quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

COMI A IRMÃZINHA DA IGREJA EM CURITIBA

Olá a todos. Moro em Curitiba. O que vou contar aconteceu em março de 2007. Desde que mudei para uma casa nova, percebi na filha da minha vizinha a beleza e a sedução. Branquinha, cabelos pretos à altura dos ombros, olhos pretos, uma bundinha muito apetitosa, umas pernas muito gostosas e carnudas, peitinhos médios e uma boca muito gostosa. 

Tudo começou com troca de olhares quando ela ia trabalhar de manhã. Com o passar do tempo, descobri que ela frequentava uma igreja na mesma rua e eu como estava a fim de comer aquela gostosa, comecei a frequentar também.

Aos poucos fomos nos entrosando até o ponto de nos tornarmos amigos, mas nada de assanhamento ou de avançar o sinal. Tudo com muito respeito. Por ironia do destino e sorte minha, a casa dos fundos, que a mãe dela alugava, ficou vazia e eu de imediato conversei com sua mãe para alugar. Fui morar lá e percebi que ela ficou muito alegre e eufórica. 

No domingo seguinte ela se produziu da maneira mais dócil e meiga para ir à igreja. Parecia querer me dizer: veja como estou provocante para você, quero vc dentro de mim. Estava de meia, saia preta justa, salto alto e um colete preto também muito lindo com uma blusa branca por baixo e sem soutien, coisa que só percebi mais tarde quando a abracei ao nos despedirmos no final do culto. Os biquinhos estavam rígidos e ela fez questão de me abraçar mais forte que o comum, parece que querendo mesmo que eu visse como ela estava excitada. O tempo foi passando e ela sempre indo lá em casa pra gente conversar e tal e eu tive que viajar para uma outra cidade do Prana. Ao voltar como de costume, no sábado a noite, ela foi lá em casa e ao descobrir que eu tinha acabado de comprar um computador, ficou toda eufórica e logo quis ver, mexer e tal. Eu falei pra ela que o pc estava no meu quarto e que se ela não se incomodasse em entrar no quarto de um homem, ficasse à vontade que eu ia tomar um banho. 

Ainda não internet nem nada. Quando voltei, ficamos ouvindo música, por sinal bem romântica e quando ela me olhou bem nos olhos, sentada na minha cama, eu falei pra ela: "sabe o quanto eu gosto de vc não é? Desde que vim morar aqui que eu eu te observo e esperava este momento. Aliás, foi por causa de você que decidi vir morar aqui, pra ficar mais pertinho de você e acompanhar sua rotina." Ela respondeu: " eu sei e por isso que faço questão de vir aqui te ver". Depois disso, não aguentei e já fui pra cima. Comecei a beijar aquela boca pela primeira vez. Até hoje foi o melhor beijo que já recebi. Uma boca maravilhosamente macia e uma língua suculenta. De vez em quando ela parava de me beijar e olhava bem nos meus olhos, acariciava minhas orelhas, nuca e puxava de novo a minha boca de encontro à sua e sugava minha língua fazendo-a sumir. Que delícia. 

Enquanto a música tocava no fundo, comecei a lambê-la no pescoço. Ela gemia e sussurrava e pedia para não parar porque nunca tinha sentido algo tão gostoso. Fui descendo um pouco mais, abri os dois primeiros botões de sua blusa e comecei a lamber seu colo, ela não aguentou e abriu o restante. Arranquei a blusa, retirei o soutien e me deparei com os seios mais lindos que já vi. 

Para idade de 23 aninhos nem tinha biquinhos ainda. Estavam enterrados na carne. Comecei a chupar e eles, começaram a aparecer na minha língua. Enquanto isso, Sandrinha já tinha arrancado minha camisa e me alisava todo. Começou a alisar meus peitos e fazer movimentos circulares. Chupei, chupei e chupei aquelas tetas até ela não aguentar e partir pra cima de mim. Ela começou a chupar meus peitos também, coisa que adoro, e me punhetar. Eu já tava quase gozando, mas tinha que segurar. A essas alturas ela já tinha tirado minha cueca e me empurrou na cama, veio pra cima de mim e começou a esfregar a boceta em cima do meu pau. Ela ainda tava de calcinha, mas neste momento, ela fez o que eu menos esperava: abaixou a cabeça e abocanhou meu pau como se fosse o último deste mundo. chupava, punhetava, e o melzinho já saindo ela lambia e eu olhava aquele fio de mel entre a boca da safada e meu pau. Chupou muito. 

O momento mais mágico, porém, que eu até hoje ainda sinto, foi quando ela arrancou aquela calcinha e eu vi aquele corpo completamente nú. O sonho do meu desejo que eu sempre quis estava ali na minha frente pronta para ser consumida por mim. Ela se agachou entre minhas pernas e colocou só a cabecinha na entrada da boceta, que mais parecia virgem. E aí eu comecei a sentir cada pedacinho do meu caralho invadindo aquela boceta maravilhosa. Ainda sinto a mesma sensação. Ela foi descendo até encostar na base. Nossa, era maravilhoso ver aquele corpo nu sentado no meu pau, começando a subir e descer lentamente e gemendo. Enquanto ela cavalgava, se inclinou em minha direção e começou a me beijar, me chamar de meu amor, de puto safado, descarado... dizia que queria gozar muito comigo e que queria ser a mulher de minha vida. 

Depois dela gozar umas duas vezes, e eu segurando meu gozo, eu tirei-a de cima de mim, inclinei-a de 4 e enterrei minha pica dentro daquela boceta, enquanto olhava aquele corpo maravilhoso com um rabinho piscando para mim. Foi tudo de bom. Eu socava e ela gemia. Soquei muito até que não aguentava mais segurar e anunciei que ia gozar. Ela falou que queria gozar comigo e juntos, acelerando as estocadas, gozamos maravilhosamente. Ela pela terceira vez e eu pela primeira. Ainda tinha fogo pra muito mais, pois ainda eram apenas 23:45. 

Fomos tomar um banho gostoso e nos divertimos muito o resto da noite. 

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

CRENTE DO RABO QUENTE

A algum tempo atrás trabalhei fazendo o levantamento da rede de distribuição de energia para a Eletropaulo na região de jundiaí. 

O trabalho incluía o levantamento da área urbana e da rural. Eu estava fazendo a zona rural quando o tempo armou o maior pé d'água. Encontrei abrigo numa casinha abandonada a beira da estrada. 

Eu fiquei esperando a chuva passar quando apareceu uma moça também correndo da chuva. Ela se chamava Maria e tinha 24 anos. seus cabelos eram bem compridos e castanhos. Pelas suas roupas dava para ver que ela devia ser evangélica ou algo assim. Mesmo assim dava pra perceber que ela tinha um belo corpo.

“ – Que chuva, não? por pouco eu perco todo meu serviço.”

“ – Você estava trabalhando?”

Eu andava com as plantas da região que mostravam todos os postes existentes e onde eu devia marcar todas suas característica e mostrei pra ela que achou interessante.

A Maria usava uma blusa branca e como havia se molhado ela ficou transparente e dava para ver seus seios fartos. logicamente que fiquei olhando para eles e como a chuva não dava pinta de que iria parar, joguei um verde nela pra ver se ela era do tipo ‘crente do rabo quente’.

“ – Duas coisas tão lindas e tendo que ficar escondidas assim.”

“ – Que coisas?”

Fiz um sinal com a cabeça apontando para seus seios.

“ – Ai, que vergonha. minha blusa ficou transparente. desculpa.”

“ – Desculpa por que? O que é bonito deve ser mostrado.”

Ela ficou toda vermelha de vergonha.

“ – Feliz deve ser seu namorado que vai poder ter toda essa beleza só para ele.”

“ – Eu não tenho namorado não.”

“ – Mas deve ter pretendentes.”

“ – Tem um monte de rapazes que pediram pra namorar comigo mas eu não quis.”

“ – Por que não.”

“ – Nenhum deles me chamava atenção. sei que eles só querem é meu corpo.”

“ – Eu não tiro a razão deles. seu corpo é maravilhoso.”

A essa altura ela não estava mais escondendo os seios.

“ – E você? ficaria com alguém só por causa do seu corpo?”

“ – Sim. e daria a ela o máximo de prazer possível.”

Ela soltou um sorrisinho malicioso e se aproximou, colocando sua mão sobre minha calça.

“ – E usaria isso?”

“ – Com certeza.”

Ela se abaixou, tirou me cacete pra fora e começou a me chupar.

“ – Os rapazes da igreja adoram quando eu faço isso.”

Safada. ela gostava da coisa. depois de uns dez minutos me chupando, levantou-se e se apoio na janela.

“ – Vem cá me foder, vem.”

Ela levantou sua saia e vi que estava sem calcinha.

“ – Os rapazes pedem pra eu ir sem. eu estava indo agora para o culto.”

Fui por trás dela e comecei a penetrá-la. bombei forte nela que gemia muito gostoso. seus seios soltos balançavam com os movimentos de vai e vem. ela gozou uma vez e então tirei da boceta para por no seu rabo.

“ – Ai não. Eu nunca dei o rabo.”

“ – Tem sempre a primeira vez.”

Eu fui colocando bem devagar e ela aguentou firme até que entrou tudo. comecei a fazer o movimento de vai e vem e ela começou a gemer. depois de uns dez minutos puxei-a comigo e sentei no chão com ela no colo e meu cacete ainda no seu rabo. ela cavalgava muito bem. para quem estava levando no rabo pela primeira vez, ela estava se saindo muito bem. Eu fodi ela até ela gozar novamente. Eu me levantei e mandei ela chupar até que gozei no seu rosto e seus seios. ela fez uma cara bem de puta enquanto lambia meu cacete e sentia o sabor do meu gozo.

Nos arrumamos e ficamos esperando a chuva passar e como ela demorava a passar voltamos a foder. Ela ficou de novo apoiada na janela e eu fiquei comendo ela por trás, ora colocando na sua boceta ora colocando no seu rabo. Ficamos assim por quase duas horas até que a chuva passou. Eu gozei no seu rabo umas duas vezes e na sua boca mais uma. Ela desistiu de ir ao culto, pois não daria mais tempo e foi para sua casa. Eu continuei me serviço esperando encontrá-la novamente no dia seguinte.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

QUANDO O PECADO MORA AO LADO

Domingo de culto na minha igreja, o pastor me pediu que fosse buscar na casa dele o teclado que esquecera. 

Naquele dia a sua esposa não pudera ir ao culto, pois chegariam parentes e ela deveria adiantar o almoço.

Eu cheguei por volta das 8:30 da manhã na casa do pastor. Chamei por uma, duas vezes, mas não obtive resposta, enfim, pela terceira vez alguém respondeu lá de dentro.

A mulher do pastor é uma senhora com seus 43 anos, mas pelo modo de viver não aparenta mais que 35, morena cor de jambo, olhos negros, têm lá seus 1,70 metros, pernas bem torneadas. muito linda.

Eu surpreendi-me quando a senhora Mônica abriu a porta, vestia uma camisola preta um pouco acima do joelho, os seios firmes pareciam querer sair pra fora. O meu coração disparou naquele momento, mesmo porque nunca jamais havia visto ela vestida com roupa acima dos joelhos, mas ela parecia não se importar com aquela situação.

__ Bom dia irmão Carlos, que bons ventos o trazem aqui?

__ Bom dia irmã Mônica, só vim buscar o teclado a pedido do pastor.

__ Entre, disse ela.

__ Sente-se irmão Carlos, parece um pouco nervoso?

__ Não é nervosismo irmã Mônica, o pastor me espera na igreja para que o culto comece.

Pensamentos se misturavam na minha cabeça, de um lado o temor me convidava a se retirar imediatamente, do outro o pecado, me arrastando para os mais deliciosos e perigosos caminhos que um cristão possa percorrer. Como é difícil para um homem evitar o laço do passarinheiro, como é difícil para um homem evitar tantos pecados que a vida oferece.

__ Aceita tomar alguma coisa irmão Carlos? 

Naquela hora já estava mais relaxado, não estava mais trêmulo, apenas um fogo me queimava por dentro.

___ Sim senhora Mônica, aceito um pouco d’água.

Quem diria que um dia eu poderia passar por aquela deliciosa situação, nunca jamais passara pela minha cabeça que eu viria a esposa do pastor da minha igreja só de camisola.

Eu estava sentado em um enorme sofá de couro de mais ou menos quatro metros, fazia uma circunferência de noventa graus e sentei na ponta esquerda.tomei a água , agradeci, e logo pedi para que ela pegasse o teclado , pois já estava atrasado.

___ Não entendo o porquê de tanta pressa irmão Carlos, tanta coisa boa pra gente fazer aqui. 

Naquele instante engoli seco, não sabia o que dizer, não sabia o que pensar, só havia esquecido de tudo, da minha fé, da minha esposa que me esperava na igreja, do pastor, esqueci da promessa de quando dobrei meus joelhos naquele altar, naquele momento eu já estava afogado nas delícias do pecado, super excitado, o pau duro dentro da calça, respiração ofegante, estava certo de que queria aquilo.sem pensar tirei minha calça, ela veio lentamente acariciando meu pau, se abaixou devagar e começou a chupar deliciosamente meu saco, sentia o calor da boca dela ofegante no meu cu. Comecei a beijá-la, comecei a surrar meu pau em sua xoxota, lambia seus peitinhos durinhos, descia mais, a xoxota tava melada, comecei a passar a língua vagarosamente, ela gemia de prazer, eu tremia de tesão, deitei-a no sofá, ela abriu as pernas, coloquei meu pau bem devagar na xoxota dela, ela gritava muito, eu bombeava com muita rapidez até gozar junto com ela, nisso ela chamava o pastor de corno, que pouco a procura.

Como tinha que entregar o teclado, pois o pastor aguardava, me despedi de Dona Mônica, mas tivemos outras aventuras.

domingo, 9 de dezembro de 2018

EVANGÉLICA REALIZADA POR OUTRO

Olá amigos ,  pois estava tomando coragem de "abrir os olhos " de minhas "irmãs" evangélicas , igual a mim ! meu nome é Fernanda , tenho 37 anos , 1.68 m, 60 kg muito bem distribuídos , seios médios e ainda durinhos , bumbum grande e empinados , sou evangélica (da igreja universal ) e meu marido é pastor.

O relato que aqui escrevo é de desabafo, de confissão, pois meu marido, assim como quase todos os pastores da universal, não dão "um trato" na cama em suas respectivas mulheres.

O meu marido dá umas 1 ou 2 por mês e assim mesmo é só enfiar, gozar e sair , se esquecendo sempre de mim !!! 

Nessa minha insatisfação, encontrei, como por acaso, um ex-namoradinho de adolescência, mas não era uma ex qualquer; ele foi o grande amor de minha vida. Cm ele quase cheguei a perder a virgindade, no momento que nos encontramos o tesão bateu alto nós dois, mas como somos casados, na hora não passou de cumprimentos naturais. 

Nós trocamos telefone e no dia seguinte ele me ligou dizendo que não conseguira dormir pensando em mim e que nossa história ficou faltando terminar ... eu tava louca de tesão desde o dia anterior, o papo ficou quente e terminamos marcando de nos falarmos depois. 

A noite, cheia de tesão, procurei meu marido na cama, mas nada, ele se dizia cansado que no dia seguinte iria pregar o dia inteiro na catedral. Eu deitei e fiquei acordada a noite inteira com um fogo dentro de mim. 

No dia seguinte meu ex me ligou e falou que me pegaria as 10 horas e só ia me devolver a noite; eu topei na hora. 

Lá pelas 10 horas, ele me pegou e sem dizer nada, me levou a um motel (lugar que eu nunca havia ido na minha vida). Chegando no quarto trocamos um beijo de 30 minutos, ele foi tirando minha blusa, meu sutiã , minha saia e minha calcinha; quando reparei ele só estava de cueca. Depois que arriei a cueca dele , tomei um grande susto , pois estava acostumado com um pau de uns 14 cm do meu marido e meio fino , do meu ex deve ter uns 21 cm e bem grosso . mas mesmo assim caí de boca; o pau dele parecia que ia estourar. 

Depois de muitas preliminares ele me colocou deitada, veio por cima de mim , fiquei com medo , pois achei que iria me rasgar , mas ele foi enfiando lentamente e antes que estivesse tudo dentro de mim eu já havia gozado e me torcido como uma louca embaixo dele , ele começou a meter , eu devo ter gozado umas 5 vezes com ele dentro de mim , ele me virava para cima dele , me colocava de 4 , de lado e sem parar de meter , até que falou que ia gozar e eu pedi para gozar em cima da minha xaninha. Na hora do gozo dele , ele começou a gozar na xaninha e seus jatos vinham nos meus peitos e na minha cara , nunca havia visto algo assim antes. 

Nós relaxamos e conversamos por uns 20 minutos. Depois vi que seu pau estava duro de novo , começamos outra vez , ele meteu em mim e quando eu estava de 4 ele colocou a cabeça do pau na entrada da minha bunda , doeu , mas ele mexia no meu grelo e me beijava na orelha e seu pau ia entrando , quando reparei ele estava todo dentro de mim. Eu gozei e ele gozou tb . depois tomamos banho , gozamos , fomos para piscina , gozamos , fizemos sauna , gozamos , até as 18:00 , foi quando ele me levou para casa e ficamos de nos ver um outro dia . isto tudo aconteceu a 3 dias atrás e precisava contar isso para alguém , mesmo sem me identificar . só para lembrar aos crentes e evangélicos : cuidem de suas mulheres senão ....
beijos

FERNANDA

sábado, 8 de dezembro de 2018

SUELI, A EVANGÉLICA QUE COMI

Eu sou um quarentão de bem com a vida... vivo em paz, trabalhando, fazendo amigos, curtindo a vida e buscando ser feliz, sem preocupações. Eu adoro uma aventura, principalmente sensual... sou extremamente tarado e sou apaixonado por um fetiche...

Nessas e outras, devo confessar que sempre tive uma tara especial por mulheres evangélicas... as crentes... aquelas que norteiam suas vidas e suas atitudes conforme as tradições e regras de sua religião... possuem invariavelmente ares de santas, superioras, sérias... com aqueles vestidos compridos e cabelos longos... mulheres zelosas de sua reputação ilibada, mas que no fundo sabemos... não é bem assim. são seres humanos... são mulheres...são fêmeas e como qualquer uma... adoram uma jeba... 

O fato é que, tudo o que é proibido ou mais difícil... é mais desejado... é mais gostoso... e comigo não é diferente. Essas mulheres alimentam a minha imaginação libidinosa e devassa, a ponto de eu ficar despindo-as na rua com meus olhos... chego até a imaginar e vê-as nuas em minha frente... o que me excita muito. vê-las já me excita muito... quanto mais produzidas para os cultos de domingo... mais tarado eu fico.

Eu não sou evangélico ou crente e portanto, não tenho contato com essas pessoas, a não ser esporadicamente, quando são do relacionamento de alguma pessoa conhecida, o que de fato aconteceu, no caso presente.

Eu sou consultor de empresas e dou, através de meu escritório, assistência e orientação a diversas empresas ou empresários. 

Eu conheci uma empresa familiar na zona leste, que contratou nossos serviços para uma orientação e uma análise organizacional... desburocratização e depuração de problemas... todos evangélicos... desde o casal já idoso até os quatro filhos e filhas já adultos e casados e com netos...

Eu nem preciso dizer, que a visão de todas as noras e filhas do casal... me deixavam agitado... todas simpáticas e solícitas profissionalmente... mas daquele jeitinho costumeiro descrito acima... uma em especial, me deixava louco... Suelí... filha mais nova do casal... casada... corpo roliço, seios médios e firmes... bundinha saliente constantemente espremida nos vestidos longos e fechados... cintura fina e quadril mais largo... um pescoço lindo para ser beijado, um cabelo castanho sedoso, comprido e cacheado... olhos castanhos e cheios de brilho... um sorriso encantador e provocantemente infantil e sedutor... suas mãos eram pequenas e com dedos delicados, e carregavam uma aliança de casada reluzente e nova...

O trabalho foi acontecendo, nosso contato se tornando mais freqüente, a confiança foi crescendo... a amizade e a intimidade aparecendo... a liberdade sendo conquistada com respeito... e comecei a sofrer então, o que chamo de assédio da doutrinação, o que é muito comum nessas comunidades. Eu acredito até, que sem maldade, pois por se acharem "salvos" querem salvar o mundo e trazer a todos, para a "sua salvação", mas o que me incomoda não é isso, mas sim a intolerância para com o credo das demais matrizes religiosas. 

Contudo, por conveniência comercial (e sexual), eu deixei Sueli acreditar que estava eu em dúvida e propenso pelo menos, a conhecer sua doutrina e seu culto.

Ahhhhh senhores... eu sou um devasso juramentado... um canalha por isso... um lobo em pele de cordeiro... e Sueli era a minha ovelha na mira. O seu marido, um rapaz bem novo... ingênuo até... cheio de recatos e princípios pré estabelecidos... não devia trazer em sua bagagem, a experiência necessária para levar Sueli, ao paraíso da devassidão e da luxúria... eu apostei nisso.

Eu aceitei conhecer sua igreja... seu culto... homens entravam por um lado, mulheres por outro... sentavam em lados diferentes... e isso já me desagradou... mas fazer o que.

Eu notei que a mulher de um, cumprimenta os outros homens apenas com palavras... não seguram nem nas mãos... porém, Sueli e sua família, que já se acostumaram comigo, lá na empresa, de apertos de mãos menos efusivos, já haviam correspondido a alguns abraços e até beijinhos no rosto... mas lá na igreja... a tira colo com o marido, nem me estendeu a mão na despedida... registrei.

Passou-se um tempo e um dia ela veio me perguntar, num momento de descontração, se eu não ia voltar mais na sua igreja... eu respondi que estava estudando, tudo o que vi e senti... para entender melhor as coisas.. e que de tudo o que vi e senti no dia, apenas uma coisa me tinha desagradado. Ela quis saber o que. Eu com cuidado, mas louco para entrar de sola, disse que tinha sido a distância que ela impôs a mim dentro da igreja, que como amigos que já nos sentíamos, senti falta do seu abraço, dos beijinhos na face e de segurar suas mãos. Eu não entendi porque ela tinha mudado de postura frente a mim. 

Ela visivelmente constrangida... e até tentando demonstrar naturalidade, argumentou que por ser uma religiosa, que por estarmos dentro de sua igreja e na frente de seus irmãos... isso não era comum, era falta de respeito, que uma mulher, principalmente casada, não deve tocar nos homens de sua comunidade. 

Eu perguntei a ela se isso era comum fora da igreja também. No que ela respondeu que algumas mulheres levam isso para sua vida no dia dia também... 
mas você não, né Sueli?... Eu me acostumei com seu carinho, com seu sorriso, com seu abraço, com seu beijo em minha face... com seu perfume... 
amigos, foi um tiro certeiro... essa mulher ficou atônita... gaguejou, ficou vermelha, visivelmente excitada, perturbada e ao mesmo tempo incomodada por estar sentido prazer com essa minha constatação... deu um sorriso leve... meio tímida e sem graça... e aí eu cobrei.

- Então me faz um favor Sueli... como uma amiga querida, que já está dentro do meu coração? ela perguntou o que?

Me dá aquele abraço e aquele beijo em minha face que faltou vc me dar na igreja...? 

- Mas aqui?... assim?... não fica bem... meu marido não ia entender...  

-O que me importa é vc entender... vc sabe que não tem maldade... 
mas porque então...? Para eu saber que vc é sincera em sua amizade... e que o culto de vcs não muda o sentimento das pessoas... aí eu vou achar que ele realmente pode ser bom... ela pensou e disse se entregando: 

- Tá bom... mas olha... eu sou casada... sou uma mulher de princípios... e acho vc um homem bacana, amigo e mais nada, ta?... 

- Tá Sueli... vem me dá um abraço... e abri meus braços... Ela veio e entrou no abraço devagarinho... meio indecisa... mas cheia de vontade... e antes de encostar seu corpo no meu, eu vi um sorriso surgindo em seus lábios... ela passou seus braços por cima de meus ombros e deixou seu corpão aberto para que meus braços e mãos, pudessem explora-lo da forma que me conviesse... e assim o fiz... 

O calor de nossos corpos juntos no abraço era realmente delicioso... seu perfume era inebriante... suas carnes eram separadas de mim apenas por seu vestido leve, de um tecido estampado de flores e bem macio... a enlacei com meus braços e minhas mãos seguraram os dois lados de seu dorso, de uma forma carinhosa... estrategicamente, não pus meu queixo por cima de seus ombros... mas enterrei meu nariz por entre seus cabelos e pescoço... deixando minha boca bem próxima de sua pele... senti ela dar uma estremecida... O me e já se meu pau se manifestou por dentro de minha calça social... e portanto, de fácil denúncia... ela sentiu sua presença na altura de sua xaninha... 

O nosso abraço já se estendia mais do que o de costume... e ela respirava mais forte... eu estava, apesar de excitado, bem lúcido do meu ataque... e me pus a beijar seus pescoço bem de levinho... como se fosse o beijo de um "amigo querido"... nesse momento ouvi um "não" bem levinho mas nenhum sinal de afastamento... fui subindo minha boca e já beijava suas faces... seu queixo... e como percebi que ela estava inerte... fui me aproximando do cantinho de sua boca... e num momento de loucura... a beijei... virei o rosto, amoleci e relaxei meus lábios para um beijo molhado, bem doce e suculento... ela tremia... mas correspondeu ao beijo...de olhos fechados... suspirando e colando o seu corpo em meu pau que a essa altura já estava com a lona do circo toda armada... fomos nos apertando e suspirando e gemendo... sua língua era quente e nervosa... sua boca um manjar...

Ela estava ainda sob o efeito da surpresa... então não podia perder tempo... desci minhas mãos para sua bundinha...e a trouxe mais perto de mim... apertei meu pau com vontade e ela então, gemia já... fui subindo com os dedos seu vestido e o trouxe para cima de sua calcinha... não tão grande como eu imaginava... sua bunda gulosa já tinha engolido uma das partes da calcinha... a outra eu mesmo tratei de fazê-a engolir... fiquei ali em sua sala... passando meus dedos em seu rego... e alisando sua xaninha por traz... ela me beijava já como uma desesperada... me dizendo ao ouvido que eu era um louco... que ela era casada...crente, que não estava certo... que não queria... e me beijava... isso me deixava mais faminto...

- Vem Sueli... tarada, gostosa...vem gata... sente meu desejo por vc... vc é linda... e beijei seu ouvido... 

Nessa hora ela despirocou... deu uma suspirada forte, um gemido e beijou novamente minha boca de forma desesperada... e com sua mão, começou a sentir o tamanho do meu cacete, que tanto a desejava... foi abrindo meu cinto meio que desajeitadamente... abriu minha calça sem tirar sua boca da minha... e de repente estava com uma bela jeba nas mãos... apertando com as duas mãos como se não quisesse que ela saísse voando dali...

Eu a encostei na mesa e subi seu vestido pela cabeça... ela sorria e me dizia ser um louco... louco amor ela me chamou A deixei de salto alto, meia de seda até altura das coxas deliciosas, sua calcinha branca. e um sutiã meia boca que saiu voando em segundos... caí de boca em seus peitos e ela com suas mãos bagunçava meus cabelos... minhas mãos já exploravam sua boceta... ela abria mais suas pernas, de pé, encostada em sua mesa de trabalho. Eu puxei sua calcinha perna abaixo, a tirei, voou longe... e deixei as calças e meus sapatos perdidos pela sala... encaminhei meu pau para a porta de sua boceta, travei e prendi seus braços em suas costas e olhando bem em seus olhos, com ela presa entre meu corpo e a mesa com a pica espetada na porta de sua boceta, disse que só ia continuar se ela implorasse... Ela suspirou sentindo a glande encostada em seus clitoris... gemeu, deu uma reboladinha meio que assustada por eu não continuar... e disse: 

- Ahhh não faz isso pelo amor de deus...vai logo, põe moço... agora que me deixou louca... vaaaaai... 

- Não... vc vai ter que pedir... anda, pede logo sua gostosa... vadia.. .sua crente devassa... pede logo para seu macho enterrar a pica nessa boceta quente e pouco usada, por aquele corninho viado... pede logo anda... 

- Seu doido... tarado... vc está abusando de mim... ai que delicia... eu não estou aguentando mais... come logo essa boceta gostosa, que tá pingando por vc come... vai logo seu tesudo... enfia esse caralho em mim.... vai... puta que pariu... que tesão... vai logo antes que chegue alguém...

- Chama ele de corno anda... ela tremia... quem? aquele meu maridinho que não sabe me deixar nesse estado?... é um corno mesmo... e vai tomar chifre agora, todo dia... eu tô louca por vc... ai que tesão, vai amor... me dá essa pica logo, vai... olha o meu estado... vc é o demônio mesm... ahhhhhh 

Eu enfiei a pica no "demônio"... estava me sentindo mesmo o demônio... subjugando uma mulher linda... cheirosa e recatada... carnuda e gostosa... casada e crente, a transformando na mais maliciosa e devassa fêmea da paróquia... (kkkk)...

Foi um delírio... ela urrava no meu pau... revirou os olhos e parou de respirar num espasmo de tesão... sua boca estava aberta e sua face molhada de suor... ela era minha agora e de mais ninguém... não tinha marido, não tinha pai e nem igreja que a tirasse de mim agora... minha pica já tinha escrito meu nome em suas entranhas, quentes e úmidas. Ela chorava e gozava com o meu vai e vem... ela sentou na mesa agora e me segurava pela cintura pelas pernas, como que querendo que eu entrasse dentro dela... soltei seus braços e estes vieram a me segurar pelo pescoço... um beijo na boca, quente e seco... beijo desesperado... um sorriso e um novo beijo no rosto... e tome pica... 

De repente o vulcão se aproxima e eu digo que vou gozar... eu estou quase morrendo de prazer... Ela diz goza amor... goza gostoso mas cuidado... fora, goza fora... então dei um urro e veio a maior gozada da minha vida.... dentro... não deu tempo nem tive vontade de cortar meu prazer... despejei litros de porra quente dentro dela... e fiquei ali mais uns minutos enquanto ela me beijava o rosto num abraço, com sua boceta em espasmos mordendo meu pau duraço e chorava baixinho me dizendo que estava feliz demais... que deus tinha reservado para ela o maior presente de todos... um amor...

Ela estava apaixonada.. e agora feliz... ia possivelmente ter um filho meu... 
calei sua boca com um beijo, antes que falasse mais coisas que me brochariam... e nos abraçamos muito... tocou o telefone... era o maridinho a convidando para almoçar... ela com a pica ainda dura dentro da boceta pingando e sentada na mesa... disse...

= Tá bom meu amor... estamos indo... desligou o telefone sorriu para mim... e perguntou... 

- Homem gostoso, tarado e safado também tem fome? almoça?... 
não é safada minha evangélica?

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

RELIGIÃO MÚSICA E SEXO

Meu pai é pastor (Pastor Paulo) de igreja evangélica e cresci tendo dois mundos diferentes. 

No colégio, na rua e na igreja, eu e minha mãe tínhamos que nos vestir discretamente e ter postura de uma pessoa religiosa. Mas dentro de casa, meu pai nunca nos proibiu de ficarmos com roupas curtas e nem de shortinhos apertados... Só caso se aparecesse alguma visita. Ele mesmo costumava ficar bem a vontade dentro de casa: só de bermuda e muitas vezes sem camisa. 

Eu tinha televisão no meu quarto; aparelho de som para ouvir músicas gospel e até outros gêneros de músicas. Na sala, tínhamos uma TV enorme (42 polegadas) ligada numa antena de canais via satélite... Até canal pornô já cheguei a ver meu pai assistindo de madrugada (só que tinha senha de acesso), mas, o que mais me deixou curiosa foi quando do meu quarto ouvi meus pai

 Eles não faziam sexo normal; tive impressão de que faziam sexo selvagem; ouvindo: - “Bate na minha bunda... Bate!... Bate!...”; “Sua cachorra... Vou rasgar essa sua bunda com meu cacete”; “Isso... Isso... Enfia esse pau enorme na minha bunda; enfia... Oohhh que delíiiiiiicia”. Parecia que meu pai dava tapas fortes na bunda da minha mãe que eu escutava até os estalos e seus gritinhos transando no quarto ao lado... 

Eles nem imaginavam que por eu não ter tido aulas já estava em casa. Os de dor e de prazer. Por gostar muito de participar do coral da igreja e das músicas gospel; quando na igreja apareceram alguns garotos que formaram um conjunto, eu logo estava me enturmando com eles... Passei a ser a crooner e meu pai a nos dar apoio nos deixando tocar várias músicas antes, durante e depois dos cultos evangélicos. 

Com meus 19 anos meu pai deixava até namorar com um dos rapazes do conjunto e nunca fez nenhuma restrição de sairmos sozinhos para os ensaios na casa de outro integrante, de passearmos em shopping e até irmos ao cinema... Só me pedia para ser discreta. O conjunto passou a agradar os fiéis que passamos a participar até de cultos de outros pastores. Mas foi quando meu pai teve que ir participar de um grande encontro de evangélicos na cidade do Rio de Janeiro é que pude realmente conhece-lo... Queriam nosso conjunto durante os três dias de duração do encontro. A congregação anfitriã forneceu até um micro ônibus pra nos levar e quartos para dormirmos numa enorme casa que pertencia a um pastor. 

Os quatro rapazes ficaram num quarto e foi oferecida uma suíte pro meu pai, e ele logo foi exigindo que eu dormisse no quarto com ele. Foi quando lamentei de minha mãe não poder ter ido por causa de minha avó que estava meio adoentada... Queria ter mais liberdade com meu namorado após o termino dos encontros. 

Naquele mesmo dia, além de termos que montar toda parafernália do conjunto tocamos umas duas horas direto antes de começar o evento principal... Não estava acostumada e fiquei num esgotamento físico tão grande que dormi direto umas 12 horas. 

No segundo dia foram mais algumas horas tocando e cantando que quando paramos minhas pernas já nem conseguiam suportar o peso do meu corpo direito. Ao chegarmos na casa, meu pai foi para o banho e eu me joguei de bruços sobre a cama. Ele ao sair só com uma grande toalha enrolada na cintura e me mandar ir; reclamei das dores nas pernas: 

- Quer que o papai lhe faça umas massagens? 

Fiquei sem saber o que falar e ele: 

- Você vai ver como uma boa massagem melhora a circulação nas pernas...! 

Eu com aquele vestidão de crente que batia até o calcanhar, senti meu pai levantando até meus joelhos começando a esfregar suas mãos nas batatas das minhas pernas. Minutos depois de estar realmente sentindo um alivio das pernas: 

- Posso levantar seu vestido mais um pouco? 

Consenti e ele praticamente colocou o vestido lá na minha cintura... Muito estranho; mas como era meu pai, mesmo sabendo que estava aparecendo minha calcinha deixei e ele passou a massagear minhas coxas... No sobe e desce suas mãos passaram a encostar levemente na minha xoxota, e preocupada passei a sentir que ia acabar molhando minha calcinha: 

- Já está bom pai...! 

- Só mais um pouco Cristina... Está com vergonha do papai? 

- Não... É que sinto minhas pernas bem melhores...! 

- Papai pode fazer massagens nas suas costas; você quer? 

Ele falava com uma de duas mãos pressionando levemente minha xoxota provavelmente sentindo a umidade... Novamente permaneci calada e ele percebendo minha timidez: 

- É só você sentar na cama que o papai tira seu vestido. 

Eu sabia exatamente dos meus atributos físicos e passei a ficar preocupada com que meu pai ia ver comigo de calcinha e sutiã: seios volumosos e um bumbum grande mesmo tendo apenas quase 20 anos... Mas mesmo assim me sentei e deixei tirar por cima da minha cabeça. Deitei novamente de bruços e ele veio com seus dedos delicadamente passando pelas minhas costas passeando pela minha coluna e chegando praticamente na minha bundinha... Foi aí que senti minha xoxota melecando bastante minha calcinha. Travei minhas pernas quando senti segurando minha calcinha com as duas mãos e puxando: 

- Que isso pai??? 

- Calma Cristina; papai só quer lhe fazer um pouco de carinho! Suas mãos passaram a fazer uma massagem bem forte nas minhas grandes nádegas e quase tive uma parada cardíaca quando ele abaixando beijou minha bunda várias vezes e ainda passou a língua no meu ânus pra em seguida um de seus dedos ficar flexionando sobre ele... Rapidamente me lembrei do dia em que tive a nítida impressão de que meu pai estava fazendo sexo anal com minha mãe e fiquei toda arrepiada... Ele sem tirar o dedo de sobre meu ânus foi dando beijinhos por sobre minha coluna até chegar ao meu pescoço: 

- Papai não quer que fique assustada; 

ok? - Mas papai... Isso não é pecado? 

 - Nada que é feito com amor é pecado filha...! Ele deu alguns beijinhos no meu pescoço: - Papai vai ficar pelado; tudo bem? Num segundo virei o rosto e vi meu pai tirando a toalha e seu pênis que mais parecia um enorme e grosso salsichão... Envergonhada virei o rosto pro lado contrário novamente; e ele voltando com a mão pra minha bunda: - Eu sei que você e seu namorado já andam fazendo sexo...! 

- Não... Não... Nós não... Ele levando a mão na minha xoxota e enfiando o dedo até o fundo: 

- Eeeeepa! Não precisa ficar desesperada... Papai só quer te ver feliz! Ele passou socar e a girar seu dedo dentro da minha boceta... Por mais que eu quisesse não sentir nada aquilo foi arrancando alguns gemidos de mim e ele voltando a beijar meu pescoço: - Isso filha... Abre mais as pernas; eu sei que está gostando...! Foi quando me toquei que estávamos na casa de outra pessoa: 

- Cuidado pai... Assim vou acabar molhando a cama...! Ele me fazendo virar e colocando sua toalha debaixo da minha bunda sorriu e voltou com o pra dentro da minha bocetinha.. Foi quando tornei a olhar pro meio das suas pernas vendo aquela coisa enorme; fechei rapidamente os olhos: 

- Quer que o papai faça você gozar? Eu sabendo que não ia demorar muito pra acontecer; resmunguei: 

- Quero... Quero sim... Eu achava que ele ia continuar com o dedo, mas quando senti sua respiração nas minhas coxas é que tive noção do que meu pai era capaz... Ele meteu a língua na minha boceta e lambeu com tanta vontade que acabei me entregando de vez às suas safadezas: 

- Aaaaiii... Aaaaiiii... Hummmm... Tá vindo pai... Tá vindo... Não para... Não para! Tive um orgasmo tão intenso e ele deitando atrás do meu corpo me fazendo ficar de lado com a bunda virada pra ele:                                                                                                                      

 - Deixa o papai colocar na sua boceta; deixa? 

- É perigoso sem proteção pai... Ele levantando uma das minhas pernas e encaixando na portinha: 

- Não se preocupe filha... Papai sabe se controlar... Ao começar sentir aquele grosso pinto ir entrando pra dentro de mim tive a sensação de que ainda era virgem de tanto que minha vagina teve que se esticar... Mas foi também uma sensação tão gostosa que deixei de me preocupar que era meu pai que estava me fodendo: 

- Paaaaaiiiiiii!!!! ... Enfia tudo... Tudo... Aaaaaiiii que gostoso... Ele começando o vai-e-vem: - Eu sabia que você ia gostar... 

Ele tirando de dentro da minha boceta de quatro pro papai; fica! Fiquei, e ele voltando e enterrar todo seu pau na minha boceta, começou a socar tão gostoso que acabei tendo um segundo orgasmo... Ele tirou novamente de dentro da minha boceta pela cintura com um dos seus braços foi forçando seu pau duro sobre meu ânus: 

- Não pai... Nãaaooooo!!!! Ele já fazendo a cabeça do seu pinto entrar: 

- Já percebi que você já deu atrás também filha... Realmente; antes de deixar meu namorado me comer na frente, deixei ele comer muito minha bundinha... Foi difícil e ao mesmo tempo gostoso ter a bundinha se alargando pra poder aguentar aquela enorme e grossa tora. Ele segurando as laterais da minha bunda e socando: 

- Hummmm... Papai adora uma bundinha; filha! 

- Bate na minha bunda pai... Bate! Acho que ele se tocou e dando umas palmadinhas de leve: 

- Você está me surpreendendo; você gosta de apanhar na bunda? 

- É que eu já ouvi você batendo na bunda na mãe...! Ele já batendo com um pouco mais de força: 

- Daninha você; heim? Ficava ouvindo transar com sua mãe; é? Comecei a dar gritinhos e ele sapecando minha bunda: 

- Sua mãe adora dar a bundinha... E você; gosta? 

- Gosto sim pai... Aaaiiii... Aaaaiii... Bate pai... Bate... De repente, ele parou forçando seu pinto dentro da minha bundinha e começou a gozar: 

- Oooohhhhh... Oooohhhh que bundinha gostosa... A pedido dele, fui tomar meu banho e voltei peladinha pra cama. Era difícil acreditar que um homem que pregava a palavra de Deus pudesse ser tão depravado a ponto de trepar com a própria filha. Ele me abraçando na cama começou a mamar nos meus peitos e não demorou para me dar mais uma chupada na boceta que resolvi soltar a franga: 

- Chupa pai... Enfia a língua na minha boceta; Enfia... Iiiissssoooo; morde pai... Morde... Oooohhhh... Oooooohhhhh... Gozei gostoso e tive que ficar novamente de quatro pra ele socar seu pau na minha bundinha... O estranho era que meu namorado estava no quarto ao lado enquanto eu deixava meu paizinho me comer.

 No último dia do encontro as coisas foram bem mais rápidas e voltamos para casa para nos aprontarmos pra nossa volta daquele mesmo dia. Tomamos um banho juntos e ali mesmo debaixo do chuveiro ele me deixou excitadíssima chupando meus peitos e brincando com os dedos na minha xoxota que não tive dúvida em pedir: 

- Vamos pra cama um pai! 

- Eles já devem estar nos esperando filha...! 

- É rápido pai... Só quero que você meta na minha xoxota de novo! 

Foi quando ele me levou pra cama e após esticar uma toalha por estarmos ainda molhados ele deitou sobre meu corpo e enquanto foi enfiando gostoso seu pau na minha boceta beijou minha boca... Foi a gota d´água pra eu deixar qualquer preocupação de lado e gemer muito: 

- Mais forte pai... Mais... Soca minha boceta; soca!... Aaaiii... Aaaiiii; vou gozar... Vou goooozzarrrrrrr... Ele tirou da minha boceta e ficando de joelhos com meu corpo debaixo do seu, ele mirou seu pau pro meu rosto e foi soltando uma quantidade enorme de porra... 

A viagem de volta eu estava tão contente que até quase esqueci que meu namorado estava do meu lado. Acabei que mesmo continuando no conjunto, terminei o namoro... Sexo com meu namorado já não tinha mais graça em comparação com que fazia com meu pai; até nossos beijos na boca eram muito mais gostosos. Nos dias em que meu pai levava minha mãe até a igreja; pra ela junto com outras mulheres darem uma faxina antes do culto da noite, ele voltava pra casa e no meu próprio quarto ele me deixava peladinha e fazia todos os tipos de estripulias comigo... Somente três horas depois é que ele voltava pra buscar minha mãe.