sábado, 1 de abril de 2017

MENINA DE BH - MADRASTA

LGBT - LÉSBICA   / TEEN

PARTE 1

Esta estória e verídica e se passa este ano em Belo Horizonte. Eu me chamo Kelly ,sou loira , branca ate de mais ,meio magra mais com dois atributos ,peitos grandes pela minha idade ,pois tenho só quatorze anos e a bunda saliente demais,olhos verdes e sou muito dengosa .Minha mãe foi embora há quatro anos sem falar nada e eu fiquei com meu pai que era meio distante de mim, pois trabalhava muito no seu escritório de advocacia no centro da cidade . Meu pai e branco descendente de alemães tem 38 anos meio que barrigudo pelos chopes que toma , cabelos pretos ,alto e só anda bem arrumado vestido socialmente. Eu seguia a rotina de evangélica deixada pela minha mãe desde de pequena. Lá na igreja eu arrumei um namorado e meu pai deixou , pois antes ele; que era super quieto do que um marginal que ele tinha pavor. A vida seguia calma até que meu pai trouxe a Marlene para morar com ele. Marlene era uma morena escura ,do corpo malhado ,alta ,uma bunda muito grande, seios pequenos pelo o seu corpo, cabelos longos alisados, baiana e muito liberal e comunicativa ao contrário de tudo da minha mãe. Para mim foi uma surpresa e antipatia a primeira vista . Com o passar do tempo eu acostumei com a idéia e com a nova alegria de meu pai acabei achando bom ter uma mulher pra conversar. Bem! tudo seguia normal ate que um dia eu fui tomar banho e de repente olhei pra baixo e vi que estava descendo sangue pelas minhas pernas.No desespero gritei e Marlene veio em meu socorro. Ao chegar Marlene me pegou nos braços me enxugou e me levou para a sua cama. Por ser evangélica ,não me sentia bem com aquela mulher me vendo nua. Ela com um sorriso no rosto me disse:
_ você acaba de se tornar mulher. Parabéns .
eu não entendi nada e perguntei :
_ como assim?
_Você e ingênua demais ,só que agora você deve se cuidar mais principalmente com seu namorado.
_Então não posso mais beija-lo?
Não sua boba ,não pode é transar sem camisinha.
A resposta dela me deixou vermelha pois nós nunca tínhamos passado de beijos. Bom isso passou e cinco dias depois de começar a usar absorvente eu cheguei da aula e Marlene me chamou para seu quarto. Chegando lá ela me perguntou!
_ E ai ?já acabou a menstruação ?
-Desde de ontem.
_Deixa-me ver.
Marlene se aproximou de mim e me virou de costas para ela me despindo com muita calma .ao acabar, eu estava nuazinha no quarto , então ela me virou de frente e falou que eu era muito bonita mais que carecia de cuidados.
_Primeiro vamos ver estes seios que precisam de um exame de toque.
Marlene se aproximou e tocou de leve meu seio esquerdo,neste momento um choque subiu meu corpo como se um ligasse algo em mim. Ela percebeu e deu um sorriso ,logo apás pegou o outro seio e apertou na pontinha, bem no biquinho e apertou. Foi impossível não deixar escapar um gemido.Não sabia o que estava acontecendo mais era bom demais . Marlene ao ver que eu gostava apertava , fazia massagem , girava.Então ela parou e ficou olhando minha vagina então falou:
Temos que ver se não ficou nada sujo ai.
Foi outro choque só que agora mais forte ainda quando ela passou o dedo no meio da minha rachinha dividindo-a em duas,ela fez isto varias vezes ate que separou meus lábios vaginais e expôs meu grelinho vermelhinho e sem avisar o beijou.Aquilo foi o fim e eu não dei conta mais de ficar de pé. Com as pernas bambas ,eu me deitei na cama e sem ação fechei os olhos pois era maravilhosos aqueles toques e outra vez de surpresa outra maravilha , agora era sua língua que me tocava suavemente o grelinho. A cama ficou pequena para mim que rebolava como uma louca enquanto ela me chamava de filhinha gostosa , minha crentinha e outras coisas que me deixavam louca . De repente outra descarga elétrica atingiu meu corpo em forma de espasmos. Marlene ao ver me apertou e puxou meus cabelos com vontade, enquanto eu agonizava em suas mãos , então não aguentando mais desmaiei. No outro dia acordei pensando ter sonhado .Levantei tomei banho e fui para a sala fazer dever. Duas horas depois Marlene chegou e me abraçou por trás me chamando de seu anjo, ao me virar ela me beijou de uma maneira que nunca meu namorado havia me beijado antes. Era quente , diferente, nossas línguas se embolavam e eu sem saber direito o que fazer mais gostando muito continuava acompanhado aqueles movimentos enquanto ela já segurava um de meus peitinhos e massageava lentamente. Aos poucos ela me levantou e me beijava enquanto nos dirigíamos até seu quarto comigo quase sem fôlego. Ao me soltar ela me mostrou algumas sacolas de roupas e sapatos e falou.
_Agora vamos mudar você .
Nas sacolas tinham calças de cintura baixa, coisa que eu nunca tive, mini saias, biquínis, calcinhas de renda e bem pequenas já que as minhas eram enormes, babydolls um mais bonito que o outro , blusas de decotes que valorizavam meus fartos peitos, vestidos colados que valorizavam minhas pernas grandes,enfim, me fez me tornar bonita e lógico que eu vesti todas em sua frente fazendo assim vários estripteaes para ela que adorava.Mais tarde, ela me disse que haveria uma surpresa. Bom fui para a aula depois para a igreja e cheguei por volta das oito e meia e como sempre meu pai assistia seu jornal de todo dia. Cumprimentei os dois na sala e já ia para meu quarto quando Marlene me chamou.
_Kelinha,pegue sua coberta e venha assistir um pouco da novela.
_Achei estranho o convite pois como sempre fui evangélica nunca gostei de novela, mais me lembrei da surpresa e troquei de roupa , coloquei meu novo babydoll branco bem justinho e voltei com minha coberta pois todos sabem que morro de frio à -toa.Ao chegar na sala Marlene mandou que me deitasse no sofá com ela, pois meu pai ocupava a outra poltrona . Sendo assim me deitei fazendo suas pernas de travesseiro e me cobri deixando só a cabeça para fora sem entender ainda nada. Aos poucos Marlene começou a me explicar à novela e conversar comigo enquanto suas mãos me acariciavam os cabelos e corpo . Aos poucos as carícias foram ficando ousadas e seus dedos já apertavam meus biquinhos dos seios bem de leve dando pequenos beliscões. Aos poucos suas mãos chegaram a minha vagina e começaram a bolinar de leve me fazendo molhar e fingir dormir fechando os olhos pois já não aguentava mais de T ainda mais com meu pai ali poucos metros de nos. De repente ela parou e começou a procurar alguma coisa embaixo do sofá. Fiquei curiosa quando ela pediu meu pai para aumentar o volume de tv, pois não estava ouvindo nada .Após meu pai aumentar eu senti alguma coisa gelada e meio dura e lisa passar sobre minha perna .Ao chegar perto da minha vagina ficou brincando por cima do Babydoll subindo e descendo minhas pernas debaixo das cobertas me fazendo delirar, até que nervosa eu mesma abaixei o short para que seja lá o que fosse relasse em mim na pele.Sem demonstrar em nenhum momento o que acontecia, Marlene fixa no jornal agora conversava com meu pai enquanto pincelava minha vagina que aos poucos cedia ao invasor , De repente Marlene enfiou a cabeça daquele instrumento, que mesmo pequeno diante da minha virgindade, penetrou com facilidade pois me encontrava bem molhada e arrancou um gemido mais alto de mim. Marlene para despistar desviou a atenção de mim. 
_Isso e que e sono ein?
_Puxou a mãe que também gostava demais de dormir ,para a minha infelicidade.dizia meu pai.
O que acontecia debaixo dos lençóis era indescritível . A ousadia que Marlene tinha era excitante demais . A poucos metros do meu pai ela agora me penetrava aos poucos quase me matando. Então sem aguentar mais gozei silenciosamente apertando e cravando as unhas em Marlene enquanto tremia debaixo das cobertas. Após isto perdi as energias então Marlene me levantou.
_Vá dormir em sua cama dorminhoca-disse Marlene .
Sem nenhuma energia e um pouco tonta eu me levantei e me dirigi em direção a porta , porém antes de cruza-la Marlene me chamou e pediu um beijo, eu me assustei mais fui em sua direção ao aproximar, ela me abraçou e me deu um beijo fraternal na testa e depois pediu que eu fizesse o mesmo com papai , pois segundo ela, nos éramos muito frios uns com os outros e isto tinha que mudar. Depois do beijo dela me dirigi ate meu pai que agora assistia filme com seu sempre short de jogador de futebol daqueles bem largos. Só que ao se aproximar dele eu dei fraqueza nas pernas e acabei caindo encima de seu colo que me aparou e perguntou se eu estava bem. Sem graça e com medo dele desconfiar de algo eu disse que sim e já ia me levantar quando Marlene me lembrou do beijo, eu voltei me sentar em seu colo para o tal beijo só que desta vez havia algo diferente, pois o colo de papai não estava mais macio como segundos antes e algo duro e quente me incomodava minha bundinha.Para piorar meu pai não me soltava e ficava me perguntando sobre o babydoll que ele nunca tinha visto e elogiando o quando eu fiquei linda com ele enquanto me enchia de beijinhos.Enquanto respondia abraçada com meu pai eu olhei para baixo e vi uma mancha no babydoll que me deixou sem ter o que fazer pois se levantasse meu pai veria a mancha ,se permanecesse aquele negocio ficaria mais duro ainda,então reclamei que não conseguia andar direito de sono .Meu pai compreensivo me levantou como se fosse uma boneca e me levou para a cama nos braços em seu peito cabeludo e forte.Na cama me deitou e eu rápido me virei de costas para que papai não visse a mancha , porém ao fazer isto eu lhe dei um visão muito melhor que da minha bunda empinada e agora exposta pois o balanço em seu braços fez o babydoll afundar todo em minhas popinha branquinha cheia de pelinhos loiros.Inocentemente sem jeito eu levei a mão na bunda e puxei o short para consertar o erro,enfiando os dedos no meio e puxando as beiradas para fora do rego.Meu pai permaneceu estático e saiu do quarto. Pelo o reflexo da luz deu pra ver seu short apontando para cima.No outro dia Marlene me reservava uma outra surpresa. Conto na próxima. . beijos Kelinha BH.

PARTE 2

Como vocês leram no conto anterior menina de BH a madrasta ,minha madrasta Marlene estava me iniciando na arte do sexo que eu não conhecia .pois bem,como ela havia me prometido no conto anterior ela me reservava uma surpresa a noite.passei o dia todo imaginando o que seria aquela surpresa.quando cheguei do curso por volta das 18:00 horas ela já me esperava na porta de nossa casa e já foi me recepcionando com um ardente beijo na boca, nossas línguas se misturavam e meu namorado nunca havia me beijado daquele jeito. após uns 2 minutos chupando minha língua ela me mandou pro quarto pois tinha uma roupa especial em cima da cama e era pra mim vesti-la.chegando no quarto eu vi encima da cama um conjunto de lingerie composto de meia cinta liga ,corpete e luvas que eu só sabia o que era porque ela havia me falado. comecei a vestir àquela roupa que pela a minha idade e corpo magrelo só podia ter sido feita sobre encomenda para mim .depois de muito lutar para por aquele negócio fui ate o espelho e me senti uma p... de primeira. quando me dei por mim Marlene já estava por trás de mim e com um brilho nos olhos começou a me elogiar.
Como você ficou lindinha minha filhinha! Enquanto dizia isto Marlene aproveitava e acariciava os bicos dos seios por cima do corpete. minha vagina já escorria de T. Ela beijava meu pescoço por trás e enfiava a língua na minha orelha e eu só conseguia gemer de T ,de repente ela enfia um dedo por trás penetrando minha vagina molhada o que me fez gozar na hora e bambear as pernas caindo sobre a cama com Marlene por cima. Marlene tirou sua roupa enquanto eu admirava sua pele morena sem nenhuma marca de idade e me imaginava ter o mesmo corpo que ela só que meus seios já eram maiores que os dela com apenas treze anos . Marlene me virou para frente dela e me abraçou forte e ficou acariciando minhas costas ate meus pelinhos loirinhos se ouriçarem, então ela retirou a parte do sutiã que cobria seus peitos e colocou na minha boquinha . O tamanho de seios cabia perfeitamente em minha boca, então comecei a chupa-los como se fosse mamadeira . Eu engolia todo seu seio e às vezes dava nervoso e eu mordia de leve , nesta hora ela arrepiava toda. ela segurava meus vastos cabelos loiros em forma de rabo de cavalo e aos poucos foi levando minha mão em direção a sua vagina. chegando lá eu fiz como ela fazia comigo , enfiei um dedo e ate me assustei em como estava quente . Depois do susto fiquei mexendo de um lado para o outro devagarzinho, às vezes enfiava o dedo às vezes rodava o dedo e as poucos fui enfiando mais dedos quando chegou em três ela gritou que ia gozar e começou a me chamar de p... safada, descarada e outra baixarias a mais. Após isto ela se levantou e me colocou sentada na cama levando sua vagina super molhada na minha boca e eu não sei porque deu vontade de lamber e assim fiz com Marlene me pressionando a cabeça sobre sua vagina aos poucos ela foi forçando me mais e mais por dentro de suas pernas morenas e carnudas e quando me dei por min estava lambendo seu cu. o cheiro era doce pois Marlene alem de bem cuidada e asseada havia se antecipado a tudo que iria acontecer .eu passava a língua em seu cu e enfiava lá no fundo e depois ficava rodeando a língua por sobre o cu bem devagarzinho . de repente Marlene me tira de debaixo dela e me joga de costas na cama com minhas popinhas cheias de pelinhos loiros que ela tanto adorava. ela então disse:
Espere que eu tenho mais uma coisa para lhe ensinar.
Como eu já estava cansada , nem me virei e fiquei aguardando a surpresa que vindo de Marlene só podia ser putaria. Então Marlene me pega pela cintura e me levanta me deixando de quatro e fico esperando sua chupada quando sinto algo roçando minha vagina , eu me viro curiosa e sem esperar nada, Marlene atola um consolo acoplado em sua cintura toda na minha vagina que a principio arde e eu grito.
Ai Marlene vai me matar 
Cala a boca vagabunda ,que aqui e eu que mando.
Então Marlene começou um vai e vem cadenciado em mim enquanto segurava meus peitos que balançavam muito dando ritmo àquela louca transa .Marlene me dava tapinhas nas popas enquanto puxava meus cabelos loirinhos me fazendo empinar mais ainda .agora ela acelerava bastante e como era gostoso sentir aqueles 15 centímetros entrando e saindo rapidamente de mim. sentia que não aguentaria mais e Marlene começou a meter mais forte e aumentar a forca dos tapas.
Fala que vai gozar sua galinha
vou......vou ......vou.....
Vai o que galinha 
Vou ... go.... goo.....sarrrrrrrrrrrrrrrrr.
Era indescritível a sensação que tomou conta de mim. Nunca pensei em sentir algo tão gostoso como aquilo,era delicioso ver o caldinho que escorria pelas meias e com treze anos gozar tanto e tão forte. Eu cai sobre a cama e Marlene veio por cima me penetrando novamente e enquanto ia me perguntando se foi bom, ela ia também rebolando com aquele fino membro no meu rabinho, enquanto beijava meu pescoço o que me relaxava e fazia me arrepiar. Eu sem me deixar recuperar Marlene começou a me beijar na boca e passou rapidamente a me morder os peitinhos sempre dando preferência aos bicos que estavam pra lá de duros.aos poucos fui me recuperando e que rendo mais carinhos mais ai Marlene parou pois no relógio já estava na hora de meu pai chegar do seu trabalho. No outro dia me levantei e fui à cozinha . era sábado e Marlene me recebeu com um lindo sorriso e um beijo bem levinho chupando a língua. eu estava viciada em Marlene. então ela me disse:
Vá se arrumar pois seu pai viajou e vamos passar o final de semana sozinhas e pra começar vista um biquíni pois vamos ao clube nadar e tomar um sol.
Eu me enchi de alegria pois adoro clube e tomar sorvete , porem nunca tinha ido de biquíni pois era evangélica e minha mãe não deixava. Fui ao guarda roupa e escolhi entre todos o maior de todos o vesti coloquei um short poe cima e desci para imos.a o me ver Marlene perguntou na hora ?
O que e isto ? você vai para a igreja? vou ta lá no quarto e coloca o preto com a canga branca.onde já se viu menina linda ir para o clube de short.
Eu me arrepiei pois o branco era muito pequeno principalmente nos peitos pois os meus eram grandes, mas mesmo assim eu obedeci. Pegamos o carro e saímos , enquanto dirigia Marlene passava as mãos nas minhas pernas e apertava os biquinhos por cima do biquíni, ainda bem que ele era preto pois chegaria todo molhado no clube.ao chegarmos parecia que todos olhavam para mim, mas ao ver o pequeno biquíni rosa de Marlene que pedia para rasgar pois não estava aguentando aquele corpo sarado dentro dele e outras exibidas igual me tranquilizei. Nós fomos para uma barraca tomar suco e pra minha decepção não tinha sorvete. Uma colega de Marlene acenou para ela e veio em nossa direção , pelo o visto eram conhecidas há anos pois se abraçaram muito. Marlene me chamou para conhece-la .
Kelinha esta e sofia minha amiga antiga, foi ela que me apresentou seu pai.
prazer Kelinha.
Nossa que ninfetinha linda ,toda loirinha,meda um abraço.
Tinha algo de estranho na colega de Marlene que eu não entedia direito , mas sua voz e a força do abraço era diferente de nós , sei lá.sem me preocupar fui tomar meu sol tranquila para pegar uma cor enquanto Marlene e Sofia ficavam rindo e bebendo lembrando dos seus tempos sei lá onde. Eu acho que dormi um pouquinho e quando acordei tinha dois rapazes juntos a Marlene e Sofia e um segurava nas pernas de Marlene toda hora e recebia tapinhas .eram muito bonitos ,grandes e malhados bem diferentes do meu namorado da igreja que a muito não via mais.dirigente Marlene me chama para conhece- los .
Esta e minha ninfa bebe. Marcelo , Carlos minha menina kelly.
Oi tudo bem?
Prazer ,Carlos .
Junto com as apresentações vieram os tais dos três beijinhos e Carlos quase me beijou a boca no terceiro .achei estranha a ousadia perto de minha madrasta e ia voltar para o meu lugar quando Marlene me chamou.
Kelinha ,você tem passar protetor pois sua pele esta muito branca.
Realmente era verdade, então peguei na bolsa meu protetor e a pedi para passar , quando veio a surpresa.
O Carlos é professor de academia e massagista , deixa que ela passe em você.
Fiquei sem palavras pois nem conhecia o cara direito e ale ia ficar passando as mãos em mim, mas eu pensei
Kelinha , obedeci. eu estou aqui e estou te .vendo.ele e legal e amigo da mamãe.
Sem escolha e morta de vergonha me deitei na toalha e Carlos veio de lado me cumprimentou com cara de tarado , afastou meu cabelos e iniciou a minha agonia. Primeiro ele despejou o creme em mim só que não o espalhava deixando escorrer pelas minhas costas ate o começo do biquíni em baixo. O deslizar do creme me fez arrepiar e meus cabelinhos loirinhos ficaram todos para cima com aquilo. Ele então começou uma massagem gostosa no meu corpo , passava as mãos ate em baixo do meu corpo depois subia era delicioso seu toque . senti mais creme desça vez nas pernas que ele deixou chegar de propósito ate perto da vagina para ir buscar com a mão. O suspiro foi impossível de conter com aquelas mãos fortes deslizando pelo meu corpo de treze anos, às vezes agora ela chegava perto da minha bunda e voltava quase me matando.de uma vez ela espalmou minha bunda e apertou com vontade me fazendo gemer , totalmente entregue aquele rapaz eu agora gemia baixinho com os toques cada vez mais ousados , por vergonha eu ficava de olhos fechados e só gemia. Ele agora já passava as mãos por dentro de minhas pernas e de vez enquanto por cima do biquíni alisava minha boceta e meus peitos . Quando olhei para o lado quase gozando eu vi um enorme volume na sua sunga.ele então enfiou a mão dentro do meu biquíni de baixo e passou o dedo no meu cu devagar e forte e falou .
Pronto já pode tomar sol à vontade.
Logo depois de falar desceu e me deu um beijo na boca.
Nossa Carlos ,que barraca e essa , disse Sofia .
Vamos ter que dar um jeito nisto , disse Marlene.
Eu fiquei sem entender o que Marlene quis dizer, então ela me chamou e me mandou ir com Sofia pois ela tinha que resolver um problema e depois me pegaria na casa dela lá na Pampulha. Obediente eu fui , entramos no seu carro um Vectra azul lindo e fomos. Sofia apesar de diferente , era agradável e alegre, quando me dei por mim estávamos cantando e rindo pelo o caminho.chegamos em sua casa que era um luxo só, com um jardim enorme que tampava a casa . Nós começamos a conversar e, sua voz grossa às vezes me confundia . Papa vai papão vem começou o assunto de homens, eu nada tinha a falar pois meu namorado nunca passou de beijos sem graça.papo vai papo vem Sofia me revelou que sabia sobre mim e Marlene . Eu fiquei toda vermelha, mas ela me tranquilizou dizendo que sempre foi confidente de Marlene e de meu pai e o que vale e gozar.mias solta ficamos falando de sexo e lá ia me dizendo cada coisa que eu nunca imaginei.
O que não pode na sua idade (dizia ela) e se tornar sapatão então você tem que conhecer os dois lados para assim escolher.o que você achou do Carlos ? e um T você não acha ?
Balancei a cabeça concordando.
Quer que eu o chame para cá para ficar com você?
Eu assustei na hora.
Não ! ele é bonito mais não gostaria de perder minha virgindade com ele ale do mais e muito grande o que vi em sua sunga.
Sofia riu muito e eu a acompanhei .
Realmente é grande mesmo para iniciar , eu que o diga, mas você pode dar e sentir prazer com homens como você faz com a Marlene sem penetração e só você chupa- lo e ser chupada.
Dizendo isto, Sofia me deitou sobre seu colo no sofá comigo virada para cima enquanto fazia carinhos em minha barriguinha ia falando.
Todo homem adora uma chupada .vamos fazer uma brincadeira ? como vocês leram no conto anterior menina de bh a madrasta ,minha madrasta Marlene estava me iniciando na arte do sexo que eu não conhecia .pois bem,como ela havia me prometido no conto anterior ela me reservava uma surpresa a noite.passei o dia todo imaginando o que seria aquela surpresa.quando cheguei do curso por volta das 18:00 horas ela já me esperava na porta de nossa casa e já foi me recepcionando com um ardente beijo na boca,nossas línguas se misturavam e meu namorado nunca havia me beijado daquele jeito.após uns 2 minutos chupando minha língua ela me mandou pro quarto pois tinha uma roupa especial em cima da cama e era pra mim vesti-la.chegando no quarto eu vi encima da cama um conjunto de lingerie composto de meia cinta liga ,corpete e luvas que eu só sabia o que era porque ela havia me falado.comecei a vestir àquela roupa que pela a minha idade e corpo magrelo só podia ter sido feita sobre encomenda para mim.depois de muito lutar para por aquele negocio fui ate o espelho e me senti uma puta de primeira.quando me dei por mim Marlene já estava por trás de mim e com um brilho nos olhos começou a me elogiar.
como você ficou lindinha minha filhinha!
enquanto dizia isto Marlene aproveitava e acariciava os bicos dos seios por cima do corpete.minha vagina já escorria de tesão.ela beijava meu pescoço por trás e enfiava a língua na minha orelha e eu só conseguia gemer de tesão,de repente ela enfia um dedo por trás penetrando minha vagina molhada o que me fez gozar na hora e bambear as pernas caindo sobre a cama com Marlene por cima. Marlene tirou sua roupa enquanto eu admirava sua pele morena sem nenhuma marca de idade e me imaginava ter o mesmo corpo que ela só que meus seios já eram maiores que os dela com apenas treze anos . Marlene me virou para frente dela e me abraçou forte e ficou acariciando minhas costas ate meus pelinhos loirinhos se ouriçarem.então ela retirou a parte do sutiã que cobria seus peitos e colocou na minha boquinha .o tamanho de seis seios cabia perfeitamente em minha boca então comecei a chupa-los como se fosse mamadeira .eu engolia todo seu seio e às vezes dava nervoso e eu mordia de leve ,nesta hora ela arrepiava toda.ela segurava meus vastos cabelos loiros em forma de rabo de cavalo e aos poucos foi levando minha mão em direção a sua vagina. chegando lá eu fiz como ela fazia comigo ,enfiei um dedo e ate me assustei em como estava quente .depois do susto fiquei mexendo de um lado para o outro devagarzinho,às vezes enfiava o dedo às vezes rodava o dedo e as poucos fui enfiando mais dedos quando chegou em três ela gritou que ia gozar e começou a me chamar de puta safadinha, descarada e outra baixarias a mais.após isto ela se levantou e me colocou sentada na cama levando sua vagina super molhada na minha boca e eu não sei porque deu vontade de lamber e assim fiz com Marlene me pressionando a cabeça sobre sua vagina aos poucos ela foi forçando me mais e mais por dentro de suas pernas morenas e carnudas e quando me dei por min estava lambendo seu cu. o cheiro era doce pois Marlene alem de bem cuidada e asseada havia se antecipado a tudo que iria acontecer .eu passava a língua em seu cu e enfiava lá no fundo e depois ficava rodeando a língua por sobre o cu bem devagarzinho .de repente Marlene me tira de debaixo dela e me joga de costas na cama com minhas popinhas cheias de pelinhos loiros que ela tanto adorava.ela então disse:
espere que eu tenho mais uma coisa para lhe ensinar.
como eu já estava cansada ,nem me virei e fiquei aguardando a surpresa que vindo de Marlene só podia ser putaria.então Marlene me pega pela cintura e me levanta me deixando de quatro e fico esperando sua chupada quando cinto algo roçando minha vagina ,eu me viro curiosa e sem esperar nada Marlene atola um consolo acoplado em sua cintura toda na minha vagina que a principio arde e eu grito.
ai Marlene vai me matar 
cala a boca vagabunda ,que aqui e eu que mando.
então Marlene começou um vai e vem cadenciado em mim enquanto segurava meus peitos que balançavam muito dando ritmo àquela louca transa . Marlene me dava tapinhas nas popas enquanto puxava meus cabelos loirinhos me fazendo empinar mais ainda .agora ela acelerava bastante e como era gostoso sentir aqueles 15 centímetros entrando e saindo rapidamente de mim.sentia que não aguentaria mais e Marlene começou a meter mais forte e aumentar a forca dos tapas.
fala que vai gozar sua galinha
vou......vou ......vou.....
vai o que galinha 
vou ... go.... goo.....sarrrrrrrrrrrrrrrrr.
era indescritível a sensação que tomou conta de mim.nunca pensei em sentir algo tão gostoso como aquilo,era delicioso ver o caldinho que escorria pelas meias e com treze anos gozar tanto e tão forte.eu cai sobre a cama e Marlene veio por cima me penetrando novamente e enquanto ia me perguntando se foi bom ela ia também rebolando com aquele fino cassete no meu rabinho enquanto beijava meu pescoço o que me relaxava e fazia me arrepiar.sem me deixar recuperar Marlene começou a me beijar na boca e passou rapidamente a me morder os peitinhos sempre dando preferência aos bicos que estavam pra lá de duros.aos poucos fui me recuperando e que rendo mais carinhos mais ai Marlene parou pois no relógio já estava na hora de meu pai chegar do seu trabalho.no outro dia me levantei e fui à cozinha .era sábado e Marlene me recebeu com um lindo sorriso e um beijo bem levinho chupando a linguinha Eu estava viciada em Marlene. então ela me disse:
vá se arrumar pois seu pai viajou e vamos passar o final de semana sozinhas e pra começar vista um biquíni pois vamos ao clube nadar e tomar um solzinho.
eu me enchi de alegria pois adoro clube e tomar sorvete ,porem nunca tinha ido de biquíni pois era evangélica e minha mãe não deixava.fui ao guarda roupa e escolhi entre todos o maior de todos o vesti coloquei um short poe cima e desci para imos.ao me ver Marlene perguntou na hora ?
o que e isto ? você vai para a igreja? vou ta lá no quarto e coloca o preto com a canga branca.onde já se viu menina linda ir para o clube de short.
eu me arrepiei pois o branco era muito pequeno principalmente nos peitos pois os meus eram grandes,mais mesmo assim eu obedeci.pegamos o carro e saímos ,enquanto dirigia Marlene passava as mãos nas minhas pernas e apertava os biquinhos por cima do biquíni.ainda bem que ele era preto pois chegaria todo molhado no clube.ao chegarmos parecia que todos olhavam para mim,mais ao ver o pequeno biquíni rosa de Marlene que pedia para rasgar pois não estava aguentando aquele corpo sarado dentro dele e outras exibidas igual me tranquilizei. Nós fomos para uma barraca tomar suco e pra minha decepção não tinha sorvete.uma colega de Marlene acenou para ela e veio em nossa direção ,pelo o visto eram conhecidas há anos pois se abraçaram muito. Marlene me chamou para conhece-la .
Kelinha esta e sofia minha amiga antiga.foi ela que me apresentou seu pai.
prazer Kelinha.
nossa que ninfetinha linda ,toda loirinha,meda um abraço.
tinha algo de estranho na colega de Marlene que eu não entedia direito ,mais sua voz e a forca do abraço era diferente de nos ,sei lá.sem me preocupar fui tomar meu sol tranquila para pegar uma cor enquanto Marlene e sofia ficavam rindo e bebendo lembrando dos seus tempos sei lá onde.eu acho que dormi um pouquinho e quando acordei tinha dois rapazes juntos a Marlene e sofia e um segurava nas pernas de Marlene toda hora e recebia tapinhas .eram muito bonitos ,grandes e malhados bem diferentes do meu namorado da igreja que a muito não via mais.dirigente Marlene me chama para conhece- los .
esta e minha ninfa bebe. Marcelo , Carlos minha menina Kely.
oi tudo bem?
prazer ,Carlos .
junto com as apresentações vieram os tais dos três beijinhos e carlos quase me beijou a boca no terceiro.achei estranha a ousadia perto de minha madrasta e ia voltar para o meu lugar quando Marlene me chamou.
Kelinha ,você tem passar protetor pois sua pele esta muito branca.
realmente era verdade,então peguei na bolsa meu protetor e a pedi para passar ,quando veio a surpresa.
o Carlos é professor de academia e massagista ,deixa que ela passe em você.
fiquei sem palavras pois nem conhecia o cara direito e ale ia ficar passando as mãos em mim.
mais eu pensei
Kelinha ,obedeci.eu estou aqui e estou te .vendo.ele e legal e amigo da mamãe.
sem escolha e morta de vergonha me deitei na toalha e Carlos veio de lado me cumprimentou com cara de tarado ,afastou meu cabelos e iniciou a minha agonia.primeiro ele despejou o creme em mim só que não o espalhava deixando escorrer pelas minhas costas ate o começo do biquíni em baixo.o deslizar do creme me fez arrepiar e meus cabelinhos loirinhos ficaram todos para cima com aquilo.ele então começou uma massagem gostosa no meu corpo ,passava as mãos ate em baixo do meu corpo depois subia e era delicioso seu toque .senti mais creme desça vez nas pernas que ele deixou chegar de propósito ate perto da Vagina para ir buscar com a mão.o suspiro foi impossível de conter com aquelas mãos fortes deslizando pelo meu corpinho de treze anos.às vezes agora ela chegava perto da minha bundinha e voltava quase me matando.de uma vez ela espalmou minha bundinha e apertou com vontade me fazendo gemer .totalmente entregue aquele rapaz eu agora gemia baixinho com os toques cada vez mais ousados .por vergonha eu ficava de olhos fechados e só gemia.ele agora já passava as mãos por dentro de minhas pernas e de vez enquanto por cima do biquíni alisava minha vagina e meus peitos .quando olhei para o lado quase gozando eu vi um enorme volume na sua sunga.ele então enfiou a mão dentro do meu biquíni de baixo e passou o dedo no meu cu devagar e forte e falou .
pronto já pode tomar sol à vontade.
logo depois de falar desceu e me deu um beijinho na boca.
nossa Carlos ,que barraca e essa ,disse sofia .
vamos ter que dar um jeito nisto ,disse Marlene.
eu fiquei sem entender o que Marlene quis dizer então ela me chamou e me mandou ir com sofia pois ela tinha que resolver um problema e depois me pegaria na casa dela lá na Pampulha. Obediente eu fui ,entramos no seu carro um vectra azul lindo e fomos ,sofia apesar de diferente , era agradável e alegre,quando me dei por mim estávamos cantando e rindo pelo o caminho.chegamos em sua casa que era um luxo só,com um jardim enorme que tampava a casa .começamos a conversar e sua voz grossa às vezes me confundia .papa vai papão vem começou o assunto de homens eu nada tinha a falar pois meu namorado nunca passou de beijos sem graça.papo vai papo vem sofia me revelou que sabia sobre mim e Marlene .fiquei toda vermelha mais ela me tranquilizou dizendo que sempre foi confidente de Marlene e de meu pai e o que vale e gozar.mias solta ficamos falando de sexo e lá ia me dizendo cada coisa que eu nunca imaginei.
O que não pode na sua idade (dizia ela) e se tornar sapatão então você tem que conhecer os dois lados para assim escolher.o que você achou do Carlos ? e um tesão você não acha ?
Balancei a cabeça concordando.
Quer que eu o chame para cá para ficar com você?
Eu assustei na hora.
Não ! ele e bonito mais não gostaria de perder minha virgindade com ele ale do mais e muito grande o que vi em sua sunga.
Sofia riu muito e eu a acompanhei .
Realmente e grande mesmo para iniciar , eu que o diga.mais você pode dar e sentir prazer com homens como você faz com a Marlene sem penetração e só você chupa- lo e ser chupada.
Dizendo isto sofia me deitou sobre seu colo no sofá comigo virada para cima enquanto fazia carinhos em minha barriguinha ia falando.
Todo homem adora uma chupada .vamos fazer uma brincadeira ? você confia em mim?
Sim.
Então eu vou lhe ensinar .primeiro de lambidas nas minhas pernas e passe a língua de cima para baixo.
Conforme Sofia ia falando eu ia obedecendo porem era estranho pois alguma coisa estava crescendo na minhas costas.
Isto menininha .agora a surpresa .
Sofia enfiou a mão por dentro da calcinha do biquíni e que imaginava ,saltou dali um pênis pequeno de no máximo quatorze centímetros mais totalmente duro, aquilo saltou para cima finalmente livre de sua prisão e eu não entedia nada pois Sofia tinha um membro entre as pernas , mas completamente hipnotizada pela aquilo fiquei olhando e perguntei 
E agora tia sofia.
Agora chupe ele .
Eu fui com a boquinha inteira agasalhando aquele pênis e apertando firme meio que de lado enquanto Sofia apertava meus peitos e massageava os bicos como eu gostava. estava delicioso mais de repente Sofia interrompeu minha primeira chupada num pau.
Não esta ruim não, mas você e apressada e seta passando os dentes e arranhando o pau .o homem e sensível ai e se sentir dor mata o T.você tem que esconder os dentes com a língua e deixar o pau deslizar na garganta.sua boca é quente e seus lábios devem massagear o membro. Espere aqui que vou buscar um negócio.
Eu fiquei na sala ansiosa para que Sofia voltasse logo, quando ela volta trás consigo um pote de sorvete que eu adoro.
Agora a aula vai ficar gostosa , passe o sorvete em volta do meu membro devagar com estes seus dedos grandes e finos.isto , agora vá chupando de modo que sua boca só pegue no sorvete, à medida que Sofia me mandava ia fazendo.eu chupava tudo e ela punha mais sorvete. Às vezes como ela me ensinou ,eu tirava o sorvete só com a língua, Sofia gemia muito, de repente ela parou e fez um sessenta e nove comigo como ela explicou depois . Agora eu chupava e era chupada sempre devagarinho, meus olhos chegavam a quase chorar com aquela sensação gostosa no corpo , às vezes eu não aguentava e tinha que parar de chupar o pênis , pois era forte meus gemidos e não aguentava mais . Sofia me levava quase ao gozo e parava para conversar me matando de prazer , seu dedo passeava pelo meu cu e eu repetia o gesto no cu dela. agora ela me pós-deitada de barriga para cima com a cabeça no encosto do sofá e foi para trás de mim do jeito que ela enfiava o pênis na minha boca por trás e eu tinha que levantar um pouco a cabeça para alcançar seu membro duro o que me fazia salivar muito. Sofia ia me orientando para que quando ela fizesse o vai i vem na minha boca eu deixasse ela deslizar na língua .às vezes ela pedia que eu o segurasse com os lábios e desse chupadelas na cabeça sem usar as mãos enquanto ela segurava meus dois peitos e apertava fazendo vai e vem com o pênis em minha boca , e ficava louca para que seu pênis demorasse mais em minha boca, mas Sofia me continha e me dizia que o segredo de uma boa chupadora era fazer o outro perder o controle aos poucos e gozar bastante. Sofia agora sentou se no sofá e trouxe minha cabeça ate seu pênis eu ia chupando da cabeça as bolas bem levinho e dando linguados na cabeça .agora Sofia me ensinava a ficar só com o hímen dentro da boca e ir girando a língua com vontade em volta , às vezes passava a língua dentro do canal da cabeça e descia ate as bolas para acaricia lá com a língua . Agora Sofia me ensinava a masturbar com as mãos bem devagar enquanto chupava às vezes descia e subia fortemente a cabeça fazendo vai e vem no membro de Sofia que ditava o ritmo. Era muito gostoso chupar aquele membro.eu deixava bastante saliva como ela me ensinou e depois secava com chupadas fortes em enquanto olhava para ela com meus olhos verdes e ela segurava meus cabelos loiros com rabo de cavalo.eu também massageava as bolas enquanto minha professora me elogiava e me chamava de p... e outras coisas a mais que só aumentava meu T. Ela então pegou minha mão e levou até seu cu . Eu já entendendo o que ela queria fui enfiando um dedo e massageando as bolas com a outra mão quando senti que ela tremeu e seu pau cresceu, Sofia agonizando me mandou engolir tudo e, como boa menina eu obedeci e, engoli aquele leite grosso todinho pela minha garganta . Um pouco vazou sobre minha boca, mas com um beijo Sofia me devolveu seu esperma já frio. Sofia agora continuava a ma beijar enquanto acariciava minha vagina quase sem pelos e vermelha. Eu que já estava molhada não demorei a gozar em seus dedos macios, cansada dormir muito e acordei com a voz de Marlene na sala conversando com Sofia . Eu me levantei e fui ate a sala já recuperada.
Vamos meu amor !
Vamos ! tchau sofia ,depois eu volto aqui mais.
a hora que você quiser a casa e sua meu amor.
Então eu fui embora sabendo que tinha muita coisa a descobrir ainda daqui pra frente. Você confia em mim?
Sim.
Então eu vou lhe ensinar .primeiro de lambidas nas minhas pernas e passe a língua de cima para baixo.
Conforme Sofia ia falando, eu ia obedecendo; porém era estranho, pois alguma coisa estava crescendo na minhas costas.
isto menininha! Agora a surpresa .
Sofia enfiou a mão por dentro da calcinha do biquíni e que imaginava ,saltou dali um pau pequeno de no máximo quatorze centímetros mais totalmente duro.aquilo saltou para cima finalmente livre de sua prisão e eu não entedia nada pois sofia tinha um membro entre as pernas , mas completamente hipnotizada pela aquilo fiquei olhando e perguntei 
E agora tia sofia.
Agora chupe ele .
Eu fui com a boca inteira agasalhando aquele membro e apertando firme meio que de lado enquanto Sofia apertava meus peitos e massageava os bicos como eu gostava. estava delicioso mas de repente Sofia interrompeu minha primeira chupada num pau.
Não está ruim não, mas você é apressada e está passando os dentes e arranhando o pênis . O homem e sensível ai e se sentir dor mata o Tesão.você tem que esconder os dentes com a língua e deixar o pau deslizar na garganta, sua boca e quente e seus lábios devem massagear o pau.espere aqui que vou buscar um negócio.
Eu Fiquei na sala ansiosa para que sofia voltasse logo.quando ela volta trás consigo um pote de sorvete que eu adoro.
Agora a aula vai ficar gostosa .passe o sorvete em volta do meu pau devagar com estes seus dedos grandes e finos. isto ,agora vá chupando de modo que sua boca só pegue no sorvete.
à medida que Sofia me mandava ia fazendo.eu chupava tudo e ela punha mais sorvete.às vezes como ela me ensinou ,eu tirava o sorvete só com a língua . Sofia gemia muito. de repente ela parou e, fez um sessenta e nove comigo como ela explicou depois . agora eu chupava e era chupada sempre devagarinho .meus olhos chegavam a quase chorar com aquela sensação gostosa no corpo . às vezes eu não aguentava e tinha que parar de chupar o pênis ,pois era forte meus gemidos e não aguentava mais .Sofia me levava quase ao gozo e parava para conversar me matando de prazer .seu dedo passeava pelo meu cu e eu repetia o gesto no cu dela. Agora ela me pós-deitada de barriga para cima com a cabeça no encosto do sofá e foi para trás de mim do jeito que ela enfiava o pênis na minha boca por trás e eu tinha que levantar um pouco a cabeça para alcançar seu membro duro o que me fazia salivar muito. Sofia ia me orientando para que quando ela fizesse o vai e vem na minha boca eu deixasse ela deslizar na língua , às vezes ela pedia que eu o segurasse com os lábios e desse chupadelas na cabeça sem usar as mãos enquanto ela segurava meus dois peitos e apertava fazendo vai e vem com o pênis em minha boca, e ficava louca para que seu pênis demorasse mais em minha boca mais a Sofia me continha e me dizia que o segredo de uma boa chupadora era fazer o outro perder o controle aos poucos e gozar bastante. Sofia agora sentou se no sofá e trouxe minha cabeça ate seu pênis, eu ia chupando da cabeça as bolas bem levinho e dando linguados na cabeça . Agora Sofia me ensinava a ficar só com ao hímen dentro da boca e ir girando a língua com vontade em volta . Às vezes passava a língua dentro do canal da cabeça e descia ate as bolas para acariciar lãs com a língua . Agora Sofia me ensinava a masturbar com as mãos bem devagar, enquanto chupava , às vezes descia e subia fortemente a cabeça fazendo vai e vem no pênis de Sofia que ditava o ritmo, era muito gostoso chupar aquele pênis. Eu deixava bastante saliva como ela me ensinou e depois secava com chupadas fortes em enquanto olhava para ela com meus olhinhos verdes e, ela segurava meus cabelos loiros com rabo de cavalo. Eu também massageava as bolas enquanto minha professora me elogiava e me chamava de pu... e outras coisas a mais que só aumentava meu T. Ela então pegou minha mão e levou ate seu cu . Eu já entendendo o que ela queria, fui enfiando um dedo e massageando as bolas com a outra mão quando senti que ela tremeu e seu membro cresceu . Sofia agonizando me mandou engolir tudo e como boa menina, eu obedeci e, engoli aquele leite grosso todinho pela minha garganta . Um pouco vazou sobre minha boca, mas com um beijo Sofia me devolveu seu esperma já frio. Sofia agora continuava a ma beijar enquanto acariciava minha vagina quase sem pelos e vermelha. Eu que já estava molhada não demorei a gozar em seus dedos macios cansada dormir muito e, acordei com a voz de Marlene na sala conversando com Sofia . Eu me levantei e fui ate a sala já recuperada.
Vamos meu amor !
Vamos ! thiau Sofia ,depois eu volto aqui mais.
A hora que você quiser a casa e sua meu amor.
Então eu fui embora sabendo que tinha muita coisa a descobrir ainda daqui pra frente.

SEDUZIDO POR UMA EVANGÉLICA

Acordei tarde num sábado chuvoso e frio, comprei o jornal como de costume e fui lendo atentamente as notícias, esperando a chuva diminuir pra pegar alguns filmes e aproveitar o dia, mas ela insistia em cair, então continuei lendo até chegar nos classificados. O classificado tem vários anúncios inusitados, só pessoas vendendo coisas, serviços e até mesmo o corpo, mas tinha um anúncio de uma agência de namoro evangélico o que me deixou intrigado em saber porque os evangélicos estavam recorrendo à este tipo de serviço pra se relacionarem. Então liguei para saber mais detalhes . Fui muito bem atendido pela dona que dizia que era apenas para pessoas evangélicas, mas mesmo assim ela me convidou para fazer uma visita e conhecer seu trabalho, pois era próximo a meu endereço e não havia problema o fato de eu não ser evangélico. Na segunda cheguei do trabalho, dei uma passada pra conhece-la, conversamos um pouco e notei que era um trabalho sério e profissional, pois ela tinha uma sala comercial, telefone e um banco de dados bem organizado, por fim ela me mostrou algumas fichas com fotos de algumas moças, para validar seu trabalho. Achei interessante mas como era um grupo fechado elogiei seu trabalho e disse se algum dia me converter a sua religião, iria me cadastrar em sua agência, então deixei meu telefone por ter feito uma amizade com ela e segui em diante. No outro dia recebi seu telefonema mencionando que tinha uma moça a fim de me conhecer, pois ela falou muito bem de mim para moça. Ela me deu o telefone da moça então fiz contato e começamos uma amizade por telefone, marcamos um cinema e em seguida fomos comer uma pizza. Saímos despretensiosamente para conversar e assistir filmes ocasionalmente. Eu sempre deixava bem claro que apesar dela ser muito bonita com seus cabelos cumpridos e ter olhos meigos e aparência pura. não queria compromisso sério nem ter um caso com uma pessoa com estilo de vida to diferente do meu, pois costumava frequentar locais diferentes dos que ela costumava ir, como boates, pagodes, etc. Ela apenas ia a igreja e cinemas. Enfim não queria magoá-la nem ter um relacionamento incompatível. Mas ela adorava conversar comigo e estar ao meu lado, quando chegava em casa a noite sempre tinha um recado dela na secretária eletrônica. Conversávamos muito por telefone, talvez por ela ter poucos amigos.
Um belo dia aluguei dois filmes e quando planejava assisti-los, toca o telefone, ela me perguntando se eu queria ir ao cinema. Eu falei que no iria pois já havia alugado dois filmes, ela perguntou se poderia assistir comigo,eu não vi problemas, pois moro só e éramos amigos. Então marcamos para tarde. Na hora marcada, lá estava ela em meu apto. Coloquei o filme e passamos a assistir sentados no sofá como velhos amigos, no final do primeiro filme, fui a cozinha e fiz um suco e tomamos com biscoito, ela então se prontificou a lavar os copos, quando ela estava na pia, não resisti e a abracei por trás e dei um beijo em seu rosto, numa mistura de carinho e tesão por estarmos a sós em meu apto, ela de saia e eu de bermuda, enfim, queria sentir seu cheiro. Ela me recebeu com carinho e voltamos para o sofá para assistirmos o segundo filme. Nisso ela cansou de ficar sentada e começou a deslisar no sofá, eu notei e pedi para ela deitar no meu colo, e com isso fiquei acariciando seus longos cabelos pretos. A noite caiu e só a luz da tv clareava o ambiente, subi mas as pernas e comecei a beija-la no rosto nas orelhas e logo logo estava beijando-a na boca. Sua boca era gostosa e sua respiração ofegante. O filme acabou, desliguei a tv, então ficou tudo escuro, ela não se importou, então os beijos foram ficando mais intensos. fiquei de pé para abraça-la, para sentir seu corpo. Como ela estava de saia e eu de bermuda, nossos corpos ficaram bem próximos, ela sentia perplexa meu pênis extremamente duro em seu corpo e com muita curiosidade perguntou. - sempre assim que ele fica ? Eu respondi.- só quando fico excitado. Na verdade eu estava super excitado de ter montado por acaso aquele clima gostoso e excitante. Comecei a roçar meu pênis em seu corpo, naquele sarro gostoso e fui despertando um T at então desconhecido por ela. Passei a tocar seus seios e ela já estava super excitada, eu não estava mais aguentando e peguei sua mocinha e levai até meu pênis, ela se assustou com o tamanho e perguntou. -Nossa como é grande! Isso tudo entra em uma mulher? Eu lhe disse que sim, mas com carinho no dia nada. Ela demonstrava total inexperiência nesse tipo de carícia, mas no se opunha aos meus avanços. Tudo para ela era fascinante, aquele clima, nós a sós, eu lhe transmitia muita segurança. Decidi parar aquelas carícias pois notei que estava muito excitado e ela excitada mas muito curiosa com a situação. Apesar de tudo no fiquei com a consciência pesada, pois seus olhos demonstravam muito fascínio por suas descobertas e tudo seguia sem a maldade de possuí-la como presa fcil e sim como de um mestre ensinando a sua aluna o abc do amor.
Passaram alguns dias, estava eu à noite em casa quando toca a campainha, de surpresa minha amiga aparece alegando estar passando por perto e arriscou a visita, notei que era desculpa sem fundamentos, pois era noite e não havia nada por perto referente à sua rotina. Eu estava a vontade em meu apto, com um short de nylon sem cuecas e sem camisa, ela veio logo me abraando e não houve tempo para mais nada, eu estava meu pênis sentindo seu corpo desta vez mais próximo ainda, no demorou muito já estava como ao em brasas, comecei a beija-la na boca e no pescoço e ela hvida de prazer, me sentia com a respiração já ofegante, toquei em seus seios, beijei seu pescoço desci mais um pouco abri sua blusa e alcansei seus lindos mamilo róseos, quando dei uma chupada nele, ela gemeu e tive que segurá-la para no cair, beijei o outro peguei sua mão e levei ao meu pênis, ela quando sentiu o calor dele pois nessa hora ele já havia saído do short, ela ficou mais curiosa ainda. - Nossa como é quente! eu disse: -Desse jeito vai pegar fogo, temos que molha-lo. Ela então falou se podia pegar um copo d'água na cozinha, eu disse que tinha que ser com a boca pois ajudaria a diminuir a excitação ainda. Ela pensou um pouco e disse que não sabia como fazer, nunca imaginou essa situação e estava sem jeito, eu com um tom sereno disse que era só ela fazer como faz para chupar um sorvete, mesmo assim ela exitou em faze-lo, mas sua mão não largava meu pênis, como se estivesse com pena da situação em que ele se encontrava. Nisso eu disse que Se ele ficar muito tempo duro daquele jeito começaria a doer um pouco por causa da sensibilidade, ela então olhou para ele e disse: - Tadinho. Nesse momento falei com um tom bem sofrido: Dê um beijinho nele então. Ela então já convencida que iria me ajudar disse.- Assim s[o um beijinho. se abaixou, tirou o cabelo da frente e deu um beijo bem rpido no pescoço dele, mas para minha surpresa, deu mais um e logo mais um na cabeça. Então notei que o cheiro dele tinha deixado ela excitada. Habilmente empurrei um pouquinho sua cabeça em direção ao meu pênis, devargarzinho, bem devagar, pronto, então estava ela chupando ele como se fosse um sorvete, nesse momento eu estava louco de excitação, sua boca era mágica, macia e quente, sua lingua percorria a cabeça de meu pênis exatamente como se fosse um sorvete, não resisti e gosei em sua boca. Ela não se afastou e esperou todo leite sair e depois sem poder falar acenou: Que faço agora?? eu falei para jogar no vaso. Sensacional esse dia, inesquecível. Nossos encontros foram se tornando mais frequentes e a cada encontro avançamos pouco a pouco, já namorvamos na cama, ela só de calcinha e sempre no final eu era brindado com aquele boquete que a cada dia ficava mais gostoso. Num belo dia retribui chupando sua vagina por cima da calcinha, mas com o dedo afastei um pouco e já estava com minha língua dentro dela, ela se contorcia, gemia, e falava bem baixinho. - cuidado sou virgem. Então nossas carícias já eram 69 deliciosos, mas chegou um momento que eu falei que iria botar só a cabeça, ela protelou, mas eu transmitia tanta segurana que ela deixou, nisso fui bem devagar e realmente só coloquei a cabeça, mas ela gemia tanto que eu que não resisti, tirei rapidamente e gozei em sua barriga.
Chegou o dia do meu aniversrio, ela me presenteou com uma bela camisa listrada e brindamos com apenas dois copos de vinho, mas para ela foi o suficiente para se soltar mais, fomos para cama e já totalmente sem roupas segui prometendo enfiar só a cabeça, ela concordou e avisou mais uma vez para eu ter cuidado pois era virgem, mas desta vez eu pedi pra ela ficar sentada sobre meu corpo, deixando apenas a cabeça dentro de sua vagina, e pedi pra dar uma rebolada. Esses movimentos somados ao vinho deixaram ela excitadíssima e meu pênis ia entrando a medida que ela rebolava e gemia. Ela, as vezes ainda perguntava: Só entrou a cabeça ? eu sempre respondia : - Com certeza. mas já havia entrado boa parte do corpo. Num dado momento ela que estava se apoiando em mim para evitar a penetração total, se desequilibrou e pronto, seu peso fez o resto do trabalho, forçou sobre meu pênis que aproveitou, entrou todo em sua vagina, que como num estalo, perdeu o selo da virgindade. Ela já estava louca de T e só queria rebolar e logo começou a gozar intensamente, parecia que viam um atrás do outro, eram intensos e ela virava os olhos e gemia e urrava de prazer, eu vendo aquela linda imagem no resisti e já quase gozando, retirei meu pênis e gozei em suas mãos.
A partir daí, passamos a ter transas maravilhosas,passamos a usar camisinha e ela já dormia aos sábados em meu apto, viajávamos juntos, para vários lugares, e nossa relação que era improvável, foi muito excitante. Tudo que ela sabia de sexo foi ensinado por mim e fazíamos tudo que possível em quatro paredes. Nunca mais esquecerei aquela evangélica que me mostrou a pureza do ser e a ensinei a beleza do amor. gato_solteiro_rj@hotmail.com

UMA JOVEM DE MUITO FOGO, FUTURA ESPOSA.

Olá galera eu sempre quis fazer esse conto, mais nunca tive a oportunidade, foi ano passado, na época eu era muito apaixonado pela crentinha e queria muito até namorar com ela, mas só que a gente ficou algumas vezes e sexo só foi uma vez, eu sou moreno, 1,77 altura 72 kl, olhos castanhos claros, ela 1,60, loira (luzes), 50 kg, olhos castanhos escuros e bunda GG, seios pequenos bem durinhos e cor rosa escuro.
No começo a gente éramos amigos, e duas semanas antes de rolar a nossa transa, ela disse que gostava de ser xingada e que gostava de levar tapas na bunda, para mim era até estranho porque uma crente fala umas coisas dessas e, eu também nunca tinha feito, mais eu pensei: é vamos aprender, meu objetivo sempre foi agradar o máximo a mulher porque ai sempre tem depois. A gente estava ficando e, na casa dela mesmo eu chupei seus seios e, um dia sua vagina só de leve... ai a gente marcou, para ela ir lá para minha casa, Quando ela chegou, eu queria conversa e chegar num clima, mas ela foi logo tirando a roupa, eu nem acreditava que enfim eu ia penetrar a mulher que na época eu imaginava ser a mãe dos meus futuros filhos, mas continuando, ela ficou com um top e com uma calcinha preta, e veio me beijando, Eu deitei por cima dela e beijei seus seios pequenos e duros, parecia que ia trincar os bicos de tão duro, Eu fui descendo a beijando sua barriga e, ela ficava doida, Eu tirei a calcinha dela deixando ela nua e linda, Ela tinha umas pernas bem grosas muito gostosa... Eu fui chegando na sua vagina e lambendo toda, Eu pedi ela para ficar de quatro pois queria ver e ter aquele glúteo na minha cara, Eu fiquei lambendo a vagina dela com ela de 4, eu ia lamber o ânus dela mas ela tava com vergonha e não deixou, Eu deitei ela novamente e continuei chupando, ela mandou parar porque ela queria sentir meu pênis invadindo ela... deite-me sobre ela, e bem devagar, coloquei só a cabeça, ela se torcendo toda eu tirei, pois adoro ver mulher sofrendo, fui no ouvido dela e mandei ela pedir.
- Me come.
Foi a deixa, mete meus 18 cm de uma só vez ela quase que batia a cabeça na parede, eu comecei a entrar e sair bem devagar e menos de um minuto eu estava bem acelerado... foi que eu pedi para ela sentar em cima do meu pines...
Ela sentou bem devagar pois sua vagina era pequena a apertada, quando entrou todo, ela começou a cavalgar. bem lentamente, e eu sou um pouco inquieto e não gosto de ver a mulher trabalhando sozinha, quando ela vinha descendo, eu inclinei meu corpo subindo, e ela sentiu uma dor, adorei, porque adoro ver mulher sofrendo com a dor da vagina (fala sério a cara de puta q elas fazem é show de bola).
Depois eu comi aquele rabão de quatro, com a vagina dela já toda encharcada, depois eu comi ela de frango assado, mas ela novamente não aguentou meu pênis dentro, eu peguei ela nos braços e comi ela feito um animal, e quanto mais eu comi ela mais ela gemia, quase gritando, ai eu coloquei ela novamente de 4, mete forte sentindo o ânus dela na minha barriga, e de repente, senti uma coisa quente dentro da vagina dela, perguntei o que tinha sido, ela disse que havia gozado... e eu comi a crente safada mais gostosa da minha cidade.

MINHA CUNHADA MÔNICA

MINHA CUNHADA FEZ SEXO ANAL COMIGO... O QUE VOU CONTAR ACONTECEU COMIGO ANTES DO MEU CASAMENTO, COMECEI A NAMORAR MINHA ESPOSA, NA ÉPOCA ELA TINHA 19 ANOS, EU 23 ANOS E MINHA CUNHADA MAIS NOVA. 

NAQUELA ÉPOCA NEM LIGAVA PARA MINHA CUNHADINHA, POIS, ELA ERA MEIO FEIA, LOURA, MAGRINHA COM OS CABELOS ESCORRIDAS, AFINAL ERA UMA CRIANÇA, 

MINHA ESPOSA É MUITO BONITA, TEM SEIOS GRANDES E FIRMES, MAS INFELIZMENTE NÃO TEM MUITA BUNDA, MAS NUNCA LIGUEI MUITO PARA ISSO, AFINAL DEPOIS DE 6 MESES DE NAMORO, ROLAVA DE TUDO, INCLUSIVE O SEXO ANAL, ALÁS ELA E VICIADA ATÉ HOJE, 

NAMORAMOS POR 5 ANOS ANTES DE NOS CASARMOS, E NESSE TEMPO TODO, FREQUENTANDO A CASA DELA, VI MINHA CUNHADA CRESCER E SE TORNAR UMA LINDA NINFETA, COM SEIOS FIRMES E MÉDIOS E COM UMA BUNDA LINDA, EMPINADA E REDONDINHA, COMO ELAS SÃO EVANGÉLICAS, NUNCA TIVE A OPORTUNIDADE DE VER MINHA CUNHADA DE SHORTS OU CALCA, SEMPRE ESTAVA VESTINDO SAIAS, E SEMPRE COM O COMPRIMENTO ABAIXO DO JOELHO, MAS PARA MEU DELEITE, AS SAIAS SÃO SEMPRE MUITO JUSTAS, O QUE GRACAS A DEUS MARCA BEM AQUELA BUNDINHA GOSTOSA, MAS DESCOBRI UMA COISA QUE ME DEIXOU LOUCO DE T, EM CONVERSA SOBRE ROUPAS, FIQUEI SABENDO QUE MINHA CUNHADA GOSTAVA DE USAR CALCINHAS FIO DENTAL, 

UMA VEZ LEVEI MINHA ESPOSA PARA COMPRAR LINGERIES, GOSTO MUITO DE LINGERIE E SEMPRE QUE POSSO COMPRO UMA NOVA PARA MINHA ESPOSA, NESTE DIA EU HAVIA COMPRADO UM CALCINHA PRETA BEM CAVADA, DAQUELAS QUE ENTRAM BEM NA BUNDA, UM DIA ESTÁVAMOS NO QUARTO DELAS BATENDO PAPO, QUANDO MINHA CUNHADA PERGUNTOU PARA MINHA ESPOSA SE ELA NÃO TINHA UMA CALCINHA FIO DENTAL PARA EMPRESTAR PARA ELA, NA HORA MEU PÊNIS DESPERTOU, EU DISSE: FIO DENTAL ? ELA ME EXPLICOU QUE ERA PARA NÃO MARCAR NA SAIA QUE ERA UM POUCO JUSTA E SEM MAIS NEM MENOS, LEVANTOU, VIROU DE COSTAS, EMPINOU AQUELE BUMBUM DELICIOSO E DISSE: 

_ "ESTÁ VENDO: EU ESTOU COM UMA PRETA QUE PEGUEI COM A DÉBORA E NÃO MARCAR NADA, VIU?". QUASE TIVE UM ORGASMO ESPONTÂNEO, NÃO ACREDITAVA QUE AQUELE T ESTIVESSE COM A CALCINHA QUE EU HAVIA ESCOLHIDO PARA MINHA NAMORADA USAR. NA HORA EM QUE MINHA CUNHADA FOI TOMAR BANHO, MAL PODIA ESPERAR A HORA DE ELA SAIR DO BANHEIRO, QUANDO ELA SAIU, ENTREI LOGO EM SEGUIDA E PUDE PEGAR A CALCINHA E SENTIR O CHEIRO DAQUELA VAGINA E DAQUELE CU GOSTOSO, FOI MUITO BOM, BATI A MELHOR PUNHETA DA MINHA VIDA, VOOU UM JATO DE ESPERMA QUE QUASE CHEGOU AO TETO DO BANHEIRO. 

COM O PASSAR DOS DIAS EU NÃO CONSEGUIA TIRAR AQUILO DA MINHA CABEÇA E SEMPRE QUE ESTAVA NA CASA DELAS FICAVA DE OLHO NA BUMBUM DA MINHA CUNHADA, TANTO QUE MINHA ESPOSA PERCEBEU E DISSE: DA PARA VOCÊ OLHAR UM POUCO MENOS PARA BUNDA DA MÔNICA ? E EU NA MAIOR CARA DE PAU, DISSE: 

_ "VOCÊ ESTÁ VENDO COISAS". MAS A VERDADE É QUE EU NÃO CONSEGUIA DISFARÇAR, ATÉ QUE UM DIA MINHA CUNHADA DISSE: 

_ "POR QUE VOCÊ OLHA TANTO PARA MINHA BUNDA?" COMO NÃO HAVIA COMO NEGAR EU DISSE: 

_ "ME DESCULPE SER TÃO ATREVIDO, MAS SUA BUNDA É MUITO GOSTOSA,"  NA HORA ELA FICOU VERMELHA, MAS SEM PERDER A POSE DISSE: 

_ "COMO VOCÊ SABE ?" NUNCA EXPERIMENTOU, FIQUE SEM PALAVRAS, MAS MESMO ASSIM DISSE: 

_ "NUNCA É TARDE, E ELA 

_ "QUEM SABE?;" OS DIAS FORAM SE PASSANDO E A SITUAÇÃO FICOU QUASE INSUSTENTÁVEL. SEMPRE QUE EU PODIA DAVA UM JEITO DE PASSAR A MÃO NAQUELE BUMBUM GOSTOSO E PERCEBIA QUE ELA DEIXAVA; BOM, A COISA FICOU ASSIM UM BOM TEMPO, AFINAL EU NÃO QUERIA APRONTAR NADA, POIS, AMO MINHA ESPOSA. 


PASSARAM-SE ALGUNS ANOS, NOS CASAMOS, TIVEMOS UM FILHO E EU E MINHA CUNHADA SEMPRE COMO BONS AMIGOS E SEMPRE NA MESMA SITUAÇÃO, PASSADAS DE MÃO, ENCOCHADAS E TAL..., UM DIA ESTÁVAMOS EU MINHA CUNHADA E MINHA SOGRA BATENDO PAPO NA CASA DELAS, QUANDO MINHA SOGRA SUGERIU QUE LEVÁSSEMOS O MENINO PARA BRINCAR EM UMA PRAÇA QUE FICA BEM PERTO DA CASA DELAS, MINHA ESPOSA TOPOU NA HORA, COMO EU QUERIA ASSISTIR AO FUTEBOL DISSE QUE NÃO IRIA E MINHA CUNHADA DISSE QUE PRECISAVA ESTUDAR PARA UMA PROVA E QUE TAMBÉM NÃO IRIA, LA SE FORAM MINHA SOGRA E ESPOSA EU CONTINUEI NA SALA E MINHA CUNHADA SUBIU PARQUE O QUARTO, A SALA DA CASA É DE FRENTE PRA RUA E TEM UM VIDRO ENORME, COM VIDROS ESPELHADOS, DE MODO QUE QUEM ESTÁ NA RUA NÃO ENXERGA DENTRO DE CASA, MAS QUEM ESTÁ EM CASA ENXERGA TODA A RUA, DALI A POUCO MINHA CUNHADA DESCE E ME OLHANDO DISSE: 

_ "QUER VER MINHA CALCINHA NOVA?" QUASE TIVE UM TRECO, 

_ "O QUE? COMO? AONDE? NÃO ENTENDI E ELA NA MAIOR CALMA DO MUNDO SE VIROU E LEVANTOU A SAIA, MAL PODIA ACREDITAR NO QUE VIA, AQUELE RABO MARAVILHOSO ALI NA MINHA CARA, EMPINADINHO E REDONDINHO, NÃO DAVA PRA VER A CALCINHA, POIS, AQUELE RABO GULOSO HAVIA ENGOLIDO TODA ELA, AI ELA DISSE: 

_ "QUERO QUE VOCÊ ME COMA, POIS, SEI Q VOCÊ QUER E, EU TAMBÉM QUERO, SÓ TEM UMA COISA, SÓ VOU DAR A BUNDA, POR QUE A VAGINA VOU GUARDAR PARA O MEU MARIDO". 

NÃO PENSEI DUAS VEZES, AFINAL ERA TUDO O QUE EU SEMPRE QUIS, DO JEITO QUE EU ESTAVA METI A CARA NO MEIO DAQUELE RABO GOSTOSO E PUDE FINALMENTE SENTIR O GOSTO DAQUELE CU TÃO DESEJADO, 

MINHA CUNHADA COMEÇOU A REBOLAR BEM DEVAGAR NA MINHA CARA E EU ORA LAMBIA O CU, ORA LAMBIA A VAGINA DELA, ARRANCANDO GRANDES SUSPIROS DELA, DEPOIS QUE EU A DEIXEI TODA LAMBUZADA, FIQUEI EM PÉ E PEDI QUE ELA ME CHUPASSE NO QUE EU FUI ATENDIDO PRONTAMENTE, CONFESSO QUE FIQUEI SURPRESO COM SUA HABILIDADE, ACHEI QUE ELA NÃO TERIA MUITA PRÁTICA, MAS TIVE QUE ME CONTER PARA NÃO GOZAR NAQUELA BOQUINHA GOSTOSA, ELA TAMBÉM DEIXOU MEU PÊNIS TODO LAMBUZADO, LEVANTOU, SE VIROU EU PEDI A ELA QUE FICASSE DE QUATRO NO SOFÁ, ELA ATENDEU E PARA AJUDAR AINDA ABRIU A BUNDA COM A MÃO DIZENDO:

_ "VEM COME O MEU CU AGORA, COM TODA A CALMA DO MUNDO," ME LEVANTEI E, COMECEI A ENFIAR O DEDO NO CU DELA, LOGO EM SEGUIDA ENFIEI MAIS UM E IA DIZENDO ELA PARA NÃO SE PREOCUPAR QUE MEU PAU ERA MAIS OU MENOS DAQUELA GROSSURA E QUE SE DOESSE EU PARARIA, FIQUEI ASSIM POR ALGUNS MINUTOS, LOGO EM SEGUIDA, LEVANTEI E ENCOSTEI A CABEÇA DO MEU NA PORTINHA DO CU DELA E FUI EMPURRANDO BEM DEVAGAR, O CU DELA FOI SE ABRINDO E ENGOLINDO TO MEU PÊNIS, ELA SUSPIRAVA E PEDIA PARA EU NÃO PARAR, ASSIM QUE ENTROU TUDO EU COMECEI O VAI E VEM, O CU DELA LOGO FICOU LARGO E ELA ME DIZIA: 

_ "VAI PENETRE MAIS FORTE, COME ESSE BUMBUM, NÃO ERA ISSO QUE VOCÊ QUERIA?" EU IA PENETRANDO CADA VEZ MAIS RÁPIDO E MAIS FORTE, TIRAVA O PÊNIS INTEIRO DE DENTRO DAQUELE BUMBUM E ENFIAVA DE UMA SÓ VEZ E ELA: 

_ "VAI SEU P... ME ARROMBA!" DEPOIS DE UM TEMPO PEDI PARA MUDARMOS DE POSIÇÃO EU SENTEI NO SOFÁ E, ELA SENTOU NO MEU COLO, DESSE JEITO MEU PÊNIS ENTROU TODO NO ÂNUS DELA, ELA REBOLAVA SE MEXIA TODA E PEDIA MAIS, ATÉ QUE NÃO AGUENTANDO MAIS DISSE A ELA QUE IRIA GOZAR ELA SE LEVANTOU E PEDIU PARA EU GOZAR NA BOCA DELA, NÃO DEMOROU MUITO E EU COMECEI A ESGUICHAR JATOS DE ESPERMA DENTRO DAQUELA BOCA GOSTOSA, ATÉ NO CABELO DELA VOOU ESPERMA, ELA ENGOLIU TUDO E DEU UM GRANDE SORRISO DE SATISFAÇÃO, LOGO EM SEGUIDA SE LEVANTOU E DISSE QUE TOMARIA UM BANHO, EU ME RECOMPUS E FIQUEI NO SOFÁ SENTADO, EM SEGUIDA MINHA ESPOSA E MINHA SOGRA CHEGARAM, MINHA CUNHADA DESCEU SOMENTE NA HORA EM QUE ÍAMOS EMBORA, 

HOJE EM DIA SEMPRE QUE PODEMOS NÓS TRANSAMOS E COMO ELA SE CASOU AGORA ELA LIBERA A VAGINA TAMBÉM. 

ESPOSA EVANGÉLICA CHANTAGEADA E SODOMIZADA I, II,

PARTE I

Eles eram jovens, na casa dos vinte anos, casados e evangélicos. Lúcia tinha a beleza cândida de uma Giselle Itiê. Os mesmo lábios e os belos olhos. Era pelo menos um pouquinho mais rechonchuda que a atriz. Devido a sua seita, seus cabelos estavam sempre presos em coque e suas roupas, de tão austeras, a faziam parecer mais velha. O jovem marido, Valter, devido a alguns erros poucos anos antes e depois de ter conhecido os horrores da cadeia se refugiou na religião e conheceu Lúcia quando o pai dela, Luiz, foi fazer uma pregação na cadeia. A atração foi mútua para os dois jovens. Valter tinha certa experiência sexual, mas por conta de uma nova moral em sua mente, fazia sexo com a bela esposinha somente da maneira tradicional e se masturbava depois, escondido no banheiro, se lamentando depois.
Lúcia algumas vezes gozava, mas se continha de emitir qualquer som para não deixar transparecer ao ser divino o prazer que algumas vezes lhe acontecia, como o que agora parecia o mesmo que o vice-presidente da grande firma em que ela trabalhava lhe proporcionava com os dois maiores dedos de sua mão direita lhe invadindo o ânus enquanto a mão esquerda apertava suavemente o pescoço dela, esticando-o como fosse ela uma gatinha! Lágrimas jorram dos olhos de Lúcia não só pela humilhação de estar de quatro em cima de sua mesa de trabalho, com a saia levantada acima das bem torneadas nádegas, mas também pelo estupro daquela invasão não natural em seu corpo!
O Sr. Rafer, o vice-presidente, aparecera naquela manhã acompanhado de dois outros assessores e depositando documentos em sua frente que mostravam as fraudes que Valter e Luiz, e possivelmente ela, tinham praticado durante seis meses. Foi-lhe dito que permanecesse na sala enquanto chamavam a polícia. Rafer, atrás dos assessores, só escutava com os braços cruzados e a encarando firmemente. às primeira palavras dos assessores, Lúcia começou a corar e em seguida o choro convulsivo fazia seu belo busto balançar como gelatina sólida por baixo da blusa abotoada até o pescoço. Ela não acreditava no que estava ouvindo, mas sua assinatura estava ali para atestar sua culpa. Ela simplesmente confiava no que seu pai fazia e lhe dava para assinar. Ela própria não sabia o que dizer, pois se justificando ela comprometia ainda mais seu pai e Valter! Os assessores, com esforço se faziam passar por frios, mas se condoíam do choro de Lúcia.
- Vocês dois! Vão a sala do Valter e Luiz e convençam-os assinaram uma confissão. Se eles assinarem, os acompanhem até a saída da firma. Não os deixem levar coisa alguma! Depois esperem na minha sala pra eu saber o resultado. Enquanto isto, vou conversar direitinho com esta jovem aqui. Não quero fazer injustiça.
Rafer esperou os dois fecharem a porta atrás de si. Esperou alguns segundos, foi lá e a trancou.
- Então vagabundinha! Me sacaneando pelas costas, né?
- Não! Não dr. Rafer! Nunca imaginei que...que...meu pai...fizesse...isso. Sei que sou...culpada...por não ter...conferido pessoalmente a saída das...mercadorias.- E Lúcia volta a soluçar.
-Que me interessa isso agora! Vocês roubaram. Isto é fato! Vai dar cadeia. Quero mais é que toda sua congregação saiba o quanto falsos vocês são!!
- Mas dr., nós devolveremos tudo o que foi... pego!
- Roubado!! Você quer dizer, não é?
- Sim... Mas lhe juro que eu nada sabia! Por favor, deixe-nos ir e...não nos envergonhe... isso seria como uma... Maldição!!
- Ah é?! Vocês me roubam e eu permito que vocês vão embora apenas com a promessa de me devolverão o produto da roubalheira? Olha aqui...sua p.....!
E Rafer avançou ameaçadoramente pra Lúcia lhe pegando por um dos pulsos, levantando-a bruscamente. Parte do coque dela se desfez, caindo como uma bela cascata castanha do lado seu rosto e ombro. A belíssima face de Lucia se crispa de terror quando o rosto de Rafer quase se cola ao seu e ela sente o cheiro de seu hálito e gotas de saliva salpicando em suas bochechas rosadas
- Quero tudo de volta e com juros!! Com juros, ouviu?!
- Mas...mas como vamos...fazer isso? � soluçava Lucia enquanto as palavras pulavam de sua boca carnuda.
- Simplesmente você fará tudo o que eu mandar! Como uma a escrava! Uma escrava p... o que você ser´z de agora em diante! � Os olhos esverdeados de Lúcia se arregalam. Ela ainda no entendeu aonde o sr. Rafer quer chegar! Ele percebendo isso, lhe diz mais claramente.
- Teu corpo e tua vontade me pertencem agora! Entendeu? Capice?! Ou faz o que mandar, ou já saem daqui algemados e mando chamar a imprensa!
O corpo de Lúcia começa a tremer antes de ela cair em convulsivos soluços. Rafer a segura em ambos os braços e a sacode fortemente e dessa vez o coque se desmancha completamente. Devido ao aperto dos braços, os seios de Lúcia estufam tanto que rebentam os dois botões dessa parte da blusa, ficando o que abotoa a gola ainda intacto. Rafer percebe que não está adiantando apenas sacudi-la e ordenar que pare de chorar. Ele a esbofeteia na face fortemente fazendo-a desabar na cadeira. Lúcia volta a realidade e sente a ardência na bochecha. Felizmente o tapa não pegou nos lábios, sendo ela estaria sangrando agora. Rafer então enche a mão com os cabelos da nuca dela e a levanta dizendo.
- Tira a calcinha! - Lúcia hesita. Rafer levanta a mão ameaçadoramente. Ele sente a cabeça de Lúcia balançar levemente como um sinal de concordância. Então ela se curva, lágrimas caem silenciosamente de seus olhos enquanto vai levantando a saia mostrando lentamente as magníficas coxas de uma palidez de quem raramente as expôs ao ar livre. Rafer chega a prender a respiração ao ver aquela fêmea lindíssima que se perde em meios a recalques de filosofias de senis religiosos! Os dedos de Lúcia tremem ao se enfiarem no elástico da calcinha. Alguma coisa acontece, pois ela não tem forças para arriá-la e começa a soluçar fortemente.
- A cadeia... a exposição pública!! Rafer fala enquanto puxa o rosto dela pra perto do seu. Mas não adianta. Lúcia simplesmente empacou. Rafer nota que não tem jeito, ela precisa de ajuda". Ele leva sua mão livre até a parte que lhe cobre o púbis, sentindo os pentelhinhos lhe roçarem os dedos e num puxão violento arrebenta o elástico da cintura. Em seguida passa a mão pela parte que cobre uma das arredondadas ancas de Lúcia e a arranca também. Agora ela só tem farrapos da calcinha em volta das coxas. Isso parece um alívio para Lúcia, tirando-a da inércia em que se encontrava.
Mas algo acontece. Lúcia agora já não mais resiste instintivamente. Como uma cordeirinha vai se deixando levar e faz exatamente o que Rafer lhe ordena, se virando de costas para que ele aprecie sua esplêndida e alva bundona e levantando cada uma das pernas para retirar o que sobrou da calcinha. Em seguida sob suas ordens, ela prende o cabelo num rabo-de-cavalo, desabotoa toda a blusa e ainda um pouco relutante, retira os dois branquíssimos seios de largas aréolas rosadas para fora dos bojos do sutiã.
Ela mesma não entende o que está passando consigo. Sabe que está agindo assim devido a chantagem. Mas não deveria resistir de todas as formas e maneiras? E mesmo se preciso fosse... morrer?! Por que então estava obedecendo cegamente aquele pervertido! - Aquele filho da puta! � pensou Lúcia. Neste momento ela corou de vergonha por ter pensado em tal palavrão!
Alguma coisa nas atitudes do sr. Rafer começou a afetá-la como fêmea. Como uma fêmea subordinada. Seu modo de fitá-la em diversas partes de seu corpo sem mexer um músculo da face e em seguida lhe ordenar para que fizesse isso e aquilo e ela respondendo automaticamente como se fosse uma criancinha no jardim de infância, era como se ela estivesse experimentando pela primeira vez esses estímulos de ter prazer ao obedecer. Quando ele mandou que ela abrisse a vagina para ver o clitóris, seus mamilos começaram a enrijecer de uma maneira que ela nunca tinha sentido antes! De vez em quando uma lágrima ainda rolava de seus olhos, mas sua respiração voltava ao normal. Somente a cada ordem que o sr. Rafer lhe dava para que se torcesse, virasse ou se abrisse, Lúcia dava um suspiro mais profundo.
De repente ela se tocou que estava gostando de tudo aquilo! Aquele belo quarentão, filha da puta, com atitudes de um imperador tirânico, seu patrão, lhe dando ordens libidinosas que faziam aflorar toda sua luxúria contida!!
- Não! Não! Não posso fazer isso! Não é... normal...isso que o senhor está fazendo...comigo! Onde estais meu deus?!
- Eu sou deus aqui e agora!! Cala a boca e sobe de quatro na mesa. Agora!!
As palavras do sr. Rafer eram o que Lúcia precisava para justificar o prazer de sua obediência a perversão que ele lhe infligia. E já sentindo o prazer de seus hormônios ferverem internamente, Lúcia languidamente põe um joelho em cima da mesa e antes que se eleve, Rafer a manda parar. Lúcia sabe que nesta posição ela esta com sua bunda inteiramente escancarada. Os lábios externos de sua vagina se abrem deixando ver a umidade na entrada! Ela ousadamente vira um pouco o rosto e olhando por cima do ombro vê o sr. Rafer sentado na cadeira com as mãos apoiadas nas coxas e seu imenso e troncudo pênis projetado pra fora de sua braguilha!! Os olhos de Lúcia se arregalam de susto. Não tinha notado quando o sr. Rafer tinha retirado seu pênis para fora! A febre dela aumenta. Com muito esforço Lúcia se controla para não se mexer e pra não fixar os olhos naquela reluzente coluna de carne!
- Abra as bandas da bunda. Quero ver teu anelzinho rosado!
Enquanto se contorcia com um joelho em cima da mesa para abrir com ambas as mãos a sua magnífica bunda, Lúcia fica adivinhando o que ele quis dizer! Ela ouve houve Rafer respirar mais forte. Esta posição começa a incomodá-la, mas ela não ousa dizer isso a ele e ao mesmo tempo sentir prazer de se exibir tão descaradamente para um homem que poderia ser seu pai. Ela sente Rafer se inclinar pra frente e o primeiro contato de sua mão na pele ultra-sensível da bunda dela. A atenção é tanta que Lúcia involuntariamente se retesa! Rafer pensa que seja simplesmente uma reação nervosa ao toque indesejado. Mas um pouco mais abaixo do ânus de Lúcia, sua vagina responde aos estímulos não se importando com o agora já fragilizado auto-controle dela! Rafer vê o corpo de Lúcia dar pequenos espasmos trêmulos e ele pensa que é devido ao longo tempo em que ela está nessa posição.
- Sobe na mesa agora. Lúcia, em doce expectativa no que ele vai fazer agora, obedece. Suas coxas param de doer agora que estão apoiadas nos seus joelhos. Rafer se aproxima pelo seu flanco e agora, ousadamente, lhe acaricia a bunda. Lúcia também já não reage hostilmente, apenas luta para não demonstrar o quanto está sendo prazerosa toda aquela situação. Rafer agora lhe passa o dedão pela rachinha. Faz isso por uns dois minutos. Lúcia se rende. Começa a gemer baixinho e a ondular os quadris levemente. Rafer então a beija. Os carnudos lábios de Lúcia são como almofadas aquecidas e pra surpresa dele, ela procura por sua língua! E quando ela não encontra o suficiente para sugar, seus lábios se tornam uma ventosa como que querendo chupar toda a boca do sr. Rafer pra si!
Nesse instante, ele faz a primeira posse do corpo de Lúcia penetrando com seus dedos a vagina dela. Lúcia responde beijando-o mais fortemente e contraindo o canal vaginal em volta dos dedos dele. O que se vê é uma jovem tenra e escultural, seminua apoiada nos joelhos e nas mãos em cima de uma mesa com um homem meio grisalho a seu lado com o pênis ereto pra fora das calças que lhe acaricia as nádegas enquanto é beijado.
Lentamente, Rafer retira os reluzentes dedos com gosma vaginal e passeia com a ponta de um deles pela boca do anus de Lúcia. Ela dá um pequeno tremor reflexivo ainda não sabendo o que estar pra acontecer até que sente a ponta do dedo forçando suavemente a abertura de seu cu! Lúcia para de chupar a língua de Rafer sem descolar os lábios dos dele e sente, pouco a pouco a primeira falange deflorar seu ânus! A surpresa começa a dar lugar à curiosidade impulsionada por este outro prazer de tortura o qual ela nunca tinha experimentado! Rafer sente que Lúcia relaxa o cu com a segunda falange dentro. Ele sabe que com a primeira intrusão ela sentiu o mesmo quando se evacua, mas pra surpresa novamente dele, ela logo relaxou e não se incomodou com vai-vem que ele começa a fazer. Lúcia volta a fazer briga de espada com as línguas de ambos. Rafer percebe que tem livre acesso ao cu de Lúcia e seu segundo dedo força a expansão do anelzinho flexível mais uma vez. Lúcia para de novo de se mexer. Dessa vez o desconforto é maior, mais em compensação ela se senta mais preenchida e espera ansiosa que a pequena dorzinha e o desconforto passem, assim como o dedo se aprofunde mais para o interior de seu reto. " Meu deus, meu deus! Por que não induziste Valter a fazer isso comigo??"
Algo extremamente novo está acontecendo com Lúcia. Já ouvira falar de sexo anal, de "dar o cu" e outros termos, porém nunca fora induzida a experimentar por Valter e agora, até, nas mãos de um estranho que tem os dois mais grossos dedos inseridos em seu cu, ela a caminhar pelo caminho sem volta da sodomia. Um novo e estranho prazer, seu subconsciente vai gravando as ondas luxuriosas como faíscas que lhe comandam os neurônios a aceitar a intrusão de um pênis em seu canal anal.
O desejo vai se tornando incontrolável ao ponto de Lúcia se odiar por se forçar a não pedir que o sr. Rafer a possua. Esta angustia de querer a satisfação imperiosa do desejo, mas não querer demonstrar, faz Lúcia arfar alto enquanto duas lágrimas saem de seus olhos.
Rafer percebe a aflição de Lúcia, enquanto remexe lentamente seus dedos no orifício rosado do cu dela. Ele pensa que ela provavelmente se sente incomodada ou que lhe esteja machucando.
- Relaxa, p... linda...se estou te machucando, eu paro. É isso? Está te machucando? - Enquanto fala, Rafer suaviza os movimentos dos dedos e até faz menção de retirá-los. Ao sentir isso, Lúcia involuntariamente reteza o esfincter e Rafer sente a pressão nos dedos.
-Não para...não!...Continua...- Sussurrou Lúcia, voltando o belo rosto para encarar, um meio surpreso, Rafer. Com a mão livre, Rafer acaricia o rosto dela, lhe enxuga as lágrimas com o polegar e cola sua boca na dela. Novamente Lúcia põe todo seu desejo na maneira desesperada de beijar.
-Calma! Calma! Aproveite o gosto de minha língua e de minha saliva bem devagar...Assim...- e novamente seus lábios se encontram e a língua e prontamente sugada pelos polpudos lábios de Lúcia. Instintivamente ela procura pela enorme verga de Rafer que está como uma Naja, próximo a mesa, a qual ela está em cima e de quatro. Lúcia apalpa aquela cobra pelo pescoço e sente a quentura que há na textura rígida daquele músculo e que passa a ser agora todo objeto de desejo de sua vontade. Rafer sente o apalpamento cálido da mão de Lúcia e seu pênis responde despejando umas gotas de pré-sêmen.
Rafer desgruda sua boca dos lábios de Lúcia que abre os olhos e os direciona logo a seguir para ver o que ela está segurando firmemente! Rafer carinhosamente leva sua mão até a nuca dela, lhe acariciando os sedosos cabelos castanhos e com gentil persuasão baixa a cabeça dela em direção ao seu imenso pênis! Como já foi dito, o caminho sem volta da sodomia continuava seu curso e Lúcia se ajeitando em melhor posição sabe que só tem uma coisa a fazer para continuar aquele caminho...sua cavidade bucal engole de uma só vez a cabeçorra e tenta engolir o resto da pênis como se fosse uma bezerra esfomeada pela teta da mãe! Rafer urra de prazer e procurar controlar a respiração. O entusiamo dos lábios e boca de Lúcia por sua tora não é própria para o seu libido, assim ele com voz entrecortada lhe ordena;
-Devagar... devagar minha franguinha! Para aí! Vem...cá! Desce da mesa...assim, assim! Upa! Isso... agora...faça como achar melhor...até mamar todo meu leitinho...com a...boca!! - Lúcia ajoelhada, sentada nas próprias panturrilhas vai engolindo devagar o grosso pênis de Rafer, tendo os olhos semi-cerrados de adoração pelo músculo aveludado que de tempos em tempos lhe derrama algumas gotas de pró-sêmen na língua! Lúcia exulta de satisfação e prazer! Jamais imaginaria que dando prazer a um homem ao acariciar-lhe o pênis, pudesse ela mesma se sentir totalmente mulher, totalmente safada com total liberdade de se entregar voluntariamente como p... a um homem que sabia fazê-la sentir-se fêmea e saciada de todas as luxuria imagináveis!!

PARTE II

Rafer acaricia a cabeça de Lúcia dando ritmo a felação, incentivando-a a manter o máximo possível de sua vergonha na boca daquela esposinha infiel. Lúcia como já descrito, acaricia parte da rola de Rafer que não consegue engolir e instintivamente, com a outra mão, procura pelo seu próprio clitóris que exige carinho. Ao primeiro toque o prazer é tanto que ela arfa com o ardor sem tirar a rola de dentro da boca e bastante saliva escorre para fora derramando pelo seu queixo e indo cair em seus fartos seios, ao mesmo tempo que sua mãozinha treme em cima da boceta, já toda melada.
Nisso, o interfone toca! Lúcia arregala os olhos, mantendo os lábios em redor da rola de Rafer. Refeito do susto, ele pressiona suavemente a cabeça dela de encontro a sua virilha, indicando que ela continue com a felação.
-Dr. Rafer, o Valter e o pai de Lúcia estão aqui esperando por ela!...- Rafer, inclinando-se para mesa, aperta a tecla de resposta e responde:
- Eu a... mandei até o.... almoxarifado apanhar... os... últimos arquivos - consegue dizer Rafer ante a forte sucção dos lábios de Lúcia em sua rola! - A Lúcia vai ficar mais um tempo para esclarecer certos números. Os outros dois podem ir embora! - Conseguiu falar ele de uma vez só.
- Mas, Dr. Rafer, o Valter está implorando pra dar uma palavra com o senhor...
-Negativo! - Responde Rafer. Mas, nesse momento, Lúcia para de chupar-lhe a cabeçorra do pênis e cinicamente lhe encarando nos olhos, diz;
-Deixa ele entrar e me ver fazendo isso com você!! - Alguma coisa passa pela mente de Lúcia que de repente todas as fantasias reprimidas transbordam por cada poro de seu magnifico corpo que ela quer agora que seja usado e exibido! A exibição parece que é o seu mais forte motivo de excitação. Rafer, surpreso, lhe olha nos olhos e resiste ao não ceder o que lea propõe, enquanto ela agora massageia seu pênis entre os seios!!
-Não! Assim é loucura!!...e ele pode ter um ataque histérico!! Vai ser um tremendo escândalo! Fica quieta até eles irem embora que você ainda vai ter toda rola que quiser!!
-Dr., por favor...eu estou pegando fogo!! Nunca eu me senti assim...tão excitada...tão...tão p...!!- Ao dizer isso, Lúcia baixou os olhos envergonhada para logo após completar.
-Olha Dr., vou ficar embaixo da escrivaninha...Valter não vai me ver...e o senhor se senta à minha frente...e aí, lhe imploro, fale com meu mardo...bem rispidamente...bem brabo...por favor Dr....faz isso...faz!
- Está bem! manda eles entrarem. Ou melhor, só o Valter...
Valter encontra Rafer sentado com os ante-braços apoiados no tampo da escrivaninha. Embaixo, Lúcia tira-lhe o mocassin e puxa o peito do pé de encontro a sua vagina e volta sua atenção para a rola de seu patrão, sugando avidamente a arroxada glande!
-Dr. Rafer eu queria me desculpar...
-Já chega! Já conheço esta ladainha! Se só veio dizer isso, pode sair! Meu ouvido não é penico!
-Mas Dr. eu só queria dizer que a minha esposa, a Lúcia, não sabia de nada!
- Não sabia de nada é o caralho!! Deixa de babaquice, Valter. Tu roubou! Você é um ladrão de merda!! Santo de pau oco de merda! Vem com essa cara de pau, cheia de falsidade, pedindo desculpas! Vá se f..., rapaz! Se arranca!!
-Dr., não me trate assim...me respeite - um aturdido Valter reuniu toda sua coragem para dizer isso. - A farsa que Rafer está fazendo não o faz sentir tanto a gulosa cada vez mais frenética que a esposa de Valter está lhe fazendo embaixo da escrivaninha. Na verdade, Rafer sentiu uma súbita super-excitação em maltratar o corno marido da bela mulher que lhe engole a metade da pica com sofreguidão!
- "me respeite" é o caralho!! Tu vai fazer o que, merdinha!! Escuta bem, é macho de butique! Eu vou conservar a tua mulher aqui na firma, falou? Sabe por que? - Valter, um pouco assutado e curioso, balança a cabeça afirmativamente - Quer mesmo saber?
-Sim! sim... ela é inocente. Agradeço pela chance que o senhor vai lhe dar...
- Ela só vai ter essa chance...porque ela é muito...muito...gostosa!! - Rafer sente maravilhado que os lábios da esposa de Valter, encostam na sua virilha e na base do seu saco escrotal. Ela estava com toda, inteira extensão, de sua rola dentro da boca e mantendo-a assim por alguns bons segundos! -...escutou, mané? A tua mulher...vai se manter...no...emprego...porque vou querer...olhar...aquela bunda...redonda dela!!...e enquanto... eu não enjoar... ela fica! e ela só...vai...sair...se...se..eu, eu...quiser, entendeu?
Valter, no começo se surpreende pelo que está ouvindo. No segundo momento pensou que estava tendo um pesadelo. Depois se tocou inteiramente do que o Rafer estava lhe dizendo. Aí, sua pressão subiu. Não sabia se atacava aquele filho da puta ou se saia correndo dali. Por um segundo ele quase deu um passo a frente, mas ponderou as consequencias. Ninguém iria acreditar no que lê dissesse, se ele saísse vencedor de alguma tragédia!
Rafer via os olhos de Valter se arregalarem e gotículas de saliva pularem de sua boca, enquanto uma vermelhidão ia lhe cobrindo o rosto!
-...e tu vai... ficar quieto...bem...bom com...a situação, tá ouvindo?Você,...ficando...belezinha...quietinho...eu...não...não vou...não vou...te atrapalhar...se...se...você...arranjar... outro emprego. E eu... vou ficando... com...tua...esposa..aqui...trabalhando e...desejando...a bundinha...a bundinha...dela, tá...bom? Agora...sem rebolar...se arranca! Sai...você e o pai dela...pela saída lateral...para..que..os outros..não vejam a dupla...de...ladrões que...vocês são!
escutando seu corninho ser esculachado, humilhado e insinuado de ser corno...e corno manso!! Aquilo foi a glória para Lúcia! Valter, é todo ódio, mas sua covardia é mais forte. Ele se dirige pra porta quando Rafer ainda lhe fala pela última vez.
- bestalh o! Tu já... comeu o cu...dela?!!
Aquilo foi pior que um chute no saco de Valter. Ele tem ímpetos de dar meia-volta e matar aquele cara que tanto lhe insulta. Mas ao encarar Rafer, sente que o outro o encara mais firmemente, tendo um cínico sorriso nos lábios, pois acabara de gozar na boca da sua esposa que um segundo antes também gozara esfregando sua vagina no peito do pé de Rafer, escutando seu corninho ser esculachado, humilhado e insinuado de ser corno...e corno manso!! Aquilo foi a glória para Lúcia!
Quando a porta se fecha à saída de Valter, Rafer se agacha e suavemente puxa Lúcia pelos braços que está em ligeiro estado letargíco. Ele a chama por seu nome e aos poucos os verdes olhos de Lúcia se entreabrem, mostrando os alvos dentes e pequenos montes de sêmen espalhados pelos lábios, face e queixo. Lúcia, de repente, retoma sua real personalidade e solta um grito de aflição. Rafer, de súbito, sabe o que vem a seguir e age rápido. Lhe esbofeteia na face! Lúcia fica um pouco em estado de choque.
-Quieta, vagabunda! Veste tua blusa...somente a blusa! Tira a mão do rosto! Não limpa!! Vai até a janela e quando o corno de teu marido sair, chama por ele e diz que você ficar até mais tarde...me dando o cu!! - Lúcia arregala os olhos e o pânico aparece em seu lindo rosto afogueado.- Deixa de ser boba! Diga o que você quiser! Mas que você vai levar rola no cu, isso vai!!
Rafer posiciona a mesa a cerca de um metro da janela de modo que ele se encoste nela e faz com Lúcia encaixe sua turgida rola entre as nádegas dela. Em seguida, acariciando-lhe a vagina, ele encosta a boca na orelha dela e sussurra:
-Agora se inclina pra frente para que eles, lá de baixo te vejam do busto pra cima.
Lúcia, novamente, começa a se sentir estranha. O calor de luxúria vai se aumentando por todo seu corpo. Ela sente o arquejar de Rafer ao mesmo tempo que ele faz um suave sobe-e-desce com a tora entre suas nádegas e todo aquele pensamento de ser sodomizada toma conta de seu ser. Ela luta para não ceder, para resistir, mas a quentura daquele imenso pênis aveludado lhe faz lembrar o cheiro do orgasmo que tivera minutos atrás. Lúcia passa a língua em volta dos lábios e saboreia o resto de esperma que encontra.
-Vou deflorar você agora...- A voz suave de Rafer ecoar no ouvido dela - Você vai ter o marido te olhando enquanto minha tora vai se agasalhar no teu cu, minha bela!
Lúcia ainda resiste pelo inusitado da situação, mas ao mesmo tempo toda a expectativa que Rafer lhe descreve, só lhe faz desejar imensamente que aquilo se torne real; ter a rola de um homem estranho em seu cu enquanto é observada por seu marido! A antecipação é tão intensa que sua vagina arde de T e dor. A imagem que ela pressente de ver os chifres de seu marido cresceram a sua frente, é algo fantasticamente orgástico para ela que sempre guiara seus valores morais pelos dogmas de sua igreja protestante. Vinha-lhe a mente agora, quantas vezes ela espanou da mente pensamentos de ser possuída por pelo menos uns dois pastores que ela sentira T! No meio destes pensamentos, ela sente a rombuda glande da tora de Rafer forçar lentamente a entrada de seu ânus. Automaticamente ela se reteza como tinha feito anteriormente quando levou os dois dedos no cu.
-Vem minha...p...relaxa...mas vem...devagarinho...assim...assimm!
O desconforto da passagem da glande inteiramente pelo seu anel é compensado pelas palavras que Rafer lhe diz ao ouvido. Lúcia aspira o ar profundamente enquanto espera seu cu ir se acostumando com aquela gentil expansão.
- Já passou...toda a...cabeça...Mais um...pouquinho...vai...vai...assiiimm, sem medo...minha p....bundundinha...gostosa!...assiiimmm, aaahhh...
Lúcia não sabe o quanto de rola seu cu já engoliu, mas agora o desconforto é mínimo e Lúcia sente que a libidinagem passa ser a fomentadora de sua total excitação e futuro orgasmo. A imagem dela estar ali esperando seu marido passar embaixo da janela enquanto um outro homem a sodomiza, e toda libidinagem que ela mais deseja!
Com um pouco mais da metade da rola de Rafer agasalhada no reto, Lúcia lentamente ensaia um curto vai e vem, percebendo que quanto mais longo, vai se acostumando com o desconforto, que ela espera que desapareça logo, logo! Então ela vê o topo da cabeça de seu pai e de seu marido, que na sua luxúria, acha que realmente vê duas protuberâncias a crescer!
-Valter! Valter...amor! Aqui em cima!! O Dr. Rafer...quer...que...eu...aaahhh...lhe dê algumas...aí...informações. Acho...que...não serei...despedida...
Valter não sabe porque, mas aquelas reticencias na fala de Lúcia não lhe é estranha, mas no momento não sabe discernir, pois ainda está abalado com tudo que acontecera e principalmente pelo que Rafer tinha lhe dito. Valter vê sua bela esposinha na janela, um andar acima e começa um diálogo. Ele nota que ela está um pouco agitada - Provavelmente pela estressante situação, pensa ele - e responde-lhe que está tudo bem...que ele a espera em casa.
-Você...não vai...se...incomodar...de..eu..de eu...fazer isso com o...o...Dr....Rafer, não é? ...dele ficar...pegando...no...meu pé, ficar...atrás de mim...não é?
-Não, meu amor! Está tudo bem. Se ele vai te manter no emprego é lógico que ele vai te "apertar", vai ficar no teu calo, atrás de você o tempo todo! Quando acabar, telefona que eu venho te buscar! Um beijo!
- Espera...está tão...bom...eu...conversar...com você...enquanto o Dr. Rafer...não vem!- Lúcia já está acostumada em ter toda a rola de Rafer em seu canal anal e gagueja toda vez que os pentelhos dele se encostam em sua bunda. Por sua vez, Rafer cautelosamente faz o vai e vem da posse do ânus de Lúcia, aproveitando o máximo da ligeira tremedeira de excitamento e nervosismo que Lúcia deixa transparecer da cintura pra baixo.
-Chega, p...! Manda o corno ir embora! Quero voce só pra mim agora!!
-Tchau amor...o Dr. Rafer já.chegou...e já....está...atrás de...mim!!
Com um adeus, Valter vê sua Lucinha recuar em vez de se virar e sair andando. Será que ela já está dando a bundinha para ele!! Não, impossível! - pensa ele- A Lúcia iria gritar, lutar! E ela não estaria tão controlada, como agora. Não, não! Impossível! Estou pondo coisas em minha cabeça!- finaliza seu pensamento.
-Vai Dr....vai! Empurra...meu cocozinho...pra dentro!- Lúcia se abandona inteiramente ao abraço de Rafer, jogando os braços por sobre a cabeça, enquanto Rafer lhe morde a curva do pescoço e entre e sai do cu daquela esposa infiel.