sábado, 6 de outubro de 2018

MATANDO DE PRAZER A "AMIGA" CRENTE SAFADINHA.

ESCRITO EM 07/04/2017

Samanta, era uma de minhas namoradas de academia. Na brincadeira de ficar acabei em uma correlação com ela. Era uma atraente branquinha de cabelos pretos grandes e lisos, olhos castanhos e anverso bem assente, como os das modelos. Dona de um corpo magro, no entanto bem avantajada em seios, assento e anca em compensação uma cerca finíssima a qual eu fazia absurdo de que iria arrebentar com o peso daqueles peitões. Seu agente me detestava e sua mãe o apaziguava por aparentar sermos colegas somente. Namorávamos escondidos e embora de todo o catástrofe eu vivia na sua casa.


Eu tinha quatorze na época e ela 16, eu era o caçula da sala, porém bem esperto e formado para minha idade. loiro de olhos verdes e forte com 1,71 de altura. Apesar disso ela ainda era um pouco mais alta do que eu, e vivia me jogando na cara.

Um dia ela me convidou para ir a um culto da sua igreja, o qual eu negava até que com uma chantagem dela decidi ir.

- Vai junto comigo por favor para eu te apresentar para as amigas !! te faço qualquer coisa - Ela disse.

- Beleza, ja se prepara que vou cobrar daqui a pouco mesmo, vou em casa se arrumar e já volto para irmos. 

Ela pula me abraçando e beijando de alegria. Mal sabe o que a esperava.

Samanta e suas irmãs, seus pais e eu caminhávamos de sua casa perto do local que era bem próximo. Seu pai agora feliz pela primeira vez com minha presença. E às 19 horas já estávamos no culto.

Na metade para o final do culto, eu falo para ela que não estou legal e vou respirar um pouco. Solidária ela me segue preocupada, e nos dirigimos ao banheiro do local que ficava fora e abaixo do prédio na parte de trás.

Adentro no banheiro feminino, que era somente um cubículo quadrado aonde havia um vaso e só. Ela veio me retirar de lá com suas mãos em minha cintura. Com sua voz dengosa ela me fala.

- Oh meu gato... Está tão ruim que até entrou no banheiro errado por engano, vem cá...

Sem tempo de resposta eu a agarro repentinamente e tranco a porta do banheiro. Seguro suas duas mãos firmes no alto com minha mão esquerda enquanto a aperto na parede com meu corpo e deslizo a outra mão em seu corpo.

- O quê você tá fazendo seu louco! Aqui não! Se meu pai te pegar comigo aqui v... Ah..

Antes que ela pudesse falar mais eu a beijo intensamente enquanto agarro a sua cintura por debaixo da camisa com meu braço e a aperto em meu corpo. Continuo a beijando cada vez mais, deixando a sem fôlego e alternando entre sua boca e pescoço enquanto sussurro em seu ouvido.

- Eu falei ao seu pai que eu iria embora por estar ruim do estômago, sua irmã vai reforçar minha versão e que você foi me levar até em casa. O culto vai demorar para acabar... E você me prometeu qualquer coisa lembra? Vai ser bem rapidinho...

Ela estava linda de saia jeans e camiseta social branca. E eu de terno todo arrumado e perfumado a agarrando e beijando seu pescoço. Ela ofegante e eu louco de tesão.

Solto suas mãos e com os braços em sua cintura a suspendo no meu colo prensando suas costas na parede, ela entrelaça as pernas sentindo todo o volume do meu pau duro feito aço latejando saindo pra fora da calça sozinho.

As suas pernas abertas de frente com minha cintura encaixavam perfeitamente enquanto eu friccionava meu cacete naquela xaninha pequena e ensopada. Nos agarrávamos naquela pegação gostosa quando ela me pediu.

- Que tesão gostoso, vai me come logo! 

- Eu nem comecei ainda Sah, calma.

Ouvindo isso a desço no chão e começo a desabotoar so alguns botões de sua blusa enquanto desço os beijos do pescoço para os seios. Seu sutiã abria na frente, o que facilitou ainda mais quando agarro com minhas mãos grandes aqueles seios fartos de bico rosinha juntando as auréolas para lamber e chupar seus dois mamilos de uma só vez.

Ela começa a abrir minha calça e apalpar meu pênis punhetando enquanto geme de prazer com minha língua chupando e mordiscando de todas as maneiras possíveis seu busto.

- Ahh..ahhh ...nooossssa que gostoso! Que grande e duro seu pau

Não era tão grande na época com seus 15 centímetros, mas era bem grosso em toda sua extensão e curvado para cima ( tipo uma calabresa), levando ela ao delírio quando a comia carregada nos braços.

- Ela soltava gemidinhos enquanto agarrava meu pau com ambas as mãozinhas, logo tirei suas mãos de lá e coloquei segurando seus próprios seios.

- O quê houve?

- Não aguento mais, vou ter que chupar esse corpinho todo Sah, você tá gata demais.

Começo a descer a língua e levanto sua camisa chupando e beijando sua barriga e cintura até descer repentinamente para os joelhos e correr as mãos pelas suas coxas.

Ela solta seus peitos e agarra meu cabelo. 

Começo a subir e entrar debaixo da saia e logo começo a sugar e mordiscar aquela calcinha. Fio dental com sua xana ensopada. Só desço ela e engulo aquela buceta toda, a beijando vorazmente.

.. Ahhhaha ... Que delícia meu Deus!!

Ela inclina seu corpo e levanta a saia para melhorar a chupada enquanto eu agarro seu rabão enquanto corro com a língua por ela toda, cada lambida abrindo toda aquela xaninha pequena rosada e depilada. Sua perna estremece enquanto engulo ela toda e mamo em seu clitóris, beijando e sugando todo aquele mel delicioso. Corro as mãos pelo seu corpo e bunda enquanto ela geme alto sem controle. A sorte é que os participantes do culto gritavam mais que ela logo acima.

- AAAAHHHHHH! VOU GO..OOZZ..AARRR.. AH.AH.AHHHHHHH.

Ela gemia no ritmo crescente das minhas chupadas, sentia os lábios da bucetinha se contraindo a cada gozada. E quanto mais ela gozava, mais eu sugava e chupava sua xana, friccionando gostoso e ritmado a língua . 

Coloquei suas pernas nos meus ombros e a suspendi chupando sua buceta cada vez mais sedento, agora também masturbando seus cuzinho circulando e penetrando de leve com os dedos enquanto ela se segurava desesperada no meu cabelo e nas paredes.

AH AH..AHAHAH..VOU GOOZAR DE NOVOO...NÃO ME DERRUBAAAHH AH AH AH..!!¡

Em um misto de tesão, medo de cair e o pavor de ser descoberta, Sam berra de prazer na minha boca se contorcendo loucamente e estremecendo. Tenho que agarrar forte sua cintura para que não caia, enquanto a chupo sentindo suas contrações na língua.

Desço a no chão devido ao risco e suas pernas bambeiam, sem descanso à viro de costas e chupo sua bunda enquanto sigo beijando, até lamber aquele rabinho delicioso. Círculo seu cuzinho e o preencho a entrada com minha língua enquanto masturbo aquele clitóris durinho.

-AHAHAHA..PAARAA!! TO MORRENDO DE TESÃO ME COME ..HUMMM..VOU GOOZZAR DENOVO...AAHHHH!

Chupo aquele rabo gostoso enquanto a masturbo sem dó, fazendo uma de suas mãozinhas abrirem os labios de sua buceta enquanto masturbo seu clitoris com uma mão e abro sua bunda arrebitada com a outra sentindo toda a contração daquele cuzinho enquanto esfrego bem gostoso aquele grelo todo melecado. 

Ela arranha as paredes de tesão com a outra mão e grita abafado mordendo seu próprio braço, e quando sinto que ela já não aguenta mais, levanto bruscamente e agarro a raiz do seu cabelo sem dó e a outra mão puxa violentamente sua bunda direto no meu pau molhado. Beijo sua boca virando sua cara e penetro sem piedade aquela bocetinha, encaixando meu pau com as mãos. Enfiando tudo bem fundo, rasgando e abrindo aquela xana molhada, com seu rabo arrebitado ela grita gemendo enquanto falo safadezas no seu ouvido.

- Não queria que eu te comesse gostosa? Agora vou acabar com você safada!! Vai e coloca sua perna no vaso e abre bem para eu te foder toda minha cachorra.

Obediente, Samanta o faz e logo começo a bombar forte naquela boceta apertada, enfiando tudo até bater na parede uterina. Minha mão agarrando seu cabelo e a outra a masturbando por frente, ao mesmo tempo em que trepamos bem rápido e forte com minhas bolas batendo na sua boceta. Aquela penetração bem molhada e gostosa do seu corpo explodindo em êxtase. Eu ainda falava umas safadezas ao pé do seu ouvido enquanto ela gemia abafado e se apoiava na parede e no cano da descarga. Tremendo de tanto gozar e com espasmos violentos de sua boceta e corpo ela implora para que eu a encha de porra.

-AAAAIIIAAAAIII...GOZA PRA MIM GOSTOSSSO NÃAAO AGUEEENNTO MA AH IS... GOZA!GOZA!! ENCHE A BUCETA DA SUA CACHORRAAAAAHHHHHH !!!

Novamente ela estremece toda e se entrega ao prazer enquanto que eu gozando tiro meu pau para fora e seguro a ejaculação, a coloco de joelhos e ela logo tenta protestar, e antes que pudesse falar algo eu penetro sua boca e encho tudo de porra esguichando e latejando.


- AHHHHHHHHH... QUE DELICIA SAH... 

Ela ia em direção ao vaso cuspir mas eu agarro sua face e prendo seu maxilar e tranco seu nariz, a obrigando a engolir. Ela me olha com cara de coitada e logo retruco.

- Você falou que ia fazer qualquer coisa então engole sem nojo

O que ela acabou fazendo com uma carinha de nojo, e por castigo enfio meu pau duro na sua boca e faço a lamber todos os resquícios de porra, depois bato com ele nas suas bochechas e rosto.

Com as pernas trêmulas ela se ajeita enquanto a mantenho de pé e arrumo seu cabelo e camisa, nos beijamos amorosamente e falo em seu ouvido que seria somente o começo da nossa noite.

- Seu louco, e se alguém viesse no banheiro...

- É o risco que torna mais gostoso.

Quando íamos sair eis que batidas na porta do banheiro feminino fazem nossos corações dispararem, e logo uma voz feminina bem conhecida por nós questiona.

- Oi, vai demorar ai?

Era a mãe da Samantha, prontamente assustada ela responde.

- Oi mãe, vai demorar um pouco! Já vou subir.

- Faz uma hora que você saiu do culto, já levou o seu amigo embora? Sua irmã falou que ele estava com intoxicação alimentar...

- É.. Acho que eu também não estou bem mãe, levei ele e quando estava quase chegando na igreja comecei a ter ânsia.. Então entrei aqui agora. Tô chamando o Hugo aqui... Use o outro banheiro...

-Abre essa porta filha! Quero ver como você está.

Parecia desculpa para bisbilhotar 

- Não precisa mãe 

- Abre agora, estou mandando.

Cambaleante ela abre e sua mãe já adentra o banheiro pressionando a porta até a parede na esperança de me encontrar atrás da porta, mas não havia ninguém naquele cubículo além de sua filha arrebentada.

Ela coloca a mão na testa da filha e exclama.

- Nossa Sam... Você tá fervendo e suando... não esta nem aguentando ficar de pé. Vou chamar seu pai e vamos embora.

- tá bom mãe... Vai no outro banheiro fazer suas necessidades rapidinho e eu vou terminar de vomitar aqui... ai já vamos tá.

-Eu fico aqui com você.

- Não mãe... Vai lá... não quero vomitar perto de você. Não vou morrer também por causa disso ... Calma.

- Tudo bem, vou no banheiro e já volto.

O banheiro era do lado do nosso, e no momento em que ela entrou e ouvimos a tranca, eu desci e dei um beijo na Sam. Ela me manda ir rápido com as mãos me chama de doido, eu antes de sair sussurro em sua orelha.

- Você ainda está me devendo uma gozada! Mais a noite te encontro para te pegar de verdade, essa aqui foi só a rapidinha para esquentar.

Ela me dá uns tapas e empurrões e eu fujo pelo outro lado enquanto ela me manda beijos.

Naquela mesma noite passei em sua casa para lhe dar um oi e estimar melhoras, além de pedir desculpas por " sair antes ", .e comprometendo a ir no próximo.



MINHA PRIMEIRA VEZ FOI LOGO NO CUZINHO.

Escrito em 12 de janeiro de 2018

Boa tarde galera sou Novo aqui e esse é primeiro conto que irei contar de vários que viram tenho hoje 29 anos amo gozar e acima de tudo amo dar prazer sou negão 1,75 m e 82 quilos pau tamanho norma meu forte e oral e Meter de um jeito que deixa qualquer uma maluca. Bom esse conto que irei relatar foi minha primeira vez já havia beijado muito ralado muito e ainda estava no zero zero na época tinha 18 anos e desesperado para foder moro em Vitória es e sempre fui de frequenta igreja e estava indo numa igreja aonde tinha uma jovem de 16 anos morena na muito linda de rosto mais tinha uns pertinho médio do biquinho Rosa pernas meios grossa e uma bunda meus amigos que bunda já fiquei de rola dura pensem numa bunda perfeita Grande cheirosa lisinha seu nome era ioio Félix ( fictício) no começo não sentia tesão nela era daquelas.

crente de saiao e nunca tinha reparado nela até que ela endoido   u e começou a estudar a noite um certa feita ela apareceu na igreja e viemos embora juntos eu Sen maldades quando passamos por uma rua sem saída ioio me deu um beijo top correspondi na hora e quando menos esperava notei naquela rabeta meus amigo eu alisava apertava me transformei ioio me levou para fim da Rua era deserta e do nada ela me ofereceu seu anelzinho meus amigo nem acreditei virgem desesperado por um buraco ela me ofereceu o cu cheirei aquele cu lâmbia como uma criança mama numa teta e enfiei que sensação incrivei fiquei metendo na. Rua foi quase uns dez minutos pois ela encima de um capô de carro e soquei naquele cu cheiroso e quando menos esperava gozei horrores nos arrumamos e fomos embora cambaleando e eu sem acredita no que havia acontecido foi uma sensação incrível minha primeira vez logo um cu e que cu era aquela Desculpe qualquer coisa prometo que volto logo as fotos a baixo e só para terem noção da bunda perfeita dela.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

A AMIGA CRENTE DA MINHA ENTEADA 4 FINAL

Sara já estava viciada na minha rola e se entregava como uma louca, quase todos os dias, mas, nossa “lua de mel” se encerrou com o retorno de minha família da praia. Assim que minha enteada largou suas malas, já partiu em busca da amiga, e eu e minha esposa fomos para o quarto, pois ela queria receber com juros e dividendos o que não recebera na praia.

Os dias iam passando, e Sara estava sempre em nossa casa como era habitual, só que agora, ela me olhava com adoração e desejo, mas a presença quase constante de minha família, impedia que ficássemos mais à vontade. Minha enteada, esperta, reparou que Sara estava diferente em suas maneiras e em suas conversas, e atenta, também reparou nos olhares ansiosos que ela me lançava e começou a pressionar Sara, para que esta contasse o que ocorrera na noite em que eu salvei a garota de ser estuprada.

Eu e ela aproveitávamos os raros momentos em que minha esposa e sua filha não estavam em casa e estravazávamos o desejo de um pelo outro, mas na maioria das vezes dávamos uns pegas rápidos na garagem ou trancados no banheiro. Mas minha enteada vigilante, um dia flagrou Sara, me boqueteando dentro do carro.

Ela entrou em uma fúria e discutiu comigo e com a amiga, mas com paciência, eu e ela contamos como tudo começou e convencemos ela a não me entregar para a sua mãe.

Com o conhecimento e apoio de minha enteada, os encontros com Sara se tornaram mais fáceis, principalmente quando surgiu o seminário da igreja de minha mulher. Era um evento importante, um grande encontro de seguidores do mundo inteiro, que foi mega planejado e – diga-se de passagem - mega chato, que minha mulher era obrigada a ir por ser uma das organizadoras.

Os Pais de Sara também iriam, e Sara ficaria em nossa casa junto com minha enteada sob os meus cuidados, que como descrente, eu estava livre daquela coisa maçante. Sara só faltou ir nas alturas, quando soube que passaria uma semana inteira junto comigo.

Nessa época minha enteada estava namorando um carinha escondido da mãe, e viu aí a oportunidade de ir com ele a uma festa, contando comigo para acompanhá-la e acobertar sua saída.

Quando minha mulher e os pais da Sara partiram, eu e as garotas fomos a um shopping, onde elas compraram roupas mais ousadas do que as que lhes eram permitidas. Dei uma passada discreta em uma sex shop, para adquirir alguns suplementos e depois levei as garotas para jantar.

Sara, radiante, passeava abraçada comigo, sem se aguentar, já vestira um vestidinho preto, pelo meio de suas coxas grossas, e que destacava o volume de seu traseiro. Minha enteada preferiu uma sainha curta e uma blusinha branca decotada.

Levei as meninas até a festa, e conheci o namorado de minha enteada. Era um rapaz bacana, pouco mais velho que ela. Prometi aos dois que eu e Sara ficaríamos pouco na festa, e que era para minha enteada pegar um táxi para retornar. Paguei alguns drinques para os jovens e quando vi que Sara já estava bem animada, peguei-a pelo braço, puxei a contra mim, beijei seu rosto e sussurrei que queria leva-la para a cama o mais rápido possível.

Ela se derreteu toda, me beijou e disse que queria passar a noite toda fazendo loucuras comigo, se afastou, foi se despedir da amiga e fomos embora.

No caminho já viemos trocando carinhos, carreguei-a nos braços até ao quarto, coloquei uma música suave, servi duas taças de champanhe e uma travessa com morangos e chantilly b que eu já deixara preparada, quando as garotas se arrumavam, para a festa e dançando, fui despindo ela e deixando-a me despir. Beijei seu cangote e deslizei minha boca em seus seios. Fiz ela se sentar na cama espalhei chantilly nos bicos de seus seios, e com a boca, eu lambia e mordiscava aqueles montinhos deliciosos!

Beba champanhe, derramada em seu colo e quando ela já estava delirando de tesão, tirei sua calcinha e caí de boca naquela xaninha ardente. Ela se contorcia com minhas carícias e perdeu o fôlego com minha língua.

Deitei-me na cama, e dessa vez ela beijava todo meu corpo enquanto segurava meu membro que logo ela sugou e, com chantilly espalhado nele, lambeu cada centímetro de uma forma lenta e enlouquecedora. Tive de impedi-la de continuar, ou me acabaria mais rápido do que eu mesmo planejara.

Depois, a puxei para cima de mim e comecei a beijar aqueles lábios, enquanto ela já veio encaixando seus quadris aos meus e meu pênis foi adentrando por suas macias entranhas. Ela foi me galopando lentamente, até engolir todo meu cacete. Sem sair de dentro dela, tombei-a e, agora por cima dela, fui acelerando o ritmo de minhas estocadas e ela enlaçou meus quadris com suas pernas.

Por uns quinze minutos variei o ritmo até que sentindo ela cravar suas unhas em mim, eu enchi sua bocetinha de porra.

Ficamos deitados trocando carícias e então, me muni de um óleo lubrificante e fui espalhando em seu traseiro. Apertava suas nádegas enquanto ela me mordia o pescoço. Fui insinuando um dedo dentro de seu buraquinho, coisa com a qual ela já estava acostumada, mas dessa vez, fui forçando um segundo dedo, enquanto mordiscava o lóbulo de sua orelha, e sussurrava em seu ouvido que iria arrebentar todas as suas preguinhas do seu cuzinho, e faze-la urrar de prazer em uma rola.

Mandei-a deitar de bruços na cama, com um travesseiro embaixo de seus quadris, o que fez aquela bunda linda ficar sobressaltada.

Retirei do criado mudo um pequeno ovo vibrador, que comprara à tarde, e enquanto laceava seu orifício com uma mão, passava aquele instrumento com óleo em suas costas, em suas nádegas e suas coxas e quando enfiei um terceiro dedo dentro de seu cu, para suprimir sua reação, coloquei o ovo em seu clitóris e ela, como se tivesse levado um choque, gemeu e se contorceu erguendo mais aquele traseiro lindo e perfeito.

Me ajeitei entre suas pernas e comecei a esfregar a cabeça de meu caralho em suas preguinhas e a fiz segurar o ovinho com a mão contra sua própria vulva. Mordisquei mais uma vez o lóbulo de sua orelha e forcei as suas pregas.

Ela soltou um gritinho de dor, mas eu, já esperando isso, dei um tempo para ela se acostumar com o volume da cabeça do meu pau em seu rabo, enquanto sussurrava em seu ouvido, o quanto ela era gostosa, e como sua bundinha era apertadinha e deliciosa. Como eu adorava ter ela ali sobre meu corpo, e de como ela era maravilhosa.

Com essas palavras, vendo que ela já relaxara, fui enfiando meu cacete. Ela urrava de dor, mas eu esperava um pouco, recuava beijando e acariciando seu rosto e seu corpo e fincava-lhe novamente, colocando sempre mais um pouco de rola para dentro dela.

Ela segurava firmemente na roupa de cama e mordia o travesseiro, enquanto eu sentia suas pregas cederem uma a uma e com uma última cravada da minha rola, acomodei todo meu caralho em seu rabo.

Ela chorava e eu comecei a manipular o ovo enfiado em sua grutinha e, enquanto fazia um vai e vem lento, ouvia o ar escapar de suas pregas e o cheiro denso de suor, de sexo, de merda misturada com lubrificante.

O ânus dela, mordia meu pau. Fui aumentando a velocidade de minhas arremetidas e ela urrava de dor, mas também gemia de prazer. Não me aguentei e enchi seu intestino de sêmen e tombei por cima dela.

Ela se aninhou a mim e eu, ofegante, dizia para ela o quanto a adorava.

Tive de ajudá-la a ir no banheiro, se lavar, e ela reclamou muito da dor que sentira e sentia em seu rabo, mas com muito carinho a fiz ir as alturas mais três vezes aquela noite.

Passamos a madrugada toda transando ou apenas nos acariciando e conversando.

No meio da madrugada, ouvimos o táxi que largou minha enteada à porta, e fui com a Carla recebê-la e essa, estava afogueada, totalmente bêbada, mas muito feliz. Perguntamos como havia sido sua noite e ela descreveu por alto, e deu uma risadinha, quando a Sara reparou que ela andava de maneira estranha e estava com os cabelos molhados e, com um sorriso comprometedor, e ela nos contou o que ocorrera na noite.

Sara naquela semana, passou a maior parte do tempo recebendo rola em todos seus orifícios, e livres, minha enteada e ela puderam fazer muitas coisas que a religião e o conservadorismo não permitiam e, elas, nem sabiam que era possível...

A MINHA AMIGA CRENTE DA MINHA ENTEADA 3

Na manhã seguinte, eu acordei Sara com um buquê de flores e um café na cama. Ela, que a noite perdera as pregas de sua bundinha, comentou que estava toda dolorida, mas ficamos trocando carinhos e beijos e então, fizemos amor calma e delicadamente. Enquanto ela tomava um banho para despertar completamente, fui levar café para a minha enteada, que estava, como eu esperava, sofrendo os efeitos de sua primeira ressaca, mas radiante com a “festa” da noite anterior.

Convidei as garotas para passear e minha enteada convidou o namorado para a acompanhar. À tarde, fomos ao cinema com direito a trocas de carícias ousada com Sara, e minha enteada e o namorado também não ficaram para trás e só faltaram se comer ali no escurinho. Lanchamos, passeamos e me divertia vendo as garotas se divertirem.

Minha enteada me perguntou se poderia levar o namorado para passar a noite em nossa casa, e eu concordei, ele, porém tinha que ir com os pais para a casa de um tio ou algo do gênero, e não poderia aceitar o convite, e a garota ficou amuada, mas, foi por pouco tempo, já que o clima era de diversão.

Voltamos, deixando o garoto em sua casa no caminho, e as garotas se transformaram em donas de casa, organizando e limpando e eu assumi meu papel, indo ao mercado fazer as compras.

Quando voltei, as duas lavavam a louça, e não resistindo, espalmei a mão na bunda de Sara e segurei no ombro de minha enteada, e brinquei que, para não abusar de minhas “pequenas escravas” eu tinha comprado muitas pizzas.

Nos acomodamos na sala, eu no sofá e as duas garotas estiradas no tapete em frente à TV, mas logo elas estavam escoradas contra o sofá, com minhas pernas entre elas e Sara, acariciando minhas coxas enquanto eu fazia cafuné em seus cabelos.

Eu servi um cooler que havia comprado para as garotas, e o clima era festivo. Minha enteada reclamou que seu namorado não pudesse estar com a gente, mas a Sara começou a interrogar ela sobre o que acontecera na noite passada, e em parte pelo álcool, e em parte pelo clima, ela acabou contando tudo, com riqueza de detalhes.

Minha enteada e ele trocavam beijos e carícias que iam cada vez se tornando mais ousadas, e, pouco após eu e Sara nos despedirmos, ele alegou estar com pouco dinheiro, mas, como morava ali perto, os dois poderiam ir até à casa dele, para ele buscar mais e os dois poderem aproveitar mais a noite.

Eles então, caminharam as poucas quadras que separavam o clube da casa do rapaz, e entraram pé ante pé, para não acordarem os pais dele e, no quarto do garoto, este propôs que os dois dessem um tempo ali para “namorarem” um pouco!

As carícias se tornaram mais ousadas e minha enteada disse que nem percebeu, mas quando deu por si, estava apenas de calcinha e o garoto, completamente nu, forçava seu membro contra sua bocetinha por cima do tecido que ele tentava puxar para o lado.

Ela disse que estava louca de tesão e desejo, empurrou um pouco o rapaz, sussurrando para ele colocar uma camisinha e, enquanto ele fazia isso, ela tirou a única peça que preservava sua virgindade. Ela disse que o garoto foi afoito demais, e lhe causou dor, mas que logo, ela relaxou e começou a se entregar, chegando mesmo a gostar, porém, tudo acabou antes de ela realmente alcançar o auge de tudo que estava sentindo, e não que via a hora de experimentar novamente, para ver se doeria novamente e se ela alcançaria o êxtase que tanto ouvira falar.

Sara, disse que só a primeira vez dela doera, mas que mesmo na primeira, já tinha se sentido nas nuvens e que minha enteada relaxasse, pois certamente teria outras oportunidades de “encontrar” o namorado.

As duas ficaram trocando confidências e experiências como se eu não estivesse ali, e Sara, das minhas coxas, passou a alisar meu pau por cima do calção que eu usava e este, quase queria atravessar o tecido de tão rijo.

Conforme minha enteada narrava sua história, ficava com o olhar fixo nas mãos de Sara sobre mim, e nisso, na conversa, a Sara disse, segurando ostensivamente meu membro e quase me levando a loucura:

-Dor mesmo, eu senti quando teu padrasto me cravou tudo isso aqui, dentro do meu cuzinho, garota!

Minha enteada soltou um uivo de espanto e disse que não acreditava que Sara tivesse suportado ou deixado, e a Sara, então, passou a descrever o que nós tínhamos feito na noite anterior, de como me chupara e como tinha gozado quando eu chupei a sua bocetinha, do óleo e do ovo vibrador, e como, mesmo sentindo muita dor, cedera suas pregas ao meu caralho.

Disse que não havia gostado, mas como eu era muito carinhoso e a levava a loucura, quando me “deitava” com ela, ela deixaria eu comer o cuzinho dela quando eu bem quisesse.

A conversa e a mão de sara em meu caralho estavam me deixando louco, e eu, segurando a mão de Sara, disse que elas deviam parar com essas conversas na minha presença e que Sara deveria “controlar” sua mãozinha de anjo, ou eu seria obrigado a pedir que minha enteada nos deixasse sozinhos para Sara cair de boca em mim, e minha enteada, me jogou direto no reino da loucura, quando disse para a Sara que ela não se contivesse e ficasse à vontade, de fazer o que eu queria, pois ela adoraria ficar olhando, até mesmo para poder aprender e fazer também com o seu namorado, e a Sara, toda desinibida pela conversa e pelo álcool, liberou sua mão da minha, baixou a frente do meu calção, liberando meu mastro que saltou rijo para fora, e sob o olhar estupefato de minha enteada, começou a me masturbar e lamber a cabeça de meu caralho.

Minha enteada acompanhava as brincadeiras que Sara fazia com a língua e os movimentos firmes que ela fazia com a mão atentamente, e juro, com água na boca e eu, no auge da sandice sexual que me encontrava, pus a mão em sua cabeça, desviando sua atenção e disse que se ela quisesse partilhar com a Sara, da brincadeira, que se sentisse livre e então a Sara, pegou a mão da amiga, puxando-a para o meu caralho e essa, cedeu à sua curiosidade, pegou, com receio na base e beijou a cabeça, tímida e desajeitadamente.

Eu e Sara, a fomos orientando em como fazer, e ver as duas, dividindo meu cacete entre suas “brincadeiras”, me fez perder o controle e quando avisei que iria esporrar, Sara caiu de boca e recebeu em sua garganta um imenso jato, que de tão intenso, não coube em sua boquinha, ela se afastou liberando espaço para minha enteada e orientou ela para limpar com a língua o restante que escorrera, o que ela fez reticente no início, mas apreciando o gosto, e degustando mais afoitamente.

Confesso que nunca tinha ficado tão louco antes, e que o meu pau nem mesmo reduziu sua rigidez, mas encerrei as brincadeiras das meninas, me ergui e fiz a Sara se sentar no sofá, dizendo para minha enteada, para sentar ao lado dela, que eu iria mostrar algo que ela iria amar.

As meninas obedeceram no ato, ansiosas e entregue e eu baixei o shortinho e a calcinha de Sara, e com a língua, fui lambendo a parte interna de suas coxas, seu quadril e finalmente sua bocetinha que já escorria de tanto tesão.

Minha enteada olhava tudo atentamente, e eu levei uma mão em sua coxa e enquanto ela observava, eu fui acariciando-a e despindo-a com ela ajudando, e então, vendo a colaboração dela em meus movimentos e após a Sara se contorcer em um orgasmo, cai de língua na bocetinha encharcada de minha enteada.

Quando minha língua tocou o sexo dela, parecia que ela tinha tomado um choque e nem um minuto passou, e ela já teve um violento orgasmo, que foi denunciado por seus urros e gemidos e pelas contorções e tremores do seu corpo.

Ela cravou seus dedos em meus cabelos e Sara, cedendo ao momento, silenciou a amiga com um beijo que minha enteada primeiro se espantou, mas que depois cedeu e correspondeu.

Enquanto mamava minha enteada, manipulava a bocetinha de Sara que tirava sua blusa e fazia minha enteada fazer o mesmo. Quando ergui meus olhos, contemplei aquelas duas beldades nuas e esplendorosas.

Minha enteada era menor e mais magra, ao contrário de Sara que, mais cheinha, tinha curvas. Seus seios eram minúsculos montinhos. Possuía uma xaninha, com escassos pelos e inchadinha, e uma bundinha arrebitada, redondinha e bem carnudinha.

Trazia em si, o encanto e o charme de uma verdadeira Lolita, ao contrário de Sara, que exalava feminilidade em suas curvas. As duas garotas se beijavam ardentemente, se abraçavam febrilmente, mas mantinham suas pernas abertas com seus sexos a meu dispor e mesmo com a minha língua já doendo, eu chupava ora uma, ora outra e dedilhava-as, projetando meus dedos dentro delas, que gemiam e urravam, se contorcendo de prazer e por fim, gozei apenas sentindo o prazer que concedia àquelas duas e, os três cansados e sem fôlego, caímos estirados no tapete.

Servi mais cooler, para nós três e as garotas vieram para mim, cada uma de um lado e combinadas, aninharam-se em meu tórax. Fiquei acariciando aqueles rostinhos lindos e minha enteada disse que foi a experiência mais maravilhosa de sua vida, estendeu a mão para me acariciar e acariciar a amiga.

Sara respondeu que a garota ainda não havia provado um décimo do prazer que ela já sentira comigo e minha enteada retrucou que estava disposta a tudo, em nome do prazer.

Caí na gargalhada, dizendo para as garotas segurarem os freios, pois nós três precisávamos de tempo, para nos restabelecermos, pois afinal, não éramos de ferro e as duas, com suas mãos, me acariciando disseram que eu não desanimasse que elas garantiriam que esperariam o quanto fosse necessário, por mim.

Passamos a próxima meia hora bebericando cooler e trocando carícias cada vez mais intensas e por fim, eu sussurrei ao ouvido das duas que adoraria ver elas se chupando e elas, despudoradamente entregues lascívia, se ajeitaram em um magnífico sessenta e nove e exploravam o sexo uma da outra com suas línguas.

Dei uma rápida escapada para o quarto e me muni de preservativos, óleo e o ovo vibrador, e me direcionei de retorno à sala, passando pela cozinha e pegando um balde com gelo. Aquela noite prometia prazeres alucinantes e eu estava disposto a todos com toda disposição de mina alma.

A AMIGA CRENTE DA MINHA ENTEADA 2

Sara já estava viciada na minha rola e se entregava como uma louca, quase todos os dias, mas, nossa “lua de mel” se encerrou com o retorno de minha família da praia. Assim que minha enteada largou suas malas, já partiu em busca da amiga, e eu e minha esposa fomos para o quarto, pois ela queria receber com juros e dividendos o que não recebera na praia.

Os dias iam passando, e Sara estava sempre em nossa casa como era habitual, só que agora, ela me olhava com adoração e desejo, mas a presença quase constante de minha família, impedia que ficássemos mais à vontade. Minha enteada, esperta, reparou que Sara estava diferente em suas maneiras e em suas conversas, e atenta, também reparou nos olhares ansiosos que ela me lançava e começou a pressionar Sara, para que esta contasse o que ocorrera na noite em que eu salvei a garota de ser estuprada.

Eu e ela aproveitávamos os raros momentos em que minha esposa e sua filha não estavam em casa e estravazávamos o desejo de um pelo outro, mas na maioria das vezes dávamos uns pegas rápidos na garagem ou trancados no banheiro. Mas minha enteada vigilante, um dia flagrou Sara, me boqueteando dentro do carro.

Ela entrou em uma fúria e discutiu comigo e com a amiga, mas com paciência, eu e ela contamos como tudo começou e convencemos ela a não me entregar para a sua mãe.

Com o conhecimento e apoio de minha enteada, os encontros com Sara se tornaram mais fáceis, principalmente quando surgiu o seminário da igreja de minha mulher. Era um evento importante, um grande encontro de seguidores do mundo inteiro, que foi mega planejado e – diga-se de passagem - mega chato, que minha mulher era obrigada a ir por ser uma das organizadoras.

Os Pais de Sara também iriam, e Sara ficaria em nossa casa junto com minha enteada sob os meus cuidados, que como descrente, eu estava livre daquela coisa maçante. Sara só faltou ir nas alturas, quando soube que passaria uma semana inteira junto comigo.

Nessa época minha enteada estava namorando um carinha escondido da mãe, e viu aí a oportunidade de ir com ele a uma festa, contando comigo para acompanhá-la e acobertar sua saída.

Quando minha mulher e os pais da Sara partiram, eu e as garotas fomos a um shopping, onde elas compraram roupas mais ousadas do que as que lhes eram permitidas. Dei uma passada discreta em uma sex shop, para adquirir alguns suplementos e depois levei as garotas para jantar.

Sara, radiante, passeava abraçada comigo, sem se aguentar, já vestira um vestidinho preto, pelo meio de suas coxas grossas, e que destacava o volume de seu traseiro. Minha enteada preferiu uma sainha curta e uma blusinha branca decotada.

Levei as meninas até a festa, e conheci o namorado de minha enteada. Era um rapaz bacana, pouco mais velho que ela. Prometi aos dois que eu e Sara ficaríamos pouco na festa, e que era para minha enteada pegar um táxi para retornar. Paguei alguns drinques para os jovens e quando vi que Sara já estava bem animada, peguei-a pelo braço, puxei a contra mim, beijei seu rosto e sussurrei que queria leva-la para a cama o mais rápido possível.

Ela se derreteu toda, me beijou e disse que queria passar a noite toda fazendo loucuras comigo, se afastou, foi se despedir da amiga e fomos embora.

No caminho já viemos trocando carinhos, carreguei-a nos braços até ao quarto, coloquei uma música suave, servi duas taças de champanhe e uma travessa com morangos e chantilly b que eu já deixara preparada, quando as garotas se arrumavam, para a festa e dançando, fui despindo ela e deixando-a me despir. Beijei seu cangote e deslizei minha boca em seus seios. Fiz ela se sentar na cama espalhei chantilly nos bicos de seus seios, e com a boca, eu lambia e mordiscava aqueles montinhos deliciosos!

Beba champanhe, derramada em seu colo e quando ela já estava delirando de tesão, tirei sua calcinha e caí de boca naquela xaninha ardente. Ela se contorcia com minhas carícias e perdeu o fôlego com minha língua.

Deitei-me na cama, e dessa vez ela beijava todo meu corpo enquanto segurava meu membro que logo ela sugou e, com chantilly espalhado nele, lambeu cada centímetro de uma forma lenta e enlouquecedora. Tive de impedi-la de continuar, ou me acabaria mais rápido do que eu mesmo planejara.

Depois, a puxei para cima de mim e comecei a beijar aqueles lábios, enquanto ela já veio encaixando seus quadris aos meus e meu pênis foi adentrando por suas macias entranhas. Ela foi me galopando lentamente, até engolir todo meu cacete. Sem sair de dentro dela, tombei-a e, agora por cima dela, fui acelerando o ritmo de minhas estocadas e ela enlaçou meus quadris com suas pernas.

Por uns quinze minutos variei o ritmo até que sentindo ela cravar suas unhas em mim, eu enchi sua bocetinha de porra.

Ficamos deitados trocando carícias e então, me muni de um óleo lubrificante e fui espalhando em seu traseiro. Apertava suas nádegas enquanto ela me mordia o pescoço. Fui insinuando um dedo dentro de seu buraquinho, coisa com a qual ela já estava acostumada, mas dessa vez, fui forçando um segundo dedo, enquanto mordiscava o lóbulo de sua orelha, e sussurrava em seu ouvido que iria arrebentar todas as suas preguinhas do seu cuzinho, e faze-la urrar de prazer em uma rola.

Mandei-a deitar de bruços na cama, com um travesseiro embaixo de seus quadris, o que fez aquela bunda linda ficar sobressaltada.

Retirei do criado mudo um pequeno ovo vibrador, que comprara à tarde, e enquanto laceava seu orifício com uma mão, passava aquele instrumento com óleo em suas costas, em suas nádegas e suas coxas e quando enfiei um terceiro dedo dentro de seu cu, para suprimir sua reação, coloquei o ovo em seu clitóris e ela, como se tivesse levado um choque, gemeu e se contorceu erguendo mais aquele traseiro lindo e perfeito.

Me ajeitei entre suas pernas e comecei a esfregar a cabeça de meu caralho em suas preguinhas e a fiz segurar o ovinho com a mão contra sua própria vulva. Mordisquei mais uma vez o lóbulo de sua orelha e forcei as suas pregas.

Ela soltou um gritinho de dor, mas eu, já esperando isso, dei um tempo para ela se acostumar com o volume da cabeça do meu pau em seu rabo, enquanto sussurrava em seu ouvido, o quanto ela era gostosa, e como sua bundinha era apertadinha e deliciosa. Como eu adorava ter ela ali sobre meu corpo, e de como ela era maravilhosa.

Com essas palavras, vendo que ela já relaxara, fui enfiando meu cacete. Ela urrava de dor, mas eu esperava um pouco, recuava beijando e acariciando seu rosto e seu corpo e fincava-lhe novamente, colocando sempre mais um pouco de rola para dentro dela.

Ela segurava firmemente na roupa de cama e mordia o travesseiro, enquanto eu sentia suas pregas cederem uma a uma e com uma última cravada da minha rola, acomodei todo meu caralho em seu rabo.

Ela chorava e eu comecei a manipular o ovo enfiado em sua grutinha e, enquanto fazia um vai e vem lento, ouvia o ar escapar de suas pregas e o cheiro denso de suor, de sexo, de merda misturada com lubrificante.

O ânus dela, mordia meu pau. Fui aumentando a velocidade de minhas arremetidas e ela urrava de dor, mas também gemia de prazer. Não me aguentei e enchi seu intestino de sêmen e tombei por cima dela.

Ela se aninhou a mim e eu, ofegante, dizia para ela o quanto a adorava.

Tive de ajudá-la a ir no banheiro, se lavar, e ela reclamou muito da dor que sentira e sentia em seu rabo, mas com muito carinho a fiz ir as alturas mais três vezes aquela noite.

Passamos a madrugada toda transando ou apenas nos acariciando e conversando.

No meio da madrugada, ouvimos o táxi que largou minha enteada à porta, e fui com a Carla recebê-la e essa, estava afogueada, totalmente bêbada, mas muito feliz. Perguntamos como havia sido sua noite e ela descreveu por alto, e deu uma risadinha, quando a Sara reparou que ela andava de maneira estranha e estava com os cabelos molhados e, com um sorriso comprometedor, e ela nos contou o que ocorrera na noite.

Sara naquela semana, passou a maior parte do tempo recebendo rola em todos seus orifícios, e livres, minha enteada e ela puderam fazer muitas coisas que a religião e o conservadorismo não permitiam e, elas, nem sabiam que era possível...

sábado, 29 de setembro de 2018

A AMIGA CRENTE DA MINHA ENTEADA 1

Escrito em 25 de janeiro de 2017

Me casei com uma colega de serviço que era evangélica, sempre deixando claro que ela podia ter a religião que desejasse, mas que eu não seguia religião nenhuma. Ela brigou com a família e muitos amigos por namorar e se casar com alguém de fora da igreja, mas nosso casamento deu certo. Ela foi morar comigo, levando a filha de seu primeiro casamento que logo passou a me tratar de pai e me fazia sentir o mesmo.
Minha enteada logo fez uma amiga no bairro que morávamos que era evangélica também e as duas viviam sempre coladas. Sara sempre estava em nossa casa, entrava e saia como se ali morasse e logo eu e minha esposa fizemos amizades com os pais dela. Por eu ser o único adulto “não religioso” que as duas garotas conheciam, me tornei a referência para perguntas embaraçosas que elas não tinham coragem de perguntar a suas mães ou aos outros. Coisas de adolescentes como namorar, ficar, beijar… as quais eu procurava aconselhar sabiamente com um ponto de vista não religioso.
Explicava para elas coisas como: Beijar e ficar ok, mas sexo dá pra elas esperar, e se não der que, contrariando as crenças dos pais delas, usassem camisinha! Que Deus não condenaria elas ao fogo dos infernos só por elas pensarem em garotos e outras coisas que são normais para serem ensinadas a adolescentes que não sejam religiosamente doutrinados!
Minha enteada apareceu um dia com um namoradinho, e minha esposa enlouqueceu, mas graças a minha influência (e uma surra de pica), garanti que ela pudesse receber o garoto e aprovar o namoro da filha sem descer os sete infernos encima do jovem casal! Depois disso, Sara, uma tarde veio e me abraçou apertado, dizendo que tinha inveja da amiga e queria que o pai dela fosse como eu, já que os pais dela não permitiam que ela fizesse nada, nem mesmo, conversavam nada com ela sobre sexo ou namoro, apenas de que ela só namoraria quando o pai aprovasse o garoto que deveria ser da religião deles.
Combinamos que minha esposa e minha enteada ficariam 30 dias na praia enquanto eu iria um fim de semana sim e outro não pois não podia me ausentar do trabalho. Então em um sábado, pouco depois de escurecer, minha enteada me liga e com muitos rodeios e implorando segredo, me pede uma ajuda para sua amiga. Sara tinha sido convidada para sair por um garoto, mentira para os pais que passaria a noite em nossa casa e iria ficar com o namoradinho, mas não sei o que tinha dado errado e minha enteada queria que eu fosse busca-la e deixasse ela dormir em nossa casa.
Fui busca-la, em um bairro próximo e a encontrei bêbada, chorando sentada no meio fio. Ajudei ela a entrar no carro e no caminho, entre lágrimas ela me contou que o garoto era gentil e carinhoso com ela e fez ela concordar em participar de um churrasco que ele faria no sábado a tarde com alguns amigos e que depois todos iriam a uma festa de aniversário de sei lá quem, mas, durante o churrasco, os garotos começaram a incentivar ela e outra garota que lá estava a beberem. Sara bebeu para se enturmar, e, com muitos amassos e apalpadelas, o namorado queria que ela fosse para o quarto com ele namorar em um lugar um pouco mais privado. Ela se recusava, mas ele ia se tornando cada vez mais incisivo e acabou por leva-la de arrasto com a ajuda de dois amigos. Ela disse que gritou e esperneou e no caminho, viu que a outra garota estava no sofá, com dois garotos a segurando e um terceiro a estuprando. Ela percebeu que seu “namorado” e os dois amigos fariam o mesmo com ela, se debateu até conseguir se soltar e fugiu, ligando para a amiga em busca de socorro.
Levei Sara para nossa casa, separei algumas roupas de minha enteada para ela e a mandei tomar banho, Liguei para a praia e contei o ocorrido. Preparei um café forte e umas aspirinas e ajeitei a cama para Sara. Casualmente, enquanto ela tomava o cafe, o pai dela ligou e eu vi o medo ressurgir no rosto da garota, mas eu a tranqüilizei contando para ele que as meninas e minha esposa tinham ido ao shopping e depois iriam para uma pizzaria e ele aceitou isso com naturalidade.
Indiquei a cama para Sara dormir e fui me recolher ao meu quarto onde botei em um jogo de futebol para assistir, me despi, ficando apenas de calção e abri uma cerva! E quando estava no clima, Sara bate a porta, dizendo que não conseguia dormir e queria conversar. Ela usava um calçãozinho que minha enteada usava para dormir que acentuavam suas coxas grossinhas e uma blusinha branca quase transparente, evidenciando os seus seios. Nunca havia visto Sara em roupas tão minimas, tão insinuantes e nunca havia reparado como ela era atraente. Tinha os cabelos loiros encaracolado, sardas em seu rosto lhe davam um ar angelical e olhos castanhos claros no tom de mel.
Fiz sinal para ela entrar e ela se deitou na beira da cama. Baixei o som da TV, tomei um gole de ceva e ofereci para ela, rindo, dizendo pra ela que mal não faria e ela aceitou. Começamos a conversar e ela a reclamar que ela só conhecia os retardados da igreja ou os guris que se faziam de mocinhos mas se tornavam monstros. Ela começou a chorar, e se aninhou em meu tórax nu e eu a abracei, fiquei fazendo cafuné e a confortando com aqueles lugares comuns de sempre, de que ela era nova e que iria achar um namorado, e enquanto isso, meu pau que não tinha nenhuma solidariedade ou consciência moral começou a dar sinais perturbadores, evidenciado pelo calção justo que eu usava. E Sara, aninhada em mim, percebeu o volume.
Fiquei sem jeito. Mas continuei fazendo cafune e ela, em silêncio, foi colando o corpo contra o meu, e se virando de frente para mim e se colocando ao alcance para que eu a beijasse. Fui beijando ela delicadamente e desci a mão por suas costas, ela passou uma de suas pernas sobre mim, fazendo com que sua buceta encostasse no volume que era meu caralho e teve um tremor e iniciou um roçar de sua pélvis contra a minha, eu beijava-a sofregamente, Acariciando suas costas e sua bunda e então ergui sua blusinha, fiz ela erguer o corpo e despir-se da blusa, mostrando dois seios do tamanho de maças, com mamilos pontiagudos e pequenos. Virei a na cama, e beijei-a, beijei seu queixo,seu pescocinho, seus ombros, até chegar aos seus seios aos quais cai de boca e mamava sentindo-a se contorcer e gemer de tesão e com os dedos entre meus cabelos, pressionar minha cabeça contra seu busto. Mordiscava seus mamilos e ela gania em protesto.
A pele dela queimava, febril. Coloquei as mãos no lado do seu quadril, segurando o calção e a calcinha dela ao mesmo tempo, comecei lentamente a baixar, descobrindo uma bucetinha linda, com uma leve penugem dourada. Ela rebolou o quadril, facilitando a retirada do justo calção que ela usava, mas, ao perceber o olhar que eu lançava para sua bucetinha, algo dentro dela despertou e ela tentou cruzar as pernas e cobrir seu sexo, assumindo um rubor em suas faces sardentas. Cai na gargalhada, o que aumentou o rubor naquelas faces, mas subi por cima dela e voltei a beijar sua boca com paixão, fazendo. A tirar a mão de cima de seu sexo e cravar em minhas costas. Agora era eu que pressionava minha pélvis entre suas pernas e com uma mão beliscava apertava sua nádega. Ela se contorcia e se entregava a meus carinhos com suspiros e gemidos.
Fui baixando minha boca beijando cada parte de seu corpo e voltei a mamar rapidamente cada um de seus seios. Beijei seu ventre e parti para suas coxas, que abri enquanto lambia a pele interna até colocar meus lábios em sua xaninha e a fazer urrar e se contorcer em um orgasmo. Ela puxava meus cabelos e empurrava minha cabeça contra seu sexo e mesmo sem fôlego, gritava que estava no céu e urrava ai meu Deus!
Dei uma leve pausa para ela recuperar o folego. E discretamente, alcancei as camisinhas que guardava no criado mudo. E com ela arfando em busca de ar me ergui na cama, baixando meu calção e vi ela arregalar os olhos olhando meu membro. Nu, deitei-me ao lado dela e a puxei contra meu corpo, fazendo ela vir por cima de mim. Sussurrei no ouvido dela que era a vez dela de me fazer perder o folego e ela foi, vagarosa e inexperientemente beijando meu corpo. Fui a conduzindo até ela ficar de cara com meu membro, então delicadamente fiz ela baixar a cabeça e beijar meu membro. Sussurrei para ela fingir que era um picolé e lamber e chupa-lo e ela inexperiente, foi seguindo meus conselhos e descobrindo como chupar um caralho. Segurei seu rostinho, a fiz se erguer e a tombei para o lado. Coloquei a camisinha com ela olhando atentamente e me posicionei entre suas pernas, cai por cima dela beijando seu rosto e sua boca com paixão e sussurrei em seu ouvido se ela queria se tornar mulher.
Ela sussurrou que sim, então coloquei a cabecinha de meu caralho na entradinha de seu sexo, e enquanto beijava sua boca, fui alojando dentro dela até enfrentar a resistência de seu hímem. Empurrei firmemente meu quadril até sentir o fim da resistência de sua virgindade enquanto ela protestava de dor. Beijando-a, dei um tempo para ela acostumar e então retomei em um vai e vem lento pontuado por seus ais até acomodar toda minha geba dentro dela e quando esses ais foram se tornando gemidos de prazer, fui aumentando a velocidade e a intensidade de minhas estocadas. Me virei e fiz ela me cavalgar e determinar o ritmo e ela não se fez de rogada e começou a pular como uma louca em cima de meu caralho e percebi que novamente estava gozando, então, quando ela tombou para o lado, tirei meu caralho de dentro dela, tirei a camisinha, me ajeitei para colocar meu pau em sua boca e dei ordem para ela chupar e gozando em sua boca, disse para ela engolir tudo.
Ficamos um tempo recuperando o fôlego, eu a abraçando por traz, com meu membro amolecendo entre suas ancas, minhas mãos delicadamente acariciando seu ventre e seus seios e sussurrando o quanto foi gostoso comer sua bucetinha, como era quente e como ela era gostosinha. Convidei-a para tomar um banho. Na banheira, a possui novamente. Voltamos para cama e naquela noite transamos mais umas três vezes.
Na manhã, depois de uma ultima foda, nos despedimos com beijos. Ela prometeu voltar nos dias seguintes. Durante toda a ausência de minha família, Sara vinha todos os dias para cavalgar meu caralho. Transamos em todos os cômodos da casa, em todas as posições. Ela me chupava até ficar com a boca inchada e bebia meu leite como se fosse néctar. Eu também chupava a bucetinha dela até ela implorar para que eu a traçasse. Queria comer o cuzinho dela, mas ela recuava e temia sentir muita dor, mas permitia que eu enfiasse um, até dois dedos dentro de seu rabinho.
Comentem, e votem no conto, que escreverei a continuação, de como Minha enteada me flagrou com Sara, de como comi o cuzinho da garota e muito mais.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

DE ESPOSA CRENTE E COMPORTADA, A UMA PUTINHA SAFADINHA

Publicado em 14 de maio de 2018

O Fato que vou contar agora já aconteceu a alguns meses, mais revela e muito como passei a gostar de descobrir a verdadeira mulher(desejo, vontade sem medo de repreensão ou qualquer coisa do genero) que existe dentro de cada uma, a propósito me chamo Ricardo, 1,79, 85kg, pika grossa, com veias saltando,,, vamos ao que interessa….

Tudo se passou fomos tomar chopp depois do trabalho, conversando com amigos e começamos a elogiar a bunda de algumas mulheres do trabalho, e logico fazíamos comentários de como seria bom comer um rabinho gostoso daquele… estávamos em 2 solteiros e 3 casados, no final ficou eu e outro colega de trabalho ele já um pouco alterado,, começou uns papos estranhos sobre a esposa, como era gostosa e por aí foi,,, até a hora que ele disse olha só a foto… a mulher Carla tinha uma bunda deliciosa

Era uma ft daquelas com a calcinha toda enfiada e mostrando pacote todo, como já tinha bebido também, não pensei duas vezes e falei,, pqp, tesão de rabo dela e que bucetona parece ter… comeria sem dó… nessa hora o Flávio falou sério??? Disse pra ele “sim e com todo respeito mais gozaria nela toda”

Nessa hora ele revelou que sempre teve desejo que isso acontecesse, mais ela é evangélica e essas coisas são pecado pra ela, mais podemos marcar um almoço, quem sabe ela cede depois de alguma provocação gostaria que vc tentasse, bem aquilo nunca havia me passado pela cabeça,, mais confesso que fiquei de pau duro na hora só de imaginar comer a esposa de outro,,, depois de ir lá vários almoços, passei ater alguma intimidade com eles, algo a se destacar é que esposa dele se vestia sempre com vestidos que revelavam o desenho da bunda dela sempre que levantava da cadeira.. ela ficou bem amiga de minha esposa e isso foi facilitando as coisas. 

Flávio era tipo de homem que não fazia nada em casa, tudo pagava pra fazer, no ultimo dia que fui na casa dele falei que tinha um vazamento na pia, se queria que consertasse ele disse tranquilo que não precisava mais a Carla disse pode ser, é um gasto a menos, então ficou combinado de ele comprar material e no prox. Dia dava uma passada a tarde lá a tarde, Carla disse que ficaria esperando.

No dia seguinte fui conforme combinado ela estava com o vestido que deixava puto de tesão, arrumei a desculpa de arrumar justamente pra poder ter alguma chance com ela, indo direto ao ponto, estava deitado debaixo da pia quando Carla entra,,, não esperava que estivesse naquela posição,, mais aí já era tarde… estava com uma calcinha vermelha e revelava a buceta deliciosa que ela tinha,,, não consegui disfarçar fiquei de pau duro na hora e o volume me entregou, na verdade dessa hora em diante fiz questão de provocar pra saber o que ela sentia, me levantei dizendo que iria precisar de algo… ela estava em pé na porta e eu com certeza estava decidido aproveitar a situação, passei por ela na porta com quem precisava de algo urgente e sem pedir licença, segurei na cintura dela e rocei meu pau nela bem devagar dizendo vou só pegar uma faca rapidinho… mais confesso que a reação foi melhor do que esperava… deu pra sentir a respiração profunda dela… logo que voltei ela ainda estava na porta no mesmo lugar, só que agora estava olhando meio disfarçado pro volume,,, fiz a mesma coisa só que mais devagar.. rocei de novo, pois era logico que ela tinha gostado, fui terminar o serviço mais de propósito segurei a torneira com pressão pra vazar bastante agua e me molhar… estava de short daqueles que depois de molhado montra certinho o desenho da pika, ela ficou tempo todo olhando, assim que terminei ela estava ali, desejando tudo pra ela com certeza, mesmo arriscando ela contar pra minha esposa arrisquei, segurei a mão dela e levei até meu pau, nisso Carla disse, “não posso isso é pecado” respondi não se preocupa encare isso como pagamento já que Flavio não vai gastar nada,, ela relutou um pouco mais tirei meu pau pra fora e falei… chupa Carla eu sei que vc quer, não tirou o olho por nada, chupa que vc vai amar, “não posso nem com meu marido faço isso” então segurei no pescoço lasquei um beijo daqueles pra atiçar o tesão e depois sussurrei no ouvido dela… “não vai ser pecado,, você só estará me pagando” ela abaixou meio que sem jeito e começou a chupar , logo foi pegando a prática, passando a língua na cabeça do pau, e me punhetando,,, na verdade ela queria só uma desculpa para fazer isso e a que dei, foi mais que suficiente… Carla passou a chupar tão bem que quase gozei…. me segurei um pouco e disse vamos para o sofá, já no sofá a visão da buceta dela era só me fazia querer uma coisa,,, passei a chupar com gosto, afinal ela não deixava marido fazer isso, mordia grelinho e sugava com vontade aquela buceta… não demorou muito pra ela gozar…. estava louca de tesão.. só que eu queria mais coloquei ela d4 no sofá mesmo e coloquei meu pau aos poucos,,, Carla gemia e rebolava, estava gostando de cada momento, eu já estava com tesão descontrolado, então segurei com vontade a cintura dela e comecei a bombar com vontade e força enquanto ela gemia…passei a dar uns tapas na bunda(assim que levou primeiro tapa, buceta contraiu apertando gostoso meu pau e safada gemeu com vontade)depois disso, comecei a xingar vai inha puta safada rebola nessa pika, geme gostosos… Carla tinha se transformado, estava forçando a xotinha contra mim,, rebolava e gemia alto,, parecia que soltou tudo que tinha escondido dentro dela, dizia “vai fode essa putinha, me come gostoso vai”

Tesão estava tão grande que enfiei dedo no cuzinho dela e a safada gemeu de tesão, aproveitei e comecei a alargar o cuzinho… agora eu estava mal intencionado, esta gostando minha puta safada,,, sente uma pika de vdd te alargando e esse dedo preparando caminho…Carla dizia,,,
“ Vai enche minha buceta de leitinho…quero que me deixe toda arrombada” nunca imaginei que isso poderia sair dela, mais ela estava incontrolável,,, nessa hora aproveitei tesão dela, tirei o pau da buceta e de uma vez só meti no cuzinho… “filho da puta disse ela …. gemeu”, tirei logo em seguida e fiquei botando só na portinha,, agora provocando, mais não demorou muito pra ela mesmo empurrar o rabo e fazer eu meter gostoso,, socando agora com vontade fazendo as bolas baterem,,, ela não queria mais nem saber do estrago, só queria aproveitar o momento e o prazer 

Carla gemia e dizia “vai meu puto, arromba essa cadela… fode meu cuzinho, fz o que meu marido não sabe fazer” era outra mulher!!! Agora não tinha vergonha e queria cada vez mais passei a bombar mais rápido , ela gemia gritava… que delirando de tanto prazer…estava quase gozando,, ela já tinha gozado muito… então tirei pau do cuzinho dela, mandei ela sentar e chupar, obedeceu na hora e pra finalizar enchi a boka dela de porra e a cara… Carla estava com cara de mulher realizada…

Flavio ganhou o par de chifres que tanto queria e nem imaginava, Carla descobriu a puta que existia dentro dela quando bem provocada e que podia fazer isso comigo sem vergonha ou medo, e eu descobri que gostava de fazer aflorar a puta que existe em uma mulher e que as vezes tem vergonha de fazer com marido, namorado ou noivo,,, depois disso acabei indo fazer outros serviços pro Flávio economizar!! Meu email para contato