terça-feira, 9 de outubro de 2018

MINHA SECRETÁRIA CRENTE SAFADINHA.

Escrito em 28 de março de 2017

Deixa me apresentar sou Fernando tenho 43, casado há 17 anos, 1,81 m, 98 Kg, dois filhos homens, branco, atualmente sou Diretor em uma rede de lojas na região Nordeste e eu nunca havia imaginado estar aqui contando detalhes de minha vida sexual, pelo menos até uns meses atrás isso jamais passou por minha cabeça, pois levava uma vida de marido fiel e satisfeito com o casamento e nos últimos cinco anos vivia exclusivamente para o trabalho, às vezes esquecendo um pouco da família e de mim mesmo, pois quase não tinha diversão, era trabalho e mais trabalho.

Há uns seis anos, quando ainda era gerente de uma das lojas do grupo, fiz a contratação de uma funcionária para o escritório que me chamou muito atenção pois além de ser jovem e bonita na faixa dos 34 anos ela , demonstrava uma maturidade em relação a suas ambições na empresa, em pouco tempo ela já estava trabalhando como minha assistente, vim a descobrir em nossas conversas que ela era crente, frequentava uma dessas igrejas que não pode usar calça comprida ou coisa assim então ela estava sempre elegantemente vestida com uma saia ou com vestido sempre de salto alto ou saltinho e quase sempre usava meia escura o que a deixava mais atraente ainda, e se mostrou uma mulher muito eficiente.

Como eu e ela vivia para o trabalho raramente entravamos em assuntos particulares, a empresa estava em um momento de expansão e eu sabia que teria uma oportunidade de ascensão, e ela percebeu que se eu ascendesse, ela também teria sua oportunidade e isso ocorreu em menos de um ano que ela estava trabalhando, eu já estava na empresa a três, quando assumi a gerência geral da empresa e ela assumiu meu lugar como gerente da loja em que trabalhávamos.

Durante este período continuamos num contato profissional bem próximos, passamos mais tempo nós dois juntos de que com nossa família, sempre focados no trabalho, raríssimas vezes falávamos de assuntos pessoais, mas lembro que em uma dessas vezes, ela meio que reclamou que seu marido e que a relação havia esfriado ele dedicava-se aos trabalhos da igreja no momentos em que eles poderiam estar juntos passear e coisas do tipo, eu disse a ela que por ser casado eu compreendia, que eu também deveria passar mais tempo com a família, mas o trabalho profissional exigia que eu estivesse sempre a disposição da empresa etc e tal e ficamos por ai na conversa …

A empresa cresceu já havia lojas vários estados do Brasil , ja e estávamos entrando em várias regiões de norte a sul, Ela já era responsável por lojas em dois estados, e nesse período houve a inauguração de uma grande loja numa outra cidade grande em um dos estados que ela era responsabel, não muito distante mas ficaríamos dois dias lá dando apoio e ajudando na logística, eram apenas dois dias e era numa sexta e sábado e ela como responsabel teria que ir também, já havíamos ido em outras inaugurações juntos, mas só dessa vez que aconteceu algo entre nós...

Depois do fim do primeiro dia saímos satisfeitos com o desfecho e fomos jantar tudo por conta da empresa, e para comemorarmos, antes da comida chegar eu pedi uma dose de uísque e ofereci a ela que naturalmente recusou, mas disse-me que numa taça de vinho suave ela me acompanharia, sorri e lhe falei em tom de brincadeira: – Você vai beber? Vou contar para o seu pastor! – Ela deu uma risada e falou depois de tudo que tenho passado esse momento deve ser comemorado e eu estou precisando mesmo sair da rotina e um pecadinho só, alem do mais quem disse que é pecado beber um vinho, pecado é embebedar-se, disse em tom de brincadeira.

Depois desse primeiro momento ficamos bem mais a vontade nas conversas mesmo porque depois de tanto tempo trabalhando juntos tínhamos uma relação pessoal forte independente do trabalho tanto que me permiti quebrar um pouco do meu gelo em relação a situações particulares de meus subordinados então pedi para o garçom suspender o meu uísque e trazer o melhor vinho da casa, e falei para ela: – para comemorar vou te acompanhar então vamos tomar essa garrafa de vinho juntos e se voce me contar o que está passando, só assim eu não conto nada para o pastor. Caímos numa gargalhada e ela falou: 

Começamos a conversar sobre trabalho família até que chegamos ao ponto de desabafo e ela me confidenciou, faz algum tempo estou guardando dentro de mim o que estou passando e acho que o vinho pode ajudar a desabafar, mas este não é o melhor momento, então vamos só comemorar. 

Certo assim, vamos jantar e comemorar, mas pode contar comigo pois você sempre foi uma pessoa em que pude contar até aqui e gostaria de poder ajudá-la.

Ela sorriu e apertou minha mão, retribui seu carinho beijando a sua mão, logo chegou o garçom com o prato principal, enquanto servia prato principal, ela tomou o resto da taça de vinho, e logo em seguida me agradeceu “pelo apoio à sua carreira” e disse ter aprendido muito com a minha forma de trabalhar embora discordasse de algumas posturas e que estava muito feliz em poder falar isso para mim.

Não preciso dizer que fui pego de surpresa por suas palavras e perguntei se esse era o desabafo que queria fazer. Ela se desculpou e disse que não, mas que aproveitou que havia lhe colocado à vontade para falar que tomou coragem e “ajudada pelo vinho” terminou falando o que lhe veio à cabeça.

Então quis saber quais posturas não lhe agradava, ela tentou mudar de assunto mas insisti dizendo que de repente esta era a oportunidade de melhorar. Ela então sem me olhar disse que havia falado besteira, e que não queria continuar com aquele assunto, e eu continuei insistindo, foi quando ela me olhou fixamente e falou: – Fernando, não tenho nada com sua vida particular, e só falei isso porque quis me comparar com sua esposa. – Como assim? – perguntei. – É que você sempre se dedicou demais ao trabalho e esqueceu um pouco sua família e eu tenho sofrido com a dedicação de meu marido à igreja, então imaginei essa comparação infeliz, achando que sua esposa já passou ou tem passado o que estou passando, me desculpe.

—-Ao invés de ficar com raiva, fiquei curioso com a sua situação e disse-lhe que tinha razão e perguntei-lhe: – Tônia me fale o que você está passando. Ela que estava com a cabeça baixa, chateada com o rumo da conversa, levantou a cabeça me olhando fixamente novamente, como pensando se valeria à pena ou não, quando insisti: –
—-Vamos, me conte, pode desabafar, quero te ajudar.
—-Ela continuou me olhando, depois desviou a vista, foi quando o garçom chegou com os pratos: – vamos jantar primeiro.
—-Depois de jantarmos, ela sorriu e disse que precisaria de mais vinho para ajudá-la. Servi o resto de vinho na garrafa e pedi outra, enquanto ela sorvia tudo num gole só. – Não quero aborrecer-lhe com assuntos pessoais, estou arrependida de ter falado aquilo. –
—-Mas já que falou, acho que devia ir até o fim. – Ok.

—- Como você sabe que estou casada há quase 10 anos e parece que acabou o carinho, aquelas coisas do tempo de namoro, beijos ah vc sabe o que quero dizer né… depois vieram os filhos parece que ele se engajou em trabalhos voluntários da igreja e tem esquecido um pouco dos compromissos matrimoniais. Antes íamos a festas, saímos para dançar e até sexualmente eramos mais ativos… Nesse momento ela baixou a cabeça e uma lagrima rolara de seu rosto, peguei um lenço e lhe enxuguei então lembrei -me de uma cobrança parecida de minha esposa há um tempo atrás. 

- Você tem razão… Realmente a Júlia, minha esposa, passou por algo parecido, mas ela me procurou e conversamos e depois disso tenho levado-a a algumas viagens de negócios, já que os filhos estão crescidos. Ano passado nas nossas férias fizemos um mini cruzeiro, foram só tres dias mas uma segunda lua-de mel, por que não fala com ele, como a Júlia fez comigo? Foi assim que ela despertou-me que havia uma vida particular, uma família além do trabalho.

Já falei, mas ele não se toca, é complicado como ela não parava de chorar. Pedi a conta e decidi voltarmos para o hotel. No taxi sentados eu abracei-a e ela reclinou seu rosto em meu peito, aquilo mexeu comigo, senti o perfume daquela mulher, por estarmos abraçados quando ela encostou a cabeça em meu ombro isso me levou a uma ereção, que deve ter sido percebida por ela já que um de seus braços estava sobre meu colo.

Acariciei seu rosto e ela correspondeu meio que se ajeitando melhor em meu colo, isso foi o suficiente para que eu tomasse coragem e a iniciativa de consolar aquela mulher carente, beijei sua boca como carinhosamente, só toquei-lhe os lábios, e ela não resistiu muito senti seus lábios levemente salgados por causa das lágrimas que rolaram,

Ao chegarmos no hotel subimos para seu quarto tentei entrar junto ela falou para eu ir pro meu quarto e agradeceu pela minha companhia desculpou-se dizendo que o beijo foi um momento de fraqueza que não deveria se repetir, tentei beijá-la novamente e ela se recolheu pedindo desculpas e foi fechando a porta e antes de fechar totalmente ainda pela frestinha eu disse olha se mudar de ideia me de um toque no celular, e em tom de brincadeira eu disse também ou então deixe a porta destrancada quem sabe eu resolva voltar mais tarde e dei uma risada então fui para o meu quarto que era no mesmo andar que o dela quase de frente.

Fui me deitar ainda pensando nela, no beijo e nops carinhos que ela me deixou fazer, eu sempre desejei-a discretamente nas naquele momento vocês não imaginam o quanto estava desejando aquela mulher, não consegui dormir, fiquei mais ou menos uma hora divagando com meus pensamentos e lembrando do que disse esperando que meu celular tocasse a qualquer momento, provavelmente ela também estava pensando e muito no acontecido durante a nossa volta, e depois de uma hora de silêncio me levantei coloquei meu roupão e dirigi até o quarto dela já eram quase duas e meia da madrugada, pensei comigo vou dar com a porta na cara, pensei comigo imagine uma mulher casada, crente vai deixar-se envolver numa aventura, e fui de mansinho nem bati na porta e quando toquei na maçaneta girei devagar qual não foi minha surpresa, estava destrancada, na hora tive uma ereção instantânea, entrei e vi Ela deitada na cama estava vestida numa camisola negra por cima dos lençóis, neste momento não dissemos uma palavra que fosse, só me aproximei-me dela, toquei seus cabelos a peguei pelos ombros a coloquei de pé e a beijei novamente, dessa vez ela retribuiu e também me abraçou forte senti toda sua cumplicidade, provavelmente ela também tinha passado aquela hora em claro como eu.

Continuamos a nos beijar ela não ofereceu resistência me livrei do roupão e depois da cueca fiquei nu primeiro mas logo depois retirei sua camisolinha sensual deixando-a apenas com a minuscula calcinha, eu não tinha pressa, comecei a beijar primeiro seu pescoço e depois os seios que por sinal eram firmes e lindos, beijei sua barriga e o umbigo, sentei ela a beira da cama abri suas pernas afastei de lado a calcinha sem retira-la e dei um trato na sua boceta que estava depiladinha apenas com aquela pequena mecha de pentelho onde a tanga cobria, mas as virilhas estavam depiladinhas, minha lingua não parava de lamber seu sexo e seu clitoris, ela gemia de prazer, e ela estava toda molhada o cheiro era forte ma delicioso..

Depois ela que caiu de boca no meu pau, chupava gostoso mamava como uma bezerrinha desmamada querendo mais eu até estranhei por ela ser crente achei que certos tipos de caricias seriam tabu, mas estava quase gozando, retirei então finalmente a calcinha deixei-a nua, e me afastei um pouco para contemplar a beleza daquela fêmea no cio e pude ver suas coxas molhadas pelo líquido que saia de sua boceta, me aproximei dela colocando minha não entre suas pernas e falei deixa eu te masturbar pra vc gozar em meus dedos, ela gemeu, voltei a tocar-lhe dessa vez com o dedo indicador, penetrando-a e arrancando mais gemidos, ela também me masturbava e pedia para que a comesse logo porque fazia tempo que ela não sabia o que era uma transa daquelas de virar os olhos.

Pacientemente, deitei-a na cama e comecei a lamber e chupar-lhe de novo a boceta arrancando um gozo em que todo seu corpo tremeu. Me coloquei entre suas pernas e pus a cabeça de meu pau na entrada de sua boceta, mas sem penetrar-lhe, ela cruzou suas pernas nas minhas costas, me puxando para penetra-la, mas eu evitava, querendo que ela pedisse que o fizesse. Realmente não demorou e ouvi-lhe dizer: _ Enfia em mim, mete logo que eu não aguento mais… Obedeci e enfiei até o fim, ouvi um urro que só fez aumentar mais o tesão que estava sentindo, passei a socar com força e ouvi-la gritar que tava gozando: – Tô gozando…. tá bom demais… não pare… quero mais forte…

Não consegui ficar neste ritmo por muito tempo e enchi sua boceta de porra, sim, não estávamos usando nenhum preservativo, ela me beijava dizendo que queria mais, que eu teria tudo que eu quisesse dela. Sai de cima dela, pude contemplar mais um pouco daquela bela mulher, como não tivera filho ainda, ela permanecia muito gostosa, seios durinhos e bicudos, não tinha barriga nenhuma, sua bunda era proporcional ao seu corpo, com aquela marquinha de biquini , umas coxas grossas e durinhas isso a deixava muito sex mesmo.

Comecei a sentir uma sensação de que podia ter aquela mulher mais vezes talvez sempre, pois ela mesmo havia insinuado que eu teria tudo o que quisesse dela. Ficamos deitados um ao lado do outro em silêncio, quando eu lhe falei,: hoje é sexta-feira e nosso vôo de volta é no final da tarde de amanhã, podíamos adiar a viagem para domingo a tarde e assim aproveitamos amanhã terminamos o que viemos fazer meio dia mais ou menos aproveitamos a tarde e a noite juntos e parte o dia de domingo, que voce acha? Ela concordou até fiquei espantado por ela aceitar, então vou providenciar isto, agora quero um pouco mais de você.

Ela subiu em cima de mim, beijando a minha boca e descendo lambeu meus mamilos, desceu mais um pouco beijou minha barriga, depois minhas virilhas e colocou meu pau em sua boca, embora ele ainda estivesse em repouso. Fez-me um oral tão gostoso que em pouco tempo já estava pronto para outra batalha. Ela tirou meu pau da boca e começou a esfregar sua boceta em minha coxa e logo em seguida sentou sobre minha pélvis e com uma das mãos, posicionou meu pau na portinha de sua boceta, foi sentando devagar e eu sentindo aquela boceta suculenta e quente engolido até o fim, quando encostou sua bunda na minha pélvis. Ela começou um sobe e desce, enquanto eu apertava aqueles peitos pequenos e durinhos, isso me dava mais tesão, ter uma mulher jovem, bonita e com tanto tesão por mim, estava me fazendo bem demais. Aumentou a velocidade da cavalgada e gemia alto, desceu todo o corpo, deixando meu pau tocando em seu útero e começou a rebolar anunciando mais um gozo, colando seu peito ao meu peito e me beijando a boca para abafar os gritos. Realmente a Tônia estava carente e segundo me falou depois, teve orgasmos múltiplos, enquanto eu demorava gozar de novo.

Mudamos de posição diversas vezes até deixá-la de quatro e penetrar-lhe com o mesmo vigor que na primeira vez, já que até então estávamos transando deitados, puder economizar as energias, enfiava em sua boceta até o fundo, ela rebolava e eu enfiava com força, no que ela respondia com gritos, continuava gozando e eu ainda nem estava perto, foi quando pedi-lhe para que me chupasse e ela o fez e que chupada, não resisti muito tempo e falei que iria gozar, e ela para minha surpresa, continuou chupando, fazendo com que enchesse sua boca com meu esperma.

Que gozada deliciosa, ela sorveu tudo e sentia prazer, pois me olhava com uma carinha mais linda do mundo. Ela estava se entregando sem pudor nenhum, ou talvez libertando a fêmea que sempre foi e que estava reprimida por conta da situação de seu matrimônio. Nos banhamos juntos e dormimos agarradinhos. Este é o início da história de um relacionamento que tem aberto novas fronteiras do sexo para mim e para ela. Descobrimos que nossa cumplicidade pode nos levar para experiências maravilhosas em relação ao sexo, então tentei comer o seu cuzinho, mas esse ela não deixou de jeito nenhum, dizia que não era certo que não deixaria e se eu insistisse ela ia ficar chateada coisa e tal, claro eu já estava exausto então desfalecidos depois de uma noite de sexo ardente ao lado duma mulher muito gostosa e maravilhosa adormecemos abraçados….. de manhã pedi que trouxessem café na cama quiz surpreendê-la, ela adorou.

No sábado depois que terminou nosso compromisso com a inauguração, fomos conhecer a cidade juntos, andamos a tarde toda de taxi pra lá e pra cá abraçados como dois namorados foi maravilhoso, jantamos juntos fomos dançar num lugar que indicaram a nós e quando chegou a noite lá estávamos nós novamente repetindo tudo da noite anterior.

Apesar de eu ser casado e ela também a gente curtiu juntos muitas outras vezes até que fui transferido para a matriz outro estado, mas de vez em quando ela vai até a matriz pra resolver uma coisa ou outra a gente se encontra e vamos para um motel.
.

sábado, 6 de outubro de 2018

MATANDO DE PRAZER A "AMIGA" CRENTE SAFADINHA.

ESCRITO EM 07/04/2017

Samanta, era uma de minhas namoradas de academia. Na brincadeira de ficar acabei em uma correlação com ela. Era uma atraente branquinha de cabelos pretos grandes e lisos, olhos castanhos e anverso bem assente, como os das modelos. Dona de um corpo magro, no entanto bem avantajada em seios, assento e anca em compensação uma cerca finíssima a qual eu fazia absurdo de que iria arrebentar com o peso daqueles peitões. Seu agente me detestava e sua mãe o apaziguava por aparentar sermos colegas somente. Namorávamos escondidos e embora de todo o catástrofe eu vivia na sua casa.


Eu tinha quatorze na época e ela 16, eu era o caçula da sala, porém bem esperto e formado para minha idade. loiro de olhos verdes e forte com 1,71 de altura. Apesar disso ela ainda era um pouco mais alta do que eu, e vivia me jogando na cara.

Um dia ela me convidou para ir a um culto da sua igreja, o qual eu negava até que com uma chantagem dela decidi ir.

- Vai junto comigo por favor para eu te apresentar para as amigas !! te faço qualquer coisa - Ela disse.

- Beleza, ja se prepara que vou cobrar daqui a pouco mesmo, vou em casa se arrumar e já volto para irmos. 

Ela pula me abraçando e beijando de alegria. Mal sabe o que a esperava.

Samanta e suas irmãs, seus pais e eu caminhávamos de sua casa perto do local que era bem próximo. Seu pai agora feliz pela primeira vez com minha presença. E às 19 horas já estávamos no culto.

Na metade para o final do culto, eu falo para ela que não estou legal e vou respirar um pouco. Solidária ela me segue preocupada, e nos dirigimos ao banheiro do local que ficava fora e abaixo do prédio na parte de trás.

Adentro no banheiro feminino, que era somente um cubículo quadrado aonde havia um vaso e só. Ela veio me retirar de lá com suas mãos em minha cintura. Com sua voz dengosa ela me fala.

- Oh meu gato... Está tão ruim que até entrou no banheiro errado por engano, vem cá...

Sem tempo de resposta eu a agarro repentinamente e tranco a porta do banheiro. Seguro suas duas mãos firmes no alto com minha mão esquerda enquanto a aperto na parede com meu corpo e deslizo a outra mão em seu corpo.

- O quê você tá fazendo seu louco! Aqui não! Se meu pai te pegar comigo aqui v... Ah..

Antes que ela pudesse falar mais eu a beijo intensamente enquanto agarro a sua cintura por debaixo da camisa com meu braço e a aperto em meu corpo. Continuo a beijando cada vez mais, deixando a sem fôlego e alternando entre sua boca e pescoço enquanto sussurro em seu ouvido.

- Eu falei ao seu pai que eu iria embora por estar ruim do estômago, sua irmã vai reforçar minha versão e que você foi me levar até em casa. O culto vai demorar para acabar... E você me prometeu qualquer coisa lembra? Vai ser bem rapidinho...

Ela estava linda de saia jeans e camiseta social branca. E eu de terno todo arrumado e perfumado a agarrando e beijando seu pescoço. Ela ofegante e eu louco de tesão.

Solto suas mãos e com os braços em sua cintura a suspendo no meu colo prensando suas costas na parede, ela entrelaça as pernas sentindo todo o volume do meu pau duro feito aço latejando saindo pra fora da calça sozinho.

As suas pernas abertas de frente com minha cintura encaixavam perfeitamente enquanto eu friccionava meu cacete naquela xaninha pequena e ensopada. Nos agarrávamos naquela pegação gostosa quando ela me pediu.

- Que tesão gostoso, vai me come logo! 

- Eu nem comecei ainda Sah, calma.

Ouvindo isso a desço no chão e começo a desabotoar so alguns botões de sua blusa enquanto desço os beijos do pescoço para os seios. Seu sutiã abria na frente, o que facilitou ainda mais quando agarro com minhas mãos grandes aqueles seios fartos de bico rosinha juntando as auréolas para lamber e chupar seus dois mamilos de uma só vez.

Ela começa a abrir minha calça e apalpar meu pênis punhetando enquanto geme de prazer com minha língua chupando e mordiscando de todas as maneiras possíveis seu busto.

- Ahh..ahhh ...nooossssa que gostoso! Que grande e duro seu pau

Não era tão grande na época com seus 15 centímetros, mas era bem grosso em toda sua extensão e curvado para cima ( tipo uma calabresa), levando ela ao delírio quando a comia carregada nos braços.

- Ela soltava gemidinhos enquanto agarrava meu pau com ambas as mãozinhas, logo tirei suas mãos de lá e coloquei segurando seus próprios seios.

- O quê houve?

- Não aguento mais, vou ter que chupar esse corpinho todo Sah, você tá gata demais.

Começo a descer a língua e levanto sua camisa chupando e beijando sua barriga e cintura até descer repentinamente para os joelhos e correr as mãos pelas suas coxas.

Ela solta seus peitos e agarra meu cabelo. 

Começo a subir e entrar debaixo da saia e logo começo a sugar e mordiscar aquela calcinha. Fio dental com sua xana ensopada. Só desço ela e engulo aquela buceta toda, a beijando vorazmente.

.. Ahhhaha ... Que delícia meu Deus!!

Ela inclina seu corpo e levanta a saia para melhorar a chupada enquanto eu agarro seu rabão enquanto corro com a língua por ela toda, cada lambida abrindo toda aquela xaninha pequena rosada e depilada. Sua perna estremece enquanto engulo ela toda e mamo em seu clitóris, beijando e sugando todo aquele mel delicioso. Corro as mãos pelo seu corpo e bunda enquanto ela geme alto sem controle. A sorte é que os participantes do culto gritavam mais que ela logo acima.

- AAAAHHHHHH! VOU GO..OOZZ..AARRR.. AH.AH.AHHHHHHH.

Ela gemia no ritmo crescente das minhas chupadas, sentia os lábios da bucetinha se contraindo a cada gozada. E quanto mais ela gozava, mais eu sugava e chupava sua xana, friccionando gostoso e ritmado a língua . 

Coloquei suas pernas nos meus ombros e a suspendi chupando sua buceta cada vez mais sedento, agora também masturbando seus cuzinho circulando e penetrando de leve com os dedos enquanto ela se segurava desesperada no meu cabelo e nas paredes.

AH AH..AHAHAH..VOU GOOZAR DE NOVOO...NÃO ME DERRUBAAAHH AH AH AH..!!¡

Em um misto de tesão, medo de cair e o pavor de ser descoberta, Sam berra de prazer na minha boca se contorcendo loucamente e estremecendo. Tenho que agarrar forte sua cintura para que não caia, enquanto a chupo sentindo suas contrações na língua.

Desço a no chão devido ao risco e suas pernas bambeiam, sem descanso à viro de costas e chupo sua bunda enquanto sigo beijando, até lamber aquele rabinho delicioso. Círculo seu cuzinho e o preencho a entrada com minha língua enquanto masturbo aquele clitóris durinho.

-AHAHAHA..PAARAA!! TO MORRENDO DE TESÃO ME COME ..HUMMM..VOU GOOZZAR DENOVO...AAHHHH!

Chupo aquele rabo gostoso enquanto a masturbo sem dó, fazendo uma de suas mãozinhas abrirem os labios de sua buceta enquanto masturbo seu clitoris com uma mão e abro sua bunda arrebitada com a outra sentindo toda a contração daquele cuzinho enquanto esfrego bem gostoso aquele grelo todo melecado. 

Ela arranha as paredes de tesão com a outra mão e grita abafado mordendo seu próprio braço, e quando sinto que ela já não aguenta mais, levanto bruscamente e agarro a raiz do seu cabelo sem dó e a outra mão puxa violentamente sua bunda direto no meu pau molhado. Beijo sua boca virando sua cara e penetro sem piedade aquela bocetinha, encaixando meu pau com as mãos. Enfiando tudo bem fundo, rasgando e abrindo aquela xana molhada, com seu rabo arrebitado ela grita gemendo enquanto falo safadezas no seu ouvido.

- Não queria que eu te comesse gostosa? Agora vou acabar com você safada!! Vai e coloca sua perna no vaso e abre bem para eu te foder toda minha cachorra.

Obediente, Samanta o faz e logo começo a bombar forte naquela boceta apertada, enfiando tudo até bater na parede uterina. Minha mão agarrando seu cabelo e a outra a masturbando por frente, ao mesmo tempo em que trepamos bem rápido e forte com minhas bolas batendo na sua boceta. Aquela penetração bem molhada e gostosa do seu corpo explodindo em êxtase. Eu ainda falava umas safadezas ao pé do seu ouvido enquanto ela gemia abafado e se apoiava na parede e no cano da descarga. Tremendo de tanto gozar e com espasmos violentos de sua boceta e corpo ela implora para que eu a encha de porra.

-AAAAIIIAAAAIII...GOZA PRA MIM GOSTOSSSO NÃAAO AGUEEENNTO MA AH IS... GOZA!GOZA!! ENCHE A BUCETA DA SUA CACHORRAAAAAHHHHHH !!!

Novamente ela estremece toda e se entrega ao prazer enquanto que eu gozando tiro meu pau para fora e seguro a ejaculação, a coloco de joelhos e ela logo tenta protestar, e antes que pudesse falar algo eu penetro sua boca e encho tudo de porra esguichando e latejando.


- AHHHHHHHHH... QUE DELICIA SAH... 

Ela ia em direção ao vaso cuspir mas eu agarro sua face e prendo seu maxilar e tranco seu nariz, a obrigando a engolir. Ela me olha com cara de coitada e logo retruco.

- Você falou que ia fazer qualquer coisa então engole sem nojo

O que ela acabou fazendo com uma carinha de nojo, e por castigo enfio meu pau duro na sua boca e faço a lamber todos os resquícios de porra, depois bato com ele nas suas bochechas e rosto.

Com as pernas trêmulas ela se ajeita enquanto a mantenho de pé e arrumo seu cabelo e camisa, nos beijamos amorosamente e falo em seu ouvido que seria somente o começo da nossa noite.

- Seu louco, e se alguém viesse no banheiro...

- É o risco que torna mais gostoso.

Quando íamos sair eis que batidas na porta do banheiro feminino fazem nossos corações dispararem, e logo uma voz feminina bem conhecida por nós questiona.

- Oi, vai demorar ai?

Era a mãe da Samantha, prontamente assustada ela responde.

- Oi mãe, vai demorar um pouco! Já vou subir.

- Faz uma hora que você saiu do culto, já levou o seu amigo embora? Sua irmã falou que ele estava com intoxicação alimentar...

- É.. Acho que eu também não estou bem mãe, levei ele e quando estava quase chegando na igreja comecei a ter ânsia.. Então entrei aqui agora. Tô chamando o Hugo aqui... Use o outro banheiro...

-Abre essa porta filha! Quero ver como você está.

Parecia desculpa para bisbilhotar 

- Não precisa mãe 

- Abre agora, estou mandando.

Cambaleante ela abre e sua mãe já adentra o banheiro pressionando a porta até a parede na esperança de me encontrar atrás da porta, mas não havia ninguém naquele cubículo além de sua filha arrebentada.

Ela coloca a mão na testa da filha e exclama.

- Nossa Sam... Você tá fervendo e suando... não esta nem aguentando ficar de pé. Vou chamar seu pai e vamos embora.

- tá bom mãe... Vai no outro banheiro fazer suas necessidades rapidinho e eu vou terminar de vomitar aqui... ai já vamos tá.

-Eu fico aqui com você.

- Não mãe... Vai lá... não quero vomitar perto de você. Não vou morrer também por causa disso ... Calma.

- Tudo bem, vou no banheiro e já volto.

O banheiro era do lado do nosso, e no momento em que ela entrou e ouvimos a tranca, eu desci e dei um beijo na Sam. Ela me manda ir rápido com as mãos me chama de doido, eu antes de sair sussurro em sua orelha.

- Você ainda está me devendo uma gozada! Mais a noite te encontro para te pegar de verdade, essa aqui foi só a rapidinha para esquentar.

Ela me dá uns tapas e empurrões e eu fujo pelo outro lado enquanto ela me manda beijos.

Naquela mesma noite passei em sua casa para lhe dar um oi e estimar melhoras, além de pedir desculpas por " sair antes ", .e comprometendo a ir no próximo.



MINHA PRIMEIRA VEZ FOI LOGO NO CUZINHO.

Escrito em 12 de janeiro de 2018

Boa tarde galera sou Novo aqui e esse é primeiro conto que irei contar de vários que viram tenho hoje 29 anos amo gozar e acima de tudo amo dar prazer sou negão 1,75 m e 82 quilos pau tamanho norma meu forte e oral e Meter de um jeito que deixa qualquer uma maluca. Bom esse conto que irei relatar foi minha primeira vez já havia beijado muito ralado muito e ainda estava no zero zero na época tinha 18 anos e desesperado para foder moro em Vitória es e sempre fui de frequenta igreja e estava indo numa igreja aonde tinha uma jovem de 16 anos morena na muito linda de rosto mais tinha uns pertinho médio do biquinho Rosa pernas meios grossa e uma bunda meus amigos que bunda já fiquei de rola dura pensem numa bunda perfeita Grande cheirosa lisinha seu nome era ioio Félix ( fictício) no começo não sentia tesão nela era daquelas.

crente de saiao e nunca tinha reparado nela até que ela endoido   u e começou a estudar a noite um certa feita ela apareceu na igreja e viemos embora juntos eu Sen maldades quando passamos por uma rua sem saída ioio me deu um beijo top correspondi na hora e quando menos esperava notei naquela rabeta meus amigo eu alisava apertava me transformei ioio me levou para fim da Rua era deserta e do nada ela me ofereceu seu anelzinho meus amigo nem acreditei virgem desesperado por um buraco ela me ofereceu o cu cheirei aquele cu lâmbia como uma criança mama numa teta e enfiei que sensação incrivei fiquei metendo na. Rua foi quase uns dez minutos pois ela encima de um capô de carro e soquei naquele cu cheiroso e quando menos esperava gozei horrores nos arrumamos e fomos embora cambaleando e eu sem acredita no que havia acontecido foi uma sensação incrível minha primeira vez logo um cu e que cu era aquela Desculpe qualquer coisa prometo que volto logo as fotos a baixo e só para terem noção da bunda perfeita dela.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

A AMIGA CRENTE DA MINHA ENTEADA 4 FINAL

Sara já estava viciada na minha rola e se entregava como uma louca, quase todos os dias, mas, nossa “lua de mel” se encerrou com o retorno de minha família da praia. Assim que minha enteada largou suas malas, já partiu em busca da amiga, e eu e minha esposa fomos para o quarto, pois ela queria receber com juros e dividendos o que não recebera na praia.

Os dias iam passando, e Sara estava sempre em nossa casa como era habitual, só que agora, ela me olhava com adoração e desejo, mas a presença quase constante de minha família, impedia que ficássemos mais à vontade. Minha enteada, esperta, reparou que Sara estava diferente em suas maneiras e em suas conversas, e atenta, também reparou nos olhares ansiosos que ela me lançava e começou a pressionar Sara, para que esta contasse o que ocorrera na noite em que eu salvei a garota de ser estuprada.

Eu e ela aproveitávamos os raros momentos em que minha esposa e sua filha não estavam em casa e estravazávamos o desejo de um pelo outro, mas na maioria das vezes dávamos uns pegas rápidos na garagem ou trancados no banheiro. Mas minha enteada vigilante, um dia flagrou Sara, me boqueteando dentro do carro.

Ela entrou em uma fúria e discutiu comigo e com a amiga, mas com paciência, eu e ela contamos como tudo começou e convencemos ela a não me entregar para a sua mãe.

Com o conhecimento e apoio de minha enteada, os encontros com Sara se tornaram mais fáceis, principalmente quando surgiu o seminário da igreja de minha mulher. Era um evento importante, um grande encontro de seguidores do mundo inteiro, que foi mega planejado e – diga-se de passagem - mega chato, que minha mulher era obrigada a ir por ser uma das organizadoras.

Os Pais de Sara também iriam, e Sara ficaria em nossa casa junto com minha enteada sob os meus cuidados, que como descrente, eu estava livre daquela coisa maçante. Sara só faltou ir nas alturas, quando soube que passaria uma semana inteira junto comigo.

Nessa época minha enteada estava namorando um carinha escondido da mãe, e viu aí a oportunidade de ir com ele a uma festa, contando comigo para acompanhá-la e acobertar sua saída.

Quando minha mulher e os pais da Sara partiram, eu e as garotas fomos a um shopping, onde elas compraram roupas mais ousadas do que as que lhes eram permitidas. Dei uma passada discreta em uma sex shop, para adquirir alguns suplementos e depois levei as garotas para jantar.

Sara, radiante, passeava abraçada comigo, sem se aguentar, já vestira um vestidinho preto, pelo meio de suas coxas grossas, e que destacava o volume de seu traseiro. Minha enteada preferiu uma sainha curta e uma blusinha branca decotada.

Levei as meninas até a festa, e conheci o namorado de minha enteada. Era um rapaz bacana, pouco mais velho que ela. Prometi aos dois que eu e Sara ficaríamos pouco na festa, e que era para minha enteada pegar um táxi para retornar. Paguei alguns drinques para os jovens e quando vi que Sara já estava bem animada, peguei-a pelo braço, puxei a contra mim, beijei seu rosto e sussurrei que queria leva-la para a cama o mais rápido possível.

Ela se derreteu toda, me beijou e disse que queria passar a noite toda fazendo loucuras comigo, se afastou, foi se despedir da amiga e fomos embora.

No caminho já viemos trocando carinhos, carreguei-a nos braços até ao quarto, coloquei uma música suave, servi duas taças de champanhe e uma travessa com morangos e chantilly b que eu já deixara preparada, quando as garotas se arrumavam, para a festa e dançando, fui despindo ela e deixando-a me despir. Beijei seu cangote e deslizei minha boca em seus seios. Fiz ela se sentar na cama espalhei chantilly nos bicos de seus seios, e com a boca, eu lambia e mordiscava aqueles montinhos deliciosos!

Beba champanhe, derramada em seu colo e quando ela já estava delirando de tesão, tirei sua calcinha e caí de boca naquela xaninha ardente. Ela se contorcia com minhas carícias e perdeu o fôlego com minha língua.

Deitei-me na cama, e dessa vez ela beijava todo meu corpo enquanto segurava meu membro que logo ela sugou e, com chantilly espalhado nele, lambeu cada centímetro de uma forma lenta e enlouquecedora. Tive de impedi-la de continuar, ou me acabaria mais rápido do que eu mesmo planejara.

Depois, a puxei para cima de mim e comecei a beijar aqueles lábios, enquanto ela já veio encaixando seus quadris aos meus e meu pênis foi adentrando por suas macias entranhas. Ela foi me galopando lentamente, até engolir todo meu cacete. Sem sair de dentro dela, tombei-a e, agora por cima dela, fui acelerando o ritmo de minhas estocadas e ela enlaçou meus quadris com suas pernas.

Por uns quinze minutos variei o ritmo até que sentindo ela cravar suas unhas em mim, eu enchi sua bocetinha de porra.

Ficamos deitados trocando carícias e então, me muni de um óleo lubrificante e fui espalhando em seu traseiro. Apertava suas nádegas enquanto ela me mordia o pescoço. Fui insinuando um dedo dentro de seu buraquinho, coisa com a qual ela já estava acostumada, mas dessa vez, fui forçando um segundo dedo, enquanto mordiscava o lóbulo de sua orelha, e sussurrava em seu ouvido que iria arrebentar todas as suas preguinhas do seu cuzinho, e faze-la urrar de prazer em uma rola.

Mandei-a deitar de bruços na cama, com um travesseiro embaixo de seus quadris, o que fez aquela bunda linda ficar sobressaltada.

Retirei do criado mudo um pequeno ovo vibrador, que comprara à tarde, e enquanto laceava seu orifício com uma mão, passava aquele instrumento com óleo em suas costas, em suas nádegas e suas coxas e quando enfiei um terceiro dedo dentro de seu cu, para suprimir sua reação, coloquei o ovo em seu clitóris e ela, como se tivesse levado um choque, gemeu e se contorceu erguendo mais aquele traseiro lindo e perfeito.

Me ajeitei entre suas pernas e comecei a esfregar a cabeça de meu caralho em suas preguinhas e a fiz segurar o ovinho com a mão contra sua própria vulva. Mordisquei mais uma vez o lóbulo de sua orelha e forcei as suas pregas.

Ela soltou um gritinho de dor, mas eu, já esperando isso, dei um tempo para ela se acostumar com o volume da cabeça do meu pau em seu rabo, enquanto sussurrava em seu ouvido, o quanto ela era gostosa, e como sua bundinha era apertadinha e deliciosa. Como eu adorava ter ela ali sobre meu corpo, e de como ela era maravilhosa.

Com essas palavras, vendo que ela já relaxara, fui enfiando meu cacete. Ela urrava de dor, mas eu esperava um pouco, recuava beijando e acariciando seu rosto e seu corpo e fincava-lhe novamente, colocando sempre mais um pouco de rola para dentro dela.

Ela segurava firmemente na roupa de cama e mordia o travesseiro, enquanto eu sentia suas pregas cederem uma a uma e com uma última cravada da minha rola, acomodei todo meu caralho em seu rabo.

Ela chorava e eu comecei a manipular o ovo enfiado em sua grutinha e, enquanto fazia um vai e vem lento, ouvia o ar escapar de suas pregas e o cheiro denso de suor, de sexo, de merda misturada com lubrificante.

O ânus dela, mordia meu pau. Fui aumentando a velocidade de minhas arremetidas e ela urrava de dor, mas também gemia de prazer. Não me aguentei e enchi seu intestino de sêmen e tombei por cima dela.

Ela se aninhou a mim e eu, ofegante, dizia para ela o quanto a adorava.

Tive de ajudá-la a ir no banheiro, se lavar, e ela reclamou muito da dor que sentira e sentia em seu rabo, mas com muito carinho a fiz ir as alturas mais três vezes aquela noite.

Passamos a madrugada toda transando ou apenas nos acariciando e conversando.

No meio da madrugada, ouvimos o táxi que largou minha enteada à porta, e fui com a Carla recebê-la e essa, estava afogueada, totalmente bêbada, mas muito feliz. Perguntamos como havia sido sua noite e ela descreveu por alto, e deu uma risadinha, quando a Sara reparou que ela andava de maneira estranha e estava com os cabelos molhados e, com um sorriso comprometedor, e ela nos contou o que ocorrera na noite.

Sara naquela semana, passou a maior parte do tempo recebendo rola em todos seus orifícios, e livres, minha enteada e ela puderam fazer muitas coisas que a religião e o conservadorismo não permitiam e, elas, nem sabiam que era possível...

A MINHA AMIGA CRENTE DA MINHA ENTEADA 3

Na manhã seguinte, eu acordei Sara com um buquê de flores e um café na cama. Ela, que a noite perdera as pregas de sua bundinha, comentou que estava toda dolorida, mas ficamos trocando carinhos e beijos e então, fizemos amor calma e delicadamente. Enquanto ela tomava um banho para despertar completamente, fui levar café para a minha enteada, que estava, como eu esperava, sofrendo os efeitos de sua primeira ressaca, mas radiante com a “festa” da noite anterior.

Convidei as garotas para passear e minha enteada convidou o namorado para a acompanhar. À tarde, fomos ao cinema com direito a trocas de carícias ousada com Sara, e minha enteada e o namorado também não ficaram para trás e só faltaram se comer ali no escurinho. Lanchamos, passeamos e me divertia vendo as garotas se divertirem.

Minha enteada me perguntou se poderia levar o namorado para passar a noite em nossa casa, e eu concordei, ele, porém tinha que ir com os pais para a casa de um tio ou algo do gênero, e não poderia aceitar o convite, e a garota ficou amuada, mas, foi por pouco tempo, já que o clima era de diversão.

Voltamos, deixando o garoto em sua casa no caminho, e as garotas se transformaram em donas de casa, organizando e limpando e eu assumi meu papel, indo ao mercado fazer as compras.

Quando voltei, as duas lavavam a louça, e não resistindo, espalmei a mão na bunda de Sara e segurei no ombro de minha enteada, e brinquei que, para não abusar de minhas “pequenas escravas” eu tinha comprado muitas pizzas.

Nos acomodamos na sala, eu no sofá e as duas garotas estiradas no tapete em frente à TV, mas logo elas estavam escoradas contra o sofá, com minhas pernas entre elas e Sara, acariciando minhas coxas enquanto eu fazia cafuné em seus cabelos.

Eu servi um cooler que havia comprado para as garotas, e o clima era festivo. Minha enteada reclamou que seu namorado não pudesse estar com a gente, mas a Sara começou a interrogar ela sobre o que acontecera na noite passada, e em parte pelo álcool, e em parte pelo clima, ela acabou contando tudo, com riqueza de detalhes.

Minha enteada e ele trocavam beijos e carícias que iam cada vez se tornando mais ousadas, e, pouco após eu e Sara nos despedirmos, ele alegou estar com pouco dinheiro, mas, como morava ali perto, os dois poderiam ir até à casa dele, para ele buscar mais e os dois poderem aproveitar mais a noite.

Eles então, caminharam as poucas quadras que separavam o clube da casa do rapaz, e entraram pé ante pé, para não acordarem os pais dele e, no quarto do garoto, este propôs que os dois dessem um tempo ali para “namorarem” um pouco!

As carícias se tornaram mais ousadas e minha enteada disse que nem percebeu, mas quando deu por si, estava apenas de calcinha e o garoto, completamente nu, forçava seu membro contra sua bocetinha por cima do tecido que ele tentava puxar para o lado.

Ela disse que estava louca de tesão e desejo, empurrou um pouco o rapaz, sussurrando para ele colocar uma camisinha e, enquanto ele fazia isso, ela tirou a única peça que preservava sua virgindade. Ela disse que o garoto foi afoito demais, e lhe causou dor, mas que logo, ela relaxou e começou a se entregar, chegando mesmo a gostar, porém, tudo acabou antes de ela realmente alcançar o auge de tudo que estava sentindo, e não que via a hora de experimentar novamente, para ver se doeria novamente e se ela alcançaria o êxtase que tanto ouvira falar.

Sara, disse que só a primeira vez dela doera, mas que mesmo na primeira, já tinha se sentido nas nuvens e que minha enteada relaxasse, pois certamente teria outras oportunidades de “encontrar” o namorado.

As duas ficaram trocando confidências e experiências como se eu não estivesse ali, e Sara, das minhas coxas, passou a alisar meu pau por cima do calção que eu usava e este, quase queria atravessar o tecido de tão rijo.

Conforme minha enteada narrava sua história, ficava com o olhar fixo nas mãos de Sara sobre mim, e nisso, na conversa, a Sara disse, segurando ostensivamente meu membro e quase me levando a loucura:

-Dor mesmo, eu senti quando teu padrasto me cravou tudo isso aqui, dentro do meu cuzinho, garota!

Minha enteada soltou um uivo de espanto e disse que não acreditava que Sara tivesse suportado ou deixado, e a Sara, então, passou a descrever o que nós tínhamos feito na noite anterior, de como me chupara e como tinha gozado quando eu chupei a sua bocetinha, do óleo e do ovo vibrador, e como, mesmo sentindo muita dor, cedera suas pregas ao meu caralho.

Disse que não havia gostado, mas como eu era muito carinhoso e a levava a loucura, quando me “deitava” com ela, ela deixaria eu comer o cuzinho dela quando eu bem quisesse.

A conversa e a mão de sara em meu caralho estavam me deixando louco, e eu, segurando a mão de Sara, disse que elas deviam parar com essas conversas na minha presença e que Sara deveria “controlar” sua mãozinha de anjo, ou eu seria obrigado a pedir que minha enteada nos deixasse sozinhos para Sara cair de boca em mim, e minha enteada, me jogou direto no reino da loucura, quando disse para a Sara que ela não se contivesse e ficasse à vontade, de fazer o que eu queria, pois ela adoraria ficar olhando, até mesmo para poder aprender e fazer também com o seu namorado, e a Sara, toda desinibida pela conversa e pelo álcool, liberou sua mão da minha, baixou a frente do meu calção, liberando meu mastro que saltou rijo para fora, e sob o olhar estupefato de minha enteada, começou a me masturbar e lamber a cabeça de meu caralho.

Minha enteada acompanhava as brincadeiras que Sara fazia com a língua e os movimentos firmes que ela fazia com a mão atentamente, e juro, com água na boca e eu, no auge da sandice sexual que me encontrava, pus a mão em sua cabeça, desviando sua atenção e disse que se ela quisesse partilhar com a Sara, da brincadeira, que se sentisse livre e então a Sara, pegou a mão da amiga, puxando-a para o meu caralho e essa, cedeu à sua curiosidade, pegou, com receio na base e beijou a cabeça, tímida e desajeitadamente.

Eu e Sara, a fomos orientando em como fazer, e ver as duas, dividindo meu cacete entre suas “brincadeiras”, me fez perder o controle e quando avisei que iria esporrar, Sara caiu de boca e recebeu em sua garganta um imenso jato, que de tão intenso, não coube em sua boquinha, ela se afastou liberando espaço para minha enteada e orientou ela para limpar com a língua o restante que escorrera, o que ela fez reticente no início, mas apreciando o gosto, e degustando mais afoitamente.

Confesso que nunca tinha ficado tão louco antes, e que o meu pau nem mesmo reduziu sua rigidez, mas encerrei as brincadeiras das meninas, me ergui e fiz a Sara se sentar no sofá, dizendo para minha enteada, para sentar ao lado dela, que eu iria mostrar algo que ela iria amar.

As meninas obedeceram no ato, ansiosas e entregue e eu baixei o shortinho e a calcinha de Sara, e com a língua, fui lambendo a parte interna de suas coxas, seu quadril e finalmente sua bocetinha que já escorria de tanto tesão.

Minha enteada olhava tudo atentamente, e eu levei uma mão em sua coxa e enquanto ela observava, eu fui acariciando-a e despindo-a com ela ajudando, e então, vendo a colaboração dela em meus movimentos e após a Sara se contorcer em um orgasmo, cai de língua na bocetinha encharcada de minha enteada.

Quando minha língua tocou o sexo dela, parecia que ela tinha tomado um choque e nem um minuto passou, e ela já teve um violento orgasmo, que foi denunciado por seus urros e gemidos e pelas contorções e tremores do seu corpo.

Ela cravou seus dedos em meus cabelos e Sara, cedendo ao momento, silenciou a amiga com um beijo que minha enteada primeiro se espantou, mas que depois cedeu e correspondeu.

Enquanto mamava minha enteada, manipulava a bocetinha de Sara que tirava sua blusa e fazia minha enteada fazer o mesmo. Quando ergui meus olhos, contemplei aquelas duas beldades nuas e esplendorosas.

Minha enteada era menor e mais magra, ao contrário de Sara que, mais cheinha, tinha curvas. Seus seios eram minúsculos montinhos. Possuía uma xaninha, com escassos pelos e inchadinha, e uma bundinha arrebitada, redondinha e bem carnudinha.

Trazia em si, o encanto e o charme de uma verdadeira Lolita, ao contrário de Sara, que exalava feminilidade em suas curvas. As duas garotas se beijavam ardentemente, se abraçavam febrilmente, mas mantinham suas pernas abertas com seus sexos a meu dispor e mesmo com a minha língua já doendo, eu chupava ora uma, ora outra e dedilhava-as, projetando meus dedos dentro delas, que gemiam e urravam, se contorcendo de prazer e por fim, gozei apenas sentindo o prazer que concedia àquelas duas e, os três cansados e sem fôlego, caímos estirados no tapete.

Servi mais cooler, para nós três e as garotas vieram para mim, cada uma de um lado e combinadas, aninharam-se em meu tórax. Fiquei acariciando aqueles rostinhos lindos e minha enteada disse que foi a experiência mais maravilhosa de sua vida, estendeu a mão para me acariciar e acariciar a amiga.

Sara respondeu que a garota ainda não havia provado um décimo do prazer que ela já sentira comigo e minha enteada retrucou que estava disposta a tudo, em nome do prazer.

Caí na gargalhada, dizendo para as garotas segurarem os freios, pois nós três precisávamos de tempo, para nos restabelecermos, pois afinal, não éramos de ferro e as duas, com suas mãos, me acariciando disseram que eu não desanimasse que elas garantiriam que esperariam o quanto fosse necessário, por mim.

Passamos a próxima meia hora bebericando cooler e trocando carícias cada vez mais intensas e por fim, eu sussurrei ao ouvido das duas que adoraria ver elas se chupando e elas, despudoradamente entregues lascívia, se ajeitaram em um magnífico sessenta e nove e exploravam o sexo uma da outra com suas línguas.

Dei uma rápida escapada para o quarto e me muni de preservativos, óleo e o ovo vibrador, e me direcionei de retorno à sala, passando pela cozinha e pegando um balde com gelo. Aquela noite prometia prazeres alucinantes e eu estava disposto a todos com toda disposição de mina alma.

A AMIGA CRENTE DA MINHA ENTEADA 2

Sara já estava viciada na minha rola e se entregava como uma louca, quase todos os dias, mas, nossa “lua de mel” se encerrou com o retorno de minha família da praia. Assim que minha enteada largou suas malas, já partiu em busca da amiga, e eu e minha esposa fomos para o quarto, pois ela queria receber com juros e dividendos o que não recebera na praia.

Os dias iam passando, e Sara estava sempre em nossa casa como era habitual, só que agora, ela me olhava com adoração e desejo, mas a presença quase constante de minha família, impedia que ficássemos mais à vontade. Minha enteada, esperta, reparou que Sara estava diferente em suas maneiras e em suas conversas, e atenta, também reparou nos olhares ansiosos que ela me lançava e começou a pressionar Sara, para que esta contasse o que ocorrera na noite em que eu salvei a garota de ser estuprada.

Eu e ela aproveitávamos os raros momentos em que minha esposa e sua filha não estavam em casa e estravazávamos o desejo de um pelo outro, mas na maioria das vezes dávamos uns pegas rápidos na garagem ou trancados no banheiro. Mas minha enteada vigilante, um dia flagrou Sara, me boqueteando dentro do carro.

Ela entrou em uma fúria e discutiu comigo e com a amiga, mas com paciência, eu e ela contamos como tudo começou e convencemos ela a não me entregar para a sua mãe.

Com o conhecimento e apoio de minha enteada, os encontros com Sara se tornaram mais fáceis, principalmente quando surgiu o seminário da igreja de minha mulher. Era um evento importante, um grande encontro de seguidores do mundo inteiro, que foi mega planejado e – diga-se de passagem - mega chato, que minha mulher era obrigada a ir por ser uma das organizadoras.

Os Pais de Sara também iriam, e Sara ficaria em nossa casa junto com minha enteada sob os meus cuidados, que como descrente, eu estava livre daquela coisa maçante. Sara só faltou ir nas alturas, quando soube que passaria uma semana inteira junto comigo.

Nessa época minha enteada estava namorando um carinha escondido da mãe, e viu aí a oportunidade de ir com ele a uma festa, contando comigo para acompanhá-la e acobertar sua saída.

Quando minha mulher e os pais da Sara partiram, eu e as garotas fomos a um shopping, onde elas compraram roupas mais ousadas do que as que lhes eram permitidas. Dei uma passada discreta em uma sex shop, para adquirir alguns suplementos e depois levei as garotas para jantar.

Sara, radiante, passeava abraçada comigo, sem se aguentar, já vestira um vestidinho preto, pelo meio de suas coxas grossas, e que destacava o volume de seu traseiro. Minha enteada preferiu uma sainha curta e uma blusinha branca decotada.

Levei as meninas até a festa, e conheci o namorado de minha enteada. Era um rapaz bacana, pouco mais velho que ela. Prometi aos dois que eu e Sara ficaríamos pouco na festa, e que era para minha enteada pegar um táxi para retornar. Paguei alguns drinques para os jovens e quando vi que Sara já estava bem animada, peguei-a pelo braço, puxei a contra mim, beijei seu rosto e sussurrei que queria leva-la para a cama o mais rápido possível.

Ela se derreteu toda, me beijou e disse que queria passar a noite toda fazendo loucuras comigo, se afastou, foi se despedir da amiga e fomos embora.

No caminho já viemos trocando carinhos, carreguei-a nos braços até ao quarto, coloquei uma música suave, servi duas taças de champanhe e uma travessa com morangos e chantilly b que eu já deixara preparada, quando as garotas se arrumavam, para a festa e dançando, fui despindo ela e deixando-a me despir. Beijei seu cangote e deslizei minha boca em seus seios. Fiz ela se sentar na cama espalhei chantilly nos bicos de seus seios, e com a boca, eu lambia e mordiscava aqueles montinhos deliciosos!

Beba champanhe, derramada em seu colo e quando ela já estava delirando de tesão, tirei sua calcinha e caí de boca naquela xaninha ardente. Ela se contorcia com minhas carícias e perdeu o fôlego com minha língua.

Deitei-me na cama, e dessa vez ela beijava todo meu corpo enquanto segurava meu membro que logo ela sugou e, com chantilly espalhado nele, lambeu cada centímetro de uma forma lenta e enlouquecedora. Tive de impedi-la de continuar, ou me acabaria mais rápido do que eu mesmo planejara.

Depois, a puxei para cima de mim e comecei a beijar aqueles lábios, enquanto ela já veio encaixando seus quadris aos meus e meu pênis foi adentrando por suas macias entranhas. Ela foi me galopando lentamente, até engolir todo meu cacete. Sem sair de dentro dela, tombei-a e, agora por cima dela, fui acelerando o ritmo de minhas estocadas e ela enlaçou meus quadris com suas pernas.

Por uns quinze minutos variei o ritmo até que sentindo ela cravar suas unhas em mim, eu enchi sua bocetinha de porra.

Ficamos deitados trocando carícias e então, me muni de um óleo lubrificante e fui espalhando em seu traseiro. Apertava suas nádegas enquanto ela me mordia o pescoço. Fui insinuando um dedo dentro de seu buraquinho, coisa com a qual ela já estava acostumada, mas dessa vez, fui forçando um segundo dedo, enquanto mordiscava o lóbulo de sua orelha, e sussurrava em seu ouvido que iria arrebentar todas as suas preguinhas do seu cuzinho, e faze-la urrar de prazer em uma rola.

Mandei-a deitar de bruços na cama, com um travesseiro embaixo de seus quadris, o que fez aquela bunda linda ficar sobressaltada.

Retirei do criado mudo um pequeno ovo vibrador, que comprara à tarde, e enquanto laceava seu orifício com uma mão, passava aquele instrumento com óleo em suas costas, em suas nádegas e suas coxas e quando enfiei um terceiro dedo dentro de seu cu, para suprimir sua reação, coloquei o ovo em seu clitóris e ela, como se tivesse levado um choque, gemeu e se contorceu erguendo mais aquele traseiro lindo e perfeito.

Me ajeitei entre suas pernas e comecei a esfregar a cabeça de meu caralho em suas preguinhas e a fiz segurar o ovinho com a mão contra sua própria vulva. Mordisquei mais uma vez o lóbulo de sua orelha e forcei as suas pregas.

Ela soltou um gritinho de dor, mas eu, já esperando isso, dei um tempo para ela se acostumar com o volume da cabeça do meu pau em seu rabo, enquanto sussurrava em seu ouvido, o quanto ela era gostosa, e como sua bundinha era apertadinha e deliciosa. Como eu adorava ter ela ali sobre meu corpo, e de como ela era maravilhosa.

Com essas palavras, vendo que ela já relaxara, fui enfiando meu cacete. Ela urrava de dor, mas eu esperava um pouco, recuava beijando e acariciando seu rosto e seu corpo e fincava-lhe novamente, colocando sempre mais um pouco de rola para dentro dela.

Ela segurava firmemente na roupa de cama e mordia o travesseiro, enquanto eu sentia suas pregas cederem uma a uma e com uma última cravada da minha rola, acomodei todo meu caralho em seu rabo.

Ela chorava e eu comecei a manipular o ovo enfiado em sua grutinha e, enquanto fazia um vai e vem lento, ouvia o ar escapar de suas pregas e o cheiro denso de suor, de sexo, de merda misturada com lubrificante.

O ânus dela, mordia meu pau. Fui aumentando a velocidade de minhas arremetidas e ela urrava de dor, mas também gemia de prazer. Não me aguentei e enchi seu intestino de sêmen e tombei por cima dela.

Ela se aninhou a mim e eu, ofegante, dizia para ela o quanto a adorava.

Tive de ajudá-la a ir no banheiro, se lavar, e ela reclamou muito da dor que sentira e sentia em seu rabo, mas com muito carinho a fiz ir as alturas mais três vezes aquela noite.

Passamos a madrugada toda transando ou apenas nos acariciando e conversando.

No meio da madrugada, ouvimos o táxi que largou minha enteada à porta, e fui com a Carla recebê-la e essa, estava afogueada, totalmente bêbada, mas muito feliz. Perguntamos como havia sido sua noite e ela descreveu por alto, e deu uma risadinha, quando a Sara reparou que ela andava de maneira estranha e estava com os cabelos molhados e, com um sorriso comprometedor, e ela nos contou o que ocorrera na noite.

Sara naquela semana, passou a maior parte do tempo recebendo rola em todos seus orifícios, e livres, minha enteada e ela puderam fazer muitas coisas que a religião e o conservadorismo não permitiam e, elas, nem sabiam que era possível...