quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

LEVEI UMA BOCETADA INESQUECÍVEL

Olá. o que vou contar realmente é verídico e aconteceu há mais ou menos uns sete anos.

Eu tenho 37 anos, sou casado e quando aconteceu esse fato tinha uns 24 ou 25 anos e ainda era solteiro. Como eu morava no entorno de Brasilia, tinha que pegar um ônibus até a capital que demorava 1:30h. 

Voltando trabalho como sempre fazia esperava o ônibus encher um pouco para depois sentar. O ônibus foi enchendo e, eu gosto sempre de sentar na cadeira que dá acesso ao corredor, pois fico sempre esperando uma gostosa chegar perto do meu assento para eu ficar apreciando sua xoxota. Quando menos esperava, entrou um casal de evangélicos, pois a senhora estava com uma bíblia na mão. seu marido se acomodou perto da minha poltrona e senhora mulher dele bem de frente pra mim. notei que estava a fim de uma sacanagem. Notei nos olhos dela. acho que andava muito carente aquela senhoria. ela estava de saia longa e de um tecido parecido com seda. era muito gostosa. 

Então a medida que o ônibus ia enchendo, ela encostava mais para perto de mim. senti suas coxas deliciosas me encostando no meu ombro. Eu já fiquei de pau duro. o ônibus foi enchendo e de repente senti que ela abriu um pouco as pernas, fiquei louco, pois sabia que a qualquer momento iria levar uma bocetada daquela senhora. não deu outro. O ônibus encheu um pouco mais e ela carinhosamente encostou aquela delicia de boceta no ombro. fui a loucura e esquivei meu ombro ao encontro daquela boceta inchada. que imaginava estar molhadinha. Eu não aguentava mais de tesão. Aquela senhora evangélica ficava esfregando aquela boceta enorme no meu ombro e marido nem aí para situação. dei uma olhadinha para cima e notei a satisfação daquela senhora empurrando seu bocetão no meu ombro. Eu ja estava todo melado e fazia questão de deixar meu cacete bem saliente sob a calça. 

Eu não estava mais aguentando. Eu passei minhas mão nas pernas dela e, ela ficou empurrando sua bcoetona no meu ombro. Eu fui subindo a mão devagarinho pelas pernas dela embaixo da sua saia, fui chegando devagarinho até encostar a mão na delicia de boceta. quase tive um troço. tava tremendo de tesão. A sua calcinha tava encharcada. só de passar a mão por cima melou minha mão.Eu não acreditava naquilo, puxei sua calcinha de lado com um dos dedos e me deliciei com aquela boceta encharcada. Eu enfiei um dedo e olhei para cima novamente, a mulher tava vermelha e ofegante. Eu não sei como o corninho do marido dela não notava aquela situação. estava metendo o dedo como um louco na boceta deliciosa e juntei mais um dedo e enfiei o dois na gruta que pegava fogo de prazer. a senhora rebolava nos meus dedos. que loucura. mas de repente o marido dela fala com ela. você não descer não. e ela toda tremula falou. 

- Já chegamos ? 

Eu recolhi meus dedos daquela gruta deliciosa e ela saiu na companhia do marido, pois iriam descer na próxima parada. fiquei louco para chegar em casa pra bater uma punheta para aquela senhora. assim que cheguei em casa fui logo tirando minha e roupa e comecei a punhetar e cheirar minha que tinha o aroma daquela boceta deliciosa. não demorou cinco minutos e esporrei como nunca tinha esporrado na vida. que punheta! 

Até hoje bato punheta pensando nessa senhora. 

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

PRIMEIRA VEZ DO EVANGÉLICO (CONTO GAY)

Bom gente eu tenho uns primos que são evangélicos e certo dia deste mês eles me chamaram pra ir a um congresso que haveria em Ribeirão Piris, meio a contra gosto eu fui chegando lá.

Nós encontramos um garoto amigo deles cujo nome me chamou a atenção, pois se chama Elvis, um rapaz com um sorriso encantador.

Eu tendo 1,95 de altura. O que mais me chamou atenção foi quando ele pegou na minha mão afim de cumprimentar-me era enorme seu pé então deveria ser de numero 46 de tão grande o sapato. Elvis sentou-se do meu lado, e foi puxando assunto meio sem sentido, mas aos poucos fomos conversando e descobri que ele estava um pouco afastado da religião por ter feito algo errado. 

O curioso como sempre quis saber qual foi seu ato errôneo, porém não quis dizer, mas a curiosidade pairava no ar. 

Meio dia horário de almoço, descontração total, chamei um dos meus primos do canto, perguntei porque o Elvis estava quase desligado da religião. A queima de roupa, meu primo disse que ele tinha se envolvido com gays e os anciões haviam descoberto, meu olhos brilharam na hora. 

A tarde estava muito fria, porém minha cabeça não parava de pensar no que meu primo havia me falado, disse que ia ao banheiro para minha surpresa Elvis levantou-se e disse que iria comigo e assim fomos ao banheiro. O banheiro totalmente vazio, fui mijar, Elvis se posicionou bem ao meu lado tirou aquela enorme jiboia. Eu não me contive sem para de olhar e admirar tamanha pica, ele balançou e falou acorda Daniel, para de olhar assim, ele vai ficar duro, então falei esse é meu sonho ver ele duro. 

Elvis riu e disse, sabe que estou afastado da religião? Por causa disso, só por que um rapaz pegou no meu pau. 

- Narrador. Só porque ele pegou no teu pau. 

- Elvis Sim e fez ficar duro. 

- Narrador. Nada mais. 

- Elvis, Nada. 

- Narrador. Então,.... 

- Elvis. Então o que? 

- Narrador: Então, já que você esta afastado vamos aproveitar..." 

- Elvis: Aproveitar o que cara? --

- Narrador - Bom vamos ali. 

O conduzir até um reservado fui logo metendo a mão naquela enorme pica que já estava dura. Eu me abaixei col ocando a pica na boca sem demora nem esperar por nada. Eu chupava aquela jiboia que não cabia por inteira na minha boca, mas lambia, chupava os ovos sugava, seu nectar com tanta vontade. Elvis só suspirava de tesão sei, que foi uns 20 minutos chupando aquela jiboia até que ele não se conteve enchendo minha boca com seu leite abençoado. Por fim dei um beijo no rosto dele, portanto Elvis procurou minha boca beijando-me de língua e disse quero comer esse cu seu. 

- Narrador. Aqui não, seu pau é muito grande, não vou suportar a dor. 

- Elvis: Não só tem 25 cm. 

 - Narrador: Você acha pequeno porque não é seu o seu cu que ele vai arrombar.

Elvis riu e saímos do banheiro, passamos o resto do dia normal como se nada tivesse acontecido. No final da reunião Elvis fez questão de pegar meu numero de telefone. 

No dia seguinte mais precisamente no dia 22 de agosto de 2011, Elvis me ligou chamando para um encontro. Eu não me fiz de arrogado indo imediatamente ao seu encontro. 

Chegando a casa dele onde estava só, disse que na verdade não era aquilo que ele queria para sua vida, apenas ia tirar uma dúvida quando pergunte:

 - Qual sua duvida? 

Ele disse que lia sempre contos eróticos on line onde tem vários relatos sexuais entre homens e sua maior vontade era saber se alguém ia conseguir agasalhar sua jiboia. O meu tesão foi a mil. Tomamos uma taça de vinho.

De imediato fui próximo dele e comecei alisando sua perna, subindo e ao chegar no seu pau ainda mole. Eu tirei rapidamente sua bermuda abocanhado aquela jiboia antes que ela acordasse, o que aconteceu enquanto a chupava sentindo aquele cheiro fugas de macho com enormes pentelhos maravilhoso delirava naquela pica onde para aguçar  mais seu sabor. 

Elvis começou a jogar vinho misturando ao sabor de mijo dando-me mais tesão e quando vir sua jiboia estava enorme, eu chupava sem parar. Eu queria ver-lo gozar na minha boca novamente, porém Elvis me segurou beijando minha boca disse agora quero ver o quanto você vai suportar-me, pois de quatro apoiado no sofá, tirou minha calça com a cueca e começou a chupar meu cu que piscava de tesão e pavor, depois de bem úmido Elvis levantou e começou a passar a cabeça da sua jiboia no meu rego, quando senti ele forçando meu cu quis sair, mas ele me segurou com aquela enorme mão e forçou entrando aquela cabeça que mais parecia um cogumelo. Eu dei um grito que mais parecia esta sendo esfaqueado, dentro estes anos todos nunca senti tanta dor no rabo como dessa vez. 

Elvis retirou seu pau passou um pouco de creme que estava do lado e disse agora você vai suportar o moleque. Ele pegou-me pela cintura então forçou novamente senti seu pau entrar com mais facilidade, porém a dor ainda era grande, seu pau deslizava com facilidade por esta bem lambuzado de creme. Eu então senti seus ovos baterem na minha bunda, Elvis parou um pouco, deitou sobre mim e beijando meu pescoço disse: 

- Seu cu é bem guloso, já engoliu tudo, naquela posição em forma de carinho. Elvis beijava meu pescoço e socava no meu cu eu só gemia e chorava pois era uma mistura intensa de dor e prazer incontrolável tinha vontade de sair mas o tesão por esta sendo arrombado por um cristão era tanta que preferia está submisso aquele macho tão gostoso. 

Elvis levantou-se sem parar de socar agora com mais força, mas quando ele viu sangue saindo do meu cu ficou apavorado, retirou imediatamente seu pau me perguntando se estava doendo muito, pois não queria me machucar, como uma boa puta. 

Eu comecei beijando meu macho tranquilizando-o e falando para ficar tranqüilo pois isso era normal, afinal seu pau era o maior que já tinha recebido e se restasse alguma prega no meu rabo, ele havia acabado de arrebentar.s Nó fomos no banheiro nos lavamos e voltamos pra cama desta vez o deitei comecei a beijar seu corpo maravilhoso de homem potente e seu pau novamente estava pronto, passei um pouco de creme na entrada do meu cu e sentei naquela jiboia faminta, Elvis delirava de olhos fechados, eu cavalgava no seu pau sem parar, depois de cansado uns 20 minutos de cavalgar, Elvis me pegou na posição de frango assado nesta hora, vi estrelas quando seu pau entrou com tudo no meu rabo, mas o moleque estava tão carinhoso que não quis parar de repente. Ele faz o que me dar mais tesão e começou a chupar meus peitos, nossa fui invadido por mais fome de sexo, então o puxava pelos cabelos gritava, urrava, e pedia mais. Elvis socou com mais força até que gozou enchendo meu cude leite, o moleque gozou com tanta intensidade que vazou esperma por todo lado.

Nós permanecemos abraçados até que seu pau amoleceu, saiu do meu cu. Ele me deu um beijo e disse: 

- Você precisa gozar, pegou no meu pau com aquela enorme mão me masturbando e beijando minha boca numa sensação de extremo prazer. Eu gozei tão forte que o esperma voou na minha barriga. 

Nós tomamos um banho bem quente regado a muitos beijos e carinho, fomos pro quarto dele e disse agora quero te comer na minha cama onde começou mais uma secção de sexo sem pudor, fiz Elvis gozar ainda mais três vezes já no final da noite antes de sair ele confessou que era virgem, pois sua religião não permitia sexo antes do casamento, nem promiscuidade. Ele pediu-me segredo absoluto e disse que apesar de ter adorado tudo que aconteceu não ia poder se repetir pois ele quer voltar a sua religião. 

Sempre digo: pra que levar a vida a serio se ela é uma incansável batalha da qual nunca sairemos vivos. 

PASTOR SAFADO

O que vou relatar foi um caso verídico que aconteceu com a minha esposa em uma noite chuvosa de sábado.

Minha esposa e eu sempre fomos evangélicos e, como eu trabalho de segurança de carro forte, não é sempre que acompanho ela em cultos religiosos.

Em um sábado do mês de novembro de 2006,eu estava a serviço e minha esposa foi ao culto religioso. Tudo muito normal. mas quando acabou o culto já que estava chovendo muito o pastor da Igreja Batista ofereceu de dar uma carona a minha esposa, pois era dentro do caminho que ele fazia.

Ao parar o carro próximo a minha casa, a chuva apertou tremendamente e eles resolveram esperar ela melhorar para minha esposa descer do carro.
Nesta altura o pastor havia contado a ela como a esposa dele havia se tornado uma mulher fria e sem amor,e dai ele começou a cantar a minha esposa, ela como é muito linda e tem volumosos seios, ele começou a alisá-la. e quando ela assustou com o que estava acontecendo os seios dela já estavam na boca do pastor e ela me disse que ele mamava com tanta força que parecia nunca ter visto um para de seios na vida,ele levantou a saia dela e começou a chupá-la toda. Minha esposa sempre depila a xoxota,depois ele a induziu a sentar no pau dele,ela me disse que nunca viu nada tão grande,e ela começou a rebolar no começo lentamente e depois freneticamente no pau dele. 

Quando começava a pintar nela um certo remorso, ele dizia para ela que ele era um homem ungido e com ele não era pecado.

Ele a induziu a chupar seu pênis até ele não aguentar mais de tanto tesão e ainda quando viu que já iria gozar colocou seu pau bem no fundo da xoxota dela e gozou profundamente.

Fim da historia? 

- Não a melhor parte vem agora:

Quando ela chegou para mim e disse o que havia acontecido não tive nenhuma reação violenta com ela, pelo contrário aquela histrióa me fez gozar como um louco nas nossas transas seguidas.

Até que um belo dia em uma bela hora, tive a oportunidade de estar só com este pastor.e garanto a vocês que o estado, físico, mental, espiritual, moral, etc... que eu o deixei, com toda certeza do mundo ele nunca mais vai ter condição principalmente física de fazer isto de novo com ninguém.

O lado bom além de deixá-lo nunca mais apto para o sexo, foi de ter sempre uma coisa excitante para pensar e relembrar juntamente com a minha esposa quando o nosso casamento caia na monotonia,de uma maneira eu o agradeço pois ele revitalizou o meu casamento.

Hah! so mais um detalhe:
deixamos de seguir a igreja evangélica e a qualquer outra, pois não à salvação em homens, só em deus.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

SEDUZINDO O PEDREIRO NEGRO E MADURO

Olá pessoal. Meu nome é Angela Maria. Tenho 36 anos e o que eu vou contar agora aconteceu a pouco tempo. 

Até hoje guardei isso comigo em segredo. Moro em Assis, cidade do interior de SP, entre Ourinhos e Presidente Prudente. 

Meu marido é pastor de uma igreja evangélica (não vou identificar para a igreja por motivos óbvios). Eu sou é pedagoga e leciono em uma escola particular. Sou uma mulher de pele bem clara, branca mesmo. Me acho um pouco bonita e vistosa e que chamo a atenção. Tenho seios médios volumosos de pele clarinha e com bicos rosados. Tenho uma xana bem estufada e com pelos aparados. Minha bunda é bem bonita e dura. Gosto da minha boca. 

A cerca de 3 meses, meu marido e eu resolvemos fazer uma reforma aqui em casa. Troca de alguns pisos e revestimentos. Meu marido acertou o serviço com um senhor indicado por um amigo comerciante. Este senhor, que se chama Antonio tinha cerca de 58 ou 60 anos. Um negro alto, mais ou menos 1,80 m, de aspecto rude, com uma certa barriga (daquelas de quem bebe cerveja) e, sempre, com a barba por fazer. Ele se expressava de maneira errada, demonstrando ser pouco letrado. 

No dia combinado ele veio trabalhar. A reforma começou e tudo ia bem. Eu leciono na parte da manhã. Meu esposo ficava em casa na parte da manhã. A tarde ele saía para dar conta de suas tarefas pastorais e eu ficava em casa com os meus afazeres e o pedreiro trabalhando na obra da reforma. 

Numa tarde, sem querer, vi o seu Antonio olhando distraidamente e minha direção. Depois que olhou voltou as suas tarefas, mas, meio que pensando alto, disse: essa dona Angela é muito boa e tem uns peitos gostosos. Devo estar ficando louco, pois acho que essa brancona não deve ser bem comida pelo marido. Vi que ele esfregava a mão por cima da calça na parte do pau, que estava duro. Mas logo voltou a trabalhar. Acho que ele deve ter lembrado que meu esposo é pastor. Pensei em contar o que vi e ouvi ao meu marido. Mas... Achei que foi só um delírio da parte daquele homem maduro e que tudo ficaria bem. 

Troquei de roupa e um pouco mais tarde ofereci um lanche ao seu Antonio. Estava usando um vestido um pouco mais curto e colado. Seu Antonio lanchou com os olhos grudados em mim. Percebi e perguntei se havia algum problema com o meu vestido. Se o meu vestido estava sujo ou rasgado. Ele não disse nada. Comeu o lanche e agradeceu. Saí de perto dele com um certo sorriso no rosto. Cara de mulher que quer aprontar. De quem queria seduzir aquele homem maduro e rude. E fui para o meu quarto. Lógico que não contei nada para o meu marido. 

No dia seguinte foi a mesma coisa dos outros dias. Fui para a escola. Mas, voltei, para casa mais cedo do que de costume. Aleguei estar com uma forte dor de cabeça e saí mais cedo. Fazia calor. Almoçamos e logo o meu marido saiu para uma reunião. Por volta 1 da tarde o seu Antonio voltou do almoço e continuou a colocar o piso. Vez ou outra eu ia lá ver o trabalho dele e perguntava algumas coisas a ele sobre o serviço. Seu Antonio parava para responder. Tentava disfarçar, mas acabava olhando pra mim. Ele parecia confuso, acho que queria olhar, mas tinha que respeitar. Eu não me importava, muito pelo contrário, na verdade eu estava era gostando. Aquilo, para mim, parecia um jogo de sedução. 

Não lembro bem, mas acho que por volta de umas 4 h da tarde o seu Antonio pediu água. Levei água para ele. Seu Antonio estava abaixado colocando piso. Fui com o copo d’água até lá e me abaixei perto dele. Ele tomava a água e olhava pra mim. Me desequilibrei e, para não cair me apoiei na perna dele, me encostei nele. Acabei por abraçar o seu Antonio. Não perdi a viagem e meti a mão no cacete dele, por cima da calça, e apertei. 

Ele perguntou: O que é isso dona Angela? 

Eu, tentando disfarçar falei: me desequilibrei e tive que segurar para não cair. Mas, foi bom, deu para matar uma curiosidade. 

Ele ficou confuso e continuou a trabalhar. Me levantei e fui para a cozinha. Algo aconteceu em mim. Fiquei toda molhada de excitação com o que fiz. O jogo estava bom e eu estava ganhando. 

No dia seguinte tudo estava indo normal. Nos fundos de nossa casa há outra casa pequena, uma edícula. Fazia calor. Fui até o meu quarto e coloquei um vestidinho soltinho e continuei com a mesma calcinha. O Pedreiro trabalhava normalmente. 

Eu o queria e resolvi dizer a ele a respeito de algo errado no teto do quarto da edícula. e que havia falado com meu marido para que o senhor tentasse resolver. Pedi que ele me acompanhasse até lá. Chegando lá eu, simplesmente, o ataquei descaradamente. Fui logo falando: 

- Seu Antonio, sabe aquele desequilíbrio e a queda daquela outra tarde? Foi tudo de propósito. Eu queria tocar em seu cacete e fingi estar caindo. Agora eu vou abaixar a sua calça e ver se o seu cacete é grande mesmo e se ele bilha. Se tem cheiro forte. Estávamos no quarto da edícula. Nem dei tempo dele dizer alguma coisa. Coloquei o cacete dele para fora e fiquei olhando e pegando no cacete do seu Antonio. Vi aquilo e fiquei assustada, maravilhada. Eu estava matando uma curiosidade e um desejo antigo: eu tinha em minhas mãos o cacete de um homem velho e mais feio que meu marido. Mas, um cacete com um tamanho muito maior. E que tamanho! minha aquele cacete preto e grande e bem duro! Ouvi seu Antonio dizer que já estava bom. Que eu já tinha visto que pego e até cheirado. Que eu tinha conseguido matar a vontade de ver outra vez uma cacete de um negro maduro, como o do homem que havia me bolinado quando eu ainda era solteira. Mas, eu disse para ele: 

- Aí é que o Sr. se engana seu Antonio! Não vou ficar aqui com essa vontade de ter um cacete assim a me foder, como fiquei durante muitos anos. Agora tenho um bem na minha frente e vou aproveitar. Venha seu Antonio me coma. Me fode velho. Agora é a minha vez. Quero o Sr. me veja nua, e quero ver a reação em sua cara. Quero também que o Sr. me chupe até eu gozar. 

Ele foi firme e disse já se levantando: 

- Dona Angela, a Sra. sabe que tenho serviço por fazer e seu marido pode voltar para casa. O seu marido sempre volta depois que eu já fui, mas vai que hoje ele volte antes. Avancei pra cima dele e disse: 

- Tire minha roupa. O Sr. tem que me ver nua e me chupar e me foder até eu gozar, nem que eu tenha que fazer uma loucura aqui. 

- Que loucura, perguntou ele incrédulo? Começar a gritar que o Sr. está tentando me estuprar a força. O Sr. duvida seu Antonio? Ele disse: 

= Não! Depois disso tudo que a senhora já fez para me trazer até aqui, eu não duvido de mais nada! Eu mesma tirei a toda a minha roupa e fiquei nua. Segurei com mais força o cacete dele. Seu Antonio disse: 

- Está bom dona Angela. Não precisa ameaçar gritar. Eu faço. Ele já estava nu. Ele olhou tudo e foi com a boca nos meus peitos. Quase gritando eu disse: que macho! Isso! Faz! Faz! Quero mais! Logo depois parti para o cacete do velho e... Beijei. Mordi. Chupei. Seu Antonio dizia que já estava bom, que alguém podia chegar e ver aquilo. Eu continuei a chupar o cacete e pedia para ele parar de falar. Ele continuava assustado com aquilo. Mandei ele deitar de barriga pra cima. Ele deitou. Eu quase sentei na cara do seu Antonio. Falei para ele:

Veja a minha boceta. Sinta o cheiro dela. Chupe. Chupe estou mandando! Ele cheirou e depois começou a chupar. Gemi e pedi mais. Parecia que estava elétrica. Mexi. Rebolei. Mandei ele chupar mais e mais. Botei a mão no cacete daquele homem maduro. O cacete parecia ainda maior e apontava para o teto. Caí de boca e chupei. Chupei ele. Brinquei com a cabeça em minha boca. Colocava a cabeça na boca e soltava. Dava uns estalos. Ria e dizia que estava muito bom aquilo. Logo peguei o cacete com uma das mãos disse:

- Agora vou sentar e cavalgar neste teu cacete grande, seu velho. Ele ainda tentou me fazer mudar de ideia e disse: 

- Não, não faça isso, não traia o seu marido, um homem bom, um pastor. 

- Vou sim!. Eu quero. Sonho com isso a muito tempo. Fique Vc calado ou então eu vou gritar que Vc está me estuprando. 

Ele colocou as mãos em minha cintura. Eu desci, literalmente, pelo cacete dele, engolindo centímetro a centímetro, com a minha gulosa boceta. Ele continua assustado com a minha atitude. Eu ali montada nele subindo e descendo fogosamente. Eu falava coisas que meu marido nem imaginava que eu pudesse falar. Segui dizendo ao seu Antonio: 

- Fode, me fode pedreiro, faz essa brancona gozar em teu cacete grande. Eu quero tua porra dentro de mim. E cavalguei até que gozei e ele também. Saí de cima dele e disse agora sim. Serviço feito! Serviço completo. O senhor achou mesmo, seu Antonio, que eu ia apenas ver e pegar e pronto? Nada disso! Eu queria e tinha que provar! Agora vou voltar para casa. Eu para a minha rotina e o Sr. para o seu serviço. Nem pense em falar nada disso com o meu marido ou com quem quer que seja. O Sr. me fodeu e tem porra sua dentro de mim. Digo que fui estuprada a força quando não tinha ninguém aqui em casa. Peguei o meu vestido e coloquei em mim. Ele se arrumou. Fechou a calça. Seu Antonio, um pedreiro negro, maduro e rude foi seduzido por mim aqui em nossa casa. Até hoje meu marido não sabe de nada disso. Isso era um segredo velado, que guardei até hoje, quando contei ao meu amigo Carlos Augusto e pedi que relatasse e publicasse, em forma de um conto. 

domingo, 2 de dezembro de 2018

COMI O CU DA MULHER DO PASTOR

Estava numa festa festa evangélica na mansão do pastor quando me deu a maior dor de barriga e, os banheiros estavam ocupados. 

Eu fui para o wc da suite da casa ,quando escutei vozes de três mulheres no quarto: era a da Andreia mulher do pastor loira gostosa de pernão bundão empinado peitão cabelo até a cintura; a Cecília, uma morena magrinha sex; a Rebeca, uma branquinha, com um cuzão empinado, peitinho durinho. Todas três na casa dos vinte anos.

Eu acabei a barrigada e, fiquei com vergonha de sair do wc, iria pegar mal. Ent]ao comecei a escutar a conversa quando Cecília recém casada perguntou a mulher do pastor se era pecado dar o cu para o marido dela. Então Andreia disse que não havia nada demais, mas ela tinha que resolver com o marido. 

Ela deu o exemplo dela que era doida para fazer sexo anal e oral, mas o marido dela não achava legal e ela nunca realizou esse desejo mas respeitava a opinião dele pois o amava.r

Rebeca disse que tinha vontade de fazer essas coisas. mas se segurava. Elas começaram a falar de putaria metelança, um papo muito sinistro para crentes.  

Eu já tava de pau duro ali no wc. A Cecília desceu para a festa quando Andreia perguntou para Rebeca quais eram os desejos dela. Foi quando ouvi o som de beijo na boca, aí fiquei doido, olhei pelo buraco da fechadura e vi as mulheres se agarrando e depois discutindo, quando Rebeca agarrou a Andreia e falou:

- Vou realizar o seu sonho e fez sexo oral com ela. 

Andreia se entregou a rebeca e gozou gostoso. depois se esfregaram as xotas uma na outra a maior putaria e eu como não sou bobo, dei uma abridinha de leve na porta do wc e filmei tudo no meu celular. 

Passaram alguns meses e encontrei no centro da cidade a Andreia. Nós começamos a conversar e, ela perguntou se ela tava indo pra casa. Ela disse que sim. Então ofereci uma carona e ela aceitou já. 

Na av. Brasil ela me perguntou porque tinha me afastado. Eu disse q tinha um defeito seríssimo pois sempre que via uma mulher gostosa igual a ela eu ficava com vontade de foder. Ela ficou surpresa, pediu respeito e disse q queria descer. 

Eu então falei que tinha visto ela transar com a Rebeca no quarto, no dia da festa e ela disse que era mentira. Então mostrei uma foto dela que tinha no meu celular. 

Ela começou a chorar. Eu disse para não ficar preocupada q não iria mostrar a ninguém, só queria a amizade dela quando ela me pediu para parar o carro perto da vila militar na avenida Brasil, num lugar meio deserto. Eu fiquei bolado, pois achei que ela iria descer, quando ela me surpreendeu tirando a calcinha e me deu para cheirar, e me mostrou o rabão branquinho dela com os pentelho douradinhos indo da xota e até o cu zerado dela. 

Então cai de boca naquele cu gostoso, mordi ela toda quando enfiei a lingua no cu ela gritava alto de prazer q safada gostosa. Que pele macia ela, abriu as pernas e mandei uma linguada na boceta dela, enfiei lingua metendo e tirando do furo da xota dela. Ela ficou louca comecei a chupar o seu clitoris e ela enlouqueceu e deu uma gozada na minha cara me agarrou com força e esfregou a xota na minha cara, toda melada. Eu nunca vi uma mulher gozar daquele jeito.  

Então coloquei-a no meu colo e mandei pau nela de novo enfiei o dedo no cu dela e meti com força e mais rápido. Ela gozou de novo,me arranhou todo. Então meti nela com mais força ainda e mais rápido, só que agora coloquei um dedo no cu e com a outra mão toquei uma siririca nela ela endoidou e gozou de novo.

 Então levei para o banco de trás do carro passei um creme no cu dela coloquei de quatro e mandei ver naquele cu. ela chorava e pedia mais me chamava de pauzão ,pedia:

 - Me arromba, me arromba parecia uma cadela no cio que mulher gostosa, gozei naquele cu, o meu pau parecia que ia explodir de tanto tesão. Que cu gostoso! que mulher gostosa! 

Depois fomos pra um motel, tomamos banho e comi o cu dela de novo. Ela bancou tudo, pagou o motel gozei na boca e na cara dela,fiz espanhola ela ficou louca louca ... 

sábado, 1 de dezembro de 2018

ESPOSA CRENTE E PASTOR SAFADO

Sou crente. Temente á Jeová. Meu nome é Melissa. Participo dos cultos de uma famosa Igreja Evangélica 3 vezes por semana e sou dizimista fiel. Casei jovem, com dezesseis anos. Meus pais incentivaram com gosto minha união com Sérgio, quando perceberam que suas intenções eram sérias, pois meu marido é um homem de 40 anos, muito trabalhador e voltado pra família. Ele também frequenta assiduamente os cultos no fim-de-semana... tenho um filho lindo chamado Ezequiel, de sete anos, que fica a tarde toda na escolinha. 

Desde mocinha, quando comecei a botar corpo, sempre usei roupas compridas, pois meus pais são muito conservadores. Geralmente são saias longas ou vestidos que descem até meia canela. Blusas sem decote ou abotoadas até em cima. É claro, que tenho espelho em casa, sei que sou uma mulher bonita, de 26 anos que chama atenção dos homens pelas formas. Tenho uma bunda grande, dura, redonda. Cabelos escorridos, quase até a cintura. Seios fartos, que teimo em espremer dentro de sutiãs que disfarcem o volume exuberante. Minha pele é cor de jambo, tenho uma boca carnuda e olhar penetrante. 

Minha mãe diz que era um olhar desconfiado, já meu marido sempre me pede para eu abaixar os olhos e obedecer _pois segundo ele, é assim que uma mulher temente a Jeová deve agir. Lembro-me que sempre senti muita culpa em relação ao sexo. Quando eu tinha 11 anos, sentia umas coisas diferentes e saía uma aguinha norma do meio das minhas pernas. Então eu, sempre escondida, quando não tinha ninguém em casa, levava a mão na protuberância que dá cosquinha e me vinha um negócio que parecia que eu ia explodir. Eu brincava um pouquinho, fazendo cosquinha e explodia mesmo!!! Nossa, era tão bom!!! Hoje já sei o nome "dessas coisas" e do que se trata... 

Meu marido é muito conservador, tão ou mais rígido que meus pais e o sexo entre nós é quase uma audiência na Vara Criminal (literalmente)... onde ele é o Juiz e eu sou a Ré. Monta em cima de mim, se agita _se me atrevo olhá-lo ele diz que eu devo me comportar, pois "estou virando uma mulher da vida” _ confesso que suporto isso como parte das coisas que me ensinaram que era O CERTO, e que eu deveria cumprir como "obrigação de esposa". Quase nunca gozo, e se gozo tenho que disfarçar e me conter. 

Ás vezes quando ele sai pra trabalhar, durante a tarde (depois de já ter deixado Ezequiel na escola) estou na lida de casa e vem subindo uma coisa norma por dentro, um calor que me deixa toda vermelha e ardente. Minha calcinha fica melada e meus sentidos esquecem que sou uma crentezinha fiel aos ensinamentos. Tudo que eu olho me excita... e foi numa dessas vezes que não aguentei. Larguei tudo que eu estava fazendo, morrendo de vergonha e medo, corri para o quarto, coloquei uma saia que subindo até meus seios fica como vestido curto (tipo tomara que caia), calcei umas botas pretas de cano alto com um salto discreto, e atolei minha calcinha, fazendo ela parecer uma tanguinha. Olhei-me no espelho e fiquei abismada com o que vi. Tinha diante de mim uma mulher GOSTOSA, coxuda de pernas de fora, seios que pareciam que iam saltar a qualquer momento... Beijei o espelho como se fosse um macho bem gostoso, babei tudo, eu queria ser possuída naquele momento... Estava ensopada, ensandecida, tomada por algum demônio, sei lá... 

Voltei pra cozinha, olhei os móveis e vi a quina da mesa de jantar de madeira... ela era convidativa, me dava tesão, uma vontade louca de montar ali e me esfregar feito louca... e com a respiração ofegante, num misto de pecado e prazer, foi o que fiz... colei minha xana na quina da mesa, ficando de pé, num esfrega-esfrega alucinante e gostoso. Rebolava feito louca e tentava, mas não conseguia, conter meus gemidos... Eu gemia, transando com a mesa da cozinha e de porta aberta... dava ainda mais tesão a possibilidade de alguém poder estar me observando... Eu estava fora de mim, dizia coisas como "Ai, me atola meu macho gostoso, me possui todinha, que meu marido é um corno que não me satisfaz"... e rebolava mais... minhas pernas estavam bambas e eu suava, cada vez mais sexy e tesuda... ia explodir a qualquer momento. Aí, o cachorro latiu... me assustei... bom, ás vezes ele late mesmo pra qualquer cadela de rua (até ele gosta, menos o corno do meu marido), então nem dei bola... mas de repente, quase enfartei... 

Vi Júlio, o pastor da nossa Igreja, entrando porta adentro... e eu ali, naquela situação (ás vezes ele aparecia por lá, para pregar a palavra; geralmente vinha acompanhado das irmãs, mas desta vez estava só). Tentei me recompor, ele deixou a Bíblia cair e me olhou de cima abaixo... Fiquei tão nervosa e constrangida que comecei a chorar e pedir perdão. Que não contasse nada para o meu marido, senão Sérgio me expulsaria de casa por ser depravada. Que eu não servia mesmo para nada, era uma sem juízo, mas amava minha família. Me ajoelhei aos pés do Pastor Júlio, e agarrei-o pela cintura implorando sigilo. 

De repente enquanto chorava, ali humilhada, percebi que ele fazia movimentos circulares com o quadril, esfregado algo duro em meus braços que o enlaçavam, muito perto do meu rosto, e eu diria mesmo que estava querendo esfregar na minha cara. O safado do Pastor estava de PAU duríssimo, e pelo volume era uma vara monstruosa. 

Aff... Júlio era um homem com cara de sério, usava óculos, aparentava ter uns 30 anos e era moreno claro de olhos verdes. Tinha coxas grossas e ombros largos. 

O descarado não fez nem cerimônia, abriu o zíper e passou o pau no meu rosto, dando uma gemida longa... Sentir o cheiro daquele macho e ver aquela cabeçorra (a maior cabeça que já vi, parecia um microfone profissional) me trouxe de volta á realidade da sacanagem... Parei de chorar na hora e esqueci tudo... minha xana doía de vontade de ter uma pica grossa pra possuí-la, e Jeová tinha atendido minhas preces e mandara uma bem grande pra mim... E como se eu fosse uma “puta devassa da vida”, como meu corninho dizia, abocanhei aquela vara com gosto... Lambi toda a cabeçorra e fui passando minha língua de cima abaixo... lambia as bolas, batia com o pau no rosto e sentia um prazer enorme em fazer isso... Era a primeira vez que eu tinha uma pica assim... Júlio não falava nada, só apalpava meu peitão, e acabou colocando um pra fora do vestido improvisado. Ele apertava meu bico, e eu ficava cada vez mais louca, lambia mais e COM VONTADE... Engolia até o talo, botava fundo na garganta até engasgar. 

Ficamos um bom tempo assim. Então ele me levantou, tocou todo meu corpo, rasgou minha saia-vestido, tirou minha calcinha melada com violência (estava ensandecido, parecia possuído também)... Me sentou na mesa da cozinha e foi brincando com o pau na minha xana úmida... esfregava de cima para baixo no meu grelo que já estava duro de tesão... foi forçando a cabeçorra na entrada dela e conseguiu entrar... Doía, de tão grande que era, e eu gritava enquanto ele tapava minha boca com a mão... sorria pra mim, me olhando nos olhos... Abri a camisa dele, era lindo, peludo, tinha um tórax de tirar meu fôlego... nossa que macho GOSTOSO e pirocudo. 

Finalmente eu tinha um Homem pra me possuir do jeito que sempre tinha sonhado. Foi bombando devagarinho, até entrar tudo... me rasgou toda e aí mandou ver num ritmo frenético e alucinado com pressão... Gozei uma, duas, três, quatro vezes... cada vez que ele movimentava os quadris para os lados e enfiava até bater no útero, eu gozava com o pau entalado. Ele gemia, dizia que assim não ia aguentar, que eu estava apertando seu cacete como uma boa esposa PUTINHA. Falava no meu ouvido que aquela era a melhor reza que ele já tinha dado na vida... Ouvir ele me chamar de putinha me deixava feliz, satisfeita por estar dando prazer para aquele macho gostoso. Na hora que percebi que ele ia gozar disse que não podia (dentro), pois eu havia parado de tomar pílula para ter mais um filho com Sérgio... mas ele fingia não ouvir, ou não ouvia mesmo, estava em transe, só repetia que minha boceta era muito gostosa e que iria gozar e encher meu buraquinho de leite... Aumentou o ritmo e eu que já tinha gozado feito louca, senti minha xana babando mais, aumentando meu suco com a possibilidade de ser invadida pela porra de outro macho que não fosse meu maridinho. 

Ele não podia, era perigoso. Não podia. Não podia, mas dizia que estava vindo e eu me agitei toda. Senti sua pica grossa frenética, tremendo dentro de mim, até que veio o primeiro jato de porra quente, me invadindo e queimando por dentro. Ele urrou de prazer, mais alto do que eu gemia. Exclamou um "Glória Senhor!" e começou a rir, enquanto bombava o resto do leite... eu não aguentei e gritei GOZANDO novamente... mastigando o pau dele e engolindo todo o leite com minha xana enlouquecida... 

Agora, sou amante do Pastor Júlio e estou grávida de 3 meses e meio. O Pai? Não sei... amo meu marido, mas O PASTOR da minha Igreja é o macho que me possui depois dos cultos, na sua salinha particular, enquanto "tira o demônio do meu corpo"... E meu marido acha que eu estou melhorando muito depois dessas sessões... Nunca mais levantei os olhos pra ele, e me comporto como uma tímida esposa fiel e temente deve ser com seu marido corninho... kkkkkk 

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

RELIGIOSA E ESPOSA DE UM PASTOR

Hoje, minha vida de casada com Vitor está mil vezes melhor do que alguns anos atrás... Se bem que ainda gosto de enfeitar sua cabeça com um belo par de chifres. 

Vivendo na roça e sendo assídua frequentadora de um templo religioso, conheci Vitor que iniciava como pastor e com 19 anos aceitei seu pedido de casamento; ele tinha 26. 

Poucos meses, até hoje não fiquei sabendo o porquê que Vitor foi afastado da igreja e parou de celebrar cultos... Começamos a ter dificuldade financeira para poder ter pelo menos o básico dentro de casa. Sempre com esperança das coisas melhorarem, passei a usar toda minha simpatia pra conseguir coisas fiado em algumas lojas, no bar e principalmente na quitanda (mercadinho) do português Manuel. Vitor recebeu um pouco de dinheiro como se fosse uma indenização da igreja e resolveu viajar para outra cidade e tentar conseguir ser pastor em uma congregação diferente. 

Eu fiquei sozinha e logo as portas foram fechando pra mim e passei a ter dificuldade pra adquirir as coisas no fiado. Até o Sr. Manuel que vivia se derretendo por mim resolveu cortar meu crédito. 

Apesar de religiosa sempre soube que tinha um corpo de chamar atenção: 1,65 , 59 kg, peitos grandes e firmes, uma bunda empinada e um par de coxas roliças que vivia escondendo sob vestidos e saias longas... Como sempre notei que o português vivia me comendo com os olhos, percebi que teria que ser mais flexível pra conseguir alguma coisa dele. Ele que sempre ficava no caixa enquanto um rapazinho seu empregado ia atendendo os fregueses que chegavam, me aproximei fazendo carinha de triste e falando baixo: 

- Poxa Sr. Manuel; me vende fiado vai... Eu juro que vou pagar quando o Vitor voltar! 

- Oh pá rapariga Letícia... Estais a me dever um bom dinheiro; tu sabes? 

Disse que sabia e tornei a prometer que ia lhe pagar até o último centavo... Mas o portuga pão duro resolveu ser duro na queda. Dei uma olhada por todo estabelecimento e vendo que o empregado estava sentado lá na porta e que não havia nenhum freguês, resolvi que tinha que conseguir de qualquer maneira... Le-vei minha mão por trás do balcão e passei sobre suas pernas acariciando:  

Me ajuda Sr. Manuel... O Sr. sabe que eu gosto muito do Sr.; não sabe? 

Ele arregalou os olhos e segurando minha mão colocou-a sobre onde estava seu pinto... Senti o volume dentro da calça mesmo estando mole: 

- Oh pá... Se for verdade, podemos começar a conversar sobre o que a rapariga está a precisando! Estava entrando uma freguesa e antes dela se aproximar do caixa, lancei o melhor sorriso que pude pro portuga: 

- Gosto muito Sr. Manuel... Só que eu não posso me expor na frente das outras pessoas. Paramos de falar até que a freguesa saiu e o rapaz voltou pra porta e sentou na cadeira ficando de costas para nós. O Portuga pegou minha mão e foi perguntando o que eu estava precisando que ele ia ver o que poderia me arrumar. Nisso, levei um susto quando percebi que ele me fez segurar seu pinto que sem que percebesse tinha colocado para fora... Tive que continuar segurando e ainda sorrir pra ele. 

Continuei conversando e resolvi agradar mais passando a mão... Foi aí que começou a minha curiosidade, tive a impressão que o portuga tinha um pau grande e grosso pelo que senti com minha mão. Sem largar, tive que dar um jeito e chegando mais para trás do balcão para olhar a vara do portuga que devia estar medindo aproximadamente uns 25 cm e tinha uma cabeça muito mais grossa do que o restante. 

Eu voltei pra minha posição anterior e comecei a punhetar aquela vara dura que mais parecia uma tora... No início estava me achando uma mulher suja, mas, logo estava gostando de segurar aquele pau que senti minha xoxota se contraindo tanto que passou a me incomodar. 

Eu Fiquei aliviada quando ele pediu pra esperar e saiu rapidamente para o cômodo que ficava atrás da loja... Provavelmente tinha ido acabar de se masturbar. 

Eu consegui uma boa quantidade de mantimento e só voltei na quitanda cinco dias depois já sabendo que ia conseguir mais coisas no fiado. Novamente fizemos o mesmo ritual... Segurei seu pau e fui punhetando levemente até que ele balando baixinho sugeriu que eu voltasse minutos antes dele fechar o estabelecimento prometendo me dar de graça uma boa cesta básica. 

Foi faltando cinco minutos pra ele fechar, tive a preocupação de entrar rapidamente para que ninguém percebesse... Sr. Manuel já tinha dispensado seu empregado mais cedo. Ele arriou as portas e quando vi baixando as calças me mostrando aquele enorme pinto, meu pensamento já nem era mais pela cesta básica que ia ganhar, estava louca pra experimentar como era ter um pau daquele tamanho e grossura enfiado na boceta. Quem me visse jamais acreditaria que eu era uma religiosa e mulher de um pastor; botei meus peitos pra fora e segurando o pau do portuga, fiz ele chupar bastante meus melões até sentir que minha boceta estava bastante molhada. Tirei minha calcinha e me debruçando sobre umas sacas de batatas levantei minha saia e empinei minha bunda: 

- Vem Sr. Manuel... Mete na minha boceta; mete! Apesar do velho estar beirando os 60, tinha uma pica tão dura que assim que começou a me penetrar, tive que segurar pra naão gritar muito alto: 

- Aaaaiiii! Aaaaiiii! Ai Jesus! Ai Jesus!... Devagar Sr. Manuel; devagar!... Ele parecia um jumento socando na minha boceta e não demorou pra eu ter um estrondoso e delirante orgasmo... O animal do portuga inundou minha boceta com uma quantidade enorme de porra que vazou escorrendo pelas minhas coxas. O portuga passou a lavar uma pequena cesta básica toda semana em minha casa.

Eu sabia que mesmo tomando todo o cuidado, sempre tinha alguém que poderia ver o Sr. Manuel entrando na minha casa... Era o risco que eu tinha que correr para continuar trepando com aquele homem pauzudo. O Sr. Manuel quando me viu pela primeira vez totalmente pelada: 

- Oh caralho... Tu estais a me deixar louco; vais ter tudo que precisares de mim; é só pedires!... Era simplesmente maravilhoso ter aquele velho tarado me fodendo como seu eu fosse uma égua e ele um garanhão de pau enorme. Mais maravilhoso ainda foi quando ele com aquele seu bigodão chupou minha boceta... Sr. Manuel lambia, chupava e passava o bigode da minha boceta fazendo cosquinhas e me fazendo gozar feito uma vagabunda de zona. 

Vitor voltou a celebrar cultos em uma nova igreja e passou a me mandar uma boa quantidade de dinheiro... Paguei todas nossas dívidas pela cidade e já sabendo que ia embora com Vitor, passei a não mais me importar das pessoas verem o portuga entrando na minha casa... Mesmo não precisando comprar mais nada fiado, gostava de ficar brincando com a pica gostosa do portuga: beijava, lambia, chupava, punhetava e sentava cavalgando como um louca até gozar e deixar ele gozar tudo que podia dentro da minha boceta. 

Meses depois, fui embora para outra cidade com Vitor e tudo começou a melhorar: casa nova, novos amigos e principalmente novos homens me olhando de forma bastante sugestiva (a maioria pastores), mas foi o pastor Walter, que era o mandachuva de toda congregação e obviamente o chefe de Vitor que foi o mais atrevido de todos. 

Nós Estávamos um grupo de pessoas juntas conversando após um culto quando Walter carinhosamente colocou um braço sobre meus ombros... Conversa vai e conversa vem, todos tão descontraídos senti que a mão do pastor Walter saiu do meu ombro e foi para o meio das minhas costas... Quando senti descendo discretamente procurei nem me mexer e logo sua mão estava na minha bunda dando uma ligeira apalpada numa das minhas nádegas e uma rápida esfregada. 

Quando nos encontramos novamente, Walter na maior cara de pau me falou que tinha arrumado um curso de cinco dias para o Vitor fazer em São Paulo e, que ele gostaria de me fazer uma visita enquanto estivesse sozinha. Toda dengosa e cheia de sorriso: 

- Não fica bem uma mulher honesta e religiosa como eu receber um homem enquanto seu marido não está em casa! 

- Ninguém precisa ficar sabendo Letícia... Só gostaria de conversar com você sobre o futuro do Vitor em nossa congregação. Logo veio o medo dele ser novamente excluído e com muito jeitinho fui perguntando e Walter foi me tranquilizando dizendo que era coisa boa que ele pretendia para o Vitor. 

- Então está combinado pastor... Vou ficar esperando o Sr. na minha casa! 

Para não querer ser muito atrevida, no dia vesti uma saia comprida e uma blusa discreta, mas com um pouco de decote que realçava meus seios. Walter chegou, beijou minha mão e em seguida no rosto. Fui para cozinha dizendo que ia fazer um café e Walter logo apareceu e aproveitando que eu estava de costas me abraçou por trás levando a mão nos meus dois seios... Sabia que a ida dele na minha casa tinha justamente aquelas intenções; fingindo estar surpresa, mas deixando continuar me apalpando: 

- Que isso Sr. Walter; sou uma mulher direita e fiel ao meu marido! Ele me beijando na nuca e levando uma das mãos para suspender minha saia: 

- Olha Letícia... Se for boazinha comigo, vou fazer o Vitor de dar uma vida de rainha! 

- Mas isso é pecado Sr. Walter! 

- Não é não minha gostosa... Sentir prazer nunca é pecado!... Nisso minha calcinha já estava nos meus joelhos, me virando passei meus braços pelo seu pescoço: 

- Vou confiar no Sr... Só não vou querer magoar nunca meu marido; combinado? Já estava sentada na pia e ele terminou de tirar minha calcinha para em seguida tirar minha blusa me deixando só com a saia toda enrolada na minha cintura... Foi mamando nos meus peitos e passando a mão na minha boceta: 

- Fiquei louco por você desde a primeira vez que te vi... Você é a mais bonita e a mais gostosa das esposas entre todos os pastores. 

Fui entregando os pontos e toda cheia de tesão pra dar a boceta: 

- Vamos lá para cama pastor... Lá é muito melhor! E não é que aquele velho também sabia dar uma boa fodida em uma mulher? Walter deitou sobre mim e enfiando seu pau na minha boceta ficou por uns quinze minutos socando: por cima, de ladinho e foi terminar me pegando de quatro me fazendo ter dois orgasmos antes de lambuzar minhas costas com todo seu gozo. 

Só que dois dias depois, ele voltou na minha casa, deu novamente aquela trepada de quinze a vinte minutos me deixando toda mole sobre a cama. Depois tirou um cochilo de quase duas horas e quando acordou me pegou novamente na cama me beijando na boca e mamando nos meus peitos... De pau novamente duro: 

- Fica de quatro que eu quero comer sua bundinha! 

- Não Sr. Walter... Isso eu nunca fiz antes!... 

- Seja boazinha comigo Letícia... Adoro comer um cu; e você tem uma bunda maravilhosa! 

- Mas... Mas... Vai com cuidado Sr. Walter! O filho-da-puta molhou bastante seu pinto com saliva e ainda debruçou sobre minha bunda cuspindo sobre meu ânus... Quando ele me agarrou por trás e foi empurrando fazendo seu pau duro ir entrando, tive a impressão de que ia ser dividida ao meio. Mesmo berrando feito uma desvairada Walter foi empurrando tudo e ainda ficou socando por vários minutos até gozar feito um cavalo dentro do meu ânus... 

Dias depois, quando ele meteu novamente na minha bundinha passei a gostar de também dar o traseiro. 

Vitor foi crescendo como pastor e passou a me levar em suas viagens: Israel, Canadá e até nos Estados Unidos. Com minha convivência com outros pastores e suas esposas fui descobrindo que muitos gostavam de posarem como santos, mas na realidade eram tão depravados que alguns chegavam a participar de bacanais entre eles... 

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

CASAL DE PASTORES

Ola, o que vou falar agora é uma história real, tenho 29 anos e minha esposa 30 somos crentes e por isso minha grande surpresa. Estamos casados a 7 anos. 

Minha esposa é o tipo de mulher muito certinha cheia de frescura, não solta pum na minha frente, não troca de roupa na minha frente e também é muito moralista. Ela fica querendo sempre ser certinha, eu por outro lado e sentia muito por fora na minha vida sexual, pos ela so fazia o básico, isso me deixava muito chateado.

Quando comecei a usar a imaginação para me realizar sexualmente, ficava imaginando ela pelada em publico, tudo para expor ela, só que isso era somente nos pensamentos, mas em uma bela noite depois de uma festa de casamento aconteceu algo estranho. 

Neste casamento, ela encontrou seu ex-namorado. Eu fiquei com muito ciúme, pois percebi que ela ficou tentando ficar distante de mim. Eu passei a festa na minha sozinho. 

Quando chegamos em casa fui falar com ela sobre tudo mas antes de falar quando entramos em casa, ele foi e me deu um beijo de lingua, nunca ela tinha dado um beijo assim na mesma hora fiquei muito excitado e comecei a levantar o vestido dela, e beijar os seios dela ela pegou no meu pau apertando e ficou de costa virando o bumbum para mim, ai eu fui falando no ouvido dela que estava com ciúme dela, mas para minha surpresar ela cada vez mais ficava louca. 

Ai eu disse vc tá transando comigo e pensando no seu ex-namorado não é? me responda ai ela disse

- Vai continua é gostoso saber que te dois homens lhe desejando, na hora me deu uma raiva misturada com tesão, comecei a chupar a vagina dela e ela gritava o nome do ex namorado dela, meu que tesão me deu aquilo! Ela gozou, tava toda molhada chamando o nome dele. 

Depois desse dia fazemos sexo falando sobre outros homens, mas quando saímos da cama ficamos como se nada acontecesse, é algo muito estranho mas me da muito tesão.. sei que ela adorar, saber que outros homens goste de ver seus seios que são lindos. 

Depois que da uma de certinha na rua. se tiver alguém que queira conversar sobre isso pode deixar recado sem falar que depois desse dia agora ela adora soltar um pum na hora do sexo.