimentos, soube que Manuela tinha 14 anos, mora com a mãe e um padrasto e Damares morava com a avó.

 Ao anoitecer fomos para uma escola afastada da igreja, pois havia uma reunião de membros de diversas igrejas da cidade. Eu logo não sai de perto de Manuela. Em certo momento ela ficava sorrindo, passou a mão em meus olhos e falou:

 "Cara vc é uma gracinha" e  sorriu.

Eu falei "Vem aqui!" Fomos para de trás da escola num pátio havia um mato ao redor e um buraco na parede onde sai em outro pátio que estavam construindo outra sala. Por lá isso eu sabia. chegando lá eu falei: 

" - Gatinha fiquei fascinado por vc desde que te vi não paro de pensar em sua boca, seus olhos em vc". Ela sorri e de repente começo a beijar ela. Eu coloco as mãos em suas costas. Eu vou passando a mão na barriga e chego nos peitos. Ela não reclama. Eu enfio a mão dentro de sua blusinha azul e puxo seu sutiã e vou tirando. 

Ela fala: "Espera". 

Ela tira a blusa e o sutiã, estava pouco iluminado o local, mas dava para ver os peitinhos rosadinhos e bem bicudos. Ela estava tesuda, dai eu fui chupando um depois o outro peitinho e ela só gemendo; então enfiei a mão em sua saia e levantei, e fui metendo o dedo na boceta que era apertada. 

Ela pega no meu pau, e eu beijando o pescoço tiro a calça, ela pega nele e sorri fica de joelhos e põe ele na boca e fica num ai e vem passando a lingua na glande e a pontinha da lingua no buraquinho do pênis; ela chupava fazendo um pouco de barulho. 

Eu falei. "Gatinha tira a calcinha?' 

Ela falou. "Vc tem camisinha? 

Eu falo. "Tenho. Então coloca eu coloco a camisinha no meu pau." 

Ela se apoia numa mureta e fica de 4. Então vou metendo o pênis logo vejo o apertado, para minha surpresa ela era virgem. 

Depois de tudo feito ela era virgem caramba falei: "Vc é virgem?" 

Ela falou: "sou sim, achou que não?"  "Olha depois de tudo que fizemos sinceramente não!" 

Eu falei. "Olha como vc é virgem não vou tirar hj, pois isso tem que ser com carinho e se possível numa cama quentinha e vc é muito linda por isso tem que ser em local especial ok?"

Ela sorriu: "Olha por isso que escolhi vc, é o cara certo!" 

Eu falo: "Mas aqui não é o lugar certo. 

Ela: "Faz assim se quiser, eu deixo vc comer meu cuzinho aqui eu já dei ele umas duas vezes vc quer? 

Eu "Claro mais para quem vc deu?"

ELA: "Foi para hum namoradinho, eu tinha 13, mas ele se mudou para Goiânia a gente namorou quase um ano e meus pais deixaram!"

Quando ela iria contar como foi,  eu logo fui beijando ela passando a mão nos peitos, pedi para ela fazer uma espanhola, ela sorriu e diz: - 

- "Sabia que iria pedir, achei que pediria logo!"

Coloquei mei pau nos seus seios, ela apertou os seios contra meu pau e fazia uma punheta com os seios tava uma delicia. Depois eu coloquei ela encostada na mureta e comecei chupar sua boceta, ela colocava a mão no meu cabelo e ficava forçando meu rosto para sua boceta, ela estava molhada demais, passava a língua ao redor dos lábios da vagina e puxava o grelo. Ela gemia e ficava ofegante,  logo me molhou com seu gozo el tava mole mais começou a chupar meu pau até que coloquei uma camisinha e encaixei atrás dela. O meu pau foi entrando com pouca dificuldade. 

Ela "aiii aii vai, devagar, tá gostoso mais tem tempo que não dou ele. Eu fui indo devagar para ela acostumar com o invasor, depois ela foi rebolando e meu saco vinha hora ou outra batendo em sua bunda ela gemia alto, às vezes de dor e de prazer, fiquei esfregando minha mão e alguns dedos na boceta dela. Ela gemia ofegante até que ela gozou de novo, tirei a camisinha e ela foi de boca quando estava quase gozando, ela pediu para gozar na boca dela, pois sempre quis saber pois Damares adorava engolir. 

Eu: "hum!" Eu enchi sua boca de porra, ela bebeu tudinho e falou:

- "Nossa quanto gozo quase engasguei mas adorei." 

Nos vestimos e ficamos distantes um pouco para não dar bandeira. 

No outro dia ela me liga fala que me ama e que está louca para ficar comigo. Outra vez ela marca para sexta na igreja. para a gente se ver e fugir para um canto 

No fim deu tudo errado, pois seu pai marca uma viagem para eles. Manuela iria ficar uma semana só com a mãe e o padrasto num congresso da igreja. Eu fiquei puto da vida, fui mesmo assim  para a igreja de repente eu queria ir no banheiro arrumar meu penteado, colocar gel quando o banheiro ficava isolado, tinha o masculino e o feminino separados por uma parede. No caminho,  percebi que havia passou atrás e quando estou entrando alguém me empurra para dentro, quando ligo a luz vejo a Damares. Ela fecha a porta e me beija ela fala: 

- "Agora não vem ninguém para cá e não vou contar para Manu." 

Ela coloca am o sobre meu pau, Eu baixo a calça, tiro ele, ela cai de joelhos e mama numa sede igual a bezerra desmamada, chupa melhor até que Manuela, passa a língua nele toda, mama as bolas sugando elas de leve em nenhum segundo os dentes pegam no pau machucando, ela vai sugando, passando sua lingua toda nele, ela coloca ele todo na boca coisa que Manuela não deu conta. Estava tão gostoso que aviso que vou gozar, ela fala:  

" - Vai gatinho, enche minha boca com porrinha, vai." Eu gozei muito e ela bebeu tudinho. Ela limpou a boca na pia, tirou a blusa e eu fui mamando aqueles peitinhos médios mas durinhos, eram durinhos como o da Manuela, mas eram menores. Eu sentei no vaso e ela veio por cima encaixou fácil ela era apertada mais dava uns gritinhos que até arrepiava, rebolava muito gostoso de frente, eu mamava ela chupava gostoso os peitinhos dela e só gemidos no banheiro. Ela rebolava gritava e eu batia na bunda dela e mamava num peitinho, isso tudo sem camisinha. Ela estava muito molhada.

Eu coloquei ela e 4, e mandei ver sua boceta, estava em brasa, metia com força nela, que recebia com carinho. Depois gozei de novo em  sua boquinha, vestimos. lá fora, ela me disse que Manuela me amava mais, eu era muito gostoso para ser de uma só dona, falou que Manuela dava muito o cu para o ex, mas parou, pois ele mudou de cidade. Ela já gostava de pagar boquete e beber porra, perdeu a virgindade com um primo maconheiro de sua mãe que a forcou chupar e beber sua porra, ela adorou foi só uma vez. Hoje o primo tá preso!, e eu e a Eliane?

Ela: essa gosta de bater punheta até o carinha melar sua mão, ela beija deixa ele chupar os peitos, bati uma para ele, dá a bundinha igual a Manu, mas a vagina ela nunca deu, acho que nunca pagou boquete mas adora bater punheta até o cara gozar na mão dela kkkkk! 

Eu: " Nossa puxei ela para o canteiro e lá ela me pagou outra gulosa babando no meu saco mordendo ao redor do pau até a cabeça vindo num vai e vem gostoso, enchi sua boca de porra! Após o culto ela sorriu para mim passando a lingua nos lábios. Esse foi o primeiro deste que fiquei com essas crentinhas tem a Eliane, o cabaço da Manuela e outras aguardem a continuação desse conto.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

A CRENTE REBOLOU NO MEU PAU 2

O melhor ficou para este relato. Depois de encontrar Marta, que estava em companhia de sua amiga Gabriela, fomos direto ao apartamento onde havíamos feito algumas fotos na semana anterior. Eu já estava morando nele. apesar de ainda haverem algumas caixas espalhadas, o ambiente estava mais aconchegante.

No caminho percebi que a Gabriela era muito extrovertida. Linda também. ela vestia uma mini bem curtinha e um top que realçavam a forma de seu corpo. sua roupa contrastava com a de Marta, que estava com um vestido mais longo, que apesar de ser de um tecido fino, lhe dava um ar de seriedade, bem característico das crentes.

Eu deixei o carro na garagem e subimos à cobertura. Marta correu para a sacada e se atirou no banco onde, na semana anterior, havia feito a primeira foto nua. a Gabriela, por sua vez, ficou observando e elogiando o ambiente, segundo ela muito bem decorado. 

Eu convidei-as para um lanche, aproveitei o tempo para mostrar as fotos no notebook. Quando se aproximaram as fotos dela nua, ela me fez parar, e meio envergonhada disse que não gostaria que a Gabi as visse. Só que a amiga começou a brincar perguntando se acaso ela havia feito algumas fotos nua, pois algumas de calcinha e blusa ela já havia visto. e completou dizendo que mal havia em fazer fotos nuas, pois ela própria já havia feito, com algumas amigas.

Eu passei a provocar a Marta para fazer mais fotos. dizia que ao me encontrar ela havia afirmado que havia trazido a Gabriela para lhe dar coragem e fazer algumas fotos mais ousadas ainda. Eu peguei a máquina e comecei a fotografar as duas, ainda na cozinha. de repente, a Marta saiu correndo em direção a sala, onde havia deixado uma sacola, nela estavam algumas roupas, inclusive uma saia bem curtinha. Eu sugeri que ela a vestisse ali mesmo pois faria uma foto dela trocando de roupa.

A Gabriela passou a sugerir algumas poses, deixando a amiga ainda mais descontraída. em pouco tempo a Marta estava nua sobre minha cama, fazendo mais fotos. comecei então a provocar a Gabriela para dar uma de modelo também. a garota foi logo tirando sua roupa e as duas passaram a rolar pela cama. havia entre elas um olhar de cumplicidade, que acabou se revelando totalmente quando disse para posarem abraçadas, uma de frente para a outra, como se fossem se beijar.pau” em seu interior. tirei minha roupa e passei acariciar marta. disse que ela perderia seu cabaço naquela tarde e teria como prêmio ficar com sua amiga.

A Marta revelou que a Gabriela já havia tentado ficar com ela, mas que antes de ter uma transa com outra mulher, ela gostaria de sentir, como disse, “um a Gabriela passou a fazer algumas fotos de nós. fiz com que a Marta abocanhasse pela primeira vez um pau. tive de ensinar a ela como se fazia para chupar um pau, mas logo ela estava quase que perfeita. o tesão era tanto que quase gozei. Mais alguns minutos e estávamos iniciando um meia nove que levou a ninfeta à loucura. Eu senti ela gozar três vezes, despejando seus líquidos em meu rosto.

Eu estava chegando a hora de Marta perder ser cabacinho. Eu deitei ela sobre a cama e me posicionei entre suas coxas. Eu encostei a cabeça do pau na entrada daquela boceta e pressionei de leve. Eu senti o cabaço impedir a penetração. Eu pedi a Gabriela para fazer algumas fotos daquele momento e aumentei a pressão. Marta estremeceu, deu um gritinho abafado, e sentiu meu pau todo em seu interior. com carinho, mas com firmeza, bombei até sentir ela gozar, uma, duas, três vezes. ela estava quase que desmaiada.
Eu passei a dar atenção à Gabriela, que havia demonstrado querer também participar da festa, na posição de frango assado eu meti forte meu pau. A garota reagiu com um gemido o sentir a cabeça tocar na entrada do útero. senti que poderíamos gozar juntos e acelerei o movimento. mas pedi para a Marta fazer algumas fotos, pois queria ter de lembrança uma transa com aquela gata lindíssima.

O telefone tocou e atrapalhou meu orgasmo. Eu voltei à cama e passei a dar atenção às duas. fiz a Marta sentar em meu pau e rebolar como uma louca. Enquanto isso eu lambia a boceta da Gabriela que havia sentado em meu rosto. Essa posição permitia que as duas trocassem algumas carícias e beijos. 

Quando decidi completar o serviço em Marta. fiz a gatinha ficar de quatro e passei a lamber, ora a boceta ora o cuzinho. A Gabriela percebeu o que eu queria e incentivou. fui colocando o pau aos poucos, e a Marta quase nem percebeu; só quando a cabeça passou é que ela deu um grito mais forte. Depois, ouvia apenas alguns gemidos mais fortes, que evidenciavam mais prazer que dor. enchi o cuzinho da ninfeta de porra e deixei que a Gabriela entrasse por debaixo do corpo da amiga para lamber sua boceta. Ela chegou a lamber um pouco da porra que escorreu do cuzinho de Marta.
Passado algum tempo fomos até a sacada para fazer mais algumas fotos. As duas estavam muito excitadas, e deixei que rolasse tudo o que queriam. Eu fotografei até uma dp dos dedos de Marta no cuzinho e boceta de Gabriela.

A CRENTE REBOLOU NO MEU PAU 1

Eu curtia uma folga naquela tarde de verão e aproveitei para ver algumas coisas em lojas do centro. Ao passar em frente a uma igreja, daquelas que tem cultos a toda hora vi uma ninfetinha saindo do local. com cerca de 1,65 m , magra e seios ainda em formação ela chamou minha atenção. não pude ver bem o contorno de sua bundinha, pois ela estava com um vestido esvoaçante, pouco abaixo dos joelhos. era um tesão. 

Eu vi ela entrar numa lancheria ao lado e pedir um refrigerante de 600 ml, mas seu dinheiro era insuficiente. Eu cheguei mais perto e disse que pagaria a diferença, peguei um refrigerante também e saí, puxando assunto com ela. O tempo ameaçava chover logo, e ofereci uma carona a ela. Bem que Marta tentou evitar, mas disse que a levaria até em casa apenas, não faria nada com ela. 

Nós fomos ao estacionamento onde estava meu carro e saímos. só que ao entrar no carro ela viu uma máquina fotográfica, daquelas profissionais, e logo perguntou se eu era fotógrafo. respondi que sim, entre outras coisas, ela perguntou quanto eu cobraria para fazer algumas fotos em seu aniversário, e como esta não é minha atividade, procurei não dizer, ganhando mais tempo. 

Muito tímida ela falava apenas o necessário, e estava encolhida contra a porta do carro. foi quando eu tive uma ideia. disse que eu faria as fotos e que entregaria um cd por r$ 100,00, mas que este valor poderia ser meu presente a ela se ela concordasse em fazer algumas fotos numa praça da cidade, que é muito linda. a praça não é muito grande, é bem frequentada, mas tem alguns locais discretos, onde eu poderia tentar alguma foto mais ousada.

Marta concordou, mas disse que não poderia demorar muito, porque sua irmã havia ficado só em casa, e poderia se preocupar. fui direto a praça e começamos a fazer algumas fotos. normais, com Marta fazendo algumas poses um tanto sem jeito. A certa altura perguntei se ela não faria uma foto sentada no galho de uma frondosa árvore. Antes de sugerir a foto eu já havia escolhido o local, onde não haveria como não ficar mostrando a calcinha. enquanto ela subia na árvore eu fiz algumas outras fotos. em duas delas cheguei a ver a calcinha branca que vestia, um tanto grande para uma ninfetinha gostosa.

Ao pedir que fizesse a pose no local escolhido, Marta ficou vermelha ao perceber que havia visto sua calcinha, e quis desistir da foto. disse que iria tentar fazer a foto sem que a calcinha ficasse à mostra, mas era só para deixar ela mais tranquila. Falei também que não se preocupasse pois eu já havia fotografado várias garotas, até sem roupa. a ninfeta perguntou se elas não haviam ficado envergonhadas. eu disse que só uma delas, que era virgem ainda.

De repente, ela disse que também era virgem, mas que já vinha pensando em perdê-la, pois todos suas amigas já haviam transado e contavam maravilhas. só que ela tinha medo da mãe e do pastor ficarem sabendo e ela não poder ir mais à igreja. 

Eu disse que isso só aconteceria se ela contasse, ou que alguém contasse. Ela teria de encontrar alguém discreto, que soubesse valorizar aquele grade momento da mulher. Marta se soltou e aceitou fazer algumas outras fotos, uma delas quase mostrando os seios.

Terminamos a sessão de fotos e combinamos que na tarde seguinte, quando eu estaria novamente de folga, eu entregaria o cd. disse que ela falasse para a mãe que havia passado na casa de uma colega e ela havia dito que o tio dela poderia fazer as fotos de seu aniversário, e que cobraria só r$ 100,00, independente de quantas fotos. pedi que ela me desse a resposta quanto da entrega do cd.

A Marta veio ainda mais linda para receber o cd com suas fotos. novamente, a máquina estava estrategicamente sobre o banco do carro. elogiei sua roupa e disse que merecia mais algumas fotos. ela perguntou, já aceitando, se iríamos a mesma praça. perguntei se ela gostaria de ir lá ou se poderia ser num outro local. Eu estava com as chaves de um apartamento duplex. onde no andar superior havia um terraço muito bem ajardinado. disse a ela que estava com a chave, pois estava a procura de um apartamento para me mudar, pois estava me separando.

Chegamos ao local e deixei o carro na garagem. fomos diretamente ao terraço, e logo ela mesma fez uma pose deitando num banco, deixando uma perna encolhida. era muito sensual a pose, faltava apenas seu rosto demonstrar a sensualidade. Eu fui descontraindo a ninfeta até que ela sorriu sensualmente. Eu pedi que repetisse o sorriso e fiz a foto. Mais algumas fotos e ela já estava deixando a bundinha à mostra, primeiro de calcinha. depois ela mesma a tirou, porque reconheceu que a calcinha não era nem um pouco sensual. Eu pedi que ela apoiasse as mãos nas coxas e jogasse a bundinha bem para trás, com o vestido levantado. fiz uma foto lateral e outra por trás, quando pude ver pela primeira vez aquela boceta, envolta por alguns poucos pelos.

Eu deitei a Marta no banco e pedi que repetisse a primeira pose, porém com a saia levantada. fiz com que deixasse as pernas um pouco entreabertas para deixar à mostra aquela rachinha linda. A ninfeta demonstrou mais uma vez sua timidez e não queria fazer a foto, só que ao sentar ela abriu bem as pernas e eu aproveitei para fazer uma foto, com a boceta totalmente exposta. 

Daí em diante não houve mais obstáculo. logo a ninfeta estava nua. A certa altura sugeri que fizéssemos uma foto de nós dois nus. Ela ficou um pouco receosa, mas topou. Eu percebi que enquanto tirava a roupa ela não tirava os olhos da região de meu pau, ainda escondido pela cueca. só para provocá-la, pedi que ela, que estava sentada no banco, tirasse a cueca. posicionei a máquina num local e fizemos várias fotos. Numa delas fiquei por trás da garota, e deixei meu pau roçar entre suas nádegas. senti que o tesão da ninfeta havia crescido e perguntei se ela gostaria de fazer novamente a última foto. ela concordou e deixou que meu pau ficasse roçando seu cu, mesmo depois de batida a foto. infelizmente era hora dela ir embora. Nos dois dias havíamos feito mais de 80 fotos e combinei de levar um novo cd na semana seguinte, quando ela me daria a resposta sobre as fotos de seu aniversário. 

No dia e horário combinados lá estava a garota, só que em companhia de outra, que disse ser sua colega de aula. Marta disse estar ansiosa para ver as fotos no notebook e que gostaria de fazer outras ainda mais ousadas. perguntei de sua colega, e ela me disse que trouxe a amiga, de total confiança, só para ter mais coragem. 

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

MULHER DO PASTOR

Quando eu era adolescente, por volta dos meus dezessete anos, mudaram-se para uma casa na nossa rua um casal de evangélicos, que mais tarde viemos a saber se tratarem de um pastor e sua esposa. 

Como minha família é católica, não sabíamos de qual igreja eles eram, e só os víamos de vez em quando.

No inicio da noite, quando estavam a caminho do culto. algum tempo depois minha mãe conheceu Andrea (esse era o nome da esposa do pastor) e ficou sabendo de algumas coisas: eles não eram da cidade, o marido havia assumido uma congregação nas redondezas, e ela (apesar de ficar a maior parte do dia sozinha) realizava alguns trabalhos sociais em casa mesmo. e não era raro vermos algum rapaz ou moça entrar na casa durante o dia. Até aí tudo normal.

Um dia vi meu colega de escola Bruno entrando nessa, mas ele não me viu. eu sabia que o Bruno era evangélico, então deixei por isso mesmo. e nas semanas seguintes voltei a vê-lo novamente. 

Não me contendo de curiosidade, um dia no colégio perguntei o que ele tanto fazia na casa de minha vizinha. 

Ele sorriu e como eramos amigos me convidou para ir lá com ele. Falei que eu não era evangélico, seria uma situação estranha, mas ele disse não ter problema e que se eu não gostasse poderia ir embora a qualquer hora. 

Eu topei e marcamos de ir no dia seguinte a tarde. no horário combinado; Eu encontrei Bruno no portão de casa e fomos juntos a casa do pastor. Eu havia vestido minha melhor roupa para acompanhá-lo. Na entrada, Bruno me confessou que iríamos participar de uma sessão de descarrego, mas que eu não precisava ficar assustado. Eu concordei e batemos a campainha. 

Andrea nos atendeu muito educadamente e Bruno fez as apresentações. em seguida, fomos conduzidos a sala de estar, enquanto nos acomodávamos, Andrea se desculpou pela ausência do marido e pediu licença, saindo da sala e deixando-nos a sós por alguns minutos. Eu olhei para o Bruno e ele me pediu paciência. fui recompensado! quando Andrea voltou, não acreditei: parecia outra mulher. cabelos presos em uma longa trança e trajando blusa e uma saia longa, porém bastante justa. Nesse momento pude perceber que por baixo daquelas roupas havia uma mulher madura, com os seus 40 anos, bastante conservada em suas formas físicas. e, aparentemente, vestia uma calcinha sumária, pela marca que deixava na saia. 

Andrea veio e sentou-se em uma cadeira de frente a nós no sofá. iniciamos uma conversa descontraída e Andrea começou a nos questionar muitas coisas: como era nosso relacionamento com meninas se já havíamos visto uma mulher nua antes? Se víamos revistas masculinas? Se tínhamos sonhos eróticos etc. Durante aquele interrogatório, não pude conter uma ereção, pois o assunto era muito picante. em dado momento ela chegou mesmo a descrever as sensações que tinha durante o ato sexual, tudo entretanto com muita dignidade. 

Após alguns momentos mais de estimulação erótica, ela anunciou que já estávamos prontos para o descarrego. Eu aproveitei o momento e pedi licença para ir ao banheiro, no que fui atendido com um conselho para que me não demorasse. Eu fui e fiquei lá durante algum tempo, pois queria controlar minha excitação. quando volto, qual não é minha surpresa ao ver Bruno, em pé com as calças arriadas, sendo chupado loucamente por Andrea. Eu não preciso dizer que fiquei com o pau duro na hora. ela quando me viu disse: 

- Porque demorou tanto! – uma frase meio entalada devido ao cacete na boca. Andrea aumentou o ritmo e não foi difícil fazer Bruno gozar em sua boca, bebendo até a última gota. 

Andrea então se dirigiu a mim e arriando minhas calças, pregou: - Agora é você que precisa de descarrego. não se envergonhe pois Jesus não é contra isso! – e caiu de boca na minha pistola. Eu nunca havia sido chupado antes... não preciso dizer que aquele boca aveludada, mamando gostosamente meu cacete de cima a baixo foi a melhor sensação que tive na vida, até aquele momento. e Andrea parecia uma expert no assunto, pois a cada sequência de chupada era seguida de mordidas e chupetinhas na cabecinha do caralho. 

Não demorei muito também até encher sua boca com minha porra, que Andrea também engoliu sem reclamar. ela chupou meu pinto mais um pouco até deixá-lo sequinho. Quando achei que estava tudo terminado, Andrea me surpreendeu novamente: foi na cozinha e voltou com uma lata de leite condensado. sem falar nada deitou-se no sofá, tirou a blusa e lambuzou os seios com o leite. Bruno, que naquele momento já havia se livrado das roupas, caiu de boca chupando os peitos de Andrea. eu ainda me atrapalhei um pouco, livrando-me da calça e camisa, mas logo também sorvia as tetas de Andrea, de aureolas grandes e duras. e a cada mordida ela soltava um gemido baixo e fino, como quem se realiza com aquele ato. chupamos o peito de Andrea até ficarmos em ponto de bala, quando ela pediu para chupar o caralho de Bruno novamente. enquanto ela se divertia com o pinto na boca, aproveitei para tirar sua saia e vi sua boceta protegida por calcinha básica, bem pequena. Eu arranquei a calcinha e comecei a chupar sua boceta , não esquecendo do leite condensado. Essa ideia foi bem aceita por ela que escancarou mais as pernas, deixando minha lingua passear livremente por sua boceta com gosto acre-doce. 

Bruno pediu e trocamos de posição, com Andrea agora saboreando meu caralho. enquanto mamava, Andrea colocou-se de quatro para ser melhor chupada por Bruno. mais alguns minutos e Bruno já comia Andrea de quatro, metendo sem dó seu caralho em sua boceta. seus corpos faziam um balé ritmado, com o compasso sendo feito pelo barulho dos corpos se amando. cada estocada era seguida de um suspiro mais fundo, até que ambos explodiram em gozo. 

Bruno então deu o seu lugar para mim, que continuei martelando em Andrea. essa troca de posições parece te-la agradado, pois ela segurava meu corpo para que ele não escapasse e ajudava minha jeba ir cada vez mais fundo. Eu meti em Andrea com gosto, pois até então só havia comido uma empregadinha lá de casa. mas Andrea aguentava e queria mais. Eu aumentei o ritmo até fazer Andrea gozar, gozando logo em seguida dentro de sua boceta inchada. 

Nós paramos e relaxamos um pouco. deitamos no tapete e ficamos acariciando o corpo de Andrea. Ela de olhos fechados curtia aquele momento que parecia não acabar nunca. após algum tempo Bruno ficou armado novamente. Andrea então o deitou no sofá e subiu em seu caralho, cavalgando como se fosse uma amazona. Eu fiquei em meu canto observando aquele ato que já devia ter acontecido várias vezes, sem eu saber de nada.. Andrea subia e descia no caralho de Bruno, enquanto ele chupava ora um, ora o outro peito. e a cada movimento a vontade e o ritmo aumentava. Os dois corpos pulavam no sofá que até rangia, de tanto esforço que era feito sobre ele. 

Aquela cena me deixou pronto para outra. Eu esperei os dois relaxarem após o gozo, retirei Andrea de cima de Bruno, coloquei-a apoiada no encosto de braço do sofá e dirigi meu pau para a sua bunda, que há muito pedia uma tora. Andrea olhou para trás e disse de mansinho: - 

O meu cu é só de Jesus, mas eu deixo você comer ele, se for com carinho! Aquilo me deixou mais duro ainda. Eu segurei o pinto e coloquei na entrada do cu, forcando passagem com a cabeça. Andrea se ajeitou o melhor que pode e facilitou a entrada, abrindo bem as nádegas. após colocar a cabeça, comecei a enfiar toda minha jeba naquele cu, que o engolia todo. Andrea gemia mas aguentava com bravura, tentando e forçando mais a penetração. Eu enfiei tudo e comecei a bombar. no inicio com dificuldade, mas depois bem mais fácil com o alargamento do ânus. metia em movimento cadenciado, segurando os quadris de Andrea que me ajudava, forçando a bunda de encontro a mim. 

Quando fui chegando ao clímax, segurei na sua trança de cabelo e, enquanto metia, puxava sua cabeça como se fosse uma égua sendo domada. Eu aumentei o ritmo e gozamos juntos, enchendo seu cu de leite. Andrea desabou cansada, mas não pode relaxar. Agora era bruno que tomava posição e comia seu cu com gosto, obrigando-a a nova tortura. Andrea se esmerou nessa foda, fazendo de tudo para dar o máximo de prazer a quem a comia. Bruno socou a pistola em seu ânus até gozar, caindo extenuado para o lado. 

Depois dessa tarde de sexo “evangélico”, eu e Bruno deixamos a casa, pois já estava ficando tarde. Na saída Bruno me confessou que já comia Andrea a várias semanas, quando ficou sabendo dos trabalhos sociais que ela realizava. 

Não preciso dizer que deste dia em diante ficamos assíduos nas sessões de descarrego de Andrea.

sábado, 15 de dezembro de 2018

ROBERTA, A LOURA EVANGÉLICA!

Olá, boa tarde á todos, me chamo Ricardo, 32 anos, moreno jambo, alto (1.85 m de altura), corpo definido, simpático, sou casado á 3 anos com Julia, uma mulata de 29 anos, 1.63 m de altura, 55 quilos, cabelos compridos, olhos cor de mel, seios médios, cintura fina, quadris largos, coxas grossas e como toda boa mulata, uma bunda de se fazer inveja... enfim, sempre leio esse site, e hoje decidi relatar o que me aconteceu á cerca de 2 anos... 

Eu tenho uma irmã evangélica casada e líder do grupo de casais em sua igreja, em toda oportunidade Carla, minha irmã, nos convidava á mim e minha esposa á irmos conhecer a igreja que ela frequenta, claro que eu e Julia sempre arrumávamos uma desculpa, até que um dia, para que Carla parasse de nos importunar sempre com o mesmo assunto, resolvemos aceitar o convite e ir ao culto. 

O culto era num sábado, por volta das 18 horas, como de costume em igrejas evangélicas, muito barulho, povo gritando, cantando... bem diferente da igreja católica, á qual, somos frequentadores.... 

No final do culto, minha irmã veio nos perguntar o que achamos:”bom, foi diferente” eu respondi com um sorriso meio sem graça no rosto, o que mais tarde gerou uma briguinha besta com a Julia (para variar).... Enquanto nos despedíamos, uma mulher loura nos interrompeu: 

- ”Irmã Carla, desculpe mas preciso falar com a irmã, um assunto muito pessoal...” 

Minha irmã, como sempre, muito educada, nos apresentou: ”irmã Roberta, esse é o meu irmão caçula, Ricardo e sua esposa, Júlia, vieram visitar a nossa igreja hoje....” 

Depois das devidas apresentações, Carla me disse que a tal irmã Roberta, morava no mesmo bairro que eu, na zona norte, Tucuruvi... por educação, ofereci-lhe uma carona e também por educação, Roberta recusou, mas minha irmã, juntamente com minha esposa, insistiram, pois já passava das 21 horas e pelo que percebi, Roberta havia ido sozinha (o marido não era do tipo que acompanhava a esposa á igreja). 

Deixamos que Roberta conversasse com minha irmã e aguardamos no carro, 15 minutos depois, ela entrou no carro meio ruborizada, se desculpando pela demora. Eu disse que não tinha problema e perguntei onde era sua casa, pois não deixaria a mulher andando sozinha aquela hora na rua, enquanto ela respondia, pode prestar mais atenção nela e em sua voz, vi pelo sotaque que Roberta era carioca, loura, cabelos compridos, meio cacheados, olhos verdes brilhantes, bronzeado natural, aproximadamente 1.65 de altura, usava aparelho ortodôntico, aparentava uns 35 anos pelas roupas longas que usava, não pude ver bem seu corpo, mas mesmo assim, parecia ter seios fartos, e uma bunda grande, pois mesmo com o vestido que usava, dava pra notar a circunferência... enfim, chegamos ao local e pra minha surpresa era a mesma rua que eu trabalhava.... nos despedimos o mais formalmente possível e fiquei acompanhando com o olhar enquanto ela ia entrando em sua casa e fomos embora..... 

No dia seguinte fiquei pensando em Roberta...imaginando aquela carioca falando 1001 putarias no meu ouvido com aquele sotaque safado que só as cariocas possuem, imaginando-a sem o vestido....e claro...me chupando com aquela boca gostosa que ela tinha.....; trabalhei normalmente na segunda feira e na saída do trabalho para minha surpresa, vi Roberta saindo de uma padaria que tinha na rua, estava completamente diferente do que vi no sábado, com uma blusinha azul, regata, com um generoso decote, ali pude ver bem melhor seus belos e fartos seios, que acompanhavam umas sardas, o que me deixou ainda mais afim de ver aquela mulher nua, usava um shorts jeans branco e os cabelos amarrados em um coque, não lembrando nem de longe a evangélica que vi no sábado ... ela me viu e abriu um sorriso meio tímido: 

"- Está me seguindo rapaz?? Olha que sua esposa não vai gostar disso hein...", disse ela, rindo meio sem graça, me mantive na mesma: 

"- Imagina, eu trabalho aqui, estou arrumando as coisas para ir embora..." 

"-  Então tá certo, nós vemos por ai...fica com Deus e até logo" disse ela, indo pra sua casa...(tenho certeza que ela percebeu que eu ficaria olhando pra sua bunda, pois começou á rebolar mais do que o normal) 

Os dias foram se passando, e sempre no mesmo horário, religiosamente as 17:00, Roberta estava lá, voltando da padaria, cada dia com uma roupa mais provocativa... não sabia se ela fazia aquilo por minha causa, ou se queria seduzir o coitado do padeiro, só sabia que a cada dia que se passava, eu sentia mais tesão por Roberta... 

Enfim chegava a sexta feira, o dia mais esperado da semana, e eu particularmente, estava exausto, não via a hora de chegar em casa, pegar a Julia e ir pro interior dar uma boa descansada..., 

Na saída do trabalho, como de costume, vinha Roberta, mas dessa vez estava diferente, o olhar, o jeito de andar, não sei, estava mais tesuda que o normal, usava um vestido branco, quase que transparente, pouco acima dos joelhos, aparentemente sem sutiã, e uma calcinha bem pequena, preta, pois mesmo com o vestido, consegui ver, aliás, não só eu, ..muitos homens que estavam na rua, dificilmente conseguiam desviar o olhar daquela mulher... estava com os cabelos soltos, baton claro nos lábios...sabia que iria despertar o desejo de muitos por onde passasse, inclusive o meu.... 

"- Olá amigo" ela disse sorrindo pra mim..."que calor hoje não??" 

"-  Sim, hoje está bem quente, estranho, pois estamos em julho, bem no meio do inverno e essa semana esquentou todos os dias" eu disse, tentando iniciar uma conversa... 

"-  Ainda bem que esquentou" ela respondeu, "sou carioca, amo o calor, assim posso ficar mais á vontade, amigo, vou indo, até logo..." e Roberta se foi, andando calma e devagar, rebolando, mas, mais safada dessa vez, exibindo seu belo corpo...e aquela calcinha...nossa... 

Naquela sexta feira, cheguei em casa e fui tomar banho, lembrando do meu breve papo com Roberta que acontecera a pouco..."amo o calor, assim posso ficar mais á vontade.." aquelas palavras, aquele sotaque, não saiam da minha mente, bati uma gostosa e demorada punheta, gozando como á tempos não gozava, quando saí do chuveiro, encontrei minha esposa na cozinha arrumando umas coisas para levarmos, ela usava um vestido curto, com a bunda quase aparecendo, estava com uma fio dental vermelha, bem socada, do jeito que eu gosto, Julia, mesmo com seus 29 anos, ainda faz inveja á muitas meninas de 19... A peguei ali mesmo na mesa e fizemos amor, como á muito tempo não fazíamos, eu chupava ela e ela me chupava em um 69 frenético e muito gostoso, depois transamos de quatro, de lado, de tudo quanto é jeito...o que a deixou bem excitada, e naquela noite, fizemos amor até ficarmos exaustos... e não fomos viajar. 

Sábado, como de costume, tomamos café, fomos á feira, Julia preparava o almoço enquanto eu lavava o carro, quando minha irmã Carla me liga. Júlia me levou o telefone com a cara de descaso que fazia sempre que isso ocorria: 

"- Toma, é sua irmã..., aff, lá vem ela nos chamar pro culto de novo..."; e foi o que aconteceu, aceitei o convite.... 

Júlia ficou com raiva e disse que não ia, pois daqui a pouco estaríamos virando evangélicos sem nem saber, disse que ia na casa da mãe, pois estavam recebendo uma prima do Paraná que havia vindo passar uns dias em São Paulo.

 Eu falei que tudo bem, estava louco pra ver a Roberta novamente, e sem a Julia, seria a oportunidade perfeita para que eu avançasse um pouco o sinal..... Saí de casa, estrategicamente, uns 30 minutos antes do culto começar, fui passando pela rua da casa da Roberta bem devagar, na esperança de vê-la andando á caminho da igreja, e pra minha sorte, lá estava ela, usava uma saia jeans comprida com um camiseta branca e um casaco de malha fina, cabelos alisados, amarrados com rabo de cavalo, maquiagem bem leve... encostei o carro ao lado dela, e perguntei se ela queria uma carona...e ela, muito educada, respondeu: 

"Oi amigo...não se preocupe, vou caminhando até lá, não quero lhe tirar de sua rota..." e eu insisti: 

"- Imagina, será um prazer imenso ter a sua companhia, e eu também estou indo pra igreja, a Carlinha me chamou para ir hoje de novo..." Começamos á conversar no caminho, ela achou engraçado eu chamar minha irmã de Carlinha, pois minha irmã era muito séria...e logo perguntou de minha esposa, eu disse o que tinha acontecido, e meio que o assunto morreu, até que eu perguntei sobre o marido dela, ela meio sem graça me disse que era um sujeito muito fechado, que mal o via, e que mesmo assim o cara era muito grosseiro com ela, aqueles tipos matutos mesmo, ela me disse que trabalhava de manhã em um laboratório hospitalar e o marido era porteiro e trabalhava a noite em um condomínio na Zona Leste, o que dificultava ainda mais o contato entre os dois, e que estava orando muito para que o casamento não acabasse... 

Eu ouvia tudo aquilo com muita atenção, mas não conseguia deixar de imaginar que era a brecha perfeita..... O culto foi tranquilo, diferente do sábado passado, quando acabou, fui me despedir da minha irmã e vi que Roberta estava conversando com ela... assuntos sobre a crise no casamento... Me despedi de Carla e ela me disse para esperar para que eu desse uma carona á Roberta, respondi com a cabeça que sim e que estaria esperando no carro (não quis transparecer a alegria de poder levar Roberta de volta) enquanto estava no carro esperando Roberta, Júlia me ligou, dizendo que iria dormir na casa da mãe, pois minha sogra não estava muito bem de saúde, eu concordei... feliz da vida por ter a noite livre, esperei Roberta, que entrou no carro e com o mesmo sorriso tímido disse: 

"- Ai Ricardo, não vou te atrapalhar mesmo?? Sei lá...você deve estar cansado e com vontade de ir pra casa ficar com sua esposa..."; 

Eu disse: "- Imagina, sua casa é caminho para minha, e outra, a Júlia vai dormir na minha sogra hoje, então meu único compromisso da noite é com a tv..."; 

Ela riu e disse que estávamos na mesma situação, pois o marido tinha ido trabalhar..., ainda no carro, comecei á puxar papo...perguntei se ela tinha filhos, ela disse que não, mas que sempre quis ter uma menina, mas quando casou, o marido não quis, pois já tinha 3 filhos do primeiro casamento, ...e assim, foi se abrindo, disse que o marido era 12 anos mais velho e que já estavam casados á 20 anos....me disse que já pensara em se separar pois tinha 37 anos e sempre foi muito fogosa antes de se tornar evangélica, mas com o passar do tempo o casamento foi esfriando... e que á cerca de 2 meses não tinha relações sexuais, fiquei um tanto intrigado com aquela conversa e Roberta percebeu, pois ficou muito vermelha e pedindo desculpas por estar falando aquelas coisas....

Eu disse pra ela não se preocupar, que não havia problema algum em nos conhecermos mais... foi ai que eu aproveitei a chance e disse: "- Olha Roberta, me desculpe a sinceridade, mas não entendo porque você ainda está com esse cara... afinal de contas, você é uma mulher muito atraente e tenho certeza que qualquer homem nessa terra, se sentiria muito sortudo em tê-lá como mulher, a única coisa que você está fazendo com seu marido, é perder seu tempo, você não tem filhos, e é uma mulher linda...deve buscar sua felicidade, independente do que digam...". 

Nisso Roberta abriu um sorriso, mas nada tímido, um sorriso sacana, como criança prestes á aprontar: "- Então quer dizer que você me acha atraente Ricardo??" 

Eu ri e respondi que sim, que a achava muito atraente, elogiei seus lindos olhos verdes, sua bela e carnuda boca, disse que apesar de ser casado com uma mulata, sempre tivera uma queda por louras, aproveitei o gancho pra falar de seu belo corpo, elogiando suas pernas, disse que aquele sotaque era algo que me deixava doido e que sempre tive o desejo de ter uma carioca na cama...Roberta ficou um pouco sem jeito, mas como eu esperava, ela foi se abrindo... conversamos mais sobre diversos assuntos, até que chegamos em sua casa... 

"- Ponto, chegamos ", ela disse meio apreensiva... 

"- Pois é, chegamos" eu disse, como alguém que espera a conclusão de um capitulo de um bom livro.... 

"Você não quer entrar Ricardo? Podemos pedir uma pizza, sei lá, afinal de contas, ambos estamos sozinhos hoje..."; Aceitei o convite sem cerimônias, eram umas 21:30 e a rua estava meio deserta, estacionei o carro na rua de trás, para não dar bandeira, e me dirigi para a casa dela. O portão estava semi aberto, entrei, logo estava na sala, parado e excitado como um adolescente antes da primeira transa... 

" - Senta Ricardo, vai ficar ai parado igual um vaso de planta é?" Roberta disse e riu..., logo me sentei em seu sofá amplo e bem confortável enquanto Roberta me disse para aguardar, pois iria vestir algo mais suave para ficar dentro de casa. 

Lá eu estava, pensando em tudo aquilo e meu pau ficando cada vez mais duro sempre que eu imaginava aquele tesão de mulher entrando na sala com "algo mais suave".... Roberta voltou vestindo uma camisola branca transparente, bem curta, com uns detalhes em renda na altura dos seios, com uma micro calcinha branca, que parecia que seria sugada por aquela bunda enorme... 

"-  Tudo bem com você Ricardo? Você parece meio tenso...quer um copo d'água?" disse ela rindo, não parecendo em nada com a moça evangélica que eu havia conhecido no sábado passado; 

"-  Sim, aceito uma água... de repente, fiquei com um calor..." Rimos, e ela foi á cozinha buscar a água, claro que foi bem calma e rebolativa, ainda com os cabelos amarrados em rabo de cavalo... o andar daquela mulher, nossa, estava me deixando maluco... 

Quando ela voltou, se sentou meio de lado, exibindo as pernas, bem á minha frente....tomei a água e perguntei onde poderia colocar o copo, ela disse que eu podia colocar na cozinha mesmo, em cima da mesa, me levantei e vi que os olhos dela caíram em cheio na minha calça, que mesmo sendo jeans, apresentava um belo volume, pois eu estava excitado desde a hora que tinha entrado em sua casa... 

Quando voltei pra sala Roberta estava sentada no outro sofá, de frente pra mim, e com uma cara de puta safada me chamou só com o dedo, e disse com aquele sotaque safado: "hoje tu vai matar tua vontade, vai comer uma carioca bem puta, seu sacana". 

Eu fui em sua direção, com a pica cada vez mais dura, á ponto de gozar na cueca... Roberta ficou de joelhos no sofá e começou á abrir minha camisa, e eu ficando cada vez com mais tesão, ela começou á beijar e lamber meu peito: 

"- nossa Ricardo...que delicia, seus pelos são lisinhos, adoro" e eu morrendo de vontade de beijar aquela mulher, agarrei-a pela cintura, levantando sua camisola e apalpando aquela bunda deliciosa com as duas mãos enquanto nos beijávamos, um beijo longo e gostoso, bem molhado e cheio de tesão, enquanto eu a beijava, percorria seu corpo todo com as mãos, dedilhava sua boceta lisinha e bem gordinha... bem molhada, apertava com força aquela bunda e apalpava muito aqueles seios enormes... Roberta abaixou minha calça, minha cueca e disse: 

" - Nossa Ricardo, que pica linda, grande, grossa, cabeçuda... humm que vontade de mamar esse cacete bem gostoso" Aquilo me deixou á ponto de bala, quase gozo só com a voz daquela safada olhando pro meu pau, Roberta chupava igual uma esfomeada, não parava por nada, lambia a cabeça, passava a rola na cara, se deliciava e se lambuzava com minha pica, punhetava e chupava ao mesmo tempo....eu já não estava aguentando de tanto tesão quando falei: 

" - Porra Roberta que boca gostosa....eu to quase gozando nessa boca minha putinha safada"... 

Na mesma hora, Roberta, ainda me chupando, olhou nos meus olhos com uma carinha de vagabunda e disse: "Goza meu gostoso, enche a boca da sua puta de porra vai...goza cachorro..." 

Eu não aguentei e gozei...gozei demais ...muito gostoso, Roberta, sem deixar escapar uma gota se quer, lambia e queria mais...sentei no sofá completamente nu, Roberta parou á minha frente.....tirei sua calcinha e ela subiu no sofá, tirou a camisola, ficando toda nua, aqueles seios lindos na minha cara....Roberta apoiou as mãos no encosto do sofá e colocou aquela boceta deliciosa na minha boca, comecei á chupar, lamber, mordiscar...e Roberta ficando louca, gemendo dizia: 

" - Isso gostoso, faz sua puta gozar faz...quero que você sinta o meu gostinho"... Ver e ouvir aquela mulher daquele jeito me dava um tesão incontrolável, em poucos minutos, estava de pau duro de novo, mas fiz Roberta gozar muito na minha boca...depois fomos para o quarto...na cama dela....Roberta me sentou na cama e se sentou em meu colo de costas pra mim, fazendo meu pau sumir todo dentro daquela boceta maravilhosa, meti enquanto Roberta rebolava e dizia: 

" - Fode meu macho, fode sua puta fode...faz comigo tudo oque você não faz com tua mulher" 

Fiquei com um tesão que eu nunca havia sentido antes, e meti com força, Roberta sentiu e gozou novamente, apertando meu pau com sua boceta carnuda..., eu estava louco pra gozar, coloquei Roberta de quatro, e puxando seus cabelos, fodi aquela boceta, muito, gostoso, com força, Roberta sentia minhas bolas baterem em sua boceta e urrava de tesão...comecei á por o dedão em seu cu enquanto metia naquela boceta linda, quando meu dedo entrou, falei pra Roberta: 

" - Tenho um puta tesão nesse teu rabo, loura" 

"- Então vai meu macho, come o cu da tua puta, me rasga, quero sentir tua rola me arrombando..." 

Coloquei a rola devagar até a cabeça passar, depois comecei um vai-e-vem desenfreado naquele rabo...

" - Me fode...aiiii...issooo, vaiiiii mete tudo..." Roberta dizia totalmente extasiada de tanto tesão... "Vou gozar" eu falei... Roberta se virou com velocidade e a habilidade de uma verdadeira atriz porno, abocanhou meu pau e chupava gostoso... sem falar nada, enchi sua boca de porra novamente.... caímos os dois na cama, e ali mesmo pegamos no sono... 

Acordei as 04:00 da madrugada, com o toque do celular, era a Julia, pedindo que fosse buscá-la, sai sem fazer barulho, para não acordar Roberta, mas mesmo assim ela acordou, me despedi com dois beijos no rosto e um na boca, Roberta deitou novamente, me pedindo segredo absoluto sobre o que havia acontecido, e claro que eu disse que sim, e pedi o mesmo á ela; fui em casa, tomei um rápido banho e fui buscar Julia, chegando na casa da minha sogra, Julia já estava no portão me esperando, junto com ela, uma garota meio fofinha e uma mala de viagem : 

"-  Ric, essa é a Karina, minha prima, lembra dela?" 

"E que prima"...., pensei comigo, tinha visto Karina uma única vez quando fomos ao Paraná, na época eu ainda namorava com a Júlia, e confesso que na época, era uma menina gordinha mimada, filha única e bem chatinha, muito diferente daquele tesão que estava á minha frente..... Karina, diferente de Julia, havia herdado a parte européia da família, mais ou menos 1.70 m de altura, branquinha, olhos escuros, traços europeus, nariz fino e pontudinho, e uma boquinha pequena, mas ao memo tempo muito sensual, cabelos lisos e bem compridos, até a cintura, parecia uma bonequinha de porcelana, era um tanto gordinha, mas nada que tirasse sua beleza, pelo contrário, Karina já possuía belos seios fartos e mesmo gordinha, tinha uma cintura fina e uma grande e redonda bunda..., nem preciso dizer a felicidade que fiquei quando Júlia me deu a seguinte noticia: "Ela acabou de completar 20 anos, vai passar uma semana com a gente...ainda bem que você vai entrar de férias essa semana né amor??"disse Julia com uma felicidade inocente..... 

"Sim amor....ainda bem.....".