terça-feira, 6 de novembro de 2018

FUI DEFLORADA NA DESPEDIDA DE SOLTEIRA

Casei-me muito nova, com apenas 21 anos, e acho que posso dizer que meu marido Erick foi o meu primeiro homem. Ou quase isso... Vou contar a vocês o que aconteceu na minha despedida de solteira e vocês vão entender o que quero dizer.
Conheci o Erick ainda bastante jovem, quando frequentava a igreja evangélica do meu bairro. Ele era apenas alguns anos mais velho que eu, mas já era uma pessoa vivida, experiente. Eu, ao contrário, nunca tinha saído da minha cidade e praticamente a minha vida se resumia a estudar e ir à igreja. O máximo que tinha chegado a fazer com um rapaz tinha sido beijo na boca. E mais nada.
Foi só depois de alguns meses de namoro que, pela primeira vez, senti o toque de um homem em minhas partes íntimas. Muito paciente, o Erick esperou até que eu lhe desse permissão e, nesse dia, conseguiu acariciar minha boceta, por cima do vestido. Foi quando lhe confidenciei sobre minha virgindade. Ele reagiu muito bem e disse que respeitaria a minha escolha de esperar pra fazermos sexo apenas depois do casamento.
Confesso que foi bem difícil resistir. Havia dias em que ele roçava o pau na minha boceta, sempre por cima da calça, e eu quase chutava o balde e pedia pra ele penetrar. Quando ele encostava a mão diretamente na minha boceta, eu pedia pra ser cuidadoso e não enfiar o dedo, apenas acariciar meu clitóris. Fazendo isso, eu gozava facilmente em seus dedos. Nessa época, minhas calcinhas ficavam sempre molhadas. A vontade de dar estava me consumindo. Finalmente, depois de três anos de namoro, ele me pediu em casamento. Eu tinha 21 anos e ainda era virgem, então não via a hora de poder fazer sexo.
Aproximando-se a data do casamento, minhas amigas da faculdade resolveram organizar uma despedida de solteira pra mim. Tentei convencê-las a fazermos outra coisa, como ir a um restaurante, mas elas queriam uma festinha, com muita farra e bebida. Nem tive coragem de contar ao meu noivo como seria a despedida, disse apenas que iríamos a um restaurante.
Quando foi o dia, cheguei na casa onde aconteceria a despedida de solteira, e já encontrei todas as minhas amigas já um pouco bêbadas. Eu, mesmo sem beber, estava me divertindo bastante. Até que bate a campainha. Pra minha surpresa, era um garoto de programa, contratado pra animar a festa. Não posso dizer que gostei da surpresa. Ao contrário, fiquei envergonhada e com raiva das minhas amigas. Bastante contrariada, acabei tendo que aceitar, afinal o rapaz já estava ali e seria desfeita mandá-lo embora.
Pelo menos ela era bastante educado e bem humorado, o que fez a festa ficar ainda mais divertida. Ele dançava e brincava com todas as minhas amigas. E, quando chegava perto de mim, eu me afastava. Percebendo que eu estava tímida, ele veio em minha direção e me acuou na parede, dizendo, bem pertinho do meu ouvido: "você é a noiva mais linda que já vi". Fiquei arrepiada.
Foi quando ele começou a fazer um strip tease em cima da mesa da sala. Ele tirava peça por peça, pra delírio das minhas amigas. Quando, por último, ele tirou o pau pra fora, elas vibraram e se empolgaram. Eu, ao contrário, fiquei assustada e me afastei, fechando os olhos pra não ver.
Com muito custo, minhas amigas me convenceram que apenas olhar não seria nenhum pecado, muito menos traição.
Quando abri os olhos, fiquei espantada com o tamanho daquele pau. Eu só tinha visto assim em filme, já que o do Erick é bem menor. Foi me dando água na boca, algo inexplicável estava acontecendo comigo. Não conseguia tirar os olhos do pau do moço.
Ele percebeu a minha admiração e se aproximou, deixando o pau encostrar de leve na minha coxa. Dei um pulo pra trás, como um reflexo. Ele disse: "relaxa, noivinha, não vou arrancar pedaço". Falou de um jeito tão delicado e sedutor, que não resisti. Deixei ele se aproximar novamente e, dessa vez, acabei tocando o pau com as mãos e senti suas veias pulsando.
Minhas amigas, mais empolgadas do que nunca, gritaram: "isso aí, Dani, se joga!". Minhas mãos tremiam, eu estava pegando em um pau de um estranho! Se meu noivo descobrisse, seria motivo pra cancelar o casamento. O homem, percebendo que eu estava confusa e preocupada, tentou me relaxar: "não se preocupa que não existe traição em despedida de solteira". Fiquei mais tranquila quando ele disse: "com certeza seu noivo tá fazendo o mesmo na despedida dele!"
Com esse argumento, ele me venceu, deixando-me relaxada... Ele me sentou no sofá e começou a dançar bem pertinho, fazendo o seu pau balançar e se aproximar do meu rosto. Minha vontade era de avançar e abocanhar tudo de uma só vez, mas fiquei sem graça com todas as minhas amigas nos observando. Foi quando tomei a iniciativa de ir para o quarto com ele. Minhas amigas até me aplaudiram, dizendo "aproveita, Dani!"
Entrei no quarto e fui sentando na beirada da cama. Fiz questão de dizer a ele a verdade, que eu era virgem, e que não queria fazer sexo, pois estava me guardando pro meu noivo. Ele respondeu, rindo: "pode deixar que você vai voltar inteira pro seu noivo"... "Percebi que você queria colocar a boca nele, então pode aproveitar agora", disse ele.
Trêmula, fui lentamente aproximando minha boca até encostar levemente os lábios no pau. Minha boca encheu de água. Comecei a chupá-lo, meio sem jeito, e acabei mordendo. Ele riu e disse que era assim mesmo, que eu ainda estava aprendendo. Em seguida, ele me colocou deitada, com as pernas abertas, e foi passando a língua nas minhas coxas, virilhas, até chegar no clitóris.
Como eu não pedia pra parar, ele continuou, até penetrar levemente a língua dentro da minha boceta. Que delícia! Sempre que eu estava prestes a ter um orgasmo, ele percebia e parava, fazendo-me ficar louca de tesão. Hoje percebo que isso foi uma estratégia pra deixar com vontade de querer transar. Realmente, ele me deixou subindo pelas paredes.
Nesse momento, meu tesão era tanto que montei em cima dele, de forma que minha boceta ficou esfregando em seu pau. Ele também passou a se mexer, fazendo com que seu pau massageasse meu clitóris.
O tempo todo eu falava pra mim mesma, mentalmente: "não estou sendo penetrada, então ainda sou virgem". Mas algo inesperado aconteceu... De tanto esfregar o clitóris, acabei tendo um orgasmo e, nesse momento, acabei perdendo a virgindade: como me contorci de prazer, acabei, sem querer, encaixando a boceta no pau. Quando percebi, o pau já estava dentro de mim, fazendo correr um pouco de sangue pela minha perna. Pronto, não tinha o que fazer, daquele momento em diante eu já não era mais virgem.
O homem estava com tanto tesão que nem parou, continuou a meter, cada vez mais rápido e mais fundo. E eu tava tão molhada que o pauzão dele entrava fácil. Em poucos tempo gozei mais uma vez... Ele, então, me virou de costas e começou a bombar em minha boceta, que acabava de ser deflorada . Tirou o pau, que ainda tinha um pouco de sangue, e gozou em cima da minha bundinha.
Depois disso, fiquei me sentindo envergonhada e nem queria sair do quarto. Percebendo que eu estava pra baixo, ele me abraçou, dizendo que ninguém precisaria ficar sabendo do que tinha acontecido. Um pouco mais calma, voltei pra sala, onde estavam minhas amigas. Disse a elas que não tinha acontecido nada de mais, apenas alguns amassos, e elas parecem ter acreditado.
Na minha noite de núpcias, meu marido nem desconfiou que eu já não era mais virgem (até mesmo porque fingi que estava doendo muito quando ele penetrou). E até hoje, ele nem desconfia do que realmente aconteceu na minha despedida de solteira...
Beijos.
Dani.

A crente casadinha e o carinha do busão ( a despedida...)

Olá queridos leitores, continuando o conto anterior PARTE2- A crente casadinha e o carinha do busão
-Acorda amor...acorda...
- humm....vc me matou, vc me matou....desculpa...
- Lana, que isso...o que vc esta dizendo
- hummm....
- vc estava tendo um pesadelo, o que vc estava sonhando?
- nada...
A visão ainda estava turva, ainda se acostumando à realidade...fiquei um tempo na cama, esperando a realidade...meu marido se arrumava...perguntei-lhe:
- vai aonde? Vc vai trabalhar?
- não, vou na minha mãe...
- hum...
- vc esta bem?
- sim, to
- vc estava gemendo, depois me xingou...tava sonhando com o que? Perguntou desconfiado.
- não sei amor, não sei....não lembro de nada.
- hum, murmurou.
A ida de Márcio a casa de sua mãe foi providencial, me levantei, comecei a arrumar as coisas e aos poucos fui me lembrando do pesadelo, senti um sinal de alerta soar em mim, mas uma vez o remorso por tudo que tinha acontecido nos últimos tempos me abatia, não posso continuar nesse caminho, imagina se meu marido descobre tudo, pensava...resolvi me acalmar, tomei um banho e fui assistir televisão.
De repente escuto alguém me chamar no portão, fui atender e era Rodrigo...
- er...oi...ta fazendo o que aqui?
- boa tarde pra vc tbm, respondeu sorrindo...
- ah sim, desculpe...boa tarde...tava cochilando.
-tudo bem delicia, posso entrar?
-Sim, mas...é....sem querer ser mal educada....meu marido daqui a pouco volta.
- Tá, sim...mas eu não vou te morder não gostosa, fica tranqüila...é que minha mãe contou que você ficou de passar um documento da escola pra ela e como eu vinha por aqui me ofereci pra buscar...ela tentou te ligar antes, mas não conseguiu falar ctg...
- ah sim, me esqueci...vc espera um pouco, eu ainda tenho que arrumar, é rapidinho, Entra.
Ele riu e entrou...
- quer alguma coisa, refrigerante, café?? Já almoçou??
- calma linda, fica tranqüila...só tem uma coisa que eu quero: você.
- para com isso garoto...não fala essas coisas...
- qualé Lana, desde aquele dia, desde que te vi La em casa que não paro de pensar em vc.
- Rodrigo, foi gostoso, foi maravilhoso aquela loucura do ônibus, mas eu sou casada, não quero mais fazer isso com meu marido e além do mais vc é filho de uma amiga minha.
-Qualé Lana, pó, ninguém vai saber de nada....vc não gostou de mim foi isso?
-Não, não é isso....vc é lindo, gostoso....mas...é...poxa....me entenda...
Ele não entendeu...Fez aquela carinha de menino chorão e resmungou:
- poxa, olha como que estou só de estar aqui perto de vc...
E tirou aquela piroca grossa e gostosa meio mole, meio dura... minha bucetinha piscou, minha boca encheu d´agua( eu não resisto a uma piroca grossa rsrsrs), mas tentei me manter firme:
- guarda isso garoto, ta louco( minha voz saíra do “NÃO!!!!” para o “não, quase sim”)
- olha...vc disse que foi bom, não foi?
- sim, foi.
- então, me da uma despedida então?
- como assim?
- vc não disse que não quer mais fazer isso, então, vamos ficar só essa vez, prometo que não vou mais te incomodar.
um sorrisinho maroto saíra nos meus lábios...
- ainnn Rodrigo, não faz isso...
- ah Lana, poxa, vc não quer!? Não esta sentindo vontade? Sabe como é pra mim, um garoto simples deixar um mulherão como vc atraída, poxa, é a realização de um sonho e o pior é que vc ta assim....toda gostosa com essa roupinha...meu deus do céu, tem noção de como eu fico aqui, olhando pra vc, te desejando...
-não é querer ou não
Ele se aproximou, pegou na minha cintura, percebeu que minha respiração estava ofegante, foi me beijando de mansinho na boca, no pescoço, falando coisinhas no meu ouvido...seus dedos apalpavam minha minhas coxas subindo até minha virilha...
- para Rodrigo, meu marido pode chegar.
- vai chegar não...vem pra mim vem,,....te quero amor.
- hmmmm Rodrigo paraaa, não faz isso...
Não tinha mais volta, eu já estava atracada aquele guri safado e aproveitador, minha mão já alisava seu pau e meus seios já estavam em sua boca, ele tentava sem sucesso sugar todo meu seio que mal cabia na sua boca, chupava como um bebe esfomeado e eu segurava melões por baixo pra ajuda-lo....minha perna automaticamente se ergueu se envolvendo em suas pernas e deixando minha grutinha ainda mais a mercê dos seus carinhos....rebolava em seus dedos e gemia gostozinho, eu já tinha me esquecido completamente da promessa que havia me feito horas antes...
Ele me deitou no sofá e caiu de boca na minha xaninha, eu gemia, me remexia e ele sugava todo meu melzinho...mordiscava meu grelinho e lambia até chegar no meu cuzinho como um cão bebendo água...eu só gemia e me deliciava, chegando ao gozo...a partir daí eu voltava a ser a laninha putinha crentinha casadinha...ansiava por pica, queria meu machinho dentro de mim, a porta que eu sempre tento fechar escancarava-se..
- seu safado....me fode vai, fode sua putinha, vai...supliquei...
Ele riu e com carinha de anjinho canalha, retrucou:
- vc gosta né, safada? Confessa vai...diz que ama essa rola, diz...
- amo..hmmmm amo essa pica, e batia ela na minha buceta, me fazendo dar gemidinhos torturantes
-então como é a ultima vez vc vai ter que aproveitar muito ela...
-me da ela vai, da rola pra putinha casada dá, faz o que o corno não sabe fazer
E lambia meus seios, fazia cara de vadia dengosa, ele me fez ajoelhar e bateu sua piroca na minha cara e me ordenou chupa-la, eu vadia submissa do jeito que amo ser tratada, obedeci; abocanhei aquela tora pulsante, engolia tudo, levantava seu pau e chupava seu saco, lambia, mordiscava, passava lingua na cabecinha, punhetava...
Meu homem me botou de 4 e me fodeu do jeito que mais gosto, sentia seu saco batendo, fazendo aquele barulho de tapa, após uns 5, 6 minutos bombamdo sem parar, ele anunciou o gozo....virei de frente e levantei meus seios pra receber leitinho, era tanta porra que não só meus seios, mas minha cara estava toda melada...
Após o torpor, liguei para meu corninho pra saber onde ele estava, ele disse que ainda estava na mãe e lá pelas 18:00 sairia de lá, tinha tempo, pensei, tempo suficiente para mais um round dessa última batalha..rodrigo já estava com tesão de novo e fomos para um banho regado a muita luxuria.
Devidamente limpos e cheirosinhos levei meu gostosinho para a caminha do corno( como dizia seu Joel, chifre bom é quando acontece na cama onde o corninho dorme) e como já havíamos feito as preliminares no banho, meu gatinho ficou me beijando por longos minutos sobre mim como se fossemos um casalzinho apaixonado... Rodrigo tem um beijo maravilhoso: forte, apaixonado, vibrante...sua piroca sozinha já encontrara o caminho da minha xaninha e já estava recebendo metidas amalgamadas ao beijo alucinante que dávamos...
Se antes fudemos com avidez, agora era calmo e gostoso, romantico e apaixonante...meu menino me mandou ficar por cima e assim o fiz,fiquei cavalgando devargarzinho, rebolava, jogava meus longos cabelos pra trás, mordia os lábios com os olhos fechados, enquanto Rodrigo apertava meus peitos com uma das mãos e às vezes me dava tapinhas na cara( coisa que me deixa ainda mais louca) tive uns 3 orgasmos seguidos ali...após me saciar era hora de fazer meu homem feliz....aumentei o ritmo da cavalgada, fazendo meus peitos quicarem e após um tempinho, o guri já se contorcia embaixo de mim...urrando e me xingando de tudo quanto era nome:
- vai vadia, cavalga porra..ahhh....me faz gozar sua puta safada...sua cadela.
- isso me xinga vai....me bate caralho( primeira vez que falava caralho rsrsrs), hmmmm ainnn ...mostra pra tua vadia que vc é quem manda...
Virei de costas pra ele sem tirar a pica de dentro, me apoiei nos seus pés e cavalgava exibindo meu rabão pra ele:
- vai safada, que delicia....que bunda maravilhosa essa puta tem, que visão deliciosa é essa.
Bastou mais alguns segundos assim e senti seu pau inchar dentro de mim, percebi que ele ia gozar e diminui o ritmo, rebolando e sentando devagarzinho... gozamos juntinhos...até hoje essa foi uma das melhores fodas que tive na vida, mesmo hoje, depois de já ter sido comida por vários machos essa foi uma das melhores que tive....
Caímos esgotados, agarradinhos...eu de bruços, ofegante e meu novinho ao meu lado, ainda com a camisinha abarrotada de porra...ficamos ali, quietos por alguns segundos, nos olhando e trocando pequenas caricias e estalinhos...até que ele rompeu o silêncio:
- essa é despedia mesmo?
-acho que sim, vc tem que aproveitar...
Eu ri, já meio sonolenta, como quem diz “e tu acha que acabou mesmo”... dormimos cerca de 1 hora ali, entre o sim, o não e o talvez, acordei assustada, já era 5 da tarde e dentro de uma hora o corno chegaria...
Rodrigo..amor..acorda
- Daqui a pouco meu marido chega, você precisa ir.
- deixa de bobeira gostosa, vem cá pra gente meter mais um pouquinnho...
- vc ta louco menino, vai, vai...
- só vou se vc me der uma despedida...
- Ainnn Rodrigo....
E ele ria, mordendo os lábios e balançando aquele pau gostoso pra mim, ele já tinha decifrado meu mapa do tesuro, sabia que eu não resistia aquele rostinho safado e eu ria maliciosamente vendo aquele menino tão bonito deitadinho, peladinho na minha cama, cheio de tesão por mim...
- Rapidinho ta, murmurei...
- quero especial, retrucou...
- que especial?
- no cuzinho...sussurrou no meu ouvido.
- eu apenas ri, enquanto chupava seu pau.
É óbvio que não foi uma despedida e a partir desse dia esse era o argumento jocosamente usado por Rodrigo toda vez que transavamos: a última, a despedida, a saidera, nos víamos cada vez mais...moteis, na minha casa, na casa dele, na rua...
Nesse dia Márcio chegou em casa e como sempre nada percebeu ...eu continuava me sentindo culpada e percebi que tal culpa era um dos principais combustíveis de minha lascívia. A transição entre a esposinha recatada que ia aos poucos sendo possuída pela vadia infiel era extremamente excitante e, estranhamente, deixava os homens ainda mais loucos de tesão por mim...
Resumidamente, tudo ia erradamente bem, até que recebo um telefonema de Fernanda me convidando pra ir a sua casa....

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

A CRENTE CASADINHA E O CARINHA DO ÔNIBUS - PARTE 2

Olá queridos e queridas, continuando o conto anterior..... quem quiser acompanhar a história leia: A crente casadinha e o pedreiro safado, PARTE 2-a Crente casadinha e pedreiro safado e A crente casadinha e o carinha do ônibus....
Sexta-feira, 17:00.
- Daqui a pouco meu marido chega, você precisa ir.
- deixa de bobeira gostosa, vem cá pra gente meter mais um pouquinnho...
- vc ta louco menino, vai, vai...
- só vou se vc me der uma despedida...
- Ainnn Rodrigo....
E ele ria, mordendo os lábios e balançando aquele pau gostoso pra mim, ele já tinha decifrado meu mapa do tesuro, sabia que eu não resistia aquele rostinho safado e eu ria maliciosamente vendo aquele menino tão bonito deitadinho, peladinho na minha cama, cheio de tesão por mim...
- Rapidinho ta, murmurei...
- quero especial, retrucou...
- que especial?
- no cuzinho...sussurrou no meu ouvido.
- eu apenas ri, enquanto chupava seu pau.
Duas semanas atrás( onde parei no conto anterior) descobri que meu novo amante era filho de uma amiga professora da minha escola, naquele dia,Rodrigo me cumprimentou com um sorrisinho sacana nos lábios e ainda resolveu nos acompanhar à mesa para a sobremesa onde passou o resto da noite vidrado em mim, ignorando quase que totalmente que meu maridinho estava ao meu lado.
Terminado o jantar, fui pra casa pensativa e temerosa...Márcio percebeu minha quietude e me perguntava de 5 em 5 minutos o que estava acontecendo, eu desconversava, penteando pela milésima vez os cabelos, não tirava Rodrigo dos pensamentos...Notei Márcio meio triste e senti um pouco de remorso: meu marido era um homem bom, trabalhador, homem de familia e fazia de tudo pra me deixar feliz e eu estava o traindo de forma sórdida e cruel, primeiro com um pedreiro bem mais velho e agora com um garoto que me bolinou no ônibus.
Pelo espelho, vi Márcio deitado na cama, me observando, meio que tentando entender onde os pensamentos de sua esposa estavam, acho que uma fagulha de desconfiança acendeu nele, nos olhávamos pelo espelho, talvez porque não tivesse coragem de encará-lo nos olhos diretamente...
- que foi? O indaguei.
-to com ciúme, disse...
Balbuciante e perfazendo seu olhar, repliquei:
- ciúme de que?
- do espelho, respondeu...
- que?? Como assim do espelho...
- ele ta vendo a mulher mais bonita e gostosa do mundo...
Eu ri, ele levantou e veio até mim, me acariciou os ombros, beijou meu pescoço e foi tirando meus seios da camisolinha...
De repente deu uma saudade da alana esposinha de antes, pensei ,enquanto era beijada apaixonadamente: não queria mais fazer essas coisas, vou respeitar meu marido, dar-lhe um filho e viver minha vidinha feliz, (se soubesse como minha vida está diferente dessa previsão hoje)....rsrsrs.
Meu maridinho de repente ficou tão gostoso, me levou pra cama e foi me despindo, me chupou carinhosamente como sempre, me fazendo gozar gostosinho, prosseguiu num papai e mamãe metendo sua piroquinha valente na minha bucetinha putona, tava gostoso...gostosinho...me botou de 4 e metia compassadamente, eu estava adorando, de repente ele aumenta a estocada me fazendo gemer gostoso, mas aí...
- vai amor, mete vai....isso mostra pra sua esposinha que vc é quem manda vai....hmmmm amor....me fode todinha...fodeee...hmmmmm não paraaa...mete nessa buceta gulosinha vai
E ele cada vez mais bombava...nem parecia meu maridinho namoradinho de sempre...
Ele deitou, fiquei por cima e passei a rebolar pra ele, fazendo seu pau rodopiar dentro de mim, enquanto isso fazia cara de puta e chupava meus seios, botando o dedinho na boca e fazendo carinha de Lolita.... saí de vez de mim:
-Ainnn amor....me xinga vai...
- gostosa, delicia....falou ele.
- masss, mais amor....xinga mais...hmmmm
- como assim, perguntou já estupefato...
- de puta, vadia, piranha, cadela, casadinha safada....bate na minha cara,puxa meu cabelo e goza bem gostoso me dando todo seu leitinho quente...
-Amor, que isso??
- que isso??? Isso é o que sou....é assim que meus machos me tratam,seu corno...
Levantei da cama, seu Joel e rodrigo alisavam seus paus assistindo tudo...O coroa se posicionou na minha frente me dando pica na boquinha, enquanto Rodrigo pincelava meu cuzinho...
-Ta vendo seu otário, ta vendo como sua mulher é puta, é assim que ela gosta...Você sai pra trabalhar e a gente da um trato nela...
Joel fodia minha boca, Rodrigo fodia meu cuzinho....Márcio ria assustadoramente e respondeu:
- pois bem, agora sou eu que vou foder todos vocês...
Três disparos...
- Lana, Lana....Laninha...
- Hãããnn
- acorda amor...

domingo, 4 de novembro de 2018

A CRENTE CASADINHA E O CARINHA DO ÔNIBUS

Olá deliciosos leitores, ainda estou positivamente espantada pela boa repercussão dos relatos anteriores, tanto que resolvi contar logo as experiências que sucederam meu caso com o pedreiro safadinho, Sr° Joel, o macho que me abriu as portas que me transformaram na vadia que sou hoje.( pra quem adentra,-ui!-a primeira vez, sugiro ler os dois contos anteriores: Crente casadinha e o pedreiro safado e Parte 2- Crente casadinha e o pedreiro safado.
Pois bem, como dito no fim do conto anterior, depois de fodermos de todas as formas possíveis todo o desejo que fluía entre seu Joel e mim havia se exaurido e, passado cerca de um mês eu havia voltado a minha vida “normal” e até meu corninho voltava a ser maridinho, mas um novo fato, uma nova história e um novo macho me desatinariam novamente, eu sei que poderia ter continuado a minha vida de esposinha recatada que vira vadia procurando machos na internet ou me levando pelas cantadas que levava na rua, mas ( hoje tenho com plena noção disso) eu não gosto de motivar as coisas, elas tem que acontecer e me seduzirem.
Meus primeiros dias no novo emprego foram normais, a escola era tranquila e tinha bons alunos,entretanto por ser a noite, eu ainda tentava me acostumar com o ritmo, por tal, sempre cochilava no ônibus ao retornar pra casa, num desses dias, enquanto tirava meu santo cochilo senti um calorzinho me subindo às pernas que foi aos poucos me despertando.
Era umas onze horas e sentia uma suave mão me acariciando de leve, bem leve, quase imperceptível. Abri os olhos e pude ver a mão boa encostada na minha coxa e os dedinhos disfarçadamente dedilhando minha perna, embora estivesse gostosinho, achei aquilo ofensivo e num átimo, puxei minha perna bruscamente como quem quer dizer: aqui não, seu tarado.
Assustado, tirou rapidamente a mão de perto de minhas coxas e aos poucos ( enquanto a visão se aliava á mente) fui percebendo quem era meu bolinador: um rapazinho lindo, de cabelo cortadinho e rosto angelical, entendam: eu não me importo tanto com beleza, tanto que meu marido e meu outrora amante eram feios de doer...na época eu ainda não tinha noção disso, mas hoje sei que o que me atrai nos homens e que me faz virar puta são as histórias e as situações como tais coisas vão acontecendo...voltando ao guri do busão, após identificá-lo fechei novamente os olhos e tentei recobrar o soninho, mas foi em vão...uma fagulha havia sido acesa, como diz naquele desenho japonês: é hora de vadiar...
Fingi que estava dormindo e deixei meu vestido levantar um pouco, de modo a oferecer minhas coxas pros dedinhos mágicos do meu amiguinho do lado e o guri sequer perdeu tempo: posicionou novamente sua mão de punheteiro colada à minha perna e começou a tocar sua musiquinha tarada...aos poucos ele tentava ser mais ousado, mas devia estar com medo de minha reação. Eu estava lá, sentindo minha boceta dar os primeiros e maravilhosos sinais de tesão enquanto pensava: vai garoto, to todinha pra vc vai, faz a titia Laninha gemer faz, todavia o menino não saia daquele sambinha de uma nota só, chegou meu ponto e eu desci.
No dia seguinte o ônibus estava extremamente lotado e não consegui sentar, tinha um negão atrás de mim que volta e meia olhava pra baixo pra admirar meu rabão e tentava passar a mão... estava muito cansada, mas de repente o ônibus esvazia um pouco e deu pra se acomodar melhor, embora ainda estivesse em pé. Em dado momento sinto que alguém coloca a mão no mesmo ferro onde estava a minha: eu tiro, ele tira, eu coloco, ele coloca, e quando olho pro lado meio injuriada vejo que era meu boyzinho do dia anterior... o lindinho dessa vez me entreolhou com um sorriso safadinho nos lábios e eu virei o rosto, embora quisesse sorrir também, fiquei fingindo desdém, mas deixei sua mão se posicionar meio que sobre a minha e não demorou pra ele estar me acariciando novamente.
Sei que vocês estão doidos pra eu sair dando pro rapazola, mas esse joguinho de dedinhos e caricias, essa cantada meio que em braile estava tão inocentemente depravada que estava me deixando doidinha, como disse antes, se um homem chegar hoje em mim me dando uma cantada clichê pode ser o cara mais bonito do mundo que não arruma nada, mas se chegar devagarzinho, meio bobinho e safadinho me deixa gamadinha.
Continuando, em dado momento ônibus encheu de novo e isso nos aproximou ainda mais, agora minha mão estava apoiada no ferro e estava posicionada exatamente na direção da piroca de meu machinho, que a cada freada e arrancada do ônibus roçava na minha mão e bastou a segunda estocadinha pra perceber que o pau do carinha tava duraço e, melhor, agora que sabia diferenciar uma piroca grande e grossa dum pauzinho( corninho x seu Joel) deu pra perceber que era um jovem portador de uma senhora rola....a coisa já estava tão alucinante que faltava ele segurar minha mão e sair metendo nela como aqueles cachorros que grudam na perna da gente quando estão no cio.
Em dado momento meu olhar se encontrou com o dele pelo reflexo do vidro do ônibus, ele sorriu com jeitinho de garoto safadinho e eu retribui sorrindo como uma titia vadia, ficamos alguns minutos nos falando com os olhos e sorrisinhos até que ele fez um sinal que ia descer, me convidando a segui-lo, meu coração gelou e de repente o garoto tímido e bobinho me pareceu um lobo mau convidando sua chapeuzinho pra floresta escura.desci.
Chovia um pouquinho, eu estava com uma sainha não muito curta e blusãozinho, descemos e nos apresentamos, seu nome era Rodrigo, tinha 21 anos, moreno claro, meio fortinho, era estudante de direito....fiquei um pouco sem graça e sem reação, mas o garoto tratou de tirar isso me roubando um longo e delicioso beijo, apertando minhas coxas e tentando chegar a minha boceta que já saltitava dentro da saia,eu não podia ceder assim tão fácil, tinha que me fazer de casadinha e cristã pra criar o clima propício para a sedução que tanto me excitavam, disse-lhe:
- garoto, eu sou casada, que isso...rsrsrs
Ele retrucou:
- eu sei que você é casada e isso me deixa ainda mais com vontade.
-porque? Perguntei.
- adoro casadinhas safadinhas...
- que isso menino, não diga isso....dizia rindo e mordiscando os lábios.
- vem cá, vem...
Ele me puxou e beijou novamente, agora a minha resistência já não era tão grande, embora relutasse um pouco eu já estava me entregando....apertei seu pau por cima da calça, enquanto ele alisava minha bunda e dizia no meu ouvidinho:
- esse rabão de casadinha ta me deixando doido, eu tenho que foder você...
E eu murmurava:
-hmmm é seu puto, você quer me foder é...quer foder a titia casadinha, quer??
- quero...
De repente o ponto onde estávamos ficou meio cheio e ele saiu me puxando dali.
Novamente uma mistura de tesão imenso e medo tomou conta de mim, pra onde esse moleque ta me levando, pensava aflita...andamos mais um pouquinho e encontramos uma marquise bem escura, onde tinha uma Kombi parada fazendo um pequeno esconderijo com a parede, era o lugar perfeito...rsrsrs
O menino outrora bobinho era um senhor pegador, até hoje foi o melhor beijo que já dei na vida, me sugava os lábios com avidez e ao mesmo tempo sabia diminuir o ritmo...minha mão já punhetava aquela piroca linda e ele já estava chupando meus seios, abaixei e cai de boca naquele membro imenso( devia ter mais de 20 cm)e grosso, chupava seu saco e lambia como um picolé, voltava pra cabecinha e passava minha língua devagarzinho nela, logo ele anunciou que ia gozar e eu retruquei:
-o que?? Você não vai gozar agora mesmo...vai ter que me foder antes, você não queria me foder, seu safadinho...
ele riu maliciosamente e me ordenou:
- vira de cara pra parede e empina a bunda sua puta.
Adoro esse momento. Quando o macho sai de seu estado de bonzinho e vira mandão e dominador...
Obedeci, sorridente.
Nesse exato momento, apareceu um monte de gente que estava saindo de um culto em algum lugar ali perto e o que, em principio, me faria recuar, uma vez que eu era da igreja, estranhamente, me fez ter mais tesão...todo aquele falatório de pessoas cristãs e o fato de eu estar ali sendo deflorada a poucos metros me alucinavam...rodrigo abaixou minha calcinha até os tornozelos, sacou uma camisinha, levantou minha saia expondo meu rabão e minha boceta carnudinha, deu umas pinceladas e socou de uma vez só...
- ahhhh, gritei...hmmm deliciaaa...fode, fode, fode...soca na minha xaninha vai...mete seu putinho safado, comedor de casadinha...vai me fode com força vai, faz a titia vadia gozar gostoso vai...
ele urrava e me puxava o cabelo fazendo minha cabeça ir pra trás, apertando meus peitos por trás...dizia indecências no meu ouvido, dava tapas na minha bunda, me chamava de vadia, puta casada, vagabunda e depois de uns 10 minutos metendo disse que ia gozar...disse-lhe que queria tudo na boquinha e ele murmurou:
-vadia mesmo...quer leite na boquinha, quer?
Eu já ajoelhada dizia com vozinha de criança e dedinho na boca:
- dá leite quente pra mim dá, dá na boquinha dá neném...
E veio...
Engoli tudinho, lambendo as ultimas gotas que restavam no seu pau, vesti-me, dei minha calcinha de presente a ele e ele chamou um táxi, pois já era tarde, cheguei em casa e meu corninho dormia tranquilo, queria completar a noite dando pra ele, mas ele tinha chegado naquele dia de viagem e disse estar cansado, imaginei que veria meu novo homem no ônibus no dia seguinte, mas nem sinal dele.
Dias depois fomos convidados a jantarna casa de uma professora que havia feito amizade no colégio, chegamos,conhecemos seu marido, comemos e quase no fim da noite, Fernanda me chama pra apresentar seu filho que acabara de chegar da casa da namoradinha:
-Lana, esse é meu filho, Rodrigo, Rodrigo, essa é uma amiga da mamãe.
- Prazer.
- Prazer...
Rsrsrs...

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

A CRENTE CASADINHA E O PEDREIRO 2

Primeiramente gostaria de agradecer os comentários dos safadinhos e safadinhas do conto anterior. Quem quiser ler o inicio dessa história leia o conto “ A crente casadinha e o pedreiro safado"...
Pois bem, era uma sexta-feira quando dei para o senhor Joel e meu marido chegaria naquele dia, após mandar seu Joel ir embora, passei o dia inteiro me remoendo entre desejos e culpa, entendam: só tive um homem na vida e até aquela semana nunca havia me imaginado estando com outro homem, ainda mais um homem velho e da forma vadia que me entreguei....fiquei pensando: será que sou uma puta e não sabia disso?
Na tentativa de dirimir tais dúvidas, entrei na internet e passei a procurar vídeos de mulheres mais novas e casadas que sentem tesão por homens mais maduros e, após o 5° vídeo eu já havia gozado umas 3 vezes, mas aquilo não me saciava, eu precisava de piroca e não era qualquer piroca, tampouco a do meu maridinho, eu queria meu macho, Seu Joel...
Quando pegava o telefone pra ligar, escuto um barulho no portão, minha bucetinha parecia bater palmas, pensei: não vou nem deixar ele falar, vou agarra-lo e só largar depois de meter muito, porém para minha decepção não era o seu Joel e sim meu marido que logo reparou a cara de decepção que eu fiz ao vê-lo.
- que foi amor? Disse ele...Não gostou de me ver?
Disfarcei...
- que isso amor, nada....fiquei apenas assustada, disse ainda trêmula.
- hmmm to vendo que você ta toda peladinha já....tava me esperando é.
- er...sim....claro amor, morrendo de saudades.
- vamos matar a saudade então, disse o maridinho.
Eu nem estava me concentrando, meu marido era um homem carinhoso e até então eu adorava, mas algo mudou todo aquele excesso de carinho e ausência de putaria estavam me entediando, tive que pela primeira vez fingir gostar de transar com meu marido...
A semana passou e segunda-feira meu marido novamente partira para a plataforma, dessa vez não com lamento de minha parte, mas sim com uma certa alegria....Aos poucos eu ia deixando a culpa de lado, era um processo natural, logo meu macho chegaria e eu estava morrendo de desejos.
Seu Joel chegou no horário e, como antes, estava meio envergonhado mal me olhando diretamente, a minha vontade era me despir e permitir ser possuída novamente por aquele macho, mas não sei por qual razão não consegui agir, fui protocolar da mesma forma que ele estava comigo, acho que, na verdade, eu desejava ser seduzida, ser conduzida aquela situação de antes...
O dia seguia normal e a inércia de seu Joel me enlouquecia, será que ele não me deseja mais? Pensava suspirante, ou talvez isso seja um sinal que tudo que aconteceu foi errado e deveríamos esquecer tudo que houve? Não, minha xaninha estava ensopada e o fato de seu Joel me ignorar estava me enlouquecendo, resolvi deixar a porta entreaberta, peguei uma sainha rodada minúscula que deixava a polpinha da minha bunda aparecendo e uma blusinha que fazia meus seios ficarem praticamente expostos, deixei uma das alças cair estrategicamente no ombro para que as aureolas enormes dos meus seios aparecessem, ainda que pela metade, suspirei fundo e fui até o quarto nos fundos da casa onde meu fodedor estava:
- Sr° Joel, posso falar com o senhor.
- Claro laninha, estou indo ai, só um instante.
- Não, eu vou ai, pode deixar.
Entrei e o homem quando me viu instintivamente alisou seu pau e contorceu os lábios, ele me quer, pensei toda bobinha...inventei um assunto qualquer sobre o andamento da obra e tentava ( ainda meio que sem jeito rsrs) evidenciar minha sanha, ele falava, falava e falava e eu ouvia: puta, safada, casadinha crentinha piranha, quer rola não é safada...e mordia os lábios e olhava seu pau, mas ele não parava de falar, resolvi me virar de costas como se tivesse perguntando sobre a parede atrás de mim, quando ele chegou perto me debrucei sobre a mesa cheia de ferramentas e expus meu rabão pra ele me encoxar e...nada.
Então seu Joel disse que tinha que ir embora mais cedo, aquilo me derrubou, me senti extremamente envergonhada, apenas abaixei a cabeça e disse meio resignada:
- o Sr° já vai?( com aquela carinha de criança que tem um doce negado)
Ele disse:
- é...bem...eu tenho um assunto pessoal pra resolver e queria sair mais cedo hoje.
- tudo bem seu Joel, pode ir.
Ajeitei a alça da blusinha e sai cabisbaixa com a maior vergonha do mundo, fui para a pia lavar o resto de louça que tinha, quando de repente sinto ser encoxada pra logo depois uma mão forte e com cheiro forte de cimento apertar meus seios, era meu homem.
Eu me contorcia e tentava disfarçadamente me soltar, mas no fundo estava adorando, fechei os olhinhos e disse:
- ué? Não estava indo embora.
- tentei,mas não consegui, respondeu ele.
- Me ignorou o dia todo, o confrontei já de frente pra ele com a saia levantada e os seios a mostra.
- estava tentando respeitar a senhora, mas pelo jeito você não quer mais ser respeitada né.
- seu velho tarado, não saciou sua vontade ainda?
- não, respondeu ele, quero mais...chega de respeito, você vai ser minha vadia a partir de agora.
- aquilo me pareceu estranho, em principio...Seu Joel de pidão, respeitador e carente agora era um macho mandão e dominador e eu, que sempre fui tratada como princesinha pelo meu maridinho e pelo próprio joel amei ser tratada como putinha submissa...era minha transformação final, uma espécie de ritual de passagem que foi completado com um tapinha na cara e seu dedo do meio na minha boca para que o chupasse como se chupasse sua piroca.
Depois disso não havia mais volta, agora eu era a vadia daquele velho gostoso...
Seu Joel me beijou profundamente, enquanto seus dedos acariciavam minha bucetinha, logo depois me colocou de costas novamente pra parede e puxou minha calcinha no meio esfregando ela no meu clitóris, mandando eu rebolar pra ele,enquanto sua outra mão segurava meus cabelos com avidez como se eu fosse uma égua e falava:
- vai minha putinha, rebola gostoso pro teu macho vai, isso...hmmmm..que delicia de crentinha safada....esse rabão é muito lindo...
Eu completava:
- todinho seu meu macho
E ele:
- é?? É mesmo?? Todinho meu é....sua puta...quem é teu homem agora hem?? Quem é teu macho?
Eu murmurava:
- ainnn seu Joel, você...só você...me fode toda vai, me faz puta de vez...
ele falou baixinho, no meu ouvido:
- pra você virar vagabunda de vez você tem que ser fodida em um lugar especial.
- qual??
- na caminha do corninho, respondeu ele.
Foi estranho ouvir isso e por alguns segundos ( segundos que duram uma eternidade) eu relutei. Até então eu sequer havia lembrado do Márcio, tudo isso que estava acontecendo era uma espécie de realidade paralela, era como se não fosse a alana e sim uma outra mulher. Eu não sei até hoje se essa minha explicação é, na verdade, uma desculpa, uma espécie de eufemismo que suaviza a culpa, tipo”não foi eu, foi ela”...seu Joel me largou e ficou de frente pra mim aguardando a minha resposta...
Eu o olhei ainda ofegante e profundamente, tirei a blusinha e a saia que ainda resistiam em permanecer no meu corpo ficando inteiramente nua e como um segundo ritual de passagem apenas segurei em sua mão e disse:
- vem, vem me foder na cama do corninho.
Foi uma emoção extremamente diferente e empolgante dizer aquilo, ressalto que até semana passada eu era uma esposa exemplar, temente a deus e extremamente respeitosa e até aquele momento ( mesmo que por caminhos tortos) eu ainda me sentia assim, de modo que aceitar tal oferta e ainda por cima chancelada por mim era uma reviravolta enorme na minha vida. Se estar envolvida nessa situação toda já era maravilhoso, chamar meu maridinho de corninho foi algo ainda maior, sim, não tinha mais volta, eu era uma puta vivendo no corpo de uma esposa crente e recatada.
Fui na frente, subindo as escadas e conduzindo meu comedor à cama ainda com cheiro do meu corninho...eu estava numa catarse completa: subia rebolando meu rabão redondinho pro meu macho, ao chegar ele mandou virar uma fotografia minha e do corno pra minha cara, mandou eu botar salto e, por fim, mandou ficar de 4 na beirinha da cama com minha bunda empinada, pediu pra eu ficar ali enquanto ele ia tomar banho, eu disse que queria ele com cheiro de obra...ele riu e murmurou: piranha!!!!
Seu Joel caiu de boca na minha buceta e me levou ao céu...eu gemia, em principio baixinho e falava:
- ainnn seu cachorrão, chupa vai, chupa com gosto...faz o que o corninho não faz, deixa sua puta feliz vai....hmmmmm isso, não para seu Joel....
Ai ele deitou na cama e me mandou sentar na cara dele...novamente fui ao céu, marte, Vênus, sol...gozei umas duas vezes ali na cara do meu senhor...até que ele ordenou:
-agora vem mama na piroca, deixa ela bem molhadinha, vai
-e eu fiquei ali uns 10 minutos chupando aquela piroca deliciosa...chupava, enfiava tudo na boca e lambia a cabecinha...saia e chupava feito um picolé, descia até o saco e depois chupava avidamente de novo, tudo sob orientação do meu dono.
Seu Joel novamente me botou de 4 e foi pincelando a piroca molhadinha na minha xana e rapidamente já estava bombando com força me fazendo gozar de novo...estranhamente( fui descobrir o porquê depois) seu Joel enquanto me fodia pressionava seu polegar no meu cuzinho, eu não entendia, mas era ainda mais maravilhoso, de repente ele parou e senti algo molhado no meu cuzinho, não dava pra ver, mas pelos filmes que vi dava pra imaginar, meu deus eu ia ser enrabada...me deu medo e murmurei:
- amor, você vai foder meu cuzinho
Ele disse:
- vou...não vai doer prometo...faça o que eu disser e não vai doer muito
Eu confiava no meu homem...e realmente não foi tão difícil assim, embora doesse um pouco no inicio me fazendo derramar lágrimas, depois de dar umas duas reboladinhas, conforme a orientação do seu Joel, meu cuzinho até que recebeu bem aquela piroca grossa e robusta e agora ia ao céu, marte, Vênus, júpiter, plutão e até os confins da galáxia...fiquei ali de 4 e depois sentei na piroca do meu homem durante uns 10 minutos, até que seu Joel avisa que vai gozar e me manda sair de cima, ele me manda ajoelhar e pensei que ele fosse encher minha boca de leite, mas ele queria algo diferente: me fez esticar a mão, a mão que portava a aliança de casamento e gozou nela todinha me ordenando lamber toda sua porra depois...
Depois disso tomamos um banho bem gostoso juntos e fodemos de novo, ele voltou a trabalhar e passados uns 40 minutos lá estava eu de novo querendo piroca, nesse dia e nos outros que seguiram eu dava pro meu homem umas 3, 4 vezes ao dia, seu joel comprava roupinhas eróticas pra eu usar e fodiamos na obra, na sala, no quintal enquanto chovia, fodemos até quando meu corninho voltou, ele dormindo e eu tomando piroca na obra e eu ainda voltava pra cama meio meladinha e fazia meu corninho me beijar e me comer rsrsrs.
Um dia eu e seu Joel fomos transar e percebemos ( embora nada tenha sido dito) que havíamos enjoado um do outro. A obra havia terminado e nosso fogo também.... marcamos de nos ver de novo, mas não houve retorno...Tentei retornar a vida de esposa recatada, pois achava que toda aquela putaria era apenas uma fase, uma coisa que eu precisava experimentar, mas, como dito antes, não havia mais volta, eu tinha aberto uma porta que não tinha chave pra fechar...tinha arrumado, enfim, um emprego numa escola no centro de minha cidade, dava aulas à noite e um dia enquanto estava cochilando no ônibus, senti um leve calorzinho subir pelas minhas pernas, a porta estava novamente sendo aberta...Mas isso é uma outra história que deixo pra depois rsrsrs.