sábado, 15 de dezembro de 2018

DEI PRO PRESIDENTE DE JOVENS (CONTO GAY)

Esse conto é contado por um evangélico de Governador Valadares - MG com pseudônimo Garfield, cujo o amante PM e também evangélico, também faz uso de um pseudônimo.

O que vou contar aqui aconteceu a pouco mais de duas semanas. Garfield, personagem que será a primeira pessoa do conto é um jovem de 21 anos, corpo esbelto, não muito alto, olhos e cabelos castanhos claros, e me sinto privilegiado por ter a bunda que tenho rsrs. mas vamos ao conto.

Nasci e cresci dentro de uma igreja evangélica. Depois dos meus 18 anos namorei muitas garotas e descontei em algumas delas tudo que não pude fazer quando mais novo. saí, bebi, dancei e trepei com várias, porém. com um desejo insano, louco por coroas homens...

Na minha atual igreja existe um cara que no momento está como presidente dos jovens, vamos chamá-lo de Sílvio. um PM branco, uns 33 anos, de baixa estatura, um pouco cheio, mas nada bizarro. Ele possui um rosto lindo, de homem mesmo...

Um dia, Sílvio juntamente com sua esposa pegou a liderança dos jovens, e fizeram lá uma gincana de homens contra mulheres onde quem ganhasse ganharia uma tarde e uma noite numa chácara. Que legal! 

Ele comentando um dia comigo, disse que ainda não tinha nem ideia de que chácara iria os vencedores. 

Então eu disse pra ele que um amigo meu gente boa, tinha sim uma chácara que de repente poderia nos emprestar, mas que não era perto dali. 

Depois de já conversado com meu amigo e já liberada a chácara, Sílvio me chamou pra ir com ele até a chácara, para conhecer o dono, conhecer a chácara e agradecer antecipadamente já que ele não cobrou nada. Óbvio que eu fui né? 
no carro íamos conversando e rindo muito! 

Ele me perguntou se eu conhecia o Lau, um PM que tinha uma fama louca de viado, porém Lau era muito gostoso... já havia ficado com ele varias vezes... quando me perguntou isso eu fiquei louco....

Pronto! o Lau contou para ele. Eu mudei de cor, e comecei tremer e ficar nervoso... disse que conhecia sim. Aí o assunto mudou para o Lau, que o Lau é viado, e pegaram ele não sei com quem, e eu gelado...certa hora ele disse assim....

__ Como pode o cara gostar de homem? O cara ficar com o Lau? ele é horrível !
e morreu de rir. eu ri sem graça e ele disse rindo.

__ Você ficou sem graça, não ficou com ele também não é?  e começou rir. na hora juro que fiquei com raiva do Sílvio, mas era tão lindo ouvir aquele macho escroto dando show de preconceito perto de mim, falando de viado, dar o rabo....
eu ri sem graça e disse... uai... esse uai fez Sílvio me olhar sério por um bom tempo, o silêncio tomou conta do carro e um clima horrível pintou no ar de volta para casa, no carro Sílvio me diz.

__ Olha, eu não queria te chatear cara, me perdoa, a vida é sua. eu não sabia mesmo, mas continuou sério.

_ Disse bem, tinha sido só uma vez e não era nada demais, ele conhecia minhas ex namoradas e sabia que eu não era viado.

Daí veio a curiosidade dele, tirava perguntas, perguntou se eu também já tinha dado. Eu disse que não, que nem tinha comido o Lau coisa nenhuma....

Chegamos na casa dele por volta das três e meia da tarde para ele se arrumar para ir trabalhar, e depois me deixar em casa já que não moramos tão perto assim. Ele me deixou no mesmo e foi para o banho. Ao sair, Sílvio veio se enxugando com a tolha pelado do jeito que veio o mundo...quase dei um troço, mas nem reparei, não queria dar pinta, mas ele chegou perto e disse assim: 

__ Está nervoso? e começo rir.... esbarrou o pau em mim para ver minha reação... deve ter percebido meu pau crescendo na bermuda e simplesmente disse:

__ Chupa logo que eu to atrasado!

Eu não pensei duas vezes e comecei mamar aquela piroca que aos poucos foi crescendo na minha boca. Ela ficou linda, cheia de veias, cabeça grande...eu colocava o máximo que podia na boca, e Sílvio só me olhava sério...tinha uns 17 cm...muito linda aquela vara.

Sílvio me pegou pelo braço e me levou até o sofa.

Abaixou minha bermuda e ficou surrando o pau na minha bunda, dava tapas de leve e eu ficava doido, gemia só por causa dos tapas e daquele macho respirando no meu cangote... imprensava aquela pica com minhas coxas, ele se movimentava como se tivesse me comendo, e eu gemia gostoso. Silvio se abaixou e viu que eu era raspadinho, estava acostumado por causa das muitas pirocas que entravam por ali, a única coisa que ele disse foi:

__Safado! E caiu de boca na minha bunda, chupou, lambeu, mordeu, deu tapas fortes e fracos, e começo enfiar o dedo em mim... eu rebolava e gemia, não podia falar sacanagem com ele, fiquei sem graça, mas não me contive.

__ Me fode logo porra!

Sílvio deu uma salivada no meu rabo e colocou a cabeça, eu gemi forte e pedi para ele esperar um pouco, ele começou me penetrar e comecei a gemer...

__ Fode caralho....me fode porra...vai delícia...bomba esse caralho vai....
eu rebolava na pica de Sílvio como uma puta, mas nunca afeminado por medo dele perder o tesão. Sílvio o tempo todo calado, de vez em quando dizia

__ Aaaahhhhh....delicia....toma safado...quando ele disse:

__ Aaaahhhh porra, eu vou gozar sua puta... rebola que eu vou gozar caralhooo....aahhhhh

Sílvio gozou todo no meu cu e, quando saí de lá ainda dei mais uma mamada, ele batia aquela piroca semi dura no meu rosto, cheirando a porra... Eu queria sentir o gosto daquele leitinho quente, mas foi rápido dimais, não deu... 


Ele me deixou em casa, e fui embora com o rabo meio dolorido e não acreditando que aquilo tinha acontecido...

Não falamos mais sobre isso, porém...sempre trocamos olhares nos cultos.
acho que promete!!!

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

COMI MINHA VIZINHA EVANGÉLICA 2

Me chamo Caio sou de Belo Horizonte,, Esse conto é a seqüência do meu primeiro (comi minha vizinha evangélica), onde no final do conto, tem o link para acessar o conto anterior.

Uma semana depois do ocorrido, eu estava ansioso para encontrar minha vizinha, mas ela estava fugindo de mim; então eu resolvi frequentar a mesma igreja dela. Os cultos eram na segunda-feira, quarta-feira e sábado.

Quando eu cheguei, eu fiquei no fundo, ela e o marido ficavam um pouco a frente. 

Quando ela olhou para trás e me viu, já ficou meio inquieta e eu só observando, não só ela, mas as outras mulheres que estavam em minha volta e eu ali sem saber o que ia acontecer só na expectativa e esperançoso de ficar alguns minutos a sós com ela. 

Quando o culto já ia caminhando para o final, eu estava apertado para ir ao banheiro, perguntei a moça da minha direita onde era o banheiro masculino. Ela me respondeu e, eu fui me aliviar. No meio do corredor eu dou de cara com a minha vizinha, as palavras não saia da minha boca nem um oi conseguia falar e ela me olhando e balançando a cabeça negativamente e perguntou:

- O que eu estava fazendo ali?

Eu respondi vir ver você.

 Ela disse: você é doido e eu disse sim, sou doido para ter você novamente mesmo que seja por três minutos. 

Ela me puxou pelo braço, entramos em uma portinha sem que ninguém nos visse para o fundo da igreja. Nós ficamos em um cantinho entre uma parede e outra. 

Nós começamos nos beijar loucamente já pegando em sua bunda e apertando. Eu levantei seu vestido e cloquei a sua calcinha de lado e já fui enfiando meu pau na sua aconchegante e molhadinha xoxota;  metendo com força e o tesão misturado com o medo de sermos pegos nos excitava mais e mais, ela gemendo baixinho em meu ouvido, me deixava mais louco e suas unhas cravadas em minhas costas e eu segurando suas pernas com muita força e ela descendo e subindo e sem aguentar. Eu gozei gostoso deixando minhas pernas bambas e trêmulas, uma sensação de fraqueza muito gostosa e minha vizinha querendo mais. 

Eu comecei a masturbá-la com os meus dedos seu grelinho estava inchado e meus dedos passeavam na sua xoxota. No sobe e desce, ela suspirava de tesão, se retraia toda e cada vez me segurava mais forte e não demorando muito gozou em meus dedos e ela tentando se conter para não chamar atenção. Foi maravilhoso observar ela gozar, depois toda tímida se limpou com um paninho que tirou de dentro da bolsa, voltou ao banheiro se arrumou e voltou ao culto.

 Eu todo leve fui direto para casa saindo pelo fundo mesmo, foi a melhor rapidinha da minha vida, uma experiência incrível, agimos como dois adolescentes sem pensar nas conseqüências, mas foi muito bom.

Quando cheguei em casa, recebi uma mensagem no meu celular dela dizendo que seu marido ia trabalhar a noite que era pra eu aparecer assim que ele saísse que não tava aguentando de vontade de transar comigo de novo.

Abaixo tem o link da primeira parte do conto.

O CONTO ANTERIOR: 
https://www.meucontoerotico.com.br/aventura/27622/#!/comi-minha-vizinha-evangelica-i

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

COMI MINHA VIZINHA EVANGÉLICA 1

Sou mineiro de Belo Horizonte, me chamo Caio e sou vizinho de uma mulher evangélica muito boa. 

Nós somos vizinhos há uns sete anos; ela é como se fosse da família e adora se envolver na minha vida sobre meus relacionamentos amorosos. 

Teve um dia que cheguei em casa mais cedo e vi pelo muro ela estender roupa no varal, onde sua blusa estava molhada e aparecendo o biquinho dos seus peito durinhos. Aquela visão não saia da minha cabeça. Todas as noites, eu ficava imaginado chupando aqueles belos seios. 

No final de junho estava fazendo muito frio, quando voltando do serviço já tarde da noite e vi ela chorando na varanda; eu fui ver o que havia acontecido, ela começou a desabafar sobre sua vida, que não tava dando mais certo com marido, pois ele a não procurava mais, que a rotina estava deixando-a estressada, onde não saia mais pra dar um passeio, que é só da igreja para casa da casa para igreja, que ela tava pirando com tudo que tava acontecendo.

Eu segurei sua mão firme, olhei em seus olhos e dei lhe um beijo. Ela me retribui com um tapa na cara, pedi-lhe desculpas, disse que não ia mais acontecer e fui embora.

Passou alguns minutos meu telefone toca, era ela pedindo para abrir a porta. Ela entrou para dentro de casa um pouco tímida e calada, mas seu olhar dizia tudo.

Eu a puxei pelo braço junto ao meu corpo e comecei-a beijar e, de leve fui subindo seu vestido, quando mais eu subia, mais ela suspirava. Minha mão passeava em suas coxas e seu coração cada vez batia mais rápido. 

Eu desabotoei seu vestido e foi caindo como uma pluma e vi aquela calcinha preta de rendinha pequenininha e pensei comigo: "o que mais ela esconde de baixo desse vestido?"

Eu segurei firme sua bundinha e puxei de encontro ao meu cacete que já estava durão. Eu olhando aquela barriguinha dela fui olhando aqueles pelinhos pretinhos me convidando para beijá-la, depois fui tirando o sutiã, onde aqueles seios durinhos na minha frente e eu sem perder tempo, cai de boca dando lhe dando um banho de língua em todo seu corpo. Finalmente fui tirando a calcinha devagarinho, onde sua boceta estava depiladinha do jeito que gosto.

Eu meti a língua, ela já estava toda molhada e gemia gostoso. Já toda molhadinha coloquei o meu pau na entradinha da sua boceta e, a cabeça foi escorregando para dentro ela, se contorcendo e rebolando. Eu quase louco, enfiei o resto de uma vez bem forte, e segurando seus braços com muita força, e metendo como um louco. Ela gemia alto e eu socando a vara nela bem gostoso, e quanto mais eu metia mais ela pedia. Nisso ela começou a se contorcer toda e me beijando e sussurrando palavras picantes sem mais aguentar segurar. Ela começou a gozar e eu também. Gozamos juntos e ali ficamos até amanhecer o dia.

Quando acordei ela já tinha ido embora, onde tivemos mais um encontro, o que relatarei no próximo conto.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

COMI A IRMÃZINHA DA IGREJA EM CURITIBA

Olá a todos. Moro em Curitiba. O que vou contar aconteceu em março de 2007. Desde que mudei para uma casa nova, percebi na filha da minha vizinha a beleza e a sedução. Branquinha, cabelos pretos à altura dos ombros, olhos pretos, uma bundinha muito apetitosa, umas pernas muito gostosas e carnudas, peitinhos médios e uma boca muito gostosa. 

Tudo começou com troca de olhares quando ela ia trabalhar de manhã. Com o passar do tempo, descobri que ela frequentava uma igreja na mesma rua e eu como estava a fim de comer aquela gostosa, comecei a frequentar também.

Aos poucos fomos nos entrosando até o ponto de nos tornarmos amigos, mas nada de assanhamento ou de avançar o sinal. Tudo com muito respeito. Por ironia do destino e sorte minha, a casa dos fundos, que a mãe dela alugava, ficou vazia e eu de imediato conversei com sua mãe para alugar. Fui morar lá e percebi que ela ficou muito alegre e eufórica. 

No domingo seguinte ela se produziu da maneira mais dócil e meiga para ir à igreja. Parecia querer me dizer: veja como estou provocante para você, quero vc dentro de mim. Estava de meia, saia preta justa, salto alto e um colete preto também muito lindo com uma blusa branca por baixo e sem soutien, coisa que só percebi mais tarde quando a abracei ao nos despedirmos no final do culto. Os biquinhos estavam rígidos e ela fez questão de me abraçar mais forte que o comum, parece que querendo mesmo que eu visse como ela estava excitada. O tempo foi passando e ela sempre indo lá em casa pra gente conversar e tal e eu tive que viajar para uma outra cidade do Prana. Ao voltar como de costume, no sábado a noite, ela foi lá em casa e ao descobrir que eu tinha acabado de comprar um computador, ficou toda eufórica e logo quis ver, mexer e tal. Eu falei pra ela que o pc estava no meu quarto e que se ela não se incomodasse em entrar no quarto de um homem, ficasse à vontade que eu ia tomar um banho. 

Ainda não internet nem nada. Quando voltei, ficamos ouvindo música, por sinal bem romântica e quando ela me olhou bem nos olhos, sentada na minha cama, eu falei pra ela: "sabe o quanto eu gosto de vc não é? Desde que vim morar aqui que eu eu te observo e esperava este momento. Aliás, foi por causa de você que decidi vir morar aqui, pra ficar mais pertinho de você e acompanhar sua rotina." Ela respondeu: " eu sei e por isso que faço questão de vir aqui te ver". Depois disso, não aguentei e já fui pra cima. Comecei a beijar aquela boca pela primeira vez. Até hoje foi o melhor beijo que já recebi. Uma boca maravilhosamente macia e uma língua suculenta. De vez em quando ela parava de me beijar e olhava bem nos meus olhos, acariciava minhas orelhas, nuca e puxava de novo a minha boca de encontro à sua e sugava minha língua fazendo-a sumir. Que delícia. 

Enquanto a música tocava no fundo, comecei a lambê-la no pescoço. Ela gemia e sussurrava e pedia para não parar porque nunca tinha sentido algo tão gostoso. Fui descendo um pouco mais, abri os dois primeiros botões de sua blusa e comecei a lamber seu colo, ela não aguentou e abriu o restante. Arranquei a blusa, retirei o soutien e me deparei com os seios mais lindos que já vi. 

Para idade de 23 aninhos nem tinha biquinhos ainda. Estavam enterrados na carne. Comecei a chupar e eles, começaram a aparecer na minha língua. Enquanto isso, Sandrinha já tinha arrancado minha camisa e me alisava todo. Começou a alisar meus peitos e fazer movimentos circulares. Chupei, chupei e chupei aquelas tetas até ela não aguentar e partir pra cima de mim. Ela começou a chupar meus peitos também, coisa que adoro, e me punhetar. Eu já tava quase gozando, mas tinha que segurar. A essas alturas ela já tinha tirado minha cueca e me empurrou na cama, veio pra cima de mim e começou a esfregar a boceta em cima do meu pau. Ela ainda tava de calcinha, mas neste momento, ela fez o que eu menos esperava: abaixou a cabeça e abocanhou meu pau como se fosse o último deste mundo. chupava, punhetava, e o melzinho já saindo ela lambia e eu olhava aquele fio de mel entre a boca da safada e meu pau. Chupou muito. 

O momento mais mágico, porém, que eu até hoje ainda sinto, foi quando ela arrancou aquela calcinha e eu vi aquele corpo completamente nú. O sonho do meu desejo que eu sempre quis estava ali na minha frente pronta para ser consumida por mim. Ela se agachou entre minhas pernas e colocou só a cabecinha na entrada da boceta, que mais parecia virgem. E aí eu comecei a sentir cada pedacinho do meu caralho invadindo aquela boceta maravilhosa. Ainda sinto a mesma sensação. Ela foi descendo até encostar na base. Nossa, era maravilhoso ver aquele corpo nu sentado no meu pau, começando a subir e descer lentamente e gemendo. Enquanto ela cavalgava, se inclinou em minha direção e começou a me beijar, me chamar de meu amor, de puto safado, descarado... dizia que queria gozar muito comigo e que queria ser a mulher de minha vida. 

Depois dela gozar umas duas vezes, e eu segurando meu gozo, eu tirei-a de cima de mim, inclinei-a de 4 e enterrei minha pica dentro daquela boceta, enquanto olhava aquele corpo maravilhoso com um rabinho piscando para mim. Foi tudo de bom. Eu socava e ela gemia. Soquei muito até que não aguentava mais segurar e anunciei que ia gozar. Ela falou que queria gozar comigo e juntos, acelerando as estocadas, gozamos maravilhosamente. Ela pela terceira vez e eu pela primeira. Ainda tinha fogo pra muito mais, pois ainda eram apenas 23:45. 

Fomos tomar um banho gostoso e nos divertimos muito o resto da noite. 

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

CRENTE DO RABO QUENTE

A algum tempo atrás trabalhei fazendo o levantamento da rede de distribuição de energia para a Eletropaulo na região de jundiaí. 

O trabalho incluía o levantamento da área urbana e da rural. Eu estava fazendo a zona rural quando o tempo armou o maior pé d'água. Encontrei abrigo numa casinha abandonada a beira da estrada. 

Eu fiquei esperando a chuva passar quando apareceu uma moça também correndo da chuva. Ela se chamava Maria e tinha 24 anos. seus cabelos eram bem compridos e castanhos. Pelas suas roupas dava para ver que ela devia ser evangélica ou algo assim. Mesmo assim dava pra perceber que ela tinha um belo corpo.

“ – Que chuva, não? por pouco eu perco todo meu serviço.”

“ – Você estava trabalhando?”

Eu andava com as plantas da região que mostravam todos os postes existentes e onde eu devia marcar todas suas característica e mostrei pra ela que achou interessante.

A Maria usava uma blusa branca e como havia se molhado ela ficou transparente e dava para ver seus seios fartos. logicamente que fiquei olhando para eles e como a chuva não dava pinta de que iria parar, joguei um verde nela pra ver se ela era do tipo ‘crente do rabo quente’.

“ – Duas coisas tão lindas e tendo que ficar escondidas assim.”

“ – Que coisas?”

Fiz um sinal com a cabeça apontando para seus seios.

“ – Ai, que vergonha. minha blusa ficou transparente. desculpa.”

“ – Desculpa por que? O que é bonito deve ser mostrado.”

Ela ficou toda vermelha de vergonha.

“ – Feliz deve ser seu namorado que vai poder ter toda essa beleza só para ele.”

“ – Eu não tenho namorado não.”

“ – Mas deve ter pretendentes.”

“ – Tem um monte de rapazes que pediram pra namorar comigo mas eu não quis.”

“ – Por que não.”

“ – Nenhum deles me chamava atenção. sei que eles só querem é meu corpo.”

“ – Eu não tiro a razão deles. seu corpo é maravilhoso.”

A essa altura ela não estava mais escondendo os seios.

“ – E você? ficaria com alguém só por causa do seu corpo?”

“ – Sim. e daria a ela o máximo de prazer possível.”

Ela soltou um sorrisinho malicioso e se aproximou, colocando sua mão sobre minha calça.

“ – E usaria isso?”

“ – Com certeza.”

Ela se abaixou, tirou me cacete pra fora e começou a me chupar.

“ – Os rapazes da igreja adoram quando eu faço isso.”

Safada. ela gostava da coisa. depois de uns dez minutos me chupando, levantou-se e se apoio na janela.

“ – Vem cá me foder, vem.”

Ela levantou sua saia e vi que estava sem calcinha.

“ – Os rapazes pedem pra eu ir sem. eu estava indo agora para o culto.”

Fui por trás dela e comecei a penetrá-la. bombei forte nela que gemia muito gostoso. seus seios soltos balançavam com os movimentos de vai e vem. ela gozou uma vez e então tirei da boceta para por no seu rabo.

“ – Ai não. Eu nunca dei o rabo.”

“ – Tem sempre a primeira vez.”

Eu fui colocando bem devagar e ela aguentou firme até que entrou tudo. comecei a fazer o movimento de vai e vem e ela começou a gemer. depois de uns dez minutos puxei-a comigo e sentei no chão com ela no colo e meu cacete ainda no seu rabo. ela cavalgava muito bem. para quem estava levando no rabo pela primeira vez, ela estava se saindo muito bem. Eu fodi ela até ela gozar novamente. Eu me levantei e mandei ela chupar até que gozei no seu rosto e seus seios. ela fez uma cara bem de puta enquanto lambia meu cacete e sentia o sabor do meu gozo.

Nos arrumamos e ficamos esperando a chuva passar e como ela demorava a passar voltamos a foder. Ela ficou de novo apoiada na janela e eu fiquei comendo ela por trás, ora colocando na sua boceta ora colocando no seu rabo. Ficamos assim por quase duas horas até que a chuva passou. Eu gozei no seu rabo umas duas vezes e na sua boca mais uma. Ela desistiu de ir ao culto, pois não daria mais tempo e foi para sua casa. Eu continuei me serviço esperando encontrá-la novamente no dia seguinte.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

QUANDO O PECADO MORA AO LADO

Domingo de culto na minha igreja, o pastor me pediu que fosse buscar na casa dele o teclado que esquecera. 

Naquele dia a sua esposa não pudera ir ao culto, pois chegariam parentes e ela deveria adiantar o almoço.

Eu cheguei por volta das 8:30 da manhã na casa do pastor. Chamei por uma, duas vezes, mas não obtive resposta, enfim, pela terceira vez alguém respondeu lá de dentro.

A mulher do pastor é uma senhora com seus 43 anos, mas pelo modo de viver não aparenta mais que 35, morena cor de jambo, olhos negros, têm lá seus 1,70 metros, pernas bem torneadas. muito linda.

Eu surpreendi-me quando a senhora Mônica abriu a porta, vestia uma camisola preta um pouco acima do joelho, os seios firmes pareciam querer sair pra fora. O meu coração disparou naquele momento, mesmo porque nunca jamais havia visto ela vestida com roupa acima dos joelhos, mas ela parecia não se importar com aquela situação.

__ Bom dia irmão Carlos, que bons ventos o trazem aqui?

__ Bom dia irmã Mônica, só vim buscar o teclado a pedido do pastor.

__ Entre, disse ela.

__ Sente-se irmão Carlos, parece um pouco nervoso?

__ Não é nervosismo irmã Mônica, o pastor me espera na igreja para que o culto comece.

Pensamentos se misturavam na minha cabeça, de um lado o temor me convidava a se retirar imediatamente, do outro o pecado, me arrastando para os mais deliciosos e perigosos caminhos que um cristão possa percorrer. Como é difícil para um homem evitar o laço do passarinheiro, como é difícil para um homem evitar tantos pecados que a vida oferece.

__ Aceita tomar alguma coisa irmão Carlos? 

Naquela hora já estava mais relaxado, não estava mais trêmulo, apenas um fogo me queimava por dentro.

___ Sim senhora Mônica, aceito um pouco d’água.

Quem diria que um dia eu poderia passar por aquela deliciosa situação, nunca jamais passara pela minha cabeça que eu viria a esposa do pastor da minha igreja só de camisola.

Eu estava sentado em um enorme sofá de couro de mais ou menos quatro metros, fazia uma circunferência de noventa graus e sentei na ponta esquerda.tomei a água , agradeci, e logo pedi para que ela pegasse o teclado , pois já estava atrasado.

___ Não entendo o porquê de tanta pressa irmão Carlos, tanta coisa boa pra gente fazer aqui. 

Naquele instante engoli seco, não sabia o que dizer, não sabia o que pensar, só havia esquecido de tudo, da minha fé, da minha esposa que me esperava na igreja, do pastor, esqueci da promessa de quando dobrei meus joelhos naquele altar, naquele momento eu já estava afogado nas delícias do pecado, super excitado, o pau duro dentro da calça, respiração ofegante, estava certo de que queria aquilo.sem pensar tirei minha calça, ela veio lentamente acariciando meu pau, se abaixou devagar e começou a chupar deliciosamente meu saco, sentia o calor da boca dela ofegante no meu cu. Comecei a beijá-la, comecei a surrar meu pau em sua xoxota, lambia seus peitinhos durinhos, descia mais, a xoxota tava melada, comecei a passar a língua vagarosamente, ela gemia de prazer, eu tremia de tesão, deitei-a no sofá, ela abriu as pernas, coloquei meu pau bem devagar na xoxota dela, ela gritava muito, eu bombeava com muita rapidez até gozar junto com ela, nisso ela chamava o pastor de corno, que pouco a procura.

Como tinha que entregar o teclado, pois o pastor aguardava, me despedi de Dona Mônica, mas tivemos outras aventuras.

domingo, 9 de dezembro de 2018

EVANGÉLICA REALIZADA POR OUTRO

Olá amigos ,  pois estava tomando coragem de "abrir os olhos " de minhas "irmãs" evangélicas , igual a mim ! meu nome é Fernanda , tenho 37 anos , 1.68 m, 60 kg muito bem distribuídos , seios médios e ainda durinhos , bumbum grande e empinados , sou evangélica (da igreja universal ) e meu marido é pastor.

O relato que aqui escrevo é de desabafo, de confissão, pois meu marido, assim como quase todos os pastores da universal, não dão "um trato" na cama em suas respectivas mulheres.

O meu marido dá umas 1 ou 2 por mês e assim mesmo é só enfiar, gozar e sair , se esquecendo sempre de mim !!! 

Nessa minha insatisfação, encontrei, como por acaso, um ex-namoradinho de adolescência, mas não era uma ex qualquer; ele foi o grande amor de minha vida. Cm ele quase cheguei a perder a virgindade, no momento que nos encontramos o tesão bateu alto nós dois, mas como somos casados, na hora não passou de cumprimentos naturais. 

Nós trocamos telefone e no dia seguinte ele me ligou dizendo que não conseguira dormir pensando em mim e que nossa história ficou faltando terminar ... eu tava louca de tesão desde o dia anterior, o papo ficou quente e terminamos marcando de nos falarmos depois. 

A noite, cheia de tesão, procurei meu marido na cama, mas nada, ele se dizia cansado que no dia seguinte iria pregar o dia inteiro na catedral. Eu deitei e fiquei acordada a noite inteira com um fogo dentro de mim. 

No dia seguinte meu ex me ligou e falou que me pegaria as 10 horas e só ia me devolver a noite; eu topei na hora. 

Lá pelas 10 horas, ele me pegou e sem dizer nada, me levou a um motel (lugar que eu nunca havia ido na minha vida). Chegando no quarto trocamos um beijo de 30 minutos, ele foi tirando minha blusa, meu sutiã , minha saia e minha calcinha; quando reparei ele só estava de cueca. Depois que arriei a cueca dele , tomei um grande susto , pois estava acostumado com um pau de uns 14 cm do meu marido e meio fino , do meu ex deve ter uns 21 cm e bem grosso . mas mesmo assim caí de boca; o pau dele parecia que ia estourar. 

Depois de muitas preliminares ele me colocou deitada, veio por cima de mim , fiquei com medo , pois achei que iria me rasgar , mas ele foi enfiando lentamente e antes que estivesse tudo dentro de mim eu já havia gozado e me torcido como uma louca embaixo dele , ele começou a meter , eu devo ter gozado umas 5 vezes com ele dentro de mim , ele me virava para cima dele , me colocava de 4 , de lado e sem parar de meter , até que falou que ia gozar e eu pedi para gozar em cima da minha xaninha. Na hora do gozo dele , ele começou a gozar na xaninha e seus jatos vinham nos meus peitos e na minha cara , nunca havia visto algo assim antes. 

Nós relaxamos e conversamos por uns 20 minutos. Depois vi que seu pau estava duro de novo , começamos outra vez , ele meteu em mim e quando eu estava de 4 ele colocou a cabeça do pau na entrada da minha bunda , doeu , mas ele mexia no meu grelo e me beijava na orelha e seu pau ia entrando , quando reparei ele estava todo dentro de mim. Eu gozei e ele gozou tb . depois tomamos banho , gozamos , fomos para piscina , gozamos , fizemos sauna , gozamos , até as 18:00 , foi quando ele me levou para casa e ficamos de nos ver um outro dia . isto tudo aconteceu a 3 dias atrás e precisava contar isso para alguém , mesmo sem me identificar . só para lembrar aos crentes e evangélicos : cuidem de suas mulheres senão ....
beijos

FERNANDA

sábado, 8 de dezembro de 2018

SUELI, A EVANGÉLICA QUE COMI

Eu sou um quarentão de bem com a vida... vivo em paz, trabalhando, fazendo amigos, curtindo a vida e buscando ser feliz, sem preocupações. Eu adoro uma aventura, principalmente sensual... sou extremamente tarado e sou apaixonado por um fetiche...

Nessas e outras, devo confessar que sempre tive uma tara especial por mulheres evangélicas... as crentes... aquelas que norteiam suas vidas e suas atitudes conforme as tradições e regras de sua religião... possuem invariavelmente ares de santas, superioras, sérias... com aqueles vestidos compridos e cabelos longos... mulheres zelosas de sua reputação ilibada, mas que no fundo sabemos... não é bem assim. são seres humanos... são mulheres...são fêmeas e como qualquer uma... adoram uma jeba... 

O fato é que, tudo o que é proibido ou mais difícil... é mais desejado... é mais gostoso... e comigo não é diferente. Essas mulheres alimentam a minha imaginação libidinosa e devassa, a ponto de eu ficar despindo-as na rua com meus olhos... chego até a imaginar e vê-as nuas em minha frente... o que me excita muito. vê-las já me excita muito... quanto mais produzidas para os cultos de domingo... mais tarado eu fico.

Eu não sou evangélico ou crente e portanto, não tenho contato com essas pessoas, a não ser esporadicamente, quando são do relacionamento de alguma pessoa conhecida, o que de fato aconteceu, no caso presente.

Eu sou consultor de empresas e dou, através de meu escritório, assistência e orientação a diversas empresas ou empresários. 

Eu conheci uma empresa familiar na zona leste, que contratou nossos serviços para uma orientação e uma análise organizacional... desburocratização e depuração de problemas... todos evangélicos... desde o casal já idoso até os quatro filhos e filhas já adultos e casados e com netos...

Eu nem preciso dizer, que a visão de todas as noras e filhas do casal... me deixavam agitado... todas simpáticas e solícitas profissionalmente... mas daquele jeitinho costumeiro descrito acima... uma em especial, me deixava louco... Suelí... filha mais nova do casal... casada... corpo roliço, seios médios e firmes... bundinha saliente constantemente espremida nos vestidos longos e fechados... cintura fina e quadril mais largo... um pescoço lindo para ser beijado, um cabelo castanho sedoso, comprido e cacheado... olhos castanhos e cheios de brilho... um sorriso encantador e provocantemente infantil e sedutor... suas mãos eram pequenas e com dedos delicados, e carregavam uma aliança de casada reluzente e nova...

O trabalho foi acontecendo, nosso contato se tornando mais freqüente, a confiança foi crescendo... a amizade e a intimidade aparecendo... a liberdade sendo conquistada com respeito... e comecei a sofrer então, o que chamo de assédio da doutrinação, o que é muito comum nessas comunidades. Eu acredito até, que sem maldade, pois por se acharem "salvos" querem salvar o mundo e trazer a todos, para a "sua salvação", mas o que me incomoda não é isso, mas sim a intolerância para com o credo das demais matrizes religiosas. 

Contudo, por conveniência comercial (e sexual), eu deixei Sueli acreditar que estava eu em dúvida e propenso pelo menos, a conhecer sua doutrina e seu culto.

Ahhhhh senhores... eu sou um devasso juramentado... um canalha por isso... um lobo em pele de cordeiro... e Sueli era a minha ovelha na mira. O seu marido, um rapaz bem novo... ingênuo até... cheio de recatos e princípios pré estabelecidos... não devia trazer em sua bagagem, a experiência necessária para levar Sueli, ao paraíso da devassidão e da luxúria... eu apostei nisso.

Eu aceitei conhecer sua igreja... seu culto... homens entravam por um lado, mulheres por outro... sentavam em lados diferentes... e isso já me desagradou... mas fazer o que.

Eu notei que a mulher de um, cumprimenta os outros homens apenas com palavras... não seguram nem nas mãos... porém, Sueli e sua família, que já se acostumaram comigo, lá na empresa, de apertos de mãos menos efusivos, já haviam correspondido a alguns abraços e até beijinhos no rosto... mas lá na igreja... a tira colo com o marido, nem me estendeu a mão na despedida... registrei.

Passou-se um tempo e um dia ela veio me perguntar, num momento de descontração, se eu não ia voltar mais na sua igreja... eu respondi que estava estudando, tudo o que vi e senti... para entender melhor as coisas.. e que de tudo o que vi e senti no dia, apenas uma coisa me tinha desagradado. Ela quis saber o que. Eu com cuidado, mas louco para entrar de sola, disse que tinha sido a distância que ela impôs a mim dentro da igreja, que como amigos que já nos sentíamos, senti falta do seu abraço, dos beijinhos na face e de segurar suas mãos. Eu não entendi porque ela tinha mudado de postura frente a mim. 

Ela visivelmente constrangida... e até tentando demonstrar naturalidade, argumentou que por ser uma religiosa, que por estarmos dentro de sua igreja e na frente de seus irmãos... isso não era comum, era falta de respeito, que uma mulher, principalmente casada, não deve tocar nos homens de sua comunidade. 

Eu perguntei a ela se isso era comum fora da igreja também. No que ela respondeu que algumas mulheres levam isso para sua vida no dia dia também... 
mas você não, né Sueli?... Eu me acostumei com seu carinho, com seu sorriso, com seu abraço, com seu beijo em minha face... com seu perfume... 
amigos, foi um tiro certeiro... essa mulher ficou atônita... gaguejou, ficou vermelha, visivelmente excitada, perturbada e ao mesmo tempo incomodada por estar sentido prazer com essa minha constatação... deu um sorriso leve... meio tímida e sem graça... e aí eu cobrei.

- Então me faz um favor Sueli... como uma amiga querida, que já está dentro do meu coração? ela perguntou o que?

Me dá aquele abraço e aquele beijo em minha face que faltou vc me dar na igreja...? 

- Mas aqui?... assim?... não fica bem... meu marido não ia entender...  

-O que me importa é vc entender... vc sabe que não tem maldade... 
mas porque então...? Para eu saber que vc é sincera em sua amizade... e que o culto de vcs não muda o sentimento das pessoas... aí eu vou achar que ele realmente pode ser bom... ela pensou e disse se entregando: 

- Tá bom... mas olha... eu sou casada... sou uma mulher de princípios... e acho vc um homem bacana, amigo e mais nada, ta?... 

- Tá Sueli... vem me dá um abraço... e abri meus braços... Ela veio e entrou no abraço devagarinho... meio indecisa... mas cheia de vontade... e antes de encostar seu corpo no meu, eu vi um sorriso surgindo em seus lábios... ela passou seus braços por cima de meus ombros e deixou seu corpão aberto para que meus braços e mãos, pudessem explora-lo da forma que me conviesse... e assim o fiz... 

O calor de nossos corpos juntos no abraço era realmente delicioso... seu perfume era inebriante... suas carnes eram separadas de mim apenas por seu vestido leve, de um tecido estampado de flores e bem macio... a enlacei com meus braços e minhas mãos seguraram os dois lados de seu dorso, de uma forma carinhosa... estrategicamente, não pus meu queixo por cima de seus ombros... mas enterrei meu nariz por entre seus cabelos e pescoço... deixando minha boca bem próxima de sua pele... senti ela dar uma estremecida... O me e já se meu pau se manifestou por dentro de minha calça social... e portanto, de fácil denúncia... ela sentiu sua presença na altura de sua xaninha... 

O nosso abraço já se estendia mais do que o de costume... e ela respirava mais forte... eu estava, apesar de excitado, bem lúcido do meu ataque... e me pus a beijar seus pescoço bem de levinho... como se fosse o beijo de um "amigo querido"... nesse momento ouvi um "não" bem levinho mas nenhum sinal de afastamento... fui subindo minha boca e já beijava suas faces... seu queixo... e como percebi que ela estava inerte... fui me aproximando do cantinho de sua boca... e num momento de loucura... a beijei... virei o rosto, amoleci e relaxei meus lábios para um beijo molhado, bem doce e suculento... ela tremia... mas correspondeu ao beijo...de olhos fechados... suspirando e colando o seu corpo em meu pau que a essa altura já estava com a lona do circo toda armada... fomos nos apertando e suspirando e gemendo... sua língua era quente e nervosa... sua boca um manjar...

Ela estava ainda sob o efeito da surpresa... então não podia perder tempo... desci minhas mãos para sua bundinha...e a trouxe mais perto de mim... apertei meu pau com vontade e ela então, gemia já... fui subindo com os dedos seu vestido e o trouxe para cima de sua calcinha... não tão grande como eu imaginava... sua bunda gulosa já tinha engolido uma das partes da calcinha... a outra eu mesmo tratei de fazê-a engolir... fiquei ali em sua sala... passando meus dedos em seu rego... e alisando sua xaninha por traz... ela me beijava já como uma desesperada... me dizendo ao ouvido que eu era um louco... que ela era casada...crente, que não estava certo... que não queria... e me beijava... isso me deixava mais faminto...

- Vem Sueli... tarada, gostosa...vem gata... sente meu desejo por vc... vc é linda... e beijei seu ouvido... 

Nessa hora ela despirocou... deu uma suspirada forte, um gemido e beijou novamente minha boca de forma desesperada... e com sua mão, começou a sentir o tamanho do meu cacete, que tanto a desejava... foi abrindo meu cinto meio que desajeitadamente... abriu minha calça sem tirar sua boca da minha... e de repente estava com uma bela jeba nas mãos... apertando com as duas mãos como se não quisesse que ela saísse voando dali...

Eu a encostei na mesa e subi seu vestido pela cabeça... ela sorria e me dizia ser um louco... louco amor ela me chamou A deixei de salto alto, meia de seda até altura das coxas deliciosas, sua calcinha branca. e um sutiã meia boca que saiu voando em segundos... caí de boca em seus peitos e ela com suas mãos bagunçava meus cabelos... minhas mãos já exploravam sua boceta... ela abria mais suas pernas, de pé, encostada em sua mesa de trabalho. Eu puxei sua calcinha perna abaixo, a tirei, voou longe... e deixei as calças e meus sapatos perdidos pela sala... encaminhei meu pau para a porta de sua boceta, travei e prendi seus braços em suas costas e olhando bem em seus olhos, com ela presa entre meu corpo e a mesa com a pica espetada na porta de sua boceta, disse que só ia continuar se ela implorasse... Ela suspirou sentindo a glande encostada em seus clitoris... gemeu, deu uma reboladinha meio que assustada por eu não continuar... e disse: 

- Ahhh não faz isso pelo amor de deus...vai logo, põe moço... agora que me deixou louca... vaaaaai... 

- Não... vc vai ter que pedir... anda, pede logo sua gostosa... vadia.. .sua crente devassa... pede logo para seu macho enterrar a pica nessa boceta quente e pouco usada, por aquele corninho viado... pede logo anda... 

- Seu doido... tarado... vc está abusando de mim... ai que delicia... eu não estou aguentando mais... come logo essa boceta gostosa, que tá pingando por vc come... vai logo seu tesudo... enfia esse caralho em mim.... vai... puta que pariu... que tesão... vai logo antes que chegue alguém...

- Chama ele de corno anda... ela tremia... quem? aquele meu maridinho que não sabe me deixar nesse estado?... é um corno mesmo... e vai tomar chifre agora, todo dia... eu tô louca por vc... ai que tesão, vai amor... me dá essa pica logo, vai... olha o meu estado... vc é o demônio mesm... ahhhhhh 

Eu enfiei a pica no "demônio"... estava me sentindo mesmo o demônio... subjugando uma mulher linda... cheirosa e recatada... carnuda e gostosa... casada e crente, a transformando na mais maliciosa e devassa fêmea da paróquia... (kkkk)...

Foi um delírio... ela urrava no meu pau... revirou os olhos e parou de respirar num espasmo de tesão... sua boca estava aberta e sua face molhada de suor... ela era minha agora e de mais ninguém... não tinha marido, não tinha pai e nem igreja que a tirasse de mim agora... minha pica já tinha escrito meu nome em suas entranhas, quentes e úmidas. Ela chorava e gozava com o meu vai e vem... ela sentou na mesa agora e me segurava pela cintura pelas pernas, como que querendo que eu entrasse dentro dela... soltei seus braços e estes vieram a me segurar pelo pescoço... um beijo na boca, quente e seco... beijo desesperado... um sorriso e um novo beijo no rosto... e tome pica... 

De repente o vulcão se aproxima e eu digo que vou gozar... eu estou quase morrendo de prazer... Ela diz goza amor... goza gostoso mas cuidado... fora, goza fora... então dei um urro e veio a maior gozada da minha vida.... dentro... não deu tempo nem tive vontade de cortar meu prazer... despejei litros de porra quente dentro dela... e fiquei ali mais uns minutos enquanto ela me beijava o rosto num abraço, com sua boceta em espasmos mordendo meu pau duraço e chorava baixinho me dizendo que estava feliz demais... que deus tinha reservado para ela o maior presente de todos... um amor...

Ela estava apaixonada.. e agora feliz... ia possivelmente ter um filho meu... 
calei sua boca com um beijo, antes que falasse mais coisas que me brochariam... e nos abraçamos muito... tocou o telefone... era o maridinho a convidando para almoçar... ela com a pica ainda dura dentro da boceta pingando e sentada na mesa... disse...

= Tá bom meu amor... estamos indo... desligou o telefone sorriu para mim... e perguntou... 

- Homem gostoso, tarado e safado também tem fome? almoça?... 
não é safada minha evangélica?